AUDITORIA OPERACIONAL PARA EMPRESAS IMPORTADORAS

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1 5 INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR BLAURO CARDOSO DE MATTOS FASERRA MAURÍCIO CARVALHO XAVIER AUDITORIA OPERACIONAL PARA EMPRESAS IMPORTADORAS SERRA-ES 2014

2 6 MAURÍCIO CARVALHO XAVIER AUDITORIA OPERACIONAL PARA EMPRESAS IMPORTADORAS Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Instituto de Ensino Superior Blauro Cardoso de Mattos, do curso de Graduação em Ciências Contábeis, como exigência parcial para obtenção do título de Bacharel em Ciências Contábeis. Orientador: Prof. Ms. Marcelo Pereira da Silva. SERRA-ES 2014

3 7 MAURÍCIO CARVALHO XAVIER AUDITORIA OPERACIONAL PARA EMPRESAS IMPORTADORAS Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Instituto de Ensino Superior Blauro Cardoso de Mattos, do curso de Graduação em Ciências Contábeis, como exigência parcial para obtenção do título de Bacharel em Ciências Contábeis. Aprovado em de de BANCA EXAMINADORA Prof. Ms. Marcelo Pereira da Silva Instituto de Ensino Superior Blauro Cardoso de Mattos Orientador Prof. Ms. Angelo Roberto Fiorio Custodio Prof(a) Mônica Poto.

4 Este trabalho é dedicado especialmente ao meu filho Miguel, que me inspira a ser uma pessoa melhor todos os dias, e à minha mãe Iolanda, minha família primeira, que nunca deixou de acreditar em mim, que sempre me apoiou nas dificuldades, e sempre vibrou com minhas conquistas e vitórias. Amo vocês!!! 8

5 9 AGRADECIMENTO Agradeço à minha família pelo apoio em todas as horas, por dividir o fardo em muitos momentos, por compartilhar meus momentos de felicidade, por vibrar com minhas vitórias. Vocês são a minha pedra angular, a minha base, o meu refúgio. Agradeço aos meus amigos, minha segunda família, meus parceiros de todos os momentos. Fundamentais em diversos deles, e necessários em todos eles. Agradeço aos meus colegas da Faserra, pela convivência, pelo companheirismo, pelas brincadeiras. Os quatro anos de curso passaram muito rápido porque foi sempre divertido e leve estar com vocês todas as noites. Agradeço também à todas equipe Faserra. Vocês formam um time vencedor. Em especial, eu agradeço aos mestres Adriano, Marcelo Fardin, Carlos Eduardo, Aline, Renan, Márcia, Mária de Fátima, e Ângelo, tão decisivos para a minha formação. Agradeço ao meu professor e orientador Marcelo Pereira da Silva por me direcionar e instruir durante todas as etapas de desenvolvimento deste trabalho, por ter sido tão importante na minha formação acadêmica.

6 10 RESUMO Este estudo objetivou identificar como a auditoria afeta a dinâmica operacional das empresas importadoras do Espírito Santo (ES). O estudo analisou o perfil das empresas importadoras instaladas no ES, utilizando uma pesquisa de campo, com um questionário enviado às empresas contendo itens como: a composição societária, regime contábil, volume de operações de importação por mês, linhas de produtos costumeiramente importados, incentivos fiscais que utiliza, entre outras informações. A partir deste perfil, um modelo de auditoria operacional foi proposto a fim de que, se aplicado de maneira contínua e na frequência proposta, aumentará a assertividade e eficácia na condução dos processos de importação, tendo como consequência o progressivo aumento da competitividade e eficácia destas importadoras. Há nas considerações finais do trabalho ainda, três linhas de pesquisa sugeridas para complementar este trabalho em prol de uma gestão mais eficaz das empresas importadoras. Palavras-chave: auditoria; comércio exterior; dinâmica operacional; importação.

