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1 Guia para projetos com financiamento externo: como captar, gerenciar e reportar A solução para que uma boa ideia saia do papel ou ainda, para que um problema encontre solução, pode estar em um financiamento internacional. Cada vez mais órgãos públicos (prefeituras, estados e união) vêm buscando apoio externo para o desenvolvimento de projetos cofinanciados. Até outubro de 2014, mais de US$ 2 bilhões foram destinados por organismos internacionais como o Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD) e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), responsáveis por 17 dos 22 projetos contratados no país. No entanto, muitos detalhes devem ser observados para atrair o investimento, desde a preparação do projeto até chegar ao subsídio propriamente dito - é preciso conhecimento e muita atenção nas etapas do processo e na documentação necessária. Mais além: é importante fazer um planejamento detalha- do para obter financiamentos de organismos internacionais assim como prestar contas corretamente ao órgão financiador. Muitos detalhes devem ser observados para atrair o investimento. É preciso conhecimento e muita atenção nas etapas do processo. 1

2 1.COMO CAPTAR É longa a estrada para se conquistar um financiamento externo. Gestores públicos sabem disso e precisam de informação para trilhar o caminho. Todo projeto nasce de uma necessidade, mas saber onde e como conseguir empréstimo internacional é o primeiro passo para o êxito do projeto. Descubra o tipo de financiamento ideal ao plano O cenário é promissor: tenho um projeto bem detalhado, planejado nos mínimos detalhes e pronto para ser apresentado a um banco financiador. Mas qual modalidade meu projeto se encaixa? Onde encontro a fonte correta para a captação de recursos externos? Onde meu plano se encaixa? Em quais linhas de financiamento se enquadra? Essas são apenas as primeiras questões a serem respondidas, ainda no princípio da jornada. No próximo capítulo você encontrará todos os organismos internacionais que podem viabilizar seu projeto. Planeje a gestão: atenção para a contrapartida de recursos próprios Financiamentos externos exigem reciprocidade dos governos: a contrapartida deve ser pensada ainda na fase inicial da proposta, e muitas vezes é ela que barra o andamento do negócio. Os governos nem sempre têm dinheiro disponível no orçamento, muito menos são capazes de prever se terão caixa em uma data ainda distante para utilização. Todas as etapas do projeto devem ser realizadas com precisão. Crie um projeto bem estruturado Viabilizar uma ideia e colocá-la em prática requer muito planejamento. A fase de concepção é demorada, demanda uma estruturação rigorosa na elaboração da estratégia de trabalho. É preciso estudar o capital. Saber se determinada linha de crédito possui vantagens sobre outra, descobrir o real valor do dinheiro. Muitas vezes o dinheiro internacional está caro e é preciso frear. Por isso, conhecer o momento certo para a captação de recurso também é uma etapa importante a ser analisada. Monte uma equipe de gestão do projeto: vai facilitar todo o processo Muitas vezes, a equipe que concebe não é a que executa o projeto e a execução fica comprometida. Outras vezes, uma consultoria é contratada para uma das etapas do processo, e não há o acompanhamento adequado para a implantação. É fundamental criar um time para desenvolver um projeto com qualidade reunir indicadores, planejamento financeiro, estruturar, alinhar com orçamento do Estado. E para controlar todos os relatórios é fundamental maturidade na gestão. São muitos dados financeiros e contábeis que, com o mínimo deslize, podem comprometer todo o trabalho. Por isso, a automatização é uma questão de tempo, transparência, integração de dados e segurança na informação que será repassada aos bancos financiadores. Preencha a carta consulta Outro critério essencial é preencher corretamente a carta-consulta. Para ter acesso aos recursos, é necessário que os projetos apresentados tenham qualidade, sejam detalhados, quase que um plano de negócios, e que atendam todos os requisitos do banco financiador. 2

