DA TEORIA À PRÁTICA: uma ponte a ser construída desde a formação inicial

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1 Universidade Federal da Paraíba Centro de Ciências Humanas Letras e Artes Departamento de Letras Estrangeiras Modernas Licenciatura em Letras - Espanhol DA TEORIA À PRÁTICA: uma ponte a ser construída desde a formação inicial ERIKA ZORAIA VENÂNCIO NEVES Orientadora: Profa. Dra. Betânia Passos Medrado João Pessoa PB 2011

2 ERIKA ZORAIA VÊNANCIO NEVES DA TEORIA À PRÁTICA: uma ponte a ser construída desde a formação inicial Trabalho apresentado ao curso de Licenciatura em Letras da Universidade Federal da Paraíba como requisito para obtenção do grau de Licenciado em Letras Espanhol. Orientadora: Profa. Dra. Betânia Passos Medrado. João Pessoa PB 2011

3 Catalogação da Publicação na Fonte. Universidade Federal da Paraíba. Biblioteca Setorial do Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes (CCHLA). Neves, Erika Zoraia Vênancio. Da teoria à prática: uma ponte a ser construída desde a formação inicial. /Erika Zoraia Venâncio Neves.-João Pessoa, f. Monografia (Licenciatura em Letras - Espanhol) Universidade Federal da Paraíba - Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes. Orientadora: Profª. Drª. Betânia Passos Medrado 1. Formação docente. 2. educação. 3. Teoria-prática I.Título. ERIKA ZORAIA VÊNANCIO NEVES BSE-CCHLA CDU

4 DA TEORIA À PRÁTICA: uma ponte a ser construída desde a formação inicial Trabalho de Conclusão de Curso, aprovado como requisito parcial para obtenção do grau de Licenciado em Letras no curso de Letras Espanhol, da Universidade Federal da Paraíba. Data de aprovação: / / Banca Examinadora: Profa. Dra. Betânia Passos Medrado Orientadora (UFPB) Profa. Dra. Maura Regina Dourado Examinadora (UFPB) Profa. Me. Andrea Ponte Examinadora (UFPB)

5 AGRADECIMENTOS À Deus, autor de tudo. À dona Maurina, minha avó, por ser meu norte e responsável pelo melhor que há em mim. Agradeço por todo o seu amor e dedicação durante todos esses anos. À minha família, pelo apoio direto e indireto em mais esta conquista, principalmente a Rute, minha irmã (dentre tantas coisas pelo apoio e lágrimas durante meu intercâmbio), Elizabeth, minha tia, por estar sempre ao meu lado e à Letícia e Felipe meus sobrinhos, por trazer luz e alegria à minha vida. À professora Dra. Betânia Passos Medrado, meu agradecimento todo especial. Primeiramente, agradeço pela orientação neste trabalho, demonstrando sempre profissionalismo e extrema dedicação, como também por suas palavras de incentivo e ânimo nas horas em que mais precisei, com elogios que, mais que enaltecer-me, serviam de combustível para que eu seguisse adiante. No entanto, quero agradecê-la por algo que ultrapassa as páginas desse trabalho e que levarei comigo por toda a vida, sua paixão demonstrada ao exercer a profissão docente que tanto me impactou naquela primeira disciplina de linguísta e que continua a me impactar a cada dia, pois vejo através de sua postura que, apesar das dificuldades impostas ao professor, é possível exercer a docência com responsabilidade, dignidade e empenho, e no seu caso, com perfeição. Obrigada por tornar minha experiência como aluna de Letras em uma experiência verdadeiramente significativa e especial. Às todo/as o/as professore/as do DELEM, especialmente professora Ana Berenice, professora Andrea Ponte, professora Betânia Medrado, professora Maura Regina, professora Maria Hortensia, professora Maria Luiza, professor Pilar Roca, professora Rosilma Diniz e professora Sandra Luna, pelos saberes a mim transmitidos a través de uma postura profissional e ética, de paixão pela profissão, de respeito e amizade. À Júlia, Rafael e Kiko por emprestarem suas vozes para juntos, refletirmos sobre algo tão complexo e amplo, como é a formação docente, colaborando de forma significativa para a concretização deste trabalho. À todos os amigos e amigas da turma pioneira da Licenciatura em Língua Espanhola da UFPB, com os quais tive o prazer de conviver durante minha caminhada na graduação. Agradeço pelos momentos de alegria e angústia compartilhados juntos, pelo incentivo e pelo companheirismo. Meu agradecimento especial à Keila por me mostrar que, mesmo diante das adversidades, por maiores que sejam, devemos manter a fé e seguir em frente. Obrigada Keila, por ser um exemplo para mim. Aos meus colegas de trabalho pelo apoio direto e indireto em minha permanência neste curso, apesar das dificuldades e cansaços.

