DESAFIOS PARA O ENSINO DA LÍNGUA INGLESA NOS CURSOS TÉCNICOS DO SENAI/JP: UM ESTUDO DE CASO

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1 Universidade Federal da Paraíba Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes Departamento de Letras Estrangeiras Modernas Licenciatura Plena em Letras Inglês KEICYANE KARLA PEREIRA DE MELO DESAFIOS PARA O ENSINO DA LÍNGUA INGLESA NOS CURSOS TÉCNICOS DO SENAI/JP: UM ESTUDO DE CASO João Pessoa PB 2014

2 KEICYANE KARLA PEREIRA MELO DESAFIOS PARA O ENSINO DA LÍNGUA INGLESA NOS CURSOS TÉCNICOS DO SENAI/JP: UM ESTUDO DE CASO Trabalho apresentado no Curso de Graduação de Licenciatura em Letras Inglês, do Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes, da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), como requisito final para a obtenção do grau de Licenciado Pleno em Letras-Inglês. Orientadora: Profª.Drª. Angélica Araújo de Melo Maia João Pessoa PB 2014

3 M528d Melo, Keicyane Karla Pereira. Desafios para o ensino da língua inglesa nos cursos técnicos do SENAI-JP: um estudo de caso / Keicyane Karla Pereira Melo.-- João Pessoa, f. Orientadora: Angélica Araújo de Melo Maia Trabalho de Conclusão de Curso - TCC (Graduação) UFPB/CCHL 1. Língua inglesa - estudo e ensino. 2. Inglês técnico. 3.Curso Técnico - SENAI-JP. UFPB/BC CDU: 802.0(043.2)

4 We have different gifts, according to the grace given us. [ ] If your gift is serving, then serve; if it is teaching, then teach; if it is encouraging, then encourage; if it is contributing tothe needs of others, then give generously; if it is leadership, govern diligently; if it is showing mercy, do it cheerfully. (Romans 12: 6-8)

5 AGRADECIMENTOS Dedico... A Deus, meu Senhor e Pai, que me fez existir, chegar até aqui e que continua me encorajando e fortalecendo para prosseguir. Aos meus pais e meu irmão, que se constituem como minha base para a vida e que estiveram comigo nos momentos mais difíceis. À professora Angélica Maia que, com tanta presteza e paciência, me orientou para que o trabalho obtivesse êxito. À Sra. Sônia Queiroz, Sr. Gláucio Chaves, Edson Alves, Rossana Porto e Josicleide Nunes do SENAI (CEPORC) pelas orientações e por disponibilizar a Instituição para ser o meu campo de pesquisa. Aos que foram meus alunos no SENAI, principalmente, aos que cooperaram diretamente para minha pesquisa. Às professoras Andréa Burity e Maura Dourado que gentilmente se prontificaram para a formação da minha banca de avaliação. Aos familiares, amigos e intercessores que sempre torceram, oraram e me apoiaram em minhas escolhas acadêmicas, profissionais e pessoais. A todos aqueles que, de uma forma ou de outra, contribuíram para a realização dessa pesquisa.

6 RESUMO Este trabalho tem por objetivo investigar o processo de ensino-aprendizagem de língua inglesa em cursos técnicos do SENAI/João Pessoa, considerando aspectos relacionados ao material didático, metodologias de ensino, interação professor-aluno, interdisciplinaridade, a relação entre a língua estrangeira e a formação técnica do aluno, bem como os desafios enfrentados dentro dos cursos apresentados. Para isso, foi realizada uma pesquisa qualitativa usando a técnica de observação participante e a aplicação de um questionário em duas turmas do curso técnico em Eletromecânica do Centro de Educação Profissional Odilon Ribeiro Coutinho (CEPORC) em João Pessoa. A análise dos dados permitiu constatar que a abordagem do Inglês para fins específicos (ESP) usada como metodologia nas aulas permite trabalhar os objetivos propostos nas ementas dos cursos de Inglês Técnico analisados. Além disso, a análise das interações professor x aluno e aluno x aluno e da proposta interdisciplinar pelos alunos entrevistados revelaram aspectos positivos. Porém, a escassez de material didático, a péssima qualidade do material utilizado e a carga horária insuficiente são fatores que apresentam uma repercussão negativa no processo de ensino-aprendizagem da disciplina de Inglês Técnico. Apesar de se tratar de um estudo de caso específico, os achados da pesquisa nos permitem pensar sobre possíveis caminhos e estratégias para melhorar o processo de ensino de Língua Inglesa em cursos técnicos. Palavras-chave: Curso técnico. Inglês Técnico. Material didático. Senai/JP.

7 ABSTRACT This work aims at investigating the English language teaching and learning process in technical courses at SENAI/ João Pessoa, considering aspects related to teaching materials, teaching methods, teacher-student and student-student interaction, interdisciplinarity, the relationship between the foreign language and students technical education process, as well as the challenges faced within the courses presented. In order to achieve that aim, we did some qualitative research, using participatory observation techniques and a questionnaire, which was answered by two groups of the Eletromechanical Technician Course at the Professional Education Center Odilon Ribeiro Coutinho (CEPORC) in João Pessoa. Data analysis has shown that the approach English for specific purposes (ESP) used as a methodological reference in the classes facilitated the accomplishment of the objectives proposed for the Technical English courses in question. In addition, the analysis of the interactions between the teacher and students and among students, and of the interdisciplinary proposal of the course by the students interviewed revealed positive aspects. However, the scarcity and poor quality of teaching materials and the limited number of classes are factors that present a negative repercussion on the teaching-learning process of the Technical English course. Although it is a specific case study, the findings of the research allow us to think about possible paths and strategies for improving the process of English teaching in technical courses. Keywords: Technical courses. Technical English. Teaching materials. Senai/JP.

8 LISTA DE TABELAS Tabela 1 - Dados informativos referentes ao sexo e idade dos alunos da Turma Tabela 2 - Dados informativos referentes ao sexo e idade dos alunos da Turma Tabela 3 - Opinião dos alunos da T1 e T2 sobre a importância da disciplina de Inglês Aplicado...27 Tabela 4 - Opinião dos alunos da T1 e T2 sobre a contribuição da LI para a formação técnica...28 Tabela 5 - Opinião dos alunos das Turmas 1 e 2 quanto ao material didático...29 Tabela 6 - Respostas dos alunos das Turmas 1 e 2 quanto á interação em sala de aula...32

9 LISTA DE GRÁFICOS Gráfico 1 -Justificativa dos alunos das turmas T1 e T2 quanto ao porquê de se fazer um curso técnico...24 Gráfico 2 -Justificativa dos alunos que afirmam gostar de estudar a língua estrangeira...25 Gráfico 3 - Justificativa dos alunos que afirmam não gostar de estudar a língua estrangeira...26 Gráfico 4 -Alunos que responderam sim das turmas 1 e 2 quanto à interdisciplinaridade...33

10 SUMÁRIO INTRODUÇÃO FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA BREVE HISTÓRICO DO ENSINO PROFISSIONAL NO BRASIL O PAPEL SOCIAL DOS CURSOS TÉCNICOS A FUNÇÃO DA LÍNGUA ESTRANGEIRA DENTRO DO CURSO TÉCNICO ABORDAGENS DE ENSINO O MATERIAL DIDÁTICO INTERAÇÃO EM SALA DE AULA INTERDISCIPLINARIDADE METODOLOGIA ANÁLISE DOS DADOS CARACTERÍSTICAS DOS PARTICIPANTES ANÁLISE DOS ALUNOS PARTICIPANTES QUANTO Á FAIXA ETÁRIA MOTIVO DE FAZER UM CURSO TÉCNICO MOTIVAÇÃO PARA O ESTUDO DA LÍNGUA ESTRANGEIRA (INGLÊS) ANÁLISE DE ASPECTOS ESPECÍFICOS A FUNÇÃO DA LI DENTRO DOS CURSOS TÉCNICOS OS MATERIAIS DIDÁTICOS ABORDAGENS DE ENSINO INTERAÇÃO EM SALA DE AULA INTERDISCIPLINARIDADE...32 CONSIDERAÇÕES FINAIS...34 REFERÊNCIAS...37 APÊNDICES...39 ANEXOS

11 10 INTRODUÇÃO O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), integrante do Sistema Indústria, foi criado em 1942 com o objetivo de formar profissionais qualificados para os segmentos industriais da esfera nacional. Na Paraíba, este serviço iniciou as atividades em 1953, mas só em 1979 ocorreu a inauguração oficial do Centro de Educação Profissional Odilon Ribeiro Coutinho (CEPORC) na capital João Pessoa. Dentre as modalidades ofertadas neste Centro, a habilitação técnica envolve as áreas de Eletromecânica, Petróleo e Gás, Eletroeletrônica, Mecânico de Manutenção em Máquinas Industriais, Administração, Panificação e Vestuário. Porém, apenas os cursos de Eletromecânica e Petróleo e Gás incluem em sua grade curricular a disciplina Inglês Técnico. Essa disciplina é um componente do 1º módulo do curso e tem como conteúdo programático básico: Terminologia; Definição e Características de Textos; Técnicas de Intelecção de Texto; Pré-leitura; Leitura e Tradução de Frases em Textos e Manuais Técnicos. Com uma carga horária de 20 horas e com a intenção de responder a uma exigência do mercado de trabalho quanto à formação de mão de obra mais especializada, o curso de Inglês Técnico tem como público-alvo os profissionais que se disponham a serem capacitados com foco no desenvolvimento de habilidades e competências voltadas à operação e à manutenção de equipamentos de automação, compatíveis com os processos modernos de produção. Porém, conforme o perfil dos alunos aponta, eles não dispõem de tempo necessário para se dedicar integralmente aos estudos pelo fato de trabalharem diariamente, e isso se faz necessário devido às exigências da própria atividade desenvolvida pela indústria. Com relação a aspectos específicos do curso de Inglês Técnico, os alunos questionam a falta de material didático apropriado e a baixa carga horária disponível para o estudo, argumentando que o tempo é insuficiente para contemplar a ementa proposta. Por outro lado, eles também acreditam que essa disciplina é indispensável para o aperfeiçoamento dos seus conhecimentos dentro do mercado atual, só que o não aproveitamento necessário representaria uma ineficácia da disciplina. 1 Diante deste universo e considerando minha experiência prática de dois anos como professora de Inglês técnico no SENAI/PB, este trabalho tem como objetivo geral investigar o processo de ensino-aprendizagem de língua inglesa nos cursos técnicos de Eletromecânica. De forma específica, os objetivos da pesquisa estão voltados para a análise do material 1 Fatos percebidos durante o processo de observação participante da docente.

12 11 didático, explorar as abordagens adotadas, investigar as ações interacionais e interdisciplinares e relacionar a língua estrangeira, a formação técnica e a formação integral dos alunos, bem como os desafios a serem enfrentados dentro dos cursos apresentados, finalizando com uma reflexão sobre que contribuições o Inglês Técnico tem trazido para a formação dos alunos do curso e o que pode ser feito para se ter uma melhor qualidade no ensino/aprendizagem da língua-alvo. Entendemos que um trabalho dessa natureza é importante porque nos dará uma visão panorâmica da realidade do ensino de inglês em cursos técnicos, com referência a um contexto específico, e poderá servir de base para futuras modificações nos cursos, seja na elaboração de novas ementas ou no desenvolvimento de material didático e mudanças na metodologia adotada no processo pedagógico. Para realizar a pesquisa, utilizaremos uma metodologia de base qualitativa, através da técnica de observação participante, como também lançaremos mão de um questionário que nos fornecerá informações sobre a visão dos alunos e alguns dados quantitativos sobre os mesmos.

13 12 1. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 1.1 BREVE HISTÓRICO DO ENSINO PROFISSIONAL NO BRASIL Os primeiros registros de educação profissional no Brasil referem-se à época colonial, onde os primeiros aprendizes de ofícios foram os índios e escravos. Mas apenas em 1808, com a chegada da família real portuguesa, foi criado o Colégio das fábricas no Rio de Janeiro, considerado o primeiro estabelecimento oficial relacionado à formação de aprendizes e artífices. Contudo, o trabalho educativo desenvolvido nessa instituição não vingou devido à concorrência do mercado internacional e aos interesses do comércio português (CUNHA 2005, p. 76). Entretanto, cem anos depois e com a demanda advinda do crescimento do parque industrial do período republicano, tornou-se necessária a criação de escolas profissionalizantes para capacitar operários. Por isso, em 1906, o então governador do Rio de Janeiro Nilo Peçanha iniciou no Brasil o ensino técnico, por meio do Decreto nº 787 de 11 de novembro de 1906, que criou quatro escolas profissionais voltadas para o ensino de oficiais e aprendizagem agrícola (BRASIL, 2009, p. 2). Com sua passagem pela presidência da república pós-falecimento de Afonso Pena (1909), Peçanha instalou novas redes profissionalizantes destinadas ao ensino industrial. Esse período foi marcado pela consolidação do ensino técnico-industrial no Brasil e pela realização, dentre outras ações, do Congresso de Instrução, que apresentou ao Congresso Nacional um projeto de promoção do ensino prático industrial, agrícola e comercial, em que os alunos seriam habilitados como aprendizes nos campos e oficinas escolares. Já no governo de Epitácio Pessoa, em meados dos anos 1920, começaram a serem identificados os problemas nas escolas profissionalizantes relativos às más instalações, à falta de um planejamento pedagógico, de pessoal técnico para ministrar aulas nas oficinas além de diferenças estruturais de conteúdos, objetivos, duração dos cursos e grande evasão de alunos (MULLER, 2010, p. 196). Num período de expansão do ensino industrial, após a criação do Ministério da Educação e Saúde (1930) a Constituição de 1937 é a primeira a tratar do ensino técnico, profissional e industrial, impulsionada pela criação de novas escolas e introdução de especializações nas escolas existentes. Durante a Reforma Capanema, através de uma série de leis propostas pelo Ministro Gustavo Capanema, reafirmando a necessidade de atender à demanda da industrialização

14 13 desencadeada na década de 30, o ensino profissional passou a ser de nível médio e dividido em dois ciclos. O primeiro ciclo compreendia os cursos básico industrial, artesanal e de aprendizagem; e o segundo correspondia ao curso técnico com estágio supervisionado na indústria. Essas leis para regular o ensino profissional contribuíram para oficializar a seletividade através dos exames de admissão, acentuando ainda mais a elitização do ensino (MULLER, 2010, p. 198). Nesse contexto, foi criado o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) em 1942, que passou a oferecer a formação profissional em nível equivalente ao secundário. O SENAI foi criado como um órgão privado encarregado de criar e ministrar cursos para aprendizes e operários, dirigido pelos empresários e mantido com recursos vindos das indústrias. A partir de 1959, as Escolas Industriais e Técnicas foram gradativamente transformadas em Escolas Técnicas Federais, e mais tarde em 1994 Centro Federal de Educação Tecnológica (CEFET). Hoje esses Centros se tornaram Institutos Federais devido ás incorporações de novas atribuições. Enquanto o SENAI é subordinado tanto ao MEC (pelo Regimento Único) quanto ao Ministério do Trabalho, as Escolas Industriais e Técnicas eram mantidas pelo Governo e subordinadas ao Ministério da Educação e Cultura (MEC). Com a Lei de Diretrizes e Bases de número de 1996, a Educação Profissional passou a ser analisada separadamente da Educação Básica, introduzindo conceitos de flexibilidade, competências e habilidades. A partir da Lei de 2008, a educação profissional e tecnológica passou a abranger cursos de formação inicial e continuada ou qualificação profissional; de educação profissional técnica de nível médio; e de educação profissional tecnológica de graduação e pós-graduação. 1.2 O PAPEL SOCIAL DOS CURSOS TÉCNICOS O mercado de trabalho nos dias atuais tem exigido cada vez mais profissionais qualificados em cada área de atuação. Surge então uma corrida em busca do desenvolvimento de competências, processo este facilitado pela globalização e pelos sistemas de ensino, comunicação e negociação interligados entre diversos países. Desta forma, quanto mais conhecimento se adquire, maior a sua classificação e destaque profissional. Com isso, fazer um curso especializado e saber mais de uma língua se tornou fator essencial na sociedade atual (OLIVEIRA, 2011, p. 144).

15 14 No Brasil, os cursos técnicos tiveram crescimento após o decreto da Lei de Diretrizes e Bases 2 de 1996 (BRASIL, 1996), com o objetivo de preparar o aluno para o mercado de trabalho, habilitando-o para áreas específicas de acordo com as necessidades econômicas locais. Sabbi (2005) e Saviani (2008) observam que a escola técnica foi implementada para o setor produtivo, já que os cursos são ofertados mediante a necessidade de suprir a carência social do mercado de trabalho. Além disso, o público-alvo passa a ser excludente e equalizado, já que a urgência em adquirir uma profissão pertence à classe média baixa, enquanto a classe alta se capacita para escolher a profissão que melhor aprouver, dentro do ensino superior. De certa forma, os jovens têm sido induzidos a direcionar seu foco profissional mediante o interesse do Estado em atender às suas próprias necessidades, levando, assim, os indivíduos à proposta de competitividade, individualidade e formação orientada prioritariamente por necessidades do mercado. Por sua vez, o professor assume o papel de mediador no processo de ensinoaprendizagem, lançando mão de conhecimentos que já possui para trabalhar o conteúdo solicitado. Percebe-se, no entanto, que no caso da língua estrangeira, por exemplo, não se encontram profissionais capacitados e seguros na preparação de suas aulas, levando em consideração a sua formação acadêmica frente às especificidades técnicas exigidas (diferente da realidade da escola regular, onde basicamente se requer o domínio dos saberes supostamente trabalhados na universidade). Neste sentido, o docente passa a realizar um trabalho limitado e faz uso de temáticas gerais, uma vez que essas temáticas faz com que se sintam mais seguros para lecionar a língua estrangeira. Diante dessa restrição, o professor precisa se tornar polivalente em suas competências, ou seja, tornar-se pesquisador, investigador, a ponto de buscar aprimorar seus conhecimentos, com o intuito de atender à nova demanda exigida, através da expansão de saberes em temáticas profissionalizantes específicas. Para além do contexto de ensino de língua estrangeira, no entanto, a deficiência dos cursos técnicos se dá, entre outras coisas, pela despreparação e falta de domínio das diversas disciplinas pelos professores, que resultam na ineficácia da formação tecnológica e profissional do aluno. Isso acaba por interferir no desenvolvimento da competência dos alunos para se inserir no mercado, o que é esperado pela sociedade e pelo Estado. O aluno, assim, 2 Lei de Diretrizes e Bases doravante citada como LDB.

16 15 fica privado de um processo eficaz de profissionalização, como também tem deficiências quanto a sua formação integral. 1.3 A FUNÇÃO DA LÍNGUA ESTRANGEIRA DENTRO DO CURSO TÉCNICO Para atender a exigência social do mercado, torna-se necessário para os alunos do curso técnico o estudo da Língua Estrangeira (LE), mas especificamente a Língua Inglesa (LI). Esta tem se destacado como a Língua Internacional, devido a sua disseminação com a globalização, sob o poderio das grandes potências: Inglaterra, com a Revolução Industrial, e Estados Unidos, a partir da 2ª Guerra Mundial (SCHÜTZ, 2010). Hoje, para se obter sucesso acadêmica e profissionalmente, a LI se torna uma das mais importantes ferramentas e, como afirma Crystal (apud SCHÜTZ, 2010), a medida em que o inglês se torna o principal meio de comunicação entre as nações, é crucial garantirmos que seja ensinado com precisão e eficientemente (penúltimo parágrafo). Colocando-se como uma proposta para facilitar o ensino de Língua Inglesa voltado para interesses profissionalizantes, o ensino do Inglês para fins específicos (ESP English for Specific Purposes) caracteriza-se pelo ensino baseado nas necessidades reais e nas especialidades da aprendizagem de LI. Conforme afirma Vilaça (2003), o que se busca com o ESP é a preparação do aluno para que ele utilize este idioma como instrumento para a realização de tarefas específicas que lhe são necessárias. O autor ainda salienta que o ESP no Brasil é também chamado de Inglês Instrumental, já que o idioma é usado como um instrumento necessário ou auxiliar para a obtenção de um fim, e tem sido empregado predominantemente para disciplinas ou cursos de inglês para leitura. Já a denominação Inglês Técnico, também usada em alguns contextos, enfatiza que o ensino de inglês está diretamente voltado para a área de atuação profissional. É nesse sentido que os cursos Técnicos de Petróleo e Gás e Eletromecânica do SENAI/PB (Unidade CEPORC João Pessoa) dispõem em suas ementas da disciplina de Inglês Técnico, que tem como objetivo a leitura e interpretação de manuais técnicos, reconhecendo suas estruturas léxico-gramaticais e o vocabulário específico predominante. De fato, eles são os únicos cursos dessa instituição que ofertam a LI, com uma ementa que foca basicamente na habilidade de leitura e interpretação de textos e vocabulário técnico. Levando-se em consideração que grande parte dos alunos é oriunda de escolas públicas, onde historicamente o ensino de LI não tem ocorrido de forma adequada, observa-se

17 16 que a garantia de ensinar a língua com precisão e eficientemente no curso técnico é prejudicada pela gama de experiências mal sucedidas e crenças negativas trazidas pelos alunos em relação à capacidade dos mesmos de aprender uma língua estrangeira. Isso porque nas escolas regulares, o que geralmente esses alunos encontram são traduções e regras gramaticais, a exemplo do verbo To be citado por alguns alunos como o assunto que mais vi no ensino médio e menos aprendi. Conforme afirma Leffa (2011) a escola pública brasileira vive num estado permanente de carnavalização (p. 26) onde o governo, aluno e professor formam o triângulo do fracasso escolar (p. 24). Nos discursos encontrados nas salas de aula é comum ouvir dos próprios alunos que inglês em escola pública não funciona. É com essa crença 3 que eles já chegam às aulas de Inglês Técnico, expondo a profunda decepção e certeza de que não haverá eficiência no aprendizado da língua, mesmo que seja apenas para leitura. Contudo, diferentemente do inglês (não técnico) da escola regular, aprender o Inglês Técnico significa aproveitar as próprias necessidades profissionais dos alunos, permitindo que seu envolvimento seja primordialmente prático e aliado aos seus interesses. Mas isso não implica na delimitação dos gêneros a serem trabalhados, tendo em vista que os alunos demonstram interesses e anseios além dos que são exigidos pelo mercado. Nesse sentido, a disciplina deve promover a abertura para o desenvolvimento de outros conhecimentos e vivências com a língua. Os gêneros orais podem aqui ser um canal para a nova motivação do alunado, a exemplo de descrições de ações vividas por eles em seu ambiente de trabalho, estimulando a produção e compreensão oral. Com isso, ampliando os horizontes dos futuros tecnólogos, através da construção de novos saberes além dos já pré-determinados, o Inglês Técnico poderá contribuir para a formação da consciência crítica dos alunos, tendo em vista seu crescimento no meio social e profissional, de forma integral e abrangente. 1.4 ABORDAGENS DE ENSINO Desde seu surgimento no Brasil, na década de 70, o ESP representa uma abordagem de ensino pautada nas necessidades do aluno. Diferentemente das abordagens de ensino mais tradicionais (Gramática-tradução, Direta, Audiolingual e Comunicativa), o Inglês para Fins 3 Observação feita no decorrer das aulas e em conversas informais com os alunos.

