02.01 Taxinomia das CDNs RDC/ISEL-DEETC-SRT 1

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "02.01 Taxinomia das CDNs RDC/ISEL-DEETC-SRT 1"

Transcrição

1 02.01 Taxinomia das CDNs RDC/ISEL-DEETC-SRT 1

2 Taxinomia? Taxinomia = classificação científica; nomenclatura das classificações; O que é necessário para a criação de uma CDN? Como fazer a distribuição e gestão do conteúdo de forma eficiente? Como encaminhar os pedidos dos clientes para o nó correcto? Como medir a performance da CDN? Como detectar falhas numa CDN? RDC/ISEL-DEETC-SRT 2

3 Composição de uma CDN RDC/ISEL-DEETC-SRT 3

4 Composição de uma CDN RDC/ISEL-DEETC-SRT 4

5 Organização Overlay Servidores específicos a uma aplicação ou caches são distribuídos por vários locais na rede Fazem a distribuição de conteúdo Os componentes de rede (switches e routers) não têm qualquer papel na distribuição do conteúdo Fornecimento de conectividade Garantias de QoS para um determinado pedido/tráfego Solução adoptada pela maioria das CDNs comerciais Existe um mecanismo que trata da replicação do conteúdo para os servidores A gestão é simplificada uma vez que não precisam de se preocupar com os elementos de rede O utilizador ao pedir um conteúdo é sempre redireccionado para o servidor de CDN mais próximo RDC/ISEL-DEETC-SRT 5

6 Organização Network Os routers e switches de uma rede são equipados com código que os permite identificar aplicações específicas e que permitem encaminhar os pedidos baseados em políticas pré-definidas Exemplos Layer-7 switches SLBs (Server Load Balancers) Distribuição de carga por múltiplos servidores Usado em conjunto com o Overlay por algumas empresas comerciais RDC/ISEL-DEETC-SRT 6

7 Servidores Dois servidores possíveis Réplica ou original A réplica contém uma imagem do conteúdo presente no servidor original Pode ser um media server, servidor Web ou cache/proxy O servidor original contém o conteúdo como definido pela entidade que o criou Comunicam entre si para replicarem o conteúdo RDC/ISEL-DEETC-SRT 7

8 Relações Client-to-surrogate-to-origin server Network element-to-caching proxy Caching proxy arrays Caching proxy meshes RDC/ISEL-DEETC-SRT 8

9 Relações (2) Relação entre clientes, surrogates e servidores originais Relação entre clientes, elementos de rede e caches/proxies Os proxies podem comunicar entre si Uma cache é um serviço da camada de aplicação para efectuar cache de objectos Web Arrays de proxies Conjunto de proxies bem conhecidos onde existe um Master Mesh de proxies Conjunto de relações de 1 para 1 entre proxies que acaba por formar uma malha RDC/ISEL-DEETC-SRT 9

10 Protocolos de Interacção RDC/ISEL-DEETC-SRT 10

11 Tipo de conteúdo/serviço Conteúdos Estático Dinâmico Streaming Serviços Directoria E-commerce File transfer RDC/ISEL-DEETC-SRT 11

12 Gestão e Distribuição de Conteúdos RDC/ISEL-DEETC-SRT 12

13 Gestão e distribuição de conteúdos RDC/ISEL-DEETC-SRT 13

14 Selecção e entrega de conteúdos RDC/ISEL-DEETC-SRT 14

15 Selecção e entrega de conteúdos (2) Full site forma mais simples para replicar os conteúdos Partial site apenas parte do conteúdo é replicado (ex.: Imagens), implica a modificação de links no conteúdo que se mantem no site original Empirical o administrador escolhe de forma empírica qual o conteúdo a ser distribuido pela CDN, pode ser usada heurística na escolha. Popularity Os objectos mais populares são replicados, problema dos conteúdos novos Object O conteúdo é replicado em unidades de objectos Cluster Sessão do utilizador O cluster pode ser a sessão do utilizador, que em conjunto com logs podem descrever padrões de acesso ao site URL Baseia-se na topologia do site, a replicação é feita correlacionando os objectos, a relação é obtida a partir de uma métrica RDC/ISEL-DEETC-SRT 15

16 Localização de surrogates A localização óptima permite que os utilizadores tenham menor latência até ao conteúdo Minimizar a largura de banda utilizada ao longo dos troços RDC/ISEL-DEETC-SRT 16

17 Outsourcing do conteúdo Assumindo que a localização dos surrogates e a escolha dos conteúdos já estão definidas, é necessária escolher a prática para transporte do conteúdo Cooperative push-based Pre-fetching do conteúdo para os surrogates O conteúdo é enviado a partir da origem Os surrogates cooperam de forma a reduzir a replicação e custos de actualização Teórico e não utilizador Non-cooperative pull-based Os pedidos dos clientes são direccionados para o surrogate mais próximo Se existir um cache-miss o conteúdo é puxado do servidor de origem Cooperative pull-based Numa situação de cache-miss o conteúdo é puxado de um surrogate próximo em vez de ser da origem RDC/ISEL-DEETC-SRT 17

18 Organização e gestão da cache Técnicas Intra-cluster Query-based Num cache miss um servidor da CDN envia um broadcast aos outros servidores em busca do conteúdo Digest-based Cada servidor mantém um digest do conteúdo existente noutros surrogates. Todos os servidores têm de receber notificações em caso de actualização Directory-based É uma versão centralizada do digest-based. O servidor de directoria só é notificado de actualizações caso exista uma actualização local num dos surrogates Hashing-based Um servidor contém o conteúdo baseado no URL, endereço IP dos servidores da CDN e uma função de hashing. Os pedidos dos clientes são redireccionados para outros servidores Semi-hashing-based Um servidor tem uma parte do disco usada para caching de conteúdo popular, e o restante para cooperar com outros servidores Inter-cluster Só o query-based é viável, devido à distribuição geográfica entre clusters impossibilitar o funcionamento dos restantes. Usa mecanismos de TTL para permitir controlar a validade do conteúdo. RDC/ISEL-DEETC-SRT 18

19 Organização e gestão da cache (2) Actualizações Actualizações periódicas A origem define qual a validade do conteúdo que é cacheable e a periodicidade da verificação. Propagação de actualizações Assim que um conteúdo é actualizado na origem, este é propagado até aos surrogates On demand A ultima versão do conteúdo é enviada aos surrogates depois de ter sido despoletado a actualização (one-shot) Invalidação Assim que um conteúdo é alterado na origem é enviada uma mensagem de invalidação aos surrogates RDC/ISEL-DEETC-SRT 19

