Especialidades Clínicas e Ano Adicional

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Especialidades Clínicas e Ano Adicional"

Transcrição

1 Nome do Candidato: ASSINE SOMENTE NESSE QUADRO assinatura RESIDÊNCIA MÉDICA 2013 Especialidades Clínicas e Ano Adicional Prova de Respostas Curtas INSTRUÇÕES Verifique se você recebeu um CADERNO DE QUESTÕES e um CADERNO DE RESPOSTAS. Verifique se os dois cadernos contêm um total de 100 questões, numeradas de 1 a 100. Caso contrário solicite ao fiscal da sala um outro caderno completo. Não serão aceitas reclamações posteriores. Leia cuidadosamente cada uma das questões e responda exclusivamente no CADERNO DE RESPOSTAS, no espaço delimitado para cada questão, atentando para o enunciado. Não escreva seu nome fora do local indicado. Isto anulará sua prova. Responda as questões com caneta de tinta azul ou preta. ATENÇÃO Para as questões em que se solicita um número definido N de respostas, serão consideradas na correção apenas as N primeiras respostas do candidato. Por exemplo, onde for solicitado 5 respostas, serão consideradas apenas as 5 primeiras. Não será permitida qualquer espécie de consulta, nem o uso de aparelhos eletrônicos. Este CADERNO DE QUESTÕES DEVERÁ ser entregue ao final da prova. As imagens de pacientes e de exames complementares exibidos têm prévia autorização para apresentação. "Direitos autorais reservados. Proibida a reprodução, ainda que parcial, sem autorização prévia". edudata Novembro/2012

2 Caso 1 Atenção: As questões de números 1 a 4 referem-se ao caso abaixo. Utilize o caderno de respostas, no lugar delimitado para responder essas questões. Paciente do sexo feminino, 40 anos, vem ao seu consultório queixando-se de dificuldade para dormir. Relata que o sintoma iniciou-se há quatro meses, após problemas familiares e descreve-o dessa forma: demoro a pegar no sono e quando consigo dormir, acordo poucas horas depois com a sensação de que estou mais cansada ainda. Acha que a cabeça está cheia de coisas (sic) e é ao deitar que pensa em todos os problemas. É contadora e vem percebendo dificuldade de concentração e fadiga, com prejuízo de suas atividades diárias. Queixa-se ainda de ganho de peso, desde que o sono mudou, porque não consegue parar de beliscar e acha que está mais irritada com tudo. O exame físico não revela anormalidades. QUESTÃO 1. Qual é a principal hipótese diagnóstica? QUESTÃO 2. Quais são as comorbidades psiquiátricas que podem estar associadas ao seu diagnóstico? QUESTÃO 3. Qual é o principal exame complementar que deve ser solicitado? QUESTÃO 4. Cite três classes terapêuticas para o tratamento da sua hipótese diagnostica que não provocam amnésia. Caso 2 Atenção: As questões de números 5 a 8 referem-se ao caso abaixo. Utilize o caderno de respostas, no lugar delimitado para responder essas questões. Paciente do sexo masculino, 47 anos, procurou o pronto socorro de cirurgia por dor abdominal aguda. A avaliação do grupo de cirurgia mostrou que a dor abdominal era consequência de uma retenção urinária aguda, sem indicação cirúrgica. O residente da cirurgia pediu a sua avaliação. Durante a sua avaliação, o paciente queixou-se de dormência nas pernas que se iniciou há um ano, de maneira ascendente, comprometendo primeiros os pés, de forma simétrica e bilateral. Diz que a ascensão foi gradual, subindo dos pés para os joelhos e depois até a barriga, até o nível da cicatriz umbilical. Relata que à medida que a dormência piorou, percebeu fraqueza em membros inferiores, que inicialmente se manifestou como se as pernas estivessem cansadas e progrediu para dificuldade para subir e descer escadas. Dois dias antes de internar não estava conseguindo mais andar e percebeu dificuldade para urinar, culminando com o quadro de retenção urinária aguda que o trouxe até o hospital. Além do quadro descrito, há dois meses percebeu que estava com dificuldade para enxergar, mas não procurou atendimento médico. Ocasionalmente, tem diarréia. Sem outras queixas em outros sistemas. Acha que tem uma dieta saudável e diz comer todo tipo de frutas e verduras. Antecedentes pessoais: sequela de poliomielite desde a adolescência, porém andava sem apoio e trabalhava em um cartório. Diz ser evangélico, não bebe ou fuma. Casado com a mesma mulher há 25 anos. Tem dois filhos saudáveis. Antecedentes familiares: Nega doenças na família. Exame físico: Regular estado geral. Está acordado, orientado e colabora com a avaliação. O exame físico geral é normal. Nota-se encurtamento do membro inferior direito. Não fica em pé e não consegue andar. O membro inferior direito é flácido, com atrofia muscular de todos os grupos musculares. Tem fraqueza em membro inferior esquerdo grau II proximal e distal, com leve espasticidade. O reflexo patelar é vivo e o reflexo aquileu está abolido bilateralmente, com cutâneo plantar em extensão à esquerda. Tem reflexos normais em membros superiores. Apresenta anestesia vibratória e cinético-postural em membros inferiores, a partir da crista ilíaca e diminuição da sensibilidade táctil superficial dos joelhos pra baixo. Está usando sonda vesical. O cirurgião que o atendeu inicialmente, solicitou os exames gerais que mostram apenas anemia (hemoglobina 6 mg/dl) com macrocitose. (CONTINUA NA PÁGINA SEGUINTE) UNIFESP - Residência Médica 2013 Especialidades Clínicas Resp. Curtas - 2

3 (CONTINUAÇÃO DO CASO 2) QUESTÃO 5. Qual é a topografia da lesão atual e quais são as estruturas mais atingidas? QUESTÃO 6. Cite três etiologias possíveis para o quadro. QUESTÃO 7. Quais exames complementares confirmam as suas hipóteses diagnósticas? QUESTÃO 8. Qual é o tratamento adequado para cada uma das suas hipóteses diagnosticas? Caso 3 Atenção: As questões de números 9 a 12 referem-se ao caso abaixo. Utilize o caderno de respostas, Paciente do sexo masculino, 35 anos, foi mordido na perna por um cão desconhecido há 4 dias. Refere que passou pasta de dente e água boricada na lesão sem melhora. Antecedentes pessoais: Diabetes Mellitus tipo 1 em uso de insulina NPH 35U pela manhã e 10U noite. É alérgico a β lactâmicos. Baseado na lesão da foto abaixo, responda às perguntas abaixo: QUESTÃO 9. Qual esquema antibiótico você introduziria para este paciente? Não é necessário descrever a dose, apenas nome e via de administração. QUESTÃO 10. Além da antibioticoterapia, quais outras condutas você tomaria neste momento? QUESTÃO 11. Após quatro dias de antibioticoterapia, paciente retorna ao pronto atendimento pois permanece febril e notou aumento do membro inferior acometido. Qual seria a principal conduta? QUESTÃO 12. Caso esse mesmo paciente procurasse o Pronto Socorro no momento da mordedura com uma lesão leve. Qual seria a antibioticoterapia? UNIFESP - Residência Médica 2013 Especialidades Clínicas Resp. Curtas - 3

4 Caso 4 Atenção: As questões de números 13 a 16 referem-se ao caso abaixo. Utilize o caderno de respostas, Paciente do sexo masculino, 20 anos, está internado na Unidade de Terapia Intensiva por choque séptico de foco pulmonar. Está no sétimo dia de internação e vem evoluindo com febre. Colhido urina de sonda vesical de demora que evidenciou Candida krusei e presença de pielonefrite no ultrassom de rins e vias urinárias. Antecedentes pessoais: politrauma prévio com bexiga neurogênica. QUESTÃO 13. Qual é o tratamento de escolha para este paciente? QUESTÃO 14. Esse paciente poderia ser tratado com antifúngico via irrigação vesical? QUESTÃO 15. Na alta hospitalar qual seria a conduta em relação a sonda vesical de demora? QUESTÃO 16. Na alta hospitalar qual seria a conduta em relação a antibioticoterapia profilática utilizada? Caso 5 Atenção: As questões de números 17 a 20 referem-se ao caso abaixo. Utilize o caderno de respostas, Paciente do sexo feminino, 40 anos, veio ao Pronto Socorro trazida pela amiga que relatava dispneia há 2 dias associada a tosse com expectoração amarelada e coriza. Paciente é moradora de rua, gestante, etilista de uma garrafa de destilado por dia. Ao exame: Hálito etílico. Regular estado geral, sonolenta. Pressão arterial de 60X30mmHg, glicemia capilar: 45 mg/dl. FC: 110 bpm Aparelho respiratório: dispneica 2+/4+ com FR de 22 incursões por minuto. MV presente bilateralmente. Restante do exame sem alterações dignas de nota. Passado cateter venoso central, feito 3 ampolas de glicose e prescrito dopamina. Teste rápido para HIV negativo. RX de tórax imagem abaixo: QUESTÃO 17. Qual medicação antibiótica você prescreveria para esta paciente? Cite apenas a classe. (CONTINUA NA PÁGINA SEGUINTE) UNIFESP - Residência Médica 2013 Especialidades Clínicas Resp. Curtas - 4

5 (CONTINUAÇÃO DO CASO 5) Paciente evolui com piora do delirium e foi intubada. Realizou tomografia de crânio que estava normal e eletroencefalograma que mostrou atividade elétrica cerebral desorganizada. Realizou também ressonância magnética abaixo. QUESTÃO 18. Qual é o principal diagnóstico neurológico da paciente, baseado na ressonância nuclear magnética? QUESTÃO 19. De acordo com a sua hipótese diagnóstica acima, prescreva o tratamento adequado. QUESTÃO 20. Quais são as manifestações clássicas desta doença? UNIFESP - Residência Médica 2013 Especialidades Clínicas Resp. Curtas - 5

