Universidade Regional do Cariri (URCA); Coordenadora do Núcleo de Pesquisas em Línguística Aplicada (LiA).

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Universidade Regional do Cariri (URCA); Coordenadora do Núcleo de Pesquisas em Línguística Aplicada (LiA)."

Transcrição

1 FORMALISMO, FUNCIONALISMO E SOCIOINTERACIONISMO NO ENSINO DE INGLÊS LE: UMA ANÁLISE DAS ATVIDADES PROPOSTAS PELO SPEAK NOW 3 E SEU RESPECTIVO CADERNO DE EXERCÍCIOS Ricardo Tavares Martins (URCA) 1 Cristiane Rodrigues Vieira (URCA) 2 RESUMO: Desde o advento da Linguística como ciência, diversas teorias surgiram nos estudos dos fenômenos linguísticos e passaram a subjazer a prática do professor em sala de aula no ensino de línguas, sejam elas maternas (LM) ou estrangeiras (LE). Dentre essas teorias, esse trabalho destaca o Formalismo, o Funcionalismo e o Sociointeracionismo cujas visões dos fenômenos linguísticos diferem consideravelmente. O Formalismo enxerga a língua como forma/estrutura, enquanto o Funcionalismo a vê como função motivada pelo contexto situacional e, por fim, o Sociointeracionismo que insere a língua nas relações de interações sociais. Esse trabalho tem por objetivo analisar atividades de ensino de inglês- LE baseadas nas teorias formalista, funcionalista e sociointeracionista. O corpus é constituído de atividades retiradas do livro Speak Now 3 e seu respectivo caderno de exercícios. A discussão acerca das teorias abordadas nesse trabalho é baseada em Cortez (2011), Martins (2012), Neves (1997), Oliveira (2003) e Costa-Hubes e Gedoz (2012). A discussão acerca de atividades e materiais de ensino de inglês- LE é baseada em Souza, Spilmann e Stefanello (2012) e Vilaça (2009) e para extração do corpus em Epstein e Ormiston (2007), Richards e Bohlke (2012). Os resultados mostram que as teorias abordadas subjazem a construção e o uso dos materiais em sala de aula mostrando, ainda, que a presença maior de uma teoria em relação à outra depende do objetivo da atividade, se formal, funcional ou sociointeracional, e que para um resultado mais satisfatório é preferível combiná-las ao invés de separá-las. PALAVRAS-CHAVE: Formalismo; Funcionalismo; Sociointeracionismo; Ensino; Inglês-LE. ABSTRACT: Since the advent of Linguistics as science diverse theories have arisen in the studies of the linguistic phenomena and they have passed to underlie the teacher s practice in classroom on the languages teaching, whether native (NL) or foreign (FL). Among these theories this paper highlights Formalism, Functionalism and Sociointeractionism whose visions of the linguistic phenomena differ. Formalism sees language as form/structure, while Functionalism sees it as function motivated by situational context and, lastly, Sociointeractionism that inserts language into the relations of social interactions. This paper has as objective to analyze English-FL teaching activities based on formalist, functionalist and sociointeractionist theories. The corpus is constituted of activities collected from the book Speak Now 3 and its respective workbook. The discussion about the theories approached in this paper is based on Cortez (2011), Martins (2012), Neves (1997), Oliveira (2003) and Costa-Hubes and Gedoz (2012). The discussion about activities and materials of English-FL teaching is based on Souza, Spillman and Stefanello (2012) and Vilaça (2009) and to the collect of the corpus on Epstein and Ormiston (2007), Richards and Bohlke (2012). The results show that the theories approached underlie the 1 Especialista em Ensino da Língua Inglesa pela Universidade Regional do Cariri (URCA); Professor de Língua Inglesa da Rede Estadual de Ensino. 2 Mestre em Linguística Aplicada (UECE); Professora do Departamento de Línguas e Literaturas da Universidade Regional do Cariri (URCA); Coordenadora do Núcleo de Pesquisas em Línguística Aplicada (LiA). Web-Revista SOCIODIALETO: Bach., Linc., Mestrado Letras UEMS/Campo Grande, v. 5, nº 14, nov

2 construction and use of materials in classroom showing, still, that a bigger frequency of a theory in relation to other depends on the objective of the activity, whether formal, functional or sociointeractional and that for a more satisfactory result is preferable to combine each one instead of separating them. KEYWORDS: Formalism; Functionalism; Sociointeractionism; Teaching; English-FL. 1 Introdução Com o surgimento da Linguística como ciência da linguagem no século XX muito tempo se passou e estudos de vários tipos foram feitos acerca da linguagem humana, a qual passou a ser estudada sob vários aspectos tendo como principais os formais, os funcionais e os sociointeracionais. Com todo o desenvolvimento dessa nova ciência começaram a surgir suas contribuições para o entendimento e tratamento dos fenômenos da linguagem as quais abrangem o campo de língua materna (LM) e também de línguas estrangeiras (LE). A partir de então, o ensino de línguas em escolas e institutos floresceu muito com tais contribuições e a produção de material de ensino passou a ser essencial para aplicação das teorias em sala de aula. Esses materiais têm como base teorias como Formalismo, Funcionalismo e Sociointeracionismo e norteiam professores e alunos no estudo das línguas. O uso de determinado material e de determinada teoria depende dos objetivos traçados, pois como veremos a seguir há uma relação estreita entre a produção de materiais de ensino, seus usos e as teorias linguísticas usadas no ensino-aprendizagem de línguas. 2 Formalismo, funcionalismo e sociointeracionismo O Formalismo é representando em grande parte pela figura de Ferdinand de Saussure que foi um dos grandes responsáveis por estudos na área formal da língua. Web-Revista SOCIODIALETO: Bach., Linc., Mestrado Letras UEMS/Campo Grande, v. 5, nº 14, nov

3 Suas contribuições são de grande valia quando se fala em Formalismo (CONEJO, 2007). Entendemos por Formalismo a área dos estudos da linguagem que trata a língua como forma, não negando sua função, mas priorizando abordagens que foquem na estrutura da língua. Nesse campo, são notórios os diversos estudos nas áreas da fonética, da fonologia, da morfologia e da sintaxe (CORTEZ, 2011). A ideia de estudar a língua enquanto forma ganhou espaço no meio acadêmico e percorreu o mundo. Contribuições como as de Bloomfield nos Estados Unidos, por exemplo, são a prova disso. Outros estudos memoráveis vieram de Chomsky e sua gramática gerativa e também do Círculo Linguístico de Praga, que, a propósito, também ofereceu contribuições no campo dos estudos funcionalistas (MARTINS, 2012). Enquanto o Formalismo vê a língua como forma, o Funcionalismo a enxerga como função. A teoria funcionalista da linguagem não nega a forma, mas acredita que essa forma é moldada pelo contexto (OLIVEIRA, 2003). Como a língua é um fato social, se torna mister estudá-la no âmbito em que é usada, ou seja, na sociedade. Não faz, portanto, sentido arrancá-la do seu meio natural para estudá-la, pois, os estudos devem levar em conta seus múltiplos aspectos. Podemos afirmar que enquanto o Formalismo enfatiza os estudos sintáticos, morfológicos, fonéticos e fonológicos, o Funcionalismo dá ênfase aos significados das palavras nos mais variados contextos de uso, ou seja, ênfase maior na semântica e na pragmática. Assim como o Formalismo, a teoria funcionalista da linguagem ganhou credibilidade e se espalhou pelo mundo. Há várias contribuições funcionalistas para os estudos da linguagem dos quais podemos destacar os trabalhos de Givón nos Estados Unidos da América, os de Simon Dik na Holanda e os de Halliday com sua Linguística Sistêmico-Funcional (NEVES, 1997). Podemos sumarizar as duas abordagens com as palavras de Dillinger (1991, apud NEVES, 1997, p ). Nas palavras de Dillinger (1991), os formalistas entre eles os gerativistas estudam a língua como objeto descontextualizado, preocupando-se com suas Web-Revista SOCIODIALETO: Bach., Linc., Mestrado Letras UEMS/Campo Grande, v. 5, nº 14, nov

4 características internas seus constituintes e as relações entre eles mas não com as relações entre seus constituintes e seus significados, ou entre a língua e seu meio; chegam, desse modo, à concepção de língua como um conjunto de frases, um sistema de sons, um sistema de signos, equiparando, desse modo, a língua à sua gramática. Os funcionalistas, por seu lado, se preocupam com as relações (ou funções) entre a língua como um todo e as diversas modalidades de interação social, e não tanto com as características internas da língua: frisam, assim, a importância do papel do contexto, em particular do contexto social, na compreensão da natureza das línguas. A terceira esfera a qual podemos submeter os estudos da linguagem é o Sociointeracionismo cujo grande representante é Vygotsky. A concepção de linguagem que parte dessa abordagem defende o uso da língua enquanto interação social - é essa também a visão de Bakhtin e sua teoria sobre os gêneros discursivos (COSTA-HUBES; GEDOZ, 2012) - e muito do seu escopo pode ser usado em sala de aula, sobretudo no ensino de línguas (YÜKSEL, 2012). Ainda sobre a concepção de língua nessa abordagem, Richards e Rogers (1999, p. 17) 3 afirmam que [e]la (a visão interacionista) vê a linguagem como um veículo para a realização de relações interpessoais e para performance de transações sociais entre indivíduos. A linguagem é vista como uma ferramenta para a criação e manutenção das relações sociais. As teorias interacionistas focam nos padrões dos movimentos, atos, negociação e interação encontrados nas trocas conversacionais. Com o desenvolver das abordagens acima descritas comparações se tornaram inevitáveis a ponto de ter que escolher com qual viés trabalhar. Linguistas tomavam suas posições e muitos acreditavam, e ainda acreditam, não ser possível unir abordagens diversas para os estudos da linguagem. O fato é que, enquanto muitos linguistas fazem escolhas em relação a qual abordagem é a melhor para estudar a linguagem, outros tantos acreditam na 3 It sees language as a vehicle for the realization of interpersonal relations and for the performance of social transactions between individuals. Language is seen as a tool for the creation and maintenance of social relations. Interactional theories focus on the patterns of moves, acts, negotiation, and interaction found in conversational exchanges. (todas as traduções nesse trabalho são do autor) Web-Revista SOCIODIALETO: Bach., Linc., Mestrado Letras UEMS/Campo Grande, v. 5, nº 14, nov

