ESCOLA SUPERIOR DO BRASIL ESAB CURSO LATO SENSU EM ENGENHARIA DE SISTEMAS JOSIMAR TOZE AGUIAR

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ESCOLA SUPERIOR DO BRASIL ESAB CURSO LATO SENSU EM ENGENHARIA DE SISTEMAS JOSIMAR TOZE AGUIAR"

Transcrição

1 ESCOLA SUPERIOR DO BRASIL ESAB CURSO LATO SENSU EM ENGENHARIA DE SISTEMAS JOSIMAR TOZE AGUIAR COMÉRCIO ELETRÔNICO: A comercialização virtual de hardwares Vila Velha ES 2008

2 JOSIMAR TOZE AGUIAR COMÉRCIO ELETRÔNICO: A comercialização virtual de hardwares Monografia apresentada à ESAB Escola Superior Aberta do Brasil, sob orientação da Prof.ª Beatriz Christo Gobbi. Vila Velha ES 2008

3 JOSIMAR TOZE AGUIAR COMÉRCIO ELETRÔNICO: A comercialização virtual de hardwares Aprovada em de de. Vila Velha ES 2008

4 A Deus, por ter me dado força, paciência e dedicação. Aos meus pais pelo carinho e atenção.

5 AGRADECIMENTOS A minha orientadora pela atenção e pelo conhecimento compartilhado. Aos professores que, ao longo do curso, não mediram esforços na disseminação do conhecimento. Aos colaboradores pela ajuda e pela atenção.

6 [...] nada é fixo para aquele que alternadamente pensa e sonha [...] (Gaston Bachelard)

7 RESUMO A evolução da internet fez emergir diversas novas áreas de conhecimento, dentre elas o e-commerce, responsável por realizar transações de compra e venda pelo ambiente virtual. Toda evolução ocasiona mudanças e resistências, um gestor deve ter conhecimento sobre as mesmas e como minimizá-las, como forma de se manter em um mercado cada vez mais globalizado e competitivo. Sabe-se que o novo de hoje é o antigo de amanhã, e as organizações precisam acompanhar e se adaptar ao desenvolvimento tecnológico, assim como lidar com as resistências individuais de cada membro de uma organização, com relação à tecnologia. Este trabalho descreve as vantagens em se utilizar o comércio eletrônico, os principais problemas relacionados à segurança e os aspectos legais envolvidos. Identificando os principais fatores que levam à resistência em se fazer uso do e-commerce e de que forma essa mudança vem ocorrendo em nossa sociedade. O seu crescimento é constante e, a cada dia, conquista-se a adesão de novos internautas.

8 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO SITUAÇÃO PROBLEMÁTICA JUSTIFICATIVA OBJETIVO Objetivo Geral Objetivos Específicos METODOLOGIA FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA COMÉRCIO ELETRÔNICO O que é necessário para se realizar o comércio eletrônico? Etapas da comercialização Os produtos virtuais O CRESCIMENTO DO COMERCIO ELETRÔNICO NO BRASIL Vantagens e desvantagens Motivos para utilizar o comércio eletrônico Legislação brasileira e internacional Aspectos legais Transações presenciais e transações não-presenciais A SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO Como tornar a venda segura? Hardwares: por que o medo de comprá-los na internet? Confiabilidade x Segurança Sugestões de tipos de proteção Tecnologias disponíveis Tipos de ataques... 43

9 2.4 ESTRATÉGIAS NO COMÉRCIO ELETRÔNICO Retorno dos clientes Respostas aos clientes Fidelização dos clientes PARA ONDE VAI O COMÉRCIO ELETRÔNICO CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS... 53

10 9 1 INTRODUÇÃO A adoção da Tecnologia da Informação TI tem sido considerada uma vantagem competitiva essencial para as organizações que buscam responder ativamente às mudanças cada vez mais rápidas no mercado e, conseqüentemente, quem não tem acesso à informação estará à margem dessa nova sociedade. Entretanto, nos últimos anos é possível perceber um avanço surpreendente na tecnologia da informação e nos meios de comunicação, tal como a internet, a qual está modificando o modo de vida da sociedade. Nos dias de hoje, muitas pessoas tem acesso a internet, principalmente com o programa do governo sobre inclusão digital. São mais de 10 milhões de usuários no Brasil e a tendência é que essa quantidade virtual aumente cada vez mais. O desenvolvimento das novas tecnologias de informação e comunicação NTIC exerce um papel transformador na sociedade moderna, permitindo o rompimento de barreiras geográficas e a livre circulação de informação e conhecimento. Hoje é possível realizar compras no exterior sem sair da usa residência, através do comércio eletrônico ou e-commerce. O comércio eletrônico CE tem se mostrado, através do crescimento comprovado pelas estatísticas, como a nova promissora forma de comércio dentro do contexto da economia global. O e-commerce é uma nova forma de comércio, onde o produto é conhecido, demonstrado e vendido por meios eletrônicos. Atualmente o meio mais popular é a internet. O comércio eletrônico pode ser utilizado para serviços econômicos, propaganda, catálogos, compra e pagamento de contas. A localização geográfica para que esses serviços sejam operacionalizados é irrelevante, posto que a internet tenha presença mundial, de forma a contribuir sensivelmente para a globalização do comércio mundial.

11 10 No ambiente do CE é indiscutível a importância da segurança da informação. O aumento no número de aplicações, a distribuição dessas aplicações através do uso maciço de redes de computadores e o número crescente de ataques a esses sistemas, retrata essa preocupação e justifica o esforço em pesquisas voltadas para essa área. Novos mecanismos, técnicas mais eficientes e normas internacionais para a gestão de segurança da informação são constantemente desenvolvidos, incentivados por instituições governamentais e empresas preocupadas com o atual estágio da maioria das instalações computacionais. Diante do medo e da incerteza com relação à segurança dos dados trocados via internet, utilizando-se do CE, devido ao ataque de crackers (invasão de privacidade), é necessário que as empresas procurem utilizar a eficiência e a eficácia da TI ao seu favor e mostre para seus clientes o quanto eles devem ganhar em economia de tempo, comodidade, facilidade, rapidez no atendimento, em alguns casos até redução de custo, além de criarem sites que possam transmitir confiabilidade, credibilidade e segurança para seus respectivos clientes. É necessário que a empresa mostre aos consumidores que a tecnologia utilizada no seu site é segura e confiável, pois possui criptografia, certificado digital, entre outras ferramentas de segurança disponíveis. Além de agilizar os processos, devem dificultar e impedir os ataques de crackers. É necessário ressaltar que o comércio eletrônico é mais simples, rápido, dinâmico e cômodo para o cliente. Desse modo é possível mostrar o que o seu uso pode trazer a quem não possui medo de se adaptar a era da informação, do conhecimento e da tecnologia, variados benefícios.

12 SITUAÇÃO PROBLEMÁTICA Para alcançar suas metas, sedimentando de forma confiável as suas transações na internet, o comércio eletrônico precisará vencer o que podemos considerar como um dos seus maiores desafios, a mudança de hábito das pessoas. Considerando que o consumidor busca principalmente efetuar uma compra de forma segura e ter a certeza do recebimento da mercadoria, o comércio eletrônico deverá estabelecer critérios rígidos de segurança na rede e deixar transparecer de forma consistente a confiabilidade das informações dos produtos comercializados. Por outro lado, podemos considerar o e-commerce como um iceberg do qual já não se pode mais escapar, visto que a internet se transformou num magnífico e dinâmico canal de compras, proporcionando comodidade e facilidade para os internautas de todo o mundo. Diante desses aspectos, de que forma o comércio eletrônico poderá proporcionar confiabilidade nos consumidores para a comercialização de hardware?

13 JUSTIFICATIVA Diante de um crescimento espantoso ano a ano, o Comércio Eletrônico com sua vasta variedade de produtos, artigos e serviços disponíveis para o cliente, existe como algo a ser explorado, com potencialidade para ser tornar um grande sucesso de vendas desde que seja bem planejado e amigável a todos os tipos de classe social. Apesar do grande número de usuários, ainda não se conquistou a confiabilidade necessária para a comercialização de alguns produtos, como hardwares, por exemplo. Ainda pouco explorado e com uma movimentação pequena, já que para esses produtos, a confiança é um fator primordial a ser considerado. Aumentando cada dia, a venda de microcomputadores está mais acessível, podemos dizer que boa parte dessa demanda se dá para uso doméstico. O que se vê hoje é que o acesso à era digital não é mais algo inatingível para os brasileiros, o computador já faz parte da vida de diversas classes sociais. Já não conseguimos nos imaginar sem internet, são inúmeros os brasileiros ligados na rede mundial. Vinculado a essa enorme inclusão digital está o comércio eletrônico, que com a sua comodidade acaba por atrair mais e mais consumidores, gerando novos negócios. É preciso planejar e descobrir um meio de explorar de forma satisfatória essa demanda, proporcionando mais segurança e visando sempre a satisfação do cliente.

14 OBJETIVO Objetivo geral Realizar um estudo destacando a influência do comércio eletrônico no mercado brasileiro e as expectativas dos consumidores na compra virtual hardwares Objetivos específicos Elaborar um levantamento histórico da utilização do comércio eletrônico e o seu crescimento no mercado brasileiro. Relatar as principais vantagens e desvantagens durante as etapas da comercialização virtual. Analisar a segurança da informação e a resistência dos consumidores na compra virtual de hardwares.

15 METODOLOGIA Buscando a ampliação do conhecimento, foi elaborado um estudo que tem a finalidade de entender e melhor trabalhar o comércio eletrônico. Portanto, é importante a definição do método de pesquisa que será utilizado, assim, segundo Cervo e Bervian (2002, p. 23), método é a ordem que se deve impor aos diferentes processos necessários para atingir certo fim ou um resultado desejado. Caracterizando-se como uma pesquisa exploratória, baseado em pesquisa bibliográfica, o presente estudo busca o aprimoramento dos processos dentro da área de Tecnologia de Informação, focando o e-commerce. Segundo Cervo e Bervian (2002, p. 69): O estudo exploratório, designado por alguns autores como pesquisa quase científica ou não científica é, normalmente, o passo inicial no processo de pesquisa pela experiência e um auxílio que traz a formulação de hipóteses significativas para posteriores pesquisas. Pode-se dizer que se trata de uma pesquisa exploratória, pois o estudo busca demonstrar um pouco mais sobre a venda de produtos através da internet. Por se tratar de um mercado ainda não sedimentando na visão dos consumidores, tais estudos tem como objetivo familiarizar-se com o fenômeno ou obter nova percepção do mesmo e descobrir novas idéias (CERVO e BERVIAN, 2002, P. 69). O presente estudo foi desenvolvido, por meio de pesquisas e revisões bibliográficas de autores teóricos e contemporâneos, artigos e periódicos. O método utilizado foi o dedutivo, com argumentações construídas através de estruturas lógicas. Segundo Cervo e Bervian (2002, p. 34): A dedução é a argumentação que torna explícitas verdades particulares contidas em verdades universais. O ponto de partida é o antecedente, que afirma uma verdade universal, e o ponto de chegada é o conseqüente, que afirma uma verdade menos geral ou particular contida implicitamente no primeiro.

16 15 Abrangendo toda a bibliografia já tornada pública, será utilizada a pesquisa bibliográfica. Marconi e Lakatos (1999, p. 71), afirmam que: A pesquisa bibliográfica, ou de fontes secundárias, abrange toda bibliografia já tornada pública em relação ao tema de estudo, desde publicações avulsas, boletins, jornais, revistas, livros, pesquisas, monografias, teses, material cartográfico, internet, etc. Sua finalidade é colocar o pesquisador em contato direto com tudo o que foi escrito, dito ou filmado sobre determinado assunto, inclusive conferências seguidas de debates que tenham sido transcritos por alguma forma, quer publicadas quer gravadas. Com a pesquisa bibliográfica, será possível explicar o problema a partir de documentos publicados e referenciais teóricos, como também analisar as contribuições científicas existentes sobre o e-commerce. A pesquisa bibliográfica será feita através de livros, revistas técnicas, jornais e publicações acadêmicas avulsas e internet. Segundo Lakatos e Marconi (1990, p. 44), as fases da pesquisa bibliográfica estão compreendidas na escolha do tema, elaboração do plano de trabalho, identificação, localização, compilação, fichamento, análise, interpretação e redação. Foi realizada uma pesquisa bibliográfica a respeito do comércio eletrônico, evidenciando as necessidades dos consumidores em obter uma maior segurança nas transações realizadas na rede, que será aprofundada no decorrer do desenvolvimento do estudo proposto. Através da pesquisa, foram coletadas todas as informações necessárias para a realização do estudo, que enfocou uma abordagem atualizada proporcionando uma visão mais ampla sobre a relação comercial na internet.

17 16 2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 2.1 COMÉRCIO ELETRÔNICO O comércio eletrônico (e-commerce) é sem dúvida um novo fenômeno mundial, trata-se de uma ferramenta gerada a partir de um crescimento extraordinário da internet na década de 90 até os dias de hoje. Tradicionalmente, empresas de venda direta realizam seus negócios através de lojas físicas em pontos estratégicos como shoppings e centros comerciais. Esse tipo de negócio concentra a venda em determinadas regiões de acordo com suas características e nicho econômico. Utilizando-se sempre de alguns fatores como estratégias de venda: produto/consumidor/aceitação/área geográfica, busca constantemente o aumento do lucro. Isso faz com que somente as grandes empresas se sobressaiam, pois estas têm estrutura para obter mais recursos financeiros a fim de transformar em lucro seus investimentos. Com a popularização da internet e com a era da globalização, surge essa nova modalidade de comércio mudando drasticamente o cenário comercial atual. Segundo Albertin (2004, p.15): O comércio eletrônico é a realização de toda a cadeia de valor dos processos de negócio num ambiente eletrônico, por meio da aplicação intensa das tecnologias de comunicação e de informação, atendendo aos objetivos de negócio. Os processos podem ser realizados de forma completa ou parcial, incluindo as transações negócio-a-negócio, negócio-aconsumidor e intra-organizacional, numa infra-estrutura predominantemente pública de fácil e livre acesso e baixo custo. As grandes e médias empresas já aderiram a essa nova modalidade em paralelo a anterior, outras já iniciaram suas atividades de forma on-line, sem existência física. Algumas ainda relutam em entrar na era digital, principalmente as de pequeno investimento, talvez por receio da falta de segurança nessa relação com o cliente via internet ou por falta de planejamento e treinamento de pessoal ou ainda por não estar antenada a nova era digital.

18 17 Entende-se por comércio eletrônico (CE) qualquer transação negociada eletronicamente. Segundo Cameron, em 1997, (apud ALBERTIN, 2004, p. 15), CE inclui qualquer negócio transacionado eletronicamente, em quem essas transações ocorrem entre dois parceiros de negócio ou entre um negócio e seus clientes. Segundo Kalakota e Whinston afirmaram em 1997 (apud ALBERTIN, 2004, p. 15), CE pode ter definições diferentes, dependendo de para quem se pergunte: de uma perspectiva de comunicações, o CE é a entrega de informações, produtos/serviços, ou pagamentos por meio de linhas de telefone, redes de computadores ou qualquer outro meio eletrônico; de uma perspectiva de processo de negócio, o CE é a aplicação de tecnologia para a automação de transações de negócio e fluxos de dados; de uma perspectiva de serviço, o CE é uma ferramenta que endereça o desejo das empresas, consumidores e gerência para cortar custos de serviços, enquanto melhora a qualidade das mercadorias e aumenta a velocidade da entrega do serviço; de uma perspectiva on-line, o CE provê a capacidade de comprar e vender produtos e informações na Internet e em outros serviços on-line. O comércio eletrônico não se resume apenas nas lojas que vendem seus produtos na internet. As transações bancárias ou qualquer prestação de serviço via rede podem ser definidos como CE. Podemos definir o comércio eletrônico como a compra e a venda de informações, produtos e serviços por meio da rede de computadores. A década de 90 foi marcante para internet devido ao surgimento de serviços que começariam a torná-la mais popular e mais presente em nosso dia a dia. Com a ajuda do software Mosaic (browser de internet criado pelo estudante Marc Andreesen) entre os anos de 1993 e 1994, essa popularidade aumentou assustadoramente e esse software tornou-se um marco na história do comércio eletrônico (FERREIRA NETO, 2001). Ainda na década de 90, com o surgimento de instrumentos de pesquisas como Yahoo, Infoseek e Altavista que facilitavam a busca por toda e qualquer informação, surgem também empresas provedoras de internet como América On-line entre outras. A partir daí, os microcomputadores começavam a vir de fábrica com os

19 18 softwares necessários para acesso à rede incorporada e, junto, houve um incremento imenso no número de provedores de acesso (FERREIRA NETO, 2001). O desenvolvimento do Comércio Eletrônico encontra-se em pleno movimento, pois a internet oferece opções ilimitadas para alterar a forma como as empresas são administradas, resultando no ambiente empresarial mais dinâmico nos dias de hoje. O seu rápido crescimento está estimulando a economia criando novas oportunidades e aumentando a concorrência. Figura: Ambiente Tecnológico Fonte: Palestino, 2001, p. 280 A UNCITRAL (Comissão das Nações Unidas para o Direito Comercial Eletrônico Internacional), em 1996, adotou a Lei Modelo sobre Comércio Eletrônico, propondo as principais normas a serem adotadas nas legislações nacionais, visando criar um ambiente internacional para o desenvolvimento dessa nova modalidade de negócios (DELPUPO, 2001).

