AVALIAÇÃO CONTINUADA DA GESTÃO PÚBLICA. Repertório

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "AVALIAÇÃO CONTINUADA DA GESTÃO PÚBLICA. Repertório"

Transcrição

1 AVALIAÇÃO CONTINUADA DA GESTÃO PÚBLICA Repertório

2 Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva Ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão Guido Mantega Secretário-Executivo Nelson Machado Secretário de Gestão, interino Luís Hiroshi Sakamoto

3

4 MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO ORÇAMENTO E GESTÃO SECRETARIA DE GESTÃO ESPLANADA DOS MINISTÉRIOS, BLOCO K 4º ANDAR CEP: Brasília DF FONES: (61) FAX: (61) Diretor do Departamento de Programas de Gestão Paulo Daniel Barreto Lima Equipe Técnica Ana Cristina Angelo Bergamaschi André Ribeiro Ferreira Andrey Vilas Boas de Freitas Gustavo Pereira Angelim Lúcia Müssnich Barreto Alves Luciano Rodrigues Maia Pinto Nivia Leichtveis Carapeba É permitida a reprodução total ou parcial desde que citada a fonte. NORMALIZAÇÃO: DIBIB/CODIN/SPOA Brasil. Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. Secretaria de Gestão. Avaliação Continuada da Gestão Pública: Repertório / Secretaria de Gestão. Brasília: MP, SEGES, p. 1. Administração pública 2. Gestão administrativa I. Título CDU 35

5 Sumário Apresentação Qualidade e Desburocratização A estratégia de transformação Forma de atuação da Qualidade e Desburocratização Apoio às organizações Gestão governamental e gestão organizacional O Caminho da Excelência em Gestão Pública O Caminho para a gestão de excelência Fundamentos da excelência em gestão pública Legalidade Moralidade Impessoalidade Publicidade Eficiência Excelência dirigida ao cidadão Gestão participava Gestão baseada em processos e informações Valorização das pessoas Visão de futuro Aprendizado organizacional Agilidade Foco em resultados Inovação Controle Social O modelo de excelência em gestão pública Avaliação Continuada da Gestão Pública Visão geral do sistema de avaliação continuada da gestão pública O ciclo de avaliação: ações Auto-avaliação Planejamento para a melhoria da gestão Implementação do plano Acompanhamento e controle Ações corretivas em tempo de execução Reinício do ciclo Auto-avaliação da Gestão Visão geral da auto-avaliação Indicação dos facilitadores internos Capacitação dos facilitadores internos Planejamento da auto-avaliação Perfil da organização 26

6 4.6 Avaliação das práticas de gestão e dos resultados Avaliação das práticas de gestão (1.1 a 6.4) Avaliação dos resultados (7.1 a 7.6) Pontuação Global da gestão da organização Validação Certificação Planejamento da Mellhoria da Gestão O instrumento de planejamento gerencial O processo de planejamento da melhoria - passo a passo Priorização das oportunidades de melhoria Definição das metas de melhoria Elaboração do Plano de Melhoria da Gestão - PMG Definição do Sistema de Acompanhamento do Plano Elaboração do plano de comunicação Elaboração do plano de capacitação Base Conceitual e Interpretativa da Avaliação da Gestão Pública O que é a base conceitual e interpretativa do sistema de avaliação Conceitos e termos utilizados no sistema de avaliação Liderança Estratégias e planos Cidadãos e sociedade Informação e conhecimento Pessoas Processos Resultados Glossário 104

7 AVALIAÇÃO CONTINUADA DA GESTÃO PÚBLICA Apresentação O grande desafio da qualidade na gestão e na prestação dos serviços públicos é a transformação das práticas de gestão voltadas excessivamente para procedimentos, normas e relatórios e pouco direcionadas para a produção de resultados efetivos. Entenda-se por resultados efetivos aqueles bens ou serviços produzidos por uma organização pública capazes de reduzir ou eliminar problemas ou de acrescentar benefícios e valores desejados pela sociedade. Em ambos os casos, uma gestão organizacional capaz de promover, no âmbito de sua missão institucional, a qualidade de vida a patamares cada vez mais elevados. O Repertório reúne informações, conceitos, fundamentos, métodos e técnicas para orientar as organizações públicas brasileiras nos processos de avaliação e melhoria da gestão e de elaboração e implementação de planos de melhoria da gestão. Este Repertório pode servir a organizações com vários ciclos de gestão realizados, que utilizam diretamente o Instrumento para Avaliação da Gestão Pública, mas atende, principalmente, àquelas organizações públicas que estão iniciando seu primeiro ciclo de avaliação e melhoria, utilizando o Manual para Avaliação da Gestão Pública. Aproveitamos a oportunidade para agradecer a todos que contribuíram para chegarmos ao estado da arte da gestão apresentado neste documento e, antecipadamente, agradecer, também, àqueles que disseminarão às organizações públicas brasileiras os conhecimentos aqui contidos, dando a sua insubstituível contribuição à transformação da gestão pública brasileira. QUALIDADE E DESBUROCRATIZAÇÃO A gestão pública a serviço de todos os brasileiros 7

8 AVALIAÇÃO CONTINUADA DA GESTÃO PÚBLICA 1 Qualidade e Desburocratização 1.1 A estratégia de transformação A Qualidade no Serviço Público PQSP e a Desburocratização d, são em essência duas grandes estratégias nacionais voltadas para um objetivo comum: promover a qualidade dos serviços públicos e das ações do Estado, tendo em vista a satisfação do cidadão e a melhoria da qualidade de vida no País. São Estratégias que atuam diretamente nas organizações públicas mobilizando e apoiando as ações de melhoria das práticas de gestão e da qualidade do atendimento ao cidadão; sensibilizando diretamente o cidadão para o exercício do controle social, da participação e avaliação do grau de satisfação e insatisfação com os serviços prestados pelo Estado. O objetivo maior das duas estratégias é implantar uma gestão pública voltada para resultados; que coloque a burocracia necessária (rotinas, normas e controles) a serviço do cidadão e de forma transparente, participativa e indutora do controle social. O quadro a seguir mostra as ações desenvolvidas pela Qualidade e Desburocratização a partir da estratégia comum de mobilização, pois uma transformação que busca rever valores, atitudes e hábitos não tem chance de sucesso se não for pela adesão que vem pela informação, pela sensibilização, pela motivação e, por fim, se efetiva com o compromisso. Qualidade Desburocratização Mobilização Avaliação continuada da gestão; Desenvolvimento da gestão organizacional Avaliação continuada da política pública Prêmio Nacional da Gestão Pública PQGF. Simplificação de procedimentos e normas; Padrões de qualidade de atendimento ao cidadão; Avaliação da satisfação dos usuários do serviço público; Atendimento integrado. 8

9 Repertório 1.2 Forma de atuação da Qualidade e da Desburocratização Embora não atuem linearmente, as estratégias têm uma trajetória cuja força principal não reside em uma ação isolada, mas na sinergia que advém do conjunto dessas ações. Para efeito de apresentação, visando facilitar a compreensão sobre a forma de atuação da Qualidade e Desburocratização junto às organizações, optamos por aproveitar o encadeamento natural das ações para apresentá-las em forma de um diagrama do fluxo de ações coordenados pelo Departamento de Programas de Gestão. É importante observar, no entanto, que uma organização poderá iniciar sua participação nas estratégias da Qualidade e da Desburocratização por qualquer uma de suas ações. Qualidade e Desburocratização Gerência Executiva Mobilização Auto-avaliação Melhoria da Gestão Rede Nacional da Gestão Pública Simplificação de Processos e Normas Estabelecimento de Padrões de Atendimento Avaliação da Satisfação de Usuários Atendimento Integrado ao Cidadão Prêmio Nacional da Gestão Pública Organização Públicas Brasileiras Cidadãos e Sociedade 9

10 AVALIAÇÃO CONTINUADA DA GESTÃO PÚBLICA 1.3 O Apoio da Qualidade e da Desburocratização às Organizações O apoio da Qualidade no Serviço Público e da Desburocratização às organizações parte da premissa de que uma organização comprometida com a melhoria da sua gestão, efetivamente interessada em orientá-la para resultados e para o cidadão e que tem no seu dirigente máximo o principal patrocinador, tem uma contrapartida a dar em termos de destinação de recursos, não apenas financeiros, mas, principalmente, de tempo de seus servidores. À Qualidade e à Desburocratização cabe mobilizar e capacitar servidores e organizações para: Implementar ciclos contínuos de avaliação da gestão; Elaborar o plano de melhoria da gestão; Estabelecer e divulgar padrões de qualidade de atendimento ao cidadão; Desburocratizar processos e normas; Implementar a avaliação sistemática da satisfação dos usuários do serviço público; Reconhecer e premiar as organizações públicas com qualidade em gestão. À organização cabe a contrapartida da busca e implementação de soluções que a tornem continuamente melhor em gestão e em resultados. Tal entendimento implica, necessariamente, a destinação, por parte de cada organização, de algum recurso para operacionalizar as ações de melhoria. As organizações terão à disposição dois tipos de atividades relativas à educação para a qualidade e desburocratização: Sensibilização para a qualidade da gestão: mediante palestras de sensibilização feitas, periodicamente, em diversas localidades do país para organizações interessadas nesta Estratégia. Eventualmente, caso a organização deseje, um consultor da Qualidade poderá realizar um evento de sensibilização dirigido especificamente ao seu público interno e nesse caso, as despesas de diária, passagem e transporte local dele ficam por conta da organização solicitante do evento. Preparação da organização: para a avaliação, para o planejamento da melhoria, para implementar padrões, para a desburocratização de processos e normas e para a avaliação da satisfação dos seus usuários. A preparação da organização será oferecida periodicamente pela Qualidade & Desburocratização em turmas mistas (várias organizações), formadas 10

11 Repertório por servidores indicados de cada organização. A capacitação é gratuita, cabendo à organização apenas as despesas de deslocamento dos seus servidores, quando for o caso. As organizações terão inscrição garantida uma única vez em cada modalidade de capacitação oferecida. Caberá a cada organização a disseminação às suas diversas unidades dos conhecimentos apresentados no curso e por esse motivo é muito importante que os servidores indicados para participarem desses eventos, sejam pessoas com fluência verbal e escrita, com bom relacionamento interpessoal e que exerçam um certo grau de liderança junto aos servidores da organização. 1.4 Gestão governamental e gestão organizacional Quando se fala em gestão governamental e gestão organizacional é preciso caracterizar bem essas duas dimensões a partir do correto entendimento do que é governo e do que é organização. Governo representa a condução política do Estado. É constituído por pessoas escolhidas pela sociedade para atuarem por períodos de tempo limitado. A organização pública é uma estrutura formal de cargos e funções instituída para o cumprimento de uma determinada missão. O conjunto de organizações do Estado, segundo o artigo 37 da Constituição Federal, é a administração pública, a quem cabe a condução técnica do Estado. Assim sendo, quando se fala em gestão governamental, trata-se da gestão de programas de governo, definidos para executar um conjunto de políticas demandadas pela sociedade em um determinado momento. Trata-se, também, de leis, diretrizes e normas que regem a gestão de todas as organizações da administração pública e não apenas uma organização específica. Por outro lado, quando se fala em gestão organizacional, trata-se da gestão dos recursos de toda ordem que uma organização dispõe para cumprir sua missão institucional, de natureza técnica, mas voltada para apoiar os sucessivos governos na execução de suas políticas. É neste espaço organizacional que a estratégia da Qualidade no Serviço Público tem seu centro prático de ação. A gestão governamental pode ser descrita com a dimensão superior da gestão do Estado, onde a administração pública, orientada pelas políticas públicas formuladas pelos sucessivos governos, dá viabilidade técnica e legal às ações necessárias à consecução dessas políticas. 11

12 AVALIAÇÃO CONTINUADA DA GESTÃO PÚBLICA 2 O Caminho da Excelência em Gestão Pública 2.1 O Caminho para a gestão de excelência Para as organizações públicas o ponto inicial do caminho até a gestão de excelência é a realidade de uma gestão excessivamente burocratizada, voltada para si mesma, onde o conceito de boa gestão está em cumprir rotinas e obedecer a normas. A partir desse ponto inicial é preciso trabalhar no sentido inverso da gestão burocrática: em lugar de estabelecer novas rotinas, de aprovar novas normas e realocar pessoas, o caminho para a gestão de excelência começa por convencer as pessoas das mudanças, negociar com elas as metas da transformação, praticar a mudança, avaliar resultados e só depois e se for necessário rever rotinas, racionalizar as normas e realocar as pessoas. O destino desse trajeto é a gestão com qualidade, que nada mais é do que fazer certo o que é certo, já na primeira vez, com qualidade de atendimento. Da gestão com qualidade para a gestão de excelência, o trajeto consiste em refinar e aperfeiçoar as conquistas obtidas no trajeto anterior: fundamentalmente quer dizer aprender com o que foi feito, com as práticas de gestão implantadas; buscar referenciais comparativos adequados para que a gestão da organização atinja o patamar da excelência, ou seja, uma gestão que leva a organização a ser referência naquilo que faz. 2.2 Fundamentos da excelência em gestão pública Os fundamentos da gestão pública de excelência são valores essenciais que caracterizam uma gestão pública como de excelência. Não são leis, normas ou técnicas, são valores que precisam ser paulatinamente internalizados até se tornarem definidores da gestão de uma organização. Para a maioria das organizações públicas, alguns ou todos os fundamentos aqui apresentados ainda não são valores porque não internalizados. São apenas objetivos, fazem parte de uma visão futura da prática gerencial desejada. À medida que forem transformados em orientadores das práticas de gestão, tornar-se-ão gradativamente hábitos, e por fim valores inerentes à cultura organizacional. O Modelo de Excelência em Gestão Pública foi concebido a partir da premissa de que é preciso ser excelente sem deixar de ser público. 12

13 Repertório Esse Modelo, portanto, deve estar alicerçado em fundamentos próprios da natureza pública das organizações e em fundamentos próprios da gestão de excelência contemporânea. Juntos, esses fundamentos definem o que se entende hoje por excelência em gestão pública. Os primeiros fundamentos são constitucionais (2.2.1 a 2.2.5) e encontram-se no Artigo 37 da Constituição Federal e complementada pela Emenda Constitucional nº 32. Orientados por esses fundamentos constitucionais integram a base de sustentação do Modelo de Excelência em Gestão Pública os fundamentos que sustentam o conceito contemporâneo de uma gestão de excelência (2.2.6 a ): Legalidade Estrita obediência à lei; nenhum resultado poderá ser considerado bom, nenhuma gestão poderá ser reconhecida como de excelência à revelia da lei. Muitas vezes percebe-se que um determinado instrumento legal não contribui para a qualidade de um serviço. Nesses casos, é preciso demandar a mudança da lei e não descumpri-la sob o pretexto de inadequabilidade, obsolescência ou outro qualquer. Em situações como essas se passa a atuar na dimensão governamental, onde é possível propor e mudar leis Moralidade Pautar a gestão pública por um código moral. Não se trata de ética (no sentido de princípios individuais, de foro íntimo), mas de princípios morais de aceitação pública Impessoalidade Não fazer acepção de pessoas. O tratamento diferenciado restringe-se apenas aos casos previstos em lei. A cortesia, a rapidez no atendimento, a confiabilidade e o conforto são valores de um serviço público de qualidade e devem ser agregados a todos os usuários indistintamente. Em se tratando de organização pública todos os seus usuários são preferenciais, são pessoas muito importantes Publicidade Ser transparente, dar publicidade aos dados e fatos. Essa é uma forma eficaz de indução do controle social Eficiência Fazer o que precisa ser feito com o máximo de qualidade ao menor custo possível. Não se trata de redução de custo a qualquer custo, mas de buscar a melhor relação entre qualidade do serviço e a qualidade do gasto. 13

14 AVALIAÇÃO CONTINUADA DA GESTÃO PÚBLICA Excelência dirigida ao cidadão A excelência em gestão pública pressupõe atenção prioritária ao cidadão e à sociedade na condição de usuários de serviços públicos e destinatários da ação decorrente do poder de Estado exercido pelas organizações públicas. As organizações públicas, mesmo aquelas que prestam serviços exclusivos de Estado, devem submeter-se à avaliação de seus usuários, obtendo o conhecimento necessário para gerar produtos e serviços de valor para esses cidadãos e com isso proporcionar-lhes maior satisfação. Este fundamento envolve não apenas o cidadão individualmente, mas todas as formas pelas quais se faça representar: empresas, associações, organizações e representações comunitárias. A qualidade da gestão das organizações que exercem poder de Estado é crítica para o sistema competitivo do país e, em parte, determinam o grau dessa competitividade Gestão participativa O estilo da gestão pública de excelência é participativo. Isso determina uma atitude gerencial de liderança que busque o máximo de cooperação das pessoas, reconhecendo a capacidade e o potencial diferenciado de cada um e harmonizando os interesses individuais e coletivos, a fim de conseguir a sinergia das equipes de trabalho. Uma gestão participativa genuína requer cooperação, compartilhamento de informações e confiança para delegar, dando autonomia para atingir metas. Como resposta, as pessoas tomam posse dos desafios e dos processos de trabalho dos quais participam, tomam decisões, criam, inovam e dão à organização um clima organizacional saudável Gestão baseada em processos e informações O centro prático da ação da gestão pública de excelência é o processo, entendido como um conjunto de atividades inter-relacionadas ou interativas que transforma insumos (entradas) em produtos/serviços (saídas) com alto valor agregado. Gerenciar um processo significa planejar, desenvolver e executar as suas atividades e avaliar, analisar e melhorar seus resultados, proporcionando melhor desempenho à organização. A gestão de processos permite a transformação das hierarquias burocráticas em redes de unidades de alto desempenho. Os fatos e dados gerados em cada um desses processos, bem como os obtidos externamente à organização se transformam em informações que assessoram a tomada de decisão e alimentam a produção de conhecimentos. Esses conhecimentos dão à organização pública alta capacidade para agir e poder para inovar. 14

15 Repertório Valorização das pessoas As pessoas fazem a diferença quando o assunto é o sucesso de uma organização. A valorização das pessoas pressupõe dar autonomia para o atingimento das metas e criar oportunidades de aprendizado, desenvolvimento das potencialidades e reconhecimento pelo bom desempenho Visão de futuro A busca da excelência nas organizações públicas é diretamente relacionada à sua capacidade de estabelecer um estado futuro desejado que dê coerência ao processo decisório e que permita à organização antecipar-se às novas necessidades e expectativas dos cidadãos e da sociedade. A visão de futuro, pressupõe a constância de propósitos. Outra essência é agir persistentemente, de forma contínua, para que as ações do dia-a-dia da organização contribuam para a construção do futuro almejado. É preciso ir além dos problemas e procurar novas oportunidades para a organização. Isso é um processo contínuo e inesgotável que engloba tanto as melhorias incrementais, como as inovações e a ruptura de práticas que deixam de ser necessárias, apesar da competência da organ ização em realizá-las. A visão de futuro indica o rumo para a organização, a constância de propósitos a mantém nesse rumo Aprendizado organizacional O aprendizado deve ser internalizado na cultura organizacional tornando-se parte do trabalho diário em quaisquer de suas atividades, seja na constante busca da eliminação da causa de problemas, na busca de inovações e na motivação das pessoas pela própria satisfação de executarem suas atividades sempre da melhor maneira possível. É importante destacar que este fundamento é transversal a todos os Critérios e Itens, ou seja a toda a organização. Isto significa que independentemente do processo produtivo, da prática de gestão ou do padrão de trabalho, o aprendizado deve acontecer de maneira sistêmica Agilidade A postura pró-ativa está relacionada à noção de antecipação e resposta rápida às mudanças do ambiente. Para tanto, a organização precisa antecipar-se no atendimento às novas demandas dos seus usuários e das demais partes interessadas. Papel importante desempenha a organização pública formuladora de políticas públicas na medida em que percebe os sinais do ambiente e consegue antecipar-se 15

16 AVALIAÇÃO CONTINUADA DA GESTÃO PÚBLICA evitando problemas e/ou aproveitando oportunidades. A resposta rápida agrega valor à prestação dos serviços públicos e aos resultados do exercício do poder de Estado Foco em resultados O resultado é a materialização de todo o esforço da organização para o atendimento das necessidades de todas as partes interessadas. O sucesso de uma organização é avaliado por meio de resultados medidos por um conjunto de indicadores que devem refletir as necessidades de todas as partes interessadas Inovação Inovação significa fazer mudanças significativas para melhorar os processos, serviços e produtos da organização e criar novos valores para as partes interessadas da organização. A inovação levará a organização a novas dimensões de desempenho. Ela não diz respeito somente às áreas de pesquisa e desenvolvimento, mas abrange todos os aspectos e processos da organização. As organizações devem ser conduzidas e gerenciadas de forma que a inovação se torne parte da cultura Controle social A gestão das organizações públicas tem que estimular o cidadão e a própria sociedade a exercer ativamente o seu papel de guardiãs de seus direitos e de seus bens comuns. Nesse sentido, a boa gestão pública pressupõe a criação de canais efetivos de participação do cidadão nas decisões públicas, na avaliação dos serviços, inclusive na avaliação da atuação da organização relativamente aos impactos que possa causar à saúde pública, à segurança e ao meio ambiente. 2.3 O modelo de excelência em gestão pública A compreensão de que o maior desafio do setor público brasileiro é de natureza gerencial, fez com que, na década de 90, se buscasse um novo modelo de gestão pública focado em resultados e orientado para o cidadão. Esse modelo de gestão pública deveria orientar as organizações nessa transformação gerencial e, ao mesmo tempo, permitir avaliações comparativas de desempenho entre organizações públicas brasileiras e estrangeiras e mesmo com empresas e demais organizações do setor privado. Em 1997, o Programa optou pelos Critérios de Excelência utilizados no Brasil e em diversos países, cujos fundamentos representam o estado da arte em gestão. 16

17 Repertório A adoção sem adaptação dos modelos utilizados pelos prêmios e sistemas existentes mostra-se inadequada para parte das organizações públicas, principalmente para aquelas integrantes da administração direta, em função da natureza dessas organizações e da linguagem empresarial, adotada por esses modelos. A estratégia utilizada pelo Programa da Qualidade no Serviço Público foi de adaptação da linguagem, buscando respeitar a natureza pública das organizações que integram o aparelho do Estado brasileiro e, ao mesmo tempo, interpretando os conceitos de gestão e preservando as características que definem todos os modelos analisados como de excelência em gestão. Não se tratou, em momento algum, de fazer concessões à gestão pública, mas de criar o entendimento necessário para dar viabilidade ao seu processo de transformação rumo a excelência gerencial com base em padrões e práticas mundialmente aceitas. De lá para cá e sob a mesma orientação, o Modelo de Excelência em Gestão Pública tem passado por aperfeiçoamentos contínuos com o propósito de acompanhar o estado da arte da gestão preconizado pelos modelos de referência que lhe deram origem e, também, de acompanhar as mudanças havidas na administração pública brasileira. Acompanhar o estado da arte da gestão garante a identidade do modelo com o pensamento contemporâneo sobre excelência em gestão. Acompanhar as mudanças na administração pública garante a identificação do modelo com a realidade das organizações públicas brasileiras. O Modelo de Excelência em Gestão Pública é a representação de um sistema gerencial constituído de sete partes integradas, que orientam a adoção de práticas de excelência em gestão com a finalidade de levar as organizações públicas brasileiras a padrões elevados de desempenho e de excelência em gestão. MODELO DE EXCELÊNCIA EM GESTÃO PÚBLICA Planejamento Execução Controle 1 Liderança 2 Estratégias e Planos 3 Cidadãos e Sociedade 5 Pessoas 6 Processos 7 Resultados Inteligência da Organização 4 Informação e Conhecimento 17

18 AVALIAÇÃO CONTINUADA DA GESTÃO PÚBLICA O primeiro bloco Liderança, Estratégias e Planos e Cidadãos e Sociedade - formam um bloco que pode ser denominado de planejamento. Por meio da liderança forte da alta administração, que focaliza as necessidades dos cidadãos destinatários da ação da organização, os serviços/ produtos e os processos são planejados para melhor atender esse conjunto de necessidades, levando-se em conta os recursos disponíveis. O segundo bloco pessoas e processos - representa a execução do planejamento. Nesse espaço se concretiza a ação que transforma objetivos e metas em resultados. São as pessoas, capacitadas e motivadas, que operam esses processos e fazem com que cada um deles produza os resultados esperados. O terceiro bloco resultados representa o controle, pois serve para acompanhar o atendimento à satisfação dos destinatários, dos serviços e da ação do Estado, o orçamento e as finanças, a gestão das pessoas, a gestão de fornecedores e das parcerias institucionais, bem como, o desempenho dos serviços/produtos e dos processos organizacionais. O quarto bloco Informação - representa a inteligência da organização, nesse bloco são processados e avaliados os dados e fatos da organização (internos) e aqueles provenientes do ambiente (externos) que não estão sob seu controle direto, mas que de alguma forma podem influenciar o seu desempenho. Este bloco dá à organização a capacidade de agir corretivamente ou para melhorar suas práticas de gestão e, conseqüentemente seu desempenho. A figura também apresenta o relacionamento existente entre os blocos (setas maiores) e entre as partes do Modelo (setas menores), evidenciando o enfoque sistêmico do modelo de gestão. Para efeito de avaliação da gestão, as sete partes do Modelo de Excelência em Gestão Pública foram transformadas em Critérios de avaliação. Esses critérios dão estrutura e conteúdo ao Instrumento para Avaliação da Gestão Pública (de 1000 pontos) e ao Manual para Avaliação da Gestão Pública (de 500 pontos). Na constituição do Instrumento e do Manual para avaliação da gestão pública, cada Critério foi desdobrado em Itens de avaliação e cada Item, por sua vez, em um conjunto de alíneas que contém os requisitos pelos quais a gestão de uma organização deve ser avaliada. Os critérios de avaliação não são prescritivos em termos de métodos, técnicas e ferramentas. Cabe a cada organização definir, em seu plano de melhoria da gestão, 18

19 Repertório o que fazer para responder às oportunidades de melhorias identificadas durante a avaliação. No entanto, os critérios estabelecem de forma prescritiva o que se espera de uma gestão pública de excelência. Esses princípios e características de uma gestão de excelência constituem o cerne do processo de avaliação e devem ser evidenciados pelas práticas de gestão da organização e pelos resultados decorrentes dessas práticas. 19

