PATOLOGIA APLICADA À ODONTOLOGIA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PATOLOGIA APLICADA À ODONTOLOGIA"

Transcrição

1 PATOLOGIA APLICADA À ODONTOLOGIA ACADÊMICOS DE ODONTOLOGIA DO CESCAGE FORMANDOS DE DEZEMBRO DE

2 PATOLOGIA APLICADA À OONTOLOGIA -Ali Hassan Haidar -Bryan Riquerme Fonseca -Carlos Eduardo Schmidt -Carlos Marcondes -Cinthia Campos -Cleverson Nunes -Deysi Micheli Michahouski -Diego Toebe Miranda -Suzana Raizer -Tainara Batista de Oliveira -Tharline Serrat Ioris -Thiago Sebben Dal Mas Prof.Roberley Araújo Assad -Eloyse Gaiovis Venante -Geiza Mara D. Lopes -Juliana Terassani -Juliano José Sonni Martins -Kaprice Chemin -Laiane Cristina Guis -Luciana L. Bagatelli -Marcela Silvia Ribas Leonardi Mariélly Costa Pedro Henrique Morais Assi -Rafael Macuglia -Rodrigo Amado -Rubya Carla Auer -Samira Maluf -Shayenne Pretel Basso 2

3 RELAÇÃO DAS PATOLOGIAS-1 -ABSCESSO PERIAPICAL -ABSCESSO PERIAMIGDALIANO -ABCESSO PERIODONTAL -ABRASÃO -ACTINOMICOSE CÉRVICO FACIAL -ADENOCARCINOMA DE CÉLULAS ACINARES -ADENOMA MONOMÓRFICO -ADENOMA OXIFILICO -ADENOMA PLEOMORFICO -ADENOMA PLEOMÓRFICO E TUMOR MISTO BENIGNO DE GLÂNDULAS SALIVARES -ADENOLINFOMA -AFTAS - AFTA MENOR (MIKULICS) - AFTA MAIOR (GIGANTIFORME) -AGENESIA:Hipodontia -AGENESIA -AIDS -ALVEOLITE -AMELOBLASTOMA -AMELOGÊNESE IMPERFEITA 3

4 RELAÇÃO DAS PATOLOGIAS-2 -AMILOIDOSE -ANQUILOSE (ANCILOSE) -ATRIÇÃO -BLASTOMICOSE -BOLSA PERIODONTAL -CALCIFICAÇÃO PULPAR -CÁLCULO DENTÁRIO -CÁLCULO PULPAR -CÂNCER BUCAL -CANCRO SIFILÍTICO -CANDIDOSE(CANDIDÍASE) -CARCINOMA BASOCELULAR -CEMENTOBLASTOMA (GRUPO DOS CEMENTOMAS) -CEMENTOBLASTOMA BENIGNO -CEMENTOMA GIGANTIFORME -CERATOACANTOMA 4

5 RELAÇÃO DAS PATOLOGIAS-3 -CERATOSE FOLICULAR -CISTO CILIADO -CISTO DERMÓIDE E EPIDERMÓIDE -CISTO DE ERUPÇÃO -CISTO DO TRATO TIREOGLOSSO -CISTO GENGIVAL DO ADULTO -CISTO GENGIVAL EM CRIANÇAS -CISTO MAXILAR ANTERIOR MEDIANO -CISTO MUCOSO BENIGNO DO SEIO MAXILAR -CISTO NASOLABIAL -CISTO ODONTOGÊNICO CALCIFICANTE -CISTO ÓSSEO ANEURISMÁTICO -CISTO ÓSSEO SIMPLES -CISTO PRIMORDIAL -CISTO RADICULAR -DISPLASIA CEMENTÁRIA PERIAPICAL(GRUPO DOS CEMENTOMAS) -DOENÇA DE CHRISTMAS -DOENÇA DE CROHN 5

6 RELAÇÃO DAS PATOLOGIAS-4 -DOENÇA DE HODGKIN -EROSÃO CAUSADA POR DENTADURA -EROSÃO DENTÁRIA(PERIMÓLISE) -ESTOMATITE DE CONTATO -ESTOMATITE MEDICAMENTOSA -ESTOMATITE NICOTÍNICA -ESTOMATITE URÊMICA OU AZETOMIA -EXOSTOSE -FARINGITE -FENDA LABIAL E PALATINA -FIBROMA -FIBROMA AMELOBLÁSTICO -FIBROMA CEMENTIFICANTE(GRUPO DOS CEMENTOMAS) -FIBROMA CEMENTO-OSSIFICANTE PERIFÉRICO -FIBROMA CONDROMIXÓIDE -FIBROMA DE CÉLULAS GIGANTES -FIBROMA OSSIFICANTE CENTRAL -FISSURA LABIOPALATAL -FLUOROSE DENTAL 6

7 RELAÇÃO DAS PATOLOGIAS-5 -FURÚNCULO GENGIVAL -GENGIVITE -GENGIVITE DA GRAVIDEZ -GENGIVITE DESCAMATIVA -GENGIVITE DURANTE MENSTRUAÇÃO -GENGIVITE HIPERPLÁSICA CRÔNICA -GENGIVITE MARGINAL CRÔNICA -GENGIVOESTOMATITES DOBRADA BRANCA FAMILIAL -GLOSSITE ROMBÓIDE MEDIANTE -GLOSSITE MIGRATÓRIA BEINIGNA -GRANULOMA CENTRAL DE CÉLULAS GIGANTES -GRANULOMA LETAL MEDIANO -GRANULOMA PERIAPICAL -GRANULOMA PIOGÊNICO -GRANULOMATOSE DE WEGENER -GRANULOMATOSE OROFACIAL -GRÂNULOS DE FORDYCE -GUNA 7

8 RELAÇÃO DAS PATOLOGIAS-6 -HEMANGIOMA -HEMI-HIPERTROFIA FACIAL -HEMORRAGIA -HERMARTROSE -HERPANGINA -HIPERCEMENTOSE -HIPERDONTIA -HIPERPLASIA -HIPERPLASIA FIBROSE INFLAMATÓRIA (EPÚLIDE) -HISTIOCITOSE -HISTIOCITOMA FIBROSO -IMPETIGO -LÁBIO DUPLO -LEIOMIOBLASTOMA -LEUCOCERATOSE(LEUCOPLASIA IDIOPÁTICA) -LEUCOPLASIA -LINFANGIOMA 8

9 RELAÇÃO DAS PATOLOGIAS-7 -LINFOMA -LINFOMA DE BURKITT -LINGUA FISSURADA -LINGUA GEOGRÁFICA -LINGUA PILOSA -LINHA ALBA -LIPOMAS -LIPOSSARCOMA -LIQUEN PLANO -LUPUS ERTEMATOSO DISCÓIDE -LUPUS ERITEMATOSO SISTÊMICO -MACRODONTIA -MACROGLOSSIA -MÁCULA MELANÓTICA -MANCHAS EXTRÍNSECAS -MELANOSE -METAMORFOSE CÁLCICA -MICRODONTIA 9

10 RELAÇÃO DAS PATOLOGIAS-8 -MIXOMA -MUCINOSE -MUCOPOLISSACARIDOSES -MUCOSE -MUCOSITE -NEVO BRANCO ESPONJOSO(Doença de Cannon) -NEUROFIBROMA -NEURILEMOMA -NEURALGIAS -NEUROMA -NOMA -ODONTODISPLASIA REGIONAL -ODONTOMA -ODONTOMA COMPOSTO -OLIGODONTIA -OSTEÍTE ALVEOLAR -OSTEÍTE CONDENSANTE 10

11 RELAÇÃO DAS PATOLOGIAS-9 -OSTEÍTE DEFORMANTE (Doença de Paget do Osso) -OSTEOARTRITE -OSTEOGÊNESE IMPERFEITA -PAPILOMA -PÁPULA -PARACOCOCIDIOIDOMICOSE -PAROTIDITE(Sialoadenite) -PÊNFIGO -PÉROLAS DE EPSTEIN -PÉROLAS DE ESMALTE -PERIODONTITE -PÓLIPOS -PORFIRIAS ERITROPOIÉTICAS -PSEUDOCISTOS -PULPITES -PÚRPURA RÂNULA 11

12 RELAÇÃO DAS PATOLOGIAS-10 -REABSORÇÃO EXTERNA RADICULAR -REABSORÇÃO ÓSSEA ALVEOLAR -SARCOMA -SARCOMA DE KAPOSI -SÍNDROME DA FENDA FACIAL -SÍNDROME DA ARTICULAÇÃO TÊMPORO MANDIBULAR -SÍNDROME DA MAMADEIRA(Cárie de Mamadeira) -SÍNDROME DA QUEIMAÇÃO DA BOCA -SÍNDROME DO QUEIXO AMOLECIDO -SÍNDROME DE ALBRIGHT -SINDROME DE ARDÊNCIA BUCAL(SAB) -SÍNDROME DE EAGLE(SÍNDROME ESTALÓIDE) -SÍNDROME DE GARDNER -SÍNDROME DE PAPILLON-LEVERVRE -SÍNDROME DE PEUTZ-JEGHERS -SÍNDROME DE REITER 12

13 RELAÇÃO DAS PATOLOGIAS-11 -TALASSEMIA -TATUAGEM -TAURODONTIA -TUMOR -TUMOR ACANTOMATOSO -TUMOR METASTATIZANTE -TUMOR MISTO BENIGNO DE GLÂNDULAS SALIVARES E ADENOMA PLEOMÓFICO -TUMOR MISTO MALIGNO -TUMOR DE PINDBORG -TUMOR DO PALATO -TUMOR -TUMOR RABDOMIOMA -TRIGONOCEFALIAS (Síndrome Crouzon) -TRIQUELOMONAS -TRIQUÍASE -TRISMO -TROMBOCITOPENIA -XANTOMAS -XERSOTOMIA 13

14 ABSCESSO PERIAPICAL: Processo purulento agudo ou crônico da região apical do dente. Origina-se em conseqüência de cárie e infecção da polpa, podendo originar-se também de traumas que resultam em necrose da polpa ou pela aplicação de agentes químicos durante o tratamento. Apresentação Clínica: O dente apresenta-se extremamente doloroso e ligeiramente extruído do alvéolo e com inflamação aguda do periodonto apical. Pode apresentar linfadenite regional (aumento de volume dos linfonodos) e febre. Imagem Clínica: Imagens cedidas pelo Dr. Roberley Assad Apresentação Radiográfica: há uma imagem radiolúcida mal definida, lobulada, em torno de um dente (afetado) ou mais (hígidos) de dimensões variadas. 14

