INSTITUTO NACIONAL DE METEOROLOGIA INMET 5º DISME BELO HORIZONTE

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "INSTITUTO NACIONAL DE METEOROLOGIA INMET 5º DISME BELO HORIZONTE"

Transcrição

1 BOLETIM AGROMETEOROLÓGICO DE JANEIRO E PROGNÓSTICO CLIMÁTICO PARA O TRIMESTRE FEVEREIRO, MARÇO E ABRIL DE I. DIAGNÓSTICO Em Minas Gerais, janeiro iniciou-se com chuvas fortes, frequentes e generalizadas, encerrando-se com dias secos e ensolarados. Os sete primeiros dias do mês foram de chuvas intensas no centro-sul e oeste do Estado, associadas à atuação de um episódio de ZCAS 1 que havia se configurado no final de dezembro. Entre os dias 10 e 15, uma frente fria estacionária, nas adjacências do litoral do Rio de Janeiro e Espírito Santo, manteve o tempo instável e chuvoso em toda a Região Sudeste, com pancadas de chuvas recorrentes, principalmente no centro-sul do Estado. Entre os dias 16 e 20, o posicionamento de um VCAN 2 sobre o continente manteve grande parte da Região Sudeste e da Bahia sob o predomínio de céu claro, situação que se estendeu até o final de janeiro. Os totais acumulados mensais variaram entre 33 mm e 529 mm, Figura 1, registrados em Espinosa e São Lourenço, respectivamente. Em relação à média do mês, as chuvas foram escassas na maior parte do Estado, como mostra a Figura 1. Valores acima da média restringiram-se ao Sul, parte do Triângulo Mineiro e pequenas áreas do Centro, Norte e Zona da Mata. Figura 1 Total acumulado e anomalia de chuvas no mês de janeiro de ZCAS (Zona de Convergência do Atlântico Sul) é uma banda de nebulosidade, orientada no sentido noroeste-sudeste, que se estende desde a Amazônia, passando pelas Regiões Sudeste e Centro-Oeste e prolongando-se sobre o Atlântico Sul. Trata-se de um sistema resultante da associação entre a atividade convectiva e um sistema frontal estacionário. Normalmente, a área sobre a qual a ZCAS se configura experimenta chuvas por dias consecutivos. Este sistema atua por, no mínimo, 4 dias consecutivos. 2 VCAN Vórtice Ciclônico de Altos Níveis é um centro de baixa pressão em altos níveis da atmosfera, caracterizado por manter céu claro abaixo de sua área central e convecção nas bordas, principalmente a oeste e sul.

2 O número total de dias chuvosos variou entre 3 e 17 em todo o Estado, como pode ser observado na Figura 2, com maior frequência no Sul, Mata, Triângulo e Centro. O número de dias chuvosos consecutivos chegou a 6, nestas mesmas regiões. Menor frequência de dias chuvosos ocorreu no Leste e Nordeste, com registros máximos de 2 dias chuvosos consecutivos, Figura 2. Figura 2 Número de dias chuvosos: total e maior intervalo de dias consecutivos, com registro de chuva igual ou superior a 5 mm no mês. Em decorrência da escassez de chuvas na segunda quinzena de janeiro, pode-se ver na Figura 3 uma grande área, compreendendo a Zona da Mata, o Leste, grande parte da área Central, o Norte e o Nordeste, onde foram registrados mais de 12 dias secos consecutivos, caracterizando o primeiro evento de veranico da atual estação chuvosa, situação agravada em localidades do Norte, Noroeste e Vale do Jequitinhonha, onde o veranico estendeu-se por 19 dias no final do mês de janeiro. Figura 3 Número de dias consecutivos sem registro de chuva igual ou superior a 5 mm, após o registro da última chuva.

3 Umidade Relativa do Ar A umidade relativa do ar manteve-se elevada nos dois primeiros decêndios, apresentando expressiva redução no terceiro, fato associado ao veranico observado em quase todo o Estado. Apesar disso, a média mensal situou-se acima de 70% em quase todo o Estado, atingindo mais de 80% em áreas do Sul, Mata e Triângulo. Umidade relativa abaixo de 70% ocorreu em pequenas áreas isoladas, como se vê na Figura 4. Em relação à média histórica de janeiro, na maior parte do Estado os índices de umidade situaram-se próximos da normalidade. Valores abaixo da média foram verificados numa grande área central e no Noroeste, Figura 4. Figura 4 Média mensal e anomalia da umidade relativa do ar, em janeiro de Temperaturas As temperaturas foram fortemente moduladas pela nebulosidade na primeira quinzena de janeiro, principalmente no centro-sul do Estado. Na segunda quinzena, devido ao tempo claro e ensolarado, a temperatura máxima manteve-se próxima ou acima dos 30 c em todo o Estado. A combinação de temperaturas elevadas e de índices de umidade relativamente altos, acima de 60%, aumentou a sensação de calor no último decêndio. Os mapas das Figuras 5 e 5(d) mostram que tanto as temperaturas máximas quanto as mínimas estiveram acima da média na maior parte do Estado, situando-se, em média, entre 24 C e 34 C, a máxima, e entre 16 C e 22 C, a mínima, Figura 5 e 5(c), respectivamente.

4 (c) (d) Figura 5 Médias mensais (a e c) e anomalias (b e d) das temperaturas máximas e mínimas observadas em janeiro de Condições Hídricas dos Solos e Índices de Aridez A escassez de chuva na segunda quinzena de janeiro resultou em expressiva queda do armazenamento de água no solo, que se situou abaixo de 70% na maior parte do Estado, Figura 6. Pela mesma razão, grandes áreas do Centro-norte e Leste apresentavam-se sob condições de déficit hídrico no final do mês, Figura 6, já apresentando algum estresse hídrico para a vegetação, como ilustra o índice da Figura 7.

5 Figura 6 Condições hídricas do solo e armazenamento de água no solo em Minas Gerais, no final do mês de janeiro. Figura 7 Índice de Aridez Agrometeorológico no final do mês de janeiro. II CONDIÇÕES CLIMATOLÓGICAS EM MINAS GERAIS, PARA OS MESES DE FEVEREIRO, MARÇO E ABRIL. O conjunto de mapas representados na Figura 8 ilustra os valores climatológicos das temperaturas máximas e mínimas, valores médios mensais, para os meses de fevereiro, março e abril.

6 Figura 8 Campos de temperaturas máximas e mínimas para Minas Gerais, meses de fevereiro, março e abril, médias climatológicas referentes ao período de

7 A Tabela 1 sintetiza os limites extremos das temperaturas máximas e mínimas esperadas para os meses de fevereiro, março e abril. Ao longo do trimestre há um gradual declínio no limite superior da temperatura máxima e no limite inferior da temperatura mínima, indicando o início da transição do verão para o outono, que iniciará no dia 20 de março, às 20h21min. Como a estação chuvosa estende-se até março, sendo abril mês de transição para a estação seca, as temperaturas do trimestre fevereiro-março-abril ainda são fortemente moduladas pela nebulosidade. LIMITES SUPERIORES E INFERIORES DAS TEMPERATURAS MÁXIMAS E MÍNIMAS EM MINAS GERAIS, PARA OS MESES DE FEVEREIRO, MARÇO E ABRIL COM BASE NAS NORMAIS CLIMATOLÓGICAS DE 1961 A MESES TEMPERATURAS MÁXIMAS ESPERADAS ( C) TEMPERATURAS MÍNIMAS ESPERADAS ( C) LIMITE SUPERIOR LIMITE INFERIOR LIMITE SUPERIOR LIMITE INFERIOR FEVEREIRO MARÇO ABRIL Tabela 1 Limites superiores e inferiores das temperaturas máximas e mínimas em Minas Gerais, meses de fevereiro, março e abril, médias climatológicas para o período Na Figura 9 estão representados os campos das chuvas normalmente esperadas para o período de fevereiro a abril. Historicamente, o declínio da estação chuvosa inicia-se em fevereiro, com uma expressiva redução nos totais de chuvas em relação ao mês de janeiro, sendo também comum a ocorrência de veranicos. Contudo, em março as chuvas ainda são frequentes, ocorrendo preferencialmente sob a forma de pancadas ocasionais e localizadas. Abril é mês típico de transição entre a estação chuvosa e a seca, quando as chuvas se reduzem gradativamente ao longo do mês, tornando-se cada vez mais raras. Como podem ser observados nas legendas dos mapas, os valores mensais variam entre 69 mm e 245 mm em fevereiro, entre 63 mm e 223 mm em março e, entre 39 mm e 131 mm em abril.

