Nebulizadores aplicam gotas menores que 50 mm.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Nebulizadores aplicam gotas menores que 50 mm."

Transcrição

1 Universidade Estadual Paulista Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias Curso : Agronomia Disciplina: Tratamento Fitossanitário Aula: Aplicação de Líquidos e Pulverizadores Os produtos fitossanitários podem chegar ao alvo por gravidade, pressão hidráulica (pulverizadores), fluxo de ar (atomizadores), mistos (pressão hidráulica + fluxo de ar), nebulização (quente e frio) e eletrostática. Os equipamentos para pulverização de líquidos podem ser divididos em três: Injetores aplicam um filete líquido sem fragmentação de gotas. Nebulizadores aplicam gotas menores que 50 mm. Pulverizadores aplicam gotas. Estes são os mais utilizados em operações agrícolas, e também podem ser classificados quando a forma de levar as gotas até o alvo, sendo divididos em dois grupos: Pulverizadores de jato lançado as gotas depois de lançadas pelos bicos, deverão chegar ao ar pela sua própria energia cinética. Pulverizadores de jato arrastado uma corrente de ar deverá arrastar a gota até o alvo. Os pulverizadores terrestres ainda podem ser classificados em autopropelidos (automotrizes), tratorizados montados (três pontos), tratorizados de arrasto, e também pulverizadores turbo-atomizadores. Pulverizadores Autopropelidos: Capacidade de carga: a litros; Barra de pulverização: 18 a 30 metros (espaçamento entre bicos 35 a 50 cm).

2 Pulverizadores tratorizados de arrasto: Capacidade de carga: a litros; Barra de pulverização: 16 a 24 metros (espaçamento entre bicos 35 a 50 cm). Pulverizadores tratorizados montados (três pontos): Capacidade de carga: 400 a 800 litros; Barra de pulverização: 14 a 18 metros (espaçamento entre bicos 35 a 50 cm). COMPONENTES BÁSICOS DOS PULVERIZADORES HIDRÁULICOS Os pulverizadores têm, de um modo geral, algumas partes em comum, sendo que todos apresentam pelo menos um tanque, uma fonte de energia para acionamento do líquido (pode até ser a gravidade) e um elemento que forma gotas. No entanto, para se ter controle sobre todas as condições operacionais, muitas outras partes e acessórios são necessários. Está demonstrado a seguir os componentes de circuitos hidráulicos com bombas centrífuga e de pistões (a qual será discutido cada item do circuito, por possuir um sistema mais utilizado em pulverizadores tratorizados).

3 Circuito hidráulico com bomba centrífuga Circuito hidráulico com bomba de pistões Manual Jacto

4 Componentes de um circuito hidráulico de um pulverizador convencional 1-tanque; 2-agitador; 3-registro; 4-filtro; 5-bomba; 6-câmara de compressão; 7-regulador de pressão; 8-manômetro; 9-registro de seções; 10-tubulação de retorno; 11-barra; 12-bicos 1 Tanque - é o componente responsável por armazenar a calda (água ou outro diluente mais o produto) que será pulverizada; 2 Agitador - Os sistemas de agitadores de tanque são muito importantes, principalmente para produtos que necessitam de uma boa agitação para permanecerem homogêneos na calda (por exemplo, os pós molháveis) e podem ser de dois tipos básicos: - Mecânicos, com uso de uma hélice acionada por um eixo da bomba (ou outro acionamento) dentro do tanque; - Hidráulicos, usando parte do sistema de retorno da bomba para agitação da calda. Em tanques maiores, para não necessitar de bombas muito grandes, são colocados sistemas de agitadores que usam o princípio de Venturi que proporcionam um deslocamento da calda de 3 e 5 vezes maior que o retorno normal da bomba (como na figura); 3 Registro - Essa peça, apesar de muito simples, é importante e, no campo, é muito comum encontrá-la em mau estado de funcionamento, ocasionando grande desperdício de produtos na limpeza de filtros ou na manutenção de outras partes do sistema quando o tanque está carregado; 4 Filtro - Esse é um componente fundamental no pulverizador e é responsável por quatro funções muito importantes: - Garantir maior uniformidade das aplicações, não permitindo que o entupimento de pontas venha a causar a distribuição desuniforme da calda; - Garantir maior capacidade operacional dos pulverizadores, diminuindo o tempo parado dos pulverizadores enquanto se desentope as pontas, tratando assim uma maior área por dia;

5 - Garantir segurança ao trabalhador durante o serviço, não expondo o trabalhador à tarefa de desentupir as pontas e entrando em maior contato com o produto químico, ficando o trabalhador apenas na operação de tratorista ou condutor do equipamento; - Garantir maior durabilidade das pontas, diminuindo as impurezas como areia e, assim, a abrasão nas pontas, além de garantir que o operador não venha a desentupir essas peças com objetos não recomendados; A- pré-bomba, B- de linha, C- auto-limpantes 5 Bomba - A função da bomba é pressionar a calda, colocando no sistema a energia que será usada para fazer a pulverização (energia potencial). Existem vários tipos de bomba, como bomba de pistão, de diafragma, de roletes, de engrenagens e centrífuga. No Brasil, para pulverizadores tratorizados, a esmagadora maioria das bombas ainda é de pistão. As bombas de pistão e pistão diafragma, são bombas de bombeamento positivo, o que permite succionar a calda do tanque; e têm uma curva de desempenho praticamente constante, dependente da rotação e da capacidade do conjunto de pistões ou diafragmas e independente da pressão de trabalho. Já as bombas centrífugas precisam trabalhar em posição mais baixa que a do tanque, pois não têm capacidade de sucção e sua curva de desempenho para volume deslocado cai à medida que aumenta a pressão. Essa diferença provoca problemas de restrição de aumento do volume de calda quando se precisa de maior pressão; 6 Câmara de compressão - O regime de trabalho das bombas de pistão e diafragma geram pontos de mais alta pressão (compressão do pistão) e de menor pressão (admissão da calda), ocasionando variações de pressão no sistema e, por isso, uma pulsação nas pontas. Com a função de eliminar as pulsações oriundas dessas bombas, é

6 instalado no circuito, após a bomba, na linha de pressão, uma câmara que é um compartimento parcialmente cheio de ar. Como o ar é mais elástico e aceita melhor a compressão, no momento de aumento de pressão, o ar se retrai e absorve o aumento da pressão, quando a pressão reduz, o ar se expande, devolvendo ao sistema a pressão acumulada; mantendo assim a pressão mais uniforme no sistema. Essa câmara é muito importante nas bombas de 2 pistões. Para bombas de ação contínua, como as bombas centrífugas, não é necessária essa câmara. Para bombas de vários pistões a câmara também é dispensável; 7 Regulador de pressão - Eliminada uma possível pulsação, a calda entra no regulador de pressão (Figura 6). O regulador, basicamente, é um divisor de volume. Nas bombas de pistão ou diafragma esse regulador deverá sempre ser de mola, garantindo que, ao fechar as saídas para os bicos, o volume deslocado para as pontas possa retornar pelo regulador, forçando a mola a abrir maior passagem de retorno, funcionando, assim, como uma válvula de segurança ou alívio. Nas bombas centrífugas o regulador pode ser de estrangulamento, pois em caso de fechamento das seções da barra, a bomba deslocará menor volume de calda com o aumento da pressão. Regulador de pressão de mola 8 Manômetro - É uma peça muito importante, pois tem a função de medir a energia usada pelo sistema para pulverizar. O manômetro comum traz escala em lb/pol.2 e kg/cm2; 9 Registro de Seções - Depois do regulador de pressão e manômetro, deve haver um registro, que o operador comanda para abrir ou fechar a passagem do líquido para os bicos. O número de válvulas pode variar de acordo com o número de seções de barra do pulverizador

