CURSO DE MEDICINA PROVA SIMULADA DO ENADE 2004

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CURSO DE MEDICINA PROVA SIMULADA DO ENADE 2004"

Transcrição

1 CURSO DE MEDICINA PROVA SIMULADA DO ENADE Ao prescrever terapêutica antibiótica para um idoso de 75 anos com quadro de pneumonia, o médico da emergência é surpreendido pela recusa dos parentes em aceitarem a medicação indicada, mesmo após informar o diagnóstico e a proposta terapêutica. Os parentes referem que o paciente não tomará antibióticos e exigem a radiografia e exames laboratoriais realizados, afirmando enfaticamente que procurariam o médico da família. O quadro clínico do paciente é estável, sem características de gravidade imediata. A melhor conduta nesse caso é: 2. Um adolescente de 15 anos é atendido por médico em consultório privado. A consulta foi marcada com 20 dias de antecedência e confirmada pela secretária com alguém da sua residência. O paciente compareceu desacompanhado e pagou pela consulta. Ao relatar o ocorrido a um colega, este o advertiu de que infringira a lei e o Código de Ética Médica. Como analisar esse caso? 3. Um paciente idoso, com 85 anos, internado na Unidade Intermediária há 6 meses, apresenta piora clínica, necessitando de prótese ventilatória, mas mantendo boa função cardíaca. Seus parentes pedem que seus órgãos sejam doados de imediato. Tomando por base a lei vigente, sua conduta seria: 4. Um escolar de seis anos é levado ao consultório do pediatra particular pela mãe, apresentando a terceira fratura em um ano, supostamente por ter caído de uma árvore. A mãe na trabalha e parece distraída, desinteressada e defensiva, e o pai raramente vai às consultas por ser presidente de uma grande empresa. O pediatra suspeita de maus tratos, porém prefere agendar nova consulta com os pais para discutir o assunto. Analise a conduta do pediatra. 5. No atendimento a uma jovem de 20 anos com amigdalite purulenta foi prescrita penicilina benzatina, UI, intramuscular. A paciente recusa a prescrição, insistindo em medicamento por via oral, mesmo após o médico explicar que a penicilina é o melhor tratamento para o caso clínico. A sua conduta seria: 6. Um homem de 51 anos procura emergência de hospital geral, com queixas de dor abdominal difusa, diarréia e vômitos há 12 horas, sem febre. A dor é intensa, cedendo após medicação analgésica intravenosa. O plantonista faz diagnóstico de gastroenterite aguda, baseado na história clínica e exame físico, que mostrava abdome flácido, indolor à palpação, com peristalse presente. Após hidratação venosa e melhora da dor, o paciente recebe alta, orientado a tomar analgésicos. Doze horas depois, retorna ao mesmo hospital, sendo examinado por outro plantonista que, baseado no exame físico atual, suspeita de apendicite aguda, solicita os exames pertinentes e indica cirurgia, que confirma o diagnóstico. Os familiares indignados prestam queixas à direção do hospital, por negligência no atendimento. A conduta adequada do primeiro plantonista para evitar essa situação seria: 7. Um casal em litígio judicial pela guarda da filha única, portadora de doença disabsortiva, provoca a abertura de dois diferentes prontuários no serviço de

2 Gastroenterologia de um hospital universitário, gerando dois diferentes números de registro para uma mesma paciente. A melhor conduta nesse caso seria: 8. Em visita domiciliar, médico da equipe do Programa de Saúde da Família atende paciente do sexo masculino, com 27 anos, apresentando lesões cutâneas eritematosas, planas, com centros claros, limites pouco precisos, circulares no braço esquerdo. Ao exame físico, o médico observou zonas de alopecia, diminuição da sensibilidade nas regiões cutâneas acometidas e espessamento do nervo ulnar. A baciloscopia revelou presença de raros bacilos álcool-ácido resistentes. O paciente coabita com sua companheira e filho de 6 anos. Com referência à doença diagnosticada neste paciente, de acordo com as normas da Vigilância Epidemiológica e do correspondente Programa de Controle e Prevenção, cite duas condutas (não referentes à terapêutica) que devem ser adotadas no caso. 9. O médico responsável pelo atendimento de idosos de uma unidade básica de saúde de uma pequena cidade atende a uma família composta de 6 pessoas, com faixa etária variando de 68 a 73 anos, encontrando 3 casos de hipertensão arterial ( PA = ou > a 135 x 96 mm Hg), 2 casos de hipercolesterolemia (colesterol total acima de 260 mg/dl) e 1 caso de infarto de miocárdio há 15 anos, assintomático no momento. Quais as medidas necessárias para diminuir o risco cardiovascular desses pacientes? 10. Homem, 55 anos, viúvo, sofreu infarto do miocárdio há dois anos, confirmado por ECG e provas laboratoriais. Desde então, começou a manifestar alterações mentais na esfera afetiva, com crises freqüentes de choro, recebendo diagnóstico de psicose depressiva reativa. Há duas horas atrás, deu um tiro no peito com uma espingarda, dando entrada na emergência com hemorragia profusa e vindo a falecer 30 minutos após. A autópsia revelou lesão perfuro-contundente, hemotórax esquerdo e transfixação do pulmão homolateral. Preencha o item VI da declaração de óbito desse paciente, segundo as normas do Manual de Instruções para o Preenchimento da Declaração de Óbito, do Ministério da Saúde. CAUSAS DA MORTE PARTE I Doença ou estado mórbido que causou diretamente a morte CAUSAS ANTECEDENTES Estados mórbidos, se existirem que produziram a causa acima registrada, mencionado-se em último lugar a causa básica PARTE II Outras condições significativas que contribuíram para a morte e que não entraram, porem, na cadeia acima ANOTE SOMENTE UM DIAGNÓSYICO POR LINHA a b c d Tempo aproximado entre o inicio da doença e a morte CID 11. Um pre-escolar de 2 anos, foi levado por sua mãe à emergência com história de febre alta há 5 dias. Exame físico: sarampo, desnutrição severa e desidratação de 2º grau, tendo sido internado, em virtude do estado toxigênico. Dois dias depois, apresentou quadro clínico de pneumonia, confirmado por exames radiográficos, sendo instituída