6 RESUMO A educação se apresenta como importante ferramenta de mudança social e desenvolvimento do ser humano. Como defende Freire (1994; 1999) a educação é um ato de libertação que pode ajudar o homem a se constituir presença marcante no mundo. É direito constitucional que todos tenham acesso a uma educação de qualidade. Para isso, faz- se necessário haver educadores que ultrapassem a mera transmissão de saberes acadêmicos, visando uma educação para a vida. Enfatizamos a necessidade de que o Estado assuma suas responsabilidades legais neste processo formativo, visto que, segundo diversas leis, tais como a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (1996), e o Parecer CNE/CP 9/2001 (2002), a formação de professores para atuarem na educação básica deve ocorrer, obrigatoriamente, nas universidades. Acreditamos que tal obrigatoriedade vise a uma formação cada vez de melhor qualidade, dada a complexidade do ser professor. Como forma de promover melhor interação entre os saberes teóricos e a prática docente futura, a Lei n (2008), estabelece o estágio como parte do projeto pedagógico do curso de licenciatura. Diante disto, objetivamos investigar como a fala de três graduandos da Universidade Federal da Paraíba, do curso de Letras Estrangeiras Modernas, evidencia os conhecimentos teóricos adquiridos durante o curso e refletem o formato atual do Estágio Supervisionado a eles ofertado. A análise qualitativa dos dados aponta para uma dificuldade desses alunos em perceber tal relação (teoria-prática), bem como evidencia o atual modelo de estágio que, segundo eles, apesar de contribuir para a sua formação docente, apresenta lacunas para uma efetivação concreta da vivencia clara dos saberes teóricos intimamente vinculados à prática docente. Palavras-chave: formação docente, relação teoria-prática, estágio supervisionado.

7 LISTA DE ABREVIATURAS CCHLA Centro de Ciências Humanas Letras e Artes. CFE Conselho Federal de Educação. CNE Conselho Nacional de Educação. LDB Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. LE Língua estrangeira. PCN Parâmetros Curriculares Nacionais. UFPB Universidade Federal da Paraíba.

8 SUMÁRIO INTRODUÇÃO FORMANDO PROFESSORES PARA EDUCAR: POSSÍVEIS RELAÇÕES ENTRE TEORIA E PRÁTICA NA LICENCIATURA A educação no Brasil: algumas leis e diretrizes Educar: uma ação libertadora Formar para educar: o que diz a lei sobre a formação inicial de professores O aluno-professor Constituindo-se professor: uma formação para a construção da autonomia reflexiva Por um ensino de línguas estrangeiras para além dos muros da escola Os saberes disciplinares e a distribuição da carga horária: o que diz a lei sobre os estágios Prática de ensino e estágio supervisionado: divisões de papéis a luz do Parecer Saberes teóricos e práticas de Estágio Supervisionado: os dois lados da mesma moeda CONSTRUINDO A METODOLOGIA Contextualizando a pesquisa e sua natureza Colaborando com a pesquisa: agentes- participantes Coletando e analisando os dados TEORIA E PRÁTICA SÃO IRMÃS SIAMESAS, QUE NÃO SE PODEM SEPARAR Refletindo sobre o programa teórico nos cursos de formação docente e suas implicações para o aluno-professor Refletindo sobre a importância da relação entre teoria e práticas na formação docente Refletindo sobre as práticas no estágio supervisionado até minha unha tava roxa de tão nervoso que eu tava : refletindo sobre os sentimentos dos alunos-professores eu dei quantas aulas? eu dei duas aulas na minha VIDA : refletindo sobre o tempo destinado às práticas de estágio e suas implicações no processo de formação docente CONSIDERAÇÕES FINAIS

