RESOLUÇÃO SAD n. 44. DE 30 DE SETEMBRO DE 2014.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "RESOLUÇÃO SAD n. 44. DE 30 DE SETEMBRO DE 2014."

Transcrição

1 RESOLUÇÃO SAD n. 44. DE 30 DE SETEMBRO DE ESTABELECE NORMAS E PROCEDIMENTOS PARA A UTILIZAÇÃO DO TRANSPORTE DO SERVIDOR PÚBLICO. A SECRETÁRIA DE ESTADO DE ADMINISTRAÇÃO, no uso da competência que lhe confere o art. 25 do Decreto n , de 12 de agosto de 2014, R E S O L V E: Art. 1º A concessão, a utilização e o monitoramento do Vale-Transporte, do Auxílio-Transporte e do Transporte Especial ao servidor público será efetivado de acordo com os procedimentos estabelecidos no Decreto n , de 12 de agosto de 2014, e nesta Resolução. Art. 2º O acesso aos benefícios do Vale-Transporte ou do Transporte Especial, deverá ser precedido por requerimento protocolado no RH ou setor específico do órgão ou da entidade, em formulário apropriado disponibilizado por esta Secretaria de Estado de Administração, devidamente preenchido e assinado pelo servidor e pela chefia imediata, acompanhado de comprovante do endereço residencial, que será arquivado no órgão ou na entidade, responsável pela concessão do benefício. Art. 3º O servidor, ao requerer qualquer um dos benefícios do Transporte do Servidor Público, responderá pela veracidade das informações lançadas no requerimento. 1º O servidor deverá manter atualizadas as informações que embasaram a concessão do benefício e, sempre que ocorrer alteração, o RH ou setor específico responsável pela concessão do benefício deverá reavaliar as quantidades diárias do benefício anteriormente aprovadas. 2º A não atualização das informações, o uso indevido do Vale-Transporte, do Auxílio-Transporte ou do Transporte Especial e a declaração falsa para percepção de valor que não lhe é devido, constituem falta grave, passível de advertência, e caso tenha se beneficiado indevidamente, deverá ressarcir o erário, e/ou responder processo administrativo conduzido pelo órgão ou entidade responsável pelo benefício. 3º No requerimento do Transporte do Servidor Público deverão constar as linhas de transporte que atenderão as necessidades de transporte coletivo para o deslocamento da residência-trabalho e vice-versa. Art. 4º O servidor do grupo prioritário, uma vez cadastrado para o Transporte Especial, tem sua vaga garantida por tempo indeterminado, enquanto que o servidor do grupo não prioritário, tem garantia de sua vaga somente até o último dia do mês para o qual contribuiu. 1º No caso de servidor de Outro Poder, órgão ou entidade não vinculado à Folha de Pagamento do Estado, quando tratado individualmente, será enquadrado no grupo não prioritário e deverá responder pelo valor total da utilização do Transporte Especial, nas mesmas condições dos demais servidores não vinculados à Folha de Pagamento do Estado. S:\DIR_GERAL\Minuta2014\ResoluçãoN\ResSAD044_TransporteServ.doc - 1/15

2 2º Os servidores não vinculados à Folha de Pagamento do Estado para utilizar o Transporte Especial e serem enquadrados como servidores do grupo prioritário, o Poder, o órgão ou a entidade de exercício deverá firmar convênio com o Poder Executivo, assumindo o compromisso de repassar o valor total da utilização mensal programada para seus servidores. 3º O modelo de convênio, encontra-se disponível no site desta Secretaria de Estado de Administração, que após preenchido e assinado pelo representante do órgão ou da entidade interessada, deverá ser encaminhado ao titular desta Secretaria para as finalizações e publicação do extrato no Diário Oficial do Estado. 4º O requerimento para utilização do Transporte Especial, de servidores não vinculados à Folha de Pagamento do Estado e nem pertencentes a convênios, deverá ser vistado e encaminhado pelo gestor administrativo do órgão ou da entidade de exercício ao Diretor-Geral de Administração desta Secretaria de Estado de Administração. Art. 5º Havendo solicitação de cadastramento de servidor do grupo prioritário e número de lugares do ônibus especial estiver esgotado, será utilizada a vaga do último servidor cadastrado do grupo não prioritário e assim sucessivamente, até que os servidores do grupo prioritário sejam devidamente atendidos, devendo o gestor administrativo avisar o usuário não prioritário, após comunicação efetuada por esta Secretaria de Estado de Administração. Parágrafo único. O servidor referido no caput que liberou a vaga no Transporte Especial, caso tenha interesse em voltar a utilizá-lo será colocado na lista de espera do mesmo grupo, à frente do primeiro servidor. Art. 6º O servidor que requerer o benefício do Transporte Especial por tempo indeterminado, quando a Folha de Pagamento do Estado estiver fechada, responderá pelo valor total da utilização solicitada até o final do mês em curso. 1º O RH ou o setor específico deverá calcular o valor da utilização requisitada até o final do mês, para ser lançada na Folha de Pagamento no mês subsequente, sendo que, o valor a ser descontado não poderá ser superior a 6% (seis por cento) do total da remuneração permanente do servidor, no respectivo mês. 2º O servidor que em seu primeiro mês de ingresso no Estado requerer o benefício do Transporte Especial e a Folha de Pagamento estiver fechada, o RH ou o setor específico, na abertura da próxima Folha de Pagamento deverá providenciar o lançamento do desconto correspondente a todo o período de utilização, envolvido nesses dois meses. 3º O valor da utilização do Transporte Especial, referido no 1º deste artigo, a ser calculado pelo RH ou pelo setor específico, será definido com base no número total de dias de trabalho do órgão até o final do mês em curso, no valor do Vale-Transporte em vigor e na quantidade de acessos ao dia. Art. 7º Para utilizar o Transporte Especial, havendo vaga, o servidor vinculado à Folha de Pagamento do Estado deverá retirar a autorização no RH ou no setor específico do órgão ou da entidade de exercício emitida pelo SIGTRANSP, e, para os demais requerentes, a autorização deverá ser retirada diretamente na Coordenadoria de Monitoramento de Gasto desta Secretaria. S:\DIR_GERAL\Minuta2014\ResoluçãoN\ResSAD044_TransporteServ.doc - 2/15

3 Parágrafo único. Todo usuário reincidente na utilização do Transporte Especial, sem autorização, deverá ser advertido pelo gestor administrativo do seu órgão de exercício, mediante comunicação da Coordenadoria de Monitoramento de Gastos desta Secretaria, e, após a ciência do servidor encaminhá-la ao respectivo RH ou à empresa contratada, quando tratar-se de servidor não vinculado à Folha de Pagamento do Estado. Art. 8º Quando houver necessidade de complementar o Transporte Especial com Vale-Transporte, o gestor administrativo do órgão ou da entidade deverá encaminhar solicitação, quando procedente, com justificativa, acompanhada de cópia do requerimento à Coordenadoria de Monitoramento de Gastos da Secretaria de Estado de Administração, para apreciação e liberação, no SIGTRANSP. Art. 9º Quando houver necessidade do servidor utilizar transporte coletivo em Campo Grande, os gestores dos órgãos ou entidades deverão dar prioridade para a utilização do Transporte Especial. Art. 10. O valor da contribuição do beneficiário do Transporte do Servidor Público será realizado observando o estabelecido no art. 6º e parágrafo único do art. 8º, ambos do Decreto n , de 12 de agosto de º Para efetuar os descontos inerentes aos benefícios do Vale-Transporte deverá também observar o disposto no inciso V do 1º do art. 1º do Decreto n , de 3 de agosto de 2009, principalmente quando o servidor, por qualquer razão, tenha sua margem ampliada ou liberada. 2º O servidor que requerer o Transporte Especial e não dispuser de margem para o desconto da contribuição em seu salário, deverá recolher o valor correspondente, mensalmente, por meio do Documento de Arrecadação do Estado de MS (DAEMS), observando as mesmas datas definidas, para os servidores não vinculados a Folha de Pagamento do Estado. 3º Quando o servidor receber uma recarga de créditos de Vale-Transporte ou de Auxílio-Transporte ou quando o número de acesso requisitado para o Transporte Especial for inferior a 6% (seis por cento) do total da remuneração permanente do servidor, o valor do desconto será limitado ao valor da recarga ou ao valor do número de acesso. 4º O desconto de responsabilidade do servidor para o Vale-Transporte ou Auxílio-Transporte, terá por base o número de créditos diários e o valor do Vale-Transporte, o número de vezes que o servidor irá utilizar diariamente as linhas do Transporte Especial programadas para o mês, e para as quais o servidor tenha solicitado inclusão, sendo que para ambos os benefícios, deverá ser considerado o número de dias úteis do respectivo mês. Art. 11. O fornecimento do Vale-Transporte deverá considerar o endereço residencial, o endereço de exercício do servidor e o sistema do transporte coletivo disponível. Art. 12. O servidor que colaborar como monitor nas linhas do Transporte Especial será designado por ato publicado no Diário Oficial do Estado e estará dispensado do desconto inerente à utilização desse transporte no período. Art. 13. Será facultado, sem ônus, ao servidor público do Poder Executivo ou conveniado, cadastrado no Transporte Especial, o acesso a outra linha para participar de S:\DIR_GERAL\Minuta2014\ResoluçãoN\ResSAD044_TransporteServ.doc - 3/15

4 curso na Escola de Governo, dos ensaios do Coral do Servidor Público, para consulta médica, para tratamento de saúde ou mesmo para acesso às unidades da CASSEMS, com comprovação da necessidade para retirar a autorização para acesso ao ônibus. Parágrafo único. Nos casos previstos no caput o servidor público interessado deverá apresentar novo requerimento, para que o RH ou o setor específico faça a adequação de sua situação no SIGTRANSP. Art. 14. O servidor cadastrado no Transporte Especial, se tiver necessidade de utilizar outra linha diferente das do seu cadastro, por um prazo superior a 5 (cinco) dias úteis, deverá apresentar novo requerimento ao RH ou ao setor específico do órgão responsável pela concessão do seu benefício, solicitando alteração no seu cadastramento junto ao SIGTRANSP, ficando responsável pelos custos, quando houver. Parágrafo único. A solicitação referida no caput, se eventual ou por um prazo inferior a 5 (cinco) dias úteis limitado ao mês em curso, não haverá necessidade de alteração no cadastro no SIGTRANSP, mas deverá estar de posse da autorização para acesso ao ônibus para entregar ao monitor. Art. 15. Ao servidor não cadastrado, poderá ser facultada, em caráter emergencial, em havendo vaga, autorização temporária, sem custo de, no máximo, 5 (cinco) dias úteis contínuos ou espaçados no mês em curso. Parágrafo único. A concessão da autorização temporária, sem custo, referida no caput, não poderá ser estendida ou repetida, sem custos, nos meses subsequentes. Art. 16. As crianças matriculadas na Creche ZEDU poderão ser transportadas nos ônibus do Transporte Especial, sem custo, desde que um dos pais ou ambos estejam cadastrados para esse benefício, porém deverão vir no colo do responsável, que responderá pelo comportamento da criança ou, caso haja disponibilidade, poderá ser acomodada na poltrona disponível. 1º O servidor que estiver utilizando o Transporte Especial e for responsável por criança atendida pela Creche ZEDU terá uma tolerância de vinte minutos no horário de início e término do expediente nos dias em que estiver utilizando o Transporte Especial. 2º O servidor deverá apresentar à chefia imediata documento comprobatório de matrícula, emitida semestralmente pela administração da Creche ZEDU. Art. 17. As pessoas idosas ou portadoras de necessidades especiais poderão ser isentas da contribuição para utilizar o benefício do Transporte Especial, mediante encaminhamento ao RH ou setor específico, de cópia do documento emitido pelo órgão municipal responsável por essa permissão. Art. 18. O benefício do Transporte do Servidor Público poderá ser concedido a servidor, observando que: I - o servidor público estadual cedido a outro órgão ou entidade do Poder Executivo para exercer cargo em comissão, requerente do Transporte do Servidor Público, terá o desconto: S:\DIR_GERAL\Minuta2014\ResoluçãoN\ResSAD044_TransporteServ.doc - 4/15

5 a) sobre o valor da remuneração do cargo em comissão, no órgão de exercício, quando cedido sem ônus para a origem; b) sobre a remuneração do cargo efetivo do servidor no órgão ou na entidade de origem, quando o servidor for cedido com ônus para a origem; II - quando o servidor vier cedido de órgão não pertencente ao Poder Executivo do Estado, com ônus para a origem e requerer o benefício do Transporte Especial, deverá responder pelo custo total de sua utilização mensal, calculado por esta Secretaria de Estado de Administração, como usuário não vinculado à Folha de Pagamento do Estado; III - quando o servidor, referido no inciso anterior, for cedido com ônus para o Estado, receberá os benefícios do Transporte do Servidor Público e contribuirá como qualquer servidor do Poder Executivo; IV - quando o servidor ocupar mais de um cargo, no mesmo órgão, a contribuição deverá recair sobre o cargo de maior valor. Art. 19. No caso de servidor em acumulação lícita de cargos, em exercício em diferentes órgãos ou entidades, será observado: I - o primeiro órgão ou entidade de exercício do servidor responderá pelos custos de deslocamento do servidor da residência para o trabalho e do trabalho para a residência; II - no descolamento do servidor para o trabalho o segundo órgão ou entidade de exercício, responderá pelo custo do complemento que for necessário para o transporte coletivo; III - no caso do inciso anterior, o segundo órgão ou entidade de exercício deverá realizar uma análise criteriosa para definir a quantidade de Vale-Transporte a ser disponibilizada ao servidor; IV - o servidor que se enquadrar nas disposições deste artigo deverá receber um segundo cartão Vale-Transporte, fornecido pelo segundo órgão, devendo contribuir pelos créditos de Vale-Transporte que vier a receber, em ambos os órgãos. Art. 20. O servidor não vinculado à Folha de Pagamento do Estado que tiver interesse em utilizar o Transporte Especial deverá ter seu requerimento corretamente preenchido e assinado, vistado pela chefia imediata e aprovado pelo gestor administrativo do órgão de exercício e encaminhado ao Diretor-Geral de Administração desta Secretaria. 1º O servidor referido no caput para utilização do Transporte Especial, se houver vaga, deverá realizar o recolhimento da contribuição e encaminhando ou entregando cópia do comprovante quitado na Coordenadoria de Monitoramento de Gastos desta Secretaria, sendo que para liberação da autorização deverá observar: I - para o mês em curso, a liberação será imediata, após a entrega da cópia da guia de recolhimento na Coordenadoria de Monitoramento de Gastos desta Secretaria; II - para o mês seguinte, o recolhimento deverá ser realizado até o último dia útil do mês em curso. S:\DIR_GERAL\Minuta2014\ResoluçãoN\ResSAD044_TransporteServ.doc - 5/15

6 2º O não recebimento da cópia do comprovante do recolhimento pela Coordenadoria de Monitoramento de Gastos até o terceiro dia útil do mês de interesse, implicará a suspensão imediata do cadastro do beneficiário. 3º A insistência em utilizar o Transporte Especial, não estando regular, constituirá falta grave, passível de advertência e até suspensão em definitivo da condição de usuário do Transporte Especial. 4º O usuário pertencente a convênio firmado com o Poder Executivo, observará as datas estabelecidas no respectivo convênio. Art. 21. O recolhimento da contribuição, realizado pelo usuário do Transporte Especial, não vinculado à Folha de Pagamento do Estado, deverá ser realizado por meio de Documento de Arrecadação do Estado de MS (DAEMS), emitido pela Coordenadoria de Monitoramento de Gastos desta Secretaria de Estado de Administração ou na forma estabelecida no convênio firmado. Art. 22. O servidor que deixar de utilizar o Vale-Transporte deverá devolver o cartão eletrônico ou apresentar Boletim de Ocorrência (BO) ao RH ou ao setor específico, no momento do protocolo do requerimento de cancelamento, que deverá providenciar: I - o bloqueio do respectivo cartão, no início do mês subsequente ao qual se destinava a última recarga liberada, independente da devolução do cartão e da existência de saldo de créditos; II - o RH ou setor específico deverá providenciar a guarda do Cartão Eletrônico no prazo mínimo de um ano e, após esse prazo, o cartão deverá ser destruído; III - o órgão deverá divulgar por ato próprio, a relação com os nomes dos servidores e identificação dos cartões a serem destruídos; IV - quando da existência de algum crédito no momento da destruição do cartão, este será preservado para o servidor no Sistema Gestor de Transporte Urbano; V - se o servidor tiver devolvido o cartão, em atenção ao estabelecido no caput, quando requerer novamente o benefício do Vale-Transporte, caso o mesmo não tenha sido destruído, o órgão ou entidade responsável pelo fornecimento do benefício, deverá solicitar a intervenção desta Secretaria de Estado de Administração para o desbloqueio do cartão, caso não seja possível, o órgão ou a entidade deverá responder pelo custo de nova via; VI - se o servidor desejar utilizar novamente benefício, e, caso o cartão não tenha sido devolvido, conforme estabelecido no caput, deverá responder pelo custo da nova via. Parágrafo único. Nos casos em que o custo da nova via do cartão se destine ao Estado, as providências para fornecimento da mesma, serão tomadas mediante apreciação e liberação desta Secretaria de Estado de Administração, junto ao Sistema Gestor do Transporte Urbano. Art. 23. O usuário do Transporte Especial em férias, em licença médica ou em qualquer outro tipo de licença remunerada, terá sua vaga preservada na(s) respectiva(s) S:\DIR_GERAL\Minuta2014\ResoluçãoN\ResSAD044_TransporteServ.doc - 6/15

7 linha(s) e não terá desconto nesse período, devendo avisar o monitor com antecedência ou, no máximo, nos primeiros três (3) dias do afastamento. Parágrafo único. Cabe ao RH adotar as providências para o cumprimento do caput, para que o servidor não sofra desconto e volte contribuir, findo o prazo do afastamento. Art. 24. Cabe à Secretaria de Estado de Administração efetuar o encaminhamento dos arquivos com a demanda de Vale-Transporte, à Empresa ou Consórcio detentor do direito da exploração do transporte coletivo, em Campo Grande, assim como a solicitação da confecção de cartões novos ou de novas vias de cartões, quando o custo for de responsabilidade do Estado. 1º A Nota de Empenho será providenciada pelo órgão ou pela entidade, para que os créditos sejam liberados e carregados nos cartões pelos servidores, por meio do Sistema Gestor de Transporte Urbano, assim como para cobrir o rastreamento da utilização dos cartões e a confecção de cartões novos ou quando for o caso, de novas vias de cartões. 2º O encaminhamento das demandas de Vale-Transporte às demais localidades do Estado, calculadas pelo SIGTRANSP, e a Nota de Empenho, será de responsabilidade do órgão ou da entidade que responde pelo fornecimento do benefício. Art. 25. Os órgãos ou entidades responsáveis pela concessão do benefício, deverão adotar medidas para que os créditos de Vale-Transporte sejam disponibilizados aos servidores nos últimos dias do mês que antecederem ao mês a que se destina a recarga de créditos. Art. 26. O servidor que não comunicar ao RH, ou ao setor específico, qualquer alteração das informações contidas em seu requerimento para uso do Transporte do Servidor Público, quando notificado pelo uso indevido, e estará sujeito a: I - arcar com os custos eventuais que venha a ter com o transporte público; II - aguardar a alteração das informações no sistema, quando esta for para atender interesse próprio. 1º Quando o servidor mudar de órgão ou de entidade, o novo RH ou setor específico deverá comunicar a mudança de lotação ou de exercício a esta Secretaria de Estado de Administração para que seja providenciada a mudança do CNPJ e, se for o caso, de matrícula e de outros dados, no Sistema Gestor de Transporte Urbano local e, assim, reaproveitar o Cartão Eletrônico. 2º Para viabilizar nova via do Cartão Eletrônico, na hipótese de perda, roubo ou quando o cartão for danificado, o custo de fornecimento de nova via do cartão será de responsabilidade do servidor, recolhido por meio de boleto fornecido pelo RH ou setor específico. Art. 27. O atendimento à demanda ou a alteração de informações cadastrais do beneficiário do Transporte do Servidor Público será realizado pelo RH ou pelo setor específico, por meio do SIGTRANSP. S:\DIR_GERAL\Minuta2014\ResoluçãoN\ResSAD044_TransporteServ.doc - 7/15

8 Parágrafo único. A compatibilização das solicitações de créditos de Vale- Transporte, Auxílio-Transporte e de acesso ao Transporte Especial dos servidores de todos os órgãos do Poder Executivo será realizada pelo SIGTRANSP. Art. 28. A Secretaria de Estado de Administração realizará o rastreamento da utilização do Cartão Vale-Transporte e encaminhará o resultado ao órgão ou a entidade, para que sejam tomadas as providências para notificar o servidor pela utilização indevida do cartão. 1º A utilização irregular pelo servidor público dos créditos de Vale- Transporte disponibilizados em seu Cartão Eletrônico, constatada pelo rastreamento efetuado pela Secretaria de Estado de Administração, implicará em suspensão do benefício e bloqueio temporário do cartão, por prática de um ou mais dos seguintes atos: I - uso do Cartão Eletrônico em horário incompatível com o horário do expediente ou com a escala de trabalho, a que o servidor está submetido e registrado no requerimento do benefício; II - utilização do Vale-Transporte em linhas urbanas não convencionais ou em linhas não informadas no seu requerimento do benefício; III - saque de créditos disponibilizados em dias sem expediente na repartição de seu exercício ou quando estiver afastado do trabalho por viagem, licenças ou outros motivos; IV - cessão ou permissão de uso do Cartão Eletrônico ou de créditos por terceiros, inclusive por membros de sua família; V - retirada de créditos do Cartão Eletrônico em duplicidade (ou mais); VI - utilização de créditos do Cartão Eletrônico em quantidade superior à autorizada diariamente. 2º A Secretaria de Estado de Administração, divulgará no Diário Oficial do Estado, a relação do nome e matrícula dos servidores que receberão as penalizações pela utilização indevida do cartão, 30 (trinta) dias após o encaminhamento do rastreamento. 3º No período que anteceder a publicação, referido no parágrafo anterior, o servidor poderá entrar com recurso para evitar a suspensão do benefício e/ou bloqueio do Cartão Eletrônico, que deverá ser encaminhando ao gestor administrativo do órgão ou da entidade responsável pelo benefício, e, quando considerar procedente, encaminhar o mesmo, juntamente com sua manifestação, à Secretaria de Estado de Administração, para tornar sem efeito a suspensão prevista. 4º Se o servidor insistir em utilizar o Cartão Eletrônico após a publicação no Diário Oficial do Estado da suspensão do benefício e/ou do seu bloqueio terá o cartão inutilizado. Art. 29. O uso irregular de créditos do Vale-Transporte é considerado falta disciplinar, com notificação pessoal do servidor pelo órgão ou entidade responsável pela concessão do benefício e aplicação das seguintes penalidades: I - ressarcimento dos valores utilizados indevidamente, mediante desconto em Folha de Pagamento, no registro da primeira ocorrência; S:\DIR_GERAL\Minuta2014\ResoluçãoN\ResSAD044_TransporteServ.doc - 8/15

