Bienais de Design Gráfico ADG pela ADG o retrato de uma década

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1 Bienais de Design Gráfico ADG pela ADG o retrato de uma década ADG Graphic Design Biennales by ADG the picture of a decade Migliari, Mirella; Mestre; Escola Superior de Propaganda e Marketing ESPM; Programa de Pós Graduação em Design PUC-Rio Nojima, Vera Lúcia; Doutora em Arquitetura e Urbanismo pela FAUUSP; Programa de Pós Graduação em Design PUC-Rio Resumo Este artigo apresenta argumentos e fatores pesquisados com a intenção de comprovar a a- dequação das amostras selecionadas os catálogos das Bienais da ADG aos propósitos da pesquisa de Doutorado intitulada Um olhar para a tipografia pós-moderna no Brasil: origens e rumos. Os dados aqui reunidos foram levantados nas publicações da Associação dos Designers Gráficos. São também objetivos deste levantamento bibliográfico: demonstrar a intenção da ADG em proporcionar um grande painel representativo da produção do Mercado de design gráfico no país com as suas bienais; e apresentar a ADG como organização legitimadora da prática profissional de design gráfico no Brasil. Palavras Chave: pesquisa bibliográfica; legitimação de amostras; Associação dos Designers Gráficos ADG. Abstract This paper presents arguments and factors as to prove that the selected samples are adequate to the purposes of the PHD research A look towards post-modern typography in Brazil: origins and trends. These data have been raised in the Graphic Designers Association (ADG) publications. Are also purposes of this bibliographic survey: to demonstrate ADG s intention on offering a broad panel on the production of graphic design in Brazil through its biennales; and also to present ADG as an organization that legitimates the professional practice of graphic design in Brazil. Keywords: bibliographic survey; legitimation of samples; Graphic Designers Association ADG.

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3 Um olhar para a tipografia pós-moderna no Brasil: origens e rumos é o título da pesquisa de Doutorado à qual este artigo está relacionado. A pesquisa pretende mapear as estratégias pós-modernas aplicadas à tipografia e seus reflexos sobre a produção de design gráfico no Brasil, no período compreendido entre 1990 e 2000, inicialmente, para num segundo momento confrontar essa produção com um período mais recente o biênio Os catálogos das bienais de design gráfico da ADG Brasil (Associação de Designers Gráficos) constituem as principais amostras da pesquisa, posto que documentam a prática do design gráfico no Brasil de forma regular e consistente a partir da década de (19)90. Aspectos metodológicos Este artigo apresenta argumentos e fatores encontrados através de pesquisa bibliográfica, na intenção de comprovar a adequação das amostras selecionadas aos propósitos da pesquisa de Doutorado acima mencionada. Os dados aqui reunidos foram levantados nas publicações da própria Associação dos Designers Gráficos, a saber, os catálogos das bienais de design gráfico da 1ª a 5ª edição, diversos números do Boletim da ADG e o site da Associação. São também objetivos deste levantamento de dados bibliográficos: demonstrar que há a intenção da ADG de proporcionar um grande painel representativo da produção do Mercado de design gráfico no país com as exposições das Bienais; e apresentar a ADG como uma das organizações legitimadoras da prática profissional de design gráfico no Brasil. Isso posto, pode-se definir para esse artigo: Tipo de pesquisa: Bibliográfica. Hipótese: As amostras selecionadas são suficientemente representativas do universo estudado. Universo: Mercado de design gráfico no Brasil. Amostras: Catálogos das Bienais de Design Gráfico da ADG relativos às cinco primeiras edições (1992; 1994; 1996; 1998; 2000). Análise qualitativa: Rastreamento de argumentos e fatores que legitimem as amostras, tais como argumentos específicos; quantidade de participantes; origem dos participantes; quantidade de categorias representadas; número de visitantes etc. A Associação dos Designers