Reconhecimento de Matemática Manuscrita

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Reconhecimento de Matemática Manuscrita"

Transcrição

1 Universidade do Minho Escola de Engenharia Departamento de Informática MathIS - Reorientando a Matemática para a Sociedade da Informação Reconhecimento de Matemática Manuscrita Luiz Fernando Vilar Lopes CCTC - Centro de Ciências e Tecnologias da Computação Departamento de Informática Universidade do Minho

2 Índice Índice de Figuras Introdução Reconhecimento de Matemática Manuscrita Ferramentas de Reconhecimento Matemático Manuscrito MathJournal JMathNotes Natural Log FFES - Freehand Formula Entry System JIMHR - Java Interactive Mathematical Handwriting Recognizer MathBrush Infty Editor Math Speak & Write Maple MathIP MoboMath Express Math - Reconhecimento de Expressões matemáticas Reconhecimento de Matemática Manuscrita MathIS Luiz Fernando Vilar Lopes 2

3 3.13 Sketch Equation Equation Writer - Microsoft Experience for Windows Vista Draculae CIT Microsoft Math Windows 7 Math TIP StarPad SDK MathPad 2 - A System for the Creation and Exploration of Mathematical Sketches MathPaper Quadros Interactivos Plataforma e tecnologias de desenvolvimento StarPad SDK Aplicações - Apps Bibliotecas - Libs Reconhecimento Matemático Windows Presentation Foundation XAML Aplicação MathIS Project Conclusões e Trabalho Futuro Referências Reconhecimento de Matemática Manuscrita MathIS Luiz Fernando Vilar Lopes 3

4 Índice de Figuras Figura 1: Arquitectura de Camadas - Reconhecimento de Manuscrita Matemática... 8 Figura 2: Nintendo DS Figura 3: ATM Figura 4: Smartphone Figura 5: PDA Figura 6: Tablet PC Figura 7: Stylus Pen Figura 8: Árvore de Bibliotecas e Aplicações do StarpadSDK Figura 9 - Modelo de Camadas do StarPad SDK Figura 10 - Camada de Base do StarPad SDK Figura 11 - Camada de Ink do starpad SDK Figura 12 - Camada de Suporte a Aplicação do StarPad SDK Figura 13 - Resolução Matemática exemplo Figura 14 - Simplificação Matemática exemplo Figura 15 - Resolução Matemática exemplo Reconhecimento de Matemática Manuscrita MathIS Luiz Fernando Vilar Lopes 4

5 Figura 16 - Reconhecimento de símbolos matemáticos Figura 17 - Reconhecimento de símbolos matemáticos Figura 18 - Pilha da plataforma.net Figura 19 - Características do WPF Figura 20 - Aplicação MathIS Project Figura 21 - Expressão exemplo Figura 22 - Janela apresentada através do botão Save Figura 23 - Ficheiro com a expressão manuscrita não foi gerado Figura 24 - Janela para guardar expressão matemática manuscrita Figura 25 - Apresentação da expressão a ser guardada e ficheiro LaTeX Figura 26 - Janela apresentada através do símbolo de Simplificação/Resolução Figura 27 Janela indicando que a simplificação não foi gravada em ficheiro Figura 28 - Janela para guardar expressão simplificada Figura 29 - Expressão simplificada a ser guardada e ficheiro LaTeX Figura 30 - Apresentação da expressão simplificada no ecrã Reconhecimento de Matemática Manuscrita MathIS Luiz Fernando Vilar Lopes 5

6 1. Introdução Escrever matemática num computador é uma tarefa difícil, porque o teclado e o rato não suportam todos os símbolos necessários. Linguagens como LATEX e MathML são muito úteis, mas o seu uso requer um enorme esforço mental por parte do utilizador. Algumas aplicações, tais como Scientific WorkPlace 1 e MathMagic 2, foram criadas para simplificar a escrita de matemática, mas, como estas aplicações requerem o uso do teclado e rato, muitos dos problemas mantêm-se. Assim, o uso de teclado e rato para escrita de matemática não é tão simples nem tão natural quanto usar papel e lápis. O ideal seria escrever matemática num computador como fazemos num papel com lápis, o que é possível usando um dispositivo baseado em Caneta (Pen) como um Tablet PC. Existem actualmente algumas aplicações e projectos de investigação que visam a escrita de matemática usando um Tablet PC, mas essas ferramentas estão muito orientadas apenas ao reconhecimento e obtenção de um resultado final. Além disso, essas ferramentas não suportam a escrita de documentos, tais como artigos e relatórios contendo matemática. O objectivo do projecto no qual a proposta de investigação MathIS se insere, é criar uma ferramenta para suporte de escrita e ensino de matemática possibilitando a edição estruturada de matemática manuscrita. O projecto de investigação MathIS 3 do CCTC (Centro de Ciências e tecnologias da Computação) 4 teve início em Janeiro de 2009 e visa a necessidade de reconhecimento de novas aproximações ao ensino e a aprendizagem da Matemática na Sociedade da Informação pois esta requer um grau cada vez mais elevado de fluência matemática recorrendo à linguagem e ao método matemático para modelar problemas e situações e raciocionar de uma forma produtiva no interior destes modelos. Actualmente, o projecto MathIS apresenta duas fortes áreas de investigação: O Refactoring da Matemática Escolar e o Reconhecimento de Matemática Manuscrita, cujo trabalho este documento faz referência. Este trabalho tem uma componente de investigação orientada ao apoio da tese de doutoramento de Alexandra Mendes sob a orientação do professor Roland Backhouse da Reconhecimento de Matemática Manuscrita MathIS Luiz Fernando Vilar Lopes 6

7 Universidade de Nottingham no Reino Unido e co-orientção do professor José Nuno Oliveira da Universidade do Minho em Portugal. A tese de Alexandra Mendes entitulada de "Structure Editing of Handwritten Mathematics", visa não só o reconhecimento mas também a manipulação de documentos que contêm quantidades substanciais de matemática utilizada em resolução de problemas algorítmicos. O reconhecimento de expressões matemáticas pode ser útil para transformar documentos técnicos e científicos que se encontram em papel para o formato electrónico, ou então para a entrada de expressões matemáticas em sistemas computacionais, através de escrita em dispositivos como Tablets e Smartboards (Quadros Interactivos). A partir do momento que o reconhecimento da matemática é feito através de um dispositivo computacional, diversas aplicações algorítimicas podem ser desenvolvidas com o objectivo da resolução de diversos problemas não só ao nível da matemática mas da própria engenharia e até mesmo da física. Desta forma, um novo conceito computacional está começando a se desenvolver e trazendo, ainda mais, as novas teconologias ao serviço dos utilizadores. Uma das grandes vantagens deste novo conceito é o auxílio no Ensino destas temáticas. Através de dispositivos informáticos de manuscrita é possível, então, fazer e ensinar Matemática e outras disciplinas transformando radicalmente o ensino tradicional e tornando-o num ensino cada vez mais dinámico. São diversos os projectos espalhados pelo mundo que visam a informatização e dinamismo do ensino, sobretudo secundário. Em Portugal, o projecto Camões introduziu este conceito nas escolas de ensino secundário do país onde podemos encontrar, pelo menos, um Quadro Interactivo (Smartboard) em inúmeras escolas do território português. Os softwares utilizados por estes Smartboards apresentam tecnologias de reconhecimento de manuscrita que são frutos de projectos de investigação para computação orientada a dispositivos centrados em Caneta (A conhecida Pen-Based Computing) e ainda não estão acabadas. Algumas destas técnicas e tecnologias foram abordadas neste projecto e apresentam-se neste documento através das diversas aplicações e projectos de investigação inerentes. Reconhecimento de Matemática Manuscrita MathIS Luiz Fernando Vilar Lopes 7

8 2. Reconhecimento de Matemática Manuscrita O reconhecimento de expressões manuscritas matemáticas envolve duas fases distintas [1]. O reconhecimento de caracteres e a análise estrutural. Ambas as fases apresentam dificuldades no que compete a um correcto e completo reconhecimento de expressões matemáticas. O reconhecimento de caracteres tem conhecido uma evidente evolução nos últimos tempos, apresentando resultados satisfatórios embora ainda se verifique uma dificuldade elevada no reconhecimento de vários símbolos, simultaneamente. A dificuldade acresce quando entra em jogo a análise estrutural, evidenciando uma análise completa da estrutura das expressões reconhecidas, tanto ao nível Gramatical como Semântico. Desta forma podemos estruturar, através de uma arquitectura de camadas, o reconhecimento completo de matemática manuscrita. Esta divisão pode ser vista através de uma arquitectura de camadas apresentada na Figura 1. Figura 1: Arquitectura de Camadas - Reconhecimento de Manuscrita Matemática Como exemplo, a dificuldade inerente ao reconhecimento de símbolos pode acontecer num simples reconhecimento do caractere x. Torna-se necessária uma correcta leitura para o caso do símbolo ser uma letra ou ser um símbolo matemático representativo de uma variável de expressão ou até mesmo de um operador de multiplicação. Reconhecimento de Matemática Manuscrita MathIS Luiz Fernando Vilar Lopes 8

9 Para o caso de uma entrada do tipo dx, o reconhecedor deverá conseguir interpretar de uma forma correcta, o significado da expressão, seja como uma multiplicação de d por x, ou parte de um integral. Nesses casos ou quando a leitura do input envolve um conjunto alargado de símbolos como letras Gregas, operadores, variáveis e outras, formando expressões matemáticas mais complexas, torna-se de extrema e indispensável importância uma análise de contexto no que diz respeito a estrutura da informação lida. É, então, indispensável uma determinação de relação entre os símbolos reconhecidos, logo após os seus reconhecimentos individuais. Como exemplo, podemos evidenciar uma simples entrada do símbolo raiz quadrada, ou do operador soma onde deverão ter um significado muito específico e todos os seus argumentos deverão estar alinhados e presentes em suas específicas regiões. Na expressão, por exemplo, o reconhecedor deverá ser capaz de identificar a soma dos quadrados como argumento da raiz quadrada, ser capaz de reconhecer o caractere 2 como símbolo identificador do quadrado tanto de a como de b, para além de estarem em suas determinadas regiões, sendo definidas através do operador +. O reconhecimento de manuscrita matemática somente estará concluído após estas duas fases estarem totalmente completas. Reconhecimento de Matemática Manuscrita MathIS Luiz Fernando Vilar Lopes 9

