NATAL PLURAL: TRADIÇÕES CULTURAIS ENTRE O GLOBAL E O LOCAL

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1 DOI: /4cih.pphuem.358 NATAL PLURAL: TRADIÇÕES CULTURAIS ENTRE O GLOBAL E O LOCAL Renato Riffel 1 Partindo da análise de algumas tradições culturais existentes nas regiões de imigração alemã do Vale do Itajaí-Mirim pretende-se tecer algumas considerações sobre a influência do processo de globalização na reestruturação dessas tradições. Tomaremos para estas análises as formas de representação, rearranjos e resignificações perpassadas por um personagem presente nas comemorações do natal nessas regiões, o Pelznickel, tomando como área de estudo a região em que hoje fica situado o município de Guabiruba. Para as reflexões neste artigo foram colhidos depoimentos de 6 pessoas de ambos os sexos com idades entre 35 a 56 anos, todas nascidas e que ainda mantém domicílio na rua Guabiruba Sul. Esta área, localizada no município de Guabiruba, em Santa Catarina, tem grande concentração de imigrantes alemães, e foi por muito tempo uma localidade onde prevaleceu a atividade rural como forma de subsistência. A coleta dos relatos teve como suporte metodológico determinados instrumentos da história oral, fazendo-se uso da pesquisa qualitativa e de entrevistas temáticas. Para DELGADO (2006), a história oral é: um procedimento metodológico que busca, pela construção de fontes e documentos, registrar através de narrativas induzidas e estimuladas, testemunhos, versões e interpretações sobre história em suas múltiplas dimensões: factuais, temporais, espaciais, conflituosas, consensuais. (DELGADO, 2006:15). Para a autora, a pesquisa qualitativa tem como característica fundamental a singularidade e a não-compatibilidade com generalizações, possibilitando recuperar memórias locais, comunitárias, regionais, étnicas, de gênero, nacionais, entre outras, sob diferentes óticas e versões, permitindo ainda a associação entre acontecimentos da vida pública e da vida privada. Já as entrevistas temáticas se referem a narrativas de experiências e processos específicos vividos ou testemunhados pelos entrevistados. A colonização do Vale do Itajaí-Mirim teve início em 1860, data da fundação da colônia e da chegada dos primeiros imigrantes vindos da Alemanha, chegando mais tarde os colonos de origem italiana e polonesa. Esses imigrantes estabeleceram-se na área geográfica

2 4678 que atualmente compreende os municípios de Brusque, Guabiruba, Botuverá e Vidal Ramos, 2 nem sempre ocupando áreas específicas conforme a sua procedência. Na região que hoje compreende o município de Guabiruba 3, a ocupação seguiu esse mesmo padrão nãohegemônico de assentamento das famílias, criando pequenas áreas de convívio entre as famílias que emigravam de uma mesma localidade, onde a preservação da língua alemã e algumas tradições puderam ser reavivadas. Estas tinham a função de servir como agentes aglutinadores das identidades tidas como alemãs, servindo como âncoras simbólicas para gente dispersa, como nos mostram FERGUSON e GUPTA (2000, p. 36). Para esses autores, os imigrantes usam a memória do seu lugar de origem para construir imaginativamente seu novo mundo, permanecendo a sua terra natal como um símbolo unificador poderoso para povos deslocados. Dessa forma, mesmo partilhando a ocupação da região com imigrantes italianos e poloneses, a afirmação das antigas tradições serve como fator unificador de identidades. Algumas destas tradições acompanharam esses imigrantes para as terras do novo mundo. No Natal, por exemplo, enfeitava-se o pinheiro, faziam-se doces cobertos com glacê e açúcar cristal colorido, e entoavam-se cânticos natalinos. Outra tradição, objeto de análise deste artigo, era a figura do Pencenickel (Pelznickel 4, no original alemão), que usando máscara e roupa escura trazia correntes para prender e bater nas crianças mal-comportadas. Sua origem remonta à Antiguidade clássica, quando em dezembro as pessoas se ocupavam de expulsar os demônios do inverno e evocar a luz do sol e a fertilidade. 5 Depois de cristianizados estes ritos deram origem à figura de São Nicolau que é bom e traz presentes, e de seu ajudante mau, o Pelznickel, que auxilia os pais na educação das crianças. Logicamente estas tradições sofreram algumas alterações ao serem transportadas para as novas áreas de habitação, tanto pelas diferenças geográficas encontradas como pelo contato com outros grupos de imigrantes e populações que já estavam estabelecidas nos arredores das áreas ocupadas 6. Mas, segundo o depoimento dos moradores da localidade estudada, tanto as vestimentas como o hábito de castigar as crianças mal comportadas prosseguem praticamente inalteradas até meados da década de 1970, período este em que a tradição do Pelznickel começa a desaparecer gradualmente, até a sua completa extinção. Os depoimentos revelam também que até esta década a figura do papai-noel bondoso, de roupas vermelhas, gorro e saco de presentes não fazia parte das comemorações do natal. Este começa a aparecer gradualmente a partir dos anos 70, primeiro nas lojas situadas em Brusque, e depois fazendo aparições esporádicas pelas ruas da Guabiruba, sendo visto com maus olhos pela comunidade

