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1 Formação de Higiene e Segurança no Trabalho CEFAPA Centro de Formação da Administração Pública dos Açores Programa da Formação 1. Conceitos Básicos de Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho; 2. Riscos Profissionais; 3. Acidentes e Doenças Profissionais; 4. Actuação em Emergências e Evacuações; 5. Elementos básicos da gestão da prevenção de riscos. 1

2 Estatísticas de acidentes de trabalho Acidentes mortais objectos de inquérito 2004 /

3 Acidentes mortais por sector de actividade Acidentes mortais segundo as causas

4 ACIDENTES DE TRABALHO MORTAIS: DISTRIBUIÇÃO SEGUNDO OS DIAS DA SEMANA E TIPO DE EMPRESA Conceitos 4

5 Segurança do Trabalho OBJECTIVO PRINCIPAL: PREVENÇÃO DE ACIDENTES DE TRABALHO Como? SEGURANÇA Reconhecimento e controlo dos riscos associados aos componentes materiais de trabalho. 5

6 Componentes materiais de trabalho Os locais de trabalho; O ambiente de trabalho; As ferramentas; As máquinas e materiais; As substâncias e agentes químicos, físicos e biológicos; Os processos de trabalho e a organização do trabalho. HIGIENE DO TRABALHO OBJECTIVO PRINCIPAL: PREVENÇÃO DE DOENÇAS PROFISSIONAIS Como? 6

7 CONTROLO DOS: AGENTES QUÍMICOS AGENTES FÍSICOS AGENTES BIOLÓGICOS SAÚDE BEM ESTAR FÍSICO, MENTAL E SOCIAL 7

8 Prevenção Acçãodeevitaroudiminuir riscos profissionais através de um conjunto de disposições e medidas que devam ser tomadas no licenciamento e em todas as fases de actividade da empresa, do estabelecimento ou serviço. Higiene, Segurança e Saúde do Trabalho Legislação de Referência Lei 99/2003, de 27 de Agosto aprova o Código do Trabalho Lei 35/2004, de 29 de Julho regulamenta o Código do Trabalho Lei 7/2009, de 12 de Fevereiro aprova a revisão do Código do Trabalho D.L. 441/91, de 14 de Novembro - contem os princípios que visam promover a segurança, higiene e saúde no trabalho; D.L 133/99, de 21 de Abril alterações ao D.L. 441/91, de 14 de Novembro; Lei 59/2008, de 11 de Setembro - aprova regime de contrato de trabalho em funções públicas Ḣigiene e Segurança no Trabalho 8

9 Empregador ou entidade empregadora Dirigente máximo do serviço ou organismo da Administração Pública que tenha competência própria prevista na lei para gestão e administração do pessoal. Trabalhador Pessoa vinculada por nomeação, contrato administrativo de provimento ou contrato individual de trabalho. 9

10 Trabalhador Independente Pessoa singular que exerce uma actividade por conta própria. Representante dos trabalhadores Pessoa eleita nos termos definidos na lei para exercer funções de representação dos trabalhadores nos domínios da segurança, higiene e saúde no trabalho. 10

11 Obrigações do empregador Assegurar a todos os trabalhadores condições de Segurança, Higienei e Saúde em todos os aspectos relacionados com o trabalho. Como? Adoptar medidas tendo em conta os princípios de prevenção. Princípios Gerais de Prevenção Evitar o Perigo Avaliar o Risco Combater o Risco na Origem Adaptar o Trabalho ao Homem Atender ao estado de evolução da técnica Substituir o mais perigoso pelo menos perigoso Organização do Trabalho Prioridade da Protecção Colectiva Informação e Formação 11

12 Risco vs Perigo Perigo - fonte ou situação com um potencial para o dano em termos de lesões ou ferimentos para o corpo humano ou de danos para a saúde, danos para o património, danos para o ambiente do local de trabalho, ou uma combinação destes. Risco - combinação da probabilidade e das consequências da ocorrência de um determinado acontecimento perigoso. Obrigações do empregador Identificar os riscos previsíveis ií i aquando da concepção das instalações, dos locais e processos de trabalho, combatendo-os na origem, anulando-os ou eliminando os seus efeitos. 12