15 Imagem Radiográfica: Sinônimos: Abscesso Alveolar, Abscesso Dentoalveolar e Abscesso Periapical. Autor:Ali Hassan Haidar 15

16 ABSCESSO PERIAMIGDALIANO: É uma amigdalite de origem bacteriana que se estende profundamente, formando uma cavidade com secreção purulenta (abscesso) nos tecidos ao redor das amígdalas. Dentro desta cavidade, a bactéria continua a se multiplicar resultando em um aumento do volume desta secreção podendo ser percebido pela assimetria das amígdalas afetadas. Apresentação Clínica: Apresenta assimetria de um lado da garganta em relação à outra, dificuldade para abrir a boca (já numa fase adiantada do processo), alteração do timbre da voz, ínguas (inchaço dos linfonodos) no pescoço e algumas vezes febre, dor de cabeça e desconforto no ouvido do lado afetado. Imagem Anatômica: saude/orlped/aa_pt.html Autor:Ali Hassan Haidar 16

17 ABCESSO PERIODONTAL: Está diretamente relacionado a uma bolsa periodontal preexistente. Quando esta bolsa atinge uma profundidade suficiente, entre 5 e 8 mm, os tecidos moles podem adaptar-se em torno do dente, obstruindo o orifício da bolsa. As bactérias multiplicam-se na profundidade da bolsa e provocam irritação suficiente para formar um abscesso. Este se caracteriza por um acumulo de pus localizado dentro da parede gengival da bolsa periodontal, resultando na destruição das fibras colágenas do ligamento periodontal e em perda óssea. Apresentação Clínica: Apresenta dor, edema, supuração (presença de pus), vermelhidão e sensibilidade à percussão. Observa-se uma tumefação da gengiva ao longo da região da raiz, além de uma superfície lisa e brilhante. Tem maior prevalência na região de molares, cerca de 69% dos casos. Imagem Clínica: so_periodontal/abscesso_periodontal.htm 17

18 Apresentação Radiográfica: há uma imagem radiolúcida bem definida, formato oval, entre os dois dentes (afetados). Imagem Radiográfica: Autor:Ali Hassan Haidar 18

19 ABRASÃO: É um desgaste patológico causado por um atrito intenso e continuado dos dentes. Ocorre geralmente nas superfícies expostas das raízes dos dentes, mas também pode ocorrer em outros lugares como nas superfícies incisais e proximais. Podem muitas vezes estar relacionados a hábitos ou ocupação do paciente. Apresentação Clínica: Desgaste anormal dos dentes. Imagem Clínica: Autor:Ali Hassan Haidar images/bandeirola/foto3. jpg Imagens retiradas do livro DIAGNÓSTICO BUCAL 3ª Edição, Autor Silvio Boraks 19

20 ACTINOMICOSE CÉRVICO FACIAL: É uma doença granulomatosa, purulenta e fibrosante, causada por bactérias anaeróbicas, gram-positivas. A bactéria Actinomices israelli, que é componente natural da microflora bucal, é o principal microorganismo causador da doença. É associada geralmente a traumatismos que favorecem a inoculação do microorganismo no local, como extrações dentais, fraturas e exposições pulpares. Ocorre principalmente na mandíbula. Apresentação Clínica: A manifestação clínica mais evidente é a exteriorização da lesão na forma de múltiplas fístulas na pele. Através da palpação nota-se fibrose intensa na área subjacente às fístulas. Imagem Clínica: Imagens retiradas do livro DIAGNÓSTICO BUCAL 3ª Edição, Autor Silvio Boraks Autor:Ali Hassan Haidar 20

21 ADENOCARCINOMA DE CÉLULAS ACINARES: Tumor maligno. Apresentação Clínica: Acomete mais a glândula parótida ( 1 a 3% dos tumores na parótida ) por ser a maior glândula acinar serosa. Comum em mulheres com mais de 40 anos. A maior parte dos casos acomete as glândulas menores( palato e lábios). Imagens clínicas: Figura 1- Autor: Ariovaldo Stadler 21

22 Imagem Tomográfica: Autor: Ariovaldo Stadler 22

23 ADENOMA MONOMÓRFICO: Apresentação Clínica: Grupo de tumores benignos de glândula salivar( Tumor de Warthin, Oncocitoma, Adenoma de Celulas Basais e Adenoma Canalicular). Acomete com mais frequencia glândulas salivares menores com predileção em idosos do sexo feminino. Indolor, pode ser confundido com mucolece. Imagens clínicas Imagem Tomográfica (apresenta-se Radiopaco.) Tumor de warthin (acomete principalmente A cauda da parotida) Imagens:www.ispub.com/.../ijorl/vol4n2/adenomafig1.jpg, sisbib.unmsm.edu.pe/.../pag18_fig2_a- B_g.jpg, escuela.med.puc.cl/.../fotos/salivale4.jpg Autor: Ariovaldo Stadler 23

24 ADENOMA OXIFILICO: Tumor benigno de glandulas salivares( mais raro). Apresentação Clínica: Predominante em idosos do sexo feminino. Apresenta-se firme e indolor. Podem ser bilaterais, ainda que apresentem exemplos de hiperplasia oncocítica multinodular ( oncocitose ). Os oncocitomas são encontrados no lobo superficial e sao clinicamente indistinguíveis de outros tumores benignos. Fonte: Autor: Ariovaldo Stadler 24

25 ADENOMA PLEOMORFICO: Tumor benigno. Apresentação Clinica: Acomete as glandulas salivares. É derivado de elementos ductais e miopiteliais. Pode ocorrer em qualquer idade, com predileçao por mulheres entre 30 e 50 anos. Imagens Clinicas: Imagens Tomográficas: Imagens:http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://www.arquivosdeorl.org.br/conteudo/imagesF ORL/378img_02.jpg&imgrefurl=http://www.arquivosdeorl.org.br/conteudo/acervo_port.asp%3Fid%3D37 8&h=549&w=675&sz=72&hl=pt- BR&start=1&um=1&tbnid=WV0Y51x2WrJEfM:&tbnh=112&tbnw=138&prev=/images%3Fq%3Dadenom a%2bpleomorfico%26svnum%3d10%26um%3d1%26hl%3dpt-br%26cr%3dcountrybr%26sa%3dg Autor: Ariovaldo Stadler 25

26 ADENOMA PLEOMÓRFICO E TUMOR MISTO BENIGNO DE GLÂNDULAS SALIVARES É o tumor de maior prevalência entre os tumores de glândulas salivares. Sua localização mais comum é no palato duro, próximo ao palato mole e no interior da glândula parótida. De evolução lenta, provocando nódulos firmes à palpação de dimensões variadas. Apresentações clinicas: Como parâmetro,é interessante notar que o adenoma na parótida é em geral unilateral, móvel indolor, de crescimento lento e uniforme, delimitados, de consistência firme à palpação. Imagens Clínicas: Imagem cedida por Dr. Román Carlos Autor: Ariovaldo Stadler 26

27 ADENOLINFOMA: Exclusivo da parótida. Apresentação Clínica: Predileção ao sexo masculino com mais de 50 nos. O tumor É superficial, tamanho superior a 3 cm, não é doloroso, indistinguível de outras lesões benignas da parótida Imagens: Fotomicrografia ilustrando cavidade cística. Imagem Radiográfica. Imagens:conganat.uninet.edu/.../076/P076F02p.jpg, encolombia.com/aoclaringeofig2.jpg Autor: Ariovaldo Stadler 27

28 AFTAS:São lesões ulceradas que apresentam algumas características clínicas díspares. É sempre muito dolorosa, impedindo ou dificultando a mastigação. Podem surgir isoladas ou agrupadas em determinadas regiões. Apresentação Clínica: Hipertermia local, prurido, hiperestasia, aspereza e inchaço na mucosa bucal e principalmente um eritema localizado. Imagem Clínica: ogsome.com/images/c anker_01.jpg med.br/dermatologia /aftas/afta2.gif g.br/jornal/073_jan_fe v_mar_2001/imagens/ boca_02.jpg Sinônimo: Estomatite Ulcerosa Recorrente (UAR). Autor:Ali Hassan Haidar 28

29 AFTA MENOR (MIKULICS): Úlcera circular rasa, em geral de contorno nítido, borda em geral não elevada, eritema ao redor com substância acinzentada ou amarelada no interior de pequenas dimensões. Apresentação Clínica: Úlceras arredondadas, de tamanho variável entre 2 a 4 mm de diâmetro. Superfície amarelada ou acinzentada com presença de um halo eritematoso. Atinge a mucosa oral não queratinizada, apresentando muita dor. Desaparece entre 7 e 10 dias. Imagem Clínica: Sinônimo(s): Estomatite Ulcerosa Recorrente (UAR), Mikulics, Afta vulgar. Autor:Ali Hassan Haidar Imagens cedidas pelo Dr. Roberley Assad 29

30 AFTA MAIOR (GIGANTIFORME): Forma mais séria, rara e severa. Atinge toda a mucosa mastigatória, provocando subalimentação, estresse e debilidade orgânica. Apresentação Clínica: Possui bordas elevadas, eritema ao redor. Superfície acinzentada ou amarelada devido a substancia em seu interior. Atinge proporções muito maiores do que a comum apresentando 1cm ou mais de diâmetro. Provoca dores muito intensas e desaparece entre 10 e 15 dias. Imagem Clínica: Imagens cedidas pelo Dr. Roberley Assad Sinônimos: Afta de Sutton, Periadenite Mucosa Necrótica Recorrente Cicatrizante e Afta Gigantigorme. Autor:Ali Hassan Haidar 30

31 AGENESIA: Hipodontia. Apresentação Clínica:A hipodontia caracteriza-se pela ausência de formação do gérmen dental e, quando o número de elementos ausentes ultrapassa o número de seis, recebe o nome de oligodontia. Imagens Radiográficas: Figura 1.Radiografias oclusais ilustrando a ausência congênita de 21 elementos dentais permanentes. Retirado do site:http://www.fafica.br/odontologia/jofa/jofa_2002/artigos/body/v02n1a03.html Autor: Ariovaldo Stadler 31

32 AGENESIA : Distúrbio do desenvolvimento das glândulas salivares. Apresentação Clínica: Ausência congênita das glândulas salivares maiores ou qualquer outro grupo de glândulas. A queixa principal de qualquer paciente com este problema e a xerostomia e rachadura nos labios. Imagens: Autor: Ariovaldo Stadler Imagens: reuma/mvc-420s.jpg, mouth.jpg 32