9 II - suspensão das recargas do benefício e bloqueio temporário do Cartão Eletrônico pelo prazo de trinta dias, ao registrar a segunda falta, nos doze meses seguintes à ocorrência da primeira; III - suspensão das recargas do benefício e bloqueio temporário do Cartão Eletrônico pelo prazo de noventa dias, ao registrar a terceira falta, nos doze meses seguintes à ocorrência da primeira; IV - suspensão das recargas do benefício e bloqueio temporário do Cartão Eletrônico pelo prazo de cento e oitenta dias, ao registrar a quarta falta, nos doze meses seguintes à ocorrência da primeira e, havendo reincidência da utilização irregular, no período de doze meses, aplicar-se-ão suspensões sucessivas de 180 dias. 1º Ao servidor que usar indevidamente o Transporte do Servidor Público poderão ser aplicadas as penalidades referidas nos inciso I e II do art. 231 da Lei n , de 10 de outubro de 1990, juntamente com as sanções referidas nos incisos II, III e IV deste artigo. 2º No caso do inciso I deste artigo, a sanção poderá ser cancelada se a justificativa apresentada pelo servidor, no prazo estabelecido na notificação, for aceita pela autoridade competente do órgão ou da entidade. 3º A aplicação de qualquer penalidade será precedida pela apreciação pelo gestor do órgão ou da entidade, da defesa prévia apresentada pelo servidor. 4º O servidor notificado, pela utilização irregular do Cartão Vale- Transporte, que desistir do benefício sem cumprir a suspensão definida, caso venha solicitar novamente o benefício, deverá cumprir a parte faltante ou a totalidade da suspensão, a contar da data da entrega do novo requerimento e não terá, caso necessário, nova via do cartão custeada pelo Estado e nem o ressarcimento de gastos com transporte coletivo, no período envolvido. 5º O Cartão Vale-Transporte que tiver sua utilização bloqueada no Sistema Gestor do Transporte Urbano, por utilização incompatível com o requerimento, receberá também um bloqueio no SIGTRANSP, denominado interferência, que não permitirá que o cartão receba recargas e nem sofra desconto. 6º A interferência somente será retirada, pela Secretaria de Estado de Administração após o término da suspensão e mediante solicitação formal do Gestor do Vale- Transporte do órgão ou da entidade responsável pela concessão do benefício. Art. 30. O servidor que tiver seu Cartão Vale-Transporte suspenso por utilização indevida, com publicação no Diário Oficial do Estado, não poderá passar a utilizar normalmente o Transporte Especial. 1º O servidor com o cartão suspenso que quiser utilizar o Transporte Especial, nesse período, em havendo vaga na linha de interesse, deverá responder pelo custo total de sua utilização, calculado e lançado na Folha de Pagamento do Estado pelo RH ou pelo setor específico após ser liberado pela Secretaria de Estado de Administração. 2º Se o servidor não dispuser de margem para efetuar o desconto em Folha de Pagamento, o valor total correspondente a utilização, deverá ser recolhido através da DAEMS, preparado pela Coordenadoria de Monitoramento de Gastos desta Secretaria, para posteriormente receber a autorização para acesso ao transporte. S:\DIR_GERAL\Minuta2014\ResoluçãoN\ResSAD044_TransporteServ.doc - 9/15

10 3º O servidor que estiver recebendo o Vale-Transporte em complementação ao Transporte Especial não deverá alterar o requerimento deste, no período da suspensão, a não ser que responda pelos custos da nova utilização. Art. 31. O servidor poderá ser ressarcido de descontos incorretos ou de gastos realizados com recursos próprios para aquisição do Vale-Transporte, mediante requerimento protocolado no RH ou no setor específico. 1º O ressarcimento será providenciado pelo RH ou setor específico, se tiver sido motivado por fato ocorrido há menos de 60 (sessenta) dias, diretamente junto à Folha de Pagamento, e, após esse prazo, o ressarcimento deverá ser realizado por meio de processo administrativo, mediante manifestação favorável desta Secretaria de Estados de Administração. 2º Para o cálculo do valor do ressarcimento deverão ser consideradas a data e a hora do protocolo de entrega do requerimento ou da cópia do BO no RH ou no setor específico. 3º O ressarcimento dos gastos com Vale-Transporte realizados com recursos próprios, pelo aguardo da efetivação da liberação dos créditos requisitados, será facultado aos servidores em seu primeiro mês de ingresso no Estado, mediante requerimento do benefício entregue ao RH ou no setor específico. 4º O ressarcimento será facultado também para servidor que, por determinação formal do Gestor do Órgão, entrar em exercício em localidade que exija uma quantidade maior de créditos que os estabelecidos inicialmente em seu requerimento e que não dispuser de saldo suficiente na ocasião. 5º O ressarcimento, de que tratam os parágrafos 3º e 4º dar-se-á com base: I - no requerimento aprovado pelo RH ou pelo setor específico e na data do protocolo de sua entrega; II - no número de dias trabalhado; III - no valor vigente do Vale-Transporte; IV - em decorrência do cronograma da Folha de Pagamento do Estado, deduzindo deste a parcela correspondente à contribuição do servidor. 6º O servidor em exercício no órgão, que requerer o benefício do Vale- Transporte, por iniciativa própria, deverá aguardar o tempo para liberação dos créditos, sem direito a ressarcimento dos valores gastos com seu transporte para o trabalho e retorno, no respectivo período. Art. 32. Caso o Estado estenda para outros municípios o rastreamento da utilização do Cartão Vale-Transporte realizada pelo servidor público do Poder Executivo, serão observados os procedimentos estabelecidos nesta Resolução para essas localidades. Art. 33. A Coordenadoria de Monitoramento de Gastos, diretamente subordinada à Diretoria-Geral de Administração desta Secretaria de Estado de Administração, tem como responsabilidade: S:\DIR_GERAL\Minuta2014\ResoluçãoN\ResSAD044_TransporteServ.doc - 10/15

11 I - calcular a quantidade de créditos de Vale-Transporte, Auxílio-Transporte e/ou acessos ao Transporte Especial, que cada servidor beneficiário deverá receber no mês subsequente ao lançado na Folha de Pagamento do Estado; II - disponibilizar mensalmente à Folha de Pagamento do Estado o nome do servidor, matrícula, a quantidade de créditos para carga ou recarga de Vale-Transporte, Auxílio- Transporte e/ou de acessos ao Transporte Especial dos beneficiários e o respectivo valor desta; III - apreciar e liberar no Sistema Gestor do Transporte do Servidor Público - SIGTRANSP, a solicitação/justificativa encaminhada pelo gestor do órgão ou entidade à Secretaria de Estado de Administração quando, em situação excepcional, o servidor necessitar de uma quantidade maior de Vale-Transporte, ou complementar o transporte Especial e de Auxílio-Transporte; IV - disponibilizar aos órgãos e entidades relatórios mensais informando os saldos, as quantidades de Vale-Transportes disponibilizados e o valor desses créditos; V - cadastrar no SIGTRANSP as empresas responsáveis pelo transporte público municipal ou intermunicipal, bem como as empresas contratadas para o Transporte Especial, linhas e respectivos roteiros; VI - designar, destituir e habilitar junto ao SIGTRANSP monitores das linhas do Transporte Especial que responderão pela condução da linha; VII - habilitar os representantes dos RHs ou setores específicos no SIGTRANSP e junto ao Sistema Gestor de Transporte Urbano Municipal; VIII - encaminhar a carga ou recarga de créditos Vale-Transporte dos servidores dos órgãos ou entidades ao Sistema de Transporte Urbano Municipal em Campo Grande e receber deste as informações para realizar o rastreamento da utilização dos Cartões Vale-Transporte pelos servidores públicos; IX - bloquear os Cartões Vale-Transporte, junto ao Sistema de Transporte Público Urbano Municipal, e suspender as recargas de créditos Vale-Transporte, após o rastreamento e publicação no Diário Oficial do Estado dos nomes dos servidores penalizado; X - administrar a interferência aos Cartões Vale-Transporte no SIGTRANSP, que receberam bloqueio junto ao Sistema Gestor do Transporte Urbano; XI - realizar junto ao Sistema Gestor de Transporte Urbano em Campo Grande o desbloqueio de Cartões Vale-Transporte atendendo o publicado no Diário Oficial do Estado; XII - preparar a relação de servidores que utilizaram indevidamente o cartão e que serão penalizados, para ser publicada no Diário Oficial do Estado por esta Secretaria de Estado de Administração; XIII - administrar o Sistema Gestor do Transporte do Servidor Público - SIGTRANSP, monitorar os gastos, realizar o rastreamento e o controle da utilização do Vale- Transporte e a concessão e utilização do Transporte Especial pelos servidores públicos dos Órgãos e Entidades do Poder Executivo e por outros usuários; S:\DIR_GERAL\Minuta2014\ResoluçãoN\ResSAD044_TransporteServ.doc - 11/15

12 XIV - acompanhar as cargas e recargas dos créditos do Vale-Transporte nos Cartões Eletrônicos e de outras formas de fornecimento do benefício, bem como acompanhar a existência de suspensão de recargas de créditos; XV - acompanhar e monitorar a concessão e utilização do Transporte Especial, controlar a disponibilidade de vagas e administrar a lista de espera, bem como responder pela definição, manutenção e atualização dos roteiros das linhas contratadas; XVI - comunicar ao Gestor Administrativo do órgão ou entidade para que o servidor do grupo não prioritário libere a vaga no Transporte Especial; XVII - monitorar os gastos com o pagamento do Vale-Transporte, supervisionando os lançamentos de ocorrências referentes à emissão, à utilização, à suspensão de recargas e ou bloqueio da utilização do Cartão Eletrônico de Vale-Transporte; XVIII - rastrear a utilização e sugerir a penalização devida, informando aos órgãos e entidades para que o servidor seja notificado pelo uso indevido do Cartão Eletrônico de Vale-Transporte; XIX - emitir parecer em processos administrativos de solicitação de ressarcimento, quando encaminhados pelo Órgão ou Entidade a esta Secretaria; XX - calcular o valor inerente à utilização do Transporte Especial para ser recolhido ao Poder Executivo, quando o requerente não for vinculado à Folha de Pagamento do Estado e nem vinculado a convênio; XXI - preparar a DAEMS para que o requerente ou usuário não vinculado a Folha de Pagamento do Estado ou que seja vinculado mas que não disponha de margem, no período da suspensão do cartão Vale-Transporte, recolham o valor da utilização do Transporte Especial; XXII - disponibilizar os extratos de utilização do Vale-Transporte e relatórios gerenciais aos RHs e setores específicos dos órgãos e entidades, para os esclarecimentos da utilização dos benefícios; XXIII - disponibilizar no site da Secretaria de Estado de Administração, para consulta pública, os nomes e as matrículas dos servidores beneficiários e respectiva quantidade diária de Vale-Transporte, Auxílio-Transporte e de acesso ao Transporte Especial, aprovadas pelo RH ou setor específico dos órgãos ou entidades, lançados na Folha de Pagamento do Estado; XXIV - manter articulação com as unidades de apoio administrativo e operacional dos órgãos e entidades, bem como com as empresas de transporte públicos e com os RH ou setor específico. Art. 34. À Coordenadoria de Gestão Administrativa, diretamente subordinada à Diretoria-Geral de Administração da Secretaria de Estado de Administração, compete: I - planejar, supervisionar, controlar, orientar e coordenar a execução das atividades referentes à celebração de contratos administrativos, em Campo Grande, na forma da legislação em vigor, visando: S:\DIR_GERAL\Minuta2014\ResoluçãoN\ResSAD044_TransporteServ.doc - 12/15

