Estudos culturais e pós-coloniais para a análise fílmica dos documentários de Alanis Obomsawin.

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1 Estudos culturais e pós-coloniais para a análise fílmica dos documentários de Alanis Obomsawin. Luiz Alexandre Pinheiro Kosteczka No ensaio Cultural identity and cinematic representation, Stuart Hall enseja reflexões sobre o cinema caribenho. Muito atento para os problemas originários de generalizações classificatórias, as distinções de um novo cinema e das expressões fílmicas da diáspora afro-caribenha pelos países ocidentais postulam as especificidades dos locais de emergência dessas pluralidades cinematográficas. Assim, problematizar a localização dos enunciados fílmicos alicerça a significativa inclinação epistemológica desse escrito de um estudioso que busca reafirmar a pertinência dos estudos culturais para a compreensão das novas contingências da contemporaneidade. Publicado ao final da década de 1980, esse texto circunscreve a interpretação da representação fílmica sob alguns dos conceitos da identidade cultural desenvolvidos por Hall. Reconhecendo nessas expressões cinematográficas um questionamento das noções de identidade e cultura, o autor procura indagar quem representa e qual é o lugar dessa cinematografia (HALL, 1989: 68). De forma que a preocupação com a análise fílmica é presente nesse esforço de reflexão, porém, a latitude estética dos aparatos audiovisuais está submetida à sua extensa circunspecção teórica. Stuart Hall é um dos mais representativos intelectuais dos estudos culturais, sua produção acadêmica se preocupa em compreender a experiência da diáspora, de desterritorialização (dis-placement) e a diversidade das formações culturais. De origem jamaicana, vive desde sua vida adulta no Reino Unido, onde participou da criação do Centre for Contemporary Cultural Studies at the University of Birmingham ao lado de estudiosos como E. P. Thompson e Raymond Williams. Como seus companheiros do centro de estudos, suas problematizações se sustentam em superar a concepção de cultura como fruição e contemplação. Os guetos de migrantes, os movimentos punks, os skinheads, entre outros grupos, são objetos de seu olhar investigativo. Mas não devemos Mestrando em História e Sociedade - Programa de Pós-graduação em História da Faculdade de Ciências e Letras - UNESP - Univ. Estadual Paulista, Campus de Assis, orientado pela Dra. Karina Anhezini de Araujo. Bolsista CAPES e Emerging Leaders in the Americas Program (Canadian Bureau for International Education/Foreign Affairs and International Trade Canada). Esse texto é fruto do estágio de pesquisa ( ) no Ontario Institute for Studies in Education (OISE) da University of Toronto sob a supervisão do Prof. Dr. Jean-Paul Restoule. 1