5 possibilidade de uma união para um tratamento mais acurado dos fenômenos linguísticos. Neves (1997) cita Nascimento (1990) e Dillinger (1991) como linguistas que acreditam numa complementaridade entre os estudos formalistas e funcionalistas, por exemplo. Essa confluência entre Formalismo, Funcionalismo e Sociointeracionismo pode ser explorada a fim de oferecer contribuições para as práticas que envolvem a linguagem e seus estudos. Nesse artigo trataremos de expor como essas abordagens podem contribuir para o ensino de inglês-le ao trabalharmos aspectos dessa língua de modo a abranger sua forma e sua função, bem como seu uso em atividades que evocam interação social entre os sujeitos desse processo, a saber, o professor e os alunos. 3 Materiais didáticos e atividades de ensino de inglês-le Para o ensino de uma LE em sala de aula é indispensável o uso de materiais de ensino. Eles são muitos e diversos e servem a propósitos diferentes como afirmam Souza, Spilmann e Stefanello (2010, p. 33): No âmbito do ensino de língua estrangeira, o livro didático tem funções distintas, dependendo do método empregado pelo autor. Mais do que qualquer outra disciplina, o livro didático utilizado no ensino e aprendizagem de língua estrangeira tem papel fundamental [...]. No Ensino Fundamental e Médio esse material de ensino é representado pelo livro didático, enquanto que em cursos de idiomas geralmente por um livro de estudante juntamente com um livro de exercícios comumente chamados de student s book e workbook, respectivamente. No entanto, como afirma Vilaça (2009), o material de ensino de línguas, não só estrangeiras, mas também maternas, não se constitui apenas de livro didático, mas de todo material que possibilite haver ensino e aprendizagem; assim, materiais tais como Web-Revista SOCIODIALETO: Bach., Linc., Mestrado Letras UEMS/Campo Grande, v. 5, nº 14, nov

6 atividades fotocopiadas e objetos também constituem materiais de ensino. Contudo, o uso de livros se sobrepõe ao uso de outros materiais por várias razões das quais Sheldon (1988, apud VILAÇA 2009, p ) cita: A primeira é que desenvolver o próprio material é um processo extremamente difícil para os professores; a segunda é que os professores têm tempo limitado para elaborar materiais devido à natureza de sua profissão; finalmente, pressões externas restringem muito os professores. Portanto, seguir um livro didático é uma maneira mais prática, rápida e eficaz, pois o material didático diminui o tempo de preparação para as aulas e oferece atividades prontas para serem feitas pelos alunos. Para o escopo desse trabalho serão considerados como materiais de ensino de inglês-le o student s book e workbook 3 (nível intermediário) da coleção Speak Now dos autores Jack C. Richard e David Bohlke. 4 4 Aspectos metodológicos Jack C. Richard (2012) juntamente com David Bohlke (2012) desenvolveram uma série em quatro volumes chamada de Speak Now. Nessa série há inúmeros exercícios, tanto no student s book quanto no workbook. O corpus dessa pesquisa é proveniente do livro texto Speak Now 3 e seu respectivo caderno de exercícios. Com o intuito de analisar os exercícios através das teorias mencionadas nesse trabalho foram feitas escolhas a fim de contemplar exercícios que se relacionassem com o Formalismo, Funcionalismo e Sociointeracionismo. Por essa razão, um total de catorze atividades foi escolhido para que os aspectos teóricos necessários pudessem ser identificados, analisados e comentados. A decisão de escolha acerca dos exercícios e das teorias parte do pressuposto de que é melhor para o ensino trabalhar com variedade de exercícios e construtos teóricos ao invés de optar por uma exclusividade, como afirma Oliveira (2003). Ainda de acordo 4 Ver referências 10 e 11 na seção 6. Web-Revista SOCIODIALETO: Bach., Linc., Mestrado Letras UEMS/Campo Grande, v. 5, nº 14, nov

7 com esse autor uma colaboração entre as teorias linguísticas resultaria em melhores resultados para o ensino e, consequentemente, para a aprendizagem. 4.1 Apresentação dos dados Como foi discutido anteriormente acerca de qual abordagem seria a melhor para estudar a linguagem se Formalismo, Funcionalismo ou ainda Sociointeracionismo, vamos a partir desse ponto expor exemplos de atividades de ensino de inglês-le contidos no student s book e workbook 3 (nível intermediário) da coleção Speak Now que abordam forma, função e atos de interação social dessa língua com o intuito de oferecer contribuições para atuação em sala de aula. Para Ricahrds; Rodgers (1999), os atuais materiais de ensino de LE parecem abordar o máximo de aspectos da linguagem humana, desde uma perspectiva formalista até uma perspectiva funcionalista passando também por abordagens sociointeracionistas. Além do material adotado pela escola (ou curso), o professor pode produzir material próprio tendo em mente sempre que atividades de ensino que focam em acurácia gramatical podem ser muito diferentes daquelas que focam em habilidades comunicativas 5 (op. cit. P. 22). Formalismo, Funcionalismo e Sociointeracionismo podem ser claramente vistos no ensino de LEs e em atividades práticas de materiais didáticos. Nas seções seguintes (4.2, 4.3 e 4.4) ficam estabelecidas as relações teoria x prática em atividades retiradas do livro do aluno e de seu caderno de exercícios da coleção Speak Now, mais especificamente do Speak Now 3. 5 Teaching activities that focus on grammatical accuracy may be quite different from those that focus on communicative skills. Web-Revista SOCIODIALETO: Bach., Linc., Mestrado Letras UEMS/Campo Grande, v. 5, nº 14, nov

8 4.2 Atividades de cunho formalista Há muitos exercícios que podem ser usados nas aulas de Inglês-LE. Esses exercícios variam em forma e função e cabe ao professor o papel de selecioná-los a fim de trabalhar com aspectos específicos da língua estrangeira em questão. O exercício da Figura 1, presente no workbook, é um típico exercício formal no qual o contexto é desconsiderado e nenhuma interação entre os alunos é exigida. Ele expõe como é dada a ênfase na forma da língua ao trabalhar um vocabulário bem específico. No caso, o vocabulário se refere a características de pessoas e é solicitado que o aluno organize a ordem das letras para que forme a palavra correta. Figura 1 O exercício exposto na Figura 2, por sua vez, é um perfeito exemplo de um exercício fill-in-the-blanks usado quando se pretende trabalhar a forma de palavras de um vocabulário específico. Percebamos que há oito palavras a serem postas em oito sentenças guiando o aluno a aprender as formas das palavras que estão isoladas no retângulo acima das sentenças. Web-Revista SOCIODIALETO: Bach., Linc., Mestrado Letras UEMS/Campo Grande, v. 5, nº 14, nov

9 Figura 2 Na Figura 3 há um exercício que se inicia no student s book e continua no workbook. O aluno assiste a um vídeo em um primeiro momento e em seguida, no workbook, há um exercício fill-in-the-blanks no qual palavras específicas do diálogo do vídeo estão suprimidas e o aprendiz precisa ouvi-las para completar os espaços corretamente. Esse tipo de exercício oferece uma ênfase maior na forma pronunciada das palavras e diferente de outros fill-in-the-blanks que trabalham apenas com a escrita, esse exige do aluno competência no listening, pois é o único recurso que dispõe para realizar a atividade. Web-Revista SOCIODIALETO: Bach., Linc., Mestrado Letras UEMS/Campo Grande, v. 5, nº 14, nov

10 Figura 3 Web-Revista SOCIODIALETO: Bach., Linc., Mestrado Letras UEMS/Campo Grande, v. 5, nº 14, nov

11 O exercício da figura 3 possui um caráter formal, pois não considera o contexto de produção e isola as palavras de modo que o aluno trabalhe com ênfase na forma das mesmas atentando exclusivamente para suas formas sonoras. A Figura 4 expõe um exercício de pronúncia de caráter bastante formal. Na primeira parte, A, o aluno irá ouvir a pronúncia de dois substantivos e de dois adjetivos derivados dos substantivos para que possa comparar as sílabas tônicas de cada palavra e verificar a mudança tônica antes e depois da transformação. Na parte B o aluno irá ouvir seis pares de palavras um substantivo e um adjetivo em cada par identificar a sílaba tônica de ambos e em seguida praticar repetindo os pares. Figura 4 Os dois últimos exercícios do corpus referentes a esse tópico, Figuras 5 e 6 respectivamente, trabalham com a forma das palavras através de uma cruzadinha e de um caça palavras. Web-Revista SOCIODIALETO: Bach., Linc., Mestrado Letras UEMS/Campo Grande, v. 5, nº 14, nov

12 Figura 5 Web-Revista SOCIODIALETO: Bach., Linc., Mestrado Letras UEMS/Campo Grande, v. 5, nº 14, nov

13 Primeiramente o aluno irá encaixar as sete palavras do vocabulário da lição na cruzadinha; logo terá que escrever uma pista para cada palavra na parte abaixo nos números dispostos de 1 a 6. Ao resolver esse tipo de exercício o aluno é levado a trabalhar com a forma das palavras para construir e internalizar o vocabulário aprendido. Semelhante ao exercício anterior o exercício da figura 6 abaixo oferece ao aprendiz a oportunidade de trabalhar com a parte formal das palavras. Para tanto, o aprendiz precisa encontrar seis palavras que estejam relacionadas com o vocabulário da lição superstitions. Feito isso, ele voltará ao caça palavras e identificará as letras que não circulou. Na parte 2 do exercício essas letras não circuladas irão ajudar o aluno a descobrir uma mensagem secreta que pode ser discutida em sala com outros alunos. Web-Revista SOCIODIALETO: Bach., Linc., Mestrado Letras UEMS/Campo Grande, v. 5, nº 14, nov

14 Figura 6 Ao procurar as palavras na parte 1 do exercício o aluno trabalha com a parte formal da língua, pois é dada ênfase na internalização da forma escrita desse vocabulário. Web-Revista SOCIODIALETO: Bach., Linc., Mestrado Letras UEMS/Campo Grande, v. 5, nº 14, nov

15 4.3 Atividades de cunho funcionalista A seção Speak with Confidence do material em questão costumeiramente traz um role-play, exercício em que há troca de papéis entre os alunos, para que eles apliquem o que foi desenvolvido nas outras seções da lição as outras seções da lição são: vocabulary, conversation, language booster e listening ou pronunciation. Os roleplays são largamente usados para a prática das estruturas aprendidas com os exercícios formais e os tópicos usados nesses exercícios levam em conta aspectos funcionais da linguagem levando os alunos a desempenharem situações cotidianas de uso da língua, em relações sociointeracionais comuns na comunidade linguística da língua alvo a que se propuseram aprender. Na atividade da Figura 7 os alunos terão que desempenhar dois papeis durante uma conversação na qual terão que apontar um erro e pedir desculpas, além de encontrar soluções para os problemas. Como podemos ver há quatro situações que podem ser desenvolvidas entre os alunos. Com a ajuda do professor e com interação entre os alunos diferentes pares podem praticar esse role-play. Figura 7 Web-Revista SOCIODIALETO: Bach., Linc., Mestrado Letras UEMS/Campo Grande, v. 5, nº 14, nov

16 A atividade da Figura 8 sugere que os alunos formem grupos de três ou quatro pessoas e que escolham um dos eventos mencionados na atividade. Escolhidos os eventos os alunos terão que fazer uma lista dos costumes comuns em cada situação nomeando também os países em que cada costume é observado. Na parte B do exercício os alunos apresentarão as informações para a sala. Figura 8 Podemos ver claramente os aspectos funcionais da atividade ao propor uma produção textual lista que será realizada em grupo proporcionando o uso da LE em um contexto definido abordando ainda aspectos da cultura que serão levados em consideração quando da apresentação da lista em sala de aula. Ao final de cada lição presente no workbook há uma proposta de produção, oral ou escrita. Em todas as produções a seguir (Figuras 9, 10, 11 e 12) os aspectos da teoria Funcionalista se fazem presente. Ao produzir os textos das atividades o aprendiz sempre terá que levar em consideração o contexto em que estão inseridas, quem são os interlocutores e o gênero textual usado. Web-Revista SOCIODIALETO: Bach., Linc., Mestrado Letras UEMS/Campo Grande, v. 5, nº 14, nov

17 No exercício da Figura 9 a proposta é que o aluno escreva um para uma pessoa que vive em outro país, pois o aluno está indo visitar esse país e precisa esclarecer algumas dúvidas. Ao escrever o o aluno terá que levar em consideração aspectos funcionais exigidos pela atividade. Será levado em consideração o contexto, o gênero textual ( ) bem como os interlocutores envolvidos no processo. Na parte 3 o exercício leva os alunos a interagir ao compartilhar suas produções com os colegas através da pergunta: Did you want to know similar things?. Figura 9 Ainda com o gênero textual o exercício da Figura 10 apresenta as mesmas características funcionais descritas anteriormente. Nessa atividade o aprendiz escreverá um para um amigo dele que precisa fazer novos amigos; em seguida compartilhará sua produção com seus colegas. Figura 10 Para o exercício da Figura 11 o gênero textual trabalhado é flyer. O aluno produzirá o texto e também terá a oportunidade de compartilhá-lo com os colegas sempre guiado pelas características funcionais da atividade. Web-Revista SOCIODIALETO: Bach., Linc., Mestrado Letras UEMS/Campo Grande, v. 5, nº 14, nov

18 Figura 11 A produção proposta pelo exercício da Figura 12 é mais livre. Nela o aluno escreverá sobre um aspecto da cultura do seu país que difere em outro país podendo interagir com outros aprendizes através da parte 3 do exercício que pede que a produção seja compartilhada. Figura Atividades de cunho sociointeracionista Na lição 25 do referido material, mais especificamente encontrado no workbook, há um exercício para praticar o vocabulário recém-aprendido. Web-Revista SOCIODIALETO: Bach., Linc., Mestrado Letras UEMS/Campo Grande, v. 5, nº 14, nov

19 Figura 13 A primeira parte do exercício visa trabalhar com os alunos a estrutura das palavras e para tanto as letras das palavras desse vocabulário foram postas fora de ordem para que os alunos as organizassem na forma correta de sua escrita. Essa primeira parte do exercício, de cunho mais formalista, se assemelha ao da Figura 1 (seção 4.2). Contudo, aqui, ela aparece seguida de uma atividade de cunho Web-Revista SOCIODIALETO: Bach., Linc., Mestrado Letras UEMS/Campo Grande, v. 5, nº 14, nov

20 sociointeracionista mostrando a possibilidade de unir diferentes visões sobre a língua Formalismo e Sociointeracionismo numa mesma aula. A segunda parte do exercício faz uso do vocabulário aprendido na primeira parte para que os alunos usem as palavras em um contexto real numa possível situação verídica. No caso, um estrangeiro visitaria o país do aluno e esse aluno deveria informar o que o visitante deveria ou não saber sobre aspectos culturais do país hospedeiro usando, dessa forma, todas as palavras nas suas funções em contextos reais de comunicação. Na situação hipotética abordada pelo exercício os aspectos socionteracionais se farão presentes nos esclarecimentos que o aluno dará na língua alvo sobre as situações listadas. As diversas atividades em sala de aula vão desenvolver no aluno os mais variados aspectos da linguagem tanto no tocante à forma quanto no tocante à função, passando pela interação social. Jeremy Harmer (1999, p. 46) 6 afirma: Claramente os estudantes precisam estar conscientes das diferentes maneiras que a língua é usada em situações diferentes. Eles precisam saber a diferença entre uso formal e informal da língua. Eles precisam saber quando usar desculpa e quando seria melhor dizer Eu devo mesmo me desculpar por exemplo. Tais conhecimentos envolvem a aprendizagem das funções da linguagem. Ainda trabalhando com o viés sociointeracionista o student s book traz no final da lição 5 na seção Speak with Confidence outra atividade que envolve um situação comum de uso da língua e que exige interação social entre os falantes. No caso dessa atividade (Figura 14) o aluno deverá completar uma conversa entre um funcionário do hotel (hotel clerk) e um hóspede (guest). Para tanto, terá que ser capaz de usar linguagem adequada à situação e dentro de sua competência linguística, pois também é solicitado que os alunos pratiquem o diálogo após completá-lo. 6 Clearly students need to be aware of the different ways language is used in different situations. They need to know the difference between formal and informal language use. They need to know when they can get away with 'sorry' and when it would be better to say 'I really must apologise' for example. Such knowledge involves learning language functions. Web-Revista SOCIODIALETO: Bach., Linc., Mestrado Letras UEMS/Campo Grande, v. 5, nº 14, nov

21 Figura 14 Como vimos, os alunos precisam estar cientes das funções da língua e para tanto precisam dominar as formas necessárias para realizar de maneira satisfatória o desempenho dessas funções que são muitas e complexas. Considerações finais Após a análise do corpus concluímos que não adianta falar em qual teoria é a mais adequada para o ensino de LEs através de exercícios. De uma forma ou de outra, todas contribuem para o desenvolvimento de habilidades na língua estrangeira, seja na forma, na função ou na interação. Como afirma Oliveira (2003, p. 98; 103), a união de diferentes abordagens pode proporcionar uma sinergia bastante salutar para os estudos linguísticos. E que... em Linguística, (...), pensar em dicotomia, no que é melhor ou pior, é pensar de forma muito limitada no sentido de não enxergar aquilo que outros paradigmas podem oferecer para elevar o conhecimento atual sobre os fenômenos linguísticos. Web-Revista SOCIODIALETO: Bach., Linc., Mestrado Letras UEMS/Campo Grande, v. 5, nº 14, nov

22 O professor saberá abordar os aspectos de ambas as teorias a fim de melhorar sua prática em sala de aula sempre com materiais que abranjam os mais variados aspectos da linguagem levando em conta sempre o desenvolvimento da LE do aluno. Para alcançar tal objetivo passemos a usar o conectivo E, ao invés do conectivo OU quando estivermos falando de teorias que oferecem contribuições ao ensino de línguas, seja materna ou estrangeira. As atividades presentes no Speak Now mostram como a confluência entre teorias diversas pode contribuir para um ensino mais completo. Os autores abordaram características formalistas, funcionalistas e sociointeracionistas em um único exercício (Figura 13) mostrando ser possível trabalhar com vieses diferentes em busca de um ensino mais eficiente. Entretanto, infelizmente, isso não foi observado em todas as atividades do corpus que se isolaram numa única teoria trabalhando com aspectos limitados, empobrecendo os resultados que podem ser alcançados quando da aplicação de várias correntes teóricas. Referências CONEJO, Cássia Rita. O estruturalismo e o ensino de línguas. In: CELLI COLÓQUIO DE ESTUDOS LINGUÍSTICOS E LITERÁRIOS. 3, 2007, Maringá. Anais... Maringá, 2009, p CORTEZ, Cinara Monteiro. Formalismo x Funcionalismo: abordagens excludentes?. PERcursos Linguísticos. Vitória-ES, v.1, n. 1. p , COSTA-HUBES, Terezinha da Conceição; GEDOZ, Sueli. Concepção sóciointeracionista de linguagem: percurso histórico e contribuições para um novo olhar sobre o texto. Trama. Cascavel-PR, v. 8, n. 16. P EPSTEIN, Ruth; ORMISTON, Mary. Tools and Tips for Using ELT Materials: A Guide for Teachers. Michigan: University of Michigan Press, HARMER, Jeremy. The Practice of English Language Teaching. 3 ª ed. Londres: Longman Group UK Limited, MARTINS, Ricardo Tavares. Formalismo & Funcionalismo: abordagens excludentes ou complementares? p. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Letras Português- Inglês). Universidade Regional do Cariri - URCA. Monografia. Crato CE Web-Revista SOCIODIALETO: Bach., Linc., Mestrado Letras UEMS/Campo Grande, v. 5, nº 14, nov

RESPOSTA FÍSICA TOTAL

RESPOSTA FÍSICA TOTAL RESPOSTA FÍSICA TOTAL Valdelice Prudêncio Lima UEMS João Fábio Sanches Silva UEMS O método apresentado é baseado na coordenação da fala e da ação, desenvolvido por James Asher, professor de psicologia

Leia mais

5 METODOLOGIA. 5.1 O Estudo

5 METODOLOGIA. 5.1 O Estudo 5 METODOLOGIA Este capítulo descreve a metodologia utilizada neste estudo visando verificar de que maneira os livros didáticos analisados estão incluindo gêneros discursivos em suas atividades de leitura

Leia mais

O ENSINO DA GRAMÁTICA DE LÍNGUA INGLESA COM BASE NA

O ENSINO DA GRAMÁTICA DE LÍNGUA INGLESA COM BASE NA O ENSINO DA GRAMÁTICA DE LÍNGUA INGLESA COM BASE NA GRAMÁTICA DA LÍNGUA PORTUGUESA EM SALA DE AULA Michael Gouveia de Sousa Júnior Universidade Estadual da Paraíba E-mail: mikesousajunior@gmail.com Dione

Leia mais

Estudo de um Sistema de Gêneros em um Curso Universitário

Estudo de um Sistema de Gêneros em um Curso Universitário Departamento de Letras Estudo de um Sistema de Gêneros em um Curso Universitário Aluna: Esther Ruth Oliveira da Silva Orientadora: Profª. Bárbara Jane Wilcox Hemais Introdução O presente projeto se insere

Leia mais

MOTIVAÇÃO E DESMOTIVAÇÃO NO APRENDIZADO DE LÍNGUAS

MOTIVAÇÃO E DESMOTIVAÇÃO NO APRENDIZADO DE LÍNGUAS MOTIVAÇÃO E DESMOTIVAÇÃO NO APRENDIZADO DE LÍNGUAS Prof. Dr. Richard Schütz www.sk.com.br Referência: SCHÜTZ, Ricardo. "Motivação e Desmotivação no Aprendizado de Línguas" English Made in Brazil .

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE: PNLD, livro didático, língua estrangeira, gênero.

PALAVRAS-CHAVE: PNLD, livro didático, língua estrangeira, gênero. PNLD 2011: ANÁLISE DE UMA COLEÇÃO DE LIVRO DIDÁTICO DE INGLÊS Universidade Federal de Goiás Programa de Pós-Graduação em Letras e Linguística Mestranda: Maria Letícia Martins Campos FERREIRA mleticiaf@hotmail.com

Leia mais

CULTURA E HISTÓRIA AFRO-BRASILEIRA NA AULA DE INGLÊS: E A CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE NACIONAL NA ESCOLA

CULTURA E HISTÓRIA AFRO-BRASILEIRA NA AULA DE INGLÊS: E A CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE NACIONAL NA ESCOLA CULTURA E HISTÓRIA AFRO-BRASILEIRA NA AULA DE INGLÊS: E A CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE NACIONAL NA ESCOLA Júlio César Paula Neves Tânia Mayra Lopes de Melo Modalidade: Pôster Sessão Temática 5: Educação e

Leia mais

Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador

Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador Alfabetização de Crianças O Professor Alfabetizador é o profissional responsável por planejar e implementar ações pedagógicas que propiciem,

Leia mais

LINHA DE PESQUISA E DE INTERVENÇÃO METODOLOGIAS DA APRENDIZAGEM E PRÁTICAS DE ENSINO (LIMAPE)

LINHA DE PESQUISA E DE INTERVENÇÃO METODOLOGIAS DA APRENDIZAGEM E PRÁTICAS DE ENSINO (LIMAPE) História da profissão docente em São Paulo: as estratégias e as táticas em torno dos fazeres cotidianos dos professores primários a instrução pública paulista de 1890 a 1970 Linha de Pesquisa: LINHA DE

Leia mais

TRABALHO CAMPO/EIXO TEMÁTICO: 1. 3. ENSINO E APRENDIZAGEM DE LÍNGUA ESTRANGEIRA

TRABALHO CAMPO/EIXO TEMÁTICO: 1. 3. ENSINO E APRENDIZAGEM DE LÍNGUA ESTRANGEIRA TRABALHO CAMPO/EIXO TEMÁTICO: 1. 3. ENSINO E APRENDIZAGEM DE LÍNGUA ESTRANGEIRA TÍTULO: A MÚSICA NO ENSINO FUNDAMENTAL I PARA O ENSINO DA LÍNGUA INGLESA AUTOR: Mara Cristy Lopes Mendes* OBJETIVO O objetivo

Leia mais

O AUXÍLIO DA FONÉTICA NO ENSINO DA LÍNGUA INGLESA

O AUXÍLIO DA FONÉTICA NO ENSINO DA LÍNGUA INGLESA O AUÍLIO DA FONÉTICA NO ENSINO DA LÍNGUA INGLESA Ana Beatriz Miranda Jorge UFCG/ beatrizjmiranda@gmail.com Bruna Melo do Nascimento UEPB/ bruna.melo.nascimento@gmail.com Isabelle Coutinho Ramos Benício

Leia mais

English Adventure. By Carmen Castellani Consultant and Teacher trainer

English Adventure. By Carmen Castellani Consultant and Teacher trainer English Adventure By Carmen Castellani Consultant and Teacher trainer " Eu toco o futuro, eu ensino." Christa McAuliffe Você está pronto para levar seus alunos para uma English Adventure? Principais características

Leia mais

MÉTODOS E ABORDAGENS DE ENSINO DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS E PROCESSOS DE ENSINO / APRENDIZAGEM

MÉTODOS E ABORDAGENS DE ENSINO DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS E PROCESSOS DE ENSINO / APRENDIZAGEM MÉTODOS E ABORDAGENS DE ENSINO DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS E PROCESSOS DE ENSINO / APRENDIZAGEM Katharine Dunham Maciel- (UFRJ) Ingeborg Hartl- (UFRJ) Os métodos apontam um caminho para o professor, fornecem-lhe

Leia mais

CRENÇAS DE GRADUANDOS DE INGLÊS LÍNGUA ESTRANGEIRA SOBRE A PRÓPRIA PRONÚNCIA

CRENÇAS DE GRADUANDOS DE INGLÊS LÍNGUA ESTRANGEIRA SOBRE A PRÓPRIA PRONÚNCIA CRENÇAS DE GRADUANDOS DE INGLÊS LÍNGUA ESTRANGEIRA SOBRE A PRÓPRIA PRONÚNCIA Neide Cesar CRUZ Universidade Federal de Campina Grande Resumo: Este estudo de pequeno porte focaliza as crenças que graduandos

Leia mais

Manual do aluno. Curso Master

Manual do aluno. Curso Master Manual do aluno Curso Master Sumário A escola... 3 Inglês por nível... 3 Material Didático Interchange Fourth Edition... 4 Série complementar pós-interchange:... 5 Metodologia do curso Master:... 5 Em

Leia mais

Dificuldades encontradas por professores de língua inglesa de instituições privadas de ensino superior

Dificuldades encontradas por professores de língua inglesa de instituições privadas de ensino superior Artigos Revista Semioses Rio de Janeiro Vol. 01 N. 05 Agosto de 2009 Semestral Dificuldades encontradas por professores de língua inglesa de instituições privadas de ensino superior RESUMO: Este artigo

Leia mais

Validório, Valéria Cristiane 1

Validório, Valéria Cristiane 1 A INTERAÇÃO NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM: uma perspectiva sociocultural Validório, Valéria Cristiane 1 RESUMO As relações sociais entre o indivíduo e o mundo exterior desenvolvem-se por meio de um processo

Leia mais

(IM)PACTOS DA/COM A LEITURA LITERÁRIA NA FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES ALFABETIZADORES Fernanda de Araújo Frambach UFRJ

(IM)PACTOS DA/COM A LEITURA LITERÁRIA NA FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES ALFABETIZADORES Fernanda de Araújo Frambach UFRJ (IM)PACTOS DA/COM A LEITURA LITERÁRIA NA FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES ALFABETIZADORES Fernanda de Araújo Frambach UFRJ Resumo O presente trabalho objetiva apresentar uma pesquisa em andamento que

Leia mais

GÊNEROS TEXTUAIS E ENSINO DE LÍNGUA INGLESA: UM BREVE ESTUDO

GÊNEROS TEXTUAIS E ENSINO DE LÍNGUA INGLESA: UM BREVE ESTUDO GÊNEROS TEXTUAIS E ENSINO DE LÍNGUA INGLESA: UM BREVE ESTUDO Analine Bueno Scarcela Cuva Faculdade da Alta Paulista, Tupã/SP e-mail: analine.bueno@gmail.com Pôster Pesquisa Concluída Introdução Toda disciplina

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE: Leitura. Escrita. Perspectiva sócio-cognitiva e interativa.

PALAVRAS-CHAVE: Leitura. Escrita. Perspectiva sócio-cognitiva e interativa. LEITURA E ESCRITA COMO PROCESSO: UMA PROPOSTA PEDAGÓGICA NA PERSPECTIVA SÓCIO-COGNITIVA E INTERATIVA Marta Oliveira Barros¹ Josias Silvano Barros² ORIENTADORA: Dra. Maria de Lourdes da Silva Leandro³ RESUMO

Leia mais

A PROPOSTA DE ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA DOS PCN E SUA TRANSPOSIÇÃO ENTRE OS PROFESSORES DE INGLÊS DE ARAPIRACA

A PROPOSTA DE ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA DOS PCN E SUA TRANSPOSIÇÃO ENTRE OS PROFESSORES DE INGLÊS DE ARAPIRACA Revista Eletrônica de Educação de Alagoas - REDUC ISSN 2317-1170 V. 01, N. 02 (2013) A PROPOSTA DE ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA DOS PCN E SUA TRANSPOSIÇÃO ENTRE OS PROFESSORES DE INGLÊS DE ARAPIRACA Patrícia

Leia mais

ENSINO DE VOCABULÁRIO DE LÍNGUA INGLESA À LUZ DOS ASPECTOS INTERCULTURAIS

ENSINO DE VOCABULÁRIO DE LÍNGUA INGLESA À LUZ DOS ASPECTOS INTERCULTURAIS ENSINO DE VOCABULÁRIO DE LÍNGUA INGLESA À LUZ DOS ASPECTOS INTERCULTURAIS Anilda Costa Alves (PIBD/CAPESUEPB) anildauepb@gmail.com Jamille Alves (PIBID/CAPES/UEEPB) milygta10@hotmail.com Orientador: Prof.

Leia mais

LINGUÍSTICA APLICADA AO ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA

LINGUÍSTICA APLICADA AO ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA SPADA, Nina. Linguística Aplicada ao Ensino de Língua Estrangeira: uma entrevista com Nina Spada. Revista Virtual de Estudos da Linguagem - ReVEL. Vol. 2, n. 2, 2004. Tradução de Gabriel de Ávila Othero.

Leia mais

AS NOVAS TECNOLOGIAS COMO PARCEIRAS NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM DE LÍNGUA INGLESA.

AS NOVAS TECNOLOGIAS COMO PARCEIRAS NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM DE LÍNGUA INGLESA. AS NOVAS TECNOLOGIAS COMO PARCEIRAS NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM DE LÍNGUA INGLESA. MORAES, Camilla Santos 1 Palavras-chave: ensino-aprendizagem de inglês, novas tecnologias, ensino mediado pelo computador.

Leia mais

O ENSINO DE LÍNGUA INGLESA A PARTIR DO GÊNERO TEXTUAL PROPAGANDA

O ENSINO DE LÍNGUA INGLESA A PARTIR DO GÊNERO TEXTUAL PROPAGANDA O ENSINO DE LÍNGUA INGLESA A PARTIR DO GÊNERO TEXTUAL PROPAGANDA Anilda Costa Alves Jamile Alves da Silva Leônidas José da Silva Jr Universidade Estadual da Paraíba anildauepb@gmail.com milygta10@hotmail.com

Leia mais

WORKSHOPS DE INGLÊS TEENS

WORKSHOPS DE INGLÊS TEENS WORKSHOPS DE INGLÊS TEENS Avenida dos Bombeiros Voluntários de Algés, 29-2º 1495-024 Algés Portugal T. 214102910 www.imagineacademies.com business@imagineacademies.com NIF - 508.835.445 Capital Social

Leia mais

ENSINO DE GRAMÁTICA OU ANÁLISE LINGUÍSTICA? SERÁ QUE ESSA ESCOLHA É NECESSÁRIA?

ENSINO DE GRAMÁTICA OU ANÁLISE LINGUÍSTICA? SERÁ QUE ESSA ESCOLHA É NECESSÁRIA? 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( x ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA ENSINO DE

Leia mais

A PRÁTICA DE MONITORIA PARA PROFESSORES EM FORMAÇÃO INICIAL DE LÍNGUA INGLESA DO PIBID

A PRÁTICA DE MONITORIA PARA PROFESSORES EM FORMAÇÃO INICIAL DE LÍNGUA INGLESA DO PIBID A PRÁTICA DE MONITORIA PARA PROFESSORES EM FORMAÇÃO INICIAL DE LÍNGUA INGLESA DO PIBID Victor Silva de ARAÚJO Universidade Estadual da Paraiba sr.victorsa@gmail.com INTRODUÇÃO A monitoria é uma modalidade

Leia mais

3 Pavimentando o caminho: o contexto

3 Pavimentando o caminho: o contexto 46 3 Pavimentando o caminho: o contexto Because it is we practioners (teachers AND learners) who need understandings of what is happening now (Allwright, 2003) Este capítulo é dedicado a situar o contexto

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE CIÊNCIAS SÓCIO-ECONÔMICAS E HUMANAS DE ANÁPOLIS

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE CIÊNCIAS SÓCIO-ECONÔMICAS E HUMANAS DE ANÁPOLIS 1. EMENTA Estudo do processo de aquisição/ aprendizagem de uma segunda língua/ língua estrangeira, métodos e técnicas para o ensino, especialmente da habilidade de leitura. Análise de recursos didáticos.

Leia mais

LEITURA E ESCRITA: HABILIDADES SOCIAIS DE TRANSCREVER SENTIDOS

LEITURA E ESCRITA: HABILIDADES SOCIAIS DE TRANSCREVER SENTIDOS LEITURA E ESCRITA: HABILIDADES SOCIAIS DE TRANSCREVER SENTIDOS Driely Xavier de Holanda Kátia Fabiana Lopes de Goes Valmira Cavalcante Marques Regina Celi Mendes Pereira Universidade Federal da Paraíba

Leia mais

CONSTRUINDO TRIÂNGULOS: UMA ABORDAGEM ENFATIZANDO A CONDIÇÃO DE EXISTÊNCIA E CLASSIFICAÇÕES

CONSTRUINDO TRIÂNGULOS: UMA ABORDAGEM ENFATIZANDO A CONDIÇÃO DE EXISTÊNCIA E CLASSIFICAÇÕES CONSTRUINDO TRIÂNGULOS: UMA ABORDAGEM ENFATIZANDO A CONDIÇÃO DE EXISTÊNCIA E CLASSIFICAÇÕES Poliana de Brito Morais ¹ Francisco de Assis Lucena² Resumo: O presente trabalho visa relatar as experiências

Leia mais

APRENDER A LER PROBLEMAS EM MATEMÁTICA

APRENDER A LER PROBLEMAS EM MATEMÁTICA APRENDER A LER PROBLEMAS EM MATEMÁTICA Maria Ignez de Souza Vieira Diniz ignez@mathema.com.br Cristiane Akemi Ishihara crisakemi@mathema.com.br Cristiane Henriques Rodrigues Chica crischica@mathema.com.br

Leia mais

PST PROCESSO SELETIVO PARA TUTORES NOME DO CANDIDATO: Nº DE INSCRIÇÃO: PROCESSO SELETIVO PARA TUTORES

PST PROCESSO SELETIVO PARA TUTORES NOME DO CANDIDATO: Nº DE INSCRIÇÃO: PROCESSO SELETIVO PARA TUTORES PST PROCESSO SELETIVO PARA TUTORES 2015.1 NOME DO CANDIDATO: Nº DE INSCRIÇÃO: PROCESSO SELETIVO PARA TUTORES CURSO DE LETRAS (LICENCIATURA) LÍNGUA PORTUGUESA - EAD Modalidade Tutor a Distância Quadro I

Leia mais

O ensino de línguas estrangeiras via redes sociais 1

O ensino de línguas estrangeiras via redes sociais 1 O ensino de línguas estrangeiras via redes sociais 1 Gabriel Belinazo 2 gbelinazo@inf.ufsm.br Abstract: In this review article, the main goal is to review and analyze information about social networks

Leia mais

ANÁLISE DE ALGUNS EXERCÍCIOS DE COMPREENSÃO AUDITIVA DA COLEÇÃO AMERICAN HEADWAY NA PERSPECTIVA DA SOCIOLINGUÍSTICA

ANÁLISE DE ALGUNS EXERCÍCIOS DE COMPREENSÃO AUDITIVA DA COLEÇÃO AMERICAN HEADWAY NA PERSPECTIVA DA SOCIOLINGUÍSTICA ANÁLISE DE ALGUNS EXERCÍCIOS DE COMPREENSÃO AUDITIVA DA COLEÇÃO AMERICAN HEADWAY NA PERSPECTIVA DA Cristiane Toffanello Mestranda UniRitter/Laureate International Universities Cristoffi@hotmail.com SOCIOLINGUÍSTICA

Leia mais

Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/gestao-escolar/coordenador-pedagogico/projeto-formacao-professoresmatematica-623627.shtml

Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/gestao-escolar/coordenador-pedagogico/projeto-formacao-professoresmatematica-623627.shtml Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/gestao-escolar/coordenador-pedagogico/projeto-formacao-professoresmatematica-623627.shtml Projeto de formação de professores em Matemática Um projeto exclusivo

Leia mais

ANÁLISE DE NECESSIDADES DO CONTROLADOR DE TRÁFEGO AÉREO: EM BUSCA DE UMA PROPOSTA DE CURSO DA DISCIPLINA LÍNGUA INGLESA COM ENFOQUE NO DESEMPENHO ORAL

ANÁLISE DE NECESSIDADES DO CONTROLADOR DE TRÁFEGO AÉREO: EM BUSCA DE UMA PROPOSTA DE CURSO DA DISCIPLINA LÍNGUA INGLESA COM ENFOQUE NO DESEMPENHO ORAL ANÁLISE DE NECESSIDADES DO CONTROLADOR DE TRÁFEGO AÉREO: EM BUSCA DE UMA PROPOSTA DE CURSO DA DISCIPLINA LÍNGUA INGLESA COM ENFOQUE NO DESEMPENHO ORAL INTRODUÇÃO Patrícia Palhares Tupinambá FERNANDES DE

Leia mais

FERNANDO TARALLO EM TRÊS MOMENTOS

FERNANDO TARALLO EM TRÊS MOMENTOS FERNANDO TARALLO EM TRÊS MOMENTOS Antonio Carlos Santana de Souza (UEMS / PPGLETRAS UFGRS) acssuems@gmail.com Reúno aqui a resenha de três textos que foram muito importantes para a minha formação sociolinguística.