20 AVALIAÇÃO CONTINUADA DA GESTÃO PÚBLICA 3 Avaliação Continuada da Gestão Pública 3.1 Visão geral do sistema de avaliação continuada da gestão pública Avaliar a gestão de uma organização pública significa verificar o grau de aderência das suas práticas gerenciais em relação ao referencial de excelência em gestão pública preconizado pelo Programa da Qualidade no Serviço Público. A avaliação permite identificar os pontos fortes e as oportunidades de melhoria da organização. Essas oportunidades podem ser consideradas como aspectos gerenciais menos desenvolvidos em relação ao modelo e que portanto devem ser objeto das ações de aperfeiçoamento. O processo de avaliação é complementado pelo planejamento da melhoria da gestão, formulado a partir das oportunidades de melhoria identificadas na avaliação. As oportunidades de melhorias, identificadas na avaliação, podem ser transformadas em metas a serem atingidas em determinado período e formalizadas em um plano de melhoria da gestão. Quando realizada de forma sistemática, a avaliação da gestão funciona como uma oportunidade de aprendizado sobre a própria organização e também como instrumento de internalização dos princípios e práticas da Gestão Pública de Excelência. O Programa da Qualidade no Serviço Público desdobrou o Modelo de Excelência em Gestão Pública em dois instrumentos de avaliação: Instrumento para Avaliação da Gestão Pública 1000 pontos Manual para Avaliação da Gestão Pública 500 pontos Os dois instrumentos contêm o mesmo conjunto de conceitos e parâmetros de avaliação da gestão, variando apenas o nível de exigência de cada um. O Instrumento de Avaliação da Gestão Pública utiliza uma escala de pontuação de 0 a 1000 pontos, sendo que 1000 pontos equivalem à plena aplicação dos princípios e conceitos de excelência em a gestão pública. 20

A gestão pública a serviço de todos os brasileiros

A gestão pública a serviço de todos os brasileiros Programa da Qualidade no Serviço Público GUIA Avaliação Continuada da Gestão Pública 25 pontos A gestão pública a serviço de todos os brasileiros Programa da Qualidade no Serviço Público PQSP: Avaliação

Leia mais

Núcleo Estadual GesPública RS

Núcleo Estadual GesPública RS Programa Nacional de Gestão Pública e Desburocratização GESPÚBLICA Núcleo Estadual GesPública RS Contexto do GESPÚBLICA no MINISTÉRIO Ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão G E S P Ú B L I C A Conselho

Leia mais

GESPÚBLICA Rede Nacional de Consultores. Apresentação SERVIÇO PÚBLICO RELEVANTE

GESPÚBLICA Rede Nacional de Consultores. Apresentação SERVIÇO PÚBLICO RELEVANTE GESPÚBLICA Rede Nacional de Consultores Apresentação A Rede de Nacional de Consultores "ad hoc" do Programa Nacional de Gestão Pública e Desburocratização GesPública se constitui elemento de suma importância

Leia mais

ORIENTAÇÃO PARA IMPLANTAR AS TRANSFORMAÇÕES GERENCIAIS NAS ORGANIZAÇÕES PÚBLICAS

ORIENTAÇÃO PARA IMPLANTAR AS TRANSFORMAÇÕES GERENCIAIS NAS ORGANIZAÇÕES PÚBLICAS ORIENTAÇÃO PARA IMPLANTAR AS TRANSFORMAÇÕES GERENCIAIS Realização Apoio GESPÚBLICA Programa de Excelência na Gestão Pública do Estado de Goiás Orientações para implantação Goiânia - 2009 ÍNDICE APRESENTAÇÃO...

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA A REALIZAÇÃO DA AUTOAVALIAÇÃO

ORIENTAÇÕES PARA A REALIZAÇÃO DA AUTOAVALIAÇÃO ORIENTAÇÕES PARA A REALIZAÇÃO DA AUTOAVALIAÇÃO 1. APRESENTAÇÃO O Programa Nacional de Gestão Pública e Desburocratização - GESPÚBLICA foi instituído pelo Decreto 5.378, de 23 de fevereiro de 2005, coordenado

Leia mais

Instrumento para Avaliação da GestãoPública 250 e 500 pontos

Instrumento para Avaliação da GestãoPública 250 e 500 pontos Instrumento para Avaliação da GestãoPública 250 e 500 pontos Secretaria de Gestão Ministério do Planejamento MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO SECRETARIA DE GESTÃO PROGRAMA NACIONAL DE GESTÃO

Leia mais

Oficina de Autoavaliação da Gestão Pública 500 pontos

Oficina de Autoavaliação da Gestão Pública 500 pontos Programa Nacional de Gestão Pública e Desburocratização GESPÚBLICA Oficina de Autoavaliação da Gestão Pública 500 pontos Acordos Respeitar os horários Manter o celular no modo silencioso Utilizar os intervalos

Leia mais

Pública. Pública. Pública. Gestão. Pública. Gestão. Gestão. Pública. Gestão. Gestão. Pública. Gestão. Pública

Pública. Pública. Pública. Gestão. Pública. Gestão. Gestão. Pública. Gestão. Gestão. Pública. Gestão. Pública b stão ública G stão ública estão Pú estão estão Pú P Gestã ica lica Ges Pú lica Ges Pú ão blica Ge P tão blica Ge P tão ública G G stão ública stão Públic Públic estão estão Públi Públ Gestã Gestã Púb

Leia mais

O Programa Nacional de Gestão Pública e Desburocratização (GesPública) voltado para o cidadão

O Programa Nacional de Gestão Pública e Desburocratização (GesPública) voltado para o cidadão O Programa Nacional de Gestão Pública e Desburocratização (GesPública) voltado para o cidadão 1. Contexto Bruno Carvalho Palvarini O Programa Nacional de Gestão Pública e Desburocratização - GesPública

Leia mais

Autoavaliação da Gestão Pública - 500 Pontos. Guia para utilização da Planilha Eletrônica

Autoavaliação da Gestão Pública - 500 Pontos. Guia para utilização da Planilha Eletrônica Autoavaliação da Gestão Pública - 500 Pontos Guia para utilização da Planilha Eletrônica Avaliar a gestão de uma organização significa verificar o grau de aderência das suas práticas de gestão em relação

Leia mais

CARTA DE SERVIÇOS COMO ELABORAR ORIENTAÇÕES IMPORTANTES CARTA DE SERVIÇOS. 1) Carta de Serviços. 2) Finalidades

CARTA DE SERVIÇOS COMO ELABORAR ORIENTAÇÕES IMPORTANTES CARTA DE SERVIÇOS. 1) Carta de Serviços. 2) Finalidades COMO ELABORAR CARTA DE SERVIÇOS ORIENTAÇÕES IMPORTANTES 1) Carta de Serviços É um documento elaborado por uma organização pública que visa informar aos cidadãos quais os serviços prestados por ela, como

Leia mais

O GESPÚBLICA E O MODELO DE EXECELÊNCIA GERENCIAL BUSCADO PELO SISTEMA CONFEA/CREA

O GESPÚBLICA E O MODELO DE EXECELÊNCIA GERENCIAL BUSCADO PELO SISTEMA CONFEA/CREA 1 O GESPÚBLICA E O MODELO DE EXECELÊNCIA GERENCIAL BUSCADO PELO SISTEMA CONFEA/CREA Edson Cezar Mello Junior Administrador de Empresas, com especialização em Gestão Estratégica da Informação, Gerente de

Leia mais

Autoavaliação da Gestão Pública - 250 Pontos. Guia para utilização da Planilha Eletrônica

Autoavaliação da Gestão Pública - 250 Pontos. Guia para utilização da Planilha Eletrônica Autoavaliação da Gestão Pública - 250 Pontos Guia para utilização da Planilha Eletrônica Avaliar a gestão de uma organização significa verificar o grau de aderência das suas práticas de gestão em relação

Leia mais

Acessar o portal http://nepmaranhao.jimdo.com. Efetuar o download da pasta INSTALA SAMEG para o desktop do computador (tela/monitor)

Acessar o portal http://nepmaranhao.jimdo.com. Efetuar o download da pasta INSTALA SAMEG para o desktop do computador (tela/monitor) MANUAL DO SAMEG 1.0 I - PASSOS PARA A INSTALAÇÃO E EXECUÇÃO DO PROGRAMA: Acessar o portal http://nepmaranhao.jimdo.com Acessar a aba SOFTWARES do portal. Acessar o ícone SAMEG Clicar em Baixar Efetuar

Leia mais

SIMPLIFICAÇÃO DE PROCESSOS

SIMPLIFICAÇÃO DE PROCESSOS SIMPLIFICAÇÃO DE PROCESSOS 1 FINALIDADE DO PROJETO ESTRATÉGICO Simplificar e padronizar os processos internos, incrementando o atendimento ao usuário. Especificamente o projeto tem o objetivo de: Permitir

Leia mais

Questionário de Governança de TI 2014

Questionário de Governança de TI 2014 Questionário de Governança de TI 2014 De acordo com o Referencial Básico de Governança do Tribunal de Contas da União, a governança no setor público compreende essencialmente os mecanismos de liderança,

Leia mais

PROGRAMA NACIONAL DE GESTÃO PÚBLICA E DESBUROCRATIZAÇÃO GESPÚBLICA

PROGRAMA NACIONAL DE GESTÃO PÚBLICA E DESBUROCRATIZAÇÃO GESPÚBLICA Ministério da Cultura Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - IPHAN 6º ENCONTRO NACIONAL DOS OBSERVATÓRIOS SOCIAIS PAINEL 1 EFICIÊNCIA DA GESTÃO MUNICIPAL PROGRAMA NACIONAL DE GESTÃO PÚBLICA

