PROCESSOS INFECCIOSOS DE ORIGEM DENTÁRIA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PROCESSOS INFECCIOSOS DE ORIGEM DENTÁRIA"

Transcrição

1 PROCESSOS INFECCIOSOS DE ORIGEM DENTÁRIA Profa.Dra.Cláudia Jordão Silva 1

2 TRATAMENTO DOS PROCESSOS INFECCIOSOS DE ORIGEM DENTÁRIA: CONCEITO E EVOLUÇÃO DOS PROCESSOS INFECCIOSOS 1) Mecanismo: As bactérias que provocam infecções nos tecidos bucais dispõem de inúmeras portas de entrada, inclusive o trauma cirúrgico, sendo a mais comum a placa bacteriana. Ocasionadas por esta a bolsa periodontal e a cárie dentária, podem constituir-se em caminhos para as lesões endodônticas ou às periodônticas, primárias ou com envolvimento simultâneo secundário ou combinado.quando os microorganismos encontram tecido conjuntivo altamente vascularizado, são destruídos pela vigorosa ação dos fagócitos. A invasão pode ainda ser dominada em seu inicio pelo processo inflamatório; frequentemente, estas infecções, embora localizadas, são dominadas mais lentamente e após considerável prejuízo para os tecidos. Quando chegam ao tecido ósseo, a situação se complica um pouco mais por não possuir este tecido, eficiente mecanismo de defesa. Os sintomas tóxicos se manifestam pela elevação de temperatura e velocidade de pulso e em alguns casos o ritmo respiratório aumenta. O paciente se desidrata. A dor é evidente e a tumefação do pescoço e da face causam incomodo. 2)Efeitos locais: No inicio, a zona atingida mostra-se hiperêmica, dolorida e endurecida ao toque e os nódulos linfáticos intercalados na rede de drenagem acham-se ingurgitado (palpáveis).a medida que o processo tende a localizar-se aparece cada vez mais uma zona amolecida no centro da inchação, sendo que pelo toque poderemos averiguar a existência do fluido, caracterizando assim, o ponto de flutuação. 3)Efeitos Gerais: febre hiperleucocitose desvio a esquerda no hemograma aumento da velocidade da hemossedimentação aumento da freqüência do pulso e dos movimentos respiratórios aumento da necessidade de volume líquido ingerido 4)Sinais de perigo: saída de pus em volta do colo de vários dentes Profa.Dra.Cláudia Jordão Silva 2

3 dor intensa que somente cede a grandes doses de hipnóticos tumefação extensa e especialmente quando aumentam em qualquer direção extensão da infecção para o outro lado da linha média, quando ele era inicialmente unilateral progressiva elevação da temperatura à medida que transcorrem os dias aparecimento de sintomas novos, tais como calafrios, vômitos, dor no tórax, dificuldade respiratória, cianose ou convulsões 5)Vias de propagação das infecções dentárias via linfática: as bactérias de um abscesso dentário podem ser drenadas pelos vasos linfáticos provocando a inflamação dos linfonodos correspondentes. via venosa: merece atenção especial em vista da gravidade dos quadros nosológicos que pode assumir. Uma tromboflebite, como a do seio cavernoso ou uma embolia da artéria pulmonar ou de seus ramos, tem caráter fatal.quando a veia é a oftálmica, no quadro clínico aparecem primeiramente perturbações oculares que alertam quanto à gravidade e possibilitam ainda medidas debelatórias via por contigüidade tecidual: tecido ósseo: as diferenças de estrutura entre a maxila e a mandíbula determinam a formação de quadros patológicos diversos. Os processos infecciosos periapicais progridem rapidamente no tecido esponjoso. Um abscesso pode exteriorizar-se no vestíbulo, no assoalho da fossa nasal ou no seio maxilar, na abóbada palatina e na pele, região do bucinador. Os abscessos dos molares inferiores geralmente exteriorizam-se no vestíbulo ou então, internamente, para a região do pilar anterior e parede da faringe(resultantes das pericoronarites). tecido conjuntivo frouxo: espaços faríngeos e fáscias cervicais. O tecido conjuntivo frouxo dos espaços intermusculares é de fácil contaminação e as diversas fáscias da cabeça e do pescoço se continuam sem limite preciso. Abscessos de Origem dentária: Periapicais: são os mais freqüentes. Localizados na região apical e confinados dentro das lâminas corticais; inicialmente circunscritos, com dor, sem edema, subitamente agudizam-se; no estado agudo o pus pode escoar-se rapidamente pela abertura dos canais ou pela extração do dente. Profa.Dra.Cláudia Jordão Silva 3

4 Pericementários ou Periodontais: surgem ao longo da raiz onde o alvéolo foi destruído e se estendem ao tecido mole subjacente. O escoamento pode ocorrer incisando-se a área flutuante no tecido mole que o recobre. O dente não necessita ser extraído imediatamente, pois é provável que o processo atinja um ou mais dentes na região. Pericoronários: em volta de um dente parcialmente irrompido ou não irrompido e as vezes completamente impactado. Trismo e/ou linfadenite submandibular podem estar presentes. O pus pode ser drenado levantando-se ou dilatando-se o capuz gengival, com incisão para manter a drenagem. Se a extração for indispensável será feita mais tarde num campo relativamente não infectado. Subperiósticos: são coleções purulentas confinadas entre o periósteo e o osso; isto acontece comumente à distância. A infecção se estende subperiosticamente seguindo as linhas de menor resistência e estabelece uma bolsa de pus à distância. Angina de Ludwig: é a denominação dada para uma infecção que compromete os espaços sublingual e submandibular, provocando a elevação da língua. O seu tratamento é feito pela drenagem por via extra bucal. A causa é geralmente um dente infectado que deverá ser eliminado após cessados os efeitos da fase aguda do processo. Em casos mais graves a Angina de Ludwig pode até provocar a morte do paciente por asfixia, por isso a traqueostomia é muito utilizada neste tipo de infecção. 6)Planejamento: exame e história clínica para diagnosticar se a infecção é de origem dentária ou se é conseqüência de qualquer enfermidade sistêmica. achados radiográficos: comprovação das alterações ósseas apicais ou cervicais forma da raiz, aparência dos canais região diagnóstico diferencial como: neoplasias, cistos, edemas angioneuróticos saúde geral e idade do paciente valor do dente na arcada em relação a dentística restauradora e a reabilitação valor dado ao dente pelo paciente indicações e contra-indicações das cirurgias parendodônticas Profa.Dra.Cláudia Jordão Silva 4

5 A escolha final deverá recair em uma das hipóteses: tratamento endodôntico tratamento endodôntico seguido de curetagem periapical com ou sem apicectomia extração dentária extração dentária e estabelecimento de drenagem A decisão de extrair-se um dente com processo infeccioso agudo ou disseminado precisa ser tomada com muito cuidado pelo CD que: estudo detalhado das radiografias condições de realização de boa anestesia avaliar o trauma que será causado aos tecidos moles e ósseos 7)Tratamento geral: Visa proporcionar conforto, aumento de resistência ao paciente e controlar a infecção: repouso de preferência no leito aumento forçado do consumo de líquidos uso adequado de medicação para: dar maior conforto ao paciente aumento da capacidade de resistência à infecção pelo uso de antibióticos, vacinas, sulfas e etc. controlar a infecção - antibióticos e anti-inflamatórios 8)Tratamento local: localização do processo: emprego de calor úmido e dos emolienntes tende a acelerar as alterações metabólicas e a ação do mecanismo de defesa local, bem como apressar a resolução ou localização do processo. abertura ampla para permitir a drenagem: a maioria das infecções dentárias inicia-se no interior do osso; o excesso de fluido ou de pus tem que procurar caminho para o exterior através do osso e colecionar-se por debaixo do periósteo e tentar romper as estruturas suprajacentes. A direção seguida pelo pus e o ponto de formação do abscesso dependem quase que inteiramente da anatomia da região. 9)Drenagem: Profa.Dra.Cláudia Jordão Silva 5

