PLANO GERAL DE COOPERAÇÃO E COORDENAÇÃO RECIPROCA PARA A SEGURANÇA REGIONAL NO MERCOSUL, REPÚBLICA DA BOLÍVIA E REPÚBLICA DO CHILE

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1 MERCOSUL/CMC/DEC.Nº 23/99 PLANO GERAL DE COOPERAÇÃO E COORDENAÇÃO RECIPROCA PARA A SEGURANÇA REGIONAL NO MERCOSUL, REPÚBLICA DA BOLÍVIA E REPÚBLICA DO CHILE TENDO EM VISTA: O Tratado de Assunção, o Protocolo de Ouro Preto, a Decisão Nº 6/98 do Conselho do Mercado Comum e o Acordo Nº 14/99 assinado pelos Ministros do Interior do MERCOSUL, Bolívia e Chile. CONSIDERANDO: Que o Plano Geral de Cooperação e Coordenação Recíproca para a Segurança Regional no MERCOSUL, República da Bolívia e República do Chile, que figura no Anexo II do Acordo Nº 14/99 assinado pelos Ministros do Interior do MERCOSUL, Bolívia e Chile, substitui o Plano de Cooperação e Assistência Recíproca para a Segurança Regional, aprovado pela Decisão CMC Nº 6/98 e o Plano de Segurança para a Tríplice Fronteira. O CONSELHO DO MERCADO COMUM DECIDE: Art.1 Aprovar o Plano Geral de Cooperação e Coordenação Recíproca para a Segurança Regional no MERCOSUL, República da Bolívia e República do Chile, em suas versões em espanhol e português, que figura como Anexo e faz parte da presente Decisão. Art. 2º A presente Decisão substitui a Decisão CMC Nº 6/98. XVII CMC - Montevidéu, 7/XII/99

2 ANEXO II MERCOSUL/RMI/ACORDO Nº 14/99 PLANO GERAL DE COOPERAÇÃO E COORDENAÇÃO RECÍPROCAS PARA A SEGURANÇA REGIONAL CAPÍTULO I INTRODUÇÃO 1.Situação: O fenômeno da globalização e o processo de integração regional conferiram características novas e desafiantes à ação criminal, que adquiriu uma crescente dimensão transnacional. Nesse quadro se inscreve, entre outras, a problemática suscitada pelos grupos delitivos organizados relacionados com o narcotráfico, o terrorismo, a lavagem de ativos, o contrabando, o tráfico de menores, o roubo/furto de veículos, o tráfico ilícito de material nuclear e/ou radioativo, as migrações clandestinas e a depredação do meio ambiente. O combate a essas novas e desafiantes características provocou, num primeiro momento, a necessária renovação da atuação das forças de segurança e/ou policiais e dos demais órgãos de controle de cada Estado-Parte ou Associado do MERCOSUL como meio idôneo para obter maior eficiência e reduzir a um mínimo o impacto negativo daqueles delitos sobre as pessoas. Num segundo momento, impõe-se a necessidade de levar avante uma ação de conjunto, coordenada e concordada em toda a região, com o objetivo comum de tornar cada dia mais eficiente a luta contra todas as formas de crime organizado, nacional ou transnacional. Por isso, conscientes de que a situação atual vulnera a segurança comunitária sub-regional, especialmente com respeito àqueles fenômenos que, por suas natureza e características não podem ser eficazmente abordados de forma individual, os Estados-Partes e Associados do MERCOSUL assinam o presente Plano Geral com base no respeito à soberania de cada deles, a suas legislações internas, à plena vigência do Estado de Direito e ao exercício dos direitos e liberdades individuais. 2. Objetivos:

3 Maximizar os níveis de segurança comunitária em relação a fatos criminais em geral, e em particular os que ultrapassam as fronteiras, com o objetivo de alcançar o desenvolvimento sustentável da região, com base: a) Na assistência recíproca entre os órgãos de controle e as forças de segurança e/ou policiais, mediante o intercâmbio de informações; b) Na cooperação e na coordenação para o desenvolvimento de atividades simultâneas operacionais e de controle; c) No estabelecimento dos meios materiais necessários para o exercício da ação policial, mediante a implementação de sistemas de informáticos e de comunicações; c) Na utilização racional dos recursos humanos disponíveis, aperfeiçoando sua capacitação por meio das inter-relações entre os diferentes órgãos de controle e forças de segurança e/ou policiais, bem como por meio do intercâmbio de experiências entre eles. 3. Metas: a. Otimizar a concretização de mecanismos de prevenção e controle, no quadro da segurança, que atuem coordenada e conjuntamente nos Estados- Partes e Associados e entre os órgãos competentes, em cada um deles, sobre as diferentes áreas, a fim de incrementar as condições gerais de segurança. Isso se refere especialmente àqueles mecanismos destinados a contrarrestar a ação criminal com respeito a determinadas figuras delitivas que afetam não só a algumas zonas, em particular, mas que têm incidência potencial nos territórios dos países da região. b. Buscar, no quadro da segurança, os meios necessários ao desenvolvimento de procedimentos e sistemas integrados de controle e prevenção que permitam contrarrestar, da melhor maneira possível, a ação criminal, compatibilizando e comprometendo a participação dos órgãos competentes nos seguintes campos de atuação: Delitual, Migratório, Ambiental e de Controle Radioativo. c. Estabelecer um campo de atuação conjunta entre os Estados-Partes e Associados, em consonância com o espírito de integração manifestado no Tratado de Assunção, aprofundando assim, os laços de amizade e irmandade que historicamente prevalecem na região. 4. Campo de Aplicação:

4 O presente Plano Geral constitui o documento-diretor que orientará e regulará, conforme a legislação interna de cada Estado-Parte ou Associado, a atividade dos órgãos de controle e das forças de segurança e/ou policiais comprometidos na execução do Presente Plano Geral, em sua luta necessária para otimizar os níveis de segurança na região. O disposto no parágrafo anterior não impede a assinatura de acordos bilaterais mais completos, presentes e futuros, entre os Estados-Partes e Associados. Nesses casos, os Estados signatários deles darão conhecimento aos demais, bem como das experiências resultantes quando, por suas características, possam ser de interesse regional. 5. Execução: A execução do presente Plano Geral se materializará por meio de ações concretas a serem realizadas pelos distintos órgãos intervenientes dos Estados- Partes e Associados, no quadro de suas respectivas competências e jurisdições. As Seções Nacionais gestionarão ativamente junto às autoridades competentes o cumprimento daqueles atos que excedam sua própria competência e jurisdição. As ações enumeradas para cada área de atuação (delitual, migratório, meio-ambiente e radioativo), constituem também objetivos a serem alcançados da melhor maneira e no mais breve prazo possível. Para alcançá-los, as autoridades signatárias se comprometem a realizar as gestões necessárias. 6. Medidas de Coordenação: As Seções Nacionais assegurarão o cumprimento das ações sob responsabilidade e da competência dos órgãos de controle e das forças de segurança e/ou policiais. Com relação aos demais órgãos, envolvidos na execução do Plano Geral, as Seções Nacionais realizarão as ações internas necessárias para assegurar a respectiva participação, e se manterão informadas do desenvolvimento de sua atuação, com o objetivo de sanar problemas que lhes entorpeçam a ação. A Subcomissão de Acompanhamento e Controle exercerá periodicamente a supervisão das diferentes ações executadas, para avaliar seu desenvolvimento e propor, se necessário e por intermédio da Comissão Técnica, novas formas de ação, para assegurar-lhes o cumprimento. Os órgãos de controle e as forças de segurança e/ou policiais de cada Estado-Parte e Associado, envolvidos na execução das operações e das ações de

5 coordenação previstas no presente Plano Geral, buscarão desempenhar suas incumbências coordenadamente, evitando-se a duplicação de tarefas e de esforços. 7. Recursos: Cada Estado-Parte e Associado deverá alocar os recursos necessários à execução do presente Plano Geral e à consecução dos objetivos nele fixados. Caberá aos Ministros do Interior, Justiça ou Governo, conforme a legislação interna, gestionar a obtenção de tais recursos. 8. Difusão: As Seções Nacionais serão responsáveis pela difusão interna das medidas conjuntas adotadas no quadro da segurança regional. 9. Disposições Complementares: As disposições complementares inscritas abaixo das ações acordadas, e que contribuem para seu efetivo cumprimento poderão ser modificadas, ampliadas ou derrogadas pela Subcomissão de Acompanhamento e Controle. O respectivo resultado sera informado à, e caso necessário, ratificada pela Reunião de Ministros do Interior do MERCOSUL imediatamente posterior. Ações: CAPÍTULO II Área Delitual Primeira Seção Narcotráfico 1. Compatibilizar em toda a região, quando possível e especialmente nas zonas fronteiriças de cada Estado-Parte ou Associado, as atividades de controle e fiscalização para a detecção do tráfico ilícito de drogas e de precursores e substâncias químicas controladas.

