Produção, classificação e perda de peso durante o armazenamento de cebola orgânica em função da aplicação foliar de extrato de algas.

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1 BETTONI MM; KOYAMA R; PACHECO VC; ADAM WM; MÓGOR AF. Produção, classificação e perda de peso Produção, classificação e perda de peso durante o armazenamento durante o armazenamento Horticultura Brasileira 28: S2880-S2886. Produção, classificação e perda de peso durante o armazenamento de cebola orgânica em função da aplicação foliar de extrato de algas. Marcelle Michelotti Bettoni¹; Renata Koyama²; Vitor Cezar Pacheco¹; William Magrim Adam²; Átila Francisco Mogor ³. ¹Mestrando (a) em Agronomia- Produção Vegetal, Departamento de Fitotecnia e Fitossanitarismo, Universidade Federal do Paraná; Curitiba-PR. ²Graduando (a) em Agronomia, Departamento de Fitotecnia e Fitossanitarismo, Universidade Federal do Paraná; Curitiba-PR. E- mail: ³Professor Adjunto, Departamento de Fitotecnia e Fitossanitarismo, Universidade Federal do Paraná, Rua dos Funcionários, 1540, , Curitiba PR. RESUMO O presente trabalho foi conduzido na área experimental de olericultura orgânica da estação do Canguiri-UFPR, região metropolitana de Curitiba, com o objetivo de avaliar o efeito do extrato da alga Ascophyllum nodosum aplicado via foliar, no acúmulo de biomassa, produtividade, classificação e perda de peso durante o armazenamento de cebola produzida no sistema orgânico. Utilizou-se a cultivar Morena, em um delineamento experimental inteiramente casualizado, com cinco tratamentos e quatro repetições. Os tratamentos com maiores concentrações e freqüências, comparativamente aos demais, promoveram resultados negativos, reduzindo a produtividade e aumentando a perda de peso durante o armazenamento. Nas condições do experimento, a aplicação quinzenal apresentou os melhores resultados em valores absolutos, para as características avaliadas. Palavras-chave: Allium cepa, bioestimulante, Ascophyllum nodosum. ABSTRACT Production, classification and weight loss during storage of onion organic function of foliar application of seaweed extract. This study was conducted in the area of organic horticulture experiment station of Canguiri-UFPR, Curitiba metropolitan region, with the aim of evaluating the effect of the Ascophyllum nodosum seaweed extract applied on leaves in the accumulation of biomass, productivity, and loss classification weight during storage of onions produced in the organic system. We used to cultivate Morena, in a completely randomized design with five treatments and four replications. Treatment with higher concentrations and frequencies compared to the others, he obtained negative results, indicating that the application of a higher dose and shorter application intervals reduce productivity and increase weight loss. The biweekly treatment showed the best results in all traits, indicating that the application of decking of algae can be viable in the culture of onion. Keywords: Allium cepa, bioestimulant, Ascophhyllum nodusum. Hortic. bras., v. 28, n. 2 (Suplemento - CD Rom), julho 2010 S2880

2 A cebola (Allium cepa) ocupa, entre as hortaliças cultivadas, a terceira posição em importância econômica no Brasil, ficando atrás, apenas, da batata e do tomate (Gonçalves et al, 2009). Na safra (2007/08), os cebolicultores do Paraná produziram toneladas de bulbos em uma área de hectares. Com este volume de produção, é o 6º maior estado produtor, contribuindo com 8% da produção nacional. A região metropolitana de Curitiba é a maior produtora, seguida de Irati, que juntas, representam 90% da produção do estado (SEAB, 2009). Atualmente, a busca por alta produtividade e qualidade nos cultivos agrícolas aliada a utilização de produtos ecologicamente corretos, é um desafio prioritário no desenvolvimento de novas tecnologias de produção, especialmente na horticultura, pela sua alta demanda e uso intensivo de insumos. A crescente busca por alimentos mais saudáveis faz da agricultura orgânica uma alternativa de renda para pequenos agricultores, e vem ganhando cada vez mais espaço na economia mundial. O segmento de produtos orgânicos tem crescido cerca de 20% ao ano, tanto em países desenvolvidos como em desenvolvimento (United Nations Conference on Trade and Development, 2003) e é o segmento que mais cresce dentro do setor de alimentos (Ricci et al, 2006). Produtos comercias à base do extrato da alga Ascophyllum nodosum vem sendo utilizados na agricultura orgânica, tanto aplicados via foliar ou diretamente ao solo. Em trabalho realizado por Mogor et al (2008) com feijoeiro, aplicando-se extrato de alga via foliar associado ao cálcio e/ou ao ácido L-glutâmico, foi observado efeito bioestimulante promovendo maior produção de grãos. Segundo Brown (2004), produtos de origem natural obtidos a partir do extrato da alga A. nodosum, tem sido utilizados como bioestimulantes em diversos cultivos. Segundo Goëmar (2006), a aplicação do extrato de A. nodosum estimula processos fisiológicos da planta como absorção de nutrientes e a fotossíntese. Deste modo, buscou-se avaliar o efeito do extrato de alga A. nodosum aplicado via foliar, no acúmulo de biomassa, produtividade, classificação e perda de peso durante o armazenamento de cebola conduzida em cultivo orgânico, na região metropolitana de Curitiba. MATERIAL E MÉTODOS O experimento, realizado no segundo semestre de 2008, foi conduzido na área experimental de olericultura orgânica do Centro de Estações Experimentais do Canguiri - UFPR, na Região Metropolitana de Curitiba, sob coordenadas de 25º25' latitude sul e 49º08' longitude oeste com altitude de 930 m. A região pertence ao Primeiro Planalto do estado do Paraná, cujo clima, de acordo com a classificação de Köppen, é Cfb, com temperatura média geral de 18ºC, com precipitação média anual entre 1400 a 1800 mm. O solo é classificado como latossolo vermelho amarelo, textura argilosa e relevo suave ondulado (EMBRAPA, 1999). A análise química do solo na área experimental resultou nos seguintes valores na camada de 0-20 cm: ph (CaCl )= 5,9; ph SMP= 6,6; Al +3 = 0; H+Al= 3,2 Cmolc/dm³; Ca 2+ = 6,6 2 Cmolc/dm³; Mg 2+ = 3,4 Cmolc/dm³; K + = 1,42 Cmolc/dm³; P= 88,5 mg/dm³; C= 35,1 g/dm³; V%= 78 e CTC= 14,62 Cmolc/dm³. Para a fertilização da área utilizou-se composto orgânico Hortic. bras., v. 28, n. 2 (Suplemento - CD Rom), julho 2010 S2881

3 na dose de 15 t ha -1 e K SO na dose de 100 kg ha -1, ambos incorporados ao solo uma 2 4 semana antes do transplante das mudas de cebola. Utilizou-se a cultivar Morena da marca Top Seed, em um delineamento inteiramente casualizado, com cinco tratamentos e quatro repetições, em parcelas de 2,82 m², contendo 62 plantas/parcela, com área total 56,40 m² e área útil de 28,20 m², contendo 31 plantas. A semeadura foi realizada em julho de 2008, em bandejas de poliestireno expandido, com 288 células, utilizando-se o substrato Plantmax, e foram mantidas em casa de vegetação até os 34 dias após a semeadura (DAS), quando foram transplantadas. As plantas foram dispostas em espaçamento de 0,15 m entre plantas e 0,30 m entre linhas, em parcelas com 1,20m de largura e 2,35m de comprimento. Os tratamentos consistiram de aplicações foliares do extrato da alga marinha Ascophyllum nodosum (EA) com 29% de concentração em volume, e uma testemunha sem aplicação. Utilizaram-se as seguintes doses e freqüências: EA na dose de 0,3 % da calda de pulverização (3 ml L -1 ) aplicado semanalmente; EA na dose de 0,4 % (4 ml L -1 ) aplicado semanalmente; EA aplicado via foliar na dose de 0,3 % aplicado quinzenalmente e EA na dose de 0,4 % aplicado quinzenalmente. Para as aplicações utilizou-se pulverizador com CO e pressão constante (45 lib pol 2 ) 2 e volume de calda de 200 L ha -1. Com o objetivo de avaliar o efeito dos tratamentos, todas as plantas foram coletadas aos 97 DAT, no estádio denominado de estalo. Os bulbos foram mantidos por 17 dias no campo para cura ao sol e mais 23 dias em barracão coberto para cura a sombra, sendo posteriormente realizada a toalete. Avaliou-se o peso total dos bulbos das parcelas (kg) com balança BL 3200H-SHIMADZU e procedeu-se a classificação dos mesmos de acordo com a recomendação do Ministério da Agricultura e do abastecimento (portaria 529, de 18 de agosto de 1995), que estabelece que, de acordo com o maior diâmetro transversal do bulbo, a cebola será classificada em 5 classes ou calibres: 1 (menor que 35 mm), 2 (maior que 35 até 50 mm), 3 (maior que 50 até 70 mm), 4 (maior que 70 até 90 mm) e 5 (maior que 90 mm) (Luengo et al., 1999). Posteriormente, realizou-se a pesagem da massa fresca de 5 bulbos por parcela, coletados aleatoriamente, seguida da pesagem da massa seca dos mesmos (os bulbos foram mantidos em estufa a 45 até peso constante). Para a avaliação de perda de peso após a cura, aos 40 dias após a colheita (DAC) foram coletados aleatoriamente 5 bulbos por parcela e acondicionados em camada única em caixetas de papelão dispostas sobre bancadas em local coberto. Os bulbos foram pesados semanalmente até 83 DAC. Os dados foram submetidos à análise de variância, pelo programa computacional MSTAT-C, e as médias comparadas pelo teste de Tukey, com nível de significância de 5%. RESULTADOS E DISCUSSÃO Os tratamentos não influenciaram a produtividade, que variou entre 22,87 e 24,92 ton ha -1 (Tabela 1), ressaltando que os valores observados nesse trabalho em sistema orgânico, foram muito superiores às médias da região em sistema convencional, de aproximadamente 17,2 ton ha -1 (SEAB, 2008). A boa fertilidade do solo na área experimental, identificada pela analise química, com teores adequados para a produção de cebola, contribuíram para a Hortic. bras., v. 28, n. 2 (Suplemento - CD Rom), julho 2010 S2882

4 produtividade alcançada (Malavolta, 1980; Sengik, 2003), limitando o possível efeito aditivo do EA como relatado por outros autores: Haber et al. (2005) em trabalho realizado com alface, Mógor et al. (2008) trabalhando com feijão e Bettoni et al. (2008) em pesquisa com batata. Com relação às médias de massa seca dos bulbos, o tratamento na maior dose e freqüência, se mostrou inferior (6,33g) quando comparados aos demais, concordando com Casillas et al. (1986) e Mógor et al. (2008), ao verificaram que reguladores vegetais associados a aminoácidos e nutrientes são mais eficientes quando aplicados em baixas concentrações, como é o caso do EA, o qual naturalmente possui citocinina na forma de zeatina-ribosídeo (Mooney e Van Staden, 1986; Munshaw; 2006). Na classificação dos bulbos não foram observadas diferenças significativas entre os tratamentos, sendo que a classe 3 foi a que apresentou maior porcentagem de bulbos para todos os tratamentos (Tabela 2), sendo essa a classe de cebola mais valorizada pelo mercado (Silva et al., 1991). Quanto à perda de peso total, essa foi maior no tratamento onde o EA foi aplicado semanalmente, com destaque para a dose de 0,4% semanal que apresentou a maior perda de peso total em valores absolutos, com 24,38%, porém, não diferindo estatisticamente da testemunha (20,65%) e do tratamento 0,3% semanal (21,39%). Essa observação se repetiu durante todo o período de avaliação, de 55 aos 83 dias após a colheita (Tabela 3). Possivelmente concentrações mais elevadas do EA, e aplicações mais freqüentes podem alterar o balanço hormonal da planta, levando a uma maturação incompleta e reduzindo a capacidade de conservação. A maturação incompleta pode estar relacionada ao papel das citocininas em retardar a senescência (Taiz & Zeiger, 2004), afetando a ação do ácido abscísico e demais desdobramentos bioquímicos relacionados a maturação (Oliveira & Boiteux, 2006). Nas condições do experimento, não se observou efeitos favoráveis do extrato da alga A. nodosum sobre o desenvolvimento da cebola em sistema orgânico, não alterando a produtividade da cultura, nem a classificação comercial dos bulbos. Além disso, o extrato de alga provocou apenas pequenos e variáveis efeitos no peso médio de bulbos e na conservação pós-colheita. REFERÊNCIAS BETTONI MM; ADAM WM; MÓGOR AF Tuberização de batata em função da aplicação de extrato de alga e cobre. Horticultura Brasileira 26: S5256-S5260. BROWN M A the use of marine derived products and soybean meal in organic vegetable production. 94 p. Thesis (Master in Science) Department of Horticultural Science, North Carolina State University, Raleigh. CASSILAS VJC; LONDOÑO I J; GUERRERO AH; BUITRAGO GLA Analisis cuantitativo de la aplicacion de cuatro bioestrimulantes en el cultivo del rabano (Raphanus sativus L.). Acta Agronomica, Palmira, v. 36, n. 2, p EMBRAPA Centro Nacional de Pesquisa de Solos. Sistema brasileiro de classificação de solos. Brasília, DF: Embrapa Produção da Informação; Hortic. bras., v. 28, n. 2 (Suplemento - CD Rom), julho 2010 S2883

5 Rio de Janeiro: Embrapa Solos, 412 p. GOËMAR Laboratório do mar. Disponível em Acessado em 15/ 03/2010. GONÇALVES PAS; WORDELL FILHO JA; KURTZ C Efeitos da adubação sobre a incidência de tripes e míldio e na produtividade da cultura da cebola. Agropecuária Catarinense 22: HABER LL; MOREIRA GC; GOTO R Embebição de sementes de alface e rúcula no extrato aquoso de Ascophyllum nodosum resultados preliminares. Horticultura Brasileira, v.23, p Ago, Suplemento. LUENGO RFA; CALBO AG; LANA MM; MORETTI CL; HENZ GP Classificação de hortaliças. Brasília: Embrapa Hortaliças, p MALAVOLTA E Elementos de nutrição mineral de plantas. São Paulo: Ceres, 251p. MÓGOR AF; ONO E; RODRIGUES J; MÓGOR G Foliar spraing of kelp extract, l- glutamic acid and calcium on common beans. Scientia Agraria, North America, MOONEY PA, VAN STADEN J Algae and cytokinins. Journal Plant Physiol 123: OLIVEIRA VR; BOITEUX LS Cultivo da cebola. Disponível em: Acesso em: 10 mar RICCI MDSF; NEVES MCP; NANNETTI NA; MOREIRA CF; MENEZES ELA SILVA E; CAIXETA IFARAUJO JBS; LEAL MAA; FERNANDES MC; ALMEIDA OS; PEDINI S Cultivo de Café Orgânico. Sistemas de Produção. Disponível em: <http:// sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br/fonteshtml/cafe/cafeorganico_2ed/index.htm>. Acessado em: 15. Fev.2010 MUNSHAW GC; ERVIN EH, SHANG C, ASKEW SD, ZHANG X, LEMUS RW Influence of Late-Season Iron, Nitrogen, and Seaweed Extract on Fall Color Retention and Cold Tolerance of Four Bermudagrass Cultivars Crop Sci. 46: SEAB - Secretaria da Agricultura e do Abastecimento do Paraná Análise da conjuntura agropecuária safra 2008/2009. Disponível em <www.seab.pr.gov.br>. Acesso em 24 março SENGIK ES Os macronutrientes e os micronutrientes das plantas. 22p. Disponível em: <www.nupel.uem.br/nutrientes-2003.pdf.> Acesso em:18 abril SILVA E; TEIXEIRA LAJ; AMADO TJC The increase in onion production in Santa Catarina State, South Brazil. Onion Newsletter for the Tropics 3: 7-9. SINGH J; DHANKHAR BS Effect of nitrogen, potash and zinc on storage loss of onion bulbs (Allium cepa L.). Vegetable Science 18: TAIZ L; ZEIGER E Fisiologia vegetal. 3ed. Porto Alegre: Artmed, 722 p. Hortic. bras., v. 28, n. 2 (Suplemento - CD Rom), julho 2010 S2884

6 UNCTAD- United Nations Conference on Trade and Development Organic fruit and vegetables from the tropics - market, certification and production information for producers and international trading companies. Genebra, 308 p. Tabela 1. Produtividade, média da massa fresca dos bulbos (MMFB) e média da massa seca dos bulbos (MMSB) de cebolas submetidas aos diferentes tratamentos com extrato de alga. [Productivity, average fresh weight of bulbs (MMFB) and average dry weight of bulbs (MMSB) of onions subjected to different treatments with seaweed extract.] Curitiba, Tratamentos Produtividade MMFB MMSB Ton ha-¹ g Testemunha 24,31 ns 118,54 AB 8,77 A EA 0,3 % semanal 22,87 111,23 B 7,88 B EA 0,4 % semanal 22,90 95,03 C 6,33 C EA 0,3% quinzenal 25,18 126,60 A 8,17 AB EA 0,4% quinzenal 24,92 117,88 AB 8,82 A CV% 4,69 3,74 ns não significativo Tabela 2. Porcentagem de cebolas nas diferentes classes, classificadas segundo a recomendação do Ministério da Agricultura e do abastecimento (portaria 529, de 18 de agosto de 1995), submetidas aos diferentes tratamentos com extrato de alga. [Percentage of onions in the different classes, classified according to the recommendation of the Ministry of Agriculture and supplies (Ordinance 529, of August 18, 1995), subjected to different treatments with seaweed extract]. Curitiba, Tratamentos Classe 1 Classe 2 Classe 3 Classe 4 Classe 5 % Testemunha 2,67 A 16,98 A 45,60 A 28,58 A 6,17 A EA 0,3 % semanal 2,70 A 23,19 A 44,38 A 22,07 A 7,66 A EA 0,4 % semanal 4,99 A 22,36 A 41,66 A 25,89 A 5,09 A EA 0,3% quinzenal 2,75 A 13,97 A 44,07 A 29,71 A 9,04 A EA 0,4% quinzenal 1,79 A 22,17 A 42,42 A 28,07 A 5,55 A CV% 96,98 47,33 21,88 49,15 75,02 Hortic. bras., v. 28, n. 2 (Suplemento - CD Rom), julho 2010 S2885

7 Tabela 3. Perda de peso (%) de cebola a partir de 48 dias após a colheita (DAC) pesadas semanalmente, durante 5 semanas e perda de peso total, submetidas aos diferentes tratamentos com extrato de alga (EA) [Weight loss (%) of onion from 48 days after harvest (DAH) weighed weekly for 5 weeks and weight loss total, subjected to different treatments with seaweed extract (EA)]. Curitiba, Tratamentos Perda Diferença de peso (%) de Peso 55 DAC 62 DAC 69 DAC 76 DAC 83 DAC Total % Testemunha 1,33 2,83 AB 3,97 BC 5,30 B 7,21 C 20,65 AB EA 0,3 % semanal 1,27 BC 2,83 AB 4,21 B 5,56 B 7,52 B 21,39 AB EA 0,4 % semanal 1,57 A 3,35 A 4,72 A 6,35 A 8,39 A 24,38 A EA 0,3% quinzenal 1,14 C 2,46 B 3,59 D 4,63 C 6,31 D 18,12 B EA 0,4% quinzenal 1,18 BC 2,52 B 3,69 CD 4,81 C 6,57 D 18,77 B CV% 6,70 6,94 2,62 2,96 3,74 7,90 Hortic. bras., v. 28, n. 2 (Suplemento - CD Rom), julho 2010 S2886

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