8 Figura 9 Distribuição das chuvas em Minas Gerais, para os meses de fevereiro, março e abril, médias climatológicas para o período III. PROGNÓSTICO TRIMESTRAL PARA MINAS GERAIS Com base nos modelos numéricos de previsão climática, assim como na evolução das condições atmosféricas e oceânicas nos últimos meses, a previsão de consenso, elaborada conjuntamente pelo INMET e CPTEC/INPE, para o trimestre fevereiro a abril, é de chuvas em torno da normal climatológica, porém com grande variabilidade na distribuição espacial e temporal no decorrer do trimestre. As temperaturas deverão situar-se acima da média histórica.

9 EQUIPE DE DESENVOLVIMENTO E ANÁLISE: Rubens Leite Vianello, Anete dos Santos Fernandes, Cléber Afonso de Souza, Lizandro Gemiacki, Claudemir de Azevedo Félix e Jorge Luiz Batista Moreira. OBSERVAÇÃO IMPORTANTE: As análises contidas neste Boletim são baseadas nos dados meteorológicos diariamente coletados nas redes de estações de superfície, convencionais e automáticas, pertencentes ao Instituto Nacional de Meteorologia, INMET. Como a densidade das redes de observações é limitada, a tomada de decisão, em nível de propriedade, deve ser também baseada em observações locais, onde o conhecimento do agricultor e do extensionista é igualmente importante. Portanto, o uso das informações aqui contidas é de inteira responsabilidade do usuário.

INSTITUTO NACIONAL DE METEOROLOGIA INMET 5º DISME BELO HORIZONTE. BOLETIM AGROMETEOROLÓGICO DECENDIAL PARA MINAS GERAIS, 11 a 20 de Março de 2011

INSTITUTO NACIONAL DE METEOROLOGIA INMET 5º DISME BELO HORIZONTE. BOLETIM AGROMETEOROLÓGICO DECENDIAL PARA MINAS GERAIS, 11 a 20 de Março de 2011 BOLETIM AGROMETEOROLÓGICO DECENDIAL PARA MINAS GERAIS, 11 a 20 de Março de 2011 I. DIAGNÓSTICO Comportamento das Chuvas O segundo decêndio de março, em Minas Gerais, foi caracterizado por chuvas frequentes,

Leia mais

INSTITUTO NACIONAL DE METEOROLOGIA INMET 5º DISME BELO HORIZONTE

INSTITUTO NACIONAL DE METEOROLOGIA INMET 5º DISME BELO HORIZONTE BOLETIM AGROMETEOROLÓGICO DE MAIO E PROGNÓSTICO CLIMÁTICO PARA O TRIMESTRE JUNHO, JULHO E AGOSTO DE 2011. I. DIAGNÓSTICO Maio foi um mês seco e com temperaturas amenas em Minas Gerais. As chuvas foram

Leia mais

INSTITUTO NACIONAL DE METEOROLOGIA INMET 5º DISME BELO HORIZONTE. BOLETIM AGROMETEOROLÓGICO DECENDIAL 11 a 20 de Janeiro de 2011

INSTITUTO NACIONAL DE METEOROLOGIA INMET 5º DISME BELO HORIZONTE. BOLETIM AGROMETEOROLÓGICO DECENDIAL 11 a 20 de Janeiro de 2011 BOLETIM AGROMETEOROLÓGICO DECENDIAL 11 a 20 de Janeiro de 2011 I. DIAGNÓSTICO Comportamento das Chuvas O segundo decêndio de janeiro foi caracterizado por chuvas fortes e recorrentes, principalmente no

Leia mais

INSTITUTO NACIONAL DE METEOROLOGIA INMET 5º DISME BELO HORIZONTE

INSTITUTO NACIONAL DE METEOROLOGIA INMET 5º DISME BELO HORIZONTE BOLETIM AGROMETEOROLÓGICO DE ABRIL E PROGNÓSTICO CLIMÁTICO PARA O TRIMESTRE MAIO, JUNHO E JULHO DE 2011. I. DIAGNÓSTICO Abril apresentou características típicas de transição do período chuvoso para o seco.

Leia mais

INSTITUTO NACIONAL DE METEOROLOGIA PROGNÓSTICO DE PRECIPITAÇÃO

INSTITUTO NACIONAL DE METEOROLOGIA PROGNÓSTICO DE PRECIPITAÇÃO 1 PROGNÓSTICO TRIMESTRAL Novembro-Dezembro-Janeiro 2003. Este período é caracterizado por chuvas em grande parte do Brasíl, com temporais, trovoadas, vendavais e queda de granizo nas Regiões Sul, Sudeste

Leia mais

PROGNÓSTICO TRIMESTRAL (Setembro Outubro e Novembro de- 2002).

PROGNÓSTICO TRIMESTRAL (Setembro Outubro e Novembro de- 2002). 1 PROGNÓSTICO TRIMESTRAL (Setembro Outubro e Novembro de- 2002). O prognóstico climático do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), órgão do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, para

Leia mais

BOLETIM DE INFORMAÇÕES CLIMÁTICAS PARA O ESTADO DO PIAUÍ

BOLETIM DE INFORMAÇÕES CLIMÁTICAS PARA O ESTADO DO PIAUÍ BOLETIM DE INFORMAÇÕES CLIMÁTICAS PARA O ESTADO DO PIAUÍ Teresina - PI Dezembro(2015)/Janeiro(2016)/Fevereiro(2016) Rua 13 de Maio, 307, 4º, 5º e 6º Andar Centro CEP 64.001-150 - www.semar.pi.gov.br Teresina

Leia mais

BOLETIM DE INFORMAÇÕES CLIMÁTICAS PARA O ESTADO DO PIAUÍ

BOLETIM DE INFORMAÇÕES CLIMÁTICAS PARA O ESTADO DO PIAUÍ BOLETIM DE INFORMAÇÕES CLIMÁTICAS PARA O ESTADO DO PIAUÍ Teresina - PI Janeiro/Fevereiro/Março (2016) Rua 13 de Maio, 307, 4º, 5º e 6º Andar Centro CEP 64.001-150 - www.semar.pi.gov.br Teresina - PI TELEFONE:

Leia mais

BOLETIM DE INFORMAÇÕES CLIMÁTICAS

BOLETIM DE INFORMAÇÕES CLIMÁTICAS I N F O C L I M A BOLETIM DE INFORMAÇÕES CLIMÁTICAS Ano 11 15 de julho de 2004 Número 7 Previsão de Consenso 1 CPTEC/INPE e INMET PREVISÃO DE NORMALIDADE DE CHUVAS E DE TEMPERATURAS NA MAIOR PARTE DO PAÍS

