EDUCAÇÃO AMBIENTAL E QUALIDADE DE VIDA: uma análise sobre a prática pedagógica de docentes do ensino fundamental na cidade de Belém/PA.

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1 0 PRÓ-REITORIA DE PESQUISA, PÓS-GRADUAÇÃO E EXTENSÃO PROGRAMA DE MESTRADO EM DESENVOLVIMENTO E MEIO AMBIENTE URBANO MARLY LOBATO MACIEL EDUCAÇÃO AMBIENTAL E QUALIDADE DE VIDA: uma análise sobre a prática pedagógica de docentes do ensino fundamental na cidade de Belém/PA. BELÉM-PARÁ 2012

2 1 MARLY LOBATO MACIEL EDUCAÇÃO AMBIENTAL E QUALIDADE DE VIDA: uma análise sobre a prática pedagógica de docentes do ensino fundamental na cidade de Belém/PA. Dissertação apresentada ao Programa de Mestrado em Desenvolvimento e Meio Ambiente Urbano da Universidade da Amazônia-UNAMA, na Linha Dinâmica Socioambiental Urbana, como requisito para a obtenção do título de Mestre no Programa de Mestrado em Desenvolvimento e Meio Ambiente Urbano. Orientador: Prof. Dr. Carlos Jorge Paixão. BELÉM-PARÁ 2012

3 2 MARLY LOBATO MACIEL EDUCAÇÃO AMBIENTAL E QUALIDADE DE VIDA: uma análise sobre a prática pedagógica de docentes do ensino fundamental na cidade de Belém/PA. Dissertação apresentada ao Programa de Mestrado em Desenvolvimento e Meio Ambiente Urbano da Universidade da Amazônia-UNAMA, na Linha Dinâmica Socioambiental Urbana, como requisito para a obtenção do título de Mestre no Programa de Mestrado em Desenvolvimento e Meio Ambiente Urbano. Banca Examinadora: Prof. Prof. Prof. Apresentado em: / / Conceito: BELÉM-PARÁ 2012

4 À toda minha família que sempre me incentivou com apoio e carinho e a todos que acreditam em dias melhores para a humanidade. 3

5 4 AGRADECIMENTOS Ao Senhor Deus pelo dom da vida, por conceder força e coragem para seguir a diante no enfrentamento dos desafios. Agradeço a minha família que sempre esteve do meu lado com carinho e compreensão durante toda essa caminhada, amo vocês. Ao Professor Dr. Carlos Jorge Paixão, por ter aceitado o desafio de orientar em tempo limitado a construção desta dissertação; com profissionalismo e dedicação. À professora Waldenize do Socorro pelo apoio e amizade. Aos meus amigos que sempre me incentivaram a continuar lutando pelos meus sonhos. Aos professores do Mestrado de Desenvolvimento e Meio Ambiente Urbano pela dedicação e incentivo no conteúdo ministrado durante as aulas. Aos Professores que fizeram parte da pesquisa por suas valiosas informações, que tornaram possível a efetivação da pesquisa. À direção da Escola Emiliana Sarmento Professora Antônia Ferreira pelo acolhimento e contribuição com a pesquisa. À Fundação Hospital de Clinicas Gaspar Vianna, na pessoa de Diretores, coordenadores e colegas de trabalho, pelo apoio, durante o período que precisei deixar a assistência para realizar a pesquisa. À Ivanéia Silva da Secretaria do Mestrado de Desenvolvimento e Meio Ambiente Urbano da UNAMA, pelo apoio técnico. À Professora Eugênia Cabral pela atenção e orientação no processo da pesquisa. Ao Professor Doutor Marco Aurélio Arbage Lobo pela compreensão e apoio nos momentos de dificuldades.

