GOVERNO DE ALAGOAS SECRETARIA EXECUTIVA DE FAZENDA

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1 GOVERNO DE ALAGOAS SECRETARIA EXECUTIVA DE FAZENDA DECRETO Nº 1.284, DE 06 DE JUNHO DE Publicado no DOE em 09 de junho de Dispõe sobre a sistemática de tributação do ICMS para operações realizadas por estabelecimento comercial atacadista, e dá outras providências. O GOVERNADOR DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo inciso IV do artigo 107 da Constituição Estadual, e CONSIDERANDO a necessidade de viabilizar a existência de grandes atacadistas no Estado de Alagoas; CONSIDERANDO a concessão de estímulos fiscais em outras unidades da Federação, sobretudo do Nordeste, e de ser imprescindível dispensar tratamento semelhante aos contribuintes atacadistas inscritos no Estado de Alagoas; CONSIDERANDO a necessidade de racionalizar os procedimentos de tributação relativos às operações praticadas pelos contribuintes enquadrados nas atividades de atacadistas e que sejam usuários de sistema eletrônico de processamento de dados para emissão de documentos fiscais; CONSIDERANDO a função extra-fiscal dos tributos, mormente no que concerne à eliminação, tanto quanto possível, das desigualdades econômicas interregionais; CONSIDERANDO, ainda, ser de vital relevância para o Estado de Alagoas adaptar a legislação tributária do ICMS à nova realidade sócio-econômica, de modo a fortalecer as empresas existentes e estimular a instalação de novos empreendimentos, isto como fator para fomentar o desenvolvimento, atraindo investimentos e possibilitando a geração e a manutenção de emprego e renda; D E C R E T A : CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º Fica estabelecida a sistemática simplificada de tributação do ICMS relativa às operações realizadas por estabelecimento comercial atacadista, de acordo com as disposições contidas neste Decreto. 1º A sistemática prevista no "caput" deste artigo é opcional e abrangente, e poderá ser adotada por estabelecimento comercial inscrito no CACEAL sob as atividades atacadistas de produtos alimentícios, inclusive para animais domésticos; bebidas em geral, exceto água mineral, cerveja, chope e refrigerante; fios têxteis, tecidos e Pág.:1

2 artefatos de tecidos e de armarinho; artigos do vestuário e complementos; calçados; eletrodoméstico e outros equipamentos de usos pessoal e doméstico; cosméticos, produtos de perfumaria e de higiene pessoal; artigos de escritório e de papelaria, papel e seus artefatos; produtos de higiene, limpeza e conservação domiciliar; móveis e utensílios domésticos; materiais de construção, inclusive elétricos, ferragens e ferramentas; e material de embalagem. 2º A abrangência mencionada no parágrafo anterior será vinculada a totalidade das atividades do estabelecimento, ressalvada a hipótese prevista na alínea "c" do inciso II, do art. 13, deste Decreto. 3º Em qualquer caso, a opção somente poderá ser exercida a partir do 1º (primeiro) dia do mês subseqüente àquele em que ocorrer a publicação do ato concessório do credenciamento estabelecido no art. 2º. 4º As mercadorias relacionadas no 1º deste artigo devem manter estrita correspondência com as constantes do Código Nacional de Atividade Econômica - CNAE. CAPÍTULO II DO CREDENCIAMENTO Art. 2º Os contribuintes interessados em adotar a sistemática prevista neste Decreto deverão solicitar, previamente, ao Secretário Executivo de Fazenda e ou ao Secretário Adjunto da Receita Estadual, o credenciamento do respectivo estabelecimento. Art. 3º Para fins de credenciamento do estabelecimento, deverá o contribuinte atender as seguintes condições: I - esteja regular com a obrigação tributária principal, inclusive quanto ao parcelamento de débitos fiscais; II - comprovadamente atenda, no mínimo, a relação de 1(um) empregado para cada parcela do faturamento bruto mensal equivalente a R$ ,00(cinqüenta mil reais), tomado em relação ao mês anterior à solicitação, e desde que devidamente registrados no Ministério do Trabalho; III - apresente as certidões negativa de débito e de regularidade fiscal, junto ao INSS e ao FGTS, respectivamente; IV - comprove que é usuário de sistema de processamento de dados devidamente autorizado pela Secretaria Executiva de Fazenda; V - comprovação de recolhimento da Taxa de Fiscalização e Serviços Diversos; VI - não se enquadrar nas situações descritas no inciso II do art. 13 deste Decreto. 1º Caberá à GRAF - Gerência Regional de Administração Tributária - do domicílio fiscal do contribuinte promover as diligências necessárias para confirmação do atendimento das exigências estabelecidas neste artigo. 2º Ficam ressalvadas às hipóteses de discussão, administrativa ou judicial, quanto a exigibilidade do crédito tributário, nos casos dos incisos I e III do "caput" deste artigo. CAPÍTULO III Pág.:2

