Validação experimental da geração de sinais de micro-ondas multi-nível no domínio óptico

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1 XXX SIMPÓSIO BRASILEIRO DE TELECOMUNICAÇÕES SBrT 1, DE SETEMBRO DE, BRASÍLIA, DF Valdação expermental da geração de snas de mcro-ondas mult-nível no domíno óptco T. P. Vllena A. 1,, Arsmar Cerquera S. Jr. 3,, M. L. F. Abbade 4, H. E. Hernandez-Fgueroa 1, e H. L. Fragnto,5 Resumo Este artgo apresenta os resultados expermentas que valdam o nosso método para geração de snas de mcroondas mult-nível a partr do uso da técnca de heterodnagem de snas óptcos. Para tal, é consderada a geração de snas de mcro-ondas quaternáros (4-ASK) a partr de duas portadoras óptcas moduladas em ampltude de orma bnára (-ASK). Os expermentos oram realzados utlzando enlaces de até 4 km da Rede Kyatera, que é uma rede óptca real geogracamente dstrbuída no Estado de São Paulo. Desta manera, pôde-se analsar a técnca proposta sob condções reas de temperatura, umdade, pressão e vento. Palavras-Chave eração óptca heterôdna, snas quaternáros, snas mult-ampltude e mcro-ondas. Abstract Ths paper presents expermental results to valdate our method or generaton o multlevel mcrowave sgnals based on the use o the optcal heterodyne technque. As an applcaton example, t s presented the generaton o quaternary mcrowave sgnals, obtaned rom two ampltudemodulated optcal bnary sgnals. The experments have been carred out through optcal lnks up to 4 km rom Kyatera network, whch s a geographcally dstrbuted optcal network n the State o São Paulo. In ths way, t was possble to analyze the proposed technque under real condtons o temperature, humdty, pressure and wnd. Keywords Optcal heterodyne generaton, quaternaryampltude, mult-ampltude sgnals and mcrowave. I. INTRODUÇÃO A mobldade tornou-se uma questão essencal e nos últmos anos as aplcações sem o têm apresentado um sgncatvo aumento no numero de usuáros. Ao mesmo tempo, as novas aplcações de redes sem o que demandam altas taxas de transmssão estão se dundndo, como por exemplos: transmssão de vídeo em alta denção, vdeoconerêncas, ogos 3D com ogadores remotamente nteragndo e as ncontáves aplcações envolvendo realdade vrtual. Por tanto, é evdente que técncas robustas e espectralmente ecentes seam necessáras para suportar tas servços móves de alta qualdade [1]. Do ponto de vsta de nraestrutura, a nternet é o meo atual de nterconectvdade e traego de dados, logo uma central de dados (Central Oce ou CO) precsa receber dados da Internet e envá-los para uma estação remota (Remote Staton ou RS), onde uma ou mas antenas ornecerão acesso sem o aos usuáros móves. A tecnologa Rado-sobre-bra (Rado over Fber ou RoF) [] representa uma solução chave para suprr estas novas demandas de mercado. Nesta tecnologa, os dados que chegam através da nternet até a CO, são convertdos ao domíno da radorequênca () e logo usados para modular uma portadora óptca. Este snal é transmtdo ao longo de uma bra óptca até a RS, onde é oto-detectado e retornado para o domíno de. Em seguda o snal de é transmtdo por uma antena até os usuáros móves. A tecnologa RoF permte a centralzação de dversos equpamentos de, chamadas de estações rado-base, em um únco CO. Nesta CO, portanto, concentra-se toda a parte de gestão e ntelgênca da rede [3,4]. Além dsso, as RS podem também atuar como receptoras de normação, vablzando a transmssão de dados bdreconal [5]. Dado o congestonamento do espectro de, torna-se necessáro utlzar portadoras com requêncas na axa de mcro-ondas ou mesmo em ondas mlmétrcas. O deslocamento para regões de alta requênca tem a vantagem de ter uma maor largura de banda e assm poder alocar servços que requerem de maor traego de dados. No entanto, com o aumento da requênca, a dspersão da bra assocada à resposta não lnear dos otodetectores pode causar o desvanecmento do snal de, ocasonado uma dmnução sgncatva da potenca do snal nos pontos de nulo de desvanecmento. Esta é obvamente uma desvantagem da tecnologa RoF operando em altas axas de requêncas. Uma alternatva para manter as vantagens dos sstemas RoF e