6 5 Cortar o tempo Quem teve a ideia de cortar o tempo em fatias, a que se deu o nome de ano, foi um indivíduo genial. Industrializou a esperança, fazendo-a funcionar no limite da exaustão. Doze meses dão para qualquer ser humano se cansar e entregar os pontos. Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez, com outro número e outra vontade de acreditar que daqui pra diante vai ser diferente. Carlos Drummond de Andrade

7 6 RESUMO O estudo procurou analisar a relação entre a programação voltada à Educação Ambiental (EA) que é desenvolvida na Escola de Ensino Fundamental e a influência na qualidade de vida de docentes que vivenciam esses conceitos e metodologias em suas Práticas Pedagógicas. O Problema central desta pesquisa pode ser traduzido na seguinte questão: até que ponto as ações desenvolvidas por docentes de Ensino Fundamental em torno de conceitos e metodologias relacionadas à EA influenciam na qualidade de vida urbana desses sujeitos? A educação ambiental é entendida neste trabalho como: a educação sendo uma prática social cujo fim é o aprimoramento humano naquilo que pode ser apreendido e recriado a partir dos diferentes saberes existentes em uma cultura, de acordo com as necessidades e exigências de uma sociedade. Aqui a educação atua na vida humana no seu desenvolvimento humano, tecnológico e cultural. A educação não é apenas uma reprodutora de padrão social, ela também atua na atividade reflexiva que tal padrão pode trazer a vida e ao ambiente dos sujeitos. O conceito de qualidade de vida que tomamos como referência diz respeito: segundo a Organização Mundial da Saúde que define Qualidade de Vida (QV) como as percepções do indivíduo de sua inserção nos sistemas de cultura e de valores em que vive em relação a suas perspectivas pessoais. Como trata de um conceito amplo considerou-se o que valoriza a interação entre sociedade e ambiente, suas necessidades biológicas, psíquicas e sociais inerentes e/ou adquiridas. Não, separa do comportamento do indivíduo e da sociedade. A opção metodológica da abordagem qualitativa de pesquisa. Os procedimentos metodológicos constam com: Pesquisa Bibliográfica para embasar a parte dos fundamentos teóricoconceituais do estudo e Pesquisa de campo, composta por entrevista semi-estruturada, descrição detalhada do ambiente na forma etnográfica. Os dados de Campo serão tratados e organizados em categorias para fins de análise. Procurou-se traçar um perfil dos sujeitos e comprovou que são envolvidos em práticas pedagógicas relacionadas à educação ambiental e sofrem influências e buscam melhorias em sua qualidade de vida urbana. Palavras-Chave: Educação Ambiental. Qualidade de Vida. Prática Pedagógica. Docentes do Ensino Fundamental.

8 7 ABSTRACT The study aims to analyze the relationship between program aimed at environmental education (EE) that is developed in the Elementary School and the influences on quality of life of teachers who experience these concepts and methodologies in their teaching practices. The problem of this research can be translated into the following question: to what extent the actions taken by teachers of elementary school around concepts and methodologies related to the EA influence the quality of life of these subjects? Environmental education is understood here as: education is a social practice whose purpose is to improve human what can be learned and recreated from the existing knowledge in a different culture, according to the needs and demands of a society. Here education acts in human life in its human development, technological and cultural. Education is not just a reproducer of the social pattern, it also operates in the reflective activity that such a pattern can bring life and environment of the subjects. The concept of quality of life that we refer concerns: according to World Health Organization that defines the Quality of Life (QOL) as the individual's perceptions of participation in systems of culture and values in which they live about their personal perspectives. How is a broad concept, we considered the concept, which enhances the interaction between society and the environment, their biological, psychological and social inherent and / or acquired. No, separates QOL of individual behavior and society. The methodology is based on the principles, methodology and techniques which are part of a qualitative approach. The methodological procedures shall include: Bibliographic Search to base part of the theoretical and conceptual study and field research, consisting of semistructured, detailed description of the environment as ethnographic. Field data will be processed and organized into categories for analysis. We intend to demonstrate that subjects who are involved in teaching practices related to environmental education are influenced as to improve their quality of life. Keywords: Environmental Education. Quality of Life. Pedagogical Practice. Teachers in elementary school.

