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1 Departamento Acadêmico Segundo Boletim de física e Espiritualidade ( Com texto inicial sobre aborto escrito pela Dr. Marlene Nobre)

2 Vida: um bem indisponível Marlene Nobre Em meu livro A Vida contra o Aborto (Editora FE, 2005) procurei reunir, principalmente, os argumentos científicos contra o aborto intencional. De início, ressaltei exatamente isso, que os principais argumentos não são religiosos, mas estão ancorados na ciência. Aliás, devemos acentuar que a ciência não é religiosa nem atéia, e que, ao contrário do que se imagina, boa parte dos cientistas acredita na existência de um Ser Supremo. Afirmo que nós, os contra o aborto, somos pacíficos. Nosso pendor não é para contendas, por isso, vamos nos manter à margem das batalhas radicais que costumam envolver grupos extremistas pró e contra o aborto, preferindo o livre e saudável debate das idéias, com pleno respeito às convicções alheias. O que se precisa acentuar é que, se é legítimo trazer à baila argumentos religiosos para contra-arrestar argumentos materialistas, os médicos que se dispõem a lutar pela vida podem, até mesmo, deixar à margem suas crenças pessoais para demonstrar, através de argumentos científicos, e não de suposições, que a vida não só é um bem indisponível, mas que há vida indisponível no feto. Consideramos esta uma questão básica em todas as questões bioéticas. O pluralismo democrático diz respeito à convivência de opiniões, comportamentos e posições ideológicas distintas no seio de uma comunidade, porém não à prática de delitos em seu nome. Nosso ponto de partida é: a vida é um bem indisponível. A defesa dessa tese, no caso do tema do aborto, leva à seguinte questão: Onde começa a vida? Para resolvê-la, é indispensável todo o concurso que a Ciência puder nos oferecer, ainda que ela não tenha as respostas a todos os quesitos. Sendo a vida um bem inalienável, atentar-se contra ela, seja em que fase for, é crime. Além disso, sendo possível demonstrar que o embrião tem vida, não haveria heresia maior do que se considerar o aborto um direito da mulher. Cairia, automaticamente, por terra, sua propalada autonomia para decidir quanto à interrupção da gravidez. A nosso ver, as consciências humanas têm um compromisso fundamental com a verdade, por isso devem mergulhar fundo no estudo do extraordinário fenômeno da vida, em busca do seu real significado, sem aceitar o raciocínio dogmático reducionista, que tenta encarcerá-lo num mero jogo de palavras, ao invés de discutir as inúmeras incógnitas para as quais o materialismo não tem respostas. Inserimos, aqui, de forma resumida, as pesquisas e descobertas da ciência no que diz respeito à vida e ao seu significado: Razões para ser contra o aborto Há quem diga que o aborto é um direito da mulher. Não existe engano maior. Tirar a vida de alguém é crime. A mulher, tanto quanto a equipe médica, o Estado, ou o companheiro, não tem esse direito. O artigo 5º da Constituição Brasileira garante a inviolabilidade do direito à vida, defendendo-o como bem fundamental do ser humano. É certo que o artigo 4º afirma que a personalidade civil do homem começa no nascimento com vida, mas a lei põe a salvo que ela deve ser defendida desde a concepção (Código Civil, Lei Federal 3.071). E mais, a Convenção Americana sobre Direitos Humanos, celebrada na Costa Rica, em 22 de novembro de 1969, deixou claro, no chamado Pacto de São José da Costa Rica, assinado por inúmeros países, entre os quais o Brasil, que esse direito deve ser protegido, desde o momento da concepção. Assim sendo, qualquer projeto de lei em prol da legalização do aborto, que tramite no Parlamento brasileiro, é, antes de tudo, inconstitucional. A Lei Maior de