20 19 Já em 1997, o Presidente dos Estados Unidos, Bill Clinton, propôs uma série de linhas mestras a serem adotadas pelos países, quer no âmbito de suas legislações, quer no que tange ao procedimento dos governos e das empresas, de forma a permitir o progresso global do comércio. No mesmo período ocorreu a Global Information Networks: Realing the Potencial, em Bona, que resultou em recomendações sobre o Comércio Eletrônico no âmbito da Comunidade Européia e da cooperação internacional. Desses movimentos nasceu, no final daquele ano, a declaração conjunta sobre comércio eletrônico, firmada pelos presidentes dos Estados Unidos e da Comunidade Européia (DELPUPO, 2001). No Brasil, não há lei tratando do comércio eletrônico, existem apenas projetos de lei tramitando no Congresso Nacional tais como: os de nº /99 da OAB/SP que trata do comércio eletrônico, o projeto de lei nº. 22 que dispõe acerca dos documentos produzidos e armazenados em meio eletrônico e o projeto de lei nº. 148 que trata da assinatura digital e fatura eletrônica (DELPUPO, 2001). Ainda segundo Delpupo (2001), o crescimento do comércio eletrônico deu-se a partir de 1995, desde então, segue um contínuo crescimento acelerado. Os especialistas chegam a dizer que o comércio eletrônico representa para a revolução da informação o que a ferrovia representou para a revolução industrial. A internet através de seus serviços básicos como o correio eletrônico e www World Wibe Web ou Web tem dado espaço para a realização de negócios. Os avanços da tecnologia da informação nas áreas de hardwares, softwares e telecomunicações, favoreceram o crescimento acelerado nos últimos anos do comércio eletrônico na internet. A verdade é que as inúmeras opiniões de especialistas no assunto refletem o caráter revolucionário desta nova maneira de fazer negócios e, a sua grande influência na relação fornecedor/cliente. Porém, não há dúvidas de que ainda existem inúmeras incógnitas sobre esta nova maneira de fazer negócios, se veio para ficar, ou se é mais um modismo passageiro, porém, fica claro que esta nova tecnologia tem que ser conhecida e compreendida

21 20 pelas organizações, sob pena de perder competitividade, flexibilidade e lucratividade, em curto tempo O que é necessário para se realizar o comércio eletrônico? As empresas virtuais devem se enquadrar na forma de negócio que melhor se adaptam aos seus perfis e tipos de serviços ou produtos ofertados, para que possam oferecer seu portfólio ao tipo de consumidor correto e que a negociação possa gerar resultados satisfatórios. De acordo com Palestino (2001, p. 239), simplificando é possível definir as seguintes formas de negócios eletrônicos: Business to Consumer (B2C) que conecta empresa com clientes, mais relacionando com as áreas de varejo e comércio direto onde o consumidor final, ou seja, o cliente é o alvo que se busca através da internet; Business to Business (B2B) onde empresas estabelecem relacionamentos de negócios, com certo nível de junção eletrônica entre os seus sistemas de compras, vendas, distribuição etc; Consumer to Consumer (C2C) em que uma empresa faz intermediação, via internet, da compra e venda de insumos, numa espécie de bolsa ou leilão, onde compradores e vendedores se encontram para estabelecer um relacionamento de negócios; Consumer to Business (C2B) em que um cliente comum vai a certo site que intermedia venda de passagens de avião e faz sua oferta para uma passagem do Rio de Janeiro a New York. O cliente está acionando, nesse caso, diretamente o negócio e por fim, e não menos importante, o Business to Govermment (B2G) que está relacionada com suas ações dos governos e de empresas estatais em direção à compra via internet. É importante para as pessoas saberem como funciona um processo de compra através do e-commerce, porque desse modo elas não se preocuparão com os possíveis erros que poderão ocorrer como, por exemplo, um erro de digitação do número de cartão de credito e elas também não terão medo de realizarem sozinhas as suas compras via internet, porque já terão a previsão do processo completo. Conforme Palestino (2001, p. 288), um processo básico de compra poderia seguir o seguinte fluxo:

22 21 - Primeiro o comprador confirma o seu pedido; - Depois o sistema recebe o pedido, gera uma identificação (ID) e coloca no Banco de Dados (BD), com status pendente; - Logo em seguida o sistema envia informações para o Servidor de Pagamentos (SP) validarem cartão, endereço, data de expiração, depois SP devolve as informações; - Então se as informações estiverem corretas, atualiza pedido no BD, com status o.k; - Logo depois é enviada uma página de agradecimento ao cliente e é enviado também, um com os detalhes completos da transação efetuada, data provável de entrega etc. e caso as informações não estejam certas, devido a problemas no cartão, o cliente é avisado sobre este problema; - Se ocorrer outro problema devido à falta de informações (link do SP caído, SP fora do ar), é mantido o pedido em status pendente e o cliente é avisado sobre envio de confirmação futura. As empresas devem informar de modo resumido as etapas que deverão ser realizadas até o final do processo de compra. Se o cliente souber antecipadamente esses passos, ficará muito mais fácil para ele realizar suas compras via internet e ele também se sentirá mais confiante e seguro de que conseguirá realizar todo o processo Etapas da comercialização O Comércio Eletrônico só funcionará através de um ambiente digital, ou seja, o ambiente digital oferece todo o suporte para que as compras eletrônicas possam ocorrer. Devido a isto, é necessário que por trás do site do CE, exista um ambiente digital seguro, confiável e estável para que não ocorram problemas na realização das compras, no acesso e na navegação do site, na velocidade e no tráfego de informações. Para se constituir um ambiente digital para que o e-commerce possa ser implantado são necessários os seguintes componentes, conforme Albertin (2002, p.37): Uma infovia (Information Highway I-way ou Infovia) que é um conjunto de estradas (vias) de dados conectadas de muitas formas: fios de telefone, fios de tv a cabo, e sem fios baseados em rádio, celular e satélite e não uma estrada de dados estática: a Internet que é um sistema de distribuição de

23 22 informação espalhada em vários países, a Intranet (rede corporativa interna com características similares às da internet; a Extranet: que pode ser definida como: uma parte de uma ou mais Intranets organizacionais que tenha sido expandidas pela Internet, ou seja, comunicar-se pela Internet; a World Wide Web (www) no qual é considerada uma coleção de documentos distribuídos, referidos como páginas, localizadas em computadores (denominados servidores) de todo o mundo e serviços on-line. Ainda segundo Albertin (2002, p. 238), os aspectos do CE podem ser entendidos da seguinte maneira: - adoção de tipos de tecnologias por parte dos clientes, além dos problemas de resistência, aprendizagem e falta de infra-estrutura: relacionamento entre os clientes e fornecedores ocorre à eliminação de intermediários, diminuição da interação face-a-face, integração eletrônica disponível e facilmente acessível, maior informação sobre o cliente, entre outros; - adequação dos produtos e serviços com as novas formas de divulgação, venda e distribuição possibilitadas pelo CE, privacidade e segurança: sistemas eletrônicos de pagamento, aspectos legais e aspectos de implementação. Para a adoção do comércio eletrônico, a empresa precisa prever todos esses aspectos e estar estruturada de forma consistente, visando o melhor atendimento ao cliente. Proporcionando também um site de fácil entendimento e bastante transparente em relação a sua forma de atuação, deixando explícito as obrigações e os deveres dos consumidores, além é claro dos seus direitos Os produtos virtuais Segundo Jamil (2001), dentre os componentes tecnológicos necessários para a montagem de uma instalação de comércio eletrônico, existe, como componente central a Internet. Ela é constituída por uma rede conectada por recursos de telecomunicações aos provedores de meio de acesso, como Embratel e demais candidatos a este serviço. Os componentes periféricos são os desenhos das páginas, as diversas linguagens de programação e recursos disponíveis como Flash, JAVA, HTML, entre outros. Estas ferramentas permitirão a implementação de acervos gráficos e de acesso que

24 23 atendam às especificações de marketing e design, onde se faça o atendimento aos clientes da forma prevista e desejada na estratégia de negócios (JAMIL, 2001). Outros como, os bancos de dados e ferramentas constituem elementos que possibilitarão a montagem de técnicas de marketing um-para-um (one-to-one), com a customização do ambiente para os negócios, à medida que forem sendo ativados pelos usuários. A agilidade e integração destes elementos fornecerão o desempenho de negócios desejados pelos seus gestores, levando a excelência em atendimento do ponto de vista técnico (JAMIL, 2001). Outro aspecto importante é a integração de comunicação com os demais parceiros de negócios, como as operadoras de cartões de crédito, financiamento e empresas de entrega. Empresas estas que estão sempre atentas ao desenvolvimento deste agressivo mercado. Diversos são os produtos comercializados no mundo virtual, encontramos toda uma variedade de marcas e segmentos, mas podemos considerar que o mercado de venda de hardware ainda é muito pouco explorado e entendemos a desconfiança das pessoas em ingressar nesse ramo.