Leia mais

Prognóstico Climático

Prognóstico Climático Prognóstico Climático PROGNÓSTICO TRIMESTRAL Trimestre: ago/set/out - 2001 O prognóstico climático do Instituto Nacional de Meteorologia - INMET, órgão do Ministério da Agricultura e do Abastecimento,

Leia mais

PREVISÃO CLIMÁTICA TRIMESTRAL

PREVISÃO CLIMÁTICA TRIMESTRAL PREVISÃO CLIMÁTICA TRIMESTRAL MARÇO/ABRIL/MAIO - 2016 Cooperativa de Energia Elétrica e Desenvolvimento Rural MARÇO/2016 El Niño 2015-2016 Observações recentes sobre a região do Oceano Pacífico Equatorial

Leia mais

BOLETIM CLIMÁTICO - NOVEMBRO 2015

BOLETIM CLIMÁTICO - NOVEMBRO 2015 BOLETIM CLIMÁTICO - NOVEMBRO 2015 1. Condições meteorológicas sobre o Brasil No mês de novembro de 2015 os valores acumulados de precipitação mais significativos ocorreram nas regiões Sul, São Paulo, e

Leia mais

Boletim Agrometeorológico

Boletim Agrometeorológico 1 Boletim Agrometeorológico Início da 1 a safra 2016/2017 em Mato Grosso Cornélio Alberto Zolin, Embrapa Agrossilvipastoril, cornelio.zolin@embrapa.br Jorge Lulu, Embrapa Agrossilvipastoril, jorge.lulu@embrapa.br

Leia mais

Balanço das chuvas anômalas sobre estados de MG, RJ e ES no início da estação chuvosa 2011/2012

Balanço das chuvas anômalas sobre estados de MG, RJ e ES no início da estação chuvosa 2011/2012 Balanço das chuvas anômalas sobre estados de MG, RJ e ES no início da estação chuvosa 2011/2012 Todos os anos a Região Sudeste do Brasil é atingida por eventos extremos de chuva, que ocorrem principalmente

Leia mais

INFOCLIMA BOLETIM DE INFORMAÇÕES CLIMÁTICAS. Ano de agosto de 2004 Número 8. Sumário Executivo

INFOCLIMA BOLETIM DE INFORMAÇÕES CLIMÁTICAS. Ano de agosto de 2004 Número 8. Sumário Executivo INFOCLIMA BOLETIM DE INFORMAÇÕES CLIMÁTICAS Ano 11 17 de agosto de 2004 Número 8 Previsão de Consenso 1 CPTEC/INPE e INMET CONDIÇÕES PRÓXIMAS DO NORMAL NA MAIOR PARTE DO PAÍS Sumário Executivo O mês de

Leia mais

BOLETIM CLIMÁTICO PARA O PARANÁ OUTONO 2015

BOLETIM CLIMÁTICO PARA O PARANÁ OUTONO 2015 1. Características da estação BOLETIM CLIMÁTICO PARA O PARANÁ OUTONO 2015 O outono tem início em 20 de março às 19 h e 45 min e término em 21 de junho às 13 h e 38 min. Esta estação é marcada por forte

Leia mais

BOLETIM CLIMÁTICO VERÃO (Início: 21/12/2016 às 08h 44min - Término: 20/03/2017 às 07h29min)

BOLETIM CLIMÁTICO VERÃO (Início: 21/12/2016 às 08h 44min - Término: 20/03/2017 às 07h29min) BOLETIM CLIMÁTICO VERÃO 2016-17 (Início: 21/12/2016 às 08h 44min - Término: 20/03/2017 às 07h29min) No Paraná, historicamente, esta estação é bastante chuvosa. Os sistemas frontais - frentes frias ou quentes

Leia mais

BOLETIM CLIMÁTICO - JULHO 2016

BOLETIM CLIMÁTICO - JULHO 2016 BOLETIM CLIMÁTICO - JULHO 2016 1. Condições meteorológicas sobre o Brasil No mês de julho de 2016, os valores acumulados de precipitação mais significativos ocorreram no noroeste do Amazonas, sul de Roraima

Leia mais

INFOCLIMA EXTREMOS NORTE E SUL DO BRASIL. Sumário Executivo

INFOCLIMA EXTREMOS NORTE E SUL DO BRASIL. Sumário Executivo INFOCLIMA BOLETIM DE INFORMAÇÕES CLIMÁTICAS Ano 9 15 de maio de 2002 Número 05 Divisão de Operações Chefia: Chou Sin Chan Editor técnico dessa edição: José Antônio Marengo Orsini Elaboração: Operação Meteorológica

Leia mais

BOLETIM CLIMÁTICO SOBRE A PRIMAVERA NO ESTADO DO PARANÁ

BOLETIM CLIMÁTICO SOBRE A PRIMAVERA NO ESTADO DO PARANÁ BOLETIM CLIMÁTICO SOBRE A PRIMAVERA NO ESTADO DO PARANÁ Data da previsão: 22/09/15 Duração da Primavera: 23/09/15 (05h20) a 22/12/2015 (01h48 não ajustado ao horário de verão) Características climáticas

Leia mais

BOLETIM PROJETO CHUVA - 22 DE JUNHO DE 2011

BOLETIM PROJETO CHUVA - 22 DE JUNHO DE 2011 BOLETIM PROJETO CHUVA - 22 DE JUNHO DE 2011 Condições Climáticas Na carta de Temperatura da Superfície do Mar (TSM), que pode ser analisado através da Figura 1a, são observadas anomalias positivas de TSM

Leia mais

CARACTERÍSTICAS DA PRECIPITAÇÃO SOBRE O BRASIL NO VERÃO E OUTONO DE 1998.

CARACTERÍSTICAS DA PRECIPITAÇÃO SOBRE O BRASIL NO VERÃO E OUTONO DE 1998. CARACTERÍSTICAS DA PRECIPITAÇÃO SOBRE O BRASIL NO VERÃO E OUTONO DE 1998. Nuri Calbete (nuri@cptec.inpe.br), Iracema F.A.Cavalcanti (iracema@cptec.inpe.br), Mario F.L.Quadro (mario@cptec.inpe.br) Centro

Leia mais

INFOCLIMA, Ano 12, Número 11 INFOCLIMA TENDÊNCIA DE CHUVAS VARIANDO DE NORMAL A LIGEIRAMENTE ABAIXO DA MÉDIA NO SUL DO BRASIL.

