Bloco Plural, fator de viragem!

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1 Blc Plural, fatr de viragem! 15 ans depis da fundaçã d Blc de Esquerda, s desafis sã enrmes. O partid/mviment está enredad num cicl de derrtas eleitrais cm qual ainda nã cnseguiu rmper, tend perdid um significativ capital de cnfiança que fi cnstruind a lng de ans. Urge regressar às rigens e recuperar a identidade d BE num nv cntext plític. É precis recuperar a cmbatividade, a irreverência, a credibilidade e a criatividade. Dissems desde iníci que a afirmaçã d BE era indispensável para transfrmar a esquerda. Esse hriznte scialista cntinua à nssa frente. Atualmente, a fensiva austeritária tem n gvern um fiel executr e n ataque as direits e à Cnstituiçã s seus principais alvs. É nessa luta que juntarems frças e cnstruirems uma alternativa de prgress, só materializável cm um BE frte, exigente e de cnfiança. 1- Glbalizaçã: mund para a especulaçã 1.1- Crises d capitalism: nã é defeit, é feiti O crash financeir de 2007/2008 mstru a primeira crise glbal. Em puc temp, a falência de um banc levu à queda de muits utrs; crash financeir ns EUA teve repercussões à escala mundial e réplicas frtes na Eurpa. À crise da finança seguiu-se a ecnómica e rçamental. N mund da glbalizaçã, capital nã cnhece frnteiras e tud lhe fi facilitad. As décadas de desregulaçã ds mercads financeirs fram sintetizadas naqueles mments: a ecnmia de casin era um castel de cartas Rapidamente e em frça: scializar s prejuízs, salvar s bancs Face à ruína eminente, BCE e s Estads salvaram s bancs cm dinheir públic. Entre 2008 e 2011 s Estads transferiram 1,6 biliões de eurs para resgates bancáris. Os Estads endividaram-se e esgtaram verbas ds seus Orçaments que deveriam ter sid utilizadas em plíticas sciais e de desenvlviment. Transfrmaram-se s prejuízs da finança em dívidas ds Estads e as respnsabilidades de banqueirs, acinistas e especuladres em respnsabilidades ds cidadãs. A crise nã era ds pvs, mas fi a estes que passaram a fatura. O ataque às dívidas sberanas cmeçu ainda durante s plans de salvament ds bancs. A slidariedade eurpeia passu a austeridade. Ds PECs a memrand da trika, cndenaram s pvs para salvar s bancs d centr da Eurpa e garantir que s seus balançs nã fssem afetads pr quaisquer incumpriments da periferia. A sberania ds gverns nacinais transfrmu-se em submissã O impéri nã desarma A disputa mundial cntinua a ter cm base a defesa ds mercads, em especial ds mercads financeirs, a imprtância ds recurss naturais, riginand a geestratégia Pág. 1

2 de dmíni. O cnceit estratégic da NATO é nv mdel para a velha dminaçã. Nas mãs d impéri, s pvs sã sempre saqueads e utilizads cm peças de xadrez num jg de mrte. O impéri tem sid rastilh de extremisms e da criaçã de nvas tensões. Na Líbia, dizimada pela intervençã humanitária da NATO, tems um país desmembrad. O Iraque está nvamente mergulhad na guerra, cm emergir d ISIS ( Estad Islâmic ) e da sua plítica de terrr. A respsta a ISIS nã pde ser uma nva prmçã ds EUA enquant plícia d mund. Rejeitarems qualquer intervençã internacinal fra d quadr da ONU e sem a cperaçã ds países vizinhs. E nã ns calarems perante gencídi que acntece em Gaza, perpetrad pr Israel e cm silênci cúmplice de UE e EUA. As frnteiras eurpeias estã também a ser alv de disputa pel impéri. Na Ucrânia, chque entre imperialism american e seus aliads da UE, e s interesses nacinalistas ds ligarcas russs clcu país em guerra civil. A esclha nã pde ser entre pressres, mas sim pela liberdade e pela sberania d pv ucranian. 2- A Eurpa na era da austeridade 2.1- O saudsism eurpeu O prcess de integraçã mundial levu a uma mudança da centralidade plítica d Atlântic para Pacífic. O alinhament da China cm s EUA fi decisiv para superar a fase de queda vertiginsa da crise financeira, deixand clar equívc daqueles que lá veem um farl da cnstruçã d scialism. A perda de imprtância ecnómica e plítica da Eurpa é uma das faces da crise existente, a utra é a ds prgramas de austeridade que levam a ecnmia eurpeia à estagnaçã. A elite eurpeia quer aumentar a explraçã para regress a um temp que nã existe. Os chques ds interesses nacinais e eurpeus estã a atingir nvas prprções e a liderança alemã trna insustentável esta realidade. Rejeitu-se a slidariedade, pregand a austeridade. As desigualdades entre s países d centr e s da periferia agravaram-se brutalmente. As pessas pagam estas esclhas cm as suas vidas, cm prva aument brutal da pbreza A fuga em frente de Merkel: para s braçs d impéri O Tratad Transatlântic é a fuga em frente eurpeia, prcurand criar um enrme mercad entre s dis lads d Atlântic. Este tratad prcura a desregulaçã em setres fundamentais, desde financeir a da prduçã alimentar, derruband nrmas ambientais e de saúde pública. É caminh da submissã ds países as interesses das multinacinais, ds tribunais internacinais de arbitragem que pairam sbre a sberania e as esclhas ppulares, e uma fensiva cntra s pvs eurpeus e s direits labrais, sciais e ambientais cnquistads durante décadas. A sua derrta é um bjetiv fundamental da esquerda eurpeia. Pág. 2

