COMERCIO EXTERIOR. Canais de Distribuição

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "COMERCIO EXTERIOR. Canais de Distribuição"

Transcrição

1 Canais de Distribuição 1

2 Canais de Exportação As Empresas têm à sua disposição três canais de Comercialização para Efetivar as suas Exportações: 1. Venda direta 2. Venda via interveniente comercial 3. Venda equiparada à exportação As empresas podem operar somente com um canal ou com Todos ao mesmo tempo. Considerando planejamento estratégico cada empresa decide com que canal vai operar. É importante lembrar que cada canal de comercialização tem suas exigências, vantagens e desvantagens 2

3 Fabricante Exportador > Cliente no Exterior A exportação ocorre de forma direta para o cliente no exterior Toda a documentação envolvida é preparada pelo exportador É emitida em nome de uma empresa que está situada em outro país 3

4 Exportação Direta Quando um fabricante/exportador atua de forma direta, Tem como responsabilidade acompanhar todos os passos de uma exportação. O exportador é responsável pelo Registro no RADAR Responsável: Pela Negociação Embarque das mercadorias Recebimento do pagamento do cliente 4

5 Exportação Direta Nos casos de exportações de forma direta é comum surgir a figura de um AGENTE, podendo ser uma Empresa ou Pessoa Física 1. O Agente recebe por operação 2. Responsável em conectar o fabricante ao cliente 3. Recebe-se um percentual de comissão sobre o valor das mercadorias vendidas. 4. Comissão que pode ser pago é 10%. Normalmente as comissões variam de 3% a 5%. O agente só receberá comissão quando o cliente efetuar o pagamento da venda. 5

6 Exportação Via Interveniente Comercial Fabricante exportador > Interveniente Comercial > Cliente no Exterior A exportação ocorre de forma indireta: O Fabricante/Exportador vende as mercadorias para o interveniente comercial, este por sua vez revende ao cliente no exterior. Toda a documentação envolvida neste caso é emitida em nome do interveniente comercial localizado no Brasil que Refatura as mercadorias para a empresa situada em outro país Refatura Constitui a sua Fonte de Renda do Interveniente comercial Após a exportação efetuada, a empresa interveniente comercial deve fornecer ao fabricante um documento chamado de memorando de exportação. 6

7 Exportação via Interveniente Vantagens Não há a necessidade do fabricante possuir um profissional que fale outros idiomas. Os riscos para os fabricantes são bem menores Toda negociação dos produtos, logística envolvida e o risco do não recebimento do pagamento fica por conta do interveniente. Desvantagens O fabricante perde o contato com seu cliente final Ignora o seu nível de satisfação, o potencial deste cliente e do país. O ganho do interveniente comercial é o valor que é conseguido através do refaturamento das mercadorias. Fabricante poderia estar tendo este ganho se vendesse os produtos diretamente. 7

8 Venda Equiparada à Exportação Fabricante / Exportador > Trading Company > Cliente no exterior O Canal equiparado à exportação é efetuado através de empresas conhecidas como trading companies. O fabricante/exportador vende as mercadorias para a trading company, e esta por sua vez revende ao cliente no exterior. Seguindo novamente nossa regra citada de definição de canal, toda a documentação envolvida neste caso é emitida em nome da trading company que está localizada no Brasil, Esta refatura as mercadorias para a empresa que está situada em outro país. 8

9 As diferenças entre Empresas Comerciais Exportadoras e Trading Companies são: A Trading Company é uma empresa S.A. (sociedade anônima), Enquanto a Comercial Exportadora é Ltda. (de constituição limitada). Além de Comercializar produtos como a comercial exportadora, A Trading Company também pode atuar como agente, recebendo comissões sobre as vendas de exportações. 9

10 Venda Equiparada À Exportação Vantagens Contatar o cliente, negociar detalhes de adequação de produtos organizar e arcar com o custo da logística para o embarque das mercadorias Emitir toda a documentação internacional e receber o pagamento do cliente final ficam por conta da trading company Venda Equiparada À Exportação Desvantagens O fabricante não terá conhecimento do mercado. Ele saberá do mercado e do cliente final apenas aquilo que a trading company revelar. Em muitos casos os fabricantes chegam a desconhecer os países onde seus produtos estão sendo comercializados 10

Procedimentos para exportação

Procedimentos para exportação Procedimentos para exportação Fundamentos de Comércio Exterior Prof. 1. Inscrição da empresa em dois cadastros: REI (MDIC/SECEX) e Radar (MF /SRF); 2. Análise mercadológica: avaliação do potencial do mercado

Leia mais

PROGRAMA DE FINANCIAMENTO ÀS EXPORTAÇÕES: PROEX

PROGRAMA DE FINANCIAMENTO ÀS EXPORTAÇÕES: PROEX PROGRAMA DE FINANCIAMENTO ÀS EXPORTAÇÕES: PROEX PROEX FINANCIAMENTO FINALIDADE: Proporcionar e apoiar o exportador brasileiro na comercialização com o exterior de bens e serviços em condições de financiamento

Leia mais

Sistematização das exportações e pagamentos internacionais

Sistematização das exportações e pagamentos internacionais Introdução Sistematização das exportações e pagamentos internacionais Fundamentos de Comércio Exterior Prof. Marco A. Arbex As exportações geram entrada de divisas para o país exportador e saída de divisas

Leia mais

Exportação Indireta GRUPO INTERNACIONALIZAÇÃO DO SEBRAE-SP

Exportação Indireta GRUPO INTERNACIONALIZAÇÃO DO SEBRAE-SP Exportação Indireta GRUPO INTERNACIONALIZAÇÃO DO SEBRAE-SP Junho/2011 1 Tipos de Exportação: Direta : A própria empresa vende diretamente ao exterior. Brasil Exterior 2 Indireta : Mercadoria é exportada

Leia mais

COMISSÃO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO

COMISSÃO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO COMISSÃO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO PROJETO DE LEI N o 7.719, DE 2014 Altera a legislação tributária facultando que as mercadorias vendidas com fim específico de exportação sejam

Leia mais

EXPORTAÇÕES Definição

EXPORTAÇÕES Definição EXPORTAÇÕES Definição CURSO: Administração DISCIPLINA: Comércio Exterior FONTE: DIAS, Reinaldo; RODRIGUES, Waldemar. Comércio Exterior Teoria e Gestão. São Paulo, Atlas, 2004. 9.1 Exportações - Definição

