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2 2002 Ministério do Trabalho e Emprego É permitida a reprodução parcial ou total desta obra, desde que citada a fonte. Tiragem: exemplares Edição e Distribuição Secretaria de Inspeção do Trabalho SIT Esplanada dos Ministérios Bloco F, Anexo, Ala B, 1º Andar Tels.: (0xx61) / Fax: (0xx61) CEP: Brasília/DF Site: Impresso no Brasil/Printed in Brazil Dados Internacionais de Catalogação na Publicação CIP Biblioteca. Seção de Processos Técnicos MTE C766 Convenção da OIT. Brasília : MTE, SIT, p. 1. Normas internacionais do trabalho. 2. Trabalho, regulamentação. 3. Relação de trabalho. 4. Segurança do trabalho, Brasil. I. Brasil. Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). II. Brasil. Secretaria de Inspeção do Trabalho (SIT). III. Organização Internacional do Trabalho (OIT). CDD Conv OIT.pmd 2 25/03/2004, 13:47

3 SUMÁRIO Apresentação...5 Generalidades...7 Definição...7 Ratificação...7 Vigência...7 Validade...8 Revisão...8 Área de Aplicação...8 Convenção nº 184 Segurança e Saúde na Agricultura, Convenção nº 182 Piores Formas de Trabalho Infantil e a Ação Imediata para sua Eliminação, Convenção nº 176 Segurança e Saúde na Mineração, Convenção nº 174 Prevenção de Acidentes Industriais Maiores, Convenção nº 170 Segurança na Utilização de Produtos Químicos, Convenção nº 167 Segurança e Saúde na Construção, Convenção nº 162 Prevenção e Controle do Asbesto, Convenção nº 161 Serviços de Saúde no Trabalho, Convenção nº 155 Segurança e Saúde dos Trabalhadores, Conv OIT.pmd 3 25/03/2004, 13:47

4 Convenção nº 152 Segurança e Higiene no Trabalho Portuário, Convenção nº 148 Meio Ambiente de Trabalho (Contaminação do Ar, Ruído e Vibrações), Convenção nº 139 Câncer Profissional, Convenção nº 136 Benzeno, Convenção nº 127 Peso Máximo, Convenção nº 124 Exame Médico dos Menores na Mineração Subterrânea, Convenção nº 120 Higiene no Comércio e Escritórios, Convenção nº 115 Proteção Contra Radiações, Convenção nº 113 Exame Médico de Pescadores, Convenção nº 103 Proteção à Maternidade (Revisada), Convenção nº 81 Inspeção do Trabalho, Convenção nº 45 Trabalho Subterrâneo de Mulheres, Convenção nº 42 Indenização de Trabalhadores por Doenças Ocupacionais (Revisada), Convenção nº 16 Exame Médico de Menores no Trabalho Marítimo, Convenção nº 12 Indenização por Acidente do Trabalho na Agricultura, Conv OIT.pmd 4 25/03/2004, 13:47

5 APRESENTAÇÃO A importância da Organização Internacional do Trabalho no desencadear de temas estratégicos, garantindo o desenvolvimento continuado das relações de trabalho no mundo, é ímpar. O Ministério do Trabalho e Emprego reconhece e ressalta essa importância e é com imenso orgulho que nos esforçamos para ampliar o conhecimento público sobre as convenções da Organização relativas à Segurança e Saúde no Trabalho. A Secretaria de Inspeção do Trabalho SIT/Departamento de Segurança e Saúde no Trabalho DSST espera com esta iniciativa prosseguir no seu foco permanente de atenção, que é a redução significativa dos acidentes de trabalho, com conseqüente melhoria da qualidade de trabalho. VERA OLÍMPIA GONÇALVES Secretária de Inspeção do Trabalho JUAREZ CORREIA BARROS JÚNIOR Diretor do Departamento de Segurança e Saúde no Trabalho Conv OIT.pmd 5 25/03/2004, 13:47