3 Mais uma vez é exempl das negciações nas cstas ds pvs: a cidadania nã é cnvidada para a cnstruçã eurpeia prque as elites sabem que s pvs nã aceitariam a reversã de cnquistas civilizacinais O cartã vermelh à chantagem eurpeia As últimas eleições eurpeias mstraram a rejeiçã deste prjet eurpeu. A Eurpa da finança nã tem aval ppular. A desbediência à UE assumiu, primeiramente, a rejeiçã de participaçã nas eleições eurpeias. Depis, api a prgramas plítics nacinalistas e antieurpeus. A ascensã da extrema-direita é uma marca deste nv temp, cm s seus prgramas de exclusã scial e xenfbia. Onde a esquerda fi frte e criu póls de resistência, fi pssível juntar frças e capitalizar descntentament cntra a Eurpa da finança, sem escrregar para nacinalism, cass da Grécia e Espanha. O BE teve uma ba candidatura às eleições eurpeias, que fi pssível prque se cnsensualizu num prcess participad e demcrátic. Apesar d resultad eleitral estar lnge d desejad, BE juntu frças e s seus aderentes envlveram-se na campanha eleitral. Iss deve ser valrizad Austeritarism: business as usual, mas em tns de cinza velh N períd da trika Prgrama de Gvern passu a ser ditad pr Frankfurt, Bruxelas e Washingtn. Agra, pós-memrand é a manutençã de uma gvernaçã telecmandada pels mesms, avaliada a cada semestre, e a austeridade é mantida cm Tratad Orçamental. A esclha cnservadra é clara: u a Cnstituiçã u T.O.. E, anunciam: sem este nã haverá permanência na zna eur. O BE rejeita T.O. e exige que Prtugal dele se desvincule. Para iss, referend é essencial, garantind a frça scial necessária para rmper cm a austeridade e cm as restrições eurpeias. A desbediência à Eurpa só é pssível cm um mviment ppular de grande afirmaçã A saída d eur nã é uma priridade, lá estar nã é um dgma O eur nã pde ser um calvári para s pvs e nã aceitarems a impsiçã de austeridade em nme da permanência na zna eur. A expulsã de um país da Zna Eur pde até ser uma intençã de parte ds principais gverns da UE, cntud têm muit a perder se a Z.E. se cmeçar a desagregar. Assim, a frça negcial de qualquer Estad da zna eur é real, devend ser usada para rejeitar as plíticas de austeridade. Mesm a ideia de um cngelament ds mviments de capitais, pssível açã eurpeia para penalizar um país que desbedeça, apresenta-se cm um efeit bmerang que pderá rebentar ns própris mercads. A frça desta psiçã é a de nã clcar centr d prblema n eur, mas sim na falta de eurs n bls das pessas, ist é, nas plíticas de explraçã. Até prque a austeridade também é aplicada em países cm meda própria, cm a Inglaterra. É Pág. 3