Leia mais

Modalidades de Importação para redução de custos de equipamentos e produtos importados

Modalidades de Importação para redução de custos de equipamentos e produtos importados Modalidades de Importação para redução de custos de equipamentos e produtos importados Introdução Contexto Brasileiro AquisiçãoA i i ã de Produto Direta / Trading Importação por Conta e Ordem Globalização

Leia mais

Lex Garcia Advogados http://lexlab.esy.es. Dr. Alex Garcia Silveira OABSP 285373

Lex Garcia Advogados http://lexlab.esy.es. Dr. Alex Garcia Silveira OABSP 285373 Alex Garcia Silveira Cartilha: Direito do Comercio Internacional São Paulo Junho de 2015 SUMÁRIO RESUMO... 5 ABSTRACT... 5 PARTES E AUXILIARES DO COMÉRCIO... 6 EXPORTADOR E IMPORTADOR... 6 SELEÇÃO DE MERCADO...

Leia mais

Exportação Direta x Exportação Indireta

Exportação Direta x Exportação Indireta Exportação Direta x Exportação Indireta Por JOSÉ ELIAS ASBEG Auditor Fiscal da Receita Federal do Brasil Na exportação direta o próprio fabricante, produtor ou revendedor remete (geralmente vende) a mercadoria

Leia mais

Roteiro Básico para Exportação

Roteiro Básico para Exportação Roteiro Básico para Exportação As empresas interessadas em efetuar exportações deverão, em primeiro lugar, inscrever-se no RADAR, que corresponde ao Registro de Exportadores e Importadores da Inspetoria

Leia mais

Financiamento á exportação

Financiamento á exportação Financiamento á exportação Crédito seguro/pagamento Garantido É um meio de pagamento internacional que consiste na emissão de uma carta de crédito na qual o Banco Emitente se compromete a pagar, aceitar

Leia mais

Disciplina: Comércio Internacional

Disciplina: Comércio Internacional COORDENADORIA DE TRANSPORTES Sumário 2 Disciplina: Comércio Internacional CONCEITOS FUNDAMENTAIS DE COMÉRCIO INTERNACIONAL Exportação e Importação Conceitos Cambiais, Aduaneiros e Comerciais Formas de

Leia mais

INTERNACIONALIZAÇÃO DE EMPRESAS. Estratégias

INTERNACIONALIZAÇÃO DE EMPRESAS. Estratégias INTERNACIONALIZAÇÃO DE EMPRESAS DISCIPLINA: Negócios Internacionais FONTE: DIAS, Reinaldo. RODRIGUES, Waldemar. Comércio Exterior Teoria e Gestão. Atlas. 1 Variáveis das de Internacionalização Segundo

Leia mais

Financiamento e Garantia às Exportações Um guia rápido aos exportadores brasileiros

Financiamento e Garantia às Exportações Um guia rápido aos exportadores brasileiros 2015 Financiamento e Garantia às Exportações Um guia rápido aos exportadores brasileiros Sumário Introdução... 2 O Programa PROEX... 2 PROEX Financiamento... 3 Mais Alimentos Internacional... 4 PROEX Equalização...

Leia mais

www.boscotorres.com.br Prof. Bosco Torres CE_01_ Estratégias de Internacionalização

www.boscotorres.com.br Prof. Bosco Torres CE_01_ Estratégias de Internacionalização ESTRATÉGIAS DE INTERNACIONALIZAÇÃO DISCIPLINA: Comércio Exterior FONTE: DIAS, Reinaldo. RODRIGUES, Waldemar. Comércio Exterior Teoria e Gestão. Atlas. 1 Variáveis das Estratégias de Segundo Philip Kotler,

Leia mais

Gestão de Operações Portuárias com Pós Graduação

Gestão de Operações Portuárias com Pós Graduação Gestão de Operações Portuárias com Pós Graduação Objetivo: Capacitar o participante para gerir as rotinas e operações logísticas em um porto ou terminal portuário voltado para a movimentação interna, importação

Leia mais

FORMAÇÃO Gestão de Operações Portuárias - Online Curso sob Regulamentação do Decreto 5.622 de 19/12/2005 - MEC

FORMAÇÃO Gestão de Operações Portuárias - Online Curso sob Regulamentação do Decreto 5.622 de 19/12/2005 - MEC FORMAÇÃO Gestão de Operações Portuárias - Online Curso sob Regulamentação do Decreto 5.622 de 19/12/2005 - MEC Objetivo: Capacitar o participante para gerir as rotinas e operações logísticas em um porto

Leia mais

INCENTIVOS FISCAIS / FINANCEIROS

INCENTIVOS FISCAIS / FINANCEIROS INCENTIVOS FISCAIS / FINANCEIROS Entendidas as distinções básicas das alternativas apresentadas ao fabricante ou produtor para a promoção da saída, a título de exportação de seus produtos, seja ela direta,

Leia mais

Catálogo de Cursos 2015

Catálogo de Cursos 2015 Catálogo de Cursos 2015 Tanto do ponto de vista pessoal quanto financeiro, o melhor reconhecimento que um profissional pode ter é o do mercado em que atua. É com esta visão que a Export Manager Trading

Leia mais

Apresentação: WebTour - Sistema de Gestão de Pacotes Turísticos

Apresentação: WebTour - Sistema de Gestão de Pacotes Turísticos Apresentação: WebTour - Sistema de Gestão de Pacotes Turísticos M&M Soluções Web www.mmsolucoesweb.com.br Página 2 de 18 Apresentação Criada oficialmente em 2009, a M&M iniciou suas atividades através

Leia mais

Proposta de Serviços Royale

Proposta de Serviços Royale ANO. 2011 Proposta de Serviços Royale ROYALE SOLUTIONS IMP. E EXP. LTDA. Departamento Fiscal Rua Evangelina, 257 Vl. Carrão Cep.: 03421-000 São Paulo/SP Tel: +55 11 2532.0772 - Fax: +55 11 2537.8143 sales@royalesolutions.com

Leia mais

EPRETEC TRADING SOLUÇÕES COMPLETAS PARA UM MUNDO DE NEGÓCIOS

EPRETEC TRADING SOLUÇÕES COMPLETAS PARA UM MUNDO DE NEGÓCIOS EPRETEC TRADING SOLUÇÕES COMPLETAS PARA UM MUNDO DE NEGÓCIOS A REPRETEC TRADING Localizada em Itajaí -SC, a Repretec está no mercado há mais de 10 anos e conta com um vasto conhecimento no processo de