10 3. Ferramentas de Reconhecimento Matemático Manuscrito Existem algumas ferramentas de reconhecimento e alguns reconhecedores matemáticos já implementados, além de alguns projectos de investigação em desenvolvimento, embora nenhum deles consiga satisfazer as nossas necessidades, por completo e de uma forma correcta, no que compete ao reconhecimento matemático. Todos eles apresentam limitações, como por exemplo acerca da caligrafia utilizada, por parte dos utilizadores, no input das expressões ou na quantidade de símbolos reconhecíveis. Aqui, é importante que um reconhecedor seja extensível e preferencialmente capaz de aprender tanto com a caligrafia do utilizador, bem como com o método e modelo matemático aplicado. Felizmente, não se torna necessária a criação, de raiz, de uma máquina de reconhecimento completa. Temos a permissão da MapleSoft [10] para utilização de seu reconhecedor para símbolos individuais matemáticos, bem como da utilização de seu produto final para Matemática e Modelagem, Maple 13, em sua versão académica. A seguir descreve-se um apanhado de alguns exemplos de implementações e ferramentas existentes e capazes de reconhecer e trabalhar com a matemática manuscrita como input. 3.1 MathJournal MathJournal [9] é uma ferramenta interactiva para Tablet PCs que oferece um ambiente natural e intuitivo para resolver problemas matemáticos e de engenharia. O software reconhece, interpreta e fornece soluções para manuscritas e construções matemáticas e de engenharia. Esta ferramenta reconhece um grande número de símbolos matemáticos. Ele avalia vários tipos de expressões matemáticas e, dada uma expressão, cria o seu correspondente gráfico. Esta aplicação está disponível para o sistema operativo Windows. 3.2 JMathNotes JmathNotes [8] é uma aplicação Java que reconhece expressões matemáticas escritas sobre o Retirado de [2]. Reconhecimento de Matemática Manuscrita MathIS Luiz Fernando Vilar Lopes 10

11 ecrã e fornece manipulação e correcção das expressões e gestos através de menus. É capaz de reconhecer símbolos gregos, expoentes, os operadores Integrante, Soma e Produto, Raiz Quadrada e todos os símbolos matemáticos básicos. Produz LaTeX e gera saída adequada para uso em processadores de texto e computação simbólica. Ela também fornece manipulação algébrica através do sistema de álgebra computacional Mathematica. Esta aplicação é gratuita e pode ser modificada e/ou redistribuída de acordo com os termos da GNU General Public License. Pode ser usado em Windows, Linux ou qualquer outra plataforma Unix. 3.3 Natural Log Natural Log [6] é uma applet escrita em Java, que foi criada como uma ferramenta para a demonstração de conceitos apresentados na Tese de Mestrado de Nicholas Matsakis. Reconhece todos os símbolos matemáticos básicos, algumas letras gregas, somatórios, frações e raízes quadradas. Ele não reconhece nem integrais e nem notação em índice. Esta applet produz LaTeX e MathML e não avalia expressões matemáticas. 3.4 FFES - Freehand Formula Entry System A aplicação Freehand Fórmula Entrada System [7], permite uma entrada livre e edição de fórmulas utilizando uma caneta e um Tablet. É utilizado um reconhecimento automático de fórmulas manuscritas para gerar uma cadeia de comando LaTeX para a fórmula. É implementado em C++ e Tcl/Tk e é distribuída sob a GNU General Public License. A versão mais recente pode ser usada tanto em Linux ou Windows (através do Cygwin). 3.5 JIMHR - Java Interactive Mathematical Handwriting Recognizer O Java Interactive Mathematical Handwriting Recogniser (JIMHR) é uma ferramenta que processa a entrada de manuscrita através do rato ou de uma caneta e gera suas saídas correspondente como fórmulas matemática em tempo real num tipo de imagem e LaTeX ou MathML. Este programa permite, ao utilizador, corrigir eventuais erros resultantes para reorganizar os símbolos de forma a se adaptarem às suas necessidades. JIMHR é executado em Unix, Linux e Windows. Este sistema baseia-se no Natural Log e no Freehand Fórmula Entry System, mencionados anteriormente. Reconhecimento de Matemática Manuscrita MathIS Luiz Fernando Vilar Lopes 11

12 3.6 MathBrush O sistema MathBrush [5] permite que um utilizador introduza expressões matemáticas com uma Caneta e, em seguida, a expressão é enviada para um sistema de álgebra computacional que irá proporcionar um resultado. Este sistema foi concebido para proporcionar um ambiente de experimentação com os vários componentes necessários para fazer matemática baseada na utilização de dispositivos centrados em Caneta. Esta ferramenta apresenta alguns gestos definidos e eles foram escolhidos para serem similares aos que o utilizador usa ao escrever utilizando uma caneta e um papel e também para ser coerente com outras aplicações baseadas em Caneta. Uma característica importante desta ferramenta é que ela proporciona o Logging de manipulações matemáticas. Isto significa que ela mantém uma trilha de todas as acções feitas pelo utilizador numa Folha (Sheet). 3.7 Infty Editor Este editor tem um reconhecimento online de expressões matemáticas manuscritas e, logo que um caractere é escrito, ele é automaticamente reescrito por Strokes em uma posição e um tamanho adequado. Ele utiliza o formato XML como formato de dados para as expressões manuscritas. O InftyEditor [3] fornece saídas em vários formatos diferentes como Latex, MathML, PDF, etc. Este sistema pode se comunicar com o sistema de álgebra computacional Mathematica e está previsto que irá comunicar, no futuro, com diversos sistemas de álgebra computacional. 3.8 Math Speak & Write O sistema Math Speak & Write [4] permite a criação de expressões matemáticas utilizando a manuscrita e a fala. Os criadores desta ferramenta procuraram fornecer, simultanemente, entradas de fala e manuscrita. No entanto, não implementaram uma entrada multi-modo completa não permitindo as duas entradas ao mesmo tempo. Além disso, esta ferramenta utiliza caixas coloridas para a ajuda da remoção de ambiguidade no Parsing matemático em duas dimensões. De um modo geral, cada símbolo tem três caixas com cores para cada campo do símbolo, como o próprio símbolo, o expoente e o índice do símbolo. Reconhecimento de Matemática Manuscrita MathIS Luiz Fernando Vilar Lopes 12

13 Alguns símbolos têm diferentes cores de caixas como, por exemplo, a barra de divisão que contem duas caixas sendo uma para o numerador e outra para o denominador. A interação do utilizador com a ferramenta é feita através de clicks do rato nas caixas para inserção dos símbolos. Uma restrição do reconhecimento da manuscrita é a necessidade de uma escrita pausada de símbolos por um pequno período de tempo. 3.9 Maple O Maple 13 (versão mais recente da Maplesoft [10]) é o software matemático de maior apoio aos engenheiros e pesquisadores. Utilizado tanto para resolução de cálculos rápidos, desenvolvimento de planilhas ou produção de modelos sofisticados de simulação de alta-fidelidade, o Maple 13 fornece a tecnologia necessária para reduzir erros e aumentar drasticamente a produtividade analítica. Apresenta-se assim como um instrumento para se fazer Matemática pela mistura do poder computacional e a facilidade de uso MathIP Sofware de reconhecimento matemático escrito, como texto livre em tablet PC, numa aplicação do Microsoft Silverlight. É feita uma pesquisa no google, com o resultado obtido pelo MathIP [12], automaticamente após a conversão digital. Um vídeo apresentativo desta ferramenta pode ser visto no Youtube através do link Este software apresenta pouca acurácia e muita limitação simbólica além da objectividade de sua utilização na plataforma de pesquisa Google MoboMath O MoboMath [13] é um projecto comercial da Eventra para reconhecimento de manuscrita e edição de expressões matemáticas. Converte expressões matemáticas manuscritas em formato de texto para utilização em cálculos, documentos técnicos, páginas WEB e apresentações incluindo suporte à diversos formatos, imagens e aplicações populares como o Microsoft Word 2003 e 2007, Maple 12, MathML, TeX, LaTeX. É uma boa ferramenta com fácil usabilidade permitindo adição, reordenação e o apagar de texto ao longo da escrita. Uma outra característica importante é que, para além dos diversos Reconhecimento de Matemática Manuscrita MathIS Luiz Fernando Vilar Lopes 13

14 tipos de Output que apresenta, esta ferramenta permite uma interoperabilidade com o pacote da Maple Express Math - Reconhecimento de Expressões matemáticas Este recente projecto, ainda em fase de desenvolvimento na Universidade de São Paulo, tem como objectivo o estudo, implementação e teste de técnicas voltadas ao reconhecimento de expressões matemáticas manuscritas. Para isso, envolve também o desenvolvimento de um sistema computacional para reconhecimento de expressões matemáticas manuscritas e sua transformação em formato electrónico ou para Input em outras ferramentas. Outro objectivo do projecto Express Math [15] é investigar a escrita, em adição aos usuais teclado e rato, como um mecanismo de interacção com os sistemas computacionais. Este projecto está ligado ao projecto de investigação "IAPen (InterActive Pen) que visa uma interacção via dispositivos de escrita propondo-se investigar a escrita como meio de interacção em dois contextos distintos (reconhecimento de expressões matemáticas manuscritas e segmentação de imagens) a fim de propor modelos genéricos de interacção via escrita que possam também ser utilizados em outros contextos de aplicação. Desta forma, visa contribuir para a difusão de softwares capazes de explorar todo o potencial da escrita como mecanismo de interacção Sketch Equation Sistema de reconhecimento de expressões matemáticas manuscrita reconhecendo a estrutura matemática e convertendo em imagem, tex, MathML e outros. Este sistema faz parte de um projecto de doutoramento ainda em desenvolvimento e não público. O Sketch Equation [14] Aparenta ser uma ferramenta interessante, embora ainda faça parte de um projecto protótipo inserido numa tese de doutoramento cujo estado de resultado ainda é experimental Equation Writer - Microsoft Experience for Windows Vista O Equation Writer [16] é um dos programas pertencentes ao Microsoft Experience para o Windows Vista que facilmente adiciona expressões matemáticas a documentos. Converte em imagens para documentos e apresentações. Como aspecto negativo podemos avaliar Reconhecimento de Matemática Manuscrita MathIS Luiz Fernando Vilar Lopes 14

15 que não é um pacote orientado a resolução matemática e sim a escrita em documentos matemáticos, tirando proveito de um tablet pc Draculae É o Parser de expressões utilizado no FFES (Freehand Formula Entry System) CIT É o pacote reconhecedor de caracteres utilizado no FFES (Freehand Formula Entry System) Microsoft Math Software da Microsoft vocacionado ao ensino da matemática. Contém um pequeno módulo de reconhecimento de escrita mas não foi concebido para uso em Tablet PC. Resolve as equações, apresenta gráficos, geometria e trigonometria. É um software voltado para utilização no ensino Windows 7 Math TIP O Math TIP [11] do recente Windows 7 da Microsoft é um software que já vem embutido no Sistema Operativo. Este software é utilizado pelo software Mathematica e permite apagar e corrigir as expressões introduzidas StarPad SDK O Centro de Investigação em Computação Centrada em Caneta (Microsoft Center for Research on Pen-Centric Computing) da Microsoft na Universidade de Brown, nos Estados Unidos, desenvolveu um grupo alargado de projectos de investigação [17] orientados a utilização de tecnologias para utilização em dispositivos com interfaces de ultização através de uma Caneta (Pen-Centric Interfaces), como o Tablet PC e Quadros Interactivos utilizados sobretudo no Ensino Secundário. O objectivo inicial do starpad SDK [18] é de trazer uma maior facilidade de escrita de aplicações oriendadas a este tipo de computação, por parte de desenvolvedores de Reconhecimento de Matemática Manuscrita MathIS Luiz Fernando Vilar Lopes 15