4 n alargament da base scial de cntestaçã à austeridade que cnstruíms a alternativa. 3- Prtugal: um país na encruzilhada 3.1- Nã há duas sem três: a cada rçament, um ataque à Cnstituiçã O BE percebeu que a austeridade nã era cnstitucinal. Lg na discussã d OE para 2012, nde gvern prpôs pela primeira vez crtar saláris, BE juntu frças para exigir a prnúncia d Tribunal Cnstitucinal. A vitória fi clara: TC declaru ilegais s crtes, ainda que s tenha permitid em N an seguinte, Presidente da República fi brigad a fazer um pedid de fiscalizaçã sucessiva d OE PS e PCP, que nã quiseram participar inicialmente, renderam-se à evidência: a Cnstituiçã estava sb ataque e a linha de defesa fi traçada n TC. O legad da luta d pós-25 de Abril é a garantia ds direits n séc. XXI. O centr d ataque da burguesia é à Cnstituiçã. A revisã cnstitucinal é pnt seguinte d plan da elite prtuguesa. O BE deve esfrçar-se para trnar central a luta cntra essa revisã cnstitucinal e pela defesa ds direits, alargand a frça e as cnvergências nessa luta. As manifestações Que Se Lixe a Trika prvaram cm é pssível mbilizar milhões para a luta. Cm essa aprendizagem e respeit, BE deve acmpanhar s mviments sciais, cimentand a mbilizaçã e a participaçã, juntand frças e criand uma mairia scial em defesa ds direits cnstitucinais Austeridade e dívida pública: crónica de um aument anunciad A entrada da trika crreu quand a dívida pública rndava s 94% d PIB. Três ans depis, supera s 134% d PIB. A dívida pública é um negóci e uma arma de dminaçã. A saída é a reestruturaçã da dívida, só pssível cm a nacinalizaçã da banca, garantind a cntinuidade de funcinament da ecnmia, e a recalendarizaçã ds pagaments e cnsequente crte n stck e abatiment de jurs. A reestruturaçã da dívida é uma cndiçã da libertaçã d país e nã pde estar dependente das chantagens sbre islacinism ecnómic, da ameaça de saída d eur u de um nv resgate. Esses sã s arguments da finança, para que s seus interesses nã sejam beliscads. O défice e a dívida serviram também cm pressã sbre pder lcal: extinçã das freguesias, criaçã da lei ds cmprmisss, PAEL, FAM. O BE rejeita esta desvalrizaçã d pder lcal O saque ds anéis A devastaçã da ecnmia levu à destruiçã de psts de trabalh desde 2011, a recu d PIB a valres de 2000 e à emigraçã massiva de 330 pessas pr dia. Este prcess agudizu a desindustrializaçã d país. O tecid prdutiv, já frágil, fi debilitad perdend cmpetências estratégicas. Impssibilitad de prduzir, Pág. 4

5 país está refém de utrs e mens sustentável. Para amparar a finança, Estad tem sid devrad nas privatizações e a ecnmia real sacrificada e parasitada pr rendas garantidas para a ligarquia financeira. O BE apresenta e refrça prpstas para a regeneraçã da ecnmia e ds setres prdutivs, garantind um desenvlviment sustentável apntad a plen empreg cm direits, acaband cm as rendas parasitárias e cm drama da emigraçã de milhares de jvens. Esta nva rientaçã da ecnmia garantirá a valrizaçã das cmpetências técnicas e cnheciment e experiência adquirids, bem cm as qualificações educativas e prfissinais ds jvens e a sua manutençã n país Interiricídi: um prblema central Os váris gverns prmveram uma plítica cncertada de desqualificaçã d interir e diminuiçã ds serviçs públics destas regiões: encerrament de fech de tribunais, esclas, serviçs de saúde, crreis, caminhs-de-ferr e intrduçã de prtagens. Lutarems pr uma plítica de desenvlviment que valrize interir d país, repnd s transprtes e serviçs e públics encerrads e garantind a sua qualidade, mantend s centrs de cnheciment cm financiament adequad, garantind investiment públic para a criaçã de empreg e prmçã da agricultura. O centralism é uma dença d regime e tem n ataque a interir seu sintma. A reginalizaçã é uma exigência para rmper esta camisa-de-frças e garantir mais Demcracia, mais participaçã e esclhas mais próximas das pessas Aprfundar as Autnmias Reginais A austeridade atacu as autnmias reginais: alteraçã da Lei de Fin. Reginais, a tentativa de subtrair a SNS s Serv. Reg. de Saúde, fech de serviçs públics da respnsabilidade da República, a situaçã residual d serviç públic de Rádi e Televisã. Em breve a área marítima de sberania prtuguesa será de 4 milhões de Km 2 cm a extensã da Platafrma Cntinental. Mas, que acntece pela existência das Regiões Autónmas, será delas alienad cm as intenções de privatizaçã d mar. Rejeitams esse abus e defendems a participaçã ativa das Regiões Autónmas garantind respeit pela sua sustentabilidade ambiental, scial e ecnómica. Cntra centralism, defendems respeit pela autnmia na sua plenitude, a repsiçã da Lei de Finanças Reginais de 2012 e a manutençã d cnceit de Ultra- Periferias. As eleições reginais serã fundamentais. Na luta pel regress a parlament madeirense e pel aument da representaçã n parlament açrian, afirmarems a alternativa de esquerda em defesa das pessas e n respeit pela autnmia reginal. Pág. 5