Leia mais

- Online Curso sob Regulamentação do Decreto 5.622 de 19/12/2005 - MEC

- Online Curso sob Regulamentação do Decreto 5.622 de 19/12/2005 - MEC FORMAÇÃO Analista de Logística em Comércio Exterior - Online Curso sob Regulamentação do Decreto 5.622 de 19/12/2005 - MEC Objetivo: Habilitar o participante para trabalhar com as rotinas da logística

Leia mais

OPORTUNIDADES NO COMÉRCIO INTERNACIONAL

OPORTUNIDADES NO COMÉRCIO INTERNACIONAL 1 OPORTUNIDADES NO COMÉRCIO INTERNACIONAL Abril/2006 Prof. João Bosco Torres Graduado em Administração, MBA Auditoria (USP) e Mestre em Economia, na área de Comércio Exterior e Relações Internacionais

Leia mais

GUIA PARA ENVIO E DEVOLUÇÃO DE AMOSTRAS INTERNACIONAIS

GUIA PARA ENVIO E DEVOLUÇÃO DE AMOSTRAS INTERNACIONAIS GUIA PARA ENVIO E DEVOLUÇÃO DE AMOSTRAS INTERNACIONAIS O envio de amostras do exterior para o ICBr, e também o retorno dessas amostras para o exterior podem ser feitos de duas maneiras: 1. Através de Courier

Leia mais

Projeto de análise de Importação

Projeto de análise de Importação Projeto de análise de Importação Empresa: Import Brasil S/A Objetivo: Estudo sobre a viabilidade da importação analisando pontos como logística, s, impostos, barreiras de entrada, estatística de importação

Leia mais

Cursos in company CIA. LIBRA Formação Básica em Comércio Exterior Carga horária: 36h/aula

Cursos in company CIA. LIBRA Formação Básica em Comércio Exterior Carga horária: 36h/aula CIA. LIBRA Formação Básica em Comércio Exterior Carga horária: 36h/aula PROGRAMA Preparando-se para exportar 6 hs Procedimentos básicos na exportação 6 hs Procedimentos básicos na importação 6 hs Câmbio

Leia mais

DINÂMICA TRANSPORTES RODOVIÁRIOS DE CARGAS E ENCOMENDAS LTDA

DINÂMICA TRANSPORTES RODOVIÁRIOS DE CARGAS E ENCOMENDAS LTDA DINÂMICA TRANSPORTES RODOVIÁRIOS DE CARGAS E ENCOMENDAS LTDA RUA DR. TAVARES CORREIA, Nº105 LOJA 02 IMBIRIBEIRA RECIFE PE CEP Nº 51.200-130 - TELEFONES: 3471.7404 3338.1563 Recife-PE. 04 de Janeiro de

Leia mais

SOLUÇÕES ELETRÔNICAS EM COMÉRCIO EXTERIOR BALCÃO DE COMÉRCIO EXTERIOR

SOLUÇÕES ELETRÔNICAS EM COMÉRCIO EXTERIOR BALCÃO DE COMÉRCIO EXTERIOR SOLUÇÕES ELETRÔNICAS EM COMÉRCIO EXTERIOR BALCÃO DE COMÉRCIO EXTERIOR Gerência Regional de Apoio ao Comércio Exterior Salvador-BA, Julho/2008 Site de comércio exterior eletrônico onde empresas realizam

Leia mais

AGENTES DE COMÉRCIO INTERNACIONAL

AGENTES DE COMÉRCIO INTERNACIONAL AGENTES DE COMÉRCIO INTERNACIONAL Fortaleza - CE 2013-1 - 2013. Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado do Ceará - SEBRAE/CE. Todos os direitos reservados. A reprodução não autorizada desta

Leia mais

ASPECTOS LOGÍSTICOS DO ESCOAMENTO DO AÇÚCAR PAULISTA: TRECHO USINA PORTO DE SANTOS

ASPECTOS LOGÍSTICOS DO ESCOAMENTO DO AÇÚCAR PAULISTA: TRECHO USINA PORTO DE SANTOS ASPECTOS LOGÍSTICOS DO ESCOAMENTO DO AÇÚCAR PAULISTA: TRECHO USINA PORTO DE SANTOS Maria Rita Pontes Assumpção Mestrado em Gestão de Negócios Universidade Católica de Santos Resenha da Dissertação de Bruno

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária Segmentos EFD ICMS/IPI Registro 1110 Operações de Exportação Indireta

Parecer Consultoria Tributária Segmentos EFD ICMS/IPI Registro 1110 Operações de Exportação Indireta EFD ICMS/IPI Registro 1110 Operações de 04/02/2015 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas apresentadas pelo cliente... 3 3. Análise da Consultoria... 3 3.1 Demonstração das informações na

Leia mais

Setembro 2014. Aspectos pragmáticos das importações indiretas

Setembro 2014. Aspectos pragmáticos das importações indiretas Setembro 2014 Aspectos pragmáticos das importações indiretas Agenda 1. Contexto 2. Modalidades de Importação 3. Real adquirente x Real importador 4. Conclusão PwC 2 PwC Contexto 1. Contexto Responsável

Leia mais

10. Defina Sistemas Distribuídos: Um conjunto de computadores independentes que se apresenta a seus usuários como um sistema único e coerente

10. Defina Sistemas Distribuídos: Um conjunto de computadores independentes que se apresenta a seus usuários como um sistema único e coerente 1. Quais os componentes de um sistema cliente-servidor? Clientes e servidores 2. Na visão do hardware, defina o que é cliente e o que é servidor: Clientes. Qualquer computador conectado ao sistema via

Leia mais

O SERVIÇO DE EXPORTAÇÃO SIMPLIFICADA DOS CORREIOS. Prefeitura de Santo André Março/2013

O SERVIÇO DE EXPORTAÇÃO SIMPLIFICADA DOS CORREIOS. Prefeitura de Santo André Março/2013 O SERVIÇO DE EXPORTAÇÃO SIMPLIFICADA DOS CORREIOS Prefeitura de Santo André Março/2013 Exporta Fácil Conceito e Objetivo Conceito: É o serviço de exportação dos Correios, desenvolvido em parceria com a

Leia mais

Fornecedores. Apresentação. www.grupoquantica.com. Nosso desafio é o seu sucesso!

