Pecuária Sustentável na Prática

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1 Pecuária Sustentável na Prática 1

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3 Pecuária Sustentável na Prática 2ª Publicação do GTPS desenvolvida a partir da consolidação das palestras apresentadas durante o VI Seminário Pecuária Sustentável na Prática do Grupo de Trabalho da Pecuária Sustentável realizado dia 27 de novembro de 2013 em São Paulo, na sede da Dow Brasil. GTPS - Grupo de Trabalho da Pecuária Sustentável 3

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5 Comissão Executiva Presidente Eduardo Bastos Vice-Presidente Mauricio Campiolo Tesoureiro Fernando Sampaio Coordenadora Executiva Sheila Guebara VI Seminário Equipe de organização GTPS/Dow Abdias Machado Bianca Ramirez Carlos Eduardo Mantovani Cecília Souza Gustavo Strambeck Sheila Guebara Organização Geral do VI Seminário Wenter Eventos Renato Wenter / Willian Rudner Publicação Abdias Machado Carlos Eduardo Mantovani Gustavo Strambeck Sheila Guebara Elaboração e Revisão de Texto: Luiz Antônio Pinazza Projeto Gráfico e Diagramação: Dennis Coelho (AG Futuro) Gráfica: Extra Copy Fotos: Allan Richner FOTO 5

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7 Pilares do GTPS Aprovados na Segunda Assembleia Geral Ordinária do GTPS em 14 de Abril de 2011, São Paulo 7

8 8 Associados

9 Associados 9

10 Comissão Executiva gestão Presidente Eduardo Brito Bastos (Dow) Vice-Presidente Mauricio Campiolo (ACRIMAT) Tesoureiro Fernando Sampaio (ABIEC) Conselho Diretor Produtores ACRIMAT Mauricio Campiolo ASSOCON Bruno Andrade FAMASUL - Eduardo Riedel Suplente: Novilho Precoce - Alexandre Scaff Indústria JBS Márcio Nappo Marfrig Mathias Almeida ABIEC Fernando Sampaio Suplente: Minerva Taciano Cusódio Instituições Financeiras IFC - Mariel Reyes Santander Christopher Wells Rabobank Luiz Amaral Suplente: Banco do Brasil - Ivandré Montiel Organizações da sociedade Civil, Organizações Sindicais de Trabalhadores e outros Aliança da Terra Marcos Reis TNC Francisco Fonseca WWF Brasil Ivens Teixeira Suplente: APPS - Alcides Torres Comércio e Serviços Dow Eduardo Bastos Stoller Rodrigo Ferreira Wal Mart Tatiana Trevisan Suplente: Agrotools - Sergio Rocha Conselho Fiscal André Bartocci Fazenda N. S. das Graças Paulo Pianez Carrefour Sebastião Faria MSD Saúde Animal 10

11 Sumário Mensagens Iniciais Programa GTPS Painel Painel Painel Painel Painel Painel Painel Comissões Programas do BNDES Cases de Sucesso

12 Mensagens Iniciais Eduardo Brito Bastos: Presidente de Grupo de trabalho da Pecuária Sustentável e Diretor de Relações Institucionais da Dow Luiz Carlos Corrêa Carvalho: Presidente da Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG) Sergio Margulis: Secretário para o Desenvolvimento Sustentável da Secretária de Assuntos Estratégicos (SAE) da Presidência da Republica Celso Vainer Manzatto: Chefe Geral da Embrapa Meio Ambiente Francisco Sergio Ferreira Jardim: Superintende Federal do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) Francisco de Oliveira Filho: Diretor de Política para o Controle do Desmatamento do Ministério do Meio Ambiente (MMA) Eduardo Brito Bastos Quando falamos do começo, em 2007, temos na memória as 17 entidades com o sonho de desenvolver um trabalho diferente. Tínhamos, naquela época, uma demanda muito forte por causa do desmatamento, em particular no Bioma Amazônia. Chegamos, hoje, com mais de sessenta membros, além dos observadores, que permeiam toda a cadeia produtiva da pecuária. Não podemos esquecer a importância econômica desse setor, de quase US$ 170 bilhões, com geração de empregos diretos e indiretos, com recorde na exportação de mais de US$ 6,0 bilhões em O brasão do município de São Paulo registra a mensagem significativa de eu não sou conduzido, eu conduzo. Podemos tomar essas palavras provocativas para cobrarmos a nossa obrigação de conduzirmos a pecuária brasileira, pela sua importância global. Criamos e ajudamos a criar a mesa redonda de pecuária sustentável aqui no Brasil e em outros países do mundo, como na Colômbia, no Canadá, na Austrália. Estamos diante da expectativa de formála também nos Estados Unidos. Dessa maneira, estabelecemos um diálogo global mais franco e aberto. Por isso, precisamos mostrar de forma contundente as nossas realizações no território brasileiro. Esse é o objetivo deste Seminário Pecuária Sustentável na Prática, no sentido de mostrar as realizações do homem real, no mundo real. 12