9 REFERÊNCIAS ANEXOS Anexo A: Cronograma do curso de Licenciatura Plena em Letras/Língua Espanhola--62 APÊNDICES Apêndice A: Roteiro para entrevista Apêndice B: Transcrições Apêndice C: Notação utilizada para análise do corpus Apêndice D: Termo de consentimento livre e esclarecido

10 INTRODUÇÃO A educação é um dos pilares de maior importância para a formação de uma sociedade equilibrada e justa. Tendo as instituições de ensino superior a responsabilidade de formar educadores, recai sobre tais instituições e, especialmente sobre os cursos de licenciatura, o compromisso de preparar de modo adequado os seus alunos para que, ao se graduarem, possam desempenhar seus papeis de educadores de forma consciente, no sentido de contribuir para a formação de indivíduos que participem ativamente de sua sociedade. Cabe, portanto, aos cursos de licenciatura oferecer as ferramentas necessárias para que os profissionais docentes egressos dessas instituições possam desempenhar sua função de modo autônomo, embasados em princípios científicos e éticos. Desta feita, seus futuros alunos poderão receber uma educação mais que instrutiva, formativa, visando não apenas o seu desenvolvimento intelectual, mas, principalmente, sua formação cidadã. Portanto, faz-se necessário que esses estudantes em formação docente inicial possam articular as teorias estudadas às práticas de ensino. Como forma de proporcionar aos seus alunos um espaço de interação entre teoria e prática cabe aos cursos de licenciatura a oferta obrigatória prevista por lei de estágios supervisionados que lhes permitam uma atuação profissional orientada, de modo a desenvolver habilidades essenciais que lhe serão exigidas ao atuarem como docentes. Segundo a Lei Nº 11788, de 25 de setembro de 2008, o Estágio é ato educativo escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho, que visa à preparação para o trabalho produtivo de educandos que estejam freqüentando o ensino regular em instituições de educação superior, de educação profissional, de ensino médio, da educação especial e dos anos finais do ensino fundamental, na modalidade profissional da educação de jovens e adultos. Parece-nos fundamental que os estudantes das licenciaturas possam lançar mão de forma consciente dos conhecimentos teóricos adquiridos durante o curso, a fim de vivenciar na prática - mesmo que seja essa prática uma pequena amostra da realidade - as experiências que contribuirão para a formação docente desses alunos. Conscientes da importância dos Estágios Supervisionados para a formação docente e acreditando ser essencial que as instituições de ensino superior busquem 9