evtar suas desvantagens consste em gerar a portadora de, mcro-ondas ou mlmétrcas, usando técncas otôncas na RS. Como por exemplo, a técnca de OH (Optcal Heterodyne eneraton) para geração de snas de mcro-ondas [6-9]. Este trabalho apresenta a valdação expermental da geração de snas quaternáros (4-ASK) gerados a partr da técnca otônca OH. Para tal, serão utlzados dos snas óptcos prevamente modulados em ampltude (-ASK), para obter um só snal de 4-ASK em mcro-ondas. Esta técnca é nteressante porque consegue dobrar a ecênca espectral proporconada pelo método OH, e assm estar em conormdade com os requstos para suportar servços sem o de banda larga. O desempenho da técnca o testado utlzando uma conguração expermental ponto a ponto pertencente a uma rede óptca geogracamente dstrbuída, chamada Rede KyaTera [], com a naldade de avalar o desempenho sob condções ambentas reas. Embora tenhamos recentemente relatado alguns resultados muto prelmnares [11], esta é a prmera vez que a técnca proposta é sstematcamente nvestgada na lteratura. O artgo está organzado em cnco seções. A Seção II apresenta uma revsão sobre a geração de snas de va heterodnagem de snas óptcos (OH); esta seção aborda também o uso da técnca para converter dos snas óptcos - ASK em um snal de mcro-ondas 4-ASK. Na Seção III

2 XXX SIMPÓSIO BRASILEIRO DE TELECOMUNICAÇÕES SBrT 1, DE SETEMBRO DE, BRASÍLIA, DF descrevemos a nosso setup expermental, enquanto que na Seção IV os resultados expermentas são mostrados. Por m, nossas conclusões e consderações nas são apresentadas na seção V. II. TEORIA A abordagem analítca o realzada consderando duas portadoras óptcas co-polarzadas, nas requêncas 1 e, propagando-se ao longo de uma bra óptca. Neste contexto, a magntude nstantânea de campo elétrco assocado é dada por: on-o (OOK), onde P = P = ; neste caso xy (t)= e pelo tanto não há snal de mcro-ondas na saída do ltro passa banda. Por outro lado, se nos adconamos um oset de potênca óptca aos bts, então xy (t) á não sera nulo, e a snal de mcro-ondas torna-se quaternáro tpo 4-ASK, contendo normação dos dos snas óptcos. De ato, os níves de potenca deste snal, W x, são proporconas ao valor quadrátco médo de xy (t) e pode ser escrto como: P (4a) E t) = E cos[p t + ] + E cos[p t + ] (1) ( P1 (4b) onde E e φ (= 1, ) são, respectvamente, a ampltude e ase da -ésma onda. Quando tas snas óptcos são detectados por um otododo, temos que: ( ) ( t) µ E t (a) ( p + D) ( t) µ E1 + E + E1E cos t (b) onde = - 1 e Δφ=φ 1 - φ. Se ltrarmos apenas a parte que contem, com um ltro passa-axa centrado nesta requênca, então os termos DC serão bloqueados e só caríamos com o snal de cua portadora é de requênca. Este é o prncpo de geração de snas de por heterodnagem de snas óptcos, que para nosso caso partcular são snas de mcro-ondas. Vale ressaltar que este prncípo também valdo para gerar ondas mlmétrcas e outras de dependendo da magntude de - 1. Note que se os snas óptcos são de tpo contnuo (CW - contínuos wave), por consequênca o snal de gerado também é de tpo CW. Por outro lado, quando um dos snas óptcos é CW e o outro é modulado, tal modulação é reproduzda sobre o snal de gerado. Ambas as abordagens á tem sdo consderadas [8,1]. O próxmo passo é demonstrar o uso da heterodnagem óptca para a multplexação de normação orunda de dos snas óptcos modulados. Em partcular, nos ocaremos na stuação onde tas snas são do tpo -ASK bnáro. Desgnaremos medante P z a potênca óptca do -ésmo (= 1, ) snal óptco quando este transmte um bt z (z= ou 1); smlarmente, E z é a magntude de campo elétrco assocado com P z. Sabendo que P z µ E z e (b), temos que: 11P 11 11P1 (4c) (4d) Em partcular, no caso onde P 11 P > P P 1 lustrado na Fg. 1, as relatvas razões de extnção entre níves consecutvos de potenca do snal 4-ASK são: 1 W = r W = r1 r 3 W11 = r (5a) (5b) (5c) onde r = P /P 1 denota as razoes de extnção (Extncton Rato ou ERs) do -ésmo snal óptco. As equações (5) ndcam que a dstrbução dos níves de potenca do snal 4-ASK de mcroondas, depende somente das razoes de extnção dos snas óptcos de entrada e não dos valores