TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº /99 ACÓRDÃO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 18.103/99 ACÓRDÃO"

Transcrição

1 TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº /99 ACÓRDÃO Balsa SANTA ALICE. Queda n água de bordo da balsa de veículo tipo carro forte. Morte do motorista. Descumprimento de normas de segurança que devem ser aplicadas durante as travessias dos veículos estivados a bordo de balsas. Condenação. Vistos, relatados e discutidos os presentes autos. No dia 30 de julho de 1998, às 12:00 horas, na travessia do rio São Francisco, entre os municípios de Carinhanha/Malhada, BA, o veículo tipo carro forte, modelo caminhão, marca Mercedes Benz 812, blindado, placa JNW-4453 Salvador/BA, pertencente a empresa NSV Nordeste Segurança de Valores Ltda, caiu no rio São Francisco do convés da balsa SANTA ALICE de propriedade de Horozino Rodrigues da Silva, vindo a falecer o condutor do veículo Nelson Meira Santos, laudo de exame cadavérico às fls. 69. Horozino Rodrigues da Silva, comerciante proprietário da balsa SANTA ALICE e do empurrador FURACÃO, títulos de inscrição às fls. 70, declarou que se encontrava na cidade de Carinhanha BA quando foi informado sobre o acidente. Que o Sr. Edmundo era o cobrador e o Sr. Francisco o condutor do empurrador. Como o Sr. Francisco amanheceu o dia doente; Edmundo arranjou um outro ajudante cujo nome é Eriston. Que nenhum dos tripulantes era habilitado para as funções; apenas o que se encontrava adoentado era habilitado e embarcado no empurrador FURACÃO e que sem o conhecimento do depoente foi colocado uma outra pessoa não habilitada para operar a embarcação.

2 Halfed Ferreira Costa, encarregado de base da Empresa Nordeste Segurança de Valores Ltda, em Bom Jesus da Lapa BA, declarou que conhece as normas de segurança usada nas embarcações de travessias com veículos; mas que por motivo de assalto, os tripulantes dos veículos de valores cumprem normas da empresa e não podem abandonar o interior do carro forte; e que durante as travessias as portas do carro forte são destravadas para facilitar o escape dos tripulantes em caso de emergência. Que a vítima (motorista) era um dos melhores motorista da empresa. O veículo havia sido revisado recentemente e que se encontrava com noventa e nove por cento de condições mecânicas. Que o carro forte pesa em torno de nove mil e cem quilos. Que transportava um malote contendo valores e não houve perda da carga que foi recuperada. Mário Gomes da Rocha, Eunápio Silva Neves, e Euvaldo Silva Neves, que estavam no carro forte declararam que no momento em que a balsa se aproximava do atracadouro da cidade de Malhada-BA, o balseiro pediu que o motorista do carro forte desse marcha a ré, o que foi prontamente atendido pelo motorista do veículo. Em seguida o balseiro, repentinamente, pediu para parar; mas o motorista não conseguiu. O balseiro continuou gritando e acenando para que parasse o veículo; os depoentes vendo que o carro forte não iria parar, abriram a porta e abandonaram o veículo, com exceção do motorista que caíu na água juntamente com o carro forte. Edmundo da Rocha Ferreira declarou que ele estava na balsa e Eriston no empurrador. Que o aquaviário Francisco encontrava-se adoentado e para a balsa não ficar parada teve a iniciativa de chamar Eriston para trabalhar no empurrador sem ter participado ao proprietário da embarcação. Que exerce a função de cobrador da balsa sem ser habilitado. Eriston Ferreira Santos, com 16 anos e 3 meses, na época do acidente, declarou que foi contratado por Edmundo, cobrador da balsa, para operar o empurrador 2

3 FURACÃO e acha que o proprietário da balsa não havia sido informado de sua contratação. O laudo de exame pericial de fls. 74 concluiu que a causa do acidente foi a imperícia da tripulação da balsa SANTA ALICE, por desconhecer as normas sobre o tráfego aquaviário. O relatório de fls. 77/78 aponta como possíveis responsáveis diretos pelo fato da navegação Edmundo da Rocha Ferreira, por mandar o motorista do carro forte se deslocar sobre a balsa descumprindo assim as Normas de Segurança e Horozino Rodrigues da Silva, por não contratar pessoal habilitado para tripular a balsa SANTA ALICE e responsável indireto, a empresa NSV Nordeste Segurança de Valores Ltda por fazer os tripulantes do veículo acidentado realizarem a travessia dentro do carro forte, apesar da empresa conhecer as Normas de Segurança utilizadas nas embarcações de travessias com veículo. Defesas prévias de Edmundo da Rocha Ferreira (fls. 89/92) e de Horozino Rodrigues da Silva (fls. 93/98). A PEM equiparando o presente evento aos de causa não apurada com a devida precisão opinou pelo arquivamento. Na sessão de 09/11/99 decidiu o TM, por unanimidade a volta dos autos à D. Procuradoria oferecer representação contra Edmundo da Rocha Ferreira, não habilitado, que teve a iniciativa de colocar um menor de idade para conduzir o empurrador e pelos demais motivos apontados pelo encarregado do inquérito em seu relatório de fls 77/78. Cumprindo decisão do TM a PEM ofereceu representação contra Edmundo da Rocha Ferreira cobrador da lancha SANTA ALICE com fulcro no art. 15, alínea e (Todos os fatos que prejudiquem ou ponham em risco a incolumidade e segurança das 3

4 vidas e fazendas de bordo) da Lei nº 2.180/54, por entendê-lo responsável pelo fato da navegação em tela, como abaixo segue: 1. Tratam-se os autos da queda n água de bordo da balsa SANTA ALICE do veículo tipo carro forte, modelo caminhão, marca Mercedez Benz-821, placa NW 4453 Salvador BA, de propriedade da Empresa NSV Nordeste Segurança de Valores LTDA. 2. Tal evento deu-se durante a travessia no Rio São Francisco entre os municípios de Carinhanha e Malhada, Bahia, cerca das 12:30hs, do dia 30 de julho de Que como conseqüência, houve a morte do motorista do carro forte, funcionário da empresa NSV Sr. Nelson Meira Santos (fls. 69) que ficara preso dentro da cabine, não tendo logrado êxito em dela escapar com seus companheiros Mário, Eunápio e Euvaldo. 4. No presente caso algumas premissas precisam ser enfocadas: 4.1 A NORMAM 02 cuida das normas de navegação de travessia e terminantemente proíbe o movimento de veículos estivados a bordo da balsa, durante a travessia, o que foi descumprido pelos representados. 4.2 As rampas de embarque/desembarque deverão obrigatoriamente estar içadas e travadas quando da balsa em movimento, o que não aconteceu efetivamente, encontrando-se as mesmas no mesmo nível do convés, o que propiciou uma fácil queda do carro após o rompimento dos cabos de aço. 4.3 Os passageiros e ou ocupantes dos veículos não deverão viajar em seu interior, devendo permanecer em local demarcado apropriado, para abrigo de pessoas, sentados ou em pé, infração esta desrespeitada pela empresa acusada que exigia dos seus 4

