MICHELE MARIA SAGIN DA SILVA

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "MICHELE MARIA SAGIN DA SILVA michelemsagin@gmail.com"

Transcrição

1 CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DO CARGO DE TÉCNICO JUDICIÁRIO ÁREA ADMINISTRATIVA ESPECIALIDADE SEGURANÇA TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO 4ª REGIÃO RS EDITAL Nº 1/2011 MICHELE MARIA SAGIN DA SILVA

2 - AULA 01 -

3 CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS SEGURANÇA DE DIGNITÁRIO Técnicas, Táticas e Operacionalização Objeto e modus operandi ANÁLISE DE RISCOS PLANEJAMENTO DE CONTIGÊNCIAS SEGURANÇA CORPORATIVA ESTRATÉGICA NOÇÕES DO PLANEJAMENTO DE SEGURANÇA Conceito, Princípios, Níveis, Metodologia Modularidade e faseamento Fases do planejamento ANÁLISE DE RISCOS Riscos, ameaças, danos e perdas; Diagnósticos Aplicação dos métodos SEGURANÇA CORPORATIVA ESTRATÉGICA Segurança de gestão das áreas de instalações PLANEJAMENTO DE CONTIGÊNCIAS Necessidade Planejamento Componentes do planejamento Manejo de emergência Gerenciamento de crises Procedimentos emergenciais

4 SEGURANÇA DE DIGNITÁRIO

5 SEGURANÇA DE DIGNITÁRIO - Conceitos Básicos -

6

7 D I G N I T Á R I O > Deriva do latim dignita, que significa dignidade; > Alta graduação honorífica; > Cargos elevados; > Elevados a alguma dignidade; > Autoridades; > VIP ou PMI; > Pessoas específicas.

8 > Medidas adotadas visando a incolumidade física do dignitário; > Prevenção a danos acidentais e/ou provocados acidentalmente; > Execução revestida de princípios; > Procedimentos revestidos de aspectos físicos, psicológicos e morais. Objetivo: redução de atentados de qualquer natureza. S E G U R A N Ç A

9 PROTEÇÃO > Medidas adotadas visando a garantir a integridade física do VIP; > Dentro de uma área determinada; > Responsabilidade dos agentes de segurança da equipe aproximada.

10 > Valores + princípios + normas = observadas na sociedade; > situação de convivência pacífica + harmônica = fundada em princípios primados pela sociedade. ORDEM PÚBLICA

11 SEGURANÇA Pública > Art. 144/CF > Preservação da integ. fís. + patrim. = ativ. seg. púb. (+ tranq. + salub. púb. = ordem púb.) Privada > Procedimentos adotados afastar/eliminar riscos a vida, a incolum. e a propried. > Proteção patrim., comércio, etc.

12 PR²???

13 SEGURANÇA DAS PESSOAS: 1. Pode se dizer que a segurança de um VIP é exemplo de segurança geral? 2. Há outro tipo de segurança de pessoas? (SGP) 3. O Chefe de uma celebridade pode utilizar comboios e fechar ruas para o traslado daquela e sua comitiva? Quem são as autoridades estatais? 4. O agente de segurança deve agir sempre na mesma proporção do agressor? 5. Qual é o principal foco/objetivo do agente de segurança?

14 SEGURANÇA DE DIGNITÁRIO - Competência Legal -

15 Lei nº 4.483/64: Reorganizou o Departamento Federal de Segurança Pública. Art 1º Ao Departamento Federal de Segurança Pública (D.F.S.P.), com sede no Distrito Federal, diretamente subordinado ao Ministro da Justiça e Negócios Interiores, dirigido por um Diretor-Geral, nomeado em comissão e da livre escolha do Presidente da República, compete, em todo território nacional: [...] g) a execução em colaboração com as autoridades dos Estados, de medidas tendentes a assegurar a incolumidade física do Presidente da República, de Diplomatas e visitantes oficiais estrangeiros, bem como dos demais representantes dos Poderes da República, quando em missão oficial; [...] [grifo nosso].

16 Decreto nº /73 Define a estrutura do Departamento da Polícia Federal: Art 1º Ao Departamento de Polícia Federal (DPF), com sede no Distrito Federal, diretamente subordinado ao Ministério da Justiça e dirigido por um Diretor-Geral, nomeado em comissão e da livre escolha do Presidente da República, compete, em todo o território nacional: [...] III - executar medidas assecuratórias da incolumidade física do Presidente da República, de diplomatas estrangeiros no território nacional e, quando necessário, dos demais representantes dos Poderes da República; [...] [grifo nosso]

17 Lei nº /03 Dispõe sobre a reorganização da Presidência da República e dos Ministérios: Art. 1 o A Presidência da República é constituída, essencialmente:[...] VI - pelo Gabinete de Segurança Institucional; [...] Art. 6 o Ao Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República compete: V - zelar, assegurado o exercício do poder de polícia, pela segurança pessoal do Chefe de Estado, do Vice-Presidente da República e respectivos familiares, dos titulares dos órgãos essenciais da Presidência da República e de outras autoridades ou personalidades quando determinado pelo Presidente da República, bem como pela segurança dos palácios presidenciais e das residências do Presidente e do Vice-Presidente da República. [...]

18 Art. 6 o Ao Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República compete: [...] ] 3 o Os locais onde o Chefe de Estado e o Vice-Presidente da República trabalham, residem, estejam ou haja a iminência de virem a estar, e adjacências, são áreas consideradas de segurança das referidas autoridades, cabendo ao Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, para os fins do disposto neste artigo, adotar as necessárias medidas para a sua PROTEÇÃO, bem como coordenar a participação de outros órgãos de segurança nessas ações. 4 o O Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República tem como estrutura básica: I - a Agência Brasileira de Inteligência - ABIN; II - o Gabinete; III - a Secretaria Executiva; e IV - até três Secretarias. [...] [grifo nosso]

19 OPERACIONAL APOIO OPERACIONAL APOIO OPERACIONAL APOIO OPERACIONAL APOIO MOTORISTA MOTORISTA VIATURA VIATURA ASSESSORAMENTO ASSESSORAMENTO Lei nº 7.474/86 MEDIDAS DE SEGURANÇAS SOBRE EX- PRESIDENTES DA REPÚBLICA

20 SEGURANÇA DE DIGNITÁRIO - Equipes de Segurança -

21 GRUPO DE PREPARAÇÃO Equipe PRECURSORA PLANEJAMENTO Equipe VISTORIA GRUPO DE EXECUÇÃO Equipe APROXIMADA Equipe VELADA Equipe AVANÇADA Equipe OSTENSIVA Equipe FIXA

22 Equipe PRECURSORA PLANEJAMENTO GRUPO DE PREPARAÇÃO Equipe PLANEJAMENTO É aquela que coordena os trabalhos com outros órgãos (Ex.: Polícia Militar), inspeciona os locais e itinerários da autoridade, levanta a vida pregressa o pessoal que terá contato com a autoridade (Ex.: camareiras, garçons), e a necessidade de pessoal, materiais e equipamentos para a operação (logística).

23 Equipe PRECURSORA PLANEJAMENTO GRUPO DE PREPARAÇÃO Equipe PRECURSORA É aquele grupo de policiais que antecede a visita da autoridade, percorrendo os locais de eventos e hospedagem previsto no programa, com a finalidade de oferecer subsídios ao planejamento da segurança.

24 GRUPO DE PREPARAÇÃO Equipe VISTORIA É aquele grupo de policiais responsáveis pela varredura nos locais de eventos, hospedagem, itinerário e outros, deslocando-se à frente da autoridade com tempo variável, com a finalidade de identificar, neutralizar ou remover dispositivos que ofereçam perigo.

25 Equipe GRUPO DE APROXIMADA EXECUÇÃO É a equipe responsável pela proteção imediata da autoridade e por sua retirada em caso de emergência. (A) Equipe FIXA É a equipe permanente nos locais de eventos e repouso utilizados pelo dignitário, incumbida também de fazer a preservação desses locais. (B) Equipe MÓVEL É a equipe que se desloca permanentemente com o dignitário, dedicando-lhe atenção exclusiva e executando medidas que lhe garantam a integridade física.

