NESSE BLOCO ABORDAREMOS:

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "NESSE BLOCO ABORDAREMOS:"

Transcrição

1 NESSE BLOCO ABORDAREMOS: - Rubéola - Sarampo - Cachumba - Eritema infeccioso (Parvov( Parvovírusrus B19)

2 Vírus da Rubéola - Togavírus -(gênero Rubivírus rus) infecta somente humanos pode causar problemas fetais

3 Vírus da Rubéola Brotamento em vesíc. citopl. Efeito em células RK13

4 RUBÉOLA - Togavírus, gênero Rubivirus - RNA fs positiva (10 kb) - envelopado ( toga ) - esférico, nm - Três proteínas: c (core) E1(envelope) E2 ( ) - Não tem hospedeiro invertebrado, como os demais togavírus

5 Togavírus brotando em células em cultivo

6 RUBÉOLA TRANSMISSÃO: -Aerossóis PATOGENIA: - mucosa do trato resp sup -» porta de entrada - tecido linfóide nasofaríngeo-» multiplicação inicial - disseminação via linfáticos ou viremia passageira - vírus distribui-se em linfonodos regionais - linfadenopatia cervical e ocipital: surge 5-10 dias após o eritema -linfadenopatia usualmente dolorosa em adultos mas não em crianças

7 Rubéola -Viremia: 7-9 dias pi, com início da excr. de vírus pelo nasofaringe e fezes - cessa logo após o exantema, com o aparecimento de anticorpos circulantes - durante a viremia pode ocorrer: mal estar; sinais prodrômicos leves - início do exantema: dias após exposição - viremia em células mononucleares e secreções nasofaríngeas por até 1-2 semanas após o exantema. - linfadenopatia: duração variável -» pode durar várias semanas

8 RUBÉOLA SINAIS: - pi semanas - eritema máculo-papular - linfadenopatia - febre moderada - conjuntivite - dor de garganta - artralgia - dores articulares - outras (encefalite, trombocitopenia, hepatite)

9 RUBÉOLA - eritema é o sinal mais proeminente (12 h a 5 dias) - Inicia no rosto e espalha-se - lesões máculo-papulares rosadas que tendem a coalescer e desaparecer após vários dias. - característica adenopatia cervical posterior e sub-ocipital - tende à cura em dias. - raramente: artropatia, trombocitopenia, encefalopatia

10 Rubéola - durante o exantema: vírus presente em urina, pulmão, conjuntiva e líquido sinovial - exantema: mediado por complexos imunes RESPOSTA IMUNE: - IgM durante a doença - logo em seguida =>IgG - após 1 semana, IgA e IgD - baixos níveis de IgG persistem indefinidamente em crianças

11 Rubéola congênita - sinais mais graves quando infecção ocorre até o terceiro mês - cataratas e outros sinais oftálmicos - hepatite - esplenomegalia - surdez - deficiencias mentais - problemas cardíacos - problemas articulares

12 % 100 Excreção de vírus Adenopatia IgM IgG V i r e m i a E x a n t e m a semanas meses anos

13 Rubéola - Diagnóstico: - Virológico (incomum): vírus presente em urina, pulmão, conjuntiva e líquido sinovial - Sorológico: baseado na detecção de: - IgM durante a doença (ou vacinação recente) - IgG após a doença aguda (ou vacinação remota) - baixos níveis de IgG persistem indefinidamente em crianças

14 Diagnóstico virológico

15 Diagnóstico virológico

16 Diagnóstico virológico Isolamento de vírus: Em várias células (Vero, RK13, fibroblastos humanos) Confirmado por IF com conjugado específico

17 Diagnóstico sorológico Inibição da Hemaglutinação Controle Vírus HA 8 sem 1 sem Diluições do soro 1/20 1/40 1/80 1/160 1/320 1/640 1/1280 Controle negativo

18 Diagnóstico sorológico

19 Rubéola - Prevenção VACINA Vírus atenuado (cepa Wistar RA 273) cultivado em células diplóides humanas A cepa empregada deverá conter, no mínimo, 1000 TCID50

20 VACINAS Dupla viral Sarampo / Rubéola Tríplice viral (MMR II ou Trimovax) Sarampo / Rubéola / Caxumba Quádrupla viral Sarampo / Rubéola / Caxumba / Varicela

21 Sarampo Doença a viral causada por um paramixovírus rus, extremamente contagiosa; dissemina-se se p/via respiratória; ria; O período de incubação varia entre 8 a 12 dias; Transmissão=> antes do aparecimento da doença a e perdura até o 4 4 dia após s o aparecimento da erupção.

22 O vírus do sarampo Paramíxovírus, um só sorotipo; RNA, fita única simples, polaridade negativa Envelopado; vírions grandes Hemaglutina, causa hemólise Multiplica-se em células de pulmão humanas e rim de macaco, com formação de sincícios e ECP.

23 SARAMPO

24

25

26 Sarampo- Patogenia Vírus => mucosa e seios nasais Multiplica-se e passa à circulação. Indisposição antecede a doença => dura 3-5 dias. Febre alta Mal estar Coriza Conjuntivite Tosse Falta de apetite Manchas de Koplik

27 Sarampo Manchas de Koplik Eritema maculo-papular

28 SARAMPO

29 Sarampo O eritema: inicia na região retroauricular, espalha-se para: face, pescoço, membros, tronco e membros inferiores. Febre persiste com o aparecimento do exantema. 3 dia=> eritema esmaece; descamação fina ; desaparece febre se persistir a febre => possíveis complicações. Gânglios aumentados no pescoço e nuca=> comum. Diarréia => freqüente em crianças com baixo nível sócio-econômico.

30

31 Complicações neurológicas do sarampo Panencefalite Subaguda Esclerosante (SSPE): infecção persistente com vírus defectivos após sarampo (muitos anos antes); rara; em crianças e adultos jovens; mudanças de comportamento e personalidade convulsões, mioclonias, deterioração neurológica crescente, coma, morte altos títulos de Acs anti- sarampo IgG e IgM no soro e LCR post-mortem: inclusões intranucleares no encéfalo; vírus pode ser isolado dos tecidos cerebrais

32 Complicações neurológicas do sarampo Encefalite pós-infecciosa: após o sarampo em 1/1000 casos; mortalidade pode atingir 50% muitos sobreviventes apresentam sequelas neurológicas torpor vômitos dores de cabeça convulsões

33 Diagnóstico Virológico Demonstração direta de antígenos virais: Imunofluorescência direta em aspirados nasofaríngeos PCR Isolamento viral: raramente executado Sorológico: ELISA Deteção de IgM por IFI SSPE: anticorpos anti-sarampo no LCR

34 Sarampo -Prevenção Vacinas com vírus vivo atenuado cultivado em fibroblastos de embriões de galinha Amostras Moraten, Schwartz, AIK-C e CAM-70.

35 Vacinas Três combinações: Monovalente sarampo Vacina dupla: sarampo + rubéola ou sarampo + caxumba Tríplice viral: sarampo +caxumba + rubéola.

36 CACHUMBA Virologia: - Paramixovírus; um só sorotipo - RNA, fita única, senso negativo - Envelopado, vírions grandes ( nm), simetria icosaédrica - Aglutina hemácias de galinha - Multiplica-se na cavidade amniótica de ovos embrionados, células de macaco e outras, causando hemadsorção.

37 CACHUMBA

38 CACHUMBA Definição: Infecção generalizada causada por um vírus com tropismo pelo SNC e por tecidos glandulares Período de incubação: dias Sinais Clássicos: Doença febril com parotite e aumento das glândulas submaxilares

39 CACHUMBA Meningite asséptica: - Importante causa de meningite (menos frequentemente, meningoencefalite) - ocasionalmente com fraqueza muscular e paralisia - meningite não é acompanhada por parotite em 50% dos casos. - Surdez de origem neurológica => rara. - Imunidade duradoura.

40 Complicações: - Orquite - Pancreatite - Raros: ooforite, tiroidite CACHUMBA Adultos: - Tendem a apresentar doença mais severa - Cerca de 20% de adultos masculinos infectados desenvolvem orquite - Orquite e ooforite mais comuns após puberdade

41 CACHUMBA - Epidemiologia: - Transmissão: inalação de secreções respiratórias - Idade mais comum : 5-15 anos - Infectividade: menor que do sarampo adultos pode ser não-imunes - Vacina MMR tornou cachumba muito rara.

42 Diagnóstico: CACHUMBA Sorológico: - ELISA - Fixação de complemento: dois Ags: V (viral surface protein) e S, ou solúvel (nucleoprotein) Anticorpos surgem e desaparecem rapidamente.

43 CACHUMBA Diagnóstico virológico: Isolamento: - só utilizado em casos de meningite - espécimes: LCR, lavados de garganta - Inocular: células de rim de macaco Observar: hemadsorção c/ hemácias de galinha. - PCR

44 TÁ LIGADO??

45 PARVOVIRIDAE - DNA fita simples - não envelopados (15-25 nm) 3 gêneros: Parvovirus (MVM) Eritrovirus (B19) Dependovirus Eritema infeccioso Parvovirose canina, suína

46 Vírion (CPV-2) dimple canyon

47 Genoma DNA de fita simples ~5Kb orientação: negativo - CPV-2 50% +/ 50% - em alguns casos (AAV) DNA infeccioso, desde que associado a uma proteína de 55Kd ligada em cada terminação 5 seqüências palindrômicas terminais (~115 nt) essenciais

48 seqüências palindrômicas terminais

49 palíndromo socorram-me subi no ônibus em marrocos

50 Parvovírus rus B19 - Descoberto em Parvovírus rus B19 (fam( fam. Parvoviridae) - Genoma DNA fita simples, terminação palindrômica - Muito ubíqüo - 2 ORFS: 1 o = NS1: essencial para a replicação viral e responsável pela morte celular. 2 o = proteínas estruturais (2) - Multiplica-se em células c precursoras de eritrócitos: cultivos de medula óssea, sangue periférico rico e alguma linhagens celulares derivadas de leucemias

51 CÉLULAS DO SISTEMA HEMATOPOIÉTICO Célula Tronco Plaquetas Progenitor Linfóide Progenitor Mielóide Linfócito T Linfócito B Eritrócitos Monócito Eosinófilo Basófilo Neutrófilo

52 Parvovírus rus B19 - muito resistente a temperatura (56 o C por uma hora) - dessecação - estável entre ph sensível a: hidroxilamina β-propiolactona formalina agentes oxidantes

53 Parvovírus rus B19

54 Estrutura não envelopado simetria icosaédrica nm de diâmetro 3 proteínas no capsídeo (VP1, VP2 e VP3; VP2 derivada da clivagem de VP3) atividade hemaglutinante extremamente estáveis

55 Eritema infeccioso ou 5 a doença Sinais: Febre Eritema maculopapular > bochechas lesões clareiam no centro e deixam halo avermelhado em volta dando aparência reticular às lesões; Linfadenopatia leve generalizada Mulheres: artralgia; dor e inchaço nas articulações

56 Crises aplásticas: Eritema infeccioso -> predileção por células hemopoiéticas -> crises aplásticas, mais frequentemente descritas em crianças com anemias crônicas hemolíticas (anemia falciforme, esferocitose hereditária e talassemia). Pessoas saudáveis: podem apresentar aplasias transitórias Infecções assintomáticas: provavelmente em torno de 10-20% das infecções Hydrops fetalis ou hidropsia fetal: principalmente entre 10 a e 20 a semana de gestação. Imunodeficiência: infecções persistentes em crianças com leucemia e outras formas de imunodeficiencia; também em pacientes transplantados.

57 Eritema infeccioso Epidemiologia -> Transmissão: inalação de secreções respiratórias -> Idade: pico de infecção entre 5-10 anos de idade

58 Replicação viral

59

60

61 Diagnóstico laboratorial de Parvovirose ELISA em busca de Ag Aglutinação em látex PCR

62 Fox parvovirus Feline parvovirus?? Raccoon parvovirus Caninos Carnivore (?) parvovirus?? CPV-2 CPV-2a CPV-2b gatos (10-20% de gatos desenvolvem enterite)

63

64 PVS

65 Suínos

66

67 Hemaglutinação Diluições do vírus Sem virus prozona título

68 Inibição da hemaglutinação (HI) Vírus HA 8 sem 1 sem Soro diluições 1/20 1/40 1/80 1/160 1/320 1/640 1/1280 -vo controle

69

70 Parvovírus rus Vírus com fita simples de DNA (fsdna) Circoviridae circovírus dos suínos Parvoviridae parvovírus canino tipo 2 panleucopenia felina parvovírus suíno (SMEDI)

71 Classificação Parvoviridae: 6 gêneros divididos em 2 subfamílias: Nome do vírus Hospedeiro Parvovirinae: Parvovirus vírus diminuto dos cadgs. camundongos Erythrovirus vírus B19 humanos Dependovirus vírus Adeno-associado 2 (AAV) humanos Densovirinae: Densovirus Junonia coenia densovirus Invertebrados Iteravirus Bombyx mori densovirus Invertebrados Contravirus Aedes aegypti densovirus Invertebrados

Diagnóstico Imunológico das Infecções Congênitas

Diagnóstico Imunológico das Infecções Congênitas Diagnóstico Imunológico das Infecções Congênitas Rubéola e Síndrome da Rubéola Congênita Rubéola e Síndrome da Rubéola Congênita Vírus da Rubéola Togavirus Vírus de RNA fita simples Principal epítopo dominante:

Leia mais

Rubéola. A doença. O vírus

Rubéola. A doença. O vírus A doença A rubéola é uma doença exantemática aguda, de etiologia viral, altamente contagiosa, acometendo principalmente crianças. Seu curso é benigno e a maioria das infecções ocorre de forma subclínica.

Leia mais

Herpesvírus linfotrópicos: CMV e EBV. Prof. Dr. Eurico Arruda Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto-USP

Herpesvírus linfotrópicos: CMV e EBV. Prof. Dr. Eurico Arruda Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto-USP Herpesvírus linfotrópicos: CMV e EBV Prof. Dr. Eurico Arruda Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto-USP Citomegalovirus Icosaédrico, 150-200 nm de diâmetro, 162 capsômeros hexagonais, envelopado, com

Leia mais

Profa MsC. MsC. Priscila P. S. dos Santos. 1866 Henry Veale propôs o nome Rubéola;

Profa MsC. MsC. Priscila P. S. dos Santos. 1866 Henry Veale propôs o nome Rubéola; 1866 Henry Veale propôs o nome Rubéola; CURSO DE FARMÁCIA DISCIPLINA DE IMUNOLOGIA CLÍNICA Profa MsC. MsC. Priscila P. S. dos Santos 1941 Norman McAlister Gregg descreveu os efeitos teratogênicos da rubéola

Leia mais

infectadas. O período de contagiosidade estimado estende-se do quinto dia antes

infectadas. O período de contagiosidade estimado estende-se do quinto dia antes Sarampo Introdução O sarampo é uma doença infecciosa aguda de alta transmissibilidade, causada por um vírus da família Paramixoviridae, gênero Morbillivirus A transmissão ocorre através de secreções e

Leia mais

CHIKUNGUNYA. No final de 2013 foi registrada a transmissão autóctone da doença em vários países do Caribe.

CHIKUNGUNYA. No final de 2013 foi registrada a transmissão autóctone da doença em vários países do Caribe. CHIKUNGUNYA Andyane Freitas Tetila Médica Infectologista Mestre em Doenças Infecciosas e Parasitárias pela UFMS Coordenadora de Vigilância Epidemiológica SESAU/PMCG CHIKUNGUNYA A Febre do Chikungunya é

Leia mais

Infecções virais: Rubéola e Mononucleose Infecciosa

Infecções virais: Rubéola e Mononucleose Infecciosa Infecções virais: Rubéola e Mononucleose Infecciosa RUBÉOLA 1ª descrição: Bergen em 1752 e Orlow em 1758 efeito teratogênico: catarata (1941) só tem um sorotipo, homem é único hospedeiro ASPECTOS CLÍNICOS

Leia mais

Viroses congênitas e vírus Epstein-Barr

Viroses congênitas e vírus Epstein-Barr Viroses congênitas e vírus Epstein-Barr FAMILIA HERPESVIRIDAE Subfamília Nome Característica Latência Alphaherpesvirinae HSV-1 Muitos hospedeiros HSV-2 citolíticos VZV Betaherpesvirinae CMV Poucos hospedeiros

Leia mais

RUBÉOLA E FAMÍLIA HERPESVIRIDAE. Prof. Sérvio Túlio Stinghen

RUBÉOLA E FAMÍLIA HERPESVIRIDAE. Prof. Sérvio Túlio Stinghen RUBÉOLA E FAMÍLIA HERPESVIRIDAE Prof. Sérvio Túlio Stinghen 1 Infecções congênitas e perinatais feto: efeitos devastadores gestantes: maioria pode ser assintomática testes sorológicos TORSCH: Toxoplasmose

Leia mais

VIROLOGIA. 1. Rubéola 2. Gripe 3. Resfriado 4. Hepatite

VIROLOGIA. 1. Rubéola 2. Gripe 3. Resfriado 4. Hepatite Instituto Federal de Santa Catarina Curso Técnico em Biotecnologia Unidade Curricular: Microbiologia VIROLOGIA 1. Rubéola 2. Gripe 3. Resfriado 4. Hepatite Prof. Leandro Parussolo RUBÉOLA Rubéola Família:

Leia mais

MICROBIOLOGIA. Profª. Márcia Americano

MICROBIOLOGIA. Profª. Márcia Americano MICROBIOLOGIA Profª. Márcia Americano PAROTIDITE EPIDÊMICA Márcia Souza Americano FAMÍLIA PARAMYXOVIRIDAE Subfamília Paramyxovirinae Gênero: Paramyxovirus Gênero:Rubulavirus- CAXUMBA Gênero: Morbillivirus-

Leia mais

Principais infecções virais do SNC. Prof. Eurico Arruda

Principais infecções virais do SNC. Prof. Eurico Arruda Principais infecções virais do SNC Prof. Eurico Arruda Tipos de passagem trans-endotelial SNC, músculos, pulmões, pele e tecido conjuntivo Plexo coróide, vilo intestinal, glomérulo, pâncreas e glândulas

Leia mais

VIROSES. Prof. Edilson Soares www.profedilson.com

VIROSES. Prof. Edilson Soares www.profedilson.com VIROSES Prof. Edilson Soares www.profedilson.com CATAPORA OU VARICELA TRANSMISSÃO Saliva Objetos contaminados SINTOMAS Feridas no corpo PROFILAXIA Vacinação HERPES SIMPLES LABIAL TRANSMISSÃO Contato

Leia mais

Nota Técnica de Caxumba

Nota Técnica de Caxumba Nota Técnica de Caxumba Isabella Ballalai Membro do comitê de Saúde Escolar da SOPERJ e presidente da SBIm Tânia Cristina de M. Barros Petraglia Presidente do comitê de Infectologia da SOPERJ e vice presidente

Leia mais

VIROLOGIA HUMANA. Professor: Bruno Aleixo Venturi

VIROLOGIA HUMANA. Professor: Bruno Aleixo Venturi VIROLOGIA HUMANA Professor: Bruno Aleixo Venturi O que são vírus? A palavra vírus tem origem latina e significa "veneno". Provavelmente esse nome foi dado devido às viroses, que são doenças causadas por

Leia mais

Doenças Virais - Humanas

Doenças Virais - Humanas Instituto Federal de Ciência e Tecnologia de Santa Catarina Campus Lages Curso Técnico em Biotecnologia Unidade Curricular: Microbiologia Doenças Virais - Humanas DENGUE FEBRE AMARELA Prof. Leandro Parussolo

Leia mais

VIROLOGIA. 1. Ebola 2. Febre Chikungunya

VIROLOGIA. 1. Ebola 2. Febre Chikungunya Instituto Federal de Santa Catarina Curso Técnico em Biotecnologia Unidade Curricular: Microbiologia VIROLOGIA 1. Ebola 2. Febre Chikungunya Prof. Leandro Parussolo Família: Filoviridae Gênero: Filovirus

Leia mais

PATOGENIA DAS INFECÇÕES VIRAIS

PATOGENIA DAS INFECÇÕES VIRAIS PATOGENIA DAS INFECÇÕES VIRAIS Profª Maria Luzia da Rosa e Silva Viroses em humanos Patogenicidade: capacidade de infectar o hospedeiro e causar doença infecção viral (1) injúria nos órgãos (2) manifestações

Leia mais

Arthropod-borne vírus Mosquitos e carrapatos Diferentes famílias de vírus. Togaviridae Bunyaviridae Flaviviridae. Arboviroses

Arthropod-borne vírus Mosquitos e carrapatos Diferentes famílias de vírus. Togaviridae Bunyaviridae Flaviviridae. Arboviroses Arthropod-borne vírus Mosquitos e carrapatos Diferentes famílias de vírus Togaviridae Bunyaviridae Flaviviridae Arboviroses Flaviviridae Flavivirus - único gênero Diversas espécies: f.amarela, dengue vírus

Leia mais

Sarampo. Rubéola (sarampo alemão)

Sarampo. Rubéola (sarampo alemão) DOENÇAS EXANTEMÁTICAS Sarampo Paramyxovirus Período de incubação: 10-14d. Período de transmissão: desde o prodromo até o fim dos sintomas Febre, tosse coriza, conjuntivite piora em 1 semana 40ºC, fotofobia,

Leia mais

ESTRUTURA VIRAL. Visualização: apenas ao ME. Não apresentam estrutura celular (acelulares) Estrutura básica: Cápsula protéica (capsídeo)

ESTRUTURA VIRAL. Visualização: apenas ao ME. Não apresentam estrutura celular (acelulares) Estrutura básica: Cápsula protéica (capsídeo) VÍRUS CARACTERÍSTICAS Organismos acelulares Não possuem metabolismo Características vitais: Reprodução Evolução Possui grande capacidade proliferativa Só se reproduz no interior de células que estejam

Leia mais

Virulogia. Vírus. Vírus. características 02/03/2015. Príons: Proteína Viróides: RNA. Características. Características

Virulogia. Vírus. Vírus. características 02/03/2015. Príons: Proteína Viróides: RNA. Características. Características Vírus Virulogia Características Vírus- latim veneno - agentes filtráveis Parasita intracelular obrigatório Extracelular: virion Intracelular: vírus Possuem alta especificidade Vírus Características Alta

Leia mais

Ác. Nucleico. Simetria Envelope Tamanho Tipo Ac. nucleico. Família Virus Doença. Icosaédrica Ausente 50nm f.d.circular Papovaviridae HPV verrugas

Ác. Nucleico. Simetria Envelope Tamanho Tipo Ac. nucleico. Família Virus Doença. Icosaédrica Ausente 50nm f.d.circular Papovaviridae HPV verrugas Vírus: Pequenos parasitas intracelulares obrigatórios com genoma constituído por um só tipo de ácido nucléico que utilizam o aparato enzimático da célula hospedeira para síntese de seus componentes e sua

Leia mais

18/12/2012. Mecanismos Básicos em Saúde e Doença. Prof. Júlia Peixoto de Albuquerque. Viroses Congênitas. Viroses Congênitas

18/12/2012. Mecanismos Básicos em Saúde e Doença. Prof. Júlia Peixoto de Albuquerque. Viroses Congênitas. Viroses Congênitas Considerações Gerais - Transmissãointra-uterinaa partirde infecções virais durantea gestação Risco ao feto danos fatais - Danos variamdeacordocom o tipo de vírus Prof. Júlia Peixoto de Albuquerque E-mail:

Leia mais

TEXTO BÁSICO PARA SUBSIDIAR TRABALHOS EDUCATIVOS NA SEMANA DE COMBATE À DENGUE 1

TEXTO BÁSICO PARA SUBSIDIAR TRABALHOS EDUCATIVOS NA SEMANA DE COMBATE À DENGUE 1 TEXTO BÁSICO PARA SUBSIDIAR TRABALHOS EDUCATIVOS NA SEMANA DE COMBATE À DENGUE 1 A Dengue A dengue é uma doença infecciosa de origem viral, febril, aguda, que apesar de não ter medicamento específico exige

Leia mais

Diagnóstico Laboratorial das Infecções Virais

Diagnóstico Laboratorial das Infecções Virais Departamento de Microbiologia Instituto de Ciências Biológicas Universidade Federal de Minas Gerais http://www.icb.ufmg.br/mic/diaadia Diagnóstico Laboratorial das Infecções Virais Introdução A análise

Leia mais

Boletim Epidemiológico

Boletim Epidemiológico Página 1 / 8 1. Situação Epidemiológica do Sarampo Diferentes regiões do mundo estão definindo metas para a eliminação do sarampo e da rubéola até o ano de 2015. No entanto, surtos recentes de sarampo

Leia mais

Nota Técnica Sarampo

Nota Técnica Sarampo Página 1 / 7 1) FLUXO DE ATENDIMENTO DOS CASOS SUSPEITOS NA REDE Considerando que a grande maioria de casos de sarampo evoluirá sem complicação e com resolução espontânea, a atenção primária deverá ser

Leia mais

Investigação de Surto de Rubéola e fatores associados a não-vacinação, Luziania/GO, 2007

Investigação de Surto de Rubéola e fatores associados a não-vacinação, Luziania/GO, 2007 Secretaria de Vigilância em Saúde Departamento de Vigilância Epidemiológica Coordenação Geral de Doenças Transmissíveis Coordenação de Doenças de Transmissão Respiratória e Imunopreveníveis Investigação

Leia mais

MANEJO DOS CASOS SUSPEITOS DE SARAMPO

MANEJO DOS CASOS SUSPEITOS DE SARAMPO MANEJO DOS CASOS SUSPEITOS DE SARAMPO 25 de março de 2014 Serviço de Controle de Infecção Hospitalar Conteúdo Contexto atual Objetivos Manifestações clínicas e definições utilizadas Diagnóstico diferencial

Leia mais

Terça-feira, 28 de novembro de 2006. Profa. Sônia. Rubéola.

Terça-feira, 28 de novembro de 2006. Profa. Sônia. Rubéola. Terça-feira, 28 de novembro de 2006. Profa. Sônia. Rubéola. História A rubéola era conhecida por médicos árabes como al-hamikah e considerada uma forma de sarampo. Dois médicos alemães, Berguen em 1752,

Leia mais

ST3399. Tecnologista em Saúde Pública. Prova Objetiva e Discursiva. Diagnóstico em Virologia

ST3399. Tecnologista em Saúde Pública. Prova Objetiva e Discursiva. Diagnóstico em Virologia Diagnóstico em Virologia Tecnologista em Saúde Pública Prova Objetiva e Discursiva 01. Em relação às propriedades gerais dos vírus, observe as afirmativas a seguir: I. Os vírus são caracterizados por

Leia mais

2008-10-21 LEUCOSE ENZOÓTICA BOVINA ETIOLOGIA EPIDEMIOLOGIA. Prof. Msc. Aline Moreira de Souza

2008-10-21 LEUCOSE ENZOÓTICA BOVINA ETIOLOGIA EPIDEMIOLOGIA. Prof. Msc. Aline Moreira de Souza LEUCOSE ENZOÓTICA BOVINA Prof. Msc. Aline Moreira de Souza ETIOLOGIA Família: Retroviridae Sub-família: Oncovirinae Vírus da Leucemia Bovina Vírus RNA com transcriptase reversa. Inativado: UV, congelamento

Leia mais

M F. Nome da vacina Dosagem Instituição/Nome do médico/data da administração Nome da vacina. Instituição: Nome do médico:

M F. Nome da vacina Dosagem Instituição/Nome do médico/data da administração Nome da vacina. Instituição: Nome do médico: Questionário de avaliação para vacinação de [ Endereço Nome da criança Nome do pai/mãe/responsável M F ポルトガル 語 版 Formulário 2 ] (bebês/crianças em idade escolar) Temperatura corporal antes da entrevista

Leia mais

Seres muito simples: cápsula protéica envolvendo o material genético (DNA ou RNA) Vírus que infectam Bactérias

Seres muito simples: cápsula protéica envolvendo o material genético (DNA ou RNA) Vírus que infectam Bactérias Seres muito simples: cápsula protéica envolvendo o material genético (DNA ou RNA) Estrutura de Vírus Menores que as menores células conhecidas Vírus que infectam Bactérias Exemplo: vírus que infectam a

Leia mais

VIROLOGIA RETROVÍRUS 1. HIV

VIROLOGIA RETROVÍRUS 1. HIV Instituto Federal de Santa Catarina Curso Técnico em Biotecnologia Unidade Curricular: Microbiologia VIROLOGIA RETROVÍRUS 1. Prof. Leandro Parussolo O que é um retrovírus? É qualquer vírus que possui o

Leia mais

Doenças Exantemáticas

Doenças Exantemáticas Doenças Exantemáticas Lucia Ferro Bricks Varíola DNA vírus Doença muito contagiosa Altas taxas de letalidade Complicações graves Cicatrizes Erradicada por vacina Último caso na Somália, em 1977 Sarampo

Leia mais

Orientações gerais para as famílias. Ambulatório

Orientações gerais para as famílias. Ambulatório 2015 Orientações gerais para as famílias Ambulatório Orientações gerais para as famílias O Ambulatório do Colégio Albert Sabin dispõe de uma médica, uma enfermeira e uma auxiliar de enfermagem, para oferecer

Leia mais

Orientações gerais para as famílias. Ambulatório

Orientações gerais para as famílias. Ambulatório Ambulatório O Ambulatório do Colégio Albert Sabin dispõe de uma médica, uma enfermeira e uma auxiliar de enfermagem para oferecer o primeiro atendimento aos alunos e funcionários. O primeiro atendimento

Leia mais

RUBÉOLA. Período de incubação: varia de 14 a 21 dias, em média 16-17 dias Período de transmissão vai de uma semana antes até 4 dias após o exantema.

