mm. c o m o i/tmo- 1111a io DE JANEIRO, 1881 Anno

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1 Anno io DE JANEIRO, 1881 ANNO SEMESTRE TRIMESTRE f UBLICADA P O R T E L O AGOSTfm A correspondência e reclamações devem ser diriéidas a RUA 0'Assemblea 44OrnemIithographica dafuvista^uranwuwi ANNO SEMESTRE AVULSO mm. 4 oiro. % ovtr )io c o m o i/tmo- 1111a

2 2 c d i 6 t a 3 11 u 0 t r n D n JIlmstwM CHRONICAS FLUMINENSES Rio, 6 de agosto. Ainda um cometa. O mez de agosto, como o mez de julho, vai ver em breve erguer-se no horizonte um astro mais brilhante e mais propicio do que o cometa do Sr. Cruls. Invisível ainda para os profanos, creio entretanto dever annunciar a sua próxima apparição. Hoje em dia é preciso madrugar, para estar em dia com os astros! Deixando as alturas do Observatório, e para fallar em linguagem mais da terra... Refiro-me a um jornalista de índole, litterato famoso, politico sincero, escriptor elegantíssimo, a Quintino Bocayuva, emfim, como já devem ter adivinhado, que á hora em que eu enfio as linhas desta chronica, cinzela já talvez o sen primeiro artigo para a Gazeta da Tarde. Como o cometa que ha pouco nos illuminou com a sua luz, Quintino volta também a illuminarnos mais cedo do que se esperava, embora mais tarde do que se desejava. Eu devia aos meus leitores ao menos uma curta analyse deste astro da imprensa; mas ainda como ao cometa, já todos não o conhecem dos seus primeiros gyros no jornalismo fluminense? Eu nada avançaria, por certo, annunciando que elle vai ser na Gazeta da Tarde, o mesmo que elle foi na Republica, o mesmo que elle foi no Globo, isto é uma individualidade respeitável pela elevação do seu pensamento, pela firmeza das suas crenças, pelo brilhantismo do seu talento e sobretudo pela sua immaculada honestidade. Todos se recordam ainda das suas gloriosas campanhas; os brazileiros, os fluminenses podem ser ingratos ; mas não são esquecidos : deixaram morrer o Globo ; mas ainda hoje repetem : " Era o nosso melhor jornal outros dizem mesmo: Era o nosso único jornal!" Mas, para que se não diga que eu desprezo as occasioes de bem dizer de alguém, eu que digo mal de tanta cousa, segundo me accusatn alguns imbecis sem importância, vou consagrar mais um período desta chronica ao candidato do partido republicano. Elle tem espirito bastante para me perdoar, quando eu fôr injusto. Nada sei dos seus primeiros tempos. Quando o conheci, já elle tinha transposto a porta larga aberta que conduz da litteratura á politica; era um talento feito no trabalho e que se estreava como publicista depois de longa e brilhante aprendizagem. Abraçando a politica não por herança, mas por crença, vinha munido de princípios que tem sempre deffendido com a mais admiravel dedicação. Podendo, melhor do que outros, fazer da sua penna uma arma de ameaça que forçasse á recompensa, Quintino Bocayuva tem sido fiel á sua causa atravez de todos os sacrifícios. Conta-se que quando ainda no Globo, tendo entrado em ajuste para a venda de uma machina, desfez iinmediatamente o negocio, apenas lhe constou que era para o governo ; preferio vendel-a por metade... Póde-se levar mais longe o escrúpulo, a abnegação e o sacrifício? Será pois com um sentimento de justa altivez que os homens de bem verão Quintino Bocayuva na camara dos deputados. E' um republicano, observam os mona rchistas ; mas é um brazileiro honesto, um politico honrado e um homem de bem. E que gloria para os fluminenses não será vel-o, um pé na imprensa, outro no parlamento, edificando com a penna e legislando com a palavra! Teríamos assim nossa maravilha, o nosso Colosso! Os leitores estranharam talvez o tom serio em que hoje vai escripta esta chronica ; mas que querem, nem por ser simples chronista se deixa de ter os seus momentos de justo enthusiasmo. De resto, como eu já tive occasiào de me lastimar, a nova lei eleitoral, a boa lei eleitoral, tão preconisada, a lei que apeou dous ministérios I que deixa votar o caixeirinho, o pescador, o tamanqueiro, o liberto, o r m idor, o sapateiro, tudo emfim, a nova lei tirou-me a mim o direito do voto, o sagrado direito do voto, o prazer de escolher os meus delegados na representação nacional. Como Mme. Girardin, eu não posso votar ; mas os nossos jasdineiros, o delia e o meu, esses influem poderosamente na boa administração dos seus paizes... E' aliás o único ponto de contacto entre mim e aquella grande escriptora. Por isso e já que não voto decisivamente na urna, consolo-me votando consultivamente na imprensa. Tenho mesmo ainda outros candidatos; mas como a eleição é por districtos, irá um de cada vez. A novidade do momento, ou melhor a serra da actualidade, a amolação de cada dia são os capítulos diários da excursão ministerial por Campos e por Maoahé ou por Macahé e Campos. Depois da viagem imperial, o passeio ministerial ; a comedia depois da peça de grande enscenação. Os passeios ministeriaes tem sempre o mesmo programma: esvasiar as adegas dos fazendeiros e encher a lavoura de promessas ; mas actualmente depois da invenção dos reporters tem um terceiro inconveniente : amolar os leitores dos jornaes diários com as indigestões e as quedas ministeriaes. Desta vez não consta ainda que o Sr. Buarque tivesse cahido ; mas sabemos que S. Ex. almoçou com o Sr. barão de Barcellos ; jantou com o visconde de Araruama ; ceiou com o conde de Carangolas, e dormio no Cupim devia ter acordado um pouco roido, e tem sempre sido recebido por grande concurso de povo... Este " grande concurso de povo com que os nossos reporters pagam aos ministros as despezas da viagem, fazem-me sempre rir, desde que eu me achei entre as trinta pesssoas que foram ver o imperador descer do trem em Juiz de Jóra, e li no dia seguinte no orgão que passa por ser o mais sério da corte, que <: quasi não se podia romper o povo! E no fim de contas, o que tem provado as viagens ministeriaes, para conhecer as necessid ides da lavoura? Que os ministros têm bocca, e a lavoura não tem braços! Mas nós já sabemos isso desde que ha lavoura e desde que ha ministros. Do álbum de uma senhora e com toda a fidelidade : E' do mais alto chique, para uma dama, estar rodeada de cavalheiros bastante pressurosos, para que se supponha que ardem por ser seu amante ; mas é da mais completa inelegancia deixar ver qual foi o distinguido. Muito bem, minha senhora! Cruel ; mas elles são padres, lá se entendam. Um sacerdote, que eu não nomearei para o não expor ás iras do Sr. D. Lacerda, lia ultimamente a pastoral, no Apostolo, do bispo de Goyaz, acompanhando assim de commentarios : As palavras de Jesus Christo, irmãos, e filhos muito amados, contem todas muita luz (é uma gazomet.ro!) se nós consultássemos sempre com o Sr. Jesus (mas onde é que elle dá consultas, o Sr. Jesus?) nós seriamos.. Qual 1 decididamente isso de bispos! diz elle atirando com o jornal, são todos a mesma cousa. Ainda é mais tolo do que o nosso. Mas, irmão, olhe que voçê julga mal o nosso prelado. O Sr. D. Lacerda é um sábio, só linguas, falia seis!... Tanto peior! tem seis meios de dizer asneiras! Gazetilha ALTER. A redacção da Revista lllustrada continíia a gosar boa saúde, excepto Junio que teimou em ler o orgam negreiro e cahio-lhe o queixo n'um bocejo. Bem feito. O tempo tem estado frio e húmido ; a temperatura baixou a dezesete centígrados. Em compensação, o cambio tem subido muito além de toda esperança e da voz da Sra. Rocca. Consta mesmo que, á vista d'essa ascenção do cambio e da abundancia do ouro que rola na Europa, o governo está decidido a contrahir um emprestimo e resgatar o papel-moeda. E? muito financeiro, para que eu não engula.

3 W e ti t 8 t a 3 I iu 01 r a Da 8 Os chins responderam hontem aos nossos positivistas, agradecendo o rabicho que estes mostraram ter por elles. Eis o telegramma dos salamalecos : :xv/:: +"J=TJ± + / X " = 7, : = L /V-rTXCâ o #f# X Tem graça, não tem? aquelles chins?! As circulares abundam como cogumellos Na sua, pede desculpa o Sr. Isidro Borges Monteiro de não ter fallado muito das outras vezes que tem sido honrado com o diploma de deputado. Oh 1 não tem de que doutor... Pelo contrario 1 Uma operação financeira que o governo vai fazer, é a reducção dos juros das apólices. Sómente... Sómente guarda d'isso o maior segredo até ás eleições. Felizmente 1 Assim tenho tempo de vender as minhas. Como na circular do Dr. Carvalho, ha hoje também esta ameaça Continúa" n'um dos nossos artigos ; mas desc>inçem, ha de concluir mais depressa oh! muito mais do que o romance do intelligento candidato. Parte depois d'amanhã para a Europa o Dr. Silva Paranhos, nosso distinctissimo cônsul em Liverpool. Deixa mais de um saudosos a sua partida. O Dr. Paranhos é justamente estimado por todos aquelles que com elle tem tratado. Tem graça... A Gazeta de Noticias achon o Binoculo muito auspicioso pelos desenhos. E' enorme aquella Gazeta l Quando se occupa de bellas-artes, parece que se está a ler o Cruzeiro. A' matinée de [domingo, no Conservatorio, assistiram sessenta pessoas. O Rio de Janeiro é doudo por musica... Nunca deixa de animar a arte de Carlos Gomes...ouvindo gaitadas nos botequins. O que ha de preferível a um verdadeiro amigo^? A sua mulher 1... ás vezes. O Commercio Portuguez está muito sentido e admirado ao mesmo tempo que morreram portuguezes no Rio de Janeiro. Mas que diabo! julga va-os immortaes? R. 1NSACIAVEL Na lista dos passageiros desembarcados na côrte, em , podia ler-se Julia de e duas creadas. Julia tinha alugado uma pequena chacara, isolada nos lados de Larangeiras ; o jardim era cercado de altos muros, a grade guarnecida de trepadeiras, e as janellas da casa que deitavam para a rua conservavam-se constantemente fechadas. Deaute da casa, as larangeiras e limoeiros formavam o arcabouço d'um vasto bouquet, irisado de rosas, jasmins o magnólias. Julia sepultou-se viva roesse tumulo de flôres. A desapparição súbita d'essa estrella, outrwa tão brilhante e tão admirada no bello céu pernambucano, datava apenas de alguns dias. O Recife é uma pequena cidade onde é difficil á gente esconder-se, desde que se obteve ou conquistou uma certa notoriedade. As paredes parece que são de vidro ; sabe-se onde se mora, como se vive, quaes os nossos hábitos, as nossas preferencias, os nossos gostos. A Veneza brazileira, como lhe chamam, acordou um dia perguntando o que era de Julia de. Ella apparecia nos bailes, frequentava o Santa-Isabel e recebia alguns amigos. De repente, sem que ninguém fosse prevenido, a casa de Julia estava fechada, sem que lá ficasse um criado, um jardineiro a quem se podesse pedir informações. Foi em vão que os familiares dos seus salões passearam o seu pince-nez inquieto pelo bairro da Boa-Vista e pelos camarotes do Santa-Isabel ; ninguém descobrio a bella fugitiva. Julia partio, evasit, erupuit! Essa noticia echoou como um dobre fúnebre no mundo circumscripto pela rua do Imperador e o arrabalde da Boa-Vista. As bella mulheres eram tão raras no Recife! Havia umas quatro apenas. Fallo das mulheres como Julia de, cujo marido occupa menos lugar no seu pensamento do que o vidro de sandalo, ou a sua luva gris perle. ' Quantas creaturas não se julgara mulheres e que não devem o seu sexo senão ao vestido e ao leque que trazem! Sereias sem escolho que nos não offorecem nem mesmo o attractivo d'um perigo! Terna por capricho, enthusiasta por minutos, viva, descuidosa e pródiga, Julia era como Suzanna, a noiva de Figaro, cheia de graças e de delicias, com alguma cousa de mais, isto é, a innocencia de menos. Quantas lagrimas no limiar da sua porta! quantos suspiros sob a sua saccada ou sob a sua varanda, como diria ura Cavalcanti... t e i ti quantas esperanças cabidas o quantas illusoes desfeitas 1 Julia de, por quem tantos corações tinham batido, por quem tantos brazões tinham luzido ao sol, não estava mais no Recife. 0 que era feito d'el la? fugida? raptada? ella, porque? por quem? O seu marido ora no seu engenho, ora gastava o excesso de sua fortuna em Paris e Londres; ella era livre como as andorinhas. Sentia ella uma dessas grandes paixões que exigem a solidão? As paixões nasciam sob os seus passos ; mas nenhuma tinha conseguido crear raízes sob o bloco de gelo que ella chamava seu coração. Ella só ouvia os protestos, de amor para rir-se dessa mesma musica." O ultimo dos que a amára fez saltar osmiolos, no desespero do desengano. Era um official do exercito, Arthur de tenente de infanteria, de trinta e dois annos de idade. Casado com uma prima no Rio Grande do Sul, abandonára a esposa e seus dois filhinhos para correr após a cruel feiticeira. A vida elegante dos apaixonados tinha rapidamente devorado a sua modesta fortuna. Os seus bens vendidos em hasta publica passaram a outras mãos. Um parente tinha recolhido sua pobre mulher e os seus dois orphãosinhos. Conta-se que o infeliz tenente pôde crer um momento na felicidade. Era uma noite de chuva ; não havia espetaculo, nem sarau algum ; Arthur atravessara a longa ponte da Boa-Vista triste e molhado, quando um lacaia lhe annunciou que a Sra. o esperava. Com effeito, foi recebido, penetrou supplicante o feroz no paraizo da sua deusa, atirou-se-lhe aos pés... Julia continuou a ler um romance... Terminado o capitulo, fechou o livro e despedio-se rindo do tenente.. Dois dias depois, elle vio-a n'um camarote, acompanhada de um estrangeiro. Entrou desesperado em casa e achou uma carta de sua esposa em que ella lhe dizia que seu filhinho mais moço acabava de morrer. Faltava o pão em casa ; a miséria era desoladora. Arthur tomou um revolver, e fez d'elle o peior uso que se pôde f zer de um arma : raatou-se. (A continuação no proximo numero.)

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6 6 JRctoUta 3llu«t raba CHRONICA THE ATE AL Já não se chora mais no São Pedro. Os espectadores ternos não tendo mais lagrimas como a filha de Sertorio, a companhia deixou de lado as peças lugubres para nos dar comedias mais alegres. Felizmente! Em beneficio do artista Bozzo tivemos nada menos de quatro Viuva das Camélias ; Quem sabe o jogo, nào o ensina ; Candidatos ; Grajigny das quaes duas novidades. Duas, ou mesmo tres, os Candidatos do Dr. França Júnior contando apenas uma representação e ha tanto tempo, que poucos se lembrariam ainda deste pequeno e gracioso acto. Nos Candidatos, o enredo é quasi mil lo, o sufficiente para nos mostrar em poucas scenas as attribulações d'um pretendente á representação provincial. Zeferino Medeiros apresenta-se candidato, escreve ás influencias da roça, espalha circulares por todo o districto, e espera o resultado da sua actividade. E o ultimo dia da apuração dos votos, e elle aguarda ancioso os telegrammas annunciando a sua victoria. Emquanto assim espora, contando os votos certos e addicionando os prováveis, entram lhe na casa o namorado da filha, disfarçado em creado, o cortejador da mulher ; chegam-lhefcontas a pagar...e finalmente o telegramma annunciando a sua eleição ; e elle, doido de alegria,dá a filha ao namorado. Tudo isto tem movimento, está escripto com muita graça e ha, sobretudo, typos bem desenhados e sob a fórma de pilhéria uma critica bem observada e que faz rir: o typo do cortejador, attacado da dança de São Guido é d'um ridículo atroz e muito bem achado. O desempenho foi bom, e autor e actores foram justamente acclamados. A outra peça de resistencia, foi o adagio Quem sabe o jogo nào o ensina, alegre^ finamente espirituoso, escripto com bello humor e desempenhado com grande esmero. A Sra. Adelaide Tessero foi encantadora de faceirice. A Viuvadas Camélias já foi representada aqui, em francez e mesmo em portuguez sob o titulo Um copo d^agua para a senhora. O espectáculo terminou com a farça Grafigny que se resume n, uma symphonia-parodia, excellente ; mas que, será bom, não reappareça mais. A [acção da Familia Blondin, que o Sant'Anna acaba de montar, passa-se toda na mesma casa. Uma casa de quatro andares, que Blondin comprou, para ahi viver tranquillamente, feliz e descançado sob um tecto seu, entre paredes suas, sobre soalho seu, e sobretudo, livre dos proprietários, elle que fora sempre victima dos augmentos de aluguel. A-^ora é elle o rico proprietário, elle é que tem inquelinos, elle é que vai augmentar o aluguel dos seus locatarios... Era o seu sonho dourado longamente acariciado que elle vai realisar. Infelizmente para Blondin, elle proprietário propõe, e os seus inquelinos dispõem. Rico, bem casado com uma nobre, querendo por conseguinte esconder o seu passado humilde e obscuro, tem por locatarios : um cabellereiro, seu antigo companheiro, que lhe vende bem caro o seu silencio ; um artista que elle pateou e que prometteu dar-lhe quatro bofetadas no primeiro encontro ; a amante de um Valiente que lho tem velha rixa ; e o marido d'uma antiga companheira da sua esposa... Com todos esses elementos contrários ó fácil de imaginar as torturas que aguardavam o infeliz Blondin na sua nova habitação. Os dois autores Chairville e Chivot arranjaram com e Afeito uma intriga entre inquelinos e proprietário, intriga complicada que se desenvolveu em graciosas scenas, em situações cómicas, novas algumas, jocosas todas, que trazem o espectador em constante e franca hilaridade apezar mesmo da versão que ora é traducção, ora parece mais um arranjo. Ha, por exemplo, um rendez vous pedido para a grutta do Campo de Sant'Anna, quando a peça não se passa aqui. Mas está bem enscenada e interpretada. A Sra. Apolonia, embora se ria ás vezes, e o Sr. Guilherme da Silveira desempenharam-se habilmente dos seus papeis. Creio que d'esta vez está o Sant'Anna desencaiporado. Ainda não pude ver os Filhos, de Ernesto Rasetti, que o Sr. Simões acaba de adoptar, no Lucinda. Também o Sr. Monjardin ainda não pôde cantar no Molinero de Subiza /... o A partitura do el Molinero de Subiza não é talvez tão correcta nem tão séria como as de outras zarzuellas que nos tem a companhia hespanhola ; mas apezar disso, ou mesmo por isso é bem agradavel e attrahente ás vezes. Sobretudo quando o maestro Oudrid não quer guindar-se ás alturas onde brilham os Meyerbeer. Tudo e todos tem o seu lugar... 0 meu era bem ao pé da scena, e mesmo assim, apezar dos meus esforços ainda hoje estou por saber se o Sr. Monjardim cantava ou arremedava o Sr. Biaggi on Velho Cabo Simào. Em compensação ouvi e vi com satisfação a Sra. Garcia, correcta e sympathica no seu papel de Bianca e o Sr. Subirá no de Melendo. Todavia julgo arriscado pronunciar-me sobre o mérito dessa tão annunciada zarzuella, e, aguardando segunda audição, ou uma audição em que se ouça tudo, limito-me a assignalar o luxo, esmero e brilhantismo da P I R U E T A S enscenação. ALTER. Eu não sou nenhum incrédulo pirrhonico, creio mais na luz eléctrica do que no archote da fé, como meio de illuminação ; mas tanto me diziam que o reservatório do Pedregulho estava rachado e que o reservatório do Pedregulho não estava rachado, que eu me decidi verificar, como S. Thomé, por meus proprios olhos... Fui, subi toda ladeira do grande reservatório... 0 engenheiro Borja Castro tem toda e razão : a racha está completamente tapada...aos olhos do publico. Não pensem entretanto que é cousa facilmente accessivel a gretta do homunculo Borja Castro. Pelo contrai io! Ha sentinellas por todos os lados e vigias por todas as bandas. E mesmo uma bandalheira. <Z> Foi voltando do Pedregulho que eu ouvi este dialogo entre dois negociantes : E os teus dois rapazes? Julio vai muito bem. Ah I Está actualmente com uma casa de seccos e molhados e mostra geito para bem arranjar a vida. E o Carlos! Oh I este 1 Então? Não me falles. Fui obrigado a fazel-o engenheiro. Era o mais tapado de todos! 0 Rio de Janeiro tem a pia ventura de contar actuai meu te dois bispos, que não estão lá muito precisamente deaccordo. D. Lacerda na sua pastoral, no Brazil Cathólico, desafina um pouco do tom de D. Ponce na sua, no Apostolo. De modo que andamos nos, os christáos, como Jesus : de Ponce para... D. Lacerda! <2> 0 orgain ictérico recommendava antehontem como lhe acontece muitas vezes, não sei o que aos seus leitores.

7 Sttetnô ta 3 11 u «t r a D a 7 Os leitores do Cruzeiro! Mas é nin sonho! Isto lembra a historia do príncipe de Monaco dizendo ao seu general : Ponha os meus soldados em ordem de batalha! Elles são dois! príncipe! BIBLIOCRAPHIA K. BRITO. Recebemos durante a semana: Lyrios e Goivos, jornal publicado especialmente em homenagem á memoria de Ferreira do Menezes, em que collaboraram muitos dos nossos litterarios e jornalistas. Encarecem ainda esta publicação um primoroso retrato do pranteado escriptor, devido ao lápis do nosso companheiro das paginas de fóra, e sobretudo o fim louvável que tiveram em vista os Srs. Senna e Serpa Júnior applicando o producto da venda em beneficio dos filhos do finado jornalista. Belatorio, o da Associação Commercial do Rio de Janeiro, acompanhado de de mappas de grande importância e interesse. Na exposição, não considera boas as condições actuaes do commercio, faltando um bom regimen bancario e luctando contra a influencia de causas economicas e politicas que tendem a aggravar a situação geral dos negocios. Bibliotheca do Povo, contendo um resumo de Astronomia Popular, illustrado de quinze gravuras. Gregorio de Mattos obras poéticas (]e publicadas pelo Sr. Alfredo do Valle Cabral. E' o terceiro fascículo. Lanterna, terceira serie, redigida pelo Dr. Alberto de Carvalho. Festejamos a sua reapparição. Relatorio, o do Banco do Commercio, cuja publicação era tão instantemente reclamada e que dá um fundo de reserva de 264:126$400, duzentos, sessenta e quatro contos, cento, vinte e seis mil e quatro centos réis! Já cubiça! Gazeta das Petas, o primeiro numero. PELOS THEATROS JUNIO. 03 que já e3tão do lado mau dos vinte e cinco annob conhecem perfeitamente o Velho Cabo Simão, a peça infallivel doa tempos heroicos da Ludovina. O Cubo Simão ficou celebre entre nós pelos interpretes que teve: os Srs. João Caetano dos Santos' Germano, Florindo, para não citar senão os de maior nomeada. Eu nunca vi o primeiro, e tenho pena. Ainda, quarta-feira, no São Pedro, alguns velhos, fieis ao velho theatro recordavam entre suspiros as glorias do grande génio do theatro brazileiro. Parece que João Caetano era exímio no papel do cabo Simão : tinha uma cloquencia no ge3to de arrancar lagrimas. Uma noite, um ouropretano, que assistia ao espectáculo, ergueu-se furioso, exclamando : Oh! home! diabo leve quem não o entende apezar de mudo! O St. Biaggi foi também um excellente cabo Simào ; teve scenas admiráveis ; é inexcedivel de verdade no acto de emmudecer. Durante os entreactos, eu procurei informar-me dos outros interpretes d'esse difficil papel. João Caetano... O Sr. Florindo, que eu ainda vi, deixou a arte de medo talvez que a arte o deixasse, e vive hoje de arrematar trilhos velhos que fornece para as companhias de bonds da roça. O Sr. Germano hoje Dr. Germano, se faz favor depois de ter atormentado a humanidade como tiata, quiz allivial a como medico. Sómente, a fatalidade mettendo-se de permeio, aconteceu, o que era de esperar, alliviou a muitos do peso da vida mesmo com a homoepathia! Ora em Pelotas, qualquer pôde matar, mas dizer que se está morto, só os médicos. Ficou portanto o Sr. Germano prohibido de povoar o cemiterio até que foi á Bélgica, arranjou um diploma de Philadelphia e de lá da Bélgica, em Philadelphia elle nunca pôz o pe trazendo uma these, Prisão de ventre, escripta em Lisboa, e que elle defendeu ou accusou na Bahia, e eil-o doutor, para bem da arte dramatica e mal da arte medica. E assim desappareceram todos da scena. Hoje : No Sant'Anna, os Estrangulador es da Iudia' No Recreio, cl Molinero de Subira. No Lucinda, Kean. ou génio e desordem ou desordem só, como é provável. Amanhã, Segunda-feira : No São Pedro de Alcantara, em beneficio da Sra. Adelaide Tessero, uma verdadeira festa. Creio inútil maior recommendação. Brilhante espectáculo hontem na Phenix Dramatica, em beneficio do Sr. Marchand. Mas que publico extraordinariamente caprichoso, o publico fluminense! Nós temos um theatro grande: espaçoso, construído segundo as regras, instai lado no centro da cidade, em local aprazível, com boas accomodações para os espectadores, o theatro São Pedro emfim, onde trabalha actualmente a companhia que foi hontem brilhar na Phenix. Temos outro theatro alegre, com grande jardim, bem situado, perto, á mão, o Recreio Dramático onde se exbibe a companhia hespanhola que foi hontem fazer-se applaudir na Phenix. Temos uma bella sala.com excellentes àccommodaçoes acústicas, o salão do Conservatorio onde cantaram e tocaram domingo pura uma sala vasia alguns artitas dos que foram hontem acclamados na Pnenix. Pois bem o publico fluminense que pelas noites as mais bellas, as mais amenas, tem deixado todas essas salas vasias, agglomerou-se, hontem na Phenix-Dramatica, com uma noite horrível, chuvosa, suja de não se pôr uma sogra na rua! B lá ficou, lá se manteve firme, alegre, satisfeito, contente de ter conquistado o seu lugar, até uma hora da madrugada! Quiz admirar em bloco, por atacado, aquillo mesmo que elle despreza a retalho! Ha muito tempo que se não via uma sala tão brilhante. Os camarotes repletos, a platéa transbordando, o jardim atopetado de espectadores molhados, esperando pacientemente o levantar do panno e o cahir de uma constipação. Como o prazer nos dá incoinmodos, meu Deus! Afinal começa o espectáculo. N'um beneficio ha sempre incidente3 e accidentes. E' fatal, não ha um beneficio sem um contra-tempo a lastimar... Isto disse o Sr. Marchand, da scena aberta, annunciando que em consequência de incommodos de saúde, em vez do Diabo no poder, teríamos a jestréa de uma actriz. Comedia que foi representada de modo a lamentar-se o menos pos3ível a substituição. A Sra. Peppa foi muito applaudida e finalmente bisada. De resto, tudo foi bisado hontem na Phenix, mesmo os Ciumentos Venturosos, comedia finíssima, de uma alegria e de um bello humor adoraveis, representada com muito encanto pela Sra. Adelaide Tessero e com muita graça pelo Sr. Bozzo. Foi a pérola litteraria do espectáculo, que apaixonou um imbecil de modo a ser posto fóra do theatro. Com aqunlle tempo!... Passa-se ao preludio do terceiro acto da zarzuella represontada no Recreio, mas não sem muita demora. Os músicos não estão todos nos seu3 lugares. Nem os músicos, nem os instrumentos que vão vinio um por um. Vem o baixo, vêm as trompas, vem finalmente o rabecão, grande, enorme como um Cavallo de Troya. E' impossível passar, todos se levantam, ha um grande reboliço... O rabecão passa suspenso, mas oh! fatalidade! levaram-no para o lado esquerdo, como se um regente de orchesta, cioso como é o Sr. Don José Puig, fosse capaz de reger uma symphonia com o rabecão á esquerda. Era preciso não ter a menor ideia do que e a orchestração. Novo trabalho portanto, nova campanha: mas desta vez, eis o rabecão no seu lugar. Felizmente não foi sem resultado tanta fadiga. A sala escutou no mais respeitoso silencio o bello preludio, magistralmente executado. Maestro e músicos foram justamente acclamados. Depois seguio-se o intermedio vocal, cantando : Mlle. Martha Saget com muito sentimento e expressão a blla graciosa cançoneta les Baisers. Senhorita Manetta Siebbs, excellentemente a Serenade de Braga. Etc., etc., etc Era meia noite, quando eu sahi, do theatro deixando ainda espectáculo para mais uma ou duas boas horas... O somno nunca perde os seus direitos. D. JUNIO. Typ. Hildebarndt, r. d'ajuda 31

8 t CRUZEIRO i nvt)i Jrtjf Li tt p a r a o COJYt! que estava, et-btrto ootyfi vtctbty OJ cobres do Jaublíc o, OTN S/OÍ o ^cv MOV tàadt Sj o OjOYtrYib úbvtcjo a pr o fonte foi Km. \ yo^r?» dar-st. wm. LOvno oii Uicia^ti viot joeqhyomv. com revoiutcoto, o CoLUaow YtJoty/tO então n+ltuar o tl/lpo filo tituío por outro Colossal. r\cm assim o publico o «$ mu iro Til Aii rf J uiproi i ta j olhotj ptio, j M.S t&yitanuo Ccti JOOTJO e o Constlh ojue exojiacitía com o feto to «ET ÍTIAX / J enoto acoimado a Jaa Uk Optracao t o J^OTÍ acíiot Ojut era. ttmp o dc reipond.tr à Uu- s fo llccjas difama dores o ditao a um duello c.\rurej tto. Lstequaes ynaribondos jutr/osos attiram-$t Soíie o CoUtqct francci 'n'ama Uescontpostur a dcscaíclliidtc ; mas não levantam a lava, recuando assinvnio terreiiê í^fl. idencia. f

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