26 Equipe APROXIMADA GRUPO DE EXECUÇÃO (B) Equipe MÓVEL [...] (B.1) À PÉ Das regras básicas: manter formações flexíveis; fazer a cobertura do corpo da autoridade; permanecer em estado de observação constante; observar as distâncias e os intervalos na formação; manter sempre, no mínimo um agente atrás do VIP; conservar postura adequada diante de câmeras; não beber em serviço.

27 Formação em CUNHA ou V Formação em LOSANGO S S S S S D D S S S S

28 Equipe APROXIMADA GRUPO DE EXECUÇÃO (B) Equipe MÓVEL [...] (B.2) MOTORIZADO CARRO- COMANDO D CARRO- PILOTO CONDIÇÕES + EQUIPAMENTO + VISTORIA

29 GRUPO DE EXECUÇÃO (C) Equipe VELADA Formado por policiais do serviço de inteligência que devem estar infiltrados na população, com a finalidade de detectar qualquer movimento hostil. Devem estar trajados de forma adequada e distribuídos nos locais dos eventos ou nos itinerários da autoridade.

30 GRUPO DE EXECUÇÃO (D) Equipe AVANÇADA É aquela responsável de chegar aos locais dos eventos com certa antecedência (mínimo de 15 a 30 minutos antes), aguardando a chegada do dignitário e sua comitiva para, então, deslocar-se ao local do próximo evento. É nessa atividade que são observadas as condições de local e público, antes da passagem ou chegada do comboio, alertando o chefe da equipe (carro-comando) para as anormalidades observadas.

31 (E) Equipe OSTENSIVA GRUPO DE EXECUÇÃO Formada por conjuntos de pessoas de diversos órgãos (apoio) que executam trabalhos ostensivos, com a finalidade de apoiar e facilitar os deslocamentos da autoridade, anulando ou intimidando ações hostis e prevenindo acidentes.

32 (F) Equipe FIXA GRUPO DE EXECUÇÃO É aquela equipe que permanece 24 horas no local onde a autoridade se instalará, seja por hospedagem seja por ocasião de um evento. Incumbem a ela, à titulo exemplificativo, conferir os elevadores, realizar o itinerário a pé, verificar a situação dos banheiros e mantê-los chaveados até a chegada do VIP e sua comitiva, etc. O chefe de segurança dessa equipe deverá, obrigatoriamente, manter contatos com todos os chefes das demais equipes.

33 - AULA 02 -

34 Atentados O que é??? Ação criminosa contra pessoas, grupos ou instituições (instalações), c/ objetivo determinado. Causas??? Diversas (ideológicas, pessoais,...) Meio empregados: Explosivos, armas de fogo/branca,... Fontes hostilizantes: Org. terroristas, órg. de imprensa,... Tipos de ataques: (1) Verbal, (2) Física, (3) C/ armas, (4) C/ bombas ou granadas, (5) C/ armas longas.

35 O que é??? EMBOSCADA Ataques SURPRESAS contra alvo em MOVIMENTO ou temporariamente PARADO. Qual a finalidade??? Destruir + Capturar + Danos Modo de ação: (1) Fogo concentrado + repentino + posições variadas; (2) Ataque realizado em posições cobertas + vantajosas. Formas: ataque + bloqueio à frente + bloqueio à frente + retag. (...) Vantagens do agressor: reconhec. local+ disponib. tempo, planejar + rotina + vazamento informações... Aspectos considerados pelo agressor: ação pol. + surpresa + repercussão Modalidade: URBANA + RURAL

36

37

38 EMBOSCADA Peculiaridades: Vias de mãos duplas; Vtr de apoio nos pontos mais críticos do itinerário Atenção aos cruzamento + semáforos Atenção 100% ao trabalho + conversar o mínimo possível Armamento em condições Velocidade constante COMO AGIR NA SITUAÇÃO DE EMBOSCADA CONSTATADA??? Informação imediata via rádio + pedido de reforço Apoio do dignitário Remover o VIP + Reagir Execução das manobras emergenciais treinadas

39 PLANEJAMENTO DE SEGURANÇA Definir prioridade e formas para atingi-las BOM PLANEJAMENTO Clareza na missão Flexível Simplicidade nas ações Economia de recursos

40 PLANEJAMENTO DE SEGURANÇA PRINCÍPIOS: Objetividade Preservação Iniciativa Surpresa Simplicidade Coordenação Comportamento de massa Emprego da força Maneabilidade NÍVEIS Estratégico Tático * PLANO DE AÇÃO * Inicial quando? Recebimento da missão * E.S + VIP = Entros// + sucesso *ESTUDO DE SITUAÇÃO: Reunião prep. + risco + import. + obj. + possib. Exec. + grau de sigilo

41 Sigilo: ostensivo ou reservado F A T O R E S Público: controlado ou não Tipos de evento: comícios, palestras,... Formalidade: oficiais ou particulares Tempo de preparação: eventos previstos ou de inopinos Reconhecer o local: fechado ou aberto (acessos, terreno,...)

42 ITINERÁRIO OBJETIVOS: (1) Breve; (2) Rotas alternativas; (3) Desorientar as ameaças (Ex.: alteração de horários) CUIDADOS: (1) Controle de saída (atraso, antecipação,...) (2) Fluxo de veículos no deslocamento; (3) Alerta no desembarque. Por que? Menor alternativa de rota

43 BATEDORES CARRO COMANDO Obs.: Aut. Alto risco, utiliza-se tb armanento CARRO pesado RESERVA / Seg COMBOIO CARRO PILOTO B B B FC A CR Com GT S3 S2 D S1 Cer B Var AC B B B ARMA LONGA BLINDADO DIGNITÁRIO ou CARRO EXECUTIVO REGULADOR DPF PM Comitiva muito grande, o CR vai atrás do GT.

44 CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS SEGURANÇA DE DIGNITÁRIO Técnicas, Táticas e Operacionalização Objeto e modus operandi NOÇÕES DO PLANEJAMENTO DE SEGURANÇA Conceito, Princípios, Níveis, Metodologia Modularidade e faseamento Fases do planejamento Prof. RODRIGO ANÁLISE DE RISCOS Riscos, ameaças, danos e perdas; Diagnósticos Aplicação dos métodos SEGURANÇA CORPORATIVA ESTRATÉGICA Segurança de gestão das áreas de instalações PLANEJAMENTO DE CONTIGÊNCIAS Necessidade Planejamento Componentes do planejamento Manejo de emergência Gerenciamento de crises Procedimentos emergenciais

45 BOA PROVA!!! SUCESSO!!!

A POLÍCIA MILITAR E A PROTEÇÃO DE AUTORIDADES DURANTE A COPA DO MUNDO. Fábio Sérgio do Amaral 1 e Valmor Saraiva Racorti 2. Ementa

A POLÍCIA MILITAR E A PROTEÇÃO DE AUTORIDADES DURANTE A COPA DO MUNDO. Fábio Sérgio do Amaral 1 e Valmor Saraiva Racorti 2. Ementa A POLÍCIA MILITAR E A PROTEÇÃO DE AUTORIDADES DURANTE A COPA DO MUNDO Fábio Sérgio do Amaral 1 e Valmor Saraiva Racorti 2 Ementa Copa das Confederações e Copa do Mundo FIFA 2014. Segurança pública. Análise

Leia mais

ATO DO DIRETOR-GERAL Nº 1516, DE 2005

ATO DO DIRETOR-GERAL Nº 1516, DE 2005 ATO DO DIRETOR-GERAL Nº 1516, DE 2005 Estabelece as competências da Secretaria de Segurança Legislativa do Senado Federal e das Subsecretarias e Serviços a ela subordinados. O DIRETOR-GERAL DO SENADO FEDERAL,

Leia mais

Condomínios mais Seguros

Condomínios mais Seguros Condomínios mais Seguros Palestra ministrada pelo Capitão Yasui Comandante da 2ª Companhia do 49º Batalhão de Polícia Militar. 13/04/2011 Formulado por um grupo de trabalho composto por policiais civis