INFOCLIMA, Ano 12, Número 11 INFOCLIMA TENDÊNCIA DE CHUVAS VARIANDO DE NORMAL A LIGEIRAMENTE ABAIXO DA MÉDIA NO SUL DO BRASIL. INFOCLIMA BOLETIM DE INFORMAÇÕES CLIMÁTICAS Ano 12 16 de novembro de 2005 Número 11 Previsão de Consenso 1 CPTEC/INPE e INMET TENDÊNCIA DE CHUVAS VARIANDO DE NORMAL A LIGEIRAMENTE ABAIXO DA MÉDIA NO SUL

Leia mais

NARRATIVA DO MONITOR DE SECAS DO MÊS DE FEVEREIRO DE Condições Meteorológicas do Mês de Fevereiro de 2016

NARRATIVA DO MONITOR DE SECAS DO MÊS DE FEVEREIRO DE Condições Meteorológicas do Mês de Fevereiro de 2016 NARRATIVA DO MONITOR DE SECAS DO MÊS DE FEVEREIRO DE 2016 Condições Meteorológicas do Mês de Fevereiro de 2016 A Figura 1 mostra a espacialização da precipitação do Nordeste brasileiro: (a) registrada

Leia mais

Novembro de 2012 Sumário

Novembro de 2012 Sumário 29 Novembro de 2012 Sumário BOLETIM DIÁRIO DO TEMPO... 2 Boletim do Tempo para 29 de Novembro... 2 Previsão do Tempo para o dia 30 de Novembro de 2012 (24 horas)... 3 Tendência para o dia 01 de Dezembro

Leia mais

Boletim Climatológico Mensal da Madeira Setembro 2010

Boletim Climatológico Mensal da Madeira Setembro 2010 Boletim Climatológico Mensal da Madeira Setembro 2010 CONTEÚDOS DRM - OMF 01 Resumo Mensal 02 Resumo das Condições Meteorológicas 03 Caracterização Climática Mensal 03 Temperatura do Ar 06 Precipitação

Leia mais

BOLETIM Nº 05/2016 FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE DO TOCANTINS. Núcleo Estadual de Meteorologia e Recursos Hídricos

BOLETIM Nº 05/2016 FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE DO TOCANTINS. Núcleo Estadual de Meteorologia e Recursos Hídricos FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE DO TOCANTINS Núcleo Estadual de Meteorologia e Recursos Hídricos nemet.rh@unitins.br (63) 3218-2930 BOLETIM Nº 05/2016 Nesse boletim executivo será apresentado o monitoramento mensal

Leia mais

Panorama hídrico no estado do Acre: diagnóstico, perspectivas e impactos potenciais relacionados à situação de seca.

Panorama hídrico no estado do Acre: diagnóstico, perspectivas e impactos potenciais relacionados à situação de seca. São José dos Campos, 23 de setembro de 2016 Panorama hídrico no estado do Acre: diagnóstico, perspectivas e impactos potenciais relacionados à situação de seca. Sumário Executivo O quadro hídrico atual

Leia mais

ANÁLISE SINÓTICA DE UM CASO DE OCORRÊNCIA DE TEMPO SEVERO NA CAPITAL PAULISTA E NO VALE DO PARAÍBA

ANÁLISE SINÓTICA DE UM CASO DE OCORRÊNCIA DE TEMPO SEVERO NA CAPITAL PAULISTA E NO VALE DO PARAÍBA ANÁLISE SINÓTICA DE UM CASO DE OCORRÊNCIA DE TEMPO SEVERO NA CAPITAL PAULISTA E NO VALE DO PARAÍBA Introdução Elaborado por Silvia Manami Yaguchi e Gustavo Escobar No final da tarde do dia 4 de Maio de

Leia mais

CHUVAS LIGEIRAMENTE ACIMA DO NORMAL NO NORTE E INTERIOR DO NORDESTE. Sumário Executivo

CHUVAS LIGEIRAMENTE ACIMA DO NORMAL NO NORTE E INTERIOR DO NORDESTE. Sumário Executivo INFOCLIMA BOLETIM DE INFORMAÇÕES CLIMÁTICAS Ano 10 15 de abril de 2003 Número 4 Divisão de Operações Chefia: Dr. M a r c e l o S e l u c h i Editor deste edição: Dr. J o s é O. A.. M a r e n g o Elaboração:

Leia mais

Boletim Climatológico Outono de 2010

Boletim Climatológico Outono de 2010 Boletim Climatológico Outono de 2010 CONTEÚDOS Estação Meteorológica do Pico 01 Resumo 02 Resumo das Condições Meteorológicas 02 Caracterização Climática 02 Precipitação total 04 Temperatura do ar 05 Outros

Leia mais

Características Climáticas da Primavera

Características Climáticas da Primavera Previsão Climática para a Primavera/2014 Data da Previsão: 17/09/2014 Duração da Primavera: 22/09/2014(23h29min) a 21/12/2014 (20h03min*) *Não acompanha o horário de verão Características Climáticas da

Leia mais

ANÁLISE SINÓTICA DE UM CASO DE TEMPO SEVERO OCORRIDO NA CIDADE DE SÃO PAULO (SP) DURANTE O DIA 7 DE FEVEREIRO DE 2009

ANÁLISE SINÓTICA DE UM CASO DE TEMPO SEVERO OCORRIDO NA CIDADE DE SÃO PAULO (SP) DURANTE O DIA 7 DE FEVEREIRO DE 2009 ANÁLISE SINÓTICA DE UM CASO DE TEMPO SEVERO OCORRIDO NA CIDADE DE SÃO PAULO (SP) DURANTE O DIA 7 DE FEVEREIRO DE 2009 A partir da tarde e parte da noite do dia 7 de fevereiro de 2009 foram registradas

Leia mais

Boletim Climatológico Anual - Ano 2009

Boletim Climatológico Anual - Ano 2009 Boletim Climatológico Anual - Ano 2009 CONTEÚDOS IM 01 Resumo Anual 04 Caracterização Climática Anual 04 Temperatura do Ar 07 Precipitação 09 Factos e Fenómenos Relevantes RESUMO ANUAL Temperatura em 2009

Leia mais

Figuras 3 e 4-Chuva Média e observada para o mês de fevereiro, respectivamente

Figuras 3 e 4-Chuva Média e observada para o mês de fevereiro, respectivamente ANÁLISE E PREVISÃO CLIMÁTICA PARA O SEMIÁRIDO E LITORAL LESTE DO RIO GRANDE DO NORTE No monitoramento das chuvas que ocorrem sobre o Estado do Rio Grande do Norte é observado que durante o mês de Janeiro

Leia mais

BOLETIM DE INFORMAÇÕES CLIMÁTICAS Ano de dezembro de 2006 Número 11

BOLETIM DE INFORMAÇÕES CLIMÁTICAS Ano de dezembro de 2006 Número 11 INFOCLIMA BOLETIM DE INFORMAÇÕES CLIMÁTICAS Ano 13 08 de dezembro de 2006 Número 11 PREVISÃO DE CHUVAS VARIANDO DE NORMAL A ABAIXO DA MÉDIA PARA O SETOR SEMI-ÁRIDO DO NORDESTE DO BRASIL 1 SUMÁRIO EXECUTIVO

Leia mais

Boletim Climatológico Anual da Madeira Ano 2010

Boletim Climatológico Anual da Madeira Ano 2010 Boletim Climatológico Anual da Madeira Ano 2010 CONTEÚDOS DRM - OMF 01 Resumo Anual 03 Caracterização Climática Anual 03 Temperatura do Ar 05 Precipitação Total 07 Outros Elementos Climáticos 08 Factos

Leia mais

INFOCLIMA. BOLETIM DE INFORMAÇÕES CLIMÁTICAS Ano de julho de 2005 Número 7 Previsão de Consenso 1 CPTEC/INPE e INMET

INFOCLIMA. BOLETIM DE INFORMAÇÕES CLIMÁTICAS Ano de julho de 2005 Número 7 Previsão de Consenso 1 CPTEC/INPE e INMET INFOCLIMA BOLETIM DE INFORMAÇÕES CLIMÁTICAS Ano 12 15 de julho de 2005 Número 7 Previsão de Consenso 1 CPTEC/INPE e INMET CHUVA ABAIXO DA MÉDIA HISTÓRICA NO NORTE DAS REGIÕES NORTE E NORDESTE Sumário Executivo

Leia mais

SIPAM Sistema de Proteção da Amazônia

SIPAM Sistema de Proteção da Amazônia SIPAM Sistema de Proteção da Amazônia DMET - Divisão de Meteorologia MAIO / 29 1 CENÁRIO SAZONAL DA PRECIPITAÇÃO NA AMAZÔNIA LEGAL ÊNFASE AMAZONAS RETROSPECTIVA DA DISTRIBUIÇÃO MENSAL DA PRECIPITAÇÃO NA

Leia mais

Geografia. Climas Do Brasil. Professor Luciano Teixeira.