2 reduzir seus escritos a uma descrição empírica de percepções pessoais de vários fenômenos. Hall é reconhecido por cultivar uma distância crítica de possíveis modelos explicativos e é arguto em apresentar os limites de seus possíveis referenciais teóricos. De maneira que é uma tarefa árdua a tentativa de isolar um núcleo rígido para a formação de seu pensamento (SOVIK, 2003). Em suma, seus textos apresentam amplas discussões em torno da epistemologia das humanidades e ciências sociais e, a partir da abordagem de inúmeros objetos, ressignificam as possibilidades de leitura das identidades culturais na pós-modernidade, vistas como móveis e plurais. Por hora, não almejamos refletir acerca da emergência de Hall no contexto da intelectualidade ocidental posterior à década de Utilizaremos algumas de suas conceituações para propor a leitura e análise de uma breve seleção fílmica. Perfilharemos a qualidade de enunciado das representações audiovisuais, as quais estão devidamente posicionadas em contextos de enunciação (HALL, 1989: 68-69). Refletir acerca da localização deste eu que fala se configura em uma das preocupações centrais de Stuart Hall. Assim, essas proposições são úteis para a feitura de nosso texto que objetiva compreender algumas das nuances do fazer documental da realizadora aborígine Alanis Obomsawin. O presente texto é fruto da escrita preliminar da dissertação de mestrado intitulada Imagem e a escrita da História: Os filmes do Conflito de Oka de Alanis Obomsawin. Um dos objetivos desta pesquisa em andamento trata-se de compreender o lugar e o sentido de representação de uma filmografia selecionada, esquadrinhando como esses filmes interagem com alguns dos problemas propostos pelos estudos culturais e pós-coloniais. Para tal, devemos também ponderar algumas das circunspecções de estudiosos que, após a década de 1970, alocaram a cultura e a identidade como dimensões essenciais na evolução das sociedades humanas. Alanis Obomsawin é uma veterana da produção documental canadense. Do povo Abenaki, nasceu no norte dos EUA e migrou ainda na infância para o Canadá, onde reside até os dias atuais. Por confrontar em seus filmes as políticas estatais para com o as Primeiras-Nações canadenses; contestar a representação perpetrada pelos estúdios californianos dos povos aborígenes e reavaliar o papel da religião nesse processo (LEWIS, 2006: 13); Obomsawin é uma das mais significativas representantes das Primeiras-Nações da América do Norte. O único estudo biográfico dedicado à realizadora é um trabalho consubstanciado por uma extensa entrevista cedida pela diretora, diversas fontes de referência e pela 2

3 análise fílmica de grande extensão de uma filmografia, a qual, em dias atuais, perpassa trinta títulos. Nele, Randolph Lewis chama atenção para as políticas estatais que marcam o modo de vida dos Abenakis e também para a presença do racismo escolar, circunscrito ao saber religioso, tão impactante para a jovem Obomsawin. Ele é pontual ao indicar que os Abenakis também estavam localizados nas práticas racistas dos estúdios de Hollywood no período da Segunda Guerra Mundial. Para sustentar essa hipótese, Lewis analisa o clássico Northwest Passage (1940). Esse filme de King Vidor tematizou o massacre na aldeia de Odanak no século XVIII e utilizou de motes do cinema clássico, incluindo o star system, para narrativizar um evento simbólico da empreitada colonial anglo-saxônica (LEWIS, 2006). As Hitler s tanks raced across Europe and Japanese pilots trained for their raid on Pearl Harbor, mgm studios set its sights on an older foe, one whose onscreen defeat would remind European Americans of their ability to crush even the most bloodthirsty enemies of progress and civilization (LEWIS, 2006: 9). Obomsawin e seus ancestrais são marcados pela construção imagética dos estúdios hollywoodianos. O eu detentor do discurso, outrora o participante de um amplo processo imigratório, transfigurou-se naquele que reafirma seu imaginário no interior de produções audiovisuais. O outro é representado no ecrã desde os primórdios do cinema clássico de Hollywood. Provavelmente um dos impulsos para Obomsawin existir como documentarista é intervir nessa relação de alteridade, reposicionando o significado das imagens e imaginários aborígines no interior da mídia fílmica. Uma das únicas publicações brasileiras a respeito de Alanis Obomsawin destaca essa dimensão de seus filmes, [...] activism is manifested in a poetics of resistance on behalf of her people (MARTINS, 2009: 158, grifos nossos). Maria Lúcia Milléo Martins utiliza esse conceito de poetics of resistance a partir da inferência de que os filmes de Obomsawin [...] privilege plurality of voices, allowing subjects to speak for themselves (MARTINS, 2009: 152). A primeira realização de Obomsawin foi Christmas at Moose Factory (1972). Com aproximadamente 13 minutos de duração esse filme é narrado com o voice over 1 de crianças que também criaram as ilustrações que compõem o plano visual do filme. Em meados da década de 1970 ela assume um cargo permanente no L office National du Film/National Film Board (ONF/NFB) órgão governamental de apoio para a 1 Um som off é aquele cuja fonte imaginária está situada no fora-de-campo (AUMONT; MARIE, 2003: 215). 3

