Rua Barão de Mauá, Guarulhos - SP - CEP Ano XI - Nº 48 - maio e junho de 2008 Aleitamento Materno

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1 1 Rua Barão de Mauá, Guarulhos - SP - CEP Ano XI - Nº 48 - maio e junho de 2008 Aleitamento Materno Uma proteção natural tanto para o bebê quanto para a mamãe. Equipe multiprofissional do Hospital Carlos Chagas apóia a amamentação na UTI Neo/Pediátrica Página 7 Caso Clínico: a Síndrome de Behçet Página 6 Um hospital que apenas eu conheço Por Álvaro J. C. Campos Página 3

2 2 Eventos Eventos do Centro de Estudos do Hospital Carlos Chagas Abril, Maio e Junho/ 2008 Local: Espaço Médico do Hospital Carlos Chagas Rua Barão de Mauá, 100-7º andar Grupo de Reflexão (mensais) - Há alguns anos o Centro de Estudos, e este ano juntamente com a Comissão de Humanização do Hospital Carlos Chagas, tendo como objetivo um espaço para reflexão de temas relativos a transtornos emocionais ou mesmo filosóficos, onde os profissionais da saúde podem elaborar suas próprias experiências de vida e também perceber a importância destas situações no envolvimento com o paciente, nos meses de abril, maio e junho, foram discutidos os seguintes temas: Fronteiras entre Dor Mental e Dor Física - Mecanismos Psicossomáticos; Violência - Limites da Razão; Espiritualidade e Religiosidade no contexto da Saúde Mental. Nestes encontros, como expositores de Casos Clínicos e facilitadores, estiveram presentes os seguintes profissionais: Dr. Carlos Maia da Silva, psicólogo do Hospital Carlos Chagas, Dra. Rosimeire Lopes, psicóloga da Seisa Assistência Médica e Dra. Cristina de Lima Coimbra, médica psiquiatra do Hospital Carlos Chagas. E DOENÇAS ASSOCIADAS CASOS CLÍNICOS DRA. LÍLIAN SERRASQUEIRO BALLINI CAETANO - PNEU- MOLOGISTA DRA. ELAINE DE AZEVEDO - REUMATOLOGISTA DRA. ENILDA MARIA DE CARVALHO COELHO - RA- DIOLOGISTA 31/05/2008 PROJETO INTERNAÇÃO MÓDULO II - PROCEDI- MENTOS CLINICOS PERIOPERATÓRIOS Participantes do Projeto Internação CAFÉ DA MANHÃ & DISCUSSÕES DE CASOS CLÍNICOS / MENSAIS Aspecto de uma das reuniões do Café da Manhã no Hospital Carlos Chagas ACHADOS CLÍNICOS E LABORATORIAIS COM AS VÁ- RIAS ESPECIALIDADES NAS ÁREAS DIAGNÓSTICA E TERAPÊUTICA, VISANDO A DISCUSSÃO DE CASOS E TROCAS DE INFORMAÇÕES. 24/04/2008 3ª. REUNIÃO: PATOLOGIAS DA TIREOIDE HIPERTIROIDISMOS - CLÍNICO / CIRÚRGICO DR.MARCOS NERES - ENDOCRINOLOGISTA DR.LUIZ CLÁUDIO MASSAROLLO - CIRURGIÃO DE CA- BEÇA E PESCOÇO 29/5/2008 4ª. REUNIÃO: ACHADOS INESPECÍFICOS NA RESSO- NÂNCIA MAGNÉTICA DO SNC DR.MARCOS DUCHÊNE - RADIOLOGISTA 26/06/2008 5ª. REUNIÃO: TROMBOEMBOLISMO PULMONAR PPROF.DR.JULIO CÉSAR DE OLIVEIRA- DEPTO DA CLÍNI- CA GERAL DO HC DE SÃO PAULO IDEALIZAÇÃO E REALIZAÇÃO: DISCIPLINA DE CLÍNICA GERAL DA FMUSP / SERVIÇO DE CLÍNICA GERAL DO HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA FMUSP COORDENADOR: DR. EDMUNDO VIEIRA PRADO FILHO - DIRETOR CLÍNICO DO HOSPITAL CARLOS CHAGAS. PATROCINIO: SANOFI AVENTIS XVIII JORNADA DE PEDIATRIA DE GUARULHOS 13 DE SETEMBRO DE 2008 PÚBLICO ALVO: MÉDICOS, RESIDENTES E ACADÊMICOS DE MEDICINA. LOCAL: ANFITEATRO DO ACHE LABORATÓRIOS FARMA- CÊUTICOS RODOVIA PRES.DUTRA KM 222,2 GUARULHOS /SP INFORMAÇÕES / INSCRIÇÕES: FONE: CEHCC / APM REGIONAL GUARULHOS / HCC Para envio de artigos científicos, inscrições e informações: Centro de Estudos em Notícias Informativo bimestral do Centro de Estudos do Hospital Carlos Chagas dirigido aos profissionais de saúde. Diretoria biênio 2006/2007 Presidente: Dr. Fusato Tamanaga; Vice-presidente: Eduardo Kamei Yukisaki; Diretora Executiva: Iliana Michelin; Vice-Diretor Executivo: Dr. Francisco Romano; Diretora de Documentação: Drª. Lílian S. Balini Caetano; Diretor de Cursos: Dr. José Carlos Yamashiro; Auditor: Dr. Edmundo Vieira Prado Filho; 1ª. Tesoureira: Regina Célia M. Baptista; 2ª. Tes.: Eliane Maria F. Alemão; 1º. Secretário: Dr. Luiz Cláudio Bosco Massarolo; 2º. Sec.: Rubens A. M. Batista; Suplente: Enf. Rosângela de Oliveira Santos - Conselho Editorial: Dr. Dácio Montans; Eduardo Kamei Yukisaki; Dr. Fusato Tamanaga Dr. Mauro Uehara (in memorium) Diretora Responsável: Iliana Michelin Projeto e Produção: Heldier Tadeu Damasceno & AGPM Agência Guarulhos de Publicidade e Marketing Projeto Gráfico e diagramação: Fernando Porfírio