Leia mais

Estado do Rio Grande do Sul Secretaria da Saúde Complexo Regulador Estadual Central de Regulação das Urgências/SAMU. Nota Técnica nº 10

Estado do Rio Grande do Sul Secretaria da Saúde Complexo Regulador Estadual Central de Regulação das Urgências/SAMU. Nota Técnica nº 10 Estado do Rio Grande do Sul Secretaria da Saúde Complexo Regulador Estadual Central de Regulação das Urgências/SAMU Nota Técnica nº 10 LIBERAÇÃO E SOLICITAÇÃO DE AMBULÂNCIA DO SERVIÇO DE ATENDIMENTO MÓVEL

Leia mais

TRT Quarta Região Especialidade Segurança. Prof. Rodrigo Corrêa

TRT Quarta Região Especialidade Segurança. Prof. Rodrigo Corrêa TRT Quarta Região Especialidade Segurança Prof. Rodrigo Corrêa SEGURANÇA CORPORATIVA ESTRATÉGICA Segurança da Gestão das áreas e instalações. Medidas de Segurança São medidas necessárias para garantir

Leia mais

ATO PGJ N.º 230/2010

ATO PGJ N.º 230/2010 ATO PGJ N.º 230/2010 REGULAMENTA AS ATRIBUIÇÕES DA ASSESSORIA DE SEGURANÇA INSTITUCIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO AMAZONAS. O PROCURADOR-GERAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO AMAZONAS, no uso de suas

Leia mais

MANUAL DE DIRETRIZES NACIONAIS PARA EXECUÇÃO DE MANDADOS JUDICIAIS DE MANUTENÇÃO E REINTEGRAÇÃO DE POSSE COLETIVA.

MANUAL DE DIRETRIZES NACIONAIS PARA EXECUÇÃO DE MANDADOS JUDICIAIS DE MANUTENÇÃO E REINTEGRAÇÃO DE POSSE COLETIVA. MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO DEPARTAMENTO DE OUVIDORIA AGRÁRIA E MEDIAÇÃO DE CONFLITOS - DOAMC MANUAL DE DIRETRIZES NACIONAIS PARA EXECUÇÃO DE MANDADOS JUDICIAIS DE MANUTENÇÃO E REINTEGRAÇÃO DE

Leia mais

CURSO DE EXTENSÃO GERENCIAMENTO DE INCIDENTES E PLANEJAMENTO DE CONTINGÊNCIA

CURSO DE EXTENSÃO GERENCIAMENTO DE INCIDENTES E PLANEJAMENTO DE CONTINGÊNCIA CURSO DE EXTENSÃO GERENCIAMENTO DE INCIDENTES E PLANEJAMENTO DE CONTINGÊNCIA Edição agosto de 2015 APRESENTAÇÃO O curso GERENCIAMENTO DE INCIDENTES E PLANEJAMENTO DE CONTINGÊNCIA aborda os aspectos conceituais

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 7.102, DE 20 DE JUNHO DE 1983. Dispõe sobre segurança para estabelecimentos financeiros, estabelece normas para constituição

Leia mais

INSTITUTO DE PESQUISA ECONÔMICA APLICADA PORTARIA Nº 139, DE 10 DE MAIO DE DE 2011.

INSTITUTO DE PESQUISA ECONÔMICA APLICADA PORTARIA Nº 139, DE 10 DE MAIO DE DE 2011. INSTITUTO DE PESQUISA ECONÔMICA APLICADA PORTARIA Nº 139, DE 10 DE MAIO DE DE 2011. Aprova a instituição e o funcionamento da equipe de tratamento e resposta a incidentes em redes computacionais do IPEA.

Leia mais

ATO Nº 73/2003. à estrutura da Diretoria do Serviço de Informática, a ser chefiado por

ATO Nº 73/2003. à estrutura da Diretoria do Serviço de Informática, a ser chefiado por ATO Nº 73/2003 O PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 7ª REGIÃO, no uso de suas atribuições legais e regimentais, tendo em vista deliberação deste Tribunal em sessão de 22.7.03, R E S O L V E

Leia mais

LEI Nº 1034, DE 12 DE AGOSTO DE 2015.

LEI Nº 1034, DE 12 DE AGOSTO DE 2015. LEI Nº 1034, DE 12 DE AGOSTO DE 2015. DISPÕE SOBRE A MUNICIPALIZAÇÃO DO TRÂNSITO E TRANSPORTE NO ÂMBITO DO MUNICÍPIO DE ALTO GARÇAS E CRIA O DEPARTAMENTO MUNICIPAL DE TRÂNSITO E A JUNTA ADMINISTRATIVA

Leia mais

Tel. (11) 5592-5592 / www.fortknox.com.br. Manual de Segurança

Tel. (11) 5592-5592 / www.fortknox.com.br. Manual de Segurança Tel. (11) 5592-5592 / www.fortknox.com.br Instituições de Ensino Vol. VIV Manual de Segurança U Apresentação m dos maiores desafios durante a elaboração de um sistema de segurança para uma instituição

Leia mais

ESCRITÓRIO CENTRAL DO PROGRAMA LBA Departamento de logística NORMATIZAÇÃO DO SERVIÇO DE TRANSPORTE E UTILIZAÇÃO DOS VEÍCULOS

ESCRITÓRIO CENTRAL DO PROGRAMA LBA Departamento de logística NORMATIZAÇÃO DO SERVIÇO DE TRANSPORTE E UTILIZAÇÃO DOS VEÍCULOS NORMATIZAÇÃO DO SERVIÇO DE TRANSPORTE E UTILIZAÇÃO DOS VEÍCULOS I Do Funcionamento Geral do Serviço de Transporte 1. Os veículos do Programa LBA destinam-se ao uso exclusivo de seus pesquisadores, funcionários

Leia mais

GESTÃO DE RISCOS DA SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÕES

GESTÃO DE RISCOS DA SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÕES Número da Norma Complementar Revisão Emissão Folha ICMBio Instituto Chico Mendes De Conservação da Biodiversidade Diretoria de Planejamento, Administração e Logística ORIGEM COTEC - Coordenação de Tecnologia

Leia mais

TEORIA DOS CÍRCULOS PARA A PROTEÇÃO DE INSTALAÇÕES CRÍTICAS

TEORIA DOS CÍRCULOS PARA A PROTEÇÃO DE INSTALAÇÕES CRÍTICAS TEORIA DOS CÍRCULOS PARA A PROTEÇÃO DE INSTALAÇÕES CRÍTICAS Por Fabiano Sérgio Paiva Dias de Sá, CPSI A principal função de qualquer instalação é fornecer o máximo de segurança para aqueles que vivem ou

Leia mais

Secretariado do Conselho de Ministros

Secretariado do Conselho de Ministros Secretariado do Conselho de Ministros Decreto Lei n.º 8/01 de 31 de Agosto Diário da República I Série N.º 40, 31 de Agosto de 001 Considerando que o estatuto orgânico do Secretariado do Conselho de Ministros,

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos MEDIDA PROVISÓRIA Nº 696 DE 2 DE OUTUBRO DE 2015. Produzindo efeitos Extingue e transforma cargos públicos e altera a Lei n o 10.683,

Leia mais

Legislação e outros documentos sobre Educação Ambiental

Legislação e outros documentos sobre Educação Ambiental Legislação e outros documentos sobre Educação Ambiental 1981 Política Nacional de Meio Ambiente 1988 Constituição Brasileira 1992 Tratado de Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis e Responsabilidade

Leia mais

Plano Nacional de. Emergências Ambientais com Produtos Químicos Perigosos. Curso LíderesL

Plano Nacional de. Emergências Ambientais com Produtos Químicos Perigosos. Curso LíderesL Plano Nacional de Prevenção, Preparação e Resposta Rápida R a Emergências Ambientais com Produtos Químicos Perigosos Curso LíderesL Brasília, 20 de agosto de 2008 1 Como surgiu o P2R2 Histórico de ocorrência