13 Teremos as apresentações de sete projetos desenvolvidos em cinco estados nacionais. É o começo dos passos para frente debaixo desse guarda chuva maior representado pelo GTPS. A área abrangida envolve um milhão de hectares, para o Brasil pode isso representar territórios pilotos, mas a sua representatividade corresponde à metade do tamanho da Bélgica. As dimensões e desafios brasileiros são de largas escalas. Quando olhamos o potencial da pecuária para liberar áreas para outras atividades, como os grãos e a cana-deaçúcar, o resultado será aumento da produção e riqueza para a sociedade em geral. Temos gente e unidos daremos essa contribuição. Luiz Carlos Corrêa Carvalho O GTPS representa a possibilidade de integração dos setores públicos e privados no sentido de desenvolver as políticas de sustentabilidade que caracterizam o Brasil. Sentimos neste século um amadurecimento daqueles com a possibilidade de produzirem em larga escala de maneira sustentável. Vivemos também um tempo de insegurança alimentar e energética, em que Estado brasileiro aparece como a bola da vez em termos de oportunidade de negócios, apesar das suas dificuldades. Discutir os princípios, critérios, mensuração na visão da cadeia produtiva mostra a fase de ruptura experimentada pela pecuária. Isso leva tempo para ser entendido e avaliado. Existem muitas pessoas com visão de popa e preconceituosa. O GTPS parte de um olhar de proa. Não enxergaremos o futuro com olhos voltados para o passado. Temos de mostrar soluções, sem ficar apenas nas apresentações de problemas. Sérgio Margulis Esse é um momento importante para o governo federal. Como devemos assinar uma parceria com o GTPS, gostaríamos de registar a nossa satisfação em fazer parte deste evento. Muitas vezes pode parecer confortável ficar em Brasília, com a formulação de propostas para otimizar o Brasil. Mas, não existe nada mais importante do que o real, essa possibilidade de contato com o setor produtivo, aquele que faz e está com a mão na massa. Estamos otimistas e ansiosos com o andamento futuros desses trabalhos objetos do seminário. GTPS - Grupo de Trabalho da Pecuária Sustentável 13

14 Celso Vainer Manzatto Precisamos aumentar a produção, mas mostrar a intensificação produtiva da pecuária nacional, em particular nas últimas duas décadas. Na verdade, desde o início do levantamento dos dados censitários do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), essa atividade cede áreas as explorações agrícolas. Isso só é possível devido à intensificação produtiva. A Embrapa compartilha com essa visão do GTPS, em termos de tecnologia, produtos e serviços. Não muito distante teremos desafios com relação às métricas de sustentabilidade. Enquanto batemos recordes em nossas exportações, com certeza os países importadores requisitarão informações, com análise e dados sobre a produção sustentável da pecuária. Na Embrapa possuímos dois movimentos muito grandes. O primeiro ligado a Integração lavoura, pecuária e floresta, das quais muitas instituições aqui presentes são parceiras no esforço de disseminação e consolidação dessa tecnologia. O segundo com respeito aos projetos para avaliar todos os coeficientes relacionados às emissões dos gases de efeito estufa, considerados importantes para os trabalhos em curso no Painel Intergovernamental para as Mudanças Climáticas (IPCC), principalmente pelo fato arriscado da pecuária ser apresentada como a vilã ambiental. Por fim, temos de destacar e fortalecer a necessidade de apresentarmos estudos com a abrangência de integral da cadeia produtiva nos fóruns internacionais. A nossa estratégia, portanto, passa por uma sintonia cada vez mais próxima da Embrapa com o GTPS. Francisco Sergio Ferreira Jardim Quando cheguei em São Paulo, no início dos anos setenta, recém formado em veterinária na Universidade Estadual do Norte Fluminense, tive a oportunidade de participar de um evento na Federação da Agricultura do Estado de São Paulo (FAEASP), para discutir um plano estratégico sobra a pecuária nacional. Naquela conjuntura era prioritário reverter a nossa situação de grande importador de alimentos. Para sanar a falta de uma estrutura institucional para organizar e produzir conhecimento foi criada a Embrapa, sendo que para disseminá-las foram montadas as rede de EMATER s ( Empresas 14