6 Caso 6 Atenção: As questões de números 21 a 25 referem-se a casos para avaliar analgesia e sedação. Utilize o caderno de respostas, Cite o sedativo ou analgésico responsável por cada um dos eventos abaixo. QUESTÃO 21. Paciente em ventilação mecânica há 5 dias em uso de droga para hipnose e sedação na concentração de 6 mg/kg/h. Evolui com bradicardia e assistolia. Qual é a droga mais associada a esses eventos? QUESTÃO 22. Paciente em uso de sedativo com dose acumulada de 50mg em 24 horas apresenta ECG com torsades de points. Qual é a droga mais associada a esse evento? QUESTÃO 23. Paciente com dificuldade em extubação por ansiedade e agitação. Qual é a droga que poderia ser empregada neste contexto que tem ação sedativa, ansiolítica e analgésica. QUESTÃO 24. Paciente em sequencia rápida para intubação apresentou rigidez muscular com dificuldade de ventilação. Qual é a principal droga responsável por esse efeito? QUESTÃO 25. Paciente em cuidados paliativos na Unidade de Terapia Intensiva evolui com urticária, prurido e broncoespasmo. Qual é a droga mais associada a esse evento? Atenção: As questões de números 26 a 30 referem-se aos casos abaixo. Utilize o caderno de respostas, Descreva o tratamento de escolha nos 5 casos de dislipidemia abaixo. Cite sempre o nome do principio ativo e não a classe da medicação (os pacientes já tentaram medidas não farmacológicas). QUESTÃO 26. Paciente de 28 anos, sexo feminino, casada, 1 filho. Portadora de dislipidemia familiar. Refere ter intenção de ter mais filhos. Nega Diabetes Mellitus ou hipertensão arterial. Na última avaliação do perfil lipídico apresentava: colesterol total=350 mg/dl, LDL=250mg/dL, HDL=30 mg/dl, triglicérides=150mg/dl. QUESTÃO 27. Paciente sexo masculino, 52 anos, refere ter tido 2 infartos agudos do miocárdio prévios, portador de doença renal crônica em hemodiálise 3 vezes por semana. Traz exames: colesterol total=220mg/dl, LDL=170mg/dL, HDL=30mg/dL, triglicérides=160mg/dl. QUESTÃO 28. Paciente do sexo masculino, 57 anos, portador da síndrome da imunodeficiência adquirida há 10 anos, em uso de inibidor de protease, sem doença cardiovascular, passou no clínico geral e estava com o seguinte perfil lipídico: colesterol total=350mg/dl, LDL=230mg/dL, HDL=40mg/dL, triglicérides=200mg/dl. QUESTÃO 29. Paciente do sexo feminino, 42 anos, com humor deprimido, obstipação intestinal, portadora de hipotiroidismo em uso de levotiroxina 25mcg/dia. Traz os seguintes exames: TSH=20, T4 livre=0,01, colesterol total=250mg/dl, LDL=180mg/dL, HDL=30mg/dL, triglicérides=280mg/dl. QUESTÃO 30. Paciente do sexo masculino, obeso, diabético, em uso de ciprofibrato 100mg/dia. Passou com clínico geral com o seguinte perfil lipídico: colesterol total=180mg/dl, LDL=120mg/dL, HDL=35mg/dL, triglicérides=900mg/dl. Já fez uso de outros fibratos prévios sem melhora. UNIFESP - Residência Médica 2013 Especialidades Clínicas Resp. Curtas - 6

7 Caso 7 Atenção: As questões de números 31 a 35 referem-se ao caso abaixo. Utilize o caderno de respostas, Paciente do sexo feminino, 72 anos de idade, veio ao Pronto Socorro por sonolência e sangramento difuso (gengivorragia, hematúria e hematomas pelo corpo). Refere que há 3 dias, passou com médico clínico geral que prescreveu as medicações que está em uso atualmente. Antecedentes pessoais: Fibrilação atrial crônica em uso de warfarin 5mg por dia. Em uso de: amiodarona 200mg/dia metformina 850mg 2x/dia sinvastatina 40mg/dia captopril 25mg 3x/dia omeprazol 20mg 1x/dia fluconazol 1x por semana para tratamento de micose. Os exames mostraram RNI > 9. Peso 50kg QUESTÃO 31. Cite 3 tratamentos para o sangramento ativo desta paciente. QUESTÃO 32. Prescreva vitamina K para esta paciente (dose e via de administração). QUESTÃO 33. Cite 3 medicamentos que foram prescritos pelo clínico geral que potencializam a ação anticoagulante do warfarin. QUESTÃO 34. Cite dois alimentos que potencializam a ação anticoagulante do warfarin. QUESTÃO 35. Quando se deve reiniciar o warfarin nesta paciente? Caso 8 Atenção: As questões de números 36 a 44 referem-se aos casos abaixo. Utilize o caderno de respostas, Em relação ao CHECK UP, responda as perguntas abaixo: QUESTÃO 36. Cite quando está indicado a realização do teste ergométrico em homens e mulheres assintomáticas e sem fatores de risco para doença aterosclerótica cardíaca. QUESTÃO 37. Segundo o consenso americano de câncer colorretal, em qual faixa etária deve-se realizar o screening? Quais os exames indicados e com qual frequência eles devem ser realizados? QUESTÃO 38. Quais são as indicações para screening de Diabetes Mellitus? QUESTÃO 39. Cite duas indicações de densitometria óssea em mulheres com menos de 50 anos de idade. QUESTÃO 40. Nos paciente idosos, qual é a dose mínima preconizada de vitamina D para prevenção de fraturas osteoporóticas? O FAST HUG é um mnemônico que deve ser utilizado diariamente na evolução dos pacientes na Unidade de Terapia Intensiva. QUESTÃO 41. Descreva o significado de cada letra do FAST HUG. QUESTÃO 42. Quais problemas são prevenidos pela letra H do FAST HUG? QUESTÃO 43. Quando o paciente está sedado, existem duas medidas que previnem a ocorrência de pneumonia. Cite quais são essa medidas. QUESTÃO 44. De acordo com o estudo NICE-SUGAR em Unidade de Terapia Intensiva, quanto deve ser a meta de glicemia no paciente crítico? UNIFESP - Residência Médica 2013 Especialidades Clínicas Resp. Curtas - 7

8 Caso 9 Atenção: As questões de números 45 a 49 referem-se ao caso abaixo. Utilize o caderno de respostas, Paciente do sexo feminino, 72 anos de idade, raça negra, internou na enfermaria de cardiologia com queixa de piora do cansaço e aumento do edema de membros inferiores. Refere ortopneia e dispneia paroxística noturna. Há 15 dias refere oligúria e ganho de peso não quantificado. Antecedentes pessoais: Hipertensão arterial e Diabetes Mellitus. Medicamentos em uso: captopril 25mg 8/8hs furosemida 40mg 2x por dia carvedilol 12,5 mg 2x por dia hidroclorotiazida 25mg 1x por dia espironolactona 50mg 1x por dia metformina 850mg 2x por dia digoxina 1cp 1x do dia Ao exame: Regular estado geral, dispneica, afebril, acianótica, orientada e vigil. Aparelho respiratório: estertores crepitantes bibasais, Sat O 2 =92%, FR=16ipm. Aparelho cardiovascular: Ritmo cardíaco em três tempos, presença de B3, FC 102bpm, PA 90x60mmHg, estase jugular a 45º. Abdome: globoso, piparote positivo e hepatomegalia dolorosa. Membros inferiores: edema 2+/4+ bilateral. Exames gerais: Hb=11 g/dl, Htc=35%, leucócitos=10.000, plaquetas= , ureia=150 mg/dl, creatinina=3,5 mg/dl, (creatinina há 1 mês=1,0 mg/dl), Na=125 mg/dl, K=6,7 mg/dl. QUESTÃO 45. Quais medicamentos você suspenderia neste momento? QUESTÃO 46. Qual é o medicamento para tratar a doença de base desse paciente neste momento? QUESTÃO 47. Quais os três grupos de pessoas que mais apresentam insuficiência cardíaca diastólica? QUESTÃO 48. Quanto de peso (em gramas) o paciente com insuficiência cardíaca deve perder por dia? QUESTÃO 49. Cite 2 (duas) situações onde está indicada dieta com restrição hídrica nos pacientes com insuficiência cardíaca. UNIFESP - Residência Médica 2013 Especialidades Clínicas Resp. Curtas - 8

9 Caso 10 Atenção: As questões de números 50 a 54 referem-se ao caso abaixo. Utilize o caderno de respostas, Paciente do sexo feminino, 48 anos de idade, chegou na sala de emergência do pronto socorro de clínica médica com queixa de dispneia súbita. Ela referia estar fazendo o jantar quando sentiu falta de ar súbita, batedeira no peito e sensação de desmaio. Ela negava dor no peito ou tosse. Negava febre. Antecedente pessoais: litíase biliar submetida a colecistectomia há 2 semanas. O procedimento foi complicado por infecção com necessidade de permanência no hospital por 8 dias além do previsto. Recebeu na internação: piperacilina + tazobactan 4,5g IV 6/6hs + acetaminofen. Ao exame: FR=28ipm, Sat O 2 =84%, FC=124bpm, PA=118x89 mmhg, T=36º C. Dispneica, sudoreica e ansiosa. Mucosa oral levemente cianótica. Estase jugular a 45º. Aparelho cardiovascular: ritmo cardíaco regular em dois tempos com hiperfonese de B2 audível em foco pulmonar. Aparelho respiratório: murmúrio vesicular presente e simétrico sem ruídos adventícios. Abdome sem alterações. Extremidades: sem edema, boa perfusão periférica. As primeiras enzimas cardíacas tiveram resultados dentro do limite da normalidade. ECG taquicardia sinusal. RX de tórax normal. QUESTÃO 50. Qual é a principal hipótese diagnóstica para o caso apresentado acima? QUESTÃO 51. Qual é o exame diagnóstico de escolha para confirmar a sua hipótese diagnóstica? QUESTÃO 52. Cite dois exames laboratoriais séricos que indicam prognóstico nesta paciente, baseado na sua principal hipótese diagnóstica. QUESTÃO 53. Após 2 horas da admissão, a paciente evoluiu com piora clínica. Ao exame, regular estado geral, sonolenta, mas respondendo ao chamado. PA=85x72mmHg, FC=120, PVC=5cmH 2 O. Restante do exame sem alterações em relação ao anterior. Foi passado acesso venoso central e expandida com 2 litros de cristalóide. Após essas medidas: svo 2 =60%, lactato normal e PVC =15 cmh 2 0. Quais as medidas terapêuticas mais adequadas neste momento visando a recuperação hemodinâmica da paciente? QUESTÃO 54. Cite as duas mutações genéticas mais comuns encontradas em pacientes que apresentam a hipótese diagnóstica principal deste caso clínico. UNIFESP - Residência Médica 2013 Especialidades Clínicas Resp. Curtas - 9