6 Intra-bucal: Quando se extrai o dente é necessário estabelecer a drenagem. Quando ela não se estabelece espontaneamente, ou quando não vamos realizar a exodontia, devemos realizar uma incisão linear que na maioria das vezes já promove a drenagem.a seguir realiza-se a divulsão, completando a drenagem. Dependendo da extensão do processo, coloca-se um dreno, sendo uma das extremidades colocada profundamente e a outra suturada nos tecidos moles. Deixa-se durante 2 a 4 dias, fazendo a movimentação diária até sua completa remoção. Extra-Bucal: está indicada quando a infecção se espalhou e atingiu regiões subcutâneas. Conforme o caso pode ser feita no consultório sob anestesia local, todavia é preferível com anestesia geral mantendo um pós-operatório hospitalar. De acordo com o caso duas incisões pequenas deverão ser realizadas. A primeira incisão deverá ter uns 2mm e a profundidade suficiente para atravessar a pele. Com a ponta de uma pinça hemostática fechada força-se a abertura e atingi-se a zona a ser drenada, continuando-se até o ponto onde se praticará a segunda incisão quando a ponta da pinça elevar a pele; a ponta prende o dreno e o traz de volta a incisão inicial. Apara-se o excesso, prende-se as pontas com sutura e protege-se a pele abaixo da incisão com uma gaze encaixada no dreno. Realiza-se a seguir um curativo com gaze furacinada e esparadrapo. 10)Cuidados pós-operatórios: fisioterapia com calor troca diária do curativo controle cotidiano retirada do dreno dentro de 3 a 4 dias movimentação diária do dreno antibioticoterapia imediata 11)Osteomielites Quando a infecção atinge os espaços medulares do osso e este tecido reage hiperplasiando-se, estamos frente às chamadas osteomielites, sendo a sua característica mais evidente a formação de seqüestro. Pelo odor fétido e pela imagem radiográfica mostrando os seqüestros, se estabelece com segurança o diagnóstico deste tipo de infecção. A antibioticoterapia é a medida a ser tomada de imediato. Se o seqüestro estiver aflorando poderá ser retirado sem anestesia, não havendo necessidade de sutura, associado com irrigações contínuas se necessário. A higiene bucal com anti-sépticos é a conduta a ser seguida juntamente com a antibioticoterapia adequada. Profa.Dra.Cláudia Jordão Silva 6

7 A loja óssea não deve ser curetada para que se evite uma disseminação do processo, processo este que poderá evoluir tragicamente se o seu tratamento não for feito de acordo. 12)Osteítes: Trata-se de uma infecção do osso e se refere mais propriamente aos processos circunscritos ao processo alveolar e geralmente sem repercussão mais séria para o estado geral do paciente. O tratamento é cirúrgico e consiste na retirada do seqüestro e na eliminação das fungosidades inflamatórias que quase sempre estão presentes também, e do dente responsável. O acesso e o tratamento da loja é o mesmo de outros tipos de cirurgia, tais como cistectomia, curetagem periapical. 13)Fístulas Cutâneas: A drenagem espontânea por via extra-bucal de um abscesso, a supressão prematura de uma drenagem cirúrgica, a eliminação insuficiente das secreções, a drenagem excessivamente prolongada ou a permanência de um corpo estranho no fundo da ferida, mantendo a supuração e a fístula, são em linhas gerais as causas de formação destas fístulas. Antes de mais nada, efetiva drenagem ou o dente responsável ser tratado ou extraído, pois somente posteriormente poderá ser realizado o tratamento para eliminação da fístula. Deve ser realizado uma incisão de forma elíptica, previamente demarcada com violeta genciana. Após uma anestesia terminal infiltrativa estrabucal, com uma lâmina 10 faz-se a diérese. Em seguida divulsiona-se a pele juntamente com o conduto fistuloso seccionando-o ao nível do periósteo, retirando assim todo o conjunto. Após uma divulsão subcutânea das bordas da ferida, é realizada a sutura por planos: o plano profundo é suturado com cat-gut 3.0 e depois a pele com fios de algodão, mersilene ou nylon. 14)Infecção focal: Bactérias dos dentes, amídalas, próstata, vesícula, etc podem migrar através da corrente sanguínea e produzir enfermidade crônica nas articulações. GROSMANN: excetuados os casos esporádicos de endocardite bacterina sub-aguda, relacionados com extrações, mormente quando as válvulas do coração já estão enfraquecidas, a relação entre foco dentário e doenças gerais tem sido difícil de estabelecer. Profa.Dra.Cláudia Jordão Silva 7

8 Entretanto, o foco dentário como a infecção em qualquer outra parte do corpo deve ser eliminado, quer pelo tratamento clínico, ou cirúrgico, de modo a não prejudicar o mecanismo defensivo do corpo. 15)Curso Evolutivo do Abscesso periapical agudo: Abscesso Periapical Agudo ou fase inicial: é caracterizado como sendo uma pericementite apical aguda infecciosa, em grau mais adiantado; os sintomas se assemelham a: dor a percussão, extrusão dental, discreta mobilidade, ligeira dor espontânea, púlsatil localizada, congestionamento do sulco gengival e edema mole ou sem edema. se nesta fase não for instituído o tratamento; antibioticoterapia e drenagem via canal + bochecho água morna ou exodontia; o processo evolui comprometendo o osso alveolar em maior extensão. Abscesso Periapical Agudo em evolução: ocorre um aumento dos gânglios linfáticos juntamente com a sensação dolorosa.o pus dirige-se as regiões menos densas do tecido ósseo e rapidamente pelo periósteo. Pode surgir o edema que é conseqüência da transudação plasmática que ocorre em torno da área supurada. sem o tratamento a coleção purulenta ganha o tecido subcutâneo e aumenta o edema. os sinais e sintomas descritos anteriormente são os mesmos porém estão agravados, principalmente a sintomatologia dolorosa e a mobilidade podendo se estender a dentes contíguos; surgindo a tumefação dos tecidos moles que recobrem a região periapical. O pus rompe os tecidos moles e drena na cavidade bucal ou se dirige para a pele. Abscesso Periapical agudo evoluído: presença de sintomas gerais como: febre, insônia, anorexia, mal-estar e dor de cabeça. presença de mobilidade dental, gengiva edemaciada e com flutuação, dor dental atenuada e aspecto extra-bucal edema com flutuação. 16)Plano de Tratamento: Abscesso inicial: antibioticoterapia Profa.Dra.Cláudia Jordão Silva 8

9 abertura coronária bochechos água morna e sal exodontia Abscesso em Evolução: fisioterapia com calor antibioticoterapia se o abscesso tende a drenar intrabucal recomenda-se bochechos + antibiótico drenar para a pele recomenda-se compressas e infra vermelho até que se tenha ponto de flutuação Abscesso evoluído: antibioticoterapia drenagem (intra ou extra bucal) exodontia 17)Esquema terapêutico: Critério para escolha: flora bacteriana e estado do paciente via de administração, absorção, distribuição, metabolismo e eliminação localização e diagnóstico clínico - etiológico Esquema: INFECÇÃO DENTO ALVEOLAR (STREPTOCOCOS, STAFILOCOCOS GRAM - E BACTÉRIAS ANAERÓBIAS) DOR SEVERA AUSÊNCIA DE DOR INFECÇÃO AGUDA INFECÇÃO CRÔNICA EDEMA PRESENTE SEM EDEMA BACTÉRIA GRAM- E STREPT. STREPTOCOCOS DRENAGEM Ñ DRENAGEM DOR SEVERA DOR STREPTOCO. GRAM- ANAERÓBIOS Profa.Dra.Cláudia Jordão Silva 9