RUBÉOLA. Período de incubação: varia de 14 a 21 dias, em média 16-17 dias Período de transmissão vai de uma semana antes até 4 dias após o exantema. RUBÉOLA Márcio Antonio Almeida Pinheiro Francisco Herlânio Costa Carvalho Agente Etiológico: - RNA vírus da família Togavírus Patogênese: - O homem é o único hospedeiro. - Transmissão através da inalação

Leia mais

Publicação Científica do Curso de Bacharelado em Enfermagem do CEUT. Ano 2009. Edição 15

Publicação Científica do Curso de Bacharelado em Enfermagem do CEUT. Ano 2009. Edição 15 Publicação Científica do Curso de Bacharelado em Enfermagem do CEUT. Ano 2009. Edição 15 Ariane Guerra Fernandes 1 Layanne Kelly Lima de Carvalho Rego 1 Liessia Thays de Araújo 1 Selonia Patrícia Oliveira

Leia mais

ALERTA SARAMPO Atualização da Situação Epidemiológica, Setembro 2014:

ALERTA SARAMPO Atualização da Situação Epidemiológica, Setembro 2014: ALERTA SARAMPO Atualização da Situação Epidemiológica, Setembro 2014: O Estado de São Paulo reforça a recomendação para que todos os GVE mantenham os municípios de sua área de abrangência em TOTAL ALERTA

Leia mais

Picornaviridae. - simetria icosaédrica (20-30 nm) - RNA fita simples, polaridade positiva. - vírus nús (não envelopados)

Picornaviridae. - simetria icosaédrica (20-30 nm) - RNA fita simples, polaridade positiva. - vírus nús (não envelopados) Família Picornaviridae - simetria icosaédrica (20-30 nm) - RNA fita simples, polaridade positiva - vírus nús (não envelopados) CLASSIFICAÇÃO Família: Picornaviridae Gêneros: Aphthovirus Enterovirus Cardiovirus

Leia mais

VACINA CONTRA SARAMPO, CAXUMBA E RUBÉOLA (VÍRUS ATENUADOS)

VACINA CONTRA SARAMPO, CAXUMBA E RUBÉOLA (VÍRUS ATENUADOS) 1 MODELO DE BULA VACINA CONTRA SARAMPO, CAXUMBA E RUBÉOLA (VÍRUS ATENUADOS) Forma farmacêutica e apresentações: Pó liofilizado injetável. Apresentações: - Cartucho contendo um frasco de uma dose e uma

Leia mais

Diagnóstico de infecções virais

Diagnóstico de infecções virais Diagnóstico de infecções virais Diagnóstico de infecções virais Duas formas: - buscar o vírus ( ou seus efeitos) ou - buscar a resposta do organismo (especialmente anticorpos) 1- na busca do vírus Diagnóstico

Leia mais

Vírus e Viroses. Professora Gilcele

Vírus e Viroses. Professora Gilcele Vírus e Viroses Professora Gilcele Quais são as principais características dos vírus? - São organismos acelulares; - São parasitas intracelulares obrigatórios; - Não possuem metabolismo próprio, portanto

Leia mais

HEPATITES. Prof. Fernando Ananias HEPATITE = DISTÚRBIO INFLAMATÓRIO DO FÍGADO

HEPATITES. Prof. Fernando Ananias HEPATITE = DISTÚRBIO INFLAMATÓRIO DO FÍGADO HEPATITES Prof. Fernando Ananias HEPATITE = DISTÚRBIO INFLAMATÓRIO DO FÍGADO Hepatites virais: agentes etiológicos A B C D E Vírus hepatotrópicos G TT Herpes vírus EBV CMV Enterovírus Adenovírus Febre

Leia mais

PROTOCOLO DE VIGILÂNCIA SARAMPO RUBÉOLA SÍNDROME DE RUBÉOLA CONGÊNITA

PROTOCOLO DE VIGILÂNCIA SARAMPO RUBÉOLA SÍNDROME DE RUBÉOLA CONGÊNITA SECRETARIA DE SAÚDE DO ESTADO DA BAHIA SUPERINTENDÊNCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE DIRETORIA DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA COORDENAÇÃO DE VIGILÂNCIA DE DOENÇAS IMUNOPREVENÍVEIS PROTOCOLO DE VIGILÂNCIA SARAMPO

Leia mais

DOENÇAS EXANTEMÁTICAS DA INFÂNCIA. Internos: Lucas Benjamin Patrícia Teixeira

DOENÇAS EXANTEMÁTICAS DA INFÂNCIA. Internos: Lucas Benjamin Patrícia Teixeira DOENÇAS EXANTEMÁTICAS DA INFÂNCIA Internos: Lucas Benjamin Patrícia Teixeira INTRODUÇÃO EXANTEMA Rash cutâneo! Manchas/lesões na pele Pode ser único ou múltiplo, localizado ou disseminado Diferentes características

Leia mais

TORC: importância do estudo da Avidez das IgG

TORC: importância do estudo da Avidez das IgG TORC: importância do estudo da Avidez das IgG Carla Almeida 1, Teresa Tente 2 RESUMO TORC é um grupo de doenças infecciosas que é necessário despistar durante a gravidez, o qual corresponde às iniciais

Leia mais

Gripe A (H1N1) de origem suína

Gripe A (H1N1) de origem suína Gripe A (H1N1) de origem suína A gripe é caracterizada como uma doença infecciosa com alto potencial de contagio causado pelo vírus Influenza. Este vírus apresenta três tipos, sendo eles o A, B e C. Observam-se

Leia mais

Rede Pública ou Particular?

Rede Pública ou Particular? Vacinar seu filho na feito com carinho para você ganhar tempo! Rede Pública ou Particular? guia rápido das vacinas e principais diferenças Um guia de utilidade pública com as fichas de 10 vacinas para

Leia mais

ALERTA SARAMPO Atualização da Situação Epidemiológica Estado de São Paulo, Maio 2014:

ALERTA SARAMPO Atualização da Situação Epidemiológica Estado de São Paulo, Maio 2014: ALERTA SARAMPO Atualização da Situação Epidemiológica Estado de São Paulo, Maio 2014: Definição de caso suspeito de sarampo: Todo paciente que, independente da idade e da situação vacinal, apresentar febre

Leia mais

Vacinação em massa contra febre amarela na África 4.