10 Caso 11 Atenção: As questões de números 55 a 59 referem-se ao caso abaixo. Utilize o caderno de respostas, Paciente do sexo feminino, 57 anos, estava no 5º dia de internação na enfermaria de hematologia por neutropenia febril em uso de Cefepime 6g/dia + Vancomicina 2g/dia e sem febre há 48 horas. Foi transferida há algumas horas para a Unidade de Terapia Intensiva pois evoluiu com sonolência e hipotensão. Recebeu na enfermaria 2 litros de cristaloide mas a pressão arterial continuou 80x70mmHg. Na UTI, foi coletado lactato = 50mg/dL (normal até 14mg/dL) e passado acesso venoso central que mostrou: svo 2 =58%, PVC=18. Neste momento, estava com FC=120bpm, Sat O 2 =94%, glicemia capilar=200mg/dl, PA=70x50 mmhg, T=37,8º C. Gasometria arterial ph=7,2, po 2 =80, pco 2 =27, HCO 3 =15, BE= -3, Sat O 2 =97% (com cateter de oxigênio=3l/m). Gasometria venosa: ph=7,5, po 2 =30, pco 2 =40, HCO 3 =14, BE= -3, Sat O 2 =58%. Exames: Hb=10, Htc=30, leucócitos=2.000 (2% bastões 50% segmentados). Foi colhido novo lactato=60mg/dl. Optado então por passagem de cateter de Swan Ganz que mostrou IC (índice cardíaco) de 1,8L/m 2, Índice de Resistência Vascular Sistêmica (IRVS) aumentada. QUESTÃO 55. Qual é a provável etiologia do choque? QUESTÃO 56. Calcule o Gap de CO 2. QUESTÃO 57. Calcule o Cav (diferença arterio venosa de O 2 ). QUESTÃO 58. Paciente após 2 horas, foi sedada, intubada, curarizada e deixada em ventilação mecânica em modo controlado. Passado PA invasiva. Calculado delta PP que foi de 11%. Qual é a sua conduta em relação a reposição volêmica? QUESTÃO 59. Optado por iniciar dobutamina na diluição de 1 ampola de 250mg (20mL) em 230mL de soro fisiológico a 0,9%, totalizando 250mL de solução. Peso do paciente 50Kg. Quantos ml/hora dessa solução deverá correr na bomba de infusão para que se mantenha a dose máxima de dobutamina (20mcg/Kg/min)? Atenção: As questões de números 60 a 62 referem-se ao caso abaixo. Utilize o caderno de respostas, Você é o médico plantonista do pronto socorro e recebe o seguinte paciente: sexo feminino, 75 anos, portadora de neoplasia de mama tratada com cirurgia e radioterapia há 5 anos. Há dois meses, refere queixa de dor lombar de inicio insidioso. Atualmente refere que a dor está mais forte, está com fraqueza e sensação de peso na perna direita e retenção urinária há 1 dia. Ao exame: força muscular grau II em membro inferior a direita e sinais de compressão medular. QUESTÃO 60. QUESTÃO 61. QUESTÃO 62. Qual é o exame padrão ouro para confirmar o diagnóstico desta paciente? Qual é o tratamento mais adequado neste momento? Quais são os preditores clínicos de melhora com o uso da radioterapia? UNIFESP - Residência Médica 2013 Especialidades Clínicas Resp. Curtas - 10

11 Caso 12 Atenção: As questões de números 63 a 67 referem-se ao caso abaixo. Utilize o caderno de respostas, Paciente do sexo feminino, 90 anos, veio ao pronto socorro de ortopedia por queda da própria altura e fratura de fêmur. Está há dois dias no pronto socorro aguardando cirurgia. Antecedentes pessoais: hipertensão arterial sistêmica, dislipidemia, miocardiopatia dilatada com fração de ejeção de 20%. Nega cirurgias. Morava com um cuidador e era semidependente para atividades de vida diária. Cuidador refere que a paciente não gostaria de ser intubada ou reanimada. Prescrição Médica: Jejum oral Soro glicosado 10% 500mL IV 12/12h Captopril 25mg 3x/dia Furosemida 40mg 1x/dia Morfina em bomba de infusão: 2mg por hora Morfina 2mg IV se necessário Dipirona 1g IV 6/6h Você é chamado para realizar a avaliação pré-operatória da paciente. Ao exame: paciente sonolenta, não responde aos estímulos verbais, acorda e geme quando é mobilizado o membro da fratura. PA 140x90, FC 99bpm. QUESTÃO 63. Há indicação de cuidados paliativos nesta paciente? Qual é a indicação? QUESTÃO 64. Há indicação de cirurgia de fratura de fêmur para esta paciente? Porque? QUESTÃO 65. Familiares referem que a paciente está intoxicada pela morfina pois ficou sonolenta após introdução do opioide. Qual é a conduta mais adequada para a sonolência desta paciente? QUESTÃO 66. Após o tratamento adequado, paciente evolui com melhora clínica e familiares optam por levá-la para casa. Estava em uso de morfina 5mg IV 4/4horas e dipirona 1g IV 6/6h sem dor. Qual esquema analgésico deve ser prescrito para a paciente na alta hospitalar? QUESTÃO 67. Quais exames complementares devem ser solicitados para a avaliação pré operatória do risco cardiovascular desta paciente? Caso 13 Atenção: As questões de números 68 a 70 referem-se ao caso abaixo. Utilize o caderno de respostas, Paciente do sexo masculino, 54 anos, vem ao seu consultório pois gostaria de uma segunda opinião. Refere ser previamente hígido. Há 2 meses, iniciou quadro de queimação no estomago e dor acompanhado de eructação e náuseas. Passou com clínico geral que medicou com omeprazol 20mg/dia (já em uso há 2 meses) e pediu endoscopia digestiva alta. Há 5 dias, realizou a endoscopia que mostrou úlcera gástrica sem sinais de sangramento recente e teste da uréase negativo. Não foi realizado biopsia. O mesmo médico pediu teste do antígeno fecal para H pylori. QUESTÃO 68. A indicação de endoscopia digestiva alta foi correta? Qual foi o motivo da indicação neste paciente? QUESTÃO 69. Há indicação de pesquisa de H pylori neste paciente, já que o teste da uréase foi negativo? Por quê? QUESTÃO 70. Quais outros testes não invasivos poderiam ser realizados para a pesquisa de H pylori além dos descritos na história acima? UNIFESP - Residência Médica 2013 Especialidades Clínicas Resp. Curtas - 11

12 Caso 14 Atenção: As questões de números 71 a 75 referem-se ao caso abaixo. Utilize o caderno de respostas, No manejo do paciente internado, a prevenção de complicações é muito importante. Responda as perguntas abaixo relacionadas ao manejo clínico dos pacientes durante a internação hospitalar em uma enfermaria de clínica médica. QUESTÃO 71. Nos pacientes portadores de diabetes mellitus, qual é a glicemia alvo no pré-prandial e nas glicemias aleatórias, segunda a ADA (American Diabetes Association)? QUESTÃO 72. Cite 3 indicações para o uso profilático de protetor gástrico no paciente que não fazia uso prévio da medicação. QUESTÃO 73. Cite duas complicações infecciosas do uso de protetor gástrico para prevenção de ulcera de estresse. QUESTÃO 74. Cite 3 medidas para a prevenção de úlcera de pressão QUESTÃO 75. Além da heparina de baixo peso molecular, quais são as outras opções para prevenção de trombose venosa profunda, nos pacientes de alto risco para trombose e não cirúrgicos? Caso 15 Atenção: As questões de números 76 e 77 referem-se ao caso abaixo. Utilize o caderno de respostas, Paciente do sexo masculino, 40 anos, vem ao pronto socorro com quadro de edema de membro superior direito e pescoço. Notou também engurgitamento das veias do pescoço e tórax, dispneia e ortopneia. Refere ser previamente hígido, nega uso de medicações. É tabagista 60 anos/maço. Ao exame: Paciente vigil, orientado. Nota-se edema 3+/4+ no membro superior direito e pescoço, engurgitamento das veias do pescoço e pletora. Sem sinais de edema laríngeo. Murmúrio vesicular presente bilateralmente sem ruídos adventícios, eupneico. Sem alterações no exame neurológico. RX de tórax: aumento do mediastino e pequeno derrame pleural a direita. QUESTÃO 76. QUESTÃO 77. Qual é o exame de escolha para confirmar o diagnóstico deste paciente? Qual é conduta mais adequada para este paciente? Caso 16 Atenção: As questões de números 78 a 81 referem-se ao caso abaixo. Utilize o caderno de respostas, Você é o médico do pronto socorro de clínica médica de plantão e é chamado pelo médico cirurgião para avaliar um paciente que chegou na sala do trauma após queda da própria altura. O cirurgião passa o seguinte caso: o paciente de 67 anos, foi encontrado caído pela esposa. Ela ouviu um barulho e correu para o quarto. Quando chegou, encontrou o paciente caído, inconsciente e com convulsões (sic). Em alguns segundos, paciente recobrou a consciência e foi chamado o SAMU que trouxe paciente ao PS. Esposa refere que ele não ficou sonolento após o evento e tampouco desorientado. Também não teve abalos musculares. Exame físico de entrada: PA=100x70mmHg, FC=94bpm, Sat=98%, glicemia capilar=146mg/dl. O cirurgião refere que não há sinais de trauma ou fratura e quer passar o caso. (CONTINUA NA PRÓXIMA PÁGINA) UNIFESP - Residência Médica 2013 Especialidades Clínicas Resp. Curtas - 12

13 (CONTINUAÇÃO DO CASO 16) Foi realizado ECG abaixo QUESTÃO 78. Além dos dados fornecidos na história e exame físico acima, cite mais três sinais/sintomas que ajudariam a corroborar a hipótese de crise convulsiva. QUESTÃO 79. Qual é conduta mais adequada neste paciente? QUESTÃO 80. Na sala de emergência clínica, foi medido PA deitado=136x84 e em pé PA=112x76. Quais tratamentos farmacológicos poderiam ser prescritos para este paciente? Na sala de emergência, foi repetido o ECG (abaixo). QUESTÃO 81. Qual é a conduta mais adequada? UNIFESP - Residência Médica 2013 Especialidades Clínicas Resp. Curtas - 13

14 Caso 17 Atenção: As questões de números 82 a 85 referem-se ao caso abaixo. Utilize o caderno de respostas, Paciente de 42 anos, sexo masculino, vem ao consultório pois está com tosse seca há 2 meses. Refere ter passado em vários médicos que apenas medicaram com xaropes sem melhora e foi suspenso captopril há 1 semana sem melhora. Nega febre. Nega tabagismo. EF normal Realizou os seguintes exames abaixo: QUESTÃO 82. Quais as causas mais prováveis de tosse crônica no paciente acima? QUESTÃO 83. Quais medicamentos antitussigenos poderiam ser prescritos para este paciente, enquanto ele aguarda a investigação diagnóstica? QUESTÃO 84. Foi realizado espirometria que estava normal e o paciente foi medicado com corticóide inalatório + broncodilatadores com melhora total da tosse. Qual é o diagnóstico mais provável? QUESTÃO 85. Em relação a tosse pelo uso de captopril, seria correto substituirmos o captopril por lisinopril? Justifique. UNIFESP - Residência Médica 2013 Especialidades Clínicas Resp. Curtas - 14