13 Obrigações do empregador Integrar a avaliação dos riscos no conjunto das actividades e adoptar medidas de prevenção; Assegurar que as exposições aos agentes químicos, físicos e biológicos não constituem um risco para a saúde dos trabalhadores; Obrigações do empregador Planificar a prevenção; enção Organizar os meios para aplicação das medidas de prevenção tendo em consideração a evolução da técnica; 13

14 Obrigações do empregador Dar prioridade a prevenção colectiva em detrimento da protecção individual; Organizar o trabalho, eliminar os efeitos do trabalho monótono e do trabalho cadenciado; Obrigações do empregador Assegurar a vigilância da saúde dos trabalhadores em função dos riscos a que estão expostos. 14

15 Obrigações do empregador Estabelecer as medidas que devem ser adoptadas em matéria de: primeiros socorros, combate a incêndios evacuação dos trabalhadores Identificar os responsáveis pela sua aplicação; Obrigações do empregador Permitir o acesso a zonas de risco grave apenas a trabalhadores com aptidão e formação adequada e durante o tempo estritamente necessário; Dar instruções adequadas aos trabalhadores. 15

16 Obrigações do empregador Quando várias empresas, estabelecimentos ou serviços desenvolvam, simultaneamente, actividades no mesmo local de trabalho, devem cooperar no sentido da segurança e da saúde. Informação e consulta dos trabalhadores Os trabalhadores devem dispor de informação actualizada sobre: Os riscos inerentes ao tipo de trabalho e à empresa ou serviço; Medidas de protecção e prevenção, e forma como se aplicam; 16

17 Informação e consulta dos trabalhadores Medidas e instruções a adoptar em caso de perigo grave e eminente; Medidas de primeiros socorros, de combate a incêndios e de evacuação dos trabalhadores. Informação Quando? admissão na empresa, mudança de posto de trabalho ou de funções, introdução de novos equipamentos, ou alteração das existentes, adopção de uma nova tecnologia e em, actividades que envolvam trabalhadores de várias empresas. 17

18 Consulta aos trabalhadores Os trabalhadores podem apresentar propostas no sentido de minimizar i i qualquer risco profissional, sendo-lhes facultado o acesso à informação técnica e aos dados médicos colectivos, bem como às informações de outros organismos oga oscompetentes. tes Formação Devem receber formação adequada e suficiente consoante as funções e o posto de trabalho; 18

19 Formação Deve ser assegurada formação permanente aqueles cuja função é a organização das actividades de Segurança e Saúde no Trabalho; Obrigações dos Obrigações dos Trabalhadores 19

20 Obrigações dos trabalhadores Cumprir as prescrições de HSST e as instruções do empregador sobre esta matéria; Obrigações dos trabalhadores Zelar pela sua segurança e saúde e de outras pessoas que possam ser afectadas pelas suas acções ou omissões no trabalho; 20

21 Obrigações dos trabalhadores Utilizar correctamente e segundo as instruções recebidas: máquinas; aparelhos; instrumentos ; substancias perigosas; equipamentos de protecção colectiva e individual. Obrigações dos trabalhadores Cumprir os procedimentos de trabalho estabelecidos; Cooperar para a melhoria do sistema de HSST; 21

22 Obrigações dos trabalhadores Comunicar imediatamente avarias e deficiências por si detectadas que se lhe afiguram susceptíveis de originarem perigo grave e iminente; assim como qualquer defeito verificado nos sistemas de protecção. Obrigações dos trabalhadores Em caso de perigo grave e iminente adoptar as medidas e instruções estabelecidas para tal situação. 22

23 Obrigações dos trabalhadores Os trabalhadores só serão prejudicados se agirem com dolo ou negligência grave. HIGIENE, SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO RISCOS PROFISSIONAIS 23