15 de Assistência Técnica e Extensão Rural). Tínhamos de sair da agricultura litorânea, para ocuparmos outras áreas centrais de trópicos úmidos, cerrados e semiáridos. Assim, começou uma forte migração em direção as essas regiões. Paralelamente, houve também muito investimento na infraestrutura física para a formação da indústria de transformação e de insumos. Passados quatro décadas, chegamos ao quinto posto na produção de alimentos. No cenário da geopolítica mundial para as próximas décadas, os Estados Unidos se consolidam como fornecedores de informação, as áreas indústrias e serviços vão para a China e Índia, o turismo para a Europa e a produção de alimentos para o Brasil. Com muita discussão democrática aprovamos o Código Florestal, temos agora que discutir estrategicamente as novas tecnologias no caminho das condições sustentáveis. O Programa da Agricultura de Baixo Carbono (ABC) faz parte de um trabalho conjunto entre o MAPA e o Ministério do Meio Ambiente (MMA). Avançamos na parte sanitária, com a conquista do status livre da aftosa com vacinação para 90% do rebanho. Positivamente, com formação de mão obra e parceira pública e privada o Brasil cumprirá o seu desiderato no agronegócio. Francisco de Oliveira Filho Somos membros e consideramos apropriado o modelo de trabalho conjunto adotado pelo GTPS para o Brasil desenvolver a atividade produtiva de forma sustentável. O seu nascimento aconteceu em 2007, justamente quando se firmava as discussões sobre a moratória da soja. Esses são dois marcos importantes de integração de trabalho entre a área de produção e a ambiental. Com posições isoladas e radicais não chegamos a nenhum lugar. O Código Florestal, por exemplo, foi fruto de uma discussão intensa, mas conjunta. Contamos agora com o Cadastro Ambiental Rural (CAR), que constitui um instrumento poderoso, a ser agregado a outros existentes. Os esforços para o controle do desmatamento na Amazônia podem ser considerados de resultados positivos, pois a produção continuou a crescer, mesmo com a retração na área desmatada. O trabalho envolve o governo federal, os estados, a sociedade civil e o setor produtivo. Estamos no começo de uma estrada de desafios a ser percorrida. Esse seminário faz parte, sem dúvida, desses passos na direção correta. Temos de começar com projetos pilotos, sem perder de vista a busca da escala de produção em função da dimensão enorme do país. Estamos com o plano de mudanças climáticas, com uma postura ambiental diferente sobre o GTPS - Grupo de Trabalho da Pecuária Sustentável 15

16 desenvolvimento da agropecuária. O Ministério de Ciência, Cultura e Inovação acaba de divulgar um trabalho sobre as emissões setoriais. A área de floresta e do uso da terra mostra uma redução significativa de 2004 para cá, de 57% para 22%. Isso reflete em grande parte o trabalho realizado na Amazônia, cuja região possui características bem distintas. Já a área de agricultura traz preocupação, pois as emissões aumentaram. O MMA, em parceria com o INPE (Instituto Nacional de Pesquisa Espacial), no produto TerraClass, desenvolvido junto com a EMBRAPA, em levantamentos efetuados na Amazônia Legal, mostram que 66 % das áreas são ocupadas com pastagens, 21% com vegetação em regeneração e 5% com agricultura. Uma parte enorme dessas pastagens está associada às ações de grilagens de terras. Esse era o pensamento predominante em décadas anteriores, de invasão desenfreada e sem cuidado ambiental, que desde o evento da ECO-92, realizada no Rio de Janeiro, busca-se ser erradicada. Para conseguirmos resultados suficientemente sólidos, precisamos continuar os investimentos em capacitação, levar assistência técnica e facilitar o acesso ao crédito da população local. O monitoramento e o acompanhamento desses trabalhos, com a organização de espaço para discussões, com nesse seminário, são fundamentais. Dos sete projetos a serem aqui apresentados, quatro deles estão em Estados do Bioma Amazônia. Ainda longe do ideal, a governança melhora na região. O cerrado é outra área sensível para as nossas análises e observações. Com ética e transparência, com a disponibilização de dados para a sociedade, o Brasil vem conquistando o reconhecimento internacional na questão ambiental. Estamos tratando de um setor extremamente importante para o país, de forma aberta e franca, para sabermos e analisarmos os desafios postos a nossa frente. Certamente, as gerações mais novas terão elementos para julgarem as contribuições do GTPS neste período. Pela relevância da pecuária no Brasil não podemos ser conduzidos no cenário global e sim conduzir e liderar a discussão de sustentabilidade - Presidente Eduardo Bastos 16