5 funcionários a permanência no interior do veículo por motivos de segurança (guarda dos malotes contendo valores). 4.4 Aponta-se também infrações a RLESTA (Decreto nº 2.596/98), artigo 11 conduzir embarcação e contratar tripulante sem habilitação para operá-la e, artigo 22, incido V infrações referentes às normas de transportes de carga. 5. Que o ora representado não habilitado (fls. 22/23) foi imprudente ao colocar um menor de idade para conduzir embarcação sem a devida habilitação, pondo em risco, assim, preciosas vidas humanas e as fazendas de bordo. 6. O laudo de exame pericial de fls. 74 concluiu que a causa do acidente foi a imperícia da tripulação da balsa SANTA ALICE, por desconhecer as normas sobre o tráfego aquaviário. 7. O relatório de fls. 77/78 apontou o ora acusado como possível responsável direto pelo fato da navegação ora sob apreciação, por mandar o motorista do carro forte deslocá-lo sobre a balsa em movimento, descumprindo assim, as normas de segurança. 8. A defesa prévia do Sr. Edmundo da Rocha Ferreira, ora representado, fls. 89 à 91, não leve prosperar devido a robusta prova testemunhal dos funcionários que estavam dentro do carro forte que afirmaram, que não foram alertados em nenhum momento pela tripulação da balsa para saírem do veículo e que não tomaram providência alguma quanto aos calços estando as rampas niveladas no convés propiciando que, quando sob impacto as rodas traseiras do carro forte na rampa, os cabos de aço de sustentação se romperam. 9. Em razão do exposto e pela comprovada conduta culposa do ora acusado, espera este Órgão com o recebimento do presente nos termos em que se encontra, com a citação do representado, vê-lo, ao fiscal, condenado nas penas da Lei nº 9.869/94, alterando a Lei nº 2.180/54 e custas do processo. 5

6 necessárias. 10. Protesta, finalmente, pela produção das provas que ainda se fizeram Recebida a representação; citado, Edmundo da Rocha Ferreira, apresentou sua defesa, tempestivamente pelas razões de fato e direito a seguir expostas: INÉPCIA DA DENÚNCIA A representação oferecida pela douta Procuradora, data máxima vênia, é inepta, eis que não há classificação da infração que teria sido cometida pelo representado, bem como o respectivo dispositivo legal, limitando-se apenas a pedir sua condenação nas penas da Lei nº 9.869/94 (alterando a Lei nº 2.180/54) e custas do processo. A representação também é inepta por não descrever os fatos atribuídos ao representado, contendo descrição vaga, imprecisa, dificultando o mesmo de entender de qual fato preciso está sendo acusado. OS FATOS Os autos notificam que a referida a balsa fazia a travessia do rio São Francisco, tendo saído do Município de Carinhanha para o de Malhada, conduzindo apenas o veículo tipo carro forte, modelo caminhão, marca Mercedes Bens-812, blindado, placa policial JNW-4453, Salvador-Bahia, cores amarela e branca, de propriedade da empresa NSV- Nordeste Segurança e Transporte d Valores Ltda., no qual, além do motorista, encontravam-se 03 (três) outros ocupantes, todos funcionários da empresa proprietária do mesmo. Os ocupantes do referido veículo, por determinação da empresa proprietária do mesmo, alegando questões de segurança por tratar-se de transporte de valores, recusaram-se a descer do carro, permanecendo os quatro em seu interior, onde chegaram a almoçar. 6

7 Quando a balsa se aproximou da outra margem do rio, ou seja, do Município de Malhada, encontrou uma outra balsa no porto. Feita a solicitação para que a mesma fosse retirada a fim de que a balsa SANTA ALICE pudesse atracar, não houve êxito. Não restando outra alternativa senão atracar em outra parte do porto. Tendo o condutor do empurrador, Sr. Eriston Ferreira Santos, solicitando ao motorista do carro forte que desse uma ré no veículo, que encontrava-se na frente da balsa, e se deslocasse até o meio da mesma. A embarcação tem 26 (vinte e seis) metros de comprimento e o carro forte encontrava-se a 5 (cinco) metros da frente da balsa, tendo o Sr. Ériston solicitando ao motorista do aludido veículo que desse uma ré até o meio da embarcação, ou seja, que ficasse 13 (treze) metros da frente e 13 (treze) metros do fundo, a fim de que pudesse atracar e evitar que a balsa ficasse encalhada. O motorista do carro forte acatou o quanto solicitado pelo Sr. Ériston, porém deu uma ré em velocidade não compatível com o local e não obstante os apelos dos demais ocupantes do veículo e do representado, cobrador da embarcação, que inclusive sinalizou, pediu ao motorista para parar a manobra do veículo imediatamente, mas este não obedeceu, tendo o representado batido na parte dianteira do veículo, e continuou dando marcha ré e não usou dos meios necessários para parar o veículo. As testemunhas que estavam no interior do veículo, entre as quais o Sr. Euvaldo Silva Neves, em depoimento prestado na Marinha, confirma os fatos narrados no parágrafo anterior, ou seja, que o motorista do carro forte deu uma marcha ré em alta velocidade, não parou o veículo onde fora sinalizado e sequer puxou o freio de mão para evitar o acidente. Não há culpa do representado no evento. O responsável pelo lamentável fato foi o motorista do carro forte. 7

8 O depoimento do Sr. Eunápio Silva Neves, prestado na Marinha, é claro e preciso quando afirma que aparentemente o motorista não estava bem e pode ter ocorrido um mal súbito momentâneo no motorista do carro forte. E, ao ser perguntado se sabe informar se o motorista do carro forte passou mal ao volante do mesmo, respondeu que esta não é uma hipótese a ser descartada, pois o mesmo tinha acabado de almoçar e que sua aparência não era normal. Também ao ser perguntado se sabe informar o que deveria ter sido feito e não se fez para evitar o acidente, respondeu que poderia ter sido feito várias coisas, por exemplo puxar o freio de mão que não foi feito porque não sabia o que estava acontecendo. O segundo acusado tomou todas as medidas necessárias para evitar o acidente. Ao contrário do alegado na representação, a chapa de embarque/desembarque estava levantada, porém os cabos de aço não resistiram ao peso do caminhão e quebraram. Não foi o representado e sim o Sr. Ériston Ferreira Santos quem pediu ao motorista para dar marcha ré, pois não tinha outra alternativa para que a balsa pudesse atracar sem que houvesse risco de ficar encalhada. CONCLUSÃO E PEDIDO Isto posto, conclui-se que a representação é inepta e o representado não solicitou a manobra e tomou as providências cabíveis para evitar o acidente. Assim, requer a V.Exa. o seguinte: Seja decretada a inépcia da inicial e extinto o feito; Caso V.Exa. entenda de forma diversa, seja o representado absolvido sumariamente, julgando improcedente representação. Aberta a instrução, nenhuma prova foi produzida. A Procuradoria Especial da Marinha, por sua procuradora Federal em exercício, ofereceu suas; ALEGAÇÕES FINAIS, nos termos que abaixo seguem: 8