Leia mais

Formulário de Aprovação de Curso e Autorização da Oferta PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO. Formação Continuada em Inglês para professores de Inglês

Formulário de Aprovação de Curso e Autorização da Oferta PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO. Formação Continuada em Inglês para professores de Inglês MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA Formulário de Aprovação de Curso e Autorização da Oferta PROJETO

Leia mais

FORMALISMO E FUNCIONALISMO: FATIAS DA MESMA TORTA FORMALISM AND FUNCTIONALISM: SLICES OF THE SAME PIE

FORMALISMO E FUNCIONALISMO: FATIAS DA MESMA TORTA FORMALISM AND FUNCTIONALISM: SLICES OF THE SAME PIE 95 FORMALISMO E FUNCIONALISMO: FATIAS DA MESMA TORTA FORMALISM AND FUNCTIONALISM: SLICES OF THE SAME PIE Luciano Amaral Oliveira Prof. Assistente(DLET/UEFS) Doutor em Letras pela UFBA leoliveira@atarde.com.br

Leia mais

CURSOS INGLÊS RÁPIDO Liberdade de Escolha

CURSOS INGLÊS RÁPIDO Liberdade de Escolha 1 Nossos cursos são dirigidos a adolescentes, jovens e adultos que querem aprender inglês de forma rápida e eficiente. Pessoas que já tentaram estudar inglês e tiveram dificuldades vão se surpreender com

Leia mais

OLIVEIRA, Luciano Amaral. Coisas que todo professor de português precisa saber: a teoria na prática. São Paulo: 184 Parábola Editorial, 2010.

OLIVEIRA, Luciano Amaral. Coisas que todo professor de português precisa saber: a teoria na prática. São Paulo: 184 Parábola Editorial, 2010. Resenha OLIVEIRA, Luciano Amaral. Coisas que todo professor de português precisa saber: a teoria na prática. São Paulo: 184 Parábola Editorial, 2010. Leticia Macedo Kaeser * leletrasufjf@gmail.com * Aluna

Leia mais

A realidade dos alunos trazida para a sala de aula. Ao ser perguntado Que possibilidade(s) de escrita(s) os seus alunos

A realidade dos alunos trazida para a sala de aula. Ao ser perguntado Que possibilidade(s) de escrita(s) os seus alunos INTERAÇÕES EM SALA DE AULA Autor: CARDON, Felipe Raskin Felipe Raskin Cardon 1 Resumo: Neste Estudo Piloto, relacionar-se-ão algumas citações do artigo A construção social da linguagem escrita na criança,

Leia mais

ELABORAÇÃO DE CATÁLOGO DESCRITIVO DE SITES PARA O ENSINO DE ESPANHOL COMO LÍNGUA ESTRANGEIRA

ELABORAÇÃO DE CATÁLOGO DESCRITIVO DE SITES PARA O ENSINO DE ESPANHOL COMO LÍNGUA ESTRANGEIRA ELABORAÇÃO DE CATÁLOGO DESCRITIVO DE SITES PARA O ENSINO DE ESPANHOL COMO LÍNGUA ESTRANGEIRA Dayane Ribeiro da Silva (PICV/PRPPG/ UNIOESTE), Greice da Silva Castela (Orientadora), e-mail: greicecastela@yahoo.com.br

Leia mais

TRABALHANDO VOCABULÁRIO EM SALA DE AULA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA

TRABALHANDO VOCABULÁRIO EM SALA DE AULA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA TRABALHANDO VOCABULÁRIO EM SALA DE AULA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA Cristiane Vieira Falcão (PIBID/CAPES/UEPB) crisfalcão@outlook.com.br Maria Glayce Kelly O. da Silva (PIBID/CAPES/UEPB) glayceoliveira20@gmail.com

Leia mais

ATIVIDADE DA TUTORIA 1. Parte I: De qual/quais estratégia(s) você faz uso ao aprender inglês? Discuta com um colega e faça uma lista no espaço abaixo.

ATIVIDADE DA TUTORIA 1. Parte I: De qual/quais estratégia(s) você faz uso ao aprender inglês? Discuta com um colega e faça uma lista no espaço abaixo. ATIVIDADE DA TUTORIA 1 CURSO: CURSO DE LICENCIATURA EM LETRAS PORTUGUÊS/INGLÊS DISCIPLINA: Produção Oral e Escrita em Língua Inglesa I PERIODO: 3º Estratégias de Aprendizagem Parte I: De qual/quais estratégia(s)

Leia mais

O TRABALHO COM TEXTOS MULTIMODAIS COMO MOTIVAÇÃO PARA APRENDER LE: UM ESTUDO DE CASO NA REDE ESTADUAL PAULISTA

O TRABALHO COM TEXTOS MULTIMODAIS COMO MOTIVAÇÃO PARA APRENDER LE: UM ESTUDO DE CASO NA REDE ESTADUAL PAULISTA 03070 O TRABALHO COM TEXTOS MULTIMODAIS COMO MOTIVAÇÃO PARA APRENDER LE: UM ESTUDO DE CASO NA REDE ESTADUAL PAULISTA Resumo Autor: Marcelo Ganzela Martins de Castro Instituições: UNINOVE/Instituto Singularidades/E.

Leia mais

LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO CRIATIVA

LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO CRIATIVA LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO Instituto Federal Farroupilha Câmpus Santa Rosa ledomanski@gmail.com Introdução Ler no contexto mundial globalizado

Leia mais

Curso: Letras Português ( 1 ª Licenciatura) II Bloco

Curso: Letras Português ( 1 ª Licenciatura) II Bloco Curso: Letras Português ( 1 ª Licenciatura) I Bloco Filosofia da Educação 60 horas Metodologia Científica 60 horas Iniciação à Leitura e Produção de Textos Acadêmicos 60 horas Introdução à filosofia e

Leia mais

PLANO DE CURSO DE FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA DO PRONATEC

PLANO DE CURSO DE FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA DO PRONATEC PLANO DE CURSO DE FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA DO PRONATEC Dados da Instituição Razão Social Esfera Administrativa Site de Instituição e do Programa Supervisor do Curso Titulação Nome do Curso Características

Leia mais

Resenha de livro. Por Camila Munerato 1 Camila Rodrigues dos Santos 2 Eunice Pereira Cardoso 3

Resenha de livro. Por Camila Munerato 1 Camila Rodrigues dos Santos 2 Eunice Pereira Cardoso 3 Resenha de livro Por Camila Munerato 1 Camila Rodrigues dos Santos 2 Eunice Pereira Cardoso 3 A presente resenha do livro de Moretto, (2007) em sua 2 edição tem o intuito de mostrar que a avaliação é um

Leia mais

RESENHA DE COHESION IN ENGLISH,

RESENHA DE COHESION IN ENGLISH, BORBA, Valquíria C. Machado. Resenha de Cohesion in English, de Halliday & Hassan. Revista Virtual de Estudos da Linguagem ReVEL. V. 4, n. 6, março de 2006. ISSN 1678-8931 [www.revel.inf.br]. RESENHA DE

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR DIRETORIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA PRESENCIAL DEB

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR DIRETORIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA PRESENCIAL DEB MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR DIRETORIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA PRESENCIAL DEB ANEXO II Edital Pibid n /2012 CAPES PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO

Leia mais

ESCOLA PIRLILIM /ANO 2015 PLANO DE UNIDADE PLANO DA I UNIDADE SKILLS AND ABILITIES (COMPETÊNCIAS E HABILIDADES)

ESCOLA PIRLILIM /ANO 2015 PLANO DE UNIDADE PLANO DA I UNIDADE SKILLS AND ABILITIES (COMPETÊNCIAS E HABILIDADES) ESCOLA PIRLILIM /ANO 2015 PLANO DE UNIDADE GRUPO: 9 PERÍODO: / / ÁREA DO CONHECIMENTO: LÍNGUA INGLESA CARGA HORÁRIA: 2 AULA SEMANA PLANO DA I UNIDADE SKILLS AND ABILITIES (COMPETÊNCIAS E HABILIDADES) *Identificar

Leia mais

3. O projeto LINDSEI-BR: apresentação e composição

3. O projeto LINDSEI-BR: apresentação e composição DIFICULDADES INERENTES À COMPILAÇÃO DE UM CORPUS ORAL DE INFORMANTES BRASILEIROS APRENDIZES DE INGLÊS PARA O PROJETO LINDSEI-BR 1. Introdução Predomina, atualmente, a utilização de corpora de falantes

Leia mais

Alfabetizar e promover o ensino da linguagem oral e escrita por meio de textos.

Alfabetizar e promover o ensino da linguagem oral e escrita por meio de textos. Alfabetizar e promover o ensino da linguagem oral e escrita por meio de textos. Daiane Pacheco-USC pedagogia - daiaspacheco@gmail.com; Carla Viviana-USC pedagogia- vivianamaximino@hotmail.com; Kelly Rios-USC

Leia mais

TALKING ABOUT PLACES IN TOWN

TALKING ABOUT PLACES IN TOWN Aula2 TALKING ABOUT PLACES IN TOWN META Apresentar a estrutura gramatical there be a qual representa o verbo haver em português - bem como trabalhar os adjetivos possessivos e vocabulário de suporte aos

Leia mais

ACENSA IDIOMAS. Início das aulas 04 de março.

