MATERIAIS USADOS EM DISJUNTORES DE ALTA E BAIXA TENSÃO, INCLUSIVE CHAVES ESTÁTICAS

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "MATERIAIS USADOS EM DISJUNTORES DE ALTA E BAIXA TENSÃO, INCLUSIVE CHAVES ESTÁTICAS"

Transcrição

1 MATERIAIS USADOS EM DISJUNTORES DE ALTA E BAIXA TENSÃO, INCLUSIVE CHAVES ESTÁTICAS

2 Disjuntor de baixa tensão Disparo térmico (1): lâmina bimetálica de diferentes coeficientes de dilatação. Ex: Níquel e Ferro. Disparo eletromagnético (2): Bobina com núcleo magnético (eletroímã). Câmara de extinção de arco elétrico (3): placas de ferro Acionamento(4): chave de material isolante, mais comum é o plástico. Pastilhas de contato (7): material condutor, geralmente alumínio. Terminal de ligação (8): material condutor, principalmente alumínio e suas ligas.

3 Disjuntor de alta tensão Características gerais: Rolamentos e mancais de ferro e cobre; Isolamento de porcelana, esmaltada com cor marrom uniforme ; Proteção das superfícies metálicas dos disjuntores expostas diretamente à atmosfera é normalmente feita por meio de pintura. Os disjuntores são divididos em 3 principais tipos: Disjuntores a óleo; Disjuntores a ar comprimido; Disjuntores a gás hexafluoreto de enxofre SF 6.

4 Disjuntores a óleo Meio isolante e de extinção do arco elétrico é o óleo mineral isolante (naftênico ou parafínico); Contatos móveis de forma cilíndrica ou retangular com a ponta formada por uma pastilha de liga de tungstênio muito resistente à ação corrosiva do arco elétrico, entretanto sofre corrosão e pode ser necessária sua substituição; São divididos em dois tipos: disjuntores a grande volume de óleo (GVO): contatos principais operam imersos em óleo, em quantidade suficiente para a isolação entre as partes vivas e a terra. disjuntores a pequeno volume de óleo (PVO): contatos principais operam imersos em óleo, que serve essencialmente para a extinção do arco e não necessariamente para a isolação entre as partes vivas e a terra.

5 Disjuntores a grande volume de óleo Os principais tipos de câmaras de extinção utilizadas são os de sopro transversal e os de sopro axial, há também o tipo que combina estes dois. A câmara de sopro transversal é formada por placas de fibra vulcanizadas empilhadas. Os tanques dos disjuntores possuem uma forração extraível de papel ou papelão isolante que tem por finalidade impedir que o jato de vapor de gases ionizados atinja diretamente a parede metálica do mesmo, com possibilidade de ocorrer um curtocircuito para terra.

6 Disjuntores a pequeno volume de óleo A câmara de extinção de sopro axial é usada nestes tipos de disjuntores. Ela é formada por um cilindro oco de material isolante existindo no seu interior discos, também de material isolante, com furo central para a passagem da haste do contato móvel. Os discos de fibra vulcanizada, ou náilon, ou madeira impregnada, ou policarbonatos, guardam espaços entre si.

7 Disjuntores a ar comprimido Contatos principais operam sob um jato de ar comprimido. Os contatos, móvel e fixo, tem forma cilíndrica. Os contatos móveis possuem suas paredes prateadas, enquanto que na maioria dos contatos fixos existe a pastilha de tungstênio. Existem dois tipos de disjuntores a ar comprimido: - Disjuntor de abertura e fechamento a ar comprimido; - Disjuntor de abertura a ar comprimido e fechamento a mola;

8 Disjuntores a gás hexafluoreto de enxofre SF 6 gás SF 6 é usado como meio isolante e de extinção do arco. Alumina (Al 2 O 3 ) é utilizada em filtros que transportam o excesso de gás da câmara para o reservatório de alta pressão. Pontas do contato fixo de arco e contatos principais na maioria dos casos são laminados de prata ou feitos de um material superior como grafite. São divididos em dois tipos: Disjuntores a dupla pressão Disjuntores a pressão única

9 Chaves estáticas Base de material metálico (normalmente de cobre ou alumínio) que permite a dissipação de calor e o trabalho com potências mais elevadas; O módulo de potência é guardado em caixa plástica de alta resistência.

aracterísticas Comuns

aracterísticas Comuns Aspectos con nstrutivos e características DOS TRANSFORMADORES UTILIZADOS EM SUBESTAÇÕES DE ENERGIA aracterísticas Comuns Isolar eletricamente dois circuitos; Ajustar a tensão de saída de um estágio do

Leia mais

Figura 1. Combustão externa: calor é produzido fora do motor em caldeiras.

Figura 1. Combustão externa: calor é produzido fora do motor em caldeiras. UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO IT Departamento de Engenharia ÁREA DE MÁQUINAS E ENERGIA NA AGRICULTURA IT 154- MOTORES E TRATORES INTRODUÇÃO CONSTITUIÇÃO DOS MOTORES Carlos Alberto Alves

Leia mais

4 Recomendações. Instalações Elétricas Prediais - Geraldo Cavalin e Severino Cervelin - Ed. Érica 1

4 Recomendações. Instalações Elétricas Prediais - Geraldo Cavalin e Severino Cervelin - Ed. Érica 1 4 Recomendações 1. Remover a isolação do condutor, de tal forma que seja o suficiente para que, no ato de emendá-los, não ocorra falta nem sobra. 2. Após remover a isolação, o condutor de cobre deve estar

Leia mais

teoria prefácio TEORIA

teoria prefácio TEORIA Os sistemas elétricos de potência e distribuição, estão sujeitos a sofrer falhas, que podem dar origem a correntes elétricas de elevada intensidade as quais, por sua vez, podem danificar condutores de

Leia mais

Propriedades Mecânicas: Resistência a Tração: Kg/mm² Dureza HRC: Dureza HBR:

Propriedades Mecânicas: Resistência a Tração: Kg/mm² Dureza HRC: Dureza HBR: COBRE BERÍLIO Liga de Cobre e Berílio, com excelentes características mecânicas como alta dureza e moderada condutibilidade. É indicada para processos de sopro, solda por projeção, injeção plástica e metálica.