3 antibioticoterapia. O paciente evolui mal, com aumento da dispnéia e desidratação grave, vindo a falecer. Preencha o item VI da declaração de óbito desse paciente, segundo as normas do Manual de Instruções para o Preenchimento da Declaração de Óbito, do Ministério da Saúde. CAUSAS DA MORTE PARTE I Doença ou estado mórbido que causou diretamente a morte CAUSAS ANTECEDENTES Estados mórbidos, se existirem que produziram a causa acima registrada, mencionado-se em último lugar a causa básica PARTE II Outras condições significativas que contribuíram para a morte e que não entraram, porem, na cadeia acima ANOTE SOMENTE UM DIAGNÓSYICO POR LINHA a b c d Tempo aproximado entre o inicio da doença e a morte CID 12. Um menino de 3 anos, pesando 15 kg é trazido à emergência por apresentar febre alta, irritação e inapetência há 24 horas. Seu exame físico revelava intensa hiperemia e opacificação de ambas as membranas timpânicas, configurando otite média aguda. Confeccione a receita médica, considerando a(s) sensibilidade(s) do(s) germe(s) mais prevalente(s) e o menor custo do tratamento ( nomenclatura genérica). Policlinica Universitária Ronaldo Gazolla

4 13. Uma mulher com 25 anos, relata ao seu ginecologista que mantém relacionamento sexual com seu noivo, utilizando preservativo feminino, sem que o mesmo saiba que ela é portadora sadia do HIV. Após discutir o assunto com a paciente, o ginecologista não consegue convencê-la a comunicar o fato ao noivo. Segundo as determinações do Conselho Federal de Medicina, a conduta adequada seria: 14. Um homem de 40 anos, procura emergência com dor lombar há cerca de 10 dias. Não utiliza analgésicos pois é contra a auto-medicação e relata que a dor não é contínua, nega vômitos, náuseas ou alterações urinárias. O exame físico é normal e o plantonista decide liberar o paciente. O paciente quer fazer exames, pois tem medo de que se trate de um cálculo renal e que possa ter dor muito forte. Sua conduta seria: 15. Uma mulher, 65 anos, com aproximadamente 155 cm de altura e 88 kg, hipertensa em uso de hidroclorotiazida (25mg/dia), é admitida no pronto-socorro com hemiparesia esquerda, de início há 2 horas. Os exames complementares confirmam o diagnóstico de acidente vascular cerebral isquêmico parietal direito, de pequena monta. Seu exame físico: consciente, orientada, sonolenta, eupneica, com ausculta cardiopulmonar normal e PA = 176 x 116 mmhg. Na prescrição das primeiras 24 horas constam os seguintes itens: 1. Jejum completo 2. Decúbito elevado ( 45º) 3. Fisioterapia motora e respiratória 4. Ranitidina 50 mg + SF 0,9% 100 ml IV de 8/8 h 5. Controle de PA de 2/2 h Complete a prescrição com, pelo menos, 2 itens indispensáveis para o tratamento: 16. No tratamento da tuberculose, a total aderência do paciente ao regime de mais de uma droga é fundamental porque; 17. Um paciente de 20 anos é levado à emergência de hospital geral, que admite pacientes particulares e convênios de saúde, após queda de bicicleta. Ao chegar encontrava-se lúcido e respondendo a estímulos verbais, mas evolui rapidamente para coma e anisocoria. O responsável administrativo do hospital comunica ao plantonista que o paciente deve ser removido para um hospital público, pois seu plano de saúde está no período de carência e não cobre os gastos com os exames e nem o eventual uso do centro cirúrgico. Qual deve ser a melhor conduta a ser seguida pelo médico plantonista: 18. Uma mulher de 66 anos, portadora de câncer de mama, com metástases ósseas, está em tratamento quimioterápico há 6 meses. Utiliza antiinflamatórios não hormonais e codeína para controle das dores. Na consulta de rotina, refere desinteresse pelas tarefas diárias, só pensa em morrer e quer interromper o tratamento oncológico. A conduta médica correta seria: 19. Empresa multinacional submete seus funcionários a avaliação médica geral anual obrigatória. Sem informar aos funcionários, o médico responsável decide incluir o exame anti-hiv. Analise esta conduta: 20. Há 30 dias, casal perdeu um filho de 1 ano, vítima de meningite meningocócica fulminante. Cinco dias depois, outro filho ( de 4 anos), desenvolveu meningite, resultando em graves seqüelas. Os pais estão processando o pediatra por negligência, já que não receberam orientações sobre profilaxia dos contactantes. A orientação correta sobre profilaxia neste caso seria:

5 21. Uma mulher de 45 anos procura o ambulatório com queixa de nódulo no pescoço há cerca de 1 mês. Ao exame físico apresentava bom estado geral, nódulo regular, de consistência firme, com cerca de 3 cm de diâmetro, na região lateral esquerda do pescoço. Das condutas abaixo, todas estão corretas, EXCETO: a. laringoscopia direta ou indireta b. retirada parcial ou total do nódulo para análise histológica c. ultra-som de pescoço d. punção aspirativa para exame citológico e. exame de oro e rinofaringe 22. Um lactente de 1ano e 8 meses de idade, masculino, está resfriado há uma semana. Há 12 horas apresentou febre (39 º C) seguido de convulsão tônico-clônica generalizada. Não tem antecedentes convulsivos. Ao exame físico apresenta bom estado geral, está desperto, sem sinais meníngeos ou outras alterações. A conduta adequada é: a. observar e dar alta com fenobarbital profilático b. realizar hemograma, glicemia e exame do líquor; dando alta se os exames forem normais. c. realizar hemograma, glicemia, exame do líquor e tomografia computadorizada, dando alta se os exames forem normais. d. observar, sem realizar exames, dando alta sem medicação. e. realizar hemograma, glicemia e exame do líquor, dando alta com fenobarbital e encaminhamento para neurologista. 23. O principal objetivo de uma mamografia é: a. confirmação do diagnóstico clínico b. estadiamento da doença c. prevenção primária d. detecção precoce do câncer e. planejamento do tratamento cirúrgico 24. Uma mulher de 43 anos, realizou exame ginecológico preventivo (colpocitologia) que revelou neoplasia intracervical III. A conduta correta deverá ser realizar : a. colpocitologia após 3 a 6 meses. b. colposcopia com biópsia orientada. c. conização cervical. d. histerectomia. e. curetagem do canal endocervical. 25. Na ocorrência de amniorrexe prematura em gestação de 24 semanas, com feto vivo, associada à quadro de corioamnionite, a conduta indicada é: a. indução do trabalho de parto e antibioticoterapia b. antibioticoterapia, inibidores da contração uterina e parto com 32 semanas c. antibioticoterapia, inibidores da contração uterina e parto com 37 semanas d. antibioticoterapia, cerclagem e amnioinfusão e. não usar antibióticos e aguardar o parto espontâneo

