Modelo de desenvolvimento mexicano sob o NAFTA (North American Free Trade Agreement): exemplo para o Brasil?

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1 Modelo de desenvolvimento mexicano sob o NAFTA (North American Free Trade Agreement): exemplo para o Brasil? Resumo ESPÓSITO, Katiuscia Moreno Galhera Programa de Pós Graduação em Relações Internacionais San Tiago Dantas (UNESP, UNICAMP e PUC-SP) Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) Área temática: Ciências Sociais e Desenvolvimento A partir da década de 1970, a internacionalização das empresas trouxe para os governos nacionais novas questões como o emprego formal em multinacionais (MNC), mecanismos contábeis cada vez mais sofisticados utilizados pelas MNC (como o transfer pricing) e a terceirização (outsourcing), dentre outros. Cada Estado responde de forma diferente os desafios da globalização : se por vezes buscou combater a precarização do trabalho como é o caso da maior parte dos países na União Européia, por outras o Estado chega a mudar sua legislação para flexibilizar as condições de trabalho e atrair Investimento Externo Direto (IED) como no estudo de caso proposto neste artigo. Este trabalho visa analisar as condições do mercado de trabalho no México, após as mudanças ocorridas no país para propiciar a entrada de grandes investidores quando da assinatura do North American Free Trade Agreement (NAFTA). Mais especificamente, o exame será realizado sobre a empresa Johnson Controls (MNC estadunidense), que possui uma unidade maquiladora e fornecedora de peças para grandes montadoras como Volksvagen e Nissan. Partiremos da hipótese inicial que a atual situação mexicana é resultado da conjugação de seus fatores internos e dos acontecimentos no Sistema Internacional. Ao fim, buscaremos apontar algumas consequências sócio-econômicas do acordo de livre comércio, tomando como exemplo o caso NAFTA-México. Esperamos que, na análise de um país com muitas das características brasileiras, seja propícia a comparação com o Brasil para estudos e tomadas de decisões futuras. Palavras-chave: globalização, desenvolvimento, acordo de livre-comércio, legislação trabalhista. Abstract The internationalization of companies in the 1970s brought to national governments new issues, such as the reduction of formal employment in multinational companies (MNC), sophisticated accounting mechanisms (such as transfer pricing) and outsourcing, among others. States have responded differently to the challenges of "globalization." If sometimes they sought to fight against precarious work - as is the case of most EU countries -, in other they change their legislation to make working conditions more flexible and attract Foreign Direct Investment (FDI) - as in the study proposed in this case study. The article aims to analyze the changes in Mexicans market, made to facilitate the entry of big investors in the country to the North American Free Trade Agreement (NAFTA). Specifically, the analyze will be done over the company Johnson Controls (an north American MNC and a maquila supplier of products to major automakers like Nissan and Volkswagen). We will assume the initial hypothesis that the actual Mexican situation is a result of internal and external conjugations.

2 At the end, we will seek to point out some consequences of free trade agreements, taking as example the case-nafta Mexico. We hope that the analysis of a country with many Brazilian characteristics is conducive to comparative future analysis and decisions. Keywords: globalization, development, free trade agreement, employment law.