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7 GENERALIDADES DEFINIÇÃO Convenções da Organização Internacional do Trabalho OIT são tratados multilaterais abertos, de caráter normativo, que podem ser ratificadas sem limitação de prazo por qualquer dos Estados-Membros. RATIFICAÇÃO Até 18 meses da adoção de uma convenção, cada Estado-Membro tem obrigação de submetê-la à autoridade nacional competente (no Brasil, o Congresso Nacional) para aprovação; após aprovação, o Governo (Presidente da República) promove a ratificação do tratado junto à OIT; após a ratificação, o Estado-Membro deve promulgar o tratado, ou seja, adotar medidas legais ou outras que assegurem a aplicação da Convenção em prazos determinados, incluindo o estabelecimento de sanções apropriadas, mantendo serviços de inspeção que zelem por seu cumprimento. Em geral, é prevista consulta prévia às entidades mais representativas de empregadores e trabalhadores. VIGÊNCIA Internacional: Inicia-se 12 meses após ratificação de uma convenção por dois Estados-Membros; nacional: A partir de 12 meses após a ratificação pelo Estado-Membro, desde que a convenção já vigore em âmbito internacional. 7 Conv OIT.pmd 7

8 VALIDADE O prazo de validade de cada ratificação é de 10 anos; ao término da validade, o Estado-Membro pode denunciar a convenção, cessando sua responsabilidade em relação à mesma 12 meses após; não havendo sido denunciada a convenção até 12 meses do término da validade da ratificação, renova-se a validade tacitamente por mais 10 anos. REVISÃO Uma convenção pode ser objeto de revisão. A ratificação por um Estado-Membro da convenção revisora implicará a denúncia imediata da anterior, que deixará de estar aberta à ratificação, embora continue vigorando em relação aos países que a ratificaram e deixaram de aderir ao instrumento de revisão. ÁREA DE APLICAÇÃO A abrangência de cada convenção é definida em seu texto, havendo, porém, em algumas convenções, possibilidade de exclusão total ou parcial de ramos da atividade econômica, empresas ou produtos, ou mesmo a exclusão de aplicação de parte da convenção em todo o território nacional, a critério da autoridade nacional competente, após consulta às organizações representativas de empregadores e trabalhadores. Nessa circunstância, o fato deve ser formalmente comunicado à OIT. Neste trabalho são apresentados os pontos principais das Convenções da área de SST, as quais estão apresentadas em ordem cronológica inversa. As Convenções completas podem ser consultadas no site 8 Conv OIT.pmd 8

9 CONVENÇÃO Nº 184 SEGURANÇA E SAÚDE NA AGRICULTURA, 2001 Área de Aplicação: Atividades florestais e de agricultura, incluindo a criação de animais e o processamento primário de produtos agrários e animais, assim como o uso e manutenção de máquinas, equipamentos, ferramentas e instalações e qualquer processo, operação, armazenamento ou transporte realizado em instalações agrícolas e diretamente relacionados à produção agrária. Exceções: A agricultura de subsistência, a exploração industrial de florestas e processos industriais que utilizam produtos agrícolas como matéria-prima. CONTEÚDO BÁSICO 1. Dever de formulação, implementação e revisão periódica de política nacional em matéria de segurança e saúde na agricultura. 2. Previsão na legislação nacional de: Existência de autoridade competente responsável pela implementação da política; especificação dos direitos e deveres de empregadores e trabalhadores; mecanismos de coordenação inter-setorial. 3. Definição, pela autoridade competente ou legislação, de mecanismos para garantir que: Exista cooperação em matéria de segurança e saúde entre dois ou mais empregadores ou profissionais 9 Conv OIT.pmd 9

10 autônomos que exerçam atividades em um mesmo local de trabalho; os empregadores: realizem avaliações de risco adequadas e adotem medidas preventidas e protetivas de segurança nas atividades agrícolas, instalações, máquinas, equipamentos, produtos químicos, ferramentas e processos; providenciem treinamento, instruções e supervisão adequada aos trabalhadores agrícolas; tomem medidas imediatas de evacuação e interrupção de qualquer operação em que haja risco grave e iminente à segurança e saúde. 4. Dever dos empregadores de garantir a segurança e saúde dos trabalhadores em todos os aspectos relacionados ao trabalho. 5. Direitos dos trabalhadores de: Ser informados e consultados em matéria de segurança e saúde; participar na aplicação e revisão de medidas de segurança e saúde e de eleger seus representantes de segurança e saúde; afastar-se de perigo resultante de suas atividades de trabalho sempre que haja razoável justificativa para crer que exista risco sério e iminente a sua segurança e saúde e informar seu supervisor imediatamente. 6. Dever dos trabalhadores de cumprir as medidas de segurança e saúde prescritas e cooperar com os empregadores para que os mesmos cumpram suas próprias obrigações e responsabilidades. 7. Obrigação de haver dispositivos legais ou prescrições de autoridade competente que garantam que: 10 Conv OIT.pmd 10