Geografia. Climas Do Brasil. Professor Luciano Teixeira. Geografia Climas Do Brasil Professor Luciano Teixeira www.acasadoconcurseiro.com.br Geografia CLIMAS DO BRASIL Tempo x Clima Tempo meteorológico estado momentâneo da atmosfera. Clima sucessão habitual

Leia mais

PREVISÃO CLIMÁTICA TRIMESTRAL

PREVISÃO CLIMÁTICA TRIMESTRAL PREVISÃO CLIMÁTICA TRIMESTRAL DEZEMBRO/JANEIRO/FEVEREIRO 2015-2016 Cooperativa de Energia Elétrica e Desenvolvimento Rural NOVEMBRO/2015 Comunicado importante da Aquaeris Meteorologia Em novembro de 2015

Leia mais

1. CLIMATOLOGIA E PREVISÃO DA PRECIPITAÇÃO PARA JUL/AGO/SET/2014

1. CLIMATOLOGIA E PREVISÃO DA PRECIPITAÇÃO PARA JUL/AGO/SET/2014 1. CLIMATOLOGIA E PREVISÃO DA PRECIPITAÇÃO PARA JUL/AGO/SET/2014 A climatologia da precipitação para os meses de Julho, Agosto e Setembro (Figura 1) mostra que os volumes de chuva neste trimestre variam

Leia mais

UNIDADE DE CONSERVAÇÃO E ZONA DE AMORTECIMENTO

UNIDADE DE CONSERVAÇÃO E ZONA DE AMORTECIMENTO ANEXO 5.2 - CARACTERIZAÇÃO CLIMÁTICA DO PNSB E DA ZONA DE AMORTECIMENTO A 5.2.1 REGIME PLUVIOMÉTRICO O regime pluviométrico das áreas do PNSB e de sua Zona de Amortecimento foi avaliado com base nos dados

Leia mais

Previsão Climática GERENCIA DE MONITORAMENTO HIDROMETEOROLÓGICO E EVENTOS CRÍTICOS GMHEC/IGAM

Previsão Climática GERENCIA DE MONITORAMENTO HIDROMETEOROLÓGICO E EVENTOS CRÍTICOS GMHEC/IGAM Previsão Climática ELABORADA EM 01/09/2015 PERÍODO: SETEMBRO-OUTUBRO- NOVEMBRO (SON) GERENCIA DE MONITORAMENTO HIDROMETEOROLÓGICO E EVENTOS CRÍTICOS GMHEC/IGAM Cidade Administrativa - Edifício Minas 1º

Leia mais

INFLUÊNCIA DO EL NIÑO-OSCILAÇÃO SUL (ENOS) NOS REGIMES PLUVIOMÉTRICO E TÉRMICO NA ILHA DE SÃO LUIS, MA RESUMO 1. INTRODUÇÃO

INFLUÊNCIA DO EL NIÑO-OSCILAÇÃO SUL (ENOS) NOS REGIMES PLUVIOMÉTRICO E TÉRMICO NA ILHA DE SÃO LUIS, MA RESUMO 1. INTRODUÇÃO INFLUÊNCIA DO EL NIÑO-OSCILAÇÃO SUL (ENOS) NOS REGIMES PLUVIOMÉTRICO E TÉRMICO NA ILHA DE SÃO LUIS, MA 1 Gunter de Azevedo Reschke 2 Ronaldo Haroldo N. de Menezes 3 Alan de Castro Leite RESUMO Entre as

Leia mais

Previsão Climática para o Verão 2015/2016. Data da Previsão: 16/12/2015

Previsão Climática para o Verão 2015/2016. Data da Previsão: 16/12/2015 Previsão Climática para o Verão 2015/2016 Data da Previsão: 16/12/2015 Duração do Verão: 22/12/2015 (01h e 48min) a 20/03/2016 (01h e 30min) não ajustado ao horário de verão Características Climáticas

Leia mais

Análise da chuva intensa que atingiu a Grande São Paulo no dia 08 de setembro de 2009

Análise da chuva intensa que atingiu a Grande São Paulo no dia 08 de setembro de 2009 Análise da chuva intensa que atingiu a Grande São Paulo no dia 08 de setembro de 2009 A chuva que ocorreu em São Paulo no último dia 08 de setembro de 2009 provocou um longo congestionamento e problemas

Leia mais

RELATÓRIO ANUAL DAS CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS E EVOLUÇÃO DA SECA NO ESTADO DE ALAGOAS

RELATÓRIO ANUAL DAS CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS E EVOLUÇÃO DA SECA NO ESTADO DE ALAGOAS Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos de Alagoas RELATÓRIO ANUAL DAS CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS E EVOLUÇÃO DA SECA NO ESTADO DE ALAGOAS Diretoria de Meteorologia / Sala de Alerta

Leia mais

ANÁLISE DA DISTRIBUIÇÃO SAZONAL E ESPACIAL DA PRECIPITAÇÃO NO NORTE DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO

ANÁLISE DA DISTRIBUIÇÃO SAZONAL E ESPACIAL DA PRECIPITAÇÃO NO NORTE DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO ANÁLISE DA DISTRIBUIÇÃO SAZONAL E ESPACIAL DA PRECIPITAÇÃO NO NORTE DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO Neri Ellen Fernandes da Nóbrega 1, José Geraldo Ferreira da Silva 2, Hugo Ely dos Anjos Ramos 3, Franklim

Leia mais

Dados ambientais. Previsão do tempo. Imagem de satélite GOES

Dados ambientais. Previsão do tempo. Imagem de satélite GOES Dados ambientais. A terra recebe energia solar continuamente. A instituição recebe a radiação solar, que a através do aquecimento diurno e resfriamento noturno caracteriza o clima. Serão estudados dentro

Leia mais

O ano 2015 em Portugal Continental, foi extremamente seco e muito quente (Figura 1). Figura 1 - Temperatura e precipitação anual (período )

O ano 2015 em Portugal Continental, foi extremamente seco e muito quente (Figura 1). Figura 1 - Temperatura e precipitação anual (período ) Resumo Boletim Climatológico Anual 2015 Portugal Continental O ano 2015 em Portugal Continental, foi extremamente seco e muito quente (Figura 1). O valor médio anual da temperatura média do ar no ano de

Leia mais

Temperatura Pressão atmosférica Umidade

Temperatura Pressão atmosférica Umidade O CLIMA Elementos do clima Temperatura Pressão atmosférica Umidade São responsáveis por caracterizar os climas. TEMPERATURA Corresponde à quantidade de calor. Pressão atmosférica Força que o peso do ar

Leia mais

Com base nos pontos foram determinadas direções intermediárias, conhecidas como. pontos : nordeste (NE), (NO), sudeste (SE) e (SO).