Leia mais

Unimonte, Engenharia Física Aplicada, Prof. Marco Simões Transferência de calor, exercícios selecionados do Sears & Zemansky, cap.

Unimonte, Engenharia Física Aplicada, Prof. Marco Simões Transferência de calor, exercícios selecionados do Sears & Zemansky, cap. Unimonte, Engenharia Física Aplicada, Prof. Marco Simões Transferência de calor, exercícios selecionados do Sears & Zemansky, cap. 17 17.65) Suponha que a barra da figura seja feita de cobre, tenha 45,0

Leia mais

PROCESSO DE INGRESSO NA UPE

PROCESSO DE INGRESSO NA UPE PROCESSO DE INGRESSO NA UPE FÍSICA 2º dia 1 FÍSICA VESTIBULAR Nas questões com respostas numéricas, considere π = 3,00 e o módulo da aceleração da gravidade como g = 10,0 m/s 2 1. Um tanque de uma refinaria

Leia mais

MATERIAIS UTILIZADOS EM FUSÍVEIS. Anderson V. Silva Rodrigo A. Aguiar 541

MATERIAIS UTILIZADOS EM FUSÍVEIS. Anderson V. Silva Rodrigo A. Aguiar 541 MATERIAIS UTILIZADOS EM FUSÍVEIS Anderson V. Silva Rodrigo A. Aguiar 541 ÍNDICE O que são fusíveis Partes Como funcionam Tipos Materiais dos Condutores - Propriedades Materiais dos Isolantes - Propriedades

Leia mais

Generalidades. Metal. Elemento químico, sólido, com estrutura cristalina e com as seguintes propriedades de interesse para a Engenharia

Generalidades. Metal. Elemento químico, sólido, com estrutura cristalina e com as seguintes propriedades de interesse para a Engenharia Materiais Metálicos Generalidades Metal Elemento químico, sólido, com estrutura cristalina e com as seguintes propriedades de interesse para a Engenharia Alta dureza Grande resistência mecânica Elevada

Leia mais

AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº 022/2014 FURNAS CENTRAIS ELÉTRICAS S.A.

AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº 022/2014 FURNAS CENTRAIS ELÉTRICAS S.A. AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº 022/2014 FURNAS CENTRAIS ELÉTRICAS S.A. AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL ATO REGULATÓRIO: Audiência Pública 022/2014 EMENTA: Obter subsídios para Obter subsídios à proposta

Leia mais

ELETRICIDADE. Eletrodinâmica. Eletrostática. Eletromagnetismo

ELETRICIDADE. Eletrodinâmica. Eletrostática. Eletromagnetismo ELETRICIDADE Eletrodinâmica Eletrostática Eletromagnetismo Átomo Núcleo Prótons carga positiva (+e). Nêutrons carga neutra. Eletrosfera Eletrons carga negativa (-e). Carga Elétrica Elementar e = 1,6 x

Leia mais

Experiência 02 Ensaio do Disjuntor de Baixa Tensão

Experiência 02 Ensaio do Disjuntor de Baixa Tensão Universidade Federal de Santa Catarina Departamento de Engenharia Elétrica Laboratório de Materiais Elétricos EEL 7051 Professor Clóvis Antônio Petry Experiência 02 Ensaio do Disjuntor de Baixa Tensão

Leia mais

EDITAL Nº. 11:2015. Período de 01 de novembro de 2015 a 30 de novembro de 2015 PROPOSTAS DE CANCELAMENTO DE NORMAS BRASILEIRAS

EDITAL Nº. 11:2015. Período de 01 de novembro de 2015 a 30 de novembro de 2015 PROPOSTAS DE CANCELAMENTO DE NORMAS BRASILEIRAS EDITAL Nº. 11:2015 Período de 01 de novembro de 2015 a 30 de novembro de 2015 PROPOSTAS DE CANCELAMENTO DE NORMAS BRASILEIRAS As Propostas de Cancelamento de Normas da ABNT podem ser visualizadas pelo

Leia mais

Transformações da energia elétrica. Maria do Anjo Albuquerque

Transformações da energia elétrica. Maria do Anjo Albuquerque Transformações da energia elétrica A passagem da corrente elétrica nos condutores produz efeitos cuja aplicabilidade prática É IMPORTANTÍSSIMA. Identifica os efeitos magnéticos, químicos e térmico que

Leia mais

Finalidade Fonte de Alimentação Proteção da Rede de Média Tensão Proteção contra Sobretensão: 2.5.

Finalidade Fonte de Alimentação Proteção da Rede de Média Tensão Proteção contra Sobretensão: 2.5. MEMÓRIAL DESCRITIVO 5 2.1. - Finalidade Traçar diretrizes básicas para a implementação dos projetos de iluminação externa do Campus Petrolina e iluminação da via de interligação entre o anel viário e os

Leia mais

CAPÍTULO 5: CONDUÇÃO DE ENERGIA

CAPÍTULO 5: CONDUÇÃO DE ENERGIA Tabela 5.1 - Condutividade térmica de alguns materiais CAPÍTULO 5: CONDUÇÃO DE ENERGIA 5.1 CONDUTIVIDADE TÉRMICA Além da transferência de energia por radiação, uma outra forma de calor (transferência de

Leia mais

2 Materiais e Equipamentos Elétricos Capítulo 9 Mamede

2 Materiais e Equipamentos Elétricos Capítulo 9 Mamede 2 Materiais e Equipamentos Elétricos Capítulo 9 Mamede 1 De modo geral para a especificação de materiais e equipamentos, é necessário conhecer: Tensão nominal; Corrente Nominal; Frequência nominal; Potência

Leia mais

APRESENTAÇÃO DA DISCIPLINA MCC1001 AULA 1

APRESENTAÇÃO DA DISCIPLINA MCC1001 AULA 1 APRESENTAÇÃO DA DISCIPLINA MCC1001 AULA 1 Disciplina: Materiais de Construção I Professora: Dr. a Carmeane Effting 1 o semestre 2014 Centro de Ciências Tecnológicas Departamento de Engenharia Civil CLASSIFICAÇÃO