Vacinação em massa contra febre amarela na África 4. Publicação Científica do Curso de Bacharelado em Enfermagem do CEUT. Ano 2010 (1). Edição 17 Shirley da Luz Gomes 1 Rômulo Luis de Oliveira Bandeira 2 Selonia Patrícia Oliveira Sousa 3 Otacílio Batista

Leia mais

Informe Técnico - SARAMPO nº2 /2010 Atualização da Situação Epidemiológica

Informe Técnico - SARAMPO nº2 /2010 Atualização da Situação Epidemiológica 1 SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE COORDENADORIA DE CONTROLE DE DOENÇAS CENTRO DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA PROF. ALEXANDRE VRANJAC Av. Dr. Arnaldo, 351-6º andar SP/SP CEP: 01246-000 Fone: (11)3082-0957 Fax:

Leia mais

Encerramentos de Casos de Hepatites Virais no SINAN. Lucia Mardini DVAS

Encerramentos de Casos de Hepatites Virais no SINAN. Lucia Mardini DVAS Encerramentos de Casos de Hepatites Virais no SINAN Lucia Mardini DVAS Programa Estadual para a Prevenção e o Controle das Hepatites Virais/RS CEVS Rua Domingos Crescêncio Nº 132 sala 310 hepatites@saude.rs.gov.br

Leia mais

17/03/2011. Marcos K. Fleury Laboratório de Hemoglobinas Faculdade de Farmácia - UFRJ mkfleury@ufrj.br

17/03/2011. Marcos K. Fleury Laboratório de Hemoglobinas Faculdade de Farmácia - UFRJ mkfleury@ufrj.br Marcos K. Fleury Laboratório de Hemoglobinas Faculdade de Farmácia - UFRJ mkfleury@ufrj.br São doenças causadas pela proliferação descontrolada de células hematológicas malignas ou incapacidade da medula

Leia mais

vacina sarampo, caxumba e rubéola (atenuada)

vacina sarampo, caxumba e rubéola (atenuada) 1 vacina sarampo, caxumba e rubéola (atenuada) Forma farmacêutica e apresentações: Pó liofilizado injetável. - Cartucho contendo 1 frasco de uma dose e uma seringa com 0,5 ml de diluente. - Cartucho contendo

Leia mais

Importância do tema. Diagnóstico diferencial das Doenças exantemáticas. Tipos básicos de exantema. Considerações sobre o diagnóstico

Importância do tema. Diagnóstico diferencial das Doenças exantemáticas. Tipos básicos de exantema. Considerações sobre o diagnóstico Importância do tema Efeitos sobre o paciente Diagnóstico diferencial das Doenças exantemáticas Prof. Marco Antonio Efeitos sobre os contatos Efeitos sobre a comunidade Mudança recente de padrões Considerações

Leia mais

HIV. O vírus da imunodeficiência humana HIV-1 e HIV-2 são membros da família Retroviridae, na subfamília Lentividae.

HIV. O vírus da imunodeficiência humana HIV-1 e HIV-2 são membros da família Retroviridae, na subfamília Lentividae. A Equipe Multiprofissional de Saúde Ocupacional da UDESC lembra: Dia 01 de dezembro é dia mundial de prevenção à Aids! Este material foi desenvolvido por alunos do Departamento de Enfermagem da Universidade

Leia mais

Vírus - Características Gerais. Seres acelulares Desprovidos de organização celular. Não possuem metabolismo próprio

Vírus - Características Gerais. Seres acelulares Desprovidos de organização celular. Não possuem metabolismo próprio vírus Vírus - Características Gerais Seres acelulares Desprovidos de organização celular Não possuem metabolismo próprio Capazes de se reproduzir apenas no interior de uma célula viva nucleada Parasitas

Leia mais

AUTARQUIA EDUCACIONAL DE BELO JARDIM CURSO BACHARELADO EM ENFERMAGEM ROSELINE CALISTO FEBRE DO NILO OCIDENTAL

AUTARQUIA EDUCACIONAL DE BELO JARDIM CURSO BACHARELADO EM ENFERMAGEM ROSELINE CALISTO FEBRE DO NILO OCIDENTAL AUTARQUIA EDUCACIONAL DE BELO JARDIM CURSO BACHARELADO EM ENFERMAGEM ROSELINE CALISTO FEBRE DO NILO OCIDENTAL Belo Jardim 2008 FEBRE DO NILO OCIDENTAL 1. DESCRIÇÃO Infecção viral que pode transcorrer de

Leia mais

LISTA E DEFINIÇÃO DE DOENÇAS DE NOTIFICAÇÃO OBRIGATÓRIA ENTRE OS ESTADOS PARTES DO MERCOSUL (Revogação da Res. GMC Nº 80/99)

LISTA E DEFINIÇÃO DE DOENÇAS DE NOTIFICAÇÃO OBRIGATÓRIA ENTRE OS ESTADOS PARTES DO MERCOSUL (Revogação da Res. GMC Nº 80/99) MERCOSUL/GMC/RES. Nº 4/01 LISTA E DEFINIÇÃO DE DOENÇAS DE NOTIFICAÇÃO OBRIGATÓRIA ENTRE OS ESTADOS PARTES DO MERCOSUL (Revogação da Res. GMC Nº 80/99) TENDO EM VISTA: O Tratado de Assunção, o Protocolo

Leia mais

DOENÇAS VIRAIS EM CÃES

DOENÇAS VIRAIS EM CÃES DOENÇAS VIRAIS EM CÃES Cinomose Etiologia Doença que acomete vários sistemas do animal, sendo altamente contagiosa aos cães domésticos e muitos carnívoros selvagens (raposa, coiote, lobo, furão, etc, mas

Leia mais

Vanguard HTLP 5/CV-L Vacina contra Cinomose, Adenovírus Tipo 2, Coronavírus, Parainfluenza, Parvovirose e Leptospirose Canina

Vanguard HTLP 5/CV-L Vacina contra Cinomose, Adenovírus Tipo 2, Coronavírus, Parainfluenza, Parvovirose e Leptospirose Canina Uso Veterinário Usar exclusivamente em cães Indicações: É indicado para vacinação de cães de 6 semanas de idade ou mais velhos como prevenção da cinomose canina, da hepatite infecciosa canina (causada

Leia mais

AGAMAGLOBULINEMIA LIGADA AO CROMOSSOMA X

AGAMAGLOBULINEMIA LIGADA AO CROMOSSOMA X AGAMAGLOBULINEMIA LIGADA AO CROMOSSOMA X Esta brochura é para ser usada pelos pacientes e pelas suas famílias e não deve substituir o aconselhamento de um imunologista clínico. 1 Também disponível: DOENÇA

Leia mais

Sindrome respiratória felina. Rinotraquiete viral Clamidiose Calicivirose

Sindrome respiratória felina. Rinotraquiete viral Clamidiose Calicivirose DOENÇAS DE FELINOS Sindrome respiratória felina Rinotraquiete viral Clamidiose Calicivirose RINOTRAQUEÍTE Agente etiológico: Herpesvírus felino Conhecida como "a gripe do gato", pois os sintomas são parecidos

Leia mais

C n o c n e c i e tos o s i ni n ci c ai a s C n o c n e c i e tos o s i ni n ci c ai a s

C n o c n e c i e tos o s i ni n ci c ai a s C n o c n e c i e tos o s i ni n ci c ai a s Conceitos iniciais Parasita: organismo que vive em associação com outros e dos quais retiram os meios para a sua sobrevivência, normalmente prejudicando o organismo hospedeiro. Hospedeiro: organismo que

Leia mais

Agente Infectante. Vetor / Transmissão. Doença. Sinais e Sintomas Hemorragias na pele, no nariz e em outros locais. Febre, fraqueza, dores musculares.