6 3.6- BES - Os bancs espirram e as cntas públicas engripam A finança dmina país e utiliza Estad cm bmbeir quand casin financeir está em chamas. Tds s grandes bancs privads nacinais tiveram auxíli públic: BPN, BPP, BCP, Banif, BPI e BES. O descalabr d BES e a queda d Dn Dist Tud Ricard Salgad é um bm exempl d gangsterism financeir e da sua prmiscuidade junt d pder plític. O pântan da finança mstra cm é necessári retirar cntrl ds bancs das mãs ds banqueirs, prteger as pessas das aplicações e prduts cm risc impingids indiscriminadamente e rmper cm a ideia que a regulaçã é a panaceia que reslve s prblemas ds mercads. Precisams de uma banca a serviç da ecnmia e d empreg e iss só é pssível cm cntrl públic ds bancs Submarins, PPP s, e eu sem nada a fim d mês! O ataque cmeçu pela administraçã pública e lg a seguir aplicad as trabalhadres d setr privad. A reduçã d valr d trabalh, ataque à cntrataçã cletiva, a precarizaçã, a eternizaçã ds cntrats a term u a facilitaçã ds despediments é um snh antig d capital e prcura a mercantilizaçã das relações labrais. Cm a taxa de desempreg acima ds 10% durante a próxima década, cria-se um desempreg estrutural insustentável e a pressã permanente para reduçã de direits. A rganizaçã ds trabalhadres terá de se ajustar a esta nva realidade para a qual BE tem de cntribuir. É precis vencer a ditadura que existe nas empresas, a perseguiçã as sindicalistas e med sbre s trabalhadres. Enfrentar a ditadura patrnal e a subserviência da UGT implica uma nva agenda labral centrada n valr d trabalh e na demcracia: Refrma labral pel empreg, cmbate à precariedade e uma remuneraçã mais justa: fim da desigualdade salarial de entre hmens e mulheres; hrári de trabalh de 35h/semana; fim d banc de hras; valrizar trabalh suplementar e limitar a duraçã; efetividade após um an de cntrat; pribir a subcntrataçã para psts de trabalh permanentes; revgaçã d Códig de Trabalh, principalmente em matérias de despediments individuais e cletivs. Lutar pr uma mair participaçã ds trabalhadres na definiçã de plíticas labrais: acrds labrais vtads brigatriamente pr tds s trabalhadres; Pág. 6