3 Introdução A crise do Estado-Nação passa por diferentes processos, sendo a maior parte deles ligada aos aspectos econômicos das mudanças ocorridas no Sistema Internacional (SI). Essas mudanças, conjugadas com as dinâmicas internas do próprio Estado, propiciam as bases estruturais de mudança que, por sua vez, trazem impactos para todas as camadas da população. Para o caso mexicano argumentaremos que, para além transformações ocorridas no bojo governamental, a assinatura de um tratado de livre-comércio é um dos fatores determinantes das condições sócio-econômicas do país. Em outras palavras, as dinâmicas que ocorrem dentro e fora das fronteiras nacionais definem a vida de milhões de mexicanos. Partimos da hipótese inicial que a assinatura do NAFTA, pelo seu formato e conteúdo, apesar de trazer benefícios econômicos para a economia mexicana, também apresenta múltiplas falhas como modelo de desenvolvimento (de liberalização e exportação voltada para o bloco) para o seu mercado de trabalho e, especialmente, para a região das maquiladoras. A hipótese subordinada, derivada da primeira assertiva, é que o acordo não traria tantas mudanças nocivas não fossem as práticas e a legislação trabalhista, existentes pré-nafta, que abrem espaços para a atuação de sindicatos corruptos, mecanismos de mitigação dos sindicatos legítimos e a alta presença do Estado nas relações entre capital e trabalho, também considerado corrupto por inúmeros analistas. Como dissemos, nosso estudo de caso se foca nas relações laborais de uma maquiladora, por terem as maquilas proliferado principalmente após a assinatura do acordo e retratarem de maneira fidedigna os dois quadros apontados: o de influência da famigerada e confusa globalização e o quadro geral do mercado de trabalho mexicano. A escolha pelo estudo de caso mexicano, e não brasileiro, foi realizada dadas as características comuns entre os dois países (grandes populações e dimensões territoriais, o abandono do modelo de desenvolvimento baseado em substituição de importações, história que remonta ao passado colonial), estes passaram por estratégias de desenvolvimento completamente distintas que definiram suas posições no SI. Com a análise dos resultados de tais estratégias acreditamos contribuir com estudos que consubstanciem futuras decisões brasileiras para o desenvolvimento. Enquanto o México voltou seu modelo de desenvolvimento para a liberalização comercial, atração de investimento externo e atendimento dos mercados do NAFTA, o Brasil não passou por tal experiência, buscando atrair investimentos para o atendimento do mercado interno e a diversificação da pauta exportadora através de seus vizinhos continentais, principalmente via Mercado Comum do Sul (MERCOSUL). O trabalho está dividido em seis partes, para além da introdução e conclusão. Na primeira procuramos demonstrar, através de dados oferecidos pelo Banco Mundial, o quão impactante foi para a economia do México sua entrada no NAFTA. Para tanto, analisaremos a variação do Produto Interno Bruto (PIB) do país, bem como seu PIB per capita, a participação das importações e exportações no PIB e os fluxos de IED invertidos neste Estado, sendo que o perfil do tipo de investimento feito no México, a partir do acordo, é realizado na segunda parte, onde descrevemos brevemente a empresa Jhonson Controls (JC), um dos objetos de estudo deste trabalho. As relações laborais mexicanas e duas características peculiares a estas são abordadas na terceira e quarta partes, respectivamente. O estudo de caso dos trabalhadores na maquiladora em questão é realizado na quinta parte. Finalmente, na sexta parte, abordamos as consequências do NAFTA para o mercado de trabalho mexicano. Por último, tecemos nossas considerações finais. O artigo foi desenvolvido a partir de dados disponíveis no Banco Mundial, documentos oficiais (como a denúncia da International Metalworkers Federation à Organização Internacional do Trabalho), legislação de trabalho mexicana, notícias e revisão bibliográfica.

4 Assinalamos que este trabalho é um esboço de trechos da dissertação de mestrado da autora, ainda em desenvolvimento.