33 AIDS ( NOVO MEDICAMENTO) Apresentação Clínica: Doença viral que ataca o sistema imunologico ( linfócito tcd4), doença transmitida sexualmente ou em contato com sangue ou outro material contaminado ( agulhas). A pessoa fica imuno deficiente, e fica sucessivo a várias doenças pois o linfocito tcd4 que faz o reconhecimento de antígenos e avisa as outras celulas, assim, sem esta célula, a pessoa não desenvolve uma resposta imunológica pra nenhuma doença. Não existe cura, so tratamento atravez do coquetel com medicamentos que diminuem os sintomas da aids. Um novo medicamento foi aprovado e foi adicionado ao coquetel o T20, que impede que o hiv penetre nas celulas do organismo, o nome de comercial é Fuzeon, e é a mais nova arma contra o hiv.( O diagnóstico precoce é imoprtante). Autor: Ariovaldo Stadler 33

34 ALVEOLITE: É a complicação mais comum da cicatrização das feridas de extração conhecida tanbém como alvéolo seco. O nome da condição é derivado do fato de ue o alvéolo, depois da perda do coágulo, tem uma aparência seca devido ao osso exposto. A condição está ssociada com mais frequência a extrações traumaticas ou difíceis. Ocorre mais comumente na remoção do terceiros molares inferiores impactdos. O alvéolo seco é extramamente doloroso e geralmente é tratado pela inserção de um curativo. A cicatrização destas feridas infectantes é extremamente lenta, e pouco se pode fazer pelo paciente além de aliviar os sintomas subjetivos. Caracteristicas radiográficas: A lesão aparec como uma área radiopaca bem circunscritano local de uma extração prévia, e pode ser confundida como uma infecção residual. Características histologicas: Conciste em feixe denso de fibras colágenas com fibrócitos ocasionais e poucos vasos sanguíneos. Autor: Bryan Riquerme Fonseca 34

35 Apresentação Radiográfica: a) e) b) f) c) g) d) h) * mostra-se as características radiográficas em série da cicatrização da ferida: (a) imediatamente antes da extração; (b) duas semanas;(c) após um mês; (d) após dois meses; (e) após quatro meses; (f) após oito meses; (h) após quatorze meses. Autor: Bryan Riquerme Fonseca 35

36 Alveolite. Sinonimos: Alveolitis Sicca Dolorosa; Alveolalgia; Osteíte Pós-Operatória; Osteomielite Alveolar Aguda Localizada; Osteíte Alveolar; Obs: As fotos das imagens mostradas anteriormente foram retiradas do livro tratado de patologia bucal, 4ª edição. Autor: Bryan Riquerme Fonseca 36

37 AMELOBLASTOMA: é localmente destrutivo, com crescimento invasivo, mas sem formação de metástases. Segundo a definição, o ameloblastoma é visto como um tumor benigno, mas terapeuticamente deve ser encarado como um processo agressivo, para o qual deve-se considerar a necessidade de cirurgia radical. Apresentação Clínica: os sintomas principais são o aumento de volume indolor e o crescimento lento. É geralmente descoberto durante o exame radiográfico de rotina ou graças à expansão assintomática dos maxilares. Deslocamento dentário ou má oclusão ocasionais podem constituir-se no sinal inicial de apresentação. Apresentação Radiográfica: os ameloblastomas aparecem em 50% dos casos como lesões multiloculares(multicísticos/policísticos) com limites evidentes. Porém deve-se lembrar que, em pacientes com idade média de 29 anos, pode ocorrer a variante unilocular, sendo a variante multilocular observada em pacientes com idade média de 40,8 anos. Imagem Clínica Imagem Radiográfica Autor : Rafael Macuglia 37

38 AMELOBLASTOMA: É um tumor verdadeiro de tecido tipo órgão do esmalte, que não sofre diferenciação a ponto de formar esmalte. É descrito como um tumor usualmente unicêntrico, não funcional, de crescimento intermitente anatomicamente benigno e clinicamente persistente. Patogênese: Tem origem variada, embora o estímulo que inicia o processo seja desconhecido. Assim o tumor pode derivar: (1) de restos do órgão do esmalte, tanto remanescentes da lâmina dentária como remanescente da bainha de Hertwing (os restos epiteliais de Malassez); (2) do epitélio de cistos odontogênicos, particularmente do cisto dentígero, e de odontomas; (3) de distúrbios do desenvolvimento do órgão do esmalte; (4) de células basais do epitélio da superfície dos maxilares; ou (5) de epitélio heterotópico de outras partes do corpo, especialmente da glândula pituitária. Características radiográficas: tem sido descrita como como uma lesão multilocular, semelhante a um cisto. Sinônimos: Adamantinoma; Adamantoblastoma; Cisto Multilocular Autor: Bryan Riquerme Fonseca 38

39 Tipos de Ameloblastomas: Acantomatoso, cístico, de células basais, de células granulares, dos ossos longos, extra-ósseo, folicular, maligno, melanótico, periférico, pigmentado, pituitário, plexiform, pleximorfe unicístico, simples, sólido, unicístico. Apresentação Radiográfica: a) b) Na figura (a), as loculações típicas que ocorrem com freqência, aparecem nitidamente. Na figura (b), a radiográfia lateral dos maxilares mostra uma lesão em início sem loculações, mas com várias áreas focais de destruição óssea. Obs: fotos retirados do livro tratado de patologia bucal, 4ª edição. Autor: Bryan Riquerme Fonseca 39

40 Apresentação Radiográfica: Ameloblastoma em desenvolvimento. Cada radiografia foi tirada com intervalo de 2 anos. O crescimento lento do ameloblastoma ao longo do período de quatro anos é típico. a) b) As radiográfias periapical (A) e oclusal (B) mostram a destruição e a expansão do osso, que ocorre com frequência. Autor: Bryan Riquerme Fonseca 40

41 AMELOGÊNESE IMPERFEITA: Constitui um grupo de defeitos hereditários do esmalte sem associação com quaisquer outros defeitos generalizados. É um dsiturbio exclusivamente ectodémico, uma vez que os componentes mesodérmicos dos dentes estão basicamente normais. O alvéolo seco é extramamente doloroso e geralmente é tratado pela inserção de um curativo. A cicatrização destas feridas infectantes é extremamente lenta, e pouco se pode fazer pelo paciente além de aliviar os sintomas subjetivos. Características radiográficas: O esmalte pode aparecer completamente ausente, na radiográfia: pode aparecer como uam camada muito fina, principalmente sobre as pontas das cúspides e nas faces interproximais. Características histologicas: Há uma alteração na diferenciação ou viabilidade dos ameloblastos, no tipo hipoplásico, que se reflete na formação da matriz, incluindo ausênia da mesma. Curiosidade: Não há tratamento, exeto melhorar alguns aspéctos cosméticos. Em alguns casos, contudo, estes dentes não se mostram muito anormais ao observador desprevenido. Autor: Bryan Riquerme Fonseca 41

42 Imagem clínca: * O esmalte mostra se delgado, áspero e manchado. * Obs: imagem retirada do site se_incompleta.htm Autor: Bryan Riquerme Fonseca 42

43 AMILOIDOSE: A amiloidose é uma doença na qual ocorre o acúmulo de amilóide, uma proteína rara que normalmente não está presente no corpo, em vários tecidos. Na amiloidose primária, a causa é desconhecida. No entanto, a doença está associada a alterações das células plasmáticas, como o mieloma múltiplo, o qual também pode estar associado à amiloidose. A amiloidose secundária é assim denominada devido ao fato dela ser secundária a outras doenças (p.ex., tuberculose, infecções dos ossos, artrite reumatóide, febre familiar do Mediterrâneo ou ileíte granulomatosa). Uma terceira forma, a amiloidose hereditária, afeta os nervos e certos órgãos e foi detectada em indivíduos provenientes de Portugal, da Suécia, do Japão e de muitos outros países. Uma outra forma de amiloidose está associada ao envelhecimento normal e afeta particularmente o coração. Normalmente, a causa do acúmulo excessivo de amilóide é desconhecida. Entretanto, a amioidose pode ser uma resposta a várias doenças que causam infecção ou inflamação persistente. Além disso, uma outra forma de amiloidose está relacionada à doença de Alzheimer. Autor: Bryan Riquerme Fonseca 43

44 ANQUILOSE (ANCILOSE): É a impossibilidade ou incapacidade de movimentos de uma articulação. Tendo o dente uma articulação, uma ligação com o osso alveolar por meio das fibras periodontais. O fenômeno ocorre devido a um processo de absorção dos tecidos dentários pelo osso. Sua causa é desconhecida. Apresentação Clínica: Praticamente não há. A radiografia se torna um ótimo auxiliar para o diagnóstico. Imagem Esquemática: Percebemos pelo desenho a perda das fibras periodontais Imagem retirada do livro: Guia Completo da Saúde Bucal, Volume 2 Autor:Ali Hassan Haidar 44

45 ATRIÇÃO: Desgastes fisiológicos, resultantes do contato entre um dente e outro, como na mastigação. Ocorre somente nas faces incisais, oclusais e proximais. Está associado ao processo de envelhecimento, quanto mais idosa a pessoa maior será sua atrição. Varia muito para cada pessoa, vai depender muito da dieta alimentar dela e de sua força mastigatória empregada. Apresentação Clínica: A primeira manifestação clinica pode ser o aparecimento de uma pequena faceta polida na ponta ou crista de uma cúspide, ou pequeno achatamento da borda incisal. Ocorre redução na altura das cúspides e nivelamento dos planos oclusais. Não é dolorosa em função da formação de dentina secundaria, evitando a proximidade da polpa. Imagem Clínica: Autor:Ali Hassan Haidar cademico/casos/image s/bruxismo_briquismo_ abrasao/bruxismo.jpg 45