Gráficos ADG A Associação dos Designers Gráficos ADG atualmente ADG Brasil nasceu de reuniões informais que ocorreram a partir de novembro de 1988, promovidas por profissionais desse Mercado em São Paulo, para em agosto de 1989 ser oficialmente regularizada, com seus 85 sócios iniciais. A associação é assim definida no texto de introdução de sua homepage: A Associação dos Designers Gráficos é uma associação sem fins lucrativos de âmbito nacional fundada em 1989 com o objetivo de congregar profissionais e estudantes para o fortalecimento do Design Gráfico nacional e o aprimoramento ético da prática profissional e o desenvolvimento de seus associados. 1 Com sede na cidade de São Paulo, atualmente a ADG conta também com mais três coordenações regionais. São elas: Coordenação Regional Rio de Janeiro, Coordenação Regional Minas Gerais e Coordenação Regional Pará. Única associação de profissionais que se insere a nível nacional, a ADG tornou-se difundida entre os atuantes da área espalhados pelo país por promover a Bienal de Design Gráfico, a partir de Inicialmente, a Bienal limitou-se a expor a produção de seus associados, todos radicados em São Paulo na época. Mas, 1 (www.adg.org.br/adgbrasil.php)

4 com o passar do tempo, com a realização de novas edições da Bienal e com a adesão de mais profissionais, ganhou projeção nacional. Na convocação para o concurso de identidade da V Bienal de Design Gráfico, lê-se: A Bienal tem a pretensão de ser o mais vultuoso e o mais representativo evento do Mercado de design gráfico brasileiro (Boletim ADG 1999 # 17: 31). De fato, essa representatividade do Mercado alcançada pela Bienal, em conjunto com outras frentes abertas pela ADG, tiveram um papel fundamental para divulgar e esclarecer sobre a profissão para estudantes, empresários e para a sociedade em geral. Diversas ações da ADG destacando entre elas a Bienal foram determinantes para a legitimação deste campo de a- tuação profissional, que, embora não regulamentado, encontra-se já consolidado. Para se ter uma idéia, no dia de sua abertura a V Bienal de Design Gráfico ADG recebeu visitantes de vários locais do País. Por ocasião também desta edição da Bienal, 5000 catálogos da Mostra foram distribuídos ao Mercado. Além de promover a Bienal de Design Gráfico ADG, a associação promove diversos outros eventos de interesse para a classe, tais como exposições, palestras, simpósios, cursos e workshops. Em sua sede abriga uma biblioteca especializada na área e uma galeria Galeria ADG/Sala Thomaz Farkas inaugurada em Edita também publicações especializadas e reconhecidas na área. A primeira edição do Boletim ADG é lançada em 1994, com a proposta de ser ( ) (um) espaço para discussão e difusão de idéias, posturas, experiências e questões que envolvem a prática da profissão (Boletim ADG 2000 # 19: pág. 03 Editorial). A associação, por fim, conquista prestígio político em 1999 ano em que o PBD, Programa Brasileiro de Design, com sede no Ministério da Indústria e Comércio, convidou representantes da ADG, para em conjunto com outras entidades representativas nas áreas de Design Gráfico, de Interiores e de Produto, a integrar a comitiva oficial brasileira no congresso do Icograda (International Council of Graphic Design Associations), em Sidney, Austrália. No ano de 2009 a ADG atingiu a marca de vinte anos de existência. No mesmo a- no, realizou a 9ª Bienal de Design Gráfico, acompanhada de um novo formato de publicação do evento não mais um catálogo, mas, sim, um livro que reflete o amadurecimento da ADG nestas duas décadas. Na apresentação do livro Anatomia do Design encontrase um texto, assinado pela Diretoria, que resume os pontos mais relevantes e atuais representados pela associação: A ADG (sem o Brasil ) surgiu em 1989 a partir da necessidade de fortalecimento profissional percebida por um pequeno grupo de Designers paulistas. De lá para cá, além de adquirir abrangência nacional, a entidade elaborou um código de ética, uma proposta padrão para o relacionamento comercial serviços como os de cálculos de custo horário, orientação para