25 O CRESCIMENTO DO COMÉRCIO ELETRÔNICO NO BRASIL De acordo com Júnior (2003), o mercado mundial, assim como o brasileiro tem experimentado um crescimento exponencial do comércio eletrônico, com o surgimento das mais diversas oportunidades de negócios ( lojas virtuais, sites e portais das mais variadas espécies), não deixando outra opção às empresas senão a de se adaptarem a essa nova realidade, e por conseqüência, de se envolverem em um número cada vez maior de negócios relacionados à internet e outras redes correlatas. A cada ano o crescimento do CE no Brasil é incrivelmente espantoso, grandes empresas investem cada vez mais em vendas virtuais e gigantes surgem absolvendo outros como foi o caso do Submarino, comprado recentemente pela empresa Americanas.com, transformando-as no maior grupo de vendas via internet no Brasil. Os brasileiros têm se adaptado rapidamente ao uso do CE, entendendo suas funcionalidades e suas facilidades, além de perderem um pouco o medo de se utilizar dessa facilidade Vantagens e desvantagens Um bem planejado e implementado comércio eletrônico traz inúmeras vantagens em comparação à forma antiga de realização do comércio de produtos. Consideramos como algumas vantagens, segundo Ferreira Neto (2001): Aumento considerável nas negociações de bens e serviços; Aprimoramento das relações com os clientes através das linhas diretas (correio eletrônico, telefone) ou através de propaganda de marketing inserido no próprio site. Causando maior interesse por parte do cliente que tem a percepção do esforço da empresa para servi-lo melhor;

26 25 Baixo custo para convencer e conquistar cliente, sendo inferior ao custo de um comércio tradicional; Tempo otimizado em todo o processo de compra, venda e entrega de produtos. Além racionalização de processos e pessoal, que permite essa vantagem; Redução de despesas, principalmente administrativas como transporte, armazenamento, distribuição, bem como a redução de despesas com estocagem através da automação e redução dos tempos de processamento; Maior competitividade com outras empresas e possibilidades de expansão de mercado. Para isso, se fazem necessários um bom planejamento e um bom sistema de marketing capaz de expandir de forma regional, nacional e até mesmo internacional, a marca da empresa; Contato mais direto com fornecedores que podem ser feitos através de sistemas interligados, eliminando a presença de representantes e inventários, aumentando a disponibilidade de produtos para o cliente. Ainda de acordo com as idéias de Ferreira Neto (2001), as empresas que estão implantando o CE têm acesso a um novo e vasto mercado, com investimentos menores e possibilitando outras vantagens como: Redução do ciclo de produção industrial, nos aspectos de estoques e insumos e também na eliminação de atravessadores, que pouco agregam valor a cadeia de produção concorrendo para queda no custo final dos produtos; Não existe horário de funcionamento, pois em qualquer horário seu produto estará disponível pra ser adquirido pelo cliente interessado no mesmo. A implantação de sistema do CE, apesar de ser relativamente fácil e de custo baixo, necessita de alguns requisitos que não são necessários no comércio tradicional. Algumas barreiras podem surgir e podem prejudicar o CE. Entende-se, segundo Ferreira Neto (2001), como algumas dessas barreiras:

Docente do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Comercial UNOESTE. E mail: joselia@unoeste.br

Docente do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Comercial UNOESTE. E mail: joselia@unoeste.br Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 141 A LOGÍSTICA COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO Douglas Fernandes 1, Josélia Galiciano Pedro 1 Docente do Curso Superior

Leia mais

Tecnologia da Informação. Prof Odilon Zappe Jr

Tecnologia da Informação. Prof Odilon Zappe Jr Tecnologia da Informação Prof Odilon Zappe Jr Comércio Eletrônico Um breve histórico Comércio compra, venda, troca de produtos e serviços; Incrementado pelos Fenícios, Árabes, Assírios e Babilônios uso

Leia mais

Tecnologia da Informação UNIDADE 3

Tecnologia da Informação UNIDADE 3 Tecnologia da Informação UNIDADE 3 *Definição * A segurança da informação está relacionada com proteção de um conjunto de dados, no sentido de preservar o valor que possuem para a organização. *Definição

Leia mais

Tecnologia da Informação UNIDADE 3:Estrutura organizacional de TI

Tecnologia da Informação UNIDADE 3:Estrutura organizacional de TI Tecnologia da Informação UNIDADE 3:Estrutura organizacional de TI * A segurança da informação está relacionada com proteção de um conjunto de dados, no sentido de preservar o valor que possuem para a organização.

Leia mais

DESAFIOS NA IMPLEMENTAÇÃO DO COMÉRCIO ELETRÔNICO AULA 2. MBA Gestão de TI. Luciano Roberto Rocha. www.lrocha.com

DESAFIOS NA IMPLEMENTAÇÃO DO COMÉRCIO ELETRÔNICO AULA 2. MBA Gestão de TI. Luciano Roberto Rocha. www.lrocha.com DESAFIOS NA IMPLEMENTAÇÃO DO COMÉRCIO ELETRÔNICO AULA 2 MBA Gestão de TI Luciano Roberto Rocha www.lrocha.com 2 3 Um otimista vê uma oportunidade em cada calamidade; um pessimista vê uma calamidade em

Leia mais

GUIA PARA EMITIR A NOTA FISCAL ELETRÔNICA

GUIA PARA EMITIR A NOTA FISCAL ELETRÔNICA GUIA PARA EMITIR A NOTA FISCAL ELETRÔNICA SUMÁRIO >> Introdução... 3 >> O que é a nota fiscal eletrônica?... 6 >> O que muda com esse novo modelo de documento fiscal?... 8 >> O DANFE - Documento Acessório

Leia mais

Tecnologia da Informação. Prof. Odilon Zappe Jr

Tecnologia da Informação. Prof. Odilon Zappe Jr Tecnologia da Informação Prof. Odilon Zappe Jr Vantagens e Desvantagens do Comércio Eletrônico Vantagens Aumento do número de contatos da empresa com fornecedores e com outras empresas do mesmo ramo, e

Leia mais

Ref.: Política de uso de Internet e correio eletrônico

Ref.: Política de uso de Internet e correio eletrônico Ref.: Política de uso de Internet e correio eletrônico Introdução A PROVÍNCIA LA SALLE BRASIL-CHILE, através de seu setor de Tecnologia da Informação, tem como objetivo o provimento de um serviço de qualidade,

Leia mais

Relatório sobre Segurança da Informação nas Empresas RESULTADOS DA AMÉRICA LATINA

Relatório sobre Segurança da Informação nas Empresas RESULTADOS DA AMÉRICA LATINA 2011 Relatório sobre Segurança da Informação nas Empresas RESULTADOS DA AMÉRICA LATINA SUMÁRIO Introdução... 4 Metodologia... 6 Resultado 1: Cibersegurança é importante para os negócios... 8 Resultado

Leia mais

COMÉRCIO ELETRÔNICO UM BREVE HISTÓRICO

COMÉRCIO ELETRÔNICO UM BREVE HISTÓRICO UM BREVE HISTÓRICO COMÉRCIO ELETRÔNICO O comércio sempre existiu desde que surgiram as sociedades. Ele é dito como o processo de comprar, vender e trocar produtos e serviços. Inicialmente praticado pelos

Leia mais

FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC GOIÁS GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO EDUARDO ROCHA BRUNO CATTANY FERNANDO BAPTISTA

FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC GOIÁS GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO EDUARDO ROCHA BRUNO CATTANY FERNANDO BAPTISTA FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC GOIÁS GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO EDUARDO ROCHA BRUNO CATTANY FERNANDO BAPTISTA Descrição da(s) atividade(s): Indicar qual software integrado de gestão e/ou ferramenta

Leia mais

Resolução CC-52, de 23-6-2004

Resolução CC-52, de 23-6-2004 Resolução CC-52, de 23-6-2004 ANEXO I Institui a Política e o Plano Estratégico de Uso de Software na Administração Pública Estadual O Secretário-Chefe da Casa Civil, na qualidade de Presidente do Comitê

Leia mais

Estratégias para avaliação da segurança da computação em nuvens

Estratégias para avaliação da segurança da computação em nuvens Academia de Tecnologia da IBM White paper de liderança de pensamento Novembro de 2010 Estratégias para avaliação da segurança da computação em nuvens 2 Proteção da nuvem: do desenvolvimento da estratégia

Leia mais

Política de Privacidade

Política de Privacidade Política de Privacidade Este documento tem por objetivo definir a Política de Privacidade da Bricon Security & IT Solutions, para regular a obtenção, o uso e a revelação das informações pessoais dos usuários

Leia mais

Que informações nós coletamos, e de que maneira?