Fornecedores. Apresentação. www.grupoquantica.com. Nosso desafio é o seu sucesso! Fornecedores www.grupoquantica.com Apresentação 2010 A idéia Fundado e idealizado por Cleber Ferreira, Consultor de Marketing e Vendas, autor do livro Desperte o Vendedor Interior com Técnicas de Vendas

Leia mais

Novas perspectivas e abordagens para os processos de importação e distribuição no Brasil

Novas perspectivas e abordagens para os processos de importação e distribuição no Brasil Introdução Há alguns anos as trading companies brasileiras têm se mostrado uma alternativa segura e economicamente atrativa para empresas estrangeiras que desejam exportar ou distribuir seus produtos no

Leia mais

Services IMPORT ON BEHALF OF THIRD PARTY IMPORT EXPORT UNDER ORDER IMPORT INTERNATIONAL CONSULTING AND CUSTOMIZED PROJECTS

Services IMPORT ON BEHALF OF THIRD PARTY IMPORT EXPORT UNDER ORDER IMPORT INTERNATIONAL CONSULTING AND CUSTOMIZED PROJECTS Services IMPORT IMPORT ON BEHALF OF THIRD PARTY UNDER ORDER IMPORT EXPORT INTERNATIONAL CONSULTING AND CUSTOMIZED PROJECTS OUTSOURCING, PROCUREMENT, PURCHASING AGENT, Import: 7 TRADEX is updated to current

Leia mais

ANÁLISE COMPARATIVA DE UMA COMERCIAL EXPORTADORA E UMA TRADING COMPANY COMO OPÇÕES PARA EXPANSÃO DAS ATIVIDADES DE UM AGENTE DE EXPORTAÇÃO

ANÁLISE COMPARATIVA DE UMA COMERCIAL EXPORTADORA E UMA TRADING COMPANY COMO OPÇÕES PARA EXPANSÃO DAS ATIVIDADES DE UM AGENTE DE EXPORTAÇÃO ISSN 1984-9354 ANÁLISE COMPARATIVA DE UMA COMERCIAL EXPORTADORA E UMA TRADING COMPANY COMO OPÇÕES PARA EXPANSÃO DAS ATIVIDADES DE UM AGENTE DE EXPORTAÇÃO Mariélli Taborda Da Costa, Silvani Micheli Ziegler,

Leia mais

Soluções Qualilog para Comércio Exterior

Soluções Qualilog para Comércio Exterior Soluções Qualilog para Comércio Exterior Visão Geral Temos atuado, com sucesso, no apoio a empresas brasileiras que já exportam ou têm como projeto exportar seus produtos para os Estados Unidos, assessorandoas

Leia mais

SISTEMA DE EXPORTAÇÃO SISEXP SEFAZ/GO EXPORTAÇÃO ATRAVÉS DE COMERCIAL EXPORTADORA OU TRADING COMPANY.

SISTEMA DE EXPORTAÇÃO SISEXP SEFAZ/GO EXPORTAÇÃO ATRAVÉS DE COMERCIAL EXPORTADORA OU TRADING COMPANY. SISTEMA DE EXPORTAÇÃO SISEXP SEFAZ/GO EXPORTAÇÃO ATRAVÉS DE COMERCIAL EXPORTADORA OU TRADING COMPANY. Digite sua matrícula e senha na parte superior direita na página da web www.sefaz.go.gov.br Clique

Leia mais

Diretoria de Comércio Exterior

Diretoria de Comércio Exterior Diretoria de Comércio Exterior Rede de atendimento no País 15.212 pontos Banco do Brasil rede de atendimento Rede de TAA 39.417 terminais Agências no exterior 42 dependências em 23 países 1.471 Bancos

Leia mais

órgão nacional interveniente no comércio internacional

órgão nacional interveniente no comércio internacional MDIC órgão nacional interveniente no comércio internacional CURSO: Administração DISCIPLINA: Comércio Exterior FONTES: KEEDI, Samir. ABC DO COMÉRCIO EXTERIOR. São Paulo: Aduaneiras, 2007. www.desenvolvimento.gov.br

Leia mais

Seja um parceiro Xact Tecnologia e ofereça ao mercado nossas soluções, voltadas para gerenciamento total dos processos críticos do negócio.

Seja um parceiro Xact Tecnologia e ofereça ao mercado nossas soluções, voltadas para gerenciamento total dos processos críticos do negócio. Seja um parceiro Xact Tecnologia e ofereça ao mercado nossas soluções, voltadas para gerenciamento total dos processos críticos do negócio. Participe da rede de distribuição dos produtos exclusivos da

Leia mais

MBA em Comércio Exterior e Negócios Internacionais FGV RJ Período 2005 2006

MBA em Comércio Exterior e Negócios Internacionais FGV RJ Período 2005 2006 Fabio Luis Soares do Valle Brasileiro, solteiro, 42 anos 21-10-1972 Rua Marques de Abrantes 178/1505 - Flamengo Rio de Janeiro RJ Tel: (21) 98854-5945; e-mail: fabioge72@hotmail.com Formação Acadêmica:

Leia mais

Importação Exportação Consultoria

Importação Exportação Consultoria R Importação Exportação Consultoria R Wu s Company. Criada em 2010 a Wu's Company é uma empresa especializada em comércio exterior, que atua na área de importação, exportação, tradução e consultoria especializada

Leia mais

Sistemas para internet e software livre

Sistemas para internet e software livre Sistemas para internet e software livre Aula 3 - Modelos de Negócios na Web Image: FreeDigitalPhotos.net Modelo de negócios Definição clássica "É um método de fazer negócios por meio do qual uma empresa

Leia mais

RAZÃO ANALÍTICO INDIVIDUAL Folha: 00002 LCTO DCTO DATA C/PART. C/C H I S T Ó R I C O DÉBITO CRÉDITO SALDO

RAZÃO ANALÍTICO INDIVIDUAL Folha: 00002 LCTO DCTO DATA C/PART. C/C H I S T Ó R I C O DÉBITO CRÉDITO SALDO RAZÃO ANALÍTICO INDIVIDUAL Folha: 00002 Conta 41112-9 401010101000100 REVENDAS - MATRIZ 02/01 12201-2 VENDAS CFE. NF.N.º 1333 1.263,60 02/01 12201-2 VENDAS CFE. NF.N.º 001334 842,40 03/01 12201-2 VENDAS

Leia mais

EMBAIXADA DO BRASIL EM TÓQUIO

EMBAIXADA DO BRASIL EM TÓQUIO EMBAIXADA DO BRASIL EM TÓQUIO S E T O R D E P R O M O Ç Ã O C O M E R C I A L BOLETIM DE MERCADO NEGOCIANDO COM AS TRADING COMPANIES JAPONESAS 1) Introdução As grandes trading companies japonesas surgiram

Leia mais

Quem Somos. A FAST BRAZIL é uma empresa 100% brasileira, especializada em agenciamento de cargas e despacho aduaneiro.