7 11 LISTA DE GRÁFICOS Grafico 1 - Localização das Empresas Importadoras Grafico 2 - Capital Social das Importadoras Grafico 3 - Incentivos Fiscais Utilizados Grafico 4 - Quantidade de Operações de Importação por Mês Grafico 5 - Grupos de Produtos Usualmente Importados Grafico 6 - Aplicação da Auditoria Interna... 22

8 1 LISTA DE TABELAS Tabela 1 - Perfil da Empresa Importadora do Espírito Santo na Amostra Tabela 2 Plano de Auditoria (PA-1) Tabela 3 - Programa de Trabalho (PT-1) Tabela 4 - Programa de Trabalho (PT-2) Tabela 5 - Programa de Trabalho (PT-3) Tabela 6 - Programa de Trabalho (PT-4) Tabela 7 - Relatorio de Auditoria (PA-2)... 34

9 2 LISTA DE FIGURAS Figura 1 - Etapas Operacionais do Processo de Importação Figura 2 - Fases do Processo de Importação... 25

10 9 LISTA DE SIGLAS BANDES CFOP CI CST DI EADI FUNDAP II INVEST-ES IPI LI NCM/SH NFe RFB SINDIEX SISCOMEX TEC TIPI Banco de Desenvolvimento do Espírito Santo Código Fiscal de Operação Comprovante de Importação Código da Situação Tributária Declaração de Importação Estação Aduaneira do Interior Fundo para o Desenvolvimento da Atividade Portuária Imposto de Importação Programa de Incentivo ao Investimento no Estado do Espírito Santo Imposto Sobre Produtos Industrializados Licenças de Importação Nomenclatura Comum do Mercosul / Sistema Harmonizado Nota Fiscal Eletrônica Receita Federal do Brasil Sindicato do Comércio de Exportação e Importação do Estado do Espírito Santo Sistema Integrado de Comércio Exterior Tarifa Externa Comum Tabela do IPI

11 10 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO REFERENCIAL TEÓRICO COMÉRCIO EXTERIOR AUDITORIA DESENVOLVIMENTO PERFIL DAS EMPRESAS IMPORTADORAS DO ESPÍRITO SANTO PROPOSTA DE MODELO DE AUDITORIA OPERACIONAL Planejamento da Auditoria Auditoria das Compras Auditoria dos Pagamentos Auditoria dos Desembaraços Aduaneiros Auditoria das Distribuições Proposta de Modelo de Relatório de Auditoria CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS ANEXO 1 FORMULÁRIO DE PESQUISA... 39

12 11 1 INTRODUÇÃO O estado do Espírito Santo tem infraestrutura portuária privilegiada, e sua vocação para o comércio internacional remonta do ciclo do açúcar, no Brasil colônia (NEVES et al., 2003). E nesse contexto, muitas empresas se instalaram aqui com o objeto de negócio único e exclusivo de importar produtos. Tais empresas são organizadas essencialmente sob o formato de Trading Companies ou de Comercial Importadoras, de acordo com a sua composição societária e estrutura de negócio. As Trading Companies, segundo PACCHIEGA (2012), são empresas obrigatoriamente constituídas sob a forma de uma sociedade por ações, e com capital mínimo de Unidades Fiscais de Referências (UFIR). Elas obrigatoriamente, prestam serviços de importação e exportação, e conectam as empresas brasileiras sem infraestrutura para atuar no comércio internacional com o mercado externo (KUNZLER, 2000), conforme estabelece o Decreto Lei nº 1.248/72 de 29/11/1972. Algumas empresas utilizam o termo trading em sua denominação principal, sem se enquadrarem no regime de trading company. Há também empresas que não utilizam o termo trading em sua denominação, mas que cumprem os requisitos para atuar como trading company, e assim o fazem (PACCHIEGA, 2012). Já as empresas comerciais importadoras, podem ser constituídas sob qualquer organização societária, como qualquer empresa comercial, mas devem obedecer aos requisitos da Instrução Normativa Receita Federal do Brasil nº 1.288, de 31 de agosto de 2012 para se habilitarem no Siscomex (Sistema Integrado de Comércio Exterior) e cadastrarem seus representantes (BRASIL, 1992). O objeto de negócio dessas importadoras (Comercial Importadoras e Trading Companies) é composto de uma unidade básica denominada Processo de Importação. Ele deve seguir em completo o decreto federal de 5 de fevereiro de 2009 (BRASIL, 2009), também conhecido como Regulamento Aduaneiro. Este normatiza todo o procedimento legal necessário para a entrada de mercadorias importadas no território nacional. Na sua leitura encontramos toda a lista de documentação que deverá acompanhar as mercadorias importadas, os tributos e