5 O NAFTA: North American Free Trade Agreement Em primeiro de Janeiro de 1994 passa a vigorar formalmente o acordo de livre comércio entre o México, os Estados Unidos da América (EUA) e o Canadá, conhecido como North American Free Trade Agreement, ou NAFTA. Trata-se da maior área de livre comércio do mundo, a qual atingiu 450 milhões de pessoas e movimentou US$ 17 trilhões em bens e serviços (OFFICE OF THE UNITED STATES REPRESENTATIVE, 2011). Quanto ao México, os números dão a dimensão do impacto do NAFTA no país. Ainda que o seu PIB não tenha apresentado variações drásticas nos primeiros anos de vigência do acordo (foram US$ 422 bilhões em 1994 contra US$ 403 bi no ano anterior), é no IED onde se vê mais nitidamente a presenta do NAFTA. Os Investimentos Externos Diretos no país em 1993, um ano antes do tratado, tiveram um montante US$ bilhões, enquanto no ano de vigência do acordo os mesmos tipos de investimento aumentaram quase 150%, passando para US$ bi. Em 2001, o investimento eterno direto invertido no México chegou a aproximadamente US$ 30 bilhões segundo dados do Banco Mundial (ver tabela 1). Em 1993, o México tornou-se o maior captador de IED dentre os países subdesenvolvidos (CASTELLS, 1999: 327). O IED dos Estados Unidos no bloco foi de US$357,7 bilhões em 2009 (o que equivale um aumento de 8,8% em comparação a 2008), principalmente para as áreas de manufaturas, seguros e mineração, de acordo com os últimos dados oficiais disponíveis no site do governo estadunidense (OFFICE OF THE UNITED STATES REPRESENTATIVE, 2011). Do começo do tratado até 2002, foram aproximadamente US$ 7 bilhões investidos, contra US$ 1,9 bilhão de (SANTOS apud SÁNCHEZ, 2007: 153). Foram destes IEDs estadunidenses que propiciaram o surgimento de muitas das empresas maquiladoras no México. Umas dessas maquilas, a Jhonson Controls, será nosso objeto de estudo no próximo item. No caso da indústria automotiva mexicana, a desvalorização do peso, junto com a assinatura do acordo, fez com que as exportações do país superassem o mercado doméstico. Se antes de 1994 o México aplicava 20% de tarifa em todos os veículos importados (sendo 9,2% aplicados pelo Canadá e 2,5% pelos EUA), por volta de 2004 essa tarifa chegava a 10% para as importações de veículos e a não-taxação de produtos se aplicava em 90% do comércio entre os três países (IMFa, sem data: 35). Nas maquiladoras, a isenção de tarifas sobre os produtos fabricados seguiu uma progressão geométrica simples, até sua total isenção: a diminuição das taxações sobre os produtos fabricados nestas áreas foram fixadas em 5% ao ano, passando de 55% em 1994 para 100% em 2003, data da completa isenção de tarifas nos produtos maquilados. A porcentagem das importações e exportadoções no PIB do México são ilustrativas do aumento de sua participação no comércio regional: se, em 1994, 33,9% do PIB correspondia às importações e exportações do país, em 1995, essa fatia equivalia a 53,7% do PIB. O nível mais alto de participação das importações e exportações do país no PIB foi em 2009 (65,8%), também segundo dados do Banco Mundial (ver tabela 1). Em primeiro de janeiro de 2008 todas as restrições e tarifas que restavam como resquícios sobre os produtos comercializados entre os países foram eliminadas, ano do livre comércio em seu sentido mais pleno para o NAFTA (OFFICE OF THE UNITED STATES REPRESENTATIVE, 2011). A multinacional Johnson Controls: características Johnson Controls (JC) é uma multinacional que de matriz norte-americana cuja matriz está baseada em Milwaukee, Wisconsin (WI). Possui aproximadamente 90 subsidiárias em mais de 125 países, dentre eles Brasil, China e México e conta com mais de 140 mil colaboradores em todo o mundo (Johnson Controls, 2011).

6 Dentro do território mexicano, a JC possui uma unidade na cidade de Resureccion, Puebla. Tal unidade surgiu após a assinatura do NAFTA. Como dissemos, esta subsidiária mexicana da JC pode ser caracterizada como uma maquiladora. Sobre essa questão, apontamos que: A região da maquila funciona como zona franca, sem qualquer conexão com a cadeia produtiva do parque industrial mexicano. Autoveículos e autopeças figuram entre os variados produtos que por ali transitam. As três grandes montadoras norte-americanas possuem instalações locais, o que se dá igualmente com a Honda, a Nissan e a Volkswagen. Tais instalações nada têm a ver com as plantas das mesmas EMs [empresas multinacionais] localizadas nas outras regiões do país. (GORENDER, 1997: ) Na região de Puebla, dentro de nosso estudo de caso, a companhia fabricava assentos para outras duas multinacionais, uma alemã e outra japonesa, de montagem de carros (a produção era de 800 assentos Volkswagen e 200 Nissan, respectivamente) (IVANOU, 2010). Entretanto, a JC fornece peças e componentes para veículos para quaisquer outras empresas interessadas em seus produtos, como Mercedes-Benz, DaimlerChrysler e etc. Assim, a JC também é classificada como uma empresa supplier, ou seja, a Jhonson Controls é, dentro da cadeia produtiva indicada, uma companhia destinada a customizar ou diminuir os custos de produção das multinacionais ou empresas-mãe responsáveis pela fabricação dos produtos finais, quais sejam, carros da Volkswagen ou da Nissan. Portanto, os produtos fornecidos pela JC a essas empresas não possuem tecnologia agregada ou, em outras palavras, não participam dos produtos estratégicos realizados pela Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) das multinacionais. Um apontamento interessante relacionado a este estudo de caso diz respeito ao tamanho e abragência das multinacionais. Para muitos, as empresas maquiladoras são pequenas ou médias e operam dependentes das grandes multinacionais montadoras de veículos. Neste caso, a Jhonson Controls também é uma multinacional do setor metalúrgico, menos dependente do que se imagina ser uma fornecedora de peças terceirizada. Conforme foi argumentado, as MNC se utilizam das vantagens locais para alavancar seus ganhos de produção. Para entender as estratégias das multis, é essencial entender as relações de trabalho específicas país a país. É isso o que tentaremos realizar no próximo item. Relações Industriais (RI) no México Relações Industriais são comumente reconhecidas como as relações entre capital e trabalho em uma dada localidade. Ainda que essas relações possam existir em outros ramos além dos industriais, tal expressão é usualmente cunhada para quaisquer relações laborais. Destacamos que, para fins deste artigo, nos referimos às Relações Industriais na metalurgia, sendo que: The industrial relations system is often conceived as an integrated whole, as a set of institutions and practices that regulate relations among employers, employees, and the state, within given economic, technological, and cultural environments (MARTIN e CRISTESCU-MARTIN apud DUNLOP, 2006: 88). Considerando estes aspectos, são o artigo 123 da Constituição dos Estados Unidos do México (1917) e sua regulamentação em 1931, na Ley Federal de Trabajo (LFT), as legislações que regulam as RI mexicanas. (BENSUSÁN, 2006: 315; BARRERA, sem data: 248). Para Barrera, foram cinco as grandes etapas de desenvolvimento do direito mexicano do trabalho: La primera se inicia con el Gran Debate Social de la Asamblea Constituyente de Querétaro, y culmina con la aprobación y promulgación del artículo 123 de la Constitución de 5 de febrero de La segunda, comienza con la expedición de la legislación reglamentaria del artículo 123 por parte de los Estados de la Federación y termina con la reforma constitucional del 6 de septiembre de

7 1929, por virtud de la cual se federaliza la materia laboral, otorgándole al Congreso de la Unión la facultad exclusiva de expedir las leyes reglamentarias del citado artículo 123. La tercera aparece con la reforma constitucional del 1929 y la expedición de la Ley Federal del Trabajo del 18 de agosto de 1931 y concluye con la expedición de la nueva ley laboral el 1º de mayo de La cuarta abarca de 1970 hasta el 19 de diciembre de En este lapso se hacen efectivos, entre otros, los derechos de los trabajadores a la habitación, a su capacitación y adiestramiento y se amplía la competencia en materia federal. Y la quinta, que surge a partir del 19 de diciembre de 1978, cuando se inicia no sólo una nueva fase en el desenvolvimiento del derecho mexicano del trabajo, sino que se constituye la toma de una decisión fundamental de cuya efectividad dependerá el futuro de la Nación. (sem data: 249) Segundo Royo, Dormond e Arias há ainda mais uma etapa, de flexibilização, na década de 1990, pouco antes da entrada do país no NAFTA. Segundo os autores, as flexibilizações são de três tipos: (i) numéricas, de ajuste do emprego à demanda flutuante do produto; (ii) salarial, onde o salário se adequa em função da produtividade e (iii) funcional, onde a flexibilidade da força de trabalho nos processos produtivos implica em polivalência, mobilidade e baixa remuneração a fim de atrair IED para o país (2005: 29-30). Ainda que a LFT seja considerada altamente avançada, na prática ela abre um amplo leque de atuação para as mais variadas práticas não-democráticas. Parece ter sido isso o que aconteceu principalmente em sua interpretação no âmbito do NAFTA. Não encontramos, portanto, nenhuma mudança formal, na letra da lei, para a entrada mexicana no bloco, ainda que (ressaltemos), isso não seja impeditivo para precarizações reais dos postos de trabalho. Por exemplo: a LFT não é regulada pelo Poder Legislativo, como ocorre na mair parte dos países democráticos, mas pelo Poder Executivo. Daí resulta que as relações entre capital e trabalho podem não ser pautadas por decisões técnicas baseadas na letra da lei, em respeito ao princípio republicano de separação de poderes, mas pelo arbitramento emanado do Poder Executivo, pois é do Executivo Federal que emanam os poderes da "Secretaría del Trabajo e da Junta Federal de Conciliación y Arbitraje, entes responsáveis pelo reconhecimento dos sindicatos. O direito à greve, que em teoria deveria ser legislado de modo a deixar relativamente livre o embate entre o capital e o trabalho é, no caso mexicano, observado de