16 Software provendo uma conveniente interface de funcionalidades para a utilização de Canetas juntamente com algumas funcioanlidades de investigação. Esta aplicação está desenvolvida, actualmente, para a plataforma de desenvolvimento MS Windows.NET e utiliza o WPF (Windows Presentation Foundation). Dentro das funcionalidades e operações incluídas neste pacote podemos destacar operações de Stroke-Level e uma livraria de reconhecimento para matemática manuscrita e para Gestos como Zooming, Selection, Undo para além de técnicas de UI como GestureBar MathPad 2 - A System for the Creation and Exploration of Mathematical Sketches Mais um projecto do Microsoft Center for Research on Pen-Centric, o MathPad2 [19] é um protótipo de uma aplicação para Tablet PC que visa a resolução de problemas matemáticos. Em seu núcleo de funcionalidades, abrange o coiceito de Sketching Matemático onde são criadas ilustrações dinámicas por combinação de reconhecimento de matemática manuscrita e diagramas em Free-Form. Assim, este aplicativo foi desenhado para que o utilizador possa criar ilustrações simples para serem utilizadas em contxto de trabalho. Esta teconlogia é uma mais-valia para os professores que podem, assim, transformar suas lições e aulas num contexto mais dinâmico MathPaper O objectivo inicial do MathPaper é enriquecer a matemática manuscrita por extendimento das notações matemáticas e diagramas e com foco numa manipilação centrada em Caneta (Pen-Centric). Dessa forma, o MathPaper deverá munir os estudantes, professores e profissionais da matemática, de capacidades de integração de matemática simbólica standard com geometria, algorítmos e computação simbólica assistida em diversos dispositivos domo PDAs, Tablet PC s e Smartboards (Quadros Interactivos). Sendo mais um projecto de investigação do Microsoft Center for Research on Pen-Centric, o MathPaper disponibiliza um reconhecimento de entradas de manuscrita livre (Free- Form) de múltiplas expressões matemáticas para assistência computacional simbólica e numérica. As extensões algorítimicas demonstram a forma de como o MathPaper pode suportar a entrada de manuscrita de algorítimos matemáticos. É possível incorporar fluxos de Reconhecimento de Matemática Manuscrita MathIS Luiz Fernando Vilar Lopes 16

17 controlo e notações de programação através de entradas manuscritas. Apresenta, assim, uma nova forma de tratamento de Debbug algorítimico. Utiliza reconhecimento em tempo real através de um leque de técnicas, suporte gestual e edição interactiva do tipo Widget-based além de explorar também uma aproximação para a entrada e manipulação matricial. A tecnologia evidenciada neste projecto de investigação está sendo comercializada, actualmente, pela Fluidity Software 5. 5 Fluidity Software Testsite: Reconhecimento de Matemática Manuscrita MathIS Luiz Fernando Vilar Lopes 17

18 4. Quadros Interactivos Muitas das aplicações e investigações desenvolvidas no campo do reconhecimento da manuscrita são orientadas ao ensino com vista a dinamizar e informatizar o ensino corrente transformando as aulas e lições em algo mais agradável por parte dos alunos e professores. Algumas destas aplicações e estudos foram apresentadas anteriormente a ambas apresnetam técnicas de reconhecimento e técnicas gestuais muito características com o objectivo simples de fazer matemática. Dentro destas aplicações, focamos com maior ênfase o MathSpad pois é uma framework que apresenta vários gestos e técnicas utilizadas em diversas aplicações e software. Imenso software tem sido desenvolvido, sobretudo para utilização em Tablet PC e Quadros Interactivos. Como exemplos de Quadros Interactivos podemos citar o Interwrite Smartboard ou o FX- DUO da Hitachi, entre outros, cujo software de geometria bastante utilizado, o Cabri Geometry II Plus 6, reconhece desenhos geométricos e matemática com um fim muito específico. Estas técnicas são muito semelhantes as que podemos encontrar em ferramentas e projectos apresentados anteriormente. Toda a linha de produtos Cabri é direccionada para a utilização na aprendizagem da Matemática. Podemos citar também a aplicação Cabri 3D 7 que faz o tratamento de imagens geométricas em três dimensões. Um Smartboard não é mais do que um dispositivo externo que, ligado ao computador por uma porta USB e com projecção da imagem do PC, sobre si, através de um projector, funciona como se trata-se de um verdadeiro Tablet PC cujo ecrã táctil seria externo ao próprio computador. Em Portugal, o projecto Camões procura equipar as escolas do ensino básico e secundário com Smatrbords para inovar e dinamizar o ensino do país. Desta forma, e porque um Smartboard funciona com as mesmas aplicações de um vulgar Tablet PC, chegamos a simples conclusão que o projecto MathIS poderá ter algo a dizer nesse campo de investigação e trazer uma nova aproximação ao ensino e aprendizagem da Matemática de uma forma dinámica e orientada ao ensino secundário, também através de dispositivos do tipo Smartboard Reconhecimento de Matemática Manuscrita MathIS Luiz Fernando Vilar Lopes 18

19 5. Plataforma e tecnologias de desenvolvimento O projecto MathIS visa a necessidade de reconhecimento de novas aproximações ao ensino e a aprendizagem da Matemática na Sociedade da Informação e para isto tenta utilizar das novas tecnologias para conseguir trazer ao ensino, sobretudo secundário, uma nova visão do estudo e ensino da matemática. Assim sendo, a capacidade de se reconhecer a matemática através de uma forma manuscrita, num computador, seria a abordagem ideal para o trabalho a ser desenvolvido. Actualmente são diversos os dispositivos existentes que permitem a escrita através de uma Caneta (Pen) chamada Stylus. Inicialmente uma Stylus era utilizada para prevenir o contacto da gordura e sujeira proveniente dos dedos das pessoas em algum aparelho sensível ao toque, chamado Tochscreen. Em pouco tempo, uma diversidade de aparelhos do tipo Touchscreen apareceram, por exemplo em consolas de jogo como o Nintendo DS, cabines ATM, PDAs (Personal Digital Assistent), Mobile Phones, Smartphones, Tablet PCs e Monitores de diversos tipos, sobretudo LCDs. Mais recentemente existem aparelhos que conseguem transformar um espaço num Touchscreen através de movimento sensorial, como os Quadros Interactivos que ligam-se a simples computadores sem Touchscreen e através de software específico conseguem lhe atribuir esta funcionalidade. Figura 2: Nintendo DS Figura 3: ATM Reconhecimento de Matemática Manuscrita MathIS Luiz Fernando Vilar Lopes 19

20 Figura 4: Smartphone Figura 5: PDA Assim sendo, torna-se mais do que evidente que o projecto MathIS necessitaria de utilizar uma destas tecnologias e como o objectivo seria o ensino da matemática, a escolha recaiu sobre um computador portátil do tipo Tablet PC. A aquisição de um Tablet PC exigiu um cuidado especial no que compete a necessidade de uma tecnologia de reconhecimento de escrita muito específica por parte do dispositivo e desta forma o notebook adquirido precisaria de vir munido da tecnologia Active Digitizer trazendo assim a capacidade de reconhecimento e sensibilidade a pressão do toque e da escrita. Esta capacidade é extremamente importante para provir a plataforma de um melhor reconhecimento tanto ao nível de caracteres como ao nível de gestos, que seriam definidos na própria plataforma. Figura 6: Tablet PC Figura 7: Stylus Pen Reconhecimento de Matemática Manuscrita MathIS Luiz Fernando Vilar Lopes 20

21 Com vista ao desenvolvimento de uma ferramenta de reconhecimento matemático ajustado às necessidades do projecto MathIS e como apoio ao projecto de doutoramento da Alexandra, era evidente a necessidade de escolha de uma ou mais ferramentas de software existentes e apresentadas no capítulo 3 para uma definição completa de uma plataforma de desenvolvimento fundamental para a construção desta ferramenta. Tendo em vista que o projecto MathIS necessitava de efectuar trabalhos sobre um ponto de vista de inovação e personalização, um primeiro e relevante aspecto a se ter em conta para esta tomada de decisão seria que a(s) ferramenta(s) deveria(m) ser de livre acesso, ou seja, de código fonte livre para alterações e personalização ao projecto. Desta forma, seria possível, ao MathIS, trazer uma componente inovadora ao trabalho já evidenciado e aplicar todo o seu propósito no que compete ao conteúdo matemático a ser aplicado a ferramenta, sempre tendo como principal objectivo o foco do ensino da matemática. Dentre as ferramentas encontradas e apresentadas no capítulo anterior, verificou-se que a sua grande maioria tinha finalidades puramente comerciais e de muito restrito acesso. Uma destas ferramentas é o MoboMath que apresenta-se bastante evoluído em termos de técnicas de reconhecimentos, conjunto de caracteres matemáticos e gestos bem definidos proporcionando uma maior facilidade de trabalho online. Apesar disso, e como a ferramenta é de foco comercial, não nos foi possível a sua utilização para além de uma mera demonstração de seu pacote final. 5.1 StarPad SDK O principal objectivo do projecto Starpad SDK é o de proporcionar maior facilidade de escrita de aplicações fornecendo uma interface conveniente para uma ampla camada de funcionalidades ao nível da Pen-Centric Computing. Actualmente, este projecto está escrito para desenvolvimento na plataforma Microsoft Windows.Net, fazendo uso das tecnologias de programação C# e F# para esta plataforma bem como o Windows Presentation Foundation (WPF) com a linguagem de programação extensível XAML além de várias APIs definidas para Tablet PC para o trabalho sobre a Pen-Centric Computing. Ele inclui uma interface conveniente para operações ao nível de Stroke, uma biblioteca de matemática para o reconhecimento de manuscrita e gestos, algumas técnicas tais como GestureBar, e uma aplicação baseada em utilização gestual através de uma caneta com suporte a técnicas como selecção, undo, redo e zooming.