13 a) a contratação do fornecimento, de forma corporativa, de Vale-Transporte Eletrônico do Sistema de Transporte Coletivo Público Urbano; b) a contratação de empresa ou empresas especializadas na prestação dos serviços para o Transporte Especial; II - realizar a execução financeira dos instrumentos contratuais celebrados com as empresas do Transporte Especial, na forma da legislação em vigor; III - providenciar o pagamento das empresas licitadas que exploram o Transporte Especial em Campo Grande; IV - adotar providências para que seja viabilizada a concessão de Vale- Transporte aos servidores da Secretaria de Estado de Administração. Art. 35. Ao RH ou setor específico ou à Unidade de Apoio Administrativo, Financeiro e Operacional do órgão ou entidade estadual compete: I - elaborar o Contrato de Adesão para o fornecimento de Vale-Transporte aos servidores do respectivo órgão ou entidade; II - realizar o cadastramento dos servidores do órgão ou entidade, que requererem o Vale-Transporte e/ou Transporte Especial, diretamente no SIGTRANSP; III - quando se tratar de servidor público não cadastrado ou cadastrado que demandar acesso ao Transporte Especial, por período superior a 5 (cinco) dias úteis e a Folha de Pagamento do Estado já estiver fechada, o RH ou o setor específico deverá providenciar o cálculo do valor total da utilização, para que seja desconto, no salário do mês subsequente; IV - emitir autorização para o servidor do órgão ou entidade, vinculado à Folha de Pagamento do Estado, utilizar o Transporte Especial, após a liberação da solicitação no SIGTRANSP; V - manter atualizado o cadastro dos servidores no SIGTRANSP, através do lançamento dos dados e informações referentes à inclusão, atualização de endereço, mudança de linhas e redução ou aumento do número de Vale-Transporte, bem como referente ao Auxílio- Transporte e ou de acesso ao Transporte Especial; VI - executar atividades de emissão de empenho, liquidação e pagamento das despesas com Vale-Transporte do respectivo órgão ou entidade; VII - manter articulação com as Coordenadorias de Gestão Administrativa e com a Coordenadoria de Monitoramento de Gastos, ambas da Secretaria de Estado de Administração, visando efetuar o Contrato de Adesão e Aditivos e o monitoramento e controle da utilização Vale-Transporte e do Transporte Especial; VIII - solicitar à Coordenadoria de Monitoramento de Gastos desta Secretaria de Estado de Administração, a retirada da interferência junto SIGTRANSP, quando for de interesse do servidor; IX - interceder junto a ASSETUR quando, por solicitação do servidor, houver necessidade de bloqueio do cartão Vale-Transporte; S:\DIR_GERAL\Minuta2014\ResoluçãoN\ResSAD044_TransporteServ.doc - 13/15

14 X - conferir e atestar, para fim de pagamento da despesa, as Notas Fiscais/Faturas do fornecimento de Vale-Transporte aos servidores do órgão ou entidade; XI - acompanhar a utilização dos benefícios do Transporte do Servidor Público pelos servidores do respectivo órgão ou entidade, providenciando, quando solicitado, os extratos individuais disponibilizados; XII - encaminhar para apuração, pelo setor competente do órgão ou entidade responsável pelo fornecimento do benefício, quando for o caso, a utilização do Vale-Transporte ou do Transporte Especial realizada pelo servidor em desconformidade com o requerimento do benefício, por sua iniciativa ou quando verificado pela Secretaria de Estado de Administração; XIII - elaborar ou encaminhar ao setor responsável pela elaboração da notificação de irregularidade e dar ciência ao servidor, no prazo determinado, pela utilização do Vale-Transporte em desconformidade com o requerimento do benefício implantado na Folha de Pagamento, em observância aos resultados do rastreamento conduzido pela Secretaria de Estado de Administração. Art. 36. A Unidade de Processamento da Folha de Pagamento do Estado, da Secretaria de Estado de Gestão de Recursos Humanos - SEGRH, tem como responsabilidade: I - calcular o valor do desconto inerente ao Vale-Transporte, ao Auxílio- Transporte e ao Transporte Especial, em conformidade com o Decreto n , de 12 de agosto de 2014 e lançar na Folha de Pagamento do Estado o valor que deverá ser efetivamente descontado de cada servidor beneficiário, referente às quantidades de créditos ou de acessos, disponibilizados mensalmente no SIGTRANSP, pela Coordenadoria de Monitoramento de Gastos desta Secretaria de Estado de Administração; II - disponibilizar mensalmente aos órgãos, às entidades e à Coordenadoria de Monitoramento de Gastos, relatórios dos valores efetivamente lançados na Folha de Pagamento do Estado, inerente ao Vale-Transporte, ao Auxílio-transporte e ao Transporte Especial. Art. 37. Cada linha do Transporte Especial deverá contar com dois (2) servidores usuários que colaborarão como monitor, orientando os servidores usuários sobre detalhes da linha como: roteiro, parada e horários, providenciando diariamente o registro da frequência dos usuários e comunicando imediatamente as eventuais ocorrências à Coordenadoria de Monitoramento de Gastos desta Secretaria de Estado de Administração. 1º No impedimento dos dois monitores, referidos no caput, por problema relevante, poderá ser designado monitor substituto e, quando a referida substituição superar 30 dias, o substituto fará jus à isenção do desconto da parcela inerente ao do Transporte Especial, por igual período. 2º O servidor monitor deverá registrar a frequência dos usuários, diariamente no SIGTRANSP, sendo que a não observância desta delegação resultará em advertência ou mesmo destituição pelo titular da Secretaria de Estado de Administração. 3º O monitor que permitir que pessoas sem autorização utilizem o Transporte Especial, em desacordo com os dispositivos legais, estará incorrendo em falta grave, sujeito à advertência, expedida pelo titular da Secretaria de Estado de Administração. S:\DIR_GERAL\Minuta2014\ResoluçãoN\ResSAD044_TransporteServ.doc - 14/15

15 4º O monitor deverá administrar o deslocamento do ônibus, juntamente com o motorista, para que o último servidor que esteja utilizando o ônibus desça no ponto do seu órgão, no máximo, às 7h25min (sete horas e vinte e cinco minutos). Art. 38. O servidor usuário do Transporte Especial deverá colaborar e dar especial atenção para o registro de sua frequência, observando: I - quando for se ausentar da linha por dois dias seguido ou mais, independente do motivo, deverá comunicar o monitor da linha; II - quando se ausentar da respectiva linha por mais de 10 (dez) dias úteis e não avisar o monitor poderá perder a sua vaga para quem estiver na lista de espera da respectiva linha, e a Coordenadoria de Monitoramento de Gastos da Secretaria de Estado de Administração poderá, quando for o caso, alterar o roteiro que o atendia. Parágrafo único. No deslocamento para o Parque dos Poderes, em Campo Grande, o servidor usuário de Transporte Especial deverá estar na parada de ônibus convencionada cinco a dez minutos antes do horário-base da passagem do ônibus. Art. 39. Os servidores públicos interessados na utilização do Transporte do Servidor Público deverão utilizar os formulários disponíveis no site da Secretaria de Estado de Administração, para o recadastramento ou mesmo para o cadastramento no benefício de interesse ou para exclusão de qualquer benefício, quando for o caso. 1º O servidor interessado em requerer um ou mais benefício do Transporte do Servidor Público deverá utilizar o formulário adequado à sua demanda. 2º A partir da data da publicação desta Resolução, só serão aceitos os cadastros ou os recadastramento, realizados nos formulários novos. 3º Os órgãos poderão personalizar os novos formulários referidos no caput, não sendo permitida a alteração do modelo básico. Art. 40. Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. Art. 41. Revogam-se as Resoluções SEGES n. 357, de 5 de agosto de 2004 e n. 365, de 13 de janeiro de CAMPO GRANDE, 30 DE SETEMBRO DE THIE HIGUCHI VIEGAS DOS SANTOS Secretária de Estado de Administração S:\DIR_GERAL\Minuta2014\ResoluçãoN\ResSAD044_TransporteServ.doc - 15/15

CONSIDERANDO que deve haver compatibilidade entre o motivo do deslocamento e o interesse público;

CONSIDERANDO que deve haver compatibilidade entre o motivo do deslocamento e o interesse público; ATO DA MESA Nº 500, de 15 de julho de 2015 Dispõe sobre a concessão de diárias e passagens e a respectiva prestação de contas no âmbito da Assembleia Legislativa, e adota outras providências. A MESA DA

Leia mais

ESTADO DO ACRE ESCOLA DO SERVIDOR PÚBLICO DO ACRE REGULAMENTO PARA OS CURSOS DE CAPACITAÇÃO DA ESCOLA DO SERVIDOR PÚBLICO

ESTADO DO ACRE ESCOLA DO SERVIDOR PÚBLICO DO ACRE REGULAMENTO PARA OS CURSOS DE CAPACITAÇÃO DA ESCOLA DO SERVIDOR PÚBLICO REGULAMENTO PARA OS CURSOS DE CAPACITAÇÃO DA ESCOLA DO SERVIDOR PÚBLICO CAPÍTULO I DA FINALIDADE E OBJETIVOS Dispõe sobre as normas para participação dos servidores públicos em Cursos de Capacitação promovidos

Leia mais

O setorial/seccional de gestão de pessoas tem como data limite de entrega do vale-transporte ao servidor, até o 8º dia de cada mês.

O setorial/seccional de gestão de pessoas tem como data limite de entrega do vale-transporte ao servidor, até o 8º dia de cada mês. Vale-Transporte Conceito O vale-transporte é um benefício que o Estado antecipa aos servidores para efetiva utilização em despesas de deslocamento residência-trabalho e vice-versa. Caracterização/Particularidades

Leia mais

Diário Oficial Poder Executivo Estado de São Paulo - Seção I GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN

Diário Oficial Poder Executivo Estado de São Paulo - Seção I GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN Diário Oficial Poder Executivo Estado de São Paulo - Seção I GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN Volume 123 - Número 57 - São Paulo, quarta-feira, 27 de março de 2013 RESOLUÇÃO SEDS 005, DE 26 DE MARÇO DE 2013

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA DECRETO Nº 649

PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA DECRETO Nº 649 DECRETO Nº 649 Dispõe sobre a cobrança eletrônica de tarifa e o cartão transporte na rede integrada de transporte de Curitiba e dá outras providências. O PREFEITO MUNICIPAL DE CURITIBA, CAPITAL DO ESTADO

Leia mais

GABINETE DO MINISTRO

GABINETE DO MINISTRO GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 265, DE 16 DE NOVEMBRO DE 2001 O MINISTRO DE ESTADO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO, no uso de suas atribuições, e considerando o disposto no art. 8º do Decreto nº

Leia mais

PORTARIA Nº 590 DE 18 DE DEZEMBRO DE 1992. O PROCURADOR-GERAL DA REPÚBLICA, no uso de suas atribuições legais, resolve:

PORTARIA Nº 590 DE 18 DE DEZEMBRO DE 1992. O PROCURADOR-GERAL DA REPÚBLICA, no uso de suas atribuições legais, resolve: Ministério Público Federal PORTARIA Nº 590 DE 18 DE DEZEMBRO DE 1992 Alterada pela:portaria PGR N 869 DE 28 DE DEZEMBRO 1998 O PROCURADOR-GERAL DA REPÚBLICA, no uso de suas atribuições legais, resolve:

Leia mais

RESOLUÇÃO SMA Nº 1.354 DE 18 DE OUTUBRO DE 2007

RESOLUÇÃO SMA Nº 1.354 DE 18 DE OUTUBRO DE 2007 RESOLUÇÃO SMA Nº 1.354 DE 18 DE OUTUBRO DE 2007 Dispõe sobre as providências necessárias à concessão de vale-transporte no âmbito da Administração Direta do Município do Rio de Janeiro regulamentada pelo

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO SUPERINTENDÊNCIA DE GESTÃO E DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO SUPERINTENDÊNCIA DE GESTÃO E DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO SUPERINTENDÊNCIA DE GESTÃO E DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº01/2013-SUGEP Regulamenta as normas para concessão do Auxílio

Leia mais

DECRETO N.º 10.224, DE 30 DE JANEIRO DE 2001. (DOE n.º 5.439 de 31 de janeiro de 2001 p.3/5)

DECRETO N.º 10.224, DE 30 DE JANEIRO DE 2001. (DOE n.º 5.439 de 31 de janeiro de 2001 p.3/5) DECRETO N.º 10.224, DE 30 DE JANEIRO DE 2001. (DOE n.º 5.439 de 31 de janeiro de 2001 p.3/5) Dispõe sobre o registro diário das entradas e saídas dos servidores em exercício nos órgãos e entidades do Poder

Leia mais

Resolução Conjunta SF/PGE Nº 1 DE 28/02/2013 (Estadual - São Paulo)

Resolução Conjunta SF/PGE Nº 1 DE 28/02/2013 (Estadual - São Paulo) Resolução Conjunta SF/PGE Nº 1 DE 28/02/2013 (Estadual - São Paulo) Data D.O.: 01/03/2013 Disciplina os procedimentos administrativos necessários à liquidação de débitos fiscais do Imposto sobre Operações

Leia mais

INSTRUÇÃO INTERNA DE PROCEDIMENTOS IIP Nº 005, de 24 de agosto de 2011 (*)

INSTRUÇÃO INTERNA DE PROCEDIMENTOS IIP Nº 005, de 24 de agosto de 2011 (*) INSTRUÇÃO INTERNA DE PROCEDIMENTOS IIP Nº 005, de 24 de agosto de 2011 (*) Disciplina no âmbito do IFPR as Orientações acerca da Execução Orçamentária e Financeira, relativas à Concessão de Suprimentos

Leia mais

BOLETIM ADMINISTRATIVO Nº 020 DE 12 a 16/05/14

BOLETIM ADMINISTRATIVO Nº 020 DE 12 a 16/05/14 Leia-se:...Art. 1º DELEGAR COMPETÊNCIA e as responsabilidades decorrentes ao Superintendente Regional do DNIT nos estados de Goiás e Distrito Federal para Lavrar o Termo Aditivo de Prorrogação de prazo,

Leia mais

FUNDO DE PENSÃO MULTIPATROCINADO DA SECCIONAL DE SÃO PAULO DA ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL E DA CAASP CAIXA DE ASSISTÊNCIA DOS ADVOGADOS DE SÃO

FUNDO DE PENSÃO MULTIPATROCINADO DA SECCIONAL DE SÃO PAULO DA ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL E DA CAASP CAIXA DE ASSISTÊNCIA DOS ADVOGADOS DE SÃO FUNDO DE PENSÃO MULTIPATROCINADO DA SECCIONAL DE SÃO PAULO DA ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL E DA CAASP CAIXA DE ASSISTÊNCIA DOS ADVOGADOS DE SÃO PAULO OABPrev-SP REGULAMENTO ÍNDICE CAPÍTULO I DO OBJETO

Leia mais

MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO SECRETARIA-EXECUTIVA DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO NORMA OPERACIONAL/DIRAD/N 04, DE 7 DE AGOSTO DE 2014

MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO SECRETARIA-EXECUTIVA DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO NORMA OPERACIONAL/DIRAD/N 04, DE 7 DE AGOSTO DE 2014 MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO SECRETARIA-EXECUTIVA DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO NORMA OPERACIONAL/DIRAD/N 04, DE 7 DE AGOSTO DE 2014 Define os procedimentos relativos à concessão de auxílio-moradia

Leia mais

VALE-TRANSPORTE. São beneficiários do vale-transporte os trabalhadores em geral, tais como:

VALE-TRANSPORTE. São beneficiários do vale-transporte os trabalhadores em geral, tais como: VALE-TRANSPORTE 1. Introdução O vale-transporte foi instituído pela Lei nº 7.418 de 16.12.85, regulamentada pelo Decreto nº 92.180/85, revogado pelo de nº 95.247, de 17.11.87, consiste em benefício que

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE FRANCA Secretaria de Planejamento e Gestão Econômica Divisão de Licitações e Compras Contrato nº 081/2007 Fls.

PREFEITURA MUNICIPAL DE FRANCA Secretaria de Planejamento e Gestão Econômica Divisão de Licitações e Compras Contrato nº 081/2007 Fls. Contrato nº 081/2007 Fls. 1 MINUTA TERMO DE CONTRATO Convite de Preços n.º 081/07 Processo n.º 11784/05 Objeto: CONTRATAÇÃO DE EMPRESA PARA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE DESCUPINIZAÇÃO DO PREDIO E ACERVO DO

Leia mais

Nota: na sequência do cadastramento você será convidado a responder uma pesquisa, visando à melhoria do Sistema de Transporte.

Nota: na sequência do cadastramento você será convidado a responder uma pesquisa, visando à melhoria do Sistema de Transporte. 1. O que é Bilhete Único Mensal? O Bilhete Único Mensal é o cartão que permite ao seu titular, com um único pagamento do valor definido para o mês, o uso do transporte coletivo durante 31 dias a contar

Leia mais

DECRETO Nº 951 DE 23 DE JULHO DE 2014.

DECRETO Nº 951 DE 23 DE JULHO DE 2014. DECRETO Nº 951 DE 23 DE JULHO DE 2014. Regulamenta a Lei nº 2.054 de 12 de junho de 2014 para dispor sobre o custeio de transporte, hospedagem e alimentação do colaborador eventual e do profissional técnico

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 098/2006-CAD/UNICENTRO

RESOLUÇÃO Nº 098/2006-CAD/UNICENTRO RESOLUÇÃO Nº 098/2006-CAD/UNICENTRO Celebra Termo de Convênio firmado entre a UNICENTRO e o Banco UNIBANCO. O REITOR DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO-OESTE, UNICENTRO: Faço saber que o Conselho de Administração,

Leia mais

Cartilha Ponto Biométrico

Cartilha Ponto Biométrico Cartilha Ponto Biométrico Secretaria Municipal de Administração, Orçamento e Informação 2 CONTROLE E APURAÇÃO DA FREQUÊNCIA DOS SERVIDORES PÚBLICOS DA ADMINISTRAÇÃO DIRETA DO MUNICÍPIO DE DIVINÓPOLIS Prezado

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CONSELHO UNIVERSITÁRIO CÂMARA DE GESTÃO ADMINISTRATIVO-FINANCEIRA

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CONSELHO UNIVERSITÁRIO CÂMARA DE GESTÃO ADMINISTRATIVO-FINANCEIRA SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CONSELHO UNIVERSITÁRIO CÂMARA DE GESTÃO ADMINISTRATIVO-FINANCEIRA RESOLUÇÃO Nº 04/2010 Dispõe sobre procedimentos para expedição e uso do

Leia mais

DECRETO nº 11.109, de 24 de outubro de 2008

DECRETO nº 11.109, de 24 de outubro de 2008 1 DECRETO nº 11.109, de 24 de outubro de 2008 Cria o Sistema Municipal de Consignações e regulamenta o art. 61 e seu parágrafo único da Lei nº 2.177 de 07 de dezembro de 2005, e dá outras providências.

Leia mais

PORTARIA TRT 18ª GP/DG/SOF Nº

PORTARIA TRT 18ª GP/DG/SOF Nº PORTARIA TRT 18ª GP/DG/SOF Nº 06, de 17.2.09 O DESEMBARGADOR-PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 18ª REGIÃO, no uso de suas atribuições legais e regimentais, CONSIDERANDO o disposto nos arts.

Leia mais

CONSIDERANDO a implantação do Sistema Digital de Consignações e a crescente demanda de averbações de consignações em folha de pagamento;

CONSIDERANDO a implantação do Sistema Digital de Consignações e a crescente demanda de averbações de consignações em folha de pagamento; DECRETO Nº 1843-R, DE 25 DE ABRIL DE 2007. Altera as disposições sobre consignação em folha de pagamento, nos termos do Art. 74 da Lei Complementar nº. 46 de 31 de Janeiro de 1994, e nos termos das Alíneas

Leia mais

Ministério da Educação FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO CONSELHO DELIBERATIVO RESOLUÇÃO Nº 42, DE 4 DE NOVEMBRO DE 2013

Ministério da Educação FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO CONSELHO DELIBERATIVO RESOLUÇÃO Nº 42, DE 4 DE NOVEMBRO DE 2013 Ministério da Educação FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO FUNDAMENTAÇÃO LEGAL: CONSELHO DELIBERATIVO RESOLUÇÃO Nº 42, DE 4 DE NOVEMBRO DE 2013 Constituição Federal de 1988 - art. 214; Lei nº

Leia mais

REGULAMENTO DO PLANO DE BENEFÍCIOS PREVIDENCIÁRIOS DO ADVOGADO CAPÍTULO I - DO OBJETO Art. 1º - Este Regulamento estabelece os direitos e as

REGULAMENTO DO PLANO DE BENEFÍCIOS PREVIDENCIÁRIOS DO ADVOGADO CAPÍTULO I - DO OBJETO Art. 1º - Este Regulamento estabelece os direitos e as REGULAMENTO FUNDO DE PENSÃO MULTIPATROCINADO DA SECCIONAL DE SÃO PAULO DA ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL E DA CAASP CAIXA DE ASSISTÊNCIA DOS ADVOGADOS DE SÃO PAULO OABPrev-SP/CE ÍNDICE Capítulo I - DO OBJETIVO

Leia mais

O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL, no uso da atribuição que lhe confere o art. 82, incisos V e VII, da Constituição do Estado,

O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL, no uso da atribuição que lhe confere o art. 82, incisos V e VII, da Constituição do Estado, DECRETO N 42.434, DE 09 DE SETEMBRO DE 2003, DOERS. Regulamenta, no âmbito do Estado do Rio Grande do Sul, a modalidade de licitação denominada pregão, por meio eletrônico, para a aquisição de bens e serviços

Leia mais

TÍTULO DE CAPITALIZAÇÃO APLUBCAP POPULAR 513 MODALIDADE POPULAR PAGAMENTO MENSAL CONDIÇÕES GERAIS

TÍTULO DE CAPITALIZAÇÃO APLUBCAP POPULAR 513 MODALIDADE POPULAR PAGAMENTO MENSAL CONDIÇÕES GERAIS I INFORMAÇÕES INICIAIS SOCIEDADE DE CAPITALIZAÇÃO: APLUB CAPITALIZAÇÃO S. A. CNPJ: 88.076.302/0001-94 APLUBCAP POPULAR 513 MODALIDADE: POPULAR PROCESSO SUSEP Nº: 15414.900001/2014-75 II - GLOSSÁRIO Subscritor

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE FRANCA Secretaria de Planejamento e Gestão Econômica Divisão de Compras e Licitações Contrato nº /08

PREFEITURA MUNICIPAL DE FRANCA Secretaria de Planejamento e Gestão Econômica Divisão de Compras e Licitações Contrato nº /08 MINUTA 1 1 TERMO DE CONTRATO Tomada de Preços nº 041/08 Processo nº 31.744/08 Contratante: Prefeitura Municipal de Franca Contratada: Valor: R$ ( ) OBJETO: AQUISIÇÃO E INSTALAÇÃO DE EQUIPAMENTOS PARA SISTEMA

Leia mais

UFMG / PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO / SETOR DE BOLSAS PMG PROGRAMA DE MONITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETRIZES GERAIS

UFMG / PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO / SETOR DE BOLSAS PMG PROGRAMA DE MONITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETRIZES GERAIS UFMG / PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO / SETOR DE BOLSAS PMG PROGRAMA DE MONITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETRIZES GERAIS 2015 1) DOS OBJETIVOS O Programa de Monitoria de Graduação visa dar suporte às atividades acadêmicas

Leia mais

NORMA DE TELEFONIA FIXA, MÓVEL E RÁDIO COMUNICAÇÃO NOR 203

NORMA DE TELEFONIA FIXA, MÓVEL E RÁDIO COMUNICAÇÃO NOR 203 MANUAL DE ADMINISTRAÇÃO COD. 200 ASSUNTO: UTILIZAÇÃO DE SERVIÇOS DE TELEFONIA FIXA, MÓVEL E RÁDIO COMUNICAÇÃO COD: NOR 203 APROVAÇÃO: REDIR nº 14/2009, de 16/11/2009 NORMA DE TELEFONIA FIXA, MÓVEL E RÁDIO

Leia mais

RESOLUÇÃO AGERBA N 08, DE 03 DE JUNHO DE 2013.