3 DA SISTEMÁTICA DE TRIBUTAÇÃO SEÇÃO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 4º A sistemática de tributação prevista neste Decreto compreende: I - recolhimento específico do ICMS; II - utilização e estorno de crédito presumido; III - redução da base de cálculo do ICMS, nas operações especificadas, de importação do exterior; IV - manutenção de crédito fiscal; V - recolhimento do ICMS periódico; e VI - dispensa do ICMS antecipado. SEÇÃO II DO RECOLHIMENTO ESPECÍFICO DO ICMS Art. 5º Os contribuintes credenciados deverão recolher o ICMS relativo à parte do imposto correspondente à saída subseqüente calculado mediante aplicação dos seguintes percentuais sobre o valor da respectiva operação de entrada: I - quando se tratar de mercadoria que não seja objeto das atividades discriminadas no 1º, do art. 1º: a) 5%(cinco por cento), quando adquiridas nas Regiões Sul e Sudeste, exceto Espírito Santo; b) 4%(quatro por cento), quando adquiridas nas Regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste e no Estado do Espírito Santo, e do Exterior; c) 3%(três por cento), quando adquiridas no Estado de Alagoas; II) quando se tratar de mercadoria objeto das atividades discriminadas no 1º, do art. 1º: a) 3%(três por cento), quando adquiridas nas Regiões Sul e Sudeste, exceto Espírito Santo; b) 2%(dois por cento), quando adquiridas nas Regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste e no Estado do Espírito Santo, e do Exterior; c) 1% (um por cento), quando adquiridas no Estado de Alagoas. Parágrafo Único. O recolhimento do imposto previsto neste artigo deverá ser realizado até o 10º(décimo) dia útil subseqüente à data da entrada da mercadoria no estabelecimento do credenciado, mediante Documento de Arrecadação Estadual - DAR, sob o código de receita , e individualizado para cada operação; SEÇÃO III DA UTILIZAÇÃO E ESTORNO DE CRÉDITO PRESUMIDO Art. 6º É assegurado ao estabelecimento credenciado a utilização de crédito presumido no valor decorrente da aplicação dos seguintes percentuais máximos sobre o valor da respectiva aquisição: I) quando a alíquota incidente na operação interestadual for 7% (sete Pág.:3

4 por cento): a) 9,25% (nove inteiros e vinte e cinco centésimos por cento), para os produtos sujeitos à alíquota de 17% (dezessete por cento) nas operações internas; b) 19,25% (dezenove inteiros e vinte e cinco centésimos por cento), para os produtos sujeitos à alíquota de 25% (vinte e cinco por cento) nas operações internas; II - quando a mercadoria for proveniente de estabelecimento industrial e a alíquota incidente na operação interestadual for 12% (doze por cento): a) 6,25% (seis inteiros e vinte e cinco centésimos por cento), para os produtos sujeitos à alíquota de 17% (dezessete por cento) nas operações internas; b) 16,25% (dezesseis inteiros e vinte e cinco centésimos por cento), para os produtos sujeitos à alíquota de 25% (vinte e cinco por cento) nas operações internas; III - quando a mercadoria for proveniente de estabelecimento comercial e a alíquota incidente na operação interestadual for 12% (doze por cento): a) 4,25% (quatro inteiros e vinte e cinco centésimos por cento), para os produtos sujeitos à alíquota de 17% (dezessete por cento) nas operações internas; b) 14,25% (quatorze inteiros e vinte e cinco centésimos por cento), para os produtos sujeitos à alíquota de 25% (vinte e cinco por cento) nas operações internas; IV - quando a mercadoria for proveniente de estabelecimento industrial, central de distribuição ou estabelecimento comercial atacadista credenciado nos termos deste Decreto, localizados neste Estado: a) 2,0% (dois por cento) para os produtos sujeitos à alíquota de 17% (dezessete por cento) nas operações internas; b) 3,25% (treze inteiros e vinte e cinco centésimos por cento), para os produtos sujeitos à alíquota de 25% (vinte e cinco por cento) nas operações internas. Parágrafo Único. Tratando-se de produto não contemplado nas atividades discriminadas no 1º, do art. 1º, dos percentuais máximos estabelecidos neste artigo, serão deduzidos 3,25% (três inteiros e vinte e cinco centésimos por cento). Art. 7º. O contribuinte deverá promover o estorno, total ou parcialmente, conforme o caso, do crédito presumido previsto no artigo anterior na hipótese em que, no período de apuração, o valor da soma dos créditos, inclusive o presumido, for superior ao do imposto incidente na respectiva saída da mercadoria, sendo o estorno no valor da diferença. Parágrafo Único. O estorno a que se refere o "caput" deste artigo será obrigatório nas operações de vendas interestaduais, devendo o estabelecimento credenciado observar: I - sendo o produto contemplado nas atividades mencionadas no 1º, do art. 1º, o estorno será: a) de 3,5 % (três inteiros e cinco décimos por cento) do valor da operação de saída, no caso da tributação interna do produto ser realizada com alíquota de 17%(dezessete por cento); b) de 13,25% (treze inteiros e vinte e cinco centésimos por cento) do valor da operação de saída, no caso da tributação interna do produto ser realizada com alíquota de 25% (vinte e cinco por cento). Pág.:4