Leia mais

Modelo de Excelência na Gestão Pública de Sorocaba

Modelo de Excelência na Gestão Pública de Sorocaba Modelo de Excelência na Gestão Pública de Sorocaba Maurício Biazotto Corte A busca pela excelência na gestão tem sido o objetivo principal de praticamente todas as corporações empresariais ao redor do

Leia mais

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS GESTÃO POR COMPETÊNCIAS STM ANALISTA/2010 ( C ) Conforme legislação específica aplicada à administração pública federal, gestão por competência e gestão da capacitação são equivalentes. Lei 5.707/2006

Leia mais

Conselho Deliberativo Nacional Roberto Simões Presidente. Diretoria Executiva Luiz Barretto Diretor-Presidente

Conselho Deliberativo Nacional Roberto Simões Presidente. Diretoria Executiva Luiz Barretto Diretor-Presidente SISTEMA SEBRAE DIRECIONAMENTO ESTRATÉGICO 2013-2022 1 2 2012 Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas Sebrae Todos os direitos reservados. A reprodução não autorizada desta publicação,

Leia mais

MODELO DE EXCELÊNCIA EM GESTÃO (MEG), UMA VISÃO SISTÊMICA ORGANIZACIONAL

MODELO DE EXCELÊNCIA EM GESTÃO (MEG), UMA VISÃO SISTÊMICA ORGANIZACIONAL MODELO DE EXCELÊNCIA EM GESTÃO (MEG), UMA VISÃO SISTÊMICA ORGANIZACIONAL Alessandro Siqueira Tetznerl (1) : Engº. Civil - Pontifícia Universidade Católica de Campinas com pós-graduação em Gestão de Negócios

Leia mais

CTSA Comissão Técnica do Sistema de Avaliação

CTSA Comissão Técnica do Sistema de Avaliação CTSA Comissão Técnica do Sistema de Avaliação Equipe de trabalho da CTSA Carlos Eduardo Franco Carlos Guilherme M. Pedroso Cláudio Luiz Turatto Danilo da Costa Duarte Emanuela Tressoldi Schneider (Secretaria

Leia mais

A Estratégia do Conselho da Justiça Federal 2015/2020 CJF-POR-2015/00359, de 26 de agosto de 2015

A Estratégia do Conselho da Justiça Federal 2015/2020 CJF-POR-2015/00359, de 26 de agosto de 2015 A Estratégia do Conselho da Justiça Federal CJF-POR-2015/00359, de 26 de agosto de 2015 SUEST/SEG 2015 A estratégia do CJF 3 APRESENTAÇÃO O Plano Estratégico do Conselho da Justiça Federal - CJF resume

Leia mais

ANEXO B CONTEXTUALIZAÇÃO DA PROMOÇÃO DA SAÚDE EM MODELO DE GESTÃO ORGANIZACIONAL DE ALTO DESEMPENHO

ANEXO B CONTEXTUALIZAÇÃO DA PROMOÇÃO DA SAÚDE EM MODELO DE GESTÃO ORGANIZACIONAL DE ALTO DESEMPENHO ANEXO B CONTEXTUALIZAÇÃO DA PROMOÇÃO DA SAÚDE EM MODELO DE GESTÃO ORGANIZACIONAL DE ALTO DESEMPENHO Autoria: Elaine Emar Ribeiro César Fonte: Critérios Compromisso com a Excelência e Rumo à Excelência

Leia mais

Planejamento Estratégico de Comunicação Institucional para o IBAMETRO: uma experiência governamental 1

Planejamento Estratégico de Comunicação Institucional para o IBAMETRO: uma experiência governamental 1 Planejamento Estratégico de Comunicação Institucional para o IBAMETRO: uma experiência governamental 1 Gustavo Figueiredo 2 Resumo O IBAMETRO - Instituto Baiano de Metrologia e Qualidade, autarquia ligada

Leia mais

Dados de Identificação. Dirigente máximo da instituição. Nome/Sigla da instituição pública. Nome do dirigente máximo. Nome/Cargo do dirigente de TI

Dados de Identificação. Dirigente máximo da instituição. Nome/Sigla da instituição pública. Nome do dirigente máximo. Nome/Cargo do dirigente de TI Dados de Identificação Dirigente máximo da instituição Nome/Sigla da instituição pública Nome do dirigente máximo Nome/Cargo do dirigente de TI Endereço do setor de TI 1 Apresentação O Tribunal de Contas

Leia mais

1 LIDERANÇA. Indicador 1: Eficiência da Comunicação Organizacional

1 LIDERANÇA. Indicador 1: Eficiência da Comunicação Organizacional COMPILADO DAS SUGESTÕES DE MELHORIAS PARA O IDGP/2011 por critério e indicador 1 LIDERANÇA O critério Liderança aborda como está estruturado o sistema de liderança da organização, ou seja, o papel da liderança

Leia mais

Infraestrutura de informações geoespaciais e georreferenciadas

Infraestrutura de informações geoespaciais e georreferenciadas Infraestrutura de informações geoespaciais e georreferenciadas 1. Apresentação do Problema Epitácio José Paes Brunet É cada vez mais expressiva, hoje, nas cidades brasileiras, uma nova cultura que passa

Leia mais

Gestão por Processos. Gestão por Processos Gestão por Projetos. Metodologias Aplicadas à Gestão de Processos

Gestão por Processos. Gestão por Processos Gestão por Projetos. Metodologias Aplicadas à Gestão de Processos Gestão por Processos Gestão por Projetos Gestão por Processos Gestão de Processos de Negócio ou Business Process Management (BPM) é um modelo de administração que une gestão de negócios à tecnologia da

Leia mais

APÊNDICE A QUESTIONÁRIO APLICADO AOS GESTORES

APÊNDICE A QUESTIONÁRIO APLICADO AOS GESTORES 202 INSTRUÇÕES DE PREENCHIMENTO ALGUNS COMENTÁRIOS ANTES DE INICIAR O PREENCHIMENTO DO QUESTIONÁRIO: a) Os blocos a seguir visam obter as impressões do ENTREVISTADO quanto aos processos de gestão da Policarbonatos,

Leia mais

GLOSSÁRIO. Atividade: ação, em geral repetitiva, que permite gerar um determinado produto (bens e serviços), estendendo-se por tempo indeterminado.

GLOSSÁRIO. Atividade: ação, em geral repetitiva, que permite gerar um determinado produto (bens e serviços), estendendo-se por tempo indeterminado. GLOSSÁRIO Accountability: obrigação de prestar contas. Responsabilização. Envolve não apenas a transparência dos processos como também a definição de responsabilidades e identificação dos responsáveis.

Leia mais

POLÍTICA DE GOVERNANÇA COOPERATIVA

POLÍTICA DE GOVERNANÇA COOPERATIVA POLÍTICA DE GOVERNANÇA COOPERATIVA 1 1. APRESENTAÇÃO Esta política estabelece os princípios e práticas de Governança Cooperativa adotadas pelas cooperativas do Sistema Cecred, abordando os aspectos de

Leia mais

ISO NAS PRAÇAS. Oficina ISO 9001-2008 Formulação da Política da Qualidade. Julho/2011

ISO NAS PRAÇAS. Oficina ISO 9001-2008 Formulação da Política da Qualidade. Julho/2011 Oficina ISO 9001-2008 Formulação da Política da Qualidade Julho/2011 GESPÚBLICA Perfil do Facilitador Servidor de carreira que tenha credibilidade Bom relacionamento interpessoal Acesso a alta administração

Leia mais

Perguntas Frequentes do Prêmio Catarinense de Excelência

Perguntas Frequentes do Prêmio Catarinense de Excelência Perguntas Frequentes do Prêmio Catarinense de Excelência O que é o Modelo de Excelência da Gestão (MEG) e quais são seus objetivos? O Modelo de Excelência da Gestão reflete a experiência, o conhecimento

Leia mais

O QUE É? Um programa que visa melhorar a Gestão dos CFCs Gaúchos, tendo como base os Critérios de Excelência da FNQ (Fundação Nacional da Qualidade).