46 BLASTOMICOSE: A blastomicose (blastomicose norte-americana, doença de Gilchrist) é uma infecção causada pelo fungo Blastomyces dermatitidis. A blastomicose é basicamente uma infecção pulmonar, mas, algumas vezes, ela dissemina-se através da corrente sangüínea. Os esporos do Blastomyces provavelmente penetram no organismo através do trato respiratório, quando eles são inalados. A maioria das infecções ocorre nos Estados Unidos, sobretudo no sudeste e no vale do rio Mississipi. Também têm havido infecções em áreas muito dispersas da África. Geralmente são afetados homens com 20 a 40 anos de idade. A doença é rara em indivíduos com AIDS. Na boca a paracoccidiodomicose (Pbmicose) é uma micose sistêmica causada por Paracoccidioides brasiliensis, Os locais da boca mais acometidos são o palato, a gengiva e a língua. As demais mucosas de revestimento, adjacentes à cavidade bucal, também podem ser atingidas, incluindo faringe e laringe. Ainda que seja menos freqüente, a infecção pode invadir o tecido ósseo da boca, gerando complicações como a perfuração do palato duro quando o fungo se instala na maxila. Sinônimos: Doença de Gilchirst; Doença de Lutz (Paracoccidioidomicose); Autor: Bryan Riquerme Fonseca 46

47 Imagem clínca: A) Paracoccidioidomicose: ulceração com pontilhado hemorrágico na gengiva. Imagem retirada do site: B) Lesão bucal da paracoccidioidomicose. Imagem retirada so site: Autor: Bryan Riquerme Fonseca 47

48 CANCRO SIFILÍTICO: O cancro sifilítico ou luético ocorre na boca como manifestação primária da sífilis. Apresentação clínica: Seu aspecto é nodular, com depressão ou ulceração central, granuloso e de bordas elevadas, e ocorre com maior freqüência no lábio e na língua, mas pode ser encontrado em qualquer região da mucosa bucal. Imagem Clínica: Imagens retiradas do livro, Boraks. Autora: Samira Maluf 48

49 CARCINOMA BASOCELULAR: É mais comum em pessoas de pele clara. Geralmente ocorre após os 50 anos e atinge mais os homens. Este tipo de tumor tem origem no crescimento anormal das células da epiderme. Apresentação Clínica: Inicia-se geralmente a partir de uma área áspera da pele que torna-se saliente, podendo inclusive formar uma ferida. Imagem Clínica: Autor: Thiago Sebben Dal Mas Imagens retiradas do site: 49

50 CEMENTOBLASTOMA BENIGNO: é definido como neoplasia, que é caracterizada por deposição de tecido semelhante ao cemento, com muitas trabéculas. Na periferia, como no centro do crescimento não existe mineralização. Apresentação Clínica: é visto com mais freqüência na mandíbula do que na maxila e mais comumente na região posterior do que na anterior. Os homens são mais atingidos que as mulheres. Está intimamente associado à raiz de um dente permanente com vitalidade. Pode causar a expansão da cortical e, ocasionalmente, dor intermitente de baixa intensidade. Apresentação Radiográfica:é bem delimitado.a região radiopaca do tumor é circundada por uma estreita borda radiolúcida, de largura uniforme. Imagem Clínica Imagem Radiográfica Autor: Rafael Macuglia 50

51 CEMENTOBLASTOMA (GRUPO DOS CEMENTOMAS): Também conhecido como cementoma verdadeiro, é uma neoplasia benigna de origem mesenquimal. É uma proliferação de tecido semelhante ao cemento, próximo a raiz dentária. Ocorre principalmente em adultos jovens, com aproximadamente 25 anos de idade. Apresentação Clínica: Ocorre com mais freqüência na mandíbula, na região posterior e raramente na região posterior. Encontra-se na maioria das vezes na região de primeiro molar inferior, e com menor freqüência na região dos segundo e terceiro molares inferiores, dos pré-molares inferiores e superiores e de todos os molares superiores. Encontra-se associado à raiz de um dente permanente com vitalidade. A lesão é de crescimento lento que pode provocar expansão das corticais ósseas. Usualmente assintomática. Imagem Clínica: (Imagem retirada do livro, Neville) (Imagem retirada do livro, Reichart) 51

52 Apresentação Radiográfica: aparece como uma massa radiopaca densa, bem circunscrita, cercada freqüentemente por um halo radiolúcido fino, uniforme. O contorno da raiz afetada geralmente não está nítido, devido à reabsorção da raiz e à fusão da massa com o dente. Imagem Radiográfica: Imagem retirada do site: (Imagem retirada do livro, Reichart) Autora: Samira Maluf 52

53 CEMENTOMA GIGANTIFORME (GRUPO DOS CEMENTOMAS): É uma desordem nos ossos gnáticos que tem como conseqüência a formação de tumor odontogênico benigno ( massa esclerótica mineralizada desorganizada), autolimitado, intra-ósseo. A lesão é transmitida através de um caráter autossômico dominante. Apresentação Clínica: Aparece como uma massa extremamente calcificada, composta de cemento. Ocorre no complexo maxilomandibular. Pode causar expansão óssea, deformidade facial, má oclusão e impactação. Imagem Clínica: Imagem retirada do livro, Castro 53

54 Apresentação Radiográfica: Inicialmente aparece como imagens radiolúcidas múltiplas nas regiões periapicais. Na fase intermediária aparece como uma lesão mista ( regiões radiopacas e radiolúcidas) substituindo o osso sadio. Quando a lesão esta madura, podemos observar massas densas de cemento (imagens radiopacas) extremamente calcificadas, contendo uma fina borda radiolúcida. Imagem Radiográfica: Imagem retirada do livro, Castro. Autora: Samira Maluf 54

55 CERATOACANTOMA: Conhecido como pseudocarcinoma ou carcinoma autocicatrizante pelo fato da lesão se desenvolver por vários meses, atingir um tamanho máximo e regredir. É uma proliferação epitelial benigna autolimitante. Os agentes etiológicos podem ser carcinógenos químicos, HPV (Papiloma Vírus) dos subtipos 26 e 37, imunossupressão e radiação solar. Apresentação Clínica: Ocorre em maior freqüência em pacientes com idade superior a 45 anos do sexo masculino. A lesão aparece como um nódulo, bem delineado e consistente. Pode se apresentar eritematoso (vermelhidão). A lesão desenvolve-se rapidamente e regride espontaneamente, deixando cicatriz depressiva. Imagem Clínica: (Imagem retirada do livro, Neville) Autora: Samira Maluf 55

PROCESSOS PROLIFERATIVOS NÃO NEOPLÁSICOS

PROCESSOS PROLIFERATIVOS NÃO NEOPLÁSICOS DISCIPLINA DE PATOLOGIA ORAL E MAXILOFACIAL Graduação em Odontologia - 5º Período PROCESSOS PROLIFERATIVOS NÃO NEOPLÁSICOS http://lucinei.wikispaces.com Prof.Dr. Lucinei Roberto de Oliveira 2012 GRANULOMA

Leia mais

Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde Bucal CID 10

Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde Bucal CID 10 Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde Bucal CID 10 K00 - Distúrbios do Desenvolvimento e da Erupção Dos Dentes K00.0 - Anodontia K00.1 - Dentes Supranumerários

Leia mais

Patologia Buco Dental Prof. Dr. Renato Rossi Jr. www.professorrossi.com

Patologia Buco Dental Prof. Dr. Renato Rossi Jr. www.professorrossi.com TUMORES BENIGNOS PAPILOMA: Papiloma é uma neoplasia benigna de origem epitelial. Clinicamente apresenta-se como lesão exofítica, de superfície irregular ou verrucosa com aspecto de couve-flor, assintomático,

Leia mais

Hermann Blumenau- Complexo Educacional Curso Técnico em Saúde Bucal. Patologia Bucal. Prof. Patrícia Cé

Hermann Blumenau- Complexo Educacional Curso Técnico em Saúde Bucal. Patologia Bucal. Prof. Patrícia Cé Hermann Blumenau- Complexo Educacional Curso Técnico em Saúde Bucal Patologia Bucal Prof. Patrícia Cé No organismo, verificam-se formas de crescimento celular controladas e não controladas. A hiperplasia,

Leia mais

Centro Universitário Cesmac CAMILA MARIA BEDER RIBEIRO

Centro Universitário Cesmac CAMILA MARIA BEDER RIBEIRO Centro Universitário Cesmac CAMILA MARIA BEDER RIBEIRO TUMORES ODONTOGÊNICOS Tumores odontogênicos - grupo de doenças heterogêneas que vão desde hamartomas ou proliferação de tecido não neoplásico a neoplasias

Leia mais

METODOLOGIA DO EXAME CLÍNICO

METODOLOGIA DO EXAME CLÍNICO Disciplina: Estomatologia METODOLOGIA DO EXAME CLÍNICO Prof.Dr. Lucinei Roberto de Oliveira 2012 Levantamentos Epidemiológicos Clássicos Exame Clínico Nível de Doença não detectada Exames Complementares

Leia mais

Hermann Blumenau- Complexo Educacional Curso Técnico em Saúde Bucal. Patologia Bucal. Prof. Patrícia Cé

Hermann Blumenau- Complexo Educacional Curso Técnico em Saúde Bucal. Patologia Bucal. Prof. Patrícia Cé Hermann Blumenau- Complexo Educacional Curso Técnico em Saúde Bucal Patologia Bucal Prof. Patrícia Cé Conceito Do grego, pathós= sofrimento, doença lógos= estudo É o ramo da ciência que se ocupa das alterações

Leia mais

NEOPLASIAS DE ORIGEM MESENQUIMAL E NOMENCLATURA DAS NEOPLASIAS

NEOPLASIAS DE ORIGEM MESENQUIMAL E NOMENCLATURA DAS NEOPLASIAS NEOPLASIAS DE ORIGEM MESENQUIMAL E NOMENCLATURA DAS NEOPLASIAS Curso: Graduação em Odontologia 4 º e 5 º Períodos Disciplina: Patologia Oral http://lucinei.wikispaces.com Prof.Dr. Lucinei Roberto de Oliveira

Leia mais

Disciplina: Patologia Oral PARTE. Curso: Odontologia 4º e 5º Períodos

Disciplina: Patologia Oral PARTE. Curso: Odontologia 4º e 5º Períodos Graduação em Odontologia Disciplina: Patologia Oral PATOLOGIA ÓSSEA { 4 a PARTE Curso: Odontologia 4º e 5º Períodos h t t p : / / l u c i n e i. w i k i s p a c e s. c o m Prof.Dr. Lucinei Roberto de Oliveira

Leia mais

Tumores Odontogênicos

Tumores Odontogênicos Karla Mayra Rezende Marcelo Bönecker Tumores Odontogênicos Introdução Tumores odontogênicos compreendem grupos de neoplasias que tem como origem os tecidos formadores dos dentes. O clinico tem como responsabilidade