11 proporcionar aos seus alunos uma experiência de estágio que permita a reflexão e crescimento pessoal e intelectual, partimos de duas questões centrais para este trabalho: 1. Até que ponto professores de língua estrangeira em formação inicial 1 evidenciam, em suas falas uma relação entre os saberes teóricos e a prática docente?; e 2. Em que medida as representações das vivências desses professores iniciantes refletem o formato do Estágio Supervisionado e sua contribuição no processo de formação docente? Para tanto, traçamos como objetivos para este trabalho: investigar, nas falas de três alunos de graduação, em que medida suas falas sobre as vivências práticas nos Estágios Supervisionados evidenciam os conhecimentos teóricos adquiridos durante o curso de Licenciatura, e identificar como as representações das vivências desses professores iniciantes refletem o formato atual do Estágio Supervisionado no curso de Letras Estrangeiras Modernas da Universidade Federal da Paraíba (doravante UFPB). Justificamos nosso interesse em conhecer o atual modelo de Estágio Supervisionado ofertado aos alunos nos cursos de licenciatura em Letras Estrangeiras Modernas da UFPB, bem como refletir sobre a possível relação entre teoria e prática nas disciplinas que compõem a atual grade curricular desse curso por acreditarmos ser essencial para a formação dos futuros docentes estabelecerem durante a licenciatura uma ponte dialógica entre os conhecimentos teóricos adquiridos e a prática nos Estágios Supervisionados. Tal interesse surgiu por ser a autora deste trabalho uma professora de língua estrangeira em formação inicial, e que se vê diante do desafio que se constitui a sala de aula, na perspectiva de poder lançar mão da bagagem científica adquirida no curso de licenciatura, como também das poucas experiências vividas nas práticas de ensino para ir se construindo como professora/educadora que atue de modo a contribuir com a formação intelectual e social dos seus alunos. Para a composição das análises que nos propomos a realizar neste trabalho, tomamos como base científica estudos realizados por pesquisadores e teóricos que vêm refletindo sobre a problemática da educação no Brasil, mais especificamente, a formação de professores, como também sobre a relevância dos Estágios Supervisionados nesta formação. Dentre tantos, destacamos Paulo Freire (1994) e suas reflexões sobre a importância de uma educação libertadora; Celani (2001) que discorre sobre a complexidade do ser professor de Língua estrangeira; Perrenoud (2001) que 1 O termo professores de língua estrangeira em formação inicial será utilizado para designar alunos da graduação que não trazem experiência de ensino anterior ao curso de licenciatura. 10

12 enfatiza a necessidade de formarmos educadores reflexivos; Oliveira (2003) que, dentre outras discussões, fala a respeito da universidade como espaço próprio para o processo de formação docente; Manhães (2004), que retoma a importância do professor desenvolver reflexão própria, acrescentando a esta discussão a articulação entre teoria e prática e Alvarez (2007) que nos fala a respeito do complexo e contínuo processo de formação docente. Além dos pesquisadores anteriormente mencionados, pautamos nossas discussões em leis e diretrizes que regulamentam os cursos de licenciatura plena, como também dos Estágios Supervisionados nos referidos cursos. Destacamos a Constituição Federal (1988), que garante a educação como direito de todos os brasileiros, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (1996), que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, os Parâmetros Curriculares Nacionais de Língua Estrangeira (1998), que traz diretrizes para o ensino de língua estrangeira no Brasil, buscando ampliar e aprofundar o debate em torno da educação, o Parecer CNE/CP 9/2001 (2002), que institui as diretrizes curriculares nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de licenciatura, de graduação plena, além do Parecer CNE/CP 28/2001 (2002) que dá nova redação ao Parecer CNE/CP 21/2001, estabelecendo a duração e a carga horária dos cursos de Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de licenciatura, de graduação plena e por fim, a LEI Nº , de 25 de Setembro de 2008, que dentre outras discussões, dispõe sobre o estágio de estudantes. No que se refere ao percurso metodológico construído para a composição deste trabalho, tomamos como base um estudo qualitativo, por acreditarmos que este se coaduna com os objetivos traçados para a presente pesquisa, como também para a análise dos dados obtidos por ocasião da construção de nosso corpus, visto permitir-nos uma abordagem dos dados de forma mais humanística e interativa. Por sua vez contamos com um corpus formado por entrevistas com três alunos em formação inicial, da Licenciatura em Letras Estrangeiras Modernas da Universidade Federal da Paraíba. Com a finalidade de organizarmos a discussão dos temas elencados nesta pesquisa, dividimos o presente trabalho em 3 capítulos. O primeiro capítulo, intitulado Formando professores para educar: possíveis relações entre teoria e prática na licenciatura, traz como foco a discussão da importância dos cursos de formação docente para a educação básica no Brasil, dando especial ênfase para o papel dos Estágios Supervisionados neste processo formativo. O segundo capítulo, que tem como 11