9 1. Este Órgão representou, acatando determinação desse E. Tribunal, contra Edmundo da Rocha Ferreira, com fulcro no art. 15 alínea e (fatos que prejudiquem ou ponham em risco a incolumidade e segurança das vidas e fazendas de bordo) da Lei nº 2.180/ O representado, em sua defesa de fls. 138/142, por advogado legitimamente constituído, suscitou preliminares de inépcia da inicial, considerando a não classificação da infração, a ausência de dispositivo legal no pedido de condenação e a descrição vaga dificultando o entendimento da defesa de qual fato preciso está sendo acusado. 3. rebatendo tais considerações, cabe dizer que são elas, prima facie produto do desconhecimento do ilustre subscritor da peça de fls., da Lei nº e do seu rito processual, considerando, por certo, sua não militância junto a esse Egrégio Tribunal. 4. Eis que perfeitamente delineado, na exordial deste Órgão acusador, o tipo legal infringido, qual seja o art. 15 alínea e da Lei nº 2.180/ Quanto ao pedido de condenação, por óbvio, só poderá sê-lo nas penas previstas na própria Lei nº 2.180/54, com as alterações da Lei nº 9.869/94 aliás tudo exatamente como esta na exordial fls Finalmente, quanto à ausência de fundamentação da acusação, dificultando então, a defesa, cabe reportar-se e aqui transcrever o item 5 de sua peça diga-se de passagem, ipsis litteris, como no voto que determinou a volta à PEM para, então, representar: Que o ora representado não habilitado (fls. 22/23) foi imprudente ao colocar um menor para conduzir a embarcação sem a devida habilitação pondo em risco, assim, preciosas vidas humanas e as fazendas de bordo. 7. Cabe, ainda, mencionar o item 8 da exordial, já rebatendo os termos da defesa prévia do, então, indiciado, após representado verbis: 9

10 A defesa prévia do Sr. Edmundo da Rocha Ferreira, ora representado, fls. 89 à 91, não deve prosperar devido a robusta prova testemunhal dos funcionários que estavam dentro do carro forte que afirmaram, sem sombra de dúvidas, que não foram alertados em nenhum momento pela tripulação da balsa para saírem do veículo e que não tomaram providência alguma quanto aos calços estando as rampas niveladas com o convés (fls. 27,29 e 31), propiciando que, quando sob impacto as rodas traseiras do carro forte na rampa, os cabos de aço de sustentação se rompessem. 8. Que, enfim, tal preliminar enfocada fora, tão somente, porque não tinha a defesa um bom direito que lhe abrigasse ; falta-lhe, isto sim, fundamentação de peso! 9. Também neste sentido, no mérito, melhor não se haverá a defesa do representado, eis que não conseguiu provar que o acusado não contribuíra para a eclosão do evento, tudo, aliás, como dito na exordial, reiterando, então, nesta oportunidade, todos os seus termos e sobremaneira o pedido de condenação do representado nas penas da Lei nº 2.180/54 (e suas alterações posteriores) e custas do processo. Na sua defesa, às fls. 138/141 o representado arguiu INÉPCIA DA DENÚNCIA em preliminares que poderão ser assim desmembradas: não classificação da infração, ausência de dispositivo legal no pedido de condenação e a descrição vaga, não descrevendo ao atos atribuídos ao representado; preliminares estas que foram rebatidas pela PEM ao se pronunciar em suas Alegação Finais de fls. 148/150, onde salientou o desconhecimento do ilustre subscritos da peça de fls. 138/141 ao demonstrar não estar familiarizado com o procedimento adotado no Tribunal Marítimo, cujo rito processual tem características próprias, calçadas na Lei nº 2.180/54 e suas alterações estabelecidas pela Lei nº 9.869/94. A representação de fls. 122/125, enquadra o representado no art. 15, letra e, da Lei nº 2.180/54, classificando como fato que prejudica ou põe em risco a incolumidade 10

11 e segurança das vidas e fazendas de bordo, descrevendo os fatos como aconteceram tendo conseqüência a queda n água do carro forte e a morte do seu motorista. Não faltando na exordial elementos que possam alterar a perfeição da representação e de concordar com a D. Procuradoria no sentido de rejeitar a preliminar por falta de amparo legal. No mérito, restou comprovado do próprio depoimento do representado (fls. 22) que teve a iniciativa de chamar Eriston para trabalhar no empurrador, sem participar dessa sua decisão ao proprietário da balsa, embora não habilitado para tal, não tomou as devidas providências para o cumprimento das normas de segurança que devem ser aplicadas durante as travessias, manobrando, o que motivaram a queda n água do veículo carro forte, ocasionando a morte por afogamento do seu motorista, razão porque deve ser responsabilizado pelo fato da navegação, capitulado no art. 15, letra e, da Lei nº 2.180/54. Assim, A C O R D A M os Juízes do Tribunal Marítimo, por unanimidade: a) quanto à natureza e extensão do fato: queda n água de bordo da balsa de veículo tipo carro forte. Morte do motorista; b) quanto à causa determinante: descumprimento de normas de segurança que devem ser aplicadas durante as travessias dos veículos estivados a bordo de balsas; c) decisão: indeferir a preliminar por falta de amparo legal. Julgar culpado Edmundo da Rocha Ferreira, incurso no art. 15, letra a (todos os fatos...), da Lei nº 2.180/54, aplicando-lhe a pena de multa de R$ 200,00 (duzentos reais). Custas na forma da Lei. Oficiar à DPC comunicando a infração ao art. 22, inciso V e do art. 11 (tripulante sem habilitação), por parte do proprietário, armador da balsa SANTA ALICE, Horozino Rodrigues da Silva. P. C. R. Rio de Janeiro, RJ, em 24 de maio de

12 JOSÉ DO NASCIMENTO GONÇALVES Juiz-Relator WALDEMAR NICOLAU CANELLAS JÚNIOR Almirante-de-Esquadra (RRm) Juiz-Presidente 12

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 20.689/04 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 20.689/04 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 20.689/04 ACÓRDÃO REM JEAN FILHO XXXIV e Balsa CONAVE XVII. Colisão de comboio com muro de marina. Possíveis influência de fortes ventos. Arquivamento. Vistos os presentes

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 18.116/99 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 18.116/99 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 18.116/99 ACÓRDÃO Moto-aquática não identificada X flutuante tipo BANANA BOAT, rebocado pela moto-aquática SPX-I. Abalroação resultando em lesões corporais de natureza grave

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 20.446/03 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 20.446/03 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 20.446/03 ACÓRDÃO B/P DOM ISAAC V. Abordagem de barco pesqueiro em plena viagem por pessoas desconhecidas que roubaram toda a carga. Delito cuja materialidade foi comprovada,

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 18.183/99 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 18.183/99 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 18.183/99 ACÓRDÃO Lancha de passageiros COMDUSA XII. Queda de passageira a bordo, provocando-lhe ferimentos graves, com fraturas múltiplas no ombro. Desequilíbrio sofrido

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 21.325/2005 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 21.325/2005 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 21.325/2005 ACÓRDÃO L/M MAKARI. Colisão de lancha contra seu próprio condutor e posteriormente contra trapiche, vindo a encalhar na margem do canal, colocando em risco a incolumidade

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 19.230/01 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 19.230/01 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 19.230/01 ACÓRDÃO Comboio integrado R/M ARENA III / Balsas NAVEZON 53, NAVEZON 25 e NBI X Canoa motorizada sem nome. Abalroação resultando em naufrágio da canoa, com posterior

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO N 0 18.880/00 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO N 0 18.880/00 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO N 0 18.880/00 ACÓRDÃO B/M LUANA. Naufrágio de embarcação provocando vítimas fatais e desaparecimento de passageiros. Causa, manobra brusca de embarcação ocasionando o deslocamento

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO JP/ET PROCESSO Nº 23.325/08 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO JP/ET PROCESSO Nº 23.325/08 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO JP/ET PROCESSO Nº 23.325/08 ACÓRDÃO Embarcação sem nome. Colisão com banhista na praia Mar de Minas, represa de Três Marias, no município de Três Marias, MG, com vítima. Arquivamento.