9 8 LISTA DE ILUSTRAÇÕES FIGURA 1 - Escola EMILIANA SARMENTO FERREIRA 47 FIGURA 2 - Entrada da Escola EMILIANA SARMENTO FERREIRA 47 FIGURA 3 - Área Interna da Escola 54 FIGURA 4 - Vídeo da Área Interna da Escola 55 FIGURA 5 - Quadro de Aviso na Entrada da Escola 59 DESENHO 1: Representação da cidade e o lixo nas ruas 60 DESENHO 2: Representação a falta de educação e o lixo nas ruas 60 DESENHO 3: Representação do lixo pelas ruas da cidade 61 DESENHO 4: Representação da preocupação com a coleta seletiva 61 DESENHO 5: Representação do desperdício de água ao usar pia 62 DESENHO 6: Representação da poluição dos canais na cidade 67 DESENHO 7: Representação da poluição nos rios 67 DESENHO 8: Representação da preocupação com o futuro do planeta 68 DESENHO 9: Representação da preocupação com o planeta da construção civil 68

10 9 LISTA DE TABELAS TABELA 1 - Demonstrativo da faixa etária para perfil do professor 19 TABELA 2 - Demonstrativo do grau de instrução 19 TABELA 3 - Demonstrativo do gênero 19 TABELA 4 - Demonstrativo do estado civil 20 TABELA 5 - Demonstrativo da raça 20 TABELA 6 - Demonstrativo da religião 21 TABELA 7 - Demonstrativo da carga horária de trabalho 21 TABELA 8 - Demonstrativo de bairros onde moram os sujeitos da pesquisa 27 TABELA 9 - Demonstrativo do conceito dado à educação ambiental pelos sujeitos da pesquisa 35

11 10 SUMÁRIO 1. CONSIDERAÇÕES INICIAIS GÊNESE DO PROBLEMA DE PESQUISA COMO TRABALHAR AS QUESTÕES AMBIENTAIS NA ESCOLA CAMINHOS DA PESQUISA PERFIL DOS SUJEITOS QUADRO TEÓRICO EDUCAÇÃO AMBIENTAL, ESPAÇO URBANO E PROBLEMAS SÓCIO- AMBIENTAIS BREVE HISTÓRICO DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL E A ESCOLA RELAÇÃO DA QUALIDADE DE VIDA URBANA NA SOCIEDADE 36 ATUAL 3.4 PRÁTICA DOCENTE E A EDUCAÇÃO AMBIENTAL RELAÇÃO DA SOCIEDADE, CIDADANIA E QUALIDADE DE VIDA URBANA UM OLHAR SOBRE A ESCOLA (LOCAL DA PESQUISA), AS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E SEUS PRINCIPAIS DESAFIOS NA EDUCAÇÃO AMBIENTAL REFLEXÕES DOS PROFESSORES ACERCA DO MEIO AMBIENTE E QUALIDADE DE VIDA URBANA RESULTADOS E DISCUSÃO: DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL À CONSTRUÇÃO DA PRÁTICA PEDAGÓGICA REFLEXIVA NO MEIO URBANO Questões Socioambientais Dos Professores Faixa Etária dos professores Escolaridade dos professores Bairro que residem os professores Atitudes dos Professores CONSIDERAÇÕES FINAIS 80 REFERÊNCIAS 82 APÊNDICE APÊNDICE ANEXO 01 ANEXO 02 92