10 Referências Bibliográficas 1. TOPAZIAN, R.G., GOLBERG, M.H. Infecções maxilo-faciais e Orais. Ed.Santos. São Paulo.1ª ed. 650p LEONARDO, M.R., LEAL, J.M., SIMÕES-FILHO, A.P. Endodontia: tratamento dos canais radiculares. Ed.Panamericana. Sao Paulo. 1ª ed. 416p GREGORI, C. Cirurgia Buco-Dento-Alveolar. Savier, São Paulo, 217p HOWE, G.L. Cirurgia Oral Menor. 3ª ed., São Paulo, ed. Santos, 430p PETERSON, L.J., ELLIS III, E., TUCKER, M.R. Cirurgia Oral e Maxilofacial Contemporânea. 3ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000, 702p. Profa.Dra.Cláudia Jordão Silva 10

Alterações da polpa, do periápice e do periodonto

Alterações da polpa, do periápice e do periodonto Disciplina: Patologia Oral Alterações da polpa, do periápice e do periodonto Parte 2 Prof.Dr. Lucinei Roberto de Oliveira 2º Semestre - 2012 ALTERAÇÕES DA POLPA, DO PERIÁPICE E DO PERIODONTO PATOLOGIA

Leia mais

2. Quando o implante dental é indicado?

2. Quando o implante dental é indicado? Dúvidas sobre implantodontia: 1. O que são implantes? São cilindros metálicos (titânio) com rosca semelhante a um parafuso que são introduzidos no osso da mandíbula (arco inferior) ou da maxila (arco superior),

Leia mais

A gengivite é uma inflamação das gengivas provocada por acumulação de placa bacteriana e tártaro como consequência

A gengivite é uma inflamação das gengivas provocada por acumulação de placa bacteriana e tártaro como consequência Periodontologia É a disciplina da medicina dentária que se dedica à prevenção, diagnóstico e tratamento das doenças das gengivas e das estruturas de suporte dos dentes. A inflamação e o sangramento das

Leia mais

PROTOCOLO MÉDICO. Assunto: Infecção do sítio cirúrgico. Especialidade: Infectologia. Autor: Cláudio de Cerqueira Cotrim Neto e Equipe GIPEA

PROTOCOLO MÉDICO. Assunto: Infecção do sítio cirúrgico. Especialidade: Infectologia. Autor: Cláudio de Cerqueira Cotrim Neto e Equipe GIPEA PROTOCOLO MÉDICO Assunto: Infecção do sítio cirúrgico Especialidade: Infectologia Autor: Cláudio de Cerqueira Cotrim Neto e Equipe GIPEA Data de Realização: 29/04/2009 Data de Revisão: Data da Última Atualização:

Leia mais

Bursite do Olécrano ou Bursite do Cotovelo

Bursite do Olécrano ou Bursite do Cotovelo INTRODUÇÃO Bursite do Olécrano ou Bursite do Cotovelo Bursite do olécrano é a inflamação de uma pequena bolsa com líquido na ponta do cotovelo. Essa inflamação pode causar muitos problemas no cotovelo.

Leia mais

DIAGNÓSTICO COLETA DE DADOS RACIOCÍNIO E DEDICAÇÃO

DIAGNÓSTICO COLETA DE DADOS RACIOCÍNIO E DEDICAÇÃO EXAME CLÍNICO DA DOENÇA PERIODONTAL DIAGNÓSTICO PERIODONTAL CONSISTE O DIAGNÓSTICO NA ANÁLISE DO PERIODONTAL HISTÓRICO DO CASO, NA AVALIAÇÃO DOS SINAIS CLÍNICOS E SINTOMAS, COMO TAMBÉM DOS RESULTADOS DE

Leia mais

Procedimento (Analitico)

Procedimento (Analitico) Ministério da Saúde - MS Secretaria de Atenção à Saúde Tabela de Procedimentos, Medicamentos, Órteses, Próteses e Materiais Especiais do SUS Procedimento (Analitico) 0414020014 - ALVEOLOTOMIA / ALVEOLECTOMIA

Leia mais

Curso de Atualização Clínica para CD da Estratégia Saúde da Família. Urgências Pulpares. Fábio de Almeida Gomes Universidade de Fortaleza

Curso de Atualização Clínica para CD da Estratégia Saúde da Família. Urgências Pulpares. Fábio de Almeida Gomes Universidade de Fortaleza Curso de Atualização Clínica para CD da Estratégia Saúde da Família Urgências Pulpares Fábio de Almeida Gomes Universidade de Fortaleza Diagnóstico Anamnese Paciente deve ser motivado a relatar a história

Leia mais

É a etapa inicial do tratamento do canal, consiste em o dentista atingir a polpa dentária (nervinho do dente).

É a etapa inicial do tratamento do canal, consiste em o dentista atingir a polpa dentária (nervinho do dente). É a etapa inicial do tratamento do canal, consiste em o dentista atingir a polpa dentária (nervinho do dente). Consiste na regularização do alvéolo (local onde está inserido o dente), geralmente após a

Leia mais

Caso 14. 1ª Parte. Refletindo e Discutindo

Caso 14. 1ª Parte. Refletindo e Discutindo Caso 14 1ª Parte Gabriel, 17 anos, procurou Maria, agente comunitária de saúde, para saber onde poderia tratar de seus vários dentes com buracos porque queria servir ao Exército. Maria pergunta se esse

Leia mais

COBERTURA DA APÓLICE BRADESCO DENTAL SPG 5 A 49 VIDAS

COBERTURA DA APÓLICE BRADESCO DENTAL SPG 5 A 49 VIDAS ANS BRADESCO DENTAL DIAGNÓSTICO CONSULTA INICIAL EXAME HISTOPATOLÓGICO URGÊNCIA/EMERGÊNCIA COLAGEM DE FRAGMENTOS CURATIVO E/OU SUTURA EM CASO DE HEMORRAGIA BUCAL/LABIAL CURATIVO EM CASO DE ODONTALGIA AGUDA

Leia mais

ODONTOLOGIA CANINA. Introdução

ODONTOLOGIA CANINA. Introdução ODONTOLOGIA CANINA Juliana Kowalesky Médica Veterinária Mestre pela FMVZ -USP Pós graduada em Odontologia Veterinária - ANCLIVEPA SP Sócia Fundadora da Associação Brasileira de Odontologia Veterinária

Leia mais

COBERTURAS DO PLANO VIP PLUS

COBERTURAS DO PLANO VIP PLUS COBERTURAS DO PLANO VIP PLUS DESCRIÇÃO DO SERVIÇO 01. DIAGNÓSTICO Exame clínico inicial Consultas com hora marcada Exame clínico final Exame admissional (exame de sanidade dentária) 02. ATENDIMENTO DE

Leia mais

O sistema esquelético ou sistema ósseo é formado por vários ossos, cujo estudo é chamado de osteologia.

O sistema esquelético ou sistema ósseo é formado por vários ossos, cujo estudo é chamado de osteologia. SISTEMA ESQUELÉTICO Ossos do corpo humano se juntam por meio das articulações. E são responsáveis por oferecer um apoio para o sistema muscular permitindo ao homem executar vários movimentos. O sistema

Leia mais

Doenças Periodontais. Tratamento e Prevenção. 1º e-book - COS - Clínica Odontológica Soares

Doenças Periodontais. Tratamento e Prevenção. 1º e-book - COS - Clínica Odontológica Soares Doenças Periodontais Tratamento e Prevenção 1º e-book - COS - Clínica Odontológica Soares Gengivite e Periodontite Guia para o paciente Aprenda mais sobre as Doenças Periodontais (de gengiva) As doenças

Leia mais

ANEXO I. Rol de Procedimentos Odontológicos

ANEXO I. Rol de Procedimentos Odontológicos ANEXO I Rol de Procedimentos Odontológicos Classificam-se como procedimentos de DIAGNÓSTICO: I Consulta inicial II Exame histopatológico Consiste em anamnese, preenchimento de ficha clínica odontolegal,

Leia mais

Curso de Especialização em Endodontia

Curso de Especialização em Endodontia Curso de Especialização em Endodontia Coordenador: Prof. Nilton Vivacqua EndodontiaAvancada.com OBJETIVOS DO CURSO Este curso tem como objetivos colocar à disposição de clínicos gerais, a oportunidade

Leia mais

Circular 0160/2000 São Paulo, 18 de Maio de 2000.

