UMA CORRELAÇÃO ENTRE CONSTRUÇÕES IMPESSOAIS COM O PRONOME ELES NO PB E THEY SINGULAR NO INGLÊS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UMA CORRELAÇÃO ENTRE CONSTRUÇÕES IMPESSOAIS COM O PRONOME ELES NO PB E THEY SINGULAR NO INGLÊS"

Transcrição

1 UMA CORRELAÇÃO ENTRE CONSTRUÇÕES IMPESSOAIS COM O PRONOME ELES NO PB E THEY SINGULAR NO INGLÊS ELIZETE MARIA DE SOUZA 1 Faculdade de Letras, Programa de Pós-graduação em Estudos Linguísticos Universidade Federal de Minas Gerais Av. Antônio Carlos, 6627 Pampulha Belo Horizonte MG Brasil Resumo. O presente estudo investiga a correlação entre as construções impessoais com o pronome eles no Português Brasileiro (doravante PB) e as construções com o pronome they singular no idioma inglês. Os resultados mostram que em ambas as línguas exite uma tipologia das construções impessoais que estabelece uma hierarquia dessas construções tanto no inglês quanto no Português Brasileiro. Palavras-chave. Construções impessoais. Português Brasileiro. Inglês. Tipologia dos impessoais. Abstract. This study investigates the correlation between impersonal constructions with they pronoun in Brazilian Portuguese (hencefor BP), as well as they singular in English idiom. The results show that in both languages there is an impersonal tipology whitch establishes an hierarchy to these kinds of structures in BP and in English. Keywords. Impersonal constructions. Brazilian Portuguese. English. Impersonal tipology. Introdução Em geral, o pronome eles, no Português Brasileiro (doravante PB), aparece em construções em que seu antecedente pode ser facilmente recuperado no contexto linguístico. (1) Os meninos num dão sossego, cada dia eles aprontam uma com a gente. Neste tipo de construção, existe uma correspondência total de traços phi (traços de gênero, número e pessoa) do pronome e de seu antecedente, i.e., tanto o pronome quanto o antecedente carregam os mesmos traços, como mostra o exemplo em (1): 3ª 1 Este trabalho conta com o apoio do Centro Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e faz parte de um Projeto maior desenvolvido no Núcleo de Pesquisa e Variação (NuPeVar), da Faculdade de Letras da UFMG, sob a orientação da profa. Dra. Jânia Martins Ramos. 1

2 pessoa, masculino, plural. Entretanto, observa-se também no PB contemporâneo a ocorrência do pronome eles em construções cujo antecedente nem sempre apresenta os mesmos traços do pronome. Vejam-se as sentenças (2-5): (2) Na Savassi, eles sempre fazem isso. (3) O povo de Belo Horizonte, eles são muito receptivos. (4) O caro malandro com jeitão de carioca, cê vê que eles pegam uma ginga. (5) Eles chamam de prainha, mas é um areião perto daqui. [SOUZA, 2007] As sentenças (2-5) mostram as diferentes possiblidades de ocorrência do pronome eles no português. Em (2), temos um antecedente feminino, singular. Em (3) e (4), temos um antecedente masculino, porém singular. Já em (5), o pronome eles aparece sem estar relacionado a qualquer antecedente anteriormente expresso no contexto linguístico. De modo geral, as sentenças (2-5) mostram que o único traço comum à todas as sentenças é o traço de pessoa. Buscando comparar dados do Português Brasileiro atual com dados de outras línguas, encontramos no idioma inglês um uso muito semelhante àquele observado no PB. Trata-se de construções impessoais com o pronome they singular, assim chamado por ser um pronome plural que retoma um antecedente singular com sentido plural (6). Há também construções como (7), quando não há um antecedente relacionado ao pronome. (6) In Spain, they eat late. (7) They re knocking on the door. [SIEWIERSKA & PAPASTATHI, 2011: 576] Diante das constatações acima mencionadas, verifica-se, portanto, uma correlação entre as construções impessoais com o pronome eles no PB e they singular no inglês, o que justifica a análise aqui proposta. 1. A noção de impessoalidade O termo impessoal é usado para cobrir uma ampla gama de construções. Do ponto de vista estrutural, a impessoalidade está associada com a ausência de um sujeito canônico. Um sujeito canônico é aquele realizado por um argumento verbal que é completamente referencial e manifesta propriedades morfossintáticas de sujeito (Siewierska, 2008, p tradução nossa). 2 Assim, as construções impessoais incluem: (a) aquelas com sujeito que não é completamente referencial; ou seja, podem sustentar um Caso diferente do nominativo canônico; 2 A canonical subject is to be understood as one that is realized by a verbal argument which is fully referential and manifests the morphosyntactic properties of subjects in a language (SIEWIERSKA, 2008: 116). 2

3 (b) aquelas que apresentam sujeitos sem propriedades canônicas de sujeito; i.e., não são completamente referenciais e geralmente possuem leitura genérica, arbitrária ou específica; (c) um sujeito que não é um argumento verbal - um expletivo; i.e., o sujeito pode ser realizado não como argumento verbal, mas meramente como um lugar preenchido sem manifestar propriedades semânticas ou propriedades referenciais; (d) aquelas sem sujeito. Os casos incluídos na classe (b) vão nos interessar mais diretamente aqui, isto é, os casos em que o DP sujeito possui leitura genérica, arbitrária ou específica. De acordo com Egerland (2003), um único item pode comportar leituras distintas, como é o caso do item man no sueco. (8) Man maste arbeta for att fórtjäna uppehället man must work to earn a living (9) Man arbetade i tre manader for att lösa problemet. Man worked for three months to solve the problem (10) I gar pa eftermiddagem blev man fast anställd. Yesterday afternoon was man permanently employed [EGERLAND, 2003: 1] Em (8), o item man apresenta leitura genérica, jou seja, o sujeito man refere-se a um conjunto quase universal de indivíduos, aproximadamente equivalente a people, everyone ou anyone. Em (9), a referência de tempo é episódica e o sujeito possui uma leitura existencial, ou seja, a expressão man denota um grupo de indivíduos não específico, equivalente a some people ou someone e, portanto, possui leitura arbitrária. Já em (3), o sujeito man equivale a 1ª pessoa do singular I, e por isso apresenta uma leitura específica. Uma distribuição semelhante pode ser observada com relação ao item on no francês. (11) On doit travailler jusqu a l age de 65 ans. (genérico) On must work until the age of 65 years. (12) On a travaillé pendant deux mois pour résoldre le problème. (arbitrário) On has worked for two months to resolve the problem (13) Hier soir on a été congédié. (específico) Yesterday evening ON was fired [EGERLAND, 2003b, apud KRZEK, 2010: 79] 3