22 O StarPad SDK já vem com uma aplicação de demonstração por defeito chamada ANAPP, e pode ser localizada na árvore da Figura 8. Esta aplicação é um exemplo de utilização das funcionalidades do SDK como o reconhecimento de escrita matemática que pode ser visualizado nas Figuras 13, 14, 15, 16 e 17. A árvore é dividida em duas partes principais: Apps e Libs. Apps possui aplicações destinadas a utilizadores finais e exemplos de utilização demonstrando a funcionalidade do SDK. Libs detém a biblioteca, geralmente útil, dos módulos do SDK que são fornecidos através de diversos projectos do Visual Studio.NET, juntamente com alguns utilitários. Todo o sistema matemático pode ser encontrado na directoria Libs\Math. Este sistema está dividido em diversas partes, como o reconhecimento de caracteres e símbolos bem como o reconhecimento matemático. O projecto que define o conjunto de informação matemática já reconhecida é o Projecto Libs\Math\Expr onde é definida uma Expressão. A Figura 8 apresenta a Árvore de directorias do StarpadSDK dividida em Aplicações e Bibliotecas. Figura 8: Árvore de Bibliotecas e Aplicações do StarpadSDK Reconhecimento de Matemática Manuscrita MathIS Luiz Fernando Vilar Lopes 22

23 Figura 9 - Modelo de Camadas do StarPad SDK Possivelmente, o StarPad SDK pode ser dividido e identificado, num ponto de vista estrutural em camadas, conforme podemos verificar na Figura 9. Uma Camada de Base (Figura 10) que conterá a Base da estrutura completa, como por exemplo a definição de Points e Unicode que servirão de base para a estruturação do projecto tanto ao nível de localizações como ao nível que reconhecimento de símbolos permitindo a representação e a manipulação de caracteres especiais, símbolos, textos e sistemas de escrita, no caso matemático, de uma forma consistente. A Figura 11 apresenta uma segunda camada estrutural do StarPad SDK. A Camada de Ink onde é feito todo o trabalho de Ink (tinta) e Stroke. Aqui o Ink passa a chamar-se Inq e Stroke passa a ser identificado como Stroq. As APIs tradicionais são utilizadas e o StarPad redefine estas informações de Collection, Canvas e algoritmos de Ink. Reconhecimento de Matemática Manuscrita MathIS Luiz Fernando Vilar Lopes 23

24 Figura 10 - Camada de Base do StarPad SDK Figura 11 - Camada de Ink do starpad SDK Reconhecimento de Matemática Manuscrita MathIS Luiz Fernando Vilar Lopes 24

25 Figura 12 - Camada de Suporte a Aplicação do StarPad SDK Por fim, uma terceira camada (e última), que poderá ser chamada de Suporte a Aplicação e está apresentada na Figura 12, apresenta o trabalho de reconhecimento de símbolos, gramática de gestos e parsing matemático. Este trabalho é feito sobre as camadas anteriores e oferecendo suporte as aplicações desenvolvidas sobre o StarPad SDK Aplicações - Apps Actualmente, o único projecto e exemplo de aplicação geral é o ANAPP, localizado em App\AnApp, que se destina a ser um programa concebido com a expectativa de ser capaz de lidar com uma gama de funcionalidades do SDK, como undo/redo, e utilização do GestureBar para proporcionar acessibilidade aos gestos (visível como uma barra de ferramentas em toda a parte superior da janela principal da aplicação), e manipulação de eventos. Ele também suporta entrada e de computação com a matemática manuscrita. Reconhecimento de Matemática Manuscrita MathIS Luiz Fernando Vilar Lopes 25

26 Figura 13 - Resolução Matemática exemplo 1 Figura 14 - Simplificação Matemática exemplo Reconhecimento de Matemática Manuscrita MathIS Luiz Fernando Vilar Lopes 26

27 As Figuras 13, 14 e 15 apresentam a aplicação AnApp onde identifica-se o GestureBar, que apresenta as funcionalidades possíveis de utilização na aplicação. Verificamos nestas figuras, também, exemplos de utilização de algumas funcionalidades como Resolução e Simplificação de expressões matemáticas manuscritas reconhecidas pelo SDK. Figura 15 - Resolução Matemática exemplo Bibliotecas - Libs A árvore de directorias e projectos VS.NET do StarPad SDK apresenta um conjunto de bibliotecas através da directoria Libs. Cada um deles produz uma DLL para o trabalho a ser executado através das aplicações potencialmente existentes na directoria App\ conforme já descrita anteriormente. Uma breve descrição dos projectos Libs e sub-projectos é apresentada a seguir. Libs\AppLib implementa grande parte das funcionalidades reutilizáveis ao nível da aplicação exemplo AnApp. Isso inclui uma variedade de comandos gestuais (Commands.cs), um sistema para os unir (CommandSet.cs), uma implementação das funcionalidades Undo/Redo (Undo.cs), um mecanismo de selecção (Floatie, Selection*.cs), um Inking Canvas genérico para apresentação dos Strokes que será a zona de trabalho (InqScene.cs), e um modo de interacção com a matemática (MathEditor.cs). Libs\DollarRecognizer contém uma implementação de um reconhecedor de gestos "$1" simples, mas eficaz e treináveis, publicado em [21]. Reconhecimento de Matemática Manuscrita MathIS Luiz Fernando Vilar Lopes 27

28 Libs\Geom contém várias definições geométricas de pontos, vector e estruturas relacionadas com outras coisas como linhas, ângulos, etc, bem como alguns utilitários simples. Estruturas como ponto, vector e outras, fornecem um conjunto mais completo de operações e operadores de estruturas análogas da Microsoft, e também são projectados de modo que todas as operações têm uma forma funcional pura. Podem ser vistas como um substituto completo para os tipos da WPF da Microsoft. Libs\GestureBar implementa o trabalho descrito em [22]. Ele fornece uma interface UI acessível para a aprendizagem de interacções gestuais que permitem uma experiência de uso semelhante a aprendizagem com menus padrão e interfaces de ferramentas. Aproveitando o aspecto familiar, limpo e a sensação de uma barra de ferramentas comum, GestureBar apresenta uma divulgação de informações de gestos que consiste em imagens animadas, dicas e detalhes. Com um design simples, GestureBar também tem uma utilização geral para o uso de qualquer técnica de reconhecimento e integração com padrões de componentes não gestuais. Libs\Inq é uma equivalência das classes WPF relacionadas ao Stroke, mas utilizando as classes de geometria (pontos, etc) e e provendo algum estilo de utilização tais como na linguagem Perl, como, por exemplo, na indexação (stroq[-1] é utilizado para obter o último ponto na stroq). A classe mais básica é a classe stroq, equivalente da classe Stroke no WPF. Há também a InqCanvas, equivalente a InkCanvas, que pode ser utilizada para colectar e exibir Stroqs sem ter que lidar com os Strokes. StroqCollection é igualmente análogo ao StrokeCollection. StroqElement permite a exibição de apenas um stroq como um elemento WPF e é análoga a StrokeElement. Gesturizer.cs fornece a infra-estrutura básica para o tratamento de gestos. Features.cs tem uma série de testes para várias características que podem fazer parte das definições de gestos. Inq.BobsCusps é usado pelo código de reconhecimento de matemática. Libs\Math contém um conjunto de módulos relacionados para o reconhecimento, representação, computação, processamento e exportação de matemática. Estes módulos (projectos) são descritos na secção Libs\Utils contém um conjunto de módulos utilitários para o StarPad SDK. São eles: Utils\Unicode contém uma classe que lhe permite fazer referência a qualquer caractere Unicode pelo nome e obter o nome de qualquer caractere Unicode fornecidos pelo valor. Isto é usado principalmente pelo código de matemática, mas também pode ser utilizada por outras aplicações. Utils\UniDescribe é um plugin para o Visual Studio (não compilado ou testado por enquanto) principalmente para trabalhar com o código matemático, que acrescenta um item de menu de contexto para o editor de texto para mostrar-lhe o nome Unicode do caractere na selecção actual. Reconhecimento de Matemática Manuscrita MathIS Luiz Fernando Vilar Lopes 28

29 Utils\Utils fornece um conjunto de utilitários que não têm nada a ver com o StarPad, excepto que sejam necessárias as suas utilizações. Talvez estes utilitários já devessem fazer parte de uma biblioteca, por exemplo uma biblioteca da C# ou C++ padrão. Fornece uma facilidade para adicionar várias operações sobre um mesmo objecto, por exemplo, provocando um retorno, que é usado internamente por diversas bibliotecas. Libs\WPFHelp contém actualmente o ficheiro C# chamado WPFutil.cs, que se destina a produzir utilitários para WPF, tais como encontrar Bounding Boxes de FrameworkElements e uma série de outros ficheiro para lidar com a interoperabilidade do Win32 no que compete a utilização na captura de ecrã da aplicação AnApp Reconhecimento Matemático Conforme dito anteriormente, todo o trabalho de reconhecimento, representação, computação, processamento e exportação de matemática é feito através dos projectos existentes na directoria Lib\Math do Starpad SDK. Os mecanismos utilizados e a maioria das técnicas UI (User Interface) disponíveis no SDK são os mesmos que podemos encontrar em [23], [24] e [25] onde são descritas arquitecturas, técnicas e mecanismos para reconhecimento matemático. O código matemático do Starpad SDK pode ser dividido em duas partes. Uma primeira parte, e a mais importante refere-se ao reconhecimento e uma segunda que apresenta projectos acessórios. O código de reconhecimento é composto por dois pacotes: CharRecognizer, que faz reconhecimento de caracteres, e MathRecognizer, que analisa a estrutura espacial dos caracteres reconhecidos em semântica matemática. A saída semântica matemática do código de reconhecimento é representada em uma estrutura de classes chamada Expr. É esta a estrutura principal do Starpad e que acompanha todo o trabalho matemático através de outras estruturas de representação matemática, também chamadas Expr, como ExprText, ExprMathML, ExprBackends, ExprStringEgine e ExprWPF, que representam a segunda parte do código matemático. MathRecognition é parcialmente uma classe cola que converte de Stroqs e WPF Strokes em Windows Forms Strokes. A cola não é um perfeita, portanto, algumas técnicas de interface (UI) requerem algum conhecimento sobre Windows Forms Strokes. O exemplo ANAPP também faz uso do código de matemática. Reconhecimento de Matemática Manuscrita MathIS Luiz Fernando Vilar Lopes 29

30 Figura 16 - Reconhecimento de símbolos matemáticos 1 Math\Expr é o projecto que contem o sistema de classes Expr para a representação semântica matemática (cujo ficheiro correspondente em C# é Expr.cs), e que contém um sistema (Parser), não utilizado, de exportação de LaTeX (cujo ficheiro correspondente em C# é TeX.cs). A semântica da Exprs só é definida relativamente para funções padrão (+, - sin, etc.). Efectivamente, as outras funções são definidas por suas traduções na exportação de diversos sistemas de computação. Além disso, este projecto contém o ficheiro Syntax.cs que apresenta definições de operadores urtilizados na análise de entrada de Strokes formatação de resultados para o WPF, LaTeX e MathML. Math\ExprBackends é o projecto que contém código para uma interface de backends computacional para estruturas do tipo Expr. Actualmente, o Starpad SDK contém o seu próprio BuiltInEngine que se apresenta rápido mas incompleto, bem como interfaces para utilização do software Mathematica (mais testado) e Maple (pouco testado). Existe também uma interface para um StringEngine (projecto ExprStringEngine). Reconhecimento de Matemática Manuscrita MathIS Luiz Fernando Vilar Lopes 30