20 Request-Routing RDC/ISEL-DEETC-SRT 20

21 Introdução Responsável por encaminhar os pedidos dos clientes para o surrogate apropriado. Colecção de elementos rede para suportar o encaminhamento de pedidos dos clientes para uma única CDN. Usa um conjunto de métricas para determinar a proximidade do cliente, latência, distancia e carga do servidor réplica. As técnicas de selecção e entrega de conteúdos (full-site vs partial-site), afectam estes mecanismos. Composto por duas partes: Algoritmo escolha do servidor Mecanismo forma de reencaminhar o pedido RDC/ISEL-DEETC-SRT 21

22 Funcionamento RDC/ISEL-DEETC-SRT 22

23 Algoritmos Adaptativos Consideram as condições actuais para escolher qual o servidor para a entrega do conteúdo (carga do servidor ou largura de banda disponível) Latência cliente-servidor (através de logs ou medidas do lado do servidor) Não Adaptativos Usam heurísticas Round-robin De acordo com a carga prevista Percentagem de clientes servidos Baseados na localização geográfica dos clientes vs réplicas Proximidade de rede (BGP path) RDC/ISEL-DEETC-SRT 23

24 Mecanismos Servem para informar o cliente da selecção do servidor réplica gerado pelos algoritmos de reencaminhamento dos pedidos dos clientes. RDC/ISEL-DEETC-SRT 24

25 Global Server Load Balancing (GSLB) Service Nodes Servem o conteúdo aos utilizadores. Compostos por Web Switches (com suporte de GSLB) e um número de servidores Web reais distribuídos ao longo do mundo. Global Awareness Os service nodes conhecem o estado em termos de performance e saúde dos restantes servidores Smart Authoritative DNS Usa a informação de global awareness Como todos os service nodes se conhecem entre si, conseguem seleccionar o melhor surrogate para qualquer pedido. A escolha pode ser se servidores reais locais mas também se service nodes remotos. RDC/ISEL-DEETC-SRT 25

26 Baseado em DNS Um domain name tem múltiplos endereços IP associados a ele. Quando um pedido de um cliente chega o servidor de DNS devolve o endereço IP dos servidores que contêm a réplica do objecto. O resolver local do cliente escolhe um dentro destes. O resolver pode pegar neste conjunto de IPs e medir tempos de resposta dos múltiplos servidores. A grande vantagem é a transparência, uma vez que a referência é ao nome e não ao seu endereço IP Pode ser usada em qualquer aplicação. Aumenta a latência dos pedidos dos clientes. Normalmente em CDNs comerciais o DNS está dividido em dois níveis para distribuição de carga. O endereço IP que aparece aos servidores da CDN é o do forwarder/cache que o cliente usa assume-se que são próximos. Nem todos os pedidos chegam aos servidores de DNS da CDN devido às caches. Para permitir que exista redundância não é possível permitir que existam mecanismos de cache do DNS ou decisões locais ao cliente. RDC/ISEL-DEETC-SRT 26

27 Redireccionamento HTTP Propaga a informação sobre servidores de réplica em conjuntos de cabeçalhos HTTP. Usa mensagens de Redirect HTTP Pode ser usado para construir um servidor Web especializado que aceita os pedidos dos clientes, escolhe qual o servidor réplica e redirecciona o cliente para este. No caso de não usarmos o redirect normal do HTTP precisava de alterações também do lado do cliente. A replicação pode ser feita ao nível do objecto tal como o redireccionamento. Os grandes problemas são a falta de transparência, e o overhead introduzido. RDC/ISEL-DEETC-SRT 27

28 URL rewriting Normalmente usado em esquemas de replicação parciais e entrega onde os objectos embebidos são enviados como uma resposta aos clientes O servidor de origem redirecciona os clientes para diferentes surrogates, através da reescrita dos URLs dinamicamente gerados. Visto que é necessário reescrever as páginas, os fornecedores de CDNs fornecem scripts para alterar as páginas Web e alterar os URLs do conteúdo embebido. Pró-activo alterações efectuadas antes do conteúdo ser colocado no servidor de origem. Reactivo Reescreve os URLs quando o cliente acede ao conteúdo. Granular ao ponto do objecto Web. RDC/ISEL-DEETC-SRT 28

29 Anycast IP Anycast O mesmo endereço IP é partilhado por múltiplas máquinas ao longo da rede e cada router na tabela de encaminhamento tem a rota para o host mais próximo. Interessante para request-routing Application Level Anycasting Consiste num conjunto de anycast routers que convertem nomes de domínios anycast para endereços IP Implica mudanças do lado do cliente RDC/ISEL-DEETC-SRT 29

30 Peer-to-peer Ligações simétricas entre os clientes A entrega dos conteúdos é feita em cooperação entre os peers O peer pode ser uma CDN Localização do conteúdo Directoria central Selecciona o melhor peer que detém o conteúdo baseado em métricas Distributed Hash Tables (DHT) Os peers são indexados a partir de um conjunto de chaves de hash Floods de pedidos O pedido de um peer é enviado para os restantes que estão directamente ligados e que por sua vez reencaminham para os restantes RDC/ISEL-DEETC-SRT 30

31 Medidas de performance RDC/ISEL-DEETC-SRT 31

32 Introdução Usada para medir a capacidade de uma CDN servir os clientes. Baseia-se num conjunto de métricas: Cache hit ratio rácio do número de documentos cached vs documentos pedidos. Reserved bandwidth Largura de banda usada pelo servidor de origem. Latência Tempo de resposta perceptível pelo utilizador. Utilização dos surrogates Tempo de utilização do surrogate Fiabilidade Medidas de perdas de pacotes usadas para definir a fiabilidade da CDN. Perspectiva do cliente e interna à CDN. Conjunto de empresas externas dedicadasà medidas de performance. Keynote Systems, Giga Information Group, etc RDC/ISEL-DEETC-SRT 32

33 Técnicas para obter as estatísticas Network Probing Monitorização das entidades que podem fazer pedidos (utilizadores). ICMP Echo-request enviados a partir dos surrogates Introduz latência, e por vezes pode não ser utilizado (Firewalls, IDS, QoS, etc.) Traffic Monitoring Monitoriza o tráfego entre os clientes e os surrogates Serve de feedback ao request-routing Feedback dos surrogates Obtido através de HTTP (por exemplo) Parâmetros Proximidade geográfica Proximidade da rede Latência Carga do servidor Performance do servidor RDC/ISEL-DEETC-SRT 33

01.00 CDNs Introdução

01.00 CDNs Introdução 01.00 CDNs Introdução Redes de Distribuição de Conteúdos Introdução A Web surgiu enquanto forma de partilha de conteúdos e serviços Aumento de utilizadores e conteúdos, aumenta a necessidade de largura

Leia mais

O endereço IP (v4) é um número de 32 bits com 4 conjuntos de 8 bits (4x8=32). A estes conjuntos de 4 bits dá-se o nome de octeto.