4 Em francês, a expressão on em (11) apresenta leitura genérica, podendo ser parafraseada por as pessoas em geral. Em (12), tem-se uma leitura arbitrária, cuja expressão on pode ser parafraseada por algumas pessoas. Por fim, em (13), a expressão on apresenta uma leitura específica, podendo ser parafraseada por nós. A utilização de paráfrases, tal como sugere Egerland (2003), constitui um critério importante para explicar o caráter impessoal das construções em análise aqui. Outra forma de descrever e analisar a distribuição dos casos de leitura genérica e arbitrária do item eles pode ser feita com base na tipologia de impessoais de 3ª pessoal, plural, postulada por Cabredo Hofherr (2003, 2006), assumida por Siewierska e Papastathi (2011). Esta tipologia prevê cinco tipos diferentes de usos de impessoais de 3ª p. pl.: a) the universal, b) corporate, c) vague, d) inferential e e) specific existencial, exemplificadas em (14-18), respectivamente. (14) In Spain, they eat late. (15) They changed the tax laws last year. (16) They ve found his bike in the back of a barn. (17) They ve been frying chips here. (18) They re knocking on the door. [SIEWIERSKA & PAPASTATHI, 2011: 576] Veja-se que os dados em inglês (14-18) parecem manter uma simetria com os dados em português (2-5), apresentados na introdução deste trabalho. Segundo Siewierska e Papastathi (2011, p. 581), Os principais critérios usados no desenvolvimento desta tipologia são: grupo em oposição à identidade individual do referente, especificidade do referente, referência específica de tempo, inclusão do falante entre o arranjo de referentes potenciais e o ancoramento no tempo e na natureza inferencial do evento denotado tradução minha 3 - (SIEWIERSKA & PAPASTATHI, 2011, p. 581). Em linhas gerais, estes critérios mostram que a distribuição das ocorrências do pronome eles está ancorada numa tipologia que explica as ocorrências dessas construções impessoais, tanto no PB quanto no inglês. Vejamos nas sessões subsequentes como as construções impessoais se comportam nas duas línguas. 3 The major criteria used in developing this typology are: group as opposed to individual identity of the referent, specificity of the referent, specific time reference, inclusion of the speaker among the range of potential referents, anchoring in time and the inferential nature of the denoted event (SIEWIERSKA & PAPASTATHI, 2011, p. 581). 4

5 2. As construções impessoais com o pronome eles no PB Conforme vimos anteriormente, o pronome eles recupera antecedentes de diferentes tipos semânticos com muita naturalidade. Vejamos a sentença (19). (19) A galera tava lá desde cedo. Eles tinham saído no sábado. (SOUZA, 2007, p. 115) Este tipo de retomada seria, a priori, não justificada pela falta de compatibilidade de gênero entre o antecedente a galera e o pronome eles. Entretanto, essa aparente incompatibilidade de gênero não impede que este tipo de construção ocorra na língua analisada. Em PB, é também comum o uso do pronome eles em retomadas pronominais com antecedentes sintaticamente marcados como singular, tanto feminino, como em (19), quanto masculino (20). (20) O sertanejo é assim, eles confiam na sua palavra. (Souza, 2007) Temos aqui claramente um antecedente singular, sendo retomado por um pronome plural. As sentenças (19-20) colocam em discussão uma condição que prediz sobre a correspondência de traços entre pronomes e seus antecedentes, i. e.: CONDIÇÃO A. Em geral, os pronomes concordam em gênero e número com seu antecedente. Entretanto, não é isso que os dados mostram. As sentenças (19-20) não satisfazem a Condição A, e isso se justifica por uma razão muito simples: Em (19-20), não há correspondência de traços (sintáticos) de GÊNERO e de NÚMERO entre o pronome e seu antecedente. Porém, existe uma compatibilidade de traços SEMÂNTICOS, o que permite a ocorrência dessas sentenças na língua portuguesa A partir desta constatação, torna-se mais fácil compreender a ampla abrangência da tipologia dos impessoais proposta por Cabredo Holfher (2003), já explicitada. Vejamos, a seguir, algumas considerações sobre as construções impessoais com o pronome they singular, no inglês. 3. As construções impessoais com o pronome they singular no inglês. No inglês, um uso semelhante do pronome they em construções impessoais foi observado há tempos, trata-se do pronome they singular, assim chamado por ser um pronome plural que retoma uma forma singular com sentido plural. Nessa língua, os genéricos são apontados como porta de entrada para o uso de they singular, o que nos 5

6 mostra que os genéricos têm um papel fundamental para a ocorrência das construções impessoais não só no inglês, mas também no português. 3.1 Ascenção e uso do pronome they singular no inglês O uso do pronome they singular é identificado como bastante antigo no idioma inglês e sua ocorrência tem sido apontada como natural tanto na língua falada quanto na língua escrita. Sua entrada na língua teria ocorrido no Middle English, por volta do final do século XIV, período em que o inglês tem alterados os estatutos pronominais; ou seja, de acordo com a literatura a datação do aparecimento de they singular no inglês, por volta dos séculos XIV e XV, corresponde exatamente à alteração do inglês para uma língua de sujeito não nulo. De acordo com Warenda (1999), a ambiguidade proporcionada pelo uso do pronome he em contextos genéricos, associada às vantagens de se ter um pronome singular genérico verdadeiro, tomado como um gênero neutro, serviu como porta de entrada para o uso de they singular no inglês. Entretanto, segunda Warenda (1999, p. 103), alguns experimentos conduzidos por Janet Hyde mostraram que ao ouvir he, as pessoas não pensam no gênero neutro; ao contrário, é no masculino que as pessoas pensam. Quando os falantes precisam de um pronome de gênero não específico, eles usam o pronome they e não he. Por causa dessa postura dos falantes ingleses, por volta da metade do séc. XVIII, mais precisamente em 1850, o Parlamento Britânico decretou uma lei determinando o uso de he como um pronome genérico. De acordo com os gramáticos, o uso de they seria uma violação à regra de concordância que, em geral, estabelece que um antecedente como everybody não deve ser substituído por um pronome como they. Mais precisamente no século XVIII, houve todo um trabalho para que as pessoas se sentissem culpadas ao quebrar a regra de concordância ao usar they para se referirem a um antecedente de gênero não específico, com em (21-22). Mas isso não impediu que as duas formas fossem usadas em contextos semelhantes: (21) a. Everyone takes their time finding a seat. b. Everyone takes his time finding a seat. (22) a. If a student is getting a low grade, they might want to go talk to the teacher. b. Is a student is getting a low grade, he might want to go talk to the teacher. Nos exemplos acima, they é usado como um pronome cujo padrão estaria em desacordo com o estatuto gramaticalmente singular do antecedente. Mas, como se vê, os antecedentes everyone e an student são retomados naturalmente tanto pelo pronome they quanto pelo pronome he. Os dados (21a) e (22a) podem ser tomados como evidências de uso do pronome they genérico na língua. A observação dessas construções com they no inglês levaram estudiosos como Siewierska e Papastathi (2011) 6

7 a estabelecer para o inglês uma tipologia dos impessoais, com base na Tipolgia de Cabredo Hofher (2003), sendo possível identificar uma hierarquia para estas construções impessoais. Considerações finais A comparação entre diferentes línguas consubistancia um importante meio de investigação do comportamento das línguas naturais. O estudo aqui resumidamente apresentado mostra que existe uma estreita correlação entre as construções impessoais com o pronome eles no PB e o pronome they singular no inglês. As construções analisadas mostram que existe uma tipologia dos impessoais que estabelece uma hierarquia de impessoalidade que se ancora numa relação marcada pela relação grupo em oposição à identidade individual do referente, especificidade do referente, referência específica de tempo, inclusão do falante entre o arranjo de referentes potenciais, etc. O estudo mostra, ainda, que o comportamento das construções impessoais identificado no português e no inglês parece se repetir em outras línguas, tais como o francês, e o alemão, apontando novas direções de estudos. Referências EGERLAND, V. Impersonal Man and Aspect in Swedish. University of Venice. Working Papers in Linguistics, v b. SIEWIERSKA, A. Introduction: impersonalization from a subject-centered vs. agent-centered perspective. Transaction of Philological Society. Special issue Impersonal Constuctions in Grammatical Theory : 1-23, SOUZA, E. M. (2007) O uso do pronome eles como recurso de indeterminação do sujeito. Dissertação de Mestrado, Faculdade de Letras, UFMG, Belo Horizonte. WARENDA, A. (1999). They by Amy Warenda. Ms. 7

