DE CONCRETO COM BLOCOS

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1 COM BLOCOS DE CONCRETO Materiais e Componentes

2 O componente bloco Bloco Broco Controle de qualidade

3 NBR Blocos Vazados de Concreto simples para Alvenaria Requisitos Estabelece os requisitos para o recebimento de blocos vazados de concreto simples, destinados à execução de alvenaria com ou sem função estrutural. Definições ALVENARIA ESTRUTURAL Bloco vazado: