Ciclo da Água na Bélgica

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1 Relatório da do à Ciclo da Água na Bruxelas, BE Segunda-Feira, 07 Dez-

2 Contatos Organização responsável Christian Legros Diretor BELGAQUA Assuntos apresentados 1.Apresentação da BELGAQUA 2.Apresentação do histórico do Saneamento na 3 Apresentação da Situação Atual da Gestão da Água, Abastecimento e Coleta de Esgotos Lista de apresentadores, cargo, , fone 1. Christian Legros diretor - Lista de outros contatos, cargo, , fone

3 Relatores Nome Empresa Fone André Luis Cirqueira de Freitas CAESB (61) Antonio Carlos B Alencar FOZ DE CACHOEIRO (28) Daniel Antunes Neto COPASA (38) Luiz Carlos Klusener filho CORSAN (51) Milton de Oliveira SABESP (S.Paulo) (11) Rosana Dias SABESP (11) Sandra Nazaré S Almeida CAGECE (Fortal. LE) 85) Sr. Leitor, em caso de dúvida sobre esse relatório, entre em contato com algum dos relatores acima, informando os propósitos.

4 Aspectos da operação Em 1948 foi criada a associação nacional de serviços de água e em 1995 esta associação passou a ser chamada de BELGAQUA. Em 1997 ela incorpora os serviços de esgotamento e em 2004 ela passa a ser uma associação de três regionais: Bruxelas, Valonia e Flandres. As principais atividades da BELGAQUA: representar as associações como uma federação, aprovações técnicas (materiais, equipamentos, etc.), creditação de laboratórios e profissionais e, prestar informações para o público e profissionais. Apresentou uma síntese da como país: km², 10 milhões de habitantes, dividida em três regiões sendo que cada uma mantém seu próprio governo, cultura e leis. Seguindo esta divisão é que a BELGAQUA está estruturada. O desenho a seguir foi apresentado, representando o ciclo da água na :

5 2. Le cycle de l eau en Belgique: bilan Hydrique global Ecoulement (33 %) Pluies (100 %) Evapotranspiration ( 54 %) France Drainage (? %) Réservoir Eau souterraine Recharge (13 %) Eau de surface Evaporation, Consommatio n Production d électricité Industrie MER DU NORD PAYS - BAS Pompages 470 Domestique +Elevage Transfert BELGIQUE S.W.D.E. - Service Protection des Ressources et Captage Source : OCDE

6 Aspectos da gestão Quanto às fontes de abastecimento, aproximadamente 70% vem de poços e o restante de outras fontes. Numericamente as projeções indicam que a estaria em estresse hídrico, entretanto isto ainda não ocorre na prática. Através de instrumentos de gestão, estão estimulando a redução do consumo, conforme o gráfico.

7 Aspectos da Gestão Aproximadamente 18,5% da produção não é registrada (consumo em parque e proteção de incêndio, purgas, fraudes, etc e. A rede de abastecimento da é de quilômetros de extensão, e possue 62 entidades de distribuição (públicas, privadas ou mistas). A rede de esgoto apresenta hoje quilômetros de extensão, 700 estações de tratamento, atendendo a mais de 70% da população; entretanto de 1900 até 1960 (aproximadamente) se investia em coleta mas não em tratamento. A partir de 1960, com a poluição dos corpos hídricos, passou-se a investir em tratamento. Na é obrigatório o encaminhamento dos esgotos para tratamento. Caso haja rede pública, é obrigatória a ligação ao sistema; caso não haja rede, é obrigatório a instalação de um sistema individual de tratamento mesmo que seja do tipo fossa séptica.