13 título Construindo a metodologia descreve os procedimentos metodológicos utilizados para a composição deste trabalho. No terceiro e último capítulo Teoria e prática são irmãs siamesas, que não se podem separar objetivamos, através da fala dos alunos que compõem nosso corpus, investigar em que medida a fala desses alunos sobre as vivências práticas nos Estágios Supervisionados evidenciam os conhecimentos teóricos adquiridos durante o curso de Licenciatura, como também identificar como as representações das vivências desses professores iniciantes refletem o formato atual do Estágio Supervisionado no curso de Letras Estrangeiras Modernas da Universidade Federal da Paraíba. (cf. Anexo A). 12

14 1. FORMANDO PROFESSORES PARA EDUCAR: POSSÍVEIS RELAÇÕES ENTRE TEORIA E PRÁTICA NA LICENCIATURA Neste capítulo, discutiremos a importância dos cursos de formação docente para a educação básica no Brasil, visto ser a educação de qualidade um direito de todos os cidadãos. Elencaremos de modo breve as principais leis que regulamentam a formação dos professores no país, trazendo à tona questionamentos sobre o atual formato do curso de licenciatura em Letras Estrangeiras Modernas da UFPB. Ainda será foco deste capítulo, a relevância das práticas durante a formação inicial, visto que essas podem e devem se constituir em momento de reflexão e ação das teorias estudadas durante a licenciatura. 1.1 A educação no Brasil: algumas leis e diretrizes Todo cidadão e cidadã brasileiros têm direito a uma educação de qualidade garantida pela Constituição Federal (1988). A Carta Magna brasileira determina que A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho (1988, p.2). Desta feita, ao atingirem a idade escolar, as crianças brasileiras deveriam ter acesso imediato a uma instituição educacional que lhes ofertasse um ensino de modo a lhes proporcionar uma formação não apenas acadêmica, mas que as preparassem para a vida e para atuarem de forma consciente na sociedade na qual estão inseridas. De acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (doravante LDB 9394/96), A educação, dever da família e do Estado, inspirada nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade humana, tem por finalidade o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho (LDB, 1996 Art. 2º, p.8). A LDB (op.cit.) propõe, portanto, um modelo de educação que transcende a informação, comprometendo-se, de forma mais ampla, com a formação dos alunos, ao 13

15 ressaltar a responsabilidade que os professores têm no desenvolvimento e exercício da cidadania dos educandos. No entanto, do mesmo modo que recai sobre o professor a responsabilidade de buscar proporcionar aos seus alunos uma educação formativa, recai sobre o Estado a obrigatoriedade legal de oferecer aos professores e alunos os meios necessários para que possam desempenhar seu papel de forma digna, como garantido por lei. Fomentando a discussão sobre a educação no Brasil, traremos a seguir alguns conceitos teóricos e reflexões sobre o ato de educar Educar: uma ação libertadora É cada vez mais crescente a discussão entre pedagogos e educadores a respeito da necessidade de se abandonar um modelo de educação tradicional que ignora a autonomia e criticidade dos educandos, impondo-lhes o papel de meros reprodutores dos conhecimentos a eles expostos nas salas de aula. Educar é um ato complexo e de grandes implicações na vida dos alunos, pois aquele que educa o faz de modo a provocar mudanças no educando, deixando-lhe marcas que o acompanharão por toda a vida, sejam estas marcas positivas ou negativas. Diante de tamanhas implicações, faz-se necessário que os futuros educadores busquem um preparo profissional, como forma de ajudá-los a desempenhar seu papel de educador. Freire (1994), em seu livro Professora sim, tia não: cartas a quem ousa ensinar, alerta- nos para as consequências do ensino na vida dos alunos e afirma que Podemos concorrer com nossa incompetência, má preparação, irresponsabilidade, para o seu fracasso. Mas podemos, também, com nossa responsabilidade, preparo científico e gosto do ensino, com nossa seriedade e testemunho de luta contra as injustiças, contribuir para que os educandos vão se tornando presenças marcantes no mundo [grifo do autor] (FREIRE, op.cit. p.47). Refletindo sobre a educação, Paulo Freire afirma que esta deve se constituir em uma educação crítica e criticizadora (FREIRE, 1999, p.94), sendo um meio de ascensão intelectual e social, de libertação da mente, levando o homem a se fazer sujeito de sua aprendizagem. Freire defende 14