Leia mais

Disjuntor Tripolar a Vácuo de MT Série HAF

Disjuntor Tripolar a Vácuo de MT Série HAF Disjuntor Tripolar a Vácuo de MT Série HAF Tensão Nominal (kv) 7,2 12 15 24 Capacidade de interrupção nominal ka Capacidade de estabelecimento ka 80 100 1 80 100 1 80 100 12,5 16 20 0A HAF10414 HAF10514

Leia mais

CONDUÇÃO DE CALOR UNIDIMENSIONAL EXERCÍCIOS EM SALA

CONDUÇÃO DE CALOR UNIDIMENSIONAL EXERCÍCIOS EM SALA CONDUÇÃO DE CALOR UNIDIMENSIONAL EXERCÍCIOS EM SALA 1) Uma casa possui uma parede composta com camadas de madeira, isolamento à base de fibra de vidro e gesso, conforme indicado na figura. Em um dia frio

Leia mais

Normas ABNT em Consulta Pública, Publicadas, Confirmadas ou Canceladas 18 de Outubro à 04 de Novembro de2016

Normas ABNT em Consulta Pública, Publicadas, Confirmadas ou Canceladas 18 de Outubro à 04 de Novembro de2016 em, Publicadas, Confirmadas ou Canceladas ABNT/CEE-185 ABNT NBR 16569 _ Parede e laje de concreto celular estrutural moldada no local para a construção de edificações Projeto, execução e controle Requisitos

Leia mais

ESPECÍFICA ILUMINAÇÃO APARELHO PROJETOR DE LONGO ALCANCE

ESPECÍFICA ILUMINAÇÃO APARELHO PROJETOR DE LONGO ALCANCE PRF 15/1 IP-54 Aparelho projetor fechado para lâmpadas tubulares de Vapor Metálico e Vapor de Sódio de alta pressão de 400 W. Quartzo iodo duplo envelope de 500 W. Corpo fundido em liga de Alumínio Silício,

Leia mais

Aula 1: Aços e Ferros Fundidos Produção Feito de Elementos de Liga Ferros Fundidos. CEPEP - Escola Técnica Prof.: Kaio Hemerson Dutra

Aula 1: Aços e Ferros Fundidos Produção Feito de Elementos de Liga Ferros Fundidos. CEPEP - Escola Técnica Prof.: Kaio Hemerson Dutra Aula 1: Aços e Ferros Fundidos Produção Feito de Elementos de Liga Ferros Fundidos CEPEP - Escola Técnica Prof.: Kaio Aços e Ferros Fundidos O Ferro é o metal mais utilizado pelo homem. A abundância dos

Leia mais

TECNOLOGIA MECÂNICA. Aula 02. Introdução ao Estudo dos Materiais

TECNOLOGIA MECÂNICA. Aula 02. Introdução ao Estudo dos Materiais Aula 02 Introdução ao Estudo dos Materiais Prof. Me. Dario de Almeida Jané Introdução ao Estudo dos Materiais - Definição - Tipos de Materiais / Classificação - Propriedades dos Materiais Introdução ao

Leia mais

H1- Interpretar as formas construtivas dos motores síncronos e assíncronos Aula 2

H1- Interpretar as formas construtivas dos motores síncronos e assíncronos Aula 2 H1- Interpretar as formas construtivas dos motores síncronos e assíncronos Aula 2 Técnico em Eletromecânica - Julho de 2009 Prof. Dr. Emerson S. Serafim 1 CONTEÚDO INTRODUÇÃO; 2.1 Motor Assíncrono Monofásico

Leia mais

Soluções para proteção elétrica

Soluções para proteção elétrica Soluções para proteção elétrica Soluções para proteção elétrica Tabela geral... 2 Linha Padrão... 5... 5...... 7... 8... 9 Linha Completa... 11... 12... 15...... 18... 19...... 22... 24... 25 Linha Alta

Leia mais

Temperatura. Termometria INSTRUMENTAÇÃO E CONTROLE. Escalas termométricas. Conceitos importantes. Relação entre as escalas 2/6/2011

Temperatura. Termometria INSTRUMENTAÇÃO E CONTROLE. Escalas termométricas. Conceitos importantes. Relação entre as escalas 2/6/2011 Termometria INSTRUMENTAÇÃO E CONTROLE Professor Miguel Neto Temperatura É a ciência que estuda e desenvolve os instrumentos de medidas de temperatura. Está divida em: Pirometria: Medição de altas temperaturas,

Leia mais

MOTORES DE INDUÇÃO TRIFÁSICOS E DISPOSITIVOS DE ACIONAMENTOS CAPÍTULO 07

MOTORES DE INDUÇÃO TRIFÁSICOS E DISPOSITIVOS DE ACIONAMENTOS CAPÍTULO 07 MOTORES DE INDUÇÃO TRIFÁSICOS E DISPOSITIVOS DE ACIONAMENTOS CAPÍTULO 07 2 7.1 Introdução O motor de indução trifásico apresenta relativa vantagem com relação ao monofásico, já que possui partida mais

Leia mais

Etapa 1: Questões relativas aos resultados Lei de Ohm. 1.1 A partir dos dados tabelados, calcule o valor médio da resistência do resistor.