Leia mais

SP 08/95 NT 191/95. Execução e Fiscalização da Sinalização Horizontal. Psicº Mauro Yoshio Ito Psicª Ilana Berezovsky Psicª Susana Nunes Penna

SP 08/95 NT 191/95. Execução e Fiscalização da Sinalização Horizontal. Psicº Mauro Yoshio Ito Psicª Ilana Berezovsky Psicª Susana Nunes Penna SP 08/95 NT 191/95 Execução e Fiscalização da Sinalização Horizontal Psicº Mauro Yoshio Ito Psicª Ilana Berezovsky Psicª Susana Nunes Penna 1. Introdução A realidade do trânsito da cidade de SP, 6 mortes

Leia mais

CAMPO DE APLICAÇÃO Esta Norma Complementar se aplica no âmbito da Administração Pública Federal, direta e indireta. APROVAÇÃO

CAMPO DE APLICAÇÃO Esta Norma Complementar se aplica no âmbito da Administração Pública Federal, direta e indireta. APROVAÇÃO 05/IN01/DSIC/GSIPR 00 14/AGO/09 1/7 PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Gabinete de Segurança Institucional Departamento de Segurança da Informação e Comunicações CRIAÇÃO DE EQUIPES DE TRATAMENTO E RESPOSTA A INCIDENTES

Leia mais

O CONGRESSO NACIONAL decreta:

O CONGRESSO NACIONAL decreta: Altera a Lei nº 10.683, de 28 de maio de 2003, que dispõe sobre a organização da Presidência da República e dos Ministérios; autoriza a prorrogação de contratos temporários firmados com fundamento no art.

Leia mais

IV - planejar, propor e coordenar a gestão ambiental integrada no Estado, com vistas à manutenção dos ecossistemas e do desenvolvimento sustentável;

IV - planejar, propor e coordenar a gestão ambiental integrada no Estado, com vistas à manutenção dos ecossistemas e do desenvolvimento sustentável; Lei Delegada nº 125, de 25 de janeiro de 2007. (Publicação Diário do Executivo Minas Gerais 26/01/2007) (Retificação Diário do Executivo Minas Gerais 30/01/2007) Dispõe sobre a estrutura orgânica básica

Leia mais

EDITAL DO CENTRO DE PROMOÇÃO DA SAÚDE TERMO DE REFERÊNCIA Nº 03/2012 COTAÇÃO PRÉVIA DE PREÇO Nº 03/2012 TIPO: QUALIFICAÇÃO TÉCNICA

EDITAL DO CENTRO DE PROMOÇÃO DA SAÚDE TERMO DE REFERÊNCIA Nº 03/2012 COTAÇÃO PRÉVIA DE PREÇO Nº 03/2012 TIPO: QUALIFICAÇÃO TÉCNICA EDITAL DO CENTRO DE PROMOÇÃO DA SAÚDE TERMO DE REFERÊNCIA Nº 03/2012 COTAÇÃO PRÉVIA DE PREÇO Nº 03/2012 TIPO: QUALIFICAÇÃO TÉCNICA O Centro de Promoção da Saúde, entidade privada sem fins lucrativos, inscrita

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO. PORTARIA Nº CJF-POR-2014/00093 de 20 de fevereiro de 2014

PODER JUDICIÁRIO. PORTARIA Nº CJF-POR-2014/00093 de 20 de fevereiro de 2014 PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL CONSELHO DA JUSTIÇA FEDERAL PORTARIA Nº CJF-POR-2014/00093 de 20 de fevereiro de 2014 Dispõe sobre a aprovação do Documento Acessório Comum Política de Gestão de Riscos,

Leia mais

ATO Nº 229/2013. A PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 7ª REGIÃO, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

ATO Nº 229/2013. A PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 7ª REGIÃO, no uso de suas atribuições legais e regimentais, ATO Nº 229/2013 Aprova a Norma Complementar de Criação da Equipe de Tratamento e Resposta a Incidentes na Rede de Computadores do Tribunal Regional do Trabalho da 7ª Região. A PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL

Leia mais

CHEFE DA SEÇÃO DE MANUTENÇÃO ESCOLAR compete acompanhar a tramitação de documentos e processos, observando o protocolo do mesmo; classificar, informar e conservar documentos; controle de matériais, providenciando

Leia mais

PMERJ/CETIC. Novas Tecnologias na Polícia Militar

PMERJ/CETIC. Novas Tecnologias na Polícia Militar PMERJ/CETIC Novas Tecnologias na Polícia Militar Apresentação pessoal CEL PM DJALMA JOSÉ BELTRAMI TEIXEIRA PMERJ Coordenador do CETIC Coordenadoria Especializada em Tecnologia e Comunicações Atribuições

Leia mais

O PREFEITO MUNICIPAL DE PARELHAS, ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE, usando das atribuições que lhe são conferidas pela Lei Orgânica do Município.

O PREFEITO MUNICIPAL DE PARELHAS, ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE, usando das atribuições que lhe são conferidas pela Lei Orgânica do Município. DECRETO Nº 011/2014, DE 09 DE ABRIL DE 2014. Altera o Anexo I do Decreto n 007/2014, que dispõe sobre as atribuições, escolaridade e salários dos cargos destinados ao Concurso Público do Município de Parelhas/RN.

Leia mais

CEAS INTERNACIONAL e CARLOS YEGROS apresentam o primeiro curso no Brasil de Especialista em Proteção Executiva pelo sistema bi-modal-parte a

CEAS INTERNACIONAL e CARLOS YEGROS apresentam o primeiro curso no Brasil de Especialista em Proteção Executiva pelo sistema bi-modal-parte a CEAS INTERNACIONAL e CARLOS YEGROS apresentam o primeiro curso no Brasil de Especialista em Proteção Executiva pelo sistema bi-modal-parte a distância e parte presencial. CURSO INTERNACIONAL DE ESPECIALISTA

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Page 1 of 7 Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 11.958, DE 26 DE JUNHO DE 2009. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono

Leia mais

PROCEDIMENTO GERENCIAL PARA PG 017/02 PREPARAÇÃO E ATENDIMENTO A EMERGÊNCIA Página 2 de 5

PROCEDIMENTO GERENCIAL PARA PG 017/02 PREPARAÇÃO E ATENDIMENTO A EMERGÊNCIA Página 2 de 5 Página 2 de 5 1 OBJETIVO Este procedimento tem por objetivo o estabelecimento das diretrizes para elaboração de procedimentos técnicos e administrativos a serem adotados em situações emergenciais, tais

Leia mais

Sistema de localização e bloqueio veicular por célula de comunicação Objetivo Principal

Sistema de localização e bloqueio veicular por célula de comunicação Objetivo Principal de comunicação Objetivo Principal Prover uma solução de baixo custo para Identificação, localização, bloqueio e recuperação de veículos roubados ou procurados, através de micro circuitos embarcados de

Leia mais

3. 1 Executar e monitorar as metas e etapas previstas no Plano de Trabalho assim com sua execução operacional, administrativa e financeira.