16 Uma educação que possibilite ao homem a discussão corajosa de sua problemática. De sua inserção nesta problemática. Que o advertisse dos perigos de seu tempo, para que, consciente deles, ganhasse a força e a coragem de lutar, ao invés de ser levado e arrastado à perdição de seu próprio eu, submetido às prescrições alheias (FREIRE,1999., p. 97). Freire e seu legado nos alertam para uma educação de qualidade, segundo a qual o educando se constitui agente de sua formação, em constante relação de troca de conhecimentos e valores sociais com o educador, desenvolvendo sua autonomia em relação a sua aprendizagem e também em relação ao seu papel na sociedade. Pensando na educação como esse processo holístico de formação, inseridos em uma sociedade cada vez mais globalizada, faz-se indispensável para os alunos do ensino regular ter acesso a um estudo de língua estrangeira (doravante LE) de qualidade, que os integre com um mundo, que ultrapasse os muros da escola, ajudando-os a se constituírem, de fato, cidadãos do mundo. Lembramos que, para este aluno, a escola será, em muitos casos, o primeiro e único local onde ele terá acesso ao estudo formal de uma língua estrangeira, o qual deverá possibilitar a ele o contato com o mundo do outro, mesmo que minimamente. A nosso ver, uma educação de qualidade está pautada em diversos fatores que se unem para promover as condições necessárias para o desenvolvimento do processo educativo, tais como um ambiente de estudo que proporcione as condições mínimas para a aprendizagem, ou seja, o uso de material didático de qualidade e que esteja de acordo com as necessidades educacionais dos alunos; um local que apresente condições básicas de higiene, segurança e acústica; profissionais valorizados através de políticas públicas salariais e de formação continuada; políticas públicas que contemplem as necessidades sociais dos alunos, tais como moradia e saúde, além da presença de profissionais docentes verdadeiramente qualificados para o ensino, que pautam em suas práticas princípios éticos e científicos. Dos diversos fatores anteriormente elencados, que se apresentam indispensáveis para a oferta de um ensino de qualidade, parece-nos que o último, (profissionais docentes qualificados) é determinante para o sucesso no processo educativo, pois acreditamos que, mesmo dispondo de todas as ferramentas materiais necessárias, não havendo um uso adequado dessas ferramentas e, sobretudo, não havendo um ensino pautado nas necessidades intelectuais e especificidades dos educandos, o processo de ensino se converterá em uma reprodução mecânica de informações vazias de sentido 15

