Estratégias de Exportação E Importação

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Estratégias de Exportação E Importação"

Transcrição

1 International Business by Daniels and Radebaugh Capitulo 17 Estratégias de Exportação E Importação 1 Objectivos do capitulo Identificar elementos chave das estratégias de exportação e importação Comparar as vendas directas e indirectas da exportação Discutir o papel dos vários v tipos de empresas comerciais em exportação Mostrar como os promotores de fretes ajudam os exportadores com a movimentação de bens Identificar métodos m de recebimentos de pagamento para as exportações e o financiamento dos receptíveis Discutir o papel do countertrade no negócio internacional 2

2 Exporting and Importing in International Business OPERATING ENVIRONMENT OPERATIONS PHYSICAL AND SOCIETAL FACTORS OBJECTIVES STRATEGY COMPETITIVE ENVIRONMENT Modes MEANS Overlaying Functions Alternatives Marketing EXPORTING AND IMPORTING Global manufacturing Supply chain management Accounting Finance Human resources 3 Estratégia de Exportação Exportar - venda de bens e serviços produzidas por uma empresa de um país a clientes de outro país Escolha de modo de entrada para um mercado estrangeiro depende em: Vantagens em ser proprietário activos específicos, experiência internacional, e habilidade para desenvolver produtos diferenciados com poucas vantagens de propriedade as empresas não entram em mercados internacionais ou usam modos de entrada de pouco risco como exportar Vantagens de localização - combinação do potencial de mercado e risco de investimento Vantagens de internacionalização benefícios em segurar activos específicos ou habilidades dentro da empresa Outras preocupações estratégicas incluem: Concentração global na indústria global existe apenas alguns jogadores principais, e a estratégia da empresa para entrar no mercado dependerá da concorrência Sinergias Globais partilhando perícias funcionais com operações internacionais Motivações estratégicas razões para exportar 4

3 Vantagens em Exportar: O aumento da receita das vendas é a motivação mais importante para exportar Alivia capacidade de excesso Exportar é menos arriscado que investimento directo Diversifica as localizações de vendas Características de Exportadores Empresas que exportam: Mais provável serem grandes (definidas pelos rendimentos) É mais provável terem gestores que não se importam com o risco Operam em indústrias onde as empresa principais são exportadoras Fase do desenvolvimento da exportação três fases As fases da exportação estão mais correlacionadas com o desenvolvimento da empresa do que com o seu tamanho Disponibilidade de Internet aumentou interesse da empresa para exportar 5 Phases of Export Development Phase 1 Preengagement Companies selling goods and services solely in the domestic market Those companies considering but not currently exporting Phase 2 Initial Exporting Companies that do sporadic, marginal exporting Companies that see lots of potential in export markets Companies unable to cope with exporting demands Phase 3 Advanced Companies become regular exporters Companies gain extensive overseas experience Companies may use other strategies for entering markets 6

4 Falhas a Exportar Regulamentação Diferenças culturais Situações de trocas internacionais Outras Falhas: Falha a obter conselhos de especialistas Falta de dedicação por parte da administração Estimativas de custos erradas Pobre selecção de distribuidores internacionais Perseguir ordens pelo mundo fora em vez de estabelecer uma base lucrativa de operações com crescimento sustentado Negligenciar o mercado internacional, quando o mercado doméstico cresce Dualidade de critérios no tratamento entre os distribuidores internacionais e os domésticos Baixa capacidade em adaptar os produtos para obedecer as regulamentações ou preferências culturais Falha linguística Não quererem ajuda Falha na preparação de discussões que não são resolvidas em tribunal Desenhando uma Estratégia de Exportação Exportação detalhada do plano empresarial é essencial para estratégia de exportação então os gestores têm de: Avaliar o potencial de exportação da empresa examinando as suas oportunidades e recursos Obter conselhos por parte de especialistas em exportar Seleccionar mercado ou mercados Formular e implementar uma estratégia de exportação Compromisso precede sucesso na exportação Desenvolvimento de um departamento de exportação é um indicador de compromisso por parte do top da administração 8

5 Estrutura de um Plano Empresarial de Exportação I. Resumo executivo II. III. IV. História empresarial Pesquisa de mercado Decisões de Marketing V. Decisões Legais VI. VII. VIII. IX. Produção e Operações Estratégias pessoais Decisões financeiras Programação da execução 9 Estratégia de Importação Importar Compra de bens e serviços por parte duma empresa situada num país a vendedores situados noutros países Dois Tipos Básicos de Importações: Bens industriais e de consumo e serviços fornecidos a indivíduos e a empresas independentes Bens e serviços intermediários fornecidos a clientes que fazem parte da cadeia de valor da empresa Vantagens de Importar: Bens e serviços podem ser fornecidos para o mercado doméstico a um preço mais barato e uma qualidade mais alta Mais eficiente do que tentar produzir todos os produtos em todos os mercados Fornece acesso a produtos não disponíveis no mercado local 10

6 Estratégia de Importação (cont.) Os tipos de importadores incluem aqueles que: Procuram qualquer produto para importar e vender à volta do mundo Procuram sourcing estrangeiro para adquirir os produtos deles/delas ao preço mais barato Usam sourcing estrangeiro como parte cadeia global de valor Importando requer perícias lidando com instituições e documentação Import broker Intermediário que ajuda ao importador a passar nas alfândegas 11 Vendas Directas Os bens e serviços são vendidos a uma entidade independente fora do país do exportador Representante de Vendas - Vende produtos em mercados estrangeiros sob uma comissão básica em tirar o título aos bens Distribuidor Comerciante que compra produtos e vende-os a um lucro Transporta um stock de produtos, que também fornece Usualmente lida com retalhistas Uma organização de vendas num país estrangeiro exige lidar directamente com consumidores finais Exportação directa através da Internet Permite todas as empresa fazerem marketing directo Exporta produtos a consumidores finais Estabelece páginas home em várias línguas Vendas Indirectas Bens e serviços são vendidos a intermediários no mercado doméstico, que depois irá vender no mercado internacional 12

7 OBJECTIVOS: 1) Discutir o papel dos vários tipos de empresas comerciais em exportação. 2) Mostrar como os promotores de fretes ajudam os exportadores com a movimentação dos bens. Exporting Management Companies (EMC) Empresas de Gestão de Exportações Braço o direito do Importador/ Exportador. Desempenha Funções Auxiliares Opera numa base contratual Fornecem uma representação exclusiva num espaço geográfico pré definido Concentra a sua actividade em produtos complementares não competitivos Portfolio mais completo para apresentação a importadores estrangeiros

8 Protecção de Marcas e Patentes Gestão das Vendas Documentação e Burocracia Canais de distribuição EMC Selecção de Mercados Meios de promoção Protecção Informação financeira Exporting Trading Companies (ETC) Assemelham-se se às s EMC s Operam com base na procura e não na oferta Identificam necessidades e procuram satisfazê- las As maiores empresas deste tipo encontram-se na Ásia Nº 12 do ranking Fortune s s Global MITSUBISHI

9 Evolução Histórica Burocracia Financiamento Transporte Armazenamen to ETC EMC Investimento Directo Sistemas de Vendas Integrados Sistema de Processamento de Matérias Primas Papel das Agências Alfandegárias Reguladores das restrições e procedimentos a ter em conta nas importações e exportações. Combate ao contrabando, tráfico e terrorismo. Recolhem direitos e asseguram que todos os regulamentos sobre as importações são cumpridos.