13 12 taxas a serem recolhidos, e todas as demais obrigações acessórias demandadas pela receita federal, assim como o prazo legal para guarda dos documentos que compõem o processo de importação. Por outro lado, o decreto R de 25 de outubro de 2002 (ESPÍRITO SANTO, 2002), designado como Regulamento do Imposto Sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e Sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação, ou simplesmente, RICMS/ES, indica os tributos estaduais a serem recolhidos para que as mercadorias deixem a Aduana e adentrem o território nacional pelo Espírito Santo, assim como suas obrigações acessórias perante o fisco estadual. Quando as importações são realizadas usando algum incentivo fiscal federal ou estadual, as legislações específicas relativas a estes incentivos fiscais também deverão ser cumpridas por completo. Além disso, há todo um trâmite comercial com os fornecedores no estrangeiro, transportadoras, agentes de transporte, agentes comerciais, instituições bancárias, com pagamentos e formalizações documentais, que também deve ser seguido para que se tenha sucesso na importação. E por último, há uma série de licenças que deverão ser conquistadas e mantidas, antes mesmo de iniciar o processo de importação, para alguns tipos de mercadorias, junto aos órgãos anuentes da Secretaria de Comércio Exterior (SECEX) (BRASIL, 2009). A empresa importadora será eficaz quando cumprir todas as obrigações principais e acessórias do fisco federal, do fisco estadual, e dos fornecedores, no tempo correto e de forma assertiva. É nesse contexto que identificamos o problema: Como a auditoria afeta a dinâmica operacional das empresas importadoras do Espírito Santo? Segundo ALMEIDA (2012) a auditoria surge da necessidade de verificar se os procedimentos legais e operacionais estavam sendo seguidos por todos os funcionários da empresa, e dar a segurança ao administrador neste sentido. Desta forma, a Auditoria é a linha de pesquisa mais indicada para o problema apresentado. Tendo a identidade econômica capixaba, como foco principal, a prestação de serviços ligados ao comércio exterior (NEVES et al., 2003), e sendo um dos tripés

14 13 do plano de desenvolvimento estadual (ESPIRITO SANTO, 2006), é relevante o estudo de ferramentas que aumentem a eficácia das importadoras instaladas aqui no Espírito Santo. O objetivo geral deste trabalho é avaliar como a auditoria afeta a dinâmica operacional das empresas importadoras do Espírito Santo. E no desenvolvimento dos trabalhos, será demonstrado o conceito de auditoria operacional, será analisado o perfil das empresas importadoras do Espírito Santo, e será proposto um modelo de auditoria operacional para empresas importadoras. Para definir e analisar como a auditoria operacional afeta a eficácia das empresas importadoras do Espírito Santo será feito um trabalho de pesquisa-ação aplicada, com o intuito de conhecer o perfil destas empresas e se utilizam algum tipo de auditoria interna. Durante os trabalhos, serão identificados os requisitos essenciais para um modelo de auditoria operacional eficaz, contextualizado à realidade das empresas importadoras do Espírito Santo. Ao final, faremos a proposta de um modelo de auditoria operacional eficaz para estas empresas.