6 26. Nas hemorragias digestivas altas, sem antecedentes e na ausência de qualquer outro dado, a causa mais provável é : a. pólipo gástrico b. neoplasia gástrica c. discrasia sangüínea d. úlcera péptica e. lesão aguda da mucosa gástrica 27. Um lactente de 6 meses, é levado à emergência com tosse e cansaço há 48 horas. Ao exame físico apresenta freqüência respiratória de 62 irpm, retrações subcostais e murmúrio vesicular diminuído à direita. Segundo as Normas do Ministério da Saúde de Infecções Respiratórias Agudas, a melhor conduta é o tratamento: a. ambulatorial com penicilina procaína. b. ambulatorial com ceftriaxone. c. ambulatorial com penicilina procaína e gentamicina. d hospitalar com penicilina. e. hospitalar com ceftriaxone. 28. Uma escolar do sexo feminino, com 9 anos, apresentando quadro de artrite migratória em uso de ácido acetil-salicílico há 48 horas, retorna à consulta médica assintomática do ponto de vista articular, mas com queixa de caroços no corpo. Ai exame físico apresenta articulações normais, ausculta cardíaca normal, nódulos indolores em topografia de proeminências ósseas e tendões. Exames complementares revelando: VHS = 50 mm, ASLO = U Todd e leucocitose. Entre os dados acima, aquele que sinaliza uma evolução para cardite é : a. VHS b. ASO c. idade d. nódulos e. leucocitose 29. A sífilis congênita, causa de perdas fetais, adoecimento e mortes neonatais, é considerada um agravo evitável, tendo em vista a facilidade e o baixo custo do diagnóstico e da terapêutica propostos para a sífilis adquirida. Apesar disso, não tem sido alcançado o êxito esperado no controle da sífilis congênita, que se mantém em níveis inaceitáveis. Por definição do Programa Nacional de DST/AIDS do Ministério da Saúde, das alternativas abaixo, aquela que pode ser usada como critério para definição de caso de sífilis congênita é : a. toda criança com VDRL negativo e icterícia colestática evidente nas duas primeiras semanas de vida. b. toda criança com VDRL positivo, assintomática, até o 6º mês de vida, independente da sorologia materna. c. todo caso de morte fetal no terceiro trimestre, cuja mãe, portadora de sífilis, foi tratada adequadamente durante a gestação. d. toda criança com lesões de pele, apesar da ausência de isolamento do Treponema pallidum no material colhido das lesões

7 e. toda criança nascida de mãe que teve sífilis não tratada ou inadequadamente tratada, independente de sinais, sintomas e exames laboratoriais. 30. Em relação às doenças de notificação compulsória pode-se afirmar que: a. apenas os casos suspeitos devem ser notificados. b. a notificação de casos suspeitos é fundamental para o controle de determinadas doenças. c. apenas os casos confirmados devem ser notificados. d. nenhum caso suspeito deve ser notificado antes da confirmação clínica. e. apenas os casos com confirmação laboratorial devem ser notificados.

ANEXO 2: Exemplos de questões e percentual de erro dos participantes

ANEXO 2: Exemplos de questões e percentual de erro dos participantes ANEXO 2: Exemplos de questões e percentual de erro dos participantes Situação/problema Criança com desidratação e diarreia Um menino com 6 anos de idade e com peso de 18 kg, desenvolve quadro de desidratação

Leia mais

Atenção ao Filho de Mãe com SífilisS

Atenção ao Filho de Mãe com SífilisS Infecções e Gestação : Atenção ao Filho de Mãe com SífilisS Andrea Maciel de Oliverira Rossoni Serviço de Bibliografia Agenda Visão do pediatra e do médico generalista Sintomas Como investigar Como tratar

Leia mais

Diagnóstico Tardio do HIV em Crianças e Adolescentes Nascidas de mães Portadoras do HIV" Programa Estadual de DST/AIDS-SP www.crt.saude.sp.gov.

Diagnóstico Tardio do HIV em Crianças e Adolescentes Nascidas de mães Portadoras do HIV Programa Estadual de DST/AIDS-SP www.crt.saude.sp.gov. Diagnóstico Tardio do HIV em Crianças e Adolescentes Nascidas de mães Portadoras do HIV" Programa Estadual de DST/AIDS-SP www.crt.saude.sp.gov.br Casos notificados de AIDS, Brasil e São Paulo - 1980 a

Leia mais

Actualizado em 28-09-2009* Definição de caso, de contacto próximo e de grupos de risco para complicações

Actualizado em 28-09-2009* Definição de caso, de contacto próximo e de grupos de risco para complicações Definição de caso, de contacto próximo e de grupos de risco para complicações 1. Introdução A evolução da epidemia causada pelo vírus da gripe pandémica (H1N1) 2009 implica que as medidas sejam adaptadas

Leia mais

DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS

DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS Doenças Sexualmente Transmissíveis são aquelas que são mais comumente transmitidas através da relação sexual. PRINCIPAIS DOENÇAS SEXUALMENTE

Leia mais

Justificativa Depende dos exames escolhidos. Residência Médica Seleção 2014 Prova Clínica Médica Expectativa de Respostas. Caso Clínico 1 (2 pontos)

Justificativa Depende dos exames escolhidos. Residência Médica Seleção 2014 Prova Clínica Médica Expectativa de Respostas. Caso Clínico 1 (2 pontos) Caso Clínico 1 (2 pontos) Uma mulher de 68 anos, hipertensa, é internada com afasia e hemiparesia direita de início há meia hora. A tomografia de crânio realizada na urgência não evidencia sangramento,

Leia mais

Confira se os dados contidos na parte inferior desta capa estão corretos e, em seguida, assine no espaço reservado para isso.