6 2. Coordenar, por intermédio dos órgãos competentes, o trabalho das instituições competentes na luta contra o narcotráfico e delitos conexos, para aperfeiçoar-lhes a ação em operações simultâneas e coordenadas, cada uma atuando em seu próprio território. Disposições Complementares a. Para efeito da presente ação, serão tomadas como base as operações coordenadas com cada Estado-Parte e Associado por intermédio dos órgãos com competência específica. b. Tão logo decidida a operação, cada uma das forças de segurança e/ou policiais responsáveis por sua execução e localizada na fronteira buscará coordenar-se com sua contraparte, no outro Estado-Parte e Associado, para complementar ou ampliar dita operação. 3. Executar, coordenada e simultaneamente, por intermédio dos órgãos responsáveis em cada Estado-Parte e Associado, sem prejuízo de sua atividade normal e nas zonas fronteiriças especialmente afetadas, operações inesperadas de controle e fiscalização especialmente destinadas a detectar indivíduos ou organizações dedicadas ao tráfico ilícito de drogas, de precursores e substâncias químicas controladas. a. Dita tarefa deverá ser devidamente coordenada e acertada entre as forças de segurança e/ou policiais de cada Estado-Parte e Associado, a fim de obter um resultado operacional adequado. b. O comando e a força empregada pertencerão ao Estado-Parte ou Associado em cujo território se realiza a operação, que poderá ser acompanhada por observadores dos outros Estados-Partes e Associados, convidados de acordo com a legislação interna do Estado-Parte ou Associado em que a operação se desenvolva. 4. Elaborar e intercambiar mensalmente para uso exclusivo dos órgãos competentes uma informação de caráter reservado, em que estejam registrados os procedimentos executados e os modus operandi observados (técnicas de ocultação e transporte, caminhos ou estradas utilizadas, origem certa ou provável da droga, dados dos detidos, etc.), exceto quando as particularidades do informe e/ou a importância que se lhe atribua determinem a conveniência de um intercâmbio pontual. a. Aguardar, por enquanto, o início do funcionamento do Sistema de Intercâmbio de Informações de Segurança do MERCOSUL, Bolívia e Chile (SISME), a fim de realizar, por seu intermédio, o intercâmbio de informações não-sistematizadas a que se refere a presente ação.

7 b. Nesse ínterim, como alternativa, manter o intercâmbio das informações relacionadas com os procedimentos na luta contra o narcotráfico via fax ou correio eletrônico entre as Seções Nacionais, conforme o formulário que se junta como Anexo I ao presente capítulo. c. Para o fim da presente ação, deverá ser levado em conta o SISME, que prevê o intercâmbio de informações automatizadas a partir do projeto da base de dados denominada Informações sobre Tráfico de Drogas. 5. Buscar os meios para que, no mais breve prazo possível, a partir da vigência do presente Plano Geral, se determine a localização, em cada Estado-Parte e Associado, e em particular, nas zonas fronteiriças e em suas áreas de influência, de pistas clandestinas, laboratórios, plantações, centros de armazenagem, rotas clandestinas terrestres e fluviais, bem como qualquer outro dado de interesse na luta contra o narcotráfico e delitos conexos, visando a adoção de medidas apropriadas e oportunas. As informações obtidas deverão ser intercambiadas e atualizadas para o uso exclusivo dos órgãos envolvidos na luta contra o narcotráfico. a. Para os fins da presente ação, as Seções Nacionais dos Estados-Partes e Associados se comprometem a realizar as gestões necessárias, quando as forças de segurança e/ou policiais não contarem com os meios técnicos apropriados, a fim de obter as informações mencionadas. b. Fica estabelecida, como data para a apresentação da informação sobre o nível alcançado de consecução desta ação, a da primeira reunião da Subcomissão de Acompanhamento e Controle Grupo Delitual a se realizar no primeiro semestre de Elaborar e intercambiar informações sobre pessoas físicas e jurídicas envolvidas com o tráfico ilícito de drogas, de precursores e de substâncias químicas controladas, de lavagem de ativos provenientes do narcotráfico e delitos conexos, conforme a legislação interna de cada Estado-Parte ou Associado. a. Aguardar, em princípio, o início do funcionamento do SISME, que prevê o intercâmbio de informações a partir do projeto da base de dados denominada Informações sobre Tráfico de Drogas. b. Nesse ínterim, e como alternativa, manter o intercâmbio da informações via fax ou correio eletrônico, entre as Seções Nacionais, com base nos informes dos órgãos competentes ou das forças de segurança e/ou policiais envolvidas na luta contra o tráfico ilícito de drogas, de precursores e de substâncias químicas