O endereço IP (v4) é um número de 32 bits com 4 conjuntos de 8 bits (4x8=32). A estes conjuntos de 4 bits dá-se o nome de octeto. Endereçamento IP Para que uma rede funcione, é necessário que os terminais dessa rede tenham uma forma de se identificar de forma única. Da mesma forma, a interligação de várias redes só pode existir se

Leia mais

Redes de Distribuição de Conteúdos (RDCs)

Redes de Distribuição de Conteúdos (RDCs) 1. Introdução Redes de Distribuição de Conteúdos (RDCs) Felipe Uderman 1 1 uderman@ic.uff.br Universidade Federal Fluminense O aumento crescente da popularidade dos serviços oferecidos através da Internet

Leia mais

4 Serviços de Aplicação

4 Serviços de Aplicação 4 Serviços de Aplicação A existência de um suporte de comunicação permite a interligação de diversos dispositivos e também a disponibilização de diversas aplicações que adicionam funcionalidades ao sistema.

Leia mais

Cap 03 - Camada de Aplicação Internet (Kurose)

Cap 03 - Camada de Aplicação Internet (Kurose) Cap 03 - Camada de Aplicação Internet (Kurose) 1. Qual a diferença entre um Programa de computador e um Processo dentro do computador? R. Processo é um programa que está sendo executado em uma máquina/host,

Leia mais

Sistemas de Nomes Planos

Sistemas de Nomes Planos Sistemas de Nomes Planos November 2, 2009 Sumário Sistemas de Nomes Planos e DHTs Chord Sistemas de Nomes Planos Tipicamente, sistemas de nomes à escala da Internet usam nomes estruturados hierarquicamente.

Leia mais

Chord. Tecnologias de Middleware. Fernando Martins - fmp.martins@gmail.com

Chord. Tecnologias de Middleware. Fernando Martins - fmp.martins@gmail.com Chord Tecnologias de Middleware 2006/2007 Fernando Martins - fmp.martins@gmail.com Tópicos Objectivo Motivação Peer-To-Peer Chord Descrição Geral Características Distintivas Comparação DNS Modelo do Sistema

Leia mais

Sistemas Distribuídos e Paralelos

Sistemas Distribuídos e Paralelos Sistemas Distribuídos e Paralelos Sistemas peer-to-peer Ricardo Mendão Silva Universidade Autónoma de Lisboa r.m.silva@ieee.org December 3, 2014 Ricardo Mendão Silva (UAL) Sistemas Distribuídos e Paralelos

Leia mais

-Apresentação pequena -Essencialmente, cobre os aspectos principais de funcionamento da Akamai CDN.

-Apresentação pequena -Essencialmente, cobre os aspectos principais de funcionamento da Akamai CDN. 1 -Apresentação pequena -Essencialmente, cobre os aspectos principais de funcionamento da Akamai CDN. 2 -Serviços cloud: aplicações, conteúdos, -150.000 servidores em 92 países. -Responsável por cerca

Leia mais

Capítulo 8 - Aplicações em Redes

Capítulo 8 - Aplicações em Redes Capítulo 8 - Aplicações em Redes Prof. Othon Marcelo Nunes Batista Mestre em Informática 1 de 31 Roteiro Sistemas Operacionais em Rede Modelo Cliente-Servidor Modelo P2P (Peer-To-Peer) Aplicações e Protocolos

Leia mais

Redes de Computadores (RCOMP 2014/2015)

Redes de Computadores (RCOMP 2014/2015) Redes de Computadores (RCOMP 2014/2015) Encaminhamento IPv4 Encaminhamento estático e encaminhamento dinâmico. Protocolos de encaminhamento: RIP, RIPv2, EIGRP e OSPF. Sistemas autónomos e redistribuição

Leia mais

Resumo. Introdução História Caracteristicas Exemplos Arquitetura Distribuição Vertical vs Distribuição Horizontal Segurança Conclusão

Resumo. Introdução História Caracteristicas Exemplos Arquitetura Distribuição Vertical vs Distribuição Horizontal Segurança Conclusão Peer 2 Peer (P2P) Resumo Introdução História Caracteristicas Exemplos Arquitetura Distribuição Vertical vs Distribuição Horizontal Segurança Conclusão O que é P2P? Introdução Tipo de arquitetura de rede

Leia mais

Improving Performance of the Internet - Cont. Orlando Pereira - m2371 Bruno Miguel Silva- m2359 João Prata - a15997

Improving Performance of the Internet - Cont. Orlando Pereira - m2371 Bruno Miguel Silva- m2359 João Prata - a15997 Improving Performance of the Internet - Cont. Orlando Pereira - m2371 Bruno Miguel Silva- m2359 João Prata - a15997 A question of Scale..D is tâncias l o ng as aume n t am a probabilidade de congestão

Leia mais

Redes - Internet. Sumário 26-09-2008. Aula 3,4 e 5 9º C 2008 09 24. } Estrutura baseada em camadas. } Endereços IP. } DNS -Domain Name System

Redes - Internet. Sumário 26-09-2008. Aula 3,4 e 5 9º C 2008 09 24. } Estrutura baseada em camadas. } Endereços IP. } DNS -Domain Name System Redes - Internet 9º C 2008 09 24 Sumário } Estrutura baseada em camadas } Endereços IP } DNS -Domain Name System } Serviços, os Servidores e os Clientes } Informação Distribuída } Principais Serviços da

Leia mais

& P2P. Serviços de Comunicações 2014/2015. Luiz Fernando Miguel Santos Tiago Oliveira

& P2P. Serviços de Comunicações 2014/2015. Luiz Fernando Miguel Santos Tiago Oliveira & P2P Serviços de Comunicações 2014/2015 Luiz Fernando Miguel Santos Tiago Oliveira O que é? Software muito famoso, especializado em videotelefonía por IP; Disponível para Windows, Linux, Android e mais..

Leia mais

Redes de Computadores. Trabalho de Laboratório Nº7

Redes de Computadores. Trabalho de Laboratório Nº7 Redes de Computadores Curso de Eng. Informática Curso de Eng. de Electrónica e Computadores Trabalho de Laboratório Nº7 Análise do tráfego na rede Protocolos TCP e UDP Objectivo Usar o Ethereal para visualizar

Leia mais

Sistemas Distribuídos

Sistemas Distribuídos Sistemas Distribuídos Modelos e arquitecturas 14/15 Sistemas Distribuídos 1 Modelos arquitecturais 14/15 Sistemas Distribuídos 2 Camadas de Software: o Middleware Aplicações Middleware Sistema Operativo

Leia mais

Servidor Proxy armazenamento em cache.