Etapa 1: Questões relativas aos resultados Lei de Ohm. 1.1 A partir dos dados tabelados, calcule o valor médio da resistência do resistor. Respostas Questões relativas ao resultado Etapa 1: Questões relativas aos resultados Lei de Ohm 1.1 A partir dos dados tabelados, calcule o valor médio da resistência do resistor. Resposta: O valor encontrado

Leia mais

Ciência e Tecnologia de Materiais ENG1015

Ciência e Tecnologia de Materiais ENG1015 1 Ciência e Tecnologia de Materiais ENG1015 http://www.dema.puc-rio.br/moodle DEMa - Depto. de Engenharia de Materiais última atualização em 10/02/2014 por sidnei@puc-rio.br Estrutura do Curso 2 Introdução:

Leia mais

MÓDULO 1 Noções Básicas de Eletricidade

MÓDULO 1 Noções Básicas de Eletricidade Técnico de Gestão de Equipamentos Informáticos ESCOLA SECUNDÁRIA DE TOMAZ PELAYO SANTO TIRSO 402916 MÓDULO 1 Noções Básicas de Eletricidade Eletrónica Fundamental Prof.: Erika Costa Estrutura da Matéria

Leia mais

Tempo de Carga e Descarga de um Capacitor

Tempo de Carga e Descarga de um Capacitor Capacitores Capacitor É um componente constituído por dois condutores separados por um isolante: os condutores são chamados armaduras (ou placas) do capacitor e o isolante é o dielétrico do capacitor.

Leia mais

Unidade 9 Transferência de Calor. Introdução Condução Fluxo de calor Convecção Irradiação

Unidade 9 Transferência de Calor. Introdução Condução Fluxo de calor Convecção Irradiação Unidade 9 Transferência de Calor Introdução Condução Fluxo de calor Convecção Irradiação Introdução Você já reparou que as colheres utilizadas para misturar alimentos em panelas costumam ser feitas de

Leia mais

Proteção e qualidade para os usuários

Proteção e qualidade para os usuários Starters e Arandelas 1482 1670-1 PLUGUES >>> Proteção e qualidade para os usuários 3500A 3500C Emb. Ref. Starters FS-2, para lâmpadas fl uorescentes de 15/20W 25 1482 Embalado à granel 40 1482-FP Embalado

Leia mais

Efeitos do Enxofre Corrosivo Sobre as Propriedades Dielétricas do Papel Isolante. Edson Ueti Francisco de Assis Filho Márcio Antônio Sens

Efeitos do Enxofre Corrosivo Sobre as Propriedades Dielétricas do Papel Isolante. Edson Ueti Francisco de Assis Filho Márcio Antônio Sens XVIII Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2008-06 a 10 de outubro Olinda - Pernambuco - Brasil Efeitos do Enxofre Corrosivo Sobre as Propriedades Dielétricas do Papel Isolante

Leia mais

Caldeiras. Notas das aulas da disciplina de EQUIPAMENTOS INDUSTRIAIS. Equipamentos Industriais 1

Caldeiras. Notas das aulas da disciplina de EQUIPAMENTOS INDUSTRIAIS. Equipamentos Industriais 1 Caldeiras Notas das aulas da disciplina de EQUIPAMENTOS INDUSTRIAIS Equipamentos Industriais 1 Geradores com câmara de combustão Caldeiras Tipo de combustível sólido, líquido, gasoso, misto Fluido quente

Leia mais

0 0 A carga elétrica que passa nesse condutor nos 4 primeiros segundos vale 3

0 0 A carga elétrica que passa nesse condutor nos 4 primeiros segundos vale 3 0 0 A carga elétrica que passa nesse condutor nos 4 primeiros segundos vale 3 1 1 Sendo a carga elementar e = 1,6.10-19 C, a quantidade de elétrons que passa condutor nos 10 s vale 3,75.10 17. 2 2 A corrente

Leia mais

Propriedades do aço das cavidades

Propriedades do aço das cavidades Propriedades do aço das cavidades alta dureza (para boa resistência ao desgaste); boa polibilidade; alta resiliência (para suportar pressão de injeção); baixo coeficiente de dilatação térmica; alta condutividade

Leia mais

Processo de soldagem: Os processos de soldagem podem ser classificados pelo tipo de fonte de energia ou pela natureza da união.

Processo de soldagem: Os processos de soldagem podem ser classificados pelo tipo de fonte de energia ou pela natureza da união. Soldagem Tipos de Soldagem Soldagem Processo de soldagem: Os processos de soldagem podem ser classificados pelo tipo de fonte de energia ou pela natureza da união. Tipos de Fontes Mecânica: Calor gerado

Leia mais

INSTALAÇÕES ELÉTRICAS INDUSTRIAIS DIMENSIONAMENTO DE CONDUTORES ELÉTRICOS INTRODUÇÃO

INSTALAÇÕES ELÉTRICAS INDUSTRIAIS DIMENSIONAMENTO DE CONDUTORES ELÉTRICOS INTRODUÇÃO INSTALAÇÕES ELÉTRICAS INDUSTRIAIS DIMENSIONAMENTO DE CONDUTORES ELÉTRICOS INTRODUÇÃO Os fatores básicos que envolvem o dimensionamento de um condutor são: tensão nominal; frequência nominal; potência ou

Leia mais

Fundamentos de Eletrônica

Fundamentos de Eletrônica 6872 - Fundamentos de Eletrônica Lei de Ohm Última Aula Elvio J. Leonardo Universidade Estadual de Maringá Departamento de Informática Bacharelado em Ciência da Computação Associação de Resistores Análise

Leia mais

5. PROPRIEDADES. O que são propriedades? Você conhece alguma propriedade dos vidro?

5. PROPRIEDADES. O que são propriedades? Você conhece alguma propriedade dos vidro? 5. PROPRIEDADES O que são propriedades? Você conhece alguma propriedade dos vidro? As propriedades intrínsecas e essenciais do vidro são transparência e durabilidade. Outras propriedades tornam-se significantes

Leia mais

FORMAÇÃO DE CORROSÃO GALVÂNICA

FORMAÇÃO DE CORROSÃO GALVÂNICA FORMAÇÃO DE CORROSÃO GALVÂNICA EJC ENGENHARIA DE UTILIDADES WWW.EJCENGENHARIA.COM.BR CORROSÃO GALVÂNICA O aço inox ou o alumínio, quando utilizados em placas de identificação para vasos de pressão, através

Leia mais

Motores de Alto Rendimento. - Utilizam chapas magnéticas de aço silício que reduzem as correntes de magnetização;

Motores de Alto Rendimento. - Utilizam chapas magnéticas de aço silício que reduzem as correntes de magnetização; 1 Motores de Alto Rendimento - Utilizam chapas magnéticas de aço silício que reduzem as correntes de magnetização; - Mais cobre nos enrolamentos, diminuindo as perdas por efeito Joule; - Alto fator de