12 11 1. CONSIDERAÇÕES INICIAIS Este estudo, entre outras questões, busca compreender e contribuir para a melhoria da qualidade de vida urbana de forma sustentável, pelo estudo de temas envolvendo educação ambiental e suas conexões que é desenvolvida por meio de práticas pedagógicas no ensino fundamental e a relação dos conceitos e metodologias com a vida diária dos professores como profissionais e cidadãos que habitam a Cidade.. Refletir sobre mudança de atitude é notório no mundo nos dias de hoje, pois, para obter garantias de melhorias na qualidade de vida urbana, pelas dificuldades hoje com mobilidade, transportes, cuidados com resíduos, consumo acelerado e desperdício de água potável e energia. As mudanças começam nos cuidados em casa e na escola, pois cada um fazendo a sua parte pode-se prevenir os problemas que ganham volume por conta do acúmulo de lixo, que é um dos problemas que ganha um maior destaque e visibilidade nas zonas urbanizadas das cidades, e encontrar formas de proteger as riquezas naturais e melhorar a convivência entre os seres humanos nos centros urbanos. O estudo do espaço urbano é objeto de reflexão da Escola de Chicago, onde são apontadas as características do crescimento e da preocupação com o planejamento da cidade e no incentivo por geração de estratégias que fortaleçam as relações humanizadas na Cidade. O meio urbano, com suas características de crescimento acelerado e desordenado, é motivo de estudo desta dissertação pela preocupação com qualidade de vida e a preservação ambiental com investimento na educação ambiental como alternativa e estratégia de alcançar o envolvimento de pessoas que direta ou indiretamente lidam com conceitos relacionados à questão ambiental e por esse motivo, agentes em potencial dessa mudança de mentalidade no sentido de cuidar da cidade e de sua sustentabilidade. Buscar o desenvolvimento urbano e não apenas crescimento, pois o primeiro procura se preocupar com desenvolvimento econômico e social e o segundo apenas considera as demarcações do modelo de crescimento financeiro da Cidade, então, é necessário repensar o conceito de sustentabilidade na busca de superar a crise contemporânea do meio ambiente. (PAIXÃO; THOMAS, 2009) Para Caldeira (2002), o abandono da vida pública pelo modelo econômico de base neoliberal, gera uma mudança do conteúdo e do significado da expressão "bem comum", processo que poderia ser visto como inerente ao desenvolvimento da sociabilidade moderna,

13 12 ocorrem nas metrópoles brasileiras, de forma peculiar. Como pela indiferença e pelo afastamento de questões substanciais relacionados à vida cívica e política da cidade. Por outro, pelo pouco valor e reconhecimento atribuídos a algumas demandas sociais e seus movimentos em torno de questões básicas, como a educação e o meio ambiente, e outras questões ligadas à vida urbana, a busca por abrigo e alimento, e a saúde, questões fundamentais processo de socialização (formação de identidade) da população por meio de estratégias coordenadas pelo setor público para os problemas urbanos. Para que a indiferença e o afastamento não sejam a única escolha do cidadão diante da situação atual nas cidades e comunidades diante dos graves problemas sociais e ambientais ocorridos no País e no Mundo, destacamos o trabalho em torno da educação ambiental como uma possibilidade de reflexão e ação de conceitos que sirvam de base à prevenção e defesa do meio ambiente urbano para que se estabeleça um sentido de melhoria qualidade de vida, uma evolução de ações de sustentabilidade como exercício da cidadania. No contexto de uma sociedade que apresenta grandes avanços tecnológicos, crescimento urbano, grande consumo e acúmulo de resíduos, gerar enfrentamentos e formas pedagógicas na direção de solucionar ou minimizar impactos desse modelo tradicional de desenvolvimento que ampliam a extensão e a densidade dos problemas ambientais e sociais no local e planeta como um todo. Neste sentido o debate e as ações pedagógicas em torno da educação ambiental, seguem em busca da conscientização para uma reestruturação do comportamento social e, assim, criar alternativas de preservação ambiental e adotar modelos com base mais sustentáveis para a vida na cidade. Este trabalho disserta sobre as conexões entre a prática de professores, os conceitos que estes estão trabalhando no cotidiano do processo de escolarização e a ação desses sujeitos como gente da cidade, que vivencia o progresso e o retrocesso das ações humanas dentro da cidade, o meio, onde circulamos, trabalhamos e construímos nossas vidas com qualidade ou sem qualidade. Para tanto, examinamos o desenvolvimento da prática docente em educação ambiental em sala de aula, onde são utilizados conceitos e metodologias relacionados à educação e meio ambiente, buscando comprovar se os professores aplicam esse conhecimento em seu cotidiano em espaços não escolares. Partimos da suposição de que o domínio conceitual por parte dos Professores sobre Educação Ambiental influencia na atitude ambientalmente correta desdobrando-se em ações que qualificam a vida desses sujeitos por dentro do ambiente social da cidade.