absolutos das potencas óptcas =r =r 1 /r 3 =r ( t) µ P P cos[p (3a) Fg. 1. Dstrbuções de níves de potênca para o snal quaternáro gerado. ( t) µ P P cos[p (3b) 1 ( t) µ P P cos[p (3c) 11 ( t) µ P P cos[p (3d) onde xy (t) é a corrente elétrca na saída do ltro de mcroondas quando o snal óptco em 1 enva o bt x (x= ou 1) e do outro em transmte o bt y (y= ou 1). Tpcamente os snas óptcos bnáros utlzam modulação por chaveamento III. SETUP EXPERIMENTAL Para nvestgar expermentalmente a técnca apresentada na secção II utlzaremos os setups lustrados nas Fg. e Fg. 3. Bascamente o transmssor é nosso gerador de mcro-ondas, o qual ornece o snal mult-nível, e o receptor (Fg. 3) que o mplementado para avalar o desempenho do snal de gerado no domíno óptco. Dos lasers do tpo DFB ornecem as portadoras óptcas em 1 =193,1 THz e =193,3 THz, modulados em ntensdade com Mb/s cada um deles; as razões de extnção destes snas são regulados tanto pela bas do modulador externo, quanto pelas ERs dos snas dgtas

3 XXX SIMPÓSIO BRASILEIRO DE TELECOMUNICAÇÕES SBrT 1, DE SETEMBRO DE, BRASÍLIA, DF que modulam as portadoras óptcas. Estes snas são acoplados e propagados ao longo do enlace óptco. Os ensaos oram etos para enlaces óptcos com os seguntes comprmentos: L ~ 1 m (back to back) e 3 km. Num segundo ensao, os snas oram propagados ao longo de um lnk óptco da rede KyaTera. Neste caso o comprmento o varado entre e 4 km e um pré-amplcador óptco o usado para compensar a atenuação óptca. Após a propagação no enlace de bra óptca (ponto a ponto ou rede KyaTera), os snas são otodetectados, ltrados em banda em = 193,3-193,1 THz =, Hz. Já no receptor o snal é amplcado eletroncamente (EA). O ltro passa banda é centrado em 1 Hz apresentando uma banda de 3, Hz. Para otmzar o ganho na amplcação é necessáro que os lasers tenham controladores de polarzação em suas saídas, com sso ornecer máxma potenca à entrada do EA. O snal amplcado é transmtdo ao mxer que converte a portadora de mcro-ondas em uma requênca ntermedára () de aproxmadamente 33 MHz. Fnalmente, este snal novamente é ltrado pelo detector de envoltóra (ED) e recebe o snal mult-nível (4-ASK). componente em Hz obtda na saída do otododo; o snal de mcro-ondas 4ASK é gerado nesta requênca. Potênca óptca (dbm) - - Potênca elétrca (dbm) - ~ Hz 193,1 THz 193,3 THz 193, 193, 193,4 (THz) (a) ~ Hz S Fg (Hz) (b) Espectros (a) óptco, na entrada da bra e (b) elétrco, na saída do otododo. S OC SMF KyaTera PD EF A Fg.5 mostra o espectro obtdo na saída do mxer; nela podemos notar outra vez à componente de requênca gerada em Hz, assm como os outros snas de com requênca próxma à do osclador local (). A componente, cuo envelope é detectado, apresenta uma SNR de cerca de 3 db. (Hz) Snas na sada do msturador (Mxer) Fg.. Setup expermental do transmssor. L1 e L: laser, MZM: modulador externo Mach Zehnder, S: gerador de snal, OC: acoplador óptco, SMF: bra monomodo, PD: otodetector, EF: ltro elétrco. Potênca elétrca (dbm) + pf 1N EA - 5W 1N34 pf 5W - Electrcal Power (dbm) Potênca elétrca (dbm) EF ED DCA (MHz) 19,6 19,8,,,4 (Hz) Fg. 3. Setup do receptor. EA: amplcador elétrco, : osclador local, EF: ltro elétrco, ED: detector de envelope, DCA: analsador de comuncações dgtas. IV. RESULTADOS A Fg.4 apresenta os espectros nos seguntes pontos: (a) entrada da bra; (b) saída do otododo. O espectro óptco dos snas em 1 e, mostrados na Fg.4a, estão dstorcdos do perl típco de um snal OOK devdo às reduzdas ERs dos snas bnáros de entrada. Uma relação snal/ruído óptca (OSNR) maor que 55dB é observada e os pcos estão separados de aproxmadamente Hz. Fg.4b apresenta a Fg. 5. Espectro típco na saída do msturador elétrco (mxer). A Fg. 6 relata os resultados obtdos para uma conguração ponto a ponto, na qual se pode observar o ormato do snal quaternáro á detectado depos do detector de envelope. O ormato do perl observado no lado esquerdo da Fg. 6 o obtdo a partr das sequêncas de bts envados pelos snas de entrada em 1 e, respectvamente, como 11 e. Os quatro níves de potênca bem dendos ndcam a alta ecênca e vabldade prátca da técnca proposta.