3. 1 Executar e monitorar as metas e etapas previstas no Plano de Trabalho assim com sua execução operacional, administrativa e financeira. EDITAL DO CENTRO DE PROMOÇÃO DA SAÚDE TERMO DE REFERÊNCIA Nº 02/2012 COTAÇÃO PRÉVIA DE PREÇO Nº 02/2012 TIPO: MELHOR QUALIFICAÇÃO TÉCNICA O Centro de Promoção da Saúde, entidade privada sem fins lucrativos,

Leia mais

FTST Formação Técnica em Segurança do Trabalho. Módulo de Saúde Ocupacional AULA 4

FTST Formação Técnica em Segurança do Trabalho. Módulo de Saúde Ocupacional AULA 4 FTST Formação Técnica em Segurança do Trabalho Módulo de Saúde Ocupacional AULA 4 Competências a serem trabalhadas nesta aula Estabelecer os parâmetros e diretrizes necessários para garantir um padrão

Leia mais

Plano de ações para segurança no corredor ferroviário

Plano de ações para segurança no corredor ferroviário Plano de ações para segurança no corredor ferroviário Fase 3 Elaboração das propostas Etapa 3.1, 3.2 e 3.4 Concepção, análise e detalhamento das propostas Página 1 de 10 Sumário 2.5. Plano de ações para

Leia mais

PUBLICAÇÕES: TECNOMETAL n.º 141 (Julho/Agosto de 2002) KÉRAMICA N.º 256 (Novembro/Dezembro de 2002)

PUBLICAÇÕES: TECNOMETAL n.º 141 (Julho/Agosto de 2002) KÉRAMICA N.º 256 (Novembro/Dezembro de 2002) TÍTULO: Planos de Emergência na Indústria AUTORIA: Factor Segurança, Lda PUBLICAÇÕES: TECNOMETAL n.º 141 (Julho/Agosto de 2002) KÉRAMICA N.º 256 (Novembro/Dezembro de 2002) 1. INTRODUÇÃO O Plano de Emergência

Leia mais

ATO NORMATIVO Nº 006 /2007

ATO NORMATIVO Nº 006 /2007 ATO NORMATIVO Nº 006 /2007 Dispõe sobre os cargos em comissão do Ministério Público do Estado da Bahia, e dá outras providências. O PROCURADOR-GERAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA BAHIA, no uso das atribuições

Leia mais

Vol. III. Condomínios Comerciais. Manual de Segurança. Tel. (11) 5592-5592 / www.fortknox.com.br

Vol. III. Condomínios Comerciais. Manual de Segurança. Tel. (11) 5592-5592 / www.fortknox.com.br Tel. (11) 5592-5592 / www.fortknox.com.br Condomínios Comerciais Vol. III Manual de Segurança O Apresentação s Condomínios Empresariais/ Comerciais buscam um sistema de segurança adequado e eficiente,

Leia mais

Definir os procedimentos para o controle de acesso às instalações do TJAC, objetivando promover a segurança patrimonial e pessoal.

Definir os procedimentos para o controle de acesso às instalações do TJAC, objetivando promover a segurança patrimonial e pessoal. Código: MAP-ASMIL-002 Versão: 00 Data de Emissão: 01/01/2013 Elaborado por: Assessoria Militar Aprovado por: Presidência do TJAC 1 OBJETIVO Definir os procedimentos para o controle de acesso às instalações

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA PARA OS ESTUDOS DE AVALIAÇÃO DA SEGURANÇA DAS INSTALAÇÕES PORTUÁRIAS

TERMO DE REFERÊNCIA PARA OS ESTUDOS DE AVALIAÇÃO DA SEGURANÇA DAS INSTALAÇÕES PORTUÁRIAS TERMO DE REFERÊNCIA PARA OS ESTUDOS DE AVALIAÇÃO DA SEGURANÇA DAS INSTALAÇÕES PORTUÁRIAS SUMÁRIO 1 OBJETIVO 2 IDENTIFICAÇÃO 3- CARACTERIZAÇÃO DA INSTALAÇÃO PORTUÁRIA 4 - PLANO DE TRABALHO 4.1 - CONHECIMENTO

Leia mais

CTIR Gov DSIC GSI - PR

CTIR Gov DSIC GSI - PR VII Fórum de TIC Dataprev CTIR Gov DSIC GSI - PR SUMÁRIO Introdução Gestão de Incidentes de Segurança na APF CTIR Gov Debates Estrutura do Executivo Presidência da República Casa Civil GSI Ministérios

Leia mais

Gestão de Segurança no Serviço Público

Gestão de Segurança no Serviço Público Gestão de no Serviço Público 06 a 09 de outubro de 2015 1 - Apresentação: A segurança no âmbito da administração pública tem se configurado como uma área estratégica, requerendo investimentos na qualidade

Leia mais

RIO GRANDE DO NORTE LEI COMPLEMENTAR Nº 478, DE 27 DE DEZEMBRO DE 2012.

RIO GRANDE DO NORTE LEI COMPLEMENTAR Nº 478, DE 27 DE DEZEMBRO DE 2012. RIO GRANDE DO NORTE LEI COMPLEMENTAR Nº 478, DE 27 DE DEZEMBRO DE 2012. Dispõe sobre concessão de incentivos à inovação e à pesquisa científica e tecnológica no âmbito do Estado do Rio Grande do Norte.

Leia mais

Súmula: Regulamenta a Instituição do Programa Brigadas Escolares Defesa Civil na Escola.

Súmula: Regulamenta a Instituição do Programa Brigadas Escolares Defesa Civil na Escola. DECRETO QUE REGULAMENTA A LEI 18.424/2015 Súmula: Regulamenta a Instituição do Programa Brigadas Escolares Defesa Civil na Escola. O GOVERNADOR DO ESTADO DO PARANÁ, no uso das atribuições que lhe confere

Leia mais

II COLÓQUIO - GESTÃO DO RISCO E CULTURA DE SEGURANÇA 30/11/2015 II COLÓQUIO - GESTÃO DO RISCO E CULTURA DE SEGURANÇA - MADEIRA TECNOPOLO FUNCHAL 1

II COLÓQUIO - GESTÃO DO RISCO E CULTURA DE SEGURANÇA 30/11/2015 II COLÓQUIO - GESTÃO DO RISCO E CULTURA DE SEGURANÇA - MADEIRA TECNOPOLO FUNCHAL 1 II COLÓQUIO - GESTÃO DO RISCO E CULTURA DE SEGURANÇA 30/11/2015 II COLÓQUIO - GESTÃO DO RISCO E CULTURA DE SEGURANÇA - MADEIRA TECNOPOLO FUNCHAL 1 30/11/2015 II COLÓQUIO - GESTÃO DO RISCO E CULTURA DE

Leia mais

PROCURADORIA-GERAL DE JUSTIÇA. ATO PGJ nº 19/2009

PROCURADORIA-GERAL DE JUSTIÇA. ATO PGJ nº 19/2009 ATO PGJ nº 19/2009 - Alterado o inciso III, do art. 3º, pelo Ato nº 23/2010, de 27/05/10, art. 1º. - Ver Errata do Ato-PGJ n.23/2010, publicado no DOMP n. 255 em 11/06/2010. - Ver Ato-PGJ n. 18/2009, arts.

Leia mais

A INICIATIVA QUE VAI LEVAR SEGURANÇA, CONHECIMENTO E BEM-ESTAR À SUA CIDADE

A INICIATIVA QUE VAI LEVAR SEGURANÇA, CONHECIMENTO E BEM-ESTAR À SUA CIDADE A INICIATIVA QUE VAI LEVAR SEGURANÇA, CONHECIMENTO E BEM-ESTAR À SUA CIDADE APRESENTAÇÃO SEGURANÇA UM DIREITO DE TODOS Conviver em segurança é um direito de todos e é dever do poder público garanti-lo.

Leia mais

3.1 Planejar, organizar logística e tecnicamente das Oficinas temáticas de formação da Agentes de Prevenção e seus parceiros locais.