24 No início da 1ª Guerra Mundial, o uniforme dos soldados britânicos incluía um chapéu de tecido castanho. Não tinham sido distribuídos capacetes metálicos. À medida que a guerra se desenrolava, as autoridades militares começaram a ficar alarmados com a quantidade de soldados feridos na cabeça. Por esse motivo, substituíram os chapéus castanhos por capacetes metálicos. No entanto, as autoridades ficaram espantados, pois os ferimentos na cabeça aumentaram. Não se registou uma intensidade de combates depois da mudança. Então que motivo terá motivado o aumento do número de soldados feridos na cabeça em cada batalhão, quando usavam capacetes metálicos em vez dos chapéus de tecido? 24

25 Avaliação de Riscos C = Consequências R = Risco R = P x C Ligeiramente Danoso = 1 Danoso = 2 Extremamente Danoso = 3 Baixa = 1 Insignificante Risco = 1 x 1 = 1 Aceitável Risco = 1 x 2 = 2 Moderado Risco = 1 x 3 = 3 P = Pr ob ab ili da de Média = 2 Aceitável Moderado Importante Risco = 2x1= 2 Risco = 2x2= 2 4 Risco = 2x3= 6 Alta = 3 Moderado Risco = 3 x 1 = 3 Importante Risco = 3 x 2 = 6 Intolerável Risco = 3 x 3 = 9 25

26 Riscos associados a Agentes Físicos Ambiente térmico Ruído Vibrações Ambiente térmico Ambientes quentes Secos Fundições de ferro e aço Fábricas de cerâmica Industria do vidro Industria das borrachas Pastelarias Húmidos Cozinhas Lavandarias Tinturarias Fabricas de conservas Ambientes frios Câmaras frigoríficas 26

27 Ambiente térmico Efeitos da temperatura Hipertermia Transtornos sistémicos i Golpe de calor (44 ºC), esgotamento, desidratação. Transtornos da pele Erupção, queimaduras. Transtornos psíquicos Irritação, mal estar (fadiga térmica). 27

28 Efeitos da temperatura Hipotermia Transtornos da pele Queimaduras, reumatismo, frieiras, congelamento. Transtornos psíquicos Alterações comportamentais, mal estar Morte Paragem cardíaca (26 ºC). CONTROLO DO AMBIENTE TÉRMICO MEDIDAS TÉCNICAS Ventilação e climatização Protecção de paredes opacas Protecção de superfícies vidradas MEDIDAS ORGANIZACIONAIS MEDIDAS DE PROTECÇÃO INDIVIDUAL 28

29 CONTROLO DO AMBIENTE TÉRMICO Medidas Organizacionais Redução do metabolismo (automatização, divisão de tarefas); Redução do tempo de exposição (introdução de pausas); Trabalho em ambiente mais favorável (transferência de operações críticas); Formação; Higiene alimentar (disponibilidade de bebedouros); RUÍDO 29

30 Som variação de pressão acústica que o ouvido pode detectar através do movimento das partículas do meio de propagação elástico, capaz de estimular a sensação auditiva Ruído Som desagradável e indesejável 30

31 O aparelho auditivo A anatomia do ouvido humano A cóclea 31

32 uniforme estável Tipos de Ruído intermitente, fixo ou variável flutuante e impulsivo ou de impacto Ruído 32

33 Danos causados pelo ruído Ruído Trabalhador em risco Exposição diária ao ruído durante o trabalho igual ou superior a 85 db(a), ou Valor máximo de pico igual ou exceder 140 db. 33

34 Efeitos do Ruído Efeitos sobre o aparelho auditivo Efeitos do Ruído Perdas temporárias fadiga auditiva facilmente recuperável. Perdas definitivas exposição intensa e/ou prolongada no tempo. Efeitos fisiológicos extra-auditivos Hormonais e metabólicos. Sistema nervoso central alterações do sono e da memória. Psíquicos irritabilidade, agravamentos de estados de depressão e ansiedade. Cardiovasculares constrição dos vasos sanguíneos e possível aumento da tensão arterial e da frequência cardíaca. Outros Interfere na comunicação acidentes de trabalho 34