Leia mais

Bobinas de alumínio em transformadores 1

Bobinas de alumínio em transformadores 1 Bobinas de alumínio em transformadores 1 O desenvolvimento técnico insuficiente das ligas de alumínio, assim como a tecnologia deficiente na soldagem deste metal, determinou inicialmente o uso somente

Leia mais

AULA 2 ELEMENTOS BÁSICOS (Laboratório) Prof. Marcio Kimpara

AULA 2 ELEMENTOS BÁSICOS (Laboratório) Prof. Marcio Kimpara COMANDOS INDUSTRIAIS AULA 2 ELEMENTOS BÁSICOS (Laboratório) Prof. Marcio Kimpara UFMS - Universidade Federal de Mato Grosso do Sul FAENG Faculdade de Engenharias, Arquitetura e Urbanismo e Geografia Prof.

Leia mais

Luminária AlphaLED Ex nc / Ex tb (com alojamento p/ driver)

Luminária AlphaLED Ex nc / Ex tb (com alojamento p/ driver) Luminária lpha Ex nc / Ex tb (com alojamento p/ driver) YnC Não centelhante, à prova de tempo e jatos d água. Características Construtivas Luminária a prova de tempo e para área explosiva, com corpo, tampa,

Leia mais

Sistemas de Aquecimento Solar COLETORES SOLARES

Sistemas de Aquecimento Solar COLETORES SOLARES Sistemas de Aquecimento Solar Sumário Tipos de coletores Sistemas de aquecimento solar com coletor solar de placa plana Qualidade e Normas Projeto e Dimensionamento Coletor reservatório Placa plana sem

Leia mais

TECNOLOGIAS APLICÁVEIS AOS PAINÉIS ELÉTRICOS DE MÉDIA TENSÃO ISOLADOS A GÁS SF6

TECNOLOGIAS APLICÁVEIS AOS PAINÉIS ELÉTRICOS DE MÉDIA TENSÃO ISOLADOS A GÁS SF6 TECNOLOGIAS APLICÁVEIS AOS PAINÉIS ELÉTRICOS DE MÉDIA TENSÃO ISOLADOS A GÁS SF6 CONSIDERAÇÕES INICIAIS Esta apresentação tem por foco tecer algumas considerações voltadas para as tecnologias do gás SF6

Leia mais

CARACTERÍSTICAS FÍSICAS DE LTs. Prof. Dr. Alexandre Rasi Aoki

CARACTERÍSTICAS FÍSICAS DE LTs. Prof. Dr. Alexandre Rasi Aoki CARACTERÍSTICAS FÍSICAS DE LTs Prof. Dr. Alexandre Rasi Aoki AGENDA Cabos condutores Isoladores e ferragens Estruturas das LTs Cabos para-raios Prof. Dr. Alexandre Rasi Aoki TE-140 2 CABOS CONDUTORES Prof.

Leia mais

Ciência e Tecnologia dos Materiais Elétricos. Aula 3. Prof.ª Letícia chaves Fonseca

Ciência e Tecnologia dos Materiais Elétricos. Aula 3. Prof.ª Letícia chaves Fonseca Ciência e Tecnologia dos Materiais Elétricos Aula 3 Prof.ª Letícia chaves Fonseca Aula 3 Propriedades Químicas Tipos de baterias Propriedades Ópticas Refração e reflexão Fibra ótica O Fator Custo dos Materiais

Leia mais

Capacitores e Indutores (Aula 7) Prof. Daniel Dotta

Capacitores e Indutores (Aula 7) Prof. Daniel Dotta Capacitores e Indutores (Aula 7) Prof. Daniel Dotta 1 Sumário Capacitor Indutor 2 Capacitor Componente passivo de circuito. Consiste de duas superfícies condutoras separadas por um material não condutor

Leia mais

Caixa de passagem e ligação

Caixa de passagem e ligação Caixa de passagem e ligação AR14 A prova de tempo e jatos potentes d água Características Construtivas Caixa de passagem e ligação fabricada em liga de alumínio fundido copper free de alta resistência

Leia mais

(atualizada em 11/2006) NBR 5667-1:06 Hidrantes urbanos de incêndio de ferro fundido dúctil - Parte 1 - Hidrantes de Coluna NBR 5667-2:06 Hidrantes urbanos de incêndio de ferro dúctil - Parte 2 - Hidrantes

Leia mais

/sonarengenharia

/sonarengenharia A Sonar Engenharia, empresa atuante nos setores de ELÉTRICA e GÁS, possui em seu quadro profissionais graduados em Engenharia Elétrica, Engenharia Mecânica, Eletrotécnica e Engenharia de Segurança no Trabalho.

Leia mais

SUBSISTEMA NORMAS E ESTUDOS DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DA DISTRIBUIÇÃO CÓDIGO TÍTULO FOLHA

SUBSISTEMA NORMAS E ESTUDOS DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DA DISTRIBUIÇÃO CÓDIGO TÍTULO FOLHA MANUAL ESPECIAL SISTEMA DE DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO SUBSISTEMA NORMAS E ESTUDOS DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DA DISTRIBUIÇÃO CÓDIGO TÍTULO FOLHA E-313.0049 ISOLADORES 1/19 1. FINALIDADE

Leia mais

1ª Aula do cap. 19 Termologia

1ª Aula do cap. 19 Termologia 1ª Aula do cap. 19 Termologia T e m p e r a t u r a O valor da temperatura está associada ao nível de agitação das partículas de um corpo. A temperatura é uma medida da agitação térmica das partículas

Leia mais

Materiais utilizados na Industria Eléctrica e Electrónica. Rogério Monteiro 1

Materiais utilizados na Industria Eléctrica e Electrónica. Rogério Monteiro 1 Materiais utilizados na Industria Eléctrica e Electrónica Rogério Monteiro 1 Classificação geral dos materiais A grande variedade de utilizações determina um total conhecimento das características dos