Com base nos pontos foram determinadas direções intermediárias, conhecidas como. pontos : nordeste (NE), (NO), sudeste (SE) e (SO). PROFESSOR: EQUIPE DE GEOGRAFIA BANCO DE QUESTÕES - GEOGRAFIA - 6º ANO - ENSINO FUNDAMENTAL ============================================================================================= 01- Complete as

Leia mais

ANÁLISE DA PRECIPITAÇÃO PLUVIOMÉTRICA E DO NÚMERO DE DIAS COM CHUVA EM CALÇOENE LOCALIZADO NO SETOR COSTEIRO DO AMAPÁ

ANÁLISE DA PRECIPITAÇÃO PLUVIOMÉTRICA E DO NÚMERO DE DIAS COM CHUVA EM CALÇOENE LOCALIZADO NO SETOR COSTEIRO DO AMAPÁ ANÁLISE DA PRECIPITAÇÃO PLUVIOMÉTRICA E DO NÚMERO DE DIAS COM CHUVA EM CALÇOENE LOCALIZADO NO SETOR COSTEIRO DO AMAPÁ Leidiane L. Oliveira¹, Daniel G. Neves¹, Alan C. Cunha², Edmir S. Jesus², Jonathan

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO MARANHÃO CENTRO DE ESTUDOS SUPERIORES DE IMPERATRIZ

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO MARANHÃO CENTRO DE ESTUDOS SUPERIORES DE IMPERATRIZ UNIVERSIDADE ESTADUAL DO MARANHÃO CENTRO DE ESTUDOS SUPERIORES DE IMPERATRIZ Disciplina: 2E321 - METEOOROLOGIA E CLIMATOLOGIA CONCEITOS INICIAIS Professor: Luiz Carlos A. dos Santos Tempo atmosférico ou

Leia mais

1. Introdução. Fonte do texto: Cptec/Cemtec.

1. Introdução. Fonte do texto: Cptec/Cemtec. 1. Introdução O verão iniciará na terça-feira, dia 22 de dezembro à 1 hora e 48 minutos, horário para Mato Grosso do Sul (não corrigida para o horário de verão), com término dia 20 de março de 2016, portanto,

Leia mais

O que são chuvas? Podemos entender por precipitação como sendo o retorno do vapor d água atmosférica no estado líquido ou sólido à superfície da

O que são chuvas? Podemos entender por precipitação como sendo o retorno do vapor d água atmosférica no estado líquido ou sólido à superfície da O que são chuvas? Podemos entender por precipitação como sendo o retorno do vapor d água atmosférica no estado líquido ou sólido à superfície da terra. Formas de precipitação: chuva, neve, granizo, orvalho

Leia mais

CHUVA DE GRANIZO EM MINAS GERAIS (MG)

CHUVA DE GRANIZO EM MINAS GERAIS (MG) CHUVA DE GRANIZO EM MINAS GERAIS (MG) Entre os dias 14 e 17 de setembro de 2008, várias localidades do sul, Zona da Mata e Região Metropolitana de MG, e algumas do sul do ES foram atingidas por temporais

Leia mais

Chuva intensa no Rio de Janeiro entre final da tarde e noite do dia 05/12/2010

Chuva intensa no Rio de Janeiro entre final da tarde e noite do dia 05/12/2010 Chuva intensa no Rio de Janeiro entre final da tarde e noite do dia 05/12/2010 Entre a tarde e noite do dia 05/12/2010 áreas de instabilidade atingiram o centro-sul do estado do RJ, provocando acumulados

Leia mais

SÍNTESE SINÓTICA MENSAL OUTUBRO DE 2012

SÍNTESE SINÓTICA MENSAL OUTUBRO DE 2012 SÍNTESE SINÓTICA MENSAL OUTUBRO DE 2012 1. Acompanhamento dos principais sistemas meteorológicos que atuaram na América do Sul ao norte do paralelo 40 S no mês de outubro de 2012 O destaque para o início

Leia mais

Boletim Climatológico Mensal Abril de 2015

Boletim Climatológico Mensal Abril de 2015 Boletim Climatológico Mensal Abril de 2015 CONTEÚDOS Preparação de uma sondagem nos anos 30-40 (arquivo fotográfico do Observatório José Agostinho). 01 Resumo Mensal 02 Resumo das Condições Meteorológicas

Leia mais

TABELA DAS PRECIPITAÇÕES MENSAIS NO ESTADO DO PARÁ RELATÓRIO TÉCNICO

TABELA DAS PRECIPITAÇÕES MENSAIS NO ESTADO DO PARÁ RELATÓRIO TÉCNICO GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ SECRETARIA DE ESTADO DE MEIO AMBIENTE DIRETORIA DE RECURSOS HÍDRICOS TABELA DAS PRECIPITAÇÕES MENSAIS NO ESTADO DO PARÁ RELATÓRIO TÉCNICO Belém-PA 2013 1 TABELA DAS PRECIPITAÇÕES

Leia mais

Boletim climatológico mensal da Madeira fevereiro 2012

Boletim climatológico mensal da Madeira fevereiro 2012 Boletim climatológico mensal da Madeira fevereiro 2012 CONTEÚDOS DRM - OMF 01 Resumo mensal 02 Resumo das condições meteorológicas 02 Caracterização climática mensal 02 Temperatura do ar 05 Precipitação

Leia mais

Boletim Climatológico Mensal Janeiro de 2014

Boletim Climatológico Mensal Janeiro de 2014 Boletim Climatológico Mensal Janeiro de 2014 CONTEÚDOS Vestígios de neve no ponto mais alto da ilha do Faial, a 7 de janeiro de 2014. (Cortesia de António Maia) 01 Resumo Mensal 02 Resumo das Condições

Leia mais

SÍNTESE SINÓTICA MENSAL MAIO DE 2010

SÍNTESE SINÓTICA MENSAL MAIO DE 2010 SÍNTESE SINÓTICA MENSAL MAIO DE 2010 1. Acompanhamento dos principais sistemas meteorológicos que atuaram sobre América do Sul, ao norte do paralelo 40S As Figuras 1, 2 e 3 apresentam a evolução latitudinal

Leia mais

Boletim Climatológico Mensal

Boletim Climatológico Mensal ISSN 2183-1076 Boletim Climatológico Mensal Portugal Continental NOVEMBRO de 2014 CONTEÚDOS Resumo Situação Sinóptica Temperatura do Ar Precipitação Radiação Tabela Resumo mensal 1 2 3 4 7 8 Figura 1 Variabilidade

Leia mais

Geografia. Clima. Professor Luciano Teixeira.

Geografia. Clima. Professor Luciano Teixeira. Geografia Clima Professor Luciano Teixeira www.acasadoconcurseiro.com.br Geografia CLIMA O Estado está inserido na zona intertropical. Duas tipologias climáticas dominam o Estado de Pernambuco, cada qual

Leia mais

Boletim Climatológico Sazonal Verão 2015

Boletim Climatológico Sazonal Verão 2015 ISSN 2183-1084 Resumo Boletim Climatológico Sazonal Verão 2015 O verão 2015 (junho, julho, agosto) em Portugal Continental foi caracterizado por valores da temperatura média do ar superiores ao valor normal

Leia mais

Boletim Climatológico Mensal

Boletim Climatológico Mensal ISSN 2183-1076 Boletim Climatológico Mensal Portugal Continental Dezembro de 2013 CONTEÚDOS Resumo Situação Sinóptica Temperatura do Ar Precipitação Radiação Tabela Resumo mensal 1 2 3 5 7 8 Instituto

Leia mais

CONFORTO AMBIENTAL Aula 2

CONFORTO AMBIENTAL Aula 2 TECNOLOGIA EM CONSTRUÇÃO DE EDIFÍCIOS CONFORTO AMBIENTAL Aula 2 M.Sc. Arq. Elena M. D. Oliveira Diferença entre Tempo e Clima TEMPO: Variações diárias das condições atmosféricas. CLIMA: É a condição média