17 São Félix do Xingu/PA - Foto: João Ramid São nossas ações que vão fazer a grandeza desse grupo Eduardo Brito Bastos Presidente do GTPS GTPS - Grupo de Trabalho da Pecuária Sustentável 17

18 Programa GTPS Pecuária Sustentável na Prática Coordenador do Painel: Maurício Campiolo Vice presidente do GTPS Apresentadores: Eduardo Brito Bastos Presidente do GTPS Fernando Sampaio Diretor Executivo da Associação Brasileira dos Exportadores de Carne Bovina (ABIEC) e Coordenador da Comissão Técnica do GTPS Ivens Domingos Analista Sênior do WWF - Brasil e Coordenador da Subcomissão de Indicadores do GTPS Isabella Vitali Coordenadora da América Latina da Proforest Eduardo Bastos Esse programa nasceu de uma demanda dos próprios membros do GTPS, muitos que já são investidores cotidianos na pecuária, mas as vezes com ações isoladas e, por isso a dificuldade de alcançar escala. Com a possibilidade de captação de recursos junto a um fundo do governo holandês (FSP) por meio da Fundação Solidaridad, tivemos a oportunidade de sair do discurso e ir para a prática com investimento em projetos no campo. Iniciamos com sete projetos, em cinco estados (Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Rondônia e Bahia), com presença forte no Bioma Amazônia. Envolvemos 900 produtores numa área próxima de um milhão de hectares. São projetos pilotos e de sucesso. Como é sabido, como as nossas dimensões no Brasil são de alta escala, teremos de extrapolálos. Apenas a título de comparação, a Colômbia possui 1,1 milhão de hectares e somente o estado do Pará totaliza 1,2 milhão. O mais importante é criar um modelo de compartilhamento de boas experiências, que estão dando certo em outras regiões e aproveitar para aprender com os erros e aproveitar para aprender com os erros e com os acertos uns dos outros, dessa forma a tão desejada escala pode se tornar realidade 18

19 com os acertos uns dos outros, dessa forma a tão desejada escala pode se tornar realidade. É isso que estamos almejando. Fernando Sampaio Muitas vezes não nos damos conta do quanto o Brasil avançou em curto espaço de tempo no que se refere à produção agropecuária. A interiorização da produção é bem recente, enquanto a expansão enorme nas exportações de carne aconteceu praticamente depois de Em busca por novos mercados, estivemos em Missão Comercial nos países asiáticos que nos revelaram descobertas surpreendentes. Na Indonésia, por exemplo, consome-se apenas três quilos de carne bovina per capta ano, enquanto no Brasil o consumo per capita é de 38 quilos ao ano. Nos supermercados são ofertadas pequenas bandejas com cabeça e pé de frango, produto conhecido por walk talk que atende à demanda da população de baixo poder aquisitivo. Este produto é consumido cozido e serve como alimentação básica do dia-a-dia. O Brasil também possui bolsões de pobreza cujo perfil do consumidor se assemelha a esse exemplo A pecuária brasileira passou por um longo período de descapitalização e muitas áreas de pastagens foram abandonadas entrando em processo de degradação. Existe uma elite de produtores cuja atividade é rentável, porém as classes média e baixa ainda demandam assistência técnica e extensão rural. Inicialmente, o foco e a preocupação do GTPS eram no desmatamento da Amazônia, tanto que se trabalhava com as comissões de rastreabilidade, monitoramento da floresta, incentivos econômicos e princípios e critérios da pecuária sustentável. Essa estrutura foi mudada a partir de um trabalho da APPS (Associação Profissional da Pecuária Sustentável), que recomendava identificar os problemas e as soluções para a atividade pecuária, o financiamento das resoluções e a disseminação dos resultados. Hoje, na comissão técnica do GTPS discutimos as questões relacionadas à rastreabilidade, sanidade, pastagem, nutrição, genética, reprodução e gestão financeira e administrativa das propriedades. Há um leque de tecnologias em cada um desses itens possíveis de serem incorporados aos sistemas produtivos. A oferta de crédito existe, porém, para fechar a equação, a resposta está em como facilitar o acesso ao crédito e à tecnologia. A elite da produção tem acesso à assistência privada. Como a extensão pública foi desativada e direcionada para outras áreas além da pecuária, como a agricultura familiar, as classes baixa e média ficaram desassistidas. Então, identificamos como gargalo para a sustentabilidade da pecuária no país a dificuldade de acesso à assistência técnica de qualidade para pequenos e médios produtores e propusemos levar um pacote tecnológico pronto para qualificar o produtor. Para a disseminação do projeto, serão montadas unidades demonstrativas em diversas regiões do país, visando influenciar os produtores do entorno. Temos experiências similares de sucesso em outras atividades, como o programa Balde Cheio na produção de leite, desenvolvido pela Embrapa. A oportunidade de utilização do fundo FSP (Farmer Support Program) pelo GTPS, possibilitou a integração de seus parceiros em regiões importantes para a pecuária no país. GTPS - Grupo de Trabalho da Pecuária Sustentável 19