5 II - sendo o produto não contemplado nas atividades mencionadas no 1º, do art. 1º, o estorno será, conforme o caso, o percentual previsto no inciso anterior, acrescido de 3,25% (três inteiros e vinte e cinco centésimos por cento); III - no caso de devolução de compra, o estorno será realizado integralmente e corresponderá ao valor apurado na operação de entrada da mercadoria. SEÇÃO IV DA REDUÇÃO DA BASE DE CÁLCULO DO ICMS, NAS OPERAÇÕES ESPECIFICADAS, DE IMPORTAÇÃO DO EXTERIOR Art. 8º A base de cálculo do ICMS incidente nas operações de importações do Exterior de produtos alimentícios, realizadas por estabelecimento credenciado na forma deste Decreto, fica reduzida em 58,82%(cinqüenta e oito inteiros e oitenta e dois centésimos por cento). Parágrafo Único - Às operações previstas no caput deste artigo não se aplicam os percentuais de crédito presumido previsto no art. 5º deste Decreto. SEÇÃO V DA MANUTENÇÃO DOS CRÉDITOS FISCAIS Art. 9º É assegurada a manutenção dos créditos relativos aos serviços de transporte e às aquisições para o ativo imobilizado, inclusive dos respectivos diferenciais de alíquotas, dos legalmente admitidos e destacados na respectiva Nota Fiscal de aquisição, bem como daquele relativo ao recolhimento específico de que trata o art 5º deste Decreto. SEÇÃO VI DO RECOLHIMENTO DO ICMS PERIÓDICO Art. 10. O estabelecimento credenciado deverá promover o recolhimento do ICMS periódico, se houver saldo devedor, no prazo estabelecido na legislação tributária. SEÇÃO VII DA DISPENSA DO ICMS ANTECIPADO Art. 11. Fica o estabelecimento credenciado dispensado da antecipação do recolhimento do imposto, prevista em legislação tributária específica, na aquisição efetuada em outra Unidade da Federação, relativamente à entrada que ocorrer a partir do 1º (primeiro) dia do mês subseqüente ao do credenciamento previsto no art. 2º. CAPÍTULO IV DA EMISSÃO E ESCRITURAÇÃO DOS DOCUMENTOS E LIVROS FISCAIS Art. 12. A emissão e a escrituração das operações realizadas pelo contribuinte que optar pela adoção da sistemática de que trata este Decreto deve ser efetuada de acordo com as normas específicas previstas na legislação, apurando-se o Pág.:5