3.1 Planejar, organizar logística e tecnicamente das Oficinas temáticas de formação da Agentes de Prevenção e seus parceiros locais. EDITAL DO CENTRO DE PROMOÇÃO DA SAÚDE TERMO DE REFERÊNCIA Nº 10/2012 COTAÇÃO PRÉVIA DE PREÇO Nº 10/2012 TIPO: MELHOR TÉCNICA O Centro de Promoção da Saúde, entidade privada sem fins lucrativos, inscrita

Leia mais

DECRETO Nº 2.134, DE 24 DE JANEIRO DE

DECRETO Nº 2.134, DE 24 DE JANEIRO DE DECRETO Nº 2.134, DE 24 DE JANEIRO DE 1997 (Revogado Pelo Decreto nº 4.553, de 27.12.2002) Regulamenta o art. 23 da Lei nº 8.159, de 8 de janeiro de 1991, que dispõe sobre a categoria dos documentos públicos

Leia mais

DECRETO Nº 596/2009 D E C R E T A

DECRETO Nº 596/2009 D E C R E T A Alterado pelo Decreto nº 1724/11 DECRETO Nº 596/2009 Regulamenta a Lei nº 989/2009, que dispõe sobre a forma de pagamento de despesas de viagens através da liberação de diárias. O PREFEITO MUNICIPAL DE

Leia mais

COMUNICAÇÃO DE RISCO E COORDENAÇÃO DE STAKEHOLDERS NA GESTÃO DE ÁREAS CONTAMINADAS

COMUNICAÇÃO DE RISCO E COORDENAÇÃO DE STAKEHOLDERS NA GESTÃO DE ÁREAS CONTAMINADAS COMUNICAÇÃO DE RISCO E COORDENAÇÃO DE STAKEHOLDERS NA GESTÃO DE ÁREAS CONTAMINADAS Outubro, 2014 Agenda... Introdução Comunicação Corporativa & o Risco de Imagem Perfil dos Stakeholders em Áreas Contaminadas

Leia mais

Contribuição da União, de suas Autarquias e Fundações para o Custeio do Regime de Previdência dos Servidores Públicos Federais

Contribuição da União, de suas Autarquias e Fundações para o Custeio do Regime de Previdência dos Servidores Públicos Federais Programa 0641 Inteligência Federal Objetivo Desenvolver Atividades de inteligência e de Segurança da Informação no interesse do Estado e da Sociedade Indicador(es) úmero de Ações 14 Taxa de Relatórios

Leia mais

São Paulo, 8 de setembro de 1999. BOLETIM GERAL PM 171 1 - DIRETRIZES A SEREM SEGUIDAS NO ATENDIMENTO DE LOCAIS DE CRIME

São Paulo, 8 de setembro de 1999. BOLETIM GERAL PM 171 1 - DIRETRIZES A SEREM SEGUIDAS NO ATENDIMENTO DE LOCAIS DE CRIME São Paulo, 8 de setembro de 1999. BOLETIM GERAL PM 171 1 - DIRETRIZES A SEREM SEGUIDAS NO ATENDIMENTO DE LOCAIS DE CRIME Resolução SSP- 382, de 1/9/99 O Secretario da Segurança Pública Considerando que

Leia mais

Política de Recursos Humanos do Grupo Schindler

Política de Recursos Humanos do Grupo Schindler Política de Recursos Humanos do Grupo Schindler 2 Introdução A política corporativa de RH da Schindler define as estratégias relacionadas às ações para com seus colaboradores; baseia-se na Missão e nos

Leia mais

SP 09/95 NT 193/95. Subsídios para Legislação de Trânsito sobre Veículos de Emergência. Arqº Luis Fernando C. Figueiredo. 1.

SP 09/95 NT 193/95. Subsídios para Legislação de Trânsito sobre Veículos de Emergência. Arqº Luis Fernando C. Figueiredo. 1. SP 09/95 NT 193/95 Subsídios para Legislação de Trânsito sobre Veículos de Emergência Arqº Luis Fernando C. Figueiredo 1. Introdução Apresentam-se neste artigo as disposições referentes aos veículos policiais,

Leia mais

Ministério das Obras Públicas

Ministério das Obras Públicas Ministério das Obras Públicas ESTATUTO ORGÂNICO DO MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS CAPÍTULO I Natureza e Atribuições Artigo 1.º (Natureza) O Ministério das Obras Públicas é o órgão da administração pública

Leia mais

MEDIDAS PREVENTIVAS PARA REDUÇÃO DE ACIDENTES

MEDIDAS PREVENTIVAS PARA REDUÇÃO DE ACIDENTES MEDIDAS PREVENTIVAS PARA REDUÇÃO DE ACIDENTES Autores Antônio Alexandre Franco Thomaz Élson Lourenço Bomfim Inaldo Nóbrega da Cunha Filho PREMIUM CONSTRUÇÃO E INCORPORAÇÃO LTDA RESUMO No setor elétrico,

Leia mais

A SECRETARIA DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO, no uso de suas atribuições legais, e

A SECRETARIA DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO, no uso de suas atribuições legais, e PORTARIA SSST Nº 11, de 13/10/1994 "Publica a minuta do Projeto de Reformulação da Norma Regulamentadora nº 9 - Riscos Ambientais com o seguinte título: Programa de Proteção a Riscos Ambientais". A SECRETARIA

Leia mais

AVALIAÇÃO DE CONDUTORES

AVALIAÇÃO DE CONDUTORES AVALIAÇÃO DE CONDUTORES Autores FÁBIO MARIO DE OLIVEIRA FÁBIO ROBERTO RAMALHO PEREIRA JOÃO PEDRO CANTARIO DE OLIVEIRA ELEKTRO ELETRICIDADE E SERVIÇO SA RESUMO O projeto Avaliação de Condutores surgiu diante

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE - FURG SECRETARIA EXECUTIVA DOS CONSELHOS

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE - FURG SECRETARIA EXECUTIVA DOS CONSELHOS SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE - FURG SECRETARIA EXECUTIVA DOS CONSELHOS DELIBERAÇÃO Nº 039/2015 CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA, EXTENSÃO E ADMINISTRAÇÃO

Leia mais

! Relatório!do!curso!Judicial!Swat!!!!

! Relatório!do!curso!Judicial!Swat!!!! RelatóriodocursoJudicialSwat RealizadopelaUSPoliceInstructor TeamsnoCondadodeLake Flórida Aluno:ArturGustavoAzevedodoNascimentoD AMMA MarçoDAbrilde2013 No ano de 2013, mais especificamente de 31.03 até

Leia mais

Regulamenta a Lei nº 7.498, de 25 de junho de 1986, que dispõe sobre o exercício da Enfermagem, e dá outras providências

Regulamenta a Lei nº 7.498, de 25 de junho de 1986, que dispõe sobre o exercício da Enfermagem, e dá outras providências Decreto Nº 94.406 / 1987 (Regulamentação da Lei nº 7.498 / 1986) Regulamenta a Lei nº 7.498, de 25 de junho de 1986, que dispõe sobre o exercício da Enfermagem, e dá outras providências O Presidente da

Leia mais

ATO Nº 232/2013. A PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 7ª REGIÃO, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

ATO Nº 232/2013. A PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 7ª REGIÃO, no uso de suas atribuições legais e regimentais, ATO Nº 232/2013 Aprova a Norma Complementar de Procedimentos para Inventariar Ativos de Tecnologia da Informação. A PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 7ª REGIÃO, no uso de suas atribuições

Leia mais

Secretaria de Estado para o Desenvolvimento Rural

Secretaria de Estado para o Desenvolvimento Rural Secretaria de Estado para o Desenvolvimento Rural Decreto-Lei n.º 1/09 de 28 de Abril Tendo em conta a nova orgânica do Governo que de entre outros órgãos institui a Secretaria de Estado para o Desenvolvimento

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO PARA O USO DA VIATURA DO CCD PM CASCAIS

REGULAMENTO INTERNO PARA O USO DA VIATURA DO CCD PM CASCAIS REGULAMENTO INTERNO PARA O USO DA VIATURA DO CCD PM CASCAIS 2014 Regulamento Interno para o uso da viatura do CCD PM Cascais Página 1 Artigo 1º Objeto O presente regulamento interno estabelece as normas

Leia mais

GESTÃO DE CONTINUIDADE DOS NEGÓCIOS EM SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO

GESTÃO DE CONTINUIDADE DOS NEGÓCIOS EM SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO Número da Norma Complementar Revisão Emissão Folha ICMBio Instituto Chico Mendes De Conservação da Biodiversidade Diretoria de Planejamento, Administração e Logística ORIGEM GESTÃO DE CONTINUIDADE DOS

Leia mais

Nome do Sistema DESARM- Sistema De Guarda E Rastreabilidade de Armas de Fogo. Equipe Dr. ERNESTO ANSELMO QUEIROZ CHÍXARO Juiz Auxiliar da Corregedoria

Nome do Sistema DESARM- Sistema De Guarda E Rastreabilidade de Armas de Fogo. Equipe Dr. ERNESTO ANSELMO QUEIROZ CHÍXARO Juiz Auxiliar da Corregedoria Órgão Tribunal de Justiça do Amazonas Email para contato sidney.brito@tjam.jus.br Nome do Sistema DESARM- Sistema De Guarda E Rastreabilidade de Armas de Fogo Equipe Dr. ERNESTO ANSELMO QUEIROZ CHÍXARO

Leia mais

2.3 Solução de Consulta SRRF08/Disit nº 127, de 27 de abril de 2009:

2.3 Solução de Consulta SRRF08/Disit nº 127, de 27 de abril de 2009: ASSUNTO: SIMPLES NACIONAL SIMPLES NACIONAL. MONITORAMENTO DE EQUIPAMENTO DE SEGURANÇA. ENQUADRAMENTO. ANEXO IV. A atividade de monitoramento eletrônico de sistemas de segurança constitui serviço de vigilância.