3 nosso país espelha, portanto, a vocação pacífica do nosso povo, uma vez que este, em sua imensa maioria, já se manifestou contrariamente ao aborto. Ao lado dos argumentos jurídicos, existem razões científicas muito fortes contra o aborto, como analiso nos meus livros, A Vida contra o Aborto (Editora FE, 2005) e O Clamor da Vida (Editora FE, 2000) Aprendemos, nos melhores tratados de Embriologia, que a vida é um continuum que vai do zigoto (célula-ovo) ao velho, sem solução de continuidade. Ainda que existam vozes discordantes, este é um forte argumento científico em favor do respeito à vida desde a concepção. Mas não é o único, há muito mais. Embora concordemos com alguns fundamentos da Teoria neodarwinista da evolução das espécies, constatamos que ela tem muitas falhas. A principal delas é ancorar no acaso as explicações da evolução. Recentemente, estudos bioquímicos da célula revelaram que há, nela, um arranjo intencional das partes, com indícios claros de que foi planejada. Essas e outras pesquisas científicas têm apontado para a existência de um Planejador Inteligente, o Grande Doador a quem denominamos Deus. E a mulher que recebeu do Ser Supremo a missão transcendente de gerar vidas, comumente, não se deixa aprisionar pela visão hedonista que impera no mundo. Sobretudo, quando ela vê as imagens do filho em gestação - o coraçãozinho começa a bater já nas três primeiras semanas - ela não pensa em aborto. O que a gestante precisa é de amparo à maternidade, de esclarecimentos quanto ao uso de métodos anticoncepcionais confiáveis e de vias fáceis de acesso a eles, para que possa planejar sua família. Uma sociedade organizada, segundo as leis de Deus, obrigatoriamente, deve ter o amor na sua base de sustentação. Entre outras ações, tem o dever de cuidar da educação de crianças e jovens, dar todo o apoio à maternidade e à paternidade responsáveis, além de cuidar dos que trabalharam uma vida toda e têm de ser amparados na velhice. A sociedade que apela para o aborto, declara-se falida em suas bases educacionais, porque dá guarida à violência no que ela tem de pior, que é a pena de morte para inocentes. Compromete, portanto, o seu projeto mais sagrado que é o da construção da paz. Dez respostas contra o aborto 1) A vida de um novo ser tem início na célula-ovo e prossegue, sem parar, em um movimento continuo embrião, feto, criança, adulto, velho - até o final da existência física. De modo algum, o embrião pode ser considerado um amontoado insignificante de células, que pode ser descartado em qualquer tempo. Todo o padrão de desenvolvimento do novo ser está contido na célula-ovo ou zigoto que comanda com perfeição todo o mecanismo regulador da embriogênese. 2) A célula-ovo tem DNA próprio, fruto da união do gameta masculino com o feminino. Recebe, é obvio, os genes da mãe, mas seu genoma é bem diferente. A mãe hospeda o novo ser, mas o feto não faz parte intrínseca do seu corpo. 3) Para não ser expulso como corpo estranho pelo sistema de defesa do organismo materno, o feto produz substâncias que o mantêm vivo, durante a gestação, estabelecendose um acordo tácito entre hóspede e hospedeira. Prova cabal de que são dois seres distintos. 4) Estudos realizados desde a década 1970 sobre psiquismo fetal demonstram que a memória está presente, antes da formação do cérebro, desde o início da gestação, e que o embrião é capaz de comandar sua própria mente, adaptar-se e adequar-se a situações novas. 5) O embrião tem, portanto, vida própria, independente da mãe. De forma alguma, o aborto pode ser considerado um direito da mulher. Nem ela, nem ninguém tem o direito de decidir se o feto vive ou morre, porque a vida é um bem indisponível. 6) A ciência não explica como uma célula unidimensional (zigoto) produz um bebê tridimensional. Não sabe, portanto, quais os processos que regulam os embriões. 7) O acaso não explica a vida. Dois físicos conceituados, Igor e Grichka Bogdanov, juntamente com matemáticos do CERN, o mais importante Centro de Pesquisas da Europa