normas de concursos e premiações etc. Dentre as publicações que a ADG lançou estão o Guia legal, a pesquisa do perfil de associados, o Kit prática profissional e os levantamentos de honorários, os boletins impressos e via site, o livro Design caso a caso, a Revista da ADG veiculada por seis anos consecutivos, o livro Valor do Design já na terceira edição, e o Caderno de Ética. A ADG Brasil participa de diversos eventos nacionais e internacionais, destacandose os congressos do Icograda no exterior, que tiveram sua versão brasileira em Nesse âmbito, a ADG organiza comissões e seminários, workshops e palestras em diversos estados do País. A associação desempenha, ainda, o papel de representar a classe, participando de comissões de órgãos governamentais, instituições culturais e museus, como a Ca mara Setorial (com o Ministério da Cultura), A Comissão Nacional de Cultura CNIC, o programa Cidade Limpa (São Paulo), a Comissão de Regulamentação da Profissão etc. Imaginem o que seria de nossa atividade se não houvesse as Bienais de Design Gráfico? Elas constituem tanto um precioso registro histórico da atuação dos Designers brasileiros quanto uma ferramenta importante de divulgação e promoção do Design no País. ( ) (Consolo, 2009, p. 6)

5 Isto posto, é relevante sublinhar que a própria Associação reconhece e define as Bienais como representativas da produção de Design Gráfico no âmbito do país. Na verdade, nenhum outro evento do gênero reuniu uma produção com semelhante alcance territorial. Embora a ADG tenha sido criada por profissionais da cidade de São Paulo, sua missão é a de congregar profissionais espalhados por todo o Brasil. Não obstante, São Paulo reúne, ainda nos dias de hoje, a maior quantidade de associados e de escritórios de Design Gráfico em atividade, mas isso apenas reflete o peso desta economia no PIB brasileiro. É fato que a pujança e- conômica do estado de São Paulo fomenta as atividades em todos os setores, e o design gráfico não é exceção. A Bienal Brasileira de Design Gráfico ADG Brasil é a maior e mais importante exposição regular sobre Design Gráfico no país desde a sua primeira edição. Isso se deveu, durante algum tempo, a três fatores. Em primeiro lugar, ela foi a única exposição do gênero que conseguiu sustentar sua periodicidade até hoje. Em segundo lugar, ela foi a mais representativa do ponto de vista quantitativo, começando com algo em torno de cinquenta trabalhos por edição e estabilizando-se com trezentos e poucos após alguns biênios, somando aproximadamente trabalhos apresentados até hoje. Finalmente, ela foi também a mais representativa do ponto de vista qualitativo, não apenas porque os trabalhos que apresentou foram considerados os melhores produzidos a cada dois anos, mas porque os critérios e a estrutura de seleção dos trabalhos foram constantemente aprimorados, resultando em um evento de qualidade projetual e crítica sem paralelo. Do ponto de vista histórico, a Bienal é, portanto, nosso maior testemunho dos últimos vinte anos. Tudo o que aconteceu de lá para cá está, de certa forma, estampado nas páginas de seus catálogos: o início do amadurecimento das relações profissionais entre os Designers gráficos do país (a bienal foi sua primeira aparição em público, independentemente de organismos ou instituições estatais); o salto das formas mecânicas de produção para as tecnologias digitais; a popularização dos meios de produção e o aumento exponencial do número de profissionais; a progressiva tomada de consciência da importância do Design Gráfico por parte de clientes cada vez mais numerosos e diversificados; a ampliação de associações, organismos e instituições profissionais por todo o país; o crescimento das escolas e da importância dos trabalhos desenvolvidos dentro delas; o aprofundamento da investigação de repertórios locais; o amadurecimento da relação com a tradição clássica européia e com os movimentos dos principais centros produtores de Design e, finalmente, a tomada de consciência que resultou, nos últimos anos, num movimento reflexivo espelhado no aumento em progressão