O QUE É? Um programa que visa melhorar a Gestão dos CFCs Gaúchos, tendo como base os Critérios de Excelência da FNQ (Fundação Nacional da Qualidade). O QUE É? Um programa que visa melhorar a Gestão dos CFCs Gaúchos, tendo como base os Critérios de Excelência da FNQ (Fundação Nacional da Qualidade). Coordenação Sindicato dos Centros de Formação de Condutores

Leia mais

Gestão estratégica de pessoas e planos de carreira

Gestão estratégica de pessoas e planos de carreira Gestão estratégica de pessoas e planos de carreira Módulo 3 Conceitos e Princípios Sobre Carreira e Remuneração Fundação Escola Nacional de Administração Pública Presidente Gleisson Rubin Diretor de Desenvolvimento

Leia mais

EMPREENDEDORISMO. Outubro de 2014

EMPREENDEDORISMO. Outubro de 2014 #5 EMPREENDEDORISMO Outubro de 2014 ÍNDICE 1. Apresentação 2. Definição 3. Empreendedorismo: necessidade ou oportunidade? 4. Características do comportamento empreendedor 5. Cenário brasileiro para o empreendedorismo

Leia mais

Experiência: E@D - PROJETO SERPRO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

Experiência: E@D - PROJETO SERPRO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA Experiência: E@D - PROJETO SERPRO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA Serviço Federal de Processamento de Dados SERPRO Universidade Corporativa Ministério da Fazenda Responsável: Margareth Alves de Almeida - Chefe

Leia mais

PNQS - Prêmio Nacional da Qualidade em Saneamento Gestão Classe Mundial

PNQS - Prêmio Nacional da Qualidade em Saneamento Gestão Classe Mundial PNQS - Prêmio Nacional da Qualidade em Saneamento Gestão Classe Mundial O principal vetor para alavancar a universalização dos serviços de saneamento ambiental com competitividade e sustentabilidade PNQS

Leia mais

Avaliação da Gestão. Bruno Carvalho Palvarini

Avaliação da Gestão. Bruno Carvalho Palvarini Avaliação da Gestão Bruno Carvalho Palvarini Departamento de Inovação e Melhoria da Gestão Secretaria de Gestão Pública Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão Origem dos Critérios de Excelência:

Leia mais

PLANO DE CARGOS & SALÁRIOS UNIMED ANÁPOLIS

PLANO DE CARGOS & SALÁRIOS UNIMED ANÁPOLIS PLANO DE CARGOS & SALÁRIOS UNIMED ANÁPOLIS 1 ÍNDICE APRESENTAÇÃO... 02 1 OBJETIVO DO MANUAL... 03 2 CONCEITOS UTILIZADOS... 04 3 POLÍTICA DE CARGOS E SALÁRIOS... 06 4 POLÍTICA DE CARREIRA... 07 5 AVALIAÇÃO

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO DE ENGENHARIA DE SOFTWARE, BACHARELADO REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO Das disposições gerais O presente

Leia mais

Manual de Gerenciamento de Projetos

Manual de Gerenciamento de Projetos TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 4ª REGIÃO ASSESSORIA DE GESTÃO ESTRATÉGICA ESCRITÓRIO DE PROJETOS ESTRATÉGICOS (EPE) Manual de Gerenciamento de Projetos SISTEMA DE GESTÃO ESTRATÉGICA Anexo da Portaria

Leia mais

MARINHA DO BRASIL SECRETARIA DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO DA MARINHA. SecCTM CARTA DE SERVIÇOS AO CIDADÃO

MARINHA DO BRASIL SECRETARIA DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO DA MARINHA. SecCTM CARTA DE SERVIÇOS AO CIDADÃO CARTA DE SERVIÇOS AO CIDADÃO BRASÍLIA 2015 0 PREFÁCIO Por definição, a Carta de Serviços ao Cidadão é o documento no qual o órgão ou a entidade pública estabelece o compromisso de observar padrões de qualidade,

Leia mais

Estratégico. FUNDAÇÃO CENTRO DE HEMOTERAPIA E HEMATOLOGIA DO PARÁ Trav. Pe. Eutíquio, 2109 - Batista Campos - 66033-000 - Belém - PA - Brasil

Estratégico. FUNDAÇÃO CENTRO DE HEMOTERAPIA E HEMATOLOGIA DO PARÁ Trav. Pe. Eutíquio, 2109 - Batista Campos - 66033-000 - Belém - PA - Brasil Estratégico 2008 2011 FUNDAÇÃO CENTRO DE HEMOTERAPIA E HEMATOLOGIA DO PARÁ Trav. Pe. Eutíquio, 2109 - Batista Campos - 66033-000 - Belém - PA - Brasil PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DA FUNDAÇÃO HEMOPA 2008 2011

Leia mais

Pública. Públi. Gestã 2008/2009 INSTRUMENTO PARA AVALIAÇÃO DA GESTÃO PÚBLICA CICLO

Pública. Públi. Gestã 2008/2009 INSTRUMENTO PARA AVALIAÇÃO DA GESTÃO PÚBLICA CICLO Gestã Públi Pública Gestã Documento 1 INSTRUMENTO PARA AVALIAÇÃO DA GESTÃO PÚBLICA CICLO 2008/2009 Apoio Um Brasil melhor se fez com Qualidade de vida para todos Programa Nacional de Gestão Pública e Desburocratização

Leia mais

GESPÚBLICA Programa Nacional de Gestão Pública e Desburocratização NEP-MA- Núcleo da Excelência Pública no Estado do Maranhão

GESPÚBLICA Programa Nacional de Gestão Pública e Desburocratização NEP-MA- Núcleo da Excelência Pública no Estado do Maranhão Código de Conduta do NEP-MA Nosso Credo Visão Ser reconhecido como Centro de Produção de Conhecimento na Área da Gestão Pública baseado em Padrões Internacionais de Excelência até 2020. Missão Apoiar a

Leia mais

Administração e Gestão de Pessoas

Administração e Gestão de Pessoas Administração e Gestão de Pessoas Aula de Capacitação e Desenvolvimento Prof.ª Marcia Aires www.marcia aires.com.br mrbaires@gmail.com Era Industrial Era Conhecimento Competência..., o que é? Qualidade

Leia mais

1. COMPETÊNCIAS DAS DIRETORIAS

1. COMPETÊNCIAS DAS DIRETORIAS 1. COMPETÊNCIAS DAS DIRETORIAS 1.1. Diretoria Executiva (DEX) À Diretora Executiva, além de planejar, organizar, coordenar, dirigir e controlar as atividades da Fundação, bem como cumprir e fazer cumprir

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS No que se refere à gestão, recrutamento e seleção de pessoas, julgue os itens a seguir. 51 A gestão de pessoas recebeu forte influência dos estudos de Hawthrone, especialmente

Leia mais

GESPÚBLICA. Brasília ǀ 25 de Setembro de 2012

GESPÚBLICA. Brasília ǀ 25 de Setembro de 2012 GESPÚBLICA Brasília ǀ 25 de Setembro de 2012 Resultados Decisões Estratégicas Informações / Análises O PROCESSO DE GESTÃO ESTRATÉGICA Ideologia Organizacional Missão, Visão,Valores Análise do Ambiente

Leia mais

Carta de Serviços. Secretaria de Gestão Ministério do Planejamento

Carta de Serviços. Secretaria de Gestão Ministério do Planejamento Carta de Serviços Secretaria de Gestão Ministério do Planejamento Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva Vice-Presidente da República José Alencar Gomes da Silva Ministro do Planejamento, Orçamento

Leia mais

PROJETO DE MODERNIZAÇÃO DA GESTÃO PÚBLICA DO ESTADO DO PIAUÍ

PROJETO DE MODERNIZAÇÃO DA GESTÃO PÚBLICA DO ESTADO DO PIAUÍ PROJETO DE MODERNIZAÇÃO DA GESTÃO PÚBLICA DO ESTADO DO PIAUÍ TERMO DE REFERÊNCIA CONTRATAÇÃO DE CONSULTORIA PESSOA JURÍDICA PARA REALIZAÇÃO DE CURSOS DE CAPACITAÇÃO DE SERVIDORES PÚBLICOS EM GESTÃO ESTRATÉGICA

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS, BACHARELADO REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO Das Disposições Gerais O estágio

Leia mais

CESTEC- CENTRO DE SERVIÇOS EM TECNOLOGIA E INOVAÇÃO DO GRANDE ABC

CESTEC- CENTRO DE SERVIÇOS EM TECNOLOGIA E INOVAÇÃO DO GRANDE ABC CESTEC- CENTRO DE SERVIÇOS EM TECNOLOGIA E INOVAÇÃO DO GRANDE ABC TERMO DE REFERÊNCIA Nº 11/2010 PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA PARA GESTÃO ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA DE EMPRESAS DE MICRO, PEQUENO

Leia mais

Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina

Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação e Comunicação (PETI) Secretaria de Tecnologia da Informação Florianópolis, março de 2010. Apresentação A informatização crescente vem impactando diretamente

Leia mais

Luiz Ildebrando Pierry Porto Alegre, Maio de 2006

Luiz Ildebrando Pierry Porto Alegre, Maio de 2006 Luiz Ildebrando Pierry Porto Alegre, Maio de 2006 Evolução Estratégica do Movimento Qualidade RS 13 anos de atividade Instalação do Programa Cumulativo Consolidação do Programa como Promotor da Causa Evolução

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL, BACHARELADO REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO Das disposições gerais O estágio

Leia mais

ANEXO À RESOLUÇÃO Nº /2010 REGIMENTO DA DIRETORIA DE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO

ANEXO À RESOLUÇÃO Nº /2010 REGIMENTO DA DIRETORIA DE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO ANEXO À RESOLUÇÃO Nº /2010 REGIMENTO DA DIRETORIA DE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO Art. 1º - A Diretoria de Tecnologia de Informação e Comunicação DTIC da Universidade FEDERAL DO ESTADO DO RIO

Leia mais

Implantação do Sistema de Divulgação de Melhores Práticas de Gestão na Administração Pública

Implantação do Sistema de Divulgação de Melhores Práticas de Gestão na Administração Pública Ministério do Planejamento, Orçamento e Programa 0792 GESTÃO PÚBLICA EMPREENDEDORA Objetivo Promover a transformação da gestão pública para ampliar os resultados para o cidadão e reduzir custos. Indicador(es)

Leia mais

Ministério de Planejamento Orçamento e Gestão Secretaria de Orçamento Federal. Ações Orçamentárias Integrantes da Lei Orçamentária para 2012