Que informações nós coletamos, e de que maneira? Política de Privacidade Vivertz Esta é a política de privacidade da Affinion International Serviços de Fidelidade e Corretora de Seguros Ltda que dispõe as práticas de proteção à privacidade do serviço

Leia mais

TIC Microempresas 2007

TIC Microempresas 2007 TIC Microempresas 2007 Em 2007, o Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação do NIC.br, no contexto da TIC Empresas 2007 1, realizou pela primeira vez um estudo sobre o uso das

Leia mais

Laudon & Laudon Essentials of MIS, 5th Edition. Pg. 4.1

Laudon & Laudon Essentials of MIS, 5th Edition. Pg. 4.1 Laudon & Laudon Essentials of MIS, 5th Edition. Pg. 4.1 4 OBJETIVOS OBJETIVOS A EMPRESA DIGITAL: COMÉRCIO E NEGÓCIOS ELETRÔNICOS Como a tecnologia de Internet mudou propostas de valor e modelos de negócios

Leia mais

Aula 7 Aplicações e questões do Comércio Eletrônico.

Aula 7 Aplicações e questões do Comércio Eletrônico. Aula 7 Aplicações e questões do Comércio Eletrônico. TENDÊNCIAS NO COMÉRCIO ELETRÔNICO Atualmente, muitos negócios são realizados de forma eletrônica não sendo necessário sair de casa para fazer compras

Leia mais

NOTAS DE AULA - TELECOMUNICAÇÕES

NOTAS DE AULA - TELECOMUNICAÇÕES NOTAS DE AULA - TELECOMUNICAÇÕES 1. Conectando a Empresa à Rede As empresas estão se tornando empresas conectadas em redes. A Internet e as redes de tipo Internet dentro da empresa (intranets), entre uma

Leia mais

Poucas inovações na história da humanidade reúnem tantos benefícios potenciais quanto o Comércio Eletrônico (também conhecido como e-commerce).

Poucas inovações na história da humanidade reúnem tantos benefícios potenciais quanto o Comércio Eletrônico (também conhecido como e-commerce). Poucas inovações na história da humanidade reúnem tantos benefícios potenciais quanto o Comércio Eletrônico (também conhecido como e-commerce). A natureza global da tecnologia, a oportunidade de atingir

Leia mais

IV. Intercâmbio Eletrônico de Dados (EDI)

IV. Intercâmbio Eletrônico de Dados (EDI) IV. Intercâmbio Eletrônico de Dados (EDI) 1. Funcionamento do EDI 2. EDI tradicional X WEB EDI 3. EDI Tradicional 4. WEB EDI Intercâmbio Eletrônico de Dados (EDI) EDI: Electronic Data Interchange Troca

Leia mais

Comércio Eletrônico e-commerce Aula 5. Prof. Msc. Ubirajara Junior biraifba@gmail.com

Comércio Eletrônico e-commerce Aula 5. Prof. Msc. Ubirajara Junior biraifba@gmail.com Comércio Eletrônico e-commerce Aula 5 Prof. Msc. Ubirajara Junior biraifba@gmail.com Introdução Mudança no ambiente empresarial; Ligação com o desenvolvimento de tecnologia da informação. Características

Leia mais

Sociedade e Tecnologia

Sociedade e Tecnologia Unidade de Aprendizagem 15 Empresas em Rede Ao final desta aula você será capaz de inovações influenciam na competitividade das organizações, assim como compreender o papel da Inteligência Competitiva

Leia mais

Código de prática para a gestão da segurança da informação

Código de prática para a gestão da segurança da informação Código de prática para a gestão da segurança da informação Edição e Produção: Fabiano Rabaneda Advogado, professor da Universidade Federal do Mato Grosso. Especializando em Direito Eletrônico e Tecnologia

Leia mais

Segurança na Rede Local Redes de Computadores

Segurança na Rede Local Redes de Computadores Ciência da Computação Segurança na Rede Local Redes de Computadores Disciplina de Desenvolvimento de Sotware para Web Professor: Danilo Vido Leonardo Siqueira 20130474 São Paulo 2011 Sumário 1.Introdução...3

Leia mais

A empresa digital: comércio e negócios eletrônicos

A empresa digital: comércio e negócios eletrônicos Universidade Federal do Vale do São Francisco Curso de Administração Tecnologia e Sistemas de Informação - 06 Prof. Jorge Cavalcanti jorge.cavalcanti@univasf.edu.br www.univasf.edu.br/~jorge.cavalcanti

Leia mais

O Firewall do Windows vem incorporado ao Windows e é ativado automaticamente.

O Firewall do Windows vem incorporado ao Windows e é ativado automaticamente. Noções básicas sobre segurança e computação segura Se você se conecta à Internet, permite que outras pessoas usem seu computador ou compartilha arquivos com outros, deve tomar algumas medidas para proteger

Leia mais

milenaresende@fimes.edu.br

milenaresende@fimes.edu.br Fundação Integrada Municipal de Ensino Superior Sistemas de Informação A Internet, Intranets e Extranets milenaresende@fimes.edu.br Uso e funcionamento da Internet Os dados da pesquisa de TIC reforçam

Leia mais

Unidade IV MERCADOLOGIA. Profº. Roberto Almeida

Unidade IV MERCADOLOGIA. Profº. Roberto Almeida Unidade IV MERCADOLOGIA Profº. Roberto Almeida Conteúdo Aula 4: Marketing de Relacionamento A Evolução do Marketing E-marketing A Internet como ferramenta As novas regras de Mercado A Nova Era da Economia

Leia mais

A rede de dados mais confiável do país. Proposta de Parceria para. Certificado Digital

A rede de dados mais confiável do país. Proposta de Parceria para. Certificado Digital A rede de dados mais confiável do país. Proposta de Parceria para Certificado Digital 1. Objetivo Esta proposta tem por objetivo realizar a emissão e validação do Certificado Digital da Serasa Experian.

Leia mais

Políticas de Segurança da Informação e Utilização de Recursos da Rede

Políticas de Segurança da Informação e Utilização de Recursos da Rede Políticas de Segurança da Informação e Utilização de Recursos da Rede Índice 1 Introdução... 3 2 Política de cadastro e senhas... 5 3 Política de Utilização da Internet... 7 4 Política de Utilização de

Leia mais

10. Defina Sistemas Distribuídos: Um conjunto de computadores independentes que se apresenta a seus usuários como um sistema único e coerente

10. Defina Sistemas Distribuídos: Um conjunto de computadores independentes que se apresenta a seus usuários como um sistema único e coerente 1. Quais os componentes de um sistema cliente-servidor? Clientes e servidores 2. Na visão do hardware, defina o que é cliente e o que é servidor: Clientes. Qualquer computador conectado ao sistema via

Leia mais

24/05/2013. Comércio Eletrônico. Prof. João Artur Izzo

24/05/2013. Comércio Eletrônico. Prof. João Artur Izzo Comércio Eletrônico 1 A evolução do sistema mercadológico tem exigido das organizações grande esforço para a assimilação e utilização das tecnologias de informação referentes a comércio eletrônico, em

Leia mais

Segurança Internet. Fernando Albuquerque. fernando@cic.unb.br www.cic.unb.br/docentes/fernando (061) 273-3589

Segurança Internet. Fernando Albuquerque. fernando@cic.unb.br www.cic.unb.br/docentes/fernando (061) 273-3589 Segurança Internet Fernando Albuquerque fernando@cic.unb.br www.cic.unb.br/docentes/fernando (061) 273-3589 Tópicos Introdução Autenticação Controle da configuração Registro dos acessos Firewalls Backups

Leia mais

A EMPRESA DIGITAL: COMÉRCIO E NEGÓCIOS ELETRÔNICOS

A EMPRESA DIGITAL: COMÉRCIO E NEGÓCIOS ELETRÔNICOS A EMPRESA DIGITAL: COMÉRCIO E NEGÓCIOS ELETRÔNICOS 1 OBJETIVOS 1. Como a tecnologia de Internet mudou propostas de valor e modelos de negócios? 2. O que é comércio eletrônico?? Como esse tipo de comércio

Leia mais

Conscientização sobre a Segurança da Informação. Suas informações pessoais não tem preço, elas estão seguras?

Conscientização sobre a Segurança da Informação. Suas informações pessoais não tem preço, elas estão seguras? Conscientização sobre a Segurança da Informação Suas informações pessoais não tem preço, elas estão seguras? PROFISSIONAIS DE O que é Segurança da Informação? A Segurança da Informação está relacionada

Leia mais

Segurança da Informação Prof. Jeferson Cordini jmcordini@hotmail.com

Segurança da Informação Prof. Jeferson Cordini jmcordini@hotmail.com Segurança da Informação Prof. Jeferson Cordini jmcordini@hotmail.com Segurança da Informação Segurança da Informação está relacionada com proteção de um conjunto de dados, no sentido de preservar o valor

Leia mais

OBJETIVO DA POLÍTICA DE SEGURANÇA

OBJETIVO DA POLÍTICA DE SEGURANÇA POLÍTICA DE SEGURANÇA DIGITAL Wagner de Oliveira OBJETIVO DA POLÍTICA DE SEGURANÇA Hoje em dia a informação é um item dos mais valiosos das grandes Empresas. Banco do Brasil Conscientizar da necessidade

Leia mais

TEORIA GERAL DE SISTEMAS

TEORIA GERAL DE SISTEMAS TEORIA GERAL DE SISTEMAS Vulnerabilidade dos sistemas e uso indevido Vulnerabilidade do software Softwares comerciais contém falhas que criam vulnerabilidades na segurança Bugs escondidos (defeitos no

Leia mais

ERP Enterprise Resourse Planning Sistemas de Gestão Empresarial

ERP Enterprise Resourse Planning Sistemas de Gestão Empresarial ERP Enterprise Resourse Planning Sistemas de Gestão Empresarial Prof. Pedro Luiz de O. Costa Bisneto 14/09/2003 Sumário Introdução... 2 Enterprise Resourse Planning... 2 Business Inteligence... 3 Vantagens

Leia mais

COMPUTAÇÃO APLICADA À ENGENHARIA

COMPUTAÇÃO APLICADA À ENGENHARIA Universidade do Estado do Rio de Janeiro Campus Regional de Resende Curso: Engenharia de Produção COMPUTAÇÃO APLICADA À ENGENHARIA Prof. Gustavo Rangel Globalização expansionismo das empresas = visão

Leia mais

Comparativo entre os meios de comunicação para atingir 50 milhões de usuários

Comparativo entre os meios de comunicação para atingir 50 milhões de usuários Comparativo entre os meios de comunicação para atingir 50 milhões de usuários Fonte: TAKAHASHI, 2000; VEJA ONLINE, 2006 Definições de comércio eletrônico/e-business E - BUSINESS, acrônimo do termo em

Leia mais

PARTE III Auditoria Conceitos Introdutórios

PARTE III Auditoria Conceitos Introdutórios FATERN Faculdade de Excelência Educacional do RN Coordenação Tecnológica de Redes e Sistemas Curso Superior de Tecnologia em Sistemas para Internet Auditoria em Sistemas de Informação Prof. Fabio Costa

Leia mais

http://cartilha.cert.br/

http://cartilha.cert.br/ http://cartilha.cert.br/ Quanto mais informações você disponibiliza na Internet, mais difícil se torna preservar a sua privacidade Nada impede que você abra mão de sua privacidade e, de livre e espontânea

Leia mais

Direito Digital Porque Educação Executiva Insper Cursos de Curta e Média Duração Educação Executiva

Direito Digital Porque Educação Executiva Insper Cursos de Curta e Média Duração Educação Executiva 1 Porque Educação Executiva Insper A dinâmica do mundo corporativo exige profissionais multidisciplinares, capazes de interagir e formar conexões com diferentes áreas da empresa e entender e se adaptar

Leia mais

Certificado Digital e-cpf

Certificado Digital e-cpf Certificado Digital e-cpf Parabéns! Ao ter em mãos esse manual, significa que você adquiriu um certificado digital AC Link. Manual do Usuário 1 Índice Apresentação... 03 O que é um Certificado Digital?...

Leia mais

O que é comércio eletrônico?

O que é comércio eletrônico? COMÉRCIO ELETRÔNICO O que é comércio eletrônico? O comércio eletrônico ou e-commerce é a compra e venda de mercadorias ou serviços por meio da Internet, onde as chamadas Lojas Virtuais oferecem seus produtos

Leia mais

FLEXPAG - Política de Privacidade

FLEXPAG - Política de Privacidade FLEXPAG - Política de Privacidade A infocusweb/flexpag tem um compromisso com o respeito à sua privacidade. Política de Privacidade Nós reconhecemos que ao optar por nos informar alguns de seus dados pessoais,

Leia mais

IBM System Storage. Projeta suas informações de negócios importantes com soluções de segurança de informações da IBM

IBM System Storage. Projeta suas informações de negócios importantes com soluções de segurança de informações da IBM IBM System Storage Projeta suas informações de negócios importantes com soluções de segurança de informações da IBM As organizações sempre se esforçaram para gerenciar o crescimento exponencial de informações

Leia mais

Aplicação Web para comércio eletrônico institucional Guilherme CORRÊA¹; Thiago DIAS².

Aplicação Web para comércio eletrônico institucional Guilherme CORRÊA¹; Thiago DIAS². Aplicação Web para comércio eletrônico institucional Guilherme CORRÊA¹; Thiago DIAS². ¹Estudante do curso Análise e Desenvolvimento de sistemas. Instituto Federal de Minas Gerais campus Bambuí. Rod. Bambuí

Leia mais

2.3. ORGANIZAÇÕES E GESTÃO DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

2.3. ORGANIZAÇÕES E GESTÃO DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO 2.3. ORGANIZAÇÕES E GESTÃO DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO As Empresas e os Sistemas Problemas locais - impacto no sistema total. Empresas como subsistemas de um sistema maior. Uma empresa excede a soma de

Leia mais

Proposta do projeto de extensão: Inclusão digital dos softwares livres na comunidade escolar da rede pública em Aracaju SE

Proposta do projeto de extensão: Inclusão digital dos softwares livres na comunidade escolar da rede pública em Aracaju SE Proposta do projeto de extensão: Inclusão digital dos softwares livres na comunidade escolar da rede pública em Aracaju SE Resumo O projeto tem como objetivo principal promover a inclusão digital dos softwares

Leia mais

Asser Rio Claro. Descubra como funciona um antivírus. Como o antivírus protege o seu computador. A importância de um antivírus atualizado

Asser Rio Claro. Descubra como funciona um antivírus. Como o antivírus protege o seu computador. A importância de um antivírus atualizado Administração Informática Asser Rio Claro Descubra como funciona um antivírus Responsável por garantir a segurança do seu computador, o antivírus é um programa de proteção que bloqueia a entrada de invasores

Leia mais

SISTEMAS DE NEGÓCIOS. a) SISTEMAS DE APOIO EMPRESARIAIS

SISTEMAS DE NEGÓCIOS. a) SISTEMAS DE APOIO EMPRESARIAIS 1 SISTEMAS DE NEGÓCIOS a) SISTEMAS DE APOIO EMPRESARIAIS 1. COLABORAÇÃO NAS EMPRESAS Os sistemas colaborativos nas empresas nos oferecem ferramentas para nos ajudar a colaborar, comunicando idéias, compartilhando

Leia mais

Sistemas de Informação Gerenciais

Sistemas de Informação Gerenciais Faculdade Pitágoras de Uberlândia Pós-graduação Sistemas de Informação Gerenciais Terceira aula Prof. Me. Walteno Martins Parreira Júnior www.waltenomartins.com.br waltenomartins@yahoo.com Maio -2013 Governança