15 14 2 REFERENCIAL TEÓRICO A atividade comercial tem origem nos primórdios da história, mais precisamente no final do período neolítico, quando o homem descobriu a agricultura e passou trocar os excessos produzidos (MARTÍNEZ, 2012). A utilização do dinheiro nas transações comerciais, os avanços nos transportes, e as grandes navegações, sobretudo a transatlântica, impulsionaram o comércio para uma escala global (MARTÍNEZ, 2012). E das feiras na idade média às bolsas de valores atuais, comprar e vender em uma escala global se tornou uma atividade complexa, rápida, e que demanda uma grande organização logística para se completar com sucesso. Atuar no mercado externo tem se tornado a solução vital para que muitas empresas permaneçam ativas, ou simplesmente para que elas mantenham sua curva de crescimento, quando esta ação é bem planejada e estruturada (MONISE BORBA ISOPPO et al., 2012). 2.1 COMÉRCIO EXTERIOR O Comércio exterior pode ser definido como o conjunto de transações comerciais sobre mercadorias e serviços, de um país para outro (MARTÍNEZ, 2012). E como indica Kunzler (2000), A internacionalização competitiva das nações e das empresas eleva cada vez mais a interdependência econômica, e como consequência, os fluxos de comércio internacional de importações e exportações. No cenário capitalista atual, comercializar com outros países é essencial para todas as nações, sobretudo para manter a balança comercial equilibrada e assegurar reservas em moeda forte (BELLUZZO, 1995). Conforme Kunzler (2000) as teorias que regem o comércio internacional podem ser resumidas em: Teoria das Vantagens Absolutas; Teoria das Vantagens Comparativas ou Teoria dos Custos Comparados;

16 15 Custos de Oportunidade; Ganhos Proporcionados Pelo Comércio; Teoria Moderna do Comércio Internacional. Há também variáveis que podem influenciar significativamente a atividade de comércio internacional, conforme Kunzler (2000), podemos destacar: Variáveis de controle da empresa: produto, preço, agentes e/ou representantes; Variáveis que não estão sob o controle direto da empresa: concorrentes, regimes políticos, políticas econômicas e políticas financeiras; Variáves novas que as empresas enfrentam ao entrar em mercados externos: legislação e normas, canais de distribuição, marcas e patentes, assistências técnica, nível tecnológico, geografia, idiomas, culturas. No Brasil, toda a atividade de comércio exterior é centralizada no Siscomex conforme determina o Decreto 660/92 (BRASIL, 1992). 2.2 AUDITORIA A auditoria é a ação que se caracteriza em atividades de verificação analítica e operativa, consistindo no exame sistemático e independente de uma atividade, elemento ou sistema, para determinar se as ações e seus resultados, estão de acordo com as disposições planejadas e com as normas e legislação vigentes (ALMEIDA, 2012). Pode-se classificar a auditoria em 2 grupos de intervenção, conforme Rodrigues (2013): auditoria interna e auditoria externa. A auditoria interna é executada comumente por funcionários da empresa, e era associada inicialmente como a salvaguarda dos ativos das empresas, com o cumprimento das obrigações estabelecidas pelos gestores, com a constatação da

17 16 veracidade das informações financeiras e com a detecção de fraudes (MONTEIRO, 2013). O desenvolvimento da auditoria interna ganhou força e padrão a nível mundial com a criação do Institute of Internal Auditors (IIA), que agrupa auditores de todo o mundo (MONTEIRO, 2013). No Brasil, os auditores internos são representados pelo Instituto dos Auditores Internos do Brasil (AUDIBRA). No Brasil, os auditores internos devem obedecer a NBC TI 01 para a execução dos seus trabalhos. Segundo esta norma, a auditoria interna tem os seguintes objetivos: examinar a integridade, adequação, eficácia e eficiência dos controles internos e das informações físicas contábeis, financeiras e operacionais da entidade (RODRIGUES, 2013). A auditoria interna tem como objetivo primário, ser uma ferramenta de apoio aos gestores da empresa em que está inserida. Neste sentido, deve o auditor agregar valor à organização (MONTEIRO, 2013). A auditoria operacional, também chamada de auditoria de gestão, ou auditoria de performance, é um ramo da auditoria interna, que tem sua origem na revolução industrial. O rápido crescimento das empresas inglesas no século XVIII obrigou os empresários a terem uma visão mais precisa de seus negócios, o corolário desta necessidade foi contratação de auditores para a detecção de erros involuntários e fraudes dos gerentes e demais funcionários (RIVERA, 2012). A partir de 1960 a ação dos auditores é ampliada para medir as operações da empresa em termos de eficácia ou efetividade. A partir deste momento é que esta classe de auditoria passa a ser chamada de Auditoria Operacional (RIVERA, 2012).

