PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS - PRAD

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1 PLANO BÁSICO AMBIENTAL DO AHE CACHOEIRA CALDEIRÃO PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS - PRAD Licença Prévia 0112/2012 Condicionante Específica Nº 2.2 Detalhar todos os programas de prevenção, controle e monitoramento consignados no Estudo de Impacto Ambiental e demais documentos, no Plano Básico Ambiental-PBA, que, necessariamente incluirá: metodologia, cronograma físico de execução e responsável técnico, devendo ser apresentado em versões impressa e digital. P5 EIA Programa de Recuperação de Áreas Degradadas 1. INTRODUÇÃO O Programa de Recuperação de Áreas Degradadas do Plano Básico Ambiental (PBA) do Aproveitamento Hidrelétrico (AHE) Cachoeira Caldeirão visa atender à condicionante 2.2 da Licença Prévia 0112/2012 IMAP/SEMA e corresponde ao detalhamento do Programa 5 do Estudo de Impacto Ambiental. 2. JUSTIFICATIVA A recomposição e recuperação de áreas degradadas decorrentes da implantação do AHE Cachoeira Caldeirão têm como principal finalidade evitar o agravamento de processos erosivos e problemas de instabilização de encostas e maciços, assim como possibilitar a retomada do uso original ou alternativo das áreas onde haverá intervenção construtiva. O processo de recomposição de ecossistemas perturbados por impacto antrópico pode ocorrer de várias maneiras, dependendo do grau de degradação e da técnica utilizada. PBA Plano Básico Ambiental do Aproveitamento Hidrelétrico Cachoeira Caldeirão 1

2 Existem várias técnicas que permitem revegetar áreas degradadas, inclusive utilizando camadas férteis do solo, de outros locais, como forma de permitir o estabelecimento da vegetação. Estima-se que existam mais de 200 milhões de hectares de áreas degradadas no Brasil resultantes de mineração, construção de estradas, represas e áreas industriais com impactos imediatos sobre a estabilidade do solo. Nos processos tradicionais de revegetação e recuperação das áreas naqueles casos extremos de degradação, as alternativas usadas têm sido a adição de grandes quantidades de compostos orgânicos ou a transferência de terra fértil para as áreas degradadas. Uma das formas de verificar a degradação de uma área pode ser pela observação da vegetação e/ou fauna destruída, removidas ou expulsas, camada de solo fértil perdida, resultando na afetação dos corpos superficiais ou subterrâneos d água. A recuperação de áreas degradadas deve levar em conta os componentes do sistema solo-plantaatmosfera buscando uma recuperação integrada dos processos biológicos. Para tanto, o enriquecimento ou revegetação deve ser objeto da atuação de equipes especializadas, detectando problemas e buscando soluções nos diversos segmentos do conhecimento técnico. Para cada caso a questão posta é saber como e o quanto foi degradado, para que possa haver planejamento do processo de recuperação e de alternativas de manejo. As principais avaliações dizem respeito à acidez, matéria orgânica, riqueza de nutrientes (macro e micro), capacidade de retenção de cátions, compactação, porosidade, estrutura, infiltração e retenção de água, erosão, microbiologia do solo, etc. O presente programa contém indicações básicas sobre os principais tópicos e sequência de atividades que devem ser utilizadas na recuperação das áreas utilizadas para a instalação dos canteiros de obras, de áreas de empréstimo, bota-fora, vias de acesso, e dos demais locais sujeitos a impactos negativos em decorrência da instalação do empreendimento. Os impactos decorrem principalmente das modificações feitas nas áreas diretamente atingidas, como exposição do solo pela remoção da vegetação, movimentação de terra e reconfiguração topográfica, entre outros. Essas interferências modificam as condições morfodinâmicas existentes na área, que tendem a gerar cenários de degradação, respondendo pela rápida transformação da paisagem local. PBA Plano Básico Ambiental do Aproveitamento Hidrelétrico Cachoeira Caldeirão 2

3 Na fase de implantação do AHE Cachoeira Caldeirão ocorrerá a instalação de canteiros de obras e alojamentos, de exploração de materiais de construção, deposição de botaforas e abertura de vias de serviço que, por sua natureza, incluem movimentações de terra com operações de terraplenagem, escavações e criação de novos taludes de cortes e aterros. Essas ações são causadoras potenciais de alterações no meio físico, podendo resultar em erosões laminares e lineares, assim como em desestabilizações de encostas e taludes com impactos negativos tanto para o equilíbrio do meio quanto para a paisagem geral. Em áreas mais susceptíveis à instalação de processos erosivos, caso sejam estabelecidos locais de estocagem e formados taludes, será necessário adotar medidas preventivas e corretivas para evitar o início de processos erosivos, preservando as instalações existentes e o próprio empreendimento de possíveis acidentes. Atividades de construção de canteiros, estradas de acesso, áreas de empréstimo e bota-fora devem contar com cuidados específicos, visando à recomposição e retorno desses locais ao mais próximo possível de seu uso anterior à degradação. A execução do PRAD do AHE Cachoeira Caldeirão deverá ter a missão de promover a reabilitação de encosta, taludes e demais áreas degradadas pelas intervenções do empreendimento, assim como, de acompanhar toda a evolução dos processos erosivos, buscando superá-los com obras de contenção em especial, através de sistemas de drenagem e de revegetação a serem implantados, de forma a assegurar estabilidade e preservação das áreas degradadas pela construção do empreendimento. 3. OBJETIVOS 3.1. OBJETIVO GERAL Realizar ações voltadas à atenuação dos problemas de degradação do solo advindos da implantação do canteiro de obras, das áreas de empréstimo e de bota-fora e das demais estruturas físicas de apoio às obras do empreendimento, promovendo o controle de processos erosivos de modo a evitar problemas de instabilização de encostas e maciços nas áreas de taludes de cortes e aterros. PBA Plano Básico Ambiental do Aproveitamento Hidrelétrico Cachoeira Caldeirão 3

4 3.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Proceder à mitigação de impactos gerados pelos serviços de escavação e terraplanagem necessários para a implantação do empreendimento. Proceder à reabilitação de habitats alterados pela implantação das obras do empreendimento. Promover a reintegração das áreas degradadas à paisagem local. Promover o controle dos processos erosivos de modo a minimizar possíveis carreamentos de sedimentos. Acelerar o processo de regeneração natural da cobertura vegetal. 4. AÇÕES As ações de recuperação de áreas degradadas serão executadas de forma concomitante às obras de implantação do empreeendimento. À medida em que as áreas forem sendo utilizadas (degradadas) e deixarem de ser usadas, deverão acontecer as ações de identificação, delimitação e recuperação das áreas, revertendo assim o passivo ambiental. As atividades de plantio deverão ser executas no período chuvoso IDENTIFICAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DA ÁREA Esta atividade compreende a localização, delimitação e descrição das áreas a serem recuperadas, após o início da construção do empreendimento, particularizadas em função dos canteiros de obras, áreas de empréstimos e bota-fora, além das vias de acesso. Será necessário o dimensionamento prévio das áreas que devem sofrer intervenção, visando assim o planejamento das etapas para utilização e recuperação futura. 4.2 MOBILIZAÇÃO Mobilização de pessoal e maquinário inclui contratação de mão de obras (Equipe técnica e equipe de auxiliares de campo), compra de insumos e contratação de máquinas e tratores. PBA Plano Básico Ambiental do Aproveitamento Hidrelétrico Cachoeira Caldeirão 4

5 4.3 INÍCIO E EXECUÇÃO DAS ATIVIDADES DE RECUPERAÇÃO Inclui todas as atividades descritas no procedimento metodológico 4.4 MONITORAMENTO Inclui as atividades de monitoramento e crescimento das mudas e controle de processos erosivos. 5. METODOLOGIA A recuperação de áreas degradadas envolve diversos aspectos que devem ser seguidos para garantir a obtenção de bons resultados finais. Para isso deverão ser adotadas medidas que propiciem a implantação de cobertura vegetal no sítio degradado, visando não somente a recuperação paisagística, mas também o controle dos processos erosivos e a recuperação das propriedades do solo. A implementação do plano deve ser realizada concomitante em todas as áreas a serem recuperadas, devendo constar das seguintes etapas: 5.1. DELIMITAÇÃO DE ÁREAS A SEREM RECUPERADAS Compreende a etapa inicial do programa, durante a qual haverá o dimensionamento das áreas e sua delimitação para planejamento da recuperação. Será inventariado o volume do material a ser removido e serão programadas as atividades subsequentes. As áreas delimitadas deverão ser representadas em base cartográfica em escala adequada de forma a permitir a internalização de outros atributos ambientais nos procedimentos de planejamento e elaboração de projetos executivos PREPARO DA ÁREA (MECANIZADA E MANUAL) Limpeza de resíduos sólidos Alocar ou retirar contaminantes e/ou materiais (resíduos sólidos e/ou efluentes) impróprios para o estabelecimento de cobertura vegetal, tais como: restos de obras (bota fora), rejeitos, etc. Quanto à disposição do material, será evitada ao máximo a retirada PBA Plano Básico Ambiental do Aproveitamento Hidrelétrico Cachoeira Caldeirão 5

6 de camadas muito espessas que dificultem o recobrimento posterior com material terroso para a implantação da revegetação. Dependendo da natureza dos rejeitos, pode-se reaproveitá-los para a formação de aterros, preenchimento de cavas, construção de dispositivos de drenagem e de contenção de taludes e sedimentos. Resíduos sólidos (lixo de qualquer natureza) serão removidos das áreas de disposição, transportado e eliminado de acordo com a orientação dos Órgãos Municipais competentes, observando as normas e legislação ambiental em vigor. Ao final de cada serviço, todo o entulho, lixo e terra excedente, deverão ser removidos, devendo ser retiradas as instalações do canteiro e eventuais ocupantes. Equipamentos sugeridos: retro-escavadeira com operador e caminhão basculante Recondicionamento topográfico O recondicionamento topográfico ou regularização superficial do terreno pressupõe o preparo do relevo para receber a vegetação, dando-lhe uma forma estável e adequada para o uso futuro do solo. A conformação do terreno é um fator muito importante para o sucesso do trabalho de recuperação. O relevo final do terreno é de suma importância, pois propicia uma melhor estabilidade ao solo e taludes; melhor controle aos processos erosivos; atender a aspectos paisagísticos e estéticos, tentando reenquadrar a área no contexto da paisagem da região. Esta etapa visa ainda, sistematizar a superfície do terreno para a eliminação dos sulcos onde ocorre a concentração da enxurrada, melhorando as condições de plantio e de ordenamento do escoamento superficial. Equipamentos sugeridos: trator de esteira com lâmina ou moto niveladora Conformação de taludes O controle da erosão nos trabalhos de recuperação é importantíssimo para obterem-se melhores resultados. Em taludes fortemente inclinados, faz-se necessário sua conformação e suavização. Esta operação pode ser realizada com um trator de esteiras utilizando a lâmina para cortar a crista e empurrar o volume cortado para o pé do talude. Por questões de estabilidade de taludes, recomendam-se declividades nas razões mínimas de 4:1 (vertical: horizontal) para taludes em rocha; 1:1 para taludes em colúvio; e 2:3 para os taludes em aterro. A altura máxima é de 15 m, 10 m e 8 m para taludes em rocha, em corte e em aterro, respectivamente. No caso das dimensões dos taludes PBA Plano Básico Ambiental do Aproveitamento Hidrelétrico Cachoeira Caldeirão 6

7 excederem estas especificações, dever-se-á construir bancadas (terraços em patamar). Estas bancadas são recomendadas para áreas com alta declividade (superior a 20%). Em áreas com declividades menores, recomenda-se a utilização de terraços em camalhões. Equipamentos sugeridos: caminhão basculante, trator de esteira com lâmina, pá carregadeira e/ou retro-escavadeira, escavadeira hidráulica, motoniveladora, ferramentas manuais como chibanca, enxadão, enxada, pá etc Escarificação (aragem) superficial do solo Em solos compactados, as raízes das plantas se torcem mudando de direção e têm seu desenvolvimento prejudicado, ocorre também a baixa capacidade de infiltração e distribuição da água, diminuindo a porosidade do solo e as trocas gasosas entre o solo e a atmosfera, ocasionando o impedimento da ação capilar da água e consequente aumento da erosão laminar superficial. Desagregar a camada superficial e criar uma rugosidade no terreno. Estas condições permitem uma redução da velocidade do escoamento superficial e um melhor estabelecimento da cobertura vegetal. Deve-se dar preferência para realizar esta operação quando o solo ou substrato apresentar umidade adequada, ou seja, quando o solo estiver nem seco, nem encharcado. As medidas de descompactação de natureza mecânica deveram utilizar equipamentos de escarificação ou subsolagem. Para a descompactação de camadas superficiais, usase escarificadores até a profundidade de aproximadamente 30 cm, para a descompactação de camadas mais profundas, superiores a 40 cm, emprega-se trator de esteiras equipado com ripper, quando necessário. Equipamentos sugeridos: trator agrícola, com operador, grade aradora de discos com 10 ou 20 discos, adaptável a trator para preparo de solos, ripper (se necessário) Calhas de drenagem Visa drenar as águas escoadas superficialmente, por meio de calhas escavadas em seções definidas e recobertas por gramíneas, protegendo assim, os taludes e as áreas a serem recuperadas das enxurradas. A execução das calhas de drenagem devera ser acompanhada através de levantamento topográfico da área, respeitando assim, a curva PBA Plano Básico Ambiental do Aproveitamento Hidrelétrico Cachoeira Caldeirão 7

8 de nível do sítio. Equipamentos sugeridos: motoniveladora, com operador, caminhão basculante ADUBAÇÃO E PLANTIO Depois da recolocação do solo e de sua sistematização, deverá ser feito a correção da sua acidez e fertilidade, uma vez que os solos presentes na área do canteiro de obras tendem a ter baixa fertilidade natural. Para tanto, é recomendável se fazer uma análise físico-química do solo de cada área a ser recuperada, para que se avalie e se defina os níveis de correção da fertilidade desejada (ph, macronutrientes, micronutrientes e matéria orgânica). A incorporação de calcário será necessária, visando corrigir a acidez do solo e a melhorias nos atributos químicos do solo. A aplicação superficial de calcário, ao promover a formação de uma frente de alcalinização descendente a partir da superfície, minimiza a acidificação onde esta é mais intensa. Essa é uma prática que pode resultar em sucesso da condução do sistema do plantio direto. A calagem altera os atributos químicos do solo, permitindo o crescimento radicular e sua eficiência em profundidade no perfil do solo. Equipamentos sugeridos: trator agrícola, com operador; grade aradora de discos com 10 ou 20 discos, adaptável a trator para preparo de solos Plantio de espécies arbóreas O plantio de espécies arbustivas e/ou arbóreas deve ser feito em áreas cuja cobertura anterior era com florestas. Deverão sempre obedecer às curvas de nível e serem mistos, pode ser disposto em linhas, com agrupamentos de forma variável, e o espaçamento entre as árvores pode variar. A sugestão de 3m X 2m é apenas referencial, pois pode variar com o tipo de espécie utilizada. Quando existir vegetação remanescente, os plantios devem circundá-las, mas deve-se evitar introduzir espécies nesses locais não perturbados, para evitar interferências no processo natural de sucessão. A orientação é para o plantio de cerca de mudas/ha, sendo necessárias mudas/ha, considerando 20% de perdas no plantio. Em um plantio de recuperação, onde se procura restaurar as condições originais, sugere-se escolher 10 espécies para serem PBA Plano Básico Ambiental do Aproveitamento Hidrelétrico Cachoeira Caldeirão 8

9 plantadas com densidade maior e pelo menos outras 30 que podem ser plantadas em pequeno número. Recomenda-se, não se deve plantar mais de 150 mudas por hectare, por espécie. Com este espaçamento e composição florística, evitam-se replantios e talvez não sejam necessários desbastes no futuro, uma vez que a mortalidade pode ser elevada nos estágios iniciais de estabelecimento, devido a ataques de insetos como formigas e cupins. As espécies do tipo climácicas deverão ser plantadas na parte central, estando dispostas de maneira que fiquem rodeadas por espécies pioneiras e secundárias. As mudas deverão ser tutoradas apenas se for necessário. A partir do quarto mês, a conservação da área poderá ser feita por meio da prática da roçagem. A adubação NPK será realizada nas covas das espécies arbóreas na quantidade de 100g por cova. A quantidade necessária é de Kg de NPK/Há, para espécies arbóreas Plantio de herbáceas O plantio de herbáceas deverá ser feito nas áreas com declividades e nas áreas onde originalmente eram pastagens. Será feito por semeadura de gramíneas e capim, a lanço, logo a pós a incorporação e escarificação com calcário ESCOLHA DAS ESPÉCIES Para definição das espécies arbóreas serão selecionadas aquelas que apresentem características como: nativa da região, rapidez de crescimento, formação apropriada da copa, grande volume foliar e bem distribuída formação dos ramos, tamanho e tipo do sistema radicular, valor re-fertilizador da espécie, resistência às oscilações bruscas do clima, resistência às deficiências nutritivas e edáficas, obtenção das mudas. Para a aquisição das mudas será dado preferência aos viveiristas locais, e devidamente cadastrados nos órgãos competentes. Na ocasião de não existir a oferta da quantidade necessária, deverá ser realizado a compra em outros viveiristas em Estados mais próximos, como é o caso do Pará ABERTURA DE COVAS (MECANIZADA) Tem a finalidade de estabelecer condições de solo e espaço para que as espécies da revegetação das áreas degradadas se desenvolvam perfeitamente. As covas para o PBA Plano Básico Ambiental do Aproveitamento Hidrelétrico Cachoeira Caldeirão 9

10 plantio em linha nas áreas planas do terreno terão dimensões 40cm x 40cm x 40cm. O material retirado das covas será misturado com adubos orgânicos, sendo que esse composto deverá auxiliar o desenvolvimento das plantas, e em seguida depositado no interior da cova. Esta atividade deverá ser realizada de forma mecanizada com auxilio de um perfurador de cova, acoplado em um trator agrícola. A distribuição das covas no plantio em linha terá um espaçamento entre as covas de 3 m x 2 m para o plantio misto com as espécies pioneiras e de 5 m x 5 m para o plantio de enriquecimento com as espécies secundárias e clímax. Equipamentos sugeridos: trator agrícola; perfurador de cova adaptável a um trator agrícola MANUTENÇÃO Controle de pragas Em áreas com histórico de ocorrência de cupim e formigas, as mudas devem ser encharcadas com cupinicida e/ou formicidas. Esta operação consiste em controlar a ação das formigas cortadeiras e cupins por meio da aplicação de formicidas. O monitoramento deve ser feito durante todo o período de manutenção das mudas. O produto deverá ser adquirido por meio de receituário agronômico e sua aplicação deverá respeitar criteriosamente as recomendações de profissional habilitado e dos fabricantes, sendo de suma importância o uso de EPI adequado aos funcionários envolvidos com a aplicação do produto Reposição de mudas Após 60 dias de plantio, as mudas serão avaliadas e a mortalidade registrada. Novas mudas deverão ser plantadas para substituir as mortas. Após o replantio será colocada uma cobertura morta para proteção das mudas recém-plantadas, mantendo a umidade favorável para o desenvolvimento da espécie, além de permitir a absorção dos nutrientes contidos na biomassa vegetal, que irá ser decomposta ao longo do tempo Irrigação O plantio deve ser realizado na quadra chuvosa (janeiro-junho), reduzindo a necessidade de irrigação e objetivando melhor pegamento das mudas. No período intenso de estiagem e intemporalidade de plantio, será necessária a irrigação das mudas até seu PBA Plano Básico Ambiental do Aproveitamento Hidrelétrico Cachoeira Caldeirão 10

11 pegamento total na área, por pelo menos uma vez na semana. A adoção de hidrogel na cova será fundamental para manutenção das mudas MONITORAMENTO Acompanhamento do estabelecimento das mudas por pelo menos dois anos (tempo que leva para uma muda se estabelecer no ambiente), além do monitoramento de possíveis erosões Programa de acompanhamento e monitoramento A avaliação e o monitoramento de áreas em processo de restauração abrangem aspectos mais amplos do que apenas a avaliação fisionômica exigida pelos órgãos ambientais competentes. Os indicadores de restauração avaliam não só a recuperação visual da paisagem, mas também a reconstrução dos processos ecológicos mantenedores da dinâmica vegetal, de forma que a área restaurada seja sustentável no tempo e cumpra seu papel de neutralizar e compensar as emissões de carbono, conservando a biodiversidade local. 6. PÚBLICO ALVO Os principais beneficiários das ações ou estudos serão o empreendedor e as comunidades dos municípios de Porto Grande e Ferreira Gomes, em especial, os moradores ribeirinhos situados na Área de Influência Direta do empreendimento. 7. AGENTE EXECUTOR O próprio empreendedor. 8. POTENCIAIS PARCEIROS Governo estadual, Prefeituras Municipais e Secretarias Municipais e Estaduais de Meio Ambiente, Institutos de pesquisas interessadas, Universidades. PBA Plano Básico Ambiental do Aproveitamento Hidrelétrico Cachoeira Caldeirão 11

12 9. ATENDIMENTO A REQUISITOS LEGAIS As atividades relacionadas ao Programa de Recuperação de Áreas Degradadas deverão atender a legislação vigente, como o Código Florestal Brasileiro (Lei nº de 25 de maio de 2012) e demais leis, decretos, entre outros, que estejam ligados ao Programa de Recuperação de Áreas Degradadas. 10. INTERFACE COM OUTROS PROGRAMAS PRORAMA DE CONTROLE AMBIENTAL DAS OBRAS E CONSTRUÇÕES PROGRAMA DE CONTROLE E MONITORAMENTO DE PROCESSOS EROSIVOS 11. CRONOGRAMA FÍSICO (ANEXO) 12. RESPONSÁVEL PELA ELABORAÇÃO DO TEMA/PROGRAMA Marcelo de Jesus Veiga Carim Engenheiro Agrônomo, Especialista em Biotecnologia, Mestre em Botânica, Ecologia e Manejo de Florestas. 13. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS GALETI, P. A. (1984). Práticas de Controle a erosão. Campinas, SP: Instituto Campineiro de Ensino Agrícola. EMPRESA BRASILEIRA DE PESQUISAS AGOPECUARIAS EMBRAPA. (2003). Práticas de Recuperação do Solo e Recuperação de Áreas Degradadas. Rio Branco/AC: Embrapa Acre. INFORME AGROPECUÁRIO. (2001). Recuperação de áreas degradadas. Belo Horizonte: EPAMIG, v. 22, n PBA Plano Básico Ambiental do Aproveitamento Hidrelétrico Cachoeira Caldeirão 12

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