10 Corretor de importações Auxilia um importador a resolver todo o processo alfandegário Intermediário entre a empresa importadora e os agentes alfandegários Minimizar os direitos alfandegários Transitários rios Asseguram o transporte internacional de mercadorias Responsável pela transferência de mercadorias entre produtores e consumidores Intermediário rio de maior dimensão em termos de peso e valor movimentado Serviço o mais limitado que ETC s s e EMC s Tem como função obter a melhor rota e meio de transporte de acordo com as limitações de espaço, preço o e rapidez.

11 Cabe ao transitário: rio: Transportar as mercadorias do ponto de produção até ao terminal de embarque e depois para o estrangeiro. Assegurar espaço o no meio de transporte e armazenamento anterior ao embarque se necessário. Revisão da letra de crédito, obtenção de licenças de exportação e preparação de todos os documentos de embarque. Pode também m aconselhar sobre o acondicionamento, seguros de transporte, etc. O transitário rio nunca assume a propriedade das mercadorias. Opera com base numa percentagem do valor das mercadorias transportadas mais uma tarifa de acordo com o serviço prestado. Especializam-se se de acordo com meio de transporte utilizado e área geográfica.

12 Modos de transporte O transporte marítimo domina as trocas globais. O transporte aéreo a revela-se o mais favorável vel para transportes mais frequentes, de menor dimensão e maior valor. O transporte de mercadorias de vários v modos até ao seu destino designa-se se por transporte inter modal Documentação Factura Pró-Forma. Factura Comercial. Guia de transporte. Factura consular. Certificado de Origem. Declaração dos Exportadores. Lista de embalagens da exportação.

13 Financiamento da Exportação Preço o do Produto os preços de exportação tendem crescer devido a custos de transporte, deveres, por existir múltiplos m canais de venda, custos de seguro, variações na taxa de câmbio e custos bancários. Pode depender das leis sobre o dumping no país s importador Métodos de pagamento a movimentação de dinheiro através s de fronteiras requer o uso de documentos especiais -Dinheiro adiantado quando o importador realiza pagamentos antes de ter recebido a mercadoria proveniente do exportador -DraftDraft (bill of exchange) o o credor direcciona o devedor a realizar o pagamento -Documentary drafts protegem ambas as partes, é um instrumento que instrui o importador a pagar ao exportador se determinados documentos são apresentados -SightSight drafts os pagamentos devem ser feitos imediatamente -TimeTime drafts o pagamento pode ser feito num prazo posterior Financiamento da Exportação (cont( cont.) Métodos de pagamento (cont( cont.) A letra de crédito - obriga o banco do importador a pagar ao exportador sob as formas acordadas ou seja apronto ou aprazo, isto se importador não conseguir pagar no prazo estabelecido Revogávelvel -os termos podem ser alterados pelas partes em qualquer altura Irrevogávelvel - a letra que não pode ser mudada nem pode ser cancelada sem o consentimento de todas as partes envolvidas Letra Letra de credito confirmada - exportador tem a garantia de um banco adicional do seu país s ou dum terceiro país Conta Conta aberta os documentos necessários para o transporte são enviados para o importador antes qualquer pagamento ou obrigações por parte deste (este método m é mais comum entre membros do mesmo grupo corporativo)

14 Relações na letra de crédito Financiamento da Exportação (cont( cont.) Recebimentos de Financiamento - um aumentado na distância entre ordens e no tempo de pagamento podem criar problemas de cash flow para o exportador Bancos são relutantes em financiar a exportação devido aos riscos Os exportadores podem ter acesso a fundos por: Factoring uma empresa que fornece serviços financeiros quando os bancos estão hesitantes em emprestar dinheiro ao exportador Forfaiting semelhante ao factoring,, mas normalmente por períodos de tempo superiores e com a garantia de um banco no país do importador Algumas agências governamentais providenciam empréstimos directos aos exportadores ou garantem recebimentos no estrangeiro para que os exportadores possam ter acesso a fundos de financiamento provenientes dos bancos Por exemplo o Export-Import Bank of the United States

15 Financiamento da Exportação (cont( cont.) Seguro cobre: -Riscos de transporte: o tempo, mau tratamento da mercadoria por parte dos transportadores -Riscos políticos, comerciais e de taxas de câmbio o que podem impedir o exportador de receber Countertrade Barter Barter - as mercadorias são trocadas por mercadorias de valor igual sem qualquer intervenção de dinheiro Buybacks - os produtos que o exportador recebe como pagamento são relacionados ou são provenientes dos produtos que inicialmente exportou Offset Trade - o exportador vende produtos por dinheiro e depois ajuda a promover as exportações do país s importador para o ajudar a ganhar câmbio estrangeiro (moeda estrangeira) Direct Offsets Qualquer negócio directamente relacionado com a exportação, por exemplo um fabricante de aviões pode arranjar um parceiro que lhe forneça a peças necessárias para a montagem do avião Indirect Offsets Qualquer negócio sem ligação com a exportação, por exemplo a ajuda na venda de produtos não relacionados do país s importador Transacções Offset

16 Revisão do capitulo Identificar elementos chave das estratégias de exportação e importação Comparar as vendas directas e indirectas da exportação Discutir o papel dos vários v tipos de empresas comerciais em exportação Mostrar como os promotores de fretes ajudam os exportadores com a movimentação de bens Identificar métodos m de recebimentos de pagamento para as exportações e o financiamento dos receptíveis Discutir o papel do countertrade no negócio internacional Elaborado por: Bruno Guitas Jorge Silva Mário Raposo

NEGÓCIOS INTERNACIONAIS

NEGÓCIOS INTERNACIONAIS NEGÓCIOS INTERNACIONAIS O docente: Prof. Doutor João Pedro Couto O discente: Hermenegildo Chilemo Raúl Pode haver oportunidades de comércio e ninguém capaz de fazê-lo. -PROVÉRBIO CHINÊS Objectivos do Capítulo

Leia mais

Negócios Internacionais

Negócios Internacionais International Business 10e Daniels/Radebaugh/Sullivan Negócios Internacionais Capítulo 3.2 Influencia Governamental no Comércio 2004 Prentice Hall, Inc Objectivos do Capítulo Compreender a racionalidade