A gente em relações de concordância com a estrutura pronome reflexivo + verbo na variedade alagoana do PB 1

A gente em relações de concordância com a estrutura pronome reflexivo + verbo na variedade alagoana do PB 1 A gente em relações de concordância com a estrutura pronome reflexivo + verbo na variedade alagoana do PB 1 Ahiranie Sales Santos Manzoni 2 Renata Lívia de Araújo Santos 3 RESUMO: Este artigo analisa a

Leia mais

01-A GRAMMAR / VERB CLASSIFICATION / VERB FORMS

01-A GRAMMAR / VERB CLASSIFICATION / VERB FORMS 01-A GRAMMAR / VERB CLASSIFICATION / VERB FORMS OBS1: Adaptação didática (TRADUÇÃO PARA PORTUGUÊS) realizada pelo Prof. Dr. Alexandre Rosa dos Santos. OBS2: Textos extraídos do site: http://www.englishclub.com

Leia mais

Algumas vantagens da Teoria das Descrições Definidas (Russel 1905)

Algumas vantagens da Teoria das Descrições Definidas (Russel 1905) Textos / Seminário de Orientação - 12 de Março de 2005 - Fernando Janeiro Algumas vantagens da Teoria das Descrições Definidas (Russel 1905) Assume-se que o objecto de uma teoria semântica é constituído

Leia mais

PRESENT PERFECT. ASPECTOS A SEREM CONSIDERADOS: 1. Não existe este tempo verbal na Língua Portuguesa;

PRESENT PERFECT. ASPECTOS A SEREM CONSIDERADOS: 1. Não existe este tempo verbal na Língua Portuguesa; ASPECTOS A SEREM CONSIDERADOS: 1. Não existe este tempo verbal na Língua Portuguesa; 2. Associa-se o Present Perfect entre uma ação do passado que tenha uma relação com o presente; My life has changed

Leia mais

Estratégia de Leitura Elementos de Referência. Reference devices ou elementos de referência

Estratégia de Leitura Elementos de Referência. Reference devices ou elementos de referência Estratégia de Leitura Elementos de Referência Reference devices ou elementos de referência Ao ler textos sobre qualquer assunto, em qualquer área de conhecimento, todo leitor percebe uma relação de REFERÊNCIA

Leia mais

O USO DA FORMA VOCÊ NO NORTE DE MINAS GERAIS Maria do Socorro Vieira Coelho (UniMontes) soccoelho@hotmail.com

O USO DA FORMA VOCÊ NO NORTE DE MINAS GERAIS Maria do Socorro Vieira Coelho (UniMontes) soccoelho@hotmail.com O USO DA FORMA VOCÊ NO NORTE DE MINAS GERAIS Maria do Socorro Vieira Coelho (UniMontes) soccoelho@hotmail.com 1. Introdução Neste artigo trata-se, sob a perspectiva sociolinguística variacionista, a alternativa

Leia mais

www.souvestibulando.com.br MÓDULO DE INGLES

www.souvestibulando.com.br MÓDULO DE INGLES 1 MÓDULO DE INGLES ASSUNTO: AULA 01 THE SIMPLE PRESENT TENSE Esta aula é composta pelo texto da apostila abaixo e por um link de acesso à AULA VIRTUAL gravada. Estude com atenção o texto antes de acessar

Leia mais

PROVA COMENTADA E RESOLVIDA PELOS PROFESSORES DO CURSO POSITIVO

PROVA COMENTADA E RESOLVIDA PELOS PROFESSORES DO CURSO POSITIVO COMENTÁRIO GERAL DOS PROFESSORES DO CURSO POSITIVO Uma prova, para avaliar tantos candidatos deve ser sempre bem dosada como foi a deste ano. Houve tanto questões de interpretação (6) como de gramática

Leia mais

MUDANÇA EM TEMPO APARENTE E EM TEMPO REAL: CONSTRUÇÕES TER/HAVER EXISTENCIAIS.

MUDANÇA EM TEMPO APARENTE E EM TEMPO REAL: CONSTRUÇÕES TER/HAVER EXISTENCIAIS. Anais do 5º Encontro do Celsul, Curitiba-PR, 2003 (820-825) MUDANÇA EM TEMPO APARENTE E EM TEMPO REAL: CONSTRUÇÕES TER/HAVER EXISTENCIAIS. Luciene MARTINS (Universidade Federal do Rio de Janeiro) Dinah

Leia mais

TALKING ABOUT PLACES IN TOWN

TALKING ABOUT PLACES IN TOWN Aula2 TALKING ABOUT PLACES IN TOWN META Apresentar a estrutura gramatical there be a qual representa o verbo haver em português - bem como trabalhar os adjetivos possessivos e vocabulário de suporte aos

Leia mais

Equivalência da estrutura de uma frase em inglês e português

Equivalência da estrutura de uma frase em inglês e português 1 Equivalência da estrutura de uma frase em inglês e português A partir do momento que você souber de cor a função de cada peça do nosso jogo de dominó, você não terá mais problemas para formular frases,

Leia mais

Traços da distinção contável-massivo no Chinês e no Português Brasileiro

Traços da distinção contável-massivo no Chinês e no Português Brasileiro Traços da distinção contável-massivo no Chinês e no Português Brasileiro Nize Paraguassu Endereço Acadêmico: Departamento de Lingüística - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas Universidade

Leia mais

Inglês 12 Present perfect continuous

Inglês 12 Present perfect continuous Inglês 12 Present perfect continuous Este tempo é ligeiramente diferente do Present Perfect. Nele, notamos a presença do TO BE na forma BEEN, ou seja, no particípio. Conseqüentemente, nota-se também a

Leia mais

Como dizer quanto tempo leva para em inglês?

Como dizer quanto tempo leva para em inglês? Como dizer quanto tempo leva para em inglês? Você já se pegou tentando dizer quanto tempo leva para em inglês? Caso ainda não tenha entendido do que estou falando, as sentenças abaixo ajudarão você a entender

Leia mais

Professora Verônica Ferreira PROVA CESGRANRIO 2012 CAIXA ECONÔMICA FEDERAL TÉCNICO BANCÁRIO

Professora Verônica Ferreira PROVA CESGRANRIO 2012 CAIXA ECONÔMICA FEDERAL TÉCNICO BANCÁRIO Professora Verônica Ferreira PROVA CESGRANRIO 2012 CAIXA ECONÔMICA FEDERAL TÉCNICO BANCÁRIO 1 Q236899 Prova: CESGRANRIO - 2012 - Caixa - Técnico Bancário Disciplina: Português Assuntos: 6. Interpretação

Leia mais

PRONOMES. Ø Pronomes Pessoais

PRONOMES. Ø Pronomes Pessoais PRONOMES O pronome é uma palavra usada no lugar do nome (substantivo) para evitar a sua repetição e concorda, em gênero e número com o substantivo que representa. Para cada tipo de Pronome há um tipo de

Leia mais

Inglês Técnico. Unidade 2 Simple Present. QI ESCOLAS E FACULDADES Curso Técnico em Informática

Inglês Técnico. Unidade 2 Simple Present. QI ESCOLAS E FACULDADES Curso Técnico em Informática Inglês Técnico Unidade 2 Simple Present Curso Técnico em Infmática SUMÁRIO SIMPLE PRESENT... 3 SUBJECT PRONOUNS... 4 Exemplos... 4 Exemplos... 5 2 SIMPLE PRESENT A aula sobre Simple Present mostrará a

Leia mais

ACTIVE VOICE X PASSIVE VOICE

ACTIVE VOICE X PASSIVE VOICE www.blogpensandoemingles.com www.facebook.com/pensandoeminglesblog O que é? ACTIVE VOICE X PASSIVE VOICE Active Voice ( Voz Ativa): Ocorre quando o sujeito pratica a ação, e é chamado de agente. Ex: Robert

Leia mais

AQUISIÇÃO DO PB COMO L2: O SUJEITO NULO 1

AQUISIÇÃO DO PB COMO L2: O SUJEITO NULO 1 AQUISIÇÃO DO PB COMO L2: O SUJEITO NULO 1 Gildete Rocha XAVIER Universidade Estadual de Feira de Santana UEFS RESUMO Este estudo investiga a aquisição do sujeito nulo do Português Brasileiro como segunda

Leia mais

Lesson 17: Can, Cannot, Can...? Lição 17: Poder, Não Poder +?