Leia mais

TUMORES ODONTOGÊNICOS

TUMORES ODONTOGÊNICOS TUMORES ODONTOGÊNICOS Graduação em Odontologia 4 o e 5 o períodos Disciplina: Patologia Oral 14/11/12 Prof.Dr. Lucinei Roberto de Oliveira 2012 TUMORES ODONTOGÊNICOS Grupo complexo de lesões de diversos

Leia mais

. Classificação Internacional de Doenças CID 10 Capítulo XI - Doenças do Aparelho Digestivo (K00-K93)... 1

. Classificação Internacional de Doenças CID 10 Capítulo XI - Doenças do Aparelho Digestivo (K00-K93)... 1 Sumário. Classificação Internacional de Doenças CID 10 Capítulo XI - Doenças do Aparelho Digestivo (K00-K93)... 1 K00. Distúrbios do desenvolvimento e da erupção dos dentes... 1 K01. Dentes inclusos e

Leia mais

ODONTOLOGIA CANINA. Introdução

ODONTOLOGIA CANINA. Introdução ODONTOLOGIA CANINA Juliana Kowalesky Médica Veterinária Mestre pela FMVZ -USP Pós graduada em Odontologia Veterinária - ANCLIVEPA SP Sócia Fundadora da Associação Brasileira de Odontologia Veterinária

Leia mais

ASPECTOS DE IMAGEM DAS ALTERAÇÕES DA RAIZ DENTAL

ASPECTOS DE IMAGEM DAS ALTERAÇÕES DA RAIZ DENTAL ASPECTOS DE IMAGEM DAS ALTERAÇÕES DA RAIZ DENTAL Vamos descrever a seguir as principais imagens das alterações da raiz dental. As ocorrências, em sua maioria, são provenientes de causas patológicas. FORMA

Leia mais

ASPECTO DE IMAGEM DAS ESTRUTURAS DO DENTE

ASPECTO DE IMAGEM DAS ESTRUTURAS DO DENTE ASPECTO DE IMAGEM DAS ESTRUTURAS DO DENTE O órgão dentário, um dos elementos do aparelho mastigatório, é constituído por tecidos especificamente dentais (esmalte, dentina, polpa) e por tecidos periodontais

Leia mais

Tumores Benignos dos Tecidos Moles

Tumores Benignos dos Tecidos Moles Tumores Benignos dos Tecidos Moles Classificação - OMS (2005) Hamartoma: crescimento dismórfico de tecido original de uma região. Geralmente autolimitante e pode sofrer involução Neoplasia: crescimento

Leia mais

TUMORES OSSEOS EM CABEÇA E PESCOÇO

TUMORES OSSEOS EM CABEÇA E PESCOÇO CABEÇA E PECOÇO UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ HOSPITAL WALTER CANTÍDIO Residência em Cirurgia de Cabeça e Pescoço TUMORES OSSEOS EM Geamberg Macêdo Agosto - 2006 TUMORES ÓSSEOS BÊNIGNOS OSTEOMA CONDROMAS

Leia mais

NEOPLASIAS DE ORIGEM MESENQUIMAL

NEOPLASIAS DE ORIGEM MESENQUIMAL NEOPLASIAS DE ORIGEM MESENQUIMAL Curso: Odontologia 4 º e 5 º Períodos Disciplina: Patologia Oral http://lucinei.wikispaces.com Prof.Dr. Lucinei Roberto de Oliveira 2012 NEOPLASIAS NOMENCLATURA - O critério

Leia mais

DIAGNÓSTICO COLETA DE DADOS RACIOCÍNIO E DEDICAÇÃO

DIAGNÓSTICO COLETA DE DADOS RACIOCÍNIO E DEDICAÇÃO EXAME CLÍNICO DA DOENÇA PERIODONTAL DIAGNÓSTICO PERIODONTAL CONSISTE O DIAGNÓSTICO NA ANÁLISE DO PERIODONTAL HISTÓRICO DO CASO, NA AVALIAÇÃO DOS SINAIS CLÍNICOS E SINTOMAS, COMO TAMBÉM DOS RESULTADOS DE

Leia mais

Alterações da polpa, do periápice e do periodonto

Alterações da polpa, do periápice e do periodonto Disciplina: Patologia Oral Alterações da polpa, do periápice e do periodonto Parte 2 Prof.Dr. Lucinei Roberto de Oliveira 2º Semestre - 2012 ALTERAÇÕES DA POLPA, DO PERIÁPICE E DO PERIODONTO PATOLOGIA

Leia mais

ASPECTO RADIOGRÁFICO DAS ALTERAÇÕES DA COROA DENTAL

ASPECTO RADIOGRÁFICO DAS ALTERAÇÕES DA COROA DENTAL ASPECTO RADIOGRÁFICO DAS ALTERAÇÕES DA COROA DENTAL Analisando-se a imagem de um dente íntegro, todas as suas partes são facilmente identificáveis, pois já conhecemos sua escala de radiopacidade e posição

Leia mais

CLASSIFICAÇÃO 20/08/2010. Doenças das Glândulas Salivares AGUDA CRÔNICA EPIDÊMICA. Alterações de origem infecciosa. Alterações obstrutivas

CLASSIFICAÇÃO 20/08/2010. Doenças das Glândulas Salivares AGUDA CRÔNICA EPIDÊMICA. Alterações de origem infecciosa. Alterações obstrutivas Diagnóstico e Tratamento CLASSIFICAÇÃO Alterações de origem infecciosa Alterações obstrutivas Alterações Auto-imunes Alterações tumorais ou neoplásicas Doenças das Glândulas Salivares Sialoadenites (Parotidites)

Leia mais

Componente Curricular: Patologia e Profilaxia Módulo I Profª Mônica I. Wingert Turma 101E TUMORES

Componente Curricular: Patologia e Profilaxia Módulo I Profª Mônica I. Wingert Turma 101E TUMORES TUMORES Tumores, também chamados de neoplasmas, ou neoplasias, são alterações celulares que provocam o aumento anormal dos tecidos corporais envolvidos. BENIGNO: são considerados benignos quando são bem

Leia mais

ASPECTO RADIOGRÁFICO DAS ALTERAÇÕES DO PERIODONTO

ASPECTO RADIOGRÁFICO DAS ALTERAÇÕES DO PERIODONTO ASPECTO RADIOGRÁFICO DAS ALTERAÇÕES DO PERIODONTO ESTUDAR COM ATENÇÃO AMPLIAR AS IMAGENS PARA OBSERVAR OS DETALHES O periodonto (peri= em redor de; odontos = dente) compreende a gengiva, o ligamento periodontal,

Leia mais

2. Quando o implante dental é indicado?

2. Quando o implante dental é indicado? Dúvidas sobre implantodontia: 1. O que são implantes? São cilindros metálicos (titânio) com rosca semelhante a um parafuso que são introduzidos no osso da mandíbula (arco inferior) ou da maxila (arco superior),

Leia mais

CLASSIFICAÇÃO ESTATÍSTICA INTERNACIONAL DE DOENÇAS E PROBLEMAS RELACIONADOS À SAÚDE (DÉCIMA REVISÃO - CID-10)

CLASSIFICAÇÃO ESTATÍSTICA INTERNACIONAL DE DOENÇAS E PROBLEMAS RELACIONADOS À SAÚDE (DÉCIMA REVISÃO - CID-10) CLASSIFICAÇÃO ESTATÍSTICA INTERNACIONAL DE DOENÇAS E PROBLEMAS RELACIONADOS À SAÚDE (DÉCIMA REVISÃO - CID-10) DOENÇAS DA CAVIDADE ORAL, DAS GLÂNDULAS SALIVARES E DOS MAXILARES K00 Distúrbios do desenvolvimento

Leia mais

Considerações sobre Lesões Teciduais Buco Maxilo Faciais

Considerações sobre Lesões Teciduais Buco Maxilo Faciais Considerações sobre Lesões Teciduais Buco Maxilo Faciais Autor: Cassiano Augusto Fraiha Amaral Orientador: Prof. Almir Alves Feitosa Novembro 2012 Lesões Fundamentais Os processos patológicos básicos manifestam-se

Leia mais

1. Doenças periodontais em pacientes HIV positivos. 3. Analgesia no Serviço de Estomatologia do Hospital Heliópolis

1. Doenças periodontais em pacientes HIV positivos. 3. Analgesia no Serviço de Estomatologia do Hospital Heliópolis 5º Curso de Aprimoramento e 1º Curso de Especialização 1995/1996 1. Doenças periodontais em pacientes HIV positivos 2. Leucoplasia Bucal, aspectos gerais e casuística do Serviço de Diagnóstico Bucal do

Leia mais

UNA-SUS Universidade Aberta do SUS SAUDE. da FAMILIA. CASO COMPLEXO 6 Dona Margarida. Fundamentação Teórica: Odontologia geriátrica

UNA-SUS Universidade Aberta do SUS SAUDE. da FAMILIA. CASO COMPLEXO 6 Dona Margarida. Fundamentação Teórica: Odontologia geriátrica CASO COMPLEXO 6 Dona Margarida : Maria Angela M. Mimura As alterações e patologias apresentadas no caso de Dona Margarida são diversas e de etiologias diferentes, portanto serão tratadas por itens de modo

Leia mais

Anatomia e Fisiologia Humana SISTEMA DIGESTÓRIO. DEMONSTRAÇÃO (páginas iniciais)

Anatomia e Fisiologia Humana SISTEMA DIGESTÓRIO. DEMONSTRAÇÃO (páginas iniciais) Anatomia e Fisiologia Humana SISTEMA DIGESTÓRIO DEMONSTRAÇÃO (páginas iniciais) 1ª edição janeiro/2007 SISTEMA DIGESTÓRIO SUMÁRIO Sobre a Bio Aulas... 03 Sistema Digestório... 04 Boca... 05 Características

Leia mais

UNA-SUS Universidade Aberta do SUS SAUDE. da FAMILIA. CASO COMPLEXO 4 Maria do Socorro. Fundamentação Teórica: HIV e saúde bucal

UNA-SUS Universidade Aberta do SUS SAUDE. da FAMILIA. CASO COMPLEXO 4 Maria do Socorro. Fundamentação Teórica: HIV e saúde bucal CASO COMPLEXO 4 Maria do Socorro : Cleonice Hirata A infecção por HIV tem uma associação relativamente alta com manifestações bucais e otorrinolaringológicas, tais como linfoadenopatias cervicais, infecções

Leia mais

ANATOMIA DO PERIODONTO

ANATOMIA DO PERIODONTO INAPÓS - Faculdade de Odontologia e Pós Graduação DISCIPLINA DE PERIODONTIA ANATOMIA DO PERIODONTO Prof.Dr. Lucinei Roberto de Oliveira http://lucinei.wikispaces.com 2012 PERIODONTO DE SUSTENTAÇÃO Ligamento

Leia mais

TUMORES DE GLÂNDULAS SALIVARES

TUMORES DE GLÂNDULAS SALIVARES Dr. Marcio R. Studart da Fonseca Cirurgia de Cabeça e Pescoço-HUWC/UFC Sistema Salivar 3 pares de Glândulas Salivares Maiores Parótidas Submandibulares Sublinguais Centenas de Glândulas Salivares Menores

Leia mais

Doenças Infecciosas que Acometem a Cavidade Oral

Doenças Infecciosas que Acometem a Cavidade Oral Disciplina: Semiologia Doenças Infecciosas que Acometem a Cavidade Oral PARTE 2 http://lucinei.wikispaces.com Prof.Dr. Lucinei Roberto de Oliveira 2012 FAMÍLIA HHV Alfaherpesvirinae HHV1(herpes bucal)

Leia mais

Pâncreas. Pancreatite aguda. Escolha uma das opções abaixo para ler mais detalhes.