11 Quanto à Segurança e ergonomia de máquinas: máquinas, equipamentos, equipamentos de proteção individual, insumos e ferramentas manuais estejam de acordo com os padrões reconhecidos de segurança e saúde e sejam adequadamente instalados, mantidos e protegidos; máquinas e equipamentos sejam utilizados somente para fins a que se destinam e sejam operados por pessoas treinadas e competentes; produtores, importados e fornecedores cumpram os padrões reconhecidos de segurança e saúde e providenciem informação adequada, incluindo sinalização de advertência na língua do país usuário; os trabalhadores recebam e compreendam as informações de segurança e saúde. Quanto aos produtos químicos: os produtos químicos sejam importados, classificados, embalados e rotulados segundo critérios específicos e sejam utilizados e descartados de forma segura; pessoas envolvidas na produção, importação, venda, fornecimento, estocagem, transferência e descarte de produtos químicos cumpram a legislação de segurança e saúde e forneçam informações adequadas aos usuários e autoridade competente; haja sistema seguro de coleta, descarte e reciclagem de lixo químico, produtos químicos obsoletos e recipientes vazios de produtos químicos; existam medidas protetivas e preventivas para o uso de produtos químicos e manuseio de lixo químico, especialmente em relação à preparação, manuseio, estocagem e transporte de produtos químicos, atividades de dispersão desses produtos, manutenção, 11 Conv OIT.pmd 11

12 12 reparo e limpeza de equipamentos e recipientes para os mesmos, descarte de recipientes vazios, lixo químico e produtos obsoletos. Quanto ao manuseio e transporte de materiais: sejam definidos requisitos de segurança e saúde para manuseio e trasporte de materiais, baseados em avaliações de risco, padrões técnicos e opinião médica, após consulta aos trabalhadores e seus representantes. Quanto ao manuseio de animais e proteção contra riscos biológicos: os riscos como os de infecção, alergia ou envenenamento sejam prevenidos segundo padrões reconhecidos de segurança e saúde. Quanto às instalações: sua construção, manutenção e reparo sejam realizados em conformidade com a legislação e requisitos de segurança e saúde. 8. Estabelecimento da idade mínima de 18 anos para o trabalho na agricultura que por sua natureza ou pelas circunstâncias em que é realizado possa causar dano à segurança e saúde do jovem. 9. Obrigação de que se tomem medidas para garantir que trabalhadores temporários ou sazonais recebam a mesma proteção de segurança e saúde dos trabalhadores permanentes; As necessidades especiais das mulheres trabalhadoras em relação à gravidez, amamentação e saúde reprodutiva sejam consideradas. 10. Necessidade de haver prescrição legal ou pela autoridade competente sobre a obrigatoriedade do fornecimento sem ônus para o trabalhador de instalações adequadas de bem-estar, assim como de requisitos mínimos para os alojamentos de trabalhadores. Conv OIT.pmd 12

13 11. Direito dos trabalhadores na agricultura de receberem a mesma cobertura de seguro ou seguridade social que os trabalhadores de outros setores. 13 Conv OIT.pmd 13

14 CONVENÇÃO Nº 182 PIORES FORMAS DE TRABALHO INFANTIL E A AÇÃO IMEDIATA PARA SUA ELIMINAÇÃO, 1999 Aprovação: Decreto Legislativo n o 178, de 14 de dezembro de Ratificação: 2 de fevereiro de Promulgação: Decreto n o 3.597, de 12 setembro de Área de Aplicação: Piores formas de trabalho infantil CONTEÚDO BÁSICO 1. Dever de adoção de medidas imediatas e eficazes para a proibição e eliminação das piores formas de trabalho infantil, que incluem: Todas as formas de escravidão ou práticas análogas à escravidão e o trabalho forçado ou obrigatório de crianças (menores de 18 anos) em conflitos armados; a utilização, o recrutamento ou a oferta de crianças para a prostituição, a produção de pornografia ou atuações pornográficas; a utilização, recrutamento ou a oferta de crianças para a realização de atividades ilícitas, em particular a produção e o tráfico de entorpecentes; o trabalho que, por sua natureza ou pelas condições em que é realizado, seja suscetível de prejudicar a saúde, a segurança ou a moral das crianças. 14 Conv OIT.pmd 14