Circular 0160/2000 São Paulo, 18 de Maio de 2000. [fesehf/cabecalho.htm] Circular 0160/2000 São Paulo, 18 de Maio de 2000. Plano de Saúde Assunto: Rol de Procedimentos Odontológicos para Plano de Saúde Prezado (a) Senhor (a), A Agência Nacional de Saúde

Leia mais

ROL DE PROCEDIMENTOS E SUAS ESPECIFICAÇÕES

ROL DE PROCEDIMENTOS E SUAS ESPECIFICAÇÕES ROL DE PROCEDIMENTOS E SUAS ESPECIFICAÇÕES Classificam-se como procedimentos de DIAGNÓSTICOS: I Consulta Inicial Consiste em anamnese, preenchimento de ficha clínica Odontolegal, diagnósticos das doenças

Leia mais

Cobertura dos Planos Odontológicos OdontoPrev

Cobertura dos Planos Odontológicos OdontoPrev Cobertura dos Planos Odontológicos OdontoPrev Plano Integral... TRATAMENTO AMBULATORIAL/DIAGNÓSTICO Consulta EMERGÊNCIA Colagem de fragmentos (consiste na recolocação de partes de dente que sofreu fratura,

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO DIRETORIA DE ENFERMAGEM SERVIÇO DE EDUCAÇÃO EM ENFERMAGEM

UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO DIRETORIA DE ENFERMAGEM SERVIÇO DE EDUCAÇÃO EM ENFERMAGEM UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO DIRETORIA DE ENFERMAGEM SERVIÇO DE EDUCAÇÃO EM ENFERMAGEM MINICURSO: Assistência de enfermagem ao cliente com feridas Ferida cirúrgica 1º Semestre de 2013 Instrutora:

Leia mais

PROJETO DE EXTENSÃO: TRATAMENTO DE INFECÇÕES DENTÁRIAS / PROEC

PROJETO DE EXTENSÃO: TRATAMENTO DE INFECÇÕES DENTÁRIAS / PROEC PROJETO DE EXTENSÃO: TRATAMENTO DE INFECÇÕES DENTÁRIAS / PROEC FERREIRA, Jean Carlos Barbosa.*¹; MARQUES, Aline Silva¹; SILVA, Julio. Almeida² DECURCIO, Daniel Almeida²; ALENCAR, Ana Helena Gonçalves³;

Leia mais

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO O (A) paciente, ou seu responsável, declara, para todos os fins legais, especialmente do disposto no artigo 39, VI, da Lei, 8.078/90 que dá plena autorização

Leia mais

DOENÇAS INFECCIOSAS DO CORAÇÃO

DOENÇAS INFECCIOSAS DO CORAÇÃO UNESC ENFERMAGEM SAÚDE DO ADULTO PROFª: : FLÁVIA NUNES DOENÇAS INFECCIOSAS DO CORAÇÃO ENDOCARDITE REUMÁTICA O desenvolvimento da endocardite reumática é atribuído diretamente à febre reumática, uma doença

Leia mais

Cobertura do Plano Star

Cobertura do Plano Star Cobertura do Plano Star Diagnóstico Consulta inicial Exame histopatológico Condicionamento em odontologia. Urgência Curativo em caso de hemorragia bucal consiste na aplicação de hemostático e sutura no

Leia mais

Escrito por Administrator Ter, 02 de Fevereiro de 2010 09:14 - Última atualização Qua, 10 de Março de 2010 08:44

Escrito por Administrator Ter, 02 de Fevereiro de 2010 09:14 - Última atualização Qua, 10 de Março de 2010 08:44 Mitos e Verdades da Odontologia Mitos: Quanto maior e colorida for nossa escova dental, melhor! Mentira. A escova dental deve ser pequena ou média para permitir alcançar qualquer região da nossa boca.

Leia mais

NORMATIZAÇÃO DO FUNCIONAMENTO DO SERVIÇO DE ODONTOLOGIA HOSPITALAR

NORMATIZAÇÃO DO FUNCIONAMENTO DO SERVIÇO DE ODONTOLOGIA HOSPITALAR NORMATIZAÇÃO DO FUNCIONAMENTO DO SERVIÇO DE ODONTOLOGIA HOSPITALAR Atuação e conceitos da Odontologia Hospitalar e Medicina Oral A Odontologia exercida pela grande maioria dos dentistas brasileiros enfoca

Leia mais

METODOLOGIA DO EXAME CLÍNICO

METODOLOGIA DO EXAME CLÍNICO Disciplina: Estomatologia METODOLOGIA DO EXAME CLÍNICO Prof.Dr. Lucinei Roberto de Oliveira 2012 Levantamentos Epidemiológicos Clássicos Exame Clínico Nível de Doença não detectada Exames Complementares

Leia mais

Dr. Felipe Groch CRO 101.353 Especialização em Implantes Dentários

Dr. Felipe Groch CRO 101.353 Especialização em Implantes Dentários Nosso consultório odontológico está equipado para oferecer ao produtor rural todos os tratamentos odontológicos disponíveis na atualidade. Segue abaixo uma discriminação detalhada de cada tratamento oferecido

Leia mais

Diagnóstico - Primeira Consulta. Radiologia ou Radiografia

Diagnóstico - Primeira Consulta. Radiologia ou Radiografia Diagnóstico - Primeira Consulta Consulta Inicial: É a primeira consulta feita com o cirurgião-dentista, com o objetivo de diagnosticar as patologias presentes e estabelecer o tratamento a ser feito. Exame

Leia mais

TABELA INTEGRAL DE PROCEDIMENTOS Plano Master

TABELA INTEGRAL DE PROCEDIMENTOS Plano Master TABELA INTEGRAL DE PROCEDIMENTOS Plano Master (ANEXO A - ROL DE PROCEDIMENTOS ODONTOLÓGICOS EXIGIDOS PELA ANS)- Tabela Cliente CH = Coeficiente de Honorário Odontológico Valor do CH = R$ USO = Unidade

Leia mais

Pós Operatório. Cirurgias Torácicas

Pós Operatório. Cirurgias Torácicas Pós Operatório Cirurgias Torácicas Tipos de Lesão Lesões Diretas fratura de costelas, coluna vertebral ou da cintura escapular, hérnia diafragmática, ruptura do esôfago, contusão ou laceração pulmonar.

Leia mais

Manual do Cliente. Ao aderir o plano da OdontoGroup, você recebe o cartão de acesso para a sua identificação perante nossa rede credenciada.

Manual do Cliente. Ao aderir o plano da OdontoGroup, você recebe o cartão de acesso para a sua identificação perante nossa rede credenciada. Manual do Cliente IDENTIFICAÇÃO ODONTOGROUP Ao aderir o plano da OdontoGroup, você recebe o cartão de acesso para a sua identificação perante nossa rede credenciada. No seu cartão de acesso personalizado,

Leia mais

Manipulação de Tecido Mole ao Redor de Implantes na Zona Estética

Manipulação de Tecido Mole ao Redor de Implantes na Zona Estética Manipulação de Tecido Mole ao Redor de Implantes na Zona Estética Figura 9 1A Diagrama de secção transversal mostrando um implante no local do incisivo. A forma côncava do rebordo vestibular é evidenciada.