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9 Aspectos da Gestão De 2000 a foram investidos 400 bilhões de euros ao ano em saneamento, sendo que a demanda para esgotamento sanitário ainda é de 10 milhões de euros ao ano. A estrutura tarifária na é definida pelas diretrizes da Comunidade Européia (2000/60/CE Art9), mas é diferente em cada uma das três regiões. O cliente recebe normalmente quatro faturas ao ano, mas se o cliente solicitar, a emissão da fatura pode ser mensal. Em algumas regiões se aplica a progressividade na tarifa. Em Bruxelas, por exemplo, a tarifa é progressiva, sendo que a tarifa média nesta região é de 195 euros por economia (4 pessoas). Ainda em Bruxelas, a tarifa de água é escalonada: 0-15 m3 = 0,80 /m m3 = 1,46 /m m3 = 2,17 /m3 > 60 m3 = 3,22 /m3 E a de coleta e tratamento é: 0,25 à 0,91 /m3 + Région : 0,20 à 0,74 /m3 ks

10 Aspectos da Gestão Na Valônia, a conta inclui uma contribuição de fundo social equivalente a 0,0125 euros para auxiliar no pagamento das faturas daqueles que tem dificuldades em pagar. Em Flandres cada habitantes tem direito a 15 mil litros de água por ano gratuitamente e o excedente é cobrado sobre a tarifa local normal. Um fato relevante é que a utiliza o princípio do custo verdadeiro para elaboração da tarifa, no qual o consumidor deve pagar por todos os custos do ciclo da água, sendo proibido o subsídio do governo. A tarifa praticada na não é alta se comparada com outros países, gerando um comprometimento da renda familiar de 0,4% a 0,8% de gastos com a fatura. Em países subdesenvolvidos este valor situa-se na faixa de 2% a 6%..

11 Resultados A redução do consumo per capita; A gestão sobre as águas; A ampliação do índice de coleta e tratamento; Índice de águas não faturadas de 14%; Índice de perdas na distribuição de 4 a 11%; Adoção de um modelo belga, caracterizado por ser um serviço público que preserva as características de cada uma das três regiões, mantendo a sustentabilidade; Custo de tarifa equivalente a 460 euros na região do Flande e 360 euros na região davalonia; Existência de órgãos de gestão e controle por região.

12 Conclusão Percebemos que a atua fortemente dentro do princípio de coletividade e responsabilidade social, onde as decisões do setor são tomadas em conjunto pelas empresas e pelo governo, dentro do sistema denominado in house.

13 Apresentação do Ciclo da Água na

14 ANEXO APRESENTAÇÃO ORIGINAL BELGAQUA

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16 Le cycle de l eau en Belgique Exposé pour la visite ABES Bruxelles, Christian LEGROS Directeur BELGAQUA

17 Le cycle de l eau en Belgique

18 Le cycle de l eau en Belgique Plan de l exposé 1. Belgaqua 2. Le cycle de l eau en Belgique : bilan hydrique global 3. Le cycle anthropique de l eau 1. Production et distribution publique de l eau 2. Assainissement et épuration des eaux usées 4. La dimension économique: quel est le coût de l eau? 5. Organisation du service public de l eau en Belgique Principes généraux - directives européennes 1. Points de discussion - perspectives pour le futur Un modèle belge? Questions - discussion

19 2. Le cycle de l eau en Belgique: bilan Hydrique global Ecoulement (33 %) Pluies (100 %) Evapotranspiration ( 54 %) Drainage (? %) Recharge (13 %) Eau de surface Evaporation, Consommation France MER DU NORD Réservoir Eau souterraine Production d électricité Industrie PAYS - BAS Pompages 470 BELGIQUE Domestique +Elevage Transfert S.W.D.E. - Service Protection des Ressources et Captage Source : OCDE

20 2. Le cycle de l eau en Belgique: bilan Hydrique global Apports annuels ± 30 km 3 (dont 25 km 3 par précipitations) Principale destination des pluies (56 %): évapotranspiration => retour dans le grand cycle de l eau. Ecoulements d eau de surface: la Belgique est un gros exportateur net Utilisations anthropiques 6,4 km 3 (22 % de l input global) Principale utilisation = production énergétique (± 4 km 3 ) mais restitution à 94 %. Le solde est évaporé (tours de refroidissement) Prélèvement pour agriculture marginal en Belgique (± 90 hm 3 ). Essentiellement «eau naturelle» Prélèvement pour distribution publique = 709 hm 3 (2,3 % input) = 460 hm 3 eau souterraine millions hm 3 eau de surface Mais : 70 % des ressources d eau souterraines renouvelables et exploitables et une nappe historiquement surexploitée (Tournaisis/socle Flandrien). Nappe a baissé de 80 m depuis Conclusion: utilisations soutenables du cycle de l eau au plan quantitatif. Stress hydrique (1.100 m 3 /an/hab.) = notion théorique inapplicable

21 3. Le cycle anthropique de l eau en Belgique 1. Production publique d eau potable (2008) Production eau de surface: 249 hm 3 /an Principaux sites: AWW (Oelegem, Rumst = canal Albert), Vivaqua (Tailfer = Meuse), SWDE (Eupen, Gileppe, Nisramont, Couvin, Tournai), VMW (Kluizen, Diksmuide, Harelbeke). La Meuse fournit 190 hm 3 /an, soit en moyenne 6 m 3 /sec ou 4 % du débit moyen Production d eau souterraine: 460 hm 3 /an Wallonie: 326 hm 3 /an ( exporté à 33 %) Bruxelles: 2 hm 3 /an Flandre: 92 hm 3 /an

22 3. Le cycle anthropique de l eau en Belgique 1. Distribution publique d eau potable (2007) Usages domestiques: 399 hm 3 /an (= 104,6 l/pers/jour) Usages industriels : 186 hm 3 /an Non-enregistré : ± 133 hm 3 /an (18,5 % de la production) Comprend: erreurs de comptage, utilisations publiques non mesurées (incendie, parcs publics, ) purges et entretiens, fraudes et fuites. Les véritables fuites représentent entre 4 et 11 % de l eau produite. Evolution de la consommation (en 2008 < 100 l/p/j):

23 3. Le cycle anthropique de l eau en Belgique 1. Distribution publique d eau potable km de conduites 62 sociétés de distribution d eau (dont 41 services communaux)

24 3. Le cycle anthropique de l eau en Belgique 1. Distribution publique d eau potable Production d eau: 709 hm 3 /an

25 3. Le cycle anthropique de l eau en Belgique 1. Assainissement des eaux usées Egouttage communal (± km) Collecteurs et stations de pompage Stations d épuration (± 700) Taux d équipement 2007 ± 72 % Assainissement individuel (Flandre 2 %, Wallonie 10 à 15 % des habitations) Les Régions ont désigné les opérateurs: Flandre: Aquafin Wallonie: 7 intercommunales (coordination SPGE) Bruxelles: 2 stations d épuration (coordination SBGE) Sud = Vivaqua Nord = concession Aquiris Investissements annuels STEP (2000-) ± 400 M Egouttage communal encore incomplet: à investir ± 10 milliards

26 3. Le cycle anthropique de l eau en Belgique 1. Assainissement des eaux usées

27 4. Dimension économique de l eau Règles d établissement du coût de l eau 1. La Directive-cadre européenne 2000/60/CE établit (Art. 9) le principe de coût-vérité. Couvre pour les utilisateurs l ensemble des coûts de protection de la ressource, production, distribution, assainissement et épuration (principe pollueur-payeur) en vue d inciter les «agents économiques» à une utilisation soutenable de la ressource. Effet réduit en Belgique mais lourdes charges à prévoir pour l agriculture irriguée (régions méditerranée). Intervention dans le tarif pour raisons sociales (accès à l eau) reste possible. 2. La structure des tarifs est définie par les Régions (également certains facteurs, comme la redevance d épuration). Le consommateur paie un prix global (facture unique). 3. Le Ministre fédéral de l économie contrôle les tarifs (autorisation d augmentation). Régionalisation proposée.

28 Eléments du coût de l eau 4. Dimension économique de l eau (V = volume consommé par an) 1. Région wallonne: facture = 20 x CVD + 30 x CVA + CVD/2 x (V+FS) + (V-30) x (CVD + CVA + FS) (de 0 à 30 m 3 )(de 30 à 5000 m 3 ). CVA = coût-vérité assainissement ( = 1,34 /m 3 ) CVD = coût-vérité distribution : calculé pour chaque distributeur sur base des coûts de production + distribution autorisés (comptabilité normalisée)- varie entre 0,7 et 2,06 /m 3. FS = contribution au Fonds social (0,0125 /m 3 ). Pour un ménage moyen, la facture annuelle Région Bruxelles-Capitale Redevance abonnement: 19,85 /an Tarif solidaire pour fourniture eau: par pers m 3 = 0,80 /m m 3 = 1,46 /m m 3 = 2,17 /m 3 > 60 m 3 = 3,22 /m 3 Assainissement: 0,25 à 0,91 /m 3 + Région : 0,20 à 0,74 /m 3 Ma facture en = 195 (4 personnes)

29 4. Dimension économique de l eau Eléments du coût de l eau (V = volume consommé par an) 1. Région flamande: Facture unique : Vente d eau: (V - 15 x pers.) x prix/m 3 (15 m 3 /an gratuit par personne) Epuration supra-communale: redevance fixée par Décret (versée à Aquafin). En = 0,87 /m 3. Assainissement communal (varie par commune, max. 1,22 /m 3 ) Facture ménage moyen 400. Evolution prix de vente de l eau < inflation sur 10 ans Forte augmentation de la contribution pour assainissement + épuration pour financer les investissements 1. Comparaisons internationales Pas comparer coût/m 3, mais facture globale de l usager/consommateur. Le coût de revient du service est peu dépendant du volume (coûts fixes > 80 %). Relation inverse entre volume vendu et tarif. Budget eau du ménage belge entre 0,4 et 0,8 % du revenu. Comparable ou inférieur aux pays voisins. Nettement moins que dans Tiers-Monde (souvent entre 2 et 6 % du budget)

30 5. Organisation du service public de l eau en Belgique Directive «eau potable» (98/83/CEE) Fixe les exigences de qualité pour l eau distribuée par réseau Conformité au point de consommation (prélèvements + analyses) Responsabilité du distributeur -> point de fourniture (compteur) Paramètres microbiologiques, chimiques, indicateurs Directive «cadre» (2000/60/CEE) Définit les objectifs de bon état des masses d eau pour 2015 (ou 2027) Hiérarchie des utilisations humaines et économiques de l eau (#1 = eau potable) Principe de responsabilisation économique des utilisateurs de l eau par le coût Gestion intégrée des ressources en eau (englobe et remplace toutes les directives antérieures) Plans de gestion par bassins et sous-bassins avant fin Forte pression sur les Etats membres. Mise en oeuvre très lourde et coûteuse Cadre légal du service d eau Niveau européen: pas encore de cadre légal du Service public d intérêt général Admission du principe de subsidiarité à l autorité nationale/régionale/locale pour choisir le mode de gestion. Si opérateur privé ou à participation privée: mise en concurrence En Belgique, mode de gestion publique, d origine communale (services et régies communales, intercommunales gérées in-house )

31 6. Points de discussion - perspectives Un modèle belge? Le système législatif procure un cadre légal adéquat (coopération intercommunale) Le système belge est gouverné par les Régions et est basé sur le service public d eau qui favorise une gestion patrimoniale de la ressource et des infrastructures, à l opposé d une gestion commerciale/financière de court terme. Les autorités publiques des 3 Régions affirment clairement ce choix, qui fait l objet d un consensus politique global, ce qui n est pas le cas dans tous les pays européens. La gestion des opérateurs du cycle de l eau est encadrée par des mécanismes de contrôle et organes de coordination publics (SPGE, SBGE, VMM) L efficacité est soutenue par le recours à des outils d évaluation (benchmarking) La solidarité sociale est assurée par des Fonds sociaux alimentés par l ensemble des consommateurs. La solidarité internationale se développe (Fonds d aide) Les opérateurs belges sont à la base d EUREAU et d Aqua publica Europea Peut-on parler d un modèle belge?

32 Questions - discussion 6. Points de discussion - perspectives Merci pour votre aimable attention et participation

33 Relatório da do à Apresentação das empresas Aquafin e Aquaplus e visita à ETE Anvers-Sud Aartselaar, BE Terça-feira, 08 Dez

34 Contatos Organização responsável Aquafin / Aquaplus Assuntos apresentados 1. Apresentação das empresas Aquafin e Aquaplus; 2. Histórico da Legislação do Saneamento na União Europeia; 3. Área de abrangência e atuação da empresa; 4. Linhas de Financiamentos e Investimentos; 5.. Indicadores operacionais e financeiros; 6. Reator de Membrana Biológica -MBR; 7. Secador Térmico de Lodo; 8. Visita a ETE Deurne; Lista de apresentadores, cargo, , fone 1. Boudewijn Van De Steene Commercial Director Aquafin - 2. Wouter De Wild Account Manager Aquaplus - 3. Herman De Schampheleare Manager International Projects tradutora 1. Anneleen Bossyn Traductrice Interprète + 32 (0) / +32 (0)

35 Relatores Nome Empresa Fone Cláudia Patricia Pereira Simões CAESB (61) Domingos Sávio Cardoso Braga CAGECE (Jaguaribe) (85) Maurício Paulo Pereira COPASA (Metropol.) (37) Nancy Miriam S Eugenio SABESP (11) Paulo Roberto da Veiga Franco SANEPAR (Curitiba Sul) (41) Rogerio Schwarzbach CORSAN (51) Tales Augusto de N Mota COPASA (35) Sr. Leitor, em caso de dúvida sobre esse relatório, entre em contato com algum dos relatores acima, informando os propósitos.

36 Aspectos da operação AQUAFIN Por determinação da regulação as ETE s não podem ser construídas em áreas rurais, tendo como consequência, a implantação das mesmas nas áreas urbanas. As ETE s são dimensionadas para atender uma demanda superior a vazão do esgoto (6 vezes). Tratando conjuntamente as águas pluviais, pequenos canais e esgoto. Minimizando assim a emissão de odores;

37 Aspectos da operação AQUAPLUS Foi apresentada a tecnologia de utilização de membranas biológicas aplicadas a reatores de tratamento de esgoto. Essa tecnologia teve inicio em 1998 na Inglaterra e em 2000 a Aquaplus construiu um reator piloto. Atualmente essa tecnologia é aplicada na industria (65 novos casos por ano) e municípios (30 a 45 novos casos por ano no mundo). Em 2008 já haviam sido construídos mais de 500 reatores, com capacidade variando entre 5 e 550 m³/hora.

38 Aspectos da operação-reator AQUAPLUS As vantagens desse sistema são: Qualidade do efluente, sistema compacto, possibilidade do reuso do efluente, aplicação em áreas com presença de águas de superfícies sensíveis e a possibilidade de aplicação em processos híbridos (convencional + reator de membrana). E as desvantagem são: Custo elevado e a falta de padronização entre os fabricantes da membrana.

39 Aspectos da operação-secador de Lodo Essa tecnologia foi utilizada para a otimização e adequação da área existente na ETE, bem como redução do volume de lodo gerado. Atualmente o lodo oriundo de ETE's não pode ser utilizado na agricultura sendo que desde 1997 é proibido o seu descarte.

40 Aspectos da operação A ETE Deurne possui sistema de tratamento do tipo lodo ativado a nível terciário, e tem como diferencial, o tratamento do lodo por meio de secagem térmica, que consiste em um silo com placas rotativas com circulação de óleo aquecido através da energia gerada pelo biogás oriundo da própria estação.

41 AQUAFIN Aspectos da gestão A Aquafin é uma empresa privada com 100% das ações pertencentes ao governo. A sua área de atuação ocorre na região flamenga da. Possui empregados e atende a 4,31 milhões de pessoas, sendo que com o tratamento dos efluentes industriais, atende o equivalente a 10 milhões de pessoas. Possui 234 ETE s, EEE's e km de rede coletora de esgoto. Está submetida a legislação Europan Water Framework Regulation (2.000) e Flemish Regulations on the Enviroment. As competências de atuação sobre as RCE e linhas tronco estão definidas por número de habitantes e a região. Possui conselho fiscalizador para assuntos econômicos e ecológicos; A tecnologia a ser aplicada no processo de tratamento de esgoto é definida em função da população atendida. Acima de habitantes seguem os padrões de qualidade da União Europeia. Na região Flamenga, população entre 200 e apenas as diretrizes municipais devem ser atendidas. Abaixo de 200 são adotadas soluções individual de tratamento;

42 Aspectos da gestão Na sua prestação de serviços destaca-se o programa denominado Menos Incomodo, que consiste em ações, quando da execução dos serviços operacionais e obras, voltadas para a proteção aos monumentos, não obstrução de acessos e programação em conjunto com a comunidade, demonstrando assim, preocupação e respeito com seus clientes; A captação de recursos para investimento são obtidos junto ao EIB (Banco Europeu de Investimento, 50% do montante) e em bancos comerciais (os demais 50%). O aval do governo não é necessário na tomada dos empréstimos. O reembolso ocorre pela regional flamenga (governo) em um período de 15 a 30 anos, desde que as instalações atendam as normas e legislações européias, com conseqüente retorno dos ativos para o governo;

43 Aspectos da gestão A empresa possui um software que calcula de forma integrada a viabilidade técnica e econômica de cada residência, para interligação na rede coletora ou implantação individual de tratamento. Os projetos são 90% terceirizados e o restante é realizado internamente como forma de retenção de conhecimento, desenvolvimento e referencial comparativo. A operação, licenciamento ambiental, aquisição e desapropriação de áreas, pesquisa e tecnologia e gestão financeira é realizada com equipe própria. A execução de obras é terceirizada.

44 Aspectos da gestão AQUAPLUS Subsidiária da Aquafin, estabelecida em 1998, com o objetivo de prestar consultoria (disseminação de tecnologias) e construção de projetos para a comunidade Européia e outros países como China e Dubai.

45 Resultados 97,80% das ETE s atendem os parâmetros exigidos pela legislação da UE; Os custos operacionais são de130 milhões de Euros a.a.; Na região Flamenga existem 4 secadores que tratam 50% do lodo gerado na região. 12% do lodo seco é utilizado para selar aterros sanitários; 35% é coincinerado para geração de energia e 53% é incinerado

46 Anexos apresentações

47 Relatório da do à Apresentação da empresa Vivaqua Tailfer, BE Quarta-feira, 09 Dez

48 Contatos Organização responsável Vivaqua Assuntos apresentados 1. Apresentação institucional da empresa Vivaqua 2. Processo de tratamento de água; 3. Visita a ETA Tailfer; Lista de apresentadores, cargo, , fone Engenheiro Ludovic Honnay Diretor de Produção tradutora Anneleen Bossyn

49 Relatores Nome Empresa Fone Aline Martins Brito CAGECE (Norte) (85) Alvimar Geraldo de Andrade COPASA (B. Horizo.) (35) Cesar Augusto Magalhães CORSAN (Canoas) (51) Fábio Albernaz Ferreira CAESB (61) Regina Aparecida A Siqueira SABESP (S.Paulo) (11) Valério Parreira COPASA (35) Sr. Leitor, em caso de dúvida sobre esse relatório, entre em contato com algum dos relatores acima, informando os propósitos.

50 Aspectos da operação VIVAQUA A VIVAQUA é a empresa responsável pelo sistema de abastecimento de água composta de produção, distribuição, manutenção interna e externa e saneamento das 3 regiões da : Bruxelas; Flanders e Wallone, principalmente em Bruxelas. A área atendida compreende uma população de aproximadamente 10 milhões de habitantes sendo necessária uma produção anual, para atendimento da demanda, de 134,6 milhões de metros cúbicos (2008).

51 Planta de Atuação VIVAQUA A VIVAQUA possui 26 pontos de captação de água localizados em 1.500ha de proteção ambiental, 6 setores de distribuição em Bruxelas e 4 setores de saneamento.