perto pelo Executivo, notadamente corrupto (LÓPEZ, 2009: 23; ROBLES, 2009: 41). Paradoxalmente, o México ratificou a Convenção 87 da Organização Internacional do Trabalho (OIT) em 1950, que trata de liberdade sindical, prevista no artigo 133 da Constituição. Também paradoxal, a Constituição concede amplo reconhecimento da liberdade de associação aos trabalhadores, prevista nas seções A e B. Entretanto, quando da ratificação, uma cláusula adicional foi inserida no corpo da Convenção, permitindo a existência dos contratos de protección. Tal cláusula desconfigura quase a totalidade da Convenção 87. No Brasil, a exemplo do México, as relações entre capital e trabalho também são reguladas pelo Estado. Para o caso brasileiro, a não ratificação da Convenção 87 da OIT se deu justamente porque não existe tal embate direto. Um dos motivos pelos quais o Brasil não é signatário da Convenção 87 está relacionado com da não existência de regulamentação clara sobre a liberdade sindical. A tentativa fracassada de ratificá-la, pelo projeto de Lei nº. 164, de 1987, não obteve apoio dos empregadores e as correntes sindicais favoráveis foram minoritárias (CARDOSO, 2002, p. 30; TAVARES DE ALMEIDA, 1988, p. 360). Portanto, para o México, contatamos um gap entre a letra da lei e a prática, fazendo com que muitos dos direitos trabalhistas sejam, na verdade, letra morta: el Convenio 87 (...) choca de frente con

8 las disposiciones de la Ley Federal del Trabajo, LFT, que pone en manos del Estado el control del registro de los sindicatos y de la famosa Toma de Nota (DE BUEN L., 2009: 45). O próprio Estado mexicano respeita a lei e as convenções internacionais em níveis baixos (JUSTINIANI, 2009: 174), existindo outro gap, agora entre a sua projeção do México no cenário internacional como país respeitador dos direitos humanos e a sua realidade interna. Tais constatações podem ser verificadas também na análise de duas figuras interessantes das relações industriais no país, abordadas no próximo tópico. Essas figuras são problemáticas principalmente para os trabalhadores da empresa proposta no estudo de caso deste estudo (os trabalhadores da JC). Contratos de proteção e sindicatos de papel Entre 70 % a 90% dos contratos firmados entre empresas e sindicatos no território mexicano são considerados de protección (JUSTINIANI, 2009: 174). Tais contratos, que deveriam ser coletivos e derivados de barganha legítima por parte dos trabalhadores, na verdade são contratos de protección, firmados entre a empresa e sindicatos de papel ou fantasmas. Sindicatos de papel são, como o próprio nome sugere, instituições aparentemente legais desenvolvidas por empresas antes da implementação final de uma fábrica no México, ou antes da contratação do primeiro empregado, desenvolvidos por firmas de advocacia, por vezes em parceria com o próprio empresariado (IVANOUa, 2011). Apesar de a lei mexicana permitir que haja mais de um sindicato em uma empresa, tal tarefa se mostra difícil, por vezes impossível, devido ao fato que um sindicato deve solicitar seu reconhecimento junto à Junta de Conciliación y Arbitraje (JCA), composta por representantes do governo, empregadores e diversos sindicatos de papel existentes. Esse processo de reconhecimento faz com que (i) seja perpetuada, a nível institucional, dentro do próprio Estado, a criação de novos sindicatos de papel (ii) se dificulte a criação e formalização de sindicatos legítimos e independentes escolhidos pelos trabalhadores. Essa situação é particularmente visível nas Zonas Francas e maquiladoras. Contratos de protección, por sua vez, são pseudocontratos firmados pelas empresas de advocacia ou outros grupos ilegítimos para a representação de trabalhadores. Tais contratos apresentam os seguintes problemas: They are reached between trade unions and employer representatives without being discussed or approved by the majority of workers covered by the same; They are reached by illegitimate parties that are not elected democratically by a majority of the workers they claim to represent; They are administered and/or revised without reference to a majority of the workers; In some cases, workers are unaware that a "trade union" is representing them. Although Mexican law allows there to be more than one trade union in a single company, this is rare (IVANOUb, 2011) O debate em torno dos contratos de protección é bastante controverso no México, pois é defendido por muitos legistas e bastante utilizado pelos maiores sindicatos do país, todos corporativistas, dentre os principais: Confederación Revolucionaria de Obreros y Campesinos (CROC), Confederación de Trabajadores de Mexico (CTM), Confederación Regional Obrera Mexicana (CROM), Confederación de Trabajadores y Campesinos (CTC) (ROBLES, 2009: 41).