7 quta de representantes sindicais, pr inerência, nas equipas da inspeçã labral; É na escala eurpeia que s trabalhadres também devem pensar e se rganizar. A criaçã de uma respsta sindical eurpeia é uma urgência O estad crític d Estad Scial A clcar em causa SNS, a Escla Pública e a Segurança Scial, gvern clca em causa a própria Cnstituiçã. A abrir a escla pública a privads, reduzir a qualidade d ensin atirand aluns para mega-agrupaments e turmas sbreltadas, encerrar esclas e despedir prfessres, é a Escla Pública que está em causa. A fechar hspitais, arrastar as listas de espera pr cnsultas, agnizar dentes cm hras à espera nas urgências, desmtivar prfissinais de saúde, descntinuar valências, é SNS que fica em risc. A perdar impsts as grandes grups ecnómics, prmver a precariedade, manter um desempreg brutalmente elevad, empbrecer país e privatizar sistema de pensões, é a subsistência da Segurança Scial que é atacada. A crtar pensões e reduzir rendiments de quem descntu uma vida inteira é cntrat de cnfiança cm estas pessas que é rasgad. O BE levantará energicamente as bandeiras de defesa d Estad Scial, de uma verdadeira Slidariedade Scial, da Escla Pública de excelência e de um SNS que garanta serviçs de saúde de qualidade para tds. Será dada atençã à rganizaçã e mbilizaçã ds aderentes para iss. O Estad Scial é a garantia de uma vida digna e de uma sciedade slidária, cm vcaçã redistributiva Quand cnservadrism ns bate à prta A agenda cnservadra de uma vida dentr das pssibilidades está a ser impsta na Eurpa. Marca ritm cm um prgrama clar de empbreciment, a criaçã de um Estad assistencialista e precnceit scial. O pbrezinhs, mas hnrads retira dignidade às pessas e atenta cntra s seus direits mais básics. A utra face da agenda cnservadra é ataque as direits e às liberdades. As manifestações cntra casament entre pessas d mesm sex em França, a criminalizaçã da pbreza na Hungria, a perseguiçã a imigrantes, a tentativa de referendar a adçã e cadçã pr casais d mesm sex u adiament da lei sbre a maternidade de substituiçã em Prtugal sã diss exempl. A extrema-direita nã tem mnpóli da perseguiçã xenófba, assumida pr gverns cnservadres e scial-liberais, cm de Hllande. Exigims a revgaçã da Diretiva Eurpeia d Retrn e a regularizaçã ds mais 5 milhões de imigrantes indcumentads, sujeits à mais ferz explraçã. A prliferaçã d trabalh frçad, d tráfic human e da escravatura em plen sécul XXI é um nv paradigma de vale tud para bter lucr máxim que Blc cmbate, em nme ds direits e da dignidade humana. O BE luta pel fim de tdas as frmas de discriminaçã e de vilência de géner. A pribiçã da adçã pr casais d mesm sex deve ser revertida. Nã deixarems que ninguém seja afastad da parentalidade pel precnceit de utrs. Nã aceitams cresciment ds hmicídis, vilações e agressões cm a marca de crimes de géner. Pág. 7

8 A igualdade e respeit pels direits das mulheres é urgente, cmbatend pela garantia d direit à maternidade livre de pressões patrnais. Vend s lugares de tp das rganizações vems que também falta percrrer para se vencer a discriminaçã de géner. Essa é uma priridade para BE. Pr utr lad, a pressã idelógica d cnservadrism nã ns impedirá de insistir numa agenda anti-racista, anti-hmfóbica, anti-machista e anticnservadra, e em plíticas prgressistas sbre cnsum de drgas leves u das cndições de dignidade d final da vida humana, que em cndições verificadas pde levar à legalizaçã da eutanásia Cntra mf d sistema, pel ar limp de uma demcracia plena O nó institucinal fi cmpletamente visível na crise d verã de 2013, nde face à eminente queda d gvern, Cavac clu s cacs e pôs PS na ftgrafia de família. O diagnóstic é d pântan d sistema ds negócis entre públic e privad, d Estad refém ds grandes interesses ecnómics, d gvern sem palavra, d sistema sem cmprmiss cm s cidadãs. Tems de rmper esta barreira cm uma crítica radical a sistema instalad. É essencial valrizar e envlver a cidadania na cnstruçã das nssas prpstas e prgramas, resgatand a cidadania. Mas, também, ter um papel ativ na requalificaçã da demcracia, cmbatend a crrupçã e prpnd pderes efetivs de participaçã e fiscalizaçã as cidadãs. O BE rejeita a reduçã d númer de deputads e a criaçã de círculs uninminais. É um ataque à demcracia, a pluralism demcrátic, à participaçã e à paridade de géner. Rejeitams mairias de secretaria. O BE prvará que nã sã tds iguais, apresentand um prgrama de chque cm a plítica instalada, assegurand prtagnism ppular e cidadã. Prprá: Reduçã em metade da despesa pública cm campanhas eleitrais e partids; Exclusividade de funções ds deputads da AR, d PE e das ALR; Refrç da cidadania: Garantia da iniciativa legislativa u de fiscalizaçã sucessiva abstrata da cnstitucinalidade pr cidadãs pel mesm n.º de eleitres necessáris para cnstituir um partid, 7500; Intrduçã d Recall Electin, permitind a revgaçã de mandat representativ pr vt ppular; Pssibilitar listas de cidadãs para AR, PE e ALR. Respeit pela paridade de géner 50/50 para tdas as listas, partidárias u de cidadãs; Alargament d sufrági as imigrantes e a maires de 16 ans; Pág. 8