4 atividade fílmica canadense, fundado em 1939 pelo esteta do documentário, o escocês John Grierson ( ). Nessa instituição ela permanece até os dias atuais, exercendo várias funções da atividade fílmica. A partir de sua extensa filmografia e atuação como ativista é possível indicar a causa aborígine como o eixo combativo de seus filmes, porém, devemos estar atentos para a complexidade de apresentação dos vários temas que se articulam a essa questão central. Essa qualidade da diretora não deve se assentar em conclusões breves, e sim possibilitar uma reflexão acerca da singularidade para o tratamento desses motes tão caros à contemporaneidade canadense. No início da década de 1990, Alanis Obomsawin iniciava as filmagens de uma série de documentários que se tornariam memoriais dos enfrentamentos entre o Estado canadense e as Primeiras-Nações da América do Norte. Os quatro filmes que compõem a Oka series documentam um dos mais fatídicos eventos do embate entre os indígenas e o aparato estatal. A filmagem do primeiro longa-metragem dessa série se iniciou após a ebulição de um conflito no qual a população nativa das reservas situadas na região de Oka (Québec) optou por interromper um empreendimento imobiliário em suas terras ancestrais. O agravamento da situação, com a morte de um oficial da Sûreté du Québec (Polícia Provincial) e a intervenção das forças armadas canadenses, deu dimensões midiáticas para os acontecimentos. Por ser reconhecida como documentarista e ativista aborígine, Obomsawin conseguiu um lugar privilegiado para documentar o conflito. No interior do cerco militar, ela filmou e permaneceu muito próxima aos indígenas. Setenta e oito dias de captação de imagem e som por várias equipes da ONF/NFB resultou em Kanehsatake: 270 Years of Resistance (1993), seguramente o mais aclamado e reconhecido filme de Obomsawin. Kanehsatake: 270 Years of Resistance se trata de uma construção memorial do fatídico evento. A construção estética se desvela como marca autoral da realizadora, que persegue a criação de inferências que superem a temporalidade do conflito. Por via do recurso das animações gráficas 2 e da narração em voice over, a diretora rememora as gêneses das relações conflituosas entre a empresa colonizadora ocidental e os Mohawks que viviam ao redor da futura cidade de Montreal. De acordo com Jean-Paul Restoule, essa conexão entre o tempo presente e o passado caracterizaria as produções cinematográficas indígenas. Em sua tese de mestrado, Restoule comparou ficções de não-nativos e documentários dirigidos por Nativos. Para ele, os filmes hollywoodianos 2 A técnica mais frequente consiste em fotografar, um por um, desenhos cujo o encadeamento produzirá automaticamente a impressão de movimento [...] (AUMONT; MARIE, 2003: 18). 4