Lesson 17: Can, Cannot, Can...? Lição 17: Poder, Não Poder +? Lesson 17: Can, Cannot, Can...? Lição 17: Poder, Não Poder +? Reading (Leituras) I can walk. (Eu posso andar.) He can write an email. (Ele pode escrever um e-mail.) You can dance. (Você pode dançar.) They

Leia mais

SOBRE A QUEBRA DE ENCONTROS CONSONANTAIS NO PORTUGUÊS BRASILEIRO

SOBRE A QUEBRA DE ENCONTROS CONSONANTAIS NO PORTUGUÊS BRASILEIRO SOBRE A QUEBRA DE ENCONTROS CONSONANTAIS NO PORTUGUÊS BRASILEIRO Thaïs CRISTÓFARO-SILVA (UFMG) ABSTRACT: Branching onsets reduction in Brazilian Portuguese was analysed as a phonological process. The condition

Leia mais

Inglês 17 Past Perfect

Inglês 17 Past Perfect Inglês 17 Past Perfect O Past Perfect é um tempo verbal utilizado quando temos duas ações que ocorreram no passado, porém uma delas ocorreu antes da outra. When you called, she had just received the bad

Leia mais

Você sabe fazer perguntas em Inglês? Em primeiro lugar observe as frases abaixo: Afirmativo: Ele é estudante Interrogativo: Ele é estudante?

Você sabe fazer perguntas em Inglês? Em primeiro lugar observe as frases abaixo: Afirmativo: Ele é estudante Interrogativo: Ele é estudante? Do you know how to ask questions in English? Você sabe fazer perguntas em Inglês? Em primeiro lugar observe as frases abaixo: Afirmativo: Ele é estudante Interrogativo: Ele é estudante? Note que tanto

Leia mais

ACTIVITY Verbo To Be na forma Afirmativa

ACTIVITY Verbo To Be na forma Afirmativa ACTIVITY Verbo To Be na forma Afirmativa Categoria: Endereço YouTube: http://www.youtube.com/watch?v=9fyww1zjhno Utilização Se você já teve algum contato anterior com aulas de Inglês, você já ouviu falar

Leia mais

MANUAL PARA ELABORAÇÃO DE ARTIGOS CIENTÍFICOS DE ACORDO COM AS NORMAS DE DOCUMENTAÇÃO DA ABNT

MANUAL PARA ELABORAÇÃO DE ARTIGOS CIENTÍFICOS DE ACORDO COM AS NORMAS DE DOCUMENTAÇÃO DA ABNT MANUAL PARA ELABORAÇÃO DE ARTIGOS CIENTÍFICOS DE ACORDO COM AS NORMAS DE DOCUMENTAÇÃO DA ABNT HELENA DE CARVALHO SICSÚ 1 RESUMO Este trabalho apresenta os elementos que constituem a estrutura de um artigo

Leia mais

Professora Verônica Ferreira

Professora Verônica Ferreira Professora Verônica Ferreira 1- Prova: ESAF - 2013 - DNIT - Técnico Administrativo (questão nº 1) Disciplina: Português Assuntos: Crase; Assinale a opção que completa corretamente a sequência de lacunas

Leia mais

THE SIMPLE FUTURE TENSE

THE SIMPLE FUTURE TENSE C.E. GISNO Subject: ENGLISH Teacher: ANDRÉ MATA Name: Number: Grade: 8 th Date: / / See the examples: 1. I will travel next week. 2. She will travel tomorrow. 3. You will travel in four months. INFINITIVO

Leia mais

MATERIAL COMPLEMENTAR CAPÍTULOS 01 AO 08 ESTRUTURA DO VERBO TO BE NA SENTENÇA AFIRMATIVA

MATERIAL COMPLEMENTAR CAPÍTULOS 01 AO 08 ESTRUTURA DO VERBO TO BE NA SENTENÇA AFIRMATIVA MATERIAL COMPLEMENTAR CAPÍTULOS 01 AO 08 noções de inglês 2013.1 O VERBO TO BE O verbo to be corresponde no português aos verbos ser ou estar. Ele é utilizado para descrever e identificar pessoas e objetos

Leia mais

Aula 1: Traços morfossintáticos

Aula 1: Traços morfossintáticos Aula 1: Traços morfossintáticos Quando pensamos nos elementos formativos da sintaxe, ou seja, com que tipos de elementos a sintaxe trabalha, pensamos automaticamente em palavras. Entretanto, essa não parece

Leia mais

Prosódia de declarativas e interrogativas totais no falar marianense e belorizontino

Prosódia de declarativas e interrogativas totais no falar marianense e belorizontino Prosódia de declarativas e interrogativas totais no falar marianense e belorizontino César Reis (UFMG) Leandra Batista Antunes (UFOP) Leandro Augusto dos Santos (UFOP) Vanessa Pinha (UFMG) Apesar de os

Leia mais

Inglês Técnico Instrumental

Inglês Técnico Instrumental Inglês Técnico Instrumental Aula 3 Inglês Técnico Instrumental - Aula 3 1 Objectives Utilizar corretamente o uso dos pronomes demonstrativos e os artigos definidos e indefinidos. Compreender a estrutura

Leia mais

Centro Educacional Brasil Central Nível: Educação Básica Modalidade: Educação de Jovens e Adultos a Distância Etapa: Ensino Médio APOSTILA DE INGLÊS

Centro Educacional Brasil Central Nível: Educação Básica Modalidade: Educação de Jovens e Adultos a Distância Etapa: Ensino Médio APOSTILA DE INGLÊS Centro Educacional Brasil Central Nível: Educação Básica Modalidade: Educação de Jovens e Adultos a Distância Índice APOSTILA DE INGLÊS Módulo I - EXPRESSÕES PARA USO COTIDIANO - SUBJECT PRONOUNS - VERBO

Leia mais

Colégio de Aplicação UFRGS. Name: Group:

Colégio de Aplicação UFRGS. Name: Group: Present Perfect: FOOD for THOUGHT Colégio de Aplicação UFRGS Name: Group: Present Perfect Simple Os Perfect Tenses são formados com o presente simples do verbo to have (have / has), que, neste caso, funciona

Leia mais

Present Simple Exercises

Present Simple Exercises Present Simple Exercises Antes de fazer as atividades, você pode querer ler as dicas dos links abaixo. Nelas você encontra explicações sobre os usos e as conjugações dos verbos no Present Simple. Ø www.bit.ly/psimple1

Leia mais

Uma chaminé esfumaçante em forma de arma apontada contra a cabeça só pode colocar a poluição como uma arma letal.

Uma chaminé esfumaçante em forma de arma apontada contra a cabeça só pode colocar a poluição como uma arma letal. 1. A legenda mais apropriada para a charge é: A poluição é uma arma que pode matar. Uma chaminé esfumaçante em forma de arma apontada contra a cabeça só pode colocar a poluição como uma arma letal. 02.