RESOLUÇÃO AGERBA N 08, DE 03 DE JUNHO DE 2013. RESOLUÇÃO AGERBA N 08, DE 03 DE JUNHO DE 2013. Dispõe sobre a implantação do Sistema de Bilhetagem Eletrônica em linhas metropolitanas de transporte rodoviário intermunicipal de passageiros. A Diretoria

Leia mais

Resolução nº 260 RESOLUÇÃO Nº 260-ANTAQ, DE 27 DE JULHO DE 2004.

Resolução nº 260 RESOLUÇÃO Nº 260-ANTAQ, DE 27 DE JULHO DE 2004. RESOLUÇÃO Nº 260-ANTAQ, DE 27 DE JULHO DE 2004. APROVA A NORMA PARA A CONCESSÃO DE BENEFÍCIO AOS IDOSOS NO TRANSPORTE AQUAVIÁRIO INTERESTADUAL DE PASSAGEIROS. O DIRETOR-GERAL DA AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES

Leia mais

LEI Nº 1.726 DE 18 DE DEZEMBRO DE 2008

LEI Nº 1.726 DE 18 DE DEZEMBRO DE 2008 LEI Nº 1.726 DE 18 DE DEZEMBRO DE 2008 Dispõe sobre a acessibilidade no transporte público coletivo no Município de Rio Branco e dá outras providências. O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE RIO BRANCO - ACRE, usando

Leia mais

CLÁUSULA PRIMEIRA DO OBJETO

CLÁUSULA PRIMEIRA DO OBJETO CONVÊNIO QUE ENTRE SI REALIZAM A JUSTIÇA FEDERAL DE PRIMEIRO GRAU - SEÇÃO JUDICIÁRIA DO MARANHÃO E A FUNDAÇÃO HABITACIONAL DO EXÉRCITO FHE PARA ACESSO A PRODUTOS E SERVIÇOS. A Justiça Federal de Primeiro

Leia mais

NORMA DE PROCEDIMENTOS. Cartão de crédito corporativo

NORMA DE PROCEDIMENTOS. Cartão de crédito corporativo pág.: 1/4 1 Objetivo Estabelecer critérios e procedimentos referentes à utilização do cartão de crédito corporativo para pagamento das despesas de viagem e deslocamento dos empregados a serviço da COPASA

Leia mais

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO, no uso da atribuição que lhe confere o artigo 91, inciso III, da Constituição Estadual,

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO, no uso da atribuição que lhe confere o artigo 91, inciso III, da Constituição Estadual, DECRETO N.º 2299 R, DE 15 DE JULHO DE 2009. (Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial de 16/07/2009) Regulamenta o estágio estudantil no âmbito do Poder Executivo Estadual e dá outras providências.

Leia mais

Ministério da Educação Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul

Ministério da Educação Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul EDITAL Nº 031/2015 PROCESSO CLASSIFICATÓRIO DE AFASTAMENTO DE SERVIDORES TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS EM EDUCAÇÃO DA UNIDADE ORGANIZACIONAL CAMPUS BENTO GONÇALVES DO IFRS O Diretor-Geral da Unidade Organizacional

Leia mais

Decreto Nº 13.840 de 21/09/2009

Decreto Nº 13.840 de 21/09/2009 Decreto Nº 13.840 de 21/09/2009 Dispõe sobre estágios no âmbito da Administração Pública Direta e Indireta do Estado do Piauí para estudantes regularmente matriculados e com frequência efetiva, vinculados

Leia mais

PUBLICADO DOC 17/11/2011, PÁG 107

PUBLICADO DOC 17/11/2011, PÁG 107 PUBLICADO DOC 17/11/2011, PÁG 107 PROJETO DE RESOLUÇÃO 03-00023/2011 da Mesa Diretora Institui no âmbito da Câmara Municipal de São Paulo Sistema de Consignação Facultativa em Folha de Pagamento na modalidade

Leia mais

DECRETO Nº 30.090, DE 20 DE FEVEREIRO DE 2009.

DECRETO Nº 30.090, DE 20 DE FEVEREIRO DE 2009. DECRETO Nº 30.090, DE 20 DE FEVEREIRO DE 2009. Regulamenta o Capítulo VII da Lei nº 4.257, de 02 de dezembro de 2008 e dá outras providências. O GOVERNADOR DO DISTRITO FEDERAL, no uso das atribuições que

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO CONSELHO DELIBERATIVO RESOLUÇÃO Nº 42, DE 4 DE NOVEMBRO DE 2013

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO CONSELHO DELIBERATIVO RESOLUÇÃO Nº 42, DE 4 DE NOVEMBRO DE 2013 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO CONSELHO DELIBERATIVO RESOLUÇÃO Nº 42, DE 4 DE NOVEMBRO DE 2013 Estabelece orientações e diretrizes para o pagamento de bolsas a estudantes

Leia mais

SECRETARIA ESTADUAL DE ASSISTÊNCIA E DESENVOLVIMENTO SOCIAL

SECRETARIA ESTADUAL DE ASSISTÊNCIA E DESENVOLVIMENTO SOCIAL Resolução SEADS - 8, de 5-8-2005 Dispõe sobre as Normas Operacionais Básicas para o Projeto Ação Jovem e dá providências correlatas A Secretária Estadual de Assistência e Desenvolvimento Social, com fundamento

Leia mais

ESTÂNCIA HIDROMINERAL DE POÁ

ESTÂNCIA HIDROMINERAL DE POÁ DECRETO Nº DE DE DE 2015 Dispõe sobre regulamentação da Lei Complementar nº. 3.766, de 4 de dezembro de 2014, que criou o Passe Livre Estudantil, gratuidade no sistema de transporte coletivo aos estudantes

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE FRANCA Secretaria de Planejamento e Gestão Econômica Divisão de Compras e Licitações Contrato nº /08

PREFEITURA MUNICIPAL DE FRANCA Secretaria de Planejamento e Gestão Econômica Divisão de Compras e Licitações Contrato nº /08 MINUTA 1 1 TERMO DE CONTRATO Tomada de Preços nº 019/08 Processo nº 5935/0/ Contratante: Prefeitura Municipal de Franca Contratada: Valor: R$ ( ) OBJETO: AQUISIÇÃO DE TERMINAIS DE AUTO ATENDIMENTO Pelo

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº010/UNIR/PROPLAN/2014 DE 02 DE JUNHO DE 2014.

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº010/UNIR/PROPLAN/2014 DE 02 DE JUNHO DE 2014. INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº010/UNIR/PROPLAN/2014 DE 02 DE JUNHO DE 2014. Regulamenta o processo de solicitação, autorização, concessão e prestação de contas de diárias e passagens no âmbito da Fundação Universidade

Leia mais

CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN Nº 389, DE 26 DE NOVEMBRO DE 2015 (Em vigor a partir de 01/01/2016) Dispõe sobre a transparência das informações no âmbito da saúde suplementar, estabelece a obrigatoriedade da

Leia mais

*DECRETO Nº 3328-R, DE 17 DE JUNHO DE 2013. Dispõe sobre a concessão e a prestação de contas de diárias no âmbito do Poder Executivo Estadual.

*DECRETO Nº 3328-R, DE 17 DE JUNHO DE 2013. Dispõe sobre a concessão e a prestação de contas de diárias no âmbito do Poder Executivo Estadual. (Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial de 08/07/2013) *DECRETO Nº 3328-R, DE 17 DE JUNHO DE 2013. Dispõe sobre a concessão e a prestação de contas de diárias no âmbito do Poder Executivo

Leia mais

3LEI Nº 438 DE 09 DE SETEMBRO DE 2014

3LEI Nº 438 DE 09 DE SETEMBRO DE 2014 3LEI Nº 438 DE 09 DE SETEMBRO DE 2014 Dispõe sobre a consignação em folha de pagamento de agente político e servidor da administração municipal do executivo e do legislativo e dá outras providências. O

Leia mais

O GOVERNADOR DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL: Faço saber que a Assembléia Legislativa decreta e eu sanciono a seguinte Lei.

O GOVERNADOR DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL: Faço saber que a Assembléia Legislativa decreta e eu sanciono a seguinte Lei. (*) Os textos contidos nesta base de dados têm caráter meramente informativo. Somente os publicados no Diário Oficial estão aptos à produção de efeitos legais. LEI Nº 3.545, DE 17 DE JULHO DE 2008. Publicada

Leia mais

A Câmara Municipal de São José dos Pinhais, Estado do Paraná, aprovou e eu, Prefeito Municipal sanciono a seguinte Lei:

A Câmara Municipal de São José dos Pinhais, Estado do Paraná, aprovou e eu, Prefeito Municipal sanciono a seguinte Lei: LEI Nº 1.175, DE 28 DE MARÇO DE 2008 Dispõe sobre o Sistema de Bilhetagem Eletrônica de Transporte Coletivo Urbano no Município de São José dos Pinhais. A Câmara Municipal de São José dos Pinhais, Estado

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA AGE N.º 10, DE 20 DE MAIO DE 2010.