5 desconectam o passado do presente vivido, enquanto os filmes realizados pelos Nativos exacerbam continuidades entre as questões contemporâneas e as genealogias de seus povos (RESTOULE, 1997). Essa perspectiva também é defendida por Zuzana M. Pick. Para ela, nas primeiras cenas de Kanehsatake: 270 Years of Resistance, Alanis Obomsawin assumiu a posição de narradora e seu voice-over contextualizou espacialmente o evento tema desse documentário, aliando tomadas de mapas que buscam a inserção do espectador nas origens temporais e espaciais do conflito: [...] she locates herself and the film within the storytelling tradition that is the cornerstone of First Nations knowledge, culture, and history (PICK, 2003: 181). Outras três produções ensejaram a Oka Series. Filmes distintos, mas que conduzem às avaliações das questões aborígines no contexto da América do Norte. My Name is Kahentiiosta (1995) é muito próximo de uma autobiografia fílmica, visto que a protagonista narra em primeira pessoa todo o filme de cerca de 30 minutos. Kakentiiosta, mulher que foi detida por recusar seu nome euro-americano diante de uma averiguação durante o conflito, torna-se uma personagem catalisadora da situação das mulheres aborígines dos finais do século XX. Já Spudwrench: Kahnawake Man (1997) é o retrato do cotidiano de Randy Horne (Spudwrench) após os acontecimentos em Oka. Esse filme apresenta o mundo do trabalho da construção civil dos EUA, na qual, muitos aborígines são personagens essenciais. É importante ressaltar que Spudwrench se tornou o protagonista de umas das sequências mais dramáticas de Kanehsatake: 270 Years of Resistance. Nela, Obomsawin documentariza a emboscada, perpetrada por militares, que vitimou gravemente Spudwrench. O drama se acentua quando são narradas as dificuldades de atendimento médico e sua situação de quase morte é evidenciada em close para o espectador. Os topoi testemunho e biografia são constituintes da construção narrativa desses dois documentos audiovisuais e exacerbam a existência de um fio condutor entre ambos. A memória do conflito, revisitada nessas duas produções, confere a identificação das duas realizações com o cinema de ação proposto por Obomsawin. Para ela, a intensa participação dos personagens em seus filmes cumpre uma proposta transformadora. Ao discutir acerca da encenação de uma entrevista em que Michel Trudeau e seu filho relatam uma violenta abordagem policial, Obomsawin conclui: I brought dignity to his father, and so from feeling ashamed, the boy s feeling switched (OBOMSAWIN apud LEWIS, 2006: 145). 5

6 As entrevistas compõem a estética fílmica desenvolvida por Obomsawin como um elemento primordial. São constantes também na montagem de Rocks at Whiskey Trench (2000), filme que encerra a Oka series. Realização resultante de outro momento impactante do conflito: a diáspora de crianças, mulheres e idosos da zona de conflito, frente ao recrudescimento da violência entre os Mohawks e os militares. O documentário mostra ao espectador uma massa enfurecida de habitantes apedrejando o comboio de refugiados que precisava passar pelo viaduto conhecido como Whiskey Trench. As entrevistas encenadas contrapõem os habitantes de Châteuguay, muitos dos quais participaram ativamente do apedrejamento, com os depoimentos dos Mohawks que faziam parte do comboio. Essas tomadas se intercalam com os registros fílmicos dos acontecimentos da época, muitos já utilizados na montagem de Kanehsatake: 270 Years of Resistance. Em seus aspectos gerais a Oka series sugere a permanência dos preceitos coloniais no Canadá contemporâneo. Kanehsatake: 270 Years of Resistance desde suas sequências iniciais questiona os empreendimentos que destituem os autóctones de suas terras ancestrais. Memorar o passado e conectá-lo aos eventos presentes permite inferir acerca dos poderes colonizadores, permanentes no horizonte da política canadense. Nesse sentido, podemos cotejar a produção audiovisual com as reflexões de Stuart Hall acerca do multicultural/multiculturalismo, visto que a Canadian Charter of Rights and Freedom, de 1982, assegurou institucionalmente o Canadá como um país multicultural e bilíngue. Para Hall, [...] multicultural é um termo qualificativo [...] em contrapartida, o termo multiculturalismo é substantivo. Refere-se às estratégias e políticas adotadas para governar ou administrar problemas de diversidade e multiplicidade gerados pelas sociedades multiculturais (HALL, 2003: 50). A narração em primeira pessoa de My Name is Kahentiiosta e Spudwrench: Kahnawake Man, pautado pela encenação de entrevistas, assinala a busca de Obomsawin por firmar a pertinência do sujeito aborígine no funcionamento de sociedades desenvolvidas. Já Kanehsatake: 270 Years of Resistance e Rocks at Whiskey Trench reafirmam os longos processos de exclusão e cerceamento dos autóctones canadenses. Alanis Obomsawin está inserida em um contexto de vasta e diversa produção fílmica e transita por essas tradições difusas em mais de um século de fazer fílmico. 6