15 Caso 18 Atenção: As questões de números 86 a 89 referem-se aos casos abaixo. Utilize o caderno de respostas, Indique o tratamento de escolha para cada caso clinico de ulcera. QUESTÃO 86. Paciente sexo masculino, diabético tipo 2, com ulcera varicosa em membro inferior direito que apresenta dificuldade para cicatrização. Nos últimos 2 meses, apesar do curativo adequado, a ulcera aumentou de tamanho. Não há calor ou rubor ao redor da lesão e não há presença de secreção. No fundo da ferida nota-se tecido de granulação abundante e a ferida sangra com facilidade. Qual é o melhor tratamento ambulatorial para esta ulcera? QUESTÃO 87. Paciente portador de carcinoma espinocelular em membro inferior esquerdo, sem possibilidade de tratamento curativo pelas comorbidades que apresenta, vem ao pronto socorro pois notou odor fétido na ulcera. Nega febre ou outros sintomas. Está fazendo curativo com carvão ativado mas sem melhora do odor. Ao exame: presença de ulcera extensa em mie, sem secreção ou sinais de infecção local. Qual é o tratamento mais adequado? QUESTÃO 88. Paciente portador e doença de Parkinson com disfagia orofaríngea, está acamado há 2 meses. Há 2 semanas, desenvolveu ulcera de pressão na região trocantérica bilateral. A família refere que o paciente está sendo mobilizado frequentemente e utiliza colchão especial que distribui a pressão. Pele está bem hidratada e o curativo adequado. Nega dor. IMC=17,5. Qual é o tratamento mais adequado? QUESTÃO 89. Paciente com ulcera de pressão grau IV em região sacral com exposição óssea, em tratamento hospitalar com ceftriaxone e clindamicina por 10 dias, sem melhora. Exames: leucograma sem desvio e PCR=30. Realizado cultura de swab que revelou S. aureus sensível a oxacilina e pseudômonas sensível a ciprofloxacino. Qual é a conduta mais adequada? UNIFESP - Residência Médica 2013 Especialidades Clínicas Resp. Curtas - 15

16 Caso 19 Atenção: As questões de números 90 a 94 referem-se ao caso abaixo. Utilize o caderno de respostas, SRRS, 70 anos, apresentou quadro de fadiga, cansaço, apatia e dores articulares há 3 meses, nega febre ou alteração do hábito intestinal. Antecedentes pessoais: hipertensão arterial sistêmica em uso de hidroclorotiazida 50 mg/dia, diabetes mellitus em uso de metformina 850mg de 8/8h e de glibenclamida 5 mg dia e osteoporose com fratura espontânea de quadril há 1 ano em uso de fórmula manipulada em pó de vitamina D. Procurou clinico geral da unidade básica de saúde que solicitou hemograma com hemoglobina de 10 g/dl, hematócrito de 30%, ureia, creatinina, sódio, potássio normais, fator reumatóide de 80 Ul/mL (positivo). Prescrito codeína 30 mg, paracetamol 7,5 mg de 12/12h por 10 dias e fluoxetina 20 mg por dia e encaminhada a nutricionista. Após 15 dias, piorou do quadro de cansaço, apatia e iniciou com obstipação orientado a manter medicação com introdução de bisacodil 10 mg de 8/8h. Após um mês os sintomas agravaram-se evoluindo com períodos de confusão mental, sonolência e poliúria. Familiares trouxeram a paciente ao serviço de emergência sendo entubada pelo rebaixamento do nível de consciência com os seguintes exames. RX de tórax normal e Tomografia de crânio: normal. Glicemia capilar: 20mg/dL feito 4 ampolas de glicose a 50% e colhido os exames gerais (abaixo): Unidade de Emergência idade: 70 anos sexo: feminino Nome: SRRS Prontuário: xxxxxx Leito: 120 Hemácias 3.41x 10 6 /ul Hemoglobina 7,5 g/dl Hematócrito 32,5% VCM 82 fl HCM 30,8 pg CHCM 32,3 g/dl RDW 16,4% Leucócitos 2,57 x 10 3 /ul Neutrófilos 44,7% Eosinófilos 6,6% Basófilos 0,8% Linfócitos 33,1% Monócitos 14,8% Plaquetas 125 x 10 3 /ul Creatinina 6 mg/dl Uréia 300 mf/dl Potássio 5 meq/l Sódio 148 meq/l Glicemia 200 mg/dl Gasometria arterial ph 7,48 pco2 29,6 mm Hg po2 118 mm Hg BE -7 meq/l HCO3 15 MEq/L CO2 total 23 mmol/l Saturação de Hb 98% Ácido Lático 25 mg/dl Fio2 50% Cálcio total 15,0 mg/dl Fosforo 0,81 mg/dl(normal 2,5 a 4,9) PTH 12,0 pg/ml (normal 12-65) (CONTINUA NA PÁGINA SEGUINTE) UNIFESP - Residência Médica 2013 Especialidades Clínicas Resp. Curtas - 16

17 (CONTINUAÇÃO DO CASO 19) QUESTÃO 90. De acordo com a história e exames, qual é a provável causa das alterações encontradas neste paciente? QUESTÃO 91. QUESTÃO 92. neste paciente QUESTÃO 93. Qual é o tratamento de escolha para este paciente? Cite os dois principais motivos para a contra-indicação do uso de hidroclorotiazida A analgesia neste paciente está correta? Por quê? QUESTÃO 94. Discuta o resultado do fator reumatoide do paciente. Esse paciente apresenta artrite reumatoide? Por quê? UNIFESP - Residência Médica 2013 Especialidades Clínicas Resp. Curtas - 17

18 Caso 20 Atenção: As questões de números 95 a 97 referem-se ao caso abaixo. Utilize o caderno de respostas, Paciente de 25 anos de idade, refere que há 1 semana está com dor no joelho esquerdo acompanhado de lesões eritematosas, dolorosas e não pruriginosas em membros inferiores (vide Figura 1). Em casa teve a sensação de que estava com febre mas não mediu e fadiga. Refere ser previamente hígido e não faz uso de medicações. Nega relações sexuais há 30 dias. Ao exame físico: T=38º C, joelho doloroso e avermelhado, lesões de pele abaixo. Realizado exames gerais que estavam normais, leucograma sem sinais de infecção e artrocentese de joelho normal. RX de tórax abaixo (Figura 2) Figura 1 Figura 2 QUESTÃO 95. Qual é a principal hipótese diagnóstica? QUESTÃO 96. Qual é o achado dermatológico da Figura 1? QUESTÃO 97. Qual é o tratamento de escolha? (CONTINUA NA PÁGINA SEGUINTE) UNIFESP - Residência Médica 2013 Especialidades Clínicas Resp. Curtas - 18

19 (CONTINUAÇÃO DO CASO 20) Atenção: As questões de números 98 a 100 referem-se ao caso abaixo. Utilize o caderno de respostas, Paciente do sexo feminino, 40 anos de idade, vem há 4 meses com rash cutâneo em membros inferiores e há 1 ano com fenômeno de Raynaud. Ao exame físico: PA=160x90, FC=85 bpm. Hepatomegalia, edema de membros inferiores e púrpura palpável. Exames: Hb=10,0 g/dl, Cr=1,5 mg/dl, TGO=50, TGP=80. Diminuição do complemento predominantemente de C4. Urina I com hematúria +++ e proteinuria + com dismorfismo eritrocitário. QUESTÃO 98. QUESTÃO 99. Qual é a causa mais provável da doença renal desta paciente? Com qual doença a etiologia da doença renal está mais relacionada? QUESTÃO 100. Esta paciente passou em consulta com dermatologista que realizou biópsia de pele. De acordo com a sua hipótese diagnóstica para este caso, qual é o resultado que devemos encontrar na biópsia de pele? UNIFESP - Residência Médica 2013 Especialidades Clínicas Resp. Curtas - 19

20 UNIFESP - Residência Médica 2013 Especialidades Clínicas Resp. Curtas - 20

Leia estas instruções:

Leia estas instruções: Leia estas instruções: 1 2 Confira se os dados contidos na parte inferior desta capa estão corretos e, em seguida, assine no espaço reservado para isso. Caso se identifique em qualquer outro local deste

Leia mais

Paciente de 89 anos, vem à consulta médica relatando nauseas e vômitos há 2 dias. Previamente à consulta encontravase bem, assintomática.

Paciente de 89 anos, vem à consulta médica relatando nauseas e vômitos há 2 dias. Previamente à consulta encontravase bem, assintomática. Paciente de 89 anos, vem à consulta médica relatando nauseas e vômitos há 2 dias. Previamente à consulta encontravase bem, assintomática. Faz tratamento para hipertensão arterial e insuficiência cardíaca

Leia mais

Confira se os dados contidos na parte inferior desta capa estão corretos e, em seguida, assine no espaço reservado para isso.

Confira se os dados contidos na parte inferior desta capa estão corretos e, em seguida, assine no espaço reservado para isso. INSTRUÇÕES 1 Confira se os dados contidos na parte inferior desta capa estão corretos e, em seguida, assine no espaço reservado para isso. 2 3 4 Caso se identifique em qualquer outro local deste Caderno,

Leia mais

CADERNO DE QUESTÕES INSTRUÇÕES

CADERNO DE QUESTÕES INSTRUÇÕES Nome do Candidato: ASSINE SOMENTE NESSE QUADRO assinatura RESIDÊNCIA MÉDICA - 2016 Especialidades Pediátricas Prova de Respostas Curtas CADERNO DE QUESTÕES INSTRUÇÕES Verifique se você recebeu um CADERNO

Leia mais

EXAME NACIONAL DE REVALIDAÇÃO D E D I P L O M A S M É D I C O S EXPEDIDOS POR INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO SUPERIOR ESTRANGEIRAS.

EXAME NACIONAL DE REVALIDAÇÃO D E D I P L O M A S M É D I C O S EXPEDIDOS POR INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO SUPERIOR ESTRANGEIRAS. D E D I P L O M A S M É D I C O S EXPEDIDOS POR INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO SUPERIOR ESTRANGEIRAS Prova Discursiva LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES ABAIXO. 1. Verifique se, além deste caderno, você recebeu

Leia mais

b) indique os exames necessários para confirmar o diagnóstico e avaliar o grau de comprometimento da doença. (8,0 pontos)

b) indique os exames necessários para confirmar o diagnóstico e avaliar o grau de comprometimento da doença. (8,0 pontos) 01 Um homem de 30 anos de idade, que morou em área rural endêmica de doença de Chagas até os 20 anos de idade, procurou banco de sangue para fazer doação de sangue e foi rejeitado por apresentar sorologia

Leia mais

Residente de Reumatologia da UNIFESP. São Paulo 03/08/2011

Residente de Reumatologia da UNIFESP. São Paulo 03/08/2011 Dra. Bruna Castro Residente de Reumatologia da UNIFESP São Paulo 03/08/2011 S EVOLUÇÃO DISCUSSÃO IDENTIFICAÇÃO HDA AMP VAB, 33 anos, feminina, i branca, solteira, auxiliar de enfermagem, natural de Monte

Leia mais

PROTOCOLO GERENCIADO DE SEPSE PACIENTE COM CONDUTA PARA SEPSE (OPÇÃO 2 E 3 - COLETA DE EXAMES/ANTIBIÓTICO)

PROTOCOLO GERENCIADO DE SEPSE PACIENTE COM CONDUTA PARA SEPSE (OPÇÃO 2 E 3 - COLETA DE EXAMES/ANTIBIÓTICO) DADOS DO PACIENTE PROTOCOLO GERENCIADO DE SEPSE PACIENTE COM CONDUTA PARA SEPSE (OPÇÃO 2 E 3 - COLETA DE EXAMES/ANTIBIÓTICO) Iniciais: Registro: Sexo: ( ) Feminino ( ) Masculino Data de nascimento: / /

Leia mais

Confira se os dados contidos na parte inferior desta capa estão corretos e, em seguida, assine no espaço reservado para isso.