20 Isabella Freire Vitali Com escritórios na Europa, Malásia, África e no Brasil, o Proforest é uma organização nascida em 2000, para trabalhar com gestão de recursos naturais ao longo das cadeias produtivas de várias commodities, em cima de quatro pilares: 1º. Criar um ambiente propício para a sustentabilidade na gestão dos recursos naturais, com apoio à governança e estruturação de iniciativas de sustentabilidade, como é o caso do GTPS; 2º Ajudar produtores ou compradores de artigos que utilizam recursos naturais a adotarem políticas e práticas que atendam às exigências de sustentabilidade em surgimento no mercado; 3º Treinar e capacitar governos, empresas, ONG s, iniciativas de sustentabilidade, auditores e produtores, com relação aos sistemas de sustentabilidade; 4º Manter uma relação estreita com a academia e formadores de políticas para levar essas experiências práticas de relações multi stakehloders e sistemas operacionais, para informar essas decisões. A primeira conversa com o GTPS foi entender os trabalhos, as ideias e os objetivos propostos pelas suas comissões, para estruturar e colocar as suas ferramentas na prática. Começamos em maio de 2012, com uma conversa junto a um possível financiador, o FSP, do governo holandês, administrado pelo Solidaridad. De lá para cá, tivemos diversas instâncias e abrimos o conceito daquilo que se queria alcançar. A grande riqueza do GTPS está na multiplicidade e variedade das experiências desenvolvidas pelos seus membros em suas áreas de atuação. Como resumo dessa história relativamente longa, em junho de 2013 conseguimos a aprovação do programa e passamos à coordenação dos parceiros ao GTPS para executá-lo. O desafio é de superar barreiras como a percepção de que a sustentabilidade não é rentável, a falta de capacidade em gestão da propriedade e a falta de extensão rural. A grande riqueza do GTPS está na multiplicidade e variedade das experiências desenvolvidas pelos seus membros em suas áreas de atuação. A estratégia do programa é desenvolver as ferramentas para o GTPS identificar e replicar as experiências de sucesso em larga escala. Estamos no primeiro passo, a fase de teste para juntar os retalhos e montar a colcha até O programa tem quatro elementos principais: 1º Apoiar e compilar as boas práticas, com a criação de um guia; 2º Desenvolver um modelo de capacitação e identificar os multiplicadores em cada região; 3º Desenvolver e testar critérios e indicadores de melhoria contínua; 20