14 13 2. GÊNESE DO PROBLEMA DE PESQUISA 2.1. COMO TRABALHAR AS QUESTÕES AMBIENTAIS NA ESCOLA Após uma das aulas de Educação Ambiental, onde estudamos e discutimos a epistemologia ambiental a partir dos estudos de H. Leff, surgiu uma reflexão inicial sobre os sujeitos que estudam e ensinam temas relativos ao meio ambiente até que ponto os professores vivenciam o que vem lecionando aos seus alunos no tempo e espaço da escola? Essa primeira indagação foi nosso ponto de partida para tentar investigar essa situação por meio da observação e análise da prática docente em uma escola da Cidade de Belém. Para Leff (2002), a epistemologia ambiental, mais que um projeto com a finalidade apreender um objeto do conhecimento, é um trajeto para chegar a saber o que é o ambiente, esse estranho objeto do desejo de saber que emerge do campo de externalidade e de extermínio para o qual foi enviado, expulso do logocentrismo e do círculo da racionalidade das ciências.o ambiente não é a ecologia, mais a complexidade do mundo; é um saber sobre as formas de apropriação do mundo e da natureza através das relações de poder que se inscreveram nas formas dominantes do conhecimento. A partir daí, abre-se o caminho que seguimos para delinear, compreender, internalizar e finalmente dar seu lugar seu nome próprio - à complexidade ambiental. A relação entre o conhecimento ambiental trabalhado na disciplina educação ambiental e a atitude de professores diante dos problemas e questões em torno do meio onde vivemos pode gerar um modo de vida que ganha qualidade pelo domínio dos conceitos e de formas de sua aplicação na direção da mudança social em função das temáticas ambientais e das ciências que servem de suporte a esse campo. As ciências não apreendem diretamente as coisas empíricas, mas estabelecem paradigmas teóricos que permitem dar conta das relações fundamentais entre os processos que constituem seus diferentes objetos do conhecimento. O conceito não é um significante como os outros, e o efeito de conhecimento do real que produz sua articulação com os demais conceitos que constituem uma teoria científica diferem dos efeitos de sentido que surgem da articulação de significantes no discurso inconsciente ou no discurso ideológico. E não porque a ciência seja externa a ideologia, mas sim pela relação específica da articulação conceitual com o real por meio do objeto de conhecimento de uma ciência (LEFF, 2002).