3 Esta estória que vou contar não aconteceu dentro de nenhum hospital que alguém conheça, na verdade acho que somente eu conheço este hospital. É um hospital diferente, muito diferente dos outros em que também trabalho. Vejam só: nele somente existe um único médico que, por sorte, sou eu. Também atende um único paciente por vez. Somente depois de resolvido o caso deste paciente é que se aceita um novo caso. Não atende pacientes de convênios e tampouco da rede pública, somente particulares e assim mesmo se forem importantes ou parentes de pessoas muito importantes. Como no caso do último paciente que atendi, pois quando me viu já anunciou: Doutor, por favor, me ajude, sou filho de Deus. Como eu poderia negar atendimento a alguém assim tão importante. Havia fraturado a coluna cervical e estava tetraplégico. Trocando em miúdos, não havia nenhum sinal de vida do pescoço para baixo, tudo inerte. Tratei de operá-lo o mais rápido possível, mas tudo foi paliativo, os movimentos e a sensibilidade não deram o menor sinal de melhora. Como ficou alguns dias internado, iniciamos um contato mais próximo, assim como se fôssemos velhos amigos. E como é bom conversar com velhos amigos. Como já éramos velhos amigos, tomei a liberdade de saciar algumas dúvidas que, às vezes, nós médicos temos e ficamos com vergonha de perguntar. Este meu novo-velho e tetraplégico amigo era casado e tinha um filho de cinco anos. Perguntei-lhe como era se sentir apenas uma cabeça no mundo, já que do pescoço para baixo nada funcionava e ele mesmo me dizia que nada sentia. Como faria para sobreviver com tamanha dificuldade? Logicamente que esta pergunta já exprimia toda a minha fraqueza e todos os meus medos, caso estivessem às posições trocadas. As respostas vieram assim lentamente, calmamente como se fossem ondas molhando a areia escaldante deste meu mar de insegurança. Não sou apenas uma cabeça como o O hospital Humanização 3 senhor afirma, disse ele, senão reparou direito doutor, abaixo do meu pescoço o meu coração bate forte, muito forte, agora talvez com maior intensidade e necessidade de viver. Este meu coração sempre foi repleto de uma substância ativadora, talvez um neurotransmissor ainda desconhecido, capaz de vencer qualquer dificuldade e de transpor qualquer barreira. Este meu coração amou muito doutor, disse ele sorrindo. Tudo bem, eu disse, mas você me entendeu, como você vai se locomover, como vai passear com sua família, como vai sair desta cama, perguntei como se fosse eu que estivesse preso ali. Agora a resposta parecia uma brisa leve soprando para longe a realidade cruel e trazendo de volta aqueles sonhos de menino que ficaram esquecidos em algum lugar da infância, ele me disse: Doutor, o senhor nunca ouviu dizer que alma voa?. Já, eu já tinha ouvido dizer que a alma voa. Como poderia então ter me esquecido de detalhe tão importante? Eu aqui preso nesta realidade mórbida, morrendo de medo de ficar restrito a uma cama de hospital, preocupado se meus braços e minhas pernas ficassem inúteis algum dia, sendo que minha alma tem asas e pode voar, longe, muito longe, para onde eu quiser, quem sabe até para bem longe deste meu medo ridículo. Ainda insisti mais uma vez, perguntando como ele poderia sentir o toque das mãos do seu filho