8 controladas bem como contra a lavagem de ativos provenientes do narcotráfico e crimes conexos. 7. Estabelecer, como meio alternativo, uma rede de comunicação com nível adequado de segurança e de transmissão rápida entre os Estados-Partes e Associados, com sede nas unidades especializadas, para intercambiar as informações relativas à apreensão de drogas, de precursores e substâncias químicas controladas, à detenção de indivíduos e quaisquer outras informações com elas relacionadas, cujas conseqüências possam projetar-se em outro Estado- Parte ou Associado, a fim de permitir-lhe a adoção das medidas judiciais ou operacionais oportunas. a. Aguardar, em princípio, até que a Comissão Especial Comunicações, subordinada ao Grupo de Trabalho Especializado Delitual, e criada pelos Acordos 5/99 e 6/99 (V RMI) se pronuncie sobre a proposta técnica que permita que todas as forças de segurança e/ou policiais contem com pelo menos 1 (um) canal compatível e/ou disponível, sem limitações e sem necessidade de recurso a outros meios, para comunicações de emergência, intercâmbio de informações e/ou coordenação de ações, em cada um dos lados da fronteira. b. Nesse ínterim, as forças de segurança e/ou policiais, localizadas principalmente nas zonas fronteiriças e envolvidas com a presente ação, devem realizá-la com os meios de comunicações e sistemas disponíveis atualmente. 8. Criar, nos Estados-Partes ou Associados onde ainda não exista, um registro de todas as pessoas físicas e jurídicas dedicadas legalmente à produção, ao transporte, à comercialização, à exportação e à importação de precursores e substâncias químicas controladas. Tais dados poderão ser objeto de consulta e de intercâmbio com os outros Estados-Partes e Associados. a. Para o fim da presente ação, as Seções Nacionais dos Estados-Partes e Associados que não contem atualmente com tal registro se comprometem a realizar as gestões pertinentes com vistas a sua criação. b. Fica estabelecida, como data para a apresentação da informação sobre o nível alcançado de consecução desta ação, a da primeira reunião da Subcomissão de Acompanhamento e Controle Grupo Delitual a se realizar no primeiro semestre de 2000.

9 c. Em uma etapa posterior, o Grupo de Trabalho Especializado Informática e Comunicações, deverá projetar a base de dados respectiva, a se integrar ao SISME. Ações: Segunda Seção Terrorismo 1. Criar um foro especializado de intercâmbio de informações sobre terrorismo e crime organizado no âmbito da Reunião de Ministros do Interior do MERCOSUL, mediante a celebração regular de reuniões semestrais entre os representantes dos Órgãos Especializados e/ou de Inteligência de cada um dos Estados-Partes e Associados e que serão organizadas pelo Estado-Parte que detenha a Presidência Pro-Tempore em cada período. 2. Solicitar a elaboração de um informe bimestral que será distribuído entre os órgãos especializados e/ou de inteligência dos Estados-Partes e Associados. Tais informes serão elaborados sucessivamente por cada um dos órgãos especializados e/ou de inteligência dos Estados-Partes e Associados, na ordem acordada pelo foro especializado mencionado no inciso anterior. 3. Criar um sistema de consulta rápida, incorporado ao SISME, entre os órgãos especializados e/ou de inteligência dos Estados-Partes e Associados, para agilizar os pedidos de antecedentes relacionados com o terrorismo e o crime organizado, seus atores e modus operandi. O sistema deverá prever medidas específicas de proteção e de acesso às informações. 4. Coordenar procedimentos que permitam estabelecer uma colaboração rápida entre os órgãos competentes dos Estados-Partes e Associados diante de situações concretas de risco terrorista. 5. Intercambiar experiências e capacitação de técnicos e especialistas, inclusive com aportes provenientes de terceiros países, para otimizar as estratégias dos órgãos competentes dos Estados-Partes e Associados, e para melhorar a profissionalização dos recursos humanos. Ações: Terceira Seção Tráfico de Menores

10 1. Provocar o intercâmbio de informações sobre menores desaparecidos e/ou extraviados, entre os órgãos de controle migratório e as forças de segurança e/ou policiais da região, a fim de buscar sua localização por ocasião dos controles que se realizem, entre outros lugares, nos passos de fronteira, aeroportos, portos, estações ferroviárias e terminais rodoviários. Disposições Complementares O projeto de uma base de dados denominada Informação sobre Tráfico de Menores, a ser implementada dentro do SISME, complementará a presente ação. 2. Buscar, a partir das informações disponíveis nos órgãos competentes, a determinação de lugares onde ocorra a exploração e a perversão de menores, bem como a identificação de pessoas e de grupos envolvidos naqueles delitos. 3. Provocar, por meio da cooperação, a continuação das tarefas de investigação iniciadas pelas forças de segurança e/ou policiais de um Estado-Parte ou Associado, por suas similares dos demais Estados-Partes e Associados, a fim de desarticular a ação de associações ilícitas dedicadas à venda e à comercialização de material pornográfico infantil. Ações: Quarta Seção Contrabando 1. Executar periodicamente, de forma simultânea e coordenada, nas zonas fronteiriças, patrulhas terrestres, nos rios e nos lagos, inclusive em suas margens nacionais, a fim de prevenir ou reprimir atos de contrabando e a ação de grupos delitivos organizados, sem prejuízo das patrulhas realizadas pelas forças de segurança e/ou policiais em seu país, em razão de sua jurisdição e competência. Disposições Complementares a. Tal tarefa deverá ser devidamente coordenada e acordada com as forças de segurança e/ou policiais de cada Estado-Parte e Associado, bem como com outros órgãos com jurisdição e competência nas zonas fronteiriças, a fim de se obter um resultado operacional adequado.