Servidor Proxy armazenamento em cache. Servidor Proxy Servidor Proxy Um modo bastante simples de melhorar o desempenho de uma rede é gravar páginas que foram anteriormente acessadas, caso venham a ser solicitadas novamente. O procedimento de

Leia mais

Redes de Distribuição de Conteúdos Enunciado do Trabalho Prático

Redes de Distribuição de Conteúdos Enunciado do Trabalho Prático Redes de Distribuição de Conteúdos Enunciado do Trabalho Prático Este trabalho pretende familiarizar os alunos com as redes de distribuição de conteúdos. Para tal terão de implementar diversos componentes

Leia mais

Wireshark. Captura de Protocolos da camada de aplicação. Maicon de Vargas Pereira

Wireshark. Captura de Protocolos da camada de aplicação. Maicon de Vargas Pereira Wireshark Captura de Protocolos da camada de aplicação Maicon de Vargas Pereira Camada de Aplicação Introdução HTTP (Hypertext Transfer Protocol) 2 Introdução Camada de Aplicação Suporta os protocolos

Leia mais

UFF-Fundamentos de Sistemas Multimídia. Redes de Distribuição de Conteúdo (CDN)

UFF-Fundamentos de Sistemas Multimídia. Redes de Distribuição de Conteúdo (CDN) Redes de Distribuição de Conteúdo (CDN) Objetivos da Apresentação Apresentar as arquiteturas de Redes de Distribuição de Conteúdo (CDN) com a ilustração de aplicações em ambientes corporativos e residenciais.

Leia mais

Capítulo 10 - Conceitos Básicos de Roteamento e de Sub-redes. Associação dos Instrutores NetAcademy - Julho de 2007 - Página

Capítulo 10 - Conceitos Básicos de Roteamento e de Sub-redes. Associação dos Instrutores NetAcademy - Julho de 2007 - Página Capítulo 10 - Conceitos Básicos de Roteamento e de Sub-redes 1 Protocolos Roteáveis e Roteados Protocolo roteado: permite que o roteador encaminhe dados entre nós de diferentes redes. Endereço de rede:

Leia mais

Guia de Conectividade Worldspan Go Res! A V A N Ç A D O

Guia de Conectividade Worldspan Go Res! A V A N Ç A D O Guia de Conectividade Worldspan Go Res! A V A N Ç A D O Í n d i c e Considerações Iniciais...2 Rede TCP/IP...3 Produtos para conectividade...5 Diagnosticando problemas na Rede...8 Firewall...10 Proxy...12

Leia mais

Módulo 9 Conjunto de Protocolos TCP/IP e endereçamento IP

Módulo 9 Conjunto de Protocolos TCP/IP e endereçamento IP CCNA 1 Conceitos Básicos de Redes Módulo 9 Conjunto de Protocolos TCP/IP e endereçamento IP Introdução ao TCP/IP 2 Modelo TCP/IP O Departamento de Defesa dos Estados Unidos (DoD) desenvolveu o modelo de

Leia mais

Redes de computadores e Internet

Redes de computadores e Internet Polo de Viseu Redes de computadores e Internet Aspectos genéricos sobre redes de computadores Redes de computadores O que são redes de computadores? Uma rede de computadores é um sistema de comunicação

Leia mais

Redes TCP/IP. Prof. M.Sc. Alexandre Fraga de Araújo. alexandref@ifes.edu.br. INSTITUTO FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO Campus Cachoeiro de Itapemirim

Redes TCP/IP. Prof. M.Sc. Alexandre Fraga de Araújo. alexandref@ifes.edu.br. INSTITUTO FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO Campus Cachoeiro de Itapemirim Redes TCP/IP alexandref@ifes.edu.br Camada de Redes (Continuação) 2 Camada de Rede 3 NAT: Network Address Translation restante da Internet 138.76.29.7 10.0.0.4 rede local (ex.: rede doméstica) 10.0.0/24

Leia mais

Redes de Computadores Grupo de Redes de Computadores

Redes de Computadores Grupo de Redes de Computadores Redes de Computadores Grupo de Redes de Computadores Interligações de LANs: Equipamentos Elementos de interligação de redes Aplicação Apresentação Sessão Transporte Rede Ligação Física LLC MAC Gateways

Leia mais

Redes de Computadores I Licenciatura em Eng. Informática e de Computadores 1 o Semestre, 26 de Outubro de 2005 1 o Teste A

Redes de Computadores I Licenciatura em Eng. Informática e de Computadores 1 o Semestre, 26 de Outubro de 2005 1 o Teste A Redes de Computadores I Licenciatura em Eng. Informática e de Computadores 1 o Semestre, 26 de Outubro de 2005 1 o Teste A Número: Nome: Duração: 1 hora O teste é sem consulta O teste deve ser resolvido

Leia mais

CONFIGURAÇÃO DO ACESSO REMOTO PARA HS-DHXX93 E HS-DHXX96

CONFIGURAÇÃO DO ACESSO REMOTO PARA HS-DHXX93 E HS-DHXX96 CONFIGURAÇÃO DO ACESSO REMOTO PARA HS-DHXX93 E HS-DHXX96 1 CONFIGURAR PARÂMETROS DE REDE DO DVR Para maior fiabilidade do acesso remoto é recomendado que o DVR esteja configurado com IP fixo (também pode

Leia mais

Arquitectura de Redes

Arquitectura de Redes Arquitectura de Redes Routing Dinâmico BGP Arq. de Redes - Pedro Brandão - 2004 1 BGP (Border Gateway Protocol) Os protocolos de encaminhamento exteriores foram criados para controlar o crescimento das

Leia mais

Introdução. Definição de um Sistema Distribuído (1) Definição de um Sistema Distribuído(2) Metas de Sistemas Distribuídos (2)

Introdução. Definição de um Sistema Distribuído (1) Definição de um Sistema Distribuído(2) Metas de Sistemas Distribuídos (2) Definição de um Sistema Distribuído (1) Introdução Um sistema distribuído é: Uma coleção de computadores independentes que aparecem para o usuário como um único sistema coerente. Definição de um Sistema

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Redes de Computadores Folha de Exercícios 2 Proposta de Resolução 1 Calcule o tempo total necessário para transmitir um ficheiro (transmission delay ou latência de transferência de extremo a extremo) com

Leia mais

1º Seminário de Software Livre Tchelinux Software Livre: leve adiante esta idéia. Soluções de Web Caching e Web Acceleration

1º Seminário de Software Livre Tchelinux Software Livre: leve adiante esta idéia. Soluções de Web Caching e Web Acceleration 1º Seminário de Software Livre Tchelinux Software Livre: leve adiante esta idéia Soluções de Web Caching e Web Acceleration Domingos Parra Novo domingosnovo@terra.com.br Tópicos Introdução O que são web

Leia mais

Existem muitos assuntos relacionados com o Skype. Logo, esta apresentação focar-seá essencialmente nos aspectos mais importantes sobre a arquitectura

Existem muitos assuntos relacionados com o Skype. Logo, esta apresentação focar-seá essencialmente nos aspectos mais importantes sobre a arquitectura 1 Existem muitos assuntos relacionados com o Skype. Logo, esta apresentação focar-seá essencialmente nos aspectos mais importantes sobre a arquitectura da rede e as funcionalidades do Skype. 2 3 4 PRÓS:

Leia mais

ENHANCED SERVER FAULT- TOLERANCE FOR IMPROVED USER EXPERIENCE. André Esteves nº3412 David Monteiro

ENHANCED SERVER FAULT- TOLERANCE FOR IMPROVED USER EXPERIENCE. André Esteves nº3412 David Monteiro ENHANCED SERVER FAULT- TOLERANCE FOR IMPROVED USER EXPERIENCE André Esteves nº3412 David Monteiro INTRODUÇÃO É proposto uma arquitectura de servidor Web dividida que tolera perfeitamente tanto falhas na

Leia mais

Apresentação de REDES DE COMUNICAÇÃO

Apresentação de REDES DE COMUNICAÇÃO Apresentação de REDES DE COMUNICAÇÃO Curso Profissional de Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos MÓDULO VIII Serviços de Redes Duração: 20 tempos Conteúdos (1) 2 Caraterizar, instalar

Leia mais

Sumário. Protocolos em Redes de Dados- Aula 05 -OSPF, IS-IS, IGRP e EIGRP p.4. Sub-redes to tipo NBMA NBMA

Sumário. Protocolos em Redes de Dados- Aula 05 -OSPF, IS-IS, IGRP e EIGRP p.4. Sub-redes to tipo NBMA NBMA Sumário Protocolos em Redes de Dados - Aula 05 - OSPF, IS-IS, IGRP e EIGRP Luís Rodrigues ler@di.fc.ul.pt OSPF. Suporte para diferentes tipos de redes. Encaminhamento hierárquico no OSPF. IS-IS. IGRP.

Leia mais

** Distance Vector - Trabalha com a métrica de Salto(HOP),. O protocolo que implementa o Distance Vector é o RIP.!

** Distance Vector - Trabalha com a métrica de Salto(HOP),. O protocolo que implementa o Distance Vector é o RIP.! Laboratório wireshark Número de sequencia: syn syn ack ack Cisco Packet Tracer Roteador trabalha em dois modos de operação: - Modo Normal - símbolo > - Modo Root - símbolo # ##################################################################

Leia mais

Sistemas Distribuídos na Web. Pedro Ferreira DI - FCUL

Sistemas Distribuídos na Web. Pedro Ferreira DI - FCUL Sistemas Distribuídos na Web Pedro Ferreira DI - FCUL Arquitetura da Web Criada por Tim Berners-Lee no CERN de Geneva Propósito: partilha de documentos Desde 1994 mantida pelo World Wide Web Consortium

Leia mais

Definição São sistemas distribuídos compostos de nós interconectados, aptos a se auto-organizar em topologias de rede, com o intuito de compartilhar

Definição São sistemas distribuídos compostos de nós interconectados, aptos a se auto-organizar em topologias de rede, com o intuito de compartilhar Redes Peer- Redes Peer- (P2P) São sistemas distribuídos nos quais os membros da rede são equivalentes em funcionalidade Permitem que os pares compartilhem recursos diretamente, sem envolver intermediários

Leia mais

Sistemas Distribuídos. Professora: Ana Paula Couto DCC 064

Sistemas Distribuídos. Professora: Ana Paula Couto DCC 064 Sistemas Distribuídos Professora: Ana Paula Couto DCC 064 Arquiteturas Capítulo 2 Agenda Estilos Arquitetônicos Arquiteturas de Sistemas Arquiteturas Centralizadas Arquiteturas Descentralizadas Arquiteturas

Leia mais

Aula 10 2004-2005 FCUL. Protocolos em Redes de Dados. Luís Rodrigues. redes. Engenharia de tráfego. Redundância. Regras de bom senso QBR, PBR, CBR

Aula 10 2004-2005 FCUL. Protocolos em Redes de Dados. Luís Rodrigues. redes. Engenharia de tráfego. Redundância. Regras de bom senso QBR, PBR, CBR Aula 10 e FCUL 2004-2005 .. Assegurando a conectividade É necessário assegurar a redundância na topologia. Deve ter-se como ponto de partida uma análise de custos da inacessibilidade. Definir quais os

Leia mais

M3 Redes de computadores avançado (36 horas - 48 TL)

M3 Redes de computadores avançado (36 horas - 48 TL) M3 Redes de computadores avançado (36 horas - 48 TL) Redes de Comunicação Ano lectivo 2013/2014 Camada de rede do modelo OSI Routers e portos de interface de routers (I) 2 Nesta camada imperam os routers.

Leia mais

Joao.Neves@fe.up.pt. João Neves 1. João Neves, 2007. João Neves, 2006 2

Joao.Neves@fe.up.pt. João Neves 1. João Neves, 2007. João Neves, 2006 2 Análise de Fluxos Joao.Neves@fe.up.pt João Neves, 2007 Análise de Fluxos João Neves, 2006 2 João Neves 1 Conceito de Fluxo O conceito de fluxo (fluxo de dados ou fluxo de tráfego) para uma ligação fim-a-fim

Leia mais

Utilizar o Cisco UC 320W com o Windows Small Business Server

Utilizar o Cisco UC 320W com o Windows Small Business Server Utilizar o Cisco UC 320W com o Windows Small Business Server Esta nota de aplicação explica como implementar o Cisco UC 320W num ambiente do Windows Small Business Server. Índice Este documento inclui

Leia mais

Consistência Eventual - Sistemas Distribuidos e Tolerância a Falhas

Consistência Eventual - Sistemas Distribuidos e Tolerância a Falhas Consistência Eventual Sistemas Distribuidos e Tolerância a Falhas Marco Bernardo Departamento de Informática Universidade da Beira Interior 25 de Maio de 2009 Descrição Geral 1 Introdução O Problema Definições

Leia mais

Definição São sistemas distribuídos compostos de nós interconectados, aptos a se auto-organizar em topologias de rede, com o intuito de compartilhar

Definição São sistemas distribuídos compostos de nós interconectados, aptos a se auto-organizar em topologias de rede, com o intuito de compartilhar Redes Peer-to-Peer Redes Peer-to to-peer Arquitetura de Redes P2P Integridade e Proteção Redes Peer-to-Peer (P2P) São sistemas distribuídos nos quais os membros da rede são equivalentes em funcionalidade

Leia mais

1.1 Porque um nível de aplicação proxy?

1.1 Porque um nível de aplicação proxy? 1.0 Introdução Os proxies são principalmente usados para permitir acesso à Web através de um firewall (fig. 1). Um proxy é um servidor HTTP especial que tipicamente roda em uma máquina firewall. O proxy

Leia mais

Componentes de um sistema de firewall - II. Segurança de redes

Componentes de um sistema de firewall - II. Segurança de redes Componentes de um sistema de firewall - II Segurança de redes O que são Bastion Hosts? Bastion host é o nome dado a um tipo especial de computador que tem funções críticas de segurança dentro da rede e