ou da esposa, como ele poderia acompanhar o crescimento do filho e decidir sobre as notas da escola e sobre... Ele interrompeu-me novamente com a permissão do meu silêncio e a ansiedade da minha ignorância e disse: Doutor agora meus olhos vêem além daquilo que a retina mostra, meus ouvidos ouvem aquilo que as palavras escondem e minha boca pronuncia aquilo que o cérebro teima em ocultar de mim mesmo. Este paciente recebeu alta e mesmo sem usar os braços para me abraçar eu senti o calor da sua despedida e estranhamente percebi que eu também estava curado de alguma doença, não sei bem de qual doença, mas me sentia bem melhor comigo mesmo. Talvez tenha sido efeito das drogas novas de que ele me prescreveu: amor, coração, alma, voar... Bem... Já estão me chamando novamente na sala de emergência. Outro paciente acabou de chegar. De que doença serei curado agora, penso comigo. É mesmo muito estranho este hospital que somente eu conheço. Dr. Álvaro J. C. Campos Médico Neurocirurgião do Grupo Carlos Chagas

4 4 Qualidade Gerenciamento de Risco Oque é o Gerenciamento de Risco? Identificação e prevenção de riscos, de forma a evitar danos aos pacientes, visitantes e funcionários. Hoje no mercado, já encontramos capa protetora para agulha; após a injeção aplicada ao paciente, é só ativar o dispositivo de segurança imediatamente, que a agulha fica presa dentro do protetor ativado, evitando assim risco de acidentes com perfuro cortante, prevenindo a contaminação biológica, diminuindo, dessa forma, os índices de acidentes com agulhas contaminadas. Com o objetivo de evitar tais danos ao paciente e aos processos, o Hospital Carlos Chagas está participando, juntamente com o IQG (Instituto Qualisa de Gestão), com parceria com o IHI (Institute for Helthcare Improvement-Entidade Americana), da campanha Vamos Salvar 5 Milhões de Vidas, uma iniciativa voluntária focada na proteção dos pacientes de incidentes e danos causados na assistência. Vagner de Oliveira Coordenador do Escritório da Qualidade do Hospital Carlos Chagas Com esse objetivo o Hospital Carlos Chagas, a partir do segundo semestre deste ano, iniciará o programa de Gerenciamento de Risco Institucional. Sabemos que risco é qualquer evento que possa prejudicar um processo e, como conseqüência, ocorrem os eventos: sentinela (que causa lesão ao paciente, envolvendo óbito, lesão física, psicológica sérias ou risco dos mesmos) e adversos (pode ser qualquer sinal, sintoma ou doença desfavorável e não-pretendido, temporariamente associado com o uso de um produto medicinal, seja este considerado ou não relacionado a esse produto); a Comissão de Gerenciamento de Risco, liderada pelo Dr. Paulo Sato e Dr. Edmundo Vieira Prado Filho, respectivamente vice-diretor clínico e diretor clínico do Hospital Carlos Chagas, estará identificando os riscos que podem prejudicar a assistência ao paciente. Mudar os paradigmas da assistência ao paciente exige novas abordagens na educação dos profissionais da área da saúde. Abordagens que incluem lógica da interdisciplinaridade como fator de coesão entre saberes diferentes. Os especialistas das diversas disciplinas devem estar engajados de uma vontade comum para tal projeto Centro Cirúrgico do Hospital Carlos Chagas oferece todos os recursos Com tecnologia avançada e todos os equipamentos necessários, o centro cirúrgico do Hospital Carlos Chagas oferece recursos para cirurgias das mais variadas especialidades. O Dr. Gerson de Andrade Souza, Ortopedista, Especialista em Medicina Esportiva, já realizou várias cirurgias no Hospital e um dos casos que chamou mais atenção foi o do Tenista brasileiro profissional, desde 2006, Thomaz Bellucci. O atleta foi submetido a uma Artroscopia. Fiz a primeira cirurgia no joelho em 2004, quando tinha 15 