Leia mais

Indução Eletromagnética

Indução Eletromagnética Indução Eletromagnética 1 Aprendemos que uma força eletromotriz (fem) é necessária para produzir uma corrente em um circuito. Até aqui, quase sempre tomamos uma bateria como a fonte de fem. Contudo, para

Leia mais

Física. Leo Gomes (Vitor Logullo) Termodinâmica

Física. Leo Gomes (Vitor Logullo) Termodinâmica Termodinâmica Termodinâmica 1. Um cilindro, com comprimento de 1,5m, cuja base inferior é constituída por um bom condutor de calor, permanece semi-imerso em um grande tanque industrial, ao nível do mar,

Leia mais

EM 524 : aula 3. Capítulo 3 : Propriedades das. Substâncias Puras

EM 524 : aula 3. Capítulo 3 : Propriedades das. Substâncias Puras EM 524 : aula 3 Capítulo 3 : Propriedades das 1. Definições; Substâncias Puras 2. Equilíbrio de fase; Diagrama temperatura volume; Título de uma mistura líquido-vapor; Diagrama pressão temperatura; Diagrama

Leia mais

1.4. Sistemas estruturais em madeira

1.4. Sistemas estruturais em madeira 1.4. Sistemas estruturais em madeira 1.4.1. Análise estrutural Estuda as estruturas se preocupando basicamente com a determinação dos esforços e das deformações a que elas estão submetidas quando solicitadas

Leia mais

Física. B) Determine a distância x entre o ponto em que o bloco foi posicionado e a extremidade em que a reação é maior.

Física. B) Determine a distância x entre o ponto em que o bloco foi posicionado e a extremidade em que a reação é maior. Física 01. Uma haste de comprimento L e massa m uniformemente distribuída repousa sobre dois apoios localizados em suas extremidades. Um bloco de massa m uniformemente distribuída encontra-se sobre a barra

Leia mais

MEIOS DE LIGAÇÃO DE TUBULAÇÕES INDUSTRIAIS

MEIOS DE LIGAÇÃO DE TUBULAÇÕES INDUSTRIAIS MEIOS DE LIGAÇÃO DE TUBULAÇÕES INDUSTRIAIS Instalações em Sistemas Industriais Profa. Roberta Leone Aula 04 MEIOS DE LIGAÇÃO Para que serve? Ligação tubo a tubo, ou a dispositivos, equipamentos tanques

Leia mais

4ª LISTA DE EXERCÍCIOS PROBLEMAS ENVOLVENDO ANÁLISE DE TENSÕES

4ª LISTA DE EXERCÍCIOS PROBLEMAS ENVOLVENDO ANÁLISE DE TENSÕES Universidade Federal da Bahia Escola Politécnica Departamento de Construção e Estruturas Disciplina: ENG285 - Resistência dos Materiais I-A Professor: Armando Sá Ribeiro Jr. www.resmat.ufba.br 4ª LISTA

Leia mais

Condutores Elétricos

Condutores Elétricos Condutores Elétricos Aspectos construtivos e aplicações Giovanni Manassero Junior Depto. de Engenharia de Energia e Automação Elétricas Escola Politécnica da USP 14 de março de 2013 EPUSP Giovanni Manassero

Leia mais

NR-10 CHOQUE ELÉTRICO

NR-10 CHOQUE ELÉTRICO NR-10 CHOQUE ELÉTRICO Prof. Pedro Armando da Silva Jr. Engenheiro Eletricista, Dr. pedroarmando@ifsc.edu.br Definição CHOQUE ELÉTRICO É a perturbação de natureza e efeitos diversos que se manifesta no

Leia mais

Exercícios Exercício 1) Como são chamados os pequenos volumes magnéticos formados em materiais ferromagnéticos?

Exercícios Exercício 1) Como são chamados os pequenos volumes magnéticos formados em materiais ferromagnéticos? Exercícios Exercício 1) Como são chamados os pequenos volumes magnéticos formados em materiais ferromagnéticos? Exercício 2) Em um átomo, quais são as três fontes de campo magnético existentes? Exercício

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ SETOR DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA TURBINAS A VAPOR

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ SETOR DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA TURBINAS A VAPOR UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ SETOR DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA TURBINAS A VAPOR Prof. FERNANDO BÓÇON, Dr.Eng. Curitiba, setembro de 2015 IV - TURBINAS A VAPOR 1. GENERALIDADES 1.1

Leia mais

FÍSICA DAS RADIAÇÕES 2

FÍSICA DAS RADIAÇÕES 2 FÍSICA DAS RADIAÇÕES 2 Diagnóstico por imagens Radiologia convencional/digital I 1 aproximadamente K U 2 n 5 n I T 2 A IMAGEM RADIOGRÁFICA 3 contraste Qualidade da imagem ruído resolução 4 5 6 7 8 9 10

Leia mais

GrandezasElétricase Principais Dispositivos

GrandezasElétricase Principais Dispositivos GrandezasElétricase Principais Dispositivos Vasos comunicantes podem ser uma analogia. Site Condutores, Isolantes e Semicondutores Lei de Ohm Resistor Resistor Um resistor é um componente que fornece

Leia mais

Item Discriminação Unidade Quantidade Unitário (R$) Subtotal (R$) Total (R$)

Item Discriminação Unidade Quantidade Unitário (R$) Subtotal (R$) Total (R$) OBRA: ILUMINAÇÃO PÚBLICA DA BR-364/RO - TRAVESSIA URBANA DE VILHENA LOCAL: BR-364/RO - Km 7,0 ao Km 17,5 - VILHENA/RO DATA: 09 DE OUTUBRO DE 2009 PLANILHA ORÇAMENTÁRIA Item Discriminação Unidade Quantidade

Leia mais

P U C R S PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE ENGENHARIA CURSO DE ENGENHARIA CIVIL RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS

P U C R S PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE ENGENHARIA CURSO DE ENGENHARIA CIVIL RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS U R S ONTIFÍI UNIVERSIDDE TÓLI DO RIO GRNDE DO SUL FULDDE DE ENGENHRI URSO DE ENGENHRI IVIL RESISTÊNI DOS MTERIIS (MEÂNI DOS SÓLIDOS) EXERÍIOS rof. lmir Schäffer ORTO LEGRE JULHO DE 2007 URS - FENG Resistência