Quem Somos. A FAST BRAZIL é uma empresa 100% brasileira, especializada em agenciamento de cargas e despacho aduaneiro. Quem Somos A FAST BRAZIL é uma empresa 100% brasileira, especializada em agenciamento de cargas e despacho aduaneiro. Contamos com profissionais altamente qualificados no comércio internacional e uma rede

Leia mais

Manual Prático do Usuário

Manual Prático do Usuário Página 12 Saiba mais Em quanto tempo seu cliente recebe o produto Como é emitida a Nota fiscal e recolhido os impostos Pergunte ao Suporte Todos os pedidos serão enviados em até 24 horas úteis, após a

Leia mais

CARTA-CIRCULAR Nº 937. Documento normativo revogado pela Circular 906, de 21/12/1984.

CARTA-CIRCULAR Nº 937. Documento normativo revogado pela Circular 906, de 21/12/1984. CARTA-CIRCULAR Nº 937 Documento normativo revogado pela Circular 906, de 21/12/1984. Aos Estabelecimentos Bancários Comunicamos que, tendo em vista as disposições da Circular nº 816, desta data, fica criado

Leia mais

PLATAFORMA DE NEGÓCIOS

PLATAFORMA DE NEGÓCIOS SOBRE NOSSA PLATAFORMA COMPLETA A Plataforma de Negocio da Tommasi foi formada ao longo de 20 anos de experiência no ramo de importação e exportação e de uma equipe especializada para formação de uma estrutura

Leia mais

Unidade II RECURSOS MATERIAIS E PATRIMONIAIS

Unidade II RECURSOS MATERIAIS E PATRIMONIAIS Unidade II 2 TENDÊNCIAS DA ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS 2.1 Gestão de compras 1 A gestão de compras assume papel estratégico na Era da competição global, devido ao volume de recursos envolvidos no processo,

Leia mais

Pergunte à CPA. Exportação- Regras Gerais

Pergunte à CPA. Exportação- Regras Gerais 13/03/2014 Pergunte à CPA Exportação- Regras Gerais Apresentação: Helen Mattenhauer Exportação Nos termos da Lei Complementar nº 87/1996, art. 3º, II, o ICMS não incide sobre operações e prestações que

Leia mais

PROFª. REGINA NEGRI PAGANI PROFª. JAQUELINE RODRIGUES

PROFª. REGINA NEGRI PAGANI PROFª. JAQUELINE RODRIGUES ECONOMIA PARA ADMINISTRADORES Decisões sobre a maneira de ingressar no Mercado Internacional - Estratégias para o Mercado Internacional PROFª. REGINA NEGRI PAGANI PROFª. JAQUELINE RODRIGUES 1 2 DECISÕES

Leia mais

2.3 Estratégias Globais de Empresas Transnacionais

2.3 Estratégias Globais de Empresas Transnacionais 2.3 Estratégias Globais de Empresas Transnacionais DISCIPLINA: Negócios Internacionais FONTE: DIAS, Reinaldo. RODRIGUES, Waldemar. Comércio Exterior Teoria e Gestão. Atlas. 05/02/2016 www.boscotorres.com.br

Leia mais

As exportações de bens podem ocorrer, basicamente, de duas formas: direta ou indiretamente.

As exportações de bens podem ocorrer, basicamente, de duas formas: direta ou indiretamente. Capitulo 10: Tipos de exportação As exportações de bens podem ocorrer, basicamente, de duas formas: direta ou indiretamente. Diretamente: quando o exportador fatura e remete o produto ao importador, mesmo

Leia mais

Cadeias de Valor e Aglomerações Empresariais Estratégias para Inserção Competitiva. Luiz Gilberto Mury

Cadeias de Valor e Aglomerações Empresariais Estratégias para Inserção Competitiva. Luiz Gilberto Mury Cadeias de Valor e Aglomerações Empresariais Estratégias para Inserção Competitiva Luiz Gilberto Mury Competitividade internacional Competitividade para uma nação é o grau pelo qual ela pode, sob condições

Leia mais

OPERAÇÕES CAMBIAIS DE EXPORTAÇÃO

OPERAÇÕES CAMBIAIS DE EXPORTAÇÃO OPERAÇÕES CAMBIAIS DE EXPORTAÇÃO RANIERI, Patrícia FERREIRA, Marcelino Cristiliana Discentes da Faculdade de Ciências Jurídicas e Gerenciais E-mail: paty-patriciapati@hotmail.com PETITTO, Sônia Docente

Leia mais

NATHALLYE STEFFEN nasteffen@yahoo.com.br. ORIENTADOR: CRISTIANO MORINI Estágio Supervisionado ADM-GNI UNIMEP cmorini@unimep.br

NATHALLYE STEFFEN nasteffen@yahoo.com.br. ORIENTADOR: CRISTIANO MORINI Estágio Supervisionado ADM-GNI UNIMEP cmorini@unimep.br Um Estudo sobre Trading Company e Comercial Exportadora como Alternativas para Inserção de Produtos de Empresas de Pequeno Porte no Comércio Internacional. NATHALLYE STEFFEN nasteffen@yahoo.com.br ORIENTADOR:

Leia mais

OEA OPERADOR ECONÔMICO AUTORIZADO PROGRAMA BRASILEIRO

OEA OPERADOR ECONÔMICO AUTORIZADO PROGRAMA BRASILEIRO OEA OPERADOR ECONÔMICO AUTORIZADO PROGRAMA BRASILEIRO A Receita Federal do Brasil publicou na sexta-feira, dia 5/12, a IN nº 1521 instituindo o Programa Brasileiro de OEA Operador Econômico Autorizado.