Leia mais

N.º 183 - Seção 1, quinta-feira, 23 de setembro de 2010. Ministério da Saúde

N.º 183 - Seção 1, quinta-feira, 23 de setembro de 2010. Ministério da Saúde N.º 183 - Seção 1, quinta-feira, 23 de setembro de 2010 Ministério da Saúde GABINETE DO MINISTRO PORTARIA No- 2.898, DE 21 DE SETEMBRO DE 2010. Atualiza o Anexo da Portaria No- 600/GM, de 23 de março de

Leia mais

PORTARIA Nº 1.032, DE 5 DE MAIO DE 2010

PORTARIA Nº 1.032, DE 5 DE MAIO DE 2010 PORTARIA Nº 1.032, DE 5 DE MAIO DE 2010 Inclui procedimento odontológico na Tabela de Procedimentos, Medicamentos, Órteses e Próteses e Materiais Especiais do Sistema Único de Saúde - SUS, para atendimento

Leia mais

Diretrizes Assistenciais

Diretrizes Assistenciais Diretrizes Assistenciais Protocolo de Tratamento Odontológico Versão eletrônica atualizada em Janeiro 2009 A EQUIPE DE SAÚDE BUCAL NA UTMO Fernanda de Paula Eduardo Letícia Mello Bezinelli Pacientes que

Leia mais

Capítulo 3 Úlceras Tróficas de Perna

Capítulo 3 Úlceras Tróficas de Perna 10 Capítulo 3 Úlceras Tróficas de Perna As úlceras tróficas de perna constituem uma doença mutilante comum, que surge geralmente a partir de um pequeno trauma ou de uma infecção secundária em regiões da

Leia mais

UFSC CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE CURSO DE GRADUAÇÃO EM ODONTOLOGIA PROGRAMA DE ENSINO

UFSC CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE CURSO DE GRADUAÇÃO EM ODONTOLOGIA PROGRAMA DE ENSINO UFSC CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE CURSO DE GRADUAÇÃO EM ODONTOLOGIA PROGRAMA DE ENSINO DADOS DE IDENTIFICAÇÃO DA DISCIPLINA Nome da disciplina ODT 7121 - Cirurgia e traumatologia bucomaxilofacial I Departamento

Leia mais

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO O (A) paciente, ou seu responsável, declara, para todos os fins legais, especialmente do disposto no artigo 39, VI, da Lei, 8.078/90 que dá plena autorização

Leia mais

ASPECTOS DE IMAGEM DAS ALTERAÇÕES DA RAIZ DENTAL

ASPECTOS DE IMAGEM DAS ALTERAÇÕES DA RAIZ DENTAL ASPECTOS DE IMAGEM DAS ALTERAÇÕES DA RAIZ DENTAL Vamos descrever a seguir as principais imagens das alterações da raiz dental. As ocorrências, em sua maioria, são provenientes de causas patológicas. FORMA

Leia mais

www.cpsol.com.br TEMA 003 CONHEÇA E PREVINA AS DOENÇAS DO INVERNO

www.cpsol.com.br TEMA 003 CONHEÇA E PREVINA AS DOENÇAS DO INVERNO TEMA 003 CONHEÇA E PREVINA AS DOENÇAS DO INVERNO 1/8 O inverno chegou e junto com ele maiores problemas com as doenças respiratórias entre outras Isso não ocorre por acaso já que pé nesta estação onde

Leia mais

A Importância da Saúde Bucal. na Saúde Geral

A Importância da Saúde Bucal. na Saúde Geral PALESTRA A Importância da Saúde Bucal na Saúde Geral A saúde começa pela boca Os dentes são importantes na mastigação dos alimentos, fala, e estética, influenciando diretamente na auto-estima do indivíduo

Leia mais

Técnicas Anestésicas Aplicadas à Cirurgia Oral

Técnicas Anestésicas Aplicadas à Cirurgia Oral Técnicas Anestésicas Aplicadas à Cirurgia Oral Anestesias Locais 1. Periférica, tópica ou de superfície 2. Infiltrativa terminal 3. Troncular, regional ou bloqueio de condução Aula de cirurgia Anestesia

Leia mais

EXAMES LABORATORIAIS DIAGNOSTICO ANATOMOPATOLOGICO EM MATERIAL DE BIOPSIA NA REGIAO BUCO-MAXILO- 81000138 FACIAL

EXAMES LABORATORIAIS DIAGNOSTICO ANATOMOPATOLOGICO EM MATERIAL DE BIOPSIA NA REGIAO BUCO-MAXILO- 81000138 FACIAL UNIODONTO PORTO ALEGRE Modalidade pré-pagamento sem coparticipação, ou seja, o contratante pagará apenas o valor da mensalidade e terá a sua disposição todos os beneficios previstos pela ANS. Atendimento

Leia mais

CENTRO DE ESPECIALIDADES ODONTOLÓGICAS REGIONAL CEO/ CISA

CENTRO DE ESPECIALIDADES ODONTOLÓGICAS REGIONAL CEO/ CISA CENTRO DE ESPECIALIDADES ODONTOLÓGICAS REGIONAL CEO/ CISA Versão I 2013 PROTOCOLO INTEGRADO DE ESPECIALIDADES ODONTOLÓGICAS CEO CISA/IJUI 1. ENDODONTIA 2. PERIODONTIA 3. CIRURGIA ORAL MENOR 4. PACIENTES

Leia mais

Planilha1. Controle de hemorragia com aplicação de agente hemostático em região buco-maxilo-facial

Planilha1. Controle de hemorragia com aplicação de agente hemostático em região buco-maxilo-facial 81000421 Radiografia periapical CIRURGIA Planilha1 DIAGNÓSTICO 81000065 Consulta odontológica inicial 81000111 Diagnóstico anatomopatológico em citologia esfoliativa na região buco-maxilo-facial 81000138

Leia mais

Lucie Maura de Carvalho Corrá 1, Ana Flávia de Carvalho Corrá¹, Renata Amadei Nicolau 2, Iris Maria Frois 3

Lucie Maura de Carvalho Corrá 1, Ana Flávia de Carvalho Corrá¹, Renata Amadei Nicolau 2, Iris Maria Frois 3 DRENAGEM ABCESSO PERIAPICAL EXTRA-ORAL (RELATO DE CASO) Lucie Maura de Carvalho Corrá 1, Ana Flávia de Carvalho Corrá¹, Renata Amadei Nicolau 2, Iris Maria Frois 3 ¹ Graduanda do Curso de Odontologia,

Leia mais

Cobertura RN 338 Lei 9656/98:

Cobertura RN 338 Lei 9656/98: Cobertura RN 338 Lei 9656/98: CÓDIGO PROCEDIMENTO Flex 30% GRUPO 87000032 CONDICIONAMENTO EM ODONTOLOGIA PARA PACIENTES COM NECESSIDADES ESPECIAIS R$ 7,62 CONSULTAS 81000030 CONSULTA ODONTOLÓGICA R$ 10,58

Leia mais

Placa bacteriana espessa

Placa bacteriana espessa A IMPORTÂNCIA DA SAÚDE BUCAL A saúde bucal é importante porque a maioria das doenças e a própria saúde começam pela boca. Por exemplo, se você não se alimenta bem, não conseguirá ter uma boa saúde bucal,

Leia mais

Rol Mínimo. Cobertura detalhada

Rol Mínimo. Cobertura detalhada Cirurgia Alveoloplastia Amputação radicular com obturação retrógrada Amputação radicular sem obturação retrógrada Apicetomia birradiculares com obturação retrógrada Apicetomia birradiculares sem obturação