INSTRUÇÃO NORMATIVA AGE N.º 10, DE 20 DE MAIO DE 2010. AUDITORIA GERAL DO ESTADO ATOS DO AUDITOR-GERAL INSTRUÇÃO NORMATIVA AGE N.º 10, DE 20 DE MAIO DE 2010. Estabelece normas de organização e apresentação das prestações de contas de convênios que impliquem

Leia mais

NORMAS PARA SOLICITAÇÃO, AUTORIZAÇÃO, CONCESSÃO E PRESTAÇÃO DE CONTAS DE TRANSPORTE, PASSAGENS, HOSPEDAGEM E ADIANTAMENTO AOS CONSELHEIROS DE SAÚDE

NORMAS PARA SOLICITAÇÃO, AUTORIZAÇÃO, CONCESSÃO E PRESTAÇÃO DE CONTAS DE TRANSPORTE, PASSAGENS, HOSPEDAGEM E ADIANTAMENTO AOS CONSELHEIROS DE SAÚDE RESOLUÇÃO Nº 058/2012 NORMAS PARA SOLICITAÇÃO, AUTORIZAÇÃO, CONCESSÃO E PRESTAÇÃO DE CONTAS DE TRANSPORTE, PASSAGENS, HOSPEDAGEM E ADIANTAMENTO AOS CONSELHEIROS DE SAÚDE O Conselho Municipal de Saúde,

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE FRANCA Secretaria de Planejamento e Gestão Econômica Divisão de Compras e Licitações Contrato nº /08

PREFEITURA MUNICIPAL DE FRANCA Secretaria de Planejamento e Gestão Econômica Divisão de Compras e Licitações Contrato nº /08 MINUTA 1 1 TERMO DE CONTRATO Tomada de Preços nº 015/08 Processo nº 41.128/07 Contratante: Prefeitura Municipal de Franca Contratada: Valor: R$ ( ) OBJETO: AQUISIÇÃO DE VEÍCULOS TIPO VIATURA (VW GOL 1.6,

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa RESOLUÇÃO DE MESA N.º783/2007. (publicada no DOE nº 194, de 11 de outubro de 2007) Define as políticas para o uso

Leia mais

ESTADO DE MATO GROSSO PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA PROVIMENTO N. 20/2015-CM

ESTADO DE MATO GROSSO PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA PROVIMENTO N. 20/2015-CM PROVIMENTO N. 20/2015-CM Regulamenta o Programa de incentivo à graduação dos servidores efetivos do Poder Judiciário do Estado de Mato Grosso. O PRESIDENTE DO CONSELHO DA MAGISTRATURA DO, no uso de suas

Leia mais

MUNICÍPIO DE SENGÉS CNPJ/MF 76.911.676/0001-07 TRAVESSA SENADOR SOUZA NAVES N. 95 SENGÉS PARANÁ

MUNICÍPIO DE SENGÉS CNPJ/MF 76.911.676/0001-07 TRAVESSA SENADOR SOUZA NAVES N. 95 SENGÉS PARANÁ DECRETO Nº 600/2014 Súmula:- Regulamenta a aquisição de Bens Permanentes, de Consumo e Serviços destinados a Administração Direta, Indireta e Fundacional do Município de Sengés, através de Pregão, tendo

Leia mais

considerando a necessidade de conceder incentivos ao estudo de idioma estrangeiro para os servidores ativos da Anvisa, resolve:

considerando a necessidade de conceder incentivos ao estudo de idioma estrangeiro para os servidores ativos da Anvisa, resolve: Nº21 29/04/2013 Boletim de Serviço 19/164 PORTARIA Nº 763/ANVISA, DE 29 DE ABRIL DE 2013 Dispõe sobre limites e procedimentos para concessão de bolsa de estudo de idioma estrangeiro aos servidores ativos

Leia mais

CG DA MODALIDADE POPULAR PM CONDIÇÕES GERAIS DO APLUBCAP POPULAR 2262 SOCIEDADE DE CAPITALIZAÇÃO: APLUB CAPITALIZAÇÃO S. A. CNPJ: 88.076.

CG DA MODALIDADE POPULAR PM CONDIÇÕES GERAIS DO APLUBCAP POPULAR 2262 SOCIEDADE DE CAPITALIZAÇÃO: APLUB CAPITALIZAÇÃO S. A. CNPJ: 88.076. CONDIÇÕES GERAIS DO APLUBCAP POPULAR 2262 I INFORMAÇÕES INICIAIS SOCIEDADE DE CAPITALIZAÇÃO: APLUB CAPITALIZAÇÃO S. A. CNPJ: 88.076.302/0001-94 APLUBCAP POPULAR 226 MODALIDADE: POPULAR PROCESSO SUSEP Nº:

Leia mais

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE TABOÃO DA SERRA - Estado de São Paulo -

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE TABOÃO DA SERRA - Estado de São Paulo - CONSIDERANDO o disposto nos artigos 66 e 67 da Lei Complementar nº 193/2009, que impõem ao prestador de serviços a obrigatoriedade de apresentar documentos fiscais na forma do que dispuser o regulamento;

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE MUNIZ FREIRE - ES

PREFEITURA MUNICIPAL DE MUNIZ FREIRE - ES DECRETO Nº 6.106/2013 REGULAMENTA AS LICENÇAS PARA TRATAMENTO DE SAÚDE, DE QUE TRATAM OS ARTS. 80, I; 82 A 100, DA LEI MUNICIPAL Nº 1.132, DE 02 DE JULHO DE 1990 (ESTATUTO DOS SERVIDORES PÚBLICOS DO MUNICÍPIO

Leia mais

EDITAL Nº 02/2014, PROGEP/CDP/NUGCAP.

EDITAL Nº 02/2014, PROGEP/CDP/NUGCAP. EDITAL Nº 02/2014, PROGEP/CDP/NUGCAP. PROGRAMA DE APOIO FINANCEIRO PARA PARTICIPAÇÃO DOS SERVIDORES TÉCNICOS ADMINISTRATIVOS EM EDUCAÇÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RECÔNCAVO DA BAHIA EM CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO.

Leia mais

PORTARIA DIVTRANS Nº 001/2008. Jornal Oficial - Edição 294, ano IV, de 21 a 23 de abril de 2008

PORTARIA DIVTRANS Nº 001/2008. Jornal Oficial - Edição 294, ano IV, de 21 a 23 de abril de 2008 PORTARIA DIVTRANS Nº 001/2008 Jornal Oficial - Edição 294, ano IV, de 21 a 23 de abril de 2008 REGULAMENTA O USO DO CARTÃO ELETRÔNICO DIVPASS NO SERVIÇO PÚBLICO DO TRANSPORTE COLETIVO DE PASSAGEIROS POR

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 545, DE 22 DE JANEIRO DE 2015

RESOLUÇÃO Nº 545, DE 22 DE JANEIRO DE 2015 Publicada no Diário da Justiça Eletrônico, nº 17, em 27/1/2015. RESOLUÇÃO Nº 545, DE 22 DE JANEIRO DE 2015 Dispõe sobre a concessão de diárias e passagens no âmbito do Supremo Tribunal Federal. O PRESIDENTE

Leia mais

2.4. Só será permitida uma única inscrição por participante (CPF), sendo que, em caso de duplicidade, uma das inscrições será cancelada.

2.4. Só será permitida uma única inscrição por participante (CPF), sendo que, em caso de duplicidade, uma das inscrições será cancelada. Regulamento: O presente regulamento estabelece os termos e as condições do Programa Club Red Brasil, bem como a concessão e utilização de créditos através de cartões de débito. Todos os participantes,

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE - FURG SECRETARIA EXECUTIVA DOS CONSELHOS

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE - FURG SECRETARIA EXECUTIVA DOS CONSELHOS SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE - FURG SECRETARIA EXECUTIVA DOS CONSELHOS DELIBERAÇÃO Nº 039/2015 CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA, EXTENSÃO E ADMINISTRAÇÃO

Leia mais

FACULDADE DE ENGENHARIA, ARQUITETURA E URBANISMO REGIMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR

FACULDADE DE ENGENHARIA, ARQUITETURA E URBANISMO REGIMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR FACULDADE DE ENGENHARIA, ARQUITETURA E URBANISMO REGIMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR CAPÍTULO I DO ESTÁGIO CURRICULAR Art. 1º O presente Regimento trata do Estágio Curricular dos cursos de graduação da Faculdade

Leia mais

Resolução nº 283/CONSEA, de 30 de abril de 2013.

Resolução nº 283/CONSEA, de 30 de abril de 2013. Resolução nº 283/CONSEA, de 30 de abril de 2013. Fixa Normas para Afastamento de Docentes da UNIR para Realizar Cursos de Pós-Graduação (Alteração da Resolução 091/CONSEA/2005). O Conselho Superior Acadêmico

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE FRANCA Secretaria Municipal de Finanças Divisão de Licitações e Compras Contrato nº /09

PREFEITURA MUNICIPAL DE FRANCA Secretaria Municipal de Finanças Divisão de Licitações e Compras Contrato nº /09 MINUTA 1 1 TERMO DE CONTRATO Tomada de Preços nº 013/09 Processo nº 15.384/09 Contratante: Prefeitura Municipal de Franca Contratada: Valor: R$ ( ) OBJETO: CONTRATAÇÃO DE EMPRESA PARA FORNECIMENTO DE 2.000

Leia mais

TÍTULO DE CAPITALIZAÇÃO APLUBCAP POPULAR 200 MODALIDADE POPULAR PAGAMENTO MENSAL CONDIÇÕES GERAIS

TÍTULO DE CAPITALIZAÇÃO APLUBCAP POPULAR 200 MODALIDADE POPULAR PAGAMENTO MENSAL CONDIÇÕES GERAIS I INFORMAÇÕES INICIAIS SOCIEDADE DE CAPITALIZAÇÃO: APLUB CAPITALIZAÇÃO S. A. CNPJ: 88.076.302/0001-94 APLUBCAP POPULAR 200 MODALIDADE: POPULAR PROCESSO SUSEP Nº: 15414.900570/2013-30 II - GLOSSÁRIO Subscritor

Leia mais

PP650V7 TRADICIONAL CONDIÇÕES GERAIS PROCESSO SUSEP Nº 15414.000663/2009-86 CONDIÇÕES GERAIS I INFORMAÇÕES GERAIS

PP650V7 TRADICIONAL CONDIÇÕES GERAIS PROCESSO SUSEP Nº 15414.000663/2009-86 CONDIÇÕES GERAIS I INFORMAÇÕES GERAIS CONDIÇÕES GERAIS I INFORMAÇÕES GERAIS II - GLOSSÁRIO PP650V7 TRADICIONAL CONDIÇÕES GERAIS PROCESSO SUSEP Nº 15414.000663/2009-86 SOCIEDADE DE CAPITALIZAÇÃO: ICATU HARTFORD CAPITALIZAÇÃO S.A. CNPJ: 74.267.170/0001-73

Leia mais

MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO SECRETARIA DE GESTÃO PÚBLICA ORIENTAÇÃO NORMATIVA Nº 4, DE 4 DE JULHO DE 2014

MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO SECRETARIA DE GESTÃO PÚBLICA ORIENTAÇÃO NORMATIVA Nº 4, DE 4 DE JULHO DE 2014 MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO SECRETARIA DE GESTÃO PÚBLICA ORIENTAÇÃO NORMATIVA Nº 4, DE 4 DE JULHO DE 2014 Estabelece orientações sobre a aceitação de estagiários no âmbito da Administração

Leia mais

PORTARIA UFERSA/GAB Nº 428/2009, 04 de Maio de 2009

PORTARIA UFERSA/GAB Nº 428/2009, 04 de Maio de 2009 PORTARIA UFERSA/GAB Nº 428/2009, 04 de Maio de 2009 O Reitor da Universidade Federal Rural do Semi-Árido, no uso das atribuições que lhe confere o Decreto do Ministério da Educação de 30 de julho de 2008,

Leia mais

Art. 3º A diária será devida pela metade nos seguintes casos:

Art. 3º A diária será devida pela metade nos seguintes casos: Orientações para Solicitação e Prestação de Contas de Diárias de acordo com o Decreto nº 3328-R, de 17 de junho de 2013. DIÁRIAS Diárias são indenizações pagas antecipadamente para cobrir despesas com

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 419, DE 26 DE NOVEMBRO DE 2009

RESOLUÇÃO Nº 419, DE 26 DE NOVEMBRO DE 2009 Publicada no Diário da Justiça Eletrônico, em 1º/12/2009. RESOLUÇÃO Nº 419, DE 26 DE NOVEMBRO DE 2009 Dispõe sobre a utilização dos sistemas de telefonia fixa e de comunicação móvel do Supremo Tribunal

Leia mais

REGULAMENTO. Presenteador: É a pessoa física ou jurídica que adquire o VALE-VIAGEM CVC, mediante a compra direta de cargas de valores.