anos. Na época nem me passava pela cabeça ter que operar com aquela idade, mas foi necessário, pois sentia muitas dores. Passei por alguns médicos antes de operar com o Dr. Gerson. No momento, eu estava na transição do juvenil para o profissional, começando a jogar torneios profissionais. Parei em dezembro de 2004 e voltei a jogar torneios em julho de 2005, conta Bellucci. Após essa fase, segundo Dr. Gerson de Souza Andrade, foi indicada nova Artroscopia para certificar se havia ocorrido integração desta cartilagem reimplantada em Foi então que a cirurgia por Artroscopia foi realizada em 2006 e, para nossa satisfação, somente uma pequena porção da cartilagem não havia se integrado, sendo então retirada, e o atleta liberado plenamente para o esporte após 2 meses de fisioterapia, lembra. Segundo Bellucci a operação em 2006 foi bem mais simples. Fiquei sem jogar somente 3 meses, o que não me prejudicou. Após essa fase, o fisioterapeuta que me reabilitou foi o Ricardo Takahashi, explica o atleta. Atualmente, o atleta é o sexagésimo oitavo (68 ) do ranking mundial de tênis e o número um do Brasil. Conquistou os títulos de Campeão do Future de Sorocaba 2007, Vice - Campeão dos Challengers de Bogotá e Cuenca em 2007, Campeão do Challenger de Santiago, Florianópolis, Tunis e Rabat em Mauren Phelippe MTB Jornalista Responsável Assessoria de Comunicação Hospital Carlos Chagas Telefone: 55(11)

5 A importância do tratamento da dor Atualização 5 A dor não é apenas um sintoma. É causa de anormalidades neurovegetativas, músculoesqueléticas, imobilismo e comportamentos psíquicos. Resulta em repercussões funcionais e orgânicas adversas que podem comprometer o resultado do tratamento da lesão original, produzir seqüelas ou mesmo constituir risco de morte. É uma das mais importantes razões para a procura de profissionais de saúde. Estudos epidemiológicos revelam que 20% dos americanos sofrem de dor crônica. As despesas médicas, aliadas aos custos da diminuição de produtividade desses indivíduos, estão estimadas entre 40 e 60 bilhões de dólares/ano. Dados epidemiológicos brasileiros evidenciam que a prevalência da dor crônica em nosso país tem números semelhantes. A dor pode estar relacionada a uma doença, ou surgir após um acidente ou lesão. As dores mais comuns são a dor de cabeça, a dor nas costas, as dores musculares e do aparelho locomotor, as dores articulares, as relacionadas ao câncer, as dores de dentes e as da região da boca e da face, as dores causadas por lesão do sistema nervoso (nervos, medula e cérebro), as viscerais e as dores relacionadas ao trabalho. Com o aumento da vida média dos brasileiros, é muito importante prestarmos também atenção às dores dos idosos. O tratamento da dor O tratamento enfoca três grandes eixos: o cuidado médico - pelo diagnóstico preciso e da tentativa de redução ou eliminação da dor (nocicepção e redução da intensidade dolorosa), a reabilitação física e a reabilitação e reintegração psicossocial (redução dos sofrimentos e dos comportamentos dolorosos com promoção dos comportamentos saudáveis e adaptativos). A complexidade do problema e suas diferentes repercussões justificam a necessidade de assistência especializada para os casos resistentes ao tratamento monomodal e a organização de centros multiprofissionais dedicados ao tratamento integrado. Deste modo, a abordagem adequada da pessoa com dor envolve a combinação dos cuidados somáticos, psíquicos e sociais, além da atenção à reintegração funcional e a reabilitação física, psíquica, laboral e ocupacional. Resumidamente os pilares da abordagem terapêutica do paciente com dor são: Prevenção; Remoção das causas; Educação; Meios Físicos; Meios Psicológicos; Meios Farmacológicos; Meios Anestésicos; Meios Neurocirúrgicos; Reabilitação