15 2. Obrigatoriedade de: Revisão periódica da lista de tipos de trabalho definida; implantação de programas de ação para eliminar as piores formas de trabalho infantil; adoção de medidas eficazes e em prazo determinado para: impedir a ocupação e prestar assistência para retirar as crianças das piores formas de trabalho infantil; garantir a reabilitação, a inserção social, o acesso ao ensino básico gratuito e, quando possível e adequado, à formação profissional a todas as crianças que tenham sido retiradas das piores formas de trabalho infantil; identificar e contactar diretamente as crianças que estejam particularmente expostas a riscos e entrar em contato direto com elas; levar em consideração a situação particular das meninas. 15 Conv OIT.pmd 15

16 CONVENÇÃO Nº 176 SEGURANÇA E SAÚDE NA MINERAÇÃO, 1995 Área de Aplicação: Todas as minas, incluindo os locais, na superfície ou subsolo, onde se pratica exploração ou extração de minerais, exceto óleo e gás, o beneficiamento do material extraído e todas as instalações, máquinas e equipamentos utilizados nessas atividades. CONTEÚDO BÁSICO 1. Dever de adoção de política em matéria de segurança e saúde nas minas. 2. Obrigação de formulação de legislação que contenha dispositivos referentes a: Supervisão da segurança e saúde e inspeção nas minas; procedimentos para notificação e investigação de acidentes graves ou fatais, incidentes perigosos e desastres; compilação e publicação de estatísticas de acidentes, doenças profissionais e incidentes perigosos; poder da autoridade competente de interdição de minas até a correção da situação que levou à interdição; garantia dos direitos dos trabalhadores e seus representantes serem consultados e participarem de medidas referentes à segurança e saúde nos locais de trabalho; obrigação de que a fabricação, armazenamento, transporte e uso de explosivos e detonadores seja feita por pessoal competente e autorizado, ou sob sua supervisão; 16 Conv OIT.pmd 16

17 obrigatoriedade da realização de planos adequados de exploração antes do início das operações de minas e a cada modificação significativa, atualizados periodicamente e mantidos à disposição nos locais de trabalho. Especificação de: exigências em matéria de salvamento, primeiros socorros e serviços médicos; obrigatoriedade de fornecimento e manutenção de respiradores autônomos para o trabalho em minas subterrâneas de carbono; medidas de proteção das minas não mais exploradas; requisitos para armazenamento, transporte e eliminação de substâncias perigosas e rejeitos; número e condições mínimas das instalações de higiene e conforto. 3. Responsabilidade dos empregadores de: Avaliar os riscos e controlá-los, supervisionando, avaliando e inspecionando periodicamente o meio ambiente de trabalho; garantir que a mina seja dotada de equipamentos que proporcionem uma exploração segura e um meio ambiente de trabalho salubre; garantir que os trabalhadores possam realizar tarefas sem colocar em perigo sua segurança e saúde nem a de outras pessoas; tomar medidas quanto a: manutenção da estabilidade do terreno nas áreas de trabalho; estabelecimento de duas vias independentes de saída de qualquer local de trabalho; 17 Conv OIT.pmd 17

18 sistema de ventilação adequado nas minas subterrâneas; prevenção, detecção e combate de incêndios e explosões; garantia de interrupção das atividades e evacuação em caso de risco grave à segurança e à saúde dos trabalhadores; preparação de plano de emergência específico para cada mina. Informar os trabalhadores dos riscos relacionados com seu trabalho, dos perigos à sua saúde e das medidas de proteção e prevenção aplicáveis; proporcionar e manter, sem ônus para os trabalhadores, seu equipamento, roupa e outros dispositivos de proteção; proporcionar a trabalhadores lesionados ou enfermos primeiros socorros, meio adequado de transporte e acesso a serviço médico; garantir a vigilância sistemática da saúde dos trabalhadores expostos aos riscos próprios da mineração; zelar para que: os trabalhadores disponham de programas de formação, de readaptação e instruções em matéria de segurança e saúde; sejam realizados a supervisão e controle adequados de cada turno; seja estabelecido sistema que permita que se saiba, com precisão e a qualquer momento, os nomes de todos os que estão em um local subterrâneo e sua localização provável; 18 Conv OIT.pmd 18