Leia mais

A PASSIVA PRONOMINAL NO PORTUGUÊS BRASILEIRO: UMA AVALIAÇÃO 1 Jilvan Evangelista da Silva (UFBA) jilvantnt@hotmail.com Edivalda Alves Araújo (UFBA)

A PASSIVA PRONOMINAL NO PORTUGUÊS BRASILEIRO: UMA AVALIAÇÃO 1 Jilvan Evangelista da Silva (UFBA) jilvantnt@hotmail.com Edivalda Alves Araújo (UFBA) A PASSIVA PRONOMINAL NO PORTUGUÊS BRASILEIRO: UMA AVALIAÇÃO 1 Jilvan Evangelista da Silva (UFBA) jilvantnt@hotmail.com Edivalda Alves Araújo (UFBA) RESUMO Este trabalho tem como objetivo analisar os processos

Leia mais

Página 556 01. a) Porque concordam com o substantivo tarefas (plural). b) Porque concorda com extinção (singular).

Página 556 01. a) Porque concordam com o substantivo tarefas (plural). b) Porque concorda com extinção (singular). Página 556 a) Porque concordam com o substantivo tarefas (plural). b) Porque concorda com extinção (singular). c) Sim, porque concorda com tarefas [uma tarefa das tarefas mais tradicionais e importantes

Leia mais

Sugestão de Roteiro para Elaboração de Monografia de TCC

Sugestão de Roteiro para Elaboração de Monografia de TCC Sugestão de Roteiro para Elaboração de Monografia de TCC Sugerimos, para elaborar a monografia de TCC (Trabalho de Conclusão de Curso), que o aluno leia atentamente essas instruções. Fundamentalmente,

Leia mais

O IMPACTO DA ROTAVIDADE DAS ORGANIZAÇÕES NA SOCIEDADE

O IMPACTO DA ROTAVIDADE DAS ORGANIZAÇÕES NA SOCIEDADE O IMPACTO DA ROTAVIDADE DAS ORGANIZAÇÕES NA SOCIEDADE RESUMO: Esse trabalho objetiva analisar os problemas resultantes da rotatividade das Organizações como forma de responsabilidade social corporativa.

Leia mais

3. O projeto LINDSEI-BR: apresentação e composição

3. O projeto LINDSEI-BR: apresentação e composição DIFICULDADES INERENTES À COMPILAÇÃO DE UM CORPUS ORAL DE INFORMANTES BRASILEIROS APRENDIZES DE INGLÊS PARA O PROJETO LINDSEI-BR 1. Introdução Predomina, atualmente, a utilização de corpora de falantes

Leia mais

A CONCORDÂNCIA NOMINAL DE NÚMERO NA LINGUAGEM INFANTIL

A CONCORDÂNCIA NOMINAL DE NÚMERO NA LINGUAGEM INFANTIL Anais do 5º Encontro do Celsul, Curitiba-PR, 2003 (465-469) A CONCORDÂNCIA NOMINAL DE NÚMERO NA LINGUAGEM INFANTIL Elaine Teresinha Costa CAPELLARI (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) ABSTRACT:

Leia mais

Desfazendo Mitos e Mentiras Sobre Línguas de Sinais

Desfazendo Mitos e Mentiras Sobre Línguas de Sinais Desfazendo Mitos e Mentiras Sobre Línguas de Sinais Renê Forster 1 Resumo: Este artigo apresenta uma das cartilhas desenvolvidas pelo Programa Surdez com informações sobre a LIBRAS e as línguas de sinais

Leia mais

Os Pronomes. The Pronouns

Os Pronomes. The Pronouns Os Pronomes The Pronouns Pronome é a classe de palavras que acompanha ou substitui um substantivo ou um outro pronome, indicando sua posição em relação às pessoas do discurso ou mesmo situando-o no espaço

Leia mais

O ENSINO DA GRAMÁTICA DE LÍNGUA INGLESA COM BASE NA

O ENSINO DA GRAMÁTICA DE LÍNGUA INGLESA COM BASE NA O ENSINO DA GRAMÁTICA DE LÍNGUA INGLESA COM BASE NA GRAMÁTICA DA LÍNGUA PORTUGUESA EM SALA DE AULA Michael Gouveia de Sousa Júnior Universidade Estadual da Paraíba E-mail: mikesousajunior@gmail.com Dione

Leia mais

What is your occupation?

What is your occupation? What is your occupation? Assunto do dia Muitas vezes, ao preenchermos cadastros em empresas ou simplesmente ao nos apresentarmos em ambientes de trabalho, precisamos responder à pergunta: Por essa pergunta

Leia mais

TALKING ABOUT THE PRESENT TIME

TALKING ABOUT THE PRESENT TIME Aula8 TALKING ABOUT THE PRESENT TIME META Apresentar o presente contínuo, chamado de present continuous ou present progressive em inglês, nas suas três formas, afi rmativa, negativa e interrogativa, numa

Leia mais

A CONVERSÃO ADJETIVO/SUBSTANTIVO EM FORMAÇÕES DEVERBAIS X-DO NO PORTUGUÊS DO BRASIL

A CONVERSÃO ADJETIVO/SUBSTANTIVO EM FORMAÇÕES DEVERBAIS X-DO NO PORTUGUÊS DO BRASIL Fábio Flores A CONVERSÃO ADJETIVO/SUBSTANTIVO EM FORMAÇÕES DEVERBAIS X-DO NO PORTUGUÊS DO BRASIL Dissertação de Mestrado Dissertação apresentada ao Programa de Pósgraduação em Estudos da Linguagem do Departamento

Leia mais

SCHOOLS LOOKING FOR STUDENTS FOR ERASMUS PLACEMENTS

SCHOOLS LOOKING FOR STUDENTS FOR ERASMUS PLACEMENTS SCHOOLS LOOKING FOR STUDENTS FOR ERASMUS PLACEMENTS 2015 /16 ESTÁGIOS ERASMUS EM ESCOLAS * ERASMUS PLACEMENTS IN SCHOOLS * [POR FAVOR, PREENCHA O FORMULÁRIO NA (NUMA DAS) LÍNGUA(S) DE TRABALHO DO ESTÁGIO:

Leia mais

ANÁLISE DO PERFIL EMPREENDEDOR: UM ESTUDO COM OS DISCENTES DOS CURSOS DE BACHARELADO DE TURISMO BINACIONAL E HOTELARIA

ANÁLISE DO PERFIL EMPREENDEDOR: UM ESTUDO COM OS DISCENTES DOS CURSOS DE BACHARELADO DE TURISMO BINACIONAL E HOTELARIA ANÁLISE DO PERFIL EMPREENDEDOR: UM ESTUDO COM OS DISCENTES DOS CURSOS DE BACHARELADO DE TURISMO BINACIONAL E HOTELARIA Carlos Frantz dos Santos Daliane Prestes Corrêa Guilherme Amaral Mateus Pinto Amaral

Leia mais

Vestibular UFRGS 2015. Resolução da Prova de Língua Inglesa

Vestibular UFRGS 2015. Resolução da Prova de Língua Inglesa Vestibular UFRGS 2015 Resolução da Prova de Língua Inglesa 51. Alternativa (B) A questão exigia compreender que a road do texto não era de fato uma estrada; era necessário perceber que road era uma metáfora

Leia mais

São eles: SOME (Algum, alguma, alguns,algumas). É utilizado em frases afirmativas,antes de um substantivo. Ex.:

São eles: SOME (Algum, alguma, alguns,algumas). É utilizado em frases afirmativas,antes de um substantivo. Ex.: Pronomes Indefinidos Indefinite Pronouns Esses pronomes são utilizados para falar de pessoas, objetos ou lugares indefinidos Referem a pessoas ou coisas, de modo vago ou impreciso São eles: SOME (Algum,

Leia mais

RESENHA DE COHESION IN ENGLISH,

RESENHA DE COHESION IN ENGLISH, BORBA, Valquíria C. Machado. Resenha de Cohesion in English, de Halliday & Hassan. Revista Virtual de Estudos da Linguagem ReVEL. V. 4, n. 6, março de 2006. ISSN 1678-8931 [www.revel.inf.br]. RESENHA DE

Leia mais

A presença do português na escrita do aprendiz de inglês: um estudo sobre o emprego lexical

A presença do português na escrita do aprendiz de inglês: um estudo sobre o emprego lexical Kelly Cristina Gonçalves Barros A presença do português na escrita do aprendiz de inglês: um estudo sobre o emprego lexical Dissertação apresentada ao Programa de Pós-graduação em Letras da PUC-Rio como

Leia mais

Manual do aluno. Curso Master

Manual do aluno. Curso Master Manual do aluno Curso Master Sumário A escola... 3 Inglês por nível... 3 Material Didático Interchange Fourth Edition... 4 Série complementar pós-interchange:... 5 Metodologia do curso Master:... 5 Em

Leia mais

HISTORIOGRAFIA LINGUÍSTICA: PRINCÍPIOS CONCEPÇÕES Cléria Maria Machado Marcondes¹, Ana Maria Barba de Lima¹

HISTORIOGRAFIA LINGUÍSTICA: PRINCÍPIOS CONCEPÇÕES Cléria Maria Machado Marcondes¹, Ana Maria Barba de Lima¹ Revista da Universidade Ibirapuera - - Universidade Ibirapuera São Paulo, v. 6, p. 52-56, jul/dez. 2013 HISTORIOGRAFIA LINGUÍSTICA: PRINCÍPIOS CONCEPÇÕES Cléria Maria Machado Marcondes¹, Ana Maria Barba

Leia mais

INFLUÊNCIAS DA KINESIOTAPING NO DESEMPENHO DO SALTO EM DISTÂNCIA, EM INDIVÍDUOS SADIOS JOVENS

INFLUÊNCIAS DA KINESIOTAPING NO DESEMPENHO DO SALTO EM DISTÂNCIA, EM INDIVÍDUOS SADIOS JOVENS 1 UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA-UnB FACULDADE DE CEILÂNDIA-FCE CURSO DE FISIOTERAPIA JOÃO RAFAEL FREITAS DA SILVA INFLUÊNCIAS DA KINESIOTAPING NO DESEMPENHO DO SALTO EM DISTÂNCIA, EM INDIVÍDUOS SADIOS JOVENS

Leia mais

TAMBÉM: UM OPERADOR ARGUMENTATIVO 1

TAMBÉM: UM OPERADOR ARGUMENTATIVO 1 TAMBÉM: UM OPERADOR ARGUMENTATIVO 1 Adilson Ventura da Silva UESB Vitória da Conquista RESUMO: De uma perspectiva enunciativa, este artigo discute a categoria gramatical da palavra também, e apresenta

Leia mais

Exercícios Teóricos Resolvidos

Exercícios Teóricos Resolvidos Universidade Federal de Minas Gerais Instituto de Ciências Exatas Departamento de Matemática Exercícios Teóricos Resolvidos O propósito deste texto é tentar mostrar aos alunos várias maneiras de raciocinar

Leia mais

[FOCO] É QUE / [FOCO] QUE X WH É QUE / WH QUE

[FOCO] É QUE / [FOCO] QUE X WH É QUE / WH QUE [FOO] É QUE / [FOO] QUE X WH É QUE / WH QUE Mariana RESENES (UFS) ABSTRAT: Our aim in this paper is to show that sentences formed by [focus]that... are not derived from clefts [focus] is that, parallel

Leia mais

Biblioteca Escolar. O Dicionário

Biblioteca Escolar. O Dicionário O Dicionário O que é um dicionário? Livro de referência onde se encontram palavras e expressões de uma língua, por ordem alfabética, com a respetiva significação ou tradução para outra língua e ainda,

Leia mais

Muito prazer Curso de português do Brasil para estrangeiros

Muito prazer Curso de português do Brasil para estrangeiros Modo: indicativo O modo indicativo expressa um fato de maneira definida, real, no presente, passado ou futuro, na frase afirmativa, negativa ou interrogativa. Presente Presente Passado (=Pretérito) Pretérito

Leia mais

A MORFOLOGIA EM LIBRAS Flancieni Aline R. Ferreira (UERJ) flan.uerj@hotmail.com

A MORFOLOGIA EM LIBRAS Flancieni Aline R. Ferreira (UERJ) flan.uerj@hotmail.com XVIII CONGRESSO NACIONAL DE LINGUÍSTICA E FILOLOGIA A MORFOLOGIA EM LIBRAS Flancieni Aline R. Ferreira (UERJ) flan.uerj@hotmail.com RESUMO Neste trabalho, discutiremos sobre o estudo morfossintático da

Leia mais

O parâmetro do sujeito nulo na Aquisição do Português L2

O parâmetro do sujeito nulo na Aquisição do Português L2 Estudos da Língua(gem) Estudos em Aquisição de L1 e L2 O parâmetro do sujeito nulo na Aquisição do Português L2 Null subject parameter in L2 Portuguese Acquisition Gildete Rocha Xav i e r Universidade

Leia mais

Inglês 11 The Present Perfect.

Inglês 11 The Present Perfect. Inglês 11 The Present Perfect. O Present Perfect é um tempo verbal em inglês que mostra uma ação que ocorreu no passado, mas os efeitos estão no presente. My grandfather has recovered from his illness.

Leia mais

O NOVO ACORDO ORTOGRÁFICO: UM EMBATE ENTRE O ATUAL E A MEMÓRIA. Élcio Aloisio FRAGOSO 1

O NOVO ACORDO ORTOGRÁFICO: UM EMBATE ENTRE O ATUAL E A MEMÓRIA. Élcio Aloisio FRAGOSO 1 1 O NOVO ACORDO ORTOGRÁFICO: UM EMBATE ENTRE O ATUAL E A MEMÓRIA Élcio Aloisio FRAGOSO 1 Resumo O novo acordo ortográfico já rendeu uma série de discussões sob pontos de vistas bem distintos. O acordo

Leia mais

(Eu) sempre escrito em letra maiúscula, em qualquer posição na frase. (Tu, você)

(Eu) sempre escrito em letra maiúscula, em qualquer posição na frase. (Tu, você) Nome: nº. 6º.ano do Ensino fundamental Professoras: Francismeiry e Juliana TER 1º BIMESTRE PERSONAL PRONOUNS (Pronomes pessoais) O que é pronome pessoal? O pronome pessoal substitui um nome, isto é um

Leia mais

Guião M. Descrição das actividades

Guião M. Descrição das actividades Proposta de Guião para uma Prova Grupo: Inovação Disciplina: Inglês, Nível de Continuação, 11.º ano Domínio de Referência: O Mundo do trabalho Duração da prova: 15 a 20 minutos 1.º MOMENTO Guião M Intervenientes

Leia mais

Letras. Objetivo. Aspectos das Conexões Sintáticas. Prof a. Dr a. Leda Szabo

Letras. Objetivo. Aspectos das Conexões Sintáticas. Prof a. Dr a. Leda Szabo Letras Prof a. Dr a. Leda Szabo Aspectos das Conexões Sintáticas Objetivo Diferenciar o objeto de estudo da análise de base sintática do objeto de estudo da análise do discurso. Compreender a diferença

Leia mais

Pessoais Do caso reto Oblíquo. Possessivos. Demonstrativos. Relativos. Indefinidos. Interrogativos

Pessoais Do caso reto Oblíquo. Possessivos. Demonstrativos. Relativos. Indefinidos. Interrogativos Pessoais Do caso reto Oblíquo Possessivos Demonstrativos Relativos Indefinidos Interrogativos Os pronomes is indicam diretamente as s do discurso. Quem fala ou escreve, assume os pronomes eu ou nós, emprega

Leia mais

16 Pronúncia do Inglês

16 Pronúncia do Inglês Este livro tem por objetivo central apresentar os sons do inglês aos falantes do português brasileiro. Pretende-se, ainda, indicar algumas diferenças de pronúncia entre variedades do inglês falado em diferentes

Leia mais

As questões a seguir foram extraídas de provas de concurso.