Leia mais

MANUAL DE USO NA INTERNET PESSOA FÍSICA

MANUAL DE USO NA INTERNET PESSOA FÍSICA MANUAL DE USO NA INTERNET PESSOA FÍSICA APRESENTAÇÃO 1.Bem-vindo ao SICREDI Total Internet! Agora você encontra o SICREDI em casa, no trabalho ou onde você estiver. É o SICREDI Total Internet, cooperando

Leia mais

Comércio Eletrônico. Comércio Eletrônico. Grau de digitalização. Caracteriza-se Comércio eletrônico pelo grau de digitalização:

Comércio Eletrônico. Comércio Eletrônico. Grau de digitalização. Caracteriza-se Comércio eletrônico pelo grau de digitalização: Comércio Eletrônico FTS Faculdade Taboão da Serra Curso de Administração de Sistemas de Informações Disciplina: Comércio Eletrônico Comércio Eletrônico Caracteriza-se Comércio eletrônico pelo grau de digitalização:

Leia mais

Tópicos de Ambiente Web Internet: negócios eletrônicos, novas tendencias e tecnologias

Tópicos de Ambiente Web Internet: negócios eletrônicos, novas tendencias e tecnologias Tópicos de Ambiente Web Internet: negócios eletrônicos, novas tendencias e tecnologias Professora: Sheila Cáceres Uma mensagem enviada em internet é dividida em pacotes de tamanho uniforme. Cada pacote

Leia mais

LMA, Solução em Sistemas

LMA, Solução em Sistemas LMA, Solução em Sistemas Ao longo dos anos os sistemas para gestão empresarial se tornaram fundamentais, e por meio dessa ferramenta as empresas aperfeiçoam os processos e os integram para uma gestão mais

Leia mais

Proposta Comercial. Empresa «Nome_da_empresa» Solução BPO Business Process Outsourcing. Número Proposta «Numero_Proposta» - «Versao»

Proposta Comercial. Empresa «Nome_da_empresa» Solução BPO Business Process Outsourcing. Número Proposta «Numero_Proposta» - «Versao» Proposta Comercial Empresa «Nome_da_empresa» Solução BPO Business Process Outsourcing Número Proposta «Numero_Proposta» - «Versao» Data 14 de setembro de 2012 Preparado para: «Nome» «Sobrenome» 1. Objetivo

Leia mais

SI- Sistemas de Informação. Professora: Mariana A. Fuini

SI- Sistemas de Informação. Professora: Mariana A. Fuini SI- Sistemas de Informação Professora: Mariana A. Fuini INTRODUÇÃO A informação é tudo na administração de uma organização. Mas para uma boa informação é necessário existir um conjunto de características

Leia mais

2.1. COMPETINDO COM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

2.1. COMPETINDO COM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO 1 2.1. COMPETINDO COM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Fundamentos da Vantagem Estratégica ou competitiva Os sistemas de informação devem ser vistos como algo mais do que um conjunto de tecnologias que apoiam

Leia mais

Uso dos computadores e a Tecnologia da informação nas empresas: uma visão geral e introdutória

Uso dos computadores e a Tecnologia da informação nas empresas: uma visão geral e introdutória Uso dos computadores e a Tecnologia da informação nas empresas: uma visão geral e introdutória Não há mais dúvidas de que para as funções da administração - planejamento, organização, liderança e controle

Leia mais

Princípios Gerais para a Prevenção dos Riscos Penais Endesa Brasil

Princípios Gerais para a Prevenção dos Riscos Penais Endesa Brasil Princípios Gerais para a Prevenção dos Riscos Penais Endesa Brasil Introdução 5 INTRODUÇÃO A seguir, são descritos os comportamentos e princípios gerais de atuação esperados dos Colaboradores da Endesa

Leia mais

Hilti do Brasil Comercial Ltda. Política de Privacidade e Proteção de Informações Pessoais

Hilti do Brasil Comercial Ltda. Política de Privacidade e Proteção de Informações Pessoais Hilti do Brasil Comercial Ltda. Política de Privacidade e Proteção de Informações Pessoais Nós, Hilti (Brasil) Comercial Ltda. (coletivamente, referido como Hilti, "nós", "nosso" ou "a gente") nessa Política

Leia mais

NOTA FISCAL ELETRÔNICA PARA LEIGOS

NOTA FISCAL ELETRÔNICA PARA LEIGOS NOTA FISCAL ELETRÔNICA PARA LEIGOS ÍNDICE 03 Capítulo 0 Introdução 04 Capítulo 1 O que é Nota Fiscal Eletrônica? 05 Capítulo 2 Quais são os tipos de Nota Fiscal Eletrônica? 07 14 15 Capítulo 3 Quais as

Leia mais

nota fiscal eletrônica para leigos

nota fiscal eletrônica para leigos nota fiscal eletrônica para leigos índice 03 Capítulo 0 Introdução 04 Capítulo 1 O que é Nota Fiscal Eletrônica? 05 Capítulo 2 Quais são os tipos de Nota Fiscal Eletrônica? 07 14 15 Capítulo 3 Quais as

Leia mais

Políticas de Segurança da Informação. Aécio Costa

Políticas de Segurança da Informação. Aécio Costa Aécio Costa A segurança da informação é obtida a partir da implementação de um conjunto de controles adequados, incluindo políticas, processos, procedimentos, estruturas organizacionais e funções de software

Leia mais

MANUAL DE USO NA INTERNET PESSOA JURÍDICA

MANUAL DE USO NA INTERNET PESSOA JURÍDICA MANUAL DE USO NA INTERNET PESSOA JURÍDICA APRESENTAÇÃO 1.Bem-vindo ao SICREDI Total Internet! É sempre bom poder contar com o SICREDI do seu lado. Melhor ainda quando o SICREDI está onde você mais precisa:

Leia mais

TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO CEAP CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ CURSO DE ADMINISTRAÇÃO TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Prof Célio Conrado E-mail: celio.conrado@gmail.com Site: www.celioconrado.com Conceito Por que usar? Como funciona

Leia mais

Controles gerais iguais aos de pacotes de softwares: Instalação, Configuração, Manutenção, Utilitários.

Controles gerais iguais aos de pacotes de softwares: Instalação, Configuração, Manutenção, Utilitários. $XWDUTXLD(GXFDFLRQDOGR9DOHGR6mR)UDQFLVFR± $(96) )DFXOGDGHGH&LrQFLDV6RFLDLVH$SOLFDGDVGH3HWUROLQD± )$&$3( &XUVRGH&LrQFLDVGD&RPSXWDomR $8',725,$'$7(&12/2*,$'$,1)250$d 2 &RQWUROHVVREUHEDQFRGHGDGRVH PLFURFRPSXWDGRUHV

Leia mais

Solução Integrada para Gestão e Operação Empresarial - ERP

Solução Integrada para Gestão e Operação Empresarial - ERP Solução Integrada para Gestão e Operação Empresarial - ERP Mastermaq Softwares Há quase 20 anos no mercado, a Mastermaq está entre as maiores software houses do país e é especialista em soluções para Gestão

Leia mais

INTERNET BANKING: DICAS DE SEGURANÇA. Palavras-chave: Segurança da Informação; Internet Banking; Fraudes; Riscos.

INTERNET BANKING: DICAS DE SEGURANÇA. Palavras-chave: Segurança da Informação; Internet Banking; Fraudes; Riscos. 1 INTERNET BANKING: DICAS DE SEGURANÇA Alexandre Kaspary 1 Alexandre Ramos 2 Leo Andre Blatt 3 William Rohr 4 Fábio Matias Kerber 5 Palavras-chave: Segurança da Informação; Internet Banking; Fraudes; Riscos.

Leia mais

Manual do usuário Certificado Digital e-cpf. Parabéns! Ao ter em mãos este manual, significa que você adquiriu um Certificado Digital DOCCLOUD

Manual do usuário Certificado Digital e-cpf. Parabéns! Ao ter em mãos este manual, significa que você adquiriu um Certificado Digital DOCCLOUD Manual do usuário Certificado Digital e-cpf Parabéns! Ao ter em mãos este manual, significa que você adquiriu um Certificado Digital DOCCLOUD Índice Apresentação 03 O que é um Certificado Digital? 04 Instalando

Leia mais

Atividade Capitulo 6 - GABARITO

Atividade Capitulo 6 - GABARITO Atividade Capitulo 6 - GABARITO 1. A Internet é uma força motriz subjacente aos progressos em telecomunicações, redes e outras tecnologias da informação. Você concorda ou discorda? Por quê? Por todos os

Leia mais

Noções de Segurança na Internet. Seminário de Tecnologia da Informação Codevasf

Noções de Segurança na Internet. Seminário de Tecnologia da Informação Codevasf Noções de Segurança na Internet Conceitos de Segurança Precauções que devemos tomar contra riscos, perigos ou perdas; É um mal a evitar; Conjunto de convenções sociais, denominadas medidas de segurança.