11 b. O Plano de Patrulha que seja determinado, em princípio por semestre, deverá contemplar o estabelecimento de pontos de ligação naqueles locais geográficos da fronteira internacional que sejam passos não-habilitados ou zonas de risco. c. A presente ação será executada a partir do início do primeiro semestre de 2000, devendo os organismos envolvidos, realizar, nesse ínterim, todas as atividades necessárias para a sua implementação. 2. Fortalecer, permanentemente, a execução de tarefas de inteligência e de intercâmbio entre os órgãos de controle e as forças de segurança e/ou policiais envolvidas na zona fronteiriça, a fim de conhecer com certeza onde está o centro dessa atividade delitiva e de poder desenvolver, dessa maneira, uma ação operacional eficaz. As reuniões locais, mensais e em rotação, realizadas pelas forças de segurança e/ou policiais, de cada um dos Estados-Partes e Associados, localizadas na zona fronteiriça contribuirão para a execução desta ação. 3. Intensificar os controles sobre a compra e venda de armas, munições, explosivos e outros materiais correlatos no território de qualquer Estado-Parte ou Associado, bem como seu traslado através das fronteiras, realizadas pelos nacionais ou residentes de um Estado-Parte ou Associado. Essa ação deveria ser complementada com o intercâmbio de informações, entre as forças de segurança e/ou policiais, órgãos de controle e/ou Nós Nacionais sobre todo tipo de traslado desses artigos através das fronteiras. 4. Coordenar, com as autoridades aduaneiras, conforme a legislação de cada Estado-Parte ou Associado, a realização da ação prevista nos incisos anteriores que sejam pertinentes. 5. A fim de executar as ações acordadas com respeito a este delito, buscar-se-á a coordenação necessária com o Comitê Técnico Nº 2 Assuntos Aduaneiros, dada sua competência no que se refere aos aspectos normativos e procedimentais, tais como os controles e as operações na fronteira. Ações: Quinta Seção Roubo / Furto de Veículos

12 1. Incrementar em toda a região a colaboração e cooperação entre as forças de segurança e/ou policiais dos Estados-Partes e Associados, mediante um intercâmbio ágil e permanente de informações relacionadas com os pedidos de apreensão de veículos e seu cancelamento, padronizando as informações, os formulários e os sistemas operacionais. Disposições Complementares a. Aguardar, em princípio, o início do funcionamento do SISME, que prevê o projeto da base de dados denominada Informação sobre Apreensão de Veículos Terrestres, Embarcações e Aeronaves, a fim de realizar o intercâmbio de informações automatizadas. b. Nesse ínterim, e como alternativa, manter o intercâmbio de informações relacionadas com os pedidos de apreensão e seu cancelamento via fax ou correio eletrônico entre as respectivas Seções Nacionais e Nós Nacionais, de acordo com os formulários que se juntam como Anexo II ao presente Capítulo. 2. Estabelecer, como alternativa mais adequada para a tramitação rápida e eficiente dos pedidos de apreensão e seu cancelamento, no que se refere ao roubo, ao furto e ao contrabando de veículos, a utilização dos sistemas de comunicação localizados na fronteira. a. Aguardar até que a Comissão Especial Comunicações, subordinada ao Grupo de Trabalho Especializado Delitual, analise e se pronuncie sobre a proposta técnica para que todas as forças de segurança e/ou policiais localizadas em cada lado da fronteira contem com pelo menos 1 (um) canal compatível e/ou disponível, sem limitações, para comunicações de emergência, intercâmbio de informações e/ou coordenação de ações. b. Nesse ínterim, as forças de segurança e/ou policiais localizadas na fronteira e envolvidas na presente ação, buscarão cumpri-la com os meios de comunicações atualmente existentes. 3. Adotar as medidas necessárias, conforme a legislação de cada Estado-Parte e Associado, para que, exclusivamente nos casos de que um veículo deixe o território de um deles conduzido por quem não seja seu legítimo proprietário, a autoridade competente possa certificar-se disso mediante o mecanismo que permita a condução por terceiros adotado pelo Estado-Parte ou Associado em que o veículo está registrado. Dessa forma, caso não ocorra a reentrada em tempo oportuno e/ou ocorra algum delito, aquela autoridade terá os meios para aprofundar as investigações. a. O registro de tais antecedentes, em princípio a partir da entrada em funcionamento do mecanismo que cada Estado-Parte e Associado creia oportuno criar, de forma a permitir que a autoridade competente possa deles tomar