Biopsicosocial; Reintegração Funcional. Antes de tudo devemos prevenir o desenvolvimento de condições dolorosas, sejam elas agudas ou crônicas. Cuidados com a saúde, hábitos saudáveis de vida, exames preventivos e o diagnóstico precoce de determinadas doenças e agravos à saúde são fundamentais, principalmente quando associados a medidas ergonômicas, posturais e laborais. O condicionamento físico adequado, exercícios de alongamento e pausas planejadas no trabalho também podem ter um impacto favorável na prevenção de algumas condições dolorosas. O tratamento adequado dos processos dolorosos já instalados tem como base o diagnóstico correto e a remoção das causas. Na dor aguda em geral, a remoção das causas, o uso dos meios farmacológicos adequados e, em determinados casos, procedimentos de fisioterapia e/ou psicologia são suficientes para a melhora da dor e retorno do indivíduo às suas funções normais. Portanto, na dor aguda, enfocamos, de um modo geral, na remoção da nocicepção e no tratamento da intensidade da dor e geralmente temos sucesso com o emprego destes meios. Nos casos de dores crônicas há, de um modo geral, dada a sua complexidade, a necessidade de tratamentos multimodais e de mais longa duração que poderão ser realizados através de equipes multiprofissionais. Nestes casos o tratamento não tem como objetivo somente o desaparecimento da dor (que nem sempre é possível), mas o controle ou redução dos demais sintomas e desconfortos associados, a melhoria da adesão ao tratamento e adaptações para a realização das tarefas e atividades da vida diária, a eliminação de distorções cognitivas, a diminuição do uso abusivo e/ou inadequado de medicamentos e do sistema de saúde, a reintegração do indivíduo na sua atividade profissional com o intuito de melhorar a qualidade de vida do paciente e reduzir a sobrecarga à família e cuidadores. O Hospital Carlos Chagas com o intuito de aprimorar a qualidade de assistência aos pacientes promoverá o cuidado de dor norteado pelos princípios acima descritos. As atividades do Grupo de Dor do hospital iniciar-se-ão em uma primeira fase em ambulatório (atendimento as sextas-feiras), sendo acompanhada futuramente com atendimento aos pacientes internados, além de atividades de ensino a serem promovidas pelo Centro de Estudos do hospital. Dr. Roberto de Oliveira Rocha Médico Anestesiologista - Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo - Título Superior de Anestesiologia Sociedade Brasileira de Anestesiologia Médico Acupunturista - Associação Médica Brasileira de Acupuntura Formação em Dor - Sociedade Brasileira de Anestesiologia Fellow of Interventional Pain Practice for American Society Pain Physician

6 6 Caso Clínico Discussão de Caso Clínico: Síndrome de Behçet Identificação: GMR, 47 anos, casado, pardo, natural da Bahia e procedente de Guarulhos (há + de 25 anos), aposentado (ocupação anterior: tintureiro). HMA: Paciente previamente hígido, em acompanhamento desde 2003 quando iniciou quadro de episódios recorrentes de febre, cefaléia, rigidez de nuca, com duração de 3-5 dias. Internado diversas vezes com hipótese de meningite bacteriana (sem identificação de agente etiológico), e tratado com antibióticos. Em todas as ocasiões, apresentava boa evolução clínica (desaparecimento das queixas), após antibioticoterapia. Em algumas ocasiões, apresentava aftas orais que desapareciam espontaneamente. Após 06 meses de evolução (+ ou - 5 internações), recebeu diagnóstico de meningoencefalite asséptica recorrente, provavelmente secundária à Doença de Behçet. Hábitos/ antec.: tabagista (01 maço/dia) Evolução/ terapia: Instituído tratamento das manifestações inflamatórias inicialmente com corticosteróides na forma de pulsoterapia (Solumedrol), observando-se