18 17 Específicos apresenta três características: análise das necessidades dos alunos; objetivos claramente definidos; e conteúdo específico. Nas últimas décadas, as estratégias de leitura têm sido o centro dessa abordagem, mesmo que ela não seja restrita à leitura (DOURADO, 2007). Para que haja o ensino da leitura, o professor precisa fazer uso de gêneros textuais que atendam às necessidades do aluno. Para a compreensão desses textos, professor e aluno farão uso das capacidades de linguagem que, segundo Cristóvão et al. (apud OLIVEIRA, 2011), são: de ação, discursiva, linguístico discursiva e de significação. Juntamente com essas capacidades, Cristóvão propõe as seguintes técnicas de leitura: Skimming Ler para compreensão geral do texto; Scanning Ler para a busca de informações específicas, partindo das palavras-chave ou outros recursos que ajudem o leitor nessa identificação; Reconhecimento de cognatos Prestar atenção nas palavras da língua estrangeira que se assemelham a língua materna, seja no aspecto gráfico ou fonético; Inferências Compreender, interpretar o que não está no texto de forma explícita, com base em indicações do texto, no contexto, bem como em seu conhecimento. Essas inferências contribuem para o processo de construção de significados, podendo ser confirmadas ou não; Antecipação Prever o que está por vir, com base em informações explícitas e em suposições; Leitura Extensiva Ler em quantidade com o intuito de obter compreensão geral do que se lê. Contribui para o desenvolvimento dos bons hábitos de leitura, a ampliação do desenvolvimento de vocabulário e de estrutura da língua; Reconhecimento dos grupos nominais Identificar grupos nominais relevantes ao texto contribui para a percepção de palavras essenciais à compreensão do texto e ao reconhecimento de ideias centrais; Uso do dicionário Procurar palavras desconhecidas e essenciais à compreensão de um texto (escrito ou oral) contribui para sua melhor compreensão e para a ampliação de vocabulário. Deve ser realizada quando não for possível reconhecer seu significado apenas pelo contexto (Adaptado de Cristóvão et al., apud OLIVEIRA, 2011). Tendo em vista o objetivo do curso de ESP de preparar o aluno para aumentar seus conhecimentos dentro da carreira de tecnólogo através do acesso a textos em uma língua

19 18 estrangeira, atenta-se mais incisivamente para o ensino da habilidade leitora, mediante as estratégias acima citadas, para o provimento das necessidades expostas dos alunos. Sabe-se que o ensino da Língua Inglesa nos Cursos Técnicos é uma exigência social e que, para isso, o professor precisa estar preparado para suprir as necessidades emergentes dos alunos, de forma que contribua para a sua formação acadêmica. Pensando nisso, os futuros licenciados ou já profissionais da língua devem trazer aos alunos gêneros de textos, sejam eles escritos ou orais, condizentes com a temática do curso em que eles estão lecionando, e ainda, ter o conhecimento suficiente para trabalhar com estes em sala. (OLIVEIRA, 2011, p. 149). No caso do ESP, o fato é que geralmente não encontramos é essa preparação do corpo docente por inúmeros fatores, tais como: falta de tempo para preparação das aulas, jornada intensa de trabalho e estudos, e a falta conhecimento de diversos conteúdos técnicos específicos quando se leciona em diferentes contextos ao mesmo tempo. Além disso, os cursos de Letras têm um currículo insuficiente para capacitar os futuros professores para diferentes abordagens. Observamos que esses fatores já ocorriam no período pós-república, onde os principais problemas identificados nas Escolas de Aprendizes Artífices eram a má formação de mestres e contramestres que, salvo raras exceções, não eram capazes de realizar um ensino técnico de qualidade por não estarem habilitados para a tripla função deles exigida: o ensino prático na oficina, o desenho industrial e a tecnologia de sua área (Muller, 2010). Falta, na formação pré-serviço, uma maior e melhor aplicação da teoria em sala de aula através de estágios práticos, promovendo a vivência com os diversos setores da educação, a exemplo dos cursos técnicos. O período do curso não permite ao aluno em formação viver as experiências necessárias para exercer a função de professor. Enquanto alunos do curso de Letras, eles são limitados em relação aos conhecimentos pedagógicos necessários para aplicar a abordagem do ESP, e dispõem de um tempo de estudo insuficiente para o alcance da fluência desejada na LI, além de prescindirem da articulação entre as disciplinas especificas e pedagógicas. 1.5 O MATERIAL DIDÁTICO Atualmente, é indispensável no processo de ensino/aprendizagem formal o material didático (MD) para o professor e o aluno. Alguns autores consideram MDs desde um quadro e um giz/pincel até um jornal, dicionário (no caso do estudo de Línguas), revistas, livros didáticos ou qualquer material usado para fins pedagógicos. Nicolaides (apud Brito, 2007)