Leia mais

Urgência x Emergência

Urgência x Emergência Urgências e Emergências Ambulatoriais em Odontologia Prof. ANDRÉ VIANA - UNIFOR ESPECIALISTA EM ONCOLOGIA FIC MESTRE EM FARMACOLOGIA - FACULDADE DE MEDICINA UFC DOUTORANDO EM FARMACOLOGIA - FACULDADE DE

Leia mais

CURSO TÉCNICO DE ENFERMAGEM ENFERMAGEM CIRÚRGICA MÓDULO III Profª Mônica I. Wingert 301E COMPLICAÇÕES PÓS-OPERATÓRIAS

CURSO TÉCNICO DE ENFERMAGEM ENFERMAGEM CIRÚRGICA MÓDULO III Profª Mônica I. Wingert 301E COMPLICAÇÕES PÓS-OPERATÓRIAS Complicações Cirúrgicas CURSO TÉCNICO DE ENFERMAGEM ENFERMAGEM CIRÚRGICA MÓDULO III Profª Mônica I. Wingert 301E COMPLICAÇÕES PÓS-OPERATÓRIAS 1. Complicações Circulatórias Hemorragias: é a perda de sangue

Leia mais

ROL DE PROCEDIMENTOS Atendimento em consultórios particulares dos cooperados em todo o Brasil

ROL DE PROCEDIMENTOS Atendimento em consultórios particulares dos cooperados em todo o Brasil ROL DE PROCEDIMENTOS Atendimento em consultórios particulares dos cooperados em todo o Brasil 1 DIAGNÓSTICO 1.1 Consulta Clínico 1.2 Consulta Especialista 1.3 Condicionamento em Odontologia para crianças

Leia mais

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO O (A) paciente, ou seu responsável, declara, para todos os fins legais, especialmente do disposto no artigo 39, VI, da Lei, 8.078/90 que dá plena autorização

Leia mais

MANIFESTAÇÕES E COMPLICAÇÕES BUCAIS NA DOENÇA FALCIFORME

MANIFESTAÇÕES E COMPLICAÇÕES BUCAIS NA DOENÇA FALCIFORME Departamento de Odontologia Social e Preventiva Faculdade de Odontologia - UFRJ MANIFESTAÇÕES E COMPLICAÇÕES BUCAIS NA DOENÇA FALCIFORME Marlene Cezini Doença Falciforme Conceito Doença genética caracterizada

Leia mais

Premissa. Códigos e rios

Premissa. Códigos e rios Índices epidemiológicos em saúde bucal 3/10/2011 Prof. Samuel Jorge Moysés, Ph.D. 1 Premissa A epidemiologia pode ser definida como o estudo da distribuição e dos determinantes de eventos ou estados relacionados

Leia mais

Código Estruturado. 79 81000138 Diagnóstico anatomopatológico em material de biópsia. 79 81000154 Diagnóstico anatomopatológico em peça cirúrgica na

Código Estruturado. 79 81000138 Diagnóstico anatomopatológico em material de biópsia. 79 81000154 Diagnóstico anatomopatológico em peça cirúrgica na TUSS Odontologia Código Procedimento US Código Estruturado Especialidade US DIAGNÓSTICO DIAGNÓSTICO 01.01 CONSULTA ODONTOLÓGICA INICIAL 65 81000065 Consulta odontológica inicial 65 01.05 CONSULTA ODONTOLÓGICA

Leia mais

Doenças Vasculares. Flebite ou Tromboflebite. Conceito:

Doenças Vasculares. Flebite ou Tromboflebite. Conceito: Doenças Vasculares Tromboflebiteé uma afecção na qual se forma um coágulo numa veia, em conseqüência de flebite ou devido à obstrução parcial da veia. Flebiteé a inflamação das paredes de uma veia. Causas:

Leia mais

CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DE CARGOS DE NÍVEIS SUPERIOR, MÉDIO E TÉCNICO NO ÂMBITO DO PODER EXECUTIVO DO MUNICÍPIO DE PALMARES

CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DE CARGOS DE NÍVEIS SUPERIOR, MÉDIO E TÉCNICO NO ÂMBITO DO PODER EXECUTIVO DO MUNICÍPIO DE PALMARES CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DE CARGOS DE NÍVEIS SUPERIOR, MÉDIO E TÉCNICO NO ÂMBITO DO PODER EXECUTIVO DO MUNICÍPIO DE PALMARES AVISO DE RETIFICAÇÃO DE EDITAL Nº 01 A Comissão de Concurso torna publica

Leia mais

NOVA TABELA DE PROCEDIMENTOS - TUSS PROCEDIMENTOS PLANOS PESSOA JURÍDICA VALOR CÓDIGO DESCRIÇÃO ANEXO 1 ANEXO 2 B1 E E-UN EX JÚNIOR US DIAGNÓSTICO

NOVA TABELA DE PROCEDIMENTOS - TUSS PROCEDIMENTOS PLANOS PESSOA JURÍDICA VALOR CÓDIGO DESCRIÇÃO ANEXO 1 ANEXO 2 B1 E E-UN EX JÚNIOR US DIAGNÓSTICO NOVA TABELA DE PROCEDIMENTOS - TUSS PROCEDIMENTOS PLANOS PESSOA JURÍDICA VALOR CÓDIGO DESCRIÇÃO ANEXO 1 ANEXO 2 B1 E E-UN EX JÚNIOR US 81000030 CONSULTA ODONTOLÓGICA X X X X X X X 85 CONTROLE DE HEMORRAGIA

Leia mais

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO O (A) paciente, ou seu responsável, declara, para todos os fins legais, especialmente do disposto no artigo 39, VI, da Lei, 8.078/90 que dá plena autorização

Leia mais

PROCESSOS PROLIFERATIVOS NÃO NEOPLÁSICOS

PROCESSOS PROLIFERATIVOS NÃO NEOPLÁSICOS DISCIPLINA DE PATOLOGIA ORAL E MAXILOFACIAL Graduação em Odontologia - 5º Período PROCESSOS PROLIFERATIVOS NÃO NEOPLÁSICOS http://lucinei.wikispaces.com Prof.Dr. Lucinei Roberto de Oliveira 2012 GRANULOMA

Leia mais

Tabela de Procedimentos Odontológicos Página: 1 de 10 Especialidade: ENDODONTIA

Tabela de Procedimentos Odontológicos Página: 1 de 10 Especialidade: ENDODONTIA Tabela de Procedimentos Odontológicos Página: 1 de 10 Grupo: 100-Diagnose - As consultas deverão ser faturadas em Guias de Atendimento - GA, separadamente dos demais procedimentos, que serão faturados

Leia mais

Incisão e Drenagem extra-oral de abscesso, hematoma e/ou flegmão da região buco-maxilo-facial

Incisão e Drenagem extra-oral de abscesso, hematoma e/ou flegmão da região buco-maxilo-facial CÓDIGO 81000049 81000057 82000468 Diagnóstico, Urgência-Emergência: Noturna, Sábado, Domingo ou Feriado (procedimento abaixo) Consulta odontológica de Urgência (Horário normal das 08:00 horas às 18:00

Leia mais

Resposta: Dilatação dos brônquios na tomografia (bronquiectasia) e nível hidro-aéreo na radiografia do tórax (abscesso).