Confira se os dados contidos na parte inferior desta capa estão corretos e, em seguida, assine no espaço reservado para isso. INSTRUÇÕES 1 Confira se os dados contidos na parte inferior desta capa estão corretos e, em seguida, assine no espaço reservado para isso. 2 3 4 Caso se identifique em qualquer outro local deste Caderno,

Leia mais

I CURSO DE CONDUTAS MÉDICAS NAS INTERCORRÊNCIAS EM PACIENTES INTERNADOS

I CURSO DE CONDUTAS MÉDICAS NAS INTERCORRÊNCIAS EM PACIENTES INTERNADOS CT de Medicina I CURSO DE CONDUTAS MÉDICAS NAS INTERCORRÊNCIAS EM PACIENTES INTERNADOS CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA CREMEC/Conselho Regional de Medicina do Ceará Câmara Técnica de Medicina Intensiva Câmara

Leia mais

ANEXO 2: Exemplos de questões e percentual de erro dos participantes

ANEXO 2: Exemplos de questões e percentual de erro dos participantes ANEXO 2: Exemplos de questões e percentual de erro dos participantes Situação/problema Criança com desidratação e diarreia Um menino com 6 anos de idade e com peso de 18 kg, desenvolve quadro de desidratação

Leia mais

DENGUE. Médico. Treinamento Rápido em Serviços de Saúde. Centro de Vigilância Epidemiológica Prof. Alexandre Vranjac

DENGUE. Médico. Treinamento Rápido em Serviços de Saúde. Centro de Vigilância Epidemiológica Prof. Alexandre Vranjac DENGUE Treinamento Rápido em Serviços de Saúde Médico 2015 Centro de Vigilância Epidemiológica Prof. Alexandre Vranjac O Brasil e o estado de São Paulo têm registrado grandes epidemias de dengue nos últimos

Leia mais

INSUFICIÊNCIA CARDÍACA CONGESTIVA (ICC)

INSUFICIÊNCIA CARDÍACA CONGESTIVA (ICC) INSUFICIÊNCIA CARDÍACA CONGESTIVA (ICC) Categorias: - ICC aguda sem diagnóstico prévio - ICC crônica agudizada - ICC crônica refratária Apresentações clínicas: - Edema agudo de pulmão: rápido aumento da

Leia mais

DOENÇAS CARDÍACAS NA INSUFICIÊNCIA RENAL

DOENÇAS CARDÍACAS NA INSUFICIÊNCIA RENAL DOENÇAS CARDÍACAS NA INSUFICIÊNCIA RENAL As doenças do coração são muito freqüentes em pacientes com insuficiência renal. Assim, um cuidado especial deve ser tomado, principalmente, na prevenção e no controle

Leia mais

ESTUDO DIRIGIDO - PNEUMONIA

ESTUDO DIRIGIDO - PNEUMONIA ESTUDO DIRIGIDO - PNEUMONIA Leia os dois casos clínicos abaixo e as perguntas que fizemos sobre eles. Mas não comece a responder ainda. Depois de analisar bem os dois casos, abra o texto Pneumonia Diretriz

Leia mais

RESIDÊNCIA MÉDICA 2016

RESIDÊNCIA MÉDICA 2016 NOME INSCRIÇÃO SALA LUGAR DOCUMENTO DATA DE NASC ESPECIALIDADE PROVA DISSERTATIVA ESPECIALIDADES CIRÚRGICAS ASSINATURA DO CANDIDATO UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS Faculdade de Ciências Médicas LOTE

Leia mais

Tudo Exige Preparo. Para a guerra. Para o sexo. Para o banho

Tudo Exige Preparo. Para a guerra. Para o sexo. Para o banho Dr. Gustavo Santos Tudo Exige Preparo Para a guerra Para o sexo Para o banho Falhar em se preparar é preparar-se para falhar Benjamin Franklin Preparo Pré-Operatório: Por Quê? Identificar problemas não-conhecidos

Leia mais

CONDUTAS: EDEMA AGUDO DE PULMÃO

CONDUTAS: EDEMA AGUDO DE PULMÃO Universidade Federal do Ceará Faculdade de Medicina Programa de Educação Tutorial PET Medicina CONDUTAS: EDEMA AGUDO DE PULMÃO Paulo Marcelo Pontes Gomes de Matos OBJETIVOS Conhecer o que é Edema Agudo

Leia mais

Insuficiência respiratória aguda. Prof. Claudia Witzel

Insuficiência respiratória aguda. Prof. Claudia Witzel Insuficiência respiratória aguda O que é!!!!! IR aguda Incapacidade do sistema respiratório de desempenhar suas duas principais funções: - Captação de oxigênio para o sangue arterial - Remoção de gás carbônico

Leia mais

Caso Clínico. Luana Silva Bessa Guimarães

Caso Clínico. Luana Silva Bessa Guimarães Caso Clínico Luana Silva Bessa Guimarães Identificação Id: sexo masculino, 31 anos, natural e procedente de Fortaleza, pardo, católico, auxiliar de produção. Cansaço e inchaço nas pernas" Queixa Principal

Leia mais

DO PACIENTE RENAL Tratamento conservador

DO PACIENTE RENAL Tratamento conservador aminidicionário DO PACIENTE RENAL Tratamento conservador Ao paciente e seus familiares, este pequeno dicionário tem a intenção de ajudar no entendimento da doença que passou a fazer parte das suas vidas.

Leia mais

PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS MÉDICO GERIATRA

PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS MÉDICO GERIATRA 12 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS MÉDICO GERIATRA QUESTÃO 21 Em relação à fisiopatologia da hipertensão arterial no paciente idoso, marque a alternativa CORRETA: a) A pressão diastólica tende a ficar

Leia mais

Questão 1. a) Cite as duas hipóteses diagnósticas mais prováveis para o caso. b) Descreva, em linhas gerais, a abordagem terapêutica mais adequada.

Questão 1. a) Cite as duas hipóteses diagnósticas mais prováveis para o caso. b) Descreva, em linhas gerais, a abordagem terapêutica mais adequada. Questão 1 Uma paciente de 35 anos é internada com história de cinco dias de cefaleia progressiva, febre e astenia. A avaliação laboratorial mostrou contagem plaquetária de 23.000/mm³, anemia com hemácias

Leia mais

Gabarito. 1 a Questão: (30 pontos) Resposta: Síndrome de obstrução intestinal: Brida pós-cirúrgica Isquemia mesentérica Diverticulite aguda

Gabarito. 1 a Questão: (30 pontos) Resposta: Síndrome de obstrução intestinal: Brida pós-cirúrgica Isquemia mesentérica Diverticulite aguda 1 a Questão: (30 pontos) Paciente de 68 anos, masculino, branco, com histórico de laparotomia prévia por trauma abdominal fechado há 6 anos, cardiopatia isquêmica e constipação intestinal de longa data,

Leia mais

DO PACIENTE RENAL Terapia de substituição renal

DO PACIENTE RENAL Terapia de substituição renal aminidicionário DO PACIENTE RENAL Terapia de substituição renal Ao paciente e seus familiares, este pequeno dicionário tem a intenção de ajudar no entendimento da doença que passou a fazer parte das suas

Leia mais

Protocolo de profilaxia de Tromboembolismo Venoso (TEV) em pacientes internados Índice

Protocolo de profilaxia de Tromboembolismo Venoso (TEV) em pacientes internados Índice Protocolo de profilaxia de Tromboembolismo Venoso (TEV) em pacientes internados Índice 1. Definição/ Avaliação/Profilaxia 1 1.1. Tromboembolismo Venoso 1 2. Descrição do método de avaliação 1 3. Profilaxia

Leia mais

Justificativa Depende dos exames escolhidos. Residência Médica Seleção 2014 Prova Clínica Médica Expectativa de Respostas. Caso Clínico 1 (2 pontos)

Justificativa Depende dos exames escolhidos. Residência Médica Seleção 2014 Prova Clínica Médica Expectativa de Respostas. Caso Clínico 1 (2 pontos) Caso Clínico 1 (2 pontos) Uma mulher de 68 anos, hipertensa, é internada com afasia e hemiparesia direita de início há meia hora. A tomografia de crânio realizada na urgência não evidencia sangramento,

Leia mais

Concurso Público. Exames laboratoriais: Com base nesses dados, responda às questões a seguir:

Concurso Público. Exames laboratoriais: Com base nesses dados, responda às questões a seguir: 01 Concurso Público Menina de sete anos de idade apresentou imagem radiológica de pneumatoceles em ambos os pulmões. História pregressa de rash neonatal, atraso da dentição e fraturas recorrentes devido

Leia mais

ALTERAÇÕES RENAIS. Texto extraído do Editorial do Endocrinologia&Diabetes clínica e experimental vol. 7 número 3, julho/2007.

ALTERAÇÕES RENAIS. Texto extraído do Editorial do Endocrinologia&Diabetes clínica e experimental vol. 7 número 3, julho/2007. ALTERAÇÕES RENAIS E.D. teve seu diabetes diagnosticado em 1985, nessa época tinha 45 anos e não deu muita importância para os cuidados que seu médico lhe havia recomendado, sua pressão nesta época era

Leia mais

RESIDÊNCIA MÉDICA - 2012 Especialidades com Pré-Requisito em CIRURGIA GERAL Prova de Respostas Curtas CADERNO DE QUESTÕES INSTRUÇÕES

RESIDÊNCIA MÉDICA - 2012 Especialidades com Pré-Requisito em CIRURGIA GERAL Prova de Respostas Curtas CADERNO DE QUESTÕES INSTRUÇÕES Nome do Candidato: ASSINE SOMENTE NESSE QUADRO assinatura RESIDÊNCIA MÉDICA - 2012 Especialidades com Pré-Requisito em CIRURGIA GERAL Prova de Respostas Curtas CADERNO DE QUESTÕES INSTRUÇÕES Verifique

Leia mais

TERAPÊUTICA DA HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA

TERAPÊUTICA DA HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA Disciplina: Farmacologia Curso: Enfermagem TERAPÊUTICA DA HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA Professora: Ms. Fernanda Cristina Ferrari Controle da Pressão Arterial Sistêmica Controle Neural estimulação dos

Leia mais

Fibrilação atrial Resumo de diretriz NHG M79 (segunda revisão parcial, agosto 2013)