Leia mais

O AGENTE DA MOBILIDADE URBANA NO SISTEMA MUNICIPAL DE DEFESA CIVIL

O AGENTE DA MOBILIDADE URBANA NO SISTEMA MUNICIPAL DE DEFESA CIVIL O AGENTE DA MOBILIDADE URBANA NO SISTEMA MUNICIPAL DE DEFESA CIVIL Autores: Carlos Aparecido de Lima - carlosaparecido@emdec.com.br José Eduardo Vasconcellos - eduardovasconcellos@emdec.com.br Carlos Roberto

Leia mais

3.1 Planejar, organizar e realizar oficinas de mapeamento participativo utilizando técnicas de educação popular e promoção da saúde;

3.1 Planejar, organizar e realizar oficinas de mapeamento participativo utilizando técnicas de educação popular e promoção da saúde; EDITAL DO CENTRO DE PROMOÇÃO DA SAÚDE TERMO DE REFERÊNCIA Nº 05/2012 COTAÇÃO PRÉVIA DE PREÇO Nº 05/2012 TIPO: MELHOR TÉCNICA O Centro de Promoção da Saúde, entidade privada sem fins lucrativos, inscrita

Leia mais

DOCUMENTO DE CONSTITUIÇÃO DA ETIR

DOCUMENTO DE CONSTITUIÇÃO DA ETIR Código: DO01 Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região Comitê de Segurança da Informação Secretaria de Tecnologia da Informação e Comunicações Núcleo de Segurança da Informação Revisão: 00 Vigência:

Leia mais

Artigo 5º O NPC pode realizar atividades para outras disciplinas do Curso, desde que previamente agendadas e autorizadas pela Coordenação do Curso.

Artigo 5º O NPC pode realizar atividades para outras disciplinas do Curso, desde que previamente agendadas e autorizadas pela Coordenação do Curso. Regulamento do NPC Artigo 1º O Núcleo de Produção de Comunicação (NPC) se constitui dos laboratórios de Rádio, TV, Fotografia, Informática para produção de Jornalismo Impresso e Digital, e duas Ilhas de

Leia mais

ESTRATÉGIA E PLANEJAMENTO CORPORATIVO

ESTRATÉGIA E PLANEJAMENTO CORPORATIVO Estratégia e Planejamento Corporativo AULA 2 Abril 2015 Diagnóstico da Empresa O que somos, onde estamos, e onde queremos chegar. Alguns definem diagnóstico como etapa que antecede um projeto. Em questões

Leia mais

LEI N. 1397/2013, de 03 de dezembro de 2013.

LEI N. 1397/2013, de 03 de dezembro de 2013. LEI N. 1397/2013, de 03 de dezembro de 2013. REESTRUTURA O SISTEMA MUNICIPAL DE ENSINO, O CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE FAZENDA VILANOVA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. PEDRO ANTONIO DORNELLES, PREFEITO

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE SANTA MARIA DA FEIRA

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE SANTA MARIA DA FEIRA REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE SANTA MARIA DA FEIRA O Decreto-Lei nº7/2003, de 15 de Janeiro, com as alterações introduzidas pela Lei nº 41/2003, de 22 de Agosto, retificada pela

Leia mais

TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO SECRETARIA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO ORDEM DE SERVIÇO Nº 1/SETIN, DE 30 DE SETEMBRO DE 2010

TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO SECRETARIA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO ORDEM DE SERVIÇO Nº 1/SETIN, DE 30 DE SETEMBRO DE 2010 TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO SECRETARIA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO ORDEM DE SERVIÇO Nº 1/SETIN, DE 30 DE SETEMBRO DE 2010 O SECRETÁRIO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO DO TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO, no

Leia mais

NPT 015 CONTROLE DE FUMAÇA PARTE 8 18 ASPECTOS DE SEGURANÇA DO PROJETO DE SISTEMA DE CONTROLE DE FUMAÇA

NPT 015 CONTROLE DE FUMAÇA PARTE 8 18 ASPECTOS DE SEGURANÇA DO PROJETO DE SISTEMA DE CONTROLE DE FUMAÇA Janeiro 2012 Vigência: 08 Janeiro 2012 NPT 015 Controle de fumaça Parte 8 Aspectos de segurança CORPO DE BOMBEIROS BM/7 Versão: 02 Norma de Procedimento Técnico 6 páginas SUMÁRIO 18 Aspectos de segurança

Leia mais

Origem do SCO O SCO é baseado no ICS, desenvolvido nos EUA durante as décadas de 70/80, inicialmente para coordenar a resposta a incêndios florestais.

Origem do SCO O SCO é baseado no ICS, desenvolvido nos EUA durante as décadas de 70/80, inicialmente para coordenar a resposta a incêndios florestais. APRESENTAÇÃO DO SCO Conceito de SCO O Sistema de Comando em Operações é uma ferramenta gerencial para planejar, organizar, dirigir e controlar as operações de resposta em situações críticas, fornecendo

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA DA SOMMA INVESTIMENTOS

CÓDIGO DE ÉTICA DA SOMMA INVESTIMENTOS 1. O CÓDIGO Este Código de Ética (Código) determina as práticas e padrões éticos a serem seguidos por todos os colaboradores da SOMMA INVESTIMENTOS. 2. APLICABILIDADE Esta política é aplicável: 2.1. A

Leia mais

COMISSÃO DE SEGURANÇA PÚBLICA E COMBATE AO CRIME ORGANIZADO VOTO EM SEPARADO DO DEPUTADO RONALDO FONSECA

COMISSÃO DE SEGURANÇA PÚBLICA E COMBATE AO CRIME ORGANIZADO VOTO EM SEPARADO DO DEPUTADO RONALDO FONSECA COMISSÃO DE SEGURANÇA PÚBLICA E COMBATE AO CRIME ORGANIZADO PROJETO DE LEI N 0 5.618, DE 2005 (Apensados os Projetos de Lei nº 7.456, de 2006 e nº 7.741, de 2010) Dispõe sobre a regulamentação da profissão

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO. PORTARIA Nº CJF-POR-2014/00413 de 30 de setembro de 2014

PODER JUDICIÁRIO. PORTARIA Nº CJF-POR-2014/00413 de 30 de setembro de 2014 PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL CONSELHO DA JUSTIÇA FEDERAL PORTARIA Nº CJF-POR-2014/00413 de 30 de setembro de 2014 Dispõe sobre a aprovação do Documento Acessório Diferenciado "Política de Gestão de

Leia mais

Anexo I - Plano de Classificação de Documentos 33.01.01.01

Anexo I - Plano de Classificação de Documentos 33.01.01.01 Anexo I - Plano de Classificação de Documentos Secretaria de Estado de Segurança - SESEG Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro - PMERJ 33 - Competência: Exercer a polícia ostensiva e a preservação

Leia mais

A PREFEITA DO MUNICÍPIO DE CONTAGEM

A PREFEITA DO MUNICÍPIO DE CONTAGEM DECRETO nº 1098, de 12 de fevereiro de 2009 Dispõe sobre alocação, denominação e atribuições dos órgãos que compõem a estrutura organizacional do Gabinete da Prefeita e dá outras providências. A PREFEITA

Leia mais

CÓPIA NÃO CONTROLADA

CÓPIA NÃO CONTROLADA 2/6 ÍNDICE 1. OBJETIVO... 3 2. CONDIÇÕES GERAIS... 3 2.1. Campo de Aplicação... 3 2.2. Responsabilidades... 3 2.2.1. Diretor do Projeto... 3 2.2.2. Diretor de Construção... 3 2.2.3. Demais Diretores e

Leia mais

Minuto de Contrainteligência

Minuto de Contrainteligência Minuto de Contrainteligência Ministério Público do Trabalho Marcelo Brandão de Morais Cunha Procurador do Trabalho 5ª. Região Membro da Comissão de Planejamento e Gestão Estratégica/PGT Justificativa O

Leia mais

Introdução à Manutenção O QUE VOCÊ ENTENDE POR MANUTENÇÃO?

