Paulo Sérgio do Nascimento Duarte

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1 PROPOSTAS DE ATIVIDADES DE LEITURA E ESCRITA PARA AS AULAS DE ALFABETIZAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS Paulo Sérgio do Nascimento Duarte

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3 Ao Pai Eterno, pela assistência espiritual. Aos meus pais, Luiz e Marlene, pelo apoio incondicional. A professora Ana Célia, por acreditar no meu trabalho e no meu potencial. A todos os professores que, apesar das inúmeras dificuldades, ainda têm a coragem de levar adiante a Educação neste país. 3

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5 Sumário Apresentação... 7 Parte I Sugestões de Atividades 1. Alguns esclarecimentos Sugestões de atividades com textos da vida cotidiana Carta Cartaz Folheto publicitário Lista Receita Rótulos Rótulos Sugestões de atividade com textos de gênero literário Fábula Letra de música Letra de música Letra de música Letra de música Poema Sugestões de atividade com textos da tradição oral Adivinhações Lenda Lenda Pára-choques de caminhão Provérbios Quadras populares Sugestões de atividade com textos dos meios de comunicação Anúncios Notícia Notícia Notícia Manchete Sugestões de atividade com textos de informação científica Biografia Texto informativo Texto informativo Texto informativo Texto informativo

6 Parte II Coletânea de Textos 7. Textos principais Baião de Dois O cavalo e o burro Cidadão Asa Branca Passaredo Vai Boiadeiro Poeta da Roça Todo povo tem a sua história O lobisomem A lenda da mandioca Mototaxistas fazem manifestação em Juazeiro Padre Cícero Romão Batista Plantas medicinais Agrião Aroeira Os inimigos do solo Salitre As migrações Textos complementares Luiz Gonzaga Chico Buarque de Hollanda Patativa do Assaré Adivinhações O Boto A rede de dormir Pára-choques de caminhão Provérbios Quadras populares Informações gerais sobre o jornal Animais e plantas do Nordeste Bibliografia

7 Apresentação Há tempos que estamos numa jornada junto a pessoas. Os caminhos percorridos, os lugares onde estivemos e as pessoas com as quais mantivemos contato em todos esses anos em que temos trabalhado com a educação de jovens e adultos nos proporcionaram magníficas experiências. Após trilharmos caminhos, ora de terra batida, poeirentos, pedregosos, assolados pela seca, ora chuvosos, cheios de lama e com lindas paisagens, verdes, floridas, sempre nos deparamos com jovens e adultos trabalhadores e acolhedores, em busca de transformar o sonho de aprender a ler e escrever de outros tantos jovens e adultos em realidade. Foi pensando nesses anônimos e abnegados professores que resolvemos transpor para o papel, na forma de sugestões de atividades, um pouco de nossa experiência como coordenador setorial do Programa Alfabetização Solidária - Alfasol, na Universidade Federal do Ceará, prestando assistência pedagógica a dois dos dezessete municípios acompanhados por essa instituição de ensino superior, fiel parceira do Programa desde no ano de Como integrante da equipe de coordenadores setoriais responsável pela seleção e capacitação dos futuros alfabetizadores, bem como pelo acompanhamento pedagógico e avaliação do Programa em cada um dos municípios parceiros, tivemos a feliz oportunidade de participarmos, entre os anos de 1997 e 2003, de treze cursos de capacitação de alfabetizadores, promovidos pela Pro-Reitoria de Extensão da Universidade Federal do Ceará, e assim, darmos nossa contribuição para a formação de 2084 alfabetizadores. Em seis anos, foram alfabetizadas nos municípios acompanhados pela Universidade Federal do Ceará, instituição a qual representamos com muito orgulho, pessoas, em sua grande maioria, trabalhadores do campo. É neste contexto que começamos, ainda no ano 1997, a pesquisar, a criar e a sistematizar atividades de leitura e escrita que atendessem aos interesses e expectativas dos alfabetizandos e que pudessem amenizar um pouco das dificuldades enfrentadas por grande parte dos alfabetizadores de adultos que, por contarem com um reduzido aparato teórico próprio de sua área de atuação, acabavam tendo que adaptar materiais utilizados na alfabetização infantil para o trabalho com jovens e adultos. Por termos, no decorrer dos anos, firmado mais ainda a certeza de que, desde o início do processo de alfabetização, todos os esforços, tanto do aprendiz quanto do professor, devem estar voltados para construção do significado(s) do texto, é que as sugestões de atividades aqui apresentadas principiam pelo texto, unidade mais ampla da língua, até chegar às unidades mínimas (sílabas/fonemas ou letras), daí nossa opção pelo método analítico em substituição ao método da soletração. O texto é o ponto central de nossa proposta de trabalho, pois é ele que tem o significado e permite inferência, dedução e compreensão na leitura e na escrita. Empregando diversos tipos de texto de uso social como principal recurso, organizamos este trabalho em dois capítulos. No primeiro deles, apresentamos sugestões de atividades elaboradas a partir do uso de notícias de jornal, manchetes, propagandas, letras de músicas, poesias, pára-choques de caminhão, provérbios e outros tipos de texto que abordam temas como a seca, a migração, a cidadania e outros assuntos de interesse dos aprendizes e sobre os quais eles têm informações. Partindo do princípio que ler é um processo de construção de significado, que se torna possível pela interação entre os elementos textuais e os conhecimentos do leitor, propomos situações de aprendizagem de 7

8 leitura significativa que estimulem os educandos a fazerem uso dos conhecimentos que já possuem e que propiciem, mesmo aos que estão iniciando na leitura, buscarem o significado do texto e desenvolverem estratégias de leitura (antecipar, predizer com alguns dados, verificar hipóteses etc), através dos índices que o próprio texto fornece: título, ilustrações, diagramação, tipo de portador etc. No que diz respeito à escrita, a partir do contato dos aprendizes com diferentes tipos de texto, procuramos, nas atividades sugeridas, incentivá-los a escreverem, lançando mão daquilo que já sabem, dando-lhes assim, a oportunidade de utilizarem e checarem hipóteses de escrita e avançarem na compreensão do sistema alfabético. No segundo capítulo, apresentamos os textos necessários à execução das atividades aqui sugeridas e mais alguns textos complementares. Acreditando que ler e escrever só se aprende lendo e escrevendo, esperamos, através das sugestões apresentadas, contribuir de forma efetiva para uma maior diversificação e enriquecimento do trabalho de ensino e de aprendizagem nas salas de alfabetização de jovens e adultos e, ao mesmo tempo, despertar o professor alfabetizador para o fato de que ele mesmo pode e deve criar outras atividades que atendam às reais necessidades de aprendizagem dos educandos e que valorizem o universo cultural e a experiência de vida de cada um deles como elementos importantes do processo educativo. 8

9 PARTE I SUGESTÕES DE ATIVIDADES 9

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11 1 Alguns esclarecimentos Para a elaboração das atividades aqui propostas, fizemos uso de diferentes tipos de texto 1 com os quais tem-se contato freqüente: Textos da vida cotidiana: carta, lista, cartaz, folhetos publicitários e rótulos. Textos de gênero literário: poemas, fábulas e letras de músicas. Textos de tradição oral: adivinhações, lendas, pára-choques de caminhão, provérbios e quadras populares. Textos dos meios de comunicação: jornal (notícias, manchetes e anúncios). Textos de informação científica: textos informativos científicos de diferentes fontes (livros didáticos, revistas, enciclopédias) e biografia. Conhecedores que somos da heterogeneidade do grupo com que tem de trabalhar o educador de jovens e adultos, estruturamos as atividades de aprendizagem de leitura e escrita de forma que todos os alfabetizandos, desde os mais autônomos até os que ainda não lêem e escrevem de forma independente, possam participar. Para isso, norteados pelas sugestões de Carvalho (1995), propomos em grande parte das atividades: 1. Exploração inicial do texto - Utilização do título, ilustrações e tipo de portador como chaves de leitura para a formulação de hipóteses sobre o tema a ser abordado e os possíveis significados do texto a ser lido. Antes da leitura propriamente dita, é importante que o professor promova atividades prévias para que os alunos que estão dando os primeiros passos no aprendizado da leitura possam enfrentar a tarefa com sucesso, adquirindo fluência e desenvolvendo estratégias de compreensão cada vez mais eficientes. O professor deve dar aos aprendizes condições de enfrentarem a leitura de um texto apresentando previamente a temática, fotos ou ilustrações que o acompanham, trazendo informações sobre o autor, discutindo o título. Todas essas informações prévias auxiliam muito a leitura tanto dos que não lêem de forma independente quanto dos que lêem. - Leitura em voz alta do texto pelo professor. No início do processo, os educadores deverão ler em voz alta os texto para os seus alunos. É importante que a leitura seja feita em tom normal, sem mudança da pronúncia, sem alterar as palavras do autor, mesmo que difíceis, fazendo as pausas previstas pela pontuação e realçando através da entonação passagens importantes. - Conversa informal com os aprendizes sobre o que assimilaram da leitura, procurando incentivá-los a estabelecerem relações entre o que foi lido e suas experiências e conhecimentos. Após a leitura do texto, verificar, oralmente, por meio de perguntas e/ou conversa o que os alfabetizandos conseguiram compreender da leitura. 1 A tipologia aqui adotada foi inspirada na proposta apresentada por Ana Maria Kaufman e Maria Elena Rodrigues no livro Escola, leitura e produção de textos (Porto Alegre, Artes Médicas, 1995). 11

12 Estabelecer comparações entre o que foi lido e o que se esperava encontrar, abrir espaço para que manifestem suas idéias sobre o assunto abordado no texto: se concordam com o que foi lido, o que pensam à respeito, que informações possuem sobre o assunto, etc. - Leitura didática do texto feita pelo alfabetizador que aponta cada uma das palavras do texto à medida que as lê. Para que os alfabetizandos aprendam a fazer a correspondência entre unidades sonoras e unidades gráficas, ou seja, relacionem o que é dito com o que está escrito, é fundamental que o professor faça uma leitura mais lenta do texto, apontando cada uma das palavras. Os alunos devem acompanhar e repetir a leitura do professor. Neste momento, pode-se ainda começar a apresentar noções de frase e palavra. - Observação dos aspectos formais da escrita. Mostrar aos alfabetizandos que tanto a leitura quanto a escrita ocorrem da esquerda para a direita, de cima para baixo, que entre uma palavra e outra deve haver um pequeno espaço, onde começam e terminam as frases, etc. - Repetição da leitura do texto pelos alfabetizandos. O professor fará em voz alta a leitura normal do texto com o acompanhamento dos alfabetizandos. 2. Decomposição do texto: - Análise de frases - reconhecimento de cada uma das frases que formam o texto. Levam o alfabetizando a perceber que um texto é formado por diversas frases que se articulam umas com as outras. - Análise de palavras a partir da seleção de palavras chaves do texto, promover a identificação de cada uma delas pelos alfabetizandos, identificação e contagem oral de letras (vogais e consoantes) e sílabas. 3. Formação de novas palavras e frases A partir do conhecimento de novas sílabas e palavras pelos alfabetizandos, incentivá-los a criar, de forma coletiva ou individual, outras palavras e frases. 4. Criação coletiva ou individual de novos textos. Os alfabetizandos devem ser encorajados a produzir, por escrito ou oralmente, listas, anúncios, manchetes, cartas e outros tipos de texto. Como cada uma das atividades sugeridas se organiza em torno de uma determinada modalidade de texto, é imprescindível reservar um momento durante a execução das etapas descritas anteriormente, para mostrar aos aprendizes que o texto em estudo pertence a um determinado gênero, com uma forma própria (superestrutura esquemática), a qual se repete em textos do mesmo tipo. É claro que, para realizar adequadamente esse trabalho, torna-se necessário que o professor saiba, por exemplo, que uma carta caracteriza-se pela presença de elementos como: local, data, saudação, nome da pessoa que vai receber (destinatário), assunto, despedida e nome da pessoa que está enviando (remetente); uma receita por conter a relação de ingredientes, o modo de fazer, o tempo de preparo e, em alguns casos, o número de pessoas que servem. Em outras palavras, o professor deverá conhecer os diferentes tipos de texto e suas características. Chamamos ainda a atenção do professor para fato de que as sugestões aqui apresentadas não devem ser vistas como receitas de alfabetizar. De acordo com as características e necessidades de aprendizagem dos alunos, caberá ao professor inserir 12

13 dentro do seu projeto pedagógico as atividades que julgue mais adequadas, fazer as alterações que ache convenientes, sempre com o intuito de tornar o ensino o mais agradável e funcional possível. Cabe, também, ao alfabetizador estipular o período de tempo a ser gasto em sala de aula na execução de cada uma das atividades selecionadas. 13

14 2 Sugestões de atividades com textos da vida cotidiana: carta, cartaz, folheto publicitário, lista, receita e rótulo 1. SUGESTÃO I Modalidade de texto: carta OBJETIVOS - Identificar os elementos que compõem uma carta: cabeçalho, saudação, despedida. - Narrar fatos e experiências pessoais. - Distinguir cartas pessoais de cartas formais; - Escrever cartas pessoais. - Preencher corretamente envelopes para postagem. RECURSOS Uma carta escrita numa folha de papel madeira, destinada aos alunos da sala, incentivando-os a prosseguirem nos estudos; um envelope feito de cartolina, em tamanho grande, preenchido; envelopes de carta; fita gomada, quadro e giz. PROCEDIMENTOS DIDÁTICOS 1. Iniciar a atividade perguntando aos alfabetizandos se já passaram por uma situação na qual tiveram necessidade de escrever ou ler uma carta; pedir aos alunos que relatem o fato ocorrido, digam como se sentiram e o que fizeram para solucionar o problema. 2. Informar aos alfabetizandos que será feita a leitura de uma carta destinada a todos eles. Pedir que ouçam com atenção; 3. Realizar em voz alta a leitura da carta; 4. Conversar com os alfabetizandos a respeito do conteúdo da carta, procurando verificar, por meio de perguntas, se houve compreensão da leitura; chamar a atenção dos alfabetizando para a importância da carta enquanto meio de comunicação. 5. Fixar a carta escrita na folha de papel madeira em um local onde todos possam vê-la; 6. Realizar novamente a leitura da carta, desta vez, apontando na folha de papel madeira, cada uma das palavras. Os alunos deverão acompanhar e repetir; 7. Indagar aos alunos se eles sabem que características apresenta uma carta (como começa, como termina, etc); 8. Explicar aos alfabetizandos que elementos devem apresentar uma carta (local, data, saudação e despedida); 14

15 1. Fazer uso do modelo de carta fixado no quadro; 2. Informar aos alfabetizandos que há diferentes tipos de carta: pessoais e formais. Explicitar as diferenças entre os dois tipos. 9. Apresentar aos alunos o envelope da carta preenchido; 10. Explicar aos alunos a forma de preenchimento do envelope e o que significa REMETENTE, DESTINATÁRIO, CEP; procurar destacar a importância do correto preenchimento do envelope. 11. Propor aos alfabetizandos a escrita de uma carta; 12. Dividir os alunos em pequenos grupos; 13. Pedir a cada um dos grupos que escreva uma pequena carta destinada aos alunos de uma outra sala, falando sobre o que estão achando da experiência de começar ou de voltar a estudar; 1. Caso o professor ache mais conveniente, poderá pedir aos alunos que façam a escrita da carta individualmente; 2. Circular entre os grupos, ajudando-os na escrita das cartas e, posteriormente, no preenchimento dos envelopes. 14. Distribuir os envelopes entre os grupos e solicitar que façam o seu preenchimento; 15. Pedir aos grupos que leiam as cartas; 16. Sugerir aos alfabetizandos que enviem suas cartas; caso não seja possível o envio das cartas pelo correio, o professor poderá entregá-las pessoalmente aos alfabetizadores responsáveis por outras salas de aula de alfabetização de jovens e adultos, estimulando assim, a troca de correspondência e a utilização prática e imediata do conhecimento adquirido. 2. SUGESTÃO II - Modalidade de texto: cartaz OBJETIVOS - Conhecer e identificar cartazes. - Utilizar desenhos e ilustrações como chaves de leitura para prever o conteúdo de um texto. - Atentar para os recursos visuais utilizados: tipo e tamanho das letras, cores, ilustrações. - Perceber as diferentes intenções comunicativas de um cartaz. - Produzir, com a ajuda dos colegas e do professor, um cartaz. RECURSOS Cartazes utilizados em campanhas de saúde (combate a dengue, ao tabagismo etc) e eventos (festas, exposições, feiras agrícolas, etc); folhas de cartolina, cola, revistas, jornais velhos, pincéis, lápis de cor e fita adesiva. 15

16 PROCEDIMENTOS DIDÁTICOS 1. Iniciar a atividade conversando informalmente com os alfabetizandos sobre campanhas de saúde em andamento na cidade (combate a dengue, ao tabagismo etc); 2. Fixar na parede cartaz falando sobre a dengue; 3. Perguntar aos alfabetizandos se já encontraram outros papeis como esse fixados em ruas e prédios da cidade, se sabem o seu nome e para que ele serve; 4. Explicar aos alfabetizandos o que é um cartaz; falar da importância do cartaz como meio de divulgação de informações, das suas diferentes funções e das características gráficas que ele pode apresentar. 5. Instigar os alfabetizandos a dizerem, através da observação da ilustração ou fotografia, que assunto é abordado no cartaz, que mensagem ele pretende transmitir; fazer uso somente da ilustração ou fotografia do cartaz. 6. Pedir aos alunos que tentem ler o que está escrito no cartaz; 7. Abrir espaço para que apresentem suas conclusões; 8. Realizar em voz alta a leitura do cartaz; 9. Verificar através de perguntas o que os alfabetizandos conseguiram compreender da leitura; Exemplo: o que é dengue? Como evitar e combater a dengue? Quais são os sintomas da dengue? Como tratar a dengue? chamar a atenção dos alunos para a mensagem principal do cartaz, a chamada (mensagem escrita em letras maiores e que tem como função despertar a atenção das pessoas para o cartaz). Explicar o que é uma chamada. 10. Mostrar aos alunos diferentes tipos de cartazes (festas, shows, exposições, etc); conversar sobre a função de cada um deles. 11. Propor aos alfabetizandos a criação de um cartaz; o texto do cartaz deverá ser produzido em conjunto (texto coletivo) por professores e alunos. 12. Perguntar aos alunos que assunto será abordado no cartaz; após se discutir a importância de cada uma das propostas apresentadas, o escolher o tema do cartaz através de uma votação. 13. Iniciar, juntamente com os alfabetizandos, a produção do texto do cartaz. O professor irá mediar a fala dos alfabetizandos e será o redator do texto, cabendo a ele negociar suas interferências e orientar quanto à composição geral do texto. o texto deverá ser escrito no quadro. Após a produção do texto: 14. Ler o texto em voz alta, apontando palavra por palavra. Os alfabetizandos deverão acompanhar e repetir; 15. Distribuir entre os alunos folhas de cartolina, cola, pincel, lápis de cor, revistas e jornais velhos; 16. Pedir que copiem na folha de cartolina o texto produzido e, em seguida, fazendo uso do material recebido, elaborem um cartaz; sugerir que desenhem ou recortem imagens de jornais e revistas para ilustrar o cartaz. 17. Promover uma exposição com todos os cartazes criados. 16

17 Variação: Caso julgue mais conveniente, o professor poderá, após a etapa 12, dar continuidade a atividade da seguinte forma: 13. Dividir a turma em pequenos grupos; 14. Distribuir entre os grupos o material necessário a produção do cartaz: folha de cartolina, cola, pincel, lápis de cor, revistas e jornais velhos; 1. Circular entre os grupos ajudando-os na escrita da mensagem do cartaz. 2. Sugerir que desenhem ou recortem imagens de jornais e revistas para ilustrar o cartaz. 15. Pedir a cada um dos grupos que mostre o cartaz confeccionado e faça a leitura da mensagem; 16. Promover uma exposição com todos os cartazes criados. 3. SUGESTÃO III Modalidade de texto: folheto publicitário OBJETIVOS - Identificar um folheto publicitário. - Consultar um folheto publicitário. - Escrever palavras relacionadas a um determinado tema. - Ler e escrever número naturais. - Analisar, interpretar, formular e resolver situações-problemas envolvendo adição, subtração, multiplicação e divisão. RECURSOS Dois folhetos publicitários, um anunciando a venda de produtos alimentícios 2 outro, a de um produto qualquer ( venda de casas, móveis, etc); quadro e giz. e o PROCEDIMENTOS DIDÁTICOS 1. Iniciar a atividade mostrando aos alfabetizandos um folheto publicitário qualquer (venda de casas, móveis, etc); 2. Indagar aos alfabetizandos se no dia-a-dia já se defrontaram com outros textos semelhantes ao que foi mostrado, se sabem para que ele serve; 3. Pedir aos alunos que, a partir da observação das figuras ou ilustrações que aparecem no folheto, digam do que ele trata; 4. Ler o texto em voz alta para os alfabetizandos; 5. Conversar com os alfabetizandos sobre conteúdo do texto; 6. Informar aos alfabetizandos que o texto lido é uma mensagem publicitária elaborada para informar e/ou convencer o leitor de algo; 2 Para facilitar a visualização dos alfabetizandos e a execução da atividade, o professor poderá, fazendo uso de uma folha de papel madeira, embalagens de produtos (arroz, feijão, macarrão, farinha, café, etc.) e cola, confeccionar, em tamanho grande, um folheto publicitário que poderá ser utilizado por toda a turma. 17

18 explicar que as mensagem publicitárias podem aparecer na forma de folhetos, cartazes, etc. Mostrar que características apresenta um folheto publicitário. 7. Fixar o folheto anunciando a venda de produtos alimentícios em um local da sala onde todos possam vê-lo; 8. Pedir aos alunos que observem o folheto com atenção e digam que produtos estão sendo anunciados; 9. Ler em voz alta o nome dos produtos anunciados, apontando no folheto, palavra por palavra; 10. Dizer em voz alta os nomes dos produtos anunciados e pedir a diferentes alfabetizandos que os identifiquem no folheto; 11. Realizar um ditado com os nomes de produtos que aparecem no folheto publicitário; antes de iniciar o ditado, o professor deverá colocar o folheto publicitário no fundo da sala, de maneira que os alunos fiquem de costa para ele; 12. Explicar aos alfabetizandos que durante a realização do ditado, caso tenham dúvidas na escrita de alguma palavra, poderão voltar-se para trás e observar no folheto como ela é escrita; após o ditado, o professor deverá fazer a leitura das palavras utilizadas, apontando no folheto cada uma delas. 13. Pedir aos alfabetizandos que observem o folheto novamente e, em seguida, copiem ao lado do produto, o preço anunciado no folheto; 14. Solicitar aos alfabetizandos que façam no caderno a soma do quanto gastariam na compra dos produtos anunciados no folheto publicitário; 1. O professor deverá efetuar no quadro, com a participação dos alunos, a soma da quantia gasta; 2. Criar situações em que os alunos tenham que subtrair, dividir e multiplicar; Exemplo: quanto teríamos economizado se não tivéssemos comprado arroz? Quanto gastaríamos na compra de cinco refrigerantes de dois litros, se o preço da unidade é de R$ 1, 19? 3. Antes de efetuar a resolução do problema no quadro, o professor deverá aguardar alguns minutos para que os alunos tenham tempo de refletir sobre a questão e tentar resolvê-la no caderno. 4. SUGESTÃO IV Modalidade de texto: lista OBJETIVOS - Identificar o próprio nome. - Analisar palavras em relação à quantidade de letras. 18

19 - identificar as letras do alfabeto; - Estabelecer relação entre os sons da fala e as letras; - Organizar nomes por ordem alfabética. RECURSOS Crachás com os nomes dos alfabetizandos, confeccionados em cartolina; quadro de giz, giz e quadro de pregas. PROCEDIMENTOS DIDÁTICOS 1. Iniciar a atividade pedindo aos alfabetizandos que formem um circulo; 2. Espalhar no meio do círculo, no chão, crachás com os nomes dos alfabetizandos; 3. informar aos alfabetizandos que o crachá é usado para identificar pessoas e que, normalmente, é utilizado por visitantes em locais públicos ou privados, por funcionários de empresas, etc; 4. Solicitar a cada um dos alfabetizandos que tente identificar o crachá que contem o seu nome; 1. Caso o alfabetizando não consiga identificar o crachá com o seu nome, o professor deverá ajudá-lo na localização por meio de perguntas. Exemplo: o seu nome começa com a letra F, quais são os crachás que apresentam nomes começados por essa letra? A última letra é um O, quantos crachás contém nomes que termina com essa letra? 2. Ao identificar o crachá com seu nome, o alfabetizando deverá mostrá-lo para a turma e colocá-lo novamente no chão. Após todos os alfabetizandos identificarem o crachá com o seu nome: 5. Escrever no quadro de giz uma lista com os nomes dos alunos da sala; 6. Realizar em voz alta a leitura dos nomes, apontando-os no quadro. Os alunos deverão acompanhar e repetir; 7. Perguntar aos alfabetizandos se eles sabem o que é uma lista; abrir espaço para que manifestem suas idéias. 8. Explicar aos alunos que uma lista nada mais é do que uma relação de nomes de pessoas ou coisas, que há diferentes tipos de listas (de compras, de nomes de pessoas, de instrumentos de trabalho, etc). Falar sobre a utilidade de uma lista e suas diferentes formas de organização; informar aos alfabetizandos que os nomes deles escritos no quadro de giz formam uma lista. 9. Chamar cada um dos alunos ao quadro de giz para identificar e circular o seu nome na lista; caso o alfabetizando ainda tenha dificuldade em identificar o seu nome, repetir o mesmo procedimento utilizando na etapa 3, observação Pedir a cada um dos alfabetizandos que compare o seu nome com o de seus colegas; chamar a atenção dos alfabetizandos para o fato de que há nomes com poucas e com muitas letras, nomes que contém o mesmo número de letras, nomes que começam ou que acabam com a mesma letra, etc. 19

20 11. Reescrever os nomes dos alunos no quadro, desta vez, organizando-os por ordem alfabética; 1. Incentivar os alfabetizandos a dizerem a seqüência em que os nomes deverão ser escritos; 2. Aproveitar o momento para trabalhar a identificação de letras. 12. Entregar a cada um dos alunos o crachá com o seu nome; 13. Pedir aos alfabetizandos que coloquem os crachás com os seus nomes no quadro de pregas, organizando-os, também, por ordem alfabética. 5. SUGESTÃO V Modalidade de texto: receita OBJETIVOS - Compartilhar experiências. - Conhecer e valorizar diferentes manifestações culturais. - Identificar as partes que compõem uma receita (título, lista de ingredientes e modo de preparo). - Escrever receitas, utilizando sua estrutura textual. RECURSOS Receita (ver p. 66, texto 1) escrita numa folha de papel madeira 3, fita adesiva, quadro de giz e giz. PROCEDIMENTOS DIDÁTICOS 1. Iniciar a atividade conversando informalmente com os alfabetizandos sobre os diferentes hábitos e manifestações culturais que podem ser observados em todo o Brasil; chamar a atenção dos alunos para os hábitos e costumes de outras regiões: formas de alimentação, modos de vestir, festas populares, crenças religiosas, etc. 2. Solicitar aos alfabetizandos oriundos de outras cidades e regiões, ou que tenham morado em outros lugares, que falem um pouco sobre os hábitos e costumes observados por eles; 3. Explicar aos alunos que boa parte da diversidade cultural observada no Brasil deve-se ao fato de termos herdado hábitos e costumes de várias outras culturas (africana, européia, indígena, etc); ressaltar que muitas pessoas julgam existirem culturas melhores ou piores que outras, o que não é correto. O que há na realidade são culturas diferentes. 4. Citar exemplos de festas, danças, crenças e hábitos alimentares herdadas de outros povos; 3 Cada uma das partes da receita deverá ser escrita com cores diferentes: título, na cor preta; ingredientes, na cor azul e modo de preparo, na cor verde; 20

21 5. Informar aos alfabetizandos que será feita a leitura de um texto que ensina como preparar um dos pratos típicos da Região Nordeste: o baião de dois; 6. Perguntar aos alunos o que é necessário para se fazer o baião de dois e como ele deve ser preparado; 7. Realizar em voz alta a leitura da receita; 8. Fixar no quadro de giz a receita; 9. Ler novamente a receita em voz alta, desta vez, apontando na folha de papel madeira palavra por palavra. Os alfabetizandos deverão acompanhar e repetir; 10. Pedir a diferentes alfabetizandos que façam a leitura do texto em voz alta; 11. Perguntar aos alfabetizandos se já encontraram outros textos como esse no dia-adia, se sabem como ele se chama e qual a sua utilidade; 12. Explicar aos alfabetizandos o que é uma receita e para que ela serve; 13. Informar aos alunos que nas receitas há sempre dois tipos de informações básicas: o que usar (ingredientes) e como usar (etapas de preparo). Em muitas aparecem ainda outras informações importantes como o tempo de preparo e o número de pessoas que servem. chamar a atenção dos alfabetizandos para o fato da receita está escrita com cores diferentes; 14. Informar aos alunos que cada uma das cores representa uma das partes da receita: as letras em preto formam o título (nome do prato), as letras em azul a lista de ingredientes e as letras em verde, o modo de preparo; 1. Reler em voz alta cada uma das partes da receita; 2. Informar que uma estrutura parecida pode ser encontrada nas receitas para preparação de materiais de construção ou de defensivos agrícolas. 15. Realizar, juntamente com os alfabetizandos, levantamento dos tipos de medida que aparecem na receita (1 kg, 1/2 kg, 100 g, etc); fazendo uso das medidas que aparecem na receita, o professor poderá criar situações em que os alunos tenham que fazer uso de seus conhecimentos matemáticos. 16. Propor aos alfabetizandos a criação de uma receita maluca ; 17. Escrever no quadro de giz a seguinte lista de ingredientes: - 1 kg de paciência; - 1/2 kg de perseverança; - 3 xícaras de fé; - 1 pitada de paciência; - 2 kg de amor; 18. Ler em voz alta a lista de ingredientes escrita no quadro; 19. Pedir aos alfabetizandos que, fazendo uso dos ingredientes escritos no quadro de giz, criem uma receita; 1. A receita deverá ser escrita no caderno; 2. Chamar a atenção dos alunos para as informações que não podem faltar em uma receita: título, ingredientes e modo de preparo. O professor deverá ajudá-los na escrita da receita. 20. Solicitar voluntários para fazerem a leitura da receita criada. 21

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