Resposta: Dilatação dos brônquios na tomografia (bronquiectasia) e nível hidro-aéreo na radiografia do tórax (abscesso). 1 a Questão: (20 pontos) Um paciente de 35 anos, com história de sarampo na infância, complicada por pneumonia, informa que há mais de cinco anos apresenta tosse com expectoração matinal abundante e que

Leia mais

CONCEITO. É definido como um material colocado no interior de uma ferida ou cavidade, visando permitir a saída de fluídos ou ar que estão

CONCEITO. É definido como um material colocado no interior de uma ferida ou cavidade, visando permitir a saída de fluídos ou ar que estão DRENOS CONCEITO É definido como um material colocado no interior de uma ferida ou cavidade, visando permitir a saída de fluídos ou ar que estão ou podem estar ali presentes. OBJETIVOS DOS DRENOS Permitem

Leia mais

, declara, para todos os fins legais, especialmente do disposto no artigo 39, VI, da Lei, 8.078/90 que dá plena autorização ao (à) Médico (a)

, declara, para todos os fins legais, especialmente do disposto no artigo 39, VI, da Lei, 8.078/90 que dá plena autorização ao (à) Médico (a) TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO O (A) paciente, ou seu responsável, declara, para todos os fins legais, especialmente do disposto no artigo 39, VI, da Lei, 8.078/90 que dá plena autorização

Leia mais

Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde Bucal CID 10

Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde Bucal CID 10 Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde Bucal CID 10 K00 - Distúrbios do Desenvolvimento e da Erupção Dos Dentes K00.0 - Anodontia K00.1 - Dentes Supranumerários

Leia mais

PROTOCOLO INTEGRADO DE ESPECIALIDADES ODONTOLÓGICAS CREO CISAMUSEP 1. PRÓTESE 2. ENDODONTIA 3. PERIODONTIA 4. CIRURGIA ORAL MENOR

PROTOCOLO INTEGRADO DE ESPECIALIDADES ODONTOLÓGICAS CREO CISAMUSEP 1. PRÓTESE 2. ENDODONTIA 3. PERIODONTIA 4. CIRURGIA ORAL MENOR PROTOCOLO INTEGRADO DE ESPECIALIDADES ODONTOLÓGICAS CREO CISAMUSEP 1. PRÓTESE 2. ENDODONTIA 3. PERIODONTIA 4. CIRURGIA ORAL MENOR 5. PACIENTES COM NECESSIDADES ESPECIAIS 6. ORTOPEDIA FUNCIONAL DOS MAXILARES

Leia mais

210 RX Periapical R$ 7,00 220 RX Bite-Wing (Interproximal) R$ 7,00 310 RX Oclusal R$ 14,00 300-490 - 3 URGÊNCIAS/EMERGÊNCIAS ODONTOLÓGICAS

210 RX Periapical R$ 7,00 220 RX Bite-Wing (Interproximal) R$ 7,00 310 RX Oclusal R$ 14,00 300-490 - 3 URGÊNCIAS/EMERGÊNCIAS ODONTOLÓGICAS 1 - DIAGNÓSTICO 100-490 110 Consulta Inicial (Exame Clínico e Orçamento) (VALID. 6 meses) R$ 45,00 120 Urgência odontológica R$ 45,00 130 Exame histopatológico*** (somente clínicas especializadas) ***

Leia mais

PATOLOGIAS DA PRÓSTATA. Prostata

PATOLOGIAS DA PRÓSTATA. Prostata AULA PREPARADA POR: PATOLOGIAS DA PRÓSTATA Prostata A próstata é um órgão interno que só o homem possui; tem a forma de uma maçã muito pequena, e fica logo abaixo da bexiga. ANATOMIA Tem o tamanho aproximado

Leia mais

ANATOMIA DO PERIODONTO

ANATOMIA DO PERIODONTO INAPÓS - Faculdade de Odontologia e Pós Graduação DISCIPLINA DE PERIODONTIA ANATOMIA DO PERIODONTO Prof.Dr. Lucinei Roberto de Oliveira http://lucinei.wikispaces.com 2012 PERIODONTO DE SUSTENTAÇÃO Ligamento

Leia mais

IMPLANTES OSSEOINTEGRADOS MANUAL DE ORIENTAÇÃO DO PACIENTE DR. MARCOLINO ANTONIO PELLICANO DR. BENEDITO UMBERTO BUENO

IMPLANTES OSSEOINTEGRADOS MANUAL DE ORIENTAÇÃO DO PACIENTE DR. MARCOLINO ANTONIO PELLICANO DR. BENEDITO UMBERTO BUENO IMPLANTES OSSEOINTEGRADOS MANUAL DE ORIENTAÇÃO DO PACIENTE DR. MARCOLINO ANTONIO PELLICANO DR. BENEDITO UMBERTO BUENO 1 IMPLANTES OSSEOINTEGRADOS PORQUE PODEM SER COLOCADOS QUANDO PODEM SER COLOCADOS COMO

Leia mais

Cisto Poplíteo ANATOMIA

Cisto Poplíteo ANATOMIA Cisto Poplíteo O Cisto Poplíteo, também chamado de cisto de Baker é um tecido mole, geralmente indolor que se desenvolve na parte posterior do joelho. Ele se caracteriza por uma hipertrofia da bolsa sinovial

Leia mais

NEURORRADIOLOGIA DAS INFECÇÕES

NEURORRADIOLOGIA DAS INFECÇÕES NEURORRADIOLOGIA DAS INFECÇÕES ARNOLFO DE CARVALHO NETO (arnolfo@ufpr.br) As infecções mais importantes (do adulto) em nosso meio são: neurocisticercose, abscessos, meningites e a AIDS. Nas crianças, as

Leia mais

Transplantes autógenos de terceiros molares inclusos

Transplantes autógenos de terceiros molares inclusos FO Revista da ADPPUCRS Porto Alegre, nº. 5, p. 111-109, dez. 2004 Transplantes autógenos de terceiros molares inclusos GUSTAVO SEBBEN* MARCELO DAL SASSO CASTILHOS* ROBERTO FERNANDES DE CARVALHO E SILVA**

Leia mais

As disfunções respiratórias são situações que necessitam de intervenções rápidas e eficazes, pois a manutenção da função

As disfunções respiratórias são situações que necessitam de intervenções rápidas e eficazes, pois a manutenção da função As disfunções respiratórias são situações que necessitam de intervenções rápidas e eficazes, pois a manutenção da função respiratória é prioritária em qualquer situação de intercorrência clínica. O paciente

Leia mais

MANUAL INSTRUTIVO DOS CÓDIGOS ODONTOLÓGICOS DO SIA/SUS - TSB E ASB -

MANUAL INSTRUTIVO DOS CÓDIGOS ODONTOLÓGICOS DO SIA/SUS - TSB E ASB - 1 MANUAL INSTRUTIVO DOS CÓDIGOS ODONTOLÓGICOS DO SIA/SUS - TSB E ASB - Porto Alegre, 2014. 1 2 S ODONTOLÓGICOS PARA AUXILIARES E TÉCNICOS EM SAÚDE BUCAL Tabela 1: Tipos de Procedimentos Odontológicos para

Leia mais

Minuta de RESOLUÇÃO NORMATIVA RN Nº XX,... de... de 2006.