Leia mais

TEMA DA AULA PROFESSOR: RONIMACK TRAJANO DE SOUZA

TEMA DA AULA PROFESSOR: RONIMACK TRAJANO DE SOUZA TEMA DA AULA EQUIPAMENTOS ELÉTRICAS DE SUBESTAÇÕES PROFESSOR: RONIMACK TRAJANO DE SOUZA TRANSFORMADORES Um transformador (ou trafo) é um dispositivo destinado a transmitir energia elétrica ou potência

Leia mais

Válvulas solenoides de 2/2 vias de operação direta Tipo EV210B

Válvulas solenoides de 2/2 vias de operação direta Tipo EV210B Ficha técnica Válvulas solenoides de 2/2 vias de operação direta Tipo EV20B A EV20B cobre uma ampla linha de válvulas solenoides de 2/2 vias de operação direta para uso universal. A EV20B é uma válvula

Leia mais

Quarta Lista de Exercícios

Quarta Lista de Exercícios Universidade Católica de Petrópolis Disciplina: Resitência dos Materiais I Prof.: Paulo César Ferreira Quarta Lista de Exercícios 1. O tubo de aço (E s = 210 GPa) tem núcleo de alumínio (E a = 69 GPa)

Leia mais

Exercícios 6 1. real 2. Resp: 3. o sentido convencional Resp: 4. Resp: 5. (a) (b) (c) Resp: (b) (c) Resp:

Exercícios 6 1. real 2. Resp: 3. o sentido convencional Resp: 4. Resp: 5. (a) (b) (c) Resp: (b) (c) Resp: Exercícios 6 1. A corrente elétrica real através de um fio metálico é constituída pelo movimento de: a) Cargas positivas do maior para o menor potencial. b) Cargas positivas. c) Elétrons livres no sentido

Leia mais

No circuito em questão, temos a resistência interna da fonte, a resistência da carga e a resistência do fio.

No circuito em questão, temos a resistência interna da fonte, a resistência da carga e a resistência do fio. Os resistores são provavelmente os componentes mais utilizados em todos os tipos de circuitos eletrônicos, desde pequenos circuitos eletrônicos, como rádios, gravadores, etc. até computadores mais sofisticados.

Leia mais

Elementos de Transmissão Correias

Elementos de Transmissão Correias Elementos de Transmissão Correias Prof. João Paulo Barbosa, M.Sc. Transmissão por polias e correias Transmissão por polias e correias As polias são peças cilíndricas, movimentadas pela rotação do eixo

Leia mais

ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL SECRETARIA DE ESTADO DE JUSTIÇA E SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR NORMA TÉCNICA N 37. Subestação elétrica

ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL SECRETARIA DE ESTADO DE JUSTIÇA E SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR NORMA TÉCNICA N 37. Subestação elétrica ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL SECRETARIA DE ESTADO DE JUSTIÇA E SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR NORMA TÉCNICA N 37 Subestação elétrica SUMÁRIO ANEXO 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Referências normativas

Leia mais

Tecnologia Mecânica Propriedades dos materiais

Tecnologia Mecânica Propriedades dos materiais Propriedades dos materiais Por que o plástico é "plástico"? Por que o alumínio é mais leve que o ferro? Por que a borracha depois de esticada volta a sua forma primitiva? Por que o cobre conduz eletricidade

Leia mais

INSTALAÇÕES ELÉTRICAS. Kathiane Queiroz

INSTALAÇÕES ELÉTRICAS. Kathiane Queiroz INSTALAÇÕES ELÉTRICAS Kathiane Queiroz Esquemático Simplificado Instalação residencial 3-Medidor 1-levantamento das potências (cargas) a serem instaladas na residência. NT-001 NT-001 Potência Total instalada

Leia mais

d) calcule o potencial elétrico em qualquer ponto da superfície e do interior da esfera.

d) calcule o potencial elétrico em qualquer ponto da superfície e do interior da esfera. Na solução da prova, use quando necessário: 8 Velocidade da luz no vácuo c = 3, 1 m/s 7 Permeabilidade magnética do vácuo µ =4π 1 T m / A 9 2 2 Constante eletrostática no vácuo K=9 1 N m / C Questão 1

Leia mais

ROTEIRO DE AULA PRÁTICA IMÃS, CAMPO MAGNÉTICO E FORÇA MAGNÉTICA

ROTEIRO DE AULA PRÁTICA IMÃS, CAMPO MAGNÉTICO E FORÇA MAGNÉTICA ROTEIRO DE AULA PRÁTICA IMÃS, CAMPO MAGNÉTICO E FORÇA MAGNÉTICA 1- IMÃS-PÓLOS MAGNÉTICOS - placa de acrílico; - imãs em forma de barra; - Iimalha de ferro: - haste de material isolante com apoio vertical;

Leia mais

Centro Federal de Educação Tecnológica de Santa Catarina Departamento de Eletrônica Retificadores. Prof. Clóvis Antônio Petry.

Centro Federal de Educação Tecnológica de Santa Catarina Departamento de Eletrônica Retificadores. Prof. Clóvis Antônio Petry. Centro Federal de Educação Tecnológica de Santa Catarina Departamento de Eletrônica Retificadores Força Magnetizante, Histerese e Perdas Magnéticas Prof. Clóvis Antônio Petry. Florianópolis, setembro de

Leia mais

Aço na Construção Civil

Aço na Construção Civil Aço na Construção Civil AÇO Liga Ferro-Carbono (0,006% < C < 2%) Denso; Bom condutor de eletricidade e calor; Opaco; Comportamento elasto-plástico. Estrutura cristalina polifásica (grãos com diferentes

Leia mais

Colégio Dominus Vivendi Professor Anderson Lista de exercícios 2º ano (REC)

Colégio Dominus Vivendi Professor Anderson Lista de exercícios 2º ano (REC) Colégio Dominus Vivendi Professor Anderson Lista de exercícios 2º ano (REC) 1-(Mackenzie-SP) Numa cidade da Europa, no decorrer de um ano, a temperatura mais baixa no inverno foi de 23 ºF e a mais alta