17 real, que estarão fadadas a perderem-se no decorrer da vida do aluno, pois este poderá não ser capaz de associar as informações recebidas na escola às situações reais do dia a dia. No entanto, mesmo destacando o profissional docente, não podemos diminuir a importância de que o educando vivencie este processo formativo gozando de todas as condições mínimas anteriormente citadas, já que essas se constituem em elementos de uma única receita que traz como produto final a formação de cidadãos em harmonia com o meio em que estão inseridos. Com fins de enfatizar a responsabilidade legal do Estado em relação à formação inicial, veremos a seguir algumas leis que regulamentam essa formação. 1.2 Formar para educar: o que diz a lei sobre a formação inicial de professores A LDB (1996), em seu artigo 61, afirma que, para que haja uma formação docente que atenda às especificidades, objetivos das diferentes etapas e modalidades da educação básica, faz-se necessário [...] a presença de sólida formação básica, que propicie o conhecimento dos fundamentos científicos e sociais de suas competências de trabalho (op.cit., p.46). Pensando na melhoria da formação docente, o Ministério da Educação, através do Conselho Nacional de Educação, (doravante CNE), homologa em 17 de janeiro de 2002 o Parecer CNE/CP 9/2001, que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para a formação de professores da Educação Básica em nível superior, curso de licenciatura, de graduação plena. Desse modo, a formação profissional de professores para atuarem na educação básica, que até aquele momento também poderia ser realizado pelas escolas de magistério, passa a ser legalmente de exclusividade das Universidades. Outro fator a contribuir com a excelência nos cursos de formação diz respeito ao conteúdo teórico ofertado aos alunos nos cursos das licenciaturas. De acordo com a LDB (1996), as instituições de ensino superior devem informar aos interessados, antes de cada período letivo, os programas dos cursos e demais componentes curriculares, sua duração, requisitos, qualificação dos professores, recursos disponíveis e critérios de avaliação, obrigando-se a cumprir as respectivas condições (op.cit., p. 38). 16

18 Assim, o professor em formação estará ciente de todos os componentes da grade curricular de seu curso, mantendo-se mais atento ao que lhe é ofertado e proposto pelo projeto pedagógico, podendo inclusive adotar uma postura participativa no que se refere à excelência da formação profissional a ele prestada. Alvarez (2007) afirma ser necessário que se analise se o currículo das disciplinas nos cursos de formação de professores atende aos objetivos e corresponde às expectativas dos alunos. A autora defende ainda que o formando deve ter acesso às pesquisas mais recentes da área, às teorias, estratégias e técnicas de ensino contemporâneas para assim poder saber administrar com eficiência e qualidade o processo de ensino/aprendizagem no futuro (op.cit., p.223). Parece-nos que esse acesso às pesquisas realizadas na área de ensino/aprendizagem de língua estrangeira, ainda na universidade, proporciona uma maior aproximação entre futuros docentes e o conhecimento científico, ajudando a desenvolver nos alunos um espírito de professor/pesquisador que deverá acompanhá-los durante sua prática docente. Diante da função educadora a qual se propõem instituições de ensino superior, partindo da perspectiva de que elas visam à preparação profissional de futuros educadores e que, para tanto, devem se pautar em princípios de excelência formativa, perguntamo-nos a respeito do perfil deste aluno/professor, como também suas expectativas e anseios trazidos ao ingressarem e ao saírem dos cursos de licenciatura O aluno-professor Segundo Alvarez (2007), estudos demonstram que o aluno-professor tem contato com uma grande carga de matérias pedagógicas no curso de Letras com a finalidade de [...] colocá-los a par dos aspectos teóricos e práticos do magistério (op.cit., p.193), mas que estes alunos demonstram insegurança, inquietações e questionamentos em relação a sua atuação na sala de aula. Alvarez (op.cit.) afirma ainda que os alunos recém formados, apesar de receberem uma base teórica razoável na universidade, ao saírem dela não sabem lidar com as ocorrências e imprevisibilidades da sala de aula (ALVAREZ, 2007, p.223). Para a autora, o grande desafio na formação de professores é 17