REGULAMENTO. Presenteador: É a pessoa física ou jurídica que adquire o VALE-VIAGEM CVC, mediante a compra direta de cargas de valores. REGULAMENTO A CVC BRASIL OPERADORA E AGÊNCIA DE VIAGENS S.A., o Presenteador e o Presenteado do VALE-VIAGEM CVC, a primeira, na qualidade de prestadora de serviços de turismo, e o segundo, aderindo às

Leia mais

REGULAMENTO DE BOLSA DE ESTUDO SOCIAL 2015

REGULAMENTO DE BOLSA DE ESTUDO SOCIAL 2015 REGULAMENTO DE BOLSA DE ESTUDO SOCIAL 2015 I DO CONCEITO Art. 1º. Entende-se como Bolsa de Estudo Social, a concessão de descontos, em virtude da situação financeira momentânea do aluno, de até 40% (quarenta

Leia mais

PORTARIA Nº 963 DE 7 DE JUNHO DE 2013

PORTARIA Nº 963 DE 7 DE JUNHO DE 2013 PORTARIA Nº 963 DE 7 DE JUNHO DE 2013 Define o procedimento para o fornecimento de cópia de documentos e vista de autos no âmbito da Agência Nacional de Vigilância Sanitária. O Diretor-Presidente da Agência

Leia mais

CONTRATO DE EMISSÃO E UTILIZAÇÃO DO CARTÃO OUROCARD EMPRESA (PRÉ-PAGO) CORRENTISTAS E NÃO CORRENTISTAS DO BANCO DO BRASIL S.A.

CONTRATO DE EMISSÃO E UTILIZAÇÃO DO CARTÃO OUROCARD EMPRESA (PRÉ-PAGO) CORRENTISTAS E NÃO CORRENTISTAS DO BANCO DO BRASIL S.A. CONTRATO DE EMISSÃO E UTILIZAÇÃO DO CARTÃO OUROCARD EMPRESA (PRÉ-PAGO) CORRENTISTAS E NÃO CORRENTISTAS DO BANCO DO BRASIL S.A. Pelo presente contrato, o BANCO DO BRASIL S.A., com sede em Brasília (DF),

Leia mais

MA-GCF-002 Versão: 01 Vigência: 2013 Página: 1 / 14

MA-GCF-002 Versão: 01 Vigência: 2013 Página: 1 / 14 MA-GCF-002 Versão: 01 Vigência: 2013 Página: 1 / 14 MA-GCF-002 Versão: 01 Vigência: 2013 Página: 2 / 14 ÍNDICE 1. Objetivo... 3 2. Direito de obtenção e utilização... 4 3. Sem direito ao benefício do passe

Leia mais

Este regulamento está em vigor a partir do 11/07/2007 (inclusive) substituindo e cancelando o anterior

Este regulamento está em vigor a partir do 11/07/2007 (inclusive) substituindo e cancelando o anterior Este regulamento está em vigor a partir do 11/07/2007 (inclusive) substituindo e cancelando o anterior REGULAMENTO DE ACÚMULO DE PONTOS NO PROGRAMA BRADESCO COM TRANSFERÊNCIA PARA O PROGRAMA FIDELIDADE

Leia mais

CONTRATO DE EMISSÃO E UTILIZAÇÃO DO CARTÃO OUROCARD PRÉ-PAGO RECARREGÁVEL VISA DO BANCO DO BRASIL S.A - CORRENTISTAS PESSOAS FÍSICAS

CONTRATO DE EMISSÃO E UTILIZAÇÃO DO CARTÃO OUROCARD PRÉ-PAGO RECARREGÁVEL VISA DO BANCO DO BRASIL S.A - CORRENTISTAS PESSOAS FÍSICAS CONTRATO DE EMISSÃO E UTILIZAÇÃO DO CARTÃO OUROCARD PRÉ-PAGO RECARREGÁVEL VISA DO BANCO DO BRASIL S.A - CORRENTISTAS PESSOAS FÍSICAS Pelo presente contrato, o BANCO DO BRASIL S.A., com sede em Brasília

Leia mais

DECRETO N 32.666, DE 11 DE AGOSTO DE 2010

DECRETO N 32.666, DE 11 DE AGOSTO DE 2010 DECRETO N 32.666, DE 11 DE AGOSTO DE 2010 Determina a emissão dos Certificados de Potencial Adicional de Construção - CEPAC, previstos no art. 34 da Lei Federal nº 10.257, de 10 de julho de 2001, e no

Leia mais

Disciplina a concessão de auxílio-transporte às Prefeituras Municipais para garantir aos alunos acesso à escola pública estadual

Disciplina a concessão de auxílio-transporte às Prefeituras Municipais para garantir aos alunos acesso à escola pública estadual 32 São Paulo, 121 (89) Diário Ofi cial Poder Executivo - Seção I sexta-feira, 13 de maio de 2011 Resolução SE-28, de 12-5-2011 Disciplina a concessão de auxílio-transporte às Prefeituras Municipais para

Leia mais

REGULAMENTO/COGEP Nº 001, DE 1º DE JUNHO DE 2012. 2ª Edição Atualizada em 29 de janeiro de 2013.

REGULAMENTO/COGEP Nº 001, DE 1º DE JUNHO DE 2012. 2ª Edição Atualizada em 29 de janeiro de 2013. REGULAMENTO/COGEP Nº 001, DE 1º DE JUNHO DE 2012. 2ª Edição Atualizada em 29 de janeiro de 2013. Dispõe acerca da Política de uso do PONTO ELETRÔNICO E DA JORNADA DE TRABALHO dos servidores do Instituto

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA RESOLUÇÃO N o 03/2013, DO CONSELHO DE EXTENSÃO, CULTURA E ASSUNTOS ESTUDANTIS. Dispõe sobre as normas que regulamentam a concessão de Bolsas de Assistência Estudantil (alimentação, moradia e transporte)

Leia mais

CONDIÇÕES GERAIS DO PM110P3 POPULAR

CONDIÇÕES GERAIS DO PM110P3 POPULAR I INFORMAÇÕES INICIAIS CONDIÇÕES GERAIS DO PM110P3 POPULAR SOCIEDADE DE CAPITALIZAÇÃO: ICATU CAPITALIZAÇÃO S.A. CNPJ: 74.267.170/0001-73 PM110P3 - MODALIDADE: POPULAR PROCESSO SUSEP Nº: 15414.003600/2011-04

Leia mais

Região Metropolitana de Campinas

Região Metropolitana de Campinas MA-GRC-001 Versão: 01 Vigência: 2015 Página: 1 / 11 Região Metropolitana de Campinas 1 MA-GRC-001 Versão: 01 Vigência: 2015 Página: 2 / 11 ÍNDICE 1. Objetivo... 3 2. Direito de obtenção e utilização...

Leia mais

3 Benefícios. 3.1 Plano de Saúde

3 Benefícios. 3.1 Plano de Saúde 3 Benefícios O Processo de Benefícios atua como agente visando minimizar as situações problemas existentes na relação homem-trabalho, através de orientações e esclarecimentos aos empregados sobre os benefícios

Leia mais

Ministério da Justiça

Ministério da Justiça Ministério da Justiça Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial - INMETRO Portaria nº 47, de 13 de março de 1992 O Presidente do Instituto Nacional de Metrologia, Normalização

Leia mais

DA EMISSÃO DAS DEBÊNTURES. Artigo com redação dada pela Instrução CVM nº 307, de 7 de maio de 1999

DA EMISSÃO DAS DEBÊNTURES. Artigo com redação dada pela Instrução CVM nº 307, de 7 de maio de 1999 TEXTO INTEGRAL DA INSTRUÇÃO CVM N o 281, DE 4 DE JUNHO DE 1998, COM AS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELA INSTRUÇÃO CVM N os 307/99 E 480/09. Dispõe sobre o registro de distribuição pública de debêntures por

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 40, DE 30 DE ABRIL DE 2010.

AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 40, DE 30 DE ABRIL DE 2010. AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 40, DE 30 DE ABRIL DE 2010. Regulamenta a utilização dos serviços corporativos disponíveis na rede de computadores da ANAC. A DIRETORA-PRESIDENTE

Leia mais

PROGRAMA DE RECOMPENSA MAIS VANTAGENS REGULAMENTO

PROGRAMA DE RECOMPENSA MAIS VANTAGENS REGULAMENTO PROGRAMA DE RECOMPENSA MAIS VANTAGENS REGULAMENTO O presente instrumento (a seguir, REGULAMENTO) disciplina o funcionamento do PROGRAMA DE RECOMPENSAS MAIS VANTAGENS (adiante PROGRAMA), gerido pela DMCARD

Leia mais

REVOGADO PELO ATO Nº 37/09 ATO Nº 34/2006

REVOGADO PELO ATO Nº 37/09 ATO Nº 34/2006 REVOGADO PELO ATO Nº 37/09 ATO Nº 34/2006 Dispõe sobre as consignações em folha de pagamento dos magistrados e servidores ativos e inativos e dos pensionistas do Tribunal Regional do Trabalho da 7ª Região.

Leia mais

Manual de Orientação sobre bolsas de estudo de graduação e ESMESC

Manual de Orientação sobre bolsas de estudo de graduação e ESMESC Manual de Orientação sobre bolsas de estudo de graduação e ESMESC 01) APRESENTAÇÃO 02) BOLSA DE ESTUDO - O QUE É? 03) ADMINISTRAÇÃO DO BENEFÍCIO 04) REQUISITOS PARA INSCRIÇÃO 05) CRITÉRIOS DE SELEÇÃO E

Leia mais

SISTEMA DE BIBLIOTECAS DA UNIPAMPA SISBI REGULAMENTO DO SISTEMA DE BIBLIOTECAS DA UNIPAMPA

SISTEMA DE BIBLIOTECAS DA UNIPAMPA SISBI REGULAMENTO DO SISTEMA DE BIBLIOTECAS DA UNIPAMPA SISTEMA DE BIBLIOTECAS DA UNIPAMPA SISBI REGULAMENTO DO SISTEMA DE BIBLIOTECAS DA UNIPAMPA Art. 1º Este regulamento fixa normas e procedimentos para o serviço circulação das coleções pertencentes às bibliotecas

Leia mais

CENTRAL DE ESTÁGIO DO GOVERNO DECRETO Nº 8654-28/10/2010 Publicado no Diário Oficial Nº 8333 de 28/10/2010

CENTRAL DE ESTÁGIO DO GOVERNO DECRETO Nº 8654-28/10/2010 Publicado no Diário Oficial Nº 8333 de 28/10/2010 Súmula: Dispõe que os Órgãos e Entidades da Administração Pública Estadual Direta e Indireta, inclusive as Instituições Estaduais de Ensino Superior podem aceitar estagiários, na forma que especifica-seap...

Leia mais

AUXILIADORA PREVIDÊNCIA

AUXILIADORA PREVIDÊNCIA REGULAMENTO PLANO INDIVIDUAL DE PECÚLIO POR MORTE DAS CARACTERÍSTICAS Art. 1º A AUXILIADORA PREVIDENCIA, doravante denominada EAPP, institui o Plano de Pecúlio, estruturado no Regime Financeiro de Repartição

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA - TCU Nº 56, DE 5 DEZEMBRO DE 2007

INSTRUÇÃO NORMATIVA - TCU Nº 56, DE 5 DEZEMBRO DE 2007 INSTRUÇÃO NORMATIVA - TCU Nº 56, DE 5 DEZEMBRO DE 2007 Dispõe sobre instauração e organização de processo de tomada de contas especial e dá outras providências. O TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO, no uso do

Leia mais