35 Controlo de Ruído Levantamento dos níveis de ruído Análise dos resultados Medidas de redução Avaliação dos Resultados 35

36 Levantamento dos níveis de ruído Valores que podem criar lesões auditivas permanentes. Valores Limite Leq = 87 db(a) ou Dose (8h) = 100% MaxL PICO =140 db Nível de Acção: Leq =85 db(a) Ruído nos locais de trabalho Ultrapassagem dos valores limite: Identificação das causas; Medidas técnicas de redução e organização do trabalho; Até solucionar o problema é necessário: Avaliações periódicas; Vigilância médica anual; Acesso limitado ás zonas de risco; Protecção individual obrigatória. 36

37 Protecção Auditiva Acústica das instalações 37

38 Acústica das instalações Agentes Físicos Vibrações 38

39 Vibrações A vibração é um movimento oscilatório de um corpo, devido a forças desequilibradas de componentes rotativos e movimentos alternados de uma máquina ou equipamento. Vibrações Podem afectar o corpo inteiro ou apenas parte dele (Ex: mãos e braços. A vibração de todo o corpo ocorre quando há uma vibração dos pés (posição em pé) ou do assento (posição sentada). 39

40 Vibrações Efeitos no organismo Os primeiros sintomas da síndrome são: formigamentos ou adormecimentos leves, sendo que são usualmente ignorados por não interferirem no trabalho e outras atividades. Mais tarde, o paciente pode experimentar ataques de branqueamento de dedos confinados, primeiramente às pontas. Entretanto, com a continuidade da exposição, os ataques podem estender-se à base do dedo. Vibrações Efeitos no organismo Efeitos cardiopulmonares; Efeitos metabólicos e endocrinológicos; Alterações na bioquímica urinária e sanguinea; Distensões, náuseas, perda de peso, redução visual. 40

41 Vibrações Medidas Preventivas Melhoria do equipamento, reduzindo a intensidade das vibrações; Instituir períodos de repouso e rotatividade, evitando exposições contínuas, e Caso se identifiquem as lesões iniciais deve proceder-se à rotação no posto de trabalho. HIGIENE, SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO Riscos associados a Agentes Químicos 41

42 Contaminantes químicos, são todos os agentes químicos presentes no local de trabalho, susceptíveis de provocar efeitos adversos (doenças profissionais) nos trabalhadores expostos. Classificação das substâncias Símbolos de Perigo F - Facilmente inflamável F+ - Extremamente inflamável Xi - Irritante Xn -Nocivo O - Comburente C - Corrosivo T - Tóxico T+ - Muito Tóxico E - Explosivo N Perigoso para o ambiente 42

43 Manipulação de substâncias perigosas As substâncias tóxicas, nocivas e irritantes exigem protecção pessoal a nível cutâneo e de vias respiratórias. As substâncias corrosivas exigem protecção a nível cutâneo, a qual poderá ir da protecção das mãos e antebraço. As substâncias tóxicas para o ambiente deverão ser destruídas ou neutralizadas, segundo os processos previamente determinados, antes de descarga no ambiente. As substâncias inflamáveis e explosivas devem ser manipuladas longe das fontes de ignição e calor. As substâncias comburentes devem ser manipuladas longe das substâncias inflamáveis e explosivas, uma vez que reagem com estas violentamente. Vias de entrada no organismo Via cutânea - Há substâncias que podem penetrar no organismo através da pele por absorção. Uso de luvas!!! Via respiratória - A maior parte das substâncias entram no organismo através do sistema respiratório. Uso de máscaras!!! Via digestiva - por ingestão pode provocar sangramento, perturbações e deformações. Não se deve comer ou beber. 43