31 Figura 17 - Reconhecimento de símbolos matemáticos 2 Math\ExprMathML contém código de exportação e de importação de Apresentação MathML. Está escrito em F# para facilitar o reconhecimento padrão na análise MathML pois trata-se de uma linguagem funcional. Math\ExprStringEngine é um projecto que faz parte de uma interface para um motor de backend que ainda não foi distribuído. É muito genérico, porém, concebido para qualquer motor de matemática que utiliza MathML e devolve MathML. Math\ExprText contém um sistema para importação de um formato de texto simples para Expr e exportação de dois formatos de texto simples (um é muito simples, enquanto o outro é mais perto de como um ser humano pode entrar na matemática). Foi projectado sobretudo para depuração. Este projecto também está escrito em F# para que seja possível a utilização de analisadores e geradores léxicos F#, através de edições feitas à mão para o ficheiro do projecto. Math\ExprWPF desenha um conjunto de formas da entrada Expr numa WPF DrawingContext, com base nos algoritmos descritos em The Texbook. Exemplos de utilização estão em MathRecoScaffold. Assim, realizasse uma ligação entre o WPF e a estrutura Expr. Reconhecimento de Matemática Manuscrita MathIS Luiz Fernando Vilar Lopes 31

Manual do Cantor. Alexander Rieder Tradução: Marcus Gama

Manual do Cantor. Alexander Rieder Tradução: Marcus Gama Alexander Rieder Tradução: Marcus Gama 2 Conteúdo 1 Introdução 5 2 Usando o Cantor 6 2.1 Recursos do Cantor..................................... 6 2.2 As infraestruturas do Cantor...............................

Leia mais

DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS

DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS Planificação Anual da Disciplina de TIC Módulos 1,2,3-10.ºD CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE APOIO À GESTÃO DESPORTIVA Ano Letivo 2015-2016 Manual adotado:

Leia mais

Direcção Regional de Educação do Algarve

Direcção Regional de Educação do Algarve MÓDULO 1 Folha de Cálculo 1. Introdução à folha de cálculo 1.1. Personalização da folha de cálculo 1.2. Estrutura geral de uma folha de cálculo 1.3. O ambiente de da folha de cálculo 2. Criação de uma

Leia mais

A G R U P A M E N T O D E E S C O L A S D E O L I V E I R I N H A ( 1 6 0 1 2 0 ) E S C O L A B Á S I C A D E O L I V E I R I N H A ( 1 0 5 4 0 3 )

A G R U P A M E N T O D E E S C O L A S D E O L I V E I R I N H A ( 1 6 0 1 2 0 ) E S C O L A B Á S I C A D E O L I V E I R I N H A ( 1 0 5 4 0 3 ) DISCIPLINA: TIC ANO: 9º TURMAS: A, B e C ANO LECTIVO: 2011/2012 P L A N I F I C A Ç Â O A N U A L - T I C UNIDADE DIDÁTICA 1: Tecnologias da Informação e Comunicação AULAS PREVISTAS: 9 x 90 Minutos Rentabilizar

Leia mais

PLANIFICAÇÃO ANUAL DE CONTEÚDOS

PLANIFICAÇÃO ANUAL DE CONTEÚDOS ESCOLA SECUNDÁRIA DE MANUEL DA FONSECA Curso Profissional: Técnico de Gestão e Equipamentos Informáticos PLANIFICAÇÃO ANUAL DE CONTEÚDOS GRUPO 550 CICLO DE FORMAÇÃO 2012/2015 ANO LECTIVO 2012/2013 DISCIPLINA:

Leia mais

Quadros Interactivos Multimédia e Formação Contínua de Docentes. InterwriteBoard Guia de Iniciação

Quadros Interactivos Multimédia e Formação Contínua de Docentes. InterwriteBoard Guia de Iniciação Quadros Interactivos Multimédia e Formação Contínua de Docentes InterwriteBoard Guia de Iniciação A. Jorge Mesquita Maio, 2008 Conteúdo Introdução... 1 Antes de iniciar... 1 Caneta interactiva... 1 Interagir

Leia mais

Centro Atlântico, Lda., 2011 Ap. 413 4764-901 V. N. Famalicão, Portugal Tel. 808 20 22 21. geral@centroatlantico.pt www.centroatlantico.

Centro Atlântico, Lda., 2011 Ap. 413 4764-901 V. N. Famalicão, Portugal Tel. 808 20 22 21. geral@centroatlantico.pt www.centroatlantico. Reservados todos os direitos por Centro Atlântico, Lda. Qualquer reprodução, incluindo fotocópia, só pode ser feita com autorização expressa dos editores da obra. Microsoft PowerPoint 2010 Colecção: Software

Leia mais

Workshop (mínimo de 5 inscrições)

Workshop (mínimo de 5 inscrições) Workshop (mínimo de 5 inscrições) 6 horas (2 x 3 horas) Operar, em segurança, equipamento tecnológico, usado no quotidiano. Realizar operações básicas no computador Sistema operativo gráfico Conceitos

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DOS RECURSOS DE HARDWARE E SOFTWARE

ADMINISTRAÇÃO DOS RECURSOS DE HARDWARE E SOFTWARE ADMINISTRAÇÃO DOS RECURSOS DE HARDWARE E SOFTWARE 1 OBJETIVOS 1. Qual é a capacidade de processamento e armazenagem que sua organização precisa para administrar suas informações e transações empresariais?

Leia mais

Portal AEPQ Manual do utilizador

Portal AEPQ Manual do utilizador Pedro Gonçalves Luís Vieira Portal AEPQ Manual do utilizador Setembro 2008 Engenharia Informática - Portal AEPQ Manual do utilizador - ii - Conteúdo 1 Introdução... 1 1.1 Estrutura do manual... 3 1.2 Requisitos...

Leia mais

PORTUGUÊS. Mesa Digitalizadora. Manual do Utilizador. Windows 2000 / XP / Vista

PORTUGUÊS. Mesa Digitalizadora. Manual do Utilizador. Windows 2000 / XP / Vista Mesa Digitalizadora Manual do Utilizador Windows 2000 / XP / Vista 1 I. Informação Geral 1. Visão Geral Bem-vindo ao mundo das canetas digitais! Irá descobrir que é muito fácil controlar o seu computador

Leia mais

Software da Impressora

Software da Impressora Software da Impressora Acerca do Software da Impressora O software Epson inclui o controlador de impressão e o EPSON Status Monitor 3. O controlador de impressão é um software que permite controlar a impressora

Leia mais

Manual do Utilizador. PowerPoint 2013. Carlos Diniz

Manual do Utilizador. PowerPoint 2013. Carlos Diniz Manual do Utilizador PowerPoint 2013 Carlos Diniz Índice 1. Acerca do PowerPoint 2013... 3 1.1. Principais caraterísticas do PowerPoint 2013... 3 2. Trabalhar no interface do PowerPoint 2013... 3 2.1.

Leia mais

Framework.NET, Microsoft Visual C# 2010 Express e Elementos da Linguagem C#

Framework.NET, Microsoft Visual C# 2010 Express e Elementos da Linguagem C# Linguagem de Programação 3 Framework.NET, Microsoft Visual C# 2010 Express e Elementos da Linguagem C# Prof. Mauro Lopes 1-31 35 Objetivos Nesta aula iremos apresentar a tecnologia.net, o ambiente de desenvolvimento

Leia mais

Microsoft Visual Studio Express 2012 for Windows Desktop

Microsoft Visual Studio Express 2012 for Windows Desktop Microsoft Visual Studio Express 2012 for Windows Desktop Apresentação da ferramenta Professor: Danilo Giacobo Página pessoal: www.danilogiacobo.eti.br E-mail: danilogiacobo@gmail.com 1 Introdução Visual

Leia mais

Visão geral do Microsoft Office Word 2007. Crie conteúdo com aparência profissional

Visão geral do Microsoft Office Word 2007. Crie conteúdo com aparência profissional Visão geral do Microsoft Office Word 2007 Bem vindo ao Microsoft Office Word 2007, incluído na versão 2007 do Microsoft Office system. O Office Word 2007 é um poderoso programa de criação de documentos

Leia mais

PLANIFICAÇÃO ANUAL DA DISCIPLINA DE TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO ANO LETIVO DE 2013/2014 Curso CEF Tipo 2

PLANIFICAÇÃO ANUAL DA DISCIPLINA DE TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO ANO LETIVO DE 2013/2014 Curso CEF Tipo 2 PLANIFICAÇÃO ANUAL DA DISCIPLINA DE TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO ANO LETIVO DE 2013/2014 Curso CEF Tipo 2 Domínios de referência Competências Conteúdos Calendarização Conceitos Essenciais e

Leia mais

O AMBIENTE DE TRABALHO DO WINDOWS

O AMBIENTE DE TRABALHO DO WINDOWS O AMBIENTE DE TRABALHO DO WINDOWS O Windows funciona como um Sistema Operativo, responsável pelo arranque do computador. Um computador que tenha o Windows instalado, quando arranca, entra directamente

Leia mais

CAPTURA SINCRONIZADA DE VÍDEO NO ENSINO DE CIÊNCIAS

CAPTURA SINCRONIZADA DE VÍDEO NO ENSINO DE CIÊNCIAS CAPTURA SINCRONIZADA DE VÍDEO NO ENSINO DE CIÊNCIAS INTRODUÇÃO A imagem e o áudio têm ocupado cada vez mais espaço na constituição e expressão do conhecimento humano, seja no âmbito da informação, do entretenimento

Leia mais

ZoomText 9.1. Adenda ao Guia do Utilizador. Ai Squared

ZoomText 9.1. Adenda ao Guia do Utilizador. Ai Squared ZoomText 9.1 Adenda ao Guia do Utilizador Ai Squared Direitos de Cópia ZoomText Ampliador Copyright 2008, Algorithmic Implementations, Inc. Todos os Direitos Reservados ZoomText Ampliaddor/Leitor de Ecrã

Leia mais

FERRAMENTA PARA CONSTRUÇÃO DE INTERFACES DE SOFTWARE A PARTIR DE DIAGRAMA DE CLASSES

FERRAMENTA PARA CONSTRUÇÃO DE INTERFACES DE SOFTWARE A PARTIR DE DIAGRAMA DE CLASSES FERRAMENTA PARA CONSTRUÇÃO DE INTERFACES DE SOFTWARE A PARTIR DE DIAGRAMA DE CLASSES Aluno: André Luis Becker Orientador: Prof. Everaldo Artur Grahl. Mestre Orientador, FURB Roteiro da Apresentação Introdução;