20 19 descreve os materiais didáticos como estimuladores da interação. Baseada em outros autores, Nicolaides ainda mostra a função do MD de fazer ligação entre o que se vê em sala e o mundo real, estimulando a autonomia, e levando em consideração as necessidades do aluno. Dentre os materiais, o que tem maior relevância é o livro didático que, segundo o guia de avaliação do PNLD, passou a ser considerado o principal referencial do trabalho em sala de aula (BRASIL, 2002, p. 29). Mas nem sempre o encontramos nas escolas, sobretudo no contexto público. Torna-se difícil, assim, o contato do aluno com esse guia didático, e o contato do professor com orientações para planejamento de aulas. Brito (2007) ressalta ainda (baseado em Chopin, 2004) que o livro tem funções essenciais, tais como: referencial, sendo suporte de conteúdos, conhecimento e técnicas; instrumental, por colocar em prática os métodos de ensino, exercícios e atividades; ideológica e cultural, por se ligar aos valores e à cultura, adquirindo valor político; e documental, cuja observação e análise podem desenvolver o senso crítico do aluno. Isso deixa clara a importância e necessidade de se adotar um LD nos cursos/disciplinas de língua inglesa. No SENAI (CEPORC) o material disponibilizado para o professor e o aluno é uma apostila de apoio (não um livro). Nesse material encontram-se termos técnicos diversos e são distribuídos de maneira confusa. É fato conhecedor da Coordenação dos Cursos Técnicos que este material não tem a mesma função de um livro que contenha conteúdos e orientações didáticas, levando em consideração o vocabulário apurado necessário aos cursos de Eletromecânica, por exemplo. 4 Neste caso, diante das funções primordiais do LD citadas pelos autores acima, reconhecemos a falta de um material bem estruturado, que contemple as habilidades essenciais para a aprendizagem da LI. Mesmo não existindo um Programa Nacional do Livro Didático voltado exclusivamente para a formação técnica, poderíamos aproveitar os critérios de adoção ou elaboração sugeridos pelo PNLD para a escola regular, que englobassem a compreensão oral, escrita, e principalmente leitora, através de gêneros textuais e orais voltados para a área técnica em que a disciplina está inserida, trazendo não só vocabulários específicos como também aspectos gramaticais sistematizados a partir de situações de uso variadas que orientassem os alunos nas suas interpretações e composições. Além disso, o LD deveria também contemplar as orientações teórico-metodológicas para nortear os professores na elaboração das aulas, permitindo as ações de avaliação conforme seus objetivos e interesses dos alunos. Esses critérios buscam oferecer 4 Fatos observados pela professora regente durante as aulas realizadas, avaliações do material didático e conversas com a Coordenação Técnica Pedagógica do SENAI

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