Pâncreas. Pancreatite aguda. Escolha uma das opções abaixo para ler mais detalhes. Pâncreas Escolha uma das opções abaixo para ler mais detalhes. Pancreatite aguda Pancreatite crônica Cistos pancreáticos Câncer de Pancrêas Pancreatite aguda O pâncreas é um órgão com duas funções básicas:

Leia mais

Leucemias e Linfomas LEUCEMIAS

Leucemias e Linfomas LEUCEMIAS 23 Leucemias e Linfomas LEUCEMIAS A leucemia representa um grupo de neoplasias malignas derivadas das células hematopoiéticas. Esta doença inicia sempre na medula-óssea, local onde as células sangüíneas

Leia mais

A Importância da Saúde Bucal. na Saúde Geral

A Importância da Saúde Bucal. na Saúde Geral PALESTRA A Importância da Saúde Bucal na Saúde Geral A saúde começa pela boca Os dentes são importantes na mastigação dos alimentos, fala, e estética, influenciando diretamente na auto-estima do indivíduo

Leia mais

Linfomas. Claudia witzel

Linfomas. Claudia witzel Linfomas Claudia witzel Pode ser definido como um grupo de diversas doenças neoplásicas : Do sistema linfático Sistema linfóide Que tem origem da proliferação de linfócitos B ou T em qualquer um de seus

Leia mais

SEMIOLOGIA Prof. Dr. Ophir Ribeiro Jr

SEMIOLOGIA Prof. Dr. Ophir Ribeiro Jr SEMIOLOGIA Prof. Dr. Ophir Ribeiro Jr 1 1) (cetro) As lesões bucais, chamadas placas mucosas, usualmente são placas branco-acinzentadas, múltiplas, indolores, sobrepostas a uma superfície ulcerada, que

Leia mais

Placa bacteriana espessa

Placa bacteriana espessa A IMPORTÂNCIA DA SAÚDE BUCAL A saúde bucal é importante porque a maioria das doenças e a própria saúde começam pela boca. Por exemplo, se você não se alimenta bem, não conseguirá ter uma boa saúde bucal,

Leia mais

Aula 9: Laudo Radiográfico

Aula 9: Laudo Radiográfico Aula 9: Laudo Radiográfico Autora: Profª. Rosana da Silva Berticelli Edição: Luana Christ e Bruna Reuter Definição: É a interpretação das imagens radiográficas, reconhecendo as estruturas e reparos anatômicos

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CAMPUS DE SOBRAL CURSO DE ODONTOLOGIA PATOLOGIA GERAL E ORAL

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CAMPUS DE SOBRAL CURSO DE ODONTOLOGIA PATOLOGIA GERAL E ORAL SUB- PATOLOGIA GERAL E ORAL Estomatologia Métodos de Diagnóstico I e II Processos Patológicos PROGRAMA SUGERIDO (PROVA ESCRITA / DIDÁTICA / PRÁTICA) - TEMAS 1. Cistos dos maxilares. 2. Neoplasias benignas

Leia mais

DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS

DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS Doenças Sexualmente Transmissíveis são aquelas que são mais comumente transmitidas através da relação sexual. PRINCIPAIS DOENÇAS SEXUALMENTE

Leia mais

DSTS - Doenças Sexualmente Transmissíveis. Alunas : Manuella Barros / Anna Morel /Elaine Viduani.

DSTS - Doenças Sexualmente Transmissíveis. Alunas : Manuella Barros / Anna Morel /Elaine Viduani. DSTS - Doenças Sexualmente Transmissíveis Alunas : Manuella Barros / Anna Morel /Elaine Viduani. O que são DSTS? São as doenças sexualmente transmissíveis (DST), são transmitidas, principalmente, por contato

Leia mais

ANOMALIAS DO DESENVOLVIMENTO DENTÁRIO

ANOMALIAS DO DESENVOLVIMENTO DENTÁRIO Disciplina: Patologia Oral e Maxilofacial ANOMALIAS DO DESENVOLVIMENTO DENTÁRIO Prof.Dr. Lucinei Roberto de Oliveira 2012 Anomalias do desenvolvimento da boca e Anomalias dentárias ANOMALIAS DE DESENVOLVIMENTO

Leia mais

IMAGENS DAS ALTERAÇÕES DA COROA DENTAL

IMAGENS DAS ALTERAÇÕES DA COROA DENTAL IMAGENS DAS ALTERAÇÕES DA COROA DENTAL Em um dente íntegro, suas imagens são facilmente identificáveis, pois já conhecemos a escala de radiopacidade. Estudamos as imagens das estruturas anatômicas, suas

Leia mais

D.S.T. CANCRO MOLE TRICOMO ÍASE CANDIDÍASE HERPES CONDILOMA LI FOGRA ULOMA GONORRÉIA SÍFILIS GRANULOMA AIDS

D.S.T. CANCRO MOLE TRICOMO ÍASE CANDIDÍASE HERPES CONDILOMA LI FOGRA ULOMA GONORRÉIA SÍFILIS GRANULOMA AIDS D.S.T D.S.T. CANCRO MOLE TRICOMO ÍASE CANDIDÍASE HERPES CONDILOMA LI FOGRA ULOMA GONORRÉIA SÍFILIS GRANULOMA AIDS CANCRO MOLE Agente: bactéria Haemophilus ducreyi Transmissão: sexo vaginal, anal ou oral

Leia mais

Manipulação de Tecido Mole ao Redor de Implantes na Zona Estética

Manipulação de Tecido Mole ao Redor de Implantes na Zona Estética Manipulação de Tecido Mole ao Redor de Implantes na Zona Estética Figura 9 1A Diagrama de secção transversal mostrando um implante no local do incisivo. A forma côncava do rebordo vestibular é evidenciada.

Leia mais

A gengivite é uma inflamação das gengivas provocada por acumulação de placa bacteriana e tártaro como consequência

A gengivite é uma inflamação das gengivas provocada por acumulação de placa bacteriana e tártaro como consequência Periodontologia É a disciplina da medicina dentária que se dedica à prevenção, diagnóstico e tratamento das doenças das gengivas e das estruturas de suporte dos dentes. A inflamação e o sangramento das

Leia mais

DOENÇA INFLAMATÓRIA INTESTINAL. Profª. Thais de A. Almeida Aula 21/05/13

DOENÇA INFLAMATÓRIA INTESTINAL. Profª. Thais de A. Almeida Aula 21/05/13 DOENÇA INFLAMATÓRIA INTESTINAL Profª. Thais de A. Almeida Aula 21/05/13 Doença Inflamatória Intestinal Acometimento inflamatório crônico do TGI. Mulheres > homens. Pacientes jovens (± 20 anos). Doença

Leia mais

Câncer de Pulmão. Prof. Dr. Luis Carlos Losso Medicina Torácica Cremesp 18.186

Câncer de Pulmão. Prof. Dr. Luis Carlos Losso Medicina Torácica Cremesp 18.186 Câncer de Pulmão Todos os tipos de câncer podem se desenvolver em nossas células, as unidades básicas da vida. E para entender o câncer, precisamos saber como as células normais tornam-se cancerosas. O

Leia mais

Alterações da normalidade podem ocorrer nos tecidos orais, sendo necessário

Alterações da normalidade podem ocorrer nos tecidos orais, sendo necessário ARTIGO ORIGINAL Conhecimento e importância atribuída a conteúdos curriculares de Patologia Oral por estudantes de Odontologia e cirurgiões-dentistas Knowledge and importance attached to curricular contents

Leia mais

Manifestações Orais em Pacientes com AIDS

Manifestações Orais em Pacientes com AIDS MANIFESTAÇÕES ORAIS EM PACIENTES COM AIDS Tatiana Rodrigues Souza Silva 1 ; Itana Raquel Soares de Souza 2 ; Éslley Djoconnda Inácio Santos Paes da Silva 3 ; Maria Juliety Siqueira 4 ; Uoston Holder da

Leia mais

Dra. Rosângela Ap. de Freitas Albieri TSB: Andre Santos e Clarice R.Silva Secretaria Municipal de Saúde Centro de Especialidades Odontologicas- CEO

Dra. Rosângela Ap. de Freitas Albieri TSB: Andre Santos e Clarice R.Silva Secretaria Municipal de Saúde Centro de Especialidades Odontologicas- CEO SAÚDE BUCAL Dra. Rosângela Ap. de Freitas Albieri TSB: Andre Santos e Clarice R.Silva Secretaria Municipal de Saúde Centro de Especialidades Odontologicas- CEO ANATOMIA BUCAL ANATOMIA DENTAL TIPOS DE DENTES

Leia mais

RLN (regional lymphnode linfonodo regional) 53-74%(tamanho não esta alterado). Pacientes com Mandubulectomia e Maxilectomia o MST é acima de um ano.