9 Ainda que na década de 1980, em princípios da década perdida ( ), tenha sido reforçada a prática de celebrar contratos de proteção, restringido o direito de greve e a titularidad 1, é na lei aprovada em 1931 onde se encontra o espaço para interpretação errônea da lei e seus consequentes contratos e sindicatos: Antes de 1931, la formación y existencia de cada sindicato dependía exclusivamente de la voluntad de los trabajadores, llegando a coexistir varios sindicatos en alguna empresa, a veces, un sindicato por turno, y que dependiendo de su capacidad de negociación participaban en la definición de sus condiciones laborales, salarios y prestaciones. A partir de este año, los sindicatos dejaron de ser una expresión de la voluntad soberana de los trabajadores para existir sólo en función del reconocimiento del poder ejecutivo a través de las Juntas de Conciliación y Arbitraje. Una vez aprobada y entrando en vigencia la LFT, se empezaron a negar los registros sindicales, a declarar ilegales o inexistentes las huelgas y aparecieron en escena los primeros Contratos de Protección Patronal (ROBLES apud TAIBO II, PACO IGNÁCIO, FERRER, GUADALUPE; ROBLES apud ROBLES, 2009: 41 e 42). Apontamos que um sindicato deve requerer reconhecimento oficial na Junta de Conciliación y Arbitraje para operar legalmente. Tal junta é composta por empregadores, sindicatos e governo. Em teoria, a estrutura tripartite da JCA deveria operar tal qual a OIT, de modo a conciliar os pontos em comum na relação entre capital e trabalho e regulamentar essas relações. Entretanto, os maiores sindicatos mexicanos (CROC, CTM, CROM e CTC), notadamente os que participam de tal Junta, têm interesse em manter o status quo, e não promover a formação de sindicatos livres, democráticos e independentes (IMF, 2010). Ademais, a legislação trabalhista mexicana não expressa a necessidade de quaisquer documentos comprobatórios, por parte dos sindicatos (sejam de papel ou legítimos), indicando expressamente o desejo da maioria dos trabalhadores de uma dada fábrica em serem representados 2. Para que um sindicato seja reconhecido junto à Junta de Conciliación y Arbitraje, basta que o líder do sindicato entregue um pedido de reconhecimento na JCA. Uma vez obtido o registro, tal pseudo-representante pode celebrar contratos com qualquer empresa de dado ramo industrial. Essa legislação torna difícil, por vezes impossível, a atuação de sindicatos legítimos, uma vez que são os sindicatos de papel aqueles que já possuem o reconhecimento da representatividade na JCA e dá margem a que: ( ) un mismo sujeto llega a aparecer como secretario general en 10 o más sindicatos de diversas industrias, desde restaurantes y escuelas particulares, hasta empresas químicas y siderúrgicas, sin olvidarnos de los comercios en general y de las ahora tan famosas prestadoras de servicios o suministradoras de personal. Como si se tratara de un catálogo de calcetines o de tarjetas de navidad, estos sujetos despliegan ante los abogados patronales una larga lista de sindicatos industriales de todo tipo, que ponen al servicio de cualquier empresa que lo requiera, sean de competencia local, registrados en las juntas locales de Conciliación y Arbitraje, o federal, ante la Secretaría del Trabajo y Previsión Social. (UNNA, 2011: 12, grifo nosso) Portanto, a desconfiguração da Convenção 87 da OIT se dá no exato momento em que são mantidos, no corpo da lei, (i) a relação tripartite da Junta de Conciliación y Arbitraje com a manutenção 1 Pelo princípio da titularidad, previsto na lei mexicana, o primeiro sindicato a obter a representação legal dos trabalhadores em uma determinada localidade não poderá ser substituído por outro sindicato, salvo o segundo consiga provar junto à Junta Federal de Conciliación y Arbitraje a falsa representação do primeiro e a sua representação legítima junto aos trabalhadores. Segundo alguns, o processo para obtenção da representação derrubando o sindicato existente, é praticamente impossível. 2 O artigo 365 da LFT dispõe sobre os requisitos para o reconhecimento dos sindicatos: lista dos membros, cópia dos estatutos e da ata de assembléia onde foram eleitos os representantes e registro na Secretaría del Trabajo y Previsión Social (STPS), para os casos de competência federal e à Junta Federal de Conciliación y Arbitraje para os casos de competência local.