Leia mais

Negócios Internacionais

Negócios Internacionais Negócios Internacionais Capítulo IX Produção e Logística Global Carina Viveiros Carla Pereira Ruben Dias Rui Ponte Produção e Logística Global Objectivos: Descrever as diferentes dimensões da estratégia

Leia mais

Marketing Internacional. Negócios Internacionais

Marketing Internacional. Negócios Internacionais Marketing Internacional 1 Objectivos do Capítulo Compreender a Política do Produto e a sua implementação a nível internacional; Descortinar as razões que levam as empresas a escolher entre a estandardização

Leia mais

Questões do Capítulo. 21 Mercados Globais

Questões do Capítulo. 21 Mercados Globais 21 Mercados Globais Questões do Capítulo 1. Que factores deve uma empresa considerar antes de decidir trabalhar no mercado externo? 2. Como é que uma empresa pode avaliar e seleccionar os mercados externos

Leia mais

Negócios Internacionais

Negócios Internacionais International Business 10e Daniels/Radebaugh/Sullivan Negócios Internacionais Capítulo 1 Negócios Internacionais: Fundamentos 2004 Prentice Hall, Inc 1-1 Objectivos do Capítulo Definir negócios internacionais

Leia mais

Informática. Conceitos Básicos. Informação e Sistemas de Informação. Aula 3. Introdução aos Sistemas

Informática. Conceitos Básicos. Informação e Sistemas de Informação. Aula 3. Introdução aos Sistemas Informática Aula 3 Conceitos Básicos. Informação e Sistemas de Informação Comunicação Empresarial 2º Ano Ano lectivo 2003-2004 Introdução aos Sistemas A Teoria dos Sistemas proporciona um meio poderoso

Leia mais

Palavras-chave: Marketing internacional; marketing Mix; Distribuição; Forca de vendas

Palavras-chave: Marketing internacional; marketing Mix; Distribuição; Forca de vendas Marketing Mix Internacional Comunicação Empresarial Marketing Internacional José António Gonçalves Costa 7828 Resumo Neste artigo vou procurar definir o que é o Marketing internacional, Marketing Mix e

Leia mais

Gestão da cadeia de fornecimento

Gestão da cadeia de fornecimento Gestão da cadeia de fornecimento Maria Antónia Carravilla José Fernando Oliveira FEUP, Maio 2000 Volkswagen Fábrica de camiões no Brasil tem 1000 funcionários 200 são funcionários da VW, responsáveis por:

Leia mais

- Online Curso sob Regulamentação do Decreto 5.622 de 19/12/2005 - MEC

- Online Curso sob Regulamentação do Decreto 5.622 de 19/12/2005 - MEC FORMAÇÃO Analista de Logística em Comércio Exterior - Online Curso sob Regulamentação do Decreto 5.622 de 19/12/2005 - MEC Objetivo: Habilitar o participante para trabalhar com as rotinas da logística

Leia mais

Logística Empresarial. Global Sourcing A Globalização e a Nova Visão da Logística Parte II. Aula 6. Conceitos Importantes.

Logística Empresarial. Global Sourcing A Globalização e a Nova Visão da Logística Parte II. Aula 6. Conceitos Importantes. Logística Empresarial Aula 6 Global Sourcing A Globalização e a Nova Visão da Logística Parte II Prof. Me. John Jackson Buettgen Contextualização Conceitos Importantes Fluxos logísticos É o movimento ou

Leia mais

NEGÓCIOS INTERNACIONAIS

NEGÓCIOS INTERNACIONAIS NEGÓCIOS INTERNACIONAIS Programa Prof. João Pedro Couto Objectivos Esta disciplina tem como finalidade fornecer aos alunos um conjunto de elementos que permitam aos mesmos, utilizando uma lógica de raciocínio

Leia mais

GUIA PRÁTICO DE APOIO ÀS EXPORTAÇÕES

GUIA PRÁTICO DE APOIO ÀS EXPORTAÇÕES GUIA PRÁTICO DE APOIO ÀS EXPORTAÇÕES 1. Aspectos operacionais 1.1 Roteiro para exportação 1º Passo Efetuar o registro de exportador na Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento,

Leia mais

Aula 5 Supply Chain Management (SCM) Gestão da cadeia de suprimentos Prof: Cleber A. de Oliveira

Aula 5 Supply Chain Management (SCM) Gestão da cadeia de suprimentos Prof: Cleber A. de Oliveira 1. Introdução Aula 5 Supply Chain Management (SCM) Gestão da cadeia de suprimentos Prof: Cleber A. de Oliveira Gestão de Sistemas de Informação Os estudos realizados nas disciplinas Gestão da Produção

Leia mais

Exemplos de Marketing Global. Coca-Cola, Philip Morris, DaimlerChrysler. McDonald s, Toyota, Ford, Cisco Systems

Exemplos de Marketing Global. Coca-Cola, Philip Morris, DaimlerChrysler. McDonald s, Toyota, Ford, Cisco Systems Fundamentos de Marketing Global Parte 01 O significado de Marketing Global Uma empresa global bem-sucedida deve ser capaz de pensar globalmente e agir localmente. Marketing global pode incluir uma combinação

Leia mais

Objectivos de Marketing

Objectivos de Marketing Negócios Internacionais Marketing e Finanças as Objectivos de Marketing Tipos de Marketing; Introduzir técnicas t para avaliar dimensões para determinados países; Enfatizar como as diferenças contextuais

Leia mais

Escola Secundária de Paços de Ferreira. Curso Profissional Técnicas de Secretariado. Ano Lectivo: 2009/10. Disciplina: Técnicas de Secretariado

Escola Secundária de Paços de Ferreira. Curso Profissional Técnicas de Secretariado. Ano Lectivo: 2009/10. Disciplina: Técnicas de Secretariado Ano Lectivo: 2009/10 Disciplina: Técnicas de Secretariado Professora: Adelina Silva Novembro de 2009 Trabalho realizado por: Sara Gonçalves n.º16 12ºS. Meios de Pagamento utilizados no Comércio Internacional

Leia mais

Finanças Internacionais

Finanças Internacionais Universidade dos Açores Departamento de Economia e Gestão Mestrado em Ciências Empresariais Finanças Internacionais Ponta Delgada, Abril de 2009 Fernando José Rangel da Silva Melo Sumário 1 Gestão Financeira

Leia mais

Financiamento á exportação

Financiamento á exportação Financiamento á exportação Crédito seguro/pagamento Garantido É um meio de pagamento internacional que consiste na emissão de uma carta de crédito na qual o Banco Emitente se compromete a pagar, aceitar