52 Planta de Atuação VIVAQUA Essa produção é transportada por uma tubulação com diâmetro variando entre 900 e mm, com extensão de aproximadamente 45 km. A água produzida é recalcada para 3 reservatórios, sendo dois apoiados de 15 mil metros cúbicos e um elevado de 50 mil metros cúbicos. A distribuição é realizada através de 500 km de redes de abastecimento.

53 Aspectos da operação Visando garantir a população atendida e a novos clientes, está prevista uma ampliação do sistema para a região sul de Bruxelas em 230km de adutoras, 4.500km de rede de distribuição e 310 mil novas ligações. O sistema de esgotamento sanitário é composto de 65km de coletores troncos, 2.000km de redes coletoras, 2 ETEs, atendendo 360 mil habitantes e tratando 23,1 milhões de metros cúbicos de águas servidas por ano (2008). A VIVAQUA presta 5 serviços aos municípios da Região de Bruxelas: Gestão de bacias e redes de esgoto Gestão hidráulica de esgoto Exploração de rede de esgoto Gestão integrada de rede de esgoto Gestão de águas pluviais (controle de enchentes)

54 Aspectos da operação ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ÁGUA DE TAILFER Localizada na região sul de Bruxelas, a margem direita do Rio Mess, ocupa uma área de 10km2. A ETA foi implantada entre os anos de 1969 e 1976 para solucionar os problemas de abastecimento de água na região. O início da operação deu-se em A ETA é do tipo convencional, com capacidade de tratamento da ordem de 400 mil m3/dia. Opera atualmente na faixa de 120 a 240 mil m3/dia.

55 Aspectos da operação CAPTAÇÃO Superficial com duas tomadas diretas de 800mm no Rio Mess, sendo uma a 4 metros de profundidade (fundo do rio) e outra reserva, estando esta a 2 metros acima da principal. Periodicamente é realizada uma descarga de ar na tomada principal com intuito de realizar a limpeza de sedimentos acumulados.

56 Aspectos da operação O sistema de captação é composto de dois gradeamentos, sendo o primeiro com 30mm e o segundo de 2mm. Para a limpeza do sistema de gradeamento, conforme acima descrito, é complementado com a lavagem do gradeamento fino (2mm) através de jato d água em alta pressão. ESTAÇÃO ELEVATÓRIA DE ÁGUA BRUTA Tem a finalidade de recalcar a água captada no Rio Mess para a ETA, cuja capacidade instalada é de três conjuntos motor-bombas, sendo um reserva. Essa unidade é totalmente automatizada com as demais unidades da estação.

57 Aspectos da operação ADUTORA DE ÁGUA BRUTA Tem a finalidade de interligar a EEAB a ETA através de duas tubulações em aço com diâmetro de 800mm, com extensão de 290m. ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ÁGUA Composta de floculadores, decantadores e filtros. Seu diferencial é que a água recebe no início do processo de tratamento uma carga de ozônio, produzido na própria unidade, com objetivo de reduzir a concentração bacteriológica existente na água bruta e auxiliar no processo de floculação.

58 Aspectos da operação ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ÁGUA Na floculação, devido ao alto ph, é necessário a dosagem de ácido sulfúrico, seguido de sulfato de alumínio líquido e sílica ativada. No sistema de decantação, a água é distribuída de forma equalizada nos tanques, onde, através de um processo de pulsação, é formado o lodo que fica estabilizado em uma faixa.

59 Aspectos da operação ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ÁGUA Após a decantação, a água é recalcada para ser realizada a primeira filtragem, sendo os filtros compostos por uma camada de 80cm de carvão ativado e 40cm de areia. A seguir, é realizada a desinfecção através de um novo processo de ozonização, onde o residual é eliminado pela dosagem de bisulfito de sódio para evitar que na pós filtragem o ozônio comprometa o tratamento biológico.