4 em Física das Altas energias, demonstraram que é impossível juntar em uma célula, por acaso, as duas mil enzimas de que ela tem necessidade para funcionar. 8) Embora sejam verdadeiras, de fato tenham ocorrido, as mutações e a seleção natural são insuficientes para explicar a evolução das espécies. O acaso, por si só, não tem o poder de organizar e conduzir. A evolução das espécies deu-se de forma ordenada, obedecendo a um projeto altamente inteligente, desde as bactérias e amebas até o ser humano. 9) O ser vivo é uma ilha de organização em meio ao caos. Uma célula tem arranjo inteligente das partes. Ela foi planejada. 10) O aborto é uma das formas mais violentas de violência, porque o ser em formação não tem como se defender. * Marlene Nobre é médica ginecologista, presidente das associações médicoespíritas do Brasil e Internacional e autora dos livros A Vida contra o Aborto e O Clamor da Vida. BOLETIM 02 FÍSICA E ESPIRITUALIDADE Prof. MARCUS VINÍCIUS AMEABC Novembro/11 Olá queridos amigos. Após termos tido algum contato com uma descrição bem geral do que pretendemos com esses boletins e de algumas definições bem gerais, tudo discutido no boletim 01, continuemos nossos estudos de Física Clássica. Hoje veremos um pouco de Ondulatória. Talvez você ache isso tudo uma grande revisão do ensino médio: se isso ocorrer, será ótimo. Essas informações serão valiosas quando tentarmos construir pontes entre nossos conhecimentos de Física e os fenômenos espirituais. Caso tudo isso seja novidade para você, tudo certo: o texto foi escrito tentando deixar o mais claro possível os conceitos necessários. Espero que apreciem. INTRODUÇÃO

5 A compreensão de fenômenos ondulatórios é extremamente importante. Os amigos espirituais sugerem que o Universo é composto por vasta gama de emanações ondulatórias, variando em frequência vibratória. Em Céu e Inferno, os espíritos afirmam que: Por toda a parte, a vida e o movimento: nenhum canto do Infinito despovoado, nenhuma região que não seja incessantemente percorrida por legiões inumeráveis de Espíritos radiantes, invisíveis aos sentidos grosseiros dos encarnados, mas cuja vista deslumbra de alegria e admiração as almas libertas da matéria. O Céu e o Inferno Página 34. FEB, 18ª edição. Continua André Luiz no capítulo Ondas e Percepções, dizendo que: Em seguida a esforços persistentes de muitos Espíritos sábios, encarnados no mundo e patrocinando a evolução, a inteligência do século 20 compreende que a Terra é um magneto de gigantescas proporções, constituído de forças atômicas condicionadas e cercado por essas mesmas forças em combinações multiformes, compondo o chamado campo eletromagnético em que o Planeta, no ritmo de seus próprios movimentos, se tipifica na Imensidade Cósmica. Nesse reino de energias, em que a matéria concentrada estrutura o Globo de nossa moradia e em que a matéria em expansão lhe forma o clima peculiar, a vida desenvolve agitação. E toda agitação produz ondas. Uma frase que emitimos ou um instrumento que vibra criam ondas sonoras. Liguemos o aquecedor e espalharemos ondas caloríficas. Acendamos a lâmpada e exteriorizaremos ondas luminosas. Façamos funcionar o receptor radiofônico e encontraremos ondas elétricas. Em suma, toda inquietação se propaga em forma de ondas, através dos diferentes corpos da Natureza. Mecanismos da Mediunidade Página 10 A compreensão dos fenômenos ondulatórios, como afirmam os espíritos que têm trabalhado para nosso aprimoramento moral, constitui importante alicerce para o entendimento das forças misteriosas que jazem em nosso Universo. Falaremos de muitas radiações conhecidas, mas, conforme veremos em boletins futuros, reside em radiações ainda indetectáveis pela ciência humana a explicação de muitos fenômenos relacionados à ação do espírito. Fenômenos que, em seu devido tempo, serão revelados para que, à medida que formos descortinando esse véu do desconhecido, nos assombremos cada vez mais como a magnanimidade do Criador. 1. UM POUCO DE ONDULATÓRIA