13 conhecimento oficial, deverá contemplar, pelo menos, as seguintes informações: 1. Data e hora; 2. Tipo de veículo; 3. Placa do veículo; 4. Nome e sobrenome do proprietário legítimo; 5. Nome e sobrenome do condutor; 6. Tipo e número do documento de propriedade; 7. Documentação apresentada para autorizar, justificar e garantir a cessão; 8. Escrivão e/ou autoridade que deu a autorização; 9. Funcionário que realizou o controle. b. A informação contida no Registro Especial deverá ser prestada, mediante pedido oficial, às forças de segurança e/ou policiais ou aos órgãos competentes, no quadro da investigação. c. Fica estabelecida, como data para a apresentação de informação sobre o nível alcançado na implementação desta ação, a da primeira reunião da Subcomissão de Acompanhamento e Controle Grupo Delitual a se realizar no primeiro semestre de Procurar instalar, nas zonas fronteiriças de toda a região, postos de verificação de veículos, para detectar os que estejam em situação irregular, especialmente os que tenham numeração duplicada e/ou alterada no chassis, no motor ou em qualquer outra parte. a. As forças de segurança e/ou policiais localizadas na fronteira, em particular nos passos internacionais ou em suas adjacências, deverão procurar instalar os referidos postos. b. Isso implica, em princípio, para os passos internacionais que não contem com a possibilidade de dispor de tal controle no local ou em suas adjacências: 1. A capacitação e a dotação do pessoal e; 2. A dotação de outros meios e instalações. c. Fica estabelecido que a presente ação se refere à necessidade operacional - por parte das forças de segurança e/ou policiais localizadas na fronteira, em particular nos passos ou em locais mais próximos deles - de contar com os meios, o pessoal e as instalações apropriadas (próprias, de outros órgãos, oficinas mecânicas, postos de serviço, etc.) apenas para a verificação dos veículos que, a juízo da autoridade controladora, apresente indícios de adulteração de seu número de motor, chassis e/ou de qualquer outra parte e que, portanto, devam ser estritamente verificados. d. Fica estabelecida, como data para a apresentação de informação sobre o nível alcançado na implementação desta ação, a da primeira reunião da Subcomissão de Acompanhamento e Controle Grupo Delitual a se realizar no primeiro semestre de Reforçar e/ou elaborar, no prazo mais breve possível, o mecanismo de controle da origem dos veículos introduzidos ilegalmente no território de cada um dos

14 Estados-Partes e Associados, a fim de deter os autores dos delitos, bem como proceder à rápida restituição dos veículos apreendidos. 6, Buscar elaborar, a partir da informação a ser fornecida pelos Estados-Partes e Associados com fronteira fluvial comum, uma base de dados a ser integrada ao SISME, contendo os dados das embarcações registradas e/ou que operem na região, visando a respectiva identificação, bem como o registro e a habilitação das pessoas que as conduzem. a. Mediante ações internas perante as autoridades competentes, a cargo de cada Estado-Parte e Associado, fica estabelecida, como data para a apresentação de informação sobre o nível alcançado na implementação desta ação, a da primeira reunião da Subcomissão de Acompanhamento e Controle Grupo Delitual a se realizar no primeiro semestre de b. Em uma etapa posterior, encarregar o Grupo de Trabalho Especializado Informática e Comunicações, subordinado à Subcomissão de Acompanhamento e Controle, que prepare o projeto técnico da base de dados que se integrará ao SISME. 7. A partir da assinatura do presente Plano Geral, nenhum Estado-Parte ou Associado promoverá o registro de qualquer veículo sem que haja cumprido os requisitos aduaneiros de entrada e comercialização. 8. Coordenar com as autoridades aduaneiras, conforme a legislação interna de cada Estado-Parte ou Associado, a realização das ações referidas nos parágrafos anteriores que sejam pertinentes. 9. A fim de executar as ações acordadas com respeito a essas figuras delituais, buscar-se-á realizar a coordenação necessária com o Comitê Técnico Nº 2 Assuntos Aduaneiros, dada sua competência quanto aos aspectos normativos e procedimentais dessa matéria. Sexta Seção Crime Organizado Ações: 1. Intercambiar regularmente, em toda a região, informes sobre grupos delitivos nacionais ou transnacionais que estejam sendo investigadas ou hajam sido desbaratados em suas respectivas jurisdições, consignando os modus operandi e qualquer outro dado de interesse.