18 17 3 DESENVOLVIMENTO No Espírito Santo, o início da atividade comercial internacional se baseou em um consórcio entre cafeicultores, madeireiros e agentes de transporte. Atualmente, há uma grande diversificação de produtos em uma plataforma mais importadora do que exportadora (NEVES et al., 2003). A criação do FUNDAP (Fundo de Desenvolvimento das Atividades Portuárias) (ESPÍRITO SANTO, 1970), incentivo fiscal capixaba aplicado sobre a arrecadação do ICMS, instituído em 1970, foi de especial importância para o desenvolvimento deste cenário de atuação no comércio exterior. Muitas empresas importadoras foram aqui instaladas justamente por causa deste incentivo fiscal. O FUNDAP foi uma poderosa alavanca de crescimento da atividade de comércio exterior no Espírito Santo. No período de 1990 a 2002 o estado aumentou suas exportações em 73% e as importações em 240% (NEVES et al., 2003). Com a mudança da alíquota do ICMS em operações interestaduais com mercadorias importadas para 4%, pela Resolução do Senado Federal 13/2012, o FUNDAP foi inviabilizado reduzindo significativamente a atividade de comércio internacional e todos os serviços periféricos a esta atividade no Espírito Santo (SILVA; PEREIRA, 2013). 3.1 PERFIL DAS EMPRESAS IMPORTADORAS DO ESPÍRITO SANTO O Sindicato do Comércio de Exportação e Importação do Espírito Santo (SINDIEX) conta atualmente com 84 empresas comerciais importadoras e exportadoras (SINDIEX, 2014). Há ainda 172 empresas importadoras que ainda usam o FUNDAP e constam no ranking de 2014 do Banco de Desenvolvimento do Espírito Santo (BANDES) (BANDES, 2014). Há também um grande número de indústrias que também importam máquinas e equipamentos, insumos e matérias primas, em especial as que atuam no ramo de mármore e granito. Estas indústrias comumente utilizam o DRAWBACK, incentivo fiscal que permite importar insumos e matérias

19 18 primas com isenção de impostos, com o compromisso de exportar os produtos gerados (BRASIL, 2014). O trabalho de pesquisa considerou todo este universo de empresas localizadas no Espírito Santo que realizam algum tipo de importação. Deste universo, foram selecionadas 100 empresas para uma pesquisa de campo (GIL, 2002), paras as quais o formulário de pesquisa intitulado Perfil das Empresas Importadoras do Espírito Santo foi enviado. Este formulário consta no Anexo 1 deste documento. Das 100 empresas, paras as quais o formulário foi enviado, somente 33 responderam com o formulário preenchido. Feita a distribuição normal (SPIEGEL, 1993) desta amostra, foi constatado que o tamanho da amostra estava incluído na margem de erro, o que não permitiu montar um perfil das empresas importadoras do espírito santo porque a amostra foi muito pequena, não sendo possível inferir o todo pela amostra colhida. Diante disso, a análise das informações coletadas nos permitiu montar o perfil da empresa importadora da amostra somente. Conforme o gráfico abaixo mostra, a grande maioria das importadoras estão localizadas na capital do estado, Vitória. A segunda maior parte localiza-se na Serra, seguido de perto por Vila Velha, como local de opção de instalação destas empresas. Uma fração menor encontra-se no norte do estado, no sul do estado e em Cariacica. Localização das Empresas Importadoras 3% 3% 3% 21% 27% 43% Vitória Serra Vila Velha Cariacica Norte do Estado Sul do Estado Grafico 1 - Localização das Empresas Importadoras

