e )0.\0 EVANGELISTA DAlsn.VA Centro de Pesquisas. Instituto Nadonal ~emias Rurais. (Com 15 ngtnas 110 texto)

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "e )0.\0 EVANGELISTA DAlsn.VA Centro de Pesquisas. Instituto Nadonal ~emias Rurais. (Com 15 ngtnas 110 texto)"

Transcrição

1 ln. B... BD. S () 189.1'/8 Outubro RD d. J.nelro 08 ~ESTUDOSSOBRE OS FLEBóTOMOS DO ESTADO DE MNAS GERAS. V: DESCRÇÃO DE LUTZOMYA CALLPYGUS SP. N. E DE LUTZOMYA DACANTHA SP. N. (Diptera Psychodidae) A. VlANNA\M.UTNS Faculdade de~udna. Belo Horizonte. Minas Gerais e )0.\0 EVANGELSTA DAlsn.VA Centro de Pesquisas. nstituto Nadonal ~emias Rurais. Belo Horizonte. Minas Gerais (Com 15 ngtnas 110 texto) Em prosseguimento aos estudos sôbre os flebótomos do Estado de Minas Gerais damos no presente trabalho a descrição de duas novas espédes ambas provenientes da zona do Rio Doce. na região Leste do Estado. i t f Lutzomyia callipygus sp. n. (Figs. t.l0) & Flebólomo relativamente pequeno. medindo cêrca de 2.S mm. Cabeça medindo inclwive ( clfpeo. 351 J1 de comprimento por 281 ' de largura. CUpeo medindo 108 '. Relação cabeça: clfpeo S.S : s com 15l ' de diâmetro. com cêrca de 45 omatideos LtJbro-el'ífaringe com 181 J1 de comprimento. a partir da borda ànterior do clfpeo. Antenas com toro globoso com 70 ' de diametra apresentandb OS demais segmentos ai seguint~ di men&é5es em 11:' 1 ' l ~ t ' t ~ :. / 1 X ~'.' V - ]27 '. X V - SO X -113 ;.' \'1' i' V X l ( t: ::'.. '..~ V - ]27 XV f '1\' o '.: ': V XV X XVt-- ': 89 l ' A relação : LE é pois 149 :.1. :: '. ~. ~. Recebido para publicaç/lo 29 de junho de' 1965.: i ' '. Trabalho réallzado' COD 8UltRfO 'do'conselho Nadonal de' Pesquisas.' ' '. r:i '.

2 270 A. VANNA MARTNS e J. E. DA SLVA -\'.. Espinhos geniculados simples. bastante longos quase atingindo o ápice dos segment~ Palpos longos medindo 802 Jl. sendo as seguintes as medidas dos segmentos em~: ; : : ; A fó~ula palpa é. portanto sendo o 5. segmento bastante mais longo que os demais e mais longo que o 2. e o 11. ou o 3.0 e o 4. somados. Tarso medindo 452 Jl da borda anterior do mesonoto ~ posterior do escutelo. Asas medindo Jl de comprimento por 540 ~ de largura máxima. seno do. pois a relação comprimento: largura igual a 5.1 :. As distdncias alarej principais são em ~: alfa - 457; beta - 2J1; gama - 275; delta Are lação alfa: beta é. portanto 2.07 : 1. sendo beta menor que gama. Pernas não apresentando caracteres especiais. Abddmen medindo Jlo incluindo o basistilo. Termindlia maior que a cabeça. incluindo o cupeo. porém menor que o tórax. Basistilo medindo 251 J.l de comprimento por 105 J.l de largura mbima. apresentando na face interna da parte basal um tufo constituldo por cêrca de 10 cerdas longas. rortes e rjexuosas inseridas em um tubérculo bastante desen volvido. Dististilo com 151 ~ comprimento por 40 J.l de largura máxima apresentando 4 espinhos bem desenvolvidos. todos inseridos em nlveis diferentes seno do 1 apical. situado mais ou menos no meio do segmento. inserido entre o mediano e o apical e o último. entre o mediano e a base do dististilo. Cerda espiniforme pré-apica presente. Parâmero com 167 ~ de comprimento por 70.l na base. estreitando-se para \ o meio. onde mede apenas cêrcà de para em seguida encurvar-se para cima e dilatar se de modo a apresentar se'o lipice com cêrca de de largura. A extremidade distal mostra algumas cerdas curtas e esparsas. que existem. tam bém. em número de 8 ou 4 na borda inferior da porção basal. A borda su- perior da parte mediana apresenta-se como uma auta convexa onde se in serem cêrca de 12 cerelas fortes longas e fle~lveis. em fileira' continua. Na borda inrerior. ao nlvel do 1/3 distal existe um dente bastante acentuado. Lobos laterais simples. medindo de comprimento por 52 Jl de largura. sendo portanto. nltidamente mais longos que o. basistilo. Lamelas sub medianas normais. '. Edeago cónico curto pouco queratinizado medindo 27 Jl de comprimellto por 22.. de )~a na base... '.. Bomba ej(j~ladora com pavllhilo.. bastante largo medindo de comprimento. Du'~.j<kul.ú com exuemldadoo modll/cadui dllatod.. em!.: J ~

3 FLEBóTOMOS DO ESTADO DE MNAS CERAS. V 211 forma de colher. medindo de comprimento. sendo. portanto 2.58 véze mais longos que a bomba. a f ). ~ :» l \. ' - n - '-. o l- n l>. ~ ~======:::=:kk:;::~;;::;;;: \-'yj c::==r=:::==>t>c==>c;:=>c:::::::======~ V7- rh--====::;:==jlt::::::==:=1 (c:: C :::r==:j:::::::::=:::::~ =-=----- ' J :~-. ~ LulJomJlc CJllf/7...p. n. - Fil. : Tamln6J1a do macho: fi 2: bomba e dulo eacubdora: fll. s: antena do madlo (toro S. e 4 eea-nlol): fi 4: palpo do macho; fll. 5: U do ruadlo: fi. 8: dbirlo: fi. 7: nlena da 'fmel (toro S. 4:0 e 9 acamentllt); fll' 8: palpo da 'fmca: fi 9:... da.falel: aa. 10: apmaalegl. 9. FJebótomo de tamanho médio. medindo cérca de mm. Cabeça medindo inclusive o cupeo 459 fl de comprimento por 878 de largura. Clipeo medindo 162 fl. Relação cabeça : clfpeo 2.7 : 1. Olhos com 146 fl de diametro com cêrca de 48 omatldeos. Úlbro-epifaringe com 302 p de comprimento. a partir da borda anterior do clfpeo. Antenas com toro globoso com 67 p de cllametro. presenta~do os demais segmentos as seguintes dimensões em p: '.. ' V '. V V VU VU X'- 116 A ~.ço : LE ~. pd' 08 :.! x X...:. U X X '''''XV - 92 XV - 70 XV -:-.' 7&. '. ~..

4 .y 272 A. VANNA MARTNS e J. E. DA SLVA Espinhos geniculados simples. bastante longos. quase atingindo o ápice dos segmentos. -.-' 'Palpos longos. medindo 772 fl sendo as seguintes as medidas dos segmentos. em J.l: ; ; B.o - 162; ; A fórmula palpai é portanto sendo o 5. segmento bastante mais longo que os demais mais longo que o 8. e.o 4.0 somados e aproximadamente igual ao 2. e 5.0 juntos. 1 Armadura buctjl constitufda por 4 dentes horizontais bem desenvolvidos equidistantes. e por alguns dentes verticais pequenos formando uma fileira adiante dos horizontais. Area pigmentada pouco marcadá e along'tlda. pleto. Faringe normal. sem espinhos. Arco csclerolinizado com..1 Tórax medindo 562 fl da borda anterior do mesonoto à. posterior do escutelo..1 Asas medindo fl de comprimento por 648 fl de largura máxima. seno do pois. a relação comprimento : largura igual a 281. As distdncias alares. principais são em fl: alfa - 508; beta - 216; gama - 281: delta A relação alfa: beta é portanto 2.55 : 1. sendo beta menor que gama.. Pernas não apresentando caracteres especiais. Abddmen medip~o fl. inc1uil1do o basistjfo..1 : \.; \ ' '. ~.\ &'enna'ecru g'~()sas medindo 38 fl de 4iâmelfQ Jongitudinal por 82 fl de diâmetro transvei'sltl. de paredes espeasas. apresentafldo na extremidade livre uma deprcsslo cônlca onde se insere a cabeça e na pai-:te basal 8 ou 9 raias ou estrias ais (oftemente queratinizadas. Dulos individua; presentando uma porçlo nldal c:prla com ~r~ de 30 f10 relativamenee ~streftq! ete parectea u Fa. e em segulcta uma dilataçllo em (orma de aaco. com '1m lado plano e o outto fortemente convexo. ~e paredes mais delgaetls e medlnc!o cêrea de ele comprimento por 8Q ~e 'argura m'xjm~. Após a etuata~o 08 dulos tornaln'se npvamente 4e1pclns em pequena extensilo. ~ljrinetq-.e em um duto c:o ~um ta'1'bém relativamente delgado e bastante CQrto. Lornlidadetipo - nas Gerais. Mata dos Frots. municfpio Je Peçanfta Estado de ~i ~ 1 Tipos - /folótipo macho capturado em ninho de cupim. em 28 de se tembro de 1964 Qollo Evangelista da Silva e Antônio Leôncio co1.). depositado na coleção do Centro de Pesquisas de Belo Horizonte do nstituto Nacional de Endemias Rurais sob o n.o e 14 pctrátipos capturados no mesmo local e na mesma data (mimeros B B3.998 e ). Alótipo fêmea capturado em buraco. no chão na Fazenda Santa Helena. Sem Barra muni dpio di Peçanha M. C. em 26 de setembro de' 19M 0010 Evangelista da Silva 'f 'Antônio Leando JX)1.). depositada na mesma coleç!o sob o nómero / \..'1'

5 FLEBóTOMOS DO ESTADO DE MNAS GERAS. Vl 273 ice iíos ~gmen. ~rmula [;O que :ual ao vidos fileira rj ior com do la. seno a14ru 172. A r 52 fi le livre aias ou o uma ides a- no e Q ~ 17Q ~ tos tor.. Llto c:ode Mi 1 de se :)sitado lnal de local e fêmea ~ muni ~ sta da 11imero e um aloparátipo capturado no mesmo local e na mesma data (núme ro A). Foi examinado. ainda. o seguinte material: fêmea captura da em Aldeia. Peçanha. em (A. Le<'~ncio col.); macho capturado em Sem Barra. Peçanha. em (Antônio Leôncio co.); 1 macho e fêmea. capturados em Santa Rosa. Peçanha. em (A. Leôncio 001.); 7 machos capturados no Matadouro. São João Evangelista. em 25 de setembro de 1964 U. Evangelista da Silva e A. Leôncio co. em ninho de cupim) e 2 machos captura ~os na Fazenda Dôa Vista. Peçanha. em a..e. Silva e A. Leôncio co. ;.em ninho de cupim). Discussão - Lutzomyia callipygus sp. n. pertence evidentemente. ao grupo tupynambai que se caracteriza pelo 5. artfculo palpa longo. pelo número e disposição dos espinhos do dististilo. pela presença no basistilo de um tufo basal inserido em um ou mais tubérculos. pela existência de um dente na borda in 'feriar do paramero pelo edeago curto e pelas extremidades modificadas dos dutos ejaculadores. e. nas fêmeas. pelas espermatecas com dutos dilatados P.l.ldem'os esta~elecer a s:orrelação entre os dois sexos não só por tê los en f=ontrado Juntos n~ritesmo ~ótopo. plmo. spbretudo. pelo (ato de ser a fêmel;l rrl~fcamente dêntica 1 ~e tlf/'1nambtji'o <tue pfovlvelmente ocorre em tmas qs' fêmeas do grupo c:onfonpc julgam SH~f..PCK c ~o\rnefro (1962).. ;.' \.. '. ~ ~PihOS u~om)'ia ~~actntl1 sp. n. \.' (F.~ ).. 11 etjójomo grande. com cêr~ 4e 5 mm. Ctlbeça rpe«lln4o. inctusive o cllpeo 578. de cofupr'mepto por ~7B 'arguflt. Cllp'o medln4p lo' fi' Relaçlo ca~ : d!peo ~fi :. Olhas pl1p '; 221 ti de «Ame.ro. t~~ro-e~i1ar;ge com li8. 4e l.'ompyiplento a partir da borda anterto~ do dfr.ep. Antenas com toro 'glo110s0 00' 16 p. de dilnltro...presentan~q as «tem~'. legmentoa as legu'fltes d'mensões t!jj1 li: :: ':1.... '\ :' 111:- 5Q2 x.: - SO'. ' V _) i ' xl' _ 118 f.i'. i V X ' V X! - 86 V XV - 70 V XV - 65 X '. XV A!elação ln : LE é. pois. 1.2~ : gm;cu4d~s simples e relativ~mente curtos não atingindo o ápice do segntentos. '. ' '!. '...1 '' '. ':... '.; fi ete

6 ... '(... ~...' 274 A. VlANNA MARTNS e J. E. DA SLVA -: :... '. 14 Lubo ~UtJ asado - ria. : Tenainil flj : bom' 411tQ1 rjacu~ flj. S: aalma (toro S. c..-u~: a. 14: palpo: flj. 15:... Palpos medindo 723 fio ~e~«to lls seguintes ai medida5 dos segmentos. em 11: ; ; S.o - 162: 4. - li!; A (drmula pa'l'al ~ portanto l. 5~ sendq o 5. segnlento bastante mais longo que.os 4e- mais. porém aproxlmadiunente dq~esmo Jama~ho q'je o S.o e fp emeqor 'U~;;) o 2.0 e 5. SClmados.... Tórax medindo tia borda anterior do mesonotq à pqsteriqf ctq escutelo. Asas medindo de comprimento por 616 de laljura mhlma... do. pois a relação comprimento : largura Jgual a!! : 1. As dú'4ncitj altam. ptindpais são em Jl: aua - 540; beta - 227: gama'- 878; 'delta: A relação alta: beta é. portanto 2.45 :. sendo beta bem menor que gama. Pernas não apresentando caracteres especiais. A ~dcsmen medindo incluindo o basistilo. \.. /'

7 .! h FLEBóTOMOS DO ESTADO DE MNAS CERAS. V 275 Termindlia maior que a cabeça porém menor que c tórax. Bmistilo medindo 302 J.l de comprimento por 205 J.l de largura máxima. &presentando mais ou menos na parte mediana da face interna. um tufo constitufdo por 6 cerdas (artes longas e Oexfveis inseridas d!retamcnte no tegumento. ii i Dististilo com 205 J.l de comprimento por 62 J.l de largura máxima apresen tando 4 espinhos distribufdos do seguinte modo: apical inserido próximo ao apical e 2 situados ao mesmo nfvel na parte mediana do dististilo. Cerda espinhosa pré-aplcal presente. Pardmero com 252 J.l de comprimento por 84 J.l na base estreitando-se para o meio onde chega a medir 16 J.l para alargar.se de nóvo até medir cêrca de 24 J.l terminando em ponta alongada inoetida para cima num ângulo de aproximadamente 45 graus. A parte distal apresenta numerosas cerdas de tamanhq. desigual e na borda inferior da parte mc$liana existem também 5 ou 4 cerdas curtas. Mais ou menos no meio da face superior inserem se duas cerdas isola- das bastante fortes longas e encurvadas. Lobos laterais simples medindo 1415 J.l de comprimento por 40! de largura sendo portanto aproximadamen'te do mesmo comprimento que o basisdia. Edeago bem queratinizado muito longo medindo 150 fi de compri~ento por 45 J.l de largura na base. ~.!. Bom~a ejaculadora medllklo 160 li de comprimento... Dulos ejacula40res com extremidades simples Jtledilldo 420 J.l sendo pois. ~f5 vêzes filais longos «tue a ljomba. Locafi4tt4e 'po - anlto mu1c1plo d~ reçanhll EstadQ de Mllas Gerais. Tipo - foldti/jo JTaclto capturado tf lma d~ ~A tom pererecas em 16 de maio de 196f (A1ônlo J..eA11c1o co.) C! deposhadp n~ pljeçlo do Centro de Pesquisas de tlelo ~~rlzollte 'do 'nstltu~'n~~io1~i dr En4eniias Rurais. sob p n. O e! parádpos ~os qspt'4rapa por J\. ~nda. 0; municfpiq e reçanha. em trqw&.te 4fVPrat. lltl te!l1llltes 'ocaudades e datal: 2 em Sem 'arrlt respectivamente em e 20-5-&1 (\meros ~ ) e em Aldeia em ( ).. Discussão - LUlzoyia d;açanlha sp. n. pertence ao nosso ver ao grupq caslroi que seria composto das seguintes espécies: L. castrai (Barretlo &: Coutinho 1941) L. calígnta Martins Falcão &: Silva 1965 e provàvelmente L. nu ~1.-OrJQri (Ordz 1954). Distingue.se fàci1mente dessas espécies porque além de outros caracteres L. diacanlha apresenta duas cerdas bem desenvolvidas no paramero (dodde~q nome da espécie) enquanto castroi e caligala só apresen tam uma e nuijez:.}ovari nenhuma. 'Estas quatro espécies é que ~everiam compor o 1mbgênero casjm 1 ill Mangabeira expurgado das espécies do grupo \ ~ \. l..' ~.. :... \' İ.. 1. : j.~!..! ~ '.' : ' iii '..' ' i' il; ti 11\ :n 't.. '.; : to '' :\..:1'1! ' ;. ; '' ;' ; ' i i i

8 276 A. VANNA MARTNS e J. E. DA SLVA tllp)'nmlmi como sugere BARRElTO (1961) caso seja mantido êsse subgêneao. Como não se conhece porém nenhuma fêmca das espécies acima citadas julgamos prematuro qualquer juízo a respeito. Devemos acrescentar que embora apresente no paramero duas cerdas ou espinhos mais ou menos em (olma de chures de antflope. L. dlactjntha sp. n. nl0 apresenta q\jalquer afinidade com as espécies do subg~nero Lutzomyia 5.5. (L. longipalpis etc.) SUMMARV Two new species o( sand-clies (rom the State of Minas Gerais. BrazH. are described: one belongs to the tupynamba; group of species as shown chierly by the sac-like dilatadon of the individual ducts or the spermathecae and the other is probably akin to L. CtJStroi (Mangabeira. 1942)' and 50 can be included in the subgenus Cas'romyia Mangabeira ir this subgenus is to be main..' tained after the removal of the species of lhc tupynamljai group. as Buggcsted. by BARRE1TO (196). REFEUNCAS UBLOGRÁFCAS.j' 'j: ~' a.l._... ~ 'AlETO. M..P (:trodf40. 'fi' el'.udo.. ú'e.m.~ti~ d!j1ebótornos am.ericanos (Diptera 'chodld.). Tese Prof. Fac. Medldna Ubelt20 preto. 171.pp. 179 figa. BAUE1To M. P. : ~NfO J. O. H Contlibiflçlo ao conhecimento dos Oeb6tomos 4~ Po pauto - V 'pescriçlo do macho de P. mollticol Costa Lima 1932 é ete dt'. novas esp~. #'iil Avulsos Dep. Zool. a. Paulo. (19): MANGA.mu. Fn.fO O. ~9f Conlribulçfto ao estudo doi 1e60'm (Dipter Plyeho- r-o... ~). Descrlçlo doa machol de 24 nova. espécies. Mem. lnsl. OftJlfJldo Cruz 57 (2): 111-lU8..!'11N! A. V.. raleao A. L 8~VA. J. E N~tq JÓbre os OebólODtOJ do nrrfl6rtb ' de Rondônia. tom.a ~~Olde.;. seis espéd'!' povas (Diptera Pl1cltlJdi4ae). R~. Brasil. Dlo. 25 ()...';. ~ '\ : oa~ Despipdon cp nl1evq pedes de pelo Phlebotom Rondanl (Dlp'.r..rchodl~tJ.). ~ V~~' Acf.. ~'o'. Yert. (14): '.. S~. A. &i~; f ~JUlllaa f~pteaa de Phleloom. do Bnall (Dlp; '. J '*ijelldc.)' ~.f'!. ~;l Cril! ao (5): !. ' 1/.1 ;'/ ;';1 ~ ~'d'~ '0' :~ '.1' ' f...:. \ ; f ~ t '1'''1.. ~-: - ~.ej ;. ~..( i i 1.1 ; \ o.j'.' ~. -t-'. 11'111. ~i... ' t :..! t \ ' ';!' ~ \ :'. i:'. 1.f.. t.' ':.'; ' : i ; /' t'. 1 ; ~ t ' ; -\.. '.'. './. '. :. :... ~;.. ~.. \ i.. t!1 r f.:.. 1 ;...'.'. ) ~

SFO t 300'\04- .' FOul'...,~:~, \J. 'f (.,.,~) /ln> ~, Se:: r;"' 30, ler3r. ~. ]ilbltcta. "u. 8~ 'Nat M:ua; ...

SFO t 300'\04- .' FOul'...,~:~, \J. 'f (.,.,~) /ln> ~, Se:: r;' 30, ler3r. ~. ]ilbltcta. u. 8~ 'Nat M:ua; ... SFO t 300'\04-.' FOul'...,~:~, \J. 'f (.,.,~) /ln> ~, Se:: r;"' 30, ler3r.' ii, ~ I ~. ]ilbltcta "u. 8~ 'Nat M:ua;... NOTAS.SôB~E FLEIiOJOMOS SUL AMERICANOS II DESCRIÇL\O DE FI~EB..OTpJJUS llrhlrmani N.

Leia mais

Década de 1930 1937 Sobre uma espécie nova do gênero Laphriomyia Lutz, e descrição do macho de L. mirabilis Lutz (Diptera: Tabanidae)

Década de 1930 1937 Sobre uma espécie nova do gênero Laphriomyia Lutz, e descrição do macho de L. mirabilis Lutz (Diptera: Tabanidae) Década de 1930 1937 Sobre uma espécie nova do gênero Laphriomyia Lutz, e descrição do macho de L. mirabilis Lutz (Diptera: Tabanidae) Adolpho Lutz G. M. de Oliveira Castro SciELO Books / SciELO Livros

Leia mais

AJóti pos de Paragonyleptes antiquus (Melo-

AJóti pos de Paragonyleptes antiquus (Melo- Separata da Revista d s Indústria Animal Julho-Outubro de 1944- Nova Série - Vol. 7 - N." 3-4 AJóti pos de Paragonyleptes antiquus (Melo- Leitão, 1934) e de Jacarepaguana pectint femur Piza, 1 943. (opiliones-gonyleptidae).

Leia mais

Notholopus (Notholopoides) niger, Sp.D. Figs 1-5

Notholopus (Notholopoides) niger, Sp.D. Figs 1-5 MIRrDEOS NEOTROPICAIS CCCXC: ESPÉCIES NOVAS DE GOlAS (HEMIPTERA, MIRIDAE) José C. M. Carvalho 1,2 Luiz A. A. Costa 1 ABSfRACf. NEOTROPICAL MIRIDAE CCCXC: NEW SPECIES FROM GOIÁs (HEMIPTERA, MIRIDAE). Six

Leia mais

REVISTA BRASILEIRA DE ZOOLOGIA

REVISTA BRASILEIRA DE ZOOLOGIA REVISTA BRASILEIRA DE ZOOLOGIA Revta bras. Zool., 6 ( 1 ) : 9 9-1 1 O ls/rv/1989 Descrição dos estágios imaturos de Epilachna spreta (Muls., 1850) (Coleoptera, Coccinellidae), com redescrição, comentários

Leia mais

Novos Mycetophilinae do Brasil (Diptera, Mycetophilidae).

Novos Mycetophilinae do Brasil (Diptera, Mycetophilidae). 448 L a n e, Novos Mycetophilinae do Brasil Novos Mycetophilinae do Brasil (Diptera, Mycetophilidae). Por J O h II L a n e, Departamento de Parasitologia, Faculdade de Higiene e Saúde Pública da Universidade

Leia mais

Questionário sobre o Ensino de Leitura

Questionário sobre o Ensino de Leitura ANEXO 1 Questionário sobre o Ensino de Leitura 1. Sexo Masculino Feminino 2. Idade 3. Profissão 4. Ao trabalhar a leitura é melhor primeiro ensinar os fonemas (vogais, consoantes e ditongos), depois as

Leia mais

Novo gênero de Calliini (Coleoptera, Cerambycidae, Lamiinae)

Novo gênero de Calliini (Coleoptera, Cerambycidae, Lamiinae) Volume 50(15):233 237, 2010 Novo gênero de Calliini (Coleoptera, Cerambycidae, Lamiinae) Maria Helena M. Galileo 1,3 Ubirajara R. Martins 2,3 Abstract Paradrycothaea gen. nov. (Calliini, Lamiinae) is erected

Leia mais

ABRI AS PORTAS A CRISTO (Hino ao Beato João Paulo II)

ABRI AS PORTAS A CRISTO (Hino ao Beato João Paulo II) Órg. 6 11 q = 60 me mf ortas a ris to! Não te mais, não te nhais do: 'scanca rai o vosso cora ção ao mor de Deus. RI POR RIO (Hino ao eato João Paulo II) ortas a ris to! Não te mais não te nhais me do;

Leia mais

RESUMO ABSTRACT INTRODUÇÃO

RESUMO ABSTRACT INTRODUÇÃO Redescrição de Deois (Deois) correntina, comb. n. (Homoptera, Cercopidae). * Gervasio Silva Carvalho* Albino Morimasa Sakakibara** RESUMO Tomaspis correntina Berg, 1879, transferida para o gênero Deois,

Leia mais

n o m urd ne Hel e n o mis

n o m urd ne Hel e n o mis Em nosso cotidiano existem infinitas tarefas que uma criança autista não é capaz de realizar sozinha, mas irá torna-se capaz de realizar qualquer atividade, se alguém lhe der instruções, fizer uma demonstração

Leia mais

(Às Co missões de Re la ções Exteriores e Defesa Na ci o nal e Comissão Diretora.)

(Às Co missões de Re la ções Exteriores e Defesa Na ci o nal e Comissão Diretora.) 32988 Quarta-feira 22 DIÁRIO DO SENADO FEDERAL Ou tu bro de 2003 Art. 3º O Gru po Parlamentar reger-se-á pelo seu regulamento in ter no ou, na falta deste, pela decisão da ma i o ria absoluta de seus mem

Leia mais

MIRIDEOS NEOTROPICAIS, CCCLXXV: UM GENERO E QUATRO ESPECIES NOVOS DA NICARAGUA (HETEROPTERA).

MIRIDEOS NEOTROPICAIS, CCCLXXV: UM GENERO E QUATRO ESPECIES NOVOS DA NICARAGUA (HETEROPTERA). Rev. Nica. Ent., (1992) 21:31-41. MIRIDEOS NEOTROPICAIS, CCCLXXV: UM GENERO E QUATRO ESPECIES NOVOS DA NICARAGUA (HETEROPTERA). Por José C. M. CARVALHO.* RESUMO. O autor descreve um gênero e quatro espécies

Leia mais

Resolução feita pelo Intergraus! Módulo Objetivo - Matemática FGV 2010/1-13.12.2009

Resolução feita pelo Intergraus! Módulo Objetivo - Matemática FGV 2010/1-13.12.2009 FGV 010/1-13.1.009 VESTIBULAR FGV 010 DEZEMBRO 009 MÓDULO OBJETIVO PROVA TIPO A PROVA DE MATEMÁTICA QUESTÃO 1 (Prova: Tipo B Resposta E; Tipo C Resposta C; Tipo D Resposta A) O gráfico abaio fornece o

Leia mais

REGULAMENTO DE INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS DE HOSPEDAGEM No u s o d a c o mp e t ê n c i a p r e v i s t a al í n e a v ) d o n. º 1 d o ar t i g o 64º d o De c r e t o -Le i n. º 1

Leia mais

6i Conselho Nacional de Pesquisas. ..;,""'lito NACIONAL DE PESQUISAS" 1)1\ l::m...ctzowa BOLETIM DO INPA. Manaus - Amazonas - Brasil

6i Conselho Nacional de Pesquisas. ..;,'lito NACIONAL DE PESQUISAS 1)1\ l::m...ctzowa BOLETIM DO INPA. Manaus - Amazonas - Brasil 6i Conselho Nacional de Pesquisas, '..;,""'lito NACIONAL DE PESQUISAS" 1)1\ l::m...ctzowa 'w _ BOLETIM DO INPA Manaus - Amazonas - Brasil ============-========, ~=~ PATOLOGIA TROPICAL N.O 1 1970, _-=:,...~.==':=:=

Leia mais

Resolução de Matemática da Prova Objetiva FGV Administração - 06-06-10

Resolução de Matemática da Prova Objetiva FGV Administração - 06-06-10 QUESTÃO 1 VESTIBULAR FGV 010 JUNHO/010 RESOLUÇÃO DAS 15 QUESTÕES DE MATEMÁTICA DA PROVA DA MANHÃ MÓDULO OBJETIVO PROVA TIPO A O mon i tor de um note book tem formato retangular com a di ag o nal medindo

Leia mais

ambycidae). Miguel A. Monné 1, 2 & Marcela L. Monné 1 Alcidion inornatum sp. nov.

ambycidae). Miguel A. Monné 1, 2 & Marcela L. Monné 1 Alcidion inornatum sp. nov. Novas espécies neotropicais opicais de Acanthocinini (Coleoptera, Ceramb ambycidae) Miguel A. Monné 1, 2 & Marcela L. Monné 1 1 Museu Nacional, Universidade Federal do Rio de Janeiro. Quinta da Boa Vista,

Leia mais

GASTRONOMIA. Cer ti fi que-se de que está es cre ven do de acor do com o tema pro pos to e dê um tí tu lo a seu tex to.

GASTRONOMIA. Cer ti fi que-se de que está es cre ven do de acor do com o tema pro pos to e dê um tí tu lo a seu tex to. GASTRONOMIA Instruções Cer ti fi que-se de que está es cre ven do de acor do com o tema pro pos to e dê um tí tu lo a seu tex to. Res pe i te mar gens e en tra das de pa rá gra fo. Use as in for ma ções

Leia mais

P i s cina s : 2 P i s ci n a e x te rior de á g u a d e m a r a q u e cida P i s ci n a i n te ri or d e á g u a

P i s cina s : 2 P i s ci n a e x te rior de á g u a d e m a r a q u e cida P i s ci n a i n te ri or d e á g u a E M P R IM E I R A MÃO T h e O i ta v os é o e x c lu s i v o h o te l d e 5 e s tre la s q u e co m p le t a e v a l ori za a ofe rta d a Q u i n ta d a M a ri n h a, co n s olid a n d o -a c om o d e

Leia mais

COMEDOR DE RAÇÃO PARA PINTINHOS.

COMEDOR DE RAÇÃO PARA PINTINHOS. Margem 3 cm 1 2 Numerar as linhas de em. Recomeçar em cada nova página. PINTINHOS. COMEDOR DE RAÇÃO PARA A presente patente de modelo de utilidade tem por objetivo um modelo de comedor de ração para pintinhos,

Leia mais

Div. JInseOE. n.s. N~.t. ~lrn:?-

Div. JInseOE. n.s. N~.t. ~lrn:?- SF 02020902. Div. JInseOE n.s. N~.t. ~lrn:?- JIev. DrlIIU, Diu, 8 (a). 421-4a4 Nunmbro, 1948 - Rio ele Janeiro, D. F. UMA NOVA ESPÉCIE DE FLEBÓTOMO DO ESTADO DE GOIÁS, BRASIL, E CHAVE PARA DETERMINAÇÃO

Leia mais

GLOSSÁRIO PREV PEPSICO

GLOSSÁRIO PREV PEPSICO GLOSSÁRIO PREV PEPSICO A T A A ABRAPP Aã Aã I Aí I R ANAPAR A A M A A A Lí Aá S C é ç í ê çõ 13ª í ã. Açã B E F Pê P. Cí ê, ã ê. V Cê Aã P ( á). N í, - I R P Fí (IRPF), S R F, à í á, ( 11.053 2004), çã.

Leia mais

Engrenagens II. Nesta aula trataremos da representação das. Conceitos básicos. Representação dos dentes. engrenagens no desenho técnico.

Engrenagens II. Nesta aula trataremos da representação das. Conceitos básicos. Representação dos dentes. engrenagens no desenho técnico. A UU L AL A Engrenagens II Nesta aula trataremos da representação das engrenagens no desenho técnico. Introdução Conceitos básicos As engrenagens são representadas, nos desenhos técnicos, de maneira normalizada.

Leia mais

Psigida walkeri (Grote) e seus estágios imaturos (Lepidoptera, Saturniidae, Ceratocampinae)

Psigida walkeri (Grote) e seus estágios imaturos (Lepidoptera, Saturniidae, Ceratocampinae) Psigida walkeri (Grote) e seus estágios imaturos (Lepidoptera, Saturniidae, Ceratocampinae) Eurides Furtado 1 ABSTRACT. Psigida walkeri (Grote) and its immature stages. (Lepidoptera, Saturniidae, Ceratocampinae).

Leia mais

ANATOMIA DENTAL INTERNA

ANATOMIA DENTAL INTERNA ANATOMIA DENTAL INTERNA VERSIANI, 2014 Anatomia Dental Interna Características Gerais Grupo dos incisivos Grupo dos caninos Grupo dos pré-molares Grupo dos molares VERSIANI, 2014 Anatomia Dental Interna

Leia mais

Ainda há Tempo, Volta

Ainda há Tempo, Volta Ainda há empo, Volta Letra e Música: Diogo Marques oprano ontralto Intro Envolvente (q = 60) enor aixo Piano Ó Œ. R.. F m7 2 A b 2 E b.. 2 Ó Œ É 2 Ó Œ F m7 2.. 2 2 A b 2 2 Ainda há empo, Volta Estrofe

Leia mais

Vamos Subir Nova Voz

Vamos Subir Nova Voz c c Vamos Subir Nova Voz 2 Letra e Música: Lucas Pimentel Arr: Henoch Thomas 2 5 2 to Eu-pos tem - po te-nho ou vi - do a pro- 2 g g 8 mes - sa de que vi - rás pra res -ga -tar os fi-lhos Teus Nem sem-pre

Leia mais

CHAVE PARA DETERMINAR AS ORDENS DA CLASSE INSECTA, ATRAVÉS DE INSETOS ADULTOS.

CHAVE PARA DETERMINAR AS ORDENS DA CLASSE INSECTA, ATRAVÉS DE INSETOS ADULTOS. CHAVE PARA DETERMINAR AS ORDENS DA CLASSE INSECTA, ATRAVÉS DE INSETOS ADULTOS. 01 Abdome com estilos esternais; insetos sempre ápteros... 02 01 - Abdome sem estilos esternais; insetos ápteros ou alados...

Leia mais

Confecção de Chaves Interativas de Identificação para as Famílias de Anisoptera e os Gêneros da Família Aeshnidae do Espírito Santo

Confecção de Chaves Interativas de Identificação para as Famílias de Anisoptera e os Gêneros da Família Aeshnidae do Espírito Santo III SIMPÓSIO SOBRE A BIODIVERSIDADE DA MATA ATLÂNTICA. 2014 403 Confecção de Chaves Interativas de Identificação para as Famílias de Anisoptera e os Gêneros da Família Aeshnidae do Espírito Santo D. F.

Leia mais

RESULTADOS DA PESQUISA DE SATISFAÇÃO DO USUÁRIO EXTERNO COM A CONCILIAÇÃO E A MEDIAÇÃO

RESULTADOS DA PESQUISA DE SATISFAÇÃO DO USUÁRIO EXTERNO COM A CONCILIAÇÃO E A MEDIAÇÃO RESULTADOS DA PESQUISA DE SATISFAÇÃO DO USUÁRIO EXTERNO COM A CONCILIAÇÃO E A MEDIAÇÃO 1. RESULTADOS QUESTIONÁRIO I - PARTES/ CONCILIAÇÃO 1.1- QUESTIONÁRIO I - PARTES/ CONCILIAÇÃO: AMOSTRA REFERENTE AS

Leia mais

Três novas espécies de Isotomiella Bagnall, 1939 do sudeste do Brasil (Collembola: Isotomidae)

Três novas espécies de Isotomiella Bagnall, 1939 do sudeste do Brasil (Collembola: Isotomidae) Lundiana 4(2):111-116, 2003 2003 Instituto de Ciências Biológicas - UFMG ISSN 1676-6180 Três novas espécies de Isotomiella Bagnall, 1939 do sudeste do Brasil (Collembola: Isotomidae) Maria Cleide de Mendonça

Leia mais

Pentatomini. Thereza de Almeida Garbelotto Luiz Alexandre Campos

Pentatomini. Thereza de Almeida Garbelotto Luiz Alexandre Campos Pentatomini Thereza de Almeida Garbelotto Luiz Alexandre Campos SciELO Books / SciELO Livros / SciELO Libros GARBELOTTO, TA., and CAMPOS, LA. Pentatomini. In: [online]. Curitiba: Sociedade Brasileira de

Leia mais

A. CARACTERÍSTICAS GERAIS

A. CARACTERÍSTICAS GERAIS INCISIVOS A. CARACTERÍSTICAS GERAIS Os dentes incisivos, também chamados de cuneiformes ou espatulados, são as peças situadas na parte mediana dos arcos dentais. A. CARACTERÍSTICAS GERAIS O nome incisivo

Leia mais

RESOLUÇÃO Matemática APLICADA FGV Administração - 24.10.10

RESOLUÇÃO Matemática APLICADA FGV Administração - 24.10.10 VESTIBULAR FGV 2011 OUTUBRO/2010 RESOLUÇÃO DAS 10 QUESTÕES DE MATEMÁTICA APLICADA QUESTÃO 1 O gráfico no plano cartesiano expressa a alta dos preços médios de televisores de tela plana e alta definição,

Leia mais

A) LANIATORES DEPARTAMENTO DE ZOOLOGIA COSMETIDAE ALGUNS OPILIÕES DA COLECÃO "OTTO SCHUBART" (") SECRETARIA DA AGRICULTURA - S.

A) LANIATORES DEPARTAMENTO DE ZOOLOGIA COSMETIDAE ALGUNS OPILIÕES DA COLECÃO OTTO SCHUBART () SECRETARIA DA AGRICULTURA - S. Vol. VI, N. 17 - pp. 193-202 18-XII-1944 DEPARTAMENTO DE ZOOLOGIA SECRETARIA DA AGRICULTURA - S. PAULO - BRASIL ALGUNS OPILIÕES DA COLECÃO "OTTO SCHUBART" (") INTRODUÇÃO Nesta pequcqa nota, dou a lista

Leia mais

andréa del fuego os malaquias

andréa del fuego os malaquias andréa del fuego os malaquias 1 Serra Morena é ín gre me, úmi da e fértil. Aos pés de la vi vem os Malaquias, ja ne la com ta manho de porta, porta com autoridade de madeira escura. Corre, Adolfo! Donana

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA NÚCLEO DE PÓS-GRADUAÇÃO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA NÚCLEO DE PÓS-GRADUAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA NÚCLEO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DESENVOLVIMENTO E MEIO AMBIENTE ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: DESENVOLVIMENTO REGIONAL PROGRAMA REGIONAL DE DESENVOLVIMENTO

Leia mais

P R E G Ã O P R E S E N C I A L N 145/2010

P R E G Ã O P R E S E N C I A L N 145/2010 P R E G Ã O P R E S E N C I A L N 145/2010 D A T A D E A B E R T U R A : 2 9 d e d e z e m b r o d e 2 0 1 0 H O R Á R I O : 9:0 0 h o r a s L O C A L D A S E S S Ã O P Ú B L I C A: S a l a d a C P L/

Leia mais

PRÉ-MOLARES. Os Pré-Molares superiores decrescem no sentido mésio-distal enquanto os inferiores têm sentido crescente.

PRÉ-MOLARES. Os Pré-Molares superiores decrescem no sentido mésio-distal enquanto os inferiores têm sentido crescente. PRÉ-MOLARES PRÉ-MOLARES Pré-Molares são conhecidos como pequenos molares bicuspidados, em número de quatro para cada arco, dois de cada lado da linha mediana chamados de primeiros e segundos prémolares;

Leia mais

Quadro de conteúdos. Eu Gosto M@is Integrado 1 o ano. Lição 1 As crianças e os lugares onde vivem

Quadro de conteúdos. Eu Gosto M@is Integrado 1 o ano. Lição 1 As crianças e os lugares onde vivem Quadro de conteúdos Eu Gosto M@is Integrado 1 o ano Língua Portuguesa Matemática História Geografia Ciências Naturais Arte Inglês ABC da passarinhada O alfabeto Quantidade A ideia de quantidade Eu, criança

Leia mais

INDÚSTRIAS NUCLEARES DO BRASIL. ---e Carvalho. rlgues. Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

INDÚSTRIAS NUCLEARES DO BRASIL. ---e Carvalho. rlgues. Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação INDÚSTRIAS NUCLEARES DO BRASIL ---e Carvalho rlgues Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação GOVERNO FEDERAL Projeto da Mina Subterrânea Encontra-se em fase de licenciamento da Mina Subterrânea da

Leia mais

White Paper. Datas Comemorativas. Calendário 2011 de datas comemorativas para campanhas sazonais

White Paper. Datas Comemorativas. Calendário 2011 de datas comemorativas para campanhas sazonais Datas Comemorativas White Paper Calendário 2011 de datas comemorativas para campanhas sazonais As datas comemorativas podem ser exploradas para rentabilizar o seu comércio, seja ele físico ou online. Dedique

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO DIRETORIA DE PESQUISA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO DIRETORIA DE PESQUISA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO DIRETORIA DE PESQUISA PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA PIBIC : CNPq, CNPq/AF, UFPA, UFPA/AF, PIBIC/INTERIOR,

Leia mais

ARCHIBALDO BELLO GALVXO

ARCHIBALDO BELLO GALVXO ARCHIBALDO BELLO GALVXO (Do Serviso National de Malkia) Revendo a colec$o de anofelinos do Service National de Makria, encontramos tres alados do subgenero Anopheles, grupo Arribalzagia, cujos caracteres

Leia mais

10.1 Objetivos, Conceitos e Funções. Os obje ti vos prin ci pais do con tro le orça men tá rio são: Responsabilidade pelo Controle Orçamentário

10.1 Objetivos, Conceitos e Funções. Os obje ti vos prin ci pais do con tro le orça men tá rio são: Responsabilidade pelo Controle Orçamentário Capítulo 10 Controle Orçamentário Essa etapa acon te ce após a exe cu ção das tran sa ções dos even tos eco nô mi cos pre vis - tos no plano orça men tá rio. Não se con ce be um plano orça men tá rio sem

Leia mais

Ubirajara R. Martins 1, 3 & Maria Helena M. Galileo 2,3

Ubirajara R. Martins 1, 3 & Maria Helena M. Galileo 2,3 66 Martins & Galileo Novos táxons em Onciderini (Coleoptera, Cerambycidae, Lamiinae) Ubirajara R. Martins 1, 3 & Maria Helena M. Galileo 2,3 1 Museu de Zoologia, Universidade de São Paulo. Caixa Postal

Leia mais

MIGDOLUS EM CANA DE AÇÚCAR

MIGDOLUS EM CANA DE AÇÚCAR MIGDOLUS EM CANA DE AÇÚCAR 1. INTRODUÇÃO O migdolus é um besouro da família Cerambycidae cuja fase larval causa danos ao sistema radicular da cana-de-açúcar, passando a exibir sintomas de seca em toda

Leia mais

O Mosquito Aedes aegypti

O Mosquito Aedes aegypti O Mosquito Aedes aegypti MOSQUITO A origem do Aedes aegypti, inseto transmissor da doença ao homem, é africana. Na verdade, quem contamina é a fêmea, pois o macho apenas se alimenta de carboidratos extraídos

Leia mais

Missa Nossa Senhora do Brasil

Missa Nossa Senhora do Brasil é%0'.m> }JÍU Pe. José Alves Mssa Nossa Senhoa do Basl PARTTURA Paa 3 vozes guas e Assebléa (*) (*) A pate paa Assebléa é edtada sepaadaente " en cha A 10. Publcado pela: Cossão Aqudocesana de Músca Saca

Leia mais

Aula 12 Áreas de Superfícies Planas

Aula 12 Áreas de Superfícies Planas MODULO 1 - AULA 1 Aula 1 Áreas de Superfícies Planas Superfície de um polígono é a reunião do polígono com o seu interior. A figura mostra uma superfície retangular. Área de uma superfície é um número

Leia mais

w w w. v o c e s a. c o m. b r SEFAZ BAHIA

w w w. v o c e s a. c o m. b r SEFAZ BAHIA sumário executivo w w w. v o c e s a. c o m. b r w w w. e x a m e. c o m. b r melhores empresas para você trabalhar São Pau lo, setembro de 2010. Pre za do(a) Sr(a)., SEFAZ BAHIA Em pri mei ro lu gar,

Leia mais

Estudo dirigido sobre premolares

Estudo dirigido sobre premolares Estudo dirigido sobre premolares 1 Miguel Carlos Madeira e Roelf Cruz Rizzolo http://www.anatomiafacial.com Material para ser impresso, com a autorização dos autores, exclusivamente para os alunos do primeiro

Leia mais

UNICAMP 2012 (2ª Fase)

UNICAMP 2012 (2ª Fase) 1. Re so lu ção (se rá con si de ra do ape nas o que es ti ver den tro des te es pa ço). a)...in te res se do pú bli co (L1): Tra ta-se de um subs tan ti vo pos to que de ter mi na do pe lo ar ti go o,

Leia mais

REVIST A BRASILEIRA DE ZOOLOGIA. Revta bras. Zoo!., S. Paulo 4(3): 181-193 ABSTRACT

REVIST A BRASILEIRA DE ZOOLOGIA. Revta bras. Zoo!., S. Paulo 4(3): 181-193 ABSTRACT REVIST A BRASILEIRA DE ZOOLOGIA Revta bras. Zoo!., S. Paulo 4(3): 181-193 21.ix..1987 DESENVOLVIMENTO PÓS-EMBRIONÁRIO DE PAGURUS BREVIDACTYLUS (STIMPSON, 1858) (DECAPODA, PAGURIDAE), EM LABORATÓRIO Maria

Leia mais

Associação Brasileira de Cinematografia, ABC Recomendação Técnica Arquitetura de Salas de Projeção Cinematográfica

Associação Brasileira de Cinematografia, ABC Recomendação Técnica Arquitetura de Salas de Projeção Cinematográfica Associação Brasileira de Cinematografia, ABC Recomendação Técnica Arquitetura de Salas de Projeção Cinematográfica 1 Escopo da Recomendação: Esta Recomendação Técnica é uma iniciativa conjunta da Associação

Leia mais

ITA - 2005 3º DIA MATEMÁTICA BERNOULLI COLÉGIO E PRÉ-VESTIBULAR

ITA - 2005 3º DIA MATEMÁTICA BERNOULLI COLÉGIO E PRÉ-VESTIBULAR ITA - 2005 3º DIA MATEMÁTICA BERNOULLI COLÉGIO E PRÉ-VESTIBULAR Matemática Questão 01 Considere os conjuntos S = {0,2,4,6}, T = {1,3,5} e U = {0,1} e as afirmações: I. {0} S e S U. II. {2} S\U e S T U={0,1}.

Leia mais

Fuso de esferas de precisão/eixo estriado

Fuso de esferas de precisão/eixo estriado 58-2BR s BNS-A, BNS, NS-A e NS Vedação Anel externo Placa para calços Vedação Castanha do eixo estriado Eixo Vedação Colar Placa para calços Vedação Bujão terminal Esfera Anel externo Castanha do fuso

Leia mais

'!"( )*+%, ( -. ) #) 01)0) 2! ' 3.!1(,,, ".6 )) -2 7! 6)) " ) 6 #$ ))!" 6) 8 "9 :# $ ( -;!: (2. ) # )

'!( )*+%, ( -. ) #) 01)0) 2! ' 3.!1(,,, .6 )) -2 7! 6))  ) 6 #$ ))! 6) 8 9 :# $ ( -;!: (2. ) # ) !" #$%&& #% 1 !"# $%& '!"( )*+%, ( -. ) #) /)01 01)0) 2! ' 3.!1(,,, " 44425"2.6 )) -2 7! 6)) " ) 6 #$ ))!" 6) 4442$ ))2 8 "9 :# $ ( -;!: (2. ) # ) 44425"2 ))!)) 2() )! ()?"?@! A ))B " > - > )A! 2CDE)

Leia mais

Resoluções. 1. E Da figura obtemos: E 1. 50 a b 120. i =? E 2

Resoluções. 1. E Da figura obtemos: E 1. 50 a b 120. i =? E 2 Resoluções Segmento: Pré-vestibular oleção: Alfa, eta e Gama. Disciplina: Física aderno de xercícios 1 Unidade VIII Óptica Geométrica Série 2: studo da reflexão e dos sistemas refletores 1. Da figura obtemos:

Leia mais

White Paper. Boas Práticas de E-mail Marketing

White Paper. Boas Práticas de E-mail Marketing White Paper Boas Práticas de E-mail Marketing Saiba como alguns cuidados simples podem melhorar os resultados de suas campanhas de e-mail marketing Para garantir a qualidade no mix de comunicação atual,

Leia mais

GUIA DE ADAPTAÇÃO DO MÉDICO

GUIA DE ADAPTAÇÃO DO MÉDICO Keratoconus Nipple Cone Irregular Cornea Post Graft GUIA DE ADAPTAÇÃO DO MÉDICO ROSE K2 ROSE K2 NC NIPPLE CONE CÓRNEA IRREGULAR PÓS-TRANSPLANTE APRESENTAÇÃO Fácil adaptação usando uma abordagem sistemática

Leia mais

CONTRIBUIÇÃO AO CONHECIMENTO DAS ESPÉCIES BRASILEIRAS DO GÊNERO Euryneura SCHINER, 1867. (Diptera, Stratiomyidae)

CONTRIBUIÇÃO AO CONHECIMENTO DAS ESPÉCIES BRASILEIRAS DO GÊNERO Euryneura SCHINER, 1867. (Diptera, Stratiomyidae) CONTRIBUIÇÃO AO CONHECIMENTO DAS ESPÉCIES BRASILEIRAS DO GÊNERO Euryneura SCHINER, 1867. (Diptera, Stratiomyidae) TESE Apresentada à Escola de Pós-Graduação, da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro,

Leia mais

NOTA SOBRE 0 GENERO MANSOWi, SUB-GENERO RHYMCHOTAHVIA, COM A DESCRIPCAO DE UMA NOVA E-SPECIE. por J. LANE e I?. C.A. ANTUNES

NOTA SOBRE 0 GENERO MANSOWi, SUB-GENERO RHYMCHOTAHVIA, COM A DESCRIPCAO DE UMA NOVA E-SPECIE. por J. LANE e I?. C.A. ANTUNES NOTA SOBRE 0 GENERO MANSOWi, SUB-GENERO RHYMCHOTAHVIA, COM A DESCRIPCAO DE UMA NOVA E-SPECIE por J. LANE e I?. C.A. ANTUNES NOTA SOBRE 0 GENERO MANSCNA, SUB-GENERO RHYNCHOTAENIA, COM DESCRIPCAO DE UMA

Leia mais

OBSERVAC;OES SOBRE ALGUMAS ESPtCIES DE., FLEBOTO: MOS COM' A DESCRIC;AO DO MACHO DE FLEBOTOMUS. LLOYDI - Antunes, 1937,., Por

OBSERVAC;OES SOBRE ALGUMAS ESPtCIES DE., FLEBOTO: MOS COM' A DESCRIC;AO DO MACHO DE FLEBOTOMUS. LLOYDI - Antunes, 1937,., Por Val. 1.0 - ArtlDo 0.0 24 do Junho do 1040 OBSERVAC;OES SOBRE ALGUMAS ESPtCIES DE., FLEBOTO: MOS COM' A DESCRIC;AO DO MACHO DE FLEBOTOMUS. LLOYDI - Antunes, 1937,., Por J. O. COU~tNJlO ($) I INDICE ALAR

Leia mais

Aula 4: TÉCNICA RADIOGRÁFICA INTRA-ORAL

Aula 4: TÉCNICA RADIOGRÁFICA INTRA-ORAL Aula 4: TÉCNICA RADIOGRÁFICA INTRA-ORAL Técnicas Radiográficas Periapical Exame do dente e osso alveolar que o rodeia; Interproximal Diagnóstico de cáries proximais, excessos marginais de restaurações;

Leia mais

NPQV Variável Educação Prof. Responsáv el : Ra ph a el B i c u d o

NPQV Variável Educação Prof. Responsáv el : Ra ph a el B i c u d o NPQV Variável Educação Prof. Responsáv v el :: Ra ph aa el BB ii cc uu dd o ATIVIDADES DESENVOLVIDAS NA ÁREA DE EDUCAÇÃO 2º Semestre de 2003 ATIVIDADES DESENVOLVIDAS NA ÁREA DE EDUCAÇÃO As atividades realizadas

Leia mais

DATAPREV Divisão de Gestão Operacional e Controle - D1GC Serviço Técnico a Softwares de Produção STSP

DATAPREV Divisão de Gestão Operacional e Controle - D1GC Serviço Técnico a Softwares de Produção STSP GIS Gertran Integration Suite Guia de T ransferência de Arquivos Entidade x DATAPREV Versão 1.0 HTTPS G I S G ui a de T ra n sf er ên ci a d e Ar qu i vo s 1/ 8 ÍNDICE ANALÍT ICO 1. INTRODU ÇÃO......4

Leia mais

t r a ns f e r ê n c i a

t r a ns f e r ê n c i a t r a ns f e r ê n c i a asasasasasasasasas asasasasasasasasasasasas 1 2 3 4 5 6 7 8 9 ORTHOS XXI se reserva el derecho de cambiar los productos sin previo aviso ORTHOS XXI may change the products without

Leia mais

Os jacarandás de setembro

Os jacarandás de setembro Os jacarandás de setembro WJ Manso de Almeida Nos cerrados de Minas e de Goiás, a estação do estio termina com as belas floradas dos jacarandás e das sucupiras. Nos jacarandás, mostram-se em lilás e roxo-azulado.

Leia mais

MÃE. M esmo q u e o s eu f ilho j á t enha sido regi strad o procu r e o cartóri o d e R egi stro Civil de

MÃE. M esmo q u e o s eu f ilho j á t enha sido regi strad o procu r e o cartóri o d e R egi stro Civil de APRESENTAÇÃO O T r i b u n a l d e J u st i ç a d e S ã o P a u l o d e s e n v o l ve, d e s d e 2 0 0 7, o P r o j e to P a t e r n i d a d e R e s p o n s á v e l. S u a d i s c i p l i n a e s t á

Leia mais

Millipedes Made Easy

Millipedes Made Easy MILLI-PEET, Introduction to Millipedes; Page - 1 - Millipedes Made Easy A. Introdução A classe Diplopoda, conhecidos como milípedes ou piolhos-de-cobra, inclui aproximadamente 10.000 espécies descritas.

Leia mais

16 CARLOS RODRIGUES BRANDÃO

16 CARLOS RODRIGUES BRANDÃO 16 CARLOS RODRIGUES BRANDÃO 1 a Começa assim Este jogo começa com todos os participantes procurando as PA LAVRAS SEMENTES. E isso não é nada difícil! Basta as pessoas que vão jogar o jogo saírem conversando

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE OURO PRETO - PROPOSIÇÃO DE LEI Nº 36/93 -

CÂMARA MUNICIPAL DE OURO PRETO - PROPOSIÇÃO DE LEI Nº 36/93 - CÂMARA MUNCPAL DE OURO PRETO '11 ([) CEP 35.400-000 - ESTADO DE MNAS GERAS -). - PROPOSÇÃO DE LE Nº 36/93 - REGULAMENTA O FUNCONAMENTO DO FUNDO MUNCPAL DE SAÚ DE E DA OUTRAS PROVDENCAS. A Mesa da Câmara

Leia mais

Pneumática. Exercícios de dimensionamento de redes de ar comprimido. Automação. 3.ª Edição. Publindústria

Pneumática. Exercícios de dimensionamento de redes de ar comprimido. Automação. 3.ª Edição. Publindústria Exercícios de dimensionamento de redes de ar comprimido Automação Pneumática.ª Edição Adriano Almeida Santos. António Ferreira da Silva Publindústria metros 100 metros Dimensionamento de redes de ar comprimido

Leia mais

Casa, acolhida e libertação para as primeiras comunidades

Casa, acolhida e libertação para as primeiras comunidades PNV 289 Casa, acolhida e libertação para as primeiras comunidades Orides Bernardino São Leopoldo/RS 2012 Centro de Estudos Bíblicos Rua João Batista de Freitas, 558 B. Scharlau Caixa Postal 1051 93121-970

Leia mais

Augusto L. HENRIQUES 2

Augusto L. HENRIQUES 2 O gênero Philipotabanus Fairchild (Insecta: Diptera: Tabanidae) na Amazônia, com chave para as fêmeas das espécies e descrição de P. obidensis sp. nov. 1 Augusto L. HENRIQUES 2 RESUMO É apresentada uma

Leia mais

BOLETIM INSTITUTO DE DEFESA DO PATRIMÔNIO NATURAL

BOLETIM INSTITUTO DE DEFESA DO PATRIMÔNIO NATURAL BOLETIM DO INSTITUTO DE DEFESA DO PATRIMÔNIO NATURAL S E C R E T A R I A DE A G R I C U L T U R A C A I X A P O S T A L, 1341 CURITIBA PARANÁ NOVEMBRO DE 1.963 BRASIL 1 ZOOLOGIA N.o 5 METAMORFOSES DAS

Leia mais

Manual de Instalção Version n. 01 of 14/06/2013

Manual de Instalção Version n. 01 of 14/06/2013 Manual Técnico Manual de Instalção Version n. 01 of 14/06/2013 pag. 2 Index Index... 2 Introdução e informações gerais... 3 Guia Flexível... 3 DESCRIÇÃO... 3 MATERIAL... 3 CERTIFICADOS... 3 MEDIDAS...

Leia mais

PARLAMENTO EUROPEU. Comissão das Pescas. 26.7.2005 PE 360.334v01-00

PARLAMENTO EUROPEU. Comissão das Pescas. 26.7.2005 PE 360.334v01-00 PARLAMENTO EUROPEU 2004 ««««««««««««Comissão das Pescas 2009 26.7.2005 PE 360.334v01-00 ALTERAÇÕES 19-35 Projecto de relatório (PE 353.759v01-00) Zdzisław Kazimierz Chmielewski sobre a proposta de regulamento

Leia mais

J u i n 2 0 0 9 L e ttr e d 'i n fo r m a ti o n n 1 9 E d i to r i al E p p u r si m u o ve «E t p o u r ta n t e l l e b o u g e» m u r m u r a G a l l i l é e s u r s o n c h a m p e s t l a r g e.

Leia mais

Novos táxons de Cerambycidae (Coleoptera) neotropicais da coleção Herbert Schmid, Viena, Áustria

Novos táxons de Cerambycidae (Coleoptera) neotropicais da coleção Herbert Schmid, Viena, Áustria Volume 49(39):529 538, 2009 Novos táxons de Cerambycidae (Coleoptera) neotropicais da coleção Herbert Schmid, Viena, Áustria Ubirajara R. Martins 1,3 Maria Helena M. Galileo 2,3 Abstract New taxa are described:

Leia mais

Índice Abraçadeiras para Tubos e Mangueiras

Índice Abraçadeiras para Tubos e Mangueiras Índice Abraçadeiras para Tubos e Mangueiras SÉRIE STANDARD de acordo com DIN 3015, Parte 1 (para D.E. tubo 6 a 102 mm) Código para pedido - Componentes................................................................16-18

Leia mais

9. Chaves de identificação para adultos

9. Chaves de identificação para adultos 9. Cleber Galvão Carolina Dale SciELO Books / SciELO Livros / SciELO Libros GALVÃO, C., and DALE, C.. In: GALVÃO, C., org. Vetores da doença de chagas no Brasil [online]. Curitiba: Sociedade Brasileira

Leia mais

Paredes Diafragma moldadas in loco

Paredes Diafragma moldadas in loco Paredes Diafragma moldadas in loco Breve descrição das etapas executivas Introdução A parede diafragma moldada in loco é um elemento de fundação e/ou contenção moldada no solo, realizando no subsolo um

Leia mais

UMC Cotas em desenho técnico (Módulo 2) Componentes gráficos de uma cota: Linha de cota Linha de chamada Setas de cota

UMC Cotas em desenho técnico (Módulo 2) Componentes gráficos de uma cota: Linha de cota Linha de chamada Setas de cota 1 UMC Engenharia Mecânica Expressão Gráfica 2 Prof.: Jorge Luis Bazan. Desenho Básico Cotas em desenho técnico (Módulo 2) Em desenho técnico damos o nome de cota ao conjunto de elementos gráficos introduzidos

Leia mais

BRACO DE BOURBON NAIS

BRACO DE BOURBON NAIS CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 7 Padrão FCI 179 29/03/2006 Padrão Ofi cial da Raça BRACO DE BOURBON NAIS BRAQUE DU BOURBONNAIS CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA

Leia mais

Simuliidae (Diptera, Culicomorpha) no Brasil XIII sobre Inaequalium lundi sp.n.

Simuliidae (Diptera, Culicomorpha) no Brasil XIII sobre Inaequalium lundi sp.n. XIII sobre Inaequalium lundi sp.n. Victor PY-DANIEL 1, Ulysses Carvalho BARBOSA 1 RESUMO É descrita uma nova espécie para o gênero Inaequalium (Coscarón & Wygodzinsky, 1984), Inaequalium lundi sp.n. É

Leia mais

Amblycerus spiniger sp.n. Figs 1-10

Amblycerus spiniger sp.n. Figs 1-10 Descrições de sete novas espécies brasileiras de Amblycerus Thunberg (Coleoptera, Bruchidae) ' Cibele S. Ribeiro-Costa ABSTRACT. Descriptions of seven new Brazilian species of Aniblycerus Tliunberg (Coleoptera,

Leia mais

NOME :... NÚMERO :... TURMA :...

NOME :... NÚMERO :... TURMA :... 1 TERCEIRA SÉRIE ENSINO MÉDIO INTEGRADO Relações métricas envolvendo a circunferência Prof. Rogério Rodrigues NOME :... NÚMERO :... TURMA :... X - RELAÇÕES MÉTRICAS NO DISCO (Potência de Ponto) X.1) Relação

Leia mais

Lista 1. Sistema cartesiano ortogonal. 1. Observe a figura e determine os pontos, ou seja, dê suas coordenadas: a) A b) B c) C d) D e) E

Lista 1. Sistema cartesiano ortogonal. 1. Observe a figura e determine os pontos, ou seja, dê suas coordenadas: a) A b) B c) C d) D e) E Sistema cartesiano ortogonal Lista. Observe a figura e determine os pontos, ou seja, dê suas coordenadas: a) A b) B c) C d) D e) E. Marque num sistema de coordenadas cartesianas ortogonais os pontos: a)

Leia mais

Projeto de Uniformização. Gerente: Mara Nogueira Machado Consultor: Sidney Araújo

Projeto de Uniformização. Gerente: Mara Nogueira Machado Consultor: Sidney Araújo Projeto de Uniformização Gerente: Mara Nogueira Machado Consultor: Sidney Araújo DETALHE Camisa Fem Tradicional TECIDO: Tricoline Elastano TECIDO DETALHE: Microleve COR: Branco COR DETALHES: 10 Verde Bandeira

Leia mais

TAMPAS DE LIGAÇÃO DO POSTE AO PASSA-MÃO 49

TAMPAS DE LIGAÇÃO DO POSTE AO PASSA-MÃO 49 TAMPAS DE LIGAÇÃO DO POSTE AO PASSA-MÃO 49 EK-1005-42,4 x 1,5 mm EK-1005-42,4 X 2 mm EK-1007-33,7 X 2 mm EK-1005-48,3 x 2mm EK-1005-48,3 x 1,5mm EK-1005-42,4 X 2 mm inox 316 maciça C.A.T.M., Lda EK-1005-42,4

Leia mais

CISTERNA DE FERRO CIMENTO

CISTERNA DE FERRO CIMENTO APOSTILA CISTERNA CISTERNA DE FERRO CIMENTO 1) CAVAR A ÁREA DO PISO COM 1,00 A MAIS DOQUE O DIÂMETRO DA CISTERNA CISTERNA 16000 LITROS RAIO = 1,50 M DIÂMETRO = 3,00 M DIÂMETRO BASE = 4,00 M PROFUNDIDADE

Leia mais

Década de 1910 1913 1914 Sobre a sistemática dos tabanídeos subfamília Tabaninae. Comunicação preliminar

Década de 1910 1913 1914 Sobre a sistemática dos tabanídeos subfamília Tabaninae. Comunicação preliminar Década de 1910 1913 1914 Sobre a sistemática dos tabanídeos subfamília Tabaninae. Comunicação preliminar Adolpho Lutz SciELO Books / SciELO Livros / SciELO Libros BENCHIMOL, JL., and SÁ, MR., eds. and

Leia mais

Desenho e Projeto de tubulação Industrial

Desenho e Projeto de tubulação Industrial Desenho e Projeto de tubulação Industrial Módulo I Aula 08 1. PROJEÇÃO ORTOGONAL Projeção ortogonal é a maneira que o profissional recebe o desenho em industrias, 1 onde irá reproduzi-lo em sua totalidade,

Leia mais

1 Nunca deslizar as cintas ou. 2 Proteger as lingas de arestas. acentuadas. 3 Nunca utilizar lingas danificadas, 4 Referência à norma.

1 Nunca deslizar as cintas ou. 2 Proteger as lingas de arestas. acentuadas. 3 Nunca utilizar lingas danificadas, 4 Referência à norma. Norma Europeias (Extracto das normas europeias NF EN 1492-1 e 2 de 11/2000) Esta norma Europeia especifica os domínios de aplicação para todos os aparelhos e acessórios das cintas de elevação, assim como

Leia mais

Correção da Unicamp 2010 2ª fase - Física feita pelo Intergraus. 12.01.2010

Correção da Unicamp 2010 2ª fase - Física feita pelo Intergraus. 12.01.2010 da Unicamp 010 ª fase - Física 1.01.010 UNICAMP 010 - FÍSICA Esta prova aborda fenômenos físicos em situações do cotidiano, em experimentos científicos e em avanços tecnológicos da humanidade. Em algumas

Leia mais

MANUAL DE IDENTIFICAÇÃO DOS CRUSTÁCEA DECAPODA DE ÁGUA DOCE DO BRASIL

MANUAL DE IDENTIFICAÇÃO DOS CRUSTÁCEA DECAPODA DE ÁGUA DOCE DO BRASIL MANUAL DE IDENTIFICAÇÃO DOS CRUSTÁCEA DECAPODA DE ÁGUA DOCE DO BRASIL GUSTAVO AUGUSTO S. DE MELO (EDITOR) Museu de Zoologia Universidade de São Paulo ^ZFAPESP fundação cfe Amparo á Pesquisa da Estado rie

Leia mais