44 Rótulo Informa o tipo de produto que se encontra na embalagem; Permite evitar confusões e erros de manipulação; Ajuda a organizar a prevenção; É um auxiliar no armazenamento de produtos; É precioso em caso de acidente; Alerta para a gestão de resíduos e a protecção do ambiente. Rótulo Acetona C 3 H 6 O M=58.08 José Manuel Gomes dos Santos, Lda ABSOLVE Nome da substância ou preparação química Nome e endereço do responsável pela colocação do produto no mercado F Xi R11: Facilmente inflamável. S15-16: Manter afastado do calor. Manter afastado de qualquer chama ou fonte de ignição - não fumar. Símbolos de perigo e seu significado Riscos específicos e conselhos de segurança (frases R e S) 44

45 Ficha de Segurança 1. Identificação da substância/preparação e identificação da Organização/ Empresa; 2. Composição/ informação sobre os componentes; 3. Identificação dos perigos; 4. Primeiros socorros; 5. Medidas de combate a incêndios; 6. Medidas a tomar em caso de fugas acidentais; 7. Manuseamento e armazenagem; 8. Controlo de exposição / protecção individual; Ficha de Segurança (cont.) 9. Propriedades físicas e químicas; 10. Estabilidade e reactividade; 11. Informação toxilógica; 12. Informação ecológica; 13. Informações relativas à eliminação; 14. Informações referentes ao transporte; 15. Informações sobre regulamentação; 16. Outras informações. As fichas de segurança devem estar em local acessível e ser do conhecimento de todos os colaboradores. 45

46 Medidas de protecção e prevenção 1ª Identificação da substância através rótulo; 2ª Identificação do tipo de substância perigosa; 3ª Avaliação da segurança da embalagem em que a substância está contida, no que respeita à possibilidade de derrame ou lenta evaporação e consequente contaminação do ar; 4ª Definição dos cuidados necessários para a sua manipulação; 5ª Condições de armazenagem no que respeita ao local e definição das condições adequadas de ventilação e temperatura. 46

47 Regras na Armazenagem A armazenagem prolongada de produtos químicos deverá obedecer a condições de ventilação, temperatura e humidade adequadas. A armazenagem deve ser feita em recipientes adequados e em bom estado de conservação e nunca abertos. Os rótulos das substâncias armazenadas devem estar em bom estado de conservação e legíveis. Na zona de armazenagem não devem existir garrafas ou embalagens de comida. Primeiros Socorros Em caso de contacto com a pele: Lavar a pele com água (e sabão). Consultar um médico se a irritação surgir ou persistir. Em caso de contacto com os olhos: Lavar os olhos imediatamente com água durante 15 minutos, mantendo as pálpebras bem afastadas. Consultar um médico. Em caso de inalação: Remover vítima para local arejado (ar livre). Consultar um médico se sintomas persistirem. Em caso de ingestão: Não induzir o vómito. Consultar imediatamente um médico e levar ficha de segurança do produto. 47

48 HIGIENE, SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO Riscos associados a Agentes Biológicos Agentes Biológicos Perigos Ocultos 48

49 Decreto-Lei nº 84/97, de 16 de Abril Ocorrências acidentais Acidente Via de penetração Exemplo Sucção de líquidos contaminados Ingestão Salmonella Aerossóis; gotículas Inalação Legionella Picada de agulha Penetração directa Staphilococcus aureus 49

50 Redução dos riscos Decreto-Lei nº 84/97, de 16 de Abril Limitação do número de trabalhadores expostos ao risco; Aplicação de medidas de higiene; Aplicação de medidas de protecção colectiva e individual; Modificação dos métodos de trabalho; Planos de acção em casos de acidente com agentes biológicos; Verificação da presença de agentes biológicos utilizados nas actividades do laboratório fora do confinamento físico primário; Utilização de meios de recolha, armazenagem e evacuação de resíduos, após tratamento adequado, utilizando recipientes seguros e identificados; d Utilização de processos de trabalho que permitam manipular e transportar sem risco os agentes biológicos Utilização do sinal de perigo biológico e outra sinalização de segurança. Planos de acção em casos de acidente com agentes biológicos Rupturas e derrames graves envolvendo materiais perigosos Evacuar o pessoal da zona, evitando alastrar a contaminação; Confinar a contaminação; Elaborar um relatório dirigido à pessoa responsável; Usar vestuário apropriado para voltar à zona afectada; A área do derrame deve ser coberta por material absorvente descartável embebido em desinfectante; Fumigar a sala/usar desinfectante abundantemente na área afectada; A área deve ser limpa após o tempo de actuação do desinfectante; DescontaminarD t i oequipamento utilizado na limpeza por método validado. 50