ACENSA IDIOMAS. Início das aulas 04 de março. ACENSA IDIOMAS Início das aulas 04 de março. AS AULAS - Apoiados em material de última geração, com livros e Cds produzidos Inglaterra, as aulas são dinâmicas, explorando farto material visual, para fixar

Leia mais

Sobre a diferença entre música e musicalidade: considerações para educação musical

Sobre a diferença entre música e musicalidade: considerações para educação musical Sobre a diferença entre música e musicalidade: considerações para educação musical Rafael Beling Unasp rafaelbeling@gamil.com Resumo: os termos música e musicalidade, por sua evidente proximidade, podem

Leia mais

EMENTÁRIO LETRAS EaD INGLÊS

EMENTÁRIO LETRAS EaD INGLÊS EMENTÁRIO LETRAS EaD INGLÊS 1ª FASE LLE 931 Introdução aos Estudos da Linguagem Total h/a Introdução aos conceitos de língua e língua(gem); características da língua(gem) humana; a complexidade da língua(gem)

Leia mais

TECHONOLOGY FOR SECOND LANGUAGE LEARNING

TECHONOLOGY FOR SECOND LANGUAGE LEARNING CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS DEPARTAMENTO DE LINGUAGEM E TECNOLOGIA Mestrado em Estudos de Linguagens TECHONOLOGY FOR SECOND LANGUAGE LEARNING CAROL A. CHAPELLE Disciplina: Ambientes

Leia mais

NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES

NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES Edson Crisostomo dos Santos Universidade Estadual de Montes Claros - UNIMONTES edsoncrisostomo@yahoo.es

Leia mais

USO DE ANIMAIS E PLANTAS COMO INSTRUMENTO DE TRABALHO EM SALA DE AULA

USO DE ANIMAIS E PLANTAS COMO INSTRUMENTO DE TRABALHO EM SALA DE AULA USO DE ANIMAIS E PLANTAS COMO INSTRUMENTO DE TRABALHO EM SALA DE AULA MORAIS, Luciane dos Santos Discente da Faculdade de Ciências Sociais e Agrárias de Itapeva LAMARI, Luciano Brunelli Docente da Faculdade

Leia mais

DEPARTAMENTO DE LÍNGUAS E CULTURAS CURSOS LIVRES DE INGLÊS PROGRAMA DE INGLÊS B1.4. - PRÉ-INTERMÉDIO IV DOCENTE: Regina Canelas 2012/2013

DEPARTAMENTO DE LÍNGUAS E CULTURAS CURSOS LIVRES DE INGLÊS PROGRAMA DE INGLÊS B1.4. - PRÉ-INTERMÉDIO IV DOCENTE: Regina Canelas 2012/2013 DEPARTAMENTO DE LÍNGUAS E CULTURAS CURSOS LIVRES DE INGLÊS PROGRAMA DE INGLÊS B1.4. - PRÉ-INTERMÉDIO IV DOCENTE: Regina Canelas 2012/2013 1. Objetivos e Conteúdos Programáticos Objetivos Gerais Compreender

Leia mais

O letramento a partir da oralidade e do uso de gêneros textuais no Ensino Fundamental

O letramento a partir da oralidade e do uso de gêneros textuais no Ensino Fundamental O letramento a partir da oralidade e do uso de gêneros textuais no Ensino Fundamental Rosangela Balmant; Universidade do Sagrado Coração de Jesus- Bauru-SP. rosangelabalmant@hotmail.com Gislaine Rossler

Leia mais

PRÁTICAS DE PRODUÇÃO ESCRITA EM ESPANHOL NO CURSO DE LETRAS PARA A PROGRESSÃO DE NÍVEIS DE REFERÊNCIA

PRÁTICAS DE PRODUÇÃO ESCRITA EM ESPANHOL NO CURSO DE LETRAS PARA A PROGRESSÃO DE NÍVEIS DE REFERÊNCIA 500 PRÁTICAS DE PRODUÇÃO ESCRITA EM ESPANHOL NO CURSO DE LETRAS PARA A PROGRESSÃO DE NÍVEIS DE REFERÊNCIA Renata Aparecida de Freitas 1 FATEA Faculdades Integradas Teresa D Ávila Lorena - SP Este trabalho

Leia mais

PROJETO TREZE HORAS: Uma Proposta Para o Ensino Médio Integrado ao Ensino Técnico

PROJETO TREZE HORAS: Uma Proposta Para o Ensino Médio Integrado ao Ensino Técnico PROJETO TREZE HORAS: Uma Proposta Para o Ensino Médio Integrado ao Ensino Técnico Vanessa Lopes da Silva 1 Leandro Marcon Frigo 2 Resumo A partir do problema dicotômico vivenciado pelo Ensino Técnico Integrado,

Leia mais

Trabalhando com o lúdico: motivação nas aulas de língua estrangeira para crianças. Temática: Aquisição de linguagem, variação e ensino: um balanço

Trabalhando com o lúdico: motivação nas aulas de língua estrangeira para crianças. Temática: Aquisição de linguagem, variação e ensino: um balanço Trabalhando com o lúdico: motivação nas aulas de língua estrangeira para crianças Deise Anne Terra Melgar (UNIPAMPA)¹ Vanessa David Acosta (UNIPAMPA)² Orientadora: Cristina Pureza Duarte Boéssio Temática:

Leia mais

Daniel Fernando Rodrigues 1. Introdução

Daniel Fernando Rodrigues 1. Introdução O PERFIL DE ALUNOS DE LÍNGUA INGLESA INGRESSANTES NO CURSO DE LICENCIATURA EM LETRAS: DELIMITANDO EXPECTATIVAS E METAS PARA A COMPETÊNCIA 1 RESUMO: Este artigo apresenta o perfil dos alunos de inglês de

Leia mais

O PROCESSO DE AQUISIÇÃO DA LINGUA ESCRITA: FUNDAMENTADO EM EMILIA FERREIRO E ANA TEBEROSKY.

O PROCESSO DE AQUISIÇÃO DA LINGUA ESCRITA: FUNDAMENTADO EM EMILIA FERREIRO E ANA TEBEROSKY. O PROCESSO DE AQUISIÇÃO DA LINGUA ESCRITA: FUNDAMENTADO EM EMILIA FERREIRO E ANA TEBEROSKY. Silvana da Silva Nogueira (FECLESC/UECE) Priscila Cavalcante Silva (FECLESC/UECE) Resumo O processo de aquisição

Leia mais

Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO. TURMA: 1º ANO 1º semestre

Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO. TURMA: 1º ANO 1º semestre EIXO TECNOLÓGICO: GESTÃO E NEGÓCIOS Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO CURSO: TÉCNICO EM SECRETARIADO FORMA/GRAU: ( )integrado ( x )subsequente ( ) concomitante ( ) bacharelado ( ) licenciatura ( ) tecnólogo

Leia mais

A INFLUÊNCIA DA CORREÇÃO DE ERROS GRAMATICAIS E O FILTRO AFETIVO NO ENSINO DE INGLÊS COMO LE EM AMBIENTE COMUNICATIVO

A INFLUÊNCIA DA CORREÇÃO DE ERROS GRAMATICAIS E O FILTRO AFETIVO NO ENSINO DE INGLÊS COMO LE EM AMBIENTE COMUNICATIVO 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 A INFLUÊNCIA DA CORREÇÃO DE ERROS GRAMATICAIS E O FILTRO AFETIVO NO ENSINO DE INGLÊS COMO LE EM AMBIENTE COMUNICATIVO André William Alves de Assis 1 ;

Leia mais

O USO DOS DISPOSITIVOS MÓVEIS E FACEBOOK NO ENSINO MÉDIO: ESTUDO DO TIPO ETNOGRÁFICO.

O USO DOS DISPOSITIVOS MÓVEIS E FACEBOOK NO ENSINO MÉDIO: ESTUDO DO TIPO ETNOGRÁFICO. O USO DOS DISPOSITIVOS MÓVEIS E FACEBOOK NO ENSINO MÉDIO: ESTUDO DO TIPO ETNOGRÁFICO. Jessica Kelly Sousa Ferreira PPGFP-UEPB jessicaferreiraprofe@gmail.com INTRODUÇÃO Este estudo busca analisar como a

Leia mais

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS PARA O ENSINO DE ESPANHOL: EDUCAÇÃO BÁSICA E O CLIC/UFS.

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS PARA O ENSINO DE ESPANHOL: EDUCAÇÃO BÁSICA E O CLIC/UFS. PRÁTICAS PEDAGÓGICAS PARA O ENSINO DE ESPANHOL: EDUCAÇÃO BÁSICA E O CLIC/UFS. Maria da Conceição da Cruz (PIBIX/PIBID-UFS) marynni@hotmail.com Tayane dos Santos (PIBIX -UFS) tayaneyat@gmail.com Resumo:

Leia mais

O PORTFÓLIO ENQUANTO INSTRUMENTO DE REFLEXÃO DA PRÁTICA DOCENTE NA EDUCAÇÃO INFANTIL

O PORTFÓLIO ENQUANTO INSTRUMENTO DE REFLEXÃO DA PRÁTICA DOCENTE NA EDUCAÇÃO INFANTIL O PORTFÓLIO ENQUANTO INSTRUMENTO DE REFLEXÃO DA PRÁTICA DOCENTE NA EDUCAÇÃO INFANTIL Telma Maria Pereira dos Santos Graduada em Pedagogia pela Universidade do Estado da Bahia UNEB e Pós-graduada em Educação

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE: Linguagem oral dominada, Representação escrita, Sistema simbólico.