Ministério de Planejamento Orçamento e Gestão Secretaria de Orçamento Federal. Ações Orçamentárias Integrantes da Lei Orçamentária para 2012 Programa 2115 - Programa de Gestão e Manutenção do Ministério da Saúde 0110 - Contribuição à Previdência Privada Tipo: Operações Especiais Número de Ações 78 Assegurar às autarquias, fundações, empresas

Leia mais

1 GESTÃO PÚBLICA PARA EXCELÊNCIA

1 GESTÃO PÚBLICA PARA EXCELÊNCIA 1 SUMÁRIO 1 GESTÃO PÚBLICA PARA EXCELÊNCIA... 03 1.1 PRINCÍPIOS E FUNDAMENTOS DA GESTÃO PÚBLICA PARA EXCELÊNCIA... 04 1.2 MODELO DE EXCELÊNCIA EM GESTÃO PÚBLICA MEGP... 10 1.3 PROCESSO DE MELHORIA CONTÍNUA

Leia mais

GESTÃO. Educacional. www.semeareducacional.com.br. Sistema Municipal de Excelência ao Atendimento da Rede

GESTÃO. Educacional. www.semeareducacional.com.br. Sistema Municipal de Excelência ao Atendimento da Rede GESTÃO Educacional A P R E S E N T A Ç Ã O www.semeareducacional.com.br Sistema Municipal de Excelência ao Atendimento da Rede A EXPANSÃO TECNOLOGIA Nossa MISSÃO: Transformação de Dados em Informação Transformação

Leia mais

O NOVO MODELO DE AVALIAÇÃO

O NOVO MODELO DE AVALIAÇÃO III Congresso Consad de Gestão Pública O NOVO MODELO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DA SEPLAG Norma Maria Cavalcanti Alcoforado Painel 02/007 Avaliação de desempenho e remuneração variável O NOVO MODELO DE

Leia mais

A NOVA POLÍTICA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO

A NOVA POLÍTICA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO Centro de Convenções Ulysses Guimarães Brasília/DF 4, 5 e 6 de junho de 2012 A NOVA POLÍTICA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO Pablo Sandin Amaral Renato Machado Albert

Leia mais

RELATÓRIO ANUAL SOBRE A APLICAÇÃO DA LEI DE ACESSO À INFORMAÇÃO NO SENADO FEDERAL

RELATÓRIO ANUAL SOBRE A APLICAÇÃO DA LEI DE ACESSO À INFORMAÇÃO NO SENADO FEDERAL RELATÓRIO ANUAL SOBRE A APLICAÇÃO DA LEI DE ACESSO À INFORMAÇÃO NO SENADO FEDERAL Brasília 2013 SUMÁRIO MOTIVAÇÃO DO RELATÓRIO... 3 INTRODUÇÃO... 3 INICIATIVAS DO SENADO FEDERAL PARA ADEQUAÇÃO À LEI DE

Leia mais

SEÇÃO JUDICIÁRIA DO PARANÁ

SEÇÃO JUDICIÁRIA DO PARANÁ SEÇÃO JUDICIÁRIA DO PARANÁ MISSÃO: Garantir prestação jurisdicional rápida, acessível e efetiva no âmbito da sua competência. DESCRIÇÃO DA MISSÃO: A Justiça Federal no Paraná existe para garantir direitos

Leia mais

Governador do Estado da Bahia Jaques Wagner. Secretário da Saúde Jorge Solla. Coordenadora da Ouvidoria SUS BAHIA Elide Oliveira de Carvalho

Governador do Estado da Bahia Jaques Wagner. Secretário da Saúde Jorge Solla. Coordenadora da Ouvidoria SUS BAHIA Elide Oliveira de Carvalho 1 2 Governador do Estado da Bahia Jaques Wagner Secretário da Saúde Jorge Solla Coordenadora da Ouvidoria SUS BAHIA Elide Oliveira de Carvalho Equipe Técnica: Celurdes Carvalho Flávia Guimarães Simões

Leia mais

PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE A EMPRESA BRASILEIRA DE SERVIÇOS HOSPITALARES (EBSERH)

PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE A EMPRESA BRASILEIRA DE SERVIÇOS HOSPITALARES (EBSERH) PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE A EMPRESA BRASILEIRA DE SERVIÇOS HOSPITALARES (EBSERH) DEFINIÇÃO Pergunta: O que é a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares? Resposta: A Empresa Brasileira de Serviços

Leia mais

Noções Básicas Versão II Maio / 2011

Noções Básicas Versão II Maio / 2011 Noções Básicas Versão II Maio / 2011 ÍNDICE PARAÍBA 13ª REGIÃO Tribunal Regional do Trabalho 13ª Região Paraíba Paulo Maia Filho Desembargador Presidente Carlos Coelho de Miranda Freire Desembargador Vice-Presidente

Leia mais

INCUBADORA TECNOLÓGICA DE SANTO ANDRÉ - INCTEC-SA CONSULTORIA EM PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO TERMO DE REFERÊNCIA Nº 05/2012

INCUBADORA TECNOLÓGICA DE SANTO ANDRÉ - INCTEC-SA CONSULTORIA EM PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO TERMO DE REFERÊNCIA Nº 05/2012 INCUBADORA TECNOLÓGICA DE SANTO ANDRÉ - INCTEC-SA CONSULTORIA EM PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO TERMO DE REFERÊNCIA Nº 05/2012 Contatos Luiz Augusto Gonçalves de Almeida (Coord. de Relações Institucionais) Fone:

Leia mais

Liziane Castilhos de Oliveira Freitas Departamento de Planejamento, Orçamento e Gestão Escritório de Soluções em Comportamento Organizacional

Liziane Castilhos de Oliveira Freitas Departamento de Planejamento, Orçamento e Gestão Escritório de Soluções em Comportamento Organizacional CASO PRÁTICO COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL E GESTÃO DE TALENTOS: COMO A GESTÃO DA CULTURA, DO CLIMA E DAS COMPETÊNCIAS CONTRIBUI PARA UM AMBIENTE PROPÍCIO À RETENÇÃO DE TALENTOS CASO PRÁTICO: COMPORTAMENTO

Leia mais

APRESENTAÇÃO DA PRÁTICA PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO GERENCIAL 2009 GESTÃO PARA RESULTADOS RELATOR. Maria Tereza Gonçalves RESPONSÁVEIS

APRESENTAÇÃO DA PRÁTICA PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO GERENCIAL 2009 GESTÃO PARA RESULTADOS RELATOR. Maria Tereza Gonçalves RESPONSÁVEIS APRESENTAÇÃO DA PRÁTICA PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO GERENCIAL 2009 GESTÃO PARA RESULTADOS RELATOR Maria Tereza Gonçalves RESPONSÁVEIS Maria do Carmo Aparecida de Oliveira - (41) 3350-9565 - - - IMAP -

Leia mais

PLANO DE DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS HUMANOS DA FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO DE CANOAS CANOASTEC

PLANO DE DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS HUMANOS DA FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO DE CANOAS CANOASTEC PLANO DE DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS HUMANOS DA FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO DE CANOAS CANOASTEC Institui o Plano de Desenvolvimento de Recursos Humanos criando o Quadro

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA Nº 12/2010

TERMO DE REFERÊNCIA Nº 12/2010 CESTEC- CENTRO DE SERVIÇOS EM TECNOLOGIA E INOVAÇÃO DO GRANDE ABC TERMO DE REFERÊNCIA Nº 12/2010 PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA PARA GESTÃO DE PROCESSO PRODUTIVO E PRODUTO Contatos Luiz

Leia mais

Garantir a economicidade dos recursos e a melhor alocação dos recursos necessários à prestação jurisdicional.

Garantir a economicidade dos recursos e a melhor alocação dos recursos necessários à prestação jurisdicional. Tema 1: Eficiência Operacional Buscar a excelência na gestão de custos operacionais. Garantir a economicidade dos recursos e a melhor alocação dos recursos necessários à prestação jurisdicional. Agilizar

Leia mais

Gestão Por Competências nas IFES

Gestão Por Competências nas IFES Goiânia 22 de Novembro de 2012 Gestão Por Competências nas IFES Anielson Barbosa da Silva anielson@uol.com.br A G E N D A 1 Desafios da Gestão de Pessoas nas IFES. 2 3 Bases Legais da Gestão de Pessoas

Leia mais

Cartilha. Gestão de Projetos. Superintendência de Planejamento e Gestão SUPLAN Ministério Público do Estado de Goiás

Cartilha. Gestão de Projetos. Superintendência de Planejamento e Gestão SUPLAN Ministério Público do Estado de Goiás Cartilha Gestão de Projetos SUPLAN Ministério Público do Estado de Goiás Esta cartilha tem como objetivo transmitir os conceitos básicos relacionados ao Gerenciamento de Projetos e compartilhar da metodologia

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO DE PESSOAS SEBRAE/TO UNIDADE: GESTÃO ESTRATÉGICA PROCESSO: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

SISTEMA DE GESTÃO DE PESSOAS SEBRAE/TO UNIDADE: GESTÃO ESTRATÉGICA PROCESSO: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO SISTEMA DE GESTÃO DE PESSOAS SEBRAE/TO UNIDADE: GESTÃO ESTRATÉGICA PROCESSO: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Competências Analista 1. Administração de recursos de infra-estrutura de tecnologia da informação 2.