19 sejam investigados e comunicados todos os acidentes e incidentes perigosos e se adotem as medidas corretivas adequadas. 4. Em caso de haver dois ou mais empregadores em atividade em uma mesma mina, obrigação do empregador responsável pela mina de coordenar todas as ações de segurança e saúde. 5. Direitos e deveres dos trabalhadores e seus representantes de: Notificar o empregador e a autoridade competente sobre acidentes, incidentes perigosos e riscos; solicitar realização de inspeções e investigações pelo empregador ou autoridade competente; conhecer e estar informados dos riscos existentes nos locais de trabalho e obter informações referentes a sua segurança e saúde; retirar-se de qualquer setor da mina, sempre que avalie a situação como de risco grave para sua segurança e saúde; eleger seus representantes de segurança e saúde; acatar medidas de segurança e saúde prescritas, zelando por sua própria segurança e saúde e de outras pessoas; informar a seu chefe qualquer situação que considere representar risco; cooperar com o empregador no cumprimento dos deveres e responsabilidades em segurança e saúde. 6. Direitos dos representantes de segurança e saúde de: participar de inspeções e investigações nos locais de trabalho; 19 Conv OIT.pmd 19

20 supervisionar e investigar assuntos referentes à segurança e à saúde, recorrendo a consultores externos, ao empregador ou à autoridade competente; receber notificações de acidentes e incidentes perigosos. 20 Conv OIT.pmd 20

21 CONVENÇÃO Nº 174 PREVENÇÃO DE ACIDENTES INDUSTRIAIS MAIORES, 1993 Aprovação: Decreto Legislativo n o 246, de 28 de junho de Ratificação: 2 de agosto de Promulgação: Decreto n o 4.085, de 15 de janeiro de Área de Aplicação: Instalações sujeitas a riscos de acidentes maiores. Exceções: Instalações nucleares e usinas que processem substâncias radioativas, instalações militares, transporte fora da instalações distinto do transporte por tubulações. CONTEÚDO BÁSICO 1. Dever de: Adoção de política relativa à proteção dos trabalhadores, população e meio ambiente contra riscos de acidentes maiores; criação de sistema de identificação de instalações sujeitas a riscos de acidentes maiores, baseada em lista de substâncias ou categorias de substâncias perigosas que inclua suas quantidades-limites. 2. Obrigação do empregador de: Notificar a autoridade competente sobre instalação sujeita a riscos de acidentes maiores que tenha identificado; 21 Conv OIT.pmd 21

22 Criar e manter sistema documentado de controle de riscos que contenha: identificação dos perigos e avaliação dos riscos; medidas técnicas e organizacionais de controle dos riscos; planos e procedimentos de emergência; medidas para redução das conseqüências de um acidente maior; consultas com trabalhadores e seus representantes; mecanismos de melhoria do sistema; elaboração de relatório de segurança de acordo com o sistema de controle de risco, periodicamente revisto e atualizado. Após um acidente maior, submeter à autoridade competente relatório detalhado sobre o mesmo, contendo suas causas, conseqüências, medidas adotadas e recomendações de medidas preventivas. 3. Responsabilidade da autoridade competente de: Assegurar a criação, atualização e coordenação de planos e procedimentos de emergência para proteção da população e meio ambiente fora das instalações de riscos; garantir, em caso de acidente maior, informações sobre medidas de segurança para a população; estabelecer política global de zoneamento para isolamento de instalações de risco. 4. Direitos e obrigações dos trabalhadores e seus representantes de: Estar informados dos riscos ligados à instalação e suas conseqüências, assim como de quaisquer ordens, instruções ou recomendações da autoridade competente; 22 Conv OIT.pmd 22

23 ser consultados na elaboração do relatório de segurança, planos e procedimentos de emergência e relatórios de acidente; ser regularmente instruídos e treinados nas práticas e procedimentos para prevenção de acidentes maiores e nos procedimentos de emergência; tomar medidas corretivas ou interromper suas atividades quando haja justificativa para crer que haja risco iminente de acidente maior; discutir com o empregador e informar a autoridade competente sobre risco potencial de acidente maior; observar práticas e procedimentos preventivos e de emergência. 5. Dever do Estado exportador, em caso de proibição do uso de substâncias, tecnologias ou processos com risco potencial de acidente maior, informar a todo país importador sobre essa proibição e suas razões. 23 Conv OIT.pmd 23