Fibrilação atrial Resumo de diretriz NHG M79 (segunda revisão parcial, agosto 2013) Fibrilação atrial Resumo de diretriz NHG M79 (segunda revisão parcial, agosto 2013) grupo de estudos NHG-fibrilação atrial traduzido do original em holandês por Luiz F.G. Comazzetto 2014 autorização para

Leia mais

Cardiologia Hemodinâmica

Cardiologia Hemodinâmica 1 Concurso Público 2011 Cardiologia Hemodinâmica Questão 1: Homem de 40 anos de idade, brasileiro (RJ), solteiro e comerciante, apresentou dor precordial intensa, acompanhada de palpitações e desencadeada

Leia mais

RETIFICAÇÕES DIVERSAS

RETIFICAÇÕES DIVERSAS Circular 340/2014 São Paulo, 10 de Junho de 2014. PROVEDOR(A) ADMINISTRADOR(A) RETIFICAÇÕES DIVERSAS Diário Oficial da União Nº 109, Seção 1, terça-feira, 10 de junho de 2014 Prezados Senhores, Segue para

Leia mais

Doenças Vasculares. Flebite ou Tromboflebite. Conceito:

Doenças Vasculares. Flebite ou Tromboflebite. Conceito: Doenças Vasculares Tromboflebiteé uma afecção na qual se forma um coágulo numa veia, em conseqüência de flebite ou devido à obstrução parcial da veia. Flebiteé a inflamação das paredes de uma veia. Causas:

Leia mais

ENADE 2004 FISIOTERAPIA

ENADE 2004 FISIOTERAPIA ENADE 2004 FISIOTERAPIA QUESTÃO 38 Maurício Gomes Pereira. Epidemiologia teoria -- prática. Rio de Janeiro: Guanabra Koogan S.A., 1995, p. 31 (com adaptações). O gráfico acima demonstra os possíveis padrões

Leia mais

O sistema esquelético ou sistema ósseo é formado por vários ossos, cujo estudo é chamado de osteologia.

O sistema esquelético ou sistema ósseo é formado por vários ossos, cujo estudo é chamado de osteologia. SISTEMA ESQUELÉTICO Ossos do corpo humano se juntam por meio das articulações. E são responsáveis por oferecer um apoio para o sistema muscular permitindo ao homem executar vários movimentos. O sistema

Leia mais

DENGUE NA GRAVIDEZ OBSTETRÍCIA

DENGUE NA GRAVIDEZ OBSTETRÍCIA DENGUE NA GRAVIDEZ Rotinas Assistenciais da Maternidade-Escola da Universidade Federal do Rio de Janeiro OBSTETRÍCIA É doença febril aguda, de etiologia viral, de disseminação urbana, transmitida pela

Leia mais

Passos para a prática de MBE Elaboração de uma pergunta clínica Passos para a prática de MBE

Passos para a prática de MBE Elaboração de uma pergunta clínica Passos para a prática de MBE Passos para a prática de MBE Elaboração de uma pergunta clínica Dr. André Deeke Sasse 1. Formação da pergunta 2. Busca de melhor evidência resposta 3. Avaliação crítica das evidências 4. Integração da

Leia mais

Caso Clínico. Emanuela Bezerra - S5 28/04/2014

Caso Clínico. Emanuela Bezerra - S5 28/04/2014 Caso Clínico Emanuela Bezerra - S5 28/04/2014 IDENTIFICAÇÃO: M.P.B.S, sexo feminino, 27 anos, solteira, procedente de Nova Olinda-CE, Q.P.: " pele amarelada e com manchas vermelhas" HDA: Paciente relata

Leia mais

Prova de Respostas Curtas

Prova de Respostas Curtas Nome do Candidato: ASSINE SOMENTE NESSE QUADRO assinatura RESIDÊNCIA MÉDICA - 2012 Áreas Básicas ou Acesso Direto Prova de Respostas Curtas INSTRUÇÕES Verifique se você recebeu um CADERNO DE QUESTÕES e

Leia mais

Pâncreas. Pancreatite aguda. Escolha uma das opções abaixo para ler mais detalhes.

Pâncreas. Pancreatite aguda. Escolha uma das opções abaixo para ler mais detalhes. Pâncreas Escolha uma das opções abaixo para ler mais detalhes. Pancreatite aguda Pancreatite crônica Cistos pancreáticos Câncer de Pancrêas Pancreatite aguda O pâncreas é um órgão com duas funções básicas:

Leia mais

Caso Clínico PET MEDICINA UFC. Adriana Façanha 6 de Agosto de 2008.

Caso Clínico PET MEDICINA UFC. Adriana Façanha 6 de Agosto de 2008. Caso Clínico PET MEDICINA UFC Adriana Façanha 6 de Agosto de 2008. Identificação: Paciente do sexo feminino, 69a,branca, casada, natural de Pernambuco, do lar. Queixa Principal: Dor em todo o corpo. HDA:

Leia mais

PROTOCOLO DE ABORDAGEM E TRATAMENTO DA SEPSE GRAVE E CHOQUE SÉPTICO DAS UNIDADES DE PRONTO ATENDIMENTO (UPA)/ ISGH

PROTOCOLO DE ABORDAGEM E TRATAMENTO DA SEPSE GRAVE E CHOQUE SÉPTICO DAS UNIDADES DE PRONTO ATENDIMENTO (UPA)/ ISGH PROTOCOLO DE ABORDAGEM E TRATAMENTO DA SEPSE GRAVE E CHOQUE SÉPTICO DAS UNIDADES DE PRONTO ATENDIMENTO (UPA)/ ISGH 1. APRESENTAÇÃO A SEPSE TEM ALTA INCIDÊNCIA, ALTA LETALIDADE E CUSTO ELEVADO, SENDO A

Leia mais

a. CONSIDERAÇÕES ESPECIAIS DE AVALIAÇÃO Objetivos do tratamento pré-hospitalar da síndrome coronariana aguda

a. CONSIDERAÇÕES ESPECIAIS DE AVALIAÇÃO Objetivos do tratamento pré-hospitalar da síndrome coronariana aguda Parte II P R O T O C O L O S D E D O E N Ç A S C A R D I O V A S C U L A R E S [111] 47. SÍNDROME CORONARIANA AGUDA a. CONSIDERAÇÕES ESPECIAIS DE AVALIAÇÃO A isquemia do miocárdio resulta do desequilíbrio

Leia mais

Capacitação em Serviço: Dengue em 15 minutos

Capacitação em Serviço: Dengue em 15 minutos Capacitação em Serviço: Dengue em 15 minutos Situação Epidemiológica O Brasil é responsável por 75% dos casos de dengue na América Latina A partir de 2002, houve grande aumento de casos de dengue e das

Leia mais

PROVA PARA A RESIDÊNCIA MÉDICA EM CARDIOLOGIA, GASTROENTEROLOGIA E MEDICINA INTENSIVA CONCURSO DE SELEÇÃO 2013 PROVA DE CLÍNICA MÉDICA

PROVA PARA A RESIDÊNCIA MÉDICA EM CARDIOLOGIA, GASTROENTEROLOGIA E MEDICINA INTENSIVA CONCURSO DE SELEÇÃO 2013 PROVA DE CLÍNICA MÉDICA PROVA PARA A RESIDÊNCIA MÉDICA EM CARDIOLOGIA, GASTROENTEROLOGIA E MEDICINA INTENSIVA CONCURSO DE SELEÇÃO 2013 PROVA DE CLÍNICA MÉDICA Nome: Dia: 20 de dezembro de 2012. 01 - A conduta inicial em embolia

Leia mais

Como abordar um paciente nefropata

Como abordar um paciente nefropata Como abordar um paciente nefropata Filtra o plasma Reduz o volume do filtrado Altera sua composição!! Secreção / Reabsorção Mantem a homeostase corporal Sódio, potássio e ácidos Clearence da água livre

Leia mais

CURSO TÉCNICO DE ENFERMAGEM ENFERMAGEM CIRÚRGICA MÓDULO III Profª Mônica I. Wingert 301E COMPLICAÇÕES PÓS-OPERATÓRIAS

CURSO TÉCNICO DE ENFERMAGEM ENFERMAGEM CIRÚRGICA MÓDULO III Profª Mônica I. Wingert 301E COMPLICAÇÕES PÓS-OPERATÓRIAS Complicações Cirúrgicas CURSO TÉCNICO DE ENFERMAGEM ENFERMAGEM CIRÚRGICA MÓDULO III Profª Mônica I. Wingert 301E COMPLICAÇÕES PÓS-OPERATÓRIAS 1. Complicações Circulatórias Hemorragias: é a perda de sangue

Leia mais

FARMACOLOGIA APLICADA À ODONTOLOGIA EM ATENÇÃO PRIMÁRIA

FARMACOLOGIA APLICADA À ODONTOLOGIA EM ATENÇÃO PRIMÁRIA FARMACOLOGIA APLICADA À ODONTOLOGIA EM ATENÇÃO PRIMÁRIA Maria Beatriz Cardoso Ferreira Departamento de Farmacologia Instituto de Ciências Básicas da Saúde - UFRGS Paciente de 68 anos procura atendimento

Leia mais

DENGUE AVALIAÇÃO DA GRAVIDADE SINAIS/SINTOMAS CLÁSSICOS SINAIS/SINTOMAS CLÁSSICOS MANIFESTAÇÕES HEMORRÁGICAS MANIFESTAÇÕES HEMORRÁGICAS

DENGUE AVALIAÇÃO DA GRAVIDADE SINAIS/SINTOMAS CLÁSSICOS SINAIS/SINTOMAS CLÁSSICOS MANIFESTAÇÕES HEMORRÁGICAS MANIFESTAÇÕES HEMORRÁGICAS DENGUE AVALIAÇÃO DA GRAVIDADE SINAIS/SINTOMAS SINAIS/SINTOMAS CLÁSSICOS CLÁSSICOS MANIFESTAÇÕES MANIFESTAÇÕES HEMORRÁGICAS HEMORRÁGICAS SINAIS SINAIS DE DE ALERTA ALERTA SINAIS SINAIS DE DE CHOQUE CHOQUE

Leia mais

Guia do Paciente DAPAGLIFLOZINA

Guia do Paciente DAPAGLIFLOZINA Guia do Paciente DAPAGLIFLOZINA Índice Tratando seu diabetes tipo 2 com DAPAGLIFLOZINA 3 Como funciona? 4 Como devo utilizar? 5 Quais são os principais efeitos colaterais do tratamento com DAPAGLIFLOZINA?