7 10 Tubulação de retorno Serve de desvio para o retorno do líquido ao tanque; 11 Barra - As barras de pulverização contêm os bicos. O comprimento da barra varia conforme o modelo do pulverizador. Quanto mais comprida a barra, mais larga será a faixa de tratamento e, portanto, maior a capacidade operacional do equipamento. Entretanto, quanto mais comprida a barra, maior será a oscilação da mesma e a deposição poderá ser mais heterogênea; 12 Bicos de pulverização - O bico de pulverização é todo o conjunto e suas estruturas de fixação na barra como: corpo, porca, ponta, etc. Os bicos se acham posicionados na barra em distâncias uniformes, fixados por diferentes sistemas; Partes dos bicos como: engate rápido, corpos múltiplos com antigotejo, corpo, filtro de bico, capa, abraçadeira REFERÊNCIA MATUO, T. Técnicas de aplicação de defensivos. Jaboticabal: Funep, 139 p., 1990.

APLICAÇÃO DE DEFENSIVOS AGRÍCOLAS. Professor : Nailton Rodrigues de Castro Disciplina : Máquinas Agrícolas

APLICAÇÃO DE DEFENSIVOS AGRÍCOLAS. Professor : Nailton Rodrigues de Castro Disciplina : Máquinas Agrícolas APLICAÇÃO DE DEFENSIVOS AGRÍCOLAS Professor : Nailton Rodrigues de Castro Disciplina : Máquinas Agrícolas INTRODUÇÃO É a aplicação uniforme de um defensivo agrícola na forma líquida, utilizando a energia

Leia mais

LINHA CONDOR. Rua Dr. Luiz Miranda, Pompeia - SP - Tel. (14) Fax. (14)

LINHA CONDOR. Rua Dr. Luiz Miranda, Pompeia - SP - Tel. (14) Fax. (14) Rua Dr. Luiz Miranda, 1650 17580000 Pompeia SP Tel. (14) 3405 2100 Fax. (14) 3452 1916 Email: vendas@jacto.com.br PROTEJA O MEIO AMBIENTE. AO INUTILIZAR ESTE FOLHETO, NÃO JOGUE EM VIAS PÚBLICAS. www.jacto.com.br

Leia mais

LINHA ADVANCE. Rua Dr. Luiz Miranda, Pompeia - SP - Tel. (14) Fax. (14)

LINHA ADVANCE. Rua Dr. Luiz Miranda, Pompeia - SP - Tel. (14) Fax. (14) Rua Dr. Luiz Miranda, 1650 17580000 Pompeia SP Tel. (14) 3405 2100 Fax. (14) 3452 1916 Email: vendas@jacto.com.br PROTEJA O MEIO AMBIENTE. AO INUTILIZAR ESTE FOLHETO, NÃO JOGUE EM VIAS PÚBLICAS. www.jacto.com.br

Leia mais

TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO DE AGROTÓXICOS

TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO DE AGROTÓXICOS Definição: Ciência multidisciplinar Disciplina: Fitopatologia Agrícola TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO DE AGROTÓXICOS Objetivos: Destinada às pesquisas de equipamentos Processos e obtenção de resultados mais eficientes

Leia mais

Comunicado Técnico 09

Comunicado Técnico 09 Comunicado Técnico 09 ISSN 2177-854X Maio. 2011 Uberaba - MG Regulagem de Pulverizadores Agrícolas de Barras Responsável: Paulo Roberto Pala Martinelli E-mail: prpmartinelli@yahoo.com.br Engenheiro Agrônomo;

Leia mais

ARBUS 2000 TP. Rua Dr. Luiz Miranda, Pompeia - SP - Tel. (14) Fax. (14) www. jacto.com.br

ARBUS 2000 TP. Rua Dr. Luiz Miranda, Pompeia - SP - Tel. (14) Fax. (14) www. jacto.com.br Rua Dr. Luiz Miranda, 1650-17580-000 - Pompeia - SP - Tel. (14) 3405 2100 - Fax. (14) 3452 1916 - www. jacto.com.br PROTEJA O MEIO AMBIENTE. AO INUTILIZAR ESTE FOLHETO, NÃO JOGUE EM VIAS PÚBLICAS. Imagens

Leia mais

ARBUS Rua Dr. Luiz Miranda, Pompeia - SP - Tel. (14) Fax. (14)

ARBUS Rua Dr. Luiz Miranda, Pompeia - SP - Tel. (14) Fax. (14) Rua Dr. Luiz Miranda, 1650-17580-000 - Pompeia - SP - Tel. (14) 3405 2100 - Fax. (14) 3452 1916 - E-mail: vendas@jacto.com.br PROTEJA O MEIO AMBIENTE. AO INUTILIZAR ESTE FOLHETO, NÃO JOGUE EM VIAS PÚBLICAS.

Leia mais

Sistemas de Filtragem e Fertirrigação

Sistemas de Filtragem e Fertirrigação Sistemas de Filtragem e Fertirrigação Irrigação Localizada Filtros uma medida eficaz na redução de bloqueios físicos dos emissores; escolha dos filtros deve ser realizada de acordo com o tipo de emissor

Leia mais

Bombas Hidráulicas. Nelson R. Amanthea. Jun2008

Bombas Hidráulicas. Nelson R. Amanthea. Jun2008 Bombas Hidráulicas Nelson R. Amanthea Jun2008 Objetivos Introdução Máquinas Hidráulicas Bombas Hidráulicas Recalque Sistemas de Bombeamento Denominação o Deslocamento Direto o Cinéticas Bombas Centrífugas

Leia mais

LINHA JATÃO 3 PONTOS. Rua Dr. Luiz Miranda, Pompeia - SP - Tel. (14) Fax. (14)

LINHA JATÃO 3 PONTOS. Rua Dr. Luiz Miranda, Pompeia - SP - Tel. (14) Fax. (14) Rua Dr. Luiz Miranda, 1650-17580-000 - Pompeia - SP - Tel. (14) 3405 2100 - Fax. (14) 3452 1916 - E-mail: vendas@jacto.com.br PROTEJA O MEIO AMBIENTE. AO INUTILIZAR ESTE FOLHETO, NÃO JOGUE EM VIAS PÚBLICAS.

Leia mais

SUA PRODUTIVIDADE GANHA FORÇA COM A SANTAL.

SUA PRODUTIVIDADE GANHA FORÇA COM A SANTAL. SANTAL.COM.BR TRADIÇÃO DE ALTO DESEMPENHO. SUA PRODUTIVIDADE GANHA FORÇA COM A SANTAL. TECNOLOGIA RESULTADO COMPROVADO NO SETOR SUCROALCOOLEIRO. A Plantadora Santal PDM2 é mais um exemplo do espírito inovador

Leia mais

Conservação de Energia

Conservação de Energia Lei de Pascal F = Força A = Área P = Pressão 1. Suponhamos uma garrafa cheia de um líquido, o qual é, praticamente, incompressível 2. Se aplicarmos uma força de 10kgf numa rolha de 1 cm 2 de área 3. o

Leia mais

Tecnologia de Aplicação de Agroquímicos no Cafeeiro. Autor: Luís César Pio

Tecnologia de Aplicação de Agroquímicos no Cafeeiro. Autor: Luís César Pio Tecnologia de Aplicação de Agroquímicos no Cafeeiro Autor: Luís César Pio Prezado colega, Catanduva, 9 de novembro de 2012. Para VOCÊ, que participou do encontro de capacitação técnica e que é integrante

Leia mais

MEDIDORES ROTATIVOS MEDIDOR E ACESSÓRIOS

MEDIDORES ROTATIVOS MEDIDOR E ACESSÓRIOS MEDIDORES ROTATIVOS MEDIDOR 1450-20 E ACESSÓRIOS IMPORTANTE FORNECER O NÚMERO DE SÉRIE E MODELO DO EQUIPAMENTO. AS PEÇAS DEVERÃO SER REQUISITADAS DE ACORDO COM ESTE MANUAL DE PARTES MONTAGEM DO CONJUNTO

Leia mais

GLADIADOR Melhor relação peso/potência da categoria

GLADIADOR Melhor relação peso/potência da categoria GLADIADOR 2300 Melhor relação peso/potência da categoria Catálogo virtual Português Ago/2016 GLADIADOR 2300 O pulverizador autopropelido Gladiador 2300 apresenta grande autonomia de trabalho, possibilitando

Leia mais

INSTALAÇÕES PREDIAIS DE ÁGUA FRIA - DETALHES

INSTALAÇÕES PREDIAIS DE ÁGUA FRIA - DETALHES INSTALAÇÕES PREDIAIS DE ÁGUA FRIA - DETALHES 1. ALTURA DE SUCÇÃO (AS) - Desnível geométrico (altura em metros), entre o nível dinâmico da captação e o bocal de sucção da bomba. 2. ALTURA DE RECALQUE (AR)

Leia mais

UNITRI. Mecânica e Mecanização Agrícola QUINTA AULA DE MECANIZAÇÃO AGRÍCOLA APLICAÇÃO DE DEFENSIVOS

UNITRI. Mecânica e Mecanização Agrícola QUINTA AULA DE MECANIZAÇÃO AGRÍCOLA APLICAÇÃO DE DEFENSIVOS UNITRI Mecânica e Mecanização Agrícola QUINTA AULA DE MECANIZAÇÃO AGRÍCOLA APLICAÇÃO DE DEFENSIVOS Conceito: Entende-se como "Tecnologia de Aplicação de Produtos Fitossanitários" o emprego de todos os

Leia mais

Sistema Resistivo Diagrama de funcionamento Legendas

Sistema Resistivo Diagrama de funcionamento Legendas Sistema Resistivo Os sistemas tipo Resistivo podem ser empregados em máquinas de pequeno e médio porte que necessitem de uma lubrificação a óleo dosada e freqüente. Uma bomba de acionamento manual ou elétrico

Leia mais

Sistemas de Pressurização Série TAP CPW- Tanques de Pressão

Sistemas de Pressurização Série TAP CPW- Tanques de Pressão Sistemas de Pressurização Série TAP - Menor consumo de energia TAP-08 C TAP-20 C TAP-20 A Sistema com tanque de pressão, ideal para residências de até 2 banheiros. Aplicações Gerais Pressurização de rede

Leia mais

Cálculos envolvendo Atuadores Hidráulicos. Sistemas Hidropneumáticos I Hidráulica 04. Atuador hidráulico de dupla ação

Cálculos envolvendo Atuadores Hidráulicos. Sistemas Hidropneumáticos I Hidráulica 04. Atuador hidráulico de dupla ação UNIFEI Sistemas Hidropneumáticos I Hidráulica 04 Cálculos envolvendo tuadores Hidráulicos EME-26 ula 04 21-09-2009 Prof. José Hamilton Chaves Gorgulho Júnior tuador hidráulico de dupla ação tuador hidráulico

Leia mais

DEFENSIVO AGRÍCOLA. Jefferson Horn Kunz. [Digite texto]

DEFENSIVO AGRÍCOLA. Jefferson Horn Kunz. [Digite texto] 2013.2 DEFENSIVO AGRÍCOLA Jefferson Horn Kunz [Digite texto] 2 TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO DOS DEFENSIVOS E EQUIPAMENTOS Introdução Tecnologia consiste na aplicação dos conhecimentos científicos a um determinado

Leia mais

Agricultura II. Máquinas de aplicação de fito-fármacos

Agricultura II. Máquinas de aplicação de fito-fármacos Agricultura II Máquinas de aplicação de fito-fármacos As quantidades de fito-fármaco fungicidas, insecticidas, herbicidas (doses) podem ser dadas em: - kg ou L / hl - culturas arbustivas e arbóreas -kg

Leia mais

Catálogo de Peças KO PEC.FA PULVERIZADOR KO PEC FA 9.00 ÍNDICE. Adesivos... Lista de peças... Barra Pec. FA9.00 Completa...

Catálogo de Peças KO PEC.FA PULVERIZADOR KO PEC FA 9.00 ÍNDICE. Adesivos... Lista de peças... Barra Pec. FA9.00 Completa... PULVERIZADOR KO 400-600 PEC FA 9.00 ÍNDICE DO PRODUTO Adesivos... Barra Pec. FA9.00 Completa... Porta bico lateral antigot.... Bomba 3PH 45-65 c. rubia... Comando Simples 2 vias... Filtro de sucção...

Leia mais

Transmissão hidráulica de força e energia

Transmissão hidráulica de força e energia Líquidos Transmissão de força Intensificador de pressão Pressão em uma coluna de fluido Velocidade e vazão Tipos de fluxo Geração de calor Diferencial de pressão Transmissão Hidráulica de Força e Energia

Leia mais

Mecanização da Pulverização. Eng. Agr.Jairo da Costa Moro Máquinas Agrícolas Jacto S.A

Mecanização da Pulverização. Eng. Agr.Jairo da Costa Moro Máquinas Agrícolas Jacto S.A Eng. Agr.Jairo da Costa Moro Máquinas Agrícolas Jacto S.A Mercado de defensivos Agrícolas 2014 - Brasil - O mercado brasileiro comercializou o valor total de US$12,25 bilhões em defensivos agrícolas. Fonte:

Leia mais

INSPEÇÃO PERIÓDICA DE PULVERIZADORES NA REGIÃO DO ALTO VALE DO ITAJAÍ

INSPEÇÃO PERIÓDICA DE PULVERIZADORES NA REGIÃO DO ALTO VALE DO ITAJAÍ INSPEÇÃO PERIÓDICA DE PULVERIZADORES NA REGIÃO DO ALTO VALE DO ITAJAÍ Lucas Renan EFFTING 1 ; João Pedro Fossa BERNARDY 2 ; Leonardo DÜSTERHOFT 3 ; Fabrício Campos MASIERO 4, Ricardo Kozoroski VEIGA 5

Leia mais

BOMBAS. Bombas CLASSIFICAÇÃO BOMBAS ALTERNATIVAS APLICAÇÕES 06/04/2011 BOMBAS DE DESLOCAMENTO POSITIVO

BOMBAS. Bombas CLASSIFICAÇÃO BOMBAS ALTERNATIVAS APLICAÇÕES 06/04/2011 BOMBAS DE DESLOCAMENTO POSITIVO BOMBAS Bombas Para deslocar um fluido ou mantê-lo em escoamento é necessário adicionarmos energia, o equipamento capaz de fornecer essa energia ao escoamento do fluido é denominamos de Bomba. CLASSIFICAÇÃO

Leia mais

Resumo de exercícios de bombas. Exercício 1

Resumo de exercícios de bombas. Exercício 1 Resumo de exercícios de bombas Exercício 1 Considere uma bomba centrífuga cuja geometria e condições de escoamento são : Raio de entrada do rotor = 37,5 mm, raio de saída = 150 mm, largura do rotor = 12,7

Leia mais

Turbinas Hidráulicas

Turbinas Hidráulicas Modelo de Turbinas Turbinas Hidráulicas A geração de energia hidrelétrica utiliza turbinas hidráulicas para acionamento dos hidrogeradores; Três tipos de turbinas são largamente utilizadas: turbinas Pelton

Leia mais

EX TARIFÁRIO BOMBA HIDRÁULICA VOLUMÉTRICA ALTERNATIVA DE PISTÕES AXIAIS NCM:

EX TARIFÁRIO BOMBA HIDRÁULICA VOLUMÉTRICA ALTERNATIVA DE PISTÕES AXIAIS NCM: EX TARIFÁRIO BOMBA HIDRÁULICA VOLUMÉTRICA ALTERNATIVA DE PISTÕES AXIAIS NCM: 8413.50.10 INFORMAÇÕES ADICIONAIS 1. Montadora (repetir informação da Planilha de pleitos em excel): Komatsu 2. n Item (repetir

Leia mais

REVISTA CIENTÍFICA ELETRÔNICA DE AGRONOMIA ISSN: ANÁLISE E AVALIAÇÃO DA TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO DE DEFENSIVO AGRÍCOLA NA CULTURA DA LICHIA

REVISTA CIENTÍFICA ELETRÔNICA DE AGRONOMIA ISSN: ANÁLISE E AVALIAÇÃO DA TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO DE DEFENSIVO AGRÍCOLA NA CULTURA DA LICHIA REVISTA CIENTÍFICA ELETRÔNICA DE AGRONOMIA ISSN: 1677-0293 Número 27 Julho de 2015 Periódico Semestral ANÁLISE E AVALIAÇÃO DA TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO DE DEFENSIVO AGRÍCOLA NA CULTURA DA LICHIA Jéssica

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ENGENHARIA QUÍMICA LOQ4085 OPERAÇÕES UNITÁRIAS I

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ENGENHARIA QUÍMICA LOQ4085 OPERAÇÕES UNITÁRIAS I UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ENGENHARIA QUÍMICA LOQ4085 OPERAÇÕES UNITÁRIAS I Profa. Lívia Chaguri E-mail: lchaguri@usp.br Conteúdo Bombas Parte 1 - Introdução - Classificação - Bombas sanitárias - Condições

Leia mais

Bomba Manual QUICKSHOT BAM.B01 Manual de Montagem e Utilização

Bomba Manual QUICKSHOT BAM.B01 Manual de Montagem e Utilização Bomba Manual QUICKSHOT BAM.B01 Manual de Montagem e Utilização Sumário Sequência de montagem da bomba BAM.B01... 3 Carabinas que usam bicos de encher com conexão 1/8 BSP diretamente... 6 Usando a bomba

Leia mais

TÍTULO: DESENVOLVIMENTO DE UM KIT DIDÁTICO DE PERDA DE CARGA CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: ENGENHARIAS E ARQUITETURA SUBÁREA: ENGENHARIAS

TÍTULO: DESENVOLVIMENTO DE UM KIT DIDÁTICO DE PERDA DE CARGA CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: ENGENHARIAS E ARQUITETURA SUBÁREA: ENGENHARIAS TÍTULO: DESENVOLVIMENTO DE UM KIT DIDÁTICO DE PERDA DE CARGA CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: ENGENHARIAS E ARQUITETURA SUBÁREA: ENGENHARIAS INSTITUIÇÃO: FACULDADE DE ENGENHARIA DE SOROCABA AUTOR(ES): RAPHAEL

Leia mais

TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO DE HERBICIDAS

TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO DE HERBICIDAS TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO DE HERBICIDAS Emprego de todos os conhecimentos científicos que proporcionem a correta colocação do produto biologicamente ativo no alvo, em quantidade necessária, de forma econômica,

Leia mais

Sistemas de Pressurização Série TAP - Tanques de Pressão

Sistemas de Pressurização Série TAP - Tanques de Pressão Sistemas de Pressurização Série TAP - Tanques de Pressão Menor consumoo de energia TAP-20 C TAP-35 C TAP-20 A TAP-35 A Sistema com tanque de pressão, ideal para residências de até 2 banheiros. Aplicações

Leia mais

Catálogo de Peças RT 220

Catálogo de Peças RT 220 Catálogo de Peças 09 0 9 0 RT 0 edição 0-0 edição 0-0 0 edição 0-0 09 RT 0 : RT 0 : Dimensional capa seca SAE Relação de redução : : CV máximo 0 RPM máximo 00 Torque de transmissão (N.m) 0 Pressão de óleo

Leia mais

Manual do Operador. BOMBAS DE PULVERIZAÇÃO COM PISTÃO PS 22 EI e PS 30 EI

Manual do Operador. BOMBAS DE PULVERIZAÇÃO COM PISTÃO PS 22 EI e PS 30 EI Manual do Operador BOMBAS DE PULVERIZAÇÃO COM PISTÃO PS 22 EI e PS 30 EI CUIDADO PERIGO A utilização imprópria do equipamento assim como a não observância das normas de segurança, pode resultar em ferimentos

Leia mais

INTRODUÇÃO ÀS MÁQUINAS HIDRÁULICAS

INTRODUÇÃO ÀS MÁQUINAS HIDRÁULICAS - MÁQUINA HIDRÁULICA MOTRIZ OU TURBINA: máquina hidráulica que fornece energia mecânica para ser transformada em energia elétrica. 1. Definição INTRODUÇÃO ÀS MÁQUINAS HIDRÁULICAS - MÁQUINA HIDRÁULICA:

Leia mais

Atuadores Pneumáticos Rotativos

Atuadores Pneumáticos Rotativos UNIFEI EME610 - Sistemas Hidropneumáticos Pneumática 2 Atuadores Pneumáticos Rotativos Aula 9 Prof. José Hamilton Chaves Gorgulho Júnior https://www.youtube.com/watch?v=-65-t7st6tw Atuadores oscilantes

Leia mais

AUTOMATISMOS COMANDOS HIDRÁULICOS. APLICAÇÕES AUTOMATISMOS HIDRÁULICOS: 1- Comando por distribuidor de carretel 2- Comando por distribuidor rotativo

AUTOMATISMOS COMANDOS HIDRÁULICOS. APLICAÇÕES AUTOMATISMOS HIDRÁULICOS: 1- Comando por distribuidor de carretel 2- Comando por distribuidor rotativo AUTOMATISMOS COMANDOS HIDRÁULICOS APLICAÇÕES AUTOMATISMOS HIDRÁULICOS: 1- Comando por distribuidor de carretel 2- Comando por distribuidor rotativo Aplicação 1: aperto em máquinaferramenta Queremos apertar

Leia mais

MOTOR 4 LD 2500 / 4 LDG 2500

MOTOR 4 LD 2500 / 4 LDG 2500 MOTOR LD 500 / LDG 500 ÍNDICE A 5 6 Bloco do Motor Carcaça Tampa do Motor LD 500 Tampa do Motor LDG 500 Cabeçote Tampa do Cabeçote Conjunto Pistão LD 500 6A Conjunto Pistão LDG 500 7 8 9 0 5 6 7 8 9 0

Leia mais

Manual do Proprietário. Reversor Marítimo RT 115. Potência/Rotação (máxima de entrada) Modelo do reversor. Reversor RT40 mecânico, redução 3,0:1

Manual do Proprietário. Reversor Marítimo RT 115. Potência/Rotação (máxima de entrada) Modelo do reversor. Reversor RT40 mecânico, redução 3,0:1 Manual do Proprietário Reversor Marítimo RT A Tramontini Implementos Agrícolas Ltda garante seus produtos, que em serviço e uso normal, vierem a apresentar defeitos de material, fabricação ou montagem,

Leia mais

RECALQUE. Prof. Hugo Alexandre Soares Guedes Website: wp.ufpel.edu.br/hugoguedes/

RECALQUE. Prof. Hugo Alexandre Soares Guedes   Website: wp.ufpel.edu.br/hugoguedes/ INSTALAÇÕES DE RECALQUE Prof. Hugo Alexandre Soares Guedes E-mail: hugo.guedes@ufpel.edu.br Website: wp.ufpel.edu.br/hugoguedes/ MÁQUINA DESIGNAÇÃO GENÉRICA DADA A TODO TRANSFORMADOR DE ENERGIA. ELA ABSORVE

Leia mais

MÓVEL PRESSÃO. Transmissão com embraiagem. Saida. Retorno. Regulador Pressão. jacto regulável e posicionável. bomba. Piston.2E C.C

MÓVEL PRESSÃO. Transmissão com embraiagem. Saida. Retorno. Regulador Pressão. jacto regulável e posicionável. bomba. Piston.2E C.C Mar c a Válvulas Pist o ns P res s ão 2 2.01 Grupo Pressão 2017.20-ST MÓVEL PRESSÃO R Peso Kg. 6,4 Caudal L/min 12 Carburador Diafragma Pressão kg/cm2 15 Aspiração M 10 Mistura 1:25 10 metros mangueira

Leia mais

CATÁLOGO TÉCNICO VÁLVULAS LINHAS

CATÁLOGO TÉCNICO VÁLVULAS LINHAS CATÁLOGO TÉCNICO VÁLVULAS LINHAS AUTOMÁTICA DE ESCAPE DE AR (ESCO MASTER) RETENÇÃO ANTIGOLPE DE ARÍETE (ESCO MASTER) RETENÇÃO DE FECHAMENTO RÁPIDO ANTIGOLPE DE ARÍETE (PM) SIGMMA ESCO BOMBAS Sigmma Indústria

Leia mais

Seção E Bicos de Pulverização Fina

Seção E Bicos de Pulverização Fina Seção E s de Visão Geral Nossos bicos atomizadores de pulverização hidráulica fina estão disponíveis em duas versões. s Padrão: bicos roscados tradicionais de metal. s de Rápida: consistindo de um corpo

Leia mais

Programa de Pós-Graduação em Ciências Agrárias Mestradoe Doutorado

Programa de Pós-Graduação em Ciências Agrárias Mestradoe Doutorado UNIVERSIDADE FEDERAL DO RECÔNCAVO DA BAHIA Centro de Ciências Agrárias, Ambientais e Biológicas NEAS - Núcleo de Engenharia de Água e Solo Campus Universitário de Cruz das Almas, Bahia Programa de Pós-Graduação

Leia mais

Convecção natural. É o termo usado quando o movimento do fluido se dá devido às diferenças de densidade em um campo gravitacional.

Convecção natural. É o termo usado quando o movimento do fluido se dá devido às diferenças de densidade em um campo gravitacional. CAPÍTULO 6 - SISTEMA DE REFRIGERAÇÃO INTRODUÇÃO O Sistema de Refrigeração tem por objetivo impedir que os elementos mecânicos do motor atinjam uma temperatura muito elevada ao contato com os gases da combustão.

Leia mais

4LD LDG Motor e Gerador

4LD LDG Motor e Gerador LD 00 LDG 00 Motor e Gerador MOTOR LD 00 / LDG 00 ÍNDICE A Bloco do Motor Bloco do Motor Cabeçote Conjunto Pistão Virabrequim Comando de Válvulas Trem de Válvulas Trem de Engrenagens Alimentação e Escape

Leia mais

Motor de Pistões Radiais V JMDG Baixa rotação e alto torque

Motor de Pistões Radiais V JMDG Baixa rotação e alto torque Motor de Pistões Radiais V JMDG Baixa rotação e alto torque Introdução São motores de baixa rotação e altíssimo torque e que podem ser aplicados em várias áreas que exigem estas características. Podem

Leia mais

Válvulas de Controle 25/11/20122

Válvulas de Controle 25/11/20122 25/11/2012 1 2012 25/11/20122 2 Tipos de Válvulas Os tipos de válvulas classificam-se em função dos respectivos tipos de corpos, e portanto, quando estivermos falando de tipos de válvulas deve-se subentender

Leia mais

2. Classificação, Descrição e Elementos Construtivos. 2.1 Definição e Classificação de Máquinas de Fluido

2. Classificação, Descrição e Elementos Construtivos. 2.1 Definição e Classificação de Máquinas de Fluido 2. Classificação, Descrição e Elementos Construtivos 2.1 Definição e Classificação de Máquinas de Fluido Uma máquina pode ser definida como um transformador de energia. Nas máquinas de fluido ocorre a

Leia mais

BOMBAS. Definições. ALTURA DE SUCÇÃO (H S ) - Desnível geométrico (altura em metros), entre o nível dinâmico da captação e o bocal de sucção da bomba.

BOMBAS. Definições. ALTURA DE SUCÇÃO (H S ) - Desnível geométrico (altura em metros), entre o nível dinâmico da captação e o bocal de sucção da bomba. BOMBAS Definições ALTURA DE SUCÇÃO (H S ) - Desnível geométrico (altura em metros), entre o nível dinâmico da captação e o bocal de sucção da bomba. OBS.: Em bombas centrífugas normais, instaladas ao nível

Leia mais

Mecânica dos Fluidos I

Mecânica dos Fluidos I Mecânica dos Fluidos I Aula prática 1 EXERCÍCIO 1 Em Mecânica dos Fluidos é muito frequente que interesse medir a diferença entre duas pressões. Os manómetros de tubos em U, que são um dos modelos mais

Leia mais

Motor Isuzu. Manual de peças

Motor Isuzu. Manual de peças Motor Isuzu Manual de peças MOTOR ISUZO ÍNDICE 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 Conjunto Tampa de Válvula Conjunto Cabeçote Completo Bloco e Camisa Sistema do Motor Cárter

Leia mais

MÓVEL PRESSÃO. Transmissão com embraiagem. Saida. Retorno. Regulador Pressão. jacto regulável e posicionável. bomba. Piston.2E C.C

MÓVEL PRESSÃO. Transmissão com embraiagem. Saida. Retorno. Regulador Pressão. jacto regulável e posicionável. bomba. Piston.2E C.C Mar c a Válvulas Pist o ns P res s ão 2 2.01 24.0.16 Grupo Pressão 2016.20-ST MÓVEL PRESSÃO R Peso Kg. 6,4 Caudal L/min 12 Carburador Diafragma Pressão kg/cm2 15 Aspiração M 10 Mistura 1:25 10 metros mangueira

Leia mais

Reversor Marítimo RT 80

Reversor Marítimo RT 80 Reversor Marítimo RT 0 EIXO DE ENTRADA REVERSOR RT 0 EIXO DE ENTRADA REVERSOR RT 0 0 0 0 0 0 ESPAÇADOR INTERNO Ø 0mm ROLAMENTO 0 C ROLAMENTO 0 C ANEL ELÁSTICO EXTERNO Ø 0mm SUPORTE DA EMBREAGEM ANEL ELÁSTICO

Leia mais

Atuadores e Sistemas Hidráulicos

Atuadores e Sistemas Hidráulicos 1 Atuadores e Sistemas Hidráulicos Prof. Dr. Emílio Carlos Nelli Silva Aula 1 Escola Politécnica da USP Departamento de Engenharia Mecatrônica e Sistemas Mecânicos Introdução 2 Hidráulica é o ramo da engenharia

Leia mais

vinil, fibra e alvenaria, piscinas de vinil piscinas de alvenaria

vinil, fibra e alvenaria, piscinas de vinil piscinas de alvenaria INTRODUÇÃO O hidrojato é um acessório que agrega diversão e bem estar. Seu sistema produz um jato que gera uma forte corrente de água na piscina. Ideal para prática de exercícios de natação e divertimento

Leia mais

MANUTENÇÃO PREVENTIVA AUTOMOTIVA. Checklist de peças

MANUTENÇÃO PREVENTIVA AUTOMOTIVA. Checklist de peças MANUTENÇÃO PREVENTIVA AUTOMOTIVA Checklist de peças A manutenção preventiva é uma das partes mais importantes para a conservação de um veículo pois até mesmo os que não estejam rodando regularmente, passam

Leia mais

Reversor Marítimo RT 50

Reversor Marítimo RT 50 Reversor Marítimo RT 0 EIXO DE ENTRADA REVERSOR RT 0 EIXO DE ENTRADA REVERSOR RT 0 0 0 0 0 ESPAÇADOR INTERNO Ø mm ROLAMENTO 00 ANEL ELÁSTICO EXTERNO Ø mm SUPORTE DA EMBREAGEM ANEL ELÁSTICO INTERNO Ø 0mm

Leia mais

Introdução. Apresentação. Características da hidráulica. Evolução dos sistemas hidráulicos. Sistema hidráulico. Circuito hidráulico básico

Introdução. Apresentação. Características da hidráulica. Evolução dos sistemas hidráulicos. Sistema hidráulico. Circuito hidráulico básico Apresentação Características da hidráulica Evolução dos sistemas hidráulicos Sistema hidráulico Circuito hidráulico básico Unidade hidráulica Apresentação Com a constante evolução tecnológica há no mercado

Leia mais

Catálogo de Peças KO 400/600/800 IH 08/10 E EM "X" PULVERIZADOR KO 400/600/800 BARRAS IH 08/10 E EM X ÍNDICE - 1

Catálogo de Peças KO 400/600/800 IH 08/10 E EM X PULVERIZADOR KO 400/600/800 BARRAS IH 08/10 E EM X ÍNDICE - 1 PULVERIZADOR KO 400/600/800 BARRAS IH / E EM X ÍNDICE DO PRODUTO PÁGINA DO PRODUTO PÁGINA Adesivos... Agitador hidraulico nº 1... Barra de pulverização IH 8 e IH mangueira... Barra IH // em X... Bico duplex

Leia mais

Roteiro - Aula Prática Perda de carga:

Roteiro - Aula Prática Perda de carga: Laboratório de Hidráulica - Aula Prática de Perda de Carga 1 Roteiro - Aula Prática Perda de carga: 1. Objetivo do experimento: Estudo de perda de carga distribuída e localizada. Medição de velocidade

Leia mais

1. INTRODUÇÃO. Figura 1.1 Classificação das máquinas de fluido [adaptado de BRASIL, 2010, p.21] mca metros de coluna d água. 1 1

1. INTRODUÇÃO. Figura 1.1 Classificação das máquinas de fluido [adaptado de BRASIL, 2010, p.21] mca metros de coluna d água. 1 1 1. INTRODUÇÃO Máquina de Fluido (fluid machinery) é o equipamento que promove a troca de energia entre um sistema mecânico e um fluido, transformando energia mecânica (trabalho) em energia de fluido ou

Leia mais

Índice PULVERIZADOR COSTAL

Índice PULVERIZADOR COSTAL Nesta lista temos em cada página da esquerda para a direita: 1. Vista explodida e número da seção 2. Item (nº da figura) 3. Código da peça 4. Nome da peça e dimensão 5. Quantidade de peças por máquina

Leia mais

Prof. Dr. Casimiro Dias Gadanha Jr. DER/ESALQ/USP

Prof. Dr. Casimiro Dias Gadanha Jr. DER/ESALQ/USP LER 432 Máquinas e Implementos Agrícolas TÓPICO: Máquinas para Aplicação de Produtos Fitossanitários Prof. Dr. Casimiro Dias Gadanha Jr. DER/ESALQ/USP AGROTÓXICO Sinônimos: Produto Fitossanitário Pesticida

Leia mais

Motobombas. Diesel. BFD 6" - Ferro Fundido BFD 8" - Ferro Fundido

Motobombas. Diesel. BFD 6 - Ferro Fundido BFD 8 - Ferro Fundido Motobombas Diesel BFD 6" - Ferro Fundido BFD 8" - Ferro Fundido 1 - Motobomba BFDE 6", BFDE 8" Sua aplicação básica está na captação de água de rio e lagos. Utilizado quando é necessário uma transferência

Leia mais

NEW HOLLAND DEfENsOr sp2500

NEW HOLLAND DEfENsOr sp2500 NEW HOLLAND Defensor SP2500 2 3 Defensor SP2500. O mais novo pulverizador da família New Holland A New Holland sempre esteve ao lado do produtor. Desde que se instalou no Brasil, seus técnicos vão a campo

Leia mais

LINTEC VEÍCULOS E MOTORES ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

LINTEC VEÍCULOS E MOTORES ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS LINTEC VEÍCULOS E MOTORES ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS Código: ET 700.018 Data: 05/08/2011 MOTOR 3LD1500 LINTEC PRODUTO: MOTOR APROVADO: Adelair Colombo ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS MODELO: MOTOR 3LD1500 ELABORADO:

Leia mais

Dosador de cloro gás

Dosador de cloro gás Dosador de cloro gás : A ÚTIL/TETIS consolidou seu nome através da qualidade de seus equipamentos para saneamento e dosagem de produtos químicos. Órgãos públicos, federais, estaduais e municipais além

Leia mais

MODELO LP. Proporcionador de Linha de Alta Vazão. Descrição do Produto. Especificações. Informações Técnicas. Aplicação

MODELO LP. Proporcionador de Linha de Alta Vazão. Descrição do Produto. Especificações. Informações Técnicas. Aplicação Proporcionador de Linha de Alta Vazão MODELO LP Descrição do Produto Os Proporcionadores de Linha de Alta Vazão Modelo LP, também denominados edutores, são equipamentos simples e de baixo custo, para utilização

Leia mais

MANUAL DE FUNCIONAMENTO DOS FILTROS LIMPA TANQUE SULFILTROS

MANUAL DE FUNCIONAMENTO DOS FILTROS LIMPA TANQUE SULFILTROS MANUAL DE FUNCIONAMENTO DOS FILTROS LIMPA TANQUE SULFILTROS 1. INTRODUÇÃO Este manual contém todas informações necessárias para a correta instalação, operação e manutenção dos Filtros Prensa SULFILTROS.

Leia mais

4 LDG LDG 3900 T

4 LDG LDG 3900 T MOTORES T CATÁLOGO DE PEÇAS MOTORMOTOR / T 1 BLOCO DO MOTOR 1 7042.001.001.00.2 4 Prisioneiro M8X70 X X 2 7042.001.002.00.0 2 Pino Guia Ø12X25 X X 3 7042.001.003.00.8 5 Prisioneiro M10X45 X X 4 7042.001.004.00.6

Leia mais

Preparação para Ar Comprimido - Série 14

Preparação para Ar Comprimido - Série 14 Catálogo 1001-8 R Informações técnicas Série 14 reparação para r Comprimido - Série 14 Características técnicas Conexão 1/4 T ou S Vazão (l/min) Vide codificação Faixa de temperatura 0 C a 52 C 150 psi

Leia mais

Pulverizador Agrícola Manual

Pulverizador Agrícola Manual R Pulverizador Agrícola Manual Fone: (42) 3522-2789 3522-1819 3523-7926 Rua Prefeito Alfredo Metzler, 480 - CEP 89400-000 - Porto União - SC Site: www.knapik.com.br E-mail: knapik@knapik.com.br vendas@knapik.com.br

Leia mais

TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO DE HERBICIDAS

TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO DE HERBICIDAS TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO DE HERBICIDAS Emprego de todos os conhecimentos científicos que proporcionem a correta colocação do produto biologicamente ativo no alvo, em quantidade necessária, de forma econômica,

Leia mais

Figura 1. Combustão externa: calor é produzido fora do motor em caldeiras.

Figura 1. Combustão externa: calor é produzido fora do motor em caldeiras. UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO IT Departamento de Engenharia ÁREA DE MÁQUINAS E ENERGIA NA AGRICULTURA IT 154- MOTORES E TRATORES INTRODUÇÃO CONSTITUIÇÃO DOS MOTORES Carlos Alberto Alves

Leia mais

Catálogo de Peças KO A 400 CA - 1 PULVERIZADOR KO A 400 CA ÍNDICE

Catálogo de Peças KO A 400 CA - 1 PULVERIZADOR KO A 400 CA ÍNDICE PULVERIZADOR KO A 400 CA ÍNDICE DO PRODUTO PÁGINA DO PRODUTO PÁGINA Adesivos... Agitador hidraulico nº 1... Barra de pulverização IH 8 e IH mangueira... Barra HCA 40-1,80x2, - 2,55x3,... Bico duplex mangueira...

Leia mais

Capítulo 4 Equação da energia para escoamento permanente

Capítulo 4 Equação da energia para escoamento permanente Capítulo 4 Equação da energia para escoamento permanente ME4310 e MN5310 23/09/2009 OBJETIVO DA AULA DE HOJE: RESOLVER O EXERCÍCIO A SEGUIR: Determine a carga mecânica total na seção x do escoamento representada

Leia mais

TIPOS DE VÁLVULAS. Válvulas de interesse em refrigeração: 1. Bloqueio: 2. Retenção: 3. Expansão:

TIPOS DE VÁLVULAS. Válvulas de interesse em refrigeração: 1. Bloqueio: 2. Retenção: 3. Expansão: VÁLVULAS TIPOS DE VÁLVULAS Válvulas de interesse em refrigeração: 1. Bloqueio: 2. Retenção: 3. Expansão: 1. VÁLVULA DE BLOQUEIO Utilizada em diversos pontos das linhas; Função de isolar um componente ou

Leia mais

AULA TÉCNICA INSTRUTOR: SCOPINO

AULA TÉCNICA INSTRUTOR: SCOPINO AULA TÉCNICA 29 2015 INSTRUTOR: SCOPINO GERENCIAMENTO ELETRÔNICO ECOSPORT 1.6 16V FLEX MARELLI IAW 7GFR.CS SCOPINO TREINAMENTOS Já tivemos aula sobre: ECOSPORT - ECU Agora veremos: IAW 7GFR.CS - AULA 03

Leia mais

Informações gerais sobre o sistema pneumático

Informações gerais sobre o sistema pneumático Definições É importante lembrar as seguintes definições e conceitos ao trabalhar no sistema pneumático do veículo: Reservatório de ar comprimido Um reservatório pressurizado contendo ar comprimido. Ele

Leia mais

Catálogo ZF - Veicular DEZ-2008 Figura Transmissão: 16S 2280 TO Iveco Nº ZF:

Catálogo ZF - Veicular DEZ-2008 Figura Transmissão: 16S 2280 TO Iveco Nº ZF: Figura 1 01.630.010 01.630.020 01.600 01.510 01.620 01.340 01.310 2 01.030 1 Carcaça 1316 201 110 01.140 4 Pino cilindrico 0731 201 563 01.200.010 1 Bujão 0636 304 049 01.200.020 1 Anel de vedação 0730