24 CONVENÇÃO Nº 170 SEGURANÇA NA UTILIZAÇÃO DE PRODUTOS QUÍMICOS, 1990 Aprovação: Decreto Legislativo n o 67, de 4 de maio Ratificação: 23 de dezembro de Promulgação: Decreto n o 2.657, de 3 de julho de Área de Aplicação: Todos os ramos da atividade econômica em que são utilizados produtos químicos. Exceção: Artigos que, sob condições normais de uso, não expõem os trabalhadores a um produto químico perigoso. CONTEÚDO BÁSICO 1. Dever formular, por em prática e avaliar periodicamente política de segurança na utilização de produtos químicos no trabalho. 2. Poder da autoridade competente de proibir ou restringir a utilização de certos produtos químicos perigosos ou de exigir notificação ou autorização prévia para seu uso. 3. Obrigação da autoridade competente, ou organismos reconhecidos pela mesma, de estabelecer sistemas e critérios específicos apropriados para classificar os produtos químicos e suas misturas em função do tipo e grau dos riscos físicos e para a saúde que oferecem. 4. Obrigatoriedade de: Marca de identificação em todos os produtos químicos e 24 Conv OIT.pmd 24

25 etiqueta com informação sobre classificação, perigos e medidas de segurança em todos os produtos perigosos; fornecimento aos empregadores que utilizam substâncias perigosas de ficha de segurança com dados sobre sua identificação, fornecedor, classificação, periculosidade, medidas de precaução e procedimentos de emergência; descarte adequado de produtos químicos e seus recipientes. 5. Dever dos fornecedores e empregadores de assegurarse de que os produtos químicos estejam adequadamente identificados e providos de ficha de segurança. 6. Responsabilidade dos fornecedores de repassar aos empregadores fichas de segurança atualizadas e de identificar corretamente os produtos ainda não classificados. 7. Responsabilidade dos empregadores de: Somente utilizar produtos adequadamente identificados, inclusive quando em embalagens diversas da original, e dotados de ficha de segurança; avaliar, controlar e monitorar a exposição dos trabalhadores a produtos químicos, mantendo os dados obtidos pelo período determinado pela legislação e disponibilizando-os aos trabalhadores e seus representantes. 8. Direito dos trabalhadores de: Afastar-se de situação que acredite ser de grave e iminente risco à sua segurança ou saúde, indicando-a para seu supervisor; obter todas as informações referentes aos produtos químicos utilizados. 9. Dever do Estado exportador, em caso de proibição do uso de substâncias perigosas por razões de segurança e saúde, informar a todo país importador sobre essa proibição e suas razões. 25 Conv OIT.pmd 25

26 CONVENÇÃO Nº 167 SEGURANÇA E SAÚDE NA CONSTRUÇÃO, 1988 Área de Aplicação: Todas as atividades de construção, ou seja, trabalhos de edificação, obras públicas e trabalhos de montagem e desmontagem, incluindo qualquer processo, operação e transporte nas obras, desde sua preparação até a conclusão do projeto. CONTEÚDO BÁSICO 1. Dever de adoção de uma legislação nacional que assegure o cumprimento da convenção por meio de normas técnicas, repertórios de recomendações práticas ou outros métodos, tomando medidas para garantir a cooperação entre empregadores e trabalhadores para o fomento da segurança e saúde nas obras. 2. Obrigação dos empregadores e trabalhadores autônomos cumprirem as medidas de segurança e saúde prescritas, em cooperação, no caso de estarem realizando simultaneamente atividades em uma mesma obra. 3. Dever do contratante principal ou de quem de fato exerça controle efetivo sobre o conjunto de atividades de uma obra de coordenar as medidas de segurança e saúde, zelando por seu cumprimento, sempre que dois ou mais empregadores realizem atividades simultâneas numa mesma obra. 4. Direito e dever dos trabalhadores em qualquer lugar de trabalho de participar no estabelecimento de condições seguras de trabalho e de opinar sobre métodos de trabalho que possam afetar sua segurança e saúde. 26 Conv OIT.pmd 26