4 XXX SIMPÓSIO BRASILEIRO DE TELECOMUNICAÇÕES SBrT 1, DE SETEMBRO DE, BRASÍLIA, DF (a) Oscloscópo. (b) Snal quaternaro com dstrbuçao de níves Fg. 7. Resultados para dstrbuçao de níves: r 1=,5 db e r = 3,1 db. A técnca proposta o então vercada na Rede KyaTera sob condções reas de temperatura, pressão, umdade e vento. Foram etos enlaces com comprmentos de,, 3 e 4 km; para o enlace de km o sstema não precsou de amplcação óptca para traegar ao longo da rede; em todos os outros casos o setup teve que ser modcado para ncorporar um préamplcador óptco. Com sso conseguu-se transportar nosso snal sem muta dstorção. A Fg.8 mostra os resultados obtdos para estes lnks. (b) O dgrama de olho obtdo por um analsador de comuncações dgtas. km km Fg. 6. Snas elétrcos obtdo em derentes pontos. Para vercar a teora apresentada na secção II, avalamos como o snal quaternáro o aetado por mudanças na ER dos snas de entrada bnara. A Fg. 7 exbe os snas bnáros elétrcos e a saída do snal quaternáro para os parâmetros onde r 1 =,5 db.3 e r = 3,1 db,7. Da Fg. 7 podemos nerr que as ERs dos consecutvos níves de potênca são: Γ 1 =,66, Γ =,44, e Γ 3 =,86. Segundo o equaconamento (5) estes valores deveram ser Γ 1 = Γ 3 =,7, e Γ =,4. Como pode se notar, sto mostra que os valore teórcos de Γ 1 e Γ estão em boa concordânca com os expermentas. A derença entre os valores teórco e expermental para a Γ 3 é explcado pelo ato que a sensbldade do otodetector usado o só de - 4dBm, com sso os snas com maores níves de potênca oram saturaram o otodetector. Electrcal Sgnal (V) t (ns) CH CH1 3 km 4 km Fg. 8. Dagramas de olho obtdos com dstntos comprmentos de enlace na rede KyaTera: km sem utlzar pré-amplcador óptco, e com préamplcador óptco para enlaces de, 3 e 4 km. Por m, substtuímos os enlaces óptcos por um atenuador varável, com a naldade de caracterzar o snal quaternáro em unção da potênca óptca na entrada do otodetector e as consequêncas no desempenho do sstema. Assm, se obtveram os dados para cada um dos olhos com as suas respectvas razões de extnção Γ, apresentados na Fg. 9. Nesta gura pode se observar claramente o echamento dos olhos à medda que aumenta a potênca na entrada do otodetector. (a) Snas elétrcos de entrada para os moduladores.