20 19 Em relação a organização societária, 100% das empresas que responderam ao questionário foram constituídas como Sociedade por Quotas de Responsabilidade Limitada. A maior parte das importadoras mapeadas conta com um capital social que varia de R$ ,00 a R$ ,00 (de cento e um mil reais a quinhentos mil reais). E a segunda maior fração de empresas contam com um capital social de R$ ,00 a R$ ,00 (quinhentos e um mil reais a um milhão de reais). Conforme distribuição do gráfico a seguir: Capital Social das Importadoras acima de ,00 de ,00 a ,00 de ,00 a ,00 de ,00 a ,00 até ,00 0% 5% 10% 15% 20% 25% 30% 35% 40% 45% Grafico 2 - Capital Social das Importadoras Em relação ao regime contábil, 48% dessas empresas são contabilizadas pelo lucro real, e 52% pelo lucro presumido. 88% delas têm atuação comercial como Importadora/Distribuidora e 12% como Indústrias. Dentre os incentivos fiscais capixaba, o Invest-ES, (ESPÍRITO SANTO, 2007), é o mais utilizado. Em 31% das operações de importação que acontecem aqui no

21 20 Espírito Santo, o incentivo fiscal usado é este. O FUNDAP, (ESPÍRITO SANTO, 1970), é utilizado em 12% das importações. Já o DRAWBACK, (BRASIL, 2014), incentivo fiscal federal direcionado às indústrias com o intuito de fomentar as exportações, é usado em 13% das operações de importação que acontecem aqui no estado. Há ainda uma parcela significativa das importações que utilizam outros incentivos fiscais. Cerca de 44% delas não são subsidiadas com incentivos fiscais capixaba e nem com o DRAWBACK, conforme pode-se observar no gráfico a seguir: Incentivos Fiscais Utilizados Outros Incentivos Fiscais 44% Fundap 12% Drawback 13% Invest-ES 31% Grafico 3 - Incentivos Fiscais Utilizados Aproximadamente 45% das empresas que retornaram o formulário de pesquisa realizam de 11 a 50 operações de importação por mês, 35% das importadoras realizam de 1 a 10 operações mensais, e pouco mais de 15% dessas empresas realizam de 51 a 100 importações mensais. O gráfico a seguir mostra exatamente esta distribuição.

22 21 Quantidade de Operações por Mês 50% 40% 30% 20% 10% Quantidade de Operações por Mês 0% de 1 a 10 de 11 a 50 de 51 a 100 de 101 a 200 acima de 200 Grafico 4 - Quantidade de Operações de Importação por Mês Em relação ao grupo de produtos normalmente importados, 15% das operações de importação são compras de matérias primas diversas, e 13% são compras de máquinas e equipamentos. De 4% a 6% das importações são realizadas para adquirir eletro-eletrônicos, gêneros alimentícios diversos, roupas, sapatos e acessórios. Entretanto, a grande maioria das operações de importação referem-se a uma enorme diversidade de produtos, conforme o gráfico abaixo: Grupos de Produtos Usualmente Importados Máquinas e Equipamentos 58% 13% 4% 6% 4% 15% Eletro-eletrônicos e Informática Gêneros Alimentícios Diversos Roupas, Sapatos e Acessórios Matérias Primas Diversas Outros Grafico 5 - Grupos de Produtos Usualmente Importados

23 22 Quando o aspecto pesquisado foi a prática de realização de auditoria interna, somente 3% das empresas indicaram que a realizam com equipe interna de auditores, 30% realizam com equipe externa, e 67% não têm a auditoria interna como prática usual. O gráfico seguinte mostra com clareza estas informações. Realiza Auditoria Interna 3% Sim, com Equipe Interna 30% Sim, com Equipe Externa Não 67% Grafico 6 - Aplicação da Auditoria Interna Em relação à auditoria externa, 36% das empresas afirmam que realizam, e 64% informaram que não realizam auditoria externa Vale destacar que por terem sido constituídas como Sociedade por Quotas de Responsabilidade Limitada e possuírem capital social inferior a R$ ,00 (dois milhões de reais), estas empresas não estão obrigadas a realizarem auditoria externa sobre suas demonstrações contábeis.