9 Extensã d regime de limitaçã de mandats; 4- Outra vez Blc 4.1- Recuperar Blc, resgatar a cnfiança O BE perdeu parte da cnfiança ppular que tinha. As últimas presidenciais fram iníci desse prcess. Percebe-se que fi indevid api a Manuel Alegre. Quand ele apiu OE 2011 clcu BE indiretamente a apiar Sócrates. A mçã de censura a brincar, em que se pediu à direita para que nã derrubasse gvern, fi segund mment que levu à perda da cnfiança. A linha plítica incerente e errática afastu muitas pessas d BE. Muits que vtaram em nós prque dávams cmbate às injustiças e à austeridade, nã vltaram a vtar. E ainda nã cnseguims ganhar a cnfiança perdida. A direçã fi titubeante em matérias fundamentais que tinham sid eix da discussã na Cnvençã. Sbre Gvern de Esquerda BE bateu a tdas as prtas, incluind à d PS, sem cndições, depis deste ter assinad T.O.. Sbre Eur a perceçã ppular é a de que BE deu dit pel nã dit. A prmessa inicial d BE fi a de nada esperar d PS e nã ficar à espera d PCP. A transfrmaçã passava pel BE e dava-lhe a identidade mbilizadra de quem quer juntar frças para vencer centrã e mudar panrama plític. Essa é a identidade que tems de recuperar! 4.2- Cnfusã u desnrte: a plítica de alianças é que mve a estratégia? O BE tem que vltar a ter um prgrama e um caminh própri. Cmeçar a discussã cm a pergunta Cm quem fazems alianças? é abdicar da nssa identidade. Discutir apenas alianças é a esclha de quem já nã acredita neste mviment. O BE deve ter um prjet apntad a scialism e incnfrmad cm rtativism e a alternância sem alternativa. Mais d que discutirms alianças tems que discutir linha plítica para juntar frças. A nssa plítica de alianças nã pde ser na base da sma de partids, mas sim n desafi à cidadania e as que já deixaram de acreditar na plítica. Só rmpend cm s taticisms d jg partidári cnseguirems recuperar a cnfiança O sistema partidári realmente existente A ideia de que existirá um blc central após as próximas eleições legislativas é um vluntarism de análise e abraç d urs sbre a esquerda. Culpa a esquerda pelas esclhas d PS e retira frça à vntade transfrmadra à esquerda. O PS esclheu livremente caminh d T.O., da mesma frma que n passad esclheu s PECs e s pactes de privatizações. O mviment 3D u Livre apresentam, n entant, cm prjet a gvernabilidade cm PS a liderar. Nã bstante api ppular a PS pr parte de alguns setres da esquerda cm quem devems dialgar, é errad desejar que BE pssa adrnar um gvern à la Hllande. Pág. 9

10 A dispnibilidade unitária d PCP é de registar, apesar de se esgtar na CDU. Além diss, há diferenças relevantes entre BE e PCP na plítica e na idelgia. N relacinament cm s mviments sciais e cm as esquerdas, BE assume a vntade de cnvergir e aprfundar laçs, sem dirigisms u crreias de pensament. E nã branqueams nenhum regime pressiv, nem abslvems regime chinês de explraçã, censura e ditadura. Nã bstante, há pntes imprtantes nas lutas cntra a austeridade que devem ser refrçadas O Essencial O T.O. é a barreira entre s que sã submisss à ditadura da finança e s que clcam as pessas n centr da plítica. Mas nã esgta prgrama de gvernaçã cm que a esquerda anticapitalista deve abrdar as eleições legislativas. O BE cnstruirá um prgrama alternativ de gvern que dê respsta às necessidades ppulares e altere a relaçã de frças. O caminh é clar: a) Desvinculaçã imediata d T.O.; b) Reestruturaçã da dívida pública rejeitand a dívida ilegítima, nacinalizaçã d setr bancári para uma plítica de defesa da ecnmia e criaçã de empreg e desbediência à austeridade eurpeia; c) Nacinalizaçã ds bens cmuns privatizads, garantind pder públic ds setres estratégics cntra a glbalizaçã e cmbate às rendas parasitárias, criand uma ecnmia para plen empreg cm direits; d) Refrma fiscal que tribute capital e que seja um fatr de redistribuiçã de riqueza, baixand s impsts sbre quem vive d seu trabalh; e) Defesa da água pública, ds serviçs públics de saúde, educaçã e prteçã scial. f) Legislaçã labral que aumente s níveis salariais e empreg cm direits; g) Criminalizaçã d enriqueciment ilícit de alts cargs d Estad, cmbate efetiv à crrupçã e as cnflits de interesse, garantind que s interesses públics deixem de ser reféns de interesses privads; h) Saída de Prtugal da NATO, lutand pel fim ds blcs militares para uma plítica de paz e demcracia Nv mdel de desenvlviment: ecsscialism u barbárie O ataque desenfread as recurss naturais e a cnsequente destruiçã ambiental sã cndições da existência d capitalism. Pr causa dessa vragem, a crise eclógica afeta a vida de uma larga mairia da ppulaçã e clca em risc ecssistemas cmplets. Em Prtugal, as garras d capital afiaram-se para a privatizaçã d mar e a facilitaçã para a aprpriaçã privada ds recurss naturais. O nv impuls para a extraçã mineira e prenúnci da intrduçã d fracking sã prvas de um país a saque. Pág. 10