Leia mais

A Concepção da Ideia

A Concepção da Ideia A Concepção da Ideia Inov@emprego - Fórum do emprego, formação e empreendedorismo do litoral alentejano Tiago Santos Sines, 7 de Novembro de 2008 Sines Tecnopolo O Sines Tecnopolo é uma associação de direito

Leia mais

Negócio Internacional. Capítulo 8 Estratégias Colaborativas

Negócio Internacional. Capítulo 8 Estratégias Colaborativas Negócio Internacional Capítulo 8 Estratégias Colaborativas Objectivos Explicar principais motivações que guiam os gestores aquando da escolha das medidas colaborativas para o negócio internacional Definir

Leia mais

PLATAFORMA DE NEGÓCIOS

PLATAFORMA DE NEGÓCIOS SOBRE NOSSA PLATAFORMA COMPLETA A Plataforma de Negocio da Tommasi foi formada ao longo de 20 anos de experiência no ramo de importação e exportação e de uma equipe especializada para formação de uma estrutura

Leia mais

BES AS APOIO FINANCEIRO BES AS FINANCEIR ÕES ÀS EMPRESAS FINANCEIR ÕES UÇ SOL

BES AS APOIO FINANCEIRO BES AS FINANCEIR ÕES ÀS EMPRESAS FINANCEIR ÕES UÇ SOL 38 PME Líder SOLUÇÕES FINANCEIRAS BES Helen King/CORBIS APOIO FINANCEIRO ÀS EMPRESAS O BES disponibiliza uma vasta oferta de produtos financeiros e serviços, posicionando-se como o verdadeiro parceiro

Leia mais

AIP PORTUGAL EXPORTADOR 2015

AIP PORTUGAL EXPORTADOR 2015 Implementação do Plano de Internacionalização AIP PORTUGAL EXPORTADOR 2015 ANA NABETO Partner 19 NOV 2015 Introdução A internacionalização (penetração em mercados externos) é um passo fundamental para

Leia mais

Objectivos do Capítulo

Objectivos do Capítulo Objectivos do Capítulo Descrever a função de finanças da Multinacional e mostrar como se enquadra na estrutura organizacional das MNE s Mostrar como as empresas adquirem fundos externos para operações

Leia mais

Diagnóstico de Competências para a Exportação

Diagnóstico de Competências para a Exportação Diagnóstico de Competências para a Exportação em Pequenas e Médias Empresas (PME) Guia de Utilização DIRECÇÃO DE ASSISTÊNCIA EMPRESARIAL Departamento de Promoção de Competências Empresariais Índice ENQUADRAMENTO...

Leia mais

LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza

LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza edwin@engenharia-puro.com.br www.engenharia-puro.com.br/edwin Introdução A A logística sempre existiu e está presente no dia a dia de todos nós, nas mais diversas

Leia mais

Estratégias para a Internacionalização. Co-financiamento:

Estratégias para a Internacionalização. Co-financiamento: Estratégias para a Internacionalização Co-financiamento: Trabalhos: Porque as empresas se internacionalizam Matriz de selecção dos mercados Caso prático de selecção dos mercados Exportação indirecta Exportação

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA 2 SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA OBJETIVOS Quais são as principais aplicações de sistemas na empresa? Que papel eles desempenham? Como os sistemas de informação apóiam as principais funções empresariais:

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA 1 OBJETIVOS 1. Quais são as principais aplicações de sistemas na empresa? Que papel eles desempenham? 2. Como os sistemas de informação apóiam as principais funções empresariais:

Leia mais

GESTÃO BANCÁRIA (NOTAS DAS AULAS)

GESTÃO BANCÁRIA (NOTAS DAS AULAS) GESTÃO BANCÁRIA (NOTAS DAS AULAS) ANEXO 3 E S DAS SOCIEDADES FINANCEIRAS Fernando Félix Cardoso Ano Lectivo 2004-05 SOCIEDADES CORRETORAS E FINANCEIRAS DE CORRETAGEM Compra e venda de valores mobiliários

Leia mais

VISABEIRA GLOBAL > Telecomunicações Energia Tecnologia Construção. VISABEIRA INDÚSTRIA > Cerâmica e Cristal Cozinhas Recursos Naturais

VISABEIRA GLOBAL > Telecomunicações Energia Tecnologia Construção. VISABEIRA INDÚSTRIA > Cerâmica e Cristal Cozinhas Recursos Naturais 1 VISABEIRA GLOBAL > Telecomunicações Energia Tecnologia Construção VISABEIRA INDÚSTRIA > Cerâmica e Cristal Cozinhas Recursos Naturais VISABEIRA TURISMO > Hotelaria Entretenimento & Lazer Restauração

Leia mais

EXPORTAÇÃO IMPORTAÇÃO INFORMAÇÕES E PROCEDIMENTOS BÁSICOS. CM Claudia Mainardi ccmainardi@cmcomex.com.br ccmainardi@gmail.com

EXPORTAÇÃO IMPORTAÇÃO INFORMAÇÕES E PROCEDIMENTOS BÁSICOS. CM Claudia Mainardi ccmainardi@cmcomex.com.br ccmainardi@gmail.com EXPORTAÇÃO IMPORTAÇÃO INFORMAÇÕES E PROCEDIMENTOS BÁSICOS Providências básicas para iniciar atividades no comércio exterior Ser registrado no RADAR Registro de Exportadores e importadores na Receita Federal;

Leia mais

MARKETING INTERNACIONAL

MARKETING INTERNACIONAL INSTITUTO SUPERIOR DE ECONOMIA E GESTÃO Universidade Técnica de Lisboa CURSO DE LICENCIATURA EM GESTÃO Ano lectivo de 2007/2008 (Regras de Bolonha) MARKETING INTERNACIONAL PROGRAMA L I S B O A SETEMBRO

Leia mais

NOVOS FUNDOS COMUNITÁRIOS

NOVOS FUNDOS COMUNITÁRIOS NOVOS FUNDOS COMUNITÁRIOS Sessão de Esclarecimento Associação Comercial de Braga 8 de abril de 2015 / GlobFive e Creative Zone PT2020 OBJETIVOS DO PORTUGAL 2020 Promover a Inovação empresarial (transversal);

Leia mais

OS MAIORES RISCOS DA INTERNACIONALIZAÇÃO

OS MAIORES RISCOS DA INTERNACIONALIZAÇÃO OS RISCOS DA INTERNACIONALIZAÇÃO CRESCIMENTO GLOBAL DO NEGÓCIO Com a crescente globalização e o crescimento acelerado das economias emergentes, as empresas, independentemente da sua dimensão, estão em

Leia mais

Estratégias. Chapter Title Gestão Grupos Empresas. 15/e PPT. Screen graphics created by: Jana F. Kuzmicki, Ph.D. Troy University-Florida Region