7 Sabemos que o Canadá ainda é pouco reconhecido por sua produção cinematográfica. Mas, a despeito da ausência de conhecimento do público geral, as diversas estéticas desenvolvidas nesse país, principalmente do cinema documentário e animação, são influentes no panorama dos vários cinemas feitos no mundo. De forma que é importante definirmos tradição como um conceito: [...] tradição é um elemento vital da cultura, mas ela tem pouco a ver com a mera persistência das velhas formas. Está muito mais relacionada às formas de associação e articulação dos elementos (HALL, 2003: 243, grifos nossos). A partir da bibliografia acerca do cinema canadense, das entrevistas cedidas em vasto número de meios impressos e de sua posição em um órgão estatal, a ONF/NFB, é possível demarcar o lugar de emergência do discurso de Alanis Obomsawin, e articular o seu corpus fílmico a um horizonte de projetos para cinema. Para além dessas referências externas, este trabalho em andamento se pauta em considerar os princípios estéticos específicos do fazer cinematográfico. Avaliamos a compreensão da elaboração interna do discurso fílmico como essencial para uma análise histórica do cinema. Preocupação que é crescente para teóricos da relação entre história e o cinema. Eduardo Morettin salienta que para que possamos recuperar o significado de uma obra cinematográfica, as questões que presidem o seu exame devem emergir de sua própria análise (MORETTIN, 2007: 63). Ele contrapõe-se à acepção clássica desenvolvida por Marc Ferro, que pensava na [..] possibilidade de recuperar o 'não visível' através do 'visível' [...] (MORETTIN, 2007: 42), trazendo à tona um contexto externo a arte, ou uma possível luta política e ideológica periférica ao discurso do filme. Aventamos que o lugar de enunciação não é somente visível nas relações institucionais de Obomsawin com o governo canadense ou com seus povos ancestrais, pois, [...] é dentro do texto que se encontram os indícios da enunciação desse texto (VANOYE; GOLIOT-LÉTÉ, 1994: 42). Esse lugar é clarificado ao compreendermos a intensidade de sua participação no interior de suas criações audiovisuais. A escolha de um enquadramento 3 sugere uma postura ética do documentarista e sua equipe de trabalho, ethics becomes a measure of the ways in which negotiations about the nature of the relationship between filmmaker and subject have consequences for subjects and viewers alike (NICHOLS, 2001: 9). Possivelmente, a estética do cinema documentário é um lugar privilegiado para uma análise das intervenções autorais do realizador. Sua 3 [...] conjunto do processo, mental e material, pelo qual se chega a uma imagem que contém um certo campo visto de um certo ângulo (AUMONT; MARIE, 2003: 98). 7

8 participação e interação se desvela constantemente no interior do filme, ora no campo, ora no contra-campo da realização. Dessa constatação, emerge uma distinção essencial para o cinema documentário: The real difficulties of ethical documentary production turn on the degree and nature of intervention no its absence or presence; and they rest far more on the relationship between documentarist and participant than between documentarist and audience (WINSTON, 2000: 1, grifos nossos). Breves conclusões O presente texto demonstra o esforço que realizamos no desenvolvimento da dissertação de mestrado, em que optamos por cruzar a estética da produção fílmica com a dimensão da escrita da história. Exercício já realizado por Robert A. Rosenstone em sua obra, recentemente publicada no Brasil, A história nos filmes, os filmes na história, constituindo-se em uma inspiração metodológica para o nosso trabalho. O principal diálogo de Rosenstone se deu com a dimensão historiophoty forjada por Hayden White (1988) 4. Para ele, [...] os cineastas (alguns deles) podem ser, e já são, historiadores, mas por necessidade, as regras de interação de suas obras com o passado são, e devem ser, diferentes das regras que governam a história escrita (ROSENSTONE, 2010: 22). Rosenstone não nega as regras e preocupações da mídia fílmica, destacando as contingências da produção cinematográfica, mas afirma a possibilidade do cineasta compartilhar e dialogar com a história escrita pelos historiadores de profissão. Em síntese, analisamos algumas das obras audiovisuais de Alanis Obomsawin iluminando os aspectos discursivos que conectam esses filmes às preocupações da escrita contemporânea de história. Sua retórica documental, explícita em uma estética eclética e plural, revela áreas de contato entre o fazer fílmico e o ofício do historiador, tais como, a preocupação com a dimensão dos eventos, dos sujeitos e das formações identitárias. Nesse sentido, os estudos culturais e pós-coloniais são um alicerce para compreendermos a forma que ela elege para arrazoar as políticas multiculturalistas que tencionam as formações identitárias do Estado canadense. 4 No entanto, Hayden White se julga devedor de Rosenstone para forjar esse elemento da contemporaneidade. Logo no início de seu texto Historiography and Historiophoty ele pontua o texto de Rosenstone (presente no mesmo volume da The American Historical Review) History in Images/History in Words... como lugar de partida de sua reflexão. 8