5 XXX SIMPÓSIO BRASILEIRO DE TELECOMUNICAÇÕES SBrT 1, DE SETEMBRO DE, BRASÍLIA, DF Razão de extnção (db) Fg Potênca no otodetector (dbm) {/} {/} {/11} Razões de extnção dos olhos versus potênca recebda no otodetector A Fg. apresenta o calculo do ator Q, que é relaconado com o BER (Bt Error Rate), para cada dagrama de olho, e que nos remete a uma medda dreta do desempenho do sstema. Neste gráco constata-se um melhor desempenho para a axa entre -4 e -3 dbm, que apresenta melhores valores de Q. Factor Q Potênca no otodetector (dbm) Fg.. Q{/} Q{/} Q{/11} 3x -5 x -4 1x -3 7x -3 3x - 9x - x -1 7x -1 Fator Q para cada um dos olhos no sstema versus a potênca recebda pelo otodetector V. CONCLUSÕES Os trabalhos expermentas obtdos em laboratóro e na Rede Kyatera comprovaram a ecênca e robustez da -- BER técnca proposta para a geração de snas mult-nível de na axa de mcro-ondas. Um das suas prncpas vantagens é a possbldade de gerar portadoras de para sstemas rádo sobre bra sem problemas de desvanecmento de devdo à dspersão cromátca das bras. Os resultados concernentes à geração de snas mcro-ondas quaternáros em Hz demonstraram a actbldade da técnca para gerar snas mult-nível e a possbldade de geração remota em enlaces óptcos de até 4 km. Este alcance pode ser aclmente aumentado para centenas de qulômetros utlzando amplcadores óptcos. A mplementação da técnca utlzando outros tpos de modulação óptca, como por exemplos QAM e FSK, será obetvo de trabalhos uturos. REFERÊNCIAS [1] Andrea oldsmth, Wreless Communcatons. Cambrdge Unversty Press, 5. Chapter 1, pp [] D.Opatc, SDC Croata, Rado over Fber Technology or Wreless Access, Ercsson Nkola Tesla d.d., Krapnska 45, HR-1 Zagreb. [3] Hong Bong Km, Rado over Fber based Network Archtecture, doctoral dssertaton thess, Berln 5. [4] Anthony Ng oma, Rado-over-bre technology or broadband wreless communcaton systems, Technsche Unverstet Endhoven, 5. [5] Arsmar Cerquera S. Jr., D. C. Valente e Slva, M. A. Q. R. Fortes, L. F. da Slva, O. C. Branqunho and M. L. F. Abbade, "Perormance analyss o a Rado over Fber system based on IEEE standard n a real optcal network", Mcrowave and Optcal Technology Letters, v. 51, pp , 9. [6] ovnd P. Agrawal, Fber-Optc Communcaton Systems, 3rd ed. USA: Jhon Wley & Sons,. Chapter, pp [7] Wllam S. C. Chang, photonc technology n optcal bers, Cambrdge Unversty Press,. Chapter, pp [8] X. Wang, W. Mao, M. Al-Mumn, S. A. Pappert, J. Hong, and. L, Optcal generaton o mcrowave/mlmeterwav-wave sgnals usng two-secton gan coupled DFB lasers, IEEE Photon. Technol. Lett.11, , [9] erd Keser, Optcal Fber Communcatons, nd ed. Sngapore: Mcraw-Hll, 1991 [] [11] T. P. Vllena A., Arsmar Cerquera S. Jr., Marcelo L. F. Abbade, H. E. Hernandez Fgueroa, and H. L. Fragnto, A New Optcal Heterodyne Technque or eneratng Mult-ampltude Mcrowave Sgnals In: IQEC/CLEO Pacc Rm 1, 1, Sydney. Proceedngs o IQEC/CLEO Pacc Rm 1, 1. [1] Sambarau, R.; Zbar, D.; Caballero, A.; Monroy, I.T.; Alemany, R.; Herrera, J.;, "1-Hz Wreless-Over-Fber Lnks Wth Up to 16-b/s QPSK Modulaton Usng Optcal Heterodyne eneraton and Dgtal Coherent Detecton," Photoncs Technology Letters, IEEE, vol., no., pp , Nov.15,. T. P. Vllena A. e-mal: Arsmar Cerquera S. Jr., e- mal: Este trabalho o realzado no âmbto dos programas do CEPOF e do Fotoncom. Os autores agradecem o nancamento por parte da FAPESP, CNPq e CAPES, nas bolsas 5747/8-9, 3931/8-7 e 367/9-6. (1) Faculdade de Engenhara Elétrca e de Computação, UNICAMP, Campnas-SP, Brasl. () Optcs and Photoncs Research Center, UNICAMP, Campnas-SP, Brasl. (3) Insttuto Naconal de Telecomuncações (INATEL), Santa Rta do Sapucaí-M, Brasl. (4) Faculdade de Engenhara Elétrca, PUC-Campnas, Campnas-SP, Brasl. (5) Insttuto de Físca leb Wataghn, UNICAMP, Campnas-SP, Brasl.

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