Leia mais

Unidade 2. ROM BIOS (Basic Input/Output System) Sistema Operativo. Interacção entre as diferentes partes num computador: software e hardware

Unidade 2. ROM BIOS (Basic Input/Output System) Sistema Operativo. Interacção entre as diferentes partes num computador: software e hardware Interacção entre as diferentes partes num computador: software e hardware Unidade 2 Utilização do ambiente operativo Windows Aplicações Sistema Operativo ROM BIOS Processador+memória+... Software aplicacional

Leia mais

Pesquisa e organização de informação

Pesquisa e organização de informação Pesquisa e organização de informação Capítulo 3 A capacidade e a variedade de dispositivos de armazenamento que qualquer computador atual possui, tornam a pesquisa de informação um desafio cada vez maior

Leia mais

9º Ano. 1º Período. . Conhecer os conceitos básicos relacionados com a Tecnologias Da Informação e Comunicação (TIC);

9º Ano. 1º Período. . Conhecer os conceitos básicos relacionados com a Tecnologias Da Informação e Comunicação (TIC); 1º Período UNIDADE TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO 1. Conceitos Básicos 2. Áreas de Aplicação das TIC 3. Introdução á estrutura e funcionamento de um sistema Informático 4. Decisões fundamentais

Leia mais

Curso Técnico Superior Profissional em Desenvolvimento Web

Curso Técnico Superior Profissional em Desenvolvimento Web Curso Técnico Superior Profissional em Desenvolvimento Web PROVA DE AVALIAÇÃO DE CAPACIDADE REFERENCIAL DE CONHECIMENTOS E APTIDÕES Áreas relevantes para o curso de acordo com o n.º 4 do art.º 11.º do

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DOS RECURSOS DE HARDWARE E SOFTWARE

ADMINISTRAÇÃO DOS RECURSOS DE HARDWARE E SOFTWARE Capítulo 6 ADMINISTRAÇÃO DOS RECURSOS DE HARDWARE E SOFTWARE 6.1 2003 by Prentice Hall OBJETIVOS Qual é a capacidade de processamento e armazenagem que sua organização precisa para administrar suas informações

Leia mais

OBTENHA O MÁXIMO RENDIMENTO DAS SUAS REUNIÕES

OBTENHA O MÁXIMO RENDIMENTO DAS SUAS REUNIÕES Série Epson EB-1400Wi OBTENHA O MÁXIMO RENDIMENTO DAS SUAS REUNIÕES projecte até permite anotações de vários utilizadores imprima, guarde e partilhe CONCEBIDOS PARA OS NEGÓCIOS SISTEMA INTERACTIVO INTEGRADO

Leia mais

Sistema Operativo em Ambiente Gráfico

Sistema Operativo em Ambiente Gráfico Sistema Operativo em Ambiente Gráfico Configuração do computador com o sistema operativo de interface gráfico O Windows permite configurar o computador de várias maneiras, quer através do Painel de controlo

Leia mais

Guia de Depósito Teses

Guia de Depósito Teses Guia de Depósito Teses Descreva o documento que está a depositar Página 1 Se seleccionar todas as opções nesta página, visualizará um formulário diferente, modificado com o intuito de capturar informações

Leia mais

Manual do Utilizador

Manual do Utilizador Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra Departamento de Engenharia Electrotécnica e Computadores Software de Localização GSM para o modem Siemens MC35i Manual do Utilizador Índice

Leia mais

Laudon & Laudon Essentials of MIS, 5th Edition. Pg. 6.1

Laudon & Laudon Essentials of MIS, 5th Edition. Pg. 6.1 Laudon & Laudon Essentials of MIS, 5th Edition. Pg. 6.1 6 OBJETIVOS OBJETIVOS ADMINISTRAÇÃO DOS RECURSOS DE HARDWARE E SOFTWARE 6.1 2003 by Prentice Hall Qual é a capacidade de processamento e armazenagem

Leia mais

MANUAL DE UTILIZAÇÃO DA PLATAFORMA MOODLE

MANUAL DE UTILIZAÇÃO DA PLATAFORMA MOODLE MANUAL DE UTILIZAÇÃO DA PLATAFORMA MOODLE A EQUIPA DO PTE 2009/2010 Índice 1. Entrar na plataforma Moodle 3 2. Editar o Perfil 3 3. Configurar disciplina 4 3.1. Alterar definições 4 3.2. Inscrever alunos

Leia mais

geral@centroatlantico.pt www.centroatlantico.pt Impressão e acabamento: Inova 1ª edição: Outubro de 2003 ISBN: 972-8426-73-9 Depósito legal: 201828/03

geral@centroatlantico.pt www.centroatlantico.pt Impressão e acabamento: Inova 1ª edição: Outubro de 2003 ISBN: 972-8426-73-9 Depósito legal: 201828/03 FICHEIROS COM EXEMPLOS Envie um e-mail* para software@centroatlantico.pt para conhecer os endereços de Internet de onde poderá fazer o download dos ficheiros com os exemplos deste livro. * O leitor consente,

Leia mais

ElectroControlo M01 Manual do Utilizador

ElectroControlo M01 Manual do Utilizador Manual do Utilizador Luis Panao 2015 INDICE Introdução 1 Funcionalidades 3 - Consultar 4 - Comunicar 7 - Financeiro 12 Ficha técnica 17 Luis Panao 2015 1 INTRODUÇÃO De acordo com o desafio deste projecto,

Leia mais

geral@centroatlantico.pt www.centroatlantico.pt Impressão e acabamento: Inova 1ª edição: Outubro de 2003 ISBN: 972-8426-76-3 Depósito legal: 202574/03

geral@centroatlantico.pt www.centroatlantico.pt Impressão e acabamento: Inova 1ª edição: Outubro de 2003 ISBN: 972-8426-76-3 Depósito legal: 202574/03 FICHEIROS COM EXEMPLOS Envie um e-mail* para software@centroatlantico.pt para conhecer os endereços de Internet de onde poderá fazer o download dos ficheiros com os exemplos deste livro. * O leitor consente,

Leia mais

Tarefa Orientada 2 Criar uma base de dados

Tarefa Orientada 2 Criar uma base de dados Tarefa Orientada 2 Criar uma base de dados Objectivos: Criar uma base de dados vazia. O Sistema de Gestão de Bases de Dados MS Access Criar uma base dados vazia O Access é um Sistema de Gestão de Bases

Leia mais

Introdução ao Delphi. Introdução. Edições do Software. Capítulo 1. InforBRás - Informática Brasileira Ltda. O Que é o Delphi.

Introdução ao Delphi. Introdução. Edições do Software. Capítulo 1. InforBRás - Informática Brasileira Ltda. O Que é o Delphi. Capítulo 1 O Que é o Delphi Diferenças entre Delphi Client/Server do Delphi for Windows Características que compõem o Integrated Development Invironment (IDE) Como o Delphi se encaixa na família Borland

Leia mais

Capítulo 1. Introdução. 1.1 Linguagens. OBJETIVOS DO CAPÍTULO Ao final deste capítulo você deverá ser capaz de:

Capítulo 1. Introdução. 1.1 Linguagens. OBJETIVOS DO CAPÍTULO Ao final deste capítulo você deverá ser capaz de: i Sumário 1 Introdução 1 1.1 Linguagens....................................... 1 1.2 O que é um Compilador?................................ 2 1.3 Processadores de Programas: Compiladores, Interpretadores

Leia mais

MÓDULO 1 - Folha de Cálculo

MÓDULO 1 - Folha de Cálculo ANUAL ANO LETIVO DE 2013/2014 Curso Profissional de Técnico de Apoio à Gestão Desportiva Curso Profissional de Técnico de Restauração Cozinha - Pastelaria Disciplina de Tecnologias da Informação e Comunicação

Leia mais

PARTE I A Linguagem C#

PARTE I A Linguagem C# PARTE I A Linguagem C# Capítulo 1, C# 3.0 e o.net 3.5 Capítulo 2, Iniciando: Hello World Capítulo 3, Fundamentos da Linguagem C# Capítulo 4, Classes e Objetos Capítulo 5, Herança e Polimorfismo Capítulo

Leia mais

Porque as suas regras de negócio são específicas, precisa de uma sua solução de gestão que permite gerir essa diferença.

Porque as suas regras de negócio são específicas, precisa de uma sua solução de gestão que permite gerir essa diferença. Porquê NEXT Vision Porque as suas regras de negócio são específicas, precisa de uma sua solução de gestão que permite gerir essa diferença.... Poder de adaptação Porque cabe a si decidir como pretende

Leia mais

PLANIFICAÇÃO MODULAR ANO LECTIVO 2015 / 2016

PLANIFICAÇÃO MODULAR ANO LECTIVO 2015 / 2016 PLANIFICAÇÃO MODULAR ANO LECTIVO 2015 / 2016 CURSO/CICLO DE FORMAÇÃO Técnico de Eletrotecnia e Técnico de Gestão de Equipamentos Informáticos / 2015/2018 DISCIPLINA: Tecnologias da Informação e Comunicação

Leia mais

PERIVER PLATAFORMA SOFTWARE REQUIREMENT SPECIFICATION. Periver_SoftwareRequirementSpecification_2008-03-31_v1.0.doc. Versão 1.0

PERIVER PLATAFORMA SOFTWARE REQUIREMENT SPECIFICATION. Periver_SoftwareRequirementSpecification_2008-03-31_v1.0.doc. Versão 1.0 PLATAFORMA Versão 1.0 31 de Março de 2008 TABELA DE REVISÕES Versão Autores Descrição da Versão Aprovadores Data António Rocha Cristina Rodrigues André Ligeiro V0.1r Dinis Monteiro Versão inicial António

Leia mais

O Primeiro Programa em Visual Studio.net

O Primeiro Programa em Visual Studio.net O Primeiro Programa em Visual Studio.net Já examinamos o primeiro programa escrito em C que servirá de ponto de partida para todos os demais exemplos e exercícios do curso. Agora, aprenderemos como utilizar

Leia mais

Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa Departamento de Ciências e Tecnologias da Informação. Arquitectura de Computadores ETI IGE

Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa Departamento de Ciências e Tecnologias da Informação. Arquitectura de Computadores ETI IGE Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa Departamento de Ciências e Tecnologias da Informação Tutorial Arquitectura de Computadores ETI IGE 02 XILINX 1. Criação de um projecto Edição e simulação