Leia mais

LOGÍSTICA Prof. Edwin B. Mitacc Meza

LOGÍSTICA Prof. Edwin B. Mitacc Meza LOGÍSTICA Prof. Edwin B. Mitacc Meza Prova 1 09 de Maio de 2013 Nome: 1ª QUESTÃO (1,0) Segundo os dados divulgados pela ood and Agriculture Organization (AO, 2011) sobre as exportações brasileiras, em

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico ETEC PAULINO BOTELHO / E.E. ESTERINA PLACCO (EXTENSAO) Código: 091.01 Município: São Carlos Eixo Tecnológico: Gestão e Negócios Habilitação Profissional: Nível

Leia mais

Passos na Importação Roteiro Básico. Eduardo Leoni Machado Fevereiro/2012

Passos na Importação Roteiro Básico. Eduardo Leoni Machado Fevereiro/2012 Roteiro Básico Eduardo Leoni Machado Fevereiro/2012 1º Passo Efetuar contatos com fornecedor (exportador). 2º Passo Formalizar as negociações com fornecedor (exportador). 3º Passo Negociar a condição de

Leia mais

lozenge Empresa "Nosso papel é administrar a sua operação de comércio internacional" Lozenge INTL Comércio, Importação e Exportação Ltda.

lozenge Empresa Nosso papel é administrar a sua operação de comércio internacional Lozenge INTL Comércio, Importação e Exportação Ltda. Empresa Terceirizar as atividades-meio de uma empresa é uma forma inteligente de focar-se no objeto principal de seu negócio. Para atender esta demanda, podemos atuar de formas distintas e de acordo com

Leia mais

2. COMO IMPORTAR 1 PLANEJAMENTO 2 CONTATOS COM POTENCIAIS FORNECEDORES 3 IDENTIFICAR NCM, TRATAMENTO ADMINISTRATIVO E TRIBUTÁRIO.

2. COMO IMPORTAR 1 PLANEJAMENTO 2 CONTATOS COM POTENCIAIS FORNECEDORES 3 IDENTIFICAR NCM, TRATAMENTO ADMINISTRATIVO E TRIBUTÁRIO. 1 2 2. COMO IMPORTAR 2.1. FLUXOGRAMA DE IMPORTAÇÃO 1 PLANEJAMENTO A fase de planejamento das importações é geralmente parte integrante do planejamento geral da empresa para atender sua necessidade de máquinas,

Leia mais

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - CETEC. Ensino Técnico ETEC PAULINO BOTELHO / E.E. ESTERINA PLACCO (EXTENSAO)

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - CETEC. Ensino Técnico ETEC PAULINO BOTELHO / E.E. ESTERINA PLACCO (EXTENSAO) Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico ETEC PAULINO BOTELHO / E.E. ESTERINA PLACCO (EXTENSAO) Código: 091.01 Município: São Carlos Eixo Tecnológico: Gestão e Negócios Habilitação Profissional: Nível

Leia mais

RELATÓRIO DE GERENCIAMENTO DE RISCOS PILAR 3 DISCIPLINA DE MERCADO

RELATÓRIO DE GERENCIAMENTO DE RISCOS PILAR 3 DISCIPLINA DE MERCADO RELATÓRIO DE GERENCIAMENTO DE RISCOS PILAR 3 DISCIPLINA DE MERCADO 1º TRIMESTRE - 2012 1 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 3 2. INSTITUCIONAL... 3 3. GERENCIAMENTO DE RISCOS... 4 4. TIPOS DE RISCOS FINANCEIROS...

Leia mais

16. PROCESSOS ALFANDEGÁRIOS LOGÍSTICOS

16. PROCESSOS ALFANDEGÁRIOS LOGÍSTICOS 16. PROCESSOS ALFANDEGÁRIOS LOGÍSTICOS DISCIPLINA: Logística Internacional FONTES: SILVA, Luiz Augusto Tagliacollo. Logística no Comércio Exterior. São Paulo: Aduaneiras, 2010. SOUZA, José Meireles de

Leia mais

A SISTEMÁTICA BRASILEIRA APLICADA À OPERAÇÃO BACK TO BACK: ROTINA E PROCEDIMENTOS

A SISTEMÁTICA BRASILEIRA APLICADA À OPERAÇÃO BACK TO BACK: ROTINA E PROCEDIMENTOS A SISTEMÁTICA BRASILEIRA APLICADA À OPERAÇÃO BACK TO BACK: ROTINA E PROCEDIMENTOS Profª. MSc. Patrícia Duarte Peixoto Morella Julciane Dambros RESUMO Com a significativa intensificação do comércio internacional

Leia mais

QUESTIONÁRIO LOGISTICS CHALLENGE 2015 PRIMEIRA FASE

QUESTIONÁRIO LOGISTICS CHALLENGE 2015 PRIMEIRA FASE QUESTIONÁRIO LOGISTICS CHALLENGE 2015 PRIMEIRA FASE *Envie o nome de seu grupo, dos integrantes e um telefone de contato junto com as respostas do questionário abaixo para o e-mail COMMUNICATIONS.SLA@SCANIA.COM*

Leia mais

SEGURO DE TRANSPORTE DE CARGAS NACIONAL E INTERNACIONAL

SEGURO DE TRANSPORTE DE CARGAS NACIONAL E INTERNACIONAL SEGURO DE TRANSPORTE DE CARGAS NACIONAL E INTERNACIONAL Sobre o Seguro de Transportes É destinado a dois tipos de clientes: 1. Proprietários de mercadorias (embarcador) 2. Empresas de transportes rodoviários

Leia mais

CONSELHO DE CONTRIBUINTES DO ESTADO DE MINAS GERAIS

CONSELHO DE CONTRIBUINTES DO ESTADO DE MINAS GERAIS Acórdão: 16.382/05/2 a Rito: Sumário Impugnação: 40.010114200-06 Impugnante: Coinbra Cresciumal S/A Proc. S. Passivo: José Eustáquio Passarini de Resende/Outros PTA/AI: 02.000208442-27 Inscr. Estadual:

Leia mais

CFOP DESCRIÇÃO APLICAÇÃO

CFOP DESCRIÇÃO APLICAÇÃO CFOP DESCRIÇÃO APLICAÇÃO 1.000 ENTRADAS OU AQUISIÇÕES DE SERVIÇOS DO ESTADO Classificam-se, neste grupo, as operações ou prestações em que o estabelecimento remetente esteja localizado na mesma unidade