Leia mais

Palavras-Chave: Aquisições; Planejamento de Aquisições; Controle de Aquisições; Projeto; Lead time; Processo; Meta.

Palavras-Chave: Aquisições; Planejamento de Aquisições; Controle de Aquisições; Projeto; Lead time; Processo; Meta. 1 A INFLUÊNCIA DO PLANEJAMENTO E CONTROLE DA AQUISIÇÃO NO PRAZO FINAL DO PROJETO Euza Neves Ribeiro Cunha RESUMO Um dos grandes desafios na gerência de projetos é planejar e administrar as restrições de

Leia mais

RH Estratégico na Administração Pública Implementando um modelo de gestão de pessoas focado nas metas e objetivos do órgão

RH Estratégico na Administração Pública Implementando um modelo de gestão de pessoas focado nas metas e objetivos do órgão RH Estratégico na Administração Pública Implementando um modelo de gestão de pessoas focado nas metas e objetivos do órgão Brasília, 29 de agosto de 2006. HISTÓRICO DA DIGEP: SITUAÇÃO ANTERIOR Competências

Leia mais

Experiência: O novo olhar sobre a gestão de pessoas do setor público, na nova idade da democracia no Brasil.

Experiência: O novo olhar sobre a gestão de pessoas do setor público, na nova idade da democracia no Brasil. Experiência: O novo olhar sobre a gestão de pessoas do setor público, na nova idade da democracia no Brasil. RADIOBRÁS Empresa Brasileira de Comunicação S. A. Diretoria de Gestão de Pessoas e Administração

Leia mais

OGU Ações e Projetos 2011/2012

OGU Ações e Projetos 2011/2012 OGU Ações e Projetos 2011/2012 FUNDAMENTOS NORMATIVOS Constituição Federal Art. 37. A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios

Leia mais

TREINAMENTO ITAIM INTERPRETAÇÃO DA NORMA NBR ABNT ISO 9001:2008. Maria das Graças Ferreira mgferreira@prefeitura.sp.gov.

TREINAMENTO ITAIM INTERPRETAÇÃO DA NORMA NBR ABNT ISO 9001:2008. Maria das Graças Ferreira mgferreira@prefeitura.sp.gov. TREINAMENTO ITAIM INTERPRETAÇÃO DA NORMA NBR ABNT ISO 9001:2008 Maria das Graças Ferreira mgferreira@prefeitura.sp.gov.br 11 3104-0988 Este treinamento tem por objetivo capacitar os participantes para

Leia mais

ANEXO I A Estratégia de TIC do Poder Judiciário

ANEXO I A Estratégia de TIC do Poder Judiciário RESOLUÇÃO Nº 99, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2009 Dispõe sobre o Planejamento Estratégico de TIC no âmbito do Poder Judiciário e dá outras providências. ANEXO I A Estratégia de TIC do Poder Judiciário Planejamento

Leia mais

Nome do questionário (ID): Levantamento de Governança de TI 2014 (566727)

Nome do questionário (ID): Levantamento de Governança de TI 2014 (566727) Nome do questionário (ID): Levantamento de Governança de TI 2014 (566727) Pergunta: Sua resposta Data de envio: 13/06/2014 14:08:02 Endereço IP: 177.1.81.29 1. Liderança da alta administração 1.1. Com

Leia mais

V Congresso Auditar. Tema:

V Congresso Auditar. Tema: V Congresso Auditar Tema: Carreira em Organizações Públicas - Conceitos e Experiências Prof. Dr. José Antonio Monteiro Hipólito Brasília, 05 de setembro de 014 14:00 15:30h Agenda 1. Introdução: Importância

Leia mais

Política de Responsabilidade Socioambiental

Política de Responsabilidade Socioambiental Política de Responsabilidade Socioambiental SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO... 3 2 OBJETIVO... 3 3 DETALHAMENTO... 3 3.1 Definições... 3 3.2 Envolvimento de partes interessadas... 4 3.3 Conformidade com a Legislação

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA e CONDUTA GRUPO

CÓDIGO DE ÉTICA e CONDUTA GRUPO CÓDIGO DE ÉTICA e CONDUTA GRUPO invepar índice Apresentação Visão, Missão, Valores Objetivos Princípios Básicos Pág. 4 Pág. 6 Pág. 7 Pág. 8 Abrangência / Funcionários Empresas do Grupo Sociedade / Comunidade

Leia mais

A letra Q, símbolo do programa de qualidade no serviço público Gespública, pelo qual a Seplan é certificada, figura em todos os seus documentos.

A letra Q, símbolo do programa de qualidade no serviço público Gespública, pelo qual a Seplan é certificada, figura em todos os seus documentos. Q A letra Q, símbolo do programa de qualidade no serviço público Gespública, pelo qual a Seplan é certificada, figura em todos os seus documentos. É uma alusão à essência e ao compromisso da Secretaria

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO Das Disposições

Leia mais

PROGRAMA CIDADES SUSTENTÁVEIS

PROGRAMA CIDADES SUSTENTÁVEIS PROGRAMA CIDADES SUSTENTÁVEIS 2014 1 Índice 1. Contexto... 3 2. O Programa Cidades Sustentáveis (PCS)... 3 3. Iniciativas para 2014... 5 4. Recursos Financeiros... 9 5. Contrapartidas... 9 2 1. Contexto

Leia mais

Administração Judiciária

Administração Judiciária Administração Judiciária Planejamento e Gestão Estratégica Claudio Oliveira Assessor de Planejamento e Gestão Estratégica Conselho Superior da Justiça do Trabalho Gestão Estratégica Comunicação da Estratégia

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA Nº XXXX CONTRATAÇÃO DE CONSULTORIA ESPECIALIZADA. Contrato por Produto - Nacional

TERMO DE REFERÊNCIA Nº XXXX CONTRATAÇÃO DE CONSULTORIA ESPECIALIZADA. Contrato por Produto - Nacional Número e Título do Projeto: TERMO DE REFERÊNCIA Nº XXXX CONTRATAÇÃO DE CONSULTORIA ESPECIALIZADA Contrato por Produto - Nacional BRA/09/004 Fortalecimento das Capacidades da CAIXA para seu processo de

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA DA BB PREVIDÊNCIA FUNDO DE PENSÃO BANCO DO BRASIL INTRODUÇÃO

CÓDIGO DE ÉTICA DA BB PREVIDÊNCIA FUNDO DE PENSÃO BANCO DO BRASIL INTRODUÇÃO CÓDIGO DE ÉTICA DA BB PREVIDÊNCIA FUNDO DE PENSÃO BANCO DO BRASIL INTRODUÇÃO Este Código de Ética é público e reúne diretrizes que norteiam o comportamento dos Conselheiros, Dirigentes e Colaboradores

Leia mais

POLÍTICA DE GESTÃO DE CARGOS E SALÁRIOS

POLÍTICA DE GESTÃO DE CARGOS E SALÁRIOS POLÍTICA DE GESTÃO DE CARGOS E SALÁRIOS I. Introdução Este Manual de Gestão de Cargos e Salários contempla todas as Áreas e Equipamentos da POIESIS e visa a orientar todos os níveis de gestão, quanto às

Leia mais

Planejamento Estratégico de TIC. da Justiça Militar do Estado. do Rio Grande do Sul

Planejamento Estratégico de TIC. da Justiça Militar do Estado. do Rio Grande do Sul Planejamento Estratégico de TIC da Justiça Militar do Estado do Rio Grande do Sul MAPA ESTRATÉGICO DE TIC DA JUSTIÇA MILITAR DO ESTADO (RS) MISSÃO: Gerar, manter e atualizar soluções tecnológicas eficazes,

Leia mais

Faculdade Internacional de Curitiba MBA em Planejamento e Gestão Estratégica Mapas Estratégicos Prof. Adriano Stadler

Faculdade Internacional de Curitiba MBA em Planejamento e Gestão Estratégica Mapas Estratégicos Prof. Adriano Stadler Faculdade Internacional de Curitiba MBA em Planejamento e Gestão Estratégica Mapas Estratégicos Prof. Adriano Stadler AULA 5 - PERSPECTIVA DE APRENDIZADO E CRESCIMENTO Abertura da Aula Uma empresa é formada

Leia mais

Com a sua atuação pró-ativa a SUCESU trouxe diversos benefícios em prol do setor que representa no Brasil, podendo destacar:

Com a sua atuação pró-ativa a SUCESU trouxe diversos benefícios em prol do setor que representa no Brasil, podendo destacar: Introdução É grande a parcela da população das nações mais desenvolvidas do mundo que está se organizando em sociedades e associações civis que defendem interesses comuns. Essas pessoas já perceberam que

Leia mais

Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva. Vice-Presidente da República José Alencar Gomes da Silva

Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva. Vice-Presidente da República José Alencar Gomes da Silva Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva Vice-Presidente da República José Alencar Gomes da Silva Ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão Paulo Bernardo Silva Secretário de Gestão Valter

Leia mais