Agente Infectante. Vetor / Transmissão. Doença. Sinais e Sintomas Hemorragias na pele, no nariz e em outros locais. Febre, fraqueza, dores musculares. Dengue Dengue Agente Infectante Arbovirus Vetor / Transmissão Picada do mosquito Aedes Aegypti Sinais e Sintomas Hemorragias na pele, no nariz e em outros locais. Febre, fraqueza, dores musculares. Profilaxia

Leia mais

Infecções virais congênitas

Infecções virais congênitas Infecções virais congênitas Infecções virais congênitas, perinatais e neonatais Intrauterinas Perinatais e Neonatais Rubéola Citomegalovirus (CMV) Parvovírus B19 Varicela-Zoster (VZV) Enterovírus HIV HTLV-1

Leia mais

1. Definição de Caso1: Sarampo

1. Definição de Caso1: Sarampo Digitally signed by Francisco Henrique Moura George Francisco DN: c=pt, o=ministério da Saúde, ou=direcção-geral da Henrique Saúde, cn=francisco Henrique Moura George Moura George Date: 2011.06.08 12:41:12

Leia mais

VÍRUS. Fonte: http://rounielo.blogspot.com.br/2011/05/parte-30-foto-em-3-d-do-virus-da-aids.html

VÍRUS. Fonte: http://rounielo.blogspot.com.br/2011/05/parte-30-foto-em-3-d-do-virus-da-aids.html VÍRUS Fonte: http://rounielo.blogspot.com.br/2011/05/parte-30-foto-em-3-d-do-virus-da-aids.html RESUMO -Os vírus não pertencem a nenhum reino específico, são estudados como um caso à parte. -Os vírus são

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE DEPARTAMENTO DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE DEPARTAMENTO DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE DEPARTAMENTO DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA Acompanhamento das gestantes vacinadas inadvertidamente (GVI) com a vacina dupla viral (sarampo e rubéola)

Leia mais

Faculdades Einstein de Limeira Biomedicina. SÍFILIS Diagnóstico Laboratorial

Faculdades Einstein de Limeira Biomedicina. SÍFILIS Diagnóstico Laboratorial Faculdades Einstein de Limeira Biomedicina SÍFILIS Diagnóstico Laboratorial SÍFILIS 1. CONCEITO Doença infecciosa, sistêmica, de evolução crônica 2. AGENTE ETIOLÓGICO espiroqueta Treponema pallidum. 3.

Leia mais

ESTRUTURA VIRAL. Visualização: apenas ao ME. Não apresentam estrutura celular (acelulares) Estrutura básica: Cápsula protéica (capsídeo)

ESTRUTURA VIRAL. Visualização: apenas ao ME. Não apresentam estrutura celular (acelulares) Estrutura básica: Cápsula protéica (capsídeo) VÍRUS CARACTERÍSTICAS Organismos acelulares Não possuem metabolismo Características vitais: Reprodução Evolução Possui grande capacidade proliferativa Só se reproduz no interior de células que estejam

Leia mais

INDICAÇÕES BIOEASY. Segue em anexo algumas indicações e dicas quanto à utilização dos Kits de Diagnóstico Rápido Bioeasy Linha Veterinária

INDICAÇÕES BIOEASY. Segue em anexo algumas indicações e dicas quanto à utilização dos Kits de Diagnóstico Rápido Bioeasy Linha Veterinária INDICAÇÕES BIOEASY Segue em anexo algumas indicações e dicas quanto à utilização dos Kits de Diagnóstico Rápido Bioeasy Linha Veterinária 1- ANIGEN RAPID CPV AG TEST BIOEASY PARVOVIROSE Vendas de Filhotes:

Leia mais

Vacina combinada contra sarampo, caxumba e rubéola (vírus vivo)

Vacina combinada contra sarampo, caxumba e rubéola (vírus vivo) Vacina combinada contra sarampo, caxumba e rubéola (vírus vivo) I) Identificação do medicamento FORMAS FARMACÊUTICAS E APRESENTAÇÕES USO ADULTO E PEDIÁTRICO Vacina liofilizada para reconstituição com o

Leia mais

Picornavirus: Poliomielite

Picornavirus: Poliomielite Departamento de Microbiologia Instituto de Ciências Biológicas Universidade Federal de Minas Gerais http://www.icb.ufmg.br/mic/diaadia Picornavirus: Poliomielite Introdução A família Picornaviridae é uma

Leia mais

Declaração de Conflitos de Interesse. Nada a declarar.

Declaração de Conflitos de Interesse. Nada a declarar. Declaração de Conflitos de Interesse Nada a declarar. MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS DENGUE Vera Magalhães Prof. Titular de Doenças Infecciosas da UFPE DENGUE Família Flaviviridae Gênero Flavivirus Virus RNA:

Leia mais

ENSAIOS IMUNOLÓGICOS NAS ENFERMIDADES VIRAIS ANTICORPOS MONOCLONAIS GENÉTICA MOLECULAR CITOMETRIA DE FLUXO

ENSAIOS IMUNOLÓGICOS NAS ENFERMIDADES VIRAIS ANTICORPOS MONOCLONAIS GENÉTICA MOLECULAR CITOMETRIA DE FLUXO ENSAIOS IMUNOLÓGICOS NAS ENFERMIDADES VIRAIS I - INTRODUÇÃO *NOVAS TECNOLOGIAS ANTICORPOS MONOCLONAIS GENÉTICA MOLECULAR CITOMETRIA DE FLUXO *DECISÃO DIAGNÓSTICA CONFIRMAÇÃO TRATAMENTO MONITORAMENTO PREVENÇÃO

Leia mais

SUINOCULTURA DINÂMICA Ano 7 N o 21 Junho/99 Periódico técnico-informativo elaborado pela Embrapa Suínos e Aves

SUINOCULTURA DINÂMICA Ano 7 N o 21 Junho/99 Periódico técnico-informativo elaborado pela Embrapa Suínos e Aves SUINOCULTURA DINÂMICA Ano 7 N o 21 Junho/99 Periódico técnico-informativo elaborado pela Embrapa Suínos e Aves Parvovirose Suína Jurij Sobestiansky 1 Nelson Mores 2 Paulo M. Roehe 3 Introdução Epidemiologia

Leia mais

Dengue NS1 Antígeno: Uma Nova Abordagem Diagnóstica

Dengue NS1 Antígeno: Uma Nova Abordagem Diagnóstica Dengue NS1 Antígeno: Uma Nova Abordagem Diagnóstica Dengue é uma doença endêmica que afeta mais de 100 países, incluindo as regiões de clima tropical e subtropical da África, Américas, Leste do Mediterrâneo,

Leia mais

Múmia de Ramsés V com marcas sugestivas de varíola

Múmia de Ramsés V com marcas sugestivas de varíola Varíola Múmia de Ramsés V com marcas sugestivas de varíola Varíola: a primeira arma biológica? Hernan Cortez (1485-1547) Londres, 1844 POXVIRIDAE - os maiores vírus conhecidos (~ 300 nm) - simetria complexa

Leia mais

Sistema Imunológico Doenças Virais e Bacterianas. Prof. Rafael Rosolen T Zafred

Sistema Imunológico Doenças Virais e Bacterianas. Prof. Rafael Rosolen T Zafred Sistema Imunológico Doenças Virais e Bacterianas Prof. Rafael Rosolen T Zafred Sistema Imunológico Sistema não formado, centralmente, por órgãos; Funcionamento efetivo por tipos celulares presentes na

Leia mais

Linfomas. Claudia witzel

Linfomas. Claudia witzel Linfomas Claudia witzel Pode ser definido como um grupo de diversas doenças neoplásicas : Do sistema linfático Sistema linfóide Que tem origem da proliferação de linfócitos B ou T em qualquer um de seus