Leia mais

Formação de Analista em Comércio Exterior

Formação de Analista em Comércio Exterior Formação de Analista em Comércio Exterior com Pós Graduação Objetivo: Habilitar os participantes para exercer a profissão de Analista de Comércio Exterior e trabalhar com a análise das operações, planejamento,

Leia mais

CENTRO DE NEGÓCIOS DE DUBAI Emirados Árabes Unidos

CENTRO DE NEGÓCIOS DE DUBAI Emirados Árabes Unidos CENTRO DE NEGÓCIOS DE DUBAI Emirados Árabes Unidos CN DUBAI: o exportador brasileiro mais perto do seu cliente. O objetivo do CN DUBAI é a redução da distância entre exportadores brasileiros e seus clientes

Leia mais

CÓPIA NÃO CONTROLADA. DOCUMENTO CONTROLADO APENAS EM FORMATO ELETRÔNICO. PSQ 290.0330 - PROCEDIMENTO DO SISTEMA DA QUALIDADE SISTEMA DE PEDIDOS

CÓPIA NÃO CONTROLADA. DOCUMENTO CONTROLADO APENAS EM FORMATO ELETRÔNICO. PSQ 290.0330 - PROCEDIMENTO DO SISTEMA DA QUALIDADE SISTEMA DE PEDIDOS PSQ - (820.60 Distribution) (7.2 Processos relacionados a clientes) APROVAÇÃO KLEBERSON FORTUNATO Gerente Supply Chain Data: / / ELABORAÇÃO REVISÃO ROSELI ROMERO CAMARGO Coordenadora de Logística GISELA

Leia mais

PROGRAMA BNDES-exim PÓS-EMBARQUE SUPPLIER CREDIT REGULAMENTO

PROGRAMA BNDES-exim PÓS-EMBARQUE SUPPLIER CREDIT REGULAMENTO PROGRAMA BNDES-exim PÓS-EMBARQUE Julho/2002 SUPPLIER CREDIT REGULAMENTO 1. OBJETIVO Apoiar a comercialização, no exterior, dos bens indicados na Relação de Produtos Financiáveis aprovada pelo BNDES e/ou

Leia mais

5 Levantamento e Análise dos Fluxos Logísticos de Processos de Importação Desembaraçados no Rio de Janeiro.

5 Levantamento e Análise dos Fluxos Logísticos de Processos de Importação Desembaraçados no Rio de Janeiro. 52 5 Levantamento e Análise dos Fluxos Logísticos de Processos de Importação Desembaraçados no Rio de Janeiro. Este Capítulo abordará a análise dos dados efetuados em 150 processos aduaneiros de importação

Leia mais

PLANO DE INTERNACIONALIZAÇÃO

PLANO DE INTERNACIONALIZAÇÃO PLANO DE INTERNACIONALIZAÇÃO CURSO: Administração DISCIPLINA: Comércio Exterior FONTE: DIAS, Reinaldo. RODRIGUES, Waldemar. Comércio Exterior Teoria e Gestão. Atlas. São Paulo: 2004 6.3b Plano de Internacionalização

Leia mais

Importação Passo a Passo

Importação Passo a Passo 1º Passo Defina o que quer importar Importação Passo a Passo O mercado internacional, principalmente a China, apresenta uma ampla oportunidade de produtos para se importar. Antes de iniciar sua operação

Leia mais

GOVERNO DE ALAGOAS SECRETARIA DA FAZENDA. *Publicado no DOE de 01/07/202

GOVERNO DE ALAGOAS SECRETARIA DA FAZENDA. *Publicado no DOE de 01/07/202 GOVERNO DE ALAGOAS SECRETARIA DA FAZENDA *Publicado no DOE de 01/07/202 DECRETO Nº 719, DE 28 DE junho DE 2002 Procede alteração no Regulamento do ICMS, aprovado pelo Decreto nº 35.245, de 26 de dezembro

Leia mais

METODOLOGIA DO INDICADOR DE PREÇOS DA SOJA ESALQ/BM&FBOVESPA

METODOLOGIA DO INDICADOR DE PREÇOS DA SOJA ESALQ/BM&FBOVESPA METODOLOGIA DO INDICADOR DE PREÇOS DA SOJA ESALQ/BM&FBOVESPA 1. OBJETIVO Descrever a Metodologia do Indicador de Preços da SOJA ESALQ/BM&FBOVESPA, produto comercializado no porto de Paranaguá nas modalidades

Leia mais

EXERCÍCIOS DE ECONOMIA INTERNACIONAL E COMEX. 1 - Ao se eleger um Incoterm para uma operação comercial, as partes definem

EXERCÍCIOS DE ECONOMIA INTERNACIONAL E COMEX. 1 - Ao se eleger um Incoterm para uma operação comercial, as partes definem EXERCÍCIOS DE ECONOMIA INTERNACIONAL E COMEX 1 - Ao se eleger um Incoterm para uma operação comercial, as partes definem a) a modalidade de transporte e a forma de contratação e liquidação de câmbio b)

Leia mais

28/06/2012 (Orientação) Fato Gerador das Contribuições Previdenciárias

28/06/2012 (Orientação) Fato Gerador das Contribuições Previdenciárias 28/06/2012 (Orientação) Fato Gerador das Contribuições Previdenciárias 1. Introdução 2. Fato Gerador da Obrigação Previdenciária Principal 2.1. Em Relação ao Segurado Empregado 2.2. Em Relação ao Empregado

Leia mais

Escola Secundária com 3º ciclo de Paços de Ferreira 403374. Pagamentos e Garantias Catarina Campos Nº7 12ºS

Escola Secundária com 3º ciclo de Paços de Ferreira 403374. Pagamentos e Garantias Catarina Campos Nº7 12ºS Pagamentos e Garantias Catarina Campos Nº7 12ºS ÍNDICE Pagamentos... 3 Condições e mecanismos gerais... 3 Pagamento Direto... 3 Cobrança Documentária... 3 Abertura de Crédito... 4 Garantias de Pagamento...