PALAVRAS-CHAVE: Linguagem oral dominada, Representação escrita, Sistema simbólico. 7.00.00.00-0 - CIÊNCIAS HUMANAS 7.08.00.00-6 Educação A APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA: A LINGUAGEM ORAL DOMINADA E SUA CORRELAÇÃO COM A APRENDIZAGEM DA ESCRITA GIOVANNA GAGGINI RODON Curso de Pedagogia

Leia mais

O Ensino da Pronúncia do Inglês e a Abordagem Comunicativa

O Ensino da Pronúncia do Inglês e a Abordagem Comunicativa ARTIGO...Letrônica v. 3, n. 1, p.153, julho 2010 O Ensino da Pronúncia do Inglês e a Abordagem Comunicativa Luciane Guimarães de Paula Introdução O presente artigo 1 relata um recorte dos resultados de

Leia mais

DEPARTAMENTO DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS

DEPARTAMENTO DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. FLÁVIO GONÇALVES PÓVOA DE VARZIM Critérios Específicos de Avaliação DEPARTAMENTO DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS ANO LETIVO 2014/15 Critérios de avaliação específicos da disciplina de

Leia mais

PERGUNTAS FREQUENTES CAMBRIDGE ENGLISH E UNOi

PERGUNTAS FREQUENTES CAMBRIDGE ENGLISH E UNOi PERGUNTAS FREQUENTES CAMBRIDGE ENGLISH E UNOi ANTES DO EXAME O que é a parceria entre UNOi e Cambridge English? Por que eu devo prestar os exames Cambridge English? Quais são os exames? O que é o Placement

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO PAIR WORK NA SALA DE AULA DE LÍNGUA INGLESA PARA NÍVEIS INICIAIS

A IMPORTÂNCIA DO PAIR WORK NA SALA DE AULA DE LÍNGUA INGLESA PARA NÍVEIS INICIAIS A IMPORTÂNCIA DO PAIR WORK NA SALA DE AULA DE LÍNGUA INGLESA PARA NÍVEIS INICIAIS SOUSA, Marrine Oliveira (UFG) LAGO, Neuda (UFG) Resumo: Através desta pesquisa foi analisada a importância do trabalho

Leia mais

I SEMINÁRIO INTERDISCIPLINAR DAS CIÊNCIAS DA LINGUAGEM NO CARIRI DE 21 a 23 DE NOVEMBRO DE 2012 - ISSN 2318-8391

I SEMINÁRIO INTERDISCIPLINAR DAS CIÊNCIAS DA LINGUAGEM NO CARIRI DE 21 a 23 DE NOVEMBRO DE 2012 - ISSN 2318-8391 ENSINO E APRENDIZAGEM DE LATIM NA URCA: UM ESTUDO DE CASO SOUZA, Yascara Simão 1 ARRUDA, Francisco Edmar Cialdine 2 RESUMO Este trabalho tem como objetivo apresentar análises colhidas de materiais como

Leia mais

A TENDÊNCIA DO MULTILETRAMENTO NO ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA

A TENDÊNCIA DO MULTILETRAMENTO NO ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA A TENDÊNCIA DO MULTILETRAMENTO NO ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA Aline Krahl i () Greicy Kelly de Oliveira Hensel ii () Sandra Fonseca Pinto iii () Luciana Maria Crestani iv () INTRODUÇÃO A evolução da tecnologia

Leia mais

INGLÊS PARA INICIANTES: ESTRATEGIAS DE COMUNICAÇÃO E INSERÇÃO NA CULTURA INGLESA

INGLÊS PARA INICIANTES: ESTRATEGIAS DE COMUNICAÇÃO E INSERÇÃO NA CULTURA INGLESA INGLÊS PARA INICIANTES: ESTRATEGIAS DE COMUNICAÇÃO E INSERÇÃO NA CULTURA INGLESA 1 Cintia Paula Santos da Silva 2 Lucília Teodora Villela de Leitgeb Lourenço Comunicação Educação - Línguas Estrangeiras

Leia mais

ESCOLA PIRLILIM /ANO 2015 PLANO DE UNIDADE PLANO DA I UNIDADE SKILLS AND ABILITIES (COMPETÊNCIAS E HABILIDADES)

ESCOLA PIRLILIM /ANO 2015 PLANO DE UNIDADE PLANO DA I UNIDADE SKILLS AND ABILITIES (COMPETÊNCIAS E HABILIDADES) ESCOLA PIRLILIM /ANO 2015 PLANO DE UNIDADE GRUPO:10 PERÍODO : / / ÁREA DO CONHECIMENTO: LÍNGUA INGLESA CARGA HORÁRIA: 2 AULA SEMANA PLANO DA I UNIDADE SKILLS AND ABILITIES (COMPETÊNCIAS E HABILIDADES)

Leia mais

Plano de Ensino. Identificação. Câmpus de Bauru. Curso 2202D - Comunicação Social: Jornalismo. Ênfase. Disciplina 0003016A - Língua Inglesa I

Plano de Ensino. Identificação. Câmpus de Bauru. Curso 2202D - Comunicação Social: Jornalismo. Ênfase. Disciplina 0003016A - Língua Inglesa I Curso 2202D - Comunicação Social: Jornalismo Ênfase Identificação Disciplina 0003016A - Língua Inglesa I Docente(s) Lucinéa Marcelino Villela Unidade Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação Departamento

Leia mais

ESTUDO DE CASO: LeCS: Ensino a Distância

ESTUDO DE CASO: LeCS: Ensino a Distância ESTUDO DE CASO: LeCS: Ensino a Distância HERMOSILLA, Lígia Docente da Faculdade de Ciências Jurídicas e Gerenciais de Garça FAEG - Labienópolis - CEP 17400-000 Garça (SP) Brasil Telefone (14) 3407-8000

Leia mais

Online Collaborative Learning Design

Online Collaborative Learning Design "Online Collaborative Learning Design" Course to be offered by Charlotte N. Lani Gunawardena, Ph.D. Regents Professor University of New Mexico, Albuquerque, New Mexico, USA July 7- August 14, 2014 Course

Leia mais

AS CONCEPÇÕES DE LINGUAGEM E O ENSINO DA LÍNGUA MATERNA. Roberta da Silva 1. João Cabral de Melo Neto, Rios sem discurso.

AS CONCEPÇÕES DE LINGUAGEM E O ENSINO DA LÍNGUA MATERNA. Roberta da Silva 1. João Cabral de Melo Neto, Rios sem discurso. AS CONCEPÇÕES DE LINGUAGEM E O ENSINO DA LÍNGUA MATERNA Roberta da Silva 1 Quando um rio corta, corta-se de vez o discurso-rio de água que ele fazia; cortado, a água se quebra em pedaços, em poços de água,

Leia mais

Future School Idiomas

Future School Idiomas Future School Idiomas Sumário Quem somos... pag 2 Sobre o curso... pag 3 Sobre a aula... pag 4 Vantagens em se fazer nosso curso on line... pag 5 Objetivo do curso... pag 6 Como entrar na sala de aula...

Leia mais

A CONTRIBUIÇÃO DOS ESTUDOS SOCIOGEOLINGÜÍSTICOS PARA A ESCOLHA LEXICAL NA RECEPÇÃO E PRODUÇÃO DE TEXTOS ORAIS E ESCRITOS

A CONTRIBUIÇÃO DOS ESTUDOS SOCIOGEOLINGÜÍSTICOS PARA A ESCOLHA LEXICAL NA RECEPÇÃO E PRODUÇÃO DE TEXTOS ORAIS E ESCRITOS A CONTRIBUIÇÃO DOS ESTUDOS SOCIOGEOLINGÜÍSTICOS PARA A ESCOLHA LEXICAL NA RECEPÇÃO E PRODUÇÃO DE TEXTOS ORAIS E ESCRITOS Adriana Cristina Cristianini (USP, UNIBAN) dricris@usp.br Márcia Regina Teixeira

Leia mais

Processos Gerenciais

Processos Gerenciais UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA Projeto Integrado Multidisciplinar III e IV Processos Gerenciais Manual de orientações - PIM Curso Superior de Tecnologia em Processos Gerenciais. 1.

Leia mais

Marcos de Aprendizagem de Língua Inglesa

Marcos de Aprendizagem de Língua Inglesa PREFEITURA MUNICIPAL DE SALVADOR Secretaria Municipal da Educação e Cultura SMEC Coordenação de Ensino e Apoio Pedagógico CENAP Marcos de Aprendizagem de Língua Inglesa Ciclo de Aprendizagem I e II MARCOS

Leia mais

PLANO DE TRABALHO DOCENTE 1º Semestre/2015. Ensino Técnico

PLANO DE TRABALHO DOCENTE 1º Semestre/2015. Ensino Técnico PLANO DE TRABALHO DOCENTE 1º Semestre/2015 Ensino Técnico Código: 0262 ETEC ANHANQUERA Município: Santana de Parnaíba Componente Curricular: Inglês Instrumental Eixo Tecnológico: Gestão e Negócios Módulo:

Leia mais

SEU INGLÊS ESTÁ PRONTO PARA O CANADÁ?

SEU INGLÊS ESTÁ PRONTO PARA O CANADÁ? SEU INGLÊS ESTÁ PRONTO PARA O CANADÁ? Se você quer aplicar para conseguir o visto de residência permanente no Canadá, vai precisar, antes de mais nada, de um certificado que ateste a sua proficiência na

Leia mais

TAREFAS DE ROLE PLAY PROPOSTAS POR TRÊS LIVROS DIDÁTICOS DE INGLÊS COMO LÍNGUA ESTRANGEIRA

TAREFAS DE ROLE PLAY PROPOSTAS POR TRÊS LIVROS DIDÁTICOS DE INGLÊS COMO LÍNGUA ESTRANGEIRA TAREFAS DE ROLE PLAY PROPOSTAS POR TRÊS LIVROS DIDÁTICOS DE INGLÊS COMO LÍNGUA ESTRANGEIRA Caroline Comunello Aline Paulino da Rosa * Daniela Moraes do Nascimento * RESUMO: O objetivo do trabalho é analisar

Leia mais

NAP NÚCLEO DE ASSESSORIA PEDAGÓGICA: PROPOSIÇÕES PARA A FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE LÍNGUA INGLESA NA UEPG

NAP NÚCLEO DE ASSESSORIA PEDAGÓGICA: PROPOSIÇÕES PARA A FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE LÍNGUA INGLESA NA UEPG 110. ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( x ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA NAP NÚCLEO DE ASSESSORIA PEDAGÓGICA: PROPOSIÇÕES PARA

Leia mais

O lugar da oralidade na escola

O lugar da oralidade na escola O lugar da oralidade na escola Disciplina: Língua Portuguesa Fund. I Selecionador: Denise Guilherme Viotto Categoria: Professor O lugar da oralidade na escola Atividades com a linguagem oral parecem estar

Leia mais

Programa da Unidade Curricular

Programa da Unidade Curricular Unidade Curricular: ECTS: Carga horária: Ano Lectivo: Semestre(s): Docente(s): O Estudo da Linguagem Humana 6 ECTS 4h/semana 2014-2015 S1 Marina Vigário Objectivos de aprendizagem: Esta disciplina visa

Leia mais