10 dos sindicatos de papel em sua estrutura; (ii) a falta de documentos que comprovem o desejo da maioria dos trabalhadores em serem representados pelo sindicato em questão e; (iii) a manutenção do princípio da titularidad. Por fim, quando os trabalhadores buscam sindicatos independentes para representação, are often subjected to reprisals, intimidation, threats, violence, dismissal and blacklisting (IVANOUb, 2011). Todas estas questões são claramente um afronte à liberdade sindical da Convenção 87 da OIT. Portanto: ( ) se recurre a la apariencia de la legalidad para esconder una acción que no es solamente ilegítima, sino abiertamente ilegal. Los CCPP [contratos colectivos de protección patronal] violan la libertad sindical al obligar a los trabajadores a pertenecer a un sindicato determinado; violan su derecho a la negociación colectiva al someterlos a la voluntad patronal expresada en un falso CCT que no es producto de negociación alguna, y violan también su derecho a la huelga, pues este tipo de sindicatos, aun cuando llegan a presentar algún emplazamiento, lo hacen solo para cubrir las apariencias, sin ninguna intención de estallarla. Sin ninguna intención de defenderlas, lo cierto es que la culpa de los CCPP no está en las autoridades administrativas o jurisdiccionales, sino en las reglas que ponen a su disposición a los sindicatos, discretamente repartidas en la LFT. (UNNA, 2011: 12, grifo nosso) Assim, mesmo que os trabalhadores desejem entrar em greve, não serão reconhecidos pelo Excecutivo e, carentes de arcabouço legal que reconheça sua organização e coalizão como legítimas, também não serão reconhecidos pelo patronato. Com efeito, este pode argumentar a inexistência da huelga até 72 horas após o início desta, ancorado no artigo 929 da LFT. Novamente aqui há claro afronte à liberdade sindical. A legislação mexicana obriga os empregadores de trabalhadores sindicalizados a assinar um contrato coletivo se este é de desejo dos operários. O contrato deve ser assinado por um representante da parte empregadora e pelo secretário geral do sindicato (que na verdade é o dono do sindicato). Uma vez assinado o contrato coletivo (lembramos que 90% dos contratos no México são considerados de protección ), este é registrado junto à JCA e o empregador não pode firmar contrato com outro sindicato, pelo princípio de titularidad mexicano. Tais contratos prevêem o mínimo requerido por lei, quando é justamente por estes que deveriam existir melhoras nas condições de trabalho e salário dos trabalhadores. (COMPLAINT OF VIOLATIONS OF THE FREEDOM OF ASSOCIATION AND PROTECTION OF THE RIGHT TO JOIN A TRADE UNION CONVENTION 87, 2009: 16) A posição da Federação Internacional dos Trabalhadores da Indústria Metalúrgica quanto aos contratos é que estes continuam a violar a liberdade sindical mexicana, ainda que a ratificação da Convenção 87 tenha sido realizada. Portanto, a IMF, pelo seu presidente, apresentou queixa ao Comitê de Liberdade Sindical da OIT (no ) no ano de 2009, antes mesmo das queixas dos trabalhadores da JC, já que este é um problema de âmbito nacional. A resposta do governo do México veio no 1º de março de 2010, negando a existência dos contratos de protección, com o argumento de que o sistema jurídico mexicano não o prevê. O caso dos trabalhadores na planta da Jhonson Controls em Puebla, México A planta da JC em Puebla já empregou cerca de 800 trabalhadores e, quando deste estudo de caso, existiam aproximadamente 600 trabalhadores regulares no local de trabalho. Os 200 trabalhadores que não batem mais cartão na planta eram contratados de uma empresa terceirizada chama One DIGIT e foram dispensados devido à recessão do mercado norte-americano, derivado, por sua vez, da crise dos subprime. Seus trabalhadores enfrentaram frequentes desrespeitos aos seus direitos, muitos deles contravenções aos direitos fundamentais do trabalho da OIT. Como argumentamos, tais violações eram

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