60 Aspectos da operação Após a segunda filtragem, a correção do ph é feita com a adição de soda cáustica, elevando o ph a 8,0 UTH. Para garantir a ausência de bactérias ao longo da distribuição é realizada a aplicação de 0,2 mg/litro de cloro. A turbidez final da água tratada na Unidade de Tailfer é de 0,025 a 0,049 UTH. Cabe ressaltar que o sistema de pós filtração foi uma decisão da VIVAQUA, pois apenas com a primeira filtragem a água distribuída já atende as exigência legais da Comunidade Européia.

61 Aspectos da operação Para evitar a contaminação do manancial, é realizada a secagem do lodo oriundo da Unidade sendo produzidas placas que são utilizadas no adicionamento da produção de concreto como agregado fino. Todo o processo de tratamento possui um custo de 0,80 / m3 de água produzida. Para uma redução do custo de processo, é utilizado a tarifação horo-sazonal (22 às 6hs) de energia elétrica, o que significa uma redução de 50% do custo do kwh.

62 Aspectos da gestão e Resultados Todo o processo de tratamento possui um custo de 0,80 / m3 de água produzida. Para uma redução do custo de processo, é utilizado a tarifação horo-sazonal (22 às 6hs) de energia elétrica, o que significa uma redução de 50% do custo do kwh.

63 Relatório da do à SPGE Os serviços públicos de água e esgoto na região da Valônia Liège, BE Quinta-feira, 10 Dez

64 Contatos Organização responsável Société Publique de Gestion de l Eau SPGE La Societé Wallone des Eaux Assuntos apresentados 1. Diretrizes européias 2. Os operadores públicos da gestão da água 3. Outras estruturas envolvidas na gestão da água 4. Solução da empresa Eloy Water para tratamento de esgoto em pequenas comunidades Lista de apresentadores, cargo, , fone Lista de outros contatos, cargo, , fone 1. Jean-Luc Martin, Presidente do conselho de administração 2. Eric Van Sevenant, diretor da La Société Wallone des Eaux 3. Philip Martin(?), gerènt des opèrations 3. Dominique Chibel, Comercial Engineer da Eloy Water,

65 Relatores Nome Empresa Fone Cláudio Vieira Oliveira SABESP (Butantã) (11) Edimar Manoel de Oliveira SABESP (Tab. Serra) (11) Glazileu Gloria Aragonês CORSAN (Viamão) (51) Jamile Maia Braide CAGECE (Ouest) (85) Luis Carlos Pereira Lopes SABESP (S. Amaro) (11) Messival José Mendes CAESB (Prod.Água) (61) Sérgio da Costa Ramos COPASA (B H. NE) (31)

66 Aspectos da gestão A empresa Société Wallone des Eaux Empresa pública, que atende a 67% da população da região de Valônia, com produção e distribuição de água, incluindo tratamento e destinação final dos resíduos A empresa Société Publique de Gestion de l Eau - SPGE Empresa pública, que financia e coordena os serviços de coleta e tratamento de esgoto, e delega à sete empresas intermunicipais privadas a operação dos sistemas

67 Aspectos da gestão. Atende às diretrizes européias e às legislações regionais, sujeito a penalidades rigorosas. O setor está se reestruturando progressivamente. A gestão é pública, reforçada ano a ano, com base no código da água, que determina: A água faz parte do patrimônio comum da região Valônia Dos operadores públicos da gestão da água: Três tipos de gestão de serviços na região de Valônia: um operador regional (SWDE), atendendo 67% da população dez intermunicipais, atendendo 27% da população e indústrias quarenta e dois serviços municipais, atendendo 6% da população A tarifação deve se basear na diretriz que define a recuperação de todos os custos ligados à utilização da água, investimentos e para proteção do meio ambiente

O sistema ora descrito apresenta as seguintes unidades operacionais: O sistema conta com dois mananciais, ambos com captações superficiais:

O sistema ora descrito apresenta as seguintes unidades operacionais: O sistema conta com dois mananciais, ambos com captações superficiais: 3.8 SÃO JOÃO NEPOMUCENO Projeto Preparatório para o Gerenciamento dos Recursos Hídricos do Paraíba do Sul A Companhia de Saneamento de Minas Gerais - COPASA, é o órgão responsável pela operação e manutenção

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