Leia mais

Raiva. Replicação no citoplasma - corpúsculo de inclusão

Raiva. Replicação no citoplasma - corpúsculo de inclusão Família Rhabdoviridae forma de bala 70 x 170 nm -RNA envelope Proteina G Ac neutralizantes Proteína N grupo Vírus fixo/rua Perfil G-N= Origem do vírus Raiva Raiva Raiva Replicação no citoplasma - corpúsculo

Leia mais

Instituto Federal de Santa Catarina Unidade Curricular: Microbiologia Curso Técnico em Biotecnologia

Instituto Federal de Santa Catarina Unidade Curricular: Microbiologia Curso Técnico em Biotecnologia Instituto Federal de Santa Catarina Unidade Curricular: Microbiologia Curso Técnico em Biotecnologia VIROLOGIA Prof. Me Leandro Parussolo Introdução à Virologia Vírus (latim = veneno ); Classe de agentes

Leia mais

Diretoria de Vigilância Epidemiológica FEBRE DO CHIKUNGUNYA NOTA TÉCNICA 01/2014

Diretoria de Vigilância Epidemiológica FEBRE DO CHIKUNGUNYA NOTA TÉCNICA 01/2014 FEBRE DO CHIKUNGUNYA NOTA TÉCNICA 01/2014 Assunto: Informações e procedimentos para a vigilância da Febre do Chikungunya na Bahia. I. A Febre do Chikungunya é uma doença causada por um vírus do gênero

Leia mais

Parte IV: Métodos de Diagnóstico de Infecções Virais II MAC VIROLGOIA CLÍNICA QSC_09

Parte IV: Métodos de Diagnóstico de Infecções Virais II MAC VIROLGOIA CLÍNICA QSC_09 Parte IV: Métodos de Diagnóstico de Infecções Virais 1.COLHEITA E TRANSPORTE DAS AMOSTRAS BIOLÓGICAS 2.INOCULAÇÃO DE PRODUTOS BIOLÓGICOS 3.SEPARAÇÃO DE CMSP A PARTIR DE SANGUE TOTAL HUMANO POR GRADIENTE

Leia mais

VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA DA DENGUE, CHIKUNGUNYA E ZIKA

VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA DA DENGUE, CHIKUNGUNYA E ZIKA Prefeitura Municipal de PORTO ALEGRE Secretaria Municipal de Saúde Coordenadoria Geral de Vigilância em Saúde / CGVS Equipe de Vigilância das Doenças Transmissíveis VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA DA DENGUE,

Leia mais

FEBRE DO NILO OCIDENTAL CID 10: A92.3

FEBRE DO NILO OCIDENTAL CID 10: A92.3 Febre do Nilo Ocidental FEBRE DO NILO OCIDENTAL CID 10: A92.3 Características gerais Descrição Infecção viral que pode transcorrer de forma subclínica ou com sintomatologia de distintos graus de gravidade,

Leia mais

DOENÇAS OU AGRAVOS DE NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA IMEDIATA

DOENÇAS OU AGRAVOS DE NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA IMEDIATA DOENÇAS OU AGRAVOS DE NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA IMEDIATA NÚCLEO HOSPITALAR DE EPIDEMIOLOGIA HNSC/HCC A Portaria do Ministério da Saúde Nº 1.271, de 06 de Junho de 2014 atualizou a Portaria Nº 104, de 25

Leia mais

O MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE, Interino, no uso de suas atribuições, resolve:

O MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE, Interino, no uso de suas atribuições, resolve: PORTARIA Nº 486, DE 16 DE MAIO DE 2.000 O MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE, Interino, no uso de suas atribuições, resolve: Art. 1º - Expedir a edição revisada e atualizada das orientações e critérios relativos

Leia mais

Directivas de gestão relativa às doenças transmissíveis colectivas crèches 2012.5.1

Directivas de gestão relativa às doenças transmissíveis colectivas crèches 2012.5.1 Directivas de gestão relativa às doenças transmissíveis colectivas crèches 2012.5.1 I. Directivas relativas às doenças transmissíveis colectivas crèches 1. Critérios de notificação crèche Quando as crianças

Leia mais

Leucemias e Linfomas LEUCEMIAS

Leucemias e Linfomas LEUCEMIAS 23 Leucemias e Linfomas LEUCEMIAS A leucemia representa um grupo de neoplasias malignas derivadas das células hematopoiéticas. Esta doença inicia sempre na medula-óssea, local onde as células sangüíneas

Leia mais

A pneumonia é uma doença inflamatória do pulmão que afecta os alvéolos pulmonares (sacos de ar) que são preenchidos por líquido resultante da

A pneumonia é uma doença inflamatória do pulmão que afecta os alvéolos pulmonares (sacos de ar) que são preenchidos por líquido resultante da 2 A pneumonia é uma doença inflamatória do pulmão que afecta os alvéolos pulmonares (sacos de ar) que são preenchidos por líquido resultante da inflamação, o que dificulta a realização das trocas gasosas.

Leia mais

Arbovírus: arthropod-born virus 400 vírus isolados 100 patógenos humanos. Febres indiferenciadas Encefalites Febres hemorrágicas

Arbovírus: arthropod-born virus 400 vírus isolados 100 patógenos humanos. Febres indiferenciadas Encefalites Febres hemorrágicas Arbovírus: Hospedeiro natural vertebrado arthropod-born virus 400 vírus isolados 100 patógenos humanos Vetor hematófago Hospedeiro vert. Vetor hemat. Febres indiferenciadas Encefalites Febres hemorrágicas

Leia mais

Citologia e Histologia

Citologia e Histologia Faculdade de Medicina da Universidade do Porto Microbiologia 2006/07 VIROLOGIA: DIAGNÓSTICO LABORATORIAL E VÍRUS DNA 27. Março. 2007 DIAGNÓSTICO LABORATORIAL O diagnóstico laboratorial em Virologia baseia-se

Leia mais

FLÚVIA AMORIM ENFERMEIRA- CERTIFICADA EM EPIDEMIOLOGIA PELA JOHNS HOPKINS BLOOMBERG UNIVERSITY AND SCHOOL PUBLIC HEALTH-EUA MESTRE EM EPIDEMIOLOGIA

FLÚVIA AMORIM ENFERMEIRA- CERTIFICADA EM EPIDEMIOLOGIA PELA JOHNS HOPKINS BLOOMBERG UNIVERSITY AND SCHOOL PUBLIC HEALTH-EUA MESTRE EM EPIDEMIOLOGIA Doenças de Notificação Compulsória FLÚVIA AMORIM ENFERMEIRA- CERTIFICADA EM EPIDEMIOLOGIA PELA JOHNS HOPKINS BLOOMBERG UNIVERSITY AND SCHOOL PUBLIC HEALTH-EUA MESTRE EM EPIDEMIOLOGIA PELA UFG. DIRETORA

Leia mais

1/12/2008. Histórico VIROLOGIA. Histórico. Evidências históricas de doenças ligadas a vírus: Professor: Dr. Carlos F. M. Menck

1/12/2008. Histórico VIROLOGIA. Histórico. Evidências históricas de doenças ligadas a vírus: Professor: Dr. Carlos F. M. Menck VIROLOGIA Histórico Evidências históricas de doenças ligadas a vírus: Professor: Dr. Carlos F. M. Menck BIBLIOGRAFIA RECOMENDADA Microbiologia 5 a edição (2008), Atheneu. Editores: Luiz R. Trabulsi e F.

Leia mais