Confira se os dados contidos na parte inferior desta capa estão corretos e, em seguida, assine no espaço reservado para isso. INSTRUÇÕES 1 Confira se os dados contidos na parte inferior desta capa estão corretos e, em seguida, assine no espaço reservado para isso. 2 3 4 Caso se identifique em qualquer outro local deste Caderno,

Leia mais

DENGUE. Médico. Treinamento Rápido em Serviços de Saúde. Centro de Vigilância Epidemiológica Prof. Alexandre Vranjac

DENGUE. Médico. Treinamento Rápido em Serviços de Saúde. Centro de Vigilância Epidemiológica Prof. Alexandre Vranjac DENGUE Treinamento Rápido em Serviços de Saúde Médico 2015 Centro de Vigilância Epidemiológica Prof. Alexandre Vranjac O Brasil e o estado de São Paulo têm registrado grandes epidemias de dengue nos últimos

Leia mais

Momento II. ASF Região Sul. Assistência integral à saúde do recém-nascido e da criança. Prof. Dra. Ana Cecília Lins Sucupira

Momento II. ASF Região Sul. Assistência integral à saúde do recém-nascido e da criança. Prof. Dra. Ana Cecília Lins Sucupira Momento II ASF Região Sul Assistência integral à saúde do recém-nascido e da criança Prof. Dra. Ana Cecília Lins Sucupira CICLO DE VIDA DA CRIANÇA O ciclo de vida da criança compreende um ser que vivencia

Leia mais

Pneumonia e Derrame Pleural Protocolo Clínico de Pediatria

Pneumonia e Derrame Pleural Protocolo Clínico de Pediatria 2012 Pneumonia e Derrame Pleural Protocolo Clínico de Pediatria UNIPAC-Araguari Santa Casa de Araguari 2012 2 INTRODUÇÃO Pneumonia é uma inflamação ou infecção dos pulmões que afeta as unidades de troca

Leia mais

Diretrizes Assistenciais

Diretrizes Assistenciais Diretrizes Assistenciais Manuseio da Meningite Bacteriana Aguda Versão eletrônica atualizada em Novembro 2008 Manuseio da Meningite Bacteriana Aguda Introdução A meningite bacteriana aguda é um processo

Leia mais

ASSISTÊNCIA EM MASTOLOGIA

ASSISTÊNCIA EM MASTOLOGIA ASSISTÊNCIA EM MASTOLOGIA I - Ações da Unidade Básica: 1) Estímulo ao auto-exame de mamas 2) Exame clínico das mamas como parte integrante e obrigatória das consultas ginecológicas e de pré natal 3) Solicitação

Leia mais

DECLARAÇÃO PESSOAL DE SAÚDE

DECLARAÇÃO PESSOAL DE SAÚDE 1 A presente declaração, deverá ser preenchida de próprio punho, pelo proponente, de forma clara e objetiva, respondendo SIM ou NÃO, conforme o caso. MUITO IMPORTANTE Chamamos a atenção de V.S.a. para

Leia mais

EXAME NACIONAL DE REVALIDAÇÃO D E D I P L O M A S M É D I C O S EXPEDIDOS POR INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO SUPERIOR ESTRANGEIRAS.

EXAME NACIONAL DE REVALIDAÇÃO D E D I P L O M A S M É D I C O S EXPEDIDOS POR INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO SUPERIOR ESTRANGEIRAS. D E D I P L O M A S M É D I C O S EXPEDIDOS POR INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO SUPERIOR ESTRANGEIRAS Prova Discursiva LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES ABAIXO. 1. Verifique se, além deste caderno, você recebeu

Leia mais

Leia estas instruções:

Leia estas instruções: Leia estas instruções: 1 2 Confira se os dados contidos na parte inferior desta capa estão corretos e, em seguida, assine no espaço reservado para isso. Caso se identifique em qualquer outro local deste

Leia mais

Otite média aguda em crianças Resumo de diretriz NHG M09 (segunda revisão, fevereiro 2013)

Otite média aguda em crianças Resumo de diretriz NHG M09 (segunda revisão, fevereiro 2013) Otite média aguda em crianças Resumo de diretriz NHG M09 (segunda revisão, fevereiro 2013) Damoiseaux RAMJ, Van Balen FAM, Leenheer WAM, Kolnaar BGM traduzido do original em holandês por Luiz F.G. Comazzetto

Leia mais

Paciente de 89 anos, vem à consulta médica relatando nauseas e vômitos há 2 dias. Previamente à consulta encontravase bem, assintomática.

Paciente de 89 anos, vem à consulta médica relatando nauseas e vômitos há 2 dias. Previamente à consulta encontravase bem, assintomática. Paciente de 89 anos, vem à consulta médica relatando nauseas e vômitos há 2 dias. Previamente à consulta encontravase bem, assintomática. Faz tratamento para hipertensão arterial e insuficiência cardíaca

Leia mais

B) Quais os três medicamentos que devem ser prescritos de imediato?

B) Quais os três medicamentos que devem ser prescritos de imediato? Caso Clínico 1 (2 pontos) Primigesta com 36 semanas de gestação é admitida na maternidade com queixas de náuseas, epigastralgia e cefaleia. Gesta II Para I (Parto normal). Ao exame, encontra - se eupneica,

Leia mais

PROTOCOLO MÉDICO. Assunto: Osteomielite. Especialidade: Infectologia. Autor: Cláudio de Cerqueira Cotrim Neto e Equipe GIPEA

PROTOCOLO MÉDICO. Assunto: Osteomielite. Especialidade: Infectologia. Autor: Cláudio de Cerqueira Cotrim Neto e Equipe GIPEA PROTOCOLO MÉDICO Assunto: Osteomielite Especialidade: Infectologia Autor: Cláudio de Cerqueira Cotrim Neto e Equipe GIPEA Data de Realização: 15/04/2009 Data de Revisão: Data da Última Atualização: 1.

Leia mais

ORIENTAÇÕES SOBRE O SERVIÇO DE FISIOTERAPIA SUMÁRIO

ORIENTAÇÕES SOBRE O SERVIÇO DE FISIOTERAPIA SUMÁRIO ORIENTAÇÕES SOBRE O SUMÁRIO CAPÍTULO I - APRESENTAÇÃO 2 CAPÍTULO II - ENCAMINHAMENTO PARA FISIOTERAPIA - MÉDIA COMPLEXIDADE 2 CAPÍTULO III - RECEPÇÃO E AUTORIZAÇÃO DE ENCAMINHAMENTOS 3 CAPÍTULO IV - CONSULTA

Leia mais

ANEXO I Descrição dos Cargos

ANEXO I Descrição dos Cargos ANEXO I Descrição dos Cargos DESCRIÇÃO: 1. - Auxiliar de Enfermagem: Prestar cuidados diretos de enfermagem ao paciente, por delegação e sob a supervisão do enfermeiro e do médico. Administrar medicação

Leia mais

Febre Reumática Sociedade Brasileira de Reumatologia

Febre Reumática Sociedade Brasileira de Reumatologia Febre Reumática CRIAÇÃO E DESENVOLVIMENTO: CREDITO IMAGEM DA CAPA: http://www.guildford.gov.uk/play EDITORAÇÃO: Rian Narcizo Mariano PRODUÇÃO: www.letracapital.com.br Copyright SBR-, 2011 O conteúdo desta

Leia mais

TIREÓIDE. O que é tireóide?