19 deixar bem claro que ao sair da universidade o recém-formado não se formou completamente e talvez leve toda uma vida para se formar, já que a formação é um processo complexo, contínuo, portanto sua atualização é exigência constante da sua profissão (op.cit., p.196). Perrenoud (2002), por sua vez, apresenta-nos dez características do professor principiante, entre as quais citaremos algumas que julgamos servirem ao propósito de nossa reflexão. São elas: 1. Um principiante está entre duas identidades: está abandonando sua identidade de estudante para adotar a de profissional responsável por suas decisões. 2. O estresse, a angústia, diversos medos e mesmo os momentos de pânico assumem enorme importância, mas eles diminuirão com a experiência e com a confiança. 3. O principiante precisa de muita energia, de muito tempo e de muita concentração para resolver problemas que o profissional experiente soluciona de forma rotineira. [...] 6. Geralmente, ele se sente muito sozinho, distante de seus colegas de estudo, pouco integrado ao grupo e nem sempre sente-se acolhido por seus colegas mais antigos [...] (PERRENOUD, op.cit., p.18-19). Ainda sob a perspectiva de entender melhor esse aluno-professor, Zaidan (2003) afirma haver a necessidade de os processos de formação de professores considerarem o fato de estes professores, durante o processo de formação serem, igualmente, alunos sujeitos sociais e, portanto, diferenciados. Tais reflexões nos levam a repensar na dupla identidade do aluno-professor de que nos fala Perrenoud (op.cit). Este é, ao mesmo tempo, aluno e professor, carregado de dúvidas, ansiedades, experimentando momentos de angústia, solidão e incertezas, inerentes àquele que vivencia o processo de aprendizado, algumas vezes ansiando por receber a receita pronta para sua atuação durante as práticas, vendo-se diante daquilo que, muitas vezes se apresenta como um obstáculo quase intransponível: a atuação docente. Ao mesmo tempo, este profissional em formação mostra-se dotado de todas as possibilidades de apropriar-se das vivências pessoais, dos conhecimentos teóricos e das experiências dos estágios, resignificando cada uma delas e, com isso, construindo a cada momento sua identidade do ser professor. 18

20 reflexiva Constituindo-se professor: uma formação para a construção da autonomia Como explicitado na LDB (1996), os cursos de formação devem buscar promover uma sólida formação básica. Questionamo-nos, porém, sobre o que venha a ser esta sólida formação. Dentre tantos aspectos importantes que, a nosso ver, fazem parte dessa formação, destacamos inicialmente uma formação que busque a autonomia do futuro professor. Alvarez (2007) chama a atenção para a importância de os cursos de formação de professores fornecerem aos alunos os subsídios necessários para uma profissionalização autônoma, segundo a qual os alunos possam ter a capacidade de refletir e discernir a respeito de problemas com os quais se depararão na prática com a finalidade de poderem, eles mesmos, construir as alternativas teórico-metodológicas mais adequadas e não apenas aplicando técnicas pré-estabelecidas. Em conformidade com Alvarez (op.cit.), Philippe Perrenoud (2002), ainda no âmbito da discussão sobre a importância da reflexão na formação docente, afirma que A formação de bons principiantes tem a ver, acima de tudo, com a formação de pessoas capazes de evoluir, de aprender de acordo com a experiência, refletindo sobre o que gostariam de fazer, sobre o que realmente fizeram e sobre os resultados de tudo isso. Sob esse ponto de vista, a formação inicial tem de preparar o futuro professor para refletir sobre sua prática [...]. (PERRENOUD, op.cit., p.17). O autor enfatiza a importância de o aluno-professor ser capaz de tomar decisões relativas à sua prática, antes, durante e depois dela, pautado em uma postura reflexiva. Reconhecemos que cada sala de aula é única e traz consigo realidades diferentes e que, portanto, cada experiência durante a prática docente também se faz única. No entanto, ter uma preparação acadêmica pautada no desenvolvimento de profissionais reflexivos e cientificamente embasados pode proporcionar aos futuros professores maior autonomia e segurança para enfrentar os obstáculos e desafios com os quais inevitavelmente se depararão na atuação docente. Cabe, portanto, aos cursos de licenciatura das instituições superiores de ensino a responsabilidade de procurarem desenvolver um programa pedagógico que, além das 2 Embora este trabalho não tenha como foco a prática reflexiva, é impossível pensar em professores autônomos, sem pensar em profissionais que possam elaborar e avaliar o seu próprio fazer. 19

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