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 21.726/05 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 21.726/05 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 21.726/05 ACÓRDÃO Catamarã JUMBO CAT II. Colisão de catamarã com pedras, seguida de encalhe, provocando avarias na embarcação, sem ocorrência de vítimas. Avaria sofrida no

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO N0 19.663/01 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO N0 19.663/01 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO N0 19.663/01 ACÓRDÃO Aerobarco FLECHA DE IPANEMA e Chata DIALCAR II. Abalroação entre aerobarco e comboio formado por rebocador e chata, provocando avarias na proa do aerobarco,

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO WM/SCB PROCESSO Nº 23.020/07 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO WM/SCB PROCESSO Nº 23.020/07 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO WM/SCB PROCESSO Nº 23.020/07 ACÓRDÃO L/M ILSA-MAR. Queda na água de condutor de lancha, provocando-lhe lesões leves. Falha do condutor da lancha na operação do motor da embarcação. Imperícia.

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 17.994/98 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 17.994/98 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 17.994/98 ACÓRDÃO N/M BETELGEUSE. Não configurada a ocorrência de acidente e/ou fato da navegação elencados na Lei nº 2.180/54. Infração ao artigo 378 do RTM. Arquivamento.

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 19.281/01 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 19.281/01 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 19.281/01 ACÓRDÃO B/P BRUCUTU. Naufrágio com perda total e vítimas fatais. Condenação. Vistos, relatados e discutidos os presentes autos. Trata-se de analisar o naufrágio

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 19.897/2002 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 19.897/2002 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 19.897/2002 ACÓRDÃO L/M CAVITOS. Impropriedade da embarcação para o serviço em que era utilizada e empregada para prática de ato ilícito previsto em lei como crime (descaminho).

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 20.438/2003 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 20.438/2003 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 20.438/2003 ACÓRDÃO Lancha "FARUSCA". Explosão seguida de incêndio. Causa não apurada. Arquivamento. Vistos os presentes autos. Consta dos Autos que, no dia 13 outubro de

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO N.º 20.561/03 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO N.º 20.561/03 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO N.º 20.561/03 ACÓRDÃO B/M VOVÔ ORLANDO CIDADE. Queda de tripulante na água, estando a embarcação atracada, da prancha de embarque/desembarque, colocada conforme os usos e costumes,

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 21.419/05 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 21.419/05 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 21.419/05 ACÓRDÃO N/T MARTA. Acidente de Trabalho com trabalhador durante a montagem de andaime no tanque do navio que se encontrava docado no estaleiro. Não configurada a

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO JP/MDG PROCESSO Nº 21.096/04 ACÓRDÃO. N/M ICE FLAKE. Arribada para reparos, forçada e injustificada. Condenação

TRIBUNAL MARÍTIMO JP/MDG PROCESSO Nº 21.096/04 ACÓRDÃO. N/M ICE FLAKE. Arribada para reparos, forçada e injustificada. Condenação TRIBUNAL MARÍTIMO JP/MDG PROCESSO Nº 21.096/04 ACÓRDÃO N/M ICE FLAKE. Arribada para reparos, forçada e injustificada. Condenação Vistos, relatados e discutidos os presentes autos. No dia 03/06/04, cerca

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO N0 20.113/02 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO N0 20.113/02 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO N0 20.113/02 ACÓRDÃO Jangada "CARINA". Emborcamento quando navegava a 05 milhas da praia de Ponta Negra, Natal, RN. Sem vítimas. Condenação. Vistos, relatados e discutidos os

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 18.911/2000 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 18.911/2000 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 18.911/2000 ACÓRDÃO B/M JOSILANDE. Água aberta seguida de naufrágio com perda total da embarcação e sua carga. Não houve acidentes pessoais e/ou danos ao meio ambiente marinho.

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 21.874/06 ACÓRDÃO Canoa sem nome. Naufrágio de embarcação a remo com exposição a risco da referida embarcação e das vidas e fazendas de bordo, provocando a morte de uma passageira

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO JP/ET PROCESSO Nº. 22.902/07 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO JP/ET PROCESSO Nº. 22.902/07 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO JP/ET PROCESSO Nº. 22.902/07 ACÓRDÃO Embarcação sem nome. Emborcamento quando navegava no rio Paraná do Manaquiri, AM, com danos materiais e uma vítima fatal. Condenação. Vistos, relatados

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO N 0 20.018/02 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO N 0 20.018/02 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO N 0 20.018/02 ACÓRDÃO N/M "ASTERI". Morte de trabalhador em operação de raspagem no casco de navio mercante quando em faina de mergulho no porto de Sepetiba, RJ. Condenação.

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 20.687/2004 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 20.687/2004 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 20.687/2004 ACÓRDÃO Comboio R/E SM e Balsa NB II. Colisão de comboio contra casas de palafitas, provocando danos materiais, sem ocorrência de vítimas. Falta de condições físicas

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 19.093/2000 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 19.093/2000 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 19.093/2000 ACÓRDÃO Comboio Integrado pelas Chatas TQ-61 / TQ-38 com o empurrador TQ-25 e o batelão areeiro ER-II. Abalroação provocando avarias e o naufrágio parcial do batelão,

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 20.289/03 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 20.289/03 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 20.289/03 ACÓRDÃO N/M LORETA D. Queda de carga na água devido a não colocação de redes de proteção ao costado, com poluição ao meio ambiente marinho, sem vítima. Negligência.

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 19.043/00 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 19.043/00 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 19.043/00 ACÓRDÃO Veleiro NIGHT JAR. Encalhe em banco de areia, resultando em naufrágio com perda total da embarcação, sem vítimas. Tráfego da embarcação em região de bancos,

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 20.092/2002 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 20.092/2002 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 20.092/2002 ACÓRDÃO Jet-sky VADIO x veleiro BONS VENTOS I. Abalroação envolvendo veleiro e jet-sky não identificado. Causa indeterminada devido a falta de elementos de prova

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 21.366/05 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 21.366/05 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 21.366/05 ACÓRDÃO R/E ASSO VENTI. Ferimento em tripulante durante faina de reinstalação de rede de resfriamento do diesel-gerador, provocando-lhe a amputação traumática parcial

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO FC/NCF PROCESSO Nº 25.032/10 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO FC/NCF PROCESSO Nº 25.032/10 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO FC/NCF PROCESSO Nº 25.032/10 ACÓRDÃO N/M TEAL ARROW. Acidente com estivador a bordo. Trabalhador que se colocou no caminho de ponte rolante denotando imprudência. Ferimentos no representado

Leia mais

PROCESSO N 14.797/92

PROCESSO N 14.797/92 362 TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO N 14.797/92 ACÓRDÃO Veleiro "ANGELUS". Encalhe. Erro de navegação do condutor do veleiro. Condenação. Vistos, relatados e discutidos os presentes autos. No dia 10 de dezembro

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO JP/ET PROCESSO Nº 21.462/05 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO JP/ET PROCESSO Nº 21.462/05 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO JP/ET PROCESSO Nº 21.462/05 ACÓRDÃO B/P CANADÁ. Naufrágio, quando adentrava na barra do rio Mampituba, município de Torres, SC, com danos materiais, sem vítimas. Condenação. Vistos, relatados

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 21.065/04 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 21.065/04 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 21.065/04 ACÓRDÃO B/P TOCANTINS. Trumatismo sofrido por pescador que caiu no convés principal. Sendo a causa determinante provável descuido da própria vítima. Arquivamento.