Introdução à Manutenção O QUE VOCÊ ENTENDE POR MANUTENÇÃO? MANUTENÇÃO Introdução à Manutenção O QUE VOCÊ ENTENDE POR MANUTENÇÃO? Conceito de Manutenção segundo o dicionário Michaelis UOL 1. Ato ou efeito de manter (-se). 2. Sustento. 3. Dispêndio com a conservação

Leia mais

REGULAMENTO NÚCLEO DE APOIO PEDAGÓGICO/PSICOPEDAGÓGICO NAP/NAPP. Do Núcleo de Apoio Pedagógico/Psicopedagógico

REGULAMENTO NÚCLEO DE APOIO PEDAGÓGICO/PSICOPEDAGÓGICO NAP/NAPP. Do Núcleo de Apoio Pedagógico/Psicopedagógico REGULAMENTO NÚCLEO DE APOIO PEDAGÓGICO/PSICOPEDAGÓGICO NAP/NAPP Capítulo I Do Núcleo de Apoio Pedagógico/Psicopedagógico Art. 1º O Núcleo de Apoio Pedagógico/Psicopedagógico- NAP/NAPP do Centro de Ensino

Leia mais

CAPÍTULO I Disposições gerais

CAPÍTULO I Disposições gerais ESTATUTOS DO CONSELHO DAS FINANÇAS PÚBLICAS Aprovados pela Lei n.º 54/2011, de 19 de outubro, com as alterações introduzidas pelo artigo 187.º da Lei n.º 82-B/2014, de 31 de dezembro (Grafia adaptada em

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE MANAUS DIRETORIA LEGISLATIVA LEI Nº 506, DE 2 DE DEZEMBRO DE 1999. (D.O.E. 07.12.1999 - N... Ano...)

CÂMARA MUNICIPAL DE MANAUS DIRETORIA LEGISLATIVA LEI Nº 506, DE 2 DE DEZEMBRO DE 1999. (D.O.E. 07.12.1999 - N... Ano...) LEI Nº 506, DE 2 DE DEZEMBRO DE 1999. (D.O.E. 07.12.1999 - N.... Ano...) DISPÕE SOBRE O TRANSPORTE INDIVIDUAL DE PASSAGEIROS ATRAVÉS DE TÁXI. O PREFEITO MUNICIPAL DE MANAUS no uso das atribuições que lhe

Leia mais

2º SIBRADEN - Simpósio Brasileiro de Desastres Naturais e Tecnológicos

2º SIBRADEN - Simpósio Brasileiro de Desastres Naturais e Tecnológicos Plano Nacional de Prevenção, Preparação e Resposta Rápida R a Emergências Ambientais com Produtos Químicos Perigosos 2º SIBRADEN - Simpósio Brasileiro de Desastres Naturais e Tecnológicos Santos-SP, 9

Leia mais

PORTARIA DIREF Nº 136 DE 7 DE AGOSTO DE 2015

PORTARIA DIREF Nº 136 DE 7 DE AGOSTO DE 2015 1 de 6 10/8/2015 16:10 SEÇÃO JUDICIÁRIA DE MINAS GERAIS PORTARIA DIREF Nº 136 DE 7 DE AGOSTO DE 2015 Regulamenta o uso da área de estacionamento de veículos dos edifícios-sede da Seção Judiciária de Minas

Leia mais

REGULAMENTO GERAL PARA PROVAS DE RALLY - 2011

REGULAMENTO GERAL PARA PROVAS DE RALLY - 2011 REGULAMENTO GERAL PARA PROVAS DE RALLY - 2011 Art. 1 Da Organização O Classic Car Club - RS organiza as seguintes provas de rally durante o ano de 2011: IX Rally da Meia-Noite: 08 de abril X Rally da Serra:

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE HORIZONTE ANEXO VIII (EDITAL DE CONCURSO 01/2014) Atribuições sumárias dos cargos

PREFEITURA MUNICIPAL DE HORIZONTE ANEXO VIII (EDITAL DE CONCURSO 01/2014) Atribuições sumárias dos cargos ANEXO VIII (EDITAL DE CONCURSO 01/2014) Atribuições sumárias dos cargos ADMINISTRADOR Desempenhar atividades relativas à administração de pessoal, material, orçamento, organização e métodos, sistemas de

Leia mais

Faculdade de Lucas do Rio Verde Credenciada pela Portaria Ministerial nº. 2.653 de 07/12/01 D.O.U. de 10/12/01.

Faculdade de Lucas do Rio Verde Credenciada pela Portaria Ministerial nº. 2.653 de 07/12/01 D.O.U. de 10/12/01. CONSELHO PEDAGÓGICO - COP RESOLUÇÃO Nº. 13/2008, DE 03 DE ABRIL DE 2008 Aprova o Regulamento de Monitoria Faculdade de Lucas do Rio Verde. O Presidente do Conselho Pedagógico - COP, face ao disposto no

Leia mais

CURSO DE PROTEÇÃO DA INFORMAÇÃO, ANÁLISES DE INTELIGÊNCIA E CONTRA INTELIGÊNCIA CORPORATIVA Modalidade a Distância Com Serviço de Tutoria

CURSO DE PROTEÇÃO DA INFORMAÇÃO, ANÁLISES DE INTELIGÊNCIA E CONTRA INTELIGÊNCIA CORPORATIVA Modalidade a Distância Com Serviço de Tutoria CURSO DE PROTEÇÃO DA INFORMAÇÃO, ANÁLISES DE INTELIGÊNCIA E CONTRA INTELIGÊNCIA CORPORATIVA Modalidade a Distância Com Serviço de Tutoria APRESENTAÇÃO Importância do curso para as empresas: A Gestão de

Leia mais

LEI COMPLEMENTAR Nº 97, DE 9 DE JUNHO DE 1999. Dispõe sobre as normas gerais para a organização, o preparo e o emprego das Forças Armadas.

LEI COMPLEMENTAR Nº 97, DE 9 DE JUNHO DE 1999. Dispõe sobre as normas gerais para a organização, o preparo e o emprego das Forças Armadas. LEI COMPLEMENTAR Nº 97, DE 9 DE JUNHO DE 1999 Dispõe sobre as normas gerais para a organização, o preparo e o emprego das Forças Armadas. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta

Leia mais

DECRETO N 6.664 DE 05 DE MARÇO DE 1990

DECRETO N 6.664 DE 05 DE MARÇO DE 1990 DECRETO N 6.664 DE 05 DE MARÇO DE 1990 DISPÕE SOBRE ALTERAÇÃO DO ANEXO III DO DECRETO N 2.456, DE 24.09.1982. O GOVERNADOR DO ESTADO DO PARÁ, no uso de suas atribuições que lhe confere o art. 135, inciso

Leia mais

Institui a Política de Segurança da Informação da Advocacia-Geral da União, e dá outras providências.

Institui a Política de Segurança da Informação da Advocacia-Geral da União, e dá outras providências. PORTARIA No- 192, DE 12 DE FEVEREIRO DE 2010 Institui a Política de Segurança da Informação da Advocacia-Geral da União, e dá outras providências. O ADVOGADO-GERAL DA UNIÃO, no uso de suas atribuições

Leia mais