9 Referências Bibliográficas. AUMONT, Jacques; MARIE, Michel. Dicionário teórico e crítico de cinema. Campinas: Papirus, CANADÁ. Constitutional Act. (1982). Canadian Charter of Rights and Freedom. Disponível em: <http://laws.justice.gc.ca/eng/const/page-15.html>. Acesso em: 10 dez Hall, Stuart. Cultural Identity and Cinematic Representation. In: Frameworks 36, 1989, p Disponível em: < Identity-Cinematic-Representation-Stuart-Hall>. Acesso em: 26 Ago HALL, Stuart. Da diáspora: identidades e mediações culturais. Organização Liv Sovik; tradução de Adelaine La Guardia Resend (et all). Belo Horizonte: Editora UFMG, In: The American Hisorical Review. Vol.93, No. 5 (Dec., 1988), p , 1988 Disponível em: <http://www.jstor.org/stable/ >. Acesso em: 24 Ago LEWIS, Randolph. Alanis Obomsawin: the vision of a native filmaker. Lincoln: University of Nebraska Press, MARTINS, M. L. M. Dionne Brand and Alanis Obomsawin: polyphony in the poetics of resistance. In: Ilha do Desterro (UFSC), v. 56, p , Disponível em: <https://periodicos.ufsc.br/index.php/desterro/article/view/ n56p151/14969>. Acesso em: 24 Ago MORETTIN, E. V. O cinema como fonte histórica na obra de Marc Ferro. In: CAPELATO, Maria Helena (et. al.). História e Cinema. São Paulo: Alameda, NICHOLS, Bill. Introduction to documentary. Bloomington; Indianapolis: Indiana University Press, PICK, Zuzana M. This Land Is Ours Storytelling and History in Kanehsatake: 270 Years of Resistance. In: LEACH, Jim; SLONIOWSKI, Janete (Orgs.). Candid eyes: essays on Canadian documentaries. Toronto: University of Toronto Press, 2003, p ROSENSTONE, Robert A. History in Images/History in Words... In: The American Historical Review. Vol.93, No. 5 (Dec., 1988), p Disponível em: <http://www.jstor.org/stable/ >. Acesso em: 10 ago A história nos filmes, os filmes na história. Tradução Marcello Lino, São paulo: Paz e Terra, VANOYE, Francis; GOLIOT-LÉTÉ, Anne. Ensaio sobre a análise fílmica. Tradução de Maria Appenzeller. Campinas: Papirus, WHITE, Hayden. Historiography and Historiophoty. In: The American Historical Review. Vol. 93, No. 5 (Dec., 1988), p Disponível em:<http://www.jstor.org/stable/ >. 9

10 WINSTON, Brian. Lies, damn lies and documentaries. London : BFI Pub.,

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