27 5. Obrigação dos trabalhadores de: Cooperar com os empregadores na aplicação das medidas de segurança e saúde; zelar por sua própria segurança e saúde e a de outros que possam ser afetados por seus atos e omissões; utilizar devidamente os meios à sua disposição para sua proteção ou a dos demais; informar ao seu superior ou representante de toda situação que possa trazer risco que não possa controlar isoladamente; cumprir as medidas de segurança e saúde prescritas. 6. Direito do trabalhador de afastar-se de situação que creia trazer risco grave e iminente a sua segurança e saúde, informando sem demora a seu superior. 7. Obrigação de o empregador adotar medidas imediatas para interromper as atividades e evacuar os trabalhadores, se necessário, em caso de risco grave e iminente à segurança dos trabalhadores. 8. Dever de adoção de precauções em todos os locais de trabalho, inclusive acessos e saídas, para proteção da segurança e saúde dos trabalhadores e de todos os que se encontrem em uma obra ou suas imediações. 9. Estabelecimento de obrigatoriedades gerais quanto a todos equipamentos, estruturas, máquinas e ferramentas, que devem ser bem projetados, construídos e mantidos em bom estado, e de obrigatoriedades específicas quanto a: Andaimes e escadas de mão, que devem ser seguros, adequadamente montados e fixados e periodicamente inspecionados por pessoa competente; Elevadores e acessórios de içar, que devem ser manejados por pessoas treinadas e periodicamente 27 Conv OIT.pmd 27

28 inspecionados por pessoa competente, registrando-se os testes realizados e seus resultados, sendo proibida sua utilização para o transporte de pessoas, a não ser quando construído para esse fim ou em situação de urgência, para evitar-se risco de lesão grave ou acidente fatal, e em condições de absoluta segurança; Veículos de transporte e maquinário de movimentação de terra e manipulação de materiais, que devem ser operados por trabalhadores com formação adequada, estabelecendo-se na obra vias de acesso seguras para os mesmos e controle do tráfego; instalações, máquinas, equipamentos e ferramentas manuais, que devem ser utilizadas somente para os fins para os quais foram concebidos, ser manejados por trabalhadores com formação apropriada e periodicamente submetidos a exame por pessoa competente. 10. Definição de medidas contra riscos em: Trabalho em alturas prevenção de quedas de trabalhadores, ferramentas e outros materiais; escavações, poços, terraplanagens, obras subterrâneas e túneis precauções contra desmonoramento ou desprendimentos de terra, rochas ou outros materiais e contra eventuais pntilação adequada nos locais de trabalho, segurança em caso de incêndio ou entrada de água ou outros materiais; trabalhos com ar comprimido precauções em relação ao material e equipamento utilizado, adequação das condições de trabalho, aptidão física dos trabahadores e supervisão; trabalhos sobre uma superfície de água prevenção de afogamentos; 28 Conv OIT.pmd 28

29 trabalhos de demolição métodos e procedimentos de trabalho adequado e supervisão competente. 11. Obrigatoriedade de medidas de segurança em relação à eletricidade, ao uso de explosivos e à prevenção e combate a incêndios. 12. Dever de que sejam tomadas medidas para o controle de exposição de trabalhadores a riscos químicos físicos ou biológicos à sua saúde, por meio da substituição de substâncias perigosas, por mudanças na instalação, maquinário, equipamentos ou processos ou por outras medidas. 13. Quando não se possa garantir por outros meios a proteção do trabalhador, obrigação do empregador de fornecimento e manutenção gratuitos de roupas e equipamentos de proteção individual adequados ao tipo de trabalho e riscos, ajustados às normas estabelecidas pela autoridade competente e aos princípios da ergonomia, assegurando-se sua correta utilização. 14. Dever do empregador de garantir a todo momento a disponibilidade de meios adequados e pessoal com formação apropriada para prestção de primeiros socorros. 15. Obrigatorietade em toda obra de fornecimento de água potável e manutenção de instalações sanitárias e de asseio, locais para trocar, guardar e secar roupa, locais para alimentação. 16. Dever de facilitação aos trabalhadores, de forma suficiente e adequada, informação sobre os riscos a que podem estar expostos nos locais de trabalho e instruções e formação sobre os meios disponíveis para prevenir e controlar esses riscos e proteger-se. 17. Obrigação de comunicação de acidentes e doenças profissionais à autoridade competente em prazo legalmente estipulado. 29 Conv OIT.pmd 29

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