geométrica da produção crítica sobre Design Gráfico no país. Nesse percurso, o Design brasileiro aprimorou e consolidou três características que, de um modo geral, marcam a maturidade de qualquer atividade: consciência profissional, produção autônoma e reflexão crítica. A 9ª edição da Bienal, que se despede dos seus dezoito anos comemorando os vinte anos da ADG Brasil, celebra, portanto, o amadurecimento do Design Gráfico no país. ( ). (Consolo, 2009, p ) O texto acima reproduz parte do prefácio escrito por André Stolarski quando Diretor da ADG para o livro Anatomia do Design, e só faz corroborar para o conceito de representatividade nacional pleiteado pela ADG. Baseando-se nos pilares quantitativo e qualitativo, Stolarski aponta ainda para a importância histórica e documental do evento. O referido amadurecimento que se viu na última edição da Bienal, refletido em escala reduzida nos trabalhos selecionados para a exposição, são interpretados como representativos do contexto brasileiro. As Bienais de Design Gráfico da ADG

6 A cada Bienal realizada pela ADG um catálogo foi impresso com o objetivo de registrar uma parte significativa da produção de Design Gráfico no país, e refletir a produção gráfica dos dois anos anteriores. Com relação à primeira edição da Bienal, o catálogo compreende apenas um volume, limitando-se ao registro dos trabalhos dos designers gráficos associados à organização. Foi a partir da 4ª mostra que a publicação completa passou a ter dois volumes: a Mostra Institucional, contendo tão somente trabalhos de associados, selecionados a critério dos próprios designers. O segundo volume, denominado Mostra Seletiva, apresenta uma seleção de trabalhos considerados os melhores em suas categorias, tendo passado pelo crivo de um júri especializado. Ou seja, na 4ª edição da Bienal o evento passa a ter nova dimensão, constituindo-se de três exposições simultâneas: Mostra Institucional, Mostra Seletiva e Mostra Especial para a qual não foi gerada publicação. O mesmo padrão sendo seguido nas edições posteriores. Em cada edição da Bienal perseguiu-se o aperfeiçoamento dos critérios de seleção, mantendo em vista a qualidade sem perder a representatividade. Com o passar dos anos a Bienal foi-se modificando, ganhando importância no que tange a quantidade e a qualidade dos trabalhos expostos. E isto se reflete nos catálogos que foram produzidos nestes 20 anos de história. Expo ADG (1ª Bienal) A primeira exposição de trabalhos dos profissionais associados à ADG ocorreu no Museu da Imagem e do Som (MIS), em São Paulo, de 23 de abril a 10 de maio de 1992, para apresentar a produção relativa aos anos de 1990 e Ainda não havia sido estabelecida a periodicidade de tal mostra, e portanto foi designada de EXPO ADG As exposições seguintes já foram classificadas como bienais. A Expo ADG 90-92, de acordo com o texto de apresentação de Adélia Borges editora da revista Design & Interiores para o catálogo, Traz à tona a produção recente de profissionais que têm um campo de ação específico (ainda que amplo): o Designer gráfico. Dá-lhe visibilidade. Muito do que está aqui exposto nós já conhecemos de nosso dia-a-dia e ver de novo, aqui reunido, será um simples re-conhecimento. Essa foi, portanto, a contribuição desta pequena e pioneira mostra: a de reunir os designers gráficos e colocá-los em evidência. Criar efetivamente um espaço e um evento para promovê-los, diluindo assim uma infinita gama de equívocos quanto às competências destes profissionais. Ou seja, promover o reconhecimento para essa categoria até então sem representatividade específica. Essa primeira exposição de trabalhos dos associados à ADG contou com 28 inscritos, entre escritórios e profissionais autônomos. Esse contingente gerou um catálogo com o registro desses trabalhos, sendo que os próprios autores fizeram a seleção dos trabalhos a serem publicados, e os categorizaram. Ainda não haviam sido estabelecidas previamente as categorias dos trabalhos e nem uma normatização para ser usada na identificação destes, de modo que é difícil definir todas as categorias representadas na primeira edição com precisão, já que são utilizados diversos termos para definir uma mesma categoria de projetos. O baixo número de sócios inscritos, a qualidade muitas vezes insatisfatória das imagens que reproduzem os trabalhos expostos, bem como a discrepância na nomenclatura adotada pelos Designers apontam para uma manifestação ainda um tanto ou quanto imatura. 2ª Bienal de Design Gráfico ADG 94