3 4679 local. Mas, com o passar dos anos, a substituição foi inevitável: sai de cena o Pelznickel que simbolizava as antigas tradições; entra em cena o Papai Noel, símbolo dos novos tempos. Essa substituição das antigas tradições pela novidade coincide com a reestruturação econômica do município de Guabiruba, pois, é nesse período que a grande maioria da população deixa as atividades rurais e passa a depender economicamente das indústrias existentes na cidade de Brusque 7. Segundo FEATHERSTONE (1994, p. 13) as mudanças na economia mundial ocorridas na década de 1970 e 1980, cujos reflexos também podem ser vistos na região estudada, são caracterizadas por uma nova fase do capitalismo, em que a globalização do capital proporcionou também uma inter-relação cultural, promovendo a interação de diversas culturas através do intercâmbio de fluxos culturais globais. A reestruturação no modo de vida das populações rurais da região pode ser vista nos relatos de NIEBUHR 8 em seu trabalho sobre a memória operária de Brusque: nas atividades sociais, tanto no meio rural como no urbano, os jovens operários procuram seguir os padrões ditados pela moda, mesmo que distantes dos grandes centros urbanos. RUFFAT 9 analisando as modificações do vestuário, já a partir da década de 1950, entre as populações mais jovens, observa que estes começam a aceitar e absorver novos hábitos motivados principalmente pelos meios de comunicação, pela cultura do consumo vinda dos EUA, e pelo distanciamento, mesmo que periódico, do meio rural no momento em que ingressavam no trabalho fabril. Podemos traçar um paralelo destes relatos com os escritos de WARNIER (2000, p.26) que em seu trabalho sobre a mundialização da cultura observa como as sucessivas revoluções industriais dotaram os países desenvolvidos de máquinas para fabricar produtos culturais e de meios de difusão extremamente potentes para divulgá-los. O autor também observa como os fluxos midiáticos, financeiros, mercantis, migratórios e tecnológicos se intensificaram a partir da década de 1970, configurado um encontro entre as culturas locais enraizadas de longa duração e os bens e serviços colocados no mercado e globalizados por sistemas de trocas e de comunicação de grande capacidade. No entanto, WARNIER assinala que a intromissão dessas novas culturas mundiais ocasionam conflitos, transformando ou até mesmo destruindo as culturas-tradições. Os argumentos de WARNIER encontram eco se analisarmos o que ocorreu em Guabiruba: podemos observar como um elemento da tradição natalina, o Pelznickel, presente por muito tempo entre as comunidades rurais de imigrantes de origem alemã na região desapareceu das festividades do natal em meados da década de No entanto, não podemos pensar que o processo de globalização produziu uma homogeneização da cultura, nem que esse processo levará as culturas do mundo inteiro a convergirem em direção a um modelo único. Alguns autores, como o próprio WARNIER

4 4680 (2000, p.35) indicam o fracasso dessas teorias, apontando a humanidade como uma máquina capaz de produzir clivagens sociais, reservas de grupos, distinção cultural, modos de vida e de consumo muito diversos, ou seja, uma máquina que produz diferenças culturais. HALL (1999, p.78) também indica a improbabilidade de que a globalização destrua as identidades tanto locais como nacionais. Ao invés disso, o autor propõe pensar numa articulação entre o global e o local, onde provavelmente são produzidas novas identificações. HALL (1999, p.84) aponta ainda a possibilidade de que a globalização possa levar a um fortalecimento das identidades locais ou à produção de novas identidades como forma de uma reação defensiva dos grupos que se sentem ameaçados por outras culturas. FEATHERSTONE (1994, p.8) também aponta para a diversidade, a variedade e a riqueza dos discursos populares e locais em detrimento das teorias que apresentam a homogeneização da cultura imposta pelo o imperialismo cultural e a americanização da cultura. É nesse ponto que podemos falar do retorno da figura do Pelznickel para as comemorações do Natal na cidade de Guabiruba. A partir do final da década de 1990, dois grupos culturais 10 existentes na cidade utilizam o personagem para conceber algumas apresentações para os festejos de natal. Segundo os depoimentos colhidos, a figura do Pelznickel é reproduzida com perfeição, como nos velhos tempos, diz uma das entrevistadas. No entanto, ele não utiliza mais correntes e varas para castigar as crianças mal comportadas e nem procura assustá-las, mas procura ter uma relação de amizade com as crianças. Outro fato novo é a presença do Papai Noel (aquele mesmo, de roupas vermelhas, gorro e saco de presentes) dividindo palcos e ruas com o Pelznickel em apresentações dos grupos culturais nas festividades do Natal, como observamos nas fotos que seguem:

5 4681 Figura 01: Pelznickel e Papai Noel Guabiruba/SC - Natal de 2007 Fonte: acervo do autor. Figura 02: Pelznickel - Guabiruba/SC - Natal de 2007 Fonte: acervo do autor. Dessa forma, voltando a citar WARNIER (2000 p.119), podemos perceber que a erosão das culturas é limitada, ou seja, nem sempre a hegemonia cultural exercida pelos países industrializados consegue fazer desaparecer as culturas locais. Por outro lado,

6 4682 FEATHERSTONE (1994, p.7) aponta que esses processos de integração e desintegração cultural muitas vezes transcendem as unidades das sociedades estatais, ocorrendo a nível transnacional ou trans-social. Nesse sentido, caberia aos grupos culturais da cidade de Guabiruba o papel de instância intermediária entre o poder público e a população no resgate das tradições do passado, já que as mesmas não possuem vínculos com o sistema oficial das políticas culturais do município. Ao que parece, segundo HALL (1999, pg.87), a globalização tem como efeito, muito mais do que homogeneizar a cultura, promover o deslocamento e a contestação das identidades centradas e fechadas das culturas, de onde emergem identidades culturais que não são fixas. Dessa forma, a tradição do Pelznickel que reaparece em Guabiruba no final da década de 1990 mostra-se reconfigurada pelos processos de uma sociedade globalizada, sem, no entanto, fazer desaparecer por completo as antigas tradições. Revelando o fortalecimento de identidades locais como forma de reação ao processo de homogeneização da cultura, produz identidades plurais e diversas como novas formas de identificações. NOTAS FINAIS 1 Aluno do Mestrado em História do Programa de Pós-Graduação em História (PPGH) do Centro de Ciências Humanas da Educação (FAED) da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), orientado pela professora Dra. Mara Rúbia Sant Anna. 2 SEYFERTH, Giralda. A colonização alemã no vale do itajaí-mirim. p O Município de Guabiruba emancipou-se de Brusque no ano de Neste artigo manteve-se a grafia do original alemão, já que o termo apresenta corruptela e no falar popular aparece como Pencenickel ou Penceniquel. 5 RENAUX, Maria Luíza. O outro lado da história: o papel da mulher no vale do itajaí p A primeira alteração na figura do Pelznickel na nova região, e a mais visível, é a modificação do seu vestuário. Se na tradução literal do nome em alemão se encontra os indícios de como se vestia na antiguidade (Pelznickel significa Nicolau de pelego), na localidade de Guabiruba ele aparece vestido com várias camadas de folhagens amarradas junto ao corpo (geralmente folhas de palmitos), utilizando ainda máscara, galhos e chifres para completar a caracterização. Essa forma de vestir parece ter sido utilizada pelas pessoas que incorporavam o personagem já nos primeiros anos de assentamento das famílias de imigrantes alemães nessa localidade, segundo depoimentos de alguns antigos moradores. Provavelmente a abundância da vegetação nativa e o calor dos trópicos tenham propiciado o abandono das roupas dos pelegos. 8 A cidade de Brusque, no início da década de apresentava uma população aproximada de pessoas, contando com um parque industrial de 80 fábricas, 245 casas comerciais, ocupando na época o 4º lugar na arrecadação estadual. Aparelhos de televisão e rádio já eram comuns na época. Para obtenção destes dados foram usados tanto documentos oficiais emitidos pelos órgãos públicos, como também algumas publicações, de cunho menos formal, impressos pela prefeitura municipal juntamente com a secretaria de turismo. 9 NIEBUHR, Marlus. Ecos e sombras: Memória operária em Brusque-SC na década de 50. p. 104/ RUFFAT, Michèle. Modapalavra. p O Grupo de Canto Chuê-Chuá está ligado à liturgia católica da Rua Guabiruba Sul. A Associação Artístico e Cultural São Pedro, com sede na Rua São Pedro em Guabiruba, é um grupo de teatro e dança que procura resgatar as tradições germânicas na cidade. Esses dois grupos culturais não apresentam vínculos com as instituições culturais oficiais do município de Guabiruba.

7 4683 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS DELGADO, Lucilia de Almeida Neves. História oral: memória, tempo, identidades. Belo Horizonte: Autêntica, FEATHERSTONE, Mike (org.). Cultura global (nacionalismo, globalização e modernidade). Petrópolis: Vozes, HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade. Rio de Janeiro: DP&A, NIEBUHR, Marlus. Ecos e sombras: memória operária em Brusque-SC na década de 50. Itajaí: Editora da Universidade do Vale do Itajaí, RENAUX, Maria Luiza. O outro lado da história: o papel da mulher no Vale do Itajaí Blumenau: Editora da FURB, RUFFAT, Michèle. Modapalavra. Florianópolis: Editora Insular, SEYFERTH, Giralda. A colonização alemã no Vale do Itajaí-Mirim: um estudo de desenvolvimento econômico. Porto Alegre: Editora Movimento, WARNIER, Jean-Pierre. A mundialização da cultura. Bauru: EDUSC, 2000.

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