Universidade Regional do Cariri (URCA); Coordenadora do Núcleo de Pesquisas em Línguística Aplicada (LiA).

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1 FORMALISMO, FUNCIONALISMO E SOCIOINTERACIONISMO NO ENSINO DE INGLÊS LE: UMA ANÁLISE DAS ATVIDADES PROPOSTAS PELO SPEAK NOW 3 E SEU RESPECTIVO CADERNO DE EXERCÍCIOS Ricardo Tavares Martins (URCA) 1 Cristiane Rodrigues Vieira (URCA) 2 RESUMO: Desde o advento da Linguística como ciência, diversas teorias surgiram nos estudos dos fenômenos linguísticos e passaram a subjazer a prática do professor em sala de aula no ensino de línguas, sejam elas maternas (LM) ou estrangeiras (LE). Dentre essas teorias, esse trabalho destaca o Formalismo, o Funcionalismo e o Sociointeracionismo cujas visões dos fenômenos linguísticos diferem consideravelmente. O Formalismo enxerga a língua como forma/estrutura, enquanto o Funcionalismo a vê como função motivada pelo contexto situacional e, por fim, o Sociointeracionismo que insere a língua nas relações de interações sociais. Esse trabalho tem por objetivo analisar atividades de ensino de inglês- LE baseadas nas teorias formalista, funcionalista e sociointeracionista. O corpus é constituído de atividades retiradas do livro Speak Now 3 e seu respectivo caderno de exercícios. A discussão acerca das teorias abordadas nesse trabalho é baseada em Cortez (2011), Martins (2012), Neves (1997), Oliveira (2003) e Costa-Hubes e Gedoz (2012). A discussão acerca de atividades e materiais de ensino de inglês- LE é baseada em Souza, Spilmann e Stefanello (2012) e Vilaça (2009) e para extração do corpus em Epstein e Ormiston (2007), Richards e Bohlke (2012). Os resultados mostram que as teorias abordadas subjazem a construção e o uso dos materiais em sala de aula mostrando, ainda, que a presença maior de uma teoria em relação à outra depende do objetivo da atividade, se formal, funcional ou sociointeracional, e que para um resultado mais satisfatório é preferível combiná-las ao invés de separá-las. PALAVRAS-CHAVE: Formalismo; Funcionalismo; Sociointeracionismo; Ensino; Inglês-LE. ABSTRACT: Since the advent of Linguistics as science diverse theories have arisen in the studies of the linguistic phenomena and they have passed to underlie the teacher s practice in classroom on the languages teaching, whether native (NL) or foreign (FL). Among these theories this paper highlights Formalism, Functionalism and Sociointeractionism whose visions of the linguistic phenomena differ. Formalism sees language as form/structure, while Functionalism sees it as function motivated by situational context and, lastly, Sociointeractionism that inserts language into the relations of social interactions. This paper has as objective to analyze English-FL teaching activities based on formalist, functionalist and sociointeractionist theories. The corpus is constituted of activities collected from the book Speak Now 3 and its respective workbook. The discussion about the theories approached in this paper is based on Cortez (2011), Martins (2012), Neves (1997), Oliveira (2003) and Costa-Hubes and Gedoz (2012). The discussion about activities and materials of English-FL teaching is based on Souza, Spillman and Stefanello (2012) and Vilaça (2009) and to the collect of the corpus on Epstein and Ormiston (2007), Richards and Bohlke (2012). The results show that the theories approached underlie the 1 Especialista em Ensino da Língua Inglesa pela Universidade Regional do Cariri (URCA); Professor de Língua Inglesa da Rede Estadual de Ensino. 2 Mestre em Linguística Aplicada (UECE); Professora do Departamento de Línguas e Literaturas da Universidade Regional do Cariri (URCA); Coordenadora do Núcleo de Pesquisas em Línguística Aplicada (LiA). Web-Revista SOCIODIALETO: Bach., Linc., Mestrado Letras UEMS/Campo Grande, v. 5, nº 14, nov

2 construction and use of materials in classroom showing, still, that a bigger frequency of a theory in relation to other depends on the objective of the activity, whether formal, functional or sociointeractional and that for a more satisfactory result is preferable to combine each one instead of separating them. KEYWORDS: Formalism; Functionalism; Sociointeractionism; Teaching; English-FL. 1 Introdução Com o surgimento da Linguística como ciência da linguagem no século XX muito tempo se passou e estudos de vários tipos foram feitos acerca da linguagem humana, a qual passou a ser estudada sob vários aspectos tendo como principais os formais, os funcionais e os sociointeracionais. Com todo o desenvolvimento dessa nova ciência começaram a surgir suas contribuições para o entendimento e tratamento dos fenômenos da linguagem as quais abrangem o campo de língua materna (LM) e também de línguas estrangeiras (LE). A partir de então, o ensino de línguas em escolas e institutos floresceu muito com tais contribuições e a produção de material de ensino passou a ser essencial para aplicação das teorias em sala de aula. Esses materiais têm como base teorias como Formalismo, Funcionalismo e Sociointeracionismo e norteiam professores e alunos no estudo das línguas. O uso de determinado material e de determinada teoria depende dos objetivos traçados, pois como veremos a seguir há uma relação estreita entre a produção de materiais de ensino, seus usos e as teorias linguísticas usadas no ensino-aprendizagem de línguas. 2 Formalismo, funcionalismo e sociointeracionismo O Formalismo é representando em grande parte pela figura de Ferdinand de Saussure que foi um dos grandes responsáveis por estudos na área formal da língua. Web-Revista SOCIODIALETO: Bach., Linc., Mestrado Letras UEMS/Campo Grande, v. 5, nº 14, nov

3 Suas contribuições são de grande valia quando se fala em Formalismo (CONEJO, 2007). Entendemos por Formalismo a área dos estudos da linguagem que trata a língua como forma, não negando sua função, mas priorizando abordagens que foquem na estrutura da língua. Nesse campo, são notórios os diversos estudos nas áreas da fonética, da fonologia, da morfologia e da sintaxe (CORTEZ, 2011). A ideia de estudar a língua enquanto forma ganhou espaço no meio acadêmico e percorreu o mundo. Contribuições como as de Bloomfield nos Estados Unidos, por exemplo, são a prova disso. Outros estudos memoráveis vieram de Chomsky e sua gramática gerativa e também do Círculo Linguístico de Praga, que, a propósito, também ofereceu contribuições no campo dos estudos funcionalistas (MARTINS, 2012). Enquanto o Formalismo vê a língua como forma, o Funcionalismo a enxerga como função. A teoria funcionalista da linguagem não nega a forma, mas acredita que essa forma é moldada pelo contexto (OLIVEIRA, 2003). Como a língua é um fato social, se torna mister estudá-la no âmbito em que é usada, ou seja, na sociedade. Não faz, portanto, sentido arrancá-la do seu meio natural para estudá-la, pois, os estudos devem levar em conta seus múltiplos aspectos. Podemos afirmar que enquanto o Formalismo enfatiza os estudos sintáticos, morfológicos, fonéticos e fonológicos, o Funcionalismo dá ênfase aos significados das palavras nos mais variados contextos de uso, ou seja, ênfase maior na semântica e na pragmática. Assim como o Formalismo, a teoria funcionalista da linguagem ganhou credibilidade e se espalhou pelo mundo. Há várias contribuições funcionalistas para os estudos da linguagem dos quais podemos destacar os trabalhos de Givón nos Estados Unidos da América, os de Simon Dik na Holanda e os de Halliday com sua Linguística Sistêmico-Funcional (NEVES, 1997). Podemos sumarizar as duas abordagens com as palavras de Dillinger (1991, apud NEVES, 1997, p ). Nas palavras de Dillinger (1991), os formalistas entre eles os gerativistas estudam a língua como objeto descontextualizado, preocupando-se com suas Web-Revista SOCIODIALETO: Bach., Linc., Mestrado Letras UEMS/Campo Grande, v. 5, nº 14, nov

4 características internas seus constituintes e as relações entre eles mas não com as relações entre seus constituintes e seus significados, ou entre a língua e seu meio; chegam, desse modo, à concepção de língua como um conjunto de frases, um sistema de sons, um sistema de signos, equiparando, desse modo, a língua à sua gramática. Os funcionalistas, por seu lado, se preocupam com as relações (ou funções) entre a língua como um todo e as diversas modalidades de interação social, e não tanto com as características internas da língua: frisam, assim, a importância do papel do contexto, em particular do contexto social, na compreensão da natureza das línguas. A terceira esfera a qual podemos submeter os estudos da linguagem é o Sociointeracionismo cujo grande representante é Vygotsky. A concepção de linguagem que parte dessa abordagem defende o uso da língua enquanto interação social - é essa também a visão de Bakhtin e sua teoria sobre os gêneros discursivos (COSTA-HUBES; GEDOZ, 2012) - e muito do seu escopo pode ser usado em sala de aula, sobretudo no ensino de línguas (YÜKSEL, 2012). Ainda sobre a concepção de língua nessa abordagem, Richards e Rogers (1999, p. 17) 3 afirmam que [e]la (a visão interacionista) vê a linguagem como um veículo para a realização de relações interpessoais e para performance de transações sociais entre indivíduos. A linguagem é vista como uma ferramenta para a criação e manutenção das relações sociais. As teorias interacionistas focam nos padrões dos movimentos, atos, negociação e interação encontrados nas trocas conversacionais. Com o desenvolver das abordagens acima descritas comparações se tornaram inevitáveis a ponto de ter que escolher com qual viés trabalhar. Linguistas tomavam suas posições e muitos acreditavam, e ainda acreditam, não ser possível unir abordagens diversas para os estudos da linguagem. O fato é que, enquanto muitos linguistas fazem escolhas em relação a qual abordagem é a melhor para estudar a linguagem, outros tantos acreditam na 3 It sees language as a vehicle for the realization of interpersonal relations and for the performance of social transactions between individuals. Language is seen as a tool for the creation and maintenance of social relations. Interactional theories focus on the patterns of moves, acts, negotiation, and interaction found in conversational exchanges. (todas as traduções nesse trabalho são do autor) Web-Revista SOCIODIALETO: Bach., Linc., Mestrado Letras UEMS/Campo Grande, v. 5, nº 14, nov

5 possibilidade de uma união para um tratamento mais acurado dos fenômenos linguísticos. Neves (1997) cita Nascimento (1990) e Dillinger (1991) como linguistas que acreditam numa complementaridade entre os estudos formalistas e funcionalistas, por exemplo. Essa confluência entre Formalismo, Funcionalismo e Sociointeracionismo pode ser explorada a fim de oferecer contribuições para as práticas que envolvem a linguagem e seus estudos. Nesse artigo trataremos de expor como essas abordagens podem contribuir para o ensino de inglês-le ao trabalharmos aspectos dessa língua de modo a abranger sua forma e sua função, bem como seu uso em atividades que evocam interação social entre os sujeitos desse processo, a saber, o professor e os alunos. 3 Materiais didáticos e atividades de ensino de inglês-le Para o ensino de uma LE em sala de aula é indispensável o uso de materiais de ensino. Eles são muitos e diversos e servem a propósitos diferentes como afirmam Souza, Spilmann e Stefanello (2010, p. 33): No âmbito do ensino de língua estrangeira, o livro didático tem funções distintas, dependendo do método empregado pelo autor. Mais do que qualquer outra disciplina, o livro didático utilizado no ensino e aprendizagem de língua estrangeira tem papel fundamental [...]. No Ensino Fundamental e Médio esse material de ensino é representado pelo livro didático, enquanto que em cursos de idiomas geralmente por um livro de estudante juntamente com um livro de exercícios comumente chamados de student s book e workbook, respectivamente. No entanto, como afirma Vilaça (2009), o material de ensino de línguas, não só estrangeiras, mas também maternas, não se constitui apenas de livro didático, mas de todo material que possibilite haver ensino e aprendizagem; assim, materiais tais como Web-Revista SOCIODIALETO: Bach., Linc., Mestrado Letras UEMS/Campo Grande, v. 5, nº 14, nov

6 atividades fotocopiadas e objetos também constituem materiais de ensino. Contudo, o uso de livros se sobrepõe ao uso de outros materiais por várias razões das quais Sheldon (1988, apud VILAÇA 2009, p ) cita: A primeira é que desenvolver o próprio material é um processo extremamente difícil para os professores; a segunda é que os professores têm tempo limitado para elaborar materiais devido à natureza de sua profissão; finalmente, pressões externas restringem muito os professores. Portanto, seguir um livro didático é uma maneira mais prática, rápida e eficaz, pois o material didático diminui o tempo de preparação para as aulas e oferece atividades prontas para serem feitas pelos alunos. Para o escopo desse trabalho serão considerados como materiais de ensino de inglês-le o student s book e workbook 3 (nível intermediário) da coleção Speak Now dos autores Jack C. Richard e David Bohlke. 4 4 Aspectos metodológicos Jack C. Richard (2012) juntamente com David Bohlke (2012) desenvolveram uma série em quatro volumes chamada de Speak Now. Nessa série há inúmeros exercícios, tanto no student s book quanto no workbook. O corpus dessa pesquisa é proveniente do livro texto Speak Now 3 e seu respectivo caderno de exercícios. Com o intuito de analisar os exercícios através das teorias mencionadas nesse trabalho foram feitas escolhas a fim de contemplar exercícios que se relacionassem com o Formalismo, Funcionalismo e Sociointeracionismo. Por essa razão, um total de catorze atividades foi escolhido para que os aspectos teóricos necessários pudessem ser identificados, analisados e comentados. A decisão de escolha acerca dos exercícios e das teorias parte do pressuposto de que é melhor para o ensino trabalhar com variedade de exercícios e construtos teóricos ao invés de optar por uma exclusividade, como afirma Oliveira (2003). Ainda de acordo 4 Ver referências 10 e 11 na seção 6. Web-Revista SOCIODIALETO: Bach., Linc., Mestrado Letras UEMS/Campo Grande, v. 5, nº 14, nov

7 com esse autor uma colaboração entre as teorias linguísticas resultaria em melhores resultados para o ensino e, consequentemente, para a aprendizagem. 4.1 Apresentação dos dados Como foi discutido anteriormente acerca de qual abordagem seria a melhor para estudar a linguagem se Formalismo, Funcionalismo ou ainda Sociointeracionismo, vamos a partir desse ponto expor exemplos de atividades de ensino de inglês-le contidos no student s book e workbook 3 (nível intermediário) da coleção Speak Now que abordam forma, função e atos de interação social dessa língua com o intuito de oferecer contribuições para atuação em sala de aula. Para Ricahrds; Rodgers (1999), os atuais materiais de ensino de LE parecem abordar o máximo de aspectos da linguagem humana, desde uma perspectiva formalista até uma perspectiva funcionalista passando também por abordagens sociointeracionistas. Além do material adotado pela escola (ou curso), o professor pode produzir material próprio tendo em mente sempre que atividades de ensino que focam em acurácia gramatical podem ser muito diferentes daquelas que focam em habilidades comunicativas 5 (op. cit. P. 22). Formalismo, Funcionalismo e Sociointeracionismo podem ser claramente vistos no ensino de LEs e em atividades práticas de materiais didáticos. Nas seções seguintes (4.2, 4.3 e 4.4) ficam estabelecidas as relações teoria x prática em atividades retiradas do livro do aluno e de seu caderno de exercícios da coleção Speak Now, mais especificamente do Speak Now 3. 5 Teaching activities that focus on grammatical accuracy may be quite different from those that focus on communicative skills. Web-Revista SOCIODIALETO: Bach., Linc., Mestrado Letras UEMS/Campo Grande, v. 5, nº 14, nov

8 4.2 Atividades de cunho formalista Há muitos exercícios que podem ser usados nas aulas de Inglês-LE. Esses exercícios variam em forma e função e cabe ao professor o papel de selecioná-los a fim de trabalhar com aspectos específicos da língua estrangeira em questão. O exercício da Figura 1, presente no workbook, é um típico exercício formal no qual o contexto é desconsiderado e nenhuma interação entre os alunos é exigida. Ele expõe como é dada a ênfase na forma da língua ao trabalhar um vocabulário bem específico. No caso, o vocabulário se refere a características de pessoas e é solicitado que o aluno organize a ordem das letras para que forme a palavra correta. Figura 1 O exercício exposto na Figura 2, por sua vez, é um perfeito exemplo de um exercício fill-in-the-blanks usado quando se pretende trabalhar a forma de palavras de um vocabulário específico. Percebamos que há oito palavras a serem postas em oito sentenças guiando o aluno a aprender as formas das palavras que estão isoladas no retângulo acima das sentenças. Web-Revista SOCIODIALETO: Bach., Linc., Mestrado Letras UEMS/Campo Grande, v. 5, nº 14, nov

9 Figura 2 Na Figura 3 há um exercício que se inicia no student s book e continua no workbook. O aluno assiste a um vídeo em um primeiro momento e em seguida, no workbook, há um exercício fill-in-the-blanks no qual palavras específicas do diálogo do vídeo estão suprimidas e o aprendiz precisa ouvi-las para completar os espaços corretamente. Esse tipo de exercício oferece uma ênfase maior na forma pronunciada das palavras e diferente de outros fill-in-the-blanks que trabalham apenas com a escrita, esse exige do aluno competência no listening, pois é o único recurso que dispõe para realizar a atividade. Web-Revista SOCIODIALETO: Bach., Linc., Mestrado Letras UEMS/Campo Grande, v. 5, nº 14, nov

10 Figura 3 Web-Revista SOCIODIALETO: Bach., Linc., Mestrado Letras UEMS/Campo Grande, v. 5, nº 14, nov

11 O exercício da figura 3 possui um caráter formal, pois não considera o contexto de produção e isola as palavras de modo que o aluno trabalhe com ênfase na forma das mesmas atentando exclusivamente para suas formas sonoras. A Figura 4 expõe um exercício de pronúncia de caráter bastante formal. Na primeira parte, A, o aluno irá ouvir a pronúncia de dois substantivos e de dois adjetivos derivados dos substantivos para que possa comparar as sílabas tônicas de cada palavra e verificar a mudança tônica antes e depois da transformação. Na parte B o aluno irá ouvir seis pares de palavras um substantivo e um adjetivo em cada par identificar a sílaba tônica de ambos e em seguida praticar repetindo os pares. Figura 4 Os dois últimos exercícios do corpus referentes a esse tópico, Figuras 5 e 6 respectivamente, trabalham com a forma das palavras através de uma cruzadinha e de um caça palavras. Web-Revista SOCIODIALETO: Bach., Linc., Mestrado Letras UEMS/Campo Grande, v. 5, nº 14, nov

12 Figura 5 Web-Revista SOCIODIALETO: Bach., Linc., Mestrado Letras UEMS/Campo Grande, v. 5, nº 14, nov

13 Primeiramente o aluno irá encaixar as sete palavras do vocabulário da lição na cruzadinha; logo terá que escrever uma pista para cada palavra na parte abaixo nos números dispostos de 1 a 6. Ao resolver esse tipo de exercício o aluno é levado a trabalhar com a forma das palavras para construir e internalizar o vocabulário aprendido. Semelhante ao exercício anterior o exercício da figura 6 abaixo oferece ao aprendiz a oportunidade de trabalhar com a parte formal das palavras. Para tanto, o aprendiz precisa encontrar seis palavras que estejam relacionadas com o vocabulário da lição superstitions. Feito isso, ele voltará ao caça palavras e identificará as letras que não circulou. Na parte 2 do exercício essas letras não circuladas irão ajudar o aluno a descobrir uma mensagem secreta que pode ser discutida em sala com outros alunos. Web-Revista SOCIODIALETO: Bach., Linc., Mestrado Letras UEMS/Campo Grande, v. 5, nº 14, nov

14 Figura 6 Ao procurar as palavras na parte 1 do exercício o aluno trabalha com a parte formal da língua, pois é dada ênfase na internalização da forma escrita desse vocabulário. Web-Revista SOCIODIALETO: Bach., Linc., Mestrado Letras UEMS/Campo Grande, v. 5, nº 14, nov

15 4.3 Atividades de cunho funcionalista A seção Speak with Confidence do material em questão costumeiramente traz um role-play, exercício em que há troca de papéis entre os alunos, para que eles apliquem o que foi desenvolvido nas outras seções da lição as outras seções da lição são: vocabulary, conversation, language booster e listening ou pronunciation. Os roleplays são largamente usados para a prática das estruturas aprendidas com os exercícios formais e os tópicos usados nesses exercícios levam em conta aspectos funcionais da linguagem levando os alunos a desempenharem situações cotidianas de uso da língua, em relações sociointeracionais comuns na comunidade linguística da língua alvo a que se propuseram aprender. Na atividade da Figura 7 os alunos terão que desempenhar dois papeis durante uma conversação na qual terão que apontar um erro e pedir desculpas, além de encontrar soluções para os problemas. Como podemos ver há quatro situações que podem ser desenvolvidas entre os alunos. Com a ajuda do professor e com interação entre os alunos diferentes pares podem praticar esse role-play. Figura 7 Web-Revista SOCIODIALETO: Bach., Linc., Mestrado Letras UEMS/Campo Grande, v. 5, nº 14, nov

16 A atividade da Figura 8 sugere que os alunos formem grupos de três ou quatro pessoas e que escolham um dos eventos mencionados na atividade. Escolhidos os eventos os alunos terão que fazer uma lista dos costumes comuns em cada situação nomeando também os países em que cada costume é observado. Na parte B do exercício os alunos apresentarão as informações para a sala. Figura 8 Podemos ver claramente os aspectos funcionais da atividade ao propor uma produção textual lista que será realizada em grupo proporcionando o uso da LE em um contexto definido abordando ainda aspectos da cultura que serão levados em consideração quando da apresentação da lista em sala de aula. Ao final de cada lição presente no workbook há uma proposta de produção, oral ou escrita. Em todas as produções a seguir (Figuras 9, 10, 11 e 12) os aspectos da teoria Funcionalista se fazem presente. Ao produzir os textos das atividades o aprendiz sempre terá que levar em consideração o contexto em que estão inseridas, quem são os interlocutores e o gênero textual usado. Web-Revista SOCIODIALETO: Bach., Linc., Mestrado Letras UEMS/Campo Grande, v. 5, nº 14, nov

17 No exercício da Figura 9 a proposta é que o aluno escreva um para uma pessoa que vive em outro país, pois o aluno está indo visitar esse país e precisa esclarecer algumas dúvidas. Ao escrever o o aluno terá que levar em consideração aspectos funcionais exigidos pela atividade. Será levado em consideração o contexto, o gênero textual ( ) bem como os interlocutores envolvidos no processo. Na parte 3 o exercício leva os alunos a interagir ao compartilhar suas produções com os colegas através da pergunta: Did you want to know similar things?. Figura 9 Ainda com o gênero textual o exercício da Figura 10 apresenta as mesmas características funcionais descritas anteriormente. Nessa atividade o aprendiz escreverá um para um amigo dele que precisa fazer novos amigos; em seguida compartilhará sua produção com seus colegas. Figura 10 Para o exercício da Figura 11 o gênero textual trabalhado é flyer. O aluno produzirá o texto e também terá a oportunidade de compartilhá-lo com os colegas sempre guiado pelas características funcionais da atividade. Web-Revista SOCIODIALETO: Bach., Linc., Mestrado Letras UEMS/Campo Grande, v. 5, nº 14, nov

18 Figura 11 A produção proposta pelo exercício da Figura 12 é mais livre. Nela o aluno escreverá sobre um aspecto da cultura do seu país que difere em outro país podendo interagir com outros aprendizes através da parte 3 do exercício que pede que a produção seja compartilhada. Figura Atividades de cunho sociointeracionista Na lição 25 do referido material, mais especificamente encontrado no workbook, há um exercício para praticar o vocabulário recém-aprendido. Web-Revista SOCIODIALETO: Bach., Linc., Mestrado Letras UEMS/Campo Grande, v. 5, nº 14, nov

19 Figura 13 A primeira parte do exercício visa trabalhar com os alunos a estrutura das palavras e para tanto as letras das palavras desse vocabulário foram postas fora de ordem para que os alunos as organizassem na forma correta de sua escrita. Essa primeira parte do exercício, de cunho mais formalista, se assemelha ao da Figura 1 (seção 4.2). Contudo, aqui, ela aparece seguida de uma atividade de cunho Web-Revista SOCIODIALETO: Bach., Linc., Mestrado Letras UEMS/Campo Grande, v. 5, nº 14, nov

20 sociointeracionista mostrando a possibilidade de unir diferentes visões sobre a língua Formalismo e Sociointeracionismo numa mesma aula. A segunda parte do exercício faz uso do vocabulário aprendido na primeira parte para que os alunos usem as palavras em um contexto real numa possível situação verídica. No caso, um estrangeiro visitaria o país do aluno e esse aluno deveria informar o que o visitante deveria ou não saber sobre aspectos culturais do país hospedeiro usando, dessa forma, todas as palavras nas suas funções em contextos reais de comunicação. Na situação hipotética abordada pelo exercício os aspectos socionteracionais se farão presentes nos esclarecimentos que o aluno dará na língua alvo sobre as situações listadas. As diversas atividades em sala de aula vão desenvolver no aluno os mais variados aspectos da linguagem tanto no tocante à forma quanto no tocante à função, passando pela interação social. Jeremy Harmer (1999, p. 46) 6 afirma: Claramente os estudantes precisam estar conscientes das diferentes maneiras que a língua é usada em situações diferentes. Eles precisam saber a diferença entre uso formal e informal da língua. Eles precisam saber quando usar desculpa e quando seria melhor dizer Eu devo mesmo me desculpar por exemplo. Tais conhecimentos envolvem a aprendizagem das funções da linguagem. Ainda trabalhando com o viés sociointeracionista o student s book traz no final da lição 5 na seção Speak with Confidence outra atividade que envolve um situação comum de uso da língua e que exige interação social entre os falantes. No caso dessa atividade (Figura 14) o aluno deverá completar uma conversa entre um funcionário do hotel (hotel clerk) e um hóspede (guest). Para tanto, terá que ser capaz de usar linguagem adequada à situação e dentro de sua competência linguística, pois também é solicitado que os alunos pratiquem o diálogo após completá-lo. 6 Clearly students need to be aware of the different ways language is used in different situations. They need to know the difference between formal and informal language use. They need to know when they can get away with 'sorry' and when it would be better to say 'I really must apologise' for example. Such knowledge involves learning language functions. Web-Revista SOCIODIALETO: Bach., Linc., Mestrado Letras UEMS/Campo Grande, v. 5, nº 14, nov

21 Figura 14 Como vimos, os alunos precisam estar cientes das funções da língua e para tanto precisam dominar as formas necessárias para realizar de maneira satisfatória o desempenho dessas funções que são muitas e complexas. Considerações finais Após a análise do corpus concluímos que não adianta falar em qual teoria é a mais adequada para o ensino de LEs através de exercícios. De uma forma ou de outra, todas contribuem para o desenvolvimento de habilidades na língua estrangeira, seja na forma, na função ou na interação. Como afirma Oliveira (2003, p. 98; 103), a união de diferentes abordagens pode proporcionar uma sinergia bastante salutar para os estudos linguísticos. E que... em Linguística, (...), pensar em dicotomia, no que é melhor ou pior, é pensar de forma muito limitada no sentido de não enxergar aquilo que outros paradigmas podem oferecer para elevar o conhecimento atual sobre os fenômenos linguísticos. Web-Revista SOCIODIALETO: Bach., Linc., Mestrado Letras UEMS/Campo Grande, v. 5, nº 14, nov

22 O professor saberá abordar os aspectos de ambas as teorias a fim de melhorar sua prática em sala de aula sempre com materiais que abranjam os mais variados aspectos da linguagem levando em conta sempre o desenvolvimento da LE do aluno. Para alcançar tal objetivo passemos a usar o conectivo E, ao invés do conectivo OU quando estivermos falando de teorias que oferecem contribuições ao ensino de línguas, seja materna ou estrangeira. As atividades presentes no Speak Now mostram como a confluência entre teorias diversas pode contribuir para um ensino mais completo. Os autores abordaram características formalistas, funcionalistas e sociointeracionistas em um único exercício (Figura 13) mostrando ser possível trabalhar com vieses diferentes em busca de um ensino mais eficiente. Entretanto, infelizmente, isso não foi observado em todas as atividades do corpus que se isolaram numa única teoria trabalhando com aspectos limitados, empobrecendo os resultados que podem ser alcançados quando da aplicação de várias correntes teóricas. Referências CONEJO, Cássia Rita. O estruturalismo e o ensino de línguas. In: CELLI COLÓQUIO DE ESTUDOS LINGUÍSTICOS E LITERÁRIOS. 3, 2007, Maringá. Anais... Maringá, 2009, p CORTEZ, Cinara Monteiro. Formalismo x Funcionalismo: abordagens excludentes?. PERcursos Linguísticos. Vitória-ES, v.1, n. 1. p , COSTA-HUBES, Terezinha da Conceição; GEDOZ, Sueli. Concepção sóciointeracionista de linguagem: percurso histórico e contribuições para um novo olhar sobre o texto. Trama. Cascavel-PR, v. 8, n. 16. P EPSTEIN, Ruth; ORMISTON, Mary. Tools and Tips for Using ELT Materials: A Guide for Teachers. Michigan: University of Michigan Press, HARMER, Jeremy. The Practice of English Language Teaching. 3 ª ed. Londres: Longman Group UK Limited, MARTINS, Ricardo Tavares. Formalismo & Funcionalismo: abordagens excludentes ou complementares? p. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Letras Português- Inglês). Universidade Regional do Cariri - URCA. Monografia. Crato CE Web-Revista SOCIODIALETO: Bach., Linc., Mestrado Letras UEMS/Campo Grande, v. 5, nº 14, nov

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