Leia mais

CONFORMAÇÃO PLÁSTICA LAMINAÇÃO

CONFORMAÇÃO PLÁSTICA LAMINAÇÃO CONFORMAÇÃO PLÁSTICA LAMINAÇÃO 1 DEFINIÇÃO Processo de fabricação por conformação plástica direta que consiste na passagem de um corpo sólido entre dois cilindros, de modo que sua espessura sofre diminuição,

Leia mais

..... Newton C. Braga

..... Newton C. Braga Newton C Braga Newton C Braga Newton C Braga Newton C Braga Newton C Braga Newton C Braga Newton C Braga Newton C Braga Newton C Braga Newton C Braga Newton C Braga Alguns conselhos para soldagem de componentes

Leia mais

Catálogo ZF - Veicular DEZ-2008 Figura Transmissão: 16S 2280 TO Iveco Nº ZF:

Catálogo ZF - Veicular DEZ-2008 Figura Transmissão: 16S 2280 TO Iveco Nº ZF: Figura 1 01.630.010 01.630.020 01.600 01.510 01.620 01.340 01.310 2 01.030 1 Carcaça 1316 201 110 01.140 4 Pino cilindrico 0731 201 563 01.200.010 1 Bujão 0636 304 049 01.200.020 1 Anel de vedação 0730

Leia mais

Curvas de Magnetização e Histerese Perdas Magnéticas Materiais Magnéticos

Curvas de Magnetização e Histerese Perdas Magnéticas Materiais Magnéticos Centro Federal de Educação Tecnológica de Santa Catarina Departamento de Eletrônica Retificadores Curvas de Magnetização e Histerese Perdas Magnéticas Materiais Magnéticos Clóvis Antônio Petry, professor.

Leia mais

AR FUSION. Brasil. Pneumática. Resfriador de painel Tubo VORTEX SÉRIE VRP AR FUSION. Pneumática. VRP9-01 pressão de trab. 07bar

AR FUSION. Brasil. Pneumática. Resfriador de painel Tubo VORTEX SÉRIE VRP AR FUSION. Pneumática. VRP9-01 pressão de trab. 07bar Resfriador de painel Tubo VORTEX SÉRIE VRP VRP9-01 pressão de trab. 07bar WWW.ARFUSION.COM.BR Resfriador de painel VORTEX Os Resfriadores com Ar Comprimido - Vortex são destinados à aplicações especiais

Leia mais

Caixa de passagem Ex e / Ex tb

Caixa de passagem Ex e / Ex tb Tomadas/Plugs Painéis Caixa de passagem Ex e / Ex tb Segurança aumentada, tempo e jatos potentes d água. Características Construtivas Caixa de passagem e ligação fabricada em liga de alumínio fundido copper

Leia mais

Raios-x. Proteção e higiene das Radiações Profª: Marina de Carvalho CETEA

Raios-x. Proteção e higiene das Radiações Profª: Marina de Carvalho CETEA Raios-x Proteção e higiene das Radiações Profª: Marina de Carvalho CETEA Materiais Radioativos 1896 o físico Francês Becquerel descobriu que sais de Urânio emitia radiação capaz de produzir sombras de

Leia mais

10/25/10. Artur Luís Daniel Viera da Silva Inês Rocha Rodrigo Tavares Rui Moreira

10/25/10. Artur Luís Daniel Viera da Silva Inês Rocha Rodrigo Tavares Rui Moreira Artur Luís Daniel Viera da Silva Inês Rocha Rodrigo Tavares Rui Moreira 1 O que são adesivos estruturais Vantagens de desvantagens do uso de adesivos estruturais Tipos de adesivos estruturais Requerimentos

Leia mais

APÊNDICE III Correias de transmissão sem fim, síncronas, com uma circunferência

APÊNDICE III Correias de transmissão sem fim, síncronas, com uma circunferência APÊNDICE III Tendo como substância ativa um metal precioso ou um composto de 38151200 metal precioso Líquidos para freios (travões) hidráulicos e outros líquidos preparados para 38190000 transmissões hidráulicas,

Leia mais

EVACON. Resfriadores de Óleo a Ar Séries MG, HPA e HPA/2. Catálogo Técnico. Desde Distribuidor exclusivo no Brasil K CDR MANUFATURA

EVACON. Resfriadores de Óleo a Ar Séries MG, HPA e HPA/2. Catálogo Técnico. Desde Distribuidor exclusivo no Brasil K CDR MANUFATURA Resfriadores de Óleo a Ar Séries MG, HPA e HPA/2 Catálogo Técnico Distribuidor exclusivo no Brasil EVACON Desde 1982 K0937002.CDR - 221 PF:1980686-3 1011 CAPA via(s) 99999999 Introdução Os trocadores de

Leia mais

Exercícios Seletos de ùltimo Vestibular. Exercícios da Fuvest Primeira fase.

Exercícios Seletos de ùltimo Vestibular. Exercícios da Fuvest Primeira fase. Exercícios Seletos de ùltimo Vestibular Exercícios da Fuvest 2011- Primeira fase. 1 Em um ponto fixo do espaço, o campo elétrico de uma radiação eletromagnética tem sempre a mesma direção e oscila no tempo,

Leia mais

0322, 0324, Válvula solenoíde piloto, de plástico

0322, 0324, Válvula solenoíde piloto, de plástico Válvula solenoíde piloto, de plástico Construção A válvula solenoíde piloto 3/2 vias de acionamento direto consiste de um eletroímã removível com revestimento em plástico e corpo da válvula em plástico.

Leia mais

ASSINALE a alternativa que contém a velocidade final da bola e seu sentido.

ASSINALE a alternativa que contém a velocidade final da bola e seu sentido. PROVA DE FÍSICA Questão 01 Um garoto brinca com uma bola de massa de 300 g. Em certo instante, ele arremessa a bola horizontalmente em direção à parede, com velocidade constante de 2 m/s. A parede exerce

Leia mais