3 1.1 Fontes de captação Assim como com os correntistas, o banco financiador avalia e decide se aposta no projeto ou não. Por isso é tão importante que as etapas preliminares sejam realizadas com precisão, sempre observadas as exigências de cada instituição. Cada uma delas é governada por políticas próprias e conta com diferentes procedimentos de contratação e implementação de projetos. Conheça algumas das fontes para captação de recursos externos e suas características, de acordo com o Manual de Financiamentos Externos, desenvolvido pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão: BID Banco Interamericano de Desenvolvimento BM Banco Mundial Com sede nos Estados Unidos, é uma das principais fontes de financiamento para o desenvolvimento econômico, social e institucional da América Latina e do Caribe. As áreas prioritárias são: apoio às políticas e programas de desenvolvimento; modernização do Estado; programas sociais e promoção da integração regional para bens e serviços. Criado em 1944, juntamente com o Fundo Monetário Internacional (FMI), é composto de cinco agências. A mais importante para financiamentos externos é o Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD). A agência contempla o setor público e apoia investimentos em educação, saúde, administração pública, agricultura, meio ambiente infraestrutura, desenvolvimento financeiro e do setor privado, bem como recursos naturais. CAF Corporação Andina de Fomento/Banco de Desenvolvimento de América Latina GEF Global Environment Facility Com sede na Venezuela, apoia atividades relacionadas com o crescimento econômico e a integração regional no setor de infraestrutura, tais como rodovias, transporte, telecomunicações, geração e transmissão de energia, água e saneamento ambiental, entre outras. Organização financeira independente, formada por 182 países, que financia, de forma não reembolsável, atividades relacionadas a biodiversidade, mudanças climáticas, degradação do solo, entre outras. AFD Agência Francesa de Desenvolvimento KFW Kreditanstalt für Wiederaufbau Financia e acompanha projetos que melhorem as condições de vida das populações, promovam o crescimento econômico, protejam o meio ambiente e ajudem os países frágeis ou recém-saídos de crises. A AFD também oferece assistência técnica visando um melhor desempenho dos projetos financiados. Concede empréstimos e contribuições financeiras a fundo perdido a programas de infraestrutura econômica e social; setores agropecuário e industrial; projetos de conservação do meio ambiente e dos recursos naturais; projetos de pequenas e médias empresas e financiamento de estudos e serviços. 3

4 JBIC Japan Bank for International Cooperation FIDA Agência Francesa de Desenvolvimento O JBIC é um organismo constituído de 100% de capital do governo japonês, criado para financiar o investimento externo e o comércio internacional das empresas japonesas e apoiar países em desenvolvimento por meio de recursos em condições financeiras subsidiadas para a melhoria da infraestrutura socioeconômica. FONPLATA Fundo Financeiro para o Desenvolvimento da Bacia do Prata O FIDA mobiliza recursos financeiros para o incremento da produção agrícola dos países em desenvolvimento, focando em pequenos produtores rurais, trabalhadores sem-terra e outros segmentos da população rural. É voltado para o desenvolvimento agrícola; serviços financeiros; infraestrutura rural; pecuária; pesca; treinamento e capacitação institucional; armazenagem, processamento e venda de alimentos, além do desenvolvimento de micro e pequenas empresas. Concede empréstimos e garantias e financia estudos de pré- -investimento, identificando oportunidades de interesse dos países membros da Bacia do Prata - Argentina, Bolívia, Brasil, Paraguai e Uruguai - promovendo as iniciativas de desenvolvimento harmônico e de integração da região. Cada agência é governada por políticas próprias e conta com diferentes procedimentos de contratação e implementação de projetos. 4

5 1.2 Requisitos para a escolha dos projetos A elegibilidade de projetos está entre as diretrizes básicas definidas pela Comissão de Financiamentos Externos COFIEX para identificar e avaliar projetos que podem ou não receber financiamento externo. Todo projeto encaminhado para avaliação deve estar alinhado às diretrizes do Governo Federal e suas prioridades, no que se refere à política de desenvolvimento social da união. Os requisitos mínimos, de acordo com o Manual de Financiamentos Externos, desenvolvido pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão são: Estados, municípios e suas entidades, empresas públicas ou de sociedade de economia mista, inclusive as federais, devem ainda respeitar as seguintes condições, quando aplicáveis: 1 Compatibilidade do projeto com as prioridades do Governo Federal e com as metas fiscais do setor público; A Existência de capacidade de pagamento e de aporte de contrapartida do proponente mutuário, apurada pelo Ministério da Fazenda 2 Compatibilidade do financiamento externo com as políticas do Governo Federal B Avaliação do cumprimento do contrato de renegociação da dívida entre o proponente mutuário e a União e do programa de ajuste fiscal a ele associado, quando existirem; do setor público 3 Avaliação dos aspectos técnicos do projeto e do desempenho da carteira de projetos em execução do proponente mutuário e do executor C Informação quanto à adimplência com relação às metas e aos compromissos assumidos com a União. do setor público Muitas prefeituras não conseguem fechar o cofinanciamento por não prestar contas corretamente, o que impossibilita a conquista de um novo subsídio. Por esse motivo, os bancos financiadores exigem o uso de um software de gestão para projetos com financiamento externo, para facilitar a geração de relatórios e a prestação de contas, de forma transparente e ágil. 5