Leia mais

Abordagem do Choque. Disciplina de Terapia Intensiva Ricardo Coelho Reis

Abordagem do Choque. Disciplina de Terapia Intensiva Ricardo Coelho Reis Abordagem do Choque Disciplina de Terapia Intensiva Ricardo Coelho Reis CONCEITO Hipóxia tecidual secundária ao desequilíbrio na relação entre oferta e consumo de oxigênio OU a incapacidade celular na

Leia mais

1ª. PARTE CONHECIMENTOS GERAIS

1ª. PARTE CONHECIMENTOS GERAIS 1ª. PARTE CONHECIMENTOS GERAIS MEDICINA 01. A tuberculose, ainda hoje, apresenta-se como um grave problema de saúde pública mundial. A via de transmissão do seu agente etiológico mais comum, o Mycobacterium

Leia mais

CADERNO DE QUESTÕES INSTRUÇÕES

CADERNO DE QUESTÕES INSTRUÇÕES Nome do Candidato: ASSINE SOMENTE NESSE QUADRO assinatura RESIDÊNCIA MÉDICA - 2016 Especialidades com Pré-Requisito em CIRURGIA GERAL Prova de Respostas Curtas CADERNO DE QUESTÕES INSTRUÇÕES Verifique

Leia mais

Tome uma injeção de informação. Diabetes

Tome uma injeção de informação. Diabetes Tome uma injeção de informação. Diabetes DIABETES O diabetes é uma doença crônica, em que o pâncreas não produz insulina em quantidade suficiente, ou o organismo não a utiliza da forma adequada. Tipos

Leia mais

TROMBOSE VENOSA PROFUNDA (TVP) E TROMBOEMBOLISMO PULMONAR (TEP)

TROMBOSE VENOSA PROFUNDA (TVP) E TROMBOEMBOLISMO PULMONAR (TEP) TROMBOSE VENOSA PROFUNDA (TVP) E TROMBOEMBOLISMO PULMONAR (TEP) - Fatores de risco: Idade superior a 40 anos Acidente vascular cerebral (isquêmico ou hemorrágico) Paralisia de membros inferiores Infarto

Leia mais

Protocolo para controle glicêmico em paciente não crítico HCFMUSP

Protocolo para controle glicêmico em paciente não crítico HCFMUSP Protocolo para controle glicêmico em paciente não crítico HCFMUSP OBJETIVOS DE TRATAMENTO: Alvos glicêmicos: -Pré prandial: entre 100 e 140mg/dL -Pós prandial: < 180mg/dL -Evitar hipoglicemia Este protocolo

Leia mais

Protocolo de Dor Torácica / Doença Arterial Coronariana (DAC)

Protocolo de Dor Torácica / Doença Arterial Coronariana (DAC) Protocolo de Dor Torácica / Doença Arterial Coronariana (DAC) 1 - Epidemiologia No Brasil, as doenças cardiovasculares (DCV) representam a principal causa de mortalidade. Calcula-se que existam 900.000

Leia mais

LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS. Dúvidas Técnicas: Telefone: PABX (011) 3053-6611 Ramal: 2028

LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS. Dúvidas Técnicas: Telefone: PABX (011) 3053-6611 Ramal: 2028 Telefone PABX (011) 3053-6611 e-mail hcor@hcor.com.br Dúvidas Técnicas Telefone PABX (011) 3053-6611 Ramal 2028 EQUIPE CLINIC CHECK UP Num. Pedido 050802886 10/08/2005 060000 Emissão 11/08/2005 135055

Leia mais

Diabetes mellitus tipo 2 Resumo de diretriz NHG M01 (terceira revisão, outubro 2013)

Diabetes mellitus tipo 2 Resumo de diretriz NHG M01 (terceira revisão, outubro 2013) Diabetes mellitus tipo 2 Resumo de diretriz NHG M01 (terceira revisão, outubro 2013) Rutten GEHM De Grauw WJC Nijpels G Houweling ST Van de Laar FA Bilo HJ Holleman F Burgers JS Wiersma Tj Janssen PGH

Leia mais

RESIDÊNCIA MÉDICA 2015

RESIDÊNCIA MÉDICA 2015 NOME INSCRIÇÃO SALA LUGAR DOCUMENTO DATA DE NASC ESPECIALIDADE PROVA DISSERTATIVA TRANSPLANTE DE RIM ASSINATURA DO CANDIDATO UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS Faculdade de Ciências Médicas LOTE SEQ RESIDÊNCIA

Leia mais

Residência Médica Seleção 2013 Prova de Cirurgia Geral Expectativa de Respostas. Caso Clínico 1

Residência Médica Seleção 2013 Prova de Cirurgia Geral Expectativa de Respostas. Caso Clínico 1 Caso Clínico 1 Paciente de 55 anos, sexo feminino, chega ao ambulatório de Cirurgia Geral com quadro de icterícia, colúria e acolia fecal. Segundo a paciente, já era portadora de colelitíase sintomática,

Leia mais

HIPÓTESES: PERITONITE BACTERIANA ESPONTÂNEA EM CIRRÓTICO DESCOMPENSADO ENTEROINFECÇÃO (GASTROENTEROCOLITE)

HIPÓTESES: PERITONITE BACTERIANA ESPONTÂNEA EM CIRRÓTICO DESCOMPENSADO ENTEROINFECÇÃO (GASTROENTEROCOLITE) Caso Clínico 1 (2,0 pontos) Um homem de 50 anos, funcionário público, casado, etanolista diário, deu entrada na emergência, referindo dor abdominal, febre 38 C e evacuações diarreicas aquosas há 24 horas.

Leia mais

Confira se os dados contidos na parte inferior desta capa estão corretos e, em seguida, assine no espaço reservado para isso.

Confira se os dados contidos na parte inferior desta capa estão corretos e, em seguida, assine no espaço reservado para isso. INSTRUÇÕES 1 Confira se os dados contidos na parte inferior desta capa estão corretos e, em seguida, assine no espaço reservado para isso. 2 3 4 Caso se identifique em qualquer outro local deste Caderno,

Leia mais

EXERCÍCIO E DIABETES

EXERCÍCIO E DIABETES EXERCÍCIO E DIABETES Todos os dias ouvimos falar dos benefícios que os exercícios físicos proporcionam, de um modo geral, à nossa saúde. Pois bem, aproveitando a oportunidade, hoje falaremos sobre a Diabetes,

Leia mais

D I R E T O R I A D E S A Ú D E

D I R E T O R I A D E S A Ú D E Saúde In Forma Junho/2013 Dia 26 de Junho Dia Nacional do Diabetes Diabetes é uma doença metabólica caracterizada por um aumento anormal da glicose ou açúcar no sangue. A glicose é a principal fonte de

Leia mais

FUNDAMENTOS DE ENFERMAGEM II. Nutrição Enteral Profª.Enfª:Darlene Carvalho

FUNDAMENTOS DE ENFERMAGEM II. Nutrição Enteral Profª.Enfª:Darlene Carvalho FUNDAMENTOS DE ENFERMAGEM II Nutrição Enteral Profª.Enfª:Darlene Carvalho NUTRIÇÃO ENTERAL INDICAÇÕES: Disfagia grave por obstrução ou disfunção da orofaringe ou do esôfago, como megaesôfago chagásico,

Leia mais

HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS (SERVIÇO DE CARDIOLOGIA E CIRURGIA CARDIOVASCULAR)

HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS (SERVIÇO DE CARDIOLOGIA E CIRURGIA CARDIOVASCULAR) HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS (SERVIÇO DE CARDIOLOGIA E CIRURGIA CARDIOVASCULAR) REVISÃO DE DOENÇA DE ARTÉRIA CORONÁRIA Seu coração é uma bomba muscular poderosa. Ele é

Leia mais

Informações sobre anestesia

Informações sobre anestesia Informações sobre anestesia Estamos fornecendo este documento para ajudar os pacientes que serão submetidos a anestesia, para melhor entendimento do processo. Leia-o cuidadosamente e entenda o conteúdo.

Leia mais

Atualização do Congresso Americano de Oncologia 2014. Fabio Kater

Atualização do Congresso Americano de Oncologia 2014. Fabio Kater Atualização do Congresso Americano de Oncologia 2014 Fabio Kater Multivitaminas na prevenção do câncer de mama, próstata e pulmão: caso fechado! Revisão da literatura para tipos específicos de câncer

Leia mais

www.bahiagastrocenter.com.br Cálculos (pedras) da Vesícula biliar Manual do paciente João Ettinger Euler Ázaro Paulo Amaral

www.bahiagastrocenter.com.br Cálculos (pedras) da Vesícula biliar Manual do paciente João Ettinger Euler Ázaro Paulo Amaral www.bahiagastrocenter.com.br Cálculos (pedras) da Vesícula biliar Manual do paciente João Ettinger Euler Ázaro Paulo Amaral Copyright Bahia Gastro Center - 2009 1 Quem pode ter pedra (cálculo) na vesícula?

Leia mais

Cetoacidose Diabética. Prof. Gilberto Perez Cardoso Titular de Medicina Interna UFF

Cetoacidose Diabética. Prof. Gilberto Perez Cardoso Titular de Medicina Interna UFF Cetoacidose Diabética Prof. Gilberto Perez Cardoso Titular de Medicina Interna UFF Complicações Agudas do Diabetes Mellitus Cetoacidose diabética: 1 a 5% dos casos de DM1 Mortalidade de 5% Coma hiperglicêmico

Leia mais

Pneumonia e Derrame Pleural Protocolo Clínico de Pediatria

Pneumonia e Derrame Pleural Protocolo Clínico de Pediatria 2012 Pneumonia e Derrame Pleural Protocolo Clínico de Pediatria UNIPAC-Araguari Santa Casa de Araguari 2012 2 INTRODUÇÃO Pneumonia é uma inflamação ou infecção dos pulmões que afeta as unidades de troca

Leia mais

Ácido nicotínico 250 mg, comprimido de liberação Atorvastatina 20 mg, comprimido; Bezafibrato 400 mg, comprimido; Pravastatina 20 mg, comprimido;

Ácido nicotínico 250 mg, comprimido de liberação Atorvastatina 20 mg, comprimido; Bezafibrato 400 mg, comprimido; Pravastatina 20 mg, comprimido; DISLIPIDEMIA PARA A PREVENÇÃO DE EVENTOS CARDIOVASCULARES E PANCREATITE (CID 10: E78.0; E78.1; E78.2; E78.3; E78.4; E78.5; E78.6; E78.8) 1. Medicamentos Hipolipemiantes 1.1. Estatinas 1.2. Fibratos Atorvastatina

Leia mais

Palpitações Arritmias Síncope Fibrilação atrial Sintomas, causas, cuidados

Palpitações Arritmias Síncope Fibrilação atrial Sintomas, causas, cuidados Palpitações Arritmias Síncope Fibrilação atrial Sintomas, causas, cuidados - O que são palpitações cardíacas? A palpitação ocorre quando passamos a perceber os batimentos cardíacos ECG demonstrando batimento

Leia mais

PASSOS PARA A PRÁTICA DE MBE. ELABORAÇÃO DE UMA PERGUNTA CLÍNICA André Sasse sasse@cevon.com.br PASSOS PARA A PRÁTICA DE MBE ELABORAÇÃO DA PERGUNTA

PASSOS PARA A PRÁTICA DE MBE. ELABORAÇÃO DE UMA PERGUNTA CLÍNICA André Sasse sasse@cevon.com.br PASSOS PARA A PRÁTICA DE MBE ELABORAÇÃO DA PERGUNTA PASSOS PARA A PRÁTICA DE MBE Curso Avançado MBE ELABORAÇÃO DE UMA PERGUNTA CLÍNICA André Sasse sasse@cevon.com.br 1. Formação da pergunta 2. Busca de melhor evidência resposta 3. Avaliação crítica das

Leia mais

OBS: considerando a preservação do anonimato na prova, o candidato NÃO poderá assinar ou usar qualquer identificação na prescrição de enfermagem.