Leia mais

Quadro Interactivo GUIÃO DE APOIO

Quadro Interactivo GUIÃO DE APOIO Quadro Interactivo GUIÃO DE APOIO Para o correcto funcionamento do Quadro Interactivo é necessário: Quadro Interactivo; Projector de Vídeo; Software específico (ActivInspire); Caneta ActivPen. 1 CALIBRAÇÃO

Leia mais

Seu manual do usuário EPSON LQ-630 http://pt.yourpdfguides.com/dref/1120693

Seu manual do usuário EPSON LQ-630 http://pt.yourpdfguides.com/dref/1120693 Você pode ler as recomendações contidas no guia do usuário, no guia de técnico ou no guia de instalação para. Você vai encontrar as respostas a todas suas perguntas sobre a no manual do usuário (informação,

Leia mais

Aplicações de Escritório Electrónico

Aplicações de Escritório Electrónico Universidade de Aveiro Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Águeda Curso de Especialização Tecnológica em Práticas Administrativas e Tradução Aplicações de Escritório Electrónico Folha de trabalho

Leia mais

Hardware (Nível 0) Organização. Interface de Máquina (IM) Interface Interna de Microprogramação (IIMP)

Hardware (Nível 0) Organização. Interface de Máquina (IM) Interface Interna de Microprogramação (IIMP) Hardware (Nível 0) Organização O AS/400 isola os usuários das características do hardware através de uma arquitetura de camadas. Vários modelos da família AS/400 de computadores de médio porte estão disponíveis,

Leia mais

GUÍA PARA UTILIZAR A WEBNODE EDU

GUÍA PARA UTILIZAR A WEBNODE EDU GUÍA PARA UTILIZAR A WEBNODE EDU Imagina que queres criar o teu próprio site. Normalmente, terías que descarregar e instalar software para começar a programar. Com a Webnode não é preciso instalar nada.

Leia mais

Iteração 2 Design inicial

Iteração 2 Design inicial Universidade de Aveiro Departamento de Electrónica, Telecomunicações e Informática Engenharia de Software Iteração 2 Design inicial Projecto: FX-Center Grupo: BEDS David Pacheco (nº 32665) Cesário Lucas

Leia mais

Guião de Introdução ao Eclipse IDE Índice

Guião de Introdução ao Eclipse IDE Índice Índice 1. Introdução... 2 1.1. O que é um ambiente de desenvolvimento (IDE)?... 2 1.2. Visão geral sobre o Eclipse IDE... 2 2. Iniciar o Eclipse... 3 2.1. Instalação... 3 2.2. Utilizar o Eclipse... 3 3.

Leia mais

Curso de Iniciação ao Access Basic (I) CONTEÚDOS

Curso de Iniciação ao Access Basic (I) CONTEÚDOS Curso de Iniciação ao Access Basic (I) CONTEÚDOS 1. A Linguagem Access Basic. 2. Módulos e Procedimentos. 3. Usar o Access: 3.1. Criar uma Base de Dados: 3.1.1. Criar uma nova Base de Dados. 3.1.2. Criar

Leia mais

A abordagem da Engenharia Semiótica para o desenvolvimento de software centrado no usuário

A abordagem da Engenharia Semiótica para o desenvolvimento de software centrado no usuário A abordagem da Engenharia Semiótica para o desenvolvimento de software centrado no usuário Jair Cavalcanti Leite Departamento de Informática e Matemática Aplicada Universidade Federal do Rio Grande do

Leia mais

Criação de Páginas Web

Criação de Páginas Web MÓDULO 3 Criação de Páginas Web Duração de Referência: 33 horas 1 Apresentação Neste módulo, procura dar-se uma primeira ideia instrumental de como criar, a partir de aplicativos próprios, a organização

Leia mais

Softwares de Sistemas e de Aplicação

Softwares de Sistemas e de Aplicação Fundamentos dos Sistemas de Informação Softwares de Sistemas e de Aplicação Profª. Esp. Milena Resende - milenaresende@fimes.edu.br Visão Geral de Software O que é um software? Qual a função do software?

Leia mais

Centro de Competência Entre Mar e Serra. Guia

Centro de Competência Entre Mar e Serra. Guia SMART Notebook Software Guia O Software Notebook permite criar, organizar e guardar notas num quadro interactivo SMART Board (em modo projectado e não-projectado), num computador pessoal e, em seguida,

Leia mais

Introdução ao Scilab

Introdução ao Scilab Programação de Computadores 1 Capítulo 1 Introdução ao Scilab José Romildo Malaquias Departamento de Computação Universidade Federal de Ouro Preto 2014.2 1/35 1 MATLAB e Scilab 2 O ambiente Scilab 2/35

Leia mais

ENIAC. Introdução aos Computadores e à Programação (Noções Básicas)

ENIAC. Introdução aos Computadores e à Programação (Noções Básicas) ENIAC Introdução aos Computadores e à ção (Noções Básicas) Introdução aos Computadores e à ção (Noções Básicas) 1 Introdução aos Computadores e à ção (Noções Básicas) 2 O transistor foi inventado em 1947

Leia mais

Referencial do Módulo B

Referencial do Módulo B 1 Referencial do Módulo B Liga, desliga e reinicia correctamente o computador e periféricos, designadamente um scanner; Usa o rato: aponta, clica, duplo-clique, selecciona e arrasta; Reconhece os ícones

Leia mais

Notebook. Versão 10. Paulo Ribeiro

Notebook. Versão 10. Paulo Ribeiro Notebook Versão 10 Paulo Ribeiro UCP Viseu - 2009 1. O que é e para que serve o software Notebook? O software Notebook é o programa desenvolvido pela SMART para poder tirar partido integral do quadro SMARTBOARD.

Leia mais

Vox4all Manual de Utilização http://arca.imagina.pt/manuais/manual Vox4all BR.pdf

Vox4all Manual de Utilização http://arca.imagina.pt/manuais/manual Vox4all BR.pdf Vox4all Manual de Utilização http://arca.imagina.pt/manuais/manual Vox4all BR.pdf A voz ao seu alcance! Software de comunicação aumentativa e alternativa para smartphone e tablet Projeto co financiado

Leia mais

ZS Rest. Manual Avançado. Instalação em Rede. v2011

ZS Rest. Manual Avançado. Instalação em Rede. v2011 Manual Avançado Instalação em Rede v2011 1 1. Índice 2. Introdução... 2 3. Hardware... 3 b) Servidor:... 3 c) Rede:... 3 d) Pontos de Venda... 4 4. SQL Server... 5 e) Configurar porta estática:... 5 5.

Leia mais

Instalação e Manutenção de Microcomputadores

Instalação e Manutenção de Microcomputadores Instalação e Manutenção de Microcomputadores Conceitos básicos Técnicas de implantação de páginas na Web Criação de páginas Programa de edição Web: FrontPage Programa de animação gráfica Web: Flash Programa

Leia mais

INSTALAÇÃO e MANUTENÇÃO de MICRO COMPUTADORES

INSTALAÇÃO e MANUTENÇÃO de MICRO COMPUTADORES INSTALAÇÃO e MANUTENÇÃO de MICRO COMPUTADORES 2010/2011 1 Equipamentos informáticos Hardware e Software Hardware refere-se aos dispositivos físicos (electrónicos, mecânicos e electromecânicos) que constituem

Leia mais

MICROSOFT POWERPOINT

MICROSOFT POWERPOINT MICROSOFT POWERPOINT CRIAÇÃO DE APRESENTAÇÕES. O QUE É O POWERPOINT? O Microsoft PowerPoint é uma aplicação que permite a criação de slides de ecrã, com cores, imagens, e objectos de outras aplicações,

Leia mais

Centro Atlântico, Lda., 2011 Ap. 413 4764-901 V. N. Famalicão, Portugal Tel. 808 20 22 21. geral@centroatlantico.pt www.centroatlantico.

Centro Atlântico, Lda., 2011 Ap. 413 4764-901 V. N. Famalicão, Portugal Tel. 808 20 22 21. geral@centroatlantico.pt www.centroatlantico. Reservados todos os direitos por Centro Atlântico, Lda. Qualquer reprodução, incluindo fotocópia, só pode ser feita com autorização expressa dos editores da obra. Microsoft Excel 2010 Colecção: Software

Leia mais

CAPÍTULO 4 Implementação do modelo num programa de cálculo automático

CAPÍTULO 4 Implementação do modelo num programa de cálculo automático CAPÍTULO 4 Implementação do modelo num programa de cálculo automático Neste capítulo, será feita a demonstração da aplicação do modelo num programa de cálculo automático, desenvolvido em linguagem de programação

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA - SC. MICROSOFT OFFICE - EXCEL 2007 Pág.: 1

TRIBUNAL DE JUSTIÇA - SC. MICROSOFT OFFICE - EXCEL 2007 Pág.: 1 EXCEL 2007 O Excel 2007 faz parte do pacote de produtividade Microsoft Office System de 2007, que sucede ao Office 2003. Relativamente à versão anterior (Excel 2003), o novo programa introduz inúmeras

Leia mais

Exemplo de aplicação Car Parking 1in1out

Exemplo de aplicação Car Parking 1in1out Animator Exemplo de aplicação Car Parking 1in1out Neste documento será apresentado um exemplo de aplicação de um parque de estacionamento com uma entrada, uma saída, e três lugares livres de estacionamento.

Leia mais

Quadros Interactivos CLASUS

Quadros Interactivos CLASUS Quadros Interactivos CLASUS Quadros Interactivos CLASUS Introdução à Utilização dos Quadros Interactivos e Software A-migo Pagina 1 Introdução à Utilização dos Quadros Interactivos e Software A-migo 1.

Leia mais

01/04/2012. Voltar. Voltar

01/04/2012. Voltar. Voltar Introdução à Informática Capítulo 3 Sistemas Operacionais: Software em Segundo Plano Objetivos Descrever as funções de um sistema operacional. Explicar os fundamentos do sistema operacional de um computador.