15 Disposições Complementares a. Aguardar, em princípio, a plena entrada em funcionamento do SISME, que prevê o intercâmbio de informações não-estruturadas sobre fatos operacionais. b. Nesse ínterim, e como alternativa, manter o intercâmbio de informações relacionadas com Crime Organizado e Grupos Delitivos Organizados via fax ou correio eletrônico, entre as respectivas Seções Nacionais, conforme o formulário que se junta como Anexo III ao presente Capítulo. 2. Implementar um sistema de trabalho conjunto que permita, com a devida rapidez, remeter aos demais Estados-Partes e Associados, os dados de filiação, morfológicos e fotográficos de pessoas que, envolvidas em um processo penal em um dos Estados, tenham fugido ou tenham tentado fugir para algum dos outros Estados-Partes ou Associados. a. A informação que poderá ser gerada, a partir da definição de um formuláriopadrão, deverá ser intercambiada por meio do SISME, com base na informação que cada órgão competente interno prestará ao respectivo Nó Nacional. A informação a ser difundida deveria referir-se a todos os fatos ligados à fuga, ainda que, num primeiro momento, não se suponha que o fugitivo haja transposto a fronteira. b. Para os casos de fugitivos de lugares próximos à fronteira, a informação inicial será prestada pelas forças de segurança e/ou policiais situadas no local mais próximo às do outro Estado-Parte ou Associado. Tal informação será confirmada por intermédio do SISME. c. O estabelecimento da base de dados Informações sobre Pessoas, a ser incluída no SISME completará a presente ação. 3. Coordenar a execução simultânea, por parte das forças de segurança e/ou policiais de cada Estado-Parte ou Associado, de patrulhas nas zonas fronteiriças, a fim de prevenir ou reprimir a ação de grupos delitivos organizados, sem prejuízo das patrulhas que normalmente realizam. Para os fins da presente ação, é igualmente válida a Disposição Complementar da 4ª Sessão Contrabando, número 1. b., que estabelece: O Plano de Patrulha que seja determinado, em princípio por semestre, deverá contemplar o estabelecimento de pontos de ligação naqueles locais geográficos da fronteira internacional que sejam passos não-habilitados ou zonas de risco. Deve-se buscar a realização conjunta de ambas ações.

16 4. Impulsionar operações coordenadas e simultâneas, por parte dos órgãos de controle e das forças de segurança e/ou policiais competentes, nas zonas fronteiriças de cada Estado-Parte e Associado, a fim de detectar e reprimir a ação de grupos delitivos organizados e a perpetração de delitos em geral, sem prejuízo das operações de controle realizados normalmente por cada um deles. a. Dita tarefa deverá ser devidamente coordenada e acordada entre os órgãos de controle e as forças de segurança e/ou policiais de cada Estado-Parte ou Associado com jurisdição sobre as zonas fronteiriças, a fim de se obter um procedimento operacional adequado. b. O Plano de Operações de Controle que seja estabelecido, em princípio por semestre, deverá contemplar a respectiva realização naqueles lugares geográficos das fronteiras internacionais que constituam zonas de risco. c. A presente ação começará a ser executada a partir do primeiro semestre de 2000, devendo os órgãos envolvidos, realizar, nesse ínterim, todas as atividades necessárias a sua implementação. CAPÍTULO III Área Ilícitos Ambientais Seção Única Ações: 1. Elaborar um Plano de Ação específico, com o objetivo de proteger o meio ambiente e cooperar em matéria de acidentes ambientais. Identificar, se possível no prazo de 30 (trinta) dias após a aprovação do Plano, os interlocutores em cada um dos Estados-Partes e Associados, as áreas e os recursos naturais específicos e definir um cronograma de trabalho. 2. Reunir, quando seja necessário, as autoridades nacionais e locais competentes para analisar a situação das áreas e dos recursos naturais definidos no Plano de Ação futuro, buscando melhorar as atividades de prevenção e, quando couber, de repressão, bem como de recuperação ambiental. 3. Executar periodicamente as operações simultâneas de controle estabelecidas no Plano de Ação, para detectar depredações em matéria de biodiversidade,

17 especialmente da flora e da fauna, bem como o tráfico ilegal dessas últimas e de resíduos perigosos e material nuclear, esse último observada a legislação de cada Estado-Parte e Associado. 4. Buscar criar um arquivo, na base de dados que se organize, e sua atualização periódica, possibilitando a consulta e o intercâmbio ágil e oportuno das informações necessárias sobre as leis e os regulamentos ambientais de cada um dos Estados-Partes e Associados, a fim de possibilitar a caracterização dos ilícitos ambientais, e que viabilizaria a aplicabilidade do ordenamento jurídico. 5. Proceder a estudos objetivando a evolução normativa dos Estados-Partes e Associados em matéria ambiental e a harmonização da legislação ambiental, fortalecendo a cooperação e otimizando a aplicação dos instrumentos jurídicos ambientais nas zonas fronteiriças. CAPÍTULO IV Área Migrações Seção Única Ações: 1. Estabelecer um intercâmbio fluido de informações com respeito a estrangeiros nacionais de terceiros países, com relação a pedidos de captura, expulsões, vistos permanentes e vistos denegados no território de qualquer um dos Estados-Partes e Associados, especificando o motivo, quando solicitado. Da mesma forma, se intercambiarão informações sobre vistos permanentes e de qualquer outro tipo concedidos, quando solicitado em casos pontuais, devidamente fundamentados. Disposição Complementar Enquanto o SISME não estiver em funcionamento, a informação mencionada será intercambiada, via fax ou correio eletrônico, entre os respectivos órgãos de migração. 2. Estabelecer que as informações sobre vistos denegados a nacionais de terceiros países sejam intercambiadas entre as Repartições Consulares ou entre as Sessões Consulares das Embaixadas situadas na mesma cidade, quando o permitir a legislação do Estado-Parte ou Associado. Caso contrário, a informação