15 14 Então, existe uma tendência de se articular o conhecimento que é trabalhado em uma disciplina ou uma área do conhecimento com as ações concretas na vida cotidiana dos professores, que são os mediadores de conceitos em seu trabalho pedagógico. No ano de 1997, surgem os Parâmetros Curriculares Nacionais do Ensino Fundamental, pelo Ministério da Educação e do Desporto (MEC), documento sobre os conteúdos das diversas disciplinas a serem trabalhadas nas escolas. A questão do meio ambiente ganha destaque a partir da proposta dos PCN (Parâmetros Curriculares Nacionais) seria dar novo direcionamento na relação ensino-aprendizagem, propondo aos alunos o exercício de cidadania com base na Constituição Federal (1988) em seu art. 205, a educação visa ao pleno desenvolvimento da pessoa e incentivo ao exercício da cidadania. Os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) da questão ambiental consistem em um guia de orientações metodológicas desenvolvido para formação de educadores, além de projetos e programas que visam a construir um processo permanente de educação ambiental nas escolas e comunidades de todo Brasil segundo Pontes, Cruz e Mello (2007) e Trajber (2007). No ano de 1997 a proposta dos PCN concentrou suas orientações no 1º e 2º ciclos de ensino (1ª a 4ª séries), mas a partir do ano de 1998 neste documento foram ampliados e contemplaram o 3º e 4º ciclos (5ª a 8ª séries). O ensino fundamental foi todo englobado pela proposta dos PCN. Segundo o MEC, sete temas transversais como: Meio Ambiente, Ética, Saúde, Pluralidade Cultural, Orientação Sexual, Consumo e Trabalho, além da possibilidade das escolas elegerem temas importantes para suas realidades (BRASIL, 2005, p.26). Para o MEC (BRASIL 2005), os Parâmetros Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental estabelecem uma meta educacional com ações políticas do Ministério da Educação e Desporto, incluindo projetos ligados: à sua competência na formação inicial e continuada de professores, à análise e compra de livros e outros materiais didáticos e à avaliação nacional. Além de subsidiar a elaboração ou a revisão curricular dos Estados e Municípios, dando incentivo à discussão pedagógica interna das escolas e a elaboração de projetos educativos e também reflexão para a prática de professores. Os temas transversais propostos pelo MEC têm como objetivo aproximar da realidade dos alunos o conhecimento escolar, possibilitando alunos e professores tratarem de questões comuns do cotidiano nas diversas áreas do conhecimento como as questões ambientais.

16 15 Embora os PCN tenham um caráter propositivo, de não-obrigatoriedade, o documento aponta alguns caminhos que o trabalho do docente pode seguir no que se refere à abordagem do tema, que, aliás, recebeu um olhar diferenciado dos órgãos oficiais a partir dos Parâmetros, considerados a primeira ação concreta do governo federal para a implantação de uma Educação Ambiental (EA) na rede pública de ensino. Esse trilhar, conforme essas orientações, perpassa pelo tripé participação, coresponsabilidade e solidariedade a fim de que a comunidade escolar possa atuar com o objetivo de assegurar um ambiente escolar limpo; ações de práticas orgânicas na agricultura; a participação em campanhas educativas e, ainda, o respeito ao meio ambiente e às pessoas da comunidade (BRASIL, MEC, PCN, 1998, p.201/202). Com isso, a meta é criar, a partir dos conteúdos abordados, uma postura participativa (...), a sensibilização e motivação para um envolvimento afetivo (BRASIL, MEC, PCN, 1998, p.202). Atividades como a realização de excursões, criação de viveiros de mudas e hortas comunitárias, participação em debates (...) possibilitam um trabalho mais integrado, com maior envolvimento de alunos e a participação no espaço social mais amplo no que se refere à solução de problemas ambientais (BRASIL, MEC, PCN, 1998, p. 193). Por essa lógica, em uma escola, todos podem se empenhar para manter o espaço escolar bem cuidado e/ou tentar interferir em um problema ambiental que ocorre no bairro, numa ação em conjunto com a comunidade e, ainda, mobilizando o poder público. Os conselhos escolares também assumem um papel fundamental nesse contexto, uma vez que um dos objetivos do Programa Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares é ampliar a participação das comunidades escolar e local na gestão administrativa, financeira e pedagógica das escolas públicas (Art 1º, parágrafo 1). Para Silva (1999) a escola e os currículos devem ser espaços onde os alunos tenham oportunidade de exercício de cidadania. Pois o currículo escolar pode ser veículo de interação entre os atores sociais e inspiração do saber para atender as demandas do contexto social. De acordo com linha de pesquisa criada pelo Mestrado de Desenvolvimento e Meio Ambiente Urbano, da Universidade da Amazônia, busca como tema o Meio Ambiente, com uma abordagem na escola de contribuir com a formação de cidadãos conscientes, realizando reflexões sobre realidades socioambientais, para buscar a melhoria da qualidade de vida urbana. A pesquisa neste sentido pretende proporcionar esta reflexão a partir do trabalho de professores com objetivo de serem multiplicadores deste conhecimento aos alunos em sala de