Leia mais

COMO FINANCIAR AS EXPORTAÇÕES PELO BNDES EXIM COMO AS MICRO, PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS PODEM SE BENEFICIAR

COMO FINANCIAR AS EXPORTAÇÕES PELO BNDES EXIM COMO AS MICRO, PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS PODEM SE BENEFICIAR BRASÍLIA, 2014 COMO FINANCIAR AS EXPORTAÇÕES PELO BNDES EXIM COMO AS MICRO, PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS PODEM SE BENEFICIAR CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA - CNI Robson Braga de Andrade Presidente Diretoria

Leia mais

Programa de Revenda Ciminos

Programa de Revenda Ciminos 1 Programa de Revenda Ciminos Ciminos Informática Ltda. Fabrica de Software, Softwares de Gestão de Negócios e CRM 2 Softwares de Gestão de Negócios e CRM Empresa 3 Objetivo 3 Especificação do Produto

Leia mais

Segregação de Receitas: Substituição Tributária, Tributação Monofásica

Segregação de Receitas: Substituição Tributária, Tributação Monofásica Anexo I Comércio A partir de 01.01.2015 TABELAS DO SIMPLES NACIONAL VIGENTES A PARTIR DE 01.01.2015 RESOLUÇÃO CGSN 94 DE 29.11.2011 (Art. 25 A e Anexo I) Art. 25 A. O valor devido mensalmente pela ME ou

Leia mais

Sumário PARTE 1: Programa Brasileiro de OEA PARTE 2: Fase 2 OEA Conformidade Benefícios Critérios Projeto Piloto Próximos Passos

Sumário PARTE 1: Programa Brasileiro de OEA PARTE 2: Fase 2 OEA Conformidade Benefícios Critérios Projeto Piloto Próximos Passos Sumário PARTE 1: Programa Brasileiro de OEA PARTE 2: Fase 2 OEA Conformidade Benefícios Critérios Projeto Piloto Próximos Passos Vídeo Institucional do Programa OEA Modelo do Programa Brasileiro de OEA

Leia mais

CANCELAMENTO DE DESEMBARAÇO DE NFE PELO DTE - RESOLUÇÃO GSEFAZ 10/15

CANCELAMENTO DE DESEMBARAÇO DE NFE PELO DTE - RESOLUÇÃO GSEFAZ 10/15 CANCELAMENTO DE DESEMBARAÇO DE NFE PELO DTE - RESOLUÇÃO GSEFAZ 10/15 dte@sefaz.am.gov.br 26/11/2015 REQUISITOS BÁSICOS PARA TODOS OS CANCELAMENTOS: Prazo máximo de 180 dias, a contar da emissão da NF-e

Leia mais

ANO XXIII - 2012-4ª SEMANA DE DEZEMBRO DE 2012 BOLETIM INFORMARE Nº 52/2012

ANO XXIII - 2012-4ª SEMANA DE DEZEMBRO DE 2012 BOLETIM INFORMARE Nº 52/2012 ANO XXIII - 2012-4ª SEMANA DE DEZEMBRO DE 2012 BOLETIM INFORMARE Nº 52/2012 TRIBUTOS FEDERAIS EXPORTAÇÃO INDIRETA - CONSIDERAÇÕES BÁSICAS... ICMS - MS/MT/RO ENTREGA FUTURA - PROCEDIMENTOS... LEGISLAÇÃO

Leia mais

Produto BNDES Exim Pós-embarque Normas Operacionais. Linha de Financiamento BNDES Exim Automático

Produto BNDES Exim Pós-embarque Normas Operacionais. Linha de Financiamento BNDES Exim Automático Produto BNDES Exim Pós-embarque Normas Operacionais Classificação: Ostensivo Linha de Financiamento BNDES Exim Automático Capítulo I - REGULAMENTO 1. OBJETIVO Apoiar, na fase pós-embarque, a comercialização,

Leia mais

Banco Nacional de Itens (BNI) do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade)

Banco Nacional de Itens (BNI) do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) Banco Nacional de Itens (BNI) do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) DIRETORIA DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR COORDENAÇÃO GERAL DO ENADE SINAES AVALIAÇÃO DE IES AVALIAÇÃO DE CURSOS AVALIAÇÃO

Leia mais

Produto BNDES Exim Pós-embarque Normas Operacionais. Linha de Financiamento BNDES Exim Automático

Produto BNDES Exim Pós-embarque Normas Operacionais. Linha de Financiamento BNDES Exim Automático Produto BNDES Exim Pós-embarque Normas Operacionais Linha de Financiamento BNDES Exim Automático Capítulo I - REGULAMENTO 1. OBJETIVO Apoiar, na fase pós-embarque, a comercialização, no exterior, de bens

Leia mais

GUIA DE ORIENTAÇÃO OPORTUNIDADES PROFISSIONAIS GUIA DE ORIENTAÇÃO OPORTUNIDADES PROFISSIONAIS QUE PODEM SER DESENVOLVIDAS ATRAVÉS DOS NOSSOS CURSOS

GUIA DE ORIENTAÇÃO OPORTUNIDADES PROFISSIONAIS GUIA DE ORIENTAÇÃO OPORTUNIDADES PROFISSIONAIS QUE PODEM SER DESENVOLVIDAS ATRAVÉS DOS NOSSOS CURSOS GUIA DE ORIENTAÇÃO QUE PODEM SER DESENVOLVIDAS ATRAVÉS DOS NOSSOS CURSOS 1 ÁREA DE COMÉRCIO EXTERIOR Advogados Advogados podem atuar na área de direito aduaneiro e poderão ser muito bem remunerados pelos

Leia mais

Vendas Coletivas e publicidade nas indústrias criativas. Laura Fragomeni

Vendas Coletivas e publicidade nas indústrias criativas. Laura Fragomeni Vendas Coletivas e publicidade nas indústrias criativas Laura Fragomeni Agenda Crescimento do E-commerce Modelos de negócio Breve histórico das Vendas Coletivas Vendas Coletivas e o Marketplace Novas Tendências

Leia mais

INTERNACIONALIZAÇÃO DE EMPRESAS - Marketing Internacional

INTERNACIONALIZAÇÃO DE EMPRESAS - Marketing Internacional INTERNACIONALIZAÇÃO DE EMPRESAS - Marketing CURSO: Administração DISCIPLINA: Comércio FONTE: DIAS, Reinaldo. RODRIGUES, Waldemar. Comércio Exterior Teoria e Gestão. Atlas. São Paulo: 2004 2.4d_ização de

Leia mais