Leia mais

A máscara de sub-rede pode ser usada para dividir uma rede existente em "sub-redes". Isso pode ser feito para:

A máscara de sub-rede pode ser usada para dividir uma rede existente em sub-redes. Isso pode ser feito para: Fundamentos: A máscara de pode ser usada para dividir uma rede existente em "s". Isso pode ser feito para: 1) reduzir o tamanho dos domínios de broadcast (criar redes menores com menos tráfego); 2) para

Leia mais

Projeto de Redes de Computadores. Projeto do Esquema de Endereçamento e de Nomes

Projeto de Redes de Computadores. Projeto do Esquema de Endereçamento e de Nomes Projeto do Esquema de Endereçamento e de Nomes Lembrar a estrutura organizacional do cliente ajuda a planejar a atribuição de endereços e nomes O mapa topológico também ajuda, pois indica onde há hierarquia

Leia mais

ZyXEL ZyWALL 5/35/70 e PRT662HW: VPN IPSec IPs públicos dinâmicos

ZyXEL ZyWALL 5/35/70 e PRT662HW: VPN IPSec IPs públicos dinâmicos ZyXEL ZyWALL 5/35/70 e PRT662HW: VPN IPSec IPs públicos dinâmicos Sumário Como estabelecer uma ligação segura entre duas redes locais através da Internet usando ZyXEL ZyWALL e PRT662HW com IPs públicos

Leia mais

Servidor, Proxy e Firewall. Professor Victor Sotero

Servidor, Proxy e Firewall. Professor Victor Sotero Servidor, Proxy e Firewall Professor Victor Sotero 1 Servidor: Conceito Um servidor é um sistema de computação centralizada que fornece serviços a uma rede de computadores; Os computadores que acessam

Leia mais

Vodafone ADSL Station Manual de Utilizador. Viva o momento

Vodafone ADSL Station Manual de Utilizador. Viva o momento Vodafone ADSL Station Manual de Utilizador Viva o momento 3 4 5 5 6 6 7 8 9 12 12 14 16 17 18 19 20 21 22 22 23 23 24 24 24 25 26 27 Ligar o Router LEDs Configuração do Router Aceder à ferramenta de configuração

Leia mais

Modelo OSI, TCP/IP e outros protocolos de comunicação

Modelo OSI, TCP/IP e outros protocolos de comunicação Modelo OSI, TCP/IP e outros protocolos de comunicação 43 O Modelo OSI Para que sistemas diferentes possam comunicar em rede, é necessário garantir que todos eles respeitem as mesmas regras. Para isso,

Leia mais

Princípios de desenho do nível IP na Internet

Princípios de desenho do nível IP na Internet Princípios de desenho do nível IP na Internet 1. Ter a certeza que funciona. 2. Manter os protocolos simples. 3. Fazer escolhas claras. 4. Tirar proveito da modularidade. 5. Esperar heterogeneidade. 6.

Leia mais

Camada de Aplicação, sistemas de nomes de domínio, correio eletrônico e world wide web

Camada de Aplicação, sistemas de nomes de domínio, correio eletrônico e world wide web Camada de Aplicação, sistemas de nomes de domínio, correio eletrônico e world wide web Apresentação dos protocolos da camada de aplicação do modelo OSI. DNS É mais fácil de lembrar de um nome de host do

Leia mais

FACSENAC. Versão:1.5. Identificador do documento: Projeto Lógico de Redes. Versão do Template Utilizada na Confecção: 1.0. Histórico de revisões

FACSENAC. Versão:1.5. Identificador do documento: Projeto Lógico de Redes. Versão do Template Utilizada na Confecção: 1.0. Histórico de revisões FACSENAC ECOFROTA Documento de Projeto Lógico de Rede Versão:1.5 Data: 21/11/2013 Identificador do documento: Projeto Lógico de Redes Versão do Template Utilizada na Confecção: 1.0 Localização: FacSenac

Leia mais

Teleprocessamento e Redes

Teleprocessamento e Redes Teleprocessamento e Redes Aula 21: 06 de julho de 2010 1 2 3 (RFC 959) Sumário Aplicação de transferência de arquivos de/para um host remoto O usuário deve prover login/senha O usa duas conexões TCP em

Leia mais

TCP/IP TCP UDP IP HTTP HTTPS FTP TFTP TELNET POP3 IMAP SMTP SNMP DHCP

TCP/IP TCP UDP IP HTTP HTTPS FTP TFTP TELNET POP3 IMAP SMTP SNMP DHCP TCP/IP TCP UDP IP HTTP HTTPS FTP TFTP TELNET POP3 IMAP SMTP SNMP DHCP HTTP (Hypertext Transfer Protocol ) Protocolo usado na Internet para transferir as páginas da WWW (WEB). HTTPS (HyperText Transfer

Leia mais

Arquitecturas de Rede. para oferta de serviços de Vídeo a Pedido e IPTV. Engenharia de Redes de Comunicações

Arquitecturas de Rede. para oferta de serviços de Vídeo a Pedido e IPTV. Engenharia de Redes de Comunicações Arquitecturas de Rede para oferta de serviços de Vídeo a Pedido e IPTV Diogo Miguel Mateus Farinha Dissertação para obtenção do Grau de Mestre em Engenharia de Redes de Comunicações Júri Presidente: Professor

Leia mais

Sistemas Distribuídos: Conceitos e Projeto Estilos Arquitetônicos e Arquitetura Cliente/Servidor

Sistemas Distribuídos: Conceitos e Projeto Estilos Arquitetônicos e Arquitetura Cliente/Servidor Sistemas Distribuídos: Conceitos e Projeto Estilos Arquitetônicos e Arquitetura Cliente/Servidor Francisco José da Silva e Silva Laboratório de Sistemas Distribuídos (LSD) Departamento de Informática /

Leia mais

A camada de rede do modelo OSI

A camada de rede do modelo OSI A camada de rede do modelo OSI 1 O que faz a camada de rede? (1/2) Esta camada tem como função principal fazer o endereçamento de mensagens. o Estabelece a relação entre um endereço lógico e um endereço

Leia mais

Sistemas distribuídos:comunicação

Sistemas distribuídos:comunicação M. G. Santos marcela@estacio.edu.br Faculdade Câmara Cascudo - Estácio de Sá 16 de abril de 2010 Formas de comunicação Produtor-consumidor: comunicação uni-direccional, com o produtor entregando ao consumidor.

Leia mais

AGENTE PROFISSIONAL - ANALISTA DE REDES

AGENTE PROFISSIONAL - ANALISTA DE REDES Página 1 CONHECIMENTO ESPECÍFICO 01. Suponha um usuário acessando a Internet por meio de um enlace de 256K bps. O tempo mínimo necessário para transferir um arquivo de 1M byte é da ordem de A) 4 segundos.