desaparecimento dos sintomas. Entretanto, paciente evoluiu com recorrências das alterações do SNC e, após cada episódio de meningoencefalite, deterioração das funções mentais (síndrome demencial progressiva). Realizados tratamentos alternativos com imunossupressores isoladamente (ciclofosfamida, ciclosporina, clorambucil) e imunobiológicos (infliximab), sem sucesso. Síndrome de Behçet: desordem inflamatória crônica, multissistêmica que pode apresentar o envolvimento mucocutâneo, ocular, genital, articular, vascular, do sistema nervoso central (SNC) e do trato gastrintestinal. Sua etiologia é desconhecida; caracteriza-se por alterações histopatológicas do tipo vasculite comuns em todos os órgãos comprometidos. Sugerem-se causas imunológicas (incluindo auto-imune), virais e predisposição imunogenética ligada ao HLA como determinantes para a doença. Inicia-se geralmente na terceira década e ocorre mais frequentemente em homens (2:1). É mais comum na região do Mediterrâneo e em alguns países asiáticos, especialmente o Japão. As úlceras orais dolorosas recorrentes são freqüentemente a primeira manifestação da doença. Lesões similares são vistas na região genital (pênis, escroto, vulva e vagina), onde podem ser assintomáticas. As alterações oftalmológicas (iridociclite recorrente, coroidite, vasculite retiniana, papilite), também são comuns. Alterações cutâneas ocorrem em até 80% dos casos e são variadas (pápulas, pústulas, vesículas, foliculite, eritema nodoso). Artrite auto-limitada de grandes articulações ocorre em até 50% dos casos. Também podem estar presentes tromboflebite superficial e/ou profunda recorrentes e vasculite generalizada com envolvimento renal e formação de aneurismas e trombose. O envolvimento do SNC ocorre em 18% dos casos e pode apresentar-se como meningoencefalite, hipertensão intracraniana benigna, ou lesões cerebrais e medulares diversas com potencial risco à vida. O diagnóstico é clínico e as anormalidades laboratoriais são inespecíficas, porém características de doença inflamatória. Devem ser considerados como diagnósticos diferenciais: Síndrome de Reiter, Síndrome de Stevens-Johnson, Lúpus Eritematoso Sistêmico, doenças inflamatórias intestinais, infecção pelo Herpes simplex (especialmente nos casos de meningite asséptica recorrente). Não há consenso quanto ao tratamento da doença. Reserva-se o uso de corticosteróides em altas doses para as manifestações mais graves e de ciclosporina para as alterações oftalmológicas não responsivas à corticoterapia. Exames: HIV,Sífilis, CMV, EBV, Mononucleose, Toxoplasmose - negativos. VHS:40 mm/h Hemograma, imunoeletroforese de proteínas e mielogram normais IgA- 351 (VN > 318) IgG 1522 ( 672 a 1440) IgM 124 (57 a 285) FAN, anti-dna, FReumatóide, ANCA, anticoagulante lúpico, anticardiolipina, anti-sm negativos Líquor (várias ocasiões durante episódios de febre e rigidez de nuca): hipercelularidade com predomínio de polimorfonucleares e aumento de proteínas. Após três dias de evolução há normalização das alterações prévias. RM - Encefalo, cortes axiais, sequência FLAIR , 2007 e Observar a variação das lesões que se apresentam brancas e o aumento dos ventriculos laterais. Dra. Elaine de Azevedo Reumatologista do Hospital Carlos Chagas Diretora Científica da Sociedade Paulista de Reumatologia (gestão ) Médica assistente responsável pelo ambulatório de doenças osteometabólicas do Serviço de Reumatologia do Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo HSPE