51 Resíduos Biológicos Resíduos: Sub-produtos resultantes de um processo, substâncias ou artigos não desejados derivados de qualquer actividade. Fragmentos de materiais; Efluentes; Resíduos indesejáveis ou excedentes de uma actividade. 51

52 Tratamento de resíduos Manutenção de condições de higiene e segurança de funcionários e público Salvaguardar efeitos negativos para os trabalhadores Protecção ambiental Salvaguardar efeitos negativos para o ambiente Preservação da imagem dos serviços Sistema de tratamento e remoção de resíduos biológicos Triagem e embalagem de resíduos Inactivação da contaminação microbiana Eliminação de resíduos 52

53 Identificação de resíduos biológicos perigosos Sangue humano ou animal e derivados do sangue; Culturas de agentes etiológicos e produtos biológicos associados; Resíduos laboratoriais que estiveram em contacto com sangue ou agentes etiológicos; Materiais cortantes e perfurantes; Carcaças animais e partes corporais; Resíduo patológico humano; Separação de resíduos biológicos a) Identificação dos resíduos que necessitam diferentes métodos de tratamento; b)métodos para a separação de resíduos biológicos perigosos dos não perigosos, no ponto de origem se possível; c) Métodos para a separação de outras categorias de resíduos (tais como produtos químicos ou radioactivos) que não contêm organismos quando exista incompatibilidade com os métodos de tratamento dos resíduos biológicos perigosos; 53

54 HIGIENE, SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO Movimentação Manual de Cargas e Ergonomia MOVIMENTAÇÃO MANUAL DE CARGAS: Qualquer operação de movimentação ou deslocamento voluntário de cargas, compreendendo as operações fundamentais de elevação, transporte e descarga. 54

55 Mais de 1/3 das lesões com baixa ocorrem devido a lesões causadas pela má movimentação de cargas. A maioria dos casos relatados dizem respeito a lesões dorso-lombares, mas as mãos, os braços e os pés são igualmente afectados. Valores limites de referência para levantamento/abaixamento de cargas Altura dos ombros Valores para movimentações pouco frequentes (menos de 30 por hora) Altura do cotovelo Altura da anca Altura da canela 55

56 Movimentação Manual de Cargas Factores de Risco São considerados factores de risco na movimentação manual de carga: se a carga for superior a 30Kg em operações pontuais ou a 20Kg em operações frequentes; se a carga for muito volumosa ou difícil de agarrar; se a carga está num equilíbrio instável ou com um conteúdo sujeito a deslocações; se a carga estiver colocada de modo a que a sua deslocação tenha que ser efectuada afastada do tronco ou com flexão ou torção do tronco. Movimentação Manual de Cargas Anatomia e esforço físico Na movimentação manual de cargas, a coluna vertebral interessa de forma especial devido à sua importância i namanutenção da postura. A coluna é composta pelas vértebras, que estão separadas por uma cartilagem fibrosa - discos intervertebrais -, que além de permitir uma grande amplitude de movimentos do corpo, funciona como absorvente de choques. 56

57 Movimentação Manual de Cargas Anatomia e esforço físico A zona lombar da coluna, formada por 5 vértebras, tem grande capacidade para suportar cargas e grande mobilidade. Região Lombar Movimentação Manual de Cargas Anatomia e esforço físico O valor das cargas suportadas é dado pelo peso do corpo acima das vértebras e pelas forças que se criam nos esforços da movimentação de cargas ou de outras actividades durante o trabalho. A elevação e o transporte de cargas, com o tronco inclinado, submete os discos intervertebrais não só a um esforço de compressão, mas também a um esforço de flexão, para os quais não estão preparados, o que provoca uma rápida degeneração do disco intervertebral inferior. 57