Leia mais

Conceitos Sistema da informação e comunicação N.º de Aulas

Conceitos Sistema da informação e comunicação N.º de Aulas PLANIFICAÇÃO AGRUPAMENTO ANUAL - DE TECNOLOGIAS ANO ESCOLAS LECTIVO DR. VIEIRA DE CARVALHO 9º ANO 2008/2009 DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO Tecnologias 1º Período Conceitos Sistema da informação e comunicação

Leia mais

Guia de Início Rápido

Guia de Início Rápido Guia de Início Rápido O Microsoft OneNote 2013 parece diferente das versões anteriores, por isso criamos este guia para ajudar você a minimizar a curva de aprendizado. Alterne entre a entrada por toque

Leia mais

Conceitos importantes

Conceitos importantes Conceitos importantes Informática Informação + Automática Tratamento ou processamento da informação, utilizando meios automáticos. Computador (Provem da palavra latina: computare, que significa contar)

Leia mais

Tese Mestrado Manuel Teixeira Apresentaça o da Proposta de Tese

Tese Mestrado Manuel Teixeira Apresentaça o da Proposta de Tese Tese Mestrado Manuel Teixeira Apresentaça o da Proposta de Tese Título Desenvolvimento e Comercialização de Software de Gestão multiplataforma em regime de Aluguer Objetivos Extensão de um Software de

Leia mais

Avaliação por Peritos (Avaliação Heurística)

Avaliação por Peritos (Avaliação Heurística) Avaliação por Peritos (Avaliação Heurística) Capítulo 8 HCI, Cap. 9, AlanDix www.useit.com (webpage de Jakob Nielsen) Transparências da disciplina de Interfaces Homem-Máquina IST, Mário Rui Gomes e Joaquim

Leia mais

Escola Básica 2, 3 de Lamaçães Planificação Anual 2007/08 Tecnologias de Informação e Comunicação

Escola Básica 2, 3 de Lamaçães Planificação Anual 2007/08 Tecnologias de Informação e Comunicação Escola Básica 2, 3 de Lamaçães Planificação Anual 2007/08 Tecnologias de Informação e Comunicação Unidade de Ensino/Aprendizagem Tecnologias da Informação e Comunicação Conceitos Introdutórios Conceitos

Leia mais

O Simulador Lógico Logisim

O Simulador Lógico Logisim O Simulador Lógico Logisim Licenciatura em Engenharia Informática e de Computadores Departamento de Engenharia Informática Instituto Superior Técnico Lisboa, Julho de 2014 Índice 1 Introdução... 3 2...

Leia mais

Planificações 2012/2013. Tecnologias da Informação e Comunicação. 2ºAno. Escola Básica Integrada de Pedome. C E F Apoio à Família e à Comunidade

Planificações 2012/2013. Tecnologias da Informação e Comunicação. 2ºAno. Escola Básica Integrada de Pedome. C E F Apoio à Família e à Comunidade Planificações 2012/2013 Tecnologias da Informação e Comunicação C E F Apoio à Família e à Comunidade 2ºAno Escola Básica Integrada de Pedome Grupo Disciplinar de Informática Planificação a Longo Prazo

Leia mais

Ferramentas como, por exemplo, linhas de conexão, formas automáticas, sombras pendentes, WordArt, etc.

Ferramentas como, por exemplo, linhas de conexão, formas automáticas, sombras pendentes, WordArt, etc. Ambiente de trabalho Ambiente de trabalho Porquê criar páginas web? A World Wide Web é a melhor forma das pessoas comunicarem umas com as outras. Nos dias de hoje, é importante poder comunicar com outras

Leia mais

BPstat. manual do utilizador. Banco de Portugal BPstat Estatísticas online Manual do Utilizador 1/24

BPstat. manual do utilizador. Banco de Portugal BPstat Estatísticas online Manual do Utilizador 1/24 BPstat manual do utilizador Banco de Portugal BPstat Estatísticas online Manual do Utilizador 1/24 BANCO DE PORTUGAL Av. Almirante Reis, 71 1150-012 Lisboa www.bportugal.pt Edição Departamento de Estatística

Leia mais

MÓDULO - I Manual Prático Microsoft Excel 2007

MÓDULO - I Manual Prático Microsoft Excel 2007 MÓDULO - I Manual Prático Microsoft Excel 2007 MÓDULO - I APRESENTAÇÃO... 1 AMBIENTE DE TRABALHO... 2 A folha de cálculo... 2 O ambiente de trabalho do Excel... 3 Faixas de Opções do Excel... 4 - Guia

Leia mais

Spelling Tabelas Apagar linhas numa tabela Merge e Split numa tabela Alinhamento vertical da tabela Introduzir texto na vertical

Spelling Tabelas Apagar linhas numa tabela Merge e Split numa tabela Alinhamento vertical da tabela Introduzir texto na vertical Word II Título: Iniciação ao WORD 2003. Nível: 1 Duração: 2 Tempos Objectivo: Iniciar o estudo da aplicação Microsoft Office Word. Dar a conhecer algumas ferramentas do Microsoft Office Word. Microsoft

Leia mais

IVY on the Web, IVY Properties editor

IVY on the Web, IVY Properties editor IVY on the Web, IVY Properties editor Nuno Miguel Milhases da Silva Departamento de Informática Universidade do Minho - Braga pg13879@alunos.uminho.pt Sumário Palavras-chave 1. Introdução Os modelos de

Leia mais

Instruções para Administração do Site do Jornal de Oleiros... 2 Recomendações e Sugestões Técnicas... 2 Aceder à Zona de Administração do Site...

Instruções para Administração do Site do Jornal de Oleiros... 2 Recomendações e Sugestões Técnicas... 2 Aceder à Zona de Administração do Site... Instruções para Administração do Site do Jornal de Oleiros... 2 Recomendações e Sugestões Técnicas... 2 Aceder à Zona de Administração do Site... 2 Gerir Notícias no Site... 4 Inserir uma Notícia no Site...

Leia mais

MANUAL DO UTILIZADOR DO BACKUP HD SERIES

MANUAL DO UTILIZADOR DO BACKUP HD SERIES MANUAL DO UTILIZADOR DO BACKUP HD SERIES OBRIGADO por ter adquirido a aplicação ClickFree Backup. Estas instruções foram reunidas para o ajudar a utilizar o produto, mas de um modo geral esperamos que

Leia mais

MOODLE é o acrónimo de "Modular Object-Oriented Dynamic Learning Environment. Executado em um AVA - Ambiente Virtual de Apresendizagem;

MOODLE é o acrónimo de Modular Object-Oriented Dynamic Learning Environment. Executado em um AVA - Ambiente Virtual de Apresendizagem; MOODLE é o acrónimo de "Modular Object-Oriented Dynamic Learning Environment Software livre, de apoio à aprendizagem; Executado em um AVA - Ambiente Virtual de Apresendizagem; A expressão designa ainda

Leia mais

SOFTWARE. A parte lógica do Computador. Escola Superior de Tecnologia e Gestão Instituto Politécnico de Bragança Novembro de 2006

SOFTWARE. A parte lógica do Computador. Escola Superior de Tecnologia e Gestão Instituto Politécnico de Bragança Novembro de 2006 Introdução à Informática SOFTWARE A parte lógica do Computador Escola Superior de Tecnologia e Gestão Instituto Politécnico de Bragança Novembro de 2006 Conceito de Software Parte lógica do sistema de

Leia mais

Centro Atlântico, Lda., 2011 Ap. 413 4764-901 V. N. Famalicão, Portugal Tel. 808 20 22 21. geral@centroatlantico.pt www.centroatlantico.

Centro Atlântico, Lda., 2011 Ap. 413 4764-901 V. N. Famalicão, Portugal Tel. 808 20 22 21. geral@centroatlantico.pt www.centroatlantico. Reservados todos os direitos por Centro Atlântico, Lda. Qualquer reprodução, incluindo fotocópia, só pode ser feita com autorização expressa dos editores da obra. Microsoft Word 2010 Colecção: Software

Leia mais

A VISTA BACKSTAGE PRINCIPAIS OPÇÕES NO ECRÃ DE ACESSO

A VISTA BACKSTAGE PRINCIPAIS OPÇÕES NO ECRÃ DE ACESSO DOMINE A 110% ACCESS 2010 A VISTA BACKSTAGE Assim que é activado o Access, é visualizado o ecrã principal de acesso na nova vista Backstage. Após aceder ao Access 2010, no canto superior esquerdo do Friso,

Leia mais

604 wifi. Visite www.archos.com/manuals para transferir a versão mais recente deste manual.

604 wifi. Visite www.archos.com/manuals para transferir a versão mais recente deste manual. 604 wifi FUNÇÕES WIFI e Internet Suplemento ao Manual do Utilizador ARCHOS 504/604 Versão 1.2 Visite www.archos.com/manuals para transferir a versão mais recente deste manual. Este manual contém informações

Leia mais

Guia do Mestrado em Informática Sistemas e Redes & Ciência de Computadores

Guia do Mestrado em Informática Sistemas e Redes & Ciência de Computadores Guia do Mestrado em Informática Sistemas e Redes & Ciência de Computadores Faculdade de Ciências, Universidade do Porto Faculdade de Ciências da Universidade do Porto 2006-2008 http://www.dcc.fc.up.pt/mi

Leia mais

Planificação Anual. Planificação de Médio Prazo (1.º Período) Tecnologias da Informação e Comunicação. 9º Ano

Planificação Anual. Planificação de Médio Prazo (1.º Período) Tecnologias da Informação e Comunicação. 9º Ano Escola Básica do 2º e 3º Ciclos João Afonso de Aveiro Departamento de Matemática e Ciências Experimentais Secção de Informática Planificação Anual (1.º Período) Ano lectivo 2010/2011 Tecnologias da Informação

Leia mais

1ª Edição Outubro de 2007

1ª Edição Outubro de 2007 1 Ficha Técnica Título: Manual de utilização da ELGG - Aluno Autoria: Célia Tavares Direcção Pedagógica e Técnica: Paula Peres Copyright: Projecto de Apoio On-line 1ª Edição Outubro de 2007 O Manual de

Leia mais

Aula 1 - Introdução e configuração de ambiente de desenvolvimento

Aula 1 - Introdução e configuração de ambiente de desenvolvimento Aula 1 - Introdução e configuração de ambiente de desenvolvimento Olá, seja bem-vindo à primeira aula do curso para desenvolvedor de Android, neste curso você irá aprender a criar aplicativos para dispositivos

Leia mais

Desenvolvendo para. Windows 8. Aprenda a desenvolver aplicativos para Windows Phone 8 e Windows 8. Ricardo R. Lecheta. Novatec

Desenvolvendo para. Windows 8. Aprenda a desenvolver aplicativos para Windows Phone 8 e Windows 8. Ricardo R. Lecheta. Novatec Desenvolvendo para Windows 8 Aprenda a desenvolver aplicativos para Windows Phone 8 e Windows 8 Ricardo R. Lecheta Novatec Copyright 2013 da Novatec Editora Ltda. Todos os direitos reservados e protegidos

Leia mais

FICHEIROS COM EXEMPLOS

FICHEIROS COM EXEMPLOS FICHEIROS COM EXEMPLOS Envie um e-mail* para software@centroatlantico.pt para conhecer os endereços de Internet de onde poderá fazer o download dos fichei Reservados todos os direitos por Centro Atlântico,

Leia mais

Modelagem de informações de. construçãocapítulo1: Capítulo. Objetivo do capítulo

Modelagem de informações de. construçãocapítulo1: Capítulo. Objetivo do capítulo construçãocapítulo1: Capítulo 1 Modelagem de informações de A modelagem de informações de construção (BIM) é um fluxo de trabalho integrado baseado em informações coordenadas e confiáveis sobre um empreendimento,

Leia mais