Minuta de RESOLUÇÃO NORMATIVA RN Nº XX,... de... de 2006. Minuta de RESOLUÇÃO NORMATIVA RN Nº XX,... de... de 2006. Atualiza o Rol de Procedimentos Odontológicos instituído pela Resolução CONSU nº 10, de 3 de novembro de 1998, alterado pela RDC nº 21, de 12 de

Leia mais

TUMORES OSSEOS EM CABEÇA E PESCOÇO

TUMORES OSSEOS EM CABEÇA E PESCOÇO CABEÇA E PECOÇO UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ HOSPITAL WALTER CANTÍDIO Residência em Cirurgia de Cabeça e Pescoço TUMORES OSSEOS EM Geamberg Macêdo Agosto - 2006 TUMORES ÓSSEOS BÊNIGNOS OSTEOMA CONDROMAS

Leia mais

PROTOCOLOS OPERACIONAIS DOS SERVIÇOS ODONTOLÓGICOS A SEREM SEGUIDOS PELOS PERITOS E PRESTADORES DE SERVIÇO DO SESI/DR/AC

PROTOCOLOS OPERACIONAIS DOS SERVIÇOS ODONTOLÓGICOS A SEREM SEGUIDOS PELOS PERITOS E PRESTADORES DE SERVIÇO DO SESI/DR/AC PROTOCOLOS OPERACIONAIS DOS SERVIÇOS ODONTOLÓGICOS A SEREM SEGUIDOS PELOS PERITOS E PRESTADORES DE SERVIÇO DO SESI/DR/AC A) TIPOS DE SERVIÇOS ODONTOLÓGICOS A.1 Consulta Inicial Entende-se como exame clínico,

Leia mais

Febre Reumática Sociedade Brasileira de Reumatologia

Febre Reumática Sociedade Brasileira de Reumatologia Febre Reumática CRIAÇÃO E DESENVOLVIMENTO: CREDITO IMAGEM DA CAPA: http://www.guildford.gov.uk/play EDITORAÇÃO: Rian Narcizo Mariano PRODUÇÃO: www.letracapital.com.br Copyright SBR-, 2011 O conteúdo desta

Leia mais

, declara, para todos os fins legais, especialmente do disposto no artigo 39, VI, da Lei, 8.078/90 que dá plena autorização ao (à)

, declara, para todos os fins legais, especialmente do disposto no artigo 39, VI, da Lei, 8.078/90 que dá plena autorização ao (à) TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO O (A) paciente, ou seu responsável, declara, para todos os fins legais, especialmente do disposto no artigo 39, VI, da Lei, 8.078/90 que dá plena autorização

Leia mais

Doença Periodontal Orientações para manter uma boca saudável Anatomia Estrutura saudável Gengivas A A figura mostra as gengivas de uma pessoa que tenha a constituição clara. As pessoas de pele escura têm

Leia mais

ODONTOLOGIA PERIODONTIA I. 5º Período / Carga Horária: 90 horas

ODONTOLOGIA PERIODONTIA I. 5º Período / Carga Horária: 90 horas ODONTOLOGIA PERIODONTIA I 5º Período / Carga Horária: 90 horas 1. PRÉ-REQUISITO: Biossegurança e Orientação Profissional Odontológica; Diagnóstico por Imagem I; Patologia Buço Denta. 2. EMENTA: O aluno

Leia mais

FISSURA ANAL DEFINIÇÃO:

FISSURA ANAL DEFINIÇÃO: FISSURA ANAL FISSURA ANAL DEFINIÇÃO: Ulcera linear dolorosa situada no canal anal desde a linha denteada até a margem anal. CLASSIFICAÇÃO ETIOLOGIA FASE Primária ria ou idiopática Secundária Aguda Crônica

Leia mais

ROL DE PROCEDIMENTOS ODONTOLÓGICOS (RN-0154/ANS)

ROL DE PROCEDIMENTOS ODONTOLÓGICOS (RN-0154/ANS) ROL DE PROCEDIMENTOS ODONTOLÓGICOS (RN-0154/ANS) Classificam-se como procedimentos de DIAGNÓTICO: I- Consulta Inicial Consiste em anamnese, preenchimento de ficha clínica odontolegal, diagnóstico das doenças

Leia mais

Edital 05/2015 Processo Seletivo para Odontólogo Residente Data: 24/11/2015. Leia com atenção estas instruções gerais antes de realizar a prova.

Edital 05/2015 Processo Seletivo para Odontólogo Residente Data: 24/11/2015. Leia com atenção estas instruções gerais antes de realizar a prova. Edital 05/2015 Processo Seletivo para Odontólogo Residente Data: 24/11/2015 Leia com atenção estas instruções gerais antes de realizar a prova. 1. Confira os dados impressos no cartão resposta. Quaisquer

Leia mais

Controle de Hemorragia sem Aplicação de Agente Hemostático em região Buco-maxilo-facial 82000484 130

Controle de Hemorragia sem Aplicação de Agente Hemostático em região Buco-maxilo-facial 82000484 130 ANEXO I TABELA DE PROCEDIMENTOS ODONTOLÓGICOS AGEMED Baseado na Lei 9656 e RN 211 - Edição julho/2014 Terminologia Unificada da Saúde Suplementar (TUSS). NOMENCLATURA / PROCEDIMENTO CÓDIGO TUSS RAIO X

Leia mais

Atendimento em consultório particular com hora marcada. Sem limite de procedimentos odontológicos.

Atendimento em consultório particular com hora marcada. Sem limite de procedimentos odontológicos. Plano Odontologico CONHEÇA O SEU PLANO O plano oferecido pela sua Empresa junto à Prodent possui ampla cobertura nas principais especialidades odontológicas, para que você e seus dependentes possam cuidar

Leia mais

BRONZE R$ R$ 11,40 tratamento. Exame histopatológico R$ 50,00

BRONZE R$ R$ 11,40 tratamento. Exame histopatológico R$ 50,00 TABELA DE REEMBOLSO BRONZE R$ Consulta Inicial: Exame clínico e plano de R$ 11,40 tratamento. Exame histopatológico R$ 50,00 Urgência / Emergência Curativo em caso de hemorragia bucal R$ 37,80 Curativo

Leia mais

Sua melhor opção. Manual de Orientação 1

Sua melhor opção. Manual de Orientação 1 Sua melhor opção. Manual de Orientação 1 2 Manual de Orientação Julho/2013 (2 a edição) Indice Orientação ao Paciente Introdução 04 Implantes dentais 04 Titânio - a matéria-prima dos implantes 05 Osseointegração

Leia mais

FINANCIAMENTO DOS CENTROS DE ESPECIALIDADES ODONTOLÓGICAS Diário Oficial da União Nº 251, Seção 1 31 de dezembro de 2010

FINANCIAMENTO DOS CENTROS DE ESPECIALIDADES ODONTOLÓGICAS Diário Oficial da União Nº 251, Seção 1 31 de dezembro de 2010 Circular 001/2011 São Paulo, 04 de janeiro de 2011. PROVEDOR(A) ADMINISTRADOR(A) FINANCIAMENTO DOS CENTROS DE ESPECIALIDADES ODONTOLÓGICAS Diário Oficial da União Nº 251, Seção 1 31 de dezembro de 2010

Leia mais

EVENTOS AGUDOS NA ATENÇÃO BÁSICA

EVENTOS AGUDOS NA ATENÇÃO BÁSICA EVENTOS AGUDOS NA ATENÇÃO BÁSICA Dor de Origem Endodôntica GOVERNO FEDERAL Presidente da República Ministro da Saúde Secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde (SGTES) Diretora do Departamento

Leia mais

ASPECTO RADIOGRÁFICO DAS ALTERAÇÕES DO PERIODONTO

ASPECTO RADIOGRÁFICO DAS ALTERAÇÕES DO PERIODONTO ASPECTO RADIOGRÁFICO DAS ALTERAÇÕES DO PERIODONTO ESTUDAR COM ATENÇÃO AMPLIAR AS IMAGENS PARA OBSERVAR OS DETALHES O periodonto (peri= em redor de; odontos = dente) compreende a gengiva, o ligamento periodontal,

Leia mais

PROTOCOLO MÉDICO. Assunto: Osteomielite. Especialidade: Infectologia. Autor: Cláudio de Cerqueira Cotrim Neto e Equipe GIPEA

PROTOCOLO MÉDICO. Assunto: Osteomielite. Especialidade: Infectologia. Autor: Cláudio de Cerqueira Cotrim Neto e Equipe GIPEA PROTOCOLO MÉDICO Assunto: Osteomielite Especialidade: Infectologia Autor: Cláudio de Cerqueira Cotrim Neto e Equipe GIPEA Data de Realização: 15/04/2009 Data de Revisão: Data da Última Atualização: 1.

Leia mais