OBS: considerando a preservação do anonimato na prova, o candidato NÃO poderá assinar ou usar qualquer identificação na prescrição de enfermagem. QUESTÃO 1 Em 02/02/08, Rodrigo, 10 anos, foi admitido na Unidade de Terapia Intensiva de um Hospital no Rio de Janeiro com relato de quadro febril iniciado há 5 dias, associado à intensa mialgia. Dada

Leia mais

INSUFICIÊNCIA CARDÍACA CONGESTIVA. Prof. Fernando Ramos Gonçalves-Msc

INSUFICIÊNCIA CARDÍACA CONGESTIVA. Prof. Fernando Ramos Gonçalves-Msc INSUFICIÊNCIA CARDÍACA CONGESTIVA Prof. Fernando Ramos Gonçalves-Msc Insuficiência Cardíaca Conceito É a incapacidade do coração em adequar sua ejeção às necessidades metabólicas do organismo, ou fazê-la

Leia mais

Diretrizes Assistenciais DIRETRIZ DE TRATAMENTO FARMACOLOGICO DA DOR

Diretrizes Assistenciais DIRETRIZ DE TRATAMENTO FARMACOLOGICO DA DOR Diretrizes Assistenciais DIRETRIZ DE TRATAMENTO FARMACOLOGICO DA DOR Versão eletrônica atualizada em março/2012 Definição Diretriz que orienta a prescrição de fármacos que visam aliviar a Dor Aguda e Crônica

Leia mais

Valores de Referencia (Adultos - Homens) HEMACIAS: 4.85 milhoes/mm3. Relativo (%) /mm3 VR (%) VR (mm3) LEUCOCITOS: 4.400

Valores de Referencia (Adultos - Homens) HEMACIAS: 4.85 milhoes/mm3. Relativo (%) /mm3 VR (%) VR (mm3) LEUCOCITOS: 4.400 Resultados Página: 1/13 HEMOGRAMA ERITROGRAMA Valores de Referencia (Adultos - Homens) HEMACIAS: 4.85 milhoes/mm3 04.50 a 06.10 HEMOGLOBINA: 13.5 g/dl 13.00 a 16.50 HEMATOCRITO: 41.1 % 36.00 a 54.00 VCM:

Leia mais

CARDIOLOGIA ORIENTAÇÃO P/ ENCAMINHAMENTO À ESPECIALIDADE

CARDIOLOGIA ORIENTAÇÃO P/ ENCAMINHAMENTO À ESPECIALIDADE CARDIOLOGIA ORIENTAÇÃO P/ ENCAMINHAMENTO À ESPECIALIDADE DOR TORÁCICA CARDÍACA LOCAL: Precordio c/ ou s/ irradiação Pescoço (face anterior) MSE (interno) FORMA: Opressão Queimação Mal Estar FATORES DESENCADEANTES:

Leia mais

CASO CLÍNICO PRÁTICA EM SAÚDE DO ADULTO E DO IDOSO II QUEIXAS MAIS FREQÜENTES NO IDOSO - 03/06

CASO CLÍNICO PRÁTICA EM SAÚDE DO ADULTO E DO IDOSO II QUEIXAS MAIS FREQÜENTES NO IDOSO - 03/06 QUEIXAS MAIS FREQÜENTES NO IDOSO - 03/06 IDENTIFICAÇÃO: feminina, 68 anos, branca, casada, natural e procedente de Porto Alegre. QUEIXA PRINCIPAL: insônia HISTÓRIA DA DOENÇA ATUAL: Paciente refere que

Leia mais

Carbonato de Cálcio, Vitamina D com Bifosfonados ou Raloxifeno ou Calcitonina

Carbonato de Cálcio, Vitamina D com Bifosfonados ou Raloxifeno ou Calcitonina Termo de Esclarecimento e Responsabilidade Carbonato de Cálcio, Vitamina D com Bifosfonados ou Raloxifeno ou Calcitonina Eu, (nome do paciente(a) abaixo identificado(a) e firmado(a)), declaro ter sido

Leia mais

Complicações Metabólicas da Terapia Anti-retroviral

Complicações Metabólicas da Terapia Anti-retroviral Complicações Metabólicas da Terapia Anti-retroviral Dra. Daisy Maria Machado Universidade Federal de São Paulo Centro de Referência e Treinamento em DST-AIDS 2004 Terapia Anti-retroviral HAART: Redução

Leia mais

As disfunções respiratórias são situações que necessitam de intervenções rápidas e eficazes, pois a manutenção da função

As disfunções respiratórias são situações que necessitam de intervenções rápidas e eficazes, pois a manutenção da função As disfunções respiratórias são situações que necessitam de intervenções rápidas e eficazes, pois a manutenção da função respiratória é prioritária em qualquer situação de intercorrência clínica. O paciente

Leia mais

INTEGRANDO CONCEITOS À PRÁTICA DIÁRIA NA CONDUTA AO PACIENTE COM DENGUE

INTEGRANDO CONCEITOS À PRÁTICA DIÁRIA NA CONDUTA AO PACIENTE COM DENGUE REVISTA AMF EDIÇÃO 23 PAG. 15-16-17 casos clínicos INTEGRANDO CONCEITOS À PRÁTICA DIÁRIA NA CONDUTA AO PACIENTE COM DENGUE Sônia Maris Oliveira Zagne* / Maria das Graças Muniz** RESUMO Este relato busca

Leia mais

Relatos de casos de Strongyloides stercoralis. Isabelle Assunção Nutrição

Relatos de casos de Strongyloides stercoralis. Isabelle Assunção Nutrição Relatos de casos de Strongyloides stercoralis Isabelle Assunção Nutrição RECIFE/2011 INTRODUÇÃO A estrongiloidíase é uma helmintíase predominantemente intestinal causada pelo Strongyloides stercoralis,

Leia mais

MINI BULA CARVEDILOL

MINI BULA CARVEDILOL MINI BULA CARVEDILOL Medicamento Genérico Lei nº 9.787, de 1999. APRESENTAÇÃO: Comprimido 3,125mg: caixas contendo 15, 30; Comprimido 6,25 mg: caixa contendo 15, 30; Comprimido 12,5 mg: caixa contendo

Leia mais

cateter de Swan-Ganz

cateter de Swan-Ganz cateter de Swan-Ganz Dr. William Ganz Dr. Jeremy Swan A introdução, por Swan e Ganz, de um cateter que permitia o registro de parâmetros hemodinâmicos na artéria pulmonar a partir de 1970 revolucionou

Leia mais

Anexo 2. Documento elaborado pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, em parceria com:

Anexo 2. Documento elaborado pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, em parceria com: Anexo 2 Recomendação para o tratamento da hipertensão arterial sistêmica Documento elaborado pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, em parceria com: Sociedade Brasileira de Cardiologia - Departamento

Leia mais

6/1/2014 DEFINIÇÃO CHOQUE CARDIOGÊNICO. Perfusão sanguínea

6/1/2014 DEFINIÇÃO CHOQUE CARDIOGÊNICO. Perfusão sanguínea DEFINIÇÃO CHOQUE CARDIOGÊNICO Lilian Caram Petrus, MV, Msc Equipe Pet Cor de Cardiologia Doutoranda FMVZ-USP Vice- Presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia Veterinária Estado de baixa perfusão

Leia mais

Fluxo de Assistência ao paciente com suspeita de Dengue na Rede de Saúde de Joinville

Fluxo de Assistência ao paciente com suspeita de Dengue na Rede de Saúde de Joinville Fluxo de Assistência ao paciente com suspeita de Dengue na Rede de Saúde de Joinville Caso Suspeito de Dengue Paciente com doença febril aguda, com duração máxima de sete dias, acompanhada de pelo menos

Leia mais

Como interpretar a Gasometria de Sangue Arterial

Como interpretar a Gasometria de Sangue Arterial Como interpretar a Gasometria de Sangue Arterial Sequência de interpretação e estratificação de risco 08/01/2013 Daniela Carvalho Objectivos da Tertúlia Sequência de interpretação da GSA - Método dos 3

Leia mais

DECISÃO DE ARQUIVAMENTO

DECISÃO DE ARQUIVAMENTO PA nº 1.26.000.002268/2007-07 DECISÃO DE ARQUIVAMENTO À DTCC O procedimento administrativo em epígrafe foi instaurado no âmbito desta Procuradoria da República, para apurar notícia de irregularidades no

Leia mais

Dra Tatiana Caloi Cirurgiã Plástica CREMESP 91347 TERMO DE CONSENTIMENTO INFORMADO

Dra Tatiana Caloi Cirurgiã Plástica CREMESP 91347 TERMO DE CONSENTIMENTO INFORMADO . TERMO DE CONSENTIMENTO INFORMADO 1- EU,, portador (a) do CPF nº, por determinação explícita de minha vontade, reconheço DRA TATIANA MARTINS CALOI, médica inscrita no CREMESP sob o nº 91347, como profissional

Leia mais

PREVENÇÃO DE DOENÇAS

PREVENÇÃO DE DOENÇAS Page 1 of 7 PREVENÇÃO DE DOENÇAS (Adaptação baseada nas condutas propostas pela Academia Norte-Americana de Médicos de Família/Clínica Mayo, USA) O que a medicina atual preconiza em termos de prevenção

Leia mais

HIPOTIROIDISMO INTRODUÇÃO

HIPOTIROIDISMO INTRODUÇÃO HIPOTIROIDISMO INTRODUÇÃO Deficiência hormonal mais comum Produção ou ação deficiente dos hormônios tiroidianos Prevalência de 2 a 3% na população geral Mais comum em mulheres (10:1), idosos e brancos

Leia mais

As cirurgias cardíacas são acontecimentos recentes;

As cirurgias cardíacas são acontecimentos recentes; CIRURGIAS CARDÍACAS CIRURGIA CARDÍACA As cirurgias cardíacas são acontecimentos recentes; Na Europa e Brasil, até fins do século XIX não eram realizados procedimentos cirúrgicos na cardiologia; Com o avanço

Leia mais

Requisitos mínimos para o programa de Residência em Pediatria

Requisitos mínimos para o programa de Residência em Pediatria Requisitos mínimos para o programa de Residência em Pediatria O programa de Residência em Pediatria prevê 60 horas de jornada de trabalho semanal, sendo 40 horas de atividades rotineiras e 20 horas de

Leia mais