6 imposto mediante o confronto entre os créditos, os débitos e os estornos, observando-se: I - o valor total relativo ao ICMS recolhido no período de apuração, nos termos do art. 5º, deve ser lançado na linha "Outros Créditos", do livro Registro de Apuração do ICMS; II - o valor do crédito presumido de que trata o art. 6º, deve ser lançado no linha "Outros Créditos", do livro Registro de Apuração do ICMS, no mesmo período fiscal da entrada da mercadoria; III - o estorno de crédito de que trata o art. 7º, deve ser lançado na linha "Estorno de Crédito", do livro Registro de Apuração do ICMS, no mesmo período de saída da mercadoria; IV - o ICMS pago na importação de que trata o art. 8º, inclusive, deve ser lançado na linha "Outros Créditos", do livro de Apuração do ICMS, seguido da expressão: "ICMS - Importação". Parágrafo Único. O contribuinte credenciado deverá consignar nos documentos fiscais a serem emitidos a seguinte expressão: "Empresa Atacadista Credenciada, cf. Dec. nº /2003". CAPÍTULO V DAS DISPOSIÇÕES FINAIS Art. 13. O benefício do crédito presumido, previsto neste Decreto não se aplica: I - às operações com mercadorias: a) sujeitas ao regime da Substituição Tributária, nos termos de Convênio ou Protocolo em que o Estado de Alagoas seja signatário; b) contempladas com crédito presumido e/ou sujeitas a carga tributária interna diversa de 17%(dezessete por cento) ou de 25%(vinte e cinco por cento); c) amparadas por, isenção, não incidência, diferimento, suspensão do imposto e redução de base de cálculo. d) destinadas ao uso, consumo ou para integrar o ativo fixo do estabelecimento; e) existentes em estoque no último dia do mês em que ocorrer o credenciamento previsto no art. 2º. II - ao estabelecimento comercial atacadista: a) que realize vendas de mercadorias a consumidor final em montante superior a 20%(vinte por cento) do total das vendas relativas ao mês imediatamente anterior; b) que realize vendas de mercadorias fabricadas por sua própria unidade industrial; c) cujas atividades relativas às mercadorias de que trata o 1º do art. 1º sejam inferiores a 80% (oitenta por cento) do total das vendas relativas ao mês imediatamente anterior; d) que for autuado por embaraço à fiscalização de suas operações; e) que se encontrar irregular com suas obrigações principal e acessórias; f) que não apresentar, no prazo regulamentar, a relação de estoque de mercadorias existentes antes do credenciamento. Pág.:6

7 Parágrafo Único - Na hipótese de constatação, após o credenciamento, de quaisquer das situações descritas no inciso II deste artigo, aplicar-se-á à operação realizada pelo estabelecimento a sistemática normal de tributação, prevista na legislação tributária vigente à época da realização do fato gerador, sem prejuízo das penalidades cabíveis. Art. 14. A utilização da sistemática de que trata este Decreto não deve implicar diminuição da arrecadação do ICMS dos contribuintes credenciados. Parágrafo Único. Ocorrendo o disposto no "caput", a Secretaria Executiva de Fazenda e/ou a Secretaria Adjunta da Receita Estadual, deve observar o seguinte: I - identificar as causas da diminuição da arrecadação do ICMS; II - na hipótese de ser constatada como causa da mencionada diminuição a utilização da sistemática prevista no art. 1º, promover, a partir do mês subseqüente ao da constatação, a suspensão, total ou parcial, da referida sistemática, ficando restabelecida a carga tributária em uso até o último dia do mês em que tenha ocorrido o credenciamento previsto no art. 2º. Art. 15. Para os efeitos deste Decreto, considera-se: I - estabelecimento comercial atacadista - àquele cujo volume de vendas mensais a contribuintes do ICMS seja superior a 80%(oitenta por cento) do total, aferida no mês anterior ao da solicitação de credenciamento; e II - aquisição de mercadoria - as operações de entradas de mercadorias no estabelecimento para comercialização, a qualquer título, ressalvadas as decorrentes de devoluções de vendas. Art. 16. O Secretário Executivo de Fazenda e/ou o Secretário Adjunto da Receita Estadual poderão editar normas necessárias à plena execução deste Decreto, inclusive quanto à instituição de obrigações acessórias a serem observadas pelos beneficiários. Parágrafo Único. Os atos previstos neste Decreto serão da competência do Secretário Executivo de Fazenda e/ou do Secretário Adjunto da Receita Estadual. Art. 17. Este Decreto entra em vigor na data da sua publicação. Art. 18. Revogam-se as disposições em contrário. PALÁCIO MARECHAL FLORIANO, em Maceió-AL, 06 de Junho de 2003, 115º da República. RONALDO LESSA Governador do Estado Pág.:7

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