TIREÓIDE. O que é tireóide? TIREÓIDE O que é tireóide? A tireóide é uma glândula em forma de borboleta, situada no pescoço, logo abaixo do ossinho do pescoço, popularmente conhecido como gogó. A tireóide produz um hormônio capaz

Leia mais

Momento ético Prontuário Médico

Momento ético Prontuário Médico Momento ético Prontuário Médico Luiz Antonio da Costa Sardinha Conselheiro Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo PRONTUÁRIO MÉDICO Tem um morto no plantão. Por onde iniciar História Tudo

Leia mais

Tuberculose, o que é?

Tuberculose, o que é? Tuberculose, o que é? P Á T R I A E D U C A D O R A O que é tuberculose? A tuberculose é uma doença infecciosa causada por um micróbio visível apenas ao microscópio chamado bacilo de Koch. Uma doença causada

Leia mais

Definição. Febre Reumática. Introdução. Introdução. Epidemiologia 24/08/2011

Definição. Febre Reumática. Introdução. Introdução. Epidemiologia 24/08/2011 Definição Febre Reumática Doença inflamatória, sistêmica, deflagrada pelo agente infeccioso Streptococcus β-hemolítico do grupo A, que ocorre em pessoas geneticamente predispostas ; Professor Leonardo

Leia mais

Hemoglobinopatias. Dra. Débora Silva Carmo

Hemoglobinopatias. Dra. Débora Silva Carmo Hemoglobinopatias Dra. Débora Silva Carmo Hemoglobinopatias O que é hemoglobina É a proteína do sangue responsável em carregar o oxigênio para os tecidos Qual é a hemoglobina normal? FA recém-nascido AA

Leia mais

Confira se os dados contidos na parte inferior desta capa estão corretos e, em seguida, assine no espaço reservado para isso.

Confira se os dados contidos na parte inferior desta capa estão corretos e, em seguida, assine no espaço reservado para isso. INSTRUÇÕES 1 Confira se os dados contidos na parte inferior desta capa estão corretos e, em seguida, assine no espaço reservado para isso. 2 3 4 Caso se identifique em qualquer outro local deste Caderno,

Leia mais

PROTOCOLO GERENCIADO DE SEPSE PACIENTE COM CONDUTA PARA SEPSE (OPÇÃO 2 E 3 - COLETA DE EXAMES/ANTIBIÓTICO)

PROTOCOLO GERENCIADO DE SEPSE PACIENTE COM CONDUTA PARA SEPSE (OPÇÃO 2 E 3 - COLETA DE EXAMES/ANTIBIÓTICO) DADOS DO PACIENTE PROTOCOLO GERENCIADO DE SEPSE PACIENTE COM CONDUTA PARA SEPSE (OPÇÃO 2 E 3 - COLETA DE EXAMES/ANTIBIÓTICO) Iniciais: Registro: Sexo: ( ) Feminino ( ) Masculino Data de nascimento: / /

Leia mais

CONSULTA DE CLÍNICA MÉDICA NO PROGRAMA DE HIPERTENSÃO

CONSULTA DE CLÍNICA MÉDICA NO PROGRAMA DE HIPERTENSÃO Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil Sub-Secretaria de Promoção, Atenção Primária e Vigilância em Saúde Gerência do Programa de Hipertensão CONSULTA DE CLÍNICA MÉDICA NO PROGRAMA DE HIPERTENSÃO

Leia mais

Pesquisa Nacional de Saúde

Pesquisa Nacional de Saúde Diretoria de Pesquisas Coordenação de Trabalho e Rendimento Pesquisa Nacional de Saúde 21/08/15 Histórico INVESTIGAÇÃO DO TEMA SAÚDE... 1998 2003 2008 2013 PNAD Características da PNS Pesquisa Domiciliar

Leia mais

DOENÇAS INFECCIOSAS DO CORAÇÃO

DOENÇAS INFECCIOSAS DO CORAÇÃO UNESC ENFERMAGEM SAÚDE DO ADULTO PROFª: : FLÁVIA NUNES DOENÇAS INFECCIOSAS DO CORAÇÃO ENDOCARDITE REUMÁTICA O desenvolvimento da endocardite reumática é atribuído diretamente à febre reumática, uma doença

Leia mais

CONCURSO PÚBLICO DE SELEÇÃO PARA RESIDÊNCIA MÉDICA

CONCURSO PÚBLICO DE SELEÇÃO PARA RESIDÊNCIA MÉDICA CONCURSO PÚBLICO DE SELEÇÃO PARA RESIDÊNCIA MÉDICA 2012 PROVA TIPO C C / NN - NEONATOLOGIA 1 2 CONCURSO 2012 PARA RESIDÊNCIA MÉDICA UFF UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE HUAP HOSPITAL UNIVERSITÁRIO ANTONIO

Leia mais

Prova de revalidação de diplomas de graduação em Medicina obtidos no exterior 2013 Resposta aos recursos da prova teórica de Pediatria

Prova de revalidação de diplomas de graduação em Medicina obtidos no exterior 2013 Resposta aos recursos da prova teórica de Pediatria Prova de revalidação de diplomas de graduação em Medicina obtidos no exterior 2013 Resposta aos recursos da prova teórica de Pediatria Questão 80 Um escolar de 7 anos chega ao ambulatório, pois precisa

Leia mais

CAPÍTULO 2 CÂNCER DE MAMA: AVALIAÇÃO INICIAL E ACOMPANHAMENTO. Ana Flavia Damasceno Luiz Gonzaga Porto. Introdução

CAPÍTULO 2 CÂNCER DE MAMA: AVALIAÇÃO INICIAL E ACOMPANHAMENTO. Ana Flavia Damasceno Luiz Gonzaga Porto. Introdução CAPÍTULO 2 CÂNCER DE MAMA: AVALIAÇÃO INICIAL E ACOMPANHAMENTO Ana Flavia Damasceno Luiz Gonzaga Porto Introdução É realizada a avaliação de um grupo de pacientes com relação a sua doença. E através dele

Leia mais

b) indique os exames necessários para confirmar o diagnóstico e avaliar o grau de comprometimento da doença. (8,0 pontos)

b) indique os exames necessários para confirmar o diagnóstico e avaliar o grau de comprometimento da doença. (8,0 pontos) 01 Um homem de 30 anos de idade, que morou em área rural endêmica de doença de Chagas até os 20 anos de idade, procurou banco de sangue para fazer doação de sangue e foi rejeitado por apresentar sorologia

Leia mais

Caso 14. 1ª Parte. Refletindo e Discutindo

Caso 14. 1ª Parte. Refletindo e Discutindo Caso 14 1ª Parte Gabriel, 17 anos, procurou Maria, agente comunitária de saúde, para saber onde poderia tratar de seus vários dentes com buracos porque queria servir ao Exército. Maria pergunta se esse

Leia mais

PEDIATRIA. Questão 1. De acordo com o caso clínico apresentado, responda: a) O tratamento da mãe foi adequado? Justifique.