21 4º Capacitar o GTPS para ser gestor de programas. Paralelamente, estamos começando um projeto específico em parceria com o GTPS e financiamento da Fundação Moore para revisar o planejamento estratégico do GTPS daqui para frente, rever e adequar sua governança com base nisso e esclarecer o propósito e uso dos critérios e indicadores do GTPS. Para completar, levantaremos e sistematizaremos as iniciativas de pecuária sustentável no país para divulgação. O desafio então passa pela definição e aplicação de um conjunto de indicadores que seja capaz de mostrar esses resultados. Esperamos chegar a um primeiro esboço para apresentação até o meio de 2014, de modo que possa servir para uma discussão mais ampla, inclusive no âmbito internacional com a Mesa Redonda Global sobre Carne Sustentável (GRSB). Ivens Domingos Se identificarmos os problemas existentes, apresentarmos soluções para implantar os projetos pilotos e buscarmos incentivos econômicos, resta medir os resultados e os impactos das nossas ações de sustentabilidade. O programa Pecuária Sustentável na Prática conta com financiamento disponibilizado pela Fundação Solidaridad, por meio do Farmer Support Programme (FSP), fundo do governo holandês. O GTPS não é um clube fechado ou uma panelinha, é um caldeirão de tampa aberta e pula para dentro quem quiser! Está aberto, quem tiver coragem e disposição e muita vontade de trabalhar proativamente vem com a gente! Mauricio Campiolo Vice-Presidente do GTPS GTPS - Grupo de Trabalho da Pecuária Sustentável 21

22 22 Paragominas/PA Foto: Rafael Araujo

23 Painel 1 Pecuária Sustentável na Prática Rondônia Coordenador do Painel: Marcos Reis Diretor Geral da Aliança da Terra Apresentadores: Mathias Almeida Gerente de Sustentabilidade do Grupo Marfrig Eduardo Trevisan Secr. Executivo Adjunto - Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (Imaflora) Marcos Reis Existe uma demanda grande em Rondônia nas questões ambientais e sociais. Trata-se de um estado com um alto potencial produtivo e com uma relevante logística principalmente neste momento em que o Brasil começa a diversificar rotas de exportação. O Rio Madeira representa uma hidrovia de grande potencial para o escoamento da produção estadual. Muitas iniciativas já ocorreram na região, mas foram interrompidas e desativadas. Isso abre oportunidades. Mathias Almeida Esse projeto é importante, pois demonstra o prosseguimento de um trabalho que já realizamos no âmbito do Programa Marfrig Club, com foco no relacionamento com o produtor. A busca do pilar econômico da sustentabilidade é um desafio constante em nossa gestão, assim como o cuidado especial com os recursos naturais, tão importantes em nossas operações industriais e cadeia de suprimentos. Voltado para três pilares básicos: o ambiental, o social e o bem estar animal, o programa é uma mescla de Boas Práticas Agrícolas (BPA), Rainforest Alliance, EurepGap, assim como demandas específicas de clientes como Tesco e McDonald s. Buscamos no primeiro momento compliance nas questões socioambientais, sempre avançando continuamente pelos níveis de atendimento ao protocolo. Após passar por um checklist, o produtor é classificado de iniciante a platinum (150 produtores que atendem 95% do protocolo e são habilitados para a Europa, com prêmio de incentivo pela boa prática correspondente a 15% do preço da arroba por boi - apesar disso não temos diferencial de preço na venda). Acreditamos que o papel da GTPS - Grupo de Trabalho da Pecuária Sustentável 23

24 indústria não se limita em pagar mais a quem tem a melhor gestão, deve também gerar incentivos através de assistência técnica. Acreditamos que o papel da indústria não se limita em pagar mais a quem tem a melhor gestão, deve também gerar incentivos através de assistência técnica. A parceria com o produtor, na verdade, vai além do Programa Marfrig Club ao focar a parte técnica, como o manejo de pastagem. Os resultados podem ser melhorados numa atuação conjunta com o IMAFLORA em nosso projeto de Rondônia, com ações focadas em pontos deficientes, tais como divisão e recuperação de pastos. Precisamos ir além do comando e controle e buscar maior produtividade e lucro ao produtor. A certificação é uma opção aos melhores produtores, porém nossa intenção é nivelar por cima toda cadeia, promovendo a melhoria contínua de acordo com a realidade de cada produtor. Eduardo Trevisan Além da Marfrig possuir escritório e Frigorífico no município, Rolim de Moura foi escolhido para implantar o projeto porque na região há poucos exemplos de pecuária sustentável. Isso possibilita que o projeto possa ganhar escala no futuro. Este projeto começa praticamente do zero, mas sempre com intenção de avaliar os impactos das nossas ações. Importante destacar que na região os produtores estão bastante interessados em novas tecnologias. O objetivo do projeto é desenvolver unidades demonstrativas junto aos produtores ligados ao Programa Marfrig Club com foco, mas não limitado, nos pequenos produtores através de uma equipe técnica de campo do Imaflora, Marfrig e a Consultoria Via Verde uma das premissas do trabalho é que que agricultor no vermelho não pensa no verde. Partimos das premissas de demonstrar que através da assistência técnica de qualidade, o produtor da Amazônia pode ser competitivo e responsável e que a experiência de outros projetos são importantes. Vale destacar que este não é um projeto de certificação (pelo menos não é prioridade no primeiro momento pela falta de estrutura e capacitação) e que uma das premissas do trabalho é que que agricultor no vermelho não pensa no verde. Exemplos do perfil de produtores do projeto: Fazenda Bacopari Médio/Grande porte (1.700 animais cria / recria / engorda); Pontos fortes: Boa tecnologia (divisão de pastos, IATF, Creep-feeding); Pontos que podem ser melhorados: Reforma de pastagens sem orientação técnica e aplicação dos insumos sem amostras de solo. 24