Leia mais

ESTUDO DA PRECIPITAÇÃO PLUVIOMÉTRICA NO MUNICÍPIO DE CAMPINAS DO PIAUÍ

ESTUDO DA PRECIPITAÇÃO PLUVIOMÉTRICA NO MUNICÍPIO DE CAMPINAS DO PIAUÍ ESTUDO DA PRECIPITAÇÃO PLUVIOMÉTRICA NO MUNICÍPIO DE CAMPINAS DO PIAUÍ Medeiros, R.M. (1) ; Santos, D.C. (1) ; Correia, D. S, (1) ; Oliveira, V.G (1) ; Rafael, A. R. (1) mainarmedeiros@gmail.com (1) Universidade

Leia mais

27/01/2017. Boletim Diário da Sala de Situação PCJ

27/01/2017. Boletim Diário da Sala de Situação PCJ 27/01/2017 Boletim Diário da Sala de Situação PCJ 22222222222222 SALA DE SITUAÇÃO PCJ Dados Pluviométricos das Bacias PCJ CHUVA ACUMULADA EM 24 HORAS NAS BACIAS PCJ 26/01/2017 7h00min às 27/01/2017 7h00min

Leia mais

Variabilidade na velocidade do vento na região próxima a Alta da Bolívia e sua relação com a temperatura máxima e mínima no Sul do Brasil

Variabilidade na velocidade do vento na região próxima a Alta da Bolívia e sua relação com a temperatura máxima e mínima no Sul do Brasil Variabilidade na velocidade do vento na região próxima a Alta da Bolívia e sua relação com a temperatura máxima e mínima no Sul do Brasil Luiz Carlos Salgueiro Donato Bacelar¹; Júlio Renato Marques ² ¹Aluno

Leia mais

Boletim Hidrometeorológico Semanal

Boletim Hidrometeorológico Semanal Boletim Hidrometeorológico Semanal Salvador, 23 de dezembro de 2015 Boletim nº 18/2015 COMON-DIFIM-INEMA/ANA RPGA XXIII: Rio Corrente e Riachos do Ramalho, Serra Dourada e Brejo Velho Monitoramento diário

Leia mais

Colégio Salesiano Dom Bosco Parnamirim/RN. Climas do Brasil. Professores: Daniel Fonseca e Leônidas 7º Anos

Colégio Salesiano Dom Bosco Parnamirim/RN. Climas do Brasil. Professores: Daniel Fonseca e Leônidas 7º Anos Colégio Salesiano Dom Bosco Parnamirim/RN Climas do Brasil Professores: Daniel Fonseca e Leônidas 7º Anos Para entendermos os diversos climas do país O Brasil é um país de grandes dimensões, ocupando aproximadamente

Leia mais

Ciclo diurno das chuvas intensas na Região Metropolitana de Belo Horizonte entre 2007 e 2010.

Ciclo diurno das chuvas intensas na Região Metropolitana de Belo Horizonte entre 2007 e 2010. Ciclo diurno das chuvas intensas na Região Metropolitana de Belo Horizonte entre e. Cora Carolina da Costa Munt Adma Raia Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais PUC Minas Centro de Climatologia

Leia mais

Sistemas de Circulação Atmosférica Atuantes no Sudeste Brasileiro

Sistemas de Circulação Atmosférica Atuantes no Sudeste Brasileiro Antônio Carlos de Carvalho Melo Filho, divulgado no X Simpósio Brasileiro de Geografia Fisica Aplicada Sistemas de Circulação Atmosférica Atuantes no Sudeste Brasileiro Para o entendimento do clima de

Leia mais

2ª Bimestre 1º Prova. Capítulos 7, 8 e 9. Clima e Formações Vegetais.

2ª Bimestre 1º Prova. Capítulos 7, 8 e 9. Clima e Formações Vegetais. 2ª Bimestre 1º Prova. Capítulos 7, 8 e 9. Clima e Formações Vegetais. Tempo estado momentâneo; condições atmosféricas ou meteorológicas de um dado momento ou lugar: * Tempo frio, quente, chuvoso, seco...

Leia mais

Análise sinótica associada à ocorrência de temporais no Sul do Brasil entre os dias 07 e 09 de agosto de 2011

Análise sinótica associada à ocorrência de temporais no Sul do Brasil entre os dias 07 e 09 de agosto de 2011 Análise sinótica associada à ocorrência de temporais no Sul do Brasil entre os dias 07 e 09 de agosto de 2011 No final do dia 07 começou o desenvolvimento de áreas de instabilidade entre RS e centro-sul

Leia mais

EVENTO EXTREMO DE CHUVA NO LITORAL DE SÃO PAULO E NO RIO DE JANEIRO DE ABRIL DE 2014

EVENTO EXTREMO DE CHUVA NO LITORAL DE SÃO PAULO E NO RIO DE JANEIRO DE ABRIL DE 2014 EVENTO EXTREMO DE CHUVA NO LITORAL DE SÃO PAULO E NO RIO DE JANEIRO 13-15 DE ABRIL DE 2014 Entre o domingo (13/04/2014) e a terça-feira (15/04/2014) houve grande acumulado de chuva em localidades do litoral

Leia mais

PALAVRAS CHAVE: climatologia, precipitação, anomalias de precipitação.

PALAVRAS CHAVE: climatologia, precipitação, anomalias de precipitação. ESTUDO DE MALIAS DE PRECIPITAÇÃO EM BELÉM-PA Dayana Castilho de Souza 1, Glayson Francisco Bezerra das Chagas 1, Bruno Takeshi Tanaka Portela 1, Edson José Paulino da Rocha 2, Dimitrie Nechet 3 RESUMO

Leia mais

13/01/2017. Boletim Diário da Sala de Situação PCJ

13/01/2017. Boletim Diário da Sala de Situação PCJ 13/01/2017 Boletim Diário da Sala de Situação PCJ Dados Pluviométricos das Bacias PCJ CHUVA ACUMULADA EM 24 HORAS NAS BACIAS PCJ 12/01/2017 7h00min às 13/01/2017 7h00min Rede telemétrica do CIIAGRO e

Leia mais

Boletim Climatológico Mensal Julho de 2015

Boletim Climatológico Mensal Julho de 2015 Boletim Climatológico Mensal Julho de 2015 CONTEÚDOS Observatório da Horta, atual Príncipe Alberto de Mónaco, inaugurado a 1 de julho de 1915. 01 Resumo Mensal 02 Resumo das Condições Meteorológicas 02

Leia mais

ANÁLISE DA PRECIPITAÇÃO E DO NÚMERO DE DIAS DE CHUVA NO MUNICÍPIO DE PETROLINA - PE

ANÁLISE DA PRECIPITAÇÃO E DO NÚMERO DE DIAS DE CHUVA NO MUNICÍPIO DE PETROLINA - PE CAPTAÇÃO E MANEJO DE ÁGUA DE CHUVA PARA SUSTENTABILIDADE DE ÁREAS RURAIS E URBANAS TECNOLOGIAS E CONSTRUÇÃO DA CIDADANIA TERESINA, PI, DE 11 A 14 DE JULHO DE 2 ANÁLISE DA PRECIPITAÇÃO E DO NÚMERO DE DIAS

Leia mais

Boletim Climatológico Mensal

Boletim Climatológico Mensal ISSN 2183-1076 Boletim Climatológico Mensal Portugal Continental DEZEMBRO de 2014 CONTEÚDOS Resumo Situação Sinóptica Temperatura do Ar Precipitação Radiação Tabela Resumo mensal 1 2 3 5 7 8 Figura 1 Variabilidade