PEDIATRIA. Questão 1. De acordo com o caso clínico apresentado, responda: a) O tratamento da mãe foi adequado? Justifique. PEDIATRIA Questão 1 Recém-nascido (RN) de parto normal, sem complicações, com Apgar 8/9, peso de nascimento 3050g, idade gestacional de 39 semanas, não apresenta sinais e sintomas aparentes. Mãe realizou

Leia mais

OBSTETRÍCIA. Questão 1

OBSTETRÍCIA. Questão 1 OBSTETRÍCIA Questão 1 Paciente com 22 semanas de gestação é atendida com diagnóstico de carcinoma ductal infiltrante de mama. Ao exame físico apresenta nódulo irregular, pétreo, com 2cm localizado no quadrante

Leia mais

INSTITUTO NACIONAL DE CÂNCER

INSTITUTO NACIONAL DE CÂNCER INSTITUTO NACIONAL DE CÂNCER II JORNADA DE TÉCNICOS DE ENFERMAGEM DO INCA Práticas do Técnico de Enfermagem no Atendimento ao Paciente Oncológico Tratamento Cirúrgico - Ginecologia Téc. de Enfermagem Juliana

Leia mais

Veja abaixo algumas perguntas e respostas que poderão esclarecer suas dúvidas sobre a RN 259/268

Veja abaixo algumas perguntas e respostas que poderão esclarecer suas dúvidas sobre a RN 259/268 Veja abaixo algumas perguntas e respostas que poderão esclarecer suas dúvidas sobre a RN 259/268 1) O que é a Resolução Normativa - RN 259/268? A RN 259, alterada pela RN 268, com vigência a partir do

Leia mais

ANEXO. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Para candidatos que desejam entrar na 4ª etapa do curso

ANEXO. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Para candidatos que desejam entrar na 4ª etapa do curso ANEXO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Para candidatos que desejam entrar na 4ª etapa do curso Células e Tecidos do Sistema Imune Anatomia do sistema linfático Inflamação aguda e crônica Mecanismos de agressão por

Leia mais

DENGUE AVALIAÇÃO DA GRAVIDADE SINAIS/SINTOMAS CLÁSSICOS SINAIS/SINTOMAS CLÁSSICOS MANIFESTAÇÕES HEMORRÁGICAS MANIFESTAÇÕES HEMORRÁGICAS

DENGUE AVALIAÇÃO DA GRAVIDADE SINAIS/SINTOMAS CLÁSSICOS SINAIS/SINTOMAS CLÁSSICOS MANIFESTAÇÕES HEMORRÁGICAS MANIFESTAÇÕES HEMORRÁGICAS DENGUE AVALIAÇÃO DA GRAVIDADE SINAIS/SINTOMAS SINAIS/SINTOMAS CLÁSSICOS CLÁSSICOS MANIFESTAÇÕES MANIFESTAÇÕES HEMORRÁGICAS HEMORRÁGICAS SINAIS SINAIS DE DE ALERTA ALERTA SINAIS SINAIS DE DE CHOQUE CHOQUE

Leia mais

SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE E DEFESA CIVIL SUBSECRETARIA DE PROMOÇÃO, ATENÇÃO BÁSICA E VIVILÂNCIA COORDENADORIA DE SAÚDE DA AP 5.

SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE E DEFESA CIVIL SUBSECRETARIA DE PROMOÇÃO, ATENÇÃO BÁSICA E VIVILÂNCIA COORDENADORIA DE SAÚDE DA AP 5. SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE E DEFESA CIVIL SUBSECRETARIA DE PROMOÇÃO, ATENÇÃO BÁSICA E VIVILÂNCIA COORDENADORIA DE SAÚDE DA AP 5.2 DIVISÃO DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE DIVISÃO DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE BETI BRISSE

Leia mais

AULAS PRÁTICAS DA DISCIPLINA DE EPIDEMIOLOGIA II

AULAS PRÁTICAS DA DISCIPLINA DE EPIDEMIOLOGIA II AULAS PRÁTICAS DA DISCIPLINA DE EPIDEMIOLOGIA II 1. Objetivos das aulas práticas 1.1 Gerais Ser capaz de, através do cadastramento, detectar problemas, pensar nas causas destes problemas e propor soluções

Leia mais

Capacitação em Serviço: Dengue em 15 minutos

Capacitação em Serviço: Dengue em 15 minutos Capacitação em Serviço: Dengue em 15 minutos Situação Epidemiológica O Brasil é responsável por 75% dos casos de dengue na América Latina A partir de 2002, houve grande aumento de casos de dengue e das

Leia mais

ÁREA TÉCNICA DE SAÚDE BUCAL

ÁREA TÉCNICA DE SAÚDE BUCAL Prefeitura do Município de São Paulo Secretaria Municipal da Saúde Coordenação de Desenvolvimento da Gestão Descentralizada ÁREA TÉCNICA DE SAÚDE BUCAL DIAGNÓSTICO PRECOCE E PREVENÇÃO DO CÂNCER BUCAL RELATÓRIO

Leia mais

NOTA TÉCNICA Nº. 01/2010/DIVE/SES

NOTA TÉCNICA Nº. 01/2010/DIVE/SES S ESTADO DE SANTA CATARINA SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE SUPERINTENDÊNCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE DIRETORIA DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA NOTA TÉCNICA Nº. 01/2010/DIVE/SES Assunto:

Leia mais

EMENTA: Câncer urológico - Critérios de alta para pacientes com câncer CONSULTA

EMENTA: Câncer urológico - Critérios de alta para pacientes com câncer CONSULTA PARECER Nº 2422/2013 CRM-PR PROCESSO CONSULTA N.º 11/2013 PROTOCOLO N. º 10115/2013 ASSUNTO: CRITÉRIOS DE ALTA DE SERVIÇOS DE CANCEROLOGIA PARECERISTA: CONS. JOSÉ CLEMENTE LINHARES EMENTA: Câncer urológico

Leia mais

Diretrizes Assistenciais PREVENÇÃO DA DOENÇA ESTREPTOCÓCICA NEONATAL

Diretrizes Assistenciais PREVENÇÃO DA DOENÇA ESTREPTOCÓCICA NEONATAL Diretrizes Assistenciais PREVENÇÃO DA DOENÇA ESTREPTOCÓCICA NEONATAL Versão eletrônica atualizada em fev/2012 O agente etiológico e seu habitat A doença estreptocócica neonatal é causada por uma bactéria,

Leia mais

Concurso Público. Exames laboratoriais: Com base nesses dados, responda às questões a seguir:

Concurso Público. Exames laboratoriais: Com base nesses dados, responda às questões a seguir: 01 Concurso Público Menina de sete anos de idade apresentou imagem radiológica de pneumatoceles em ambos os pulmões. História pregressa de rash neonatal, atraso da dentição e fraturas recorrentes devido

Leia mais

ESTUDO DIRIGIDO 2: A IMPORTÂNCIA DO PREENCHIMENTO DA DECLARAÇÃO DE ÓBITO

ESTUDO DIRIGIDO 2: A IMPORTÂNCIA DO PREENCHIMENTO DA DECLARAÇÃO DE ÓBITO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE FACULDADE DE MEDICINA DEPARTAMENTO DE MEDICINA PREVENTIVA DISCIPLINA DE EPIDEMIOLOGIA ESTUDO DIRIGIDO 2: A IMPORTÂNCIA DO PREENCHIMENTO

Leia mais

AVALIAÇÃO PRÉ-ANESTÉSICA

AVALIAÇÃO PRÉ-ANESTÉSICA AVALIAÇÃO PRÉ-ANESTÉSICA ANEXAR AO PRONTUÁRIO DO PACIENTE CLÍNICA DE ANESTESIA - Equipe do Dr. MAURO PEREIRA DE AZEVEDO CRM-RJ 52.51600-9 Leia atentamente o questionário abaixo e o preencha usando letras

Leia mais

TEXTO BÁSICO PARA SUBSIDIAR TRABALHOS EDUCATIVOS NA SEMANA DE COMBATE À DENGUE 1

TEXTO BÁSICO PARA SUBSIDIAR TRABALHOS EDUCATIVOS NA SEMANA DE COMBATE À DENGUE 1 TEXTO BÁSICO PARA SUBSIDIAR TRABALHOS EDUCATIVOS NA SEMANA DE COMBATE À DENGUE 1 A Dengue A dengue é uma doença infecciosa de origem viral, febril, aguda, que apesar de não ter medicamento específico exige

Leia mais

ANEXO II ATRIBUIÇÕES DOS INTEGRANTES DO PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA

ANEXO II ATRIBUIÇÕES DOS INTEGRANTES DO PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA ANEXO II ATRIBUIÇÕES DOS INTEGRANTES DO PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA ATRIBUIÇÕES DO MÉDICO I- Realizar consultas clínicas aos usuários de sua área adstrita; II- Participar das atividades de grupos de controle

Leia mais

PROGRAMA DE QUALIFICAÇÃO

PROGRAMA DE QUALIFICAÇÃO PROGRAMA DE QUALIFICAÇÃO 98 IABAS Relatório de Gestão Rio de Janeiro 2010/2011/2012 PROGRAMA DE QUALIFICAÇÃO 1 Curso de educação continuada em odontologia Abordagem terapêutica dos pacientes com traumatismo

Leia mais

CANCER DE COLO DE UTERO FERNANDO CAMILO MAGIONI ENFERMEIRO DO TRABALHO

CANCER DE COLO DE UTERO FERNANDO CAMILO MAGIONI ENFERMEIRO DO TRABALHO CANCER DE COLO DE UTERO FERNANDO CAMILO MAGIONI ENFERMEIRO DO TRABALHO CANCER DE COLO DE UTERO O câncer de colo uterino é o câncer mais comum entre as mulheres no Brasil, correspondendo a, aproximadamente,

Leia mais

CAPÍTULO 7 : CUIDADOS COM O RECÉM-NASCIDO COM INFECÇÃO

CAPÍTULO 7 : CUIDADOS COM O RECÉM-NASCIDO COM INFECÇÃO CAPÍTULO 7 : CUIDADOS COM O RECÉM-NASCIDO COM INFECÇÃO As infecções bacterianas nos RN podem agravar-se muito rápido. Os profissionais que prestam cuidados aos RN com risco de infecção neonatal têm por

Leia mais

Linhas de Cuidado da Transmissão Vertical do HIV e Sífilis. 18 de junho de 2012

Linhas de Cuidado da Transmissão Vertical do HIV e Sífilis. 18 de junho de 2012 Linhas de Cuidado da Transmissão Vertical do HIV e Sífilis 18 de junho de 2012 LINHA DE CUIDADO TV DO HIV Unidade Básica de Saúde (diagnóstico e encaminhamento) Serviço de Atenção Especializada (Pré-natal,

Leia mais

DECISÃO DE ARQUIVAMENTO

DECISÃO DE ARQUIVAMENTO PA nº 1.26.000.002268/2007-07 DECISÃO DE ARQUIVAMENTO À DTCC O procedimento administrativo em epígrafe foi instaurado no âmbito desta Procuradoria da República, para apurar notícia de irregularidades no

Leia mais

CÂnCER DE EnDOMéTRIO. Estados anovulatórios (ex: Síndrome dos ovários policísticos) Hiperadrenocortisolismo

CÂnCER DE EnDOMéTRIO. Estados anovulatórios (ex: Síndrome dos ovários policísticos) Hiperadrenocortisolismo CAPÍTULO 3 CÂnCER DE EnDOMéTRIO O Câncer de endométrio, nos Estados Unidos, é o câncer pélvico feminino mais comum. No Brasil, o câncer de corpo de útero perde em número de casos apenas para o câncer de

Leia mais

Confira se os dados contidos na parte inferior desta capa estão corretos e, em seguida, assine no espaço reservado para isso.