As questões a seguir foram extraídas de provas de concurso. COMENTÁRIO QUESTÕES DE PORTUGUÊS PROFESSORA: FABYANA MUNIZ As questões a seguir foram extraídas de provas de concurso. 1. (FCC)...estima-se que sejam 20 línguas. (2º parágrafo) O verbo flexionado nos mesmos

Leia mais

O PROCESSAMENTO DE EXPRESSÕES CORREFERENCIAIS EM PORTUGUÊS BRASILEIRO: NOMES REPETIDOS, PRONOMES PLENOS E PRONOMES NULOS

O PROCESSAMENTO DE EXPRESSÕES CORREFERENCIAIS EM PORTUGUÊS BRASILEIRO: NOMES REPETIDOS, PRONOMES PLENOS E PRONOMES NULOS O PROCESSAMENTO DE EXPRESSÕES CORREFERENCIAIS EM PORTUGUÊS BRASILEIRO: NOMES REPETIDOS, PRONOMES PLENOS E PRONOMES NULOS PROCESSING COREFERENTIAL EXPRESSIONS IN BRAZILIAN PORTUGUESE: REPEATED NAMES, OVERT

Leia mais

* I N T R O D U Ç Ã O * - A P R E N D E N D O U M I D I O MA

* I N T R O D U Ç Ã O * - A P R E N D E N D O U M I D I O MA 1 * I N T R O D U Ç Ã O * - A P R E N D E N D O U M I D I O MA Não há razão para falhar na tentativa de aprender uma língua, pois os idiomas podem ser aprendidos. Crianças de seis anos de idade em todas

Leia mais

Andrew is an engineer and he works in a big company. Sujeito Predicado (e) Suj. Predicado

Andrew is an engineer and he works in a big company. Sujeito Predicado (e) Suj. Predicado Inglês Aula 01 Título - Frases básicas em Inglês As orações em Inglês também se dividem em Sujeito e Predicado. Ao montarmos uma oração com um sujeito e um predicado, montamos um período simples. Estas

Leia mais

Círculo Fluminense de Estudos Filológicos e Linguísticos

Círculo Fluminense de Estudos Filológicos e Linguísticos O SUBJUNTIVO EM ORAÇÕES SUBORDINADAS: DESCRIÇÃO SINTÁTICA PELA TEORIA X-BARRA Mário Márcio Godoy Ribas (UEMS) marcioribas@gmail.com Nataniel dos Santos Gomes (UEMS) natanielgomes@hotmail.com 1. Considerações

Leia mais

Estudo entoacional focalizando o sotaque estrangeiro: o caso do francês canadense

Estudo entoacional focalizando o sotaque estrangeiro: o caso do francês canadense Estudo entoacional focalizando o sotaque estrangeiro: o caso do francês canadense Sara Farias da Silva 1 1 Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC- DLLE) sarafolie@hotmail.com Resumo. Este estudo

Leia mais

Prova de Português Comentada NCE

Prova de Português Comentada NCE Estado de Mato Grosso (MT) Auditoria Geral do Estado (AGE) - 2005 Nível Superior Prova de Português Comentada NCE Texto: EDUCAÇÃO: O FUTURO ESTÁ EM NOSSAS MÃOS José Henrique Vilhena Folha de São Paulo

Leia mais

Aula6 TALKING ABOUT THE TIME. Fernanda Gurgel Raposo

Aula6 TALKING ABOUT THE TIME. Fernanda Gurgel Raposo Aula6 TALKING ABOUT THE TIME META Complementar as aulas anteriores, apresentando as formas de informar as horas em inglês, telling the time; revisando as preposições relacionadas a tempo; as estações do

Leia mais

PASSO-A-PASSO PARA DESENVOLVER E REDIGIR UM ARTIGO CIENTÍFICO

PASSO-A-PASSO PARA DESENVOLVER E REDIGIR UM ARTIGO CIENTÍFICO CURSO DE PEDAGOGIA EaD PASSO-A-PASSO PARA DESENVOLVER E REDIGIR UM ARTIGO CIENTÍFICO 1. CARACTERÍSTICAS E CONCEITUAÇÃO Este texto trata a respeito das Normas da ABNT com a finalidade de orientar os acadêmicos

Leia mais

RESPONSABILIDADE SOCIAL EMPRESARIAL: A INCLUSÃO DE PESSOAS PORTADORAS DE DEFICIÊNCIAS NO MERCADO DE TRABALHO

RESPONSABILIDADE SOCIAL EMPRESARIAL: A INCLUSÃO DE PESSOAS PORTADORAS DE DEFICIÊNCIAS NO MERCADO DE TRABALHO RESPONSABILIDADE SOCIAL EMPRESARIAL: A INCLUSÃO DE PESSOAS PORTADORAS DE DEFICIÊNCIAS NO MERCADO DE TRABALHO Fabiana Serralha Miranda de PÁDUA * Denise Franco NOVA ** RESUMO Em decorrência da disparidade

Leia mais

Plano da Gestão 2012-2014 Grupo de Trabalho de Línguas Indígenas (GTLI)

Plano da Gestão 2012-2014 Grupo de Trabalho de Línguas Indígenas (GTLI) Plano da Gestão 2012-2014 Grupo de Trabalho de Línguas Indígenas (GTLI) Professora Doutora Dulce do Carmo Franceschini - Coordenadora Universidade Federal de Uberlândia - UFU Instituto de Letras e Linguística

Leia mais

Atividade Enriquecimento Curricular de Inglês. Ano Letivo de 2014/2015. Manual: Teacher:

Atividade Enriquecimento Curricular de Inglês. Ano Letivo de 2014/2015. Manual: Teacher: Ativida Enriquecimento Curricular Inglês Ano Letivo 2014/2015 PLANIFICAÇÃO DE INGLÊS 4ºANO Manual: Teacher: Competências Unidas 1º Período Ler/Escrever em diversificadas. Unit 0 -Introducing English Language

Leia mais

GUIÃO A. Ano: 9º Domínio de Referência: O Mundo do Trabalho. 1º Momento. Intervenientes e Tempos. Descrição das actividades

GUIÃO A. Ano: 9º Domínio de Referência: O Mundo do Trabalho. 1º Momento. Intervenientes e Tempos. Descrição das actividades Ano: 9º Domínio de Referência: O Mundo do Trabalho GUIÃO A 1º Momento Intervenientes e Tempos Descrição das actividades Good morning / afternoon / evening, A and B. For about three minutes, I would like

Leia mais

INGLÊS. Aula Grátis QUESTIONS AND ANSWERS

INGLÊS. Aula Grátis QUESTIONS AND ANSWERS INGLÊS Aula Grátis QUESTIONS AND ANSWERS Questions in English Todo diálogo necessita de perguntas e respostas. You speak English? Você falar inglês? Está certa essa colocação? Question: (Pergunta:) DO

Leia mais

Correlação quando uma Variável é Nominal

Correlação quando uma Variável é Nominal Correlação quando uma Variável é Nominal Em geral, quando uma das duas variáveis é do tipo categórica e puramente nominal (isto é, não pode nem ser ordenada) não se pode fazer um estudo de correlação.