6 A fim de que possamos compreender com precisão a descrição que faremos de alguns fenômenos espirituais, sernos-á necessário estudar alguns conceitos relativos à Ondulatória, parte da Física Clássica que estuda os fenômenos relacionados com a propagação de ondas e suas características. Como exemplo, temos o som: veremos que o som é uma onda que necessita de um meio para caminhar. Quem nunca ouviu, por exemplo, alguém gritar e ouvir o eco? Explicações de fenômenos assim são dadas pela Ondulatória. Figura 4: Emissão de onda sonoras por um morcego e sua reflexão (eco) (vidaselvagem.spaceblog.com.br) 2. CLASSIFICAÇÃO DAS ONDAS Podemos classificar uma onda segundo vários critérios. Por questões de necessidade, ater-nos-emos apenas à classificação quanto à natureza. Nesse sentido, as ondas podem ser classificadas como mecânicas (precisam de um meio material para se propagar), ou em eletromagnéticas (não requerem um meio material para sua propagação, deslocandose, portanto, também no vácuo). Vejamos o quadro abaixo com as características principais, além de exemplos. Classificação das Ondas quanto à Natureza Mecânica Eletromagnética Características Precisam de meio material para se propagar Não requerem meio material para se propagar, deslocando-se no vácuo (300000km/s) Exemplos conhecidos Som, pulso em uma corda Luz, calor, r-x, r- etc

7 Tabela 2: Classificação das Ondas Por ora, centremos nossa atenção nas ondas eletromagnéticas, fundamentais para a compreensão de alguns fenômenos espirituais. Essas ondas recebem esse nome porque são compostas por dois campos, um elétrico e uma magnético, que vibram em direções que formam 90º (chamamos de direções perpendiculares). Figura 5: Campos magnéticos oscilando perpendicularmente em uma inda eletromagnética Essas ondas eletromagnéticas se propagam no vácuo, com uma velocidade de km/s (maior velocidade possível de propagação). Mudando o meio, entretanto, essa velocidade se altera, sendo, quase na maioria das vezes, menor. Como exemplo, sabemos que, na água, a velocidade da luz cai para cerca de km/s. Quando falamos de ondas eletromagnéticas, em geral falamos de luz. É importante, entretanto, perceber que a luz visível não é a única forma de onda eletromagnética. Existem muitas outras que conhecemos, sendo o conjunto conhecido por espectro eletromagnético. Vejamos a figura a seguir. Figura 6: Espectro eletromagnético (www.sobiologia.com.br/.../ondas4.php) A princípio, deixemos os números que aparecem na figura a parte. Discutiremo-los posteriormente. O que percebemos é que o que chamamos de ondas eletromagnéticas é constituído de uma ampla gama de variedades de radiações: r-x (muito usado na medicina), a luz visível (a parte do espectro que temos acesso com a visão), a radiação infravermelha (que, em linguagem comum, é o que chamamos de calor), microondas, as ondas de rádio (que não devem

8 ser confundidas com as ondas sonoras que escutamos no rádio ou MP4. Essas últimas são ondas sonoras e, portanto, mecânicas). Figura 7: Espectro eletromagnético com destaque ao espectro visível (o que chamamos em linguagem comum de cores) (efeitoazaron.com/2007/04/24/20/) O que todas essas radiações têm em comum é o fato de que, além de serem compostas pelos já mencionados campos elétricos e magnéticos, propagam-se, no vácuo, a km/s. Mas, então, no que diferem? O que torna, por exemplo, uma onda de r-x diferente da onda de microondas? E, por exemplo, azul e vermelho: ambas sendo constituintes do espectro visível, o que faz com que veja uma delas como azul e a outra como vermelho? Para que possamos responder a essas questões, façamos um breve estudo matemático acerca das ondas e seus principais elementos. 2.1 Estudo Matemático de Ondas A) Conceitos Básicos Vejamos na figura a seguir o esquema geral de duas ondas se propagando.