58 COMO DEVERÁ ENTÃO SER REALIZADA, DE FORMA SEGURA, A MOVIMENTAÇÃO MANUAL DE CARGAS? Boas práticas para a correcta Movimentação Manual de Cargas PARE E PENSE Para onde tenho que levar a carga? Precisarei de ajuda? Remova os obstáculos do caminho. Para grandes distâncias, considere um local onde possa descansar e, se necessário, mudar o modo como segura a carga. 58

59 Boas práticas para a correcta Movimentação Manual de Cargas Posicione correctamente os pés Afaste os pés (aproximadamente à largura dos ombros) Coloque um dos pés mais avançado em relação ao outro e exerça a força necessária para a levantar eataaa carga com as pernas. Nunca com as costas! Boas práticas para a correcta Movimentação Manual de Cargas Adopte uma postura correcta Dobre os joelhos. Mantenha as costas direitas, mantendo a curvatura natural da coluna (juntar o queixo ao peito ajuda a manter essa posição). Incline-se ligeiramente sobre a carga, mantendo sempre os ombros ao mesmo nível e sempre na mesma direcção das ancas. Não esquecer: a força deve ser sempre exercida pelas pernas Nunca com as costas! 59

60 Boas práticas para a correcta Movimentação Manual de Cargas Levante a carga de forma segura Mantenha os braços junto da curvatura formada pelas pernas. Amelhorposiçãoeotipodepega depende de cada um, mas deve ser segura. Se necessitar de mudar de pega, faça-o suavemente, sem esforços repentinos. Não esquecer: a força deve ser sempre exercida pelas pernas Nunca com as costas! Boas práticas para a correcta Movimentação Manual de Cargas Mantenha a carga junto a si Mantenha a carga junto ao tronco, colocando o lado mais pesado mais próximo de si. Mexa os pés Não rode o tronco quando tiver que se virar. Primeiro mude a posição dos apoios. 60

61 Boas práticas para a correcta Movimentação Manual de Cargas Apoie, depois ajuste Se, durante o percurso necessitar de mudar o modo como segura a carga, primeiro pouse-a (ou apoie-a), preferencialmente num local à altura da cintura. Se precisar de mudar a posição da carga, não a levante. Deslize-a! Retome todos os procedimentos anteriores e prossiga, mantendo sempre uma postura que não force a região lombar. Boas práticas para a correcta Movimentação Manual de Cargas Poise a carga como a levantou Dobre os joelhos. Mantenha as costas direitas, mantendo a curvatura natural da coluna (juntar o queixo ao peito ajuda a manter essa posição). Incline-se ligeiramente sobre a carga, mantendo sempre os ombros ao mesmo nível e sempre na mesma direcção das ancas. Não esquecer: a força deve ser sempre exercida pelas pernas Nunca com as costas! 61

62 Movimentação Manual de Cargas Erros a evitar Dobrar a coluna. Erguer a carga pelo lado do corpo. Ficar muito longe da carga. Movimentação Manual de Cargas Erros a evitar Manter as pernas fixas no chão e rodar o tronco com a carga. Apoiar a carga na perna ou no joelho. 62

63 Movimentação Manual de Cargas Colaborador são trabalha melhor 20 segundos em cada braço 10 segundos em cada lado 15 segundos em cada lado Movimentação Manual de Cargas Colaborador são trabalha melhor 15 segundos para cada lado 20 segundos em cada braço 3 vezes de 10 segundos 63

64 Movimentação Manual de Cargas Colaborador são trabalha melhor 10 segundos para cada lado 10 segundos para cada lado 15 segundos Ergonomia Adaptação do trabalho ao Homem. 64

65 Ergonomia Conforme a actividade profissional desempenhada, o trabalhador tem de adoptar determinada posição do seu corpo, para a poder desempenhar. Mas, em qualquer caso, deve evitar posições que, além de não serem adequadas, ainda fazem aumentar a fadiga. 65

