17 de novembro de Como a Controladoria pode melhorar a performance da empresa: insights da prática e das pesquisas

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "17 de novembro de Como a Controladoria pode melhorar a performance da empresa: insights da prática e das pesquisas"

Transcrição

1 17 de novembro de 2016 Como a Controladoria pode melhorar a performance da empresa: insights da prática e das pesquisas

2 Agenda Nossa missão Estrutura Processo Orçamentário Orçamento Matricial Despesas 2

3 Nossa missão como área de controladoria Missão: Otimização dos resultados econômicos global da empresa, garantindo assim sua perpetuidade. Missão Como: suportando os gestores com conhecimento e informações necessárias, tempestivas e fidedignas para gestão do negócio, conduzindo-os à conversão dos seus esforços para alcançar a otimização de seus resultados. 3

4 Agenda Nossa missão Estrutura e atividades Processo Orçamentário Orçamento Matricial Despesas 4

5 Organograma macro Diretoria Contabilidade Plan & Controle Corporativa Societária Custos Gerencial Margem e Working Capital Despesas Investimentos 5

6 Área contábil Diretoria KeYUser EBS Parâmetros Contábeis Contabilidade Conciliações Novos Projetos Plan & Controle Corporativa Societária Custos Gerencial Margem e Working Capital Despesas 6

7 Área contábil Normas contábeis Demonstrações Financeiras Auditoria Externa Governança Obrigações Acessórias Contabilidade Formação Custos Diretoria Plan & Controle Corporativa Societária Custos Gerencial Margem e Working Capital Despesas 7

8 Organiza, acumula e reporta dados e informações para tomadores de decisão (Stakeholders) Diretoria Contabilidade Indicadores Gerenciais (Resultado por Unidades / CR) (Resultado por Linha) (Resultado Fornecedor) (Roi / EVA) Plan & Controle Corporativa Societária Custos Gerencial Margem e Working Capital Despesas 8

9 Monitoramento e controle de atividades, desempenho e influenciar as decisões dos gestores das entidades Suporte Planejamento Diretoria Estratégico Liderar processo orçamentário Suportas todos os gestores Apontar e corrigir desvios de rotas Contabilidade Plan & Controle Corporativa Societária Custos Gerencial Margem e Working Capital Despesas 9

10 10

11 Agenda Nossa missão Estrutura e atividades Processo Orçamentário Orçamento Matricial Despesas 11

12 Cronograma processo orçamentário Planejamento Construção Execução Setembro Out => dez => jan Ano seguinte Cenários Entrevistas Simulações Carta Diretriz Detalhamento Monitoramento Correções desvios Revisões Controladoria Planejamento e Controle 12

13 Cronograma processo orçamentário Planejamento Construção Acompanhamento Setembro Out => dez => jan Papel do Controladoria: Conduzir o processo orçamentário Alinhar todas expectativas Suportar os executivos Suportar órgãos Governança Conduzir os gestores na otimização dos resultados Ano seguinte Cenários Entrevistas Simulações Carta Diretriz Detalhamento Monitoramento Correções desvios Revisões Controladoria Planejamento e Controle 13

14 Agenda Nossa missão Estrutura atividades Processo Orçamentário Orçamento Matricial Despesas 14

15 Utilizamos o modelo matricial, que introduz a figura do Gestor de Pacotes que têm grande responsabilidade no processo 15

16 Aplicamos o orçamento base zero, seguindo alguns princípios 16

17 A gestão matricial de despesas é baseada em 3 pilares Gestão Matricial de Despesas (GMD) Monitoramento e Desenvolvimento de Capacidades 17

18 Identificação das oportunidades de redução de despesas Definição grupos de trabalho Analise de grupo de despesas Definição dos Clusters Definição Indicadores Definição de metas Validação de metas com cada entidade Inclusão de metas no orçamento Gestão Matricial de Despesas (GMD) Monitoramento e Desenvolvimento de Capacidades 18

19 Na Fase de Identificação são definidas as oportunidades a serem transformadas em metas de redução

20 A identificação de oportunidades é baseada em algumas ferramentas analíticas básicas 20

21 O fluxo de orçamentação é baseado no dialogo entre entidades e pacotes buscando maior eficiência 21

22 A identificação de oportunidades é baseada em algumas ferramentas analíticas básicas 22

23 Os Cluster nos mostra grande dispersão e oferece oportunidade através da definição de metas por loja 23

24 Mensuração e captura das oportunidades Gestão Matricial de Despesas (GMD) Priorização de iniciativas Definição de metodologia e ferramentas de captura Benefícios, custos, investimentos e riscos para cada alternativa Gestão do plano de captura Monitoramento e Desenvolvimento de Capacidades 24

25 Na fase de Captura devem ser desenvolvidas as ações para efetiva redução de custos

26 A gestão matricial de despesas é baseada em 3 pilares Gestão Matricial de Despesas (GMD) Monitoramento e Desenvolvimento de Capacidades Metodologia, governança e ferramentas para acompanhamento Alinhamento dos Incentivos Mobilização da organização 26

27 A gestão matricial de despesas é baseada em 3 pilares Objetivo Pessoas Envolvidas Principais Atividades Garantir a perpetuidade do programa de gestão de matricial de despesas Diretoria Gestores de Despesa Gestores de Entidade Controladoria Metodologia e procedimentos de controle e acompanhamento do orçamento Mapeamento das responsabilidades de cada área na gestão do orçamento e controle de despesas Desenho de relatórios e ferramentas para o acompanhamento de despesas Realização de reuniões mensais com diretoria e donos pacotes e entidades Monitorando das metas Correção dos desvios 27

28 Várias iniciativas implementadas e outras ainda em implementação Workflow de escalada de iniciativas Priorização de Iniciativas Declaração de escopo Plano de trabalho detalhado 28

29 29

30 Como a Controladoria pode melhorar a performance da empresa Organizar; Reportar dados e informações; Monitorar as atividades; Mobilizando; Disseminando as melhores práticas; Exercer influência para correção dos desvios 30

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE CAPITAL Resolução 3.988/2011. Área Responsável: Risco de Crédito e Capital Gerência de Capital

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE CAPITAL Resolução 3.988/2011. Área Responsável: Risco de Crédito e Capital Gerência de Capital ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE CAPITAL Área Responsável: Risco de Crédito e Capital Gerência de Capital Sumário RELATÓRIO DE ACESSO PÚBLICO ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE CAPITAL... 3 1. INTRODUÇÃO... 3

Leia mais

Desdobrando o Mapa Estratégico da Justiça Federal do Rio Grande do Sul

Desdobrando o Mapa Estratégico da Justiça Federal do Rio Grande do Sul Desdobrando o Mapa Estratégico da Justiça Federal do Rio Grande do Sul Marcelo De Nardi Porto Alegre, 04 de julho de 2011. CONTEXTUALIZAÇÃO Poder Judiciário no Contexto da Gestão Pública Nacional Processos

Leia mais

ANEXO I ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA

ANEXO I ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA ANEXO I ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 1. OBJETO DE CONTRATAÇÃO A presente especificação tem por objeto a contratação de empresa Especializada de Consultoria para Planejamento da Estrutura Funcional e Organizacional

Leia mais

1ª Jornada Internacional da Gestão Pública. O caso MDIC. BRASÍLIA (DF), 13 de março de 2013

1ª Jornada Internacional da Gestão Pública. O caso MDIC. BRASÍLIA (DF), 13 de março de 2013 1ª Jornada Internacional da Gestão Pública O caso MDIC BRASÍLIA (DF), 13 de março de 2013 ANTECEDENTES INÍCIO DE 2011 Contexto de mudança de Governo; Necessidade de diagnóstico organizacional; Alinhamento

Leia mais

7 CONGRESSO BRASILEIRO DE GOVERNANÇA CORPORATIVA. Eduarda La Rocque O Papel do Conselho na Gestão de Riscos

7 CONGRESSO BRASILEIRO DE GOVERNANÇA CORPORATIVA. Eduarda La Rocque O Papel do Conselho na Gestão de Riscos 7 CONGRESSO BRASILEIRO DE GOVERNANÇA CORPORATIVA Eduarda La Rocque O Papel do Conselho na Gestão de Riscos 1 Introdução Sub-Comitê de Gestão de Riscos (nov 2004) Motivação: O fortalecimento do Conselho

Leia mais

Analista de Negócio 3.0

Analista de Negócio 3.0 Estudo de Caso A industria Santos é uma empresa siderúrgica que possui duas plantas industriais em dois municípios do interior de Minas Gerais. A sede da empresa fica no estado de São Paulo, na cidade

Leia mais

3) Qual é o foco da Governança de TI?

3) Qual é o foco da Governança de TI? 1) O que é Governança em TI? Governança de TI é um conjunto de práticas, padrões e relacionamentos estruturados, assumidos por executivos, gestores, técnicos e usuários de TI de uma organização, com a

Leia mais

Tema 3. Planejamento Estratégico na Administração Pública. Ricardo Naves Rosa

Tema 3. Planejamento Estratégico na Administração Pública. Ricardo Naves Rosa Tema 3 Planejamento Estratégico na Administração Pública Ricardo Naves Rosa Planejamento Estratégico na Administração Pública Balanced Scorecard Ricardo Naves Rosa Gerente de Gestão Estratégica - AGR Engenheiro

Leia mais

As visões de Negócio. Analista de Negócio 3.0. Segundo Módulo: Parte 2

As visões de Negócio. Analista de Negócio 3.0. Segundo Módulo: Parte 2 Segundo Módulo: Parte 2 As visões de Negócio 1 Quais são visões de Negócio? Para conhecer o negócio o Analista de precisa ter: - Visão da Estratégia - Visão de Processos (Operação) - Visão de Valor da

Leia mais

GESTÃO DE PROJETOS D I S C U S S ÃO B AS E A D A N O P M I

GESTÃO DE PROJETOS D I S C U S S ÃO B AS E A D A N O P M I GESTÃO DE PROJETOS D I S C U S S ÃO B AS E A D A N O P M I DEFINIÇÃO DE PROJETO Empreendimento temporário realizado de forma progressiva para criar um produto ou serviço único. (Project Management Institute

Leia mais

Desafios para manter a iniciativa de BPM alinhada com a estratégia empresarial

Desafios para manter a iniciativa de BPM alinhada com a estratégia empresarial Desafios para manter a iniciativa de BPM alinhada com a estratégia empresarial Marlene Silva YPÊ Curitiba 05/12/12 Quem Somos Marca líder no segmento de higiene e limpeza no Brasil, a Ypê possui uma linha

Leia mais

UNIASSELVI. Paulo de Tarso

UNIASSELVI. Paulo de Tarso UNIASSELVI Paulo de Tarso As primeiras impressões sobre a Uniasselvi são positivas, mas há espaço para implementar controles mais rígidos Administração da Uniasselvi Rotina da equipe local continua em

Leia mais

Fórum de Empresas Estatais Federais Plano de Cargos, Salários e Remuneração Capacitação de RH para Inovação

Fórum de Empresas Estatais Federais Plano de Cargos, Salários e Remuneração Capacitação de RH para Inovação Fórum de Empresas Estatais Federais Plano de Cargos, Salários e Remuneração Capacitação de RH para Inovação A prática de remuneração variável e gestão por competências no setor público brasileiro Agenda

Leia mais

Parte I Dimensões do Uso de Tecnologia de Informação, 5

Parte I Dimensões do Uso de Tecnologia de Informação, 5 Sumário Introdução, 1 Parte I Dimensões do Uso de Tecnologia de Informação, 5 1 Direcionadores do Uso de Tecnologia de Informação, 7 1.1 Direcionadores de mercado, 8 1.2 Direcionadores organizacionais,

Leia mais

Desenvolvimento de Negócios. Planejamento Estratégico Legal: da concepção à operacionalização Competências necessárias para o Gestor Legal

Desenvolvimento de Negócios. Planejamento Estratégico Legal: da concepção à operacionalização Competências necessárias para o Gestor Legal Desenvolvimento de Negócios Planejamento Estratégico Legal: da concepção à operacionalização Competências necessárias para o Gestor Legal Gestão Estratégica Para quê? Por Quê? Para fazer acontecer e trazer

Leia mais

CRIATIVIDADE Relatório de Consultoria

CRIATIVIDADE Relatório de Consultoria ELBI ELÉTRICA LTDA Betim/MG Proposta_ELBI-Betim-7_2015_((Criatividade))_rev.B Este relatório contem um resumo das atividades desenvolvidas na ELBI Betim/MG desde o início das atividades de consultoria

Leia mais

Núcleo de Apoio ao Planejamento e Gestão da Inovação. Junho de 2006

Núcleo de Apoio ao Planejamento e Gestão da Inovação. Junho de 2006 Núcleo de Apoio ao Planejamento e Gestão da Inovação Junho de 2006 NUGIN: Núcleo de Gestão da Inovação Missão Promover a geração de ambientes inovadores, fomentando e apoiando as empresas na gestão da

Leia mais

ITAÚ UNIBANCO HOLDING S.A.

ITAÚ UNIBANCO HOLDING S.A. ITAÚ UNIBANCO HOLDING S.A. CNPJ 60.872.504/0001-23 Companhia Aberta NIRE 35300010230 RELATÓRIO DE ACESSO PÚBLICO GESTÃO INTEGRADA DE RISCO OPERACIONAL, CONTROLES INTERNOS E COMPLIANCE Objetivo Este documento

Leia mais

I SIMPÓSIO MINEIRO DE CONTABILIDADE APLICADA NO SETOR PÚBLICO

I SIMPÓSIO MINEIRO DE CONTABILIDADE APLICADA NO SETOR PÚBLICO I SIMPÓSIO MINEIRO DE CONTABILIDADE APLICADA NO SETOR PÚBLICO A CONVERGÊNCIA DAS NORMAS INTERNACIONAIS AO SETOR PÚBLICO MARIA DA CONCEIÇAO BARROS DE REZENDE SITUAÇAO DA CONTABILIDADE PÚBLICA NO BRASIL

Leia mais

Governança aplicada à Gestão de Pessoas

Governança aplicada à Gestão de Pessoas Governança de pessoal: aperfeiçoando o desempenho da administração pública Governança aplicada à Gestão de Pessoas Ministro substituto Marcos Bemquerer Brasília DF, 15 de maio de 2013 TCU Diálogo Público

Leia mais

VIX LOGÍSTICA S/A COMITÊ DE GOVERNANÇA CORPORATIVA E GESTÃO DE PESSOAS

VIX LOGÍSTICA S/A COMITÊ DE GOVERNANÇA CORPORATIVA E GESTÃO DE PESSOAS VIX LOGÍSTICA S/A COMITÊ DE GOVERNANÇA CORPORATIVA E GESTÃO DE PESSOAS 1. Objetivo O Comitê de Governança Corporativa e Gestão de Pessoas é um órgão acessório ao Conselho de Administração (CAD) da VIX

Leia mais

REUNIÃO NÚCLEO DE PLANEJAMENTO E MODERNIZAÇÃO DA GESTÃO

REUNIÃO NÚCLEO DE PLANEJAMENTO E MODERNIZAÇÃO DA GESTÃO REUNIÃO NÚCLEO DE PLANEJAMENTO E MODERNIZAÇÃO DA GESTÃO 15 DE AGOSTO DE 2012 NÚCLEO DE PLANEJAMENTO E MODERNIZAÇÃO DA GESTÃO 15/08/12 PAUTA 1. AGENDA PLANEJAMENTO II SEMESTRE 2012 2. ESCRITÓRIO DE PROJETOS

Leia mais

Relatório Anual Gerenciamento de Risco Operacional

Relatório Anual Gerenciamento de Risco Operacional Relatório Anual 2015 Gerenciamento de Risco Operacional Sumário Introdução Estrutura de Risco Operacional Responsabilidades Metodologia de Gerenciamento Aprovação e Divulgação Conclusão 1 Introdução Em

Leia mais

Processos Mapeamento, Análise e Normatização. Métricas de mensuração dos processos. Métricas de Mensuração. Aula 03. Prof.

Processos Mapeamento, Análise e Normatização. Métricas de mensuração dos processos. Métricas de Mensuração. Aula 03. Prof. Processos Mapeamento, Análise e Normatização Métricas de mensuração dos processos Aula 03 Prof. Frank Pizo Métricas de Mensuração Mensurar: 1. Determinar a medida de; medir. 2. Determinar a extensão ou

Leia mais

Planejamento Estratégico

Planejamento Estratégico PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO AMAZONAS DIVISÃO DE GESTÃO DA QUALIDADE Sistema de Gestão da Qualidade PROCEDIMENTO P.TJAM 67 Planejamento Estratégico Elaborado por: Carla Winalmoller

Leia mais

4.6. ATENDIMENTO ÀS METAS DO PLANO/PROGRAMA/PROJETO

4.6. ATENDIMENTO ÀS METAS DO PLANO/PROGRAMA/PROJETO 4.6. ATENDIMENTO ÀS METAS DO PLANO/PROGRAMA/PROJETO A planilha de atendimento às metas do projeto é apresentada na sequência. Metas Proporcionar os elementos necessários para que seja definido o processo

Leia mais

Controladoria para Gestão Empresarial

Controladoria para Gestão Empresarial Controladoria para Gestão Empresarial Aderson de Castro Soares Neto Mestre em Administração de Empresas com foco em empreendedorismo pela FACCAMP (SP). Especialista em Marketing pela PUC-Rio de Janeiro;

Leia mais

Sustentabilidade nas instituições financeiras Uma visão sobre a gestão de riscos socioambientais

Sustentabilidade nas instituições financeiras Uma visão sobre a gestão de riscos socioambientais Sustentabilidade nas instituições financeiras Uma visão sobre a gestão de riscos socioambientais Como as instituições financeiras devem tratar a gestão de riscos socioambientais? O crescente processo de

Leia mais

Morgan Stanley. Estrutura de Gerenciamento do Risco de Liquidez

Morgan Stanley. Estrutura de Gerenciamento do Risco de Liquidez Morgan Stanley Estrutura de Gerenciamento do Risco de Liquidez Título Estrutura de Gerenciamento do Risco de Liquidez Data de Vigência: 2015 Proprietário Tesouraria Corporativa Aprovação Diretor Financeiro

Leia mais

MBA EM GESTÃO FINANCEIRA CONTROLADORIA E AUDITORIA. Código S1: TMBAGFCA15/21 Código S2: TMBAGFCA15_21 Currículo: TMBAGFCA15_21-1

MBA EM GESTÃO FINANCEIRA CONTROLADORIA E AUDITORIA. Código S1: TMBAGFCA15/21 Código S2: TMBAGFCA15_21 Currículo: TMBAGFCA15_21-1 MBA EM GESTÃO FINANCEIRA CONTROLADORIA E AUDITORIA Código S1: TMBAGFCA15/21 Código S2: TMBAGFCA15_21 Currículo: TMBAGFCA15_21-1 OBJETIVOS GERAIS Atualizar e aprofundar conceitos da área de finanças, utilizando

Leia mais

Políticas Organizacionais

Políticas Organizacionais Políticas Organizacionais Versão 1.4 Histórico de Revisões Data Versão Descrição Autor 11/10/2012 1.0 Revisão das políticas EPG 26/11/2012 1.1 Revisão do Item de customização EPG 24/10/2013 1.2 Revisão

Leia mais

Contratualização de Resultados

Contratualização de Resultados Contratualização de Resultados Contratualização de Resultados CONCEITO E PREMISSA FUNDAMENTAL SOBRE CONTRATOS DE GESTÃO O contrato de gestão é um instrumento de pactuação de resultados, que relaciona secretarias

Leia mais

Seja bem-vindo ao nosso Portfólio Digital. A Blueway Nossos diferenciais Clientes O que fazemos Contato

Seja bem-vindo ao nosso Portfólio Digital. A Blueway Nossos diferenciais Clientes O que fazemos Contato Seja bem-vindo ao nosso Portfólio Digital 1 2 3 4 A Blueway Nossos diferenciais Clientes O que fazemos Contato 1 Blueway Nossa organização Somos a Blueway, uma consultoria que atua na transformação organizacional

Leia mais

A empresa quantifica aspectos socioambientais nas projeções financeiras de:

A empresa quantifica aspectos socioambientais nas projeções financeiras de: Os trechos em destaque encontram-se no Glossário. Dimensão Econômica Critério I - Estratégia Indicador 1 - Planejamento Estratégico 1. Assinale os objetivos que estão formalmente contemplados no planejamento

Leia mais

POLÍTICA DE GERENCIAMENTO

POLÍTICA DE GERENCIAMENTO NORTE INVESTIMENTOS ADMINISTRADORA DE RECURSOS LTDA. POLÍTICA DE GERENCIAMENTO DE RISCO OPERACIONAL Versão 1.0 Vigência Agosto / 2016 Classificação das Informações [ X ] Uso Interno [ ] Uso Público Conteúdo

Leia mais

PRINCÍPIOS DA ENGENHARIA DE SOFTWARE- AULA 06. Prof.: Franklin M. Correia

PRINCÍPIOS DA ENGENHARIA DE SOFTWARE- AULA 06. Prof.: Franklin M. Correia 1 PRINCÍPIOS DA ENGENHARIA DE SOFTWARE- AULA 06 Prof.: Franklin M. Correia NOS CAPÍTULOS ANTERIORES... Atividades de Gerenciamento Planejamento de Projetos Programação de Projeto O QUE TEMOS PARA HOJE!!

Leia mais

Código: MSFC-P-004 Versão: 05 Emissão: 10/2011 Última Atualização em: 02/2016

Código: MSFC-P-004 Versão: 05 Emissão: 10/2011 Última Atualização em: 02/2016 Política de Controles Internos Código: MSFC-P-004 Versão: 05 Emissão: 10/2011 Última Atualização em: 02/2016 OBJETIVO Garantir a aplicação dos princípios e boas práticas da Governança Corporativa, e que

Leia mais

Autores: Angelo José Rodrigues Lima Salvador 06 de julho de 2016

Autores: Angelo José Rodrigues Lima Salvador 06 de julho de 2016 A situação dos Comitês de Bacias e a necessidade de monitorar o Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos a construção do Observatório da Governança das Águas Autores: Angelo José Rodrigues

Leia mais

Informação de Custos e Qualidade do Gasto Público

Informação de Custos e Qualidade do Gasto Público I SEMINÁRIO POTIGUAR SOBRE CONTABILIDADE, CUSTOS E QUALIDADE DO GASTO NO SETOR PÚBLICO Informação de Custos e Qualidade do Gasto Público Nelson Machado e Victor Holanda MAIO 2011, NATAL RN Ambiente e Desafios

Leia mais

Prioridades da Agenda de Marco Institucional da MEI

Prioridades da Agenda de Marco Institucional da MEI 2ª REUNIÃO DO COMITÊ DE LÍDERES DA MEI DE 2016 Prioridades da Agenda de Marco Institucional da MEI Gilberto Peralta GE 13 de maio de 2016 MARCO INSTITUCIONAL Emenda Constitucional nº 85 Inserção da inovação

Leia mais

Sumário. Parte II Mensuração do desempenho gerencial 31. Parte I Gestão 1. Gestão rural no século XXI 3

Sumário. Parte II Mensuração do desempenho gerencial 31. Parte I Gestão 1. Gestão rural no século XXI 3 Parte I Gestão 1 CAPÍTULO 1 Gestão rural no século XXI 3 Estrutura do estabelecimento agropecuário 4 Novas tecnologias 7 A era da informação 8 Controle de ativos 9 Recursos humanos 10 Produção para atender

Leia mais

POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCO

POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCO POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCO Pág.: 1/14 3/ OBJETIVO Política de Gestão de Risco Assegurar o atingimento dos objetivos e das estratégias de negócio, identificando e comunicando tempestivamente a necessidade

Leia mais

19/10/2016. Liderança em custo. Processo de administração estratégica. Estratégias corporativas. Duas estratégias corporativas genéricas

19/10/2016. Liderança em custo. Processo de administração estratégica. Estratégias corporativas. Duas estratégias corporativas genéricas Liderança em custo Prof. Francisco César Vendrame Processo de administração estratégica Análise externa Missão Objetivos Escolha da estratégia Implementação da estratégia Vantagem competitiva Análise interna

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA. Gestão Financeira 1 Prof.ª Thays Silva Diniz 1º Semestre 2010

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA. Gestão Financeira 1 Prof.ª Thays Silva Diniz 1º Semestre 2010 ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA Gestão Financeira 1 Prof.ª Thays Silva Diniz 1º Semestre 2010 INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA Cap.1 A decisão financeira e a empresa 1. Introdução 2. Objetivo e Funções da

Leia mais

PLANO PLURIANUAL: Uma visão sobre Sistemas de Planejamento

PLANO PLURIANUAL: Uma visão sobre Sistemas de Planejamento PLANO PLURIANUAL: Uma visão sobre Sistemas de Planejamento Características dos anos oitenta, até meados dos anos noventa: PLANEJAMENTO CARACTERÍSTICAS DOS ANOS 80-90 crise econômica, inflação elevada;

Leia mais

Gestão Integrada de Custos e Orçamentos Objetivos Gerais: A Gestão Integrada de Custos e Orçamentos permite detetar e eliminar desperdícios e otimiza ações estratégicas para o controle de gastos. Ao adotar

Leia mais

COMUNICADO. 1. Ambiente de Negócios 1.2 Contexto dos Pequenos Negócios no Brasil 1.3 Políticas públicas de apoio aos Pequenos Negócios

COMUNICADO. 1. Ambiente de Negócios 1.2 Contexto dos Pequenos Negócios no Brasil 1.3 Políticas públicas de apoio aos Pequenos Negócios COMUNICADO O SEBRAE NACIONAL Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, por meio da Universidade Corporativa SEBRAE, comunica que, na prova, serão avaliados conhecimentos conforme as áreas descritas

Leia mais

O Futuro da Auditoria Interna: Tendências e requisitos fundamentais do Chief Audit Executive

O Futuro da Auditoria Interna: Tendências e requisitos fundamentais do Chief Audit Executive 1 O Futuro da Auditoria Interna: Tendências e requisitos fundamentais do Chief Audit Executive DEFINIÇÃO DE AUDITORIA INTERNA "A auditoria interna é uma atividade independente, de garantia objetiva e consultiva,

Leia mais

GESTÃO ESTRATÉGICA DE CUSTOS NO SETOR PÚBLICO P O DESAFIO. Brasília, Setembro 2005

GESTÃO ESTRATÉGICA DE CUSTOS NO SETOR PÚBLICO P O DESAFIO. Brasília, Setembro 2005 GESTÃO ESTRATÉGICA DE CUSTOS NO SETOR PÚBLICO P : O DESAFIO. Brasília, Setembro 2005 CUSTOS NO SETOR PÚBLICO: P Diversidade de visões. Objetivos - custo para otimização de resultados, para melhoria de

Leia mais

Critério I - Compromissos com o Desenvolvimento Sustentável

Critério I - Compromissos com o Desenvolvimento Sustentável Os trechos em destaque encontram-se no Glossário. Dimensão Geral Critério I - Compromissos com o Desenvolvimento Sustentável Indicador 1 - Compromisso Fundamental 1. A empresa, por meio de sua alta administração,

Leia mais

Prof. Dr. Armando Catelli

Prof. Dr. Armando Catelli Universidade de São Paulo Mestrado em Controladoria e Contabilidade Modelo Conceitual de Funcionamento do Subsistema de Gestão e dos Processos de PE, PO, PR, EXE e CO do Sistema Empresa - Uma abordagem

Leia mais

Estrutura de Gerenciamento do Risco Operacional Base: Setembro/2015

Estrutura de Gerenciamento do Risco Operacional Base: Setembro/2015 Estrutura de Gerenciamento do Risco Operacional Base: Setembro/2015 ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL DEFINIÇÃO O BMB entende que uma gestão apropriada do risco operacional é importante,

Leia mais

ANEXO 01 (Conteúdo do EXIN Ciências Contábeis - Campus Mossoró) 3ª SÉRIE

ANEXO 01 (Conteúdo do EXIN Ciências Contábeis - Campus Mossoró) 3ª SÉRIE DISCIPLINAS DA SÉRIE ANEXO 01 (Conteúdo do EXIN 2016.2 Ciências Contábeis - Campus Mossoró) 3ª SÉRIE CONTABILIDADE INTRODUTÓRIA II DIREITO TRIBUTARIO LEGISLAÇÃO SOCIAL E TRABALHISTA ORÇAMENTO PUBLICO TEORIA

Leia mais

P24 Criar Plano Diretor de Tecnologia da Informação e Comunicação 2011/2012 Líder: Maria Cecília Badauy

P24 Criar Plano Diretor de Tecnologia da Informação e Comunicação 2011/2012 Líder: Maria Cecília Badauy P24 Criar Plano Diretor de Tecnologia da Informação e Comunicação 2011/2012 Líder: Maria Cecília Badauy Brasília, 13 de Julho de 2011 Perspectiva: Aprendizado e Crescimento Planejamento Estratégico Objetivo

Leia mais

Política de Gerenciamento de Capital Outubro Elaboração: Risco Aprovação: COMEX Classificação do Documento: Público

Política de Gerenciamento de Capital Outubro Elaboração: Risco Aprovação: COMEX Classificação do Documento: Público Política de Gerenciamento de Capital Outubro 2015 Elaboração: Risco Aprovação: COMEX Classificação do Documento: Público ÍNDICE 1. OBJETIVO... 3 2. ABRANGÊNCIA... 3 3. DEFINIÇÕES... 3 4. RESPONSABILIDADES...

Leia mais

Estruturação de um Sistema de Informações Contábeis

Estruturação de um Sistema de Informações Contábeis Estruturação de um Sistema de Informações Contábeis Por José Luís Carneiro - www.jlcarneiro.com - Características gerais Objetivos Suporte à Contabilidade Gerencial (Controladoria) Suporte à tomada de

Leia mais

Política de Auditoria Interna

Política de Auditoria Interna Política de Auditoria Interna 22 de outubro 2013 Define a missão, a independência, a objetividade, as responsabilidades e regulamenta a função da auditoria interna. ÍNDICE 1. OBJETIVO... 3 2. PÚBLICO ALVO...

Leia mais

POLÍTICA DE RISCO DE CRÉDITO

POLÍTICA DE RISCO DE CRÉDITO POLÍTICA DE RISCO DE CRÉDITO Gerência de Riscos e Compliance Página 1 Índice 1. Objetivo... 3 2. Abrangência... 3 3. Vigência... 3 4. Conceito... 3 5. Estrutura da Área... 4 6. Análise de Risco de Crédito...

Leia mais

QUADRO COMPARATIVO: ISO 14001:2004 X ISO 14001:2015

QUADRO COMPARATIVO: ISO 14001:2004 X ISO 14001:2015 QUADRO COMPARATIVO: ISO 14001:2004 X ISO 14001:2015 ISO 14001:2004 ISO 14001:2015 Introdução Introdução 1.Escopo 1.Escopo 2.Referências normativas 2.Refências normativas 3.Termos e definições 3.Termos

Leia mais

CENÁRIO ATUAL e PERSPECTIVAS FUTURAS da AÇÃO SOCIAL. Jôer Corrêa Batista

CENÁRIO ATUAL e PERSPECTIVAS FUTURAS da AÇÃO SOCIAL. Jôer Corrêa Batista CENÁRIO ATUAL e PERSPECTIVAS FUTURAS da AÇÃO SOCIAL Jôer Corrêa Batista Considerações Preliminares. Filantropia Assistência Ação Social Transformação Social Tendências O amadorismo no Terceiro Setor vem

Leia mais

ORÇAMENTO EMPRESARIAL

ORÇAMENTO EMPRESARIAL ORÇAMENTO EMPRESARIAL Engenharia de Produção Prof. Flávio Smania Ferreira flavioferreira@live.estacio.br http://flaviosferreira.wordpress.com PLANO DE ENSINO Ementa: A natureza do processo de planejamento

Leia mais

Estratégias para as Compras Públicas Sustentáveis. Paula Trindade LNEG

Estratégias para as Compras Públicas Sustentáveis. Paula Trindade LNEG Estratégias para as Compras Públicas Sustentáveis Paula Trindade LNEG Conferência Compras Públicas Sustentáveis LNEG, 25 Março 2010 Muitas organizações têm experiências em compras sustentáveis! Mas sem

Leia mais

Ricardo Augusto Bordin Guimarães Auditoria Administrativa Hospitalar ricardo@rgauditoria.com.br (51) 9841.7580 www.rgauditoria.com.br www.twitter.com/ricardorgaud Qualidade e Gestão em Saúde através da

Leia mais

Modernização da Gestão do Tribunal de Justiça do RS. Omar Jacques Amorim Diretor-Geral TJRS

Modernização da Gestão do Tribunal de Justiça do RS. Omar Jacques Amorim Diretor-Geral TJRS Modernização da Gestão do Tribunal de Justiça do RS Omar Jacques Amorim Diretor-Geral TJRS Porto Alegre, sexta-feira, 19 de agosto de 2011 Tribunal de Justiça do RS 1L EVOLUÇÃO DO PROJETO E PRINCÍPAIS

Leia mais

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE PARAÍSO DO NORTE ESTADO DO PARANÁ

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE PARAÍSO DO NORTE ESTADO DO PARANÁ PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE PARAÍSO DO NORTE ESTADO DO PARANÁ Av. Tapejara, 88 CEP 87.780-000 Fone: (44) 3431 1132 CNPJ 75.476.556/0001-58 www.paraisodonorte.pr.gov.br DECRETO Nº 58/2012 SÚMULA: Dispõe

Leia mais

Acordo de Acionistas NORMA DE da CPFL Energia S.A. ENGAJAMENTO

Acordo de Acionistas NORMA DE da CPFL Energia S.A. ENGAJAMENTO Acordo de Acionistas NORMA DE da CPFL Energia S.A. ENGAJAMENTO Atual DE Denominação PÚBLICOS Social DE da Draft II Participações INTERESSE S.A. Sumário Introdução 3 Objetivo da Norma 4 Conceitos básicos

Leia mais

Seminário Nacional NTU Lei Anticorrupção e Programa de Compliance. Lélis Marcos Teixeira

Seminário Nacional NTU Lei Anticorrupção e Programa de Compliance. Lélis Marcos Teixeira Seminário Nacional NTU - 2014 Lei Anticorrupção e Programa de Compliance Lélis Marcos Teixeira 28/agosto/2014 Iniciativas FETRANSPOR Lei 12.846/2013 Agenda Abertura Histórico Iniciativas Dúvidas Encerramento

Leia mais

Política de Partes Relacionadas

Política de Partes Relacionadas Política de Partes Relacionadas SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO... 3 2 A QUEM SE APLICA... 3 3 DEFINIÇÃO DE TRANSAÇÕES COM PARTES RELACIONADAS... 3 4 DEFINIÇÃO DE PARTES RELACIONADAS... 4 5 DEFINIÇÃO DE SITUAÇÕES

Leia mais

Material de Apoio Comercial. Retornos de Resultados!

Material de Apoio Comercial. Retornos de Resultados! Material de Apoio Comercial Retornos de Resultados! Estrutura do Comercial 1 a 6 - Segmentação de Clientes por Serviços Contábeis A a F - Portfólio de Serviços Contábeis (Assessorias e Consultorias) e

Leia mais

Simulado "1.Introdução"

Simulado 1.Introdução Pá gina 1 de 7 Simulado "1.Introdução" Simulado do PMI por Antônio Augusto 17 de March de 2012 Pá gina 2 de 7 Disciplinas e temas deste simulado 01 - Introdução ao gerenciamento de projetos (3 questões)

Leia mais

Planejamento e Desempenho de Custos. Disciplina: Gerenciamento de Projetos Docente: Cristina Almeida

Planejamento e Desempenho de Custos. Disciplina: Gerenciamento de Projetos Docente: Cristina Almeida Planejamento e Desempenho de Custos Disciplina: Gerenciamento de Projetos Docente: Cristina Almeida O que é um orçamento? É o planejamento financeiro para um determinado projeto. Objetivo da aula: apresentar

Leia mais

Regimento Interno da Auditoria Interna Regimento Interno

Regimento Interno da Auditoria Interna Regimento Interno da Auditoria Interna da Auditoria Interna Versão 1.0 Data de criação 08/06/2015 Data de modificação N/A Tipo de documento Índice 1. Objetivo... 4 2. Atuação... 4 3. Missão da Auditoria Interna... 4 4.

Leia mais

MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, DESENVOLVIMENTO E GESTÃO SECRETARIA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO DEPARTAMENTO DE GOVERNANÇA, SISTEMAS E INOVAÇÃO

MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, DESENVOLVIMENTO E GESTÃO SECRETARIA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO DEPARTAMENTO DE GOVERNANÇA, SISTEMAS E INOVAÇÃO MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, DESENVOLVIMENTO E GESTÃO SECRETARIA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO DEPARTAMENTO DE GOVERNANÇA, SISTEMAS E INOVAÇÃO MODELO DE GESTÃO Estratégia de Governança Digital 1. OBJETIVO

Leia mais

O Sentido do Planejamento

O Sentido do Planejamento O Sentido do Planejamento O planejamento é essencial para todos os fatores que afetam a organização FIGUEREDO, Sandra (2004) Existem duas escolas de pensamento conflitantes com referência à profundidade

Leia mais

FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS

FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS PÓS-GRADUAÇÃO GESTÃO EMPRESARIAL TURMA 2016 53 FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS MBA EM GESTÃO FINANCEIRA, CONTROLADORIA E AUDITORIA TURMA 27 Vitória-ES APRESENTAÇÃO O curso de MBA em Gestão Financeira, Controladoria

Leia mais

Governança Corporativa de Empresas Familiares. Migrando do Conselho para os níveis operacionais

Governança Corporativa de Empresas Familiares. Migrando do Conselho para os níveis operacionais Governança Corporativa de Empresas Familiares Migrando do Conselho para os níveis operacionais O que é "empresa familiar"? A família detém o controle societário Empresas Familiares no Mundo Fonte: Consultoria

Leia mais

Processo de gerenciamento de capacidade

Processo de gerenciamento de capacidade Processo de gerenciamento de capacidade O fornecimento da capacidade exigida para processamento e armazenamento de dados é tarefa do gerenciamento de capacidade. Isso é feito para que o provimento desta

Leia mais

POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS E CONTROLES INTERNOS - ORIGINAL ASSET MANAGEMENT

POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS E CONTROLES INTERNOS - ORIGINAL ASSET MANAGEMENT POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS E CONTROLES INTERNOS - ORIGINAL ASSET MANAGEMENT Índice A) OBJETIVOS 3 B) APROVAÇÃO 3 C) ABRANGÊNCIA 3 D) DISPOSIÇÕES GERAIS 3 1. DEFINIÇÕES 3 2. ESTRUTURA DE CONTROLE E DIRETRIZES

Leia mais

Santa Casa Fundada. Inaugurada em 1826

Santa Casa Fundada. Inaugurada em 1826 Santa Casa Fundada em 1803 Inaugurada em 1826 PERFIL Organização Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre Instituição de direito privado, filantrópica, de ensino e assistência social, reconhecida

Leia mais

Agenda. O que motivou o Estado a implantar um programa como o Mais com Menos? Quais os objetivos do programa? Quais as diretrizes do programa?

Agenda. O que motivou o Estado a implantar um programa como o Mais com Menos? Quais os objetivos do programa? Quais as diretrizes do programa? Programa de Controle e Eficiência do Gasto Público Agenda O que motivou o Estado a implantar um programa como o Mais com Menos? Quais os objetivos do programa? Quais as diretrizes do programa? Como foi

Leia mais

Ementas. Certificate in Business Administration CBA

Ementas. Certificate in Business Administration CBA Ementas Certificate in Business Administration CBA Agosto 2012 Módulo Fundamental Administração Financeira EMENTA: Disciplina desenvolve a capacidade de contribuição para as decisões gerenciais aplicando

Leia mais

ORÇAMENTO EMPRESARIAL CONCEITOS E APLICAÇÕES PROF. SILVIA FLORES ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA

ORÇAMENTO EMPRESARIAL CONCEITOS E APLICAÇÕES PROF. SILVIA FLORES ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA ORÇAMENTO EMPRESARIAL CONCEITOS E APLICAÇÕES PROF. SILVIA FLORES ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA ORÇAMENTO É um plano administrativo que cobre todas as operações da empresa, para um período de

Leia mais

Unidade IV PLANEJAMENTO OPERACIONAL: Prof. Me. Livaldo dos Santos

Unidade IV PLANEJAMENTO OPERACIONAL: Prof. Me. Livaldo dos Santos Unidade IV PLANEJAMENTO OPERACIONAL: RECURSOS HUMANOS E FINANÇAS Prof. Me. Livaldo dos Santos Objetivos Entender o significado de orçamento. Identificar os princípios de planejamento. Conhecer as etapas

Leia mais

Sumário resumido. As origens da competição e do pensamento estratégico. Aplicação dos fundamentos da estratégia. Gestão competitiva do conhecimento

Sumário resumido. As origens da competição e do pensamento estratégico. Aplicação dos fundamentos da estratégia. Gestão competitiva do conhecimento Sumário resumido Fundamentos da Estratégia e da Competição CAPÍTULO 1 EVOLUÇÃO DO PENSAMENTO ESTRATÉGICO As origens da competição e do pensamento estratégico PROCESSO DE PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Aplicação

Leia mais

Conselho Temático Permanente de Responsabilidade Social. Pesquisa Rumo à Credibilidade

Conselho Temático Permanente de Responsabilidade Social. Pesquisa Rumo à Credibilidade Conselho Temático Permanente de Responsabilidade Social Pesquisa Rumo à Credibilidade Agenda Introdução Metodologia Resultados Temas Relevantes Recomendações Conclusão 2 Introdução Contexto Global vs Brasileiro

Leia mais

Gestão Estratégica e Governança Corporativa Rodrigo Galindo

Gestão Estratégica e Governança Corporativa Rodrigo Galindo Gestão Estratégica e Governança Corporativa Rodrigo Galindo A KROTON É CONHECIDA COMO UMA EMPRESA DE EXECUÇÃO A KROTON É CONHECIDA COMO UMA EMPRESA DE EXECUÇÃO RESULTADO FINANCEIRO RESULTADO ACADÊMICO

Leia mais

Gestão Estratégica de Projetos Porque Educação Executiva Insper Cursos de Curta e Média Duração Educação Executiva

Gestão Estratégica de Projetos Porque Educação Executiva Insper Cursos de Curta e Média Duração Educação Executiva 1 Porque Educação Executiva Insper A dinâmica do mundo corporativo exige profissionais multidisciplinares, capazes de interagir e formar conexões com diferentes áreas da empresa e entender e se adaptar

Leia mais

Pós-Graduação. Gestão Estratégica de Processos de Negócios

Pós-Graduação. Gestão Estratégica de Processos de Negócios Pós-Graduação Gestão Estratégica de Processos de Negócios - 2017 Disciplinas: 1) Introdução a BPM, Contexto Organizacional e Profissional 2) Estratégia e Modelagem do Negócio Aplicada com Foco em BPM 3)

Leia mais

O desenvolvimento do Planejamento Estratégico está dividido em 5 fases principais até a sua conclusão: Figura 1 - Fases do Planejamento Estratégico

O desenvolvimento do Planejamento Estratégico está dividido em 5 fases principais até a sua conclusão: Figura 1 - Fases do Planejamento Estratégico O PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO A Assessoria de Planejamento (ASPLAN) está se dedicando à elaboração do Planejamento Estratégico da SEDESE. Este projeto surge como uma demanda do Secretário André Quintão para

Leia mais

PLANO MUNICIPAL DE SANEAMENTO BÁSICO DE BACABEIRA-MA - Plano de Trabalho - PLANO DE TRABALHO. Bacabeira-MA

PLANO MUNICIPAL DE SANEAMENTO BÁSICO DE BACABEIRA-MA - Plano de Trabalho - PLANO DE TRABALHO. Bacabeira-MA PLANO DE TRABALHO Bacabeira-MA 2015 1. INTRODUÇÃO O presente Plano de Trabalho refere-se ao contrato firmado entre a Prefeitura Municipal de Bacabeira e a empresa de consultoria especializada de razão

Leia mais

CONSULTORIA INBOUND MARKETING Conexão Agência Digital TDA Corretora de Seguros

CONSULTORIA INBOUND MARKETING Conexão Agência Digital TDA Corretora de Seguros CONSULTORIA INBOUND MARKETING Conexão Agência Digital TDA Corretora de Seguros CONEXÃO AGÊNCIA DIGITAL olá! A Conexão Agência Digital é uma empresa especializada em Construção de Estratégias de Marketing

Leia mais

Plano Diretor Celesc teleconferência com investidores

Plano Diretor Celesc teleconferência com investidores Plano Diretor Celesc 2030 - teleconferência com investidores Florianópolis, 13 de dezembro de 2012 Aviso Importante As informações contidas nesta apresentação poderão incluir declarações que representem

Leia mais

RELAÇÃO DE HORÁRIOS POR TURMA. Segunda Terça Quarta Quinta Sexta

RELAÇÃO DE HORÁRIOS POR TURMA. Segunda Terça Quarta Quinta Sexta Turma: ADM11N - 20171 RESPONSABILIDADE SOCIAL E SUSTENTABILIDADE FUNDAMENTOS DE GESTÃO CENÁRIOS ECONÔMICOS I FUNDAMENTOS DE MARKETING RESPONSABILIDADE SOCIAL E SUSTENTABILIDADE FUNDAMENTOS DE GESTÃO CENÁRIOS

Leia mais

Business Case (Caso de Negócio)

Business Case (Caso de Negócio) Terceiro Módulo: Parte 5 Business Case (Caso de Negócio) AN V 3.0 [54] Rildo F Santos (@rildosan) rildo.santos@etecnologia.com.br www.etecnologia.com.br http://etecnologia.ning.com 1 Business Case: Duas

Leia mais

PLATAFORMA GLOBAL DE DEFESA DA PROFISSÃO

PLATAFORMA GLOBAL DE DEFESA DA PROFISSÃO PLATAFORMA GLOBAL DE DEFESA DA PROFISSÃO SOBRE O INSTITUTO DE AUDITORES INTERNOS The Institute of Internal Auditors (IIA) é a voz global da profissão de auditoria interna, autoridade reconhecida e principal

Leia mais

APRESENTAÇÃO INSTITUCIONAL. Regente Feijó 08/08

APRESENTAÇÃO INSTITUCIONAL. Regente Feijó 08/08 P D E P P Plano de Desenvolvimento Econômico Regional e Local para os Municípios do Pontal do Paranapanema APRESENTAÇÃO INSTITUCIONAL Regente Feijó 08/08 Sumário 1. Motivação 2. Viabilização do projeto

Leia mais

Miraklon. Você conhece os CUSTOS INVISÍVEIS das atividades do seu NEGÓCIO? E seus CLIENTES? Imagine-se, agora, como um de seus clientes

Miraklon. Você conhece os CUSTOS INVISÍVEIS das atividades do seu NEGÓCIO? E seus CLIENTES? Imagine-se, agora, como um de seus clientes Miraklon Você conhece os CUSTOS INVISÍVEIS das atividades do seu NEGÓCIO? E seus CLIENTES? Imagine-se, agora, como um de seus clientes Quais são e onde estão, a cada instante, os custos invisíveis ou ocultos

Leia mais

A ATUAÇÃO DO CONSELHEIRO. Romildo Gouveia Pinto CURITIBA, 6 DE JULHO DE 2016

A ATUAÇÃO DO CONSELHEIRO. Romildo Gouveia Pinto CURITIBA, 6 DE JULHO DE 2016 A ATUAÇÃO DO CONSELHEIRO Romildo Gouveia Pinto CURITIBA, 6 DE JULHO DE 2016 Fundado em 27 de novembro de 1995, o IBGC associação de âmbito nacional, sem fins lucrativos é uma organização exclusivamente

Leia mais

CURSO: ADMINISTRAÇÃO

CURSO: ADMINISTRAÇÃO CURSO: ADMINISTRAÇÃO EMENTAS - 2016.1 1º PERÍODO DISCIPLINA: MATEMÁTICA APLICADA A ADMINISTRAÇÃO Equações do primeiro e segundo graus com problemas. Problemas aplicando sistemas; sistemas com três incógnitas

Leia mais

Gerenciamento de Riscos Corporativos

Gerenciamento de Riscos Corporativos Gerenciamento de Riscos Corporativos Cristiano Correa de Barros Superintendência de Gestão de Finanças Corporativas Apresentador: Jorge Luiz Carvalho Brandão Belo Horizonte, maio/06 1 Gerenciamento de

Leia mais