Programa Cordeiro Capixaba

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1 Programa Cordeiro Capixaba (27) / (27)

2 Secretaria de Estado da Agricultura Abastecimento Aqüicultura e Pesca do Espírito Santo - SEAG Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas - SEBRAE Associação dos Criadores de Caprinos e Ovinos do Espírito Santo - ACCOES PROGRAMA CORDEIRO CAPIXABA Vitória Novembro de

3 Secretaria de Estado da Agricultura Abastecimento Aqüicultura e Pesca do Espírito Santo - SEAG Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas - SEBRAE Associação dos Criadores de Caprinos e Ovinos do Espírito Santo - ACCOES PROGRAMA CORDEIRO CAPIXABA Administrador Adriano Matos Rodrigues Med. Veterinário Marcos Vinicius Gumiero Eng. Agrônomo Pedro Carlos Cani Administrador Sandro Marcio Frinhani Viturini Vitória Novembro de

4 PROGRAMA CORDEIRO CAPIXABA 1 INTRODUÇÃO A ovinocultura é uma atividade desenvolvida em todos os continentes e explorada nos mais variados ecossistemas. Na última década, o rebanho ovino mundial teve pequena redução, conseqüência da queda na cotação internacional da lã. Mas o crescimento está sendo retomado. O rebanho mundial está estimado em cabeças (FAO, 2008). Nos últimos anos, a população ovina cresceu em todas as Regiões brasileiras, exceto na Região Sul, onde teve decréscimo acentuado (32%) em virtude da predominância de ovinos lanados, fato que contribuiu para manter o rebanho brasileiro, praticamente inalterado de 1995 a No mesmo período, a Região Sudeste aumentou seu efetivo ovino em 76% chegando, em 2006 com cabeças. O Nordeste concentra 56% do rebanho brasileiro. Entretanto, nas Regiões Centro Oeste e Sudeste essa atividade vem se desenvolvendo mais e em escala de produção. O crescimento é devido ao aumento do rebanho de ovinos deslanados, que objetiva a produção de carne e de pele. Estes dados apontam para um aumento de importância da ovinocultura em todas as regiões brasileiras (MARTINS, 2006). O quadro1 mostra a distribuição do rebanho de Caprinos e Ovinos nas diversas Regiões brasileiras (EMBRAPA, 2009) Quadro1 Rebanhos Brasileiros de Ovinos e Caprinos e suas Distribuições nas Regiões Brasileiras, em Regiões brasileiras (cabeças) Espírito Rebanho Norte Nordeste Centro Oeste Sudeste Sul Santo Ovino Caprino Brasil ovinos cabeças Brasil caprinos cabeças Fonte IBGE, (2007); ALBUQUERQUE (EMBRAPA, 2009). Vale destacar o cunho social da criação de ovinos, que no Brasil é exercida por pequenos produtores, cujo rebanho médio é de 32 animais. Na região sudeste, com cerca de criadores, são 37 animais por estabelecimento (MARTINS, 2006). 1.1 CONSUMO DE CARNE OVINA NO BRASIL Segundo a FAO (2007) o consumo médio mundial per capta de carne ovina, não passa de 2 kg por ano. Entretanto há países como a Mongólia, Nova Zelândia e 3

5 Islândia, cujo consumo atinge 39 kg, 24 kg e 22 kg respectivamente. Aspectos religiosos, tradição na atividade e cultura da população são fatores ligados a esse alto consumo. Em 2009, no Brasil, consumo total de carne ovina foi de 88,5 mil toneladas, o que corresponde a um consumo per capita considerado muito baixo se comparado a outros países (SOUZA, 2010). O brasileiro consome apenas 0,67 kg per capta por ano, de carne ovina e caprina. Mas, Krolow (2005), citada por Azevedo e Antonialli (2008) sustenta que o consumo, na última década, atingiu 1,5 kg/habitante/ano e justifica que, esse consumo, é resultado de importações, do aumento da produção no Brasil e do menor preconceito dos consumidores em relação a carne ovina. Essa autora defende que a expansão da criação de ovinos e caprinos acontece em decorrência do aumento de consumo dessas carnes em Regiões que abatem animais jovens e oferecem suas carcaças ao consumidor, em cortes especiais. O consumidor brasileiro não sabe, ainda, diferenciar a boa carne de cordeiro da carne de animais mais velhos (TURINO, 2008), por isso, os ovinocultores brasileiros precisam empregar técnicas para produzir carne de cordeiro de alta qualidade, de forma eficiente e a baixo custo, visando aumentar o consumo dessa carne (MARTINS, 2006). Vale reconhecer que nos últimos anos, grande esforço tem sido despendido na divulgação e na promoção das qualidades típicas (sabor e qualidade nutritiva) da carne ovina o que resultou num aumento considerável de consumo, em regiões não tradicionais. Talvez seja por isso, que Regiões brasileiras, onde o consumo de carne ovina era insignificante está crescendo gradativamente, tornando viáveis sistemas familiares de produção e diversificando a renda das pequenas propriedades. A criação de ovinos, também vem sendo adotada por grandes empresários, como atividade paralela a outras existentes na propriedade. A Região Sudeste do Brasil apresenta o maior mercado consumidor de produtos ovinos de alto valor agregado, devido ao elevado poder aquisitivo da população dos grandes centros urbanos nela existentes (TURINO, 2008). 1.2 PERSPECTIVAS DA CRIAÇÃO DE OVINOS Segundo a FAO (FAO, 2008) as tendências para o mercado ovino são animadoras estimando-se que, principalmente nos países em desenvolvimento, haja um crescimento anual de 2,1% na produção de carne ovina, durante o período de 2005 a

6 Expectativas em relação à criação de ovinos estão em alta, no Brasil. Não há dúvida, a ovinocultura brasileira encontra-se em expansão. Entretanto, velhos pontos de estrangulamento tais como: padrão animal, constância no fornecimento, escala de produção, ausência de abatedouros e frigoríficos, abate clandestino, preço e importação continuam perpetuar a vulnerabilidade dessa promissora cadeia produtiva. Há um potencial enorme a ser explorado, conforme evidenciou a pesquisa feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBGE e endossada pelas associações de produtores. A pesquisa mostrou que a produção de carne ovina gira em torno de 172 mil toneladas, muito aquém das 204 mil toneladas consumidas anualmente no País. Mesmo com base no baixo consumo de 0,67 kg per capta, por ano, se apenas a demanda interna atual fosse suprida, teria que haver um incremento de 4,4 milhões de cabeças no rebanho nacional. Com maior difusão e marketing da carne ovina e caprina esses números seriam significativamente maiores (TEIXEIRA e SOBRINHO, 2008). É inegável que a demanda por carne ovina tem crescido, principalmente na região Nordeste e Sudeste. Entretanto, 35% da carne comercializada no Nordeste, através de supermercados vêm da Região Sul do Brasil, do Uruguai e Argentina e são de qualidade questionável (QUADROS, 2005). Isso evidencia a potencialidade do mercado regional, sem contar o interesse de países consumidores em importar essa carne, desde que tenha qualidade. Por outro lado, a pele dos ovinos deslanados e dos caprinos que é de excelente qualidade é exportada para Estados Unidos e Europa. No Brasil, o Rio Grande do Sul é o principal comprador de pele do Nordeste (QUADROS, 2005). Como se vê o mercado, tanto da carne, quanto de peles de ovinos está ainda, a ser explorado. O desabastecimento de carnes e peles de ovinos no mercado brasileiro é crônico e precisa ser solucionado em curto prazo, pois as importações têm crescido com finalidade de cobrir o déficit interno de 152% (GUEDES, 2006 citado por AZEVEDO e ANTONIALLI, 2008). Mas, sérios problemas existem na comercialização desses produtos. Grandes produtores podem até vender suas produções, independentemente de estarem ligados a associações ou não. Mas, o mesmo não acontece com a pequena produção, que carece de organização desde a definição dos sistemas de produção, até a fase de comercialização e pior, as dificuldades tendem a se agravarem. Pequenos criadores terão suas dificuldades agravadas para terem acesso ao mercado em função das exigências sanitárias e dos consumidores. Até porque, os preços de venda praticados hoje, pode não se manterem se novos criadores, com padrão de qualidade predeterminado e exigido pelo mercado, forem inseridos na 5

7 cadeia produtiva (AZEVEDO e ANTONIALLI, 2008). Os referidos autores registram duas opiniões. A primeira de um diretor da Cooperativa PROCORDEIRO de Minas Gerais que diz: Uma criação de ovinos deve começar com 50 ovelhas e um cordeiro. Rebanhos pequenos não são lucrativos, muitas vezes não pagam sequer os custos envolvidos, mas servem para o criador conhecer a atividade, obter experiência e então decidir se quer mesmo ingressar na atividade. A ovinocultura começa ser lucrativa com um rebanho de 200 matrizes, afirma o diretor. A segunda de uma grande criadora de ovinos de Minas Gerais que afirma: para um produtor viver somente da criação de ovinos é preciso que seu rebanho seja de pelo menos cabeças. Isso considerando que a venda dos animais ocorra com idade entre 140 e 150 dias, com peso de 30 a 40 kg e vendido a R$ 3,00 por kg. Entretanto, para um pequeno produtor, que queira ter uma renda mensal complementar aos seus negócios de R$700,00 necessita vender de sete a dez animais por mês. Os mesmos autores lembram que Gaúna, (2006) sustenta que o retorno financeiro da ovinocultura pode ocorrer em um período de um ano e meio a dois anos, considerando um investimento inicial necessário estimado de R$23.000,00. Entretanto, não existem informações econômicas consistentes que mostrem a lucratividade da ovinocultura de corte. 1.3 SISTEMAS DE PRODUÇÃO Existe uma diversidade muito grande de sistemas de produção, mas com raras exceções, não se consegue apurar o custo de produção e assim informar a lucratividade do sistema utilizado. Grande parte das criações não tem cunho comercial. É feita por deleite, portanto sem muita preocupação com lucratividade. O FarmPoint (2010) realizou uma enquete, via internet, para conhecer os sistemas mais utilizados. Embora a enquete atinja apenas quem tem internet, os resultados dão uma idéia próxima da realidade. O sistema de produção mais utilizado é o semiintensivo (42,86%), seguido do extensivo (35,71%) e intensivo com (21,43). A idade de abate dos sistemas intensivos foi de 5,3 meses, dos semi-intensivos 5,83 meses e do extensivo 8,5 meses. Ainda, segundo a enquete, na Região Sudeste, 75% dos produtores utilizam o sistema semi-intensivo e 25% o extensivo e, independentemente do sistema utilizado a idade de abate foi de 5,25 meses. O sistema de produção, em geral, define a qualidade da carne produzida. Sabe-se que a melhor carne é oriunda de animais jovens. Na Região Sudeste, nenhuma diferença foi verificada entre os sistemas intensivos e extensivos. Se isso é verdade resta ao produtor analisar qual é o sistema mais barato na sua propriedade, já que a enquete, não faz menção sobre custo de produção de cada sistema. Aliás, Reis e Ítavo (2009), comentam que os sistemas de produção patinam em achar uma solução econômica e alegam que isso justifica o porquê que a atividade 6

8 não se consolida com profissionalismo e competitividade. Fala-se em adotar o modelo de integração idêntico ao usado em frangos e suínos, mas na prática não há um modelo validado de integração para a ovinocultura. Cada propriedade deve definir o seu sistema de produção, de acordo com os diversos fatores que influenciam a criação. Para a escolha do sistema de produção é imprescindível contar com assistência técnica qualificada para que haja a definição correta do sistema mais indicado Pastagem Ainda, não existe muita preocupação em oferecer aos ovinos, pastagens de qualidade adequada. A predominância do capim, nas pastagens do estado, é do gênero Brachiaria. Pastagem de braquiária não é a opção mais adequada para ovinos e caprinos, muito pelo contrário, há indícios de que pode ocorrer prejuízo a ovinos e caprinos quando ingerem exclusivamente esse capim. Além disso, pelo fato de os produtores considerarem os ovinos animais rústicos e resistentes a condições adversas, não se preocupam em melhorar e manejar adequadamente as pastagens, em conseqüência a idade de abate não é atingida no tempo ideal de cinco meses. Outro fato que muitos não consideram é a ocorrência sistemática de período seco anual alegando que os ovinos toleram essa seca, melhor que outras espécies. Mas, sempre há prejuízo para o desempenho dos animais, pois a pastagem, em geral, é severamente prejudicada Genética A seleção de ovinos deslanados ocorreu, naturalmente, ao longo de centenas de anos na Região Nordeste do Brasil, em sistemas de criação extensivas e sob condições extremamente adversas. Isto fez surgir animais rústicos formando raças perfeitamente adaptadas à região e com razoável capacidade de produção de carne e de pele de boa qualidade. Imperioso é reconhecer que a seleção foi mais intensa para rusticidade relegando, em parte, a produtividade e qualidade de carcaça. Para acelerar o melhoramento genético de ovinos, o método mais eficiente é a inseminação artificial. Mas os resultados, desse método, ainda são questionáveis para pequenos produtores, tendo em vista que é de custo elevado, necessita de instalações adequadas, exige pessoal treinado e cuidados rigorosos. Por enquanto, é justificável utilizá-la em rebanhos maiores. 7

9 1.3.3 Sanidade É preciso haver um rigoroso controle sanitário dos animais a serem adquiridos. A vacinação contra as enfermidades infectocontagiosas, que acometem os ovinos é obrigatória, bem como o controle de endo e ecto parasitas. Qualquer animal adquirido deve passar por quarentena Instalações As instalações devem ser simples, funcionais e eficientes. 1.4 PROGRAMAS DE INCREMENTO DA CRIAÇÃO DE OVINOS NO BRASIL Programas, já implantados, em outros Estados da Federação podem servir de base ao programa capixaba. Primeiro programa: cada pequeno produtor cadastrado e aprovado pela ATER Estadual, recebia de 15 a 20 matrizes e um reprodutor. Quando dispusesse de animais em número adequado, tinha que devolver a mesma quantia que recebeu. Os beneficiários assumiam compromisso de estarem quites com todo tipo de fiscalização, sanitária e fiscal e fazerem curso de capacitação técnica, antes de assinar o contrato de comodato com o estado. A assistência técnica era sistemática. O Governo Estadual dava incentivo fiscal, na forma de crédito outorgado de 50% do valor do ICMS, incidente sobre operações que o produtor realizasse com ovinos prontos para abate, destinados a estabelecimentos industriais, cadastrados para operações interestaduais. Não cabia ao pecuarista recolher imposto, mas o crédito presumido era concedido ao frigorífico. Esse Estado contratou avaliação do programa a qual concluiu que os resultados alcançados não foram tão significativos quanto se esperava. Segundo programa: envolvia trinta municípios. Trabalhou com 750 famílias beneficiárias do programa Bolsa Família, em situação de vulnerabilidade social. Foram distribuídas ovelhas mestiças e 177 reprodutores PO. O valor do programa atingiu 3,35 milhões de reais. Terceiro programa: contou com investimento de 13 milhões de reais previa a distribuição de matrizes ovinas e 200 reprodutores PO. Quarto programa: com valor de 2,5 milhões de reais, distribuiu 8 mil matrizes e 615 reprodutores em 13 municípios. Cada produtor recebeu 12 ovelhas, um reprodutor e um rolo de arame para cercar o pasto. Quinto programa: beneficiou 15 associações de 15 diferentes municípios. Cada associação recebeu 650 matrizes e três reprodutores registrados, totalizando matrizes e 45 reprodutores. Além disso, foram formados 750 hectares de pasto cercado com tela e construídos 15 apriscos. 8

10 2 O PROGRAMA CORDEIRO CAPIXABA O Estado do Espírito Santo não é uma região tradicional de criação de ovinos e nem os consumidores têm tradição em consumir carne dessa espécie animal. Entretanto, já é comum encontrar carne de ovinos na maioria dos supermercados da grande Vitória e nas churrascarias, mas em geral, é carne importada de outros estados ou de outros países. O abate, aqui no estado em geral, ainda está ligado a épocas de festa. Esse fato, aliado ao preço de mercado convidativo, evidenciam que a criação de ovinos pode vir a ser importante opção para muitos produtores, desde que sua cadeia produtiva seja adequadamente estruturada. Para isso ocorrer é imprescindível que a Associação de Criadores seja forte e atuante e o Governo do Estado se prontifique a apoiar, principalmente na prestação de Assistência Técnica e facilitando acesso ao crédito rural, em condições exeqüíveis para os produtores. O rebanho ovino estadual está estimado em cabeças (IBGE, 2008), distribuídas em todos os municípios do estado, sem que se tenha concentração significativa em nenhum deles. A atividade está presente em estabelecimentos (IBGE, 2006). Essa pulverização dos produtores cria dificuldades que atrapalham a adequação da cadeia produtiva e o desenvolvimento da atividade. A criação de ovinos, como quase todas as atividades rurais, envolve pequenos e grandes produtores. Grandes produtores, embora sejam menos afetados pela desorganização da cadeia produtiva, não conseguem viabilizarem-se a ponto de terem como renda, apenas a criação de ovinos. Já os pequenos produtores, que poderiam ter sua renda diversificada, não conseguem efetivamente entrarem na cadeia produtiva. O objetivo não comercial da maioria das criações concorre para que a exploração seja extensiva, com uso de pastagem imprópria para ovinos. Os preços praticados na comercialização da carne são, em geral, irreais (muito altos) resultando em abstenção do consumo e retraindo a demanda. É de se supor que se mais produtores entrarem na atividade, a oferta aumenta e provavelmente o preço cai. Nessa lógica mini e pequenos produtores terão suas dificuldades aumentadas para comercializarem suas produções. 2.1 DIFICULDADES No Estado do Espírito Santo as dificuldades mais citadas por técnicos do setor e criadores como prejudiciais ao crescimento da ovinocaprinocultura são: pequenos rebanhos dispersos por todos os municípios do estado, formando pequenos núcleos regionalizados que não oferecem produção em escala, para viabilizar a instalação de abatedouro regional; dificuldade dos pequenos produtores em atenderem as exigências da inspeção resultando em grande incidência do abate clandestino; 9

11 padrão racial que não permite oferta de carcaça padronizada repercutindo numa comercialização sem preços diferenciados; dificuldade de aquisição de animais de qualidade à preços acessíveis para iniciar novas criações; peles produzidas são de baixa qualidade, pois possuem alto percentual de defeitos; pastagens inadequadas para ovinos; mão de obra não preparada para ovinocultura; criação sem produção de escala definida, resultando em oferta tímida e irregular de fornecimento de carne no comércio; falta de tradição em criar ovinos, por parte dos produtores e, da população em consumir carne de ovinos; fraco nível de organização dos produtores, e ausência do poder público, relativamente a pesquisa e assistência técnica. 2.2 SITUAÇÕES FACILITADORAS Contrapondo-se a dificuldades elencados, surgem as oportunidades com base nas situações facilitadoras que se apresentam: mercado de carne ovina e caprina está em ascensão; demanda por carne ovina é reprimida e suprida pelas importações; genética e tecnologias para redução da idade de abate dos animais, já estão disponíveis; carne dos animais deslanados (criados no estado) é muito bem aceita pelos consumidores; possibilidade do produtor receber um adicional de remuneração, quando oferecer cortes especiais e animais com pele de qualidade, e a atividade exige pequenas áreas para sua criação e relativo baixo nível de investimento... 10

12 2.3 OBJETIVOS O Programa Cordeiro Capixaba visa incrementar e organizar a cadeia produtiva da ovinocultura no estado e quebrar o paradigma: falta de animais para abate inviabiliza abatedouro x falta de abatedouro inviabiliza a criação - e permitir que grandes e pequenos criadores consigam entrar e ficar participando com lucratividade e sustentabilidade dessa atividade. Pequenos produtores que sozinhos, não conseguem participar com eficácia da cadeia produtiva de ovinos, seriam os grandes beneficiários do programa, pois aumentariam e diversificariam suas rendas. Ao se viabilizarem, os pequenos produtores ajudam os grandes, fortalecendo dessa forma, toda a cadeia produtiva Objetivo geral do programa Organizar e dinamizar a cadeia produtiva da ovinocaprinocultura capixaba permitindo que grandes, médios e pequenos criadores consigam entrar e ficar participando com lucratividade e sustentabilidade nessa atividade Objetivos específicos viabilizar abatedouros estruturados para abate de ovinos e caprinos; viabilizar a comercialização da carne de ovinos; reduzir ao máximo o abate clandestino; promover gradativamente a melhoria genética do rebanho; melhorar e diversificar a renda dos produtores rurais; reduzir a idade de abate dos cordeiros; oferecer carne de qualidade para atender as exigências dos consumidores de forma eficaz e a preço competitivo. organizar e gerir a unidade produtiva de forma empresarial; promover a mudança de hábito alimentar do capixaba, buscando aumentar o consumo da carne de cordeiro; conhecer a produção do estado e por propriedade, e instituir programa de sanidade animal para ovinos (IDAF) 2.4 METAS Considerando o consumo médio estimado de carne ovina, de 1,00 kg/hab/ano haveria, no estado, um consumo anual de kg de carne de ovinos. Se um carneiro abatido rende 15 kg de carne ter-se-ia que abater animais. Como cada ovelha pare 1,4 filhos por ano, haveria uma necessidade de matrizes (e reprodutores), somente para atender a demanda do abate. Descontando as matrizes (18.000) existentes no rebanho atual, ficaria uma necessidade de matrizes só para atender a demanda dos consumidores capixabas, sem contar a demanda de reposição de matrizes. 11

13 Não existem matrizes no Brasil, para atender esta demanda. É preciso, então, trabalhar com um número menor de matrizes e ir aumentando vegetativamente o rebanho, até estabilizar. Nessa ótica, o programa deve trabalhar para ter na cadeia produtiva explorando comercialmente a ovinocultura, num prazo de cinco anos, a seguinte composição: 200 criadores com mais de 400 matrizes cada um; 200 novos criadores com mais de 50 matrizes cada um, e 500 pequenos produtores com até 50 matrizes 2.5 ESTRATÉGIA A criação de ovinos está presente em todos os municípios do estado, mas em nenhum deles, tem concentração significativa. Essa pulverização dos produtores cria dificuldades que atrapalham o crescimento e desenvolvimento da atividade, principalmente por não oferecer escala de produção que viabilize um abatedouro regional. Mesmo, com essa problemática já existem dois abatedouros para ovinos no estado. Um situado em Atílio Vivacqua, outro em Viana. Já em Teixeira de Freitas BA, existe um abatedouro específico para pequenos animais (ovinos caprinos e suínos) que será inaugurado até março de Todos garantem que vão comprar cordeiros no mesmo sistema que compram bovinos Área de Abrangência O programa estabelece como base de planejamento os núcleos regionais. A criação de núcleos regionais leva em consideração: as criações já existentes; o potencial de cada região; a limitação da assistência técnica e a confluência para os abatedouros. A área de abrangência inicial do programa fica definida com os seguintes núcleos e seus respectivos municípios. Não significa que a relação não possa ser acrescida de outros municípios. Núcleo São Mateus Vendas de cordeiros direcionadas para o abatedouro de Teixeira de Freitas - Bahia Colatina Vendas direcionadas para o abatedouro de Teixeira de Freitas ou de Vitória Vitória Vendas direcionadas para o abatedouro de Viana Municípios Água Doce do Norte, Barra de São Francisco, Boa Esperança, Conceição da Barra, Ecoporanga, Linhares, Montanha, Mucurici, Nova Venécia, Pedro Canário, Pinheiros, Ponto Belo, São Gabriel da Palha São Mateus. Águia Branca, Alto Rio Novo, Baixo Guandu, Colatina, João Neiva, Itaguaçu, Mantenópolis, Pancas, São Domingos do Norte, São Roque do Canaã. Alfredo Chaves, Anchieta, Aracruz, Cariacica, Domingos Martins, Fundão, Guarapari, Ibiraçu, Santa Leopoldina, Serra, Viana, Vila Velha. 12

14 Cachoeiro Vendas direcionadas para o abatedouro de Atílio Vivácqua Alegre, Atílio Vivacqua, Cachoeiro do Itapemirim, Castelo, Guaçui, Itapemirim, Iconha, Jerônimo Monteiro, Mimoso do Sul, Muqui, Piuma, Rio Novo do Sul, Presidente Kennedy, Vargem Alta. Para conduzir os trabalhos de assistência técnica e demais tarefas da associação, cada núcleo deve ter, inicialmente, a seguinte estrutura: um técnico de nível superior, um veículo de uso exclusivo e um note book. Além disso, em cada núcleo serão implantadas cinco propriedades modelos Unidades de Transferência de tecnologia UTT Ações a serem desenvolvidas O programa vai trabalhar com ações, que se complementam, quer sejam trabalhadas simultaneamente, quer sejam seqüenciadas no tempo. Nessa linha de raciocínio algumas ações terão prioridade sobre outras, até por uma questão de busca de recursos. Nessa lógica optou-se por trabalhar as ações em duas etapas Ações a serem desenvolvidas na ETAPA 1 Primeira Ação: Fortalecimento da Associação A associação é necessária para cuidar dos aspectos relacionados com melhoramento genético, registro de animais, controle de rebanhos, aspectos sanitários, políticas que afetam a ovinocaprinocultura, marketing da atividade, organização de eventos, dentre outros. Descrição: Realizar um trabalho voltado para o fortalecimento e organização da associação, tendo como base de sustentação o aumento do número de associados e o oferecimento de serviços que sejam úteis a todos os sócios e exeqüíveis para os pequenos criadores. Coordenador da Ação: ACCOES Entidade Responsável pela Execução: ACCOES/SEBRAE Entidade Responsável pela Viabilização Financeira: SEBRAE Data de Início: janeiro de 2011 Data de Término: dezembro de 2011 Valor Orçado: R$ ,00 (vinte mil reais) Tarefas: a) aumentar o número de sócios realizar campanhas para aumentar o número de sócios; promover reuniões motivacionais com produtores não associados para falar sobre os benefícios de ser associado; convidar produtores não associados para eventos do setor, e 13

15 b) atualizar o estatuto e criar o regimento interno (caso não exista) objetivando facilitar e legalizar o ingresso de novos sócios. c) capacitar os associados sobre o que é uma associação, papel da diretoria e do associado, obrigações perante aos órgãos fiscalizadores, documentação, registros de atas em cartório, processo eleitoral, forma correta de fazer uma eleição, etc.. d) providenciar assinatura de termo de compromisso dos parceiros com o projeto. e) contratar um funcionário para fazer os trabalhos de gestão das atividades da associação. Segunda Ação: Apoio ao setor de produção Descrição: implantar programa de fomento à produção, buscando disponibilizar matrizes, materiais e insumos para incentivo, principalmente a novos criadores que queiram ingressar na atividade. Profissionalizar criadores. Considerando que conseguir recursos financeiros é sempre difícil e que há dificuldades em encontrar matrizes, cada criador receberia 20 ovelhas com idade máxima de dois anos e um reprodutor, para iniciar sua criação. Coordenador da Ação: ACCOES Entidade Responsável pela Execução: ACCOES Entidade Responsável pela Viabilização Financeira: SEAG, MDA, MAPA Data de Início: abril de 2011 Data de Término: dezembro de 2016 Valor Orçado: R$ ,00 (três milhões duzentos e sessenta mil reais) (200 produtores x 21 animais por produtor (20 fêmeas e um reprodutor) x R$300,00 por animal = R$ ,00) + (5.000,00 (para cercas, aprisco e formação de pastagem) x 200 produtores = ,00) Tarefas: a) aquisição de animais (matrizes mestiças e reprodutores PO), para repassar a pequenos produtores (pronafianos); b) aquisição de tela para repasse a produtores objetivando a construção de cercas periféricas (alambrado); c) aquisição de arame para repasse a produtores objetivando a construção de cercas elétricas divisórias; d) aquisição de madeira e telhas para construção de aprisco, e e) viabilizar crédito para criadores interessados. 14

16 Terceira Ação: Prestação de Assistência Técnica Descrição: dotar a cooperativa de infra-estrutura necessária à prestação de assistência técnica objetivando a capacitação técnica e gerencial dos criadores com vistas a melhorar a produção, a comercialização e a gestão das atividades produtivas e comerciais da propriedade. Coordenador da Ação: ACCOES Entidade Responsável pela Execução: ACCOES Entidade Responsável pela Viabilização Financeira: SEBRAE / SEAG / INCAPER / SENAR \ IDAF / ACCOES / EMBRAPA Data de Início: março de 2011 Data de Término: 2016 Valor Orçado: R$ ,00 (Dois milhões trezentos e dez mil reais) (4 técnicos com salários de 3.000,00 + encargos de 1.500,00 = R$ 4.500,00 x 13 meses x 4 técnicos x 5 anos) = R$ ,00; Aquisição de 4 veículos, 1.6 com ar x ,00/ veículo = R$ ,00 (diárias de técnicos + combustível + manutenção de veículos + IPVA + seguro) x 5 anos = R$ ,00; (Treinamentos + participação em eventos + visitas técnicas + dias de campo + elaboração de material técnico e didático + programas (soft were) + 4 not boock + 1computador + impressora + tonner + material de escritório + 4 celulares + internet) x 5 anos = R$ ,00. Tarefas: a) contratar 4 técnicos para prestação de assistência técnica; b) adquirir 4 veículos para uso exclusivo pelos técnicos que vão prestar assistência técnica e demais equipamentos e materiais de escritório. c) criar programa específico de assistência técnica para atender aos produtores de ovinos; d) capacitar os proprietários rurais sobre a gestão da propriedade: capacitar os donos de propriedades em melhoramento genético do rebanho, formação e manejo de pastagem, nutrição, manejo e sanidade de rebanho; realizar visitas técnicas a frigoríficos, cooperativas/associações de produtores (que produzem, beneficiam, comercializam e distribuem carne de ovinos ); realizar visitas técnicas a projetos bem sucedidos de ovinocaprinocultura; realizar dias de campo elaborar manual técnico (cartilha) abordando todos os aspectos técnicos (alimentação, melhoramento genético, manejo de rebanho e sanidade instalações e ambiência) referentes a criação de ovinos, para capacitar produtores; implantar acompanhamento de custo de produção, por propriedade, e 15

17 realizar e participar de feiras para troca de informações: FISPAL, FEINCO, FEICORTE; Quarta Ação: Instalar 20 propriedades modelos de exploração de ovinos Descrição: Instalar cinco propriedades modelos (PM) por núcleo regional. Essas propriedades funcionarão como espelho de tecnologia. Preferentemente serão instaladas em propriedades de mini e pequenos produtores e assentados, utilizando todas as tecnologias disponíveis. Deve haver acompanhamento gerencial, econômico e administrativo de cada propriedade modelo. A pastagem, sempre que possível, deve ser irrigada. O sistema de produção a ser implantado será adequado para cada propriedade. Coordenador da Ação: ACCOES Entidade Responsabilidade pela Execução: Incaper Entidade Responsabilidade pela Viabilização Financeira: SEAG/ Incaper/ IDAF Data de Início: abril de 2011 Data de Término: agosto de 2012 Valor Orçado: R$ ,00 (hum milhão duzentos e sessenta mil) 50 animais x 300,00/ animal x 20 PM = R$ ,00 (formação de 10 hectares de pastagem x 2.600,00/ha + 1apriscox10.000,00 + 3km de cercas x 3.000/km ,00 de custeio do primeiro ano) x 20 PM = R$ ,00. Tarefas: a) selecionar propriedades; b) preparar as propriedades; c) comprar animais d) instalar os sistemas de produção No final do terceiro ano, o produtor terá que repassar o mesmo número de animais, com idade igual aos que recebeu para outro produtor. As ações a seguir não serão, necessariamente, trabalhadas nessa primeira fase de fortalecimento da associação. Entretanto tão logo se tenha conseguido aumentar o número de associados será convocada uma assembléia dos associados para decidir sobre a constituição de uma cooperativa Ações a serem desenvolvidas na ETAPA 2 Quinta Ação: Constituir uma Cooperativa Descrição: Constituir uma cooperativa (Cooperativa Capixaba dos Criadores de Ovinos e Caprinos) formada por sócios da ACCOES e não sócios, objetivando atender duas frentes de trabalho: uma é a comercialização dos produtos dos associados e outra é a aquisição de insumos, de equipamentos e serviços, diretamente de fornecedores, com objetivo de reduzir o custo de produção. 16

18 Como cooperativa, os direitos são iguais. Grandes e pequenos têm os mesmos direitos. Pequenos produtores se sentem mais confiantes para participarem. Além disso, já existe um órgão que estrutura, treina dirigentes e associados e apóia as cooperativas, que é a Organização das Cooperativas Brasileiras - OCB Coordenador da Ação: ACCOES Entidade Responsável pela Execução: OCB/CESCOP/ES e SEBRAE Entidade Responsável pela Viabilização Financeira: OCB/CESCOP/ES e SEBRAE Data de Início: agosto de 2011 Data de Término: março de 2012 Valor Orçado: R$ 5.000,00 (cinco mil reais) Tarefas: a) mobilizar os interessados em criar a cooperativa; b) envolver a OCB para que ela faça a capacitação em Cooperativismo; c) constituir a cooperativa. Elaborar o estatuto e regimento interno; d) eleger a diretoria da cooperativa; e) cadastrar os associados. f) fazer registros necessários e organizar documentação da cooperativa, e g) definir a origem dos recursos para manter a cooperativa funcionando; Sexta Ação: Estruturar a sede da Cooperativa Descrição: Estruturar a sede da cooperativa para que os associados possam ter mais confiança em desenvolver a atividade. Coordenador da Ação: ACCOES Entidade Responsável pela execução: ACCOES Entidade Responsável pela viabilização financeira: SEAG Data de Início: setembro de 2011 Data de Término: setembro de 2012 Valor Orçado: R$ ,00 (seiscentos mil reais) - (estimativa) Tarefas: a) comprar e legalizar o terreno para construir a sede da cooperativa e associação. b) captar recursos e construir a sede da cooperativa e associação; c) levantar custos (água, esgoto, energia, internet, funcionários, equipamentos, material de escritório, etc.). Cooperativa e associação devem funcionar na mesma sede. Sétima Ação: Montar a infra-estrutura para o funcionamento da Cooperativa Descrição: Buscar recursos para adquirir materiais, equipamentos, veículos, contratar serviços, para estruturar a cooperativa e associação, objetivando o bom funcionamento de ambas. 17

19 Os abatedouros existentes prometem comprar animais no mesmo sistema de compra que acontece com bovinos. Neste caso a comercialização da carne fica por conta do frigorífico, o que resolve a maior dificuldade pertinente a comercialização. Entretanto, pequenos produtores continuarão com problemas, pois quase sempre, não possuem quantidades de animais que justifique a ida à propriedade buscá-los. Esse problema pode ser resolvido com um caminhão transportador de animais vivos. Resta à cooperativa analisar se esta opção é a mais lucrativa para os criadores. Caso não seja, a cooperativa poderia construir uma sala de desossa e embalagem e terceirizar apenas o abate. Neste caso, um outro veículo, equipado com refrigeração seria necessário para transportar os animais abatidos para a sala de corte e embalagem, a qual pode ficar anexa à sede da cooperativa. Nessa sala as carcaças seriam cortadas e embaladas em cortes especiais para serem entregues nos pontos de comercialização e a carne de animais mais velhos seria industrializada. Coordenador da Ação: ACCOES Entidade Responsável pela Execução: ACCOES Entidade Responsável pela Viabilização Financeira: SEAG, MDA, MAPA Data de Início: novembro de 2011 Data de Término: maio de 2012 Valor Orçado: R$ ,00 (oitocentos mil reais) (estimativa) Tarefas: a) adquirir um veículo para fazer o transporte dos animais vivos; b) adquirir um veículo refrigerado para transporte dos animais abatidos; c) adquirir equipamentos diversos (balanças, computadores, refrigerador, máquina de embalar, serra elétrica para corte de carcaça, máquina de fazer gelo, mesas, cadeiras, armários, bebedouro, facas, bandejas, material de consumo etc); d) construir sala de corte e embalagem, cozinha para teste de novos pratos, câmara fria e armazém para comercialização de insumos, e e) contratar mão de obra necessária Ações independentes de ETAPA Oitava Ação: Estudo do mercado da carne de ovinos Descrição: Realizar estudo do mercado da carne de ovinos para conhecer a demanda do produto Coordenador da Ação: UAM Entidade Responsabilidade pela Execução: SEBRAE/ES Entidade Responsabilidade pela Viabilização Financeira: SEBRAE/ES Data de Início: dezembro de 2010 Data de Término: abril de 2011 Valor Orçado: R$ ,00 (trinta mil reais) Tarefas; 18

20 a) levantamento do número de produtores, tamanho da propriedade e produção; b) sistema de comercialização utilizado; c) participa de alguma associação; d) saber quais vacinações são feitas; e) saber se o produtor tem interesse em se profissionalizar na atividade; f) saber os preços de compra e venda; g) saber quem são os fornecedores e distribuidores e qual a procedência dos cortes; h) fazer levantamento dos frigoríficos (Cofril, Zucoloto, Colatina, Teixeira de Freitas e outros, se houver) que fazem o abate de ovinos, quantidades mínimas para o abate, valor do abate por animal, destinação dos resíduos, se compram ovinos e caprinos, valor da compra do animal, o que fica para o frigorífico no abate (couro, graxaria, miúdos, etc ), saber se o que fica de miúdos e graxaria pode ser comercializado; i) buscar alternativas de acesso ao mercado em parceria com a CONAB - PAA, prefeituras e estado para abastecimento na merenda escolar, hospitais, creches, entidades, etc, e j) fazer plano de negócio e estudo de viabilidade para implantação de uma unidade de beneficiamento da carne ovina (abate terceirizado, corte, embalagem, congelamento, comercialização, distribuição). l) levantar a demanda e oferta de carne de ovinos (ES, SP, RJ e DF); Nona Ação: realizar campanha de marketing da carne de ovinos Descrição: Realizar campanha de marketing em diversos canais de comunicação com objetivo de divulgar e promover o consumo da carne de cordeiro, bem como promover eventos gastronômicos em pontos comerciais e/ou locais específicos. Ter linha de produtos tradicionais, criar novos produtos na linha grill, para churrascos, produtos temperados, lingüiças, hambúrguer, miúdos (bucho coração, etc) objetivando dar maior comodidade ao consumidor. Buscar parcerias com instituições de ensino utilizando as faculdades e o SENAC que têm cursos de gastronomia e culinária para desenvolver formas diferentes de preparo da carne e outras partes do animal, com objetivo de atrair novos consumidores. Coordenador da Ação: ACCOES Entidade Responsabilidade pela Execução: ACCOES Entidade Responsabilidade pela Viabilização Financeira: SEBRAE Data de Início: agosto de 2011 Data de Término: agosto de 2012 Valor Orçado: R$ ,00 ( cem mil reais) Tarefas: a) criar um slogan de campanha para aumento de consumo da carne de ovinos; 19

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