7 Prevenção 7 Amamentar, um ato de Amor. O nascimento de um filho é uma experiência única e gratificante, mas pode também, em função dos constantes e novos desafios enfrentados, representar problemas, dificuldades, dúvidas e ansiedades. Os pais, ao longo de suas vidas, terão que tomar inúmeras decisões importantes para os seus filhos, uma das primeiras e mais importante é, seguramente, como alimentá-los após o nascimento. O aleitamento materno é, quase sempre, a melhor opção para a alimentação de um recém-nascido. As diversas vantagens que esta forma de alimentação representa são amplamente conhecidas, pelo que, hoje em dia, muitos pais têm a noção de que esta é a melhor escolha. Mas a decisão de amamentar, se não é difícil de tomar, pode ser difícil de concretizar. Podem existir dificuldades reais em amamentar e o apoio e a ajuda dos profissionais de saúde e dos mais próximos são essenciais para que as mães consigam ultrapassá-las. O aleitamento materno é uma capaci- dade que se aprende. Tradicionalmente, aprendia-se com os familiares e vizinhos, de mulher para mulher. Atualmente, com as modificações verificadas em termos so- Lei n , de Julho de 1990, Art.10: É direito de toda mãe permanecer ao lado do seu filho durante o período de hospitalização. ciais, as mulheres são obrigadas a recorrer aos profissionais de saúde para a obtenção de ajuda, e estes têm que estar preparados e disponíveis para assumirem tal papel. Na maternidade do Hospital Carlos Chagas, os médicos e os enfermeiros, em busca de garantir o binômio mãefilho, se prontificaram a instituir, através de pesquisas junto ao banco de leite humano de Guarulhos, treinamentos para realização deste ato que possibilita às mães a retirarem o leite, através de ordenha, para oferecer aos seus bebês internados na UTI Neonatal e UTI Pediátrica. Buscando cada vez mais a humanização para as mães e bebês do Hospital Carlos Chagas, na UTI Neonatal, estamos executando esse trabalho de Ordenha Materna, que preconiza o ato de amamentar e permanecer acompanhando seus filhos, com respaldo na Lei n 8.069, de Julho de 1990, Art.10: É direito de toda mãe permanecer ao lado do seu filho durante o período de hospitalização. Trabalho realizado pela Equipe Multiprofissional da UTI Neonatal/ Pediátrica do Hospital Carlos Chagas.

8 8 Vida Vida falando de Vida e cuidando de Vidas Homenagem aos colaboradores com mais de 25 anos de Hospital Carlos Chagas Um sonho em comum dos doutores Dácio Montans, José Nicola Ballini, Eduardo Yukisaki, Alexandre Francisco Lourenço, Valentim M. Fernandes e, in memorian, os saudosos João Thomaz Fiordelice e Antonio Garcia: um hospital capaz de tornar-se referência, agregando valores com os doutores Antonio Carlos Garcia, Lilian Serrasqueiro Ballini Caetano e os senhores Eduardo Kamei Yukisaki e Maria Eugênia Fiordelice V. Pimentel. E este sonho, também foi acalentado por seguidores, os seus colaboradores, que também sonharam e ainda vivem este sonho que tornou-se realidade e que Membros da diretoria e coloboradores com mais de 25 anos no Hospital Carlos Chagas nunca vai parar de ser cada vez melhor, atual e excelente. Colaboradores do Hospital Carlos Chagas com mais de 25 anos de relevantes serviços prestados: Maria de Lourdes Moura, 37 anos; Verginia Vitor Burdin, 36 anos; Damiana Maria Santos Souza, 33 anos; Wilma Candido da Silva,33 anos; Magnólia Franco dos Santos, 30 anos; Luzinete Maria da Silva, 29 anos; Maria Aparecida Saturnino Batista, 29 anos; Ana Maria Avelino, 28 anos; Edmundo Vieira Prado Filho, 28 anos; Iliana Michelin, 28 anos; Ivani Gonçalves Di Pardo, 28 anos; Carlos Américo Rente, 27 anos; José Carlos Teixeira da Silva, 27 anos; Maria da Penha Cortez Nunes, 27 anos; Suely Costa Cintra, 27 anos; Claudionora Benedita da Silva, 26 anos; Sonia Aparecida Salvatore Roque, 26 anos; Ozilda Lopes da Silva 25 anos; e, Regina Célia Montório Baptista, 25 anos. A estes preciosos colaboradores, o agradecimento de toda diretoria do Hospital Carlos Chagas.

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