BIOLOGIA. Prof. Fred. RELAÇÕES HARMÔNICAS INTRAESPECÍFICAS Como relações harmônicas intraespecíficas podemos citar a colônia e a sociedade.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "BIOLOGIA. Prof. Fred. RELAÇÕES HARMÔNICAS INTRAESPECÍFICAS Como relações harmônicas intraespecíficas podemos citar a colônia e a sociedade."

Transcrição

1 BIOLOGIA Prof. Fred RELAÇÕES ECOLÓGICAS Organismos das diferentes espécies, além de interagirem com o meio abiótico em que vivem, interagem com os outros seres vivos presentes no mesmo ambiente. Há diferentes formas de interação entre os seres formadores das comunidades bióticas de um ecossistema. Estas interações são coletivamente denominadas interações biológicas ou relações ecológicas. As relações ecológicas se particularizam pelos tipos de relação de dependência que os seres vivos mantêm entre si e são categorizadas de acordo com benefícios e/ou prejuízos que a interação traga aos organismos envolvidos. As relações denominadas harmônicas ou positivas são aquelas nas quais há benefício mútuo, ou benefício para um dos organismos sem prejuízo para o outro. Já as relações desarmônicas ou negativas são aquelas nas quais há prejuízo para algum dos envolvidos, com benefício do outro, em geral. Os diferentes tipos de interações, harmônicas e desarmônicas, são subdivididos, ainda, em intraespecíficas, quando ocorrem entre organismos da mesma espécie, e interespecíficas, quando os organismos envolvidos são de espécies distintas. RELAÇÕES HARMÔNICAS INTRAESPECÍFICAS Como relações harmônicas intraespecíficas podemos citar a colônia e a sociedade. Colônia A colônia é um tipo de interação harmônica intraespecífica na qual organismos de uma mesma espécie são fisicamente unidos e trabalham por objetivos comuns à coletividade. Colônia isomorfa As colônias são denominadas isomorfas quando todos os indivíduos apresentam a mesma forma e não há divisão de trabalho. Um exemplo de colônias isomorfas é encontrado nos corais. Colônia heteromorfa Já as colônias constituídas por indivíduos que apresentam diferenciação morfológica relacionada à atividade que desempenham, são denominadas heteromorfas. Um exemplo de colônia heteromorfa é encontrado no celenterado Physalia physalis, popularmente conhecido como caravela-portuguesa. Exemplos de colônia À esquerda, vemos um exemplo de colônia isomorfa: o coral. À direita, um exemplo de colônia heteromorfa: o celenterado, Physalia physalis, ou caravela-portuguesa. 1

2 Sociedade A sociedade é um tipo de interação harmônica intraespecífica que constitui-se da associação de indivíduos da mesma espécie não ligados anatomicamente e que executam suas funções de forma cooperativa. Na sociedade, há divisão de trabalho e, em geral, a morfologia dos organismos é relacionada à função que o indivíduo desempenha. Exemplos de sociedade são abelhas em colmeias cupins em cupinzeiros e formigas em formigueiros. Exemplos de sociedade À esquerda, vemos abelhas em uma colméia. À direita, um cupinzeiro. RELAÇÕES HARMÔNICAS INTERESPECÍFICAS Como exemplos de relações harmônicas interespecíficas cita-se o comensalismo, o inquilinismo, o mutualismo e a proto-cooperação. Comensalismo O comensalismo é o tipo de interação harmônica interespecífica na qual uma das espécies envolvidas obtém vantagem ao se aproveitar de restos alimentares da outra, sem, entretanto, causar prejuízo. O organismo que se alimenta dos restos é chamado comensal e o outro, que provê tais restos, é chamado anfitrião. Exemplos de comensalismo Um exemplo de comensalismo é encontrado na relação entre o homem e Entamoeba coli, um protozoário que habita o intestino grosso humano e se nutre de seu restos digestivos, sem, no entanto, prejudicá-lo. A relação entre a rêmora (ou peixe-piolho) e o tubarão também é de comensalismo: a rêmora se fixa ao tubarão através de uma ventosa dorsal e se alimenta daquilo que foi descartado pelo tubarão. Temos também a relação entre a hiena e o leão. Quando os leões estão caçando, as hienas escondem-se esperando que todo o grupo de felinos se alimente. As hienas aguardam apenas o momento em que os leões abandonam as carcaças das presas para só assim se alimentarem. Exemplos de comensais À esquerda, vemos Entamoeba coli, comensal do ser humano. À direita, uma rêmora (comensal) e o tubarão. 2

3 Inquilinismo Exemplo de inquilinismo A figura mostra uma espécie de orquídea, Eurystyles actinosophila, vivendo associada a uma árvore. O inquilinismo é o tipo de interação harmônica intraespecífica no qual uma das espécies obtém, sem prejuízo da outra, vantagem relacionada a abrigo ou sustentação/suporte. Como exemplos, podemos citar a interação entre bromélias e orquídeas com as árvores nas quais as primeiras se fixam, visando obter luminosidade adequada, sem causar danos. Mutualismo Associação obrigatória entre indivíduos, em que ambos se beneficiam. Ex.: líquen, bois e microorganismos do sistema digestório. Abelhas, beija-flores e borboletas são alguns animais que se alimentam do néctar das flores. O néctar é produzido na base das pétalas das flores e é um produto rico em açucares. Quando abelhas, borboletas e beija-flores colhem o néctar, grãos de pólen se depositam em seu corpo. O pólen contém células reprodutoras masculinas da planta. Pousando em outra flor, esses insetos deixam cair o pólen na parte feminina da planta. As duas células reprodutoras - a masculina e a feminina - irão então se unir e dar origem ao embrião (contido dentro da semente). Perceba que existe uma relação entre esses insetos e a planta em que ambos lucram. Esse tipo de relação entre duas espécies diferentes e que traz benefícios para ambas é chamada mutualismo. Os animais polinizadores obtêm alimento e a planta se reproduz. Outro exemplo, é os liquens, associação mutualística entre algas e fungos. Os fungos protegem as algas e fornecem-lhes água, sais minerais e gás carbônico, que retiram do ambiente. As algas, por sua vez, fazem a fotossíntese e, assim, produzem parte do alimento consumido pelos fungos. Liquens e polinizadores Proto cooperação Associação facultativa entre indivíduos, em que ambos se beneficiam. Ex.: Anêmona do Mar e paguro, gado e anum (limpeza dos carrapatos), crocodilo africano e ave palito (higiene bucal). Às margens do rio Nilo, na África, os ecólogos perceberam a existência de um singular exemplo de protocooperação entre os perigosos crocodilos e o sublime pássaro-palito. Durante a sesta os gigantescos crocodilos abrem sua boca permitindo que um pequeno pássaro (o pássaro-palito) fique recolhendo restos alimentares e pequenos vermes dentre suas poderosas e fortes presas. A relação era tipicamente 3

4 considerada como um exemplo de comensalismo, pois para alguns apenas o pássaro se beneficiava. Entretanto, a retirada de vermes parasitas faz do crocodilo um beneficiado na relação, o que passa a caracterizar a protocooperação. Outro exemplo é do boi e do anum. Os bois e vacas são comumente atacados por parasitas externos (ectoparasitas), pequenos artrópodes conhecidos vulgarmente por carrapatos. E o anum preto (Crotophaga ani) tem como refeição predileta estes pequenos parasitas. A relação é benéfica para ambos (o boi se livra do parasita e o anum se alimenta). Bernardo-eremita e Anemôna-do-mar - O bernardo-eremita é um crustáceo do gênero Pagurus cuja principal característica é a de possuir a região abdominal frágil, em razão do exoesqueleto não possuir a mesma resistência do cefalotórax. Este crustáceo ao atingir a fase adulta (ainda em processo de crescimento, portanto realizando as mudas) procura uma concha de molusco gastrópode (caramujo) abandonada, e instala-se dentro desta. De certa forma o crustáceo permanece protegido. Entretanto, alguns predadores, ainda assim conseguem retirar o Pagurus de dentro da concha. É aí que entra a anêmona-do-mar, um cnidário. Como todos os cnidários (ou celenterados), a anêmona-do-mar é dotada de estruturas que liberam substâncias urticantes com a finalidade de defender-se. A associação beneficia tanto a anêmona quanto o Bernardo: o Bernardo consegue proteção quando uma anêmona se instala sobre sua concha (emprestada), pois nenhum predador chega perto. Já a anêmona beneficia-se porque seu cardápio alimentar melhora bastante quando de carona na concha do Bernardo. A anêmona normalmente faz a captação de seus alimentos (partículas) através de seus inúmeros tentáculos, esperando que estes passem por perto. Na carona do Bernardo há um significativo aumento no campo de alimentação para a anêmona. Eremita com anêmona grudada em sua concha. Sinfilia Indivíduos mantém em cativeiro indivíduos de outra espécie, para obter vantagens. Ex.: formigas e pulgões. Os pulgões são parasitas de certos vegetais, e se alimentam da seiva elaborada que retiram dos vasos liberinos das plantas. A seiva elaborada é rica em açúcares e pobre em aminoácidos. Por absorverem muito açúcar, os pulgões eliminam o seu excesso pelo ânus. Esse açúcar eliminado é aproveitado pelas formigas, que chegam a acariciar com suas antenas o abdômen dos pulgões, fazendoos eliminar mais açúcar. As formigas transportam os pulgões para os seus formigueiros e os colocam sobre raízes delicadas, para que delas retirem a seiva elaborada. Muitas vezes as formigas cuidam da prole dos pulgões para que no futuro, escravizando-os, obtenham açúcar. Quando se leva em consideração o fato das formigas protegerem os pulgões das joaninhas, a interação é harmônica, sendo um tipo de protocooperação. 4

5 RELAÇÕES DESARMÔNICAS INTRAESPECÍFICAS Como relações desarmônicas intraespecíficas, tem-se os exemplos do canibalismo e a competição. Canibalismo O canibalismo é uma relação desarmônica intraespecífica na qual indivíduos comem outros de sua própria espécie. Como exemplos, cita-se a aranha popularmente conhecida como viúva-negra e o inseto louva-adeus, espécies cujas fêmeas, logo após o acasalamento, devoram os machos, visando obtenção de nutrientes para o desenvolvimento dos ovos. Exemplo de espécies canibais As figuras mostram a aranha viúva-negra-americana (esquerda) e o inseto conhecido como louva-a-deus (direita), espécies cujas fêmeas são canibais, por comerem o macho após o acasalamento. Competição A competição é a interação desarmônica na qual indivíduos disputam algo, como alimento, território ou luminosidade, por exemplo. Pode ser intraespecífica ou interespecífica (veja abaixo), mas, nos dois casos, essa interação favorece uma seleção que, em geral, preserva as formas de vida melhor adaptadas e extingue os indivíduos com baixa capacidade de adaptação. Dessa forma, a competição constitui-se um importante fator regulador do nível e da densidade populacional, contribuindo para evitar a superpopulação das espécies. Na competição intraespecífica, indivíduos da mesma espécies disputam entre si fatores ambientais que, eventualmente, encontrem-se em quantidade limitada, como alimento e água ou, ainda, pode haver disputa por acasalamento. RELAÇÕES DESARMÔNICAS INTERESPECÍFICAS Como relações desarmônicas interespecíficas, tem-se os exemplos do amensalismo, a competição, o parasitismo e o predatismo. Amensalismo Exemplo de amensalismo A figura mostra colônias de fungos do gênero *Penicillum* (círculos amarronzados) inibindo o crescimento da bactéria *Staphylococcus aureus*. O amensalismo é um tipo de relação desarmônica interespecífica na qual uma espécie é prejudicada sem que haja qualquer prejuízo ou benefício para a outra. Neste tipo de interação, indivíduos de uma espécie secretam substâncias que prejudicam ou mesmo impedem o desenvolvimento de outras espécies. Como exemplos, podemos citar os fungos que secretam antibióticos bactericidas ou plantas que liberam no solo substâncias inibidoras do desenvolvimento de plantas de outras espécies. Competição A competição, quando interespecífica, acontece entre indivíduos de espécies diferentes e também é fruto da disputa pelos mesmos recursos do ambiente. Como exemplo, podemos citar árvores de espécies distintas que, ao crescerem próximas umas das outras, podem vir a competir pelo espaço para que suas copas possam se desenvolver e, assim, obter luz solar em quantidade suficiente. Podemos citar outro exemplo, como o peixe piloto e a rêmora que comem os restos deixados pelos tubarões por tanto possuindo o mesmo nicho ecológico e acabam disputando por espaço nele. 5

6 Peixe piloto e rêmora em volta do tubarão Parasitismo O parasitismo é uma interação desarmônica interespecífica na qual um dos seres, denominado parasita, habita o organismo do outro, denominado hospedeiro, do qual retira alimento e abrigo. Apesar dos parasitas poderem ser letais aos hospedeiros, de modo geral essa associação tende ao equilíbrio, já que a morte do hospedeiro é nociva ao parasita. Assim, nas espécies que convivem com determinadas associações parasitárias há muito tempo, raramente verifica-se a morte do hospedeiro pelo parasita. Exemplos de parasitismo Como exemplo, podemos citar o protozoário intracelular Trypanosoma cruzi, que tem o tatu como um de seus hospedeiros naturais e a quem geralmente não causa lesões graves ou morte, ao passo que, ao parasitar humanos, causa a Doença de Chagas, patologia com alta morbidade e óbitos relativamente freqüentes. Os parasitas também podem viver no exterior do hospedeiro e, neste caso, são chamados ectoparasitas. Como exemplos deste tipo de parasitas, bastante comuns, citamos carrapato, piolho e pulga. Exemplos de parasitismo À esquerda, vemos imagem de um carrapato. Ao centro, um piolho e à direita, imagem de uma pulga. Predatismo O predatismo é uma relação desarmônica interespecífica na qual um ser vivo captura e mata um indivíduo de outra espécie para se alimentar. Todos os carnívoros são animais predadores. Algumas espécies desenvolveram adaptações para se defenderem do predatismo. Confira algumas dessas adaptações: mimetismo: espécies que apresentam características, como coloração, textura, forma ou comportamento, que os confundem com um outro grupo de organismos; camuflagem: adaptação morfológica pela qual uma espécie procura confundir suas vítimas ou seus agressores revelando cor e/ou forma semelhante ao ambiente; aposematismo: médoto que espécies empregam para alertar sobre suas defesas, exibindo cores de advertência, vivas e marcantes, indicando seu veneno e/ou gosto desagradável, a fim de afastar seus possíveis predadores. RESUMO DAS RELAÇÕES ECOLÓGICAS Classificação da relação ecológica Tipo Exemplo intraespecíficas colônia sociedade coral abelhas em colmeia Relações harmônicas comensalismo rêmora x tubarão interespecíficas inquilinismo mutualismo orquídeas x árvores protozoário x cupim 6

7 Classificação da relação ecológica Tipo Exemplo protocooperação pássaro-palito x crocodilo intraespecíficas canibalismo competição aranha viúva-negra disputa por fêmea Relações desarmônicas interespecíficas amensalismo competição parasitismo fungo x bactéria árvores por luz carrapato predatismo carnívoros Fontes: EXERCÍCIOS SOBRE RELAÇÕES ECOLÓGICAS 1. (UEL-PR) Considere o seguinte relato: O pássaro-palito penetra na boca aberta do crocodilo removendo os restos de alimento e parasitas encontrados entre seus dentes. Assim, o pássaro obtém o seu alimento e livra o crocodilo de seus parasitas. Esse caso é um exemplo de a) proto-cooperação. b) comensalismo. c) inquilinismo. d) mutualismo. e) predativismo. 2. (Unesp-SP) Um gavião, que tem sob suas penas carrapatos e piolhos, traz preso em suas garras um rato, com pulgas em seus pêlos. Entre o rato e as pulgas, entre os carrapatos e os piolhos e entre o gavião e o rato existem relações interespecíficas denominadas, respectivamente: a) inquilinismo, competição e predatismo. b) predatismo, competição e parasitismo. c) parasitismo, competição e predatismo. d) parasitismo, inquilinismo e predatismo. e) parasitismo, predatismo e competição. 3. (Carlos Chagas-SP) A associação existente entre os ruminantes e as bactérias que vivem em seu estômago é um caso de: a) mutualismo. b) parasitismo. c) comensalismo. d) competição interespecífica. e) competição intraespecífica. 4. Os itens abaixo contêm exemplos de diversas relações ecológicas entre os seres vivos: I. A associação entre certos fungos e algas clorofíceas ou cianobactérias costuma ser tão íntima que ambos formam um novo tipo de organismo, o líquen; II. Várias espécies de abelhas formam agrupamentos altamente organizados, nas quais, de modo instintivo, cada indivíduo coloca a sobrevivência da colmeia acima de sua própria; III. Entre alguns insetos da mesma espécie, os animais mais fracos ou doentes são devorados pelos sadios; IV. A caravela é um cnidário que vive flutuando no mar e é formada por um conjunto de indivíduos da mesma espécie que vivem fisicamente juntos, dividindo o trabalho. As relações ecológicas que estão descritas nos itens acima são classificadas, respectivamente, como: a) Sociedade, colônia, canibalismo e mutualismo. b) Mutualismo, sociedade, canibalismo e colônia. c) Comensalismo, sociedade, predatismo e colônia. d) Mutualismo, colônia, canibalismo e sociedade. e) Proto cooperação, colônia, predatismo e sociedade. 7

8 5. (UFPI-adaptada) Dos tipos de relações ecológicas seguintes, o único que ocorre exclusivamente entre organismos da mesma espécie é: a) Inquilinismo; b) Herbivoria; c) Mutualismo; d) Sociedade; e) Parasitismo. 6. (Fatec-SP) Abelhas apresentam três castas sociais: as operárias, fêmeas estéreis que realizam o trabalho da colmeia, a rainha e o zangão, encarregados da reprodução. Essa divisão de trabalho caracteriza: a) Sociedade isomorfa com relações intraespecíficas harmônicas; b) Sociedade heteromorfa com relações intraespecíficas harmônicas; c) Colônia heteromorfa com relações interespecíficas harmônicas; d) Colônia isomorfa com relações interespecíficas harmônicas; e) Colônia heteromorfa com relações intraespecíficas harmônicas. 7. (ENEM-2011) Os vaga-lumes machos e fêmeas emitem sinais luminosos para se atraírem para o acasalamento. O macho reconhece a fêmea de sua espécie e, atraído por ela, vai ao seu encontro. Porém, existe um tipo de vaga-lume, o Photuris, cuja fêmea engana e atrai os machos de outro tipo, o Photinus, fingindo ser desse gênero. Quando o macho Photinus se aproxima da fêmea Photuris, muito maior que ele, é atacado e devorado por ela. BERTOLDI, O.G.; VASCONCELOS, J.R. Ciências & Sociedade: a aventura da vida, a aventura da tecnologia. São Paulo: Scipione, 2000 (adaptado). A relação descrita no texto, entre a fêmea do gênero Photuris e o macho do gênero Photinus, é um exemplo de a) comensalismo b) inquilinismo c) cooperação d) predatismo e) mutualismo 8. (PUC-RIO 2009) As sardinhas da Califórnia foram comercializadas pela primeira vez no começo do século XX. Em 1930, mais de toneladas eram trazidas à superfície terrestre, a cada ano. Em 1950, poucas sardinhas restaram. Curiosamente a quantidade de outro peixe a anchova cresceu rapidamente. A relação existente entre a sardinha e a anchova é de: a) mutualismo. b) competição. c) comensalismo. d) amensalismo. e) proto cooperação 9. A digestão de celulose nos ruminantes é realizada por bactérias presentes em um de seus estômagos. Essas bactérias por sua vez obtêm proteção e fonte de alimentação dentro do estômago dos ruminantes. Essa relação pode ser classificada como: a) competição. b) parasitismo. c) mutualismo. d) sociedade. e) comensalismo. 10. (FUVEST 2009) A imagem mostra, no rio Cuiabá (Mato Grosso), um tuiuiú com uma piranha no bico. A cena representa parte de uma cadeia alimentar na natureza. No entanto, a construção de uma nova rodovia na região pode provocar desmatamento e afetar os ninhais dessa ave, provocando uma grande migração. Em uma simplificação da situação, considerando apenas essas duas espécies, assinale a afirmação que indica como essa alteração do ambiente poderá afetar as populações de tuiuiús e piranhas na referida região. a) Aumento na população de tuiuiús e diminuição da população de piranhas. b) Aumento na população de tuiuiús e sem alteração na população de piranhas. c) Sem alteração na população de tuiuiús e diminuição na população de piranhas. d) Diminuição na população de tuiuiús e aumento na população de piranhas. e) Diminuição na população de tuiuiús e diminuição na população de piranhas. 8

9 11. Assinale a opção que indica a Relação Ecológica ilustrada nos seguintes exemplos: I. Um cavalo está cheio de carrapatos, fixos a sua pele, sugando seu sangue. II. A tênia é um platelminto que vive no intestino de mamíferos. III. Os afídeos (pulgões) são insetos que retiram seiva elaborada de certas plantas. a) Parasitismo. b) Competição. c) Mutualismo. d) Sociedade. e) Canibalismo. 12. Moradores dizem que há risco de queda de árvores na zona norte. (...) Um dos moradores reclama de duas árvores cheias de cupim, que ficam em frente à sua casa: " - Quero ver quando a árvore cair sobre um carro e matar alguém, o que a prefeitura vai dizer."(...) (Folha de S.Paulo, ) Embora se alimentem da madeira, os cupins são incapazes de digerir a celulose, o que é feito por certos protozoários que vivem em seu intestino. As relações inter-específicas cupim-árvore e cupim-protozoário podem ser classificadas, respectivamente, como casos de a) predação e comensalismo. b) comensalismo e parasitismo. c) parasitismo e competição. d) parasitismo e mutualismo. e) inquilinismo e mutualismo. 13. No combate às larvas dos mosquitos 'Aedes' (transmissores da dengue e febre amarela) foi utilizado, com eficiência, um micro-crustáceo larvófago (Classe Copepoda). A utilização desse animal em experimentos controlados de campo e laboratório foi bem-sucedida no interior do estado de São Paulo. O método citado, não-tóxico, pode substituir o tradicional uso de DDT ou outros inseticidas para matar os mosquitos. A ação do micro-crustáceo em relação às larvas dos mosquitos é um exemplo de a) amensalismo. b) comensalismo. c) predação. d) mutualismo. e) competição. 14. No combate biológico ao hospedeiro intermediário da esquistossomose, têm sido empregadas atualmente técnicas de introdução, na região, de outras espécies de caramujos, mais ágeis e resistentes, e de outros animais, como patos e marrecos. A ação dos caramujos e dos patos e marrecos introduzidos em regiões endêmicas, são respectivamente exemplos de relações ecológicas do tipo: a) parasitismo - amensalismo. b) competição - predatismo. c) competição - parasitismo. d) predatismo - amensalismo. e) predatismo - competição. 15. Muitas plantas que possuem nectários florais são bravamente defendidas por formigas que vivem nos seus galhos, alimentando-se do néctar. Essas formigas impedem, por exemplo, que cupins subam nas árvores e se alimentem das folhas. As relações ecológicas estabelecidas por árvore-formigas e formigas-cupins podem ser denominadas, respectivamente, a) comensalismo e mutualismo. b) competição e inquilinismo. c) inquilinismo e comensalismo. d) parasitismo e predatismo. e) proto cooperação e competição. 9

10 16. Considere as relações ecológicas e os pares de organismos enumerados a seguir: I. parasitismo II. mutualismo III. comensalismo IV. predatismo a) tubarão x peixe-piloto b) cupim x protozoário c) árvore x pulgão d) cobra x sapo A associação correta é a) Ia, lib, IIIc, IVd b) Ib, IIc, IIId, IVa c) Ic, IIb, IIIa, IVd d) Ic, IId, IIIa, IVb 17. Leia as afirmativas a seguir, que contêm exemplos de interações entre os seres vivos. I. Os pardais são abundantes em Porto Alegre, porque encontram alimento e abrigo no ambiente construído pelo homem. II. III. Várias espécies de baleias foram caçadas pelo homem nas décadas passadas. Na água, a chamada "maré vermelha" pode causar a morte de milhares de peixes, como resultado da liberação de substâncias tóxicas pela proliferação excessiva de certas algas. Podemos associá-las, respectivamente, aos tipos de interação denominados a) mutualismo, amensalismo e parasitismo. b) comensalismo, predação e amensalismo. c) amensalismo, predação e comensalismo. d) competição, parasitismo e predação. e) cooperação, comensalismo e parasitismo. 18. Um grupo de estudantes, em visita à zona rural, observou bois e gafanhotos alimentando-se de capim; orquídeas, líquens e erva-de-passarinho em troncos de árvores; lagartos caçando insetos e, no pasto, ao lado de vários cupinzeiros, anus retirando carrapatos do dorso dois bois. a) Identifique, entre as diferentes relações descritas no texto, dois exemplos de parasitismo. b) Entre as relações observadas pelos estudantes, cite uma relação interespecífica de benefício mútuo e uma estrutura que indique uma relação intra-específica. 19. Entre as abelhas melíferas que não possuem ferrão, existe uma espécie que invade a colmeia da outra, a fim de roubar o mel elaborado por elas. O tipo de relação ecológica descrito é: a) Parasitismo. b) Predatismo. c) Amensalismo. d) Esclavagismo. e) Mutualismo. 20. Os organismos ORQUÍDEAS, BROMÉLIAS, CIPÓ-CHUMBO e LEGUMINOSAS são encontrados, geralmente, envolvidos nas relações ecológicas a seguir, respectivamente: a) parasitismo, parasitismo, parasitismo, mutualismo. b) epifitismo, parasitismo, parasitismo, mutualismo. c) parasitismo, epifitismo, parasitismo, mutualismo. d) epifitismo, epifitismo, parasitismo, mutualismo. e) epifitismo, parasitismo, mutualismo, parasitismo. 21. Define-se parasitas como seres que: a) se alimentam dos restos alimentares de outras espécies. b) matam e comem seres de outras espécies. c) inibem o crescimento de outras populações produzindo substâncias antibióticas. d) se nutrem e crescem às custas de seres de outras espécie, sem matá-los a curto prazo. e) vivem apoiados ou abrigados em seres de outra espécie sem causar grandes prejuízos. 10

11 22. A relação entre o homem e lombrigas é equivalente à relação observada entre: a) pássaros Anú e bois. b) orquídeas e árvores. c) cipó-chumbo e árvores. d) cupins e flagelados. e) pássaro-palito e crocodilo. GABARITO: 1) A 2) C 3) A 4) B 5) D 6) B 7) D 8) B 9) C 10) D 11) A 12) D 13) C 14) B 15) E 16) C 17) B 18) a) Podemos identificar relações de parasitismo entre: carrapato x gado bovino erva-de-passarinho x árvore hospedeira b) Relações interespecíficas de benefício mútuo: líquens (algas + fungos) - mutualismo anu x boi cooperação Relação intraespecífica: cupinzeiro - sociedade 19) D 20) D 21) D 22) C 11

Ecologia Relações entre os seres vivos

Ecologia Relações entre os seres vivos O funcionamento de uma comunidade depende das diversas relações ou interações entre os organismos que a compõem. Essas relações podem ser: A)Intra-específicas quando ocorrem entre seres da mesma espécie;

Leia mais

Matéria: Biologia Assunto: Relações Ecológicas Prof. Enrico Blota

Matéria: Biologia Assunto: Relações Ecológicas Prof. Enrico Blota Matéria: Biologia Assunto: Relações Ecológicas Prof. Enrico Blota Biologia Ecologia Relações ecológicas Representam as interações entre os seres vivos em um determinado ecossistema. Podem ser divididas

Leia mais

Ecologia Conceitos Básicos e Relações Ecológicas

Ecologia Conceitos Básicos e Relações Ecológicas Ecologia Conceitos Básicos e Relações Ecológicas MOUZER COSTA O que é Ecologia? É a parte da Biologia que estuda as relações dos seres vivos entre si e com o ambiente. Conceitos Básicos Espécie População

Leia mais

A seguir veremos alguns exemplos desses tipos de relações. Relações Harmônicas (relações positivas)

A seguir veremos alguns exemplos desses tipos de relações. Relações Harmônicas (relações positivas) Relações ecológicas Em um ecossistema, os seres vivos relacionam-se com o ambiente físico e também entre si, formando o que chamamos de relações ecológicas. As relações ecológicas ocorrem dentro da mesma

Leia mais

Ciências Naturais 6º ano Lígia Palácio

Ciências Naturais 6º ano Lígia Palácio Relações Ecológicas Tema: Ecologia Ciências Naturais 6º ano Lígia Palácio 1) Introdução A interação dos diversos organismos que constituem uma comunidade biológica são genericamente denominadas relações

Leia mais

Ecossistemas e Saúde Ambiental :: Prof.ª MSC. Dulce Amélia Santos

Ecossistemas e Saúde Ambiental :: Prof.ª MSC. Dulce Amélia Santos Engenharia Civil Disciplina Ecossistemas e Saúde Ambiental Relações Ecológicas Duas Aula- Relações Ecológicas Profª Msc. Dulce Amélia Santos PODEMOS CLASSIFICAR AS RELAÇÕES ECOLÓGICAS EM RELAÇÕES INTRA-ESPECÍFICAS

Leia mais

Conceitos Ecológicos. Prof. Dr. Mauro Parolin

Conceitos Ecológicos. Prof. Dr. Mauro Parolin Conceitos Ecológicos Prof. Dr. Mauro Parolin Hábitat [1] ou habitat (do latim, ele habita) é um conceito usado em ecologia que inclui o espaço físico e os fatores abióticos que condicionam um ecossistema

Leia mais

Ecologia: interações ecológicas

Ecologia: interações ecológicas FACULDADES OSWALDO CRUZ Curso: Engenharia Ambiental Disciplina: Microbiologia Aplicada Prof a MsC. Vanessa Garcia Aula 12 (2º semestre): Ecologia: interações ecológicas Objetivos: analisar os principais

Leia mais

Relações Ecológicas. Essa interação entre os seres vivos é chamada de relação ecológica.

Relações Ecológicas. Essa interação entre os seres vivos é chamada de relação ecológica. Relações Ecológicas Relações Ecológicas Os seres vivos de diferentes espécies, além de interagirem com o meio abiótico em que vivem, também se interagem com os outros seres vivos presentes num mesmo local.

Leia mais

Interações entre os seres vivos

Interações entre os seres vivos Relações Ecológicas Interações entre os seres vivos I. CLASSIFICAÇÃO:. Quanto as espécies participantes: - Intra-espec específicas ou Homotípicas picas: : mesma espécie cie. - Interespecíficas ou Heterotípicas

Leia mais

20/5/2014 RELAÇÕES ECOLÓGICAS RELAÇÕES HARMÔNICAS INTRA-ESPECÍFICAS COLÔNIA CLASSIFICAÇÃO

20/5/2014 RELAÇÕES ECOLÓGICAS RELAÇÕES HARMÔNICAS INTRA-ESPECÍFICAS COLÔNIA CLASSIFICAÇÃO RELAÇÕES ECOLÓGICAS RELAÇÕES ECOLÓGICAS Os seres vivos, além de interagirem com o meio abiótico, também interagem com outros seres vivos presentes na mesma comunidade. Estas interações são as relações

Leia mais

Relações ecológicas. Professora: Reisila Migliorini Mendes - Biologia 1ª série - Ensino Médio

Relações ecológicas. Professora: Reisila Migliorini Mendes - Biologia 1ª série - Ensino Médio Relações ecológicas Professora: Reisila Migliorini Mendes - Biologia 1ª série - Ensino Médio Classificação Intraespecífica: entre indivíduos da mesma espécie. Interespecífica: entre indivíduos de espécies

Leia mais

ECOLOGIA SERES VIVOS AMBIENTE. estuda as relações entre

ECOLOGIA SERES VIVOS AMBIENTE. estuda as relações entre ECOLOGIA SERES VIVOS estuda as relações entre AMBIENTE Níveis de Organização Molécula Célula Tecido Órgão Sistema Espécie População Comunidade Ecossistema Biosfera Níveis de Organização Espécie Grupo de

Leia mais

Data: /08/14 Bimestr e: Nome: 9 ANO Nº Disciplina Biologia Valor da Prova / Atividade:

Data: /08/14 Bimestr e: Nome: 9 ANO Nº Disciplina Biologia Valor da Prova / Atividade: Data: /08/14 Bimestr e: 2 Nome: 9 ANO Nº Disciplina Biologia : Valor da Prova / Atividade: Professo r: Ângela Nota: Objetivo / Instruções: Lista de Recuperação 1.Explique a principal diferença entre sociedade

Leia mais

Relações Harmônicas (Não há prejuízo)- Homotípicas (Seres da mesma espécie) -Colônia Indivíduos unidos fisicamente.

Relações Harmônicas (Não há prejuízo)- Homotípicas (Seres da mesma espécie) -Colônia Indivíduos unidos fisicamente. RELAÇÕES ECOLÓGICAS RELAÇÕES ECOLÓGICAS - As relações ecológicas são aquelas que se manifestam em diferentes populações de um ecossistema que pode ocorrer em indivíduos de uma mesma espécie ou não. Relações

Leia mais

RELAÇÕES HARMÔNICAS (interações positivas) COLÔNIAS INTRA - ESPECÍFICAS SOCIEDADES

RELAÇÕES HARMÔNICAS (interações positivas) COLÔNIAS INTRA - ESPECÍFICAS SOCIEDADES RELAÇÕES HARMÔNICAS (interações positivas) COLÔNIAS INTRA - ESPECÍFICAS SOCIEDADES SOCIEDADES Diferem das colônias basicamente pela independência física exibida por seus integrantes. Também caracterizam-se

Leia mais

INTERAÇÕES. Guilherme Alfenas Programa de Pós-Graduação em Ecologia PGECOL - UFJF

INTERAÇÕES. Guilherme Alfenas Programa de Pós-Graduação em Ecologia PGECOL - UFJF INTERAÇÕES Guilherme Alfenas Programa de Pós-Graduação em Ecologia PGECOL - UFJF BIBLIOGRAFIA RICKLEFS, R.E. 5ª edição. A Economia da Natureza. Editora Guanabara Koogan. CONCEITO BÁSICO São relações que

Leia mais

Específicas. I. Harmônicas. II. Desarmônicas. I. Harmônicas 1) SOCIEDADE. Estas relações podem ser

Específicas. I. Harmônicas. II. Desarmônicas. I. Harmônicas 1) SOCIEDADE. Estas relações podem ser Relações Ecológicas Os seres vivos mantém constantes relações entre si, exercendo influências recíprocas em suas populações. INTRA ou INTERESPECÍFICAS Estas relações podem ser HARMÔNICAS OU DESARMÔNICAS

Leia mais

BIOLOGIA - 2 o ANO MÓDULO 25 SIMBIOSES DESARMÔNICAS

BIOLOGIA - 2 o ANO MÓDULO 25 SIMBIOSES DESARMÔNICAS BIOLOGIA - 2 o ANO MÓDULO 25 SIMBIOSES DESARMÔNICAS Número (em milhares) 160 140 120 100 80 60 40 20 0 Lebre Lince 1845 1935 tempo anos Bactéria Penicillium Como pode cair no enem (UFF) Os itens enumerados

Leia mais

EXERCÍCIOS DE REVISÃO 1ª VP4 de Ciências 6ª SÉRIE 1ª ETAPA. Professora: Alexsandra Ribeiro

EXERCÍCIOS DE REVISÃO 1ª VP4 de Ciências 6ª SÉRIE 1ª ETAPA. Professora: Alexsandra Ribeiro CONTEÚDO: CAP. 1, 2 e 3 EXERCÍCIOS DE REVISÃO 1ª VP4 de Ciências 6ª SÉRIE 1ª ETAPA Professora: Alexsandra Ribeiro 1. O esquema abaixo nos mostra como a vida está organizada no planeta. A complexidade da

Leia mais

DISCIPLINA: BIOLOGIA PROFª. CRISTINA DE SOUZA 1ª SÉRIE DO ENSINO MÉDIO

DISCIPLINA: BIOLOGIA PROFª. CRISTINA DE SOUZA 1ª SÉRIE DO ENSINO MÉDIO DISCIPLINA: BIOLOGIA PROFª. CRISTINA DE SOUZA 1ª SÉRIE DO ENSINO MÉDIO RELAÇÕES ECOLÓGICAS Interações (relações ou associações) = SIMBIOSE INTRAESPECÍFICAS - entre indivíduos da mesma espécie. INTERESPECÍFICAS

Leia mais

RELAÇÕES ENTRE OS SERES VIVOS (ALELOBIOSES) 1- HARMÔNICAS NINGUÉM É PREJUDICADO 3- INTRA-ESPECÍFICAS OU HOMOTÍPICAS OS SERES SÃO DA MESMA ESPÉCIE

RELAÇÕES ENTRE OS SERES VIVOS (ALELOBIOSES) 1- HARMÔNICAS NINGUÉM É PREJUDICADO 3- INTRA-ESPECÍFICAS OU HOMOTÍPICAS OS SERES SÃO DA MESMA ESPÉCIE RELAÇÕES ENTRE OS SERES VIVOS (ALELOBIOSES) 1- HARMÔNICAS NINGUÉM É PREJUDICADO 2- DESARMÔNICAS ALGUÉM É PREJUDICADO 3- INTRA-ESPECÍFICAS OU HOMOTÍPICAS OS SERES SÃO DA MESMA ESPÉCIE 4- INTERESPECÍFICAS

Leia mais

RELAÇÕES ECOLÓGICAS CLASSIFICAÇÃO

RELAÇÕES ECOLÓGICAS CLASSIFICAÇÃO CLASSIFICAÇÃO Tipo de interação A Intraespecíficas 9 relações que ocorrem entre indivíduos da mesma espécie. 9 relações que ocorrem entre indivíduos de espécies diferentes. Tipo de resultado da interação

Leia mais

COMUNIDADES INTERAÇÕES ECOLÓGICAS

COMUNIDADES INTERAÇÕES ECOLÓGICAS INTERAÇÕES ECOLÓGICAS Harmônicas Desarmônicas INTERAÇÕES ECOLÓGICAS HARMÔNICAS Intraespecíficas positivas Interespecíficas positivas INTERAÇÕES ECOLÓGICAS HARMÔNICAS Intraespecíficas positivas Colônia

Leia mais

Pirâmides de números

Pirâmides de números Fluxo de energia Pirâmides de números COBRA (1) RATO (15) MILHO (100) PROTOZOÁRIOS CUPIM (100) (1) ÁRVORE (1000) ARANHAS (100) MOSCAS (300) (1) BANANA NAO HA PADRAO UNICO!!! - Massa de matéria orgânica

Leia mais

Relações ecológicas. Relações intraespecíficas harmônicas

Relações ecológicas. Relações intraespecíficas harmônicas Relações ecológicas Nenhum ser vivo está sozinho neste planeta, todos os seres vivos se relacionam seja com seres da própria espécie ou com seres de outras espécies. Essas relações são muito importantes

Leia mais

Ecologia. Aula Programada. Biologia. Tema: Ecologia

Ecologia. Aula Programada. Biologia. Tema: Ecologia Aula Programada Tema: Ecologia Biologia 1) Conceitos Básicos Indivíduo: Exemplar de uma espécie qualquer que constitui uma unidade distinta. Espécie: Conjunto de indivíduos muito semelhantes entre si e

Leia mais

IC II - Lab.Geo.Fis. Aula 3. Turma: 2015/1 Profª. Larissa Bertoldi larabertoldi@gmail.com

IC II - Lab.Geo.Fis. Aula 3. Turma: 2015/1 Profª. Larissa Bertoldi larabertoldi@gmail.com IC II - Lab.Geo.Fis Aula 3 Turma: 2015/1 Profª. Larissa Bertoldi larabertoldi@gmail.com Aula de hoje.. Sistemas Teoria Geral dos Sistemas Relações entre os elementos dos Ecossistemas Biogeografia e Sistemas

Leia mais

BIOVESTIBA.NET BIOLOGIA VIRTUAL Profº Fernando Teixeira UFRGS. ECOLOGIA Fluxo de energia e Interações ecológicas

BIOVESTIBA.NET BIOLOGIA VIRTUAL Profº Fernando Teixeira UFRGS. ECOLOGIA Fluxo de energia e Interações ecológicas UFRGS ECOLOGIA Fluxo de energia e Interações ecológicas 1. (Ufrgs 2015) Analise o quadro abaixo que apresenta os componentes de uma cadeia alimentar aquática e de uma terrestre. Ecossistema aquático aguapé

Leia mais

Revestimento do Corpo ou tegumento. Proteção contra a ações do Ambiente. - Depende do ambiente e do modo de vida.

Revestimento do Corpo ou tegumento. Proteção contra a ações do Ambiente. - Depende do ambiente e do modo de vida. Sistemas Funcionais Revestimento do Corpo ou tegumento Proteção contra a ações do Ambiente. - Depende do ambiente e do modo de vida. a) Esqueleto Sustentação Invertebrados: esqueletos calcários. Nos artrópodes

Leia mais

Harmôni cas Desarmô nicas. Harmôni cas Desarmô nicas

Harmôni cas Desarmô nicas. Harmôni cas Desarmô nicas biozell Intra - específicas Inter - específicas Harmôni cas Desarmô nicas Harmôni cas Desarmô nicas Colônia Sociedade Competição Canibalismo Protocooperação Mutualismo Comensalismo Foresia Inquilinismo

Leia mais

Ecologia das comunidades

Ecologia das comunidades Ecologia das comunidades Relações ecológicas Intraespecífica ou interespecífica Harmônica ou desarmônica Intraespecíficas harmônicas Disponível em: .

Leia mais

Fatores Ecológicos. Ciências do Ambinete Módulo 1 Professora: Bartira Brandão da Cunha

Fatores Ecológicos. Ciências do Ambinete Módulo 1 Professora: Bartira Brandão da Cunha Fatores Ecológicos Ciências do Ambinete Módulo 1 Professora: Bartira Brandão da Cunha FATORES ECOLÓGICOS: CONCEITO São conjuntos de fatores físicos e biológicos de um determinado ambiente que atuam sobre

Leia mais

3. Ler atentamente as 3 afirmativas relativas às relações entre os seres vivos,

3. Ler atentamente as 3 afirmativas relativas às relações entre os seres vivos, ATIVIDADE DE RECUPERAÇÃO BIOLOGIA 1º ANO / 3ª etapa Professor: Warley Ferreira 1. Uma população de parasitas e seus hospedeiros estão em interação. Eliminando-se os parasitas, espera-se que a população

Leia mais

Biologia Fascículo 10 André Eterovic

Biologia Fascículo 10 André Eterovic Biologia Fascículo 10 André Eterovic Índice Ecologia Conceitos Ecológicos...1 Cadeias Alimentares...2 Relações Simbióticas...4 Exercícios...6 Gabarito...8 Ecologia Conceitos Ecológicos Ecologia: definição

Leia mais

RELAÇÕES ECOLÓGICAS & DINÂMICA DE POPULAÇÕES.

RELAÇÕES ECOLÓGICAS & DINÂMICA DE POPULAÇÕES. RELAÇÕES ECOLÓGICAS & DINÂMICA DE POPULAÇÕES. (FGV-SP - 2010) Questão 1 Em Umuarama, interior do Paraná, verdadeiros exércitos de formigas saúva vêm atormentando a população e os agricultores. Na cidade,

Leia mais

2ª Série Biologia Prof o Sérgio Santos

2ª Série Biologia Prof o Sérgio Santos 2ª Série Biologia Prof o Sérgio Santos Aluno(a):...Turma:... 1º) Um indivíduo ao ser picado por uma cobra coral, foi levado ao hospital onde lhe aplicaram: a. Antígenos específico para a citada cobra.

Leia mais

FATORES ECOLÓGICOS. Professora: Dayse Luna Barbosa

FATORES ECOLÓGICOS. Professora: Dayse Luna Barbosa FATORES ECOLÓGICOS Professora: Dayse Luna Barbosa Fatores Ecológicos São o conjunto de fatores biológicos e físicos que atuam sobre o desenvolvimento de uma comunidade. Fatores Ecológicos Fatores Ecológicos

Leia mais

BIOLOGIA Prof. Fred correta

BIOLOGIA Prof. Fred correta BIOLOGIA Prof. Fred 1. (Ufpr) Pesquisadores da Universidade da Flórida estão realizando testes para introduzir nos Estados Unidos o inseto Calophya latiforceps (conhecido como gralha-da-folha-da-aroeira),

Leia mais

Quiz 6 a Série. 1. Um cientista estudou o conteúdo do estômago de um animal e descobriu que nele só havia plantas. Este animal deve ser um:

Quiz 6 a Série. 1. Um cientista estudou o conteúdo do estômago de um animal e descobriu que nele só havia plantas. Este animal deve ser um: Quiz 6 a Série Professora: Alexsandra Ribeiro Instruções: Olá queridos alunos e alunas! O quiz é mais uma ferramenta que nos possibilita saber se realmente você está entendendo o conteúdo abordado em sala

Leia mais

ATIVIDADE DE RECUPERAÇÃO PARALELA PREVENTIVA GABARITO - 1º E.M. BIOLOGIA PROFª CLAUDIA LOBO - 1º TRIMESTRE/2015

ATIVIDADE DE RECUPERAÇÃO PARALELA PREVENTIVA GABARITO - 1º E.M. BIOLOGIA PROFª CLAUDIA LOBO - 1º TRIMESTRE/2015 ATIVIDADE DE RECUPERAÇÃO PARALELA PREVENTIVA GABARITO - 1º E.M. BIOLOGIA PROFª CLAUDIA LOBO - 1º TRIMESTRE/2015 Imprimir e responder no caderno. Apresentar no dia 31/03. 1. Observe as tirinhas abaixo,

Leia mais

Lista de relações ecológicas, sucessão e dinâmica de pop./ Prof. Karina/ 1º ano

Lista de relações ecológicas, sucessão e dinâmica de pop./ Prof. Karina/ 1º ano 1. (Upf 2015) Considerando as relações ecológicas entre os seres vivos de uma comunidade, as formigas de um formigueiro, os liquens, um coral cérebro e uma bromélia crescendo no galho de uma árvore são,

Leia mais

Os seres vivos e o ambiente

Os seres vivos e o ambiente Nas teias alimentares, certos organismos podem ser, ao mesmo tempo, consumidores primários, secundários, etc., dependendo da cadeia alimentar que for selecionada. A eliminação de alguns organismos de uma

Leia mais

35 Como o berne aparece no boi?

35 Como o berne aparece no boi? A U A UL LA Como o berne aparece no boi? A criação de gado requer dos fazendeiros, entre outras coisas, o cuidado com a saúde dos animais, pois os bois são atingidos por muitas doenças. Nesta aula vamos

Leia mais

PROFESSOR: Leonardo Mariscal

PROFESSOR: Leonardo Mariscal PROFESSOR: Leonardo Mariscal BANCO DE QUESTÕES BIOLOGIA - 1ª SÉRIE - ENSINO MÉDIO ============================================================================================== 01- O aumento da poluição

Leia mais

1. O conjunto de indivíduos de uma mesma espécie que vive numa mesma área geográfica constitui:

1. O conjunto de indivíduos de uma mesma espécie que vive numa mesma área geográfica constitui: COLÉGIO JOÃO PAULO I ENSINO MÉDIO 2009 ECOLOGIA PROF. XANDI 1. O conjunto de indivíduos de uma mesma espécie que vive numa mesma área geográfica constitui: a) população b) comunidade c) ecossistema d)

Leia mais

ECOLOGIA DE POPULAÇÕES E RELAÇÕES ECOLÓGICAS

ECOLOGIA DE POPULAÇÕES E RELAÇÕES ECOLÓGICAS ECOLOGIA DE POPULAÇÕES E RELAÇÕES ECOLÓGICAS Antes de considerarmos como os ecólogos estudam as populações, precisamos saber de que modo eles definem populações. Uma população consiste nos indivíduos de

Leia mais

INTER-ESPECÍFICAS NEGATIVAS (DESARMÔNICAS)

INTER-ESPECÍFICAS NEGATIVAS (DESARMÔNICAS) RELAÇÕES ECOLÓGICAS RELAÇÕES INTRA-ESPECÍFICAS / HARMÔNICAS OU POSITIVAS 1. Sociedade: os organismos sociais podem movimentar-se livremente dentro da sociedade, como também abandonar o substrato de morada

Leia mais

BIOLOGIA ECOLOGIA - CONCEITOS ECOLÓGICOS

BIOLOGIA ECOLOGIA - CONCEITOS ECOLÓGICOS BIOLOGIA Prof. Fred ECOLOGIA - CONCEITOS ECOLÓGICOS Ecologia: definição e importância Ecologia é o estudo das relações entre os seres vivos e entre estes e o ambiente em que vivem. Envolve aspectos do

Leia mais

Biologia LIVRO 3 Unidade 3 Avaliação capítulos 12, 13, 14, 15 e 16 Ecologia

Biologia LIVRO 3 Unidade 3 Avaliação capítulos 12, 13, 14, 15 e 16 Ecologia 1. Durante uma aula de campo, a professora informou que naquela área existiam diversas espécies de formigas, seres que estabelecem uma relação intraespecífica harmônica conhecida como sociedade. Informou

Leia mais

1- Relações ecológicas Relações harmônicas inter-específicas Mutualismo (Simbiose e protocooperação) Exemplos de simbiose

1- Relações ecológicas Relações harmônicas inter-específicas Mutualismo (Simbiose e protocooperação) Exemplos de simbiose Biologia- Profa Estela turmas 179 e 176 4º Bimestre de 2010 Conteúdo: 1- Relações ecológicas. 2- Cadeias e teias alimentares. 3- Ciclos biogeoquímicos. 4- Noções de genética 1- Relações ecológicas Existem

Leia mais

ORIENTAÇÕES RESUMO TEÓRICO. BIOLOGIA 3 Prof.: Vinícius (Minguado) LISTA 14.b INTERAÇÕES ECOLÓGICAS

ORIENTAÇÕES RESUMO TEÓRICO. BIOLOGIA 3 Prof.: Vinícius (Minguado) LISTA 14.b INTERAÇÕES ECOLÓGICAS BIOLOGIA 3 Prof.: Vinícius (Minguado) LISTA 14.b INTERAÇÕES ECOLÓGICAS ORIENTAÇÕES A lista 14.b é a continuação da 14.a, com mais questões sobre relações ecológicas. Essa é uma matéria muito importante

Leia mais

Roteiro de Aula Prática 3º ano Prática 28 Predação e Resposta funcional

Roteiro de Aula Prática 3º ano Prática 28 Predação e Resposta funcional Roteiro de Aula Prática 3º ano Prática 28 Predação e Resposta funcional Pergunta: Qual a importância das relações ecológicas? São as formas de interação entre os diferentes organismos de um ecossistema.

Leia mais

ORIENTAÇÕES RESUMO TEÓRICO. BIOLOGIA 3 Prof.: Vinícius (Minguado) LISTA 14.a INTERAÇÕES ECOLÓGICAS

ORIENTAÇÕES RESUMO TEÓRICO. BIOLOGIA 3 Prof.: Vinícius (Minguado) LISTA 14.a INTERAÇÕES ECOLÓGICAS BIOLOGIA 3 Prof.: Vinícius (Minguado) LISTA 14.a INTERAÇÕES ECOLÓGICAS ORIENTAÇÕES A lista 14.a é muito importante apresenta questões sobre as interações ecológicas existentes entre os vários seres vivos.

Leia mais

Delza - Ciências 6ª Série RECUPERAÇÂO. QUESTÃO 1 (Descritor: associar características básicas à classificação dos seres vivos.)

Delza - Ciências 6ª Série RECUPERAÇÂO. QUESTÃO 1 (Descritor: associar características básicas à classificação dos seres vivos.) Delza - Ciências 6ª Série RECUPERAÇÂO QUESTÃO 1 (Descritor: associar características básicas à classificação dos seres vivos.) Assunto: Classificação dos seres vivos Os cientistas estabeleceram um sistema

Leia mais

ECOLOGIA GERAL ECOFISIOLOGIA, FATORES ECOLÓGICOS, RELAÇÕES ECOLÓGICAS, FATORES LIMITANTES E O AMBIENTE FÍSICO

ECOLOGIA GERAL ECOFISIOLOGIA, FATORES ECOLÓGICOS, RELAÇÕES ECOLÓGICAS, FATORES LIMITANTES E O AMBIENTE FÍSICO ECOLOGIA GERAL Aula 02 Aula de hoje: ECOFISIOLOGIA, FATORES ECOLÓGICOS, RELAÇÕES ECOLÓGICAS, FATORES LIMITANTES E O AMBIENTE FÍSICO Ecofisiologia (conceito) É o campo da Ecologia que estuda a influência

Leia mais

Níveis de Organização

Níveis de Organização Níveis de Organização Indivíduo Átomos Moléculas Células Tecidos Órgãos Sistemas capazes de se cruzarem entre si, originando indivíduos férteis. Ex: Cachorro População: grupo de indivíduos da mesma espécie

Leia mais

6º ANO Ensino Fundamental

6º ANO Ensino Fundamental E n s in o F o r t e e d e R e s u l t a do s Estudante: Centro Educacio nal Juscelino K ub itschek G u a r á Exercícios Rec. Semestral 2º Bimestre C I Ê N C I A S 6º ANO Ensino Fundamental Data: / / Turno:

Leia mais

COMENTÁRIO DA PROVA DE BIOLOGIA

COMENTÁRIO DA PROVA DE BIOLOGIA COMENTÁRIO DA PROVA DE BIOLOGIA A prova de Biologia da UFPR apresentou uma boa distribuição de conteúdos ao longo das nove questões. O grau de dificuldade variou entre questões médias e fáceis, o que está

Leia mais

ATIVIDADE INTERAÇÕES DA VIDA. CAPÍTULOS 1, 2, 3 e 4

ATIVIDADE INTERAÇÕES DA VIDA. CAPÍTULOS 1, 2, 3 e 4 ATIVIDADE INTERAÇÕES DA VIDA CAPÍTULOS 1, 2, 3 e 4 Questão 1) Abaixo representa uma experiência com crisântemo, em que a planta foi iluminada, conforme mostra o esquema. Com base no esquema e seus conhecimentos,

Leia mais

No caso da Candida spp. se tornar patogênica, como se denomina a relação interespecífica entre esse fungo e o ser humano? Justifique sua resposta.

No caso da Candida spp. se tornar patogênica, como se denomina a relação interespecífica entre esse fungo e o ser humano? Justifique sua resposta. 1. (Unesp 2013) Texto 1 O biopoder, sem a menor dúvida, foi elemento indispensável ao desenvolvimento do capitalismo, que só pode ser garantido à custa da inserção controlada dos corpos no aparelho de

Leia mais

Exercício de Biologia - 3ª série

Exercício de Biologia - 3ª série Exercício de Biologia - 3ª série 1- A poluição atmosférica de Cubatão continua provocando efeitos negativos na vegetação da Serra do Mar, mesmo após a instalação de filtros nas indústrias na década de

Leia mais

Slide 1 REVISÃO DA PROVA

Slide 1 REVISÃO DA PROVA Slide 1 REVISÃO DA PROVA Slide 2 FOTOSSINTESE Slide 3 3- A fotossíntese libera para a atmosfera: a) o oxigênio oriundo da água; b) o oxigênio proveniente do gás carbônico; c) o gás carbônico proveniente

Leia mais

CADERNO DE EXERCÍCIOS 1G

CADERNO DE EXERCÍCIOS 1G CADERNO DE EXERCÍCIOS 1G Ensino Fundamental Ciências da Natureza Questão Conteúdo Habilidade da Matriz da EJA/FB 1 Movimentos dos continentes H7 2 Origem dos seres vivos na Terra H17 3 Relações ecológicas

Leia mais

BIOLOGIA - 2 o ANO MÓDULO 20 ECOLOGIA

BIOLOGIA - 2 o ANO MÓDULO 20 ECOLOGIA BIOLOGIA - 2 o ANO MÓDULO 20 ECOLOGIA Como pode cair no enem (ENEM) Várias estratégias estão sendo consideradas para a recuperação da diversidade biológica de um ambiente degradado, dentre elas, a criação

Leia mais

Dinâmica dos Ecossistemas

Dinâmica dos Ecossistemas UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE CURSO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS ECOLOGIA Prof. Oriel Herrera Monitores: John David & Giuliane Sampaio Dinâmica dos Ecossistemas Fortaleza-CE Versão

Leia mais

Compreensão das diferenças entre os artrópodes, crustáceos, insetos, aracnídeos, quilópodes e diplópodes, reconhecendo suas características

Compreensão das diferenças entre os artrópodes, crustáceos, insetos, aracnídeos, quilópodes e diplópodes, reconhecendo suas características Compreensão das diferenças entre os artrópodes, crustáceos, insetos, aracnídeos, quilópodes e diplópodes, reconhecendo suas características O que são artrópodes? Para que servem? Onde podem ser encontrados?

Leia mais

PRA INÍCIO DE CONVERSA

PRA INÍCIO DE CONVERSA SEJA Ciências da Natureza Biologia Autor: Tiago Madruga Módulo 4 Unidade 2: Interações Ecológicas A Teia da Vida Designer instrucional: Aline Beatriz Alves PRA INÍCIO DE CONVERSA Uma das características

Leia mais

Corpo segmentado e dividido em cabeça, tórax e abdome, podendo alguns apresentar cefalotórax (= cabeça + tórax) e abdome.

Corpo segmentado e dividido em cabeça, tórax e abdome, podendo alguns apresentar cefalotórax (= cabeça + tórax) e abdome. OS ARTRÓPODES Prof. André Maia Apresentam pernas articuladas com juntas móveis. São triblásticos, celomados e dotados de simetria bilateral. Corpo segmentado e dividido em cabeça, tórax e abdome, podendo

Leia mais

Interação interespecífica

Interação interespecífica Interação interespecífica Plano de Aula Objetivos: conhecer os mecanismos de comunicação entre espécies diferentes e os contextos em elas ocorrem e os possíveis mecanismos co-evolutivos Introdução Relações

Leia mais

CADERNO DE ATIVIDADES CIÊNCIAS

CADERNO DE ATIVIDADES CIÊNCIAS COLÉGIO ARNALDO 2015 CADERNO DE ATIVIDADES CIÊNCIAS Aluno (a): 4º ano: Turma: Professor (a): Valor: 20 pontos Este trabalho deverá ser entregue IMPRETERIVELMENTE no dia da prova. Conteúdo de Recuperação

Leia mais

Biologia II. Módulo 5. Questões de aplicação. Trabalhando o ENEM

Biologia II. Módulo 5. Questões de aplicação. Trabalhando o ENEM Biologia II Módulo 5 Questões de aplicação 1. Porque o líquen é uma associação entre algas (de uma determinada espécie) e fungos (de outra espécie). Trata- -se de um mutualismo, uma troca de benefícios

Leia mais

34 Por que as vacas mastigam o tempo todo?

34 Por que as vacas mastigam o tempo todo? A U A UL LA Por que as vacas mastigam o tempo todo? Nos sítios e fazendas que têm criação de gado, os bois e vacas se espalham pelo pasto e têm hora certa para ir ao cocho receber o trato. O trato pode

Leia mais

Muitos animais se alimentam da

Muitos animais se alimentam da A U A UL LA Animais caçadores e herbívoros Atenção Aumento de pragas Muitos animais se alimentam da quilo que é produzido pelo homem. Várias espécies de roedores, por exemplo, vivem principalmente de grãos

Leia mais

Que tipo de relação há entre o peixe-palhaço e a anêmona? Justifique sua resposta. R.:

Que tipo de relação há entre o peixe-palhaço e a anêmona? Justifique sua resposta. R.: PROFESSOR: EQUIPE DE CIÊNCIAS BANCO DE QUESTÕES - CIÊNCIAS - 6º ANO - ENSINO FUNDAMENTAL ============================================================================================= 01- Nas figuras abaixo

Leia mais

Cadeia alimentar 3º ano

Cadeia alimentar 3º ano Cadeia alimentar 3º ano O equilíbrio ecológico depende diretamente da interação, das trocas e das relações que os seres vivos estabelecem entre si e com o ambiente. Os seres respiram, vivem sobre o solo

Leia mais

Resoluções das atividades

Resoluções das atividades LIVRO 5 BIOLOGIA 3 Resoluções das atividades Sumário Aula 18 Fluxo de energia no ecossistema...1 Aula 19 Ciclos biogeoquímicos...2 Aula 20 Dinâmica das populações...4 Aula 21 Interações ecológicas I...6

Leia mais

EXERCÍCIOS ON LINE 6 ANO - 1 TRIMESTRE

EXERCÍCIOS ON LINE 6 ANO - 1 TRIMESTRE EXERCÍCIOS ON LINE 6 ANO - 1 TRIMESTRE 1- Leia o texto e responda as questões Todos os animais, independentemente do seu estilo de vida, servem como fonte de alimento para outros seres vivos. Eles estão

Leia mais

FATORES ECOLÓGICOS. biológicos, ou bióticos, e físicos, ou abióticos, de um determinado ambiente, que atuam sobre o desenvolvimento de uma comunidade.

FATORES ECOLÓGICOS. biológicos, ou bióticos, e físicos, ou abióticos, de um determinado ambiente, que atuam sobre o desenvolvimento de uma comunidade. FATORES ECOLÓGICOS FATORES ECOLÓGICOS Fatores biológicos, ou bióticos, e físicos, ou abióticos, de um determinado ambiente, que atuam sobre o desenvolvimento de uma comunidade. Bióticos: relações entre

Leia mais

Fascículo 7 Unidades 16, 17 e 18. 2ª Edição

Fascículo 7 Unidades 16, 17 e 18. 2ª Edição 2ª Edição Fascículo 7 Unidades 16, 17 e 18 GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO Governador Luiz Fernando de Souza Pezão SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA Secretário de Estado Alexandre Vieira

Leia mais

Ecologia. Tiago Vianna

Ecologia. Tiago Vianna Ecologia Tiago Vianna O que é Ecologia? É a parte da Biologia que estuda as relações dos seres vivos entre si e com o ambiente. Espécie População Comunidade Fatores Abióticos Ecossistema Biosfera Hábitat

Leia mais

Comunidade ou biocenose Ecossistemas Ecótone Biosfera Populações

Comunidade ou biocenose Ecossistemas Ecótone Biosfera Populações Comunidade ou biocenose Conjunto de populações (seres de espécies diferentes) que vive em uma determinada área, mantendo relações entre si. Ecossistemas Conjunto de todas comunidades, associadas ao ambiente

Leia mais

FACULDADES SANTO AGOSTINHO DE SETE LAGOAS FASASETE - CURSO: ENGENHARIA AMBIENTAL UNIDADE IV - DISCIPLINA: ECOLOGIA - Prof.: Ramon L. O.

FACULDADES SANTO AGOSTINHO DE SETE LAGOAS FASASETE - CURSO: ENGENHARIA AMBIENTAL UNIDADE IV - DISCIPLINA: ECOLOGIA - Prof.: Ramon L. O. FACULDADES SANTO AGOSTINHO DE SETE LAGOAS FASASETE - CURSO: ENGENHARIA AMBIENTAL UNIDADE IV - DISCIPLINA: ECOLOGIA - Prof.: Ramon L. O. Junior Nome: 01. Classifique as relações seguintes conforme o modelo

Leia mais

FASCÍCULO 3 UNIDADES 12, 13, 14, 15, 16 CIÊNCIAS 6ª SÉRIE

FASCÍCULO 3 UNIDADES 12, 13, 14, 15, 16 CIÊNCIAS 6ª SÉRIE FASCÍCULO 3 UNIDADES 12, 13, 14, 15, 16 CIÊNCIAS 6ª SÉRIE UNIDADE 12 : RELAÇÕES ECOLÓGICAS UNIDADE 13 : Doenças emergentes e reemergentes UNIDADE 14 :Introdução à Ecologia UNIDADE 15 :O que é um bioma?

Leia mais

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ CURSO ADMINISTRAÇÀO DISCIPLINA: MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO PROF: NAZARÉ FERRÀO TURMA: 7-ADN-1

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ CURSO ADMINISTRAÇÀO DISCIPLINA: MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO PROF: NAZARÉ FERRÀO TURMA: 7-ADN-1 1 CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ CURSO ADMINISTRAÇÀO DISCIPLINA: MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO PROF: NAZARÉ FERRÀO TURMA: 7-ADN-1 I. MEIO AMBIENTE CONCEITOS MEIO AMBIENTE Tudo o que cerca o ser vivo,

Leia mais

CIÊNCIAS E PROGRAMA DE SAÚDE

CIÊNCIAS E PROGRAMA DE SAÚDE GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO CIÊNCIAS E PROGRAMA DE SAÚDE 07 CEEJA MAX DADÁ GALLIZZI PRAIA GRANDE - SP 0 A alma da gente durante a vida, produz uma quantidade imensa

Leia mais

Resumo Cap. 10 (Poríferos e Cnidários) 1ª Série EM Prof.: Alexsandra Ribeiro PORÍFEROS

Resumo Cap. 10 (Poríferos e Cnidários) 1ª Série EM Prof.: Alexsandra Ribeiro PORÍFEROS Resumo Cap. 10 (Poríferos e Cnidários) 1ª Série EM Prof.: Alexsandra Ribeiro PORÍFEROS Os poríferos, ou esponjas, surgiram há cerca de 1 bilhão de anos e, provavelmente, se originaram de seres unicelulares

Leia mais

Centro de Ensino Médio Setor Leste Disciplina: Biologia Professor: João Couto Aluno: Bruce do Souza Melo Turma: 2 N. Ecologia

Centro de Ensino Médio Setor Leste Disciplina: Biologia Professor: João Couto Aluno: Bruce do Souza Melo Turma: 2 N. Ecologia Centro de Ensino Médio Setor Leste Disciplina: Biologia Professor: João Couto Aluno: Bruce do Souza Melo Turma: 2 N Ecologia O que é ecologia? Nenhum ser vivo ou grupo de seres vivos consegue existir em

Leia mais

Entre os seres vivos de um ecossistema, há um inter relacionamento dinâmico e equilibrado, que permite a troca de matéria e de energia.

Entre os seres vivos de um ecossistema, há um inter relacionamento dinâmico e equilibrado, que permite a troca de matéria e de energia. Cadeia alimentar A biosfera, parte do planeta onde vivem os seres vivos, é formado por ecossistemas. O ecossistema é constituído por comunidades (parte biótica) e os fatores físicos e químicos do meio

Leia mais

Introdução à Ecologia Prof. Fernando Belan

Introdução à Ecologia Prof. Fernando Belan Introdução à Ecologia Prof. Fernando Belan Ecologia (oikos = casa; logos = ciência) Estuda as relações entre os seres vivos, e o ambiente em que vivem; Multidisciplinar A Ecologia é complexa, e envolve:

Leia mais

Os itens enumerados a seguir são exemplos de diferentes relações entre os seres vivos:

Os itens enumerados a seguir são exemplos de diferentes relações entre os seres vivos: 01 - (PUC PR) Os itens enumerados a seguir são exemplos de diferentes relações entre os seres vivos: I. A caravela vive flutuando nas águas do mar. É formada por um conjunto de indivíduos da mesma espécie

Leia mais

A vida nas cidades. leptospirose é geralmente transmitida através da urina de ratos, que se mistura à água das enchentes.

A vida nas cidades. leptospirose é geralmente transmitida através da urina de ratos, que se mistura à água das enchentes. A U A UL LA A vida nas cidades Atenção Leptospirose - Cresce a epidemia 43 pessoas já morreram em São Paulo A epidemia de leptospirose que assola São Paulo atingiu ontem a marca recorde de 1.003 casos

Leia mais

Broca da madeira. Atividade de Aprendizagem 19. Eixo(s) temático(s) Vida e ambiente

Broca da madeira. Atividade de Aprendizagem 19. Eixo(s) temático(s) Vida e ambiente Atividade de Aprendizagem 19 Broca da madeira Eixo(s) temático(s) Vida e ambiente Tema Interações entre os seres vivos / características e diversidade dos seres vivos / manutenção da vida e integração

Leia mais

Nome: Nº Ano: 3º Turma: Disciplina: Biologia Professor:Wanessa Data: / /

Nome: Nº Ano: 3º Turma: Disciplina: Biologia Professor:Wanessa Data: / / Nome: Nº Ano: 3º Turma: Disciplina: Biologia Professor:Wanessa Data: / / 01) Os vaga-lumes machos e fêmeas emitem sinais luminosos para se atraírem para o acasalamento. O macho reconhece a fêmea de sua

Leia mais

ATENÇÂO Texto Preliminar, sem revisão, apenas para consulta, preparado por Prof. Sérvio Túlio Cassini

ATENÇÂO Texto Preliminar, sem revisão, apenas para consulta, preparado por Prof. Sérvio Túlio Cassini Ecologia conceitos fundamentais 1 UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPIRITO SANTO - UFES CENTRO TECNOLÓGICO - CT PROGRAMA DE POS GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA AMBIENTAL PPGEA UFES ECOLOGIA: CONCEITOS FUNDAMENTAIS ATENÇÂO

Leia mais

ORIENTAÇÕES DE ESTUDO PARA RECUPERAÇÃO. 2º Semestre - 2015

ORIENTAÇÕES DE ESTUDO PARA RECUPERAÇÃO. 2º Semestre - 2015 Estrada do Açude, 250 - Alto da Boa Vista Rio de Janeiro RJ CEP. 20.531-330 Tels.: 2492-2124 /2492-2243 -www.marcelinas. com.br -email:colegiorj@marcelinas.com.br ORIENTAÇÕES DE ESTUDO PARA RECUPERAÇÃO

Leia mais

BIOLOGIA - 1 o ANO MÓDULO 59 ARTRÓPODOS E EQUINODERMOS

BIOLOGIA - 1 o ANO MÓDULO 59 ARTRÓPODOS E EQUINODERMOS BIOLOGIA - 1 o ANO MÓDULO 59 ARTRÓPODOS E EQUINODERMOS ixação F ) (UFF) Assim como os moluscos, anelídeos e artrópodes, os equinodermos também são 2 nvertebrados triploblásticos e celomados. A larva

Leia mais

Curiosidades A Vida das Abelhas.

Curiosidades A Vida das Abelhas. Curiosidades A Vida das Abelhas. Se as abelhas desaparecessem da face da terra, a espécie humana teria somente mais 4 anos de vida. Sem abelhas não há polinização, ou seja, sem plantas, sem animais, sem

Leia mais

Curso Wellington:Biologia - Reino Animal - Artrópodes - Aracnídeos - Prof Hilton Franco

Curso Wellington:Biologia - Reino Animal - Artrópodes - Aracnídeos - Prof Hilton Franco 1. Durante uma aula de campo no litoral do Paraná, um aluno fez vários comentários ao encontrar e observar uma série de organismos. Com base em seus conhecimentos sobre os seres vivos, identifique as afirmativas

Leia mais