18 será intercambiada por intermédio dos Ministérios das Relações Exteriores. Os motivos das denegações serão informados a pedido em cada caso. Cada Estado-Parte e Associado decidirá sobre a aposição de um carimbo no passaporte a cujo titular denegou um visto. 3. Realizar, de maneira periódica, extraordinária, inesperada e simultânea, controles de entrada e saída nos passos de fronteira, com auxílio das forças de segurança e/ou policiais, quando couber, sem prejuízo dos controles que cada um dos órgãos competentes realiza normalmente. a. Dita tarefa deverá ser acordada e coordenada entre os órgãos competentes, a fim de se obter um resultado operacional adequado. b. O plano operacional, determinado em princípio por semestre, deverá contemplar a realização de ações naqueles pontos mais vulneráveis das fronteiras. c. A presente ação começará a ser executada a partir do primeiro semestre de 2000, devendo os órgãos nela envolvidos realizar, nesse ínterim, todas as atividades necessárias a sua implementação. 4. Avançar na implementação de um regime de Trânsito Vicinal Fronteiriço para toda a região, devendo as autoridades competentes dos Estados-Partes e Associados envolvidos concordar no projeto conveniente. 5. Efetuar o recenseamento de estrangeiros nacionais de terceiros países assentados naquelas zonas fronteiriças acordadas pelos Estados-Partes e Associados, de acordo com a legislação interna de cada um deles. a. Os recenseamentos serão realizados em cada Estado-Parte ou Associados com o apoio, se necessário, de suas forças de segurança e/ou policiais. b. Na execução da presente ação, serão levadas em conta as zonas fronteiriças de maior densidade demográfica e incidência política, social e econômica dentro de cada Estado-Parte e Associado. c. Os dados dos recenseamentos serão intercambiados pelos Estados-Partes e Associados, visando a formação de um bando de dados que permita melhor avaliação dos seus resultados. 6. Buscar a criação de um mecanismo de intercâmbio de observadores, que poderão ser convidados a participar das operações previstas neste capítulo.

19 CAPÍTULO V Capacitação e Equipamento Primeira Seção Capacitação Ações: 1. Impulsionar os estudos visando a regionalizar a capacitação dos funcionários dos órgãos competentes e envolvidos com a segurança regional, a fim de se obter um grau adequado de preparação; intercambiar experiências e aperfeiçoar a coordenação nos procedimentos simultâneos, cuja realização seja acordada. Ditos estudos deverão ser canalizados para dois campos. O primeiro se refere à legislação do MERCOSUL. O segundo diz respeito à capacitação profissional dos integrantes dos órgãos de controle e das forças de segurança e/ou policiais. 2. Impulsionar, no âmbito regional, a realização de cursos, seminários, congressos, jornadas, etc., de caráter técnico-científico, com participação de profissionais de atuação reconhecida nos meios público e privado. Participar em eventos similares que se realizem em cada Estado-Parte ou Associado, em outros países, ou promovidos por Organismos Internacionais, a fim de obter maior conhecimento sobre toda a matéria vinculada à segurança regional. 3. Propiciar, no âmbito regional, o intercâmbio de experiências e de capacitação conjunta dos recursos humanos envolvidos com a problemática da segurança regional, a fim de obter-se uma inter-relação adequada entre os órgãos competentes dos Estados-Partes e Associados e um maior especialização de seus integrantes. 4. Acordar, pela via que se considere mais idônea, a capacitação dos recursos humanos na prevenção, na detecção e no manejo de situações conflituosa ligadas ao tráfico de veículos, especialmente em temas relacionados ao transporte de substâncias perigosas. 5. Intercambiar conhecimentos e experiências, entre os órgãos competentes da região, sobre o aperfeiçoamento dos sistemas de incorporação de pessoal, a fim de obter um nível adequado e similar de idoneidade. 6. Intercambiar conhecimentos e experiências, entre os órgãos competentes da região, sobre mecanismos de controle de gestão que possam ser aproveitados para aperfeiçoar o sistema nos Estados-Partes e Associados. 7. Incrementar o intercâmbio de pessoal, entre os órgãos competentes dos Estados-Partes e Associados, em cursos regulares de formação geral.

Que é necessário aperfeiçoar os instrumentos de cooperação policial já existentes, a fim de reforçar a luta contra o crime organizado transnacional.

Que é necessário aperfeiçoar os instrumentos de cooperação policial já existentes, a fim de reforçar a luta contra o crime organizado transnacional. MERCOSUL/CMC/DEC. Nº 16/06 ACORDO QUADRO SOBRE COOPERAÇÃO EM MATÉRIA DE SEGURANÇA REGIONAL ENTRE OS ESTADOS PARTES DO MERCOSUL, A REPÚBLICA DA BOLIVIA, A REPÚBLICA DO CHILE, A REPÚBLICA DA COLÔMBIA, A

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