RLN (regional lymphnode linfonodo regional) 53-74%(tamanho não esta alterado). Pacientes com Mandubulectomia e Maxilectomia o MST é acima de um ano. Cirur.: Cirugia RLN:Regional Lynphonode/ Limfonodo regional Neoplasias Orais MST: Mean survive time/tempo médio de sobrevivência Leonel Rocha, DVM, MV DentalPet@gmail.com Melanoma maligno É o tumor oral

Leia mais

DISCIPLINA DE PATOLOGIA BUCAL CÓDIGO E NOME DA DISCIPLINA: PTL 7003 - Patologia Bucal

DISCIPLINA DE PATOLOGIA BUCAL CÓDIGO E NOME DA DISCIPLINA: PTL 7003 - Patologia Bucal DISCIPLINA DE PATOLOGIA BUCAL CÓDIGO E NOME DA DISCIPLINA: PTL 7003 - Patologia Bucal DEPARTAMENTO: PTL - Patologia FASE: CARGA HORÁRIA: 4 a. 07hs/aula; total: 126hs/aula semestral PROFESSORES DA DISCIPLINA:

Leia mais

podem desenvolver-se até atingirem um tamanho considerável antes dos sintomas se manifestarem. Por outro lado, em outras partes do cérebro, mesmo um

podem desenvolver-se até atingirem um tamanho considerável antes dos sintomas se manifestarem. Por outro lado, em outras partes do cérebro, mesmo um Um tumor é uma massa anormal em qualquer parte do corpo. Ainda que tecnicamente ele possa ser um foco de infecção (um abcesso) ou de inflamação; o termo habitualmente significa um novo crescimento anormal

Leia mais

Câncer de Pele. Os sinais de aviso de Câncer de Pele. Lesões pré câncerigenas. Melanoma. Melanoma. Carcinoma Basocelular. PEC SOGAB Júlia Käfer

Câncer de Pele. Os sinais de aviso de Câncer de Pele. Lesões pré câncerigenas. Melanoma. Melanoma. Carcinoma Basocelular. PEC SOGAB Júlia Käfer Lesões pré câncerigenas Os sinais de aviso de Câncer de Pele Câncer de Pele PEC SOGAB Júlia Käfer Lesões pré-cancerosas, incluindo melanoma, carcinoma basocelular e carcinoma espinocelular. Estas lesões

Leia mais

TUMORES GIGANTES DE OVÁRIO

TUMORES GIGANTES DE OVÁRIO TUMORES GIGANTES DE OVÁRIO Os autores apresentam três casos de Tumores Gigantes de Ovário, sendo um com alto grau de malignidade (Linfoma do tipo Burkitt), dois benignos (Cisto Seroso e Teratoma), porém

Leia mais

Premissa. Códigos e rios

Premissa. Códigos e rios Índices epidemiológicos em saúde bucal 3/10/2011 Prof. Samuel Jorge Moysés, Ph.D. 1 Premissa A epidemiologia pode ser definida como o estudo da distribuição e dos determinantes de eventos ou estados relacionados

Leia mais

Procedimento (Analitico)

Procedimento (Analitico) Ministério da Saúde - MS Secretaria de Atenção à Saúde Tabela de Procedimentos, Medicamentos, Órteses, Próteses e Materiais Especiais do SUS Procedimento (Analitico) 0414020014 - ALVEOLOTOMIA / ALVEOLECTOMIA

Leia mais

É a etapa inicial do tratamento do canal, consiste em o dentista atingir a polpa dentária (nervinho do dente).

É a etapa inicial do tratamento do canal, consiste em o dentista atingir a polpa dentária (nervinho do dente). É a etapa inicial do tratamento do canal, consiste em o dentista atingir a polpa dentária (nervinho do dente). Consiste na regularização do alvéolo (local onde está inserido o dente), geralmente após a

Leia mais

Etiologia. Infecciosa Auto-imune Traumática. DCP / APN Dulce Cabelho Passarelli / André Passarelli Neto. Tratamento. Depende: Origem Diagnóstico

Etiologia. Infecciosa Auto-imune Traumática. DCP / APN Dulce Cabelho Passarelli / André Passarelli Neto. Tratamento. Depende: Origem Diagnóstico Infecciosa Auto-imune Traumática Evidência Clínica Inicialmente, vesículas ou bolhas, na pele ou mucosa, podendo ocorrer concomitantemente nessas regiões. Dulce Cabelho Passarelli / André Passarelli Neto

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE. Biblioteca Virtual em Saúde do Ministério da Saúde www.saude.gov.br/bvs

MINISTÉRIO DA SAÚDE. Biblioteca Virtual em Saúde do Ministério da Saúde www.saude.gov.br/bvs MINISTÉRIO DA SAÚDE Biblioteca Virtual em Saúde do Ministério da Saúde www.saude.gov.br/bvs Brasília DF 2012 O Sistema Único de Saúde (SUS) possui o Programa Brasil Sorridente, criado para cuidar da saúde

Leia mais

Perda da uniformidade nas células e desarranjo estrutural tecidual

Perda da uniformidade nas células e desarranjo estrutural tecidual .Leucoplasia: (grego: leuco = branco - plasis = formação) Transformação metaplásica do epitélio escamoso estratificado não ceratinizado consistindo em aumento das camadas de ceratina. Exemplos: mucosa

Leia mais

NEOPLASIAS. MSc. Isabela Brcko

NEOPLASIAS. MSc. Isabela Brcko NEOPLASIAS MSc. Isabela Brcko Proliferações locais de clones celulares cuja reprodução foge ao controle normal, e que tendem para um tipo de crescimento autônomo e progressivo, e para a perda de diferenciação

Leia mais

ESPECIALIDADE MEDICINA DENTÁRIA

ESPECIALIDADE MEDICINA DENTÁRIA ESPECIALIDADE MEDICINA DENTÁRIA Cirurgia Oral A Cirurgia Oral é uma especialidade da Medicina Dentária que inclui o diagnóstico e o tratamento cirúrgico de patologias dos tecidos moles e tecidos duros

Leia mais

Imagem da Semana: Radiografia e Ressonância Magnética (RM)

Imagem da Semana: Radiografia e Ressonância Magnética (RM) Imagem da Semana: Radiografia e Ressonância Magnética (RM) Imagem 01. Radiografia anteroposterior do terço proximal da perna esquerda. Imagem 02. Ressonância magnética do mesmo paciente, no plano coronal

Leia mais

DOENÇAS AUTO-IMUNES MUCOCUTÂNEAS

DOENÇAS AUTO-IMUNES MUCOCUTÂNEAS Curso: Graduação em Odontologia 4º e 5º Períodos Disciplina: Patologia Oral DOENÇAS AUTO-IMUNES MUCOCUTÂNEAS http://lucinei.wikispaces.com Prof.Dr. Lucinei Roberto de Oliveira 2012 DOENÇAS AUTO-IMUNES

Leia mais

REAÇÕES TECIDUAIS ÀS FORÇAS ORTODÔNTICAS

REAÇÕES TECIDUAIS ÀS FORÇAS ORTODÔNTICAS REAÇÕES TECIDUAIS ÀS FORÇAS S DENTES ORTODONTIA FORÇA MOVIMENTO -Inicialmente,na Era Cristã, preconizava-se pressões digitais nos dentes mal posicionados visando melhorar a harmonia dos arcos dentários.

Leia mais

Ordem dos Médicos Dentistas Lisboa - Programa de intervenção precoce no cancro oral Avaliação de candidatos

Ordem dos Médicos Dentistas Lisboa - Programa de intervenção precoce no cancro oral Avaliação de candidatos Esta prova tem a duração de 30 minutos. O total das perguntas equivale a 20 valores. Marque com V/F (verdade ou falso) na folha de resposta. As respostas erradas descontam 25% do valor de cada resposta

Leia mais

Rol Mínimo. Cobertura detalhada

Rol Mínimo. Cobertura detalhada Cirurgia Alveoloplastia Amputação radicular com obturação retrógrada Amputação radicular sem obturação retrógrada Apicetomia birradiculares com obturação retrógrada Apicetomia birradiculares sem obturação

Leia mais

RELAÇÃO ENTRE TRAUMA OCLUSAL E DOENÇAS PERIODONTAIS

RELAÇÃO ENTRE TRAUMA OCLUSAL E DOENÇAS PERIODONTAIS RELAÇÃO ENTRE TRAUMA OCLUSAL E DOENÇAS PERIODONTAIS Por Carlos Marcelo da Silva Figueredo, DDS, MDSc, PhD cmfigueredo@hotmail.com www.periodontiamedica.com Introdução A associação do trauma oclusal (TO)

Leia mais

ASPECTO RADIOGRÁFICO DAS ALTERAÇÕES DA RAIZ DENTAL. radiográficas da raiz dental. As ocorrências, em sua maioria, são provenientes de

ASPECTO RADIOGRÁFICO DAS ALTERAÇÕES DA RAIZ DENTAL. radiográficas da raiz dental. As ocorrências, em sua maioria, são provenientes de ASPECTO RADIOGRÁFICO DAS ALTERAÇÕES DA RAIZ DENTAL Neste tópico vamos descrever as principais alterações das imagens radiográficas da raiz dental. As ocorrências, em sua maioria, são provenientes de causas

Leia mais

Hemoglobina / Glóbulos Vermelhos são as células responsáveis por carregar o oxigênio para todos os tecidos.

Hemoglobina / Glóbulos Vermelhos são as células responsáveis por carregar o oxigênio para todos os tecidos. Doenças Hematológicas Hematologia é o ramo da medicina que estuda o sangue, seus distúrbios e doenças, dentre elas anemias, linfomas e leucemias. Estuda os linfonodos (gânglios) e sistema linfático; a

Leia mais

CARACTERÍSTICAS GERAIS DAS NEOPLASIAS

CARACTERÍSTICAS GERAIS DAS NEOPLASIAS 1 CARACTERÍSTICAS GERAIS DAS NEOPLASIAS 1) INTRODUÇÃO Neoplasia significa crescimento novo. O termo tumor é usado como sinônimo e foi originalmente usado para os aumentos de volume causados pela inflamação.

Leia mais

www.cpsol.com.br TEMA 003 CONHEÇA E PREVINA AS DOENÇAS DO INVERNO

www.cpsol.com.br TEMA 003 CONHEÇA E PREVINA AS DOENÇAS DO INVERNO TEMA 003 CONHEÇA E PREVINA AS DOENÇAS DO INVERNO 1/8 O inverno chegou e junto com ele maiores problemas com as doenças respiratórias entre outras Isso não ocorre por acaso já que pé nesta estação onde

Leia mais

Classificação Internacional de Doenças CID 10 Capítulo XI - Doenças do Aparelho Digestivo (K00-K93)... 1

Classificação Internacional de Doenças CID 10 Capítulo XI - Doenças do Aparelho Digestivo (K00-K93)... 1 Sumário Classificação Internacional de Doenças CID 10 Capítulo XI - Doenças do Aparelho Digestivo (K00-K93)... 1 K00 Distúrbios do desenvolvimento e da erupção dos dentes... 1 K01 Dentes inclusos e impactados...