11 Rejeitams este caminh, exigind um planeament urbanístic livre ds interesses especuladres e a recnversã de td mdel prdutiv, cmbatend desperdíci e rientand- para a reutilizaçã de bens, cm primazia à utilizaçã de energia renvável. É precis também defender e refrçar s direits ds animais, desenvlvend um nv cnceit jurídic e criand uma sciedade para séc. XXI nde sfriment animal nã seja entreteniment e abandn e s maus trats nã sejam tlerads Demcratizar e rganizar para crescer O BE tem de dar nvs passs para mais demcracia interna, garantind direits iguais a tds s aderentes e que BE nunca fique refém de tendências u crrentes. Têm permanecid práticas dirigistas e centralizadras, tal cm um défice de envlviment ds aderentes. Muitas vezes sabe-se mais pels jrnais d que pel BE. É inaceitável, é precis respeit pels aderentes e pels órgãs lcais. A experiência de crdenaçã cm dis rsts, um mdel pssível entre utrs, nã prvu na aceitaçã ppular. Parece ser mais adequad seguir referências cm Syriza u PEE. Apresentarems mdel de uma pessa na crdenaçã, send indicad para esta tarefa primeir nme da lista à MN. Na II Cnf. Nac. de Organizaçã fizems avançs ns quais ns empenharems. Mas, é precis ir mais além na nssa cnstruçã demcrática: a) Prprcinalidade na Cmissã Plítica: Deve ser respeitada na cmpsiçã da CP a prprcinalidade ds resultads de cada Mçã na Cnvençã. b) Paridade a 50% nas listas à MN e CP: Defenderems a brigatriedade de paridade ttal na MN e CP. c) Recuperaçã d espaç jvem d BE: Ptenciar a participaçã ds jvens n BE eliminand a segregaçã entre estudantes e nã estudantes, fmentand seu envlviment nas estruturas e impulsinand a sua criatividade e sentid crític. d) Mais frça às Assembleias Distritais de Aderentes: Direit de recurs das Assembleias Distritais da decisã da MN sbre as listas de candidats às eleições legislativas. e) Mais frça as aderentes: Tdas as Assembleias devem pder ser cnvcadas pr 10% ds aderentes, cm um mínim de 15 aderentes. f) Referends interns: A MN terá pder para cnvcar referends interns. Esse direit também é ds aderentes, quand representem pel mens 10% d univers ttal de aderentes. Até que seja realizada a atualizaçã de caderns, 500 aderentes têm pder para cnvcar referends interns. g) Referend para a definiçã d api nas presidenciais: Tds s aderentes devem ser chamads a pinar sbre api partidári nas presidenciais. Pág. 11

12 h) Atualizaçã periódica ds caderns eleitrais: A cada 5 ans será realizada uma atualizaçã ds caderns, prcedend a cntact de aderentes que se tenham afastad, tentand recuperar laçs e revgand víncul daqueles que assim desejem. i) Mais infrmaçã: Serã realizadas e dispnibilizadas as e às aderentes minutas das reuniões da CP. A MN deve realizar reuniões pr td BE para discussã ds dcuments aprvads em cada reuniã. j) Mais envlviment: criarems mecanisms de trca de infrmaçã entre a açã parlamentar, autárquica e setrial d BE, ptenciand a açã em cada um destes espaçs e envlviment ds e das aderentes. Pág. 12

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