7 O segundo evento aconteceu também no Museu da Imagem e do Som em São Paulo e foi denominado de 2ª Bienal de Design Gráfico da ADG 94. Desta vez foram mais de 80 os associados inscritos, e cerca de 300 trabalhos submetidos à apreciação. De um total de 61 escritórios/profissionais expositores, 85,2% eram radicados em São Paulo, capital. Havia um escritório do Rio de Janeiro, capital, e um de Muriaé, interior de Minas Gerais. Os sete escritórios restantes eram do interior de São Paulo. Nesta edição mudaram-se os critérios de aceitação e seleção do material, embora ainda fossem aceitas inscrições somente de sócios da ADG. A exposição de trabalhos foi então dividida em duas mostras distintas, sendo uma de trabalhos escolhidos pelos próprios profissionais, e outra em que os trabalhos foram separados por categorias, submetidos e selecionados por um júri composto por personalidades ligadas ao meio, porém não associados à ADG. Desta forma, além da mostra institucional fica estabelecida a mostra seletiva, que pretende apresentar aquilo que foi considerado o melhor da produção de design gráfico em cada categoria. Não há registro publicado desta seleção feita pelo júri que ocorreu na 2ª edição da Bienal. Ainda com grande concentração de profissionais do estado de São Paulo, o evento já apontava para um crescimento e começava a ganhar outros Estados, embora de forma tímida. Provavelmente porque a Bienal ainda era um evento restrito aos designers gráficos associados à ADG. 3ª Bienal de Design Gráfico ADG 96 Por ocasião da 3ª Bienal de Design Gráfico ADG 96, tem início a aliança com o SESC para a concretização do evento. Mantêm-se a Mostra Institucional e a Mostra Seletiva no intuito de compor um vasto panorama da área, que nesta edição contou com 115 associados representados por 85 escritórios e autônomos. A Bienal permanece restrita à participação apenas de associados da ADG. Dentre estes 85 escritórios/profissionais expositores, 64 eram radicados em São Paulo, capital, representando 75,2% do total. A representatividade do Rio de Janeiro, capital, passou para 11 escritórios, ou 12,9%. Um escritório de Belo Horizonte, Minas Gerais, participou. Os nove escritórios restantes eram do interior de São Paulo. O catálogo desta 3ª edição da Bienal possui apenas um volume, e portanto não foi contemplada nesta publicação a Mostra Seletiva, apenas a Mostra Institucional. Mantiveram-se presentes nesta Bienal os mesmos Estados que estiveram na edição anterior. A quantidade de escritórios/profissionais expositores cresceu um total de 39,3% em relação à 2ª Bienal ADG. A representatividade com relação à produção do País fica em parte comprometida pois o evento ainda mantém-se restrito aos Designers gráficos associados da ADG. 4ª Bienal de Design Gráfico ADG 1998 Aconteceu no SESC Pompéia, em São Paulo, de 3 a 29 de março de 1998 a 4ª Bienal de Design Gráfico ADG Esta edição da Bienal, por sua vez, teve um enorme diferencial e alçou a ADG a novo patamar pois pela primeira vez foram aceitas inscrições de não-sócios, concorrendo à Mostra Seletiva. Além dos 201 associados que participaram, o volume de trabalhos submetidos aumentou consideravelmente com essa abertura, e também a representatividade da Bienal com relação ao universo deste Mercado no Brasil. A Mostra Institucional, para a qual o único critério de seleção foi a data de realização do trabalho, apresenta ( ) um retrato sem retoques da produção de uma parcela significativa dos designers gráficos brasileiros no ultimo biênio. Some-se a este retrato a qualidade superior dos trabalhos da Mostra Seletiva, e assim a categoria estará muito bem representada pela Bienal.