Leia mais

Aula 4: Sistema digestório

Aula 4: Sistema digestório Aula 4: Sistema digestório Sistema digestório As proteínas, lípideos e a maioria dos carboidratos contidos nos alimentos são formados por moléculas grandes demais para passar pela membrana plasmática e

Leia mais

componentes Sistema digestório Pré-diafragmáticos: boca, língua, dentes, faringe, esôfago

componentes Sistema digestório Pré-diafragmáticos: boca, língua, dentes, faringe, esôfago Mecanismos para Obtenção de Alimentos Ingestão de Grandes Quantidades de Alimento Absorção de nutrientes diretamente do meio Parasitas do sangue Adaptações mais interessantes Aquelas evoluíram p/ obtenção

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECIALIZADOS

CONHECIMENTOS ESPECIALIZADOS CONHECIMENTOS ESPECIALIZADOS 31) É uma condição comum da mucosa oral de etiologia desconhecida. Ocorre mais frequentemente em indivíduos negros do que em brancos. Caracteriza-se pela aparência difusa,

Leia mais

-Os Papiloma Vírus Humanos (HPV) são vírus da família Papovaviridae.

-Os Papiloma Vírus Humanos (HPV) são vírus da família Papovaviridae. -Os Papiloma Vírus Humanos (HPV) são vírus da família Papovaviridae. -Chamado de HPV, aparece na forma de doenças como condiloma acuminado, verruga genital ou crista de galo. -Há mais de 200 subtipos do

Leia mais

CENTRO DE ESPECIALIDADES ODONTOLÓGICAS REGIONAL CEO/ CISA

CENTRO DE ESPECIALIDADES ODONTOLÓGICAS REGIONAL CEO/ CISA CENTRO DE ESPECIALIDADES ODONTOLÓGICAS REGIONAL CEO/ CISA Versão I 2013 PROTOCOLO INTEGRADO DE ESPECIALIDADES ODONTOLÓGICAS CEO CISA/IJUI 1. ENDODONTIA 2. PERIODONTIA 3. CIRURGIA ORAL MENOR 4. PACIENTES

Leia mais

ASSESSORARTE SERVIÇOS ESPECIALIZADOS

ASSESSORARTE SERVIÇOS ESPECIALIZADOS ASSESSORARTE SERVIÇOS ESPECIALIZADOS Prefeitura Municipal de Alumínio Concurso Público 001/2006 8 Dentista Instruções: Não abra o caderno de prova antes de receber autorização do fiscal; Este caderno de

Leia mais

CARACTERÍSTICAS GERAIS DAS NEOPLASIAS

CARACTERÍSTICAS GERAIS DAS NEOPLASIAS CARACTERÍSTICAS GERAIS DAS NEOPLASIAS 1) INTRODUÇÃO Neoplasia significa crescimento novo. O termo tumor é usado como sinônimo e foi originalmente usado para os aumentos de volume causados pela inflamação.

Leia mais

Capítulo 3 Úlceras Tróficas de Perna

Capítulo 3 Úlceras Tróficas de Perna 10 Capítulo 3 Úlceras Tróficas de Perna As úlceras tróficas de perna constituem uma doença mutilante comum, que surge geralmente a partir de um pequeno trauma ou de uma infecção secundária em regiões da

Leia mais

Faculdade de Ciências Médicas e da Saúde de Juiz de Fora ATLAS DE HISTOLOGIA DENTAL

Faculdade de Ciências Médicas e da Saúde de Juiz de Fora ATLAS DE HISTOLOGIA DENTAL Faculdade de Ciências Médicas e da Saúde de Juiz de Fora ATLAS DE HISTOLOGIA DENTAL Juiz de Fora / MG - 2009 Autoras PROFª. MARIA ELIZABETH M.N. MARTINS PROFª. MARIA CHRISTINA M.N. CASTAÑON Juiz de Fora/MG

Leia mais

PROGRAMA DE PREVENÇÃO AO CÂNCER BUCAL

PROGRAMA DE PREVENÇÃO AO CÂNCER BUCAL PROGRAMA DE PREVENÇÃO AO CÂNCER BUCAL MARINHA DO BRASIL ODONTOCLÍNICA CENTRAL DA MARINHA PROTOCOLO PARA EXAMES PREVENTIVOS DE DESORDENS POTENCIALMENTE MALIGNAS E MALIGNAS DA CAVIDADE BUCAL 1- PROPÓSITO

Leia mais

INSTRUÇÕES NÃO SERÃO ACEITAS RECLAMAÇÕES FORMULADAS APÓS O INÍCIO DA PROVA. Não efetue qualquer marcação nos campos destinados à atribuição de notas.

INSTRUÇÕES NÃO SERÃO ACEITAS RECLAMAÇÕES FORMULADAS APÓS O INÍCIO DA PROVA. Não efetue qualquer marcação nos campos destinados à atribuição de notas. INSTRUÇÕES Verifique, com muita atenção, este Caderno de QUESTÕES que deverá conter 14 (treze) questões de múltipla escolha, sendo 10 (dez) de Conhecimentos Específicos de Odontologia e 4 (quatro) de Língua

Leia mais

Planilha1. Controle de hemorragia com aplicação de agente hemostático em região buco-maxilo-facial

Planilha1. Controle de hemorragia com aplicação de agente hemostático em região buco-maxilo-facial 81000421 Radiografia periapical CIRURGIA Planilha1 DIAGNÓSTICO 81000065 Consulta odontológica inicial 81000111 Diagnóstico anatomopatológico em citologia esfoliativa na região buco-maxilo-facial 81000138

Leia mais

Curso de Especialização em Endodontia

Curso de Especialização em Endodontia Curso de Especialização em Endodontia Coordenador: Prof. Nilton Vivacqua EndodontiaAvancada.com OBJETIVOS DO CURSO Este curso tem como objetivos colocar à disposição de clínicos gerais, a oportunidade

Leia mais

2ª. PARTE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS. 21. A dentina do manto e a dentina circum pulpar constituem a dentina:

2ª. PARTE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS. 21. A dentina do manto e a dentina circum pulpar constituem a dentina: 2ª. PARTE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS ENDODONTIA 21. A dentina do manto e a dentina circum pulpar constituem a dentina: a) Terciária. b) Secundária. c) Primária. d) Reacional. 22. O revestimento dos túbulos

Leia mais

Cobertura do Plano Star

Cobertura do Plano Star Cobertura do Plano Star Diagnóstico Consulta inicial Exame histopatológico Condicionamento em odontologia. Urgência Curativo em caso de hemorragia bucal consiste na aplicação de hemostático e sutura no

Leia mais

Disciplina: Patologia Oral 4 e 5º períodos CÂNCER BUCAL. http://lucinei.wikispaces.com. Prof.Dr. Lucinei Roberto de Oliveira

Disciplina: Patologia Oral 4 e 5º períodos CÂNCER BUCAL. http://lucinei.wikispaces.com. Prof.Dr. Lucinei Roberto de Oliveira Disciplina: Patologia Oral 4 e 5º períodos CÂNCER BUCAL http://lucinei.wikispaces.com Prof.Dr. Lucinei Roberto de Oliveira 2012 Sigmund Freud ( 1856-1939, 83 anos ) durante 59 anos, mais de 20 charutos/dia

Leia mais

Linfomas gastrointestinais

Linfomas gastrointestinais Linfomas gastrointestinais Louise Gracielle de Melo e Costa R3 do Serviço de Patologia SAPC/HU-UFJF Introdução Linfomas extranodais: a maioria é de TGI. Ainda assim, linfomas primários gastrointestinais

Leia mais

CAMPANHA PELA INCLUSÃO DA ANÁLISE MOLECULAR DO GENE RET EM PACIENTES COM CARCINOMA MEDULAR E SEUS FAMILIARES PELO SUS.

CAMPANHA PELA INCLUSÃO DA ANÁLISE MOLECULAR DO GENE RET EM PACIENTES COM CARCINOMA MEDULAR E SEUS FAMILIARES PELO SUS. Laura S. W ard CAMPANHA PELA INCLUSÃO DA ANÁLISE MOLECULAR DO GENE RET EM PACIENTES COM CARCINOMA MEDULAR E SEUS FAMILIARES PELO SUS. Nódulos da Tiróide e o Carcinoma Medular Nódulos da tiróide são um

Leia mais

PROVA ESPECÍFICA Cargo 23

PROVA ESPECÍFICA Cargo 23 13 PROVA ESPECÍFICA Cargo 23 QUESTÃO 31 Com relação aos tecidos dentários, analise as afirmativas abaixo: 1) O esmalte é um tecido duro, que constitui a maior parte do dente, determinando a forma da coroa.

Leia mais

COBERTURAS DO PLANO VIP PLUS

COBERTURAS DO PLANO VIP PLUS COBERTURAS DO PLANO VIP PLUS DESCRIÇÃO DO SERVIÇO 01. DIAGNÓSTICO Exame clínico inicial Consultas com hora marcada Exame clínico final Exame admissional (exame de sanidade dentária) 02. ATENDIMENTO DE

Leia mais

DENTINOGÊNESE BANDA EPITELIAL CAVIDADE BUCAL PRIMITIVA. Morfologia II UNINOVE. Ü 22 o dia: formação da mb bucofaríngea. 2º Mês de V.I.U.

DENTINOGÊNESE BANDA EPITELIAL CAVIDADE BUCAL PRIMITIVA. Morfologia II UNINOVE. Ü 22 o dia: formação da mb bucofaríngea. 2º Mês de V.I.U. ODONTOGÊNESE Morfologia II UNINOVE ODONTOGÊNESE CAVIDADE BUCAL PRIMITIVA - ESTOMODEO GERME DENTÁRIO AMELOGÊNESE DENTINOGÊNESE DESENVOVIMENTO RADICULAR EMBRIOGÊNESE FACIAL RELEMBRANDO... Tecidos Embrionários

Leia mais

Urgência x Emergência

Urgência x Emergência Urgências e Emergências Ambulatoriais em Odontologia Prof. ANDRÉ VIANA - UNIFOR ESPECIALISTA EM ONCOLOGIA FIC MESTRE EM FARMACOLOGIA - FACULDADE DE MEDICINA UFC DOUTORANDO EM FARMACOLOGIA - FACULDADE DE

Leia mais