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO N.º 21.616/05 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO N.º 21.616/05 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO N.º 21.616/05 ACÓRDÃO N/M FLAMENGO. Ferimentos corto-contuso na região occipto-frontal e fratura de dentes sofridos por estivador durante faina de embarque de contêineres. Não

Leia mais

PROCESSO N 13.586 ACÓRDÃO

PROCESSO N 13.586 ACÓRDÃO PROCESSO N 13.586 ACÓRDÃO N/T FO G Á S XV I - Explosão durante faina de transbordo de gás provocando ferimentos em dois tripulantes ccm a morte de um deles; uso indevido de equi* 408 TRIBUNAL MARÍTIMO

Leia mais

Número de inscrição: 443-004663-8; e Proprietário/armador: Alcione Catarina Bacheschi Sponton. Documentação de praxe anexada.

Número de inscrição: 443-004663-8; e Proprietário/armador: Alcione Catarina Bacheschi Sponton. Documentação de praxe anexada. TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 21.383/05 ACÓRDÃO B/P GLORIA I. Naufrágio de barco de pesca que fica sem governo. Quebra da haste do leme manual. Arquivamento. Vistos os presentes autos. Consta dos autos

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 18.821/2000 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 18.821/2000 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 18.821/2000 ACÓRDÃO Moto-aquática SP 2318-01 X flutuante tipo banana boat, rebocado pela L/M KATITA. Abalroação resultando em lesões corporais em dois ocupantes do flutuante.

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 21.149/04 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 21.149/04 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 21.149/04 ACÓRDÃO Plataforma P-31. Incêndio no motor gerador da praça de máquinas a bordo de plataforma, tendo como causa determinante o rompimento de uma conexão da rede

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 19.912/02 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 19.912/02 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 19.912/02 ACÓRDÃO L/M "O VIGILANTE III". Emborcamento quando em faina de demanda do canal de Marapendi, Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, RJ, com danos materiais e vítima com

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO CB/MCP PROCESSO Nº 25.503/10 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO CB/MCP PROCESSO Nº 25.503/10 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO CB/MCP PROCESSO Nº 25.503/10 ACÓRDÃO Balsa ENCONTRO DAS ÁGUAS. Colisão de embarcação contra duas casas palafitas, situadas às margens do rio Solimões, proximidades do porto Careiro da

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO JP//MDG PROCESSO Nº. 22.804/07 ACORDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO JP//MDG PROCESSO Nº. 22.804/07 ACORDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO JP//MDG PROCESSO Nº. 22.804/07 ACORDÃO Catamarã TURISMANDO. Avaria deixando a embarcação à deriva. Deficiência de manutenção. Condenação. Vistos, relatados e discutidos os presentes autos.

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO JP/SCB PROCESSO Nº 22.624/07 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO JP/SCB PROCESSO Nº 22.624/07 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO JP/SCB PROCESSO Nº 22.624/07 ACÓRDÃO R/E CAPITÃO JOSÉ ALECRIM VIII. Incêndio na praça de máquinas de rebocador / empurrador, provocando avarias no motor e nas suas partes elétricas e

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO DISTRITO FEDERAL E DOS TERRITÓRIOS

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO DISTRITO FEDERAL E DOS TERRITÓRIOS Órgão : Segunda Turma Criminal Classe : Apelação Criminal Nº Processo : 1999 04 1 000829-4 Apelante : JOÃO AMARO FERNANDES Apelada : A JUSTIÇA PÚBLICA Relator : Des or GETULIO PINHEIRO Delito de trânsito.

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO FC/SCB PROCESSO Nº 23.918/09 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO FC/SCB PROCESSO Nº 23.918/09 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO FC/SCB PROCESSO Nº 23.918/09 ACÓRDÃO R/E CLOTILDES BERNARDES e Balsa JOSÉ BERNARDO DA SILVA. Queda de caminhão do convés de balsa de travessia, operada por tripulação inabilitada, nas

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO N0 20.217/03 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO N0 20.217/03 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO N0 20.217/03 ACÓRDÃO N/M "RUBENS". Colisão com terminal de granéis sólidos. Falha do motor propulsor, devido a avaria do diafragma da válvula termo eletromagnética do motor propulsor.

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 17.306/97 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 17.306/97 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 17.306/97 ACÓRDÃO B/P ITAPEVA. Avaria por ato de sabotagem. Ação dolosa de autoria indeterminada. Arquivamento, exculpando-se os representados. Vistos, relatados e discutidos

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO FC/NCF PROCESSO Nº 25.684/11 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO FC/NCF PROCESSO Nº 25.684/11 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO FC/NCF PROCESSO Nº 25.684/11 ACÓRDÃO Canoa sem nome não inscrita. Naufrágio durante brincadeira dos passageiros. Embarcação desprovida de material de salvatagem. Condução por pessoa sem

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO FC/NCF PROCESSO Nº 25.795/11 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO FC/NCF PROCESSO Nº 25.795/11 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO FC/NCF PROCESSO Nº 25.795/11 ACÓRDÃO Lancha ARPEDI. Naufrágio no local de fundeio devido a admissão de água pelas obras vivas e pelas obras mortas. Defeito no calafeto do casco e do convés.

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO FC/FAL PROCESSO Nº 25.923/11 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO FC/FAL PROCESSO Nº 25.923/11 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO FC/FAL PROCESSO Nº 25.923/11 ACÓRDÃO Moto aquática FEIO II e L/M PAPA LÉGUAS II. Exposição a risco que se materializou em abalroamento e no óbito de duas pessoas. Moto aquática imprópria

Leia mais

1/6 TRIBUNAL MARÍTIMO JP/FAL PROCESSO Nº 20.643/03 ACÓRDÃO

1/6 TRIBUNAL MARÍTIMO JP/FAL PROCESSO Nº 20.643/03 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO JP/FAL PROCESSO Nº 20.643/03 ACÓRDÃO N/M SOTIRIA. Quedas de carga n água, sacaria de açúcar, com sua perda, durante operação de carregamento, junto ao armazém nº 11 do porto de Santos,

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 17.884/98 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 17.884/98 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 17.884/98 ACÓRDÃO Moto-aquática VIPER. Colisão com altos fundos de corais, resultando em lesões corporais nos dois ocupantes, adolescentes inabilitados, e em avarias na embarcação.

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO WM/MCP PROCESSO Nº 24.137/09 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO WM/MCP PROCESSO Nº 24.137/09 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO WM/MCP PROCESSO Nº 24.137/09 ACÓRDÃO Moto aquática RAFAEL ELITE X Moto aquática D FORÇA. Abalroação entre motos aquáticas nas proximidades da ilha do Sol, canal de Marapendi, Barra da

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 19.331/01 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 19.331/01 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 19.331/01 ACÓRDÃO N/M HUASCO. Utilização de equipamento tipo guindaste móvel, com configuração imprópria para o içamento e manuseio de carga pesada durante embarque no navio,

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO CARGO: DIREITO MARÍTIMO GABARITO OFICIAL DA PROVA DISCURSIVA

TRIBUNAL MARÍTIMO CARGO: DIREITO MARÍTIMO GABARITO OFICIAL DA PROVA DISCURSIVA TRIBUNAL MARÍTIMO EDITAL Nº1 TM, DE 15 DE JANEIRO DE 2010 CARGO: DIREITO MARÍTIMO GABARITO OFICIAL DA PROVA DISCURSIVA Peça Processual - Elaboração de voto sobre aspectos legais de um acidente de navegação.