8 A partir desta edição serão produzidos dois catálogos relativos à Bienal, sendo um catálogo para cada uma das duas mostras. O catálogo da Mostra Institucional apresenta um aumento na quantidade de associados o salto foi de 115 na edição da Bienal anterior para 201 nessa edição e na diversidade de Estados incorporados à Associação. Os associados, que antes restringiam-se aos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, desta vez estão presentes também no Maranhão, Sergipe, Pernambuco, Distrito Federal, Paraná e Rio Grande do Sul. Isso representou um grande ganho qualitativo para a Mostra Institucional. Os 201 associados representados por 155 escritórios e autônomos estão distribuídos da seguinte forma: 102 radicados em São Paulo, capital, representando 65,8% do total. A representatividade do Rio de Janeiro, capital, passou para 26 escritórios, ou 16,7%. A distribuição por Estado deu-se assim: São Paulo com 114; Rio de Janeiro com 27; Rio Grande do Sul com 5; Minas Gerais com 4; Distrito Federal, Maranhão, Paraná, Pernambuco e Sergipe com uma representação cada. A missão do júri não mais Comissão julgadora, como anteriormente foi revista, pois pela primeira vez a inscrição foi aberta a todos os designers atuantes do país e a estratégia adotada foi a de atrair o maior número possível de inscritos. O júri teve como foco da tarefa passar pela quantidade para chegar à qualidade. A agora livre inscrição para a Mostra Seletiva permitiu a aferição da amplitude desse Mercado profissional, que atraiu para a Mostra Seletiva da 4ª Bienal os seguintes números: inscrições no total; 333 escritórios inscritos; 12 estados do território nacional. Do total de inscritos, apenas 12% foram selecionados e efetivamente participaram da Mostra Seletiva da 4ª Bienal de Design Gráfico, com 186 trabalhos, devido às restrições impostas pelo espaço físico disponível. No catálogo da Mostra Seletiva, os trabalhos foram organizados em nove categorias estanques, a saber: Projetos editoriais; Identidade; Miscelânea; Embalagem; Material promocional; Cartaz; Mídia eletrônica; Sinalização; CD. Desta edição em diante fica patente o reconhecimento da importância da Bienal de Design Gráfico ADG para o fomento do setor, com um aumento no número de inscritos de mais de sete vezes com relação à edição anterior. A representatividade do setor na Bienal a- tinge uma magnitude nacional com o fim da restrição aos não-associados. O evento por fim atinge sua maturidade nesta que constituiu a última Bienal da década. 5ª Bienal de Design Gráfico ADG 2000 Mais uma vez em parceria com o SESC Pompéia, em São Paulo, acontece a 5ª edição da Bienal de Design Gráfico ADG 2000, com um ligeiro aumento no número de sócios participantes em relação à edição anterior de 155 escritórios associados em 1998, o número sobe para 182 na 5ª edição. Conforme precedente aberto na 4ª Bienal da ADG, são aceitas inscrições de não-sócios para a Mostra Seletiva: são 258 trabalhos de associados e nãoassociados da ADG selecionados para a exposição o mais extenso panorama da qualidade

9 do design gráfico que já houve no país. Mais uma vez, dois volumes são publicados para o catálogo, sendo um da Mostra Institucional, e o outro da Mostra Seletiva. Esta edição apresenta números não muito superiores aos da Bienal anterior pois o boom de seu crescimento deu-se no momento em que as inscrições tornaram-se irrestritas. Algumas características deste evento são assim descritas no Boletim ADG 2000, número 19: A Bienal 2000 veio atrás da quarta edição, que marcou o estrondoso sucesso, não só pelo patamar que chegou a ADG, mas também por ter chegado a hora do Design gráfico. Virou moda, todos fazem, todos querem. Quatorze categorias, cobrança de inscrição maior do que em 98, crise econômica no ano passado, portanto menos trabalhos realizados, dificuldade de participação geral, pouquíssimos inscritos nos primeiros dias e, finalmente, grande deslanche nos últimos! Júri organizado em cinco grupos, com três a quatro membros cada