Estratégias. Chapter Title Gestão Grupos Empresas. 15/e PPT. Screen graphics created by: Jana F. Kuzmicki, Ph.D. Troy University-Florida Region McGraw-Hill/Irwin 2007 The McGraw-Hill Companies, Inc. All rights reserved. 9 Estratégias Chapter Title Gestão Grupos Empresas 15/e PPT Screen graphics created by: Jana F. Kuzmicki, Ph.D. Troy University-Florida

Leia mais

> O MUNDO ESPERA PELA SUA EMPRESA

> O MUNDO ESPERA PELA SUA EMPRESA > O MUNDO ESPERA PELA SUA EMPRESA MILLENNIUM TRADE SOLUTIONS > CONQUISTE NOVOS MERCADOS PARA A SUA EMPRESA A Exportação e Importação, bem como a Internacionalização da sua Empresa, exigem conhecimento

Leia mais

As Vendas e Prestações de Serviços

As Vendas e Prestações de Serviços Disciplina: Técnicas de Secretariado Ano lectivo: 2009/2010 Prof: Adelina Silva As Vendas e Prestações de Serviços Trabalho Realizado por: Susana Carneiro 12ºS Nº18 Marketing Marketing é a parte do processo

Leia mais

Portal Trade- O apoio às suas Exportações

Portal Trade- O apoio às suas Exportações International Desk -Direcção de Negócio Internacional- Portal Trade- O apoio às suas Exportações Internacionalização para os países da América Latina aspetos jurídicos e apoios ao investimento 27 de Março

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA Capítulo 2 SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA 2.1 2003 by Prentice Hall OBJETIVOS Quais são as principais aplicações de sistemas na empresa? Que papel eles desempenham? Como os sistemas de informação apóiam

Leia mais

Gestão e Teoria da Decisão

Gestão e Teoria da Decisão Gestão e Teoria da Decisão e Gestão de Stocks Licenciatura em Engenharia Civil Licenciatura em Engenharia do Território 1 Agenda 1. Introdução 2. Definição de 3. Evolução Histórica da 4. Integração - Aproximação

Leia mais

Exportar e Internacionalizar, Como?

Exportar e Internacionalizar, Como? Exportar e Internacionalizar, Como? WORKSHOP Ferramentas de Apoio à Internacionalização de Empresas 13 de Junho 2012 1 António Trigueiros de Aragão Uma moda? Uma tendência? Uma estratégia? Um novo mundo?

Leia mais

Marketing. Objectivos. O que pode ser comercializado? Marketing no Século XXI

Marketing. Objectivos. O que pode ser comercializado? Marketing no Século XXI Marketing Marketing no Século XXI Prof. José M. Veríssimo 1 Objectivos Aprender as definições de marketing. Identificar os conceitos e ferramentas fundamentais do marketing. Compreender as orientações

Leia mais

Logística Empresarial

Logística Empresarial Logística Empresarial Aula 15 Os direitos desta obra foram cedidos à Universidade Nove de Julho Este material é parte integrante da disciplina oferecida pela UNINOVE. O acesso às atividades, conteúdos

Leia mais

Ezona Professional Training

Ezona Professional Training Ezona Professional Training apresenta um seminário de formação de 3 dias sobre 29-31 Julho 2014 Premier Hotel OR Tambo Johannesburg, Africa du Sul Ezona Professional Training Por que você deve participar:

Leia mais

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO MBA em Gestão de Comércio Exterior e Negócios Internacionais

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO MBA em Gestão de Comércio Exterior e Negócios Internacionais CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO MBA em Gestão de Comércio Exterior e Negócios Internacionais Coordenação Acadêmica: Prof. Dr. Miguel Ferreira Lima CÓDIGO SIGA : TMBACEN*12/01 1 OBJETIVO:

Leia mais

Setembro 2013 LEGAL FLASH I ANGOLA SIMPLIFICAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS PARA A REALIZAÇÃO DE OPERAÇÕES CAMBIAIS DE INVISÍVEIS CORRENTES

Setembro 2013 LEGAL FLASH I ANGOLA SIMPLIFICAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS PARA A REALIZAÇÃO DE OPERAÇÕES CAMBIAIS DE INVISÍVEIS CORRENTES LEGAL FLASH I ANGOLA Setembro 2013 LEGAL FLASH I ANGOLA SIMPLIFICAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS PARA A REALIZAÇÃO DE OPERAÇÕES CAMBIAIS DE INVISÍVEIS CORRENTES 2 LEGISLAÇÃO EM DESTAQUE 5 SIMPLIFICAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS

Leia mais

Missão Empresarial EUA Flórida. 21 a 26 de Março 2015

Missão Empresarial EUA Flórida. 21 a 26 de Março 2015 Missão Empresarial EUA Flórida 21 a 26 de Março 2015 Apoiamos empresas a ter sucesso nos mercados internacionais Sobre nós Na Market Access prestamos serviços de apoio à exportação e internacionalização.

Leia mais

Manual de Exportação e Formação de Preço

Manual de Exportação e Formação de Preço Manual de e Formação de Preço. Sumário FASE 1ª 1 - Planejamento de 2 - Planejamento Estratégico 3 - Canais de Distribuição FASE 2ª 4 - Procedimentos Operacionais de FASE 3ª 5 - Formação de Preço O sumário

Leia mais

Prof. Marcelo Mello. Unidade III DISTRIBUIÇÃO E

Prof. Marcelo Mello. Unidade III DISTRIBUIÇÃO E Prof. Marcelo Mello Unidade III DISTRIBUIÇÃO E TRADE MARKETING Canais de distribuição Canal vertical: Antigamente, os canais de distribuição eram estruturas mercadológicas verticais, em que a responsabilidade

Leia mais

CONDIÇÕES PARA OS MEMBROS - PROFISSIONAIS LIBERAIS E ENIs

CONDIÇÕES PARA OS MEMBROS - PROFISSIONAIS LIBERAIS E ENIs PROTOCOLO ORDENS PROFISSIONAIS CONDIÇÕES PARA OS MEMBROS - PROFISSIONAIS LIBERAIS E ENIs Para aderir a este Protocolo e beneficiar das respectivas condições, abra a sua Conta Gestão Tesouraria ou Conta

Leia mais

O Contrato de Cessão Financeira Internacional (Factoring)

O Contrato de Cessão Financeira Internacional (Factoring) O Contrato de Cessão Financeira Internacional (Factoring) Faculdade de Economia do Porto MEGI Direito dos Negócios Internacionais Professor Bruno Sousa Maio 2015 0. Índice 1. Noção e caraterísticas 2.