Leia mais

: Ministério Público do Distrito Federal e Territórios Relator Des. : SILVÂNIO BARBOSA EMENTA ACÓRDÃO

: Ministério Público do Distrito Federal e Territórios Relator Des. : SILVÂNIO BARBOSA EMENTA ACÓRDÃO Órgão : Segunda Turma Criminal Classe : APR - Apelação Criminal Nº. Processo : 2000.01.1.046488-9 Apelante : João Severino da Silva Advogado : Defensoria Pública Apelado : Ministério Público do Distrito

Leia mais

PROCESSO N 15.540/93 ACÓRDÃO. IVM "NORSUL PINDARé". Encalhe. Danos materiais. Sem vítimas. Causa não apurada acima de qualquer dúvida. Arquivamento.

PROCESSO N 15.540/93 ACÓRDÃO. IVM NORSUL PINDARé. Encalhe. Danos materiais. Sem vítimas. Causa não apurada acima de qualquer dúvida. Arquivamento. 848 TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO N 15.540/93 ACÓRDÃO IVM "NORSUL PINDARé". Encalhe. Danos materiais. Sem vítimas. Causa não apurada acima de qualquer dúvida. Arquivamento. Vistos, relatados e discutidos

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 18.797/00 ACORDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 18.797/00 ACORDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 18.797/00 ACORDÃO Navio-Sonda PETROBRAS XXXI. Avaria em equipamento de carga de Navio-Sonda, resultando ferimentos em trabalhador durante operação de descarga de carga pesada.

Leia mais

RIO GRANDE DO NORTE SECRETARIA DA TRIBUTAÇÃO CONSELHO DE RECURSOS FISCAIS

RIO GRANDE DO NORTE SECRETARIA DA TRIBUTAÇÃO CONSELHO DE RECURSOS FISCAIS R E L A T Ó R I O Consta que contra a autuada acima qualificada, foi lavrado o Auto de Infração n 415/2010 1ª URT, onde se denuncia: I) Saída de mercadoria desacompanhada de nota fiscal, apurada através

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 20.558/03 ACÓRDÃO. Jet-ski DANGA X Jet-ski VALENTE. Abalroação. Morte de proprietário/condutor de um deles. Condenação.

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 20.558/03 ACÓRDÃO. Jet-ski DANGA X Jet-ski VALENTE. Abalroação. Morte de proprietário/condutor de um deles. Condenação. TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 20.558/03 ACÓRDÃO Jet-ski DANGA X Jet-ski VALENTE. Abalroação. Morte de proprietário/condutor de um deles. Condenação. Vistos, relatados e discutidos os presentes autos. No

Leia mais

ACÓRDÃO. Ao contrário do que afirma a apelante, não existem provas de que o condutor do veículo de propriedade do segundo promovido

ACÓRDÃO. Ao contrário do que afirma a apelante, não existem provas de que o condutor do veículo de propriedade do segundo promovido ESTADO DA PARAIBA PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA Gah. Des. Genésio Gomes Pereira Filho ACÓRDÃO APELAÇÃO Cá/EL N 016.2009.000727-5/ 001 RELATOR: Des. Genésio Gomes Pereira Filho APELANTE: Nikanora

Leia mais

: Ministério Público do Distrito Federal e Territórios Relatora Desa. : EUTÁLIA COUTINHO

: Ministério Público do Distrito Federal e Territórios Relatora Desa. : EUTÁLIA COUTINHO Órgão : Segunda Turma Criminal Classe : APR Apelação Criminal Nº. Processo : 2000.01.1.047761-5 Apelante : Carlos Flávio Rodrigues Freitas Apelado : Ministério Público do Distrito Federal e Territórios

Leia mais

PROVA PRÁTICA DE SENTENÇA CÍVEL

PROVA PRÁTICA DE SENTENÇA CÍVEL Poder Judiciário da Ufiilo TJDFT TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO DISTRITO FEDERAL EDOS TERRITÓRIOS SEGUNDA PROVA ESCRITA DISCURSIVA CADERNO DE RELATÓRIO E DOCUMENTOS REFERENTES À PROVA PRÁTICA DE SENTENÇA CÍVEL

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO WM/SBM PROCESSO Nº 22.450/06 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO WM/SBM PROCESSO Nº 22.450/06 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO WM/SBM PROCESSO Nº 22.450/06 ACÓRDÃO Rebocador RIO BRANCO. Acidente da Navegação. Naufrágio de rebocador no terminal da PETROBRAS da ilha D água, Rio de Janeiro, RJ, sem danos pessoais

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 20.277/03 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 20.277/03 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 20.277/03 ACÓRDÃO Embarcação LEAL SANTOS 7. Avaria no motor principal deixando à deriva. Necessidade de assistência de reboque. Danos materiais sem ocorrência de acidentes

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO FC/FAL PROCESSO Nº 26.186/11 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO FC/FAL PROCESSO Nº 26.186/11 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO FC/FAL PROCESSO Nº 26.186/11 ACÓRDÃO Plataforma NOBLE THERALD MARTIN. Acidente de trabalho a bordo, vítima não fatal. Desequilíbrio da própria vítima, durante operação com chave flutuante

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO FC/FAL PROCESSO Nº 25.742/11 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO FC/FAL PROCESSO Nº 25.742/11 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO FC/FAL PROCESSO Nº 25.742/11 ACÓRDÃO B/P ALIANÇA e moto aquática ÁGUA AZUL. Abalroação. Danos materiais e lesões corporais graves nos ocupantes da moto aquática. Erro de navegação do

Leia mais

TRIBUNAL MARITIMO JP/MCP PROCESSO Nº. 22.304/06 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARITIMO JP/MCP PROCESSO Nº. 22.304/06 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARITIMO JP/MCP PROCESSO Nº. 22.304/06 ACÓRDÃO L/M THEMIS. Colisão de embarcação contra pedras existentes às margem de rio, quando navegava no canal de acesso, Santos, SP. Danos à embarcação,

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO N.º 22.077/06 A C Ó R D Ã O

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO N.º 22.077/06 A C Ó R D Ã O TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO N.º 22.077/06 A C Ó R D Ã O FPSO PETROBRAS 43. Acidente de trabalho com cinco vítimas não fatais, danos materiais, sem registro de poluição ao meio ambiente. Falha no sistema

Leia mais

1/6 TRIBUNAL MARÍTIMO FC/NC PROCESSO Nº 23.384/08 ACÓRDÃO

1/6 TRIBUNAL MARÍTIMO FC/NC PROCESSO Nº 23.384/08 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO FC/NC PROCESSO Nº 23.384/08 ACÓRDÃO B/P SANTA ROSA R x baleeira MARAJÁ II. Abalroamento com perda total da última. Embriaguez confessada do condutor. Imperícia e imprudência provadas.

Leia mais

PROCESSO Nº 10.913 ACÓRDÃO. Vistos, relatados e discutidos os presentes autos. No inquérito, foram ouvidas 11 (onze) testem unhas.