17 16 aula, pois a reflexão sobre o Meio Ambiente possibilita conhecer e atuar de forma crítica e consciente em sua realidade socioambiental. O trabalho em torno da educação ambiental parte das referências estabelecidas no projeto pedagógico da escola a partir dos PCN/ Meio Ambiente, pretende-se examinar como estão ocorrendo na rede de ensino estadual, surge o seguinte problema de pesquisa: Até que ponto as práticas pedagógicas na área do Meio Ambiente desenvolvidas em uma escola estadual de Belém tem ocorrido em prol de promover a interação dos sujeitos com o espaço urbano em que estão inseridos, na busca de melhorar a qualidade de vida urbana, pela mudança de atitude diante da realidade socioambiental? 2.2. CAMINHOS DA PESQUISA O objetivo de realizar a pesquisa a qual se apresenta foi observar como os professores sofrem influência pelas práticas pedagógicas da educação ambiental, mas para defini-lo tive que realizar uma longa e reflexiva caminhada. A investigação foi realizada com base de pressupostos teóricos da abordagem qualitativa a qual permeia minha prática profissional como terapeuta ocupacional na área da saúde mental, com vista na qualidade de vida e envolvida com ensino e aprendizagem e pesquisa por conta do Mestrado de Desenvolvimento e Meio Ambiente Urbano da UNAMA e da Fundação Hospital de Clínicas Gaspar Vianna em Belém/PA. A opção foi por uma pesquisa qualitativa, pois nem tudo pode ser quantificado e exige do pesquisador uma relação dinâmica com o contexto onde o objeto de estudo está inserido, como afirma Chizzotti (2006, p.79), que em uma relação dinâmica entre o mundo real e o sujeito, há uma interdependência viva entre o sujeito e o objeto, além de cria um vínculo indissolúvel entre o mundo objetivo e a subjetividade do sujeito. A pesquisa qualitativa usa o universo de significados, motivos, valores e atitudes entre outros, caracteriza a profundidade das relações, dos processos e dos fenômenos que não podem ser reduzidos à ação de variáveis. Para construção dos caminhos da pesquisa partiu-se de um referencial de análise crítico-dialético voltado à compreensão da cidadania, da ética e da educação e com ênfase nos princípios da abordagem qualitativa para a construção e análise dos dados.

18 17 Na fase inicial da pesquisa de campo realizamos uma sondagem com cinco perguntas fez-se um ensaio com professores que não participaram do grupo envolvido na pesquisa antes de serem aplicadas com os sujeitos escolhidos. O público-alvo abordado para a realização da pesquisa foram professores do ensino fundamental da escola estadual visitada. Eles foram escolhidos para saber se possuem hábitos responsáveis, pois, assim, estariam mais comprometidos com a condução do projeto político pedagógico e de acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais, co-responsáveis pela abordagem do tema Meio Ambiente no âmbito escolar e, os principais facilitadores do processo de interdisciplinaridade dentro da escola. A escola estadual Emiliana Sarmento Ferreira foi selecionada por esta localizada na rua Marquês de Herval, a que foi considerada via-parque na cidade de Belém e por ser uma escola de ensino fundamental. Os sujeitos da pesquisa foram dez professores que atuam no ensino fundamental que ministram disciplinas como educação física, matemática, português, ciências, geografia e educação artística; relacionados com a educação ambiental pelos temas transversais e que se dispuseram participar do estudo. Inicialmente pensou-se em fazer um estudo comparativo com duas escolas, mas em função de greve enfrentada pelos professores no ano de 2011, causando alguns entraves durante a pesquisa de campo motivo que contribuiu para redução para uma escola e diminuindo número de professores para dez. Utilizando como instrumentos de coleta de dados entrevista semiestruturada e a observação. Incluso na entrevista um item solicita do sujeito da pesquisa um desenho relacionado a um problema sócio ambiental. A entrevista, segundo Marconi e Lakatos (2002), é um encontro entre duas pessoas, a fim de uma delas obtenha informações a respeito de um assunto específico, mediante de uma conservação profissional. É um procedimento para obter coletas dos dados ou para ajudar no diagnóstico ou no tratamento de um problema social. O desenho como atividade expressiva propicia, portanto, a objetivação do ano mais interno, profundo e oculto do pensamento. Partindo desta tese, pode-se introduzir o pressuposto de que o desenho, acompanhado da linguagem oral no momento de sua produção, pode se transformar em um meio de nos aproximarmos da trama afetivo-volitiva oculta atrás do pensamento. Trama esta apontada por Vygotski (1993) no final do livro Pensamento e Linguagem.