6 2. GERENCIE O PROJETO Todo financiamento requer uma série de boas práticas de gestão, já que cada órgão financiador possui diretrizes distintas a serem seguidas. É preciso dar andamento ao que foi previsto no projeto, efetuar as despesas elegíveis e manter o controle financeiro, bem como armazenar todos os dados de acordo com as regras estabelecidas pelo banco financiador. Mas como manter a ordem de tantas informações? As agências de fomento normalmente exigem que os processos sejam realizados de forma informatizada, garantindo assim a rapidez no acesso aos dados e a produção de relatórios seguindo a legislação pertinente. Um dos principais problemas enfrentados pelos gestores é a redundância de informações. Há um controle estadual/municipal de gastos e é preciso reportar o processo ao órgão financiador no modelo de controle específico: os dois controles - local e do financiador - podem repetir informações e criar controles paralelos, gerando incompatibilidade de dados. Por isso, é fundamental revisar as atualizações dos órgãos financiadores, participar dos treinamentos ofertados e seguir, de acordo com a capacidade do órgão, em busca de informatização. Não erre: aprenda com as falhas comuns de gerenciamento Planejar e executar, muitas vezes, têm caminhos opostos. Por esse motivo, é fundamental criar uma estratégia para evitar erros, comuns ao gerenciar projetos com financiamento externo. Quando se fala em projeto cofinanciado, todo cuidado é pouco: qualquer erro pode significar atraso no cronograma ou mesmo a perda do financiamento. Crie um bom planejamento e evite os três principais erros de gerenciamento: Crie uma estratégia para evitar erros. 1) Organização - Uma das maiores falhas é achar que é possível gerenciar o projeto de forma manual ou com planilhas de Excel, por exemplo. O conselho é buscar um sistema de gestão robusto, que auxilie em todo o processo, desde as fases iniciais - da concepção do projeto, passando pelo preenchimento da carta-consulta e fundamentalmente organizando todos os relatórios e cada etapa da prestação de contas. A médio e longo prazo, os órgãos tendem a trabalhar no caos, já que precisam juntar planilhas e acabam chegando a muitos erros. 2) Contabilidade do projeto x contabilidade do mutuário O nível de detalhamento da contabilidade é totalmente diferente nos dois casos. Cada investimento na obra, por exemplo, deve vir de um componente específico. Porém, muitas vezes não é possível desmembrar o dinheiro dentro do órgão. Por essa razão, é fundamental contar com uma contabilidade independente - de preferência informatizada e organizada - com visão panorâmica do projeto em toda a sua capilaridade. Lembre-se: tudo gira em torno da taxa de câmbio - uma cotação errada pode comprometer toda a prestação de contas e o avanço financeiro do projeto. 3) Falta de contrapartida Para que o banco financiador aplique o recurso, ele pressupõe que o mutuário esteja com a saúde financeira em dia. E mais, que tenha condições de contribuir com a contrapartida, que normalmente gira em torno de 50% do valor financiado. Muitos projetos ficam bloqueados ou demoram mais para serem aprovados por que os órgãos não tem capacidade de cumprir com a contrapartida proposta. 6

7 3.PRESTAÇÃO DE CONTAS: UMA NECESSIDADE Não basta elaborar um bom projeto e gerenciá-lo com primor. É preciso prestar contas de forma concisa e transparente, levando em conta as exigências de cada órgão, para garantir que todo o cronograma seja realizado de forma correta. Há uma periodicidade para prestação de contas, que depende de cada agência internacional. É um acompanhamento perene, que requer tempo e, fundamentalmente, organização. A prestação de contas consiste em seguir as diretrizes que o gestor mesmo estabeleceu, na hora de elaborar o projeto. O mutuário deve resumir o andamento do projeto através de um conjunto de relatórios pré-definidos. Por esses e outros motivos, os bancos internacionais exigem que o mutuário faça uso de um sistema de gestão, que vai organizar os dados e manter em dia todos os relatórios. É possível fazer tudo nos moldes antigos, com planilhas e avaliações avulsas? Claro que sim. No entanto, se o mutuário não conseguir elaborar os relatórios, terá que informar ao banco e solicitar mais prazo ou corre o risco de ter o projeto estacionado por falta de informações. Parece simples, mas com tantos detalhes, um sistema que auxilie o andamento de todo o processo pode garantir que não aconteçam falhas. Em resumo, é imprescindível planejar minuciosamente o projeto, coordenar com mão de ferro para não perder a linha e informar o banco financiador como e onde o investimento é aplicado, com o nível de detalhamento exigido pelos agentes internacionais. Esperamos que o conteúdo deste e-book tenha auxiliado no processo e contribua para que mais projetos recebam aporte internacional.caso tenha restado alguma dúvida, entre em contato com nossa equipe. Se você quiser saber mais sobre projetos cofinanciados acesse o nosso Blog E-Gestão Pública. Um sistema de de gestão auxilia em todo processo. 7

8 E-GESTÃO PÚBLICA Uma iniciativa

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