Leia mais

GESTÃO LOGÍSTICA 05. O Papel da Logística na Organização Empresarial e na Economia. Padrões de SaC. Amílcar Arantes 1

GESTÃO LOGÍSTICA 05. O Papel da Logística na Organização Empresarial e na Economia. Padrões de SaC. Amílcar Arantes 1 GESTÃO LOGÍSTICA 2004-05 05 Capítulo - 2 Índice 1. Introdução 2. Definição de 3. 4. Desenvolvimento e Documentação de Padrões de SaC 5. Barreiras a uma Estratégia efectiva de SaC 6. Melhorar o Desempenho

Leia mais

Logística e Gestão da Distribuição

Logística e Gestão da Distribuição Logística e Gestão da Distribuição ISLA Licenciatura em Ciências Empresariais (Porto, 1995) Luís Manuel Borges Gouveia 1 1 A distribuição é um sector de actividade económica que assegura uma função essencial

Leia mais

POLÍTICA DE CONTRATAÇÃO DE TERCEIROS

POLÍTICA DE CONTRATAÇÃO DE TERCEIROS POLÍTICA DE CONTRATAÇÃO DE TERCEIROS 1 INDICE POLÍTICA DE CONTRATAÇÃO DE TERCEIROS... 1 INDICE... 2 1. Responsabilidade Legal e Social... 3 2. Processo de Contratação de Terceiros... 4 3. Categorias de

Leia mais

O PAPEL DAS UNIVERSIDADES E A INVESTIGAÇÃO SOBRE DIPLOMACIA ECONÓMICA. Joaquim Ramos Silva Socius/ISEG jrsilva@iseg.utl.pt

O PAPEL DAS UNIVERSIDADES E A INVESTIGAÇÃO SOBRE DIPLOMACIA ECONÓMICA. Joaquim Ramos Silva Socius/ISEG jrsilva@iseg.utl.pt O PAPEL DAS UNIVERSIDADES E A INVESTIGAÇÃO SOBRE DIPLOMACIA ECONÓMICA Joaquim Ramos Silva Socius/ISEG jrsilva@iseg.utl.pt PRINCIPAIS TÓPICOS A emergência da Diplomacia Económica e suas razões As mudanças

Leia mais

REGULAMENTO DO MERCADO DE CÂMBIO E CAPITAIS INTERNACIONAIS TÍTULO : 1 - Mercado de Câmbio CAPÍTULO : 11 - Exportação SEÇÃO : 1 - Disposições Gerais

REGULAMENTO DO MERCADO DE CÂMBIO E CAPITAIS INTERNACIONAIS TÍTULO : 1 - Mercado de Câmbio CAPÍTULO : 11 - Exportação SEÇÃO : 1 - Disposições Gerais SEÇÃO : 1 - Disposições Gerais 1. Este capítulo dispõe sobre as operações no mercado de câmbio relativas às exportações brasileiras de mercadorias e de serviços. 2. O exportador de mercadorias ou de serviços

Leia mais

CÓDIGO EUROPEU DE CONDUTA DE VENDA DIRECTA FACE A REVENDEDORES, ENTRE REVENDEDORES E ENTRE COMPANHIAS

CÓDIGO EUROPEU DE CONDUTA DE VENDA DIRECTA FACE A REVENDEDORES, ENTRE REVENDEDORES E ENTRE COMPANHIAS CÓDIGO EUROPEU DE CONDUTA DE VENDA DIRECTA FACE A REVENDEDORES, ENTRE REVENDEDORES E ENTRE COMPANHIAS 2. GERAL 1. 1. Introdução O Código Europeu de Conduta de Venda Directa face a Revendedores, entre Revendedores

Leia mais

Financiamento. Financiamento

Financiamento. Financiamento É preciso ter em conta o valor de: Imobilizações corpóreas Imobilizações incorpóreas Juros durante a fase de investimento Capital circulante permanente 1 O capital circulante tem que financiar o ciclo

Leia mais

8. POLÍTICA DISTRIBUIÇÂO. 8.1- Variável distribuição 8.2- Canal 8.3- Transporte 8.4- Logística

8. POLÍTICA DISTRIBUIÇÂO. 8.1- Variável distribuição 8.2- Canal 8.3- Transporte 8.4- Logística 8. POLÍTICA DISTRIBUIÇÂO 8.1- Variável distribuição 8.2- Canal 8.3- Transporte 8.4- Logística 8.1- Variável distribuição Variável DISTRIBUIÇÃO A distribuição pode entender-se em diferentes sentidos: -

Leia mais

Modalidades de Pagamento

Modalidades de Pagamento Modalidades de Pagamento Remessa / Pagamento antecipado: Nesta modalidade, o importador realiza o pagamento ao exportador antes do envio da mercadoria. Trata-se da opção mais interessante para o exportador,

Leia mais

Portal Trade- O apoio às suas Exportações

Portal Trade- O apoio às suas Exportações International Desk -Direcção de Negócio Internacional- Portal Trade- O apoio às suas Exportações Casa de Espanha 6 de Março de 2014 Santander, um grupo financeiro líder Best Bank in the World 2012 2008

Leia mais

SISCOMEX, DOCUMENTOS e FORMAS DE PAGAMENTOS

SISCOMEX, DOCUMENTOS e FORMAS DE PAGAMENTOS CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO SISCOMEX, DOCUMENTOS e FORMAS DE PAGAMENTOS Prof.: Leonardo Ribeiro 1 Siscomex O Sistema Integrado de Comércio Exterior - SISCOMEX, é um instrumento

Leia mais

Departamento Comercial e Marketing. Escola Secundaria de Paços de Ferreira 2009/2010. Técnicas de Secretariado

Departamento Comercial e Marketing. Escola Secundaria de Paços de Ferreira 2009/2010. Técnicas de Secretariado Escola Secundaria de Paços de Ferreira 2009/2010 Técnicas de Secretariado Departamento Comercial e Marketing Módulo 23- Departamento Comercial e Marketing Trabalho realizado por: Tânia Leão Departamento

Leia mais

ABC da Gestão Financeira

ABC da Gestão Financeira ABC da Gestão Financeira As demonstrações financeiras são instrumentos contabilísticos que reflectem a situação económico-financeira da empresa, evidenciando quantitativamente os respectivos pontos fortes

Leia mais

Planejamento Estratégico

Planejamento Estratégico Planejamento Estratégico Análise externa Roberto César 1 A análise externa tem por finalidade estudar a relação existente entre a empresa e seu ambiente em termos de oportunidades e ameaças, bem como a

Leia mais

Manual de Instrução. Para o preenchimento do questionário sobre OPERAÇÕES E POSIÇÕES COM EXTERIOR EMPRESAS DE INVESTIMENTO DIRETO

Manual de Instrução. Para o preenchimento do questionário sobre OPERAÇÕES E POSIÇÕES COM EXTERIOR EMPRESAS DE INVESTIMENTO DIRETO Manual de Instrução Para o preenchimento do questionário sobre OPERAÇÕES E POSIÇÕES COM EXTERIOR EMPRESAS DE INVESTIMENTO DIRETO Direcção de Estatísticas Económicas e Financeiras DEEF 1.Introdução O Manual

Leia mais

A versão básica disponibiliza a informação criada no Microsoft Navision em unidades de informação

A versão básica disponibiliza a informação criada no Microsoft Navision em unidades de informação O Business Analytics for Microsoft Business Solutions Navision ajuda-o a ter maior controlo do seu negócio, tomar rapidamente melhores decisões e equipar os seus funcionários para que estes possam contribuir

Leia mais

Estratégia Empresarial. Capítulo 6 Integração Vertical. João Pedro Couto

Estratégia Empresarial. Capítulo 6 Integração Vertical. João Pedro Couto Estratégia Empresarial Capítulo 6 Integração Vertical João Pedro Couto Natureza da integração vertical A integração vertical consiste na execução de várias funções da cadeia operacional sob a égide de

Leia mais

DIRECTRIZ CONTABILÍSTICA N. o 14 DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA

DIRECTRIZ CONTABILÍSTICA N. o 14 DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA DIRECTRIZ CONTABILÍSTICA N. o 14 DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA 1 Introdução: A adaptação do Plano Oficial de Contabilidade à Directiva n. o 78/660/CEE (4. a Directiva do Conselho, de 25-7-78), consubstanciada

Leia mais

Gabinete de Apoio à Gestão da AHP Associação de Hotéis de Portugal

Gabinete de Apoio à Gestão da AHP Associação de Hotéis de Portugal Gabinete de Apoio à Gestão da AHP Associação de Hotéis de Portugal E HCMS Hospitality Concepts & Management Solutions Índex Sobre a HCMS Empresa Missão Valores Serviços Áreas de Intervenção Directrizes

Leia mais

Pretendemos também abordar as filosofias e os tipos de Marketing. Outro dos pontos abordados é o planeamento estratégico e o processo de Marketing.

Pretendemos também abordar as filosofias e os tipos de Marketing. Outro dos pontos abordados é o planeamento estratégico e o processo de Marketing. Universidade do Algarve Escola superior de Tecnologia Engenharia Elétrica e Eletrónica MARKETING Docente: Jaime Martins Discentes: Mário Sousa Nº25649 Mário Fontainhas Nº24148 Paulo Rodrigues Nº23615 Introdução

Leia mais

PROFª. REGINA NEGRI PAGANI PROFª. JAQUELINE RODRIGUES

PROFª. REGINA NEGRI PAGANI PROFª. JAQUELINE RODRIGUES ECONOMIA PARA ADMINISTRADORES Decisões sobre a maneira de ingressar no Mercado Internacional - Estratégias para o Mercado Internacional PROFª. REGINA NEGRI PAGANI PROFª. JAQUELINE RODRIGUES 1 2 DECISÕES

Leia mais

Escola Secundária de Paços de Ferreira. Módulo 21 Comércio Internacional

Escola Secundária de Paços de Ferreira. Módulo 21 Comércio Internacional Escola Secundária de Paços de Ferreira Módulo 21 Comércio Internacional Trabalho realizado por: Mafalda Neves 12ºS 2009/2010 Importação É o processo comercial e fiscal que consiste em trazer um bem, que

Leia mais

DC14 - Demonstração dos Fluxos de Caixa (1) Directriz Contabilística nº 14

DC14 - Demonstração dos Fluxos de Caixa (1) Directriz Contabilística nº 14 DC14 Demonstração dos Fluos de Caia (1) Directriz Contabilística nº 14 Julho de 1993 Índice 1. Introdução 2. Objectivos 3. Definições 4. Componentes da Demonstração dos Fluos de Caia 4.1. Actividades operacionais

Leia mais

Ministério do Comércio

Ministério do Comércio Ministério do Comércio DECRETO /07 Havendo necessidade de se proceder a actualização da regulamentação da Lei nº.5/97 de Junho, relativamente às operações de mercadorias, em conformidade com o consignado

Leia mais

Estratégia Competitiva 16/08/2015. Módulo II Cadeia de Valor e a Logistica. CADEIA DE VALOR E A LOGISTICA A Logistica para as Empresas Cadeia de Valor

Estratégia Competitiva 16/08/2015. Módulo II Cadeia de Valor e a Logistica. CADEIA DE VALOR E A LOGISTICA A Logistica para as Empresas Cadeia de Valor Módulo II Cadeia de Valor e a Logistica Danillo Tourinho S. da Silva, M.Sc. CADEIA DE VALOR E A LOGISTICA A Logistica para as Empresas Cadeia de Valor Estratégia Competitiva é o conjunto de planos, políticas,

Leia mais

Introdução. Capitais Internacionais

Introdução. Capitais Internacionais Capitais Internacionais e Mercado de Câmbio no Brasil Atualizado em fevereiro de 2009 1 Introdução O tratamento aplicável aos fluxos de capitais e às operações de câmbio acompanhou as conjunturas econômicas

Leia mais

DECRETO 55/00 de 10 de Novembro

DECRETO 55/00 de 10 de Novembro DECRETO 55/00 de 10 de Novembro Havendo necessidade de se proceder a actualização da regulamentação da Lei n.º 5/97, de 27 de Junho, relativamente às operações de mercadorias, em conformidade com o consignado

Leia mais

Determinação de Preços Internos Fluxos Comerciais Lucros das Empresas Valorização de Activos Crescimento Económico

Determinação de Preços Internos Fluxos Comerciais Lucros das Empresas Valorização de Activos Crescimento Económico 1 Determinação de Preços Internos Fluxos Comerciais Lucros das Empresas Valorização de Activos Crescimento Económico 2 Taxas Bilaterais Taxas Efectivas 3 4 Bilateral Nominal and Real Exchange Rates: Rand/Meticais

Leia mais

SILBRAN Comércio Exterior. 13/1/2009 Silbran Comércio Exterior

SILBRAN Comércio Exterior. 13/1/2009 Silbran Comércio Exterior SILBRAN Comércio Exterior 1 Decisões em Negócios Globalizados Importadores Exportadores 2 SILBRAN Comércio Exterior Desafio Global Distância Documentos Diversidade Demanda Disponibilidade Velocidade Consistência

Leia mais

ENCONTRO 1 Logística e Transporte

ENCONTRO 1 Logística e Transporte ENCONTRO 1 Logística e Transporte ENCONTRO 1 Logística e Transporte TÓPICO 1: Contextualizando o encontro Olá! Você está iniciando o primeiro encontro do curso Logística Internacional. Neste encontro,

Leia mais

Politica Cambial. AVISO N.º 19/12 Pagamentos de Importação, Exportação e Reexportação de Mercadorias

Politica Cambial. AVISO N.º 19/12 Pagamentos de Importação, Exportação e Reexportação de Mercadorias Politica Cambial AVISO N.º 19/12 Pagamentos de Importação, Exportação e Reexportação de Mercadorias 1 AGENDA 1. AVISO N.º 19/12 PAGAMENTOS DE IMPORTAÇÃO, EXPORTAÇÃO E REEXPORTAÇÃO DE MERCADORIAS. 2. REGISTO

Leia mais

importância económica do sector

importância económica do sector importância económica do sector ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DAS BEBIDAS REFRESCANTES NÃO ALCOÓLICAS O CONTEXTO DA INDÚSTRIA AGRO-ALIMENTAR E SUA IMPORTÂNCIA ESTRATÉGICA A industria de bebidas não alcoólicas

Leia mais

FORMAÇÃO DE TRADERS E NEGOCIADORES INTERNACIONAIS

FORMAÇÃO DE TRADERS E NEGOCIADORES INTERNACIONAIS FORMAÇÃO DE TRADERS E NEGOCIADORES INTERNACIONAIS Objetivo O objetivo deste curso é dotar o participante das competências necessárias para atuar com sucesso no competitivo mercado global, desenvolvendo

Leia mais

Manual do Revisor Oficial de Contas. Directriz de Revisão/Auditoria 310 ÍNDICE

Manual do Revisor Oficial de Contas. Directriz de Revisão/Auditoria 310 ÍNDICE Directriz de Revisão/Auditoria 310 CONHECIMENTO DO NEGÓCIO Outubro de 1999 ÍNDICE Parágrafos Introdução 1-7 Obtenção do Conhecimento 8-13 Uso do Conhecimento 14-18 Apêndice Matérias a Considerar no Conhecimento

Leia mais

LOGÍSTICA INTERNACIONAL

LOGÍSTICA INTERNACIONAL LOGÍSTICA INTERNACIONAL Maria Rita Pontes Assumpção Universidade Católica de Santos UniSantos Programa de Mestrado em Gestão de Negócios rita.assumpcao@unisantos.br rita@dep.ufscar.br Resenha do livro

Leia mais

Gestão e tecnologia para PME s

Gestão e tecnologia para PME s www.sage.pt Gestão e tecnologia para PME s Sage Porto Sage Lisboa Sage Portugal A longa experiência que temos vindo a acumular no desenvolvimento de soluções integradas de software de gestão para as pequenas

Leia mais

CAPÍTULO 2. DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS, IMPOSTOS, e FLUXO DE CAIXA. CONCEITOS PARA REVISÃO

CAPÍTULO 2. DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS, IMPOSTOS, e FLUXO DE CAIXA. CONCEITOS PARA REVISÃO Bertolo Administração Financeira & Análise de Investimentos 6 CAPÍTULO 2 DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS, IMPOSTOS, e FLUXO DE CAIXA. CONCEITOS PARA REVISÃO No capítulo anterior determinamos que a meta mais

Leia mais

SÉRIE IPO s: TUDO O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE ABERTURA DE CAPITAL. Parte 4: Como tornar sua Empresa uma Companhia de Capital Aberto

SÉRIE IPO s: TUDO O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE ABERTURA DE CAPITAL. Parte 4: Como tornar sua Empresa uma Companhia de Capital Aberto SÉRIE IPO s: TUDO O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE ABERTURA DE CAPITAL Parte 4: Como tornar sua Empresa uma Companhia de Capital Aberto o O que é Abertura de Capital o Vantagens da abertura o Pré-requisitos

Leia mais

REDES DE DISTRIBUIÇÃO

REDES DE DISTRIBUIÇÃO REDES DE DISTRIBUIÇÃO De uma maneira geral, as redes de distribuição são constituídas por: 1. Um conjunto de instalações que fazem a recepção, armazenagem e expedição de materiais; 2. Um conjunto de rotas

Leia mais

Executive Revolution Programs Competitive intelligence e inovação

Executive Revolution Programs Competitive intelligence e inovação Executive Revolution Programs Competitive intelligence e inovação Neste curso serão abordadas as melhores práticas que permitem gerir estrategicamente a informação, tendo em vista a criação de valor para

Leia mais

Elementos das Organizações

Elementos das Organizações Elementos das Organizações > Teoria das Organizações > Teoria dos Sistemas (TGS) > Componentes das Organizações / Ambiente Recursos Estratégia Objectivos Estrutura Processos Regras Cultura Politica Pessoas

Leia mais

Soluções Qualilog para Comércio Exterior

Soluções Qualilog para Comércio Exterior Soluções Qualilog para Comércio Exterior Visão Geral Temos atuado, com sucesso, no apoio a empresas brasileiras que já exportam ou têm como projeto exportar seus produtos para os Estados Unidos, assessorandoas

Leia mais

INOVAÇÃO, EMPREENDEDORISMO E O FUTURO MINISTÉRIO DA ECONOMIA

INOVAÇÃO, EMPREENDEDORISMO E O FUTURO MINISTÉRIO DA ECONOMIA INOVAÇÃO, EMPREENDEDORISMO E O FUTURO MINISTÉRIO DA ECONOMIA Empresas INOVAÇÃO PRODUTOS DIMENSÃO MERCADO PRODUÇÃO MARKETING GESTÃO LIDERANÇA FINANCIAMENTO RH COMPETÊNCIAS Empreendedorismo VISÃO ESTRUTURADA

Leia mais

Acções. Amortização. Autofinanciamento. Bens

Acções. Amortização. Autofinanciamento. Bens Palavra Acções Significado Títulos que representam uma parte ou fracção de uma sociedade anónima e que dão ao seu proprietário o direito à parcela correspondente de votos, lucros líquidos e activos da

Leia mais

Análise dos critérios para decisão do modo de entrada em mercados internacionais - estudo de caso: empresa européia do ramo industrial

Análise dos critérios para decisão do modo de entrada em mercados internacionais - estudo de caso: empresa européia do ramo industrial Análise dos critérios para decisão do modo de entrada em mercados internacionais - estudo de caso: empresa européia do ramo industrial William Wagner Astolfi (USP) william.astolfi@uol.com.br Roberto Rotondaro

Leia mais

LOGÍSTICA EMPRESARIAL. Rodolfo Cola Santolin 2009

LOGÍSTICA EMPRESARIAL. Rodolfo Cola Santolin 2009 LOGÍSTICA EMPRESARIAL Rodolfo Cola Santolin 2009 Conteúdo Cadeia de suprimentos Custos Logísticos Administração de Compras e Suprimentos Logística Reversa CADEIA DE SUPRIMENTOS Logística Logística Fornecedor

Leia mais

1 - Por que a empresa precisa organizar e manter sua contabilidade?

1 - Por que a empresa precisa organizar e manter sua contabilidade? Nas atividades empresariais, a área financeira assume, a cada dia, funções mais amplas de coordenação entre o operacional e as expectativas dos acionistas na busca de resultados com os menores riscos.

Leia mais