19 18 Portanto, é este plano mais interno, o dos sentidos que condensam emoções, necessidades, interesses e motivos, que, por meio da atividade expressiva e da linguagem, pode ser objetivado, integrando as experiências no plano da consciência. Então, o desenho enquanto atividade ligada à imaginação, definido com base na concepção histórico-cultural, é uma atividade complexa, constituída na inter-relação com as outras funções psicológicas, como a percepção, a atenção e a memória (funções superiores), mediada pela linguagem, por signos e pelo outro. Neste universo da fantasia temos um produto social, o desenho, resultante de um processo de apropriação do seu ambiente cultural. O desenho externaliza sua realidade conceituada, isto é, os objetos que retrata em seu desenho não são apenas objetos específicos, mas um grupo deles. É a realidade significada pela figuração e pela palavra que acompanha e interpreta o que o indivíduo desenha. (Ferreira, 1998) Com os sujeitos da pesquisa foi realizada entrevista semiestruturada com dez professores do ensino fundamental procurando categorizar e identificar as ações desenvolvidas na prática pedagógica que contribuem à qualidade de vida urbana. Foram realizadas dez perguntas na busca de identificar o perfil dos sujeitos PERFIL DOS SUJEITOS O perfil dos sujeitos refere-se à descrição dos professores que participaram da pesquisa destacando fatores de sua prática docente do ensino fundamental e de sua cidadania. A caracterização do perfil ocorreu aplicando uma entrevista semiestruturada com dez perguntas aberta direcionadas para dez docentes do ensino fundamental que se disponibilizaram e concederam a entrevista. Desta forma, a faixa etária dos professores se constituiu com:

20 19 Tabela 1 - Demonstrativo de faixa etária. IDADE PARTICIPANTES ANOS ANOS ANOS 2 Fonte: Pesquisa de Campo Assim sendo, a faixa etária predominante entre os entrevistados foi de 36 a 43 anos caracterizando os sujeitos como profissionais que vivenciaram o ensino em torno de 10 a 15 anos de trabalho no Estado. (Ver tabela 1). Desta forma, o grau de instrução mostrou-se com: Tabela 2 Demonstrativo de grau de instrução. NÍVEL DE ESCOLARIDADE PARTICIPANTES 3º GRAU INCOMPLETO 1 3º GRAU COMPLETO 7 PÓS - GRADUAÇÃO 2 Fonte: Pesquisa de Campo A formação acadêmica e continuada em serviço torna relevante o exercício da prática pedagógica. Os professores possuem vínculo empregatício efetivo no ensino estadual por mais de dez anos de trabalho. Motivo que permite a participação do processo de formação que a escola e a SEDUC realizam. (Ver tabela 2). Quanto ao Gênero: Tabela 3 - Demonstrativo de gênero. SEXO PARTICIPANTES FEMINIMO 9 MASCULINO 1 Fonte: Pesquisa de Campo 2012.

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