PROCESSO Nº 10.913 ACÓRDÃO. Vistos, relatados e discutidos os presentes autos. No inquérito, foram ouvidas 11 (onze) testem unhas. 18 TRIBUNAL MARfTlMO PROCESSO Nº 10.913 ACÓRDÃO N/M SANTOS DUMONT x N/M HAPPY MED. Abalroação. Desobediência às regras do RIPE AM. Condenação. Vistos, relatados e discutidos os presentes autos. Trata o

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DE FAZENDA CONSELHO DE CONTRIBUINTES. - Junta de Revisão Fiscal

SECRETARIA DE ESTADO DE FAZENDA CONSELHO DE CONTRIBUINTES. - Junta de Revisão Fiscal PUBLICADA A DECISÃO DO ACÓRDÃO No D.O. de / / Fls. Processo n.º: E-04/897.015/1999 SECRETARIA DE ESTADO DE FAZENDA CONSELHO DE CONTRIBUINTES Sessão de 07 de Novembro de 2000 PRIMEIRA CÂMARA RECURSO N.º

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO ACÓRDÃO

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO ACÓRDÃO fls. 1 ACÓRDÃO Registro: 2013.0000216806 Vistos, relatados e discutidos estes autos de Agravo de Instrumento nº 0196471-72.2012.8.26.0000, da Comarca de São Paulo, em que é agravante SOCIORTHO COMERCIO

Leia mais

ACÓRDÃO. Apelação Cível nº. 0014568-29.2008.8.19.0004

ACÓRDÃO. Apelação Cível nº. 0014568-29.2008.8.19.0004 Apelante: Espólio de Bruna Carolina da Costa Tavares rep/p/s/mãe Sandra Regina da Costa Ibrahim Apelado: Auto Viação 1001 LTDA Apelada: Companhia de Seguros Aliança da Bahia Relatora: Des. Odete Knaack

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO TOCANTINS SECRETARIA DA FAZENDA CONTENCIOSO ADMINISTRATIVO-TRIBUTÁRIOTRIBUTÁRIO CONSELHO DE CONTRIBUINTES E RECURSOS FISCAIS

GOVERNO DO ESTADO DO TOCANTINS SECRETARIA DA FAZENDA CONTENCIOSO ADMINISTRATIVO-TRIBUTÁRIOTRIBUTÁRIO CONSELHO DE CONTRIBUINTES E RECURSOS FISCAIS GOVERNO DO ESTADO DO TOCANTINS SECRETARIA DA FAZENDA CONTENCIOSO ADMINISTRATIVO-TRIBUTÁRIOTRIBUTÁRIO CONSELHO DE CONTRIBUINTES E RECURSOS FISCAIS ACÓRDÃO N o : 066/2014 REEXAME NECESSÁRIO N o : 3.285 PROCESSO

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA PODER JUDICIÁRIO São Paulo

TRIBUNAL DE JUSTIÇA PODER JUDICIÁRIO São Paulo fls. 2 Registro: 2016.0000213833 ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos de Apelação nº 0831938-67.2013.8.26.0052, da Comarca de, em que é apelante ALEX KOZLOFF SIWEK, é apelado MINISTÉRIO PÚBLICO

Leia mais

RESOLUÇÃO N ^ /2006 Ia CÂMARA SESSÃO DE 17/07/2006

RESOLUÇÃO N ^ /2006 Ia CÂMARA SESSÃO DE 17/07/2006 PROC: 1/004193/2004 \ AL: 1/200410475 ESTADO DO CEARA SECRETARIA DA FAZENDA CONSELHO DE RECURSOS TRIBUTÁRIOS RESOLUÇÃO N ^ /2006 Ia CÂMARA SESSÃO DE 17/07/2006 PROCESSO DE RECURSO N 1/004193/2004 AUTO

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO JP/SCB PROCESSO Nº. 20.784/2004 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO JP/SCB PROCESSO Nº. 20.784/2004 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO JP/SCB PROCESSO Nº. 20.784/2004 ACÓRDÃO L/M ARROZ. Colisão, seguida de encalhe, água aberta e naufrágio, de lancha de esporte e recreio, provocando avarias na embarcação, sem ocorrência

Leia mais

PROCESSO Nº 16.496/95 ACÓRDÃO

PROCESSO Nº 16.496/95 ACÓRDÃO 690 TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 16.496/95 ACÓRDÃO B/M VIDA NOVA". Naufrágio com danos materiais c o desaparecimento de 05 passageiros. Condições meteorológicas adversas, excesso de confiança do condutor,

Leia mais

FROTA DE VEÍCULOS DO IFRS CAMPUS PORTO ALEGRE

FROTA DE VEÍCULOS DO IFRS CAMPUS PORTO ALEGRE 11/03/2012 FROTA DE VEÍCULOS DO IFRS CAMPUS PORTO ALEGRE Veículos / Modelo Ano Placas GM MERIVA JOY 2007/2008 IOK2202 NISSAN SENTRA FLEX 2009 IRS4402 GM ZAFIRA ELEGANCE 2010 / 2011 IRS3302 MARCOPOLO Modelo

Leia mais

ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA FAZENDA Contencioso Administrativo Tributário Conselho de RecursosTributários 1a Câmara de Julgamento

ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA FAZENDA Contencioso Administrativo Tributário Conselho de RecursosTributários 1a Câmara de Julgamento / I PROCESSO: 1/1115/2006 ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA FAZENDA Contencioso Administrativo Tributário Conselho de RecursosTributários 1a Câmara de Julgamento ReSOlução N0. 15f'/2007 Sessão: 34a Sessão

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 18.697/00 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 18.697/00 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 18.697/00 ACÓRDÃO N/M ALIANÇA IPANEMA. Colisão com píer em construção, pertencente à Delegacia da Capitania dos Portos, em Itajaí, resultando em avarias de grande monta na

Leia mais

RIO GRANDE DO NORTE CONSELHO DE RECURSOS FISCAIS

RIO GRANDE DO NORTE CONSELHO DE RECURSOS FISCAIS RIO GRANDE DO NORTE CONSELHO DE RECURSOS FISCAIS PROCESSO : Nº 0125/2008-CRF. PAT : Nº 0140/2006-1ª URT. RECORRENTE : SECRETARIA DE ESTADO DA TRIBUTAÇÃO. RECORRIDO : MARISA LOJAS VAREJISTAS LTDA. RECURSO

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 20.348/03 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 20.348/03 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 20.348/03 ACÓRDÃO N/M BOIURA. Acidente ocorrido com estivador Alcides de Jesus Barbosa a bordo do navio quando em faina de carregamento, no cais comercial do porto de Vitória,

Leia mais

RELATÓRIO. O Sr. Des. Fed. FRANCISCO WILDO (Relator):

RELATÓRIO. O Sr. Des. Fed. FRANCISCO WILDO (Relator): APELAÇÃO CÍVEL Nº 511146/AL (0002840-14.2010.4.05.8000) APTE : CONSELHO REGIONAL DE NUTRICIONISTAS DA 6ª REGIÃO (AL/PE/PB/RN/CE/PI/MA) ADV/PROC : ALINE JANISZEWSKI LINS APDO : SHBRS/AL - SINDICATO DOS

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO CARGO: CAPITÃO-DE-LONGO-CURSO GABARITO OFICIAL DA PROVA DISCURSIVA