24 23 A partir da análise das informações da pesquisa, podemos inferir o seguinte perfil para a amostra das empresas importadoras do Espírito Santo: Perfil da Empresa Importadora do Espírito Santo na Amostra Localização: Organização Societária: Grande Vitória Sociedade por Quotas de Responsabilidade Limitada Capital Social: De R$ ,00 a R$ ,00 Regime Contábil: Atuação Comercial: Lucro Presumido Importadora/Distribuidora Incentivos Fiscais que Utiliza: Incentivos Fiscais Diversos Quantidade de Operações de Importações por Mês: Grupo de Produtos Usualmente Importados: Realiza Auditoria Interna: Realiza Auditoria Externa: De 11 a 50 Diversos Não Não Tabela 1 - Perfil da Empresa Importadora do Espírito Santo na Amostra 3.2 PROPOSTA DE MODELO DE AUDITORIA OPERACIONAL A auditoria operacional tem por objetivo avaliar a parte operacional da empresa, e sua eficácia para a realização da atividade econômica a que se propõe. Ela busca comprovar se a política adotada pela empresa está sendo aplicada de forma eficaz, e ainda, se os resultados correspondem aos esforços de cada setor (CREPALDI, 2011) apud (RODRIGUES, 2013).

25 24 Conforme BERTAN (2010), os processos de importação podem ser divididos em 3 etapas macro: 1. Autorização para a importação, dada pelo poder público (Receita Federal do Brasil e Órgãos Anuentes), para a compra do produto desejado; 2. Pagamento ao fornecedor (exportador), em moeda extrangeira; 3. Desembaraço alfandegário das mercadorias; Para simplificar, estas três etapas serão renomeadas para: 1. Compra; 2. Pagamento; 3. Desembaraço. As empresas importadoras mapeadas na amostra possuem ainda, a distribuição de produtos como seu objeto de negócio. Desta forma, será acrescentada uma quarta etapa ao processo de importação, intitulada Distribuição. Diante disso, as etapas operacionais do processo de importação da empresa importadora mapeada na amostra será: Compra Pagamento Desembaraço Distribuição Figura 1 - Etapas Operacionais do Processo de Importação Ainda conforme BERTAN (2010), o processo de importação pode ser dividido em 3 fases: 1. Administrativa: compreende todas as ações necessárias para cumprir os requisitos impostos para importar a mercadoria desejada; 2. Cambial: compreende as ações para remessa de moeda extrangeira para o exterior;

26 25 3. Fiscal: compreende o desembaraço propriamente dito, o cálculo e pagamento de todos os tributos envolvidos na operação. Pode-se acrescentar ainda, uma quarta fase denominada Logística, que envolverá os transportes, armazenagens, e agentes envolvidos. Visto isso, pode-se definir que as fases do processo de importação, para a empresa importadora definida na amostra, como: Logística Administrativa Cambial Fiscal Figura 2 - Fases do Processo de Importação Planejamento da Auditoria O trabalho de auditoria requer um planejamento e uma ordem de execução relatando exatamente o que deverá ser feito, o momento e o executante. Este planejamento é um compromisso que define o curso dos trabalhos (ATTIE, 2011). Para a auditoria operacional da empresa importadora, sabe-se que se trata de uma pequena empresa, que importa uma diversidade de produtos, utiliza vários benefícios fiscais, mas que não possui um volume alto de operações de importação por mês, e que para ser competitiva, ela não deve possuir uma estrutura hierárquica grande e complexa. Nem tão pouco a sua organização departamental deve ser extensa, para não ser burocrática. A estrutura desta empresa importadora deve ser leve, reduzida e ágil. Tendo em vista que a auditoria operacional terá o objetivo de avaliar a performance da empresa em relação à sua operação comercial, de avaliar a eficácia do controle interno, e de detectar erros, fraudes, e práticas ineficientes ou ineficazes, propõe-se o seguinte plano de trabalho:

27 26 Objetivo da auditoria, abrangência dos trabalhos, período de execução, pessoal envolvido, procedimentos, referencia entre o plano de auditoria (este) e os programas de trabalho (cada etapa do processo). PLANO DE AUDITORIA PA-1 Objetivos: Alcance dos Trabalhos: Auditor: Gestor: Realizar uma auditoria operacional sobre as atividades de importação de produtos. Os trabalhos serão realizados sobre os processo de importação ativos no semestre anterior, tendo começados ou terminados neste período. Obs: o tamanho da amostra deverá ser dimensionada de acordo com o risco de auditoria desejado. Nome do auditor Nome do gestor Objetivo de Auditoria Principais Procedimentos de Auditoria Programa de Trabalho Período Pessoal Envolvido A-1 Planejamento da Auditoria PA-1 Jan/X1 E-1 Compra PT-1 Jan/X1 E-2 Pagamento PT-2 Jan/X1 E-3 Desembaraço PT-3 Fev/X1 E-4 Distribuição PT-4 Fev/X1 F-1 Administrativa PT-5 Mar/X1 Equipe de Auditores e Equipe de Gestores Equipe de Compras Equipe Financeira Equipe de Despachant es e Analistas Equipe logística Equipe Financeira e Comercial F-2 Cambial PT-6 Abr/X1 Equipe

28 27 Financeira F-3 Fiscal PT-7 Abr/X1 F-4 Logística PT-8 Mai/X1 Equipe Contábil e Fiscal Equipe Logística A-2 Finalização dos procedimentos de Auditoria Operacional PA-2 Jun/X1 Equipe de Auditores Notas: Vitória (ES), 30 de janeiro de 20X1. Auditor Responsável Gestor Responsável Tabela 2 Plano de Auditoria (PA-1) Sugere-se que a frequência das auditorias operacionais seja maior que o tempo médio de duração de uma operação de importação. No modelo proposto, será adotada uma frequência semestral para as auditorias operacionais Auditoria das Compras Segue abaixo uma proposta de programa de trabalho para etapa de compra, na importação: PROGRAMA DE TRABALHO PT-1 Objetivo: Orientações para a Auditoria: Papéis de Trabalho: Realização da auditoria operacional na etapa de compras. Descrever aqui quaisquer orientações para os auditores que executaram a auditoria. LI (Licenças de Importação), Proforma Invoice, Commercial Invoice, DI (Declaração de Importação), CI (Comprovante de Importação), Certificado de Origem, Certificado Fitossanitário.

29 28 Resumo do Processo de Importação. Auditor: Nome do auditor Programa de Trabalho Tempo Estimado Referência Indicação dos Exames Verificar se a Proforma Invoice está preenchida corretamente pelo exportador, se contém os elementos essenciais (descrição das mercadorias, termos de venda, prazo de entrega, forma de pagamento); Verificar se a Commercial Invoice está preenchida corretamente pelo exportador e se contém os elementos essenciais, necessário ao desembaraço aduaneiro; Verificar se as mercadorias indicadas necessitam de LI s, se é necessária uma LI Pre-embarque. Se existe exigências de certificados de origem, ou certificado fitossanitário, ou outro. E se estes documentos constam no processo de importação. 4 Conferir contratação de frete e seguro -... Acrescentar outros testes que sejam considerados relevantes Avaliação do Controle Interno: Relatório de Auditoria: Vitoria (ES), 20 de fevereiro de 20X1. Auditor Responsável Tabela 3 - Programa de Trabalho (PT-1)

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2. COMO IMPORTAR 1 PLANEJAMENTO 2 CONTATOS COM POTENCIAIS FORNECEDORES 3 IDENTIFICAR NCM, TRATAMENTO ADMINISTRATIVO E TRIBUTÁRIO. 1 2 2. COMO IMPORTAR 2.1. FLUXOGRAMA DE IMPORTAÇÃO 1 PLANEJAMENTO A fase de planejamento das importações é geralmente parte integrante do planejamento geral da empresa para atender sua necessidade de máquinas,

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