Confira se os dados contidos na parte inferior desta capa estão corretos e, em seguida, assine no espaço reservado para isso. INSTRUÇÕES 1 Confira se os dados contidos na parte inferior desta capa estão corretos e, em seguida, assine no espaço reservado para isso. 2 3 4 Caso se identifique em qualquer outro local deste Caderno,

Leia mais

Informe Epidemiológico CHIKUNGUNYA N O 03 Atualizado em 24-11-2014, às 11h.

Informe Epidemiológico CHIKUNGUNYA N O 03 Atualizado em 24-11-2014, às 11h. Informe Epidemiológico CHIKUNGUNYA N O 03 Atualizado em 24-11-2014, às 11h. Vigilância Epidemiológica de Febre Chikungunya No Brasil, a febre chikungunya é uma doença de notificação compulsória e imediata,

Leia mais

CAMPANHA PELA INCLUSÃO DA ANÁLISE MOLECULAR DO GENE RET EM PACIENTES COM CARCINOMA MEDULAR E SEUS FAMILIARES PELO SUS.

CAMPANHA PELA INCLUSÃO DA ANÁLISE MOLECULAR DO GENE RET EM PACIENTES COM CARCINOMA MEDULAR E SEUS FAMILIARES PELO SUS. Laura S. W ard CAMPANHA PELA INCLUSÃO DA ANÁLISE MOLECULAR DO GENE RET EM PACIENTES COM CARCINOMA MEDULAR E SEUS FAMILIARES PELO SUS. Nódulos da Tiróide e o Carcinoma Medular Nódulos da tiróide são um

Leia mais

Todas as pacientes com lesões NIC 2 e NIC 3 devem ser tratadas com crioterapia ou CA.

Todas as pacientes com lesões NIC 2 e NIC 3 devem ser tratadas com crioterapia ou CA. Como proporcionar atenção contínua às mulheres Mulheres diagnosticadas com infecção dos órgãos reprodutores devem receber prontamente tratamento segundo as diretrizes da OMS. Embora seja preferível poder

Leia mais

CONDUTAS: EDEMA AGUDO DE PULMÃO

CONDUTAS: EDEMA AGUDO DE PULMÃO Universidade Federal do Ceará Faculdade de Medicina Programa de Educação Tutorial PET Medicina CONDUTAS: EDEMA AGUDO DE PULMÃO Paulo Marcelo Pontes Gomes de Matos OBJETIVOS Conhecer o que é Edema Agudo

Leia mais

R.: ULTRASSONOGRAFIA OU PERFIL BIOFÍSICO FETAL E CARDIOTOCOGRAFIA

R.: ULTRASSONOGRAFIA OU PERFIL BIOFÍSICO FETAL E CARDIOTOCOGRAFIA Caso Clínico 1 Paciente de 21 anos, gesta I para 0, com gestação no curso de 33 semanas, chega ao prontosocorro obstétrico proveniente de cidade do interior do Estado, com diagnóstico de eclâmpsia, apresentando

Leia mais

Relatos de casos de Strongyloides stercoralis. Isabelle Assunção Nutrição

Relatos de casos de Strongyloides stercoralis. Isabelle Assunção Nutrição Relatos de casos de Strongyloides stercoralis Isabelle Assunção Nutrição RECIFE/2011 INTRODUÇÃO A estrongiloidíase é uma helmintíase predominantemente intestinal causada pelo Strongyloides stercoralis,

Leia mais

Protocolo Clínico de Regulação de Acesso para Tratamento de Alta Complexidade em Oncologia versão 2015

Protocolo Clínico de Regulação de Acesso para Tratamento de Alta Complexidade em Oncologia versão 2015 Protocolo Clínico de Regulação de Acesso para Tratamento de Alta Complexidade em Oncologia versão 2015 Elaboração: Dr Luis Fernando Pracchia Área Técnica da Saúde da Pessoa com Doenças Crônicas Não Transmissíveis

Leia mais

Sumário. Data: 06/12/2013 NT 245 /2013. Medicamento x Material Procedimento Cobertura

Sumário. Data: 06/12/2013 NT 245 /2013. Medicamento x Material Procedimento Cobertura NT 245 /2013 Solicitante: Ilmo Dr RODRIGO DIAS DE CASTRO Juiz de Direito Comarca de Campestre Data: 06/12/2013 Medicamento x Material Procedimento Cobertura Número do processo: 0023168-04.2013.8.13.0110

Leia mais

RESIDÊNCIA MÉDICA 2016

RESIDÊNCIA MÉDICA 2016 NOME INSCRIÇÃO SALA LUGAR DOCUMENTO DATA DE NASC ESPECIALIDADE PROVA DISSERTATIVA ESPECIALIDADES CIRÚRGICAS ASSINATURA DO CANDIDATO UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS Faculdade de Ciências Médicas LOTE

Leia mais

NORMAS PARA APRESENTAÇÃO DE RESUMOS PARA A VI JORNADA CIENTÍFICA DO HOSPITAL DE DOENÇAS TROPICAIS HDT/HAA

NORMAS PARA APRESENTAÇÃO DE RESUMOS PARA A VI JORNADA CIENTÍFICA DO HOSPITAL DE DOENÇAS TROPICAIS HDT/HAA NORMAS PARA APRESENTAÇÃO DE RESUMOS PARA A VI JORNADA CIENTÍFICA DO HOSPITAL DE DOENÇAS TROPICAIS HDT/HAA Período de envio dos resumos: 08/10/15 à 10/11/15. Envio dos resumos: os resumos deverão ser enviados

Leia mais

Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante

Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante POR QUE CRIAR CIHDOTTs? 6294 hospitais no país Necessidade de descentralização Equipes localizadas dentro do hospital notificante

Leia mais

ÍNDICE. Foto: João Borges. 2 Hospital Universitário Cajuru - 100% SUS

ÍNDICE. Foto: João Borges. 2 Hospital Universitário Cajuru - 100% SUS ÍNDICE Apresentação...03 Hospital Universitário Cajuru...04 Estrutura...04 Especialidades Atendidas...05 Diferenças entre atendimento de urgência, emergência e eletivo...06 Protocolo de Atendimento...07

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE COORDENADORIA DE CONTROLE DE DOENÇAS CENTRO DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA

SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE COORDENADORIA DE CONTROLE DE DOENÇAS CENTRO DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA Informe Técnico nº 1 MERCÚRIO METÁLICO Diante da exposição por Mercúrio metálico de moradores do Distrito de Primavera, Município de Rosana, SP, a DOMA/CVE presta o seguinte Informe Técnico. Breve histórico

Leia mais