9 Figura 8: Esquema geral de duas ondas se propagando Em ambas as ondas, observa-se que oscilam para cima e para baixo em torno de uma linha horizontal central. A essa linha chamaremos de posição de equilíbrio. Digamos que uma onda oscile 1m para cima e 1m para baixo dessa posição de equilíbrio. Nesse caso, temos a chamada amplitude da onda, que é o quanto ela oscila para cima ou para baixo, a partir da posição de equilíbrio. A energia que uma onda carrega é proporcional a essa amplitude, de modo que, para efeitos de comparação, digamos que uma onda A tenha amplitude 2m e outra B, 1m. Se ambas as ondas forem provenientes de fontes de potência 100W e 50W, podemos dizer que a de amplitude 2m equivale à emissão da fonte de 100W, enquanto que a de 50W, à de 1m. No caso de uma onda sonora,, se considerarmos dois observadores situados á mesma distância de duas fontes 1 e 2, quanto maior o barulho produzido por essa fonte, maior é a amplitude da onda sonora. Mas, sem dúvida, o conceito mais importante para uma onda é o comprimento de onda, que representamos pela letra grega lambda (λ). Se observarmos uma onda, veremos que ela possui picos e vales. A distância entre dois picos ou dois vales consecutivos é o que chamamos de comprimento de onda e atua como espécie de cédula de identidade de uma onda qualquer. Isso porque, por exemplo, dentro do espectro eletromagnético, que acabamos de ver, o que diferencia um r-x de radiação infravermelho é justamente o comprimento de onda. Ou, da mesma forma, qual a diferença entre a cor azul e a cor vermelha? Do ponto de vista da sensação visual, claro, todos sabemos, mas do ponto de vista de sua constituição básica, ambas são ondas eletromagnéticas, porém com distância entre dois picos consecutivos diferentes. Perceba como uma diferença tão pequena cause sensações visuais tão distintas para nós. Figura 9: Comprimento de onda (sentidos5espsmm.blogspot.com/.../o-que-luz.html) O conceito de comprimento de onda pode ser substituído por outro, igualmente fundamental, que é o de freqüência f. Entendemos freqüência como sendo o número de ciclos executados por uma onda num dado intervalo de tempo. Na figura acima, se consideramos que ambas as ondas oscilam no mesmo intervalo de tempo, fica fácil perceber que a que se encontra na parte de baixo da figura tem freqüência maior, pois se repete mais vezes. A unidade mais conhecida para freqüência é o Hz (Hertz).

10 Figura 10: Ondas com freqüências distintas (www.cerebromente.org.br/.../neuroimage6_p.htm) A relação entre velocidade de uma onda (v), comprimento de onda (λ) e freqüência (f) é dada por uma importante relação da Ondulatória: (1) Dessa equação, tiramos uma importante consideração: observe a figura 8, vemos que a segunda onda se repete mais que a primeira, o que permite concluir que. Porém, se olharmos a distância entre os picos (o comprimento de onda), vemos que ocorre o contrário, ou seja,. Isso permite concluir que quanto maior o comprimento de onda de uma dada onda, menor é a sua freqüência ou vice-versa. Figura 11: Relação entre comprimento de onda e freqüência (www.radiodados.com.br/artigo-sistemas-de-comunicacao)

11 Retornando à figura 6, vemos que os r-λ são as radiações mais energéticas da natureza (pelo menos dentre as conhecidas pela ciência atual) e são as de menor comprimento de onda existentes. Por outro lado, transmissões por meio de ondas de rádio, extremamente longas em termos de comprimento de onda, são de freqüência muito baixa. 3. CONSIDERAÇÕES FINAIS Após esse montão de conceitos de Física, você pode estar se perguntando: será que eu preciso saber tudo isso? O mundo espiritual é tão complicado assim, de modo que, para entendê-lo, faz-se necessário ver uma série de conhecimentos de Física? Tudo pode parecer estranho nesse começo, mas partimos de uma premissa: o mundo espiritual é regido por leis absolutamente idênticas com a do mundo material. Afinal, como dizem nossos queridos amigos espirituais, o perispírito é uma forma de matéria mais sutil. À medida que descortinarmos o véu que se coloca entre nós e as leis do mundo espiritual ( e a Física o fará no momento certo), veremos que apenas temos um acesso limitado dessas leis provenientes do Pai Maior, mas que essas leis são nossa maneira de tentar compreender sua grandiosidade. Até o próximo boletim! Bibliografia Kardec, Allan. Céu e Inferno. Rio de Janeiro: FEB, 1944 [1857] Luiz, André. Mecanismos da Mediunidade: a vida no mundo espiritual. 26ª edição. Rio de Janeiro: FEB, 1959.

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