Leia mais

Hans J. Vermeer Skopos and commission in translational action

Hans J. Vermeer Skopos and commission in translational action Hans J. Vermeer Skopos and commission in translational action 1 Synopsis? Introdução de conceitos importantes para a Skopostheorie de Vermeer: Skopos - termo técnico para o objectivo ou propósito da tradução;

Leia mais

GRAMÁTICA E MODALIDADE UMA ANÁLISE DE VERBOS MODAIS EM DUAS GRAMÁTICAS DE LÍNGUA INGLESA

GRAMÁTICA E MODALIDADE UMA ANÁLISE DE VERBOS MODAIS EM DUAS GRAMÁTICAS DE LÍNGUA INGLESA GRAMÁTICA E MODALIDADE UMA ANÁLISE DE VERBOS MODAIS EM DUAS GRAMÁTICAS DE LÍNGUA INGLESA Camila Nunes de Souza 1 Grande parte das gramáticas apresenta os verbos modais como unidades, fragmentando, definindo

Leia mais

CAPÍTULO 5: O EMPREGO DE: Este, Esse ou Aquele

CAPÍTULO 5: O EMPREGO DE: Este, Esse ou Aquele CAPÍTULO 5: O EMPREGO DE: Este, Esse ou Aquele Em português existem três pronomes demonstrativos com suas formas variáveis em gênero e número e invariáveis [isto, isso, aquilo]. Eles assinalam a posição

Leia mais

Dedico este trabalho às minhas filhas à minha esposa pelo apoio em todos os projetos. iii

Dedico este trabalho às minhas filhas à minha esposa pelo apoio em todos os projetos. iii Dedico este trabalho às minhas filhas à minha esposa pelo apoio em todos os projetos. iii Agradecimentos Um trabalho destes só é possível com a colaboração, participação e esforço conjugado de um elevado

Leia mais

Título Present Continuous e Pronomes Objeto.

Título Present Continuous e Pronomes Objeto. Inglês Aula 02 Título Present Continuous e Pronomes Objeto. O present continuous é basicamente um tempo verbal que descreve uma ação que está se processando no momento. Alex is talking to his sister and

Leia mais

COMUNICAÇÃO: O VOCATIVO EM CORPUS DO DIALETO MINEIRO OITOCERNTISTA: UMA ABORDAGEM VARIACIONISTA

COMUNICAÇÃO: O VOCATIVO EM CORPUS DO DIALETO MINEIRO OITOCERNTISTA: UMA ABORDAGEM VARIACIONISTA COMUNICAÇÃO: O VOCATIVO EM CORPUS DO DIALETO MINEIRO OITOCERNTISTA: UMA ABORDAGEM VARIACIONISTA -Juliana Costa Moreira -UFOP -Mônica G. R. de Alkmim -UFOP O presente trabalho tem como objeto de estudo

Leia mais

CRENÇAS DE GRADUANDOS DE INGLÊS LÍNGUA ESTRANGEIRA SOBRE A PRÓPRIA PRONÚNCIA

CRENÇAS DE GRADUANDOS DE INGLÊS LÍNGUA ESTRANGEIRA SOBRE A PRÓPRIA PRONÚNCIA CRENÇAS DE GRADUANDOS DE INGLÊS LÍNGUA ESTRANGEIRA SOBRE A PRÓPRIA PRONÚNCIA Neide Cesar CRUZ Universidade Federal de Campina Grande Resumo: Este estudo de pequeno porte focaliza as crenças que graduandos

Leia mais

REVEL NA ESCOLA: MORFOLOGIA DISTRIBUÍDA

REVEL NA ESCOLA: MORFOLOGIA DISTRIBUÍDA SCHER, Ana Paula. ReVEL na escola: Morfologia Distribuída. ReVEL, v. 13, n. 24, 2015. [www.revel.inf.br]. REVEL NA ESCOLA: MORFOLOGIA DISTRIBUÍDA Ana Paula Scher 1 Universidade de São Paulo Os processos

Leia mais

Inglês Técnico Instrumental

Inglês Técnico Instrumental Inglês Técnico Instrumental Aula 5 Inglês Técnico Instrumental - Aula 5 1 Objectives Empregar os verbos no passado de modo a exercitar exemplos práticos do cotidiano do técnico em informática; Elaborar

Leia mais

EXPRESSÕES RESUMITIVAS E CONSTRUÇÃO DE SENTIDOS EM ARTIGOS CIENTÍFICOS

EXPRESSÕES RESUMITIVAS E CONSTRUÇÃO DE SENTIDOS EM ARTIGOS CIENTÍFICOS EXPRESSÕES RESUMITIVAS E CONSTRUÇÃO DE SENTIDOS EM ARTIGOS CIENTÍFICOS RESUMO Profa. Dra. Cinthya Torres de Melo (Universidade Federal de Pernambuco - NELFE - Campus do Agreste UFPE/CAA) Maria Sirleidy

Leia mais

Guião A. Descrição das actividades

Guião A. Descrição das actividades Proposta de Guião para uma Prova Grupo: Ponto de Encontro Disciplina: Inglês, Nível de Continuação, 11.º ano Domínio de Referência: Um Mundo de Muitas Culturas Duração da prova: 15 a 20 minutos 1.º MOMENTO

Leia mais

LINGUÍSTICA APLICADA AO ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA

LINGUÍSTICA APLICADA AO ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA SPADA, Nina. Linguística Aplicada ao Ensino de Língua Estrangeira: uma entrevista com Nina Spada. Revista Virtual de Estudos da Linguagem - ReVEL. Vol. 2, n. 2, 2004. Tradução de Gabriel de Ávila Othero.

Leia mais

CESPE Polícia Militar do Estado do Espírito Santo Admissão ao Curso de Formação de Soldado Combatente 2007 Nível Médio

CESPE Polícia Militar do Estado do Espírito Santo Admissão ao Curso de Formação de Soldado Combatente 2007 Nível Médio CESPE Polícia Militar do Estado do Espírito Santo Admissão ao Curso de Formação de Soldado Combatente 2007 Nível Médio Momento num café 1 Quando o enterro passou 2 Os homens que se achavam no café 3 Tiraram

Leia mais

4 ESTRUTURA E APRESENTAÇÃO DE ARTIGO CIENTÍFICO

4 ESTRUTURA E APRESENTAÇÃO DE ARTIGO CIENTÍFICO 4 ESTRUTURA E APRESENTAÇÃO DE ARTIGO CIENTÍFICO Este capítulo visa a orientar a elaboração de artigos científicos para os cursos de graduação e de pós-graduação da FSG. Conforme a NBR 6022 (2003, p. 2),

Leia mais

SEE/AC - SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DO ACRE - PROFESSOR P2

SEE/AC - SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DO ACRE - PROFESSOR P2 SEE/AC - SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DO ACRE - PROFESSOR P2 RESPOSTAS AOS RECURSOS Cargo: ART - PROFESSOR P2 / ARTE Disciplina: LÍNGUA PORTUGUESA (LPO) 5 - Gab.:V B 5 - Gab.:W C 5 - Gab.:X D 8 - Gab.:V

Leia mais