Leia mais

Boletim Climatológico Mensal Março de 2015

Boletim Climatológico Mensal Março de 2015 Boletim Climatológico Mensal Março de 2015 CONTEÚDOS Imagens MODIS de ondas de montanha causadas pela orografia da ilha de S. Miguel em 23.03.2015 01 Resumo Mensal 02 Resumo das Condições Meteorológicas

Leia mais

CHUVAS EM Campo Grande MATO GROSSO DO SUL. NOVEMBRO e DEZEMBRO/2015 JANEIRO e FEVEREIRO/2016

CHUVAS EM Campo Grande MATO GROSSO DO SUL. NOVEMBRO e DEZEMBRO/2015 JANEIRO e FEVEREIRO/2016 CHUVAS EM Campo Grande MATO GROSSO DO SUL NOVEMBRO e DEZEMBRO/2015 JANEIRO e FEVEREIRO/2016 1. DESCRIÇÃO DOS DADOS Os dados desse documento são da Estação Meteorológica Automática EMA -, do Instituto Nacional

Leia mais

Nota técnica Excesso de chuvas causa perdas na safra de trigo

Nota técnica Excesso de chuvas causa perdas na safra de trigo Nota técnica Excesso de chuvas causa perdas na safra de trigo A cultura do trigo é de fundamental importância no sistema de produção agrícola do centro-sul do Brasil, por se tratar de uma opção economicamente

Leia mais

ESTUDO DE CASO DE UM EVENTO METEOROLÓGICO EXTREMO NO NORDESTE BRASILEIRO ENTRE OS DIAS 15 E 18 DE JULHO DE PARTE I

ESTUDO DE CASO DE UM EVENTO METEOROLÓGICO EXTREMO NO NORDESTE BRASILEIRO ENTRE OS DIAS 15 E 18 DE JULHO DE PARTE I ESTUDO DE CASO DE UM EVENTO METEOROLÓGICO EXTREMO NO NORDESTE BRASILEIRO ENTRE OS DIAS 15 E 18 DE JULHO DE 2011. PARTE I Thiago Luiz do Vale Silva¹, Vinicius Gomes Costa Júnior¹, Daniel Targa Dias Anastacio¹,

Leia mais

INFORMATIVO CLIMÁTICO

INFORMATIVO CLIMÁTICO UNIVERSIDADE ESTADUAL DO MARANHÃO NÚCLEO GEOAMBIENTAL LABORATÓRIO DE METEOROLOGIA INFORMATIVO CLIMÁTICO MARANHÃO ABRIL DE 2015 Em abril, valores de precipitação (chuva) acima de 400 mm são normais de ocorrerem

Leia mais

Questões para estudo GEOGRAFIA. 1 ano- 1 Bimestre. 1. Considerando os dados do quadro, justifique as diferenças térmicas entre as três cidades.

Questões para estudo GEOGRAFIA. 1 ano- 1 Bimestre. 1. Considerando os dados do quadro, justifique as diferenças térmicas entre as três cidades. Nome: Nº: Turma: Geografia 1º ano Questões para estudo Silvia Fev/10 Questões para estudo GEOGRAFIA 1 ano- 1 Bimestre 1. Considerando os dados do quadro, justifique as diferenças térmicas entre as três

Leia mais

Boletim Climatológico Mensal

Boletim Climatológico Mensal ISSN 2183-1076 Boletim Climatológico Mensal Portugal Continental FEVEREIRO de 2015 CONTEÚDOS Resumo Situação Sinóptica Temperatura do Ar Precipitação Radiação Tabela Resumo mensal 1 2 3 6 7 8 Instituto

Leia mais

Introdução. A importância da compreensão dos fenômenos meteorologicos Grande volume de dados

Introdução. A importância da compreensão dos fenômenos meteorologicos Grande volume de dados Introdução A importância da compreensão dos fenômenos meteorologicos Grande volume de dados Estações meteorológicas Imagens de satélite Radar Aeronaves, navios e bóias oceânicas Necessidade de rapidez

Leia mais

O QUE É O FENÔMENO EL NIÑO? EFEITOS DO EL NIÑO SOBRE O BRASIL

O QUE É O FENÔMENO EL NIÑO? EFEITOS DO EL NIÑO SOBRE O BRASIL Ver a imagem no tamanho original. www.nemrh.uema.br/meteoro/ figuras/elnino_fig3.jpg 404 x 306-47k Imagem possivelmente reduzida e protegida por direitos autorais. Remover frame Resultados de imagem» Veja

Leia mais

ANÁLISE PRELIMINAR DO IMPACTO DO RESERVATÓRIO DE ITÁ NO CLIMA LOCAL. Maria Laura G. Rodrigues 1 Elaine Canônica 1,2

ANÁLISE PRELIMINAR DO IMPACTO DO RESERVATÓRIO DE ITÁ NO CLIMA LOCAL. Maria Laura G. Rodrigues 1 Elaine Canônica 1,2 ANÁLISE PRELIMINAR DO IMPACTO DO RESERVATÓRIO DE ITÁ NO CLIMA LOCAL Maria Laura G. Rodrigues 1 Elaine Canônica 1,2 RESUMO O presente trabalho investiga as possíveis alterações de precipitação e temperatura

Leia mais

Climatologia Agrícola Ano de 2007

Climatologia Agrícola Ano de 2007 Climatologia Agrícola Ano de 27 Relatório Anual No âmbito da actividade do Sistema Agrometeorológico para a Gestão da Rega no (SAGRA) e no seguimento de anos anteriores, apresenta-se no presente relatório,

Leia mais

ComoTudoFunciona / Alexandre Fukuda Característica de uma superfície frontal fria associada com os tipos de nuvens

ComoTudoFunciona / Alexandre Fukuda Característica de uma superfície frontal fria associada com os tipos de nuvens Frente fria A frente fria se dá quando ocorre a passagem do ar frio por um determinado local da superfície terrestre, substituindo o ar quente que existia antes no local. Dizemos que a massa de ar pré-frontal

Leia mais

Evento Meteorológico Extremo no Rio de Janeiro e Nordeste de São Paulo: Análise e Característica Dinâmica (Baixa Pressão, Dezembro de 2009)

Evento Meteorológico Extremo no Rio de Janeiro e Nordeste de São Paulo: Análise e Característica Dinâmica (Baixa Pressão, Dezembro de 2009) Evento Meteorológico Extremo no Rio de Janeiro e Nordeste de São Paulo: Análise e Característica Dinâmica (Baixa Pressão, Dezembro de 2009) FRANCISCO DE ASSIS DINIZ 1, EXPEDITO RONALD GOMES REBELLO 2 Meteorologistas

Leia mais

Boletim Climatológico Mensal

Boletim Climatológico Mensal ISSN 2183-1076 Boletim Climatológico Mensal Portugal Continental OUTUBRO de 2014 CONTEÚDOS Resumo Situação Sinóptica Temperatura do Ar Precipitação Radiação Tabela Resumo mensal 1 2 3 7 10 11 Figura 1

Leia mais

Projeto GeoSafras. PrevSafras. Boletim de acompanhamento da safra de trigo. 31 de maio de Safra 2007 Paraná IAPAR CONAB SIMEPAR.

Projeto GeoSafras. PrevSafras. Boletim de acompanhamento da safra de trigo. 31 de maio de Safra 2007 Paraná IAPAR CONAB SIMEPAR. Projeto GeoSafras PrevSafras Boletim de acompanhamento da safra de trigo Safra 27 Paraná IAPAR CONAB SIMEPAR 31 de maio de 27 (Parcial) Próxima edição: 15 de junho de 27 II. ESTADO DO PARANÁ Resumo A área

Leia mais