TRIBUNAL MARÍTIMO CARGO: CAPITÃO-DE-LONGO-CURSO GABARITO OFICIAL DA PROVA DISCURSIVA TRIBUNAL MARÍTIMO EDITAL Nº1 TM, DE 15 DE JANEIRO DE 2010 CARGO: CAPITÃO-DE-LONGO-CURSO GABARITO OFICIAL DA PROVA DISCURSIVA Peça Processual - Elaboração de voto sobre aspectos legais de um acidente de

Leia mais

EMBARGOS INFRINGENTES EM APELAÇÃO CÍVEL nº 551137/RN (2007.84.02.000434-2/01)

EMBARGOS INFRINGENTES EM APELAÇÃO CÍVEL nº 551137/RN (2007.84.02.000434-2/01) EMBTE : DNIT - DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRA-ESTRUTURA DE TRANSPORTES REPTE : PROCURADORIA REGIONAL FEDERAL - 5ª REGIÃO EMBDO : SILDILON MAIA THOMAZ DO NASCIMENTO ADV/PROC : SILDILON MAIA THOMAZ DO NASCIMENTO

Leia mais

VISTOS, relatados e discutidos, os autos

VISTOS, relatados e discutidos, os autos f ST. *!Yont',.> ESTADO DA PARAÍBA PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA Gab. Des. Genésio Gomes Pereira Filho ACÓRDÃO 00 APELAÇÃO CÍVEL N 001.2002.015648 3/ 001 - Campina Grande RELATOR: João Benedito

Leia mais

IV - APELACAO CIVEL 374161 2000.50.01.011194-0

IV - APELACAO CIVEL 374161 2000.50.01.011194-0 RELATOR : DESEMBARGADOR FEDERAL GUILHERME COUTO DE CASTRO APELANTE : UNIAO FEDERAL APELADO : JOSÉ RODRIGUES PINHEIRO ADVOGADO : SONIA REGINA DALCOMO PINHEIRO ORIGEM : QUARTA VARA FEDERAL DE VITÓRIA (200050010111940)

Leia mais

RECURSO Nº - 52.021 ACORDÃO Nº 12.632

RECURSO Nº - 52.021 ACORDÃO Nº 12.632 PUBLICAÇÃO DA DECISÃO DO ACÓRDÃO No D.O. 23 / 06 / 2014 Fls.: 04 SERVIÇO PÚBLICO ESTADUAL Sessão de 03 de junho de 2014 PRIMEIRA CÂMARA RECURSO Nº - 52.021 ACORDÃO Nº 12.632 INSCRIÇÃO ESTADUAL Nº - 99.199.130

Leia mais

RELATÓRIO VOTO DO RELATOR (VOTO VENCIDO)

RELATÓRIO VOTO DO RELATOR (VOTO VENCIDO) PUBLICADA A DECISÃO DO ACÓRDÃO No D.O. de 07 / 12 / 2011 Fls. 24 SECRETARIA DE ESTADO DE FAZENDA CONSELHO DE CONTRIBUINTES Sessão de 04 de outubro de 2011 QUARTA CÂMARA RECURSO Nº - 41.675 ACÓRDÃO Nº 9.676

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 20.822/2004 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 20.822/2004 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 20.822/2004 ACÓRDÃO L/M LAGOMAR II. Avaria no motor, deixando a embarcação á deriva, com assistência de reboque. Danos materiais, sem ocorrência de acidentes pessoais ou danos

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 18.855/2000 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 18.855/2000 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 18.855/2000 ACÓRDÃO B/P DONA NORIS. Interceptação e apresamento de pesqueiro venezuelano por prática de pesca não autorizada na zona econômica exclusiva brasileira, aplicação

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 19.345/2001 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 19.345/2001 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 19.345/2001 ACÓRDÃO B/M INDEPENDÊNCIA. Naufrágio. alagamento, imprudência do representado. Condenação. Vistos, relatados e discutidos os presentes autos. No dia 11/08/00,

Leia mais

PROCESSO N I5.011/92

PROCESSO N I5.011/92 ANUÁRIO DE JURISPRUDÊNCIA 189 PROCESSO N I5.011/92 ACÓRDÃO N/M "MANSURNAVE I". Queda de empilhadeira no porão do navio provocando danos e ferindo operário, devido à quebra da lança por mau posicionamento

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 21.030/04 ÁCÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 21.030/04 ÁCÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 21.030/04 ÁCÓRDÃO Embarcação DA SILVA. Naufrágio de embarcação que navegava fora de sua área de classificação, conduzida por pessoas não habilitadas. Morte de um de seus tripulantes.

Leia mais

ESTADO DA PARAÍBA PODER JUDICIÁRIO GABINETE DO DES. SAULO HENRIQUES DE SÁ E BENE VIDES

ESTADO DA PARAÍBA PODER JUDICIÁRIO GABINETE DO DES. SAULO HENRIQUES DE SÁ E BENE VIDES ESTADO DA PARAÍBA PODER JUDICIÁRIO GABINETE DO DES. SAULO HENRIQUES DE SÁ E BENE VIDES DECISÃO TERMINATIVA Agravo de Instrumento 200.2011.026679-4/001 2 1' Vara Civel da Capital. Relator : Des. Saulo Henriciues

Leia mais

Processo n 702.02.009965-2 AÇÃO REPARATÓRIA DE DANO DECORRENTE DE ATO ILÍCITO. Réus: MARCOS ROBERTO PINCELA MATEUS e SADIA S/A

Processo n 702.02.009965-2 AÇÃO REPARATÓRIA DE DANO DECORRENTE DE ATO ILÍCITO. Réus: MARCOS ROBERTO PINCELA MATEUS e SADIA S/A Processo n 702.02.009965-2 AÇÃO REPARATÓRIA DE DANO DECORRENTE DE ATO ILÍCITO Autor: OLAIR MARQUES CARRIJO Réus: MARCOS ROBERTO PINCELA MATEUS e SADIA S/A Denunciada: SUL AMÉRICA CIA. NACIONAL DE SEGUROS

Leia mais

ANUÁRIO DE JURISPRUDÊNCIA 485 PROCESSO N 15.296/93 ACÓRDÃO

ANUÁRIO DE JURISPRUDÊNCIA 485 PROCESSO N 15.296/93 ACÓRDÃO ANUÁRIO DE JURISPRUDÊNCIA 485 PROCESSO N 15.296/93 ACÓRDÃO N/M "CLIPPER SANTOS. Processo de fratura da solda no ponto de fixação de barra de ferro componente da guia do cabo de laborar do guindaste n 02,

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RECURSO ESPECIAL Nº 659.830 - DF (2004/0087560-5) RELATOR RECORRENTE RECORRIDO : MINISTRO CARLOS ALBERTO MENEZES DIREITO : EDUARDO AUGUSTO QUADROS E ALMEIDA : MANOEL FAUSTO FILHO E OUTRO : SOCIEDADE DE

Leia mais

SIMULADO XVII EXAME 2ª FASE DA ORDEM - 2ª FASE PROVA PRÁTICO -PROFISSIONAL - DIREITO PENAL

SIMULADO XVII EXAME 2ª FASE DA ORDEM - 2ª FASE PROVA PRÁTICO -PROFISSIONAL - DIREITO PENAL SIMULADO XVII EXAME 2ª FASE DA ORDEM - 2ª FASE PROVA PRÁTICO -PROFISSIONAL - DIREITO PENAL VJ *ATENÇÃO: ANTES DE INICIAR A PROVA, VERIFIQUE SE TODOS OS SEUS APARELHOS ELETRÔNICOS FORAM ACONDICIONADOS E

Leia mais