Leia mais

FUNDAÇÃO DE APOIO A PESQUISA, ENSINO E EXTENSÃO - FUNEP

FUNDAÇÃO DE APOIO A PESQUISA, ENSINO E EXTENSÃO - FUNEP UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E VETERINÁRIAS CAMPUS DE JABOTICABAL Página 1 de 5 RELATÓRIO DE ANÁLISE CARACTERIZAÇÃO DE GOTAS PRODUZIDAS POR BICO DE PULVERIZAÇÃO EM DIFERENTES

Leia mais

Março / 2015 Página 01/05 TÍTULO: INSTALAÇÃO MÍNIMA PARA BARRILETE DE ENTRADA E SAÍDA ÁGUA EQUIPAMENTOS FAMÍLIA CHILLER SCROLL INVERTER

Março / 2015 Página 01/05 TÍTULO: INSTALAÇÃO MÍNIMA PARA BARRILETE DE ENTRADA E SAÍDA ÁGUA EQUIPAMENTOS FAMÍLIA CHILLER SCROLL INVERTER Março / 2015 Página 01/05 TÍTULO: INSTALAÇÃO MÍNIMA PARA BARRILETE DE ENTRADA E SAÍDA ÁGUA EQUIPAMENTOS FAMÍLIA CHILLER SCROLL INRTER DE NOS DA SUMÁRIO Descritivo para instalação hidráulica mínima para

Leia mais

Nota: Campus JK. TMFA Termodinâmica Aplicada

Nota: Campus JK. TMFA Termodinâmica Aplicada TMFA Termodinâmica Aplicada 1) Considere a central de potência simples mostrada na figura a seguir. O fluido de trabalho utilizado no ciclo é água e conhece-se os seguintes dados operacionais: Localização

Leia mais

Recolha de Lixo KO

Recolha de Lixo KO Recolha de Lixo KO45011 Principais benefícios: Simplicidade e confiabilidade na operação e manutenção; Contentores abertos, removíveis e grande capacidade volumétrica; Possibilidade de recolha de todos

Leia mais

CATÁLOGO TÉCNICO DE PRODUTO

CATÁLOGO TÉCNICO DE PRODUTO Equipamento de teste de pressão da bomba de combustível de veículos com injeção eletrônica O TVP s são equipamento para teste de pressão da bomba elétrica de combustível dos veículos com injeção eletrônica,

Leia mais

4LD LDG Motor e Gerador

4LD LDG Motor e Gerador LD 00 LDG 00 Motor e Gerador MOTOR LD 00 / LDG 00 ÍNDICE A Bloco do Motor Bloco do Motor Cabeçote Conjunto Pistão Virabrequim Comando de Válvulas Trem de Válvulas Trem de Engrenagens Alimentação e Escape

Leia mais

Manual de Instalação do Conjunto de Pressão

Manual de Instalação do Conjunto de Pressão Pág. 0-900 / www.polibol.com.br DIAGRAMA PRINCIPAL MONOFÁSICO - BIFÁSICO 7/V 0HZ - 0/0V 0HZ DIAGRAMA DE COMANDO DIAGRAMA PRINCIPAL TRIFÁSICO 0/0 0HZ DIAGRAMA DE COMANDO N R S A C 0V - 0HZ B N R S T A C

Leia mais

MOTOR 3 LD 1500 / 3 LDG 1500

MOTOR 3 LD 1500 / 3 LDG 1500 MOTOR LD 00 / LDG 00 ÍNDICE 7 8 9 0 7 8 9 0 7 Bloco do Motor Tampa do Comando Cabeçote Tampa do Cabeçote Conjunto Pistão Virabrequim Comando de Válvulas Trem de Engrenagens Admissão Escapamento Carter

Leia mais

Ensaio de Bombas Centrífugas

Ensaio de Bombas Centrífugas Ensaio de Bombas Centrífugas 1. NORMAS DE ENSAIO Os ensaios de desempenho e de cavitação para bombas hidráulicas de fluxo (centrífugas, axiais e mistas), de classe C (bombas de utilização corrente) são

Leia mais

BOMBA PRESSURIZADORA MANUAL DE SERVIÇO PB-088MA, 088JA PB-135MA, 135JA PB-S250MA, S250JA PB-350MA, 350JA MODELO

BOMBA PRESSURIZADORA MANUAL DE SERVIÇO PB-088MA, 088JA PB-135MA, 135JA PB-S250MA, S250JA PB-350MA, 350JA MODELO BOMBA PRESSURIZADORA MANUAL DE SERVIÇO MODELO PB-088MA, 088JA PB-135MA, 135JA PB-S250MA, S250JA PB-350MA, 350JA Leia atentamente este manual antes de instalar ou operar o equipamento para assegurar uma

Leia mais

TERMOREGULADOR. Esta linha de equipamentos necessitam de uma fonte fria para modular a temperatura. 2

TERMOREGULADOR. Esta linha de equipamentos necessitam de uma fonte fria para modular a temperatura. 2 TERMOREGULADOR Sua variação de controle poder chegar até 0,5ºC, esta precisão se da pelo controle de PID gerido pelo controlador GEFRAN instalado estrategicamente em seu painel frontal e fácil acesso ao

Leia mais

*Imagens meramente ilustrativas LIXADEIRA ORBITAL. Manual de Instruções

*Imagens meramente ilustrativas LIXADEIRA ORBITAL. Manual de Instruções *Imagens meramente ilustrativas LIXADEIRA ORBITAL Manual de Instruções www.v8brasil.com.br 1. DADOS TÉCNICOS LIXADEIRA ORBITAL 1200 Modelo Velocidade sem carga Pressão de ar Entrada de ar 1/4 V8-LX-1200

Leia mais

Anexo 2 TABELA DE PREÇOS DE PEÇAS DE RECUPERAÇÃO DE INJEÇÕES DE DIESEL

Anexo 2 TABELA DE PREÇOS DE PEÇAS DE RECUPERAÇÃO DE INJEÇÕES DE DIESEL Anexo 2 TABELA DE PREÇOS DE PEÇAS DE RECUPERAÇÃO DE INJEÇÕES DE DIESEL BOSCH Referência Descrição da peça Valor 0261230081 SENSOR DE PRESSÃO 241,31 0281002118 VÁLVULA MAGNÉTICA 1.740,72 0281002149 VÁLVULA

Leia mais

PNEUMÁTICA PNEUMÁTICA COMPARAÇÃO DESVANTAGENS VANTAGENS: Preparação; Compressibilidade; Potência; Escape de ar; Custo;

PNEUMÁTICA PNEUMÁTICA COMPARAÇÃO DESVANTAGENS VANTAGENS: Preparação; Compressibilidade; Potência; Escape de ar; Custo; PNEUMÁTICA PNEUMÁTICA É um sistema que torna possível a utilização do ar para geração de energia mecânica. SENAI CETEMP Mecânica Boa força Ótimas velocidades Ótima precisão Hidráulica Ótima força Baixas

Leia mais

Paulo Moisés Almeida da Costa. As Máquinas Primárias

Paulo Moisés Almeida da Costa. As Máquinas Primárias Almeida da Costa As Máquinas Primárias Escola Superior de Tecnologia de Viseu - 1999 Estes pequenos apontamentos destinam-se a auxiliar os alunos no estudo das máquinas primárias utilizadas nos aproveitamentos

Leia mais