Leia mais

GESTÃO DE TI NAS ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS

GESTÃO DE TI NAS ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS GESTÃO DE TI NAS ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS WALLACE BORGES CRISTO 1 JOÃO CARLOS PEIXOTO FERREIRA 2 João Paulo Coelho Furtado 3 RESUMO A Tecnologia da Informação (TI) está presente em todas as áreas de

Leia mais

Unidade III PRINCÍPIOS DE SISTEMAS DE. Prof. Luís Rodolfo

Unidade III PRINCÍPIOS DE SISTEMAS DE. Prof. Luís Rodolfo Unidade III PRINCÍPIOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Prof. Luís Rodolfo Vantagens e desvantagens de uma rede para a organização Maior agilidade com o uso intenso de redes de computadores; Grandes interações

Leia mais

Certificado Digital e-cpf

Certificado Digital e-cpf Página1 Certificado Digital e-cpf Manual do Usuário Página2 Índice Apresentação... 03 O que é um Certificado Digital?... 03 Instalando o Certificado... 04 Conteúdo do Certificado... 07 Utilização, guarda

Leia mais

Amway - Política de privacidade

Amway - Política de privacidade Amway - Política de privacidade Esta Política de Privacidade descreve como a Amway Brasil e determinadas filiadas, inclusive a Amway América Latina (conjuntamente Amway ) utilizam dados pessoais coletados

Leia mais

Planejando uma política de segurança da informação

Planejando uma política de segurança da informação Planejando uma política de segurança da informação Para que se possa planejar uma política de segurança da informação em uma empresa é necessário levantar os Riscos, as Ameaças e as Vulnerabilidades de

Leia mais

TRANSFERÊNCIA ELETRÔNICA DE FUNDOS

TRANSFERÊNCIA ELETRÔNICA DE FUNDOS TRANSFERÊNCIA ELETRÔNICA DE FUNDOS Francislane Pereira Edson Ataliba Moreira Bastos Junior Associação Educacional Dom Bosco - AEDB Denis Rocha da Silva RESUMO Este artigo tem por objetivo apresentar a

Leia mais

Contrato de Serviço (SLA) Para Hipermercados Extra Por Esperança_TI S.A

Contrato de Serviço (SLA) Para Hipermercados Extra Por Esperança_TI S.A Esperança_TI S.A S/A Contrato de Serviço (SLA) Para Hipermercados Extra Por Esperança_TI S.A 25/11/2014 Gerador do documento: Gerente de Negociação: Marcos Alves de Oliveira Marcos Antônio de Morais Aprovação

Leia mais

ERP é um sistema de gestão empresarial que gerencia as informações relativas aos processos operacionais, administrativos e gerenciais das empresas.

ERP é um sistema de gestão empresarial que gerencia as informações relativas aos processos operacionais, administrativos e gerenciais das empresas. Introdução Sistemas de Informação é a expressão utilizada para descrever um Sistema seja ele automatizado (que pode ser denominado como Sistema Informacional Computadorizado), ou seja manual, que abrange

Leia mais

E um dia, quem sabe, poderemos despertar para o ser empreendedor. E ganhar dinheiro com esta história toda.

E um dia, quem sabe, poderemos despertar para o ser empreendedor. E ganhar dinheiro com esta história toda. COMÉRCIO ELETRÔNICO Introdução O comércio eletrônico ou e-commerce é a compra e venda de mercadorias ou serviços por meio da Internet, onde as chamadas Lojas Virtuais oferecem seus produtos e formas de

Leia mais

LSoft SGC Gestão Empresarial

LSoft SGC Gestão Empresarial LSoft SGC Gestão Empresarial O LSoft SGC é um sistema de gestão dinâmico, eficiente e flexível idealizado para atender diversos segmentos de indústrias, comércios e serviços. O objetivo principal é tornar

Leia mais

E-commerce Fundamentos

E-commerce Fundamentos E-commerce Fundamentos Flávio Augusto Martins Wanderley Professor flavio@mwan.com.br 1 / 65 Conteúdo desta aula Conceitos. Evolução do comércio eletrônico. Modalidades. O que vem no futuro. 2 / 65 Conceito

Leia mais

Soluções em Software para Medicina Diagnóstica. www.digitalmed.com.br

Soluções em Software para Medicina Diagnóstica. www.digitalmed.com.br Soluções em Software para Medicina Diagnóstica www.digitalmed.com.br NOTA DE AGRADECIMENTO Primeiramente, agradecemos pela sua receptividade em conhecer as nossas soluções, afinal, é sempre uma imensa

Leia mais

Circular de Oferta 5102/ sto Ago

Circular de Oferta 5102/ sto Ago Circular de Oferta Agosto / 2015 Índice Introdução 03 Quem Somos 04 Como funciona o negócio 05 Vantagens de ser constituir uma agência 06 Produtos e serviços 07 Ferramentas de apoio 08 Atividades desempenhadas

Leia mais

Prof. Demétrios Coutinho

Prof. Demétrios Coutinho Prof. Demétrios Coutinho Hoje em dia a informação é o bem mais valioso de uma empresa/cliente. A segurança da informação é um conjunto de medidas que se constituem basicamente de controles e política de

Leia mais

FRAMEWORK DE DESENVOLVIMENTO LOTUS NOTES

FRAMEWORK DE DESENVOLVIMENTO LOTUS NOTES LEADWORK TECNOLOGIA E TREINAMENTO FRAMEWORK DE DESENVOLVIMENTO LOTUS NOTES Flexibilidade Acesso via Client Notes, Web e Mobile. Com o framework de desenvolvimento as soluções podem ser oferecidas com acesso

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO DE PESSOAS SEBRAE/TO UNIDADE: GESTÃO ESTRATÉGICA PROCESSO: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

SISTEMA DE GESTÃO DE PESSOAS SEBRAE/TO UNIDADE: GESTÃO ESTRATÉGICA PROCESSO: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO SISTEMA DE GESTÃO DE PESSOAS SEBRAE/TO UNIDADE: GESTÃO ESTRATÉGICA PROCESSO: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Competências Analista 1. Administração de recursos de infra-estrutura de tecnologia da informação 2.

Leia mais

Qualidade de Software

Qualidade de Software Rafael D. Ribeiro, M.Sc. rafaeldiasribeiro@gmail.com http://www.rafaeldiasribeiro.com.br A expressão ISO 9000 (International Organization for Standardization) designa um grupo de normas técnicas que estabelecem

Leia mais

Gestão de Armazenamento

Gestão de Armazenamento Gestão de Armazenamento 1. Introdução As organizações estão se deparando com o desafio de gerenciar com eficiência uma quantidade extraordinária de dados comerciais gerados por aplicativos e transações

Leia mais

E-BUSINESS AGENDA. Profª. Kelly Hannel

E-BUSINESS AGENDA. Profª. Kelly Hannel E-BUSINESS Profª. Kelly Hannel AGENDA Evolução da internet nos negócios Conceitos de E-BUSINESS e COMÉRCIO ELETRÔNICO Identificando tendências do E-BUSINESS Quadro das interações possíveis no meio eletrônico

Leia mais

Estratégias em Tecnologia da Informação. Posição e Vantagem Competitiva Aplicações integradas Aplicações Web

Estratégias em Tecnologia da Informação. Posição e Vantagem Competitiva Aplicações integradas Aplicações Web Estratégias em Tecnologia da Informação Capítulo 09 Posição e Vantagem Competitiva Aplicações integradas Aplicações Web Material de apoio 2 Esclarecimentos Esse material é de apoio para as aulas da disciplina

Leia mais

UNIMEP MBA em Gestão e Negócios

UNIMEP MBA em Gestão e Negócios UNIMEP MBA em Gestão e Negócios Módulo: Sistemas de Informações Gerenciais Aula 4 TI com foco nos Negócios: Áreas envolvidas (Parte II) Flávio I. Callegari www.flaviocallegari.pro.br O perfil do profissional

Leia mais

Fornecedores. Apresentação. www.grupoquantica.com. Nosso desafio é o seu sucesso!

Fornecedores. Apresentação. www.grupoquantica.com. Nosso desafio é o seu sucesso! Fornecedores www.grupoquantica.com Apresentação 2010 A idéia Fundado e idealizado por Cleber Ferreira, Consultor de Marketing e Vendas, autor do livro Desperte o Vendedor Interior com Técnicas de Vendas

Leia mais