25 Fazenda Santa Maria Médio / Grande porte (2.200 animais cria / recria / engorda); Pontos fortes: Boa tecnologia (divisão de pastos, IATF, semi-confinamento); Pontos que podem ser melhorados: Pouca aplicação de calcário e falta de planejamento na reforma e recuperação de pastagens Sitio Pedra Branca Pequeno porte (185 vacas cria); Pontos fortes: Disponibilidade para inovação; Pontos que podem ser melhorados: Pouca aplicação de tecnologia e pastagens com poucas divisões Resultados esperados Primeiro ano Estabelecimento de confiança com produtores através de visitas regulares e transparência nos processos; Soluções customizadas: cada produtor tem sua necessidade especifica; Definição das primeiras propriedades modelo & demonstrativas Segundo ano Fortalecimento das propriedades modelo & demonstrativas ampliação das tecnologias aplicadas; Planejamento ambiental das propriedades; Ações de mitigação emissões de gases GEE; Publicação dos resultados; A expertise da Imaflora é o desenvolvimento de cadeias produtivas mais responsáveis, em clientes como a Firmenich, Mercur, Nespresso (programa AAA, com 1000 produtores envolvidos no Brasil; borracha, copaíba e castanha, com dezenas de comunidades extrativistas). Na pecuária, além deste projeto estamos trabalhando em conjunto com a Solidaridad e Rainforest Alliance com boas práticas na produção de carne no Uruguai e em São Felix do Xingu (PA), desde 2010 com agropecuaristas familiares. Já desenvolvemos 25 unidades modelo incluindo planos de adequação ambiental e pretendemos chegar a 100 unidades até O Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (Imaflora) é uma Organização Não Governamental, sem fins lucrativos, que trabalha para promover a conservação e o uso sustentável dos recursos naturais e para gerar benefícios sociais nos setores florestal e agropecuário. GTPS - Grupo de Trabalho da Pecuária Sustentável 25

26 26 Foto: Pantanal - Arquivo ABPO

27 Painel 2 Pecuária Sustentável na Prática Bahia Coordenador do Painel: Luiz Amaral: Diretor da Divisão de Responsabilidade Social Corporativa do Rabobank Apresentadores: Márcio dos Santos Oliveira Engenheiro Agrônomo da Profissional Agronegócios Peter Sijbrandij: Responsável pelo Setor da Pecuária da Solidaridad Network Moderador O Rabobank é um banco de origem cooperativo voltado exclusivamente para a agropecuária. Estamos muito satisfeitos com o desempenho do GTPS. Agradecemos o papel prestado pela Acrioeste e Profissional Agronegócios neste projeto da Bahia. Marcio Oliveira Com sede em Barreiras, o nome do projeto é Modelo para a Pecuária Sustentável Diagnóstico da Pecuária de Corte no Oeste da Bahia. O seu objetivo é avaliar a situação atual da pecuária regional. A partir daí, apontar as lacunas (GAP s) existentes nos critérios de sustentabilidade, diagnosticar os efeitos dos diferentes sistemas de produção de carne e levantar informações relevantes para suportar a análise da dinâmica do carbono relacionada com o uso de pastagens. Com 85% do rebanho bovino dirigido à produção de carne, de um modo geral, as explorações apresentam baixo índice tecnológico. Não obstante, os produtores foram receptivos à possibilidade de melhores resultados devido à aplicação de boas práticas agropecuárias. GTPS - Grupo de Trabalho da Pecuária Sustentável 27

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