um, todos Designers paulistas, que tiveram a incumbência de três categorias para selecionar. (Boletim ADG 2000 # 19: 09) Nesta edição, pela primeira vez há um curador Ricardo Ohtake, e o número de categorias na Mostra seletiva passa de nove, na edição anterior, para 14, a saber: Cartaz; Capa de CD; Capa de livro; Periódico; Livro; Publicação pontual; Identidade corporativa; Sinalização; Ambientação; Vídeo & cinema; CD-rom e internet; Embalagem; Material promocional; Miscelânea. Desta forma buscou-se inserir no contexto da Bienal a real amplitude do campo de atuação do profissional de Design Gráfico, incluindo aí as mídias audiovisuais e as novas mídias. Análise dos dados A pesquisa bibliográfica apresentada em conjunto com dados obtidos nos catálogos das 5 primeiras edições das bienais forneceu dados suficientes para constituírem a tabela comparativa a seguir. A tabela mostra que em relação à edição anterior cada nova edição da Bienal teve mais participantes e mais trabalhos publicados nos catálogos, desta forma sempre ampliando a representatividade em relação ao Mercado. Nas três primeiras edições os aumentos ocorrem de forma progressiva e controlada. A partir da 4ª Bienal, a primeira aberta a nãosócios, os aumentos se dão de forma explosiva, para depois estabilizarem-se novamente na 5ª Bienal. Pode-se dizer também que a partir da 4ª Bienal o número de estados federais presentes é mais representativo de Brasil. Os números impressionantes, da 4ª Bienal em diante, tornam premente a criação de categorias para organizar tamanha quantidade de trabalhos. O aumento de categorias na 5ª Bienal ilustra uma preocupação da organização em deixar a Bienal atualizada no que tange as novas áreas de atuação para Designers gráficos.

10 Tabela 1 Total de Inscritos Nº de Trabalhos nos catálogos Estados Presentes Aberto para Não-Sócios Quantidade de categorias 1ª Bienal Não Indefinido 2ª Bienal Não Indefinido 3ª Bienal Não Indefinido 4ª Bienal = Sim 9 5ª Bienal Indefinido = 1215 indefinido Sim 14 Conclusões Os catálogos da ADG mostraram-se uma fonte adequada para a pesquisa em questão pois proporcionam o corpus desejado, em todo o espectro de categorias contempladas pelo design gráfico. Oferecem também uma seleção de trabalhos de qualidade, desenvolvidos por profissionais comprometidos com a classe e com atuação profissional significativa. A periodicidade bienal também é um fator relevante por proporcionar uma regularidade e uma continuidade no registro dessa produção ao longo dos anos tendo sido realizada a sua 9ª edição no ano de Não há outro evento que possua semelhante representatividade do Mercado de design gráfico no Brasil. A representatividade em relação ao Mercado a nível nacional, embora ambicionada desde o princípio pelos sócio-fundadores, toma corpo a partir da 4ª Bienal. Os argumentos colhidos com a pesquisa bibliográfica em publicações da ADG demonstraram o compromisso da Associação com a classe que representa, de tal forma que passou a constituir referência para esta mesma classe. Referências 2ª Bienal de Design Gráfico ADG 94. São Paulo: ADG, ª Bienal de Design Gráfico ADG 96. São Paulo: ADG, ª Bienal de Design Gráfico ADG 1998 Associados ADG. São Paulo: ADG, ª Bienal de Design Gráfico ADG 1998 Mostra seletiva. São Paulo: ADG, ª Bienal de Design Gráfico ADG 2000 Mostra institucional. São Paulo: ADG, ª Bienal de Design Gráfico ADG 2000 Mostra seletiva. São Paulo: ADG, Boletim ADG 1999 # 17 Boletim ADG 2000 # 19: pág. 03 Editorial BORGES, Adélia (org.). Expo ADG 90/92 (1 a Mostra da Produção de Design Gráfico dos Associados da ADG). São Paulo: ADG, 1992.

11 CONSOLO, Cecília (org.). Anatomia do Design: uma análise do Design Gráfico brasileiro. São Paulo: Blücher, MARCONI, Marina de A.; LAKATOS, Eva Maria. Técnicas de pesquisa: planejamento e execução de pesquisas, amostragens e técnicas de pesquisas, elaboração, análise e interpretação de dados. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2002.

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