66 Quando se está com as costas curvadas: - os músculos dorsais deformam-se; - a respiração e o funcionamento dos órgãos digestivos são dificultados. Quando se está com uma postura correcta: - pouca fadiga dos músculos; - a respiração e funcionamento dos órgãos digestivos são facilitados; - as vértebras não se deformam. 66

67 I. Trabalhos de pé Postura de trabalho Ao trabalhar em pé, o corpo deve de estar numa posição direita e natural. Para tal, a altura da superfície de trabalho deve de ser adaptada à estatura do trabalhador. Devem-se evitar todas as posições de trabalho inclinadas. 67

68 Para pessoas que trabalham de pé durante muito tempo, devem: sempre que possível, executar o trabalho por momentos em posição sentada; sentar-se durante as interrupções do trabalho; durante os intervalos, pôr as pernas numa posição elevada. II. Trabalho sentado Postura de trabalho Os trabalhos que não requerem um grande esforço muscular e que se podem executar dentro de uma área limitada devem ser feitos sentados. A área de trabalho deve estar toda ao alcance, sem haver necessidade de fazer esforço. Deve haver possibilidade de estar sentado direito, em frente e perto do lugar em que se realiza o trabalho. 68

69 O antropómetro tradicional Medição do comprimento ombro-cotovelo 69

70 Ginástica laboral Sentado ou em pé, imagine sua coluna cervical sendo alongada. Force os ombros para baixo e seu pescoço para cima Faça o mesmo exercício com inclinação de 45 graus para a direita e para esquerda bem lentamente. Abrindo os braços lateralmente, promova movimentos circulares dos ombros alterando os sentidos horário e anti-horário. Movimente os ombros para frente e para trás, sem mover o pescoço e a cabeça. 70

71 Dicas de postura A má postura causa dor: Ande o mais erecto possível. Imagine que alguém está puxando seu cabelo para cima. Encaixe os ombros para trás, endireitando o seu corpo. Olhe acima do horizonte aoandar. As pessoas que trabalham em escritório: devem evitar colocar objectos pesados ou documentos em gavetas que estejam muito próximos do chão. Atenção ao telefone! Evite torção de tronco ao atender as chamadas telefónicas. HIGIENE, SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO Riscos Eléctricos 71

72 Como acontece o choque eléctrico? Acontece pela passagem de uma corrente eléctrica pelo corpo em contacto com um objecto electrificado, o que pode provocar queimaduras, paragem respiratória ou mesmo parada cárdio-respiratória. Por conta da universalidade do uso da energia eléctrica e do facto dela ser invisível, qualquer pessoa menos avisada pode vir a ser vítima de um acidente envolvendo electricidade. id d Risco Eléctrico Acidente eléctrico: É um acontecimento não planeado no qual a acção da electricidade resulta num dano pessoal ou na probabilidade de tal ocorrência. 72

73 Risco Eléctrico Definições Choque (descarga) eléctrico Efeito fisiológico resultante da passagem da corrente eléctrica no corpo humano. Electrização Termo que designa o conjunto de manifestações fisiológicas devidas à passagem da corrente eléctrica através do corpo humano. Electrocussão Termo que designa a morte produzida pela passagem de uma corrente eléctrica no corpo humano. Os danos físicos resultam dos efeitos directos da corrente e conversão da electricidade em calor durante a passagem da electricidade pelos tecidos. A severidade do trauma depende do tipo de corrente, magnitude da energia aplicada, resistência, duração do contacto e caminho percorrido pela electricidade. 73

74 Utilização de equipamentos e ferramentas eléctricas Medidas de Prevenção Utilizar apenas fichas ou tomadas que impeçam o contacto directo; Dispor de tomadas em número suficiente e bem localizadas, para evitar o uso de extensões Proibir o uso de cabos de alimentação ou de extensões que não seja em cabo de duplo isolamento; Assegurar o bom estado do cabo na ligação ao aparelho (zona de desgaste); Verificar regularmente o bom estado das fichas e tomadas e do isolamento dos condutores. 74

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