Leia mais

Redes de Computadores LFG TI

Redes de Computadores LFG TI Redes de Computadores LFG TI Prof. Bruno Guilhen Camada de Aplicação Fundamentos Fundamentos Trata os detalhes específicos de cada tipo de aplicação. Mensagens trocadas por cada tipo de aplicação definem

Leia mais

Aplicações P2P. André Lucio e Gabriel Argolo

Aplicações P2P. André Lucio e Gabriel Argolo Aplicações P2P André Lucio e Gabriel Argolo Tópicos Internet Peer-to-Peer (Introdução) Modelos (Classificação) Napster Gnutella DHT KaZaA Razões para o Sucesso da Internet Capacidade de interligar várias

Leia mais

ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E GESTÃO

ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E GESTÃO ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E GESTÃO PROJECTO E INSTALAÇÃO DE REDES LOCAIS DE COMPUTADORES O Modelo TCP/IP: Camada Internet Discentes: Ricardo Alexandre Revez Costa, nº5963 Manuel José Terlica Revés,

Leia mais

Encaminhamento em redes instáveis. Localização de nós em redes Peer-to-Peer Napster Gnutella Chord

Encaminhamento em redes instáveis. Localização de nós em redes Peer-to-Peer Napster Gnutella Chord Encaminhamento em redes instáveis Encaminhamento em redes Ad Hoc Introdução Descoberta de rotas Manutenção de rotas Localização de nós em redes Peer-to-Peer Napster Gnutella Chord Encaminhamento em redes

Leia mais

Endereço de Rede. Comumente conhecido como endereço IP Composto de 32 bits comumente divididos em 4 bytes e exibidos em formato decimal

Endereço de Rede. Comumente conhecido como endereço IP Composto de 32 bits comumente divididos em 4 bytes e exibidos em formato decimal IP e DNS O protocolo IP Definir um endereço de rede e um formato de pacote Transferir dados entre a camada de rede e a camada de enlace Identificar a rota entre hosts remotos Não garante entrega confiável

Leia mais

Módulo 8 Ethernet Switching

Módulo 8 Ethernet Switching CCNA 1 Conceitos Básicos de Redes Módulo 8 Ethernet Switching Comutação Ethernet 2 Segmentação de Redes Numa Ethernet o meio de transmissão é compartilhado Só um nó pode transmitir de cada vez. O aumento

Leia mais

Relatório do 2º Guião Laboratorial de Avaliação: Encaminhamento de pacotes. Licenciatura: ETI Turma : ETC1 Grupo : rd2_t3_02 Data: 30/10/2009

Relatório do 2º Guião Laboratorial de Avaliação: Encaminhamento de pacotes. Licenciatura: ETI Turma : ETC1 Grupo : rd2_t3_02 Data: 30/10/2009 Licenciaturas em Informática e Gestão de Empresas, Engenharia de Telecomunicações e Informática e Engenharia Informática Redes Digitais II Relatório do 2º Guião Laboratorial de Avaliação: Encaminhamento

Leia mais

Alta Disponibilidade na IPBRICK

Alta Disponibilidade na IPBRICK Alta Disponibilidade na IPBRICK IPBRICK International 5 de Dezembro de 2012 1 Conteúdo 1 Introdução 3 1.1 Vantagens.................................... 3 2 Requisitos HA 4 3 Configuração HA 4 3.1 Serviço

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES I 2007/2008 LEIC - Tagus-Park TPC Nº 2. Avaliação sumária da matéria do Capítulo 2

REDES DE COMPUTADORES I 2007/2008 LEIC - Tagus-Park TPC Nº 2. Avaliação sumária da matéria do Capítulo 2 REDES DE COMPUTADORES I 2007/2008 LEIC - Tagus-Park TPC Nº 2 Avaliação sumária da matéria do Capítulo 2 Pergunta: 1 A figura (ver Anexo) ilustra três diagramas de mensagens referentes a pedidos que clientes

Leia mais

Visão geral sobre encaminhamento

Visão geral sobre encaminhamento Encaminhamento IP Resumo Algoritmos Escalabilidade 1 Visão geral sobre encaminhamento Forwarding vs Routing forwarding: processo de seleccionar uma porta de saída baseado no endereço de destino e na tabela

Leia mais

Prof. Luiz Fernando Bittencourt MC714. Sistemas Distribuídos 2 semestre, 2013

Prof. Luiz Fernando Bittencourt MC714. Sistemas Distribuídos 2 semestre, 2013 MC714 Sistemas Distribuídos 2 semestre, 2013 Virtualização - motivação Consolidação de servidores. Consolidação de aplicações. Sandboxing. Múltiplos ambientes de execução. Hardware virtual. Executar múltiplos

Leia mais

DNS DOMAIN NAME SYSTEM

DNS DOMAIN NAME SYSTEM FRANCISCO TESIFOM MUNHOZ 2007 Índice 1 DNS DOMAIN NAME SYSTEM 3 2 PROXY SERVER 6 3 DHCP DYNAMIC HOST CONFIGURATION PROTOCOL 7 4 FIREWALL 8 4.1 INTRODUÇÃO 8 4.2 O QUE É FIREWALL 9 4.3 RAZÕES PARA UTILIZAR

Leia mais

Mestrado em Segurança da Informação e Direito no Ciberespaço

Mestrado em Segurança da Informação e Direito no Ciberespaço Escola Naval Mestrado em Segurança da Informação e Direito no Ciberespaço Segurança da informação nas organizações Supervisão das Politicas de Segurança Computação em nuvem Fernando Correia Capitão-de-fragata

Leia mais

Capítulo II Modelos de Programação Distribuída (parte 2)

Capítulo II Modelos de Programação Distribuída (parte 2) Capítulo II Modelos de Programação Distribuída (parte 2) From: Coulouris, Dollimore and Kindberg Distributed Systems: Concepts and Design Edition 3, Addison-Wesley From: Cardoso, Jorge, Programação de

Leia mais

Copyright 2001-2005 GrupoPIE Portugal, S.A.

Copyright 2001-2005 GrupoPIE Portugal, S.A. ComServer ComServer Linux A Restauração do Séc. XXI Copyright 2001-2005 GrupoPIE Portugal, S.A. 1. WinREST ComServer...5 1.1. Licença...5 1.2. Instalação e upgrade...6 1.3. Licenciamento...7 1.4. Interface...8

Leia mais

1.1 A abordagem seguida no livro

1.1 A abordagem seguida no livro 1- Introdução A área de administração de sistemas e redes assume cada vez mais um papel fundamental no âmbito das tecnologias da informação. Trata-se, na realidade, de uma área bastante exigente do ponto

Leia mais

Aula 03 Introdução ao encaminhamento 2004-2005

Aula 03 Introdução ao encaminhamento 2004-2005 Aula 03 Introdução ao encaminhamento V1 V2 FCUL 2004-2005 Sumário Introdução ao encaminhamento. Distance Vector Routing. Link State Routing.. (Nota: a maioria das figuras foram retiradas de A. Tanenbaum

Leia mais

PEER DATA MANAGEMENT SYSTEM

PEER DATA MANAGEMENT SYSTEM PEER DATA MANAGEMENT SYSTEM INTRODUÇÃO, INFRA-ESTRUTURA E MAPEAMENTO DE ESQUEMAS AGENDA Data Management System Peer Data Management System P2P Infra-estrutura Funcionamento do PDMS Mapeamento de Esquemas

Leia mais

Redes de Comunicações. Redes de Comunicações

Redes de Comunicações. Redes de Comunicações Capítulo 0 Introdução 1 Um pouco de história Século XVIII foi a época dos grandes sistemas mecânicos Revolução Industrial Século XIX foi a era das máquinas a vapor Século XX principais conquistas foram

Leia mais

Sistemas Multimédia. Arquitectura Protocolar Simples Modelo OSI TCP/IP. Francisco Maia famaia@gmail.com. Redes e Comunicações

Sistemas Multimédia. Arquitectura Protocolar Simples Modelo OSI TCP/IP. Francisco Maia famaia@gmail.com. Redes e Comunicações Sistemas Multimédia Arquitectura Protocolar Simples Modelo OSI TCP/IP Redes e Comunicações Francisco Maia famaia@gmail.com Já estudado... Motivação Breve História Conceitos Básicos Tipos de Redes Componentes

Leia mais

Rede Local - Administração Serviços e Aplicações de Suporte

Rede Local - Administração Serviços e Aplicações de Suporte Rede Local - Administração Serviços e Aplicações de Suporte Formador: Miguel Neto (migasn@gmailcom) Covilhã - Novembro 05, 2015 Nesta sessão Nesta sessão serão abordadas algumas aplicações e serviços que

Leia mais

Sistemas Distribuídos

Sistemas Distribuídos Sistemas Distribuídos Comunicação de Grupos Peer to Peer Comunicação de Grupos Modelos Anteriores - Comunicação envolvia somente duas partes. RPC não permite comunicação de um processo com vários outros

Leia mais

Capítulo 8. Sistemas com Múltiplos Processadores. 8.1 Multiprocessadores 8.2 Multicomputadores 8.3 Sistemas distribuídos

Capítulo 8. Sistemas com Múltiplos Processadores. 8.1 Multiprocessadores 8.2 Multicomputadores 8.3 Sistemas distribuídos Capítulo 8 Sistemas com Múltiplos Processadores 8.1 Multiprocessadores 8.2 Multicomputadores 8.3 Sistemas distribuídos 1 Sistemas Multiprocessadores Necessidade contínua de computadores mais rápidos modelo

Leia mais

Prof. Luiz Fernando Bittencourt MC714. Sistemas Distribuídos 2 semestre, 2014

Prof. Luiz Fernando Bittencourt MC714. Sistemas Distribuídos 2 semestre, 2014 MC714 Sistemas Distribuídos 2 semestre, 2014 Nomeação Nomeação Compartilhar recursos, identificar entidades de maneira única, fazer referência a localizações... Resolução de nomes Espaço de nomes e implementação

Leia mais

DNS - Domain Name System

DNS - Domain Name System 1 of 8 28-07-2011 9:21 DNS - Domain Name System Introdução Componentes dum sistema DNS Zonas e Domínios Resolução DNS Vs. WINS Ferramentas Introdução Na Internet, para que as máquinas possam comunicar

Leia mais

Sistemas Distribuídos. Professora: Ana Paula Couto DCC 064

Sistemas Distribuídos. Professora: Ana Paula Couto DCC 064 Sistemas Distribuídos Professora: Ana Paula Couto DCC 064 Sistemas Distribuídos Basedos na Web Capítulo 12 Agenda Arquitetura Processos Comunicação Nomeação Sincronização Consistência e Replicação Introdução

Leia mais

Capítulo I Introdução aos Sistemas Distribuídos

Capítulo I Introdução aos Sistemas Distribuídos Capítulo I Introdução aos Sistemas Distribuídos From: Wolfgang Emmerich Engineering Distributed Objects John Wiley & Sons, Ltd 2000 From: Coulouris, Dollimore and Kindberg Distributed Systems: Concepts

Leia mais

Aula 13 Mobilidade 2004-2005

Aula 13 Mobilidade 2004-2005 Aula 13 Mobilidade FCUL 2004-2005 . Encaminhamento em redes ad hoc Permitir que um nó esteja sempre acessível usando o mesmo endereço, independentemente da sua localização física. Problema: O endereço

Leia mais

Kemp LoadMaster Guia Prático

Kemp LoadMaster Guia Prático Kemp LoadMaster Guia Prático 2014 v1.1 Renato Pesca renato.pesca@alog.com.br 1. Topologias One Armed Balancer Figura 1: Topologia single-armed. Esta topologia mostra que as máquinas reais fazem parte da

Leia mais

Redes de Computadores. Trabalho de Laboratório Nº3

Redes de Computadores. Trabalho de Laboratório Nº3 Redes de Computadores Curso de Eng. Informática Curso de Eng. Electrotécnica e Computadores Trabalho de Laboratório Nº3 Rede Ponto-a-Ponto; Rede Cliente-Servidor; WAN básica com Routers 1 Objectivo Criar

Leia mais

REDES ESAF. leitejuniorbr@yahoo.com.br 1 Redes - ESAF

REDES ESAF. leitejuniorbr@yahoo.com.br 1 Redes - ESAF REDES ESAF 01 - (ESAF - Auditor-Fiscal da Previdência Social - AFPS - 2002) Um protocolo é um conjunto de regras e convenções precisamente definidas que possibilitam a comunicação através de uma rede.

Leia mais

Documento: Treinamentos pfsense Versão do documento: 2014. Treinamentos pfsense. Página 1 de 10

Documento: Treinamentos pfsense Versão do documento: 2014. Treinamentos pfsense. Página 1 de 10 Treinamentos pfsense Página 1 de 10 Definições, Acrônimos e Abreviações Abreviação / Sigla WAN LAN UTM pfsense BGP Descrição Wide Area Network - Rede de longa distância (interface de rede para links de

Leia mais

Packet Tracer 4.0: Overview Session. Conceitos e práticas

Packet Tracer 4.0: Overview Session. Conceitos e práticas Packet Tracer 4.0: Overview Session Conceitos e práticas Processo de Flooding ou Inundação envia informações por todas as portas, exceto aquela em que as informações foram recebidas; Cada roteador link-state

Leia mais

Comunicando através da rede

Comunicando através da rede Comunicando através da rede Fundamentos de Rede Capítulo 2 1 Estrutura de Rede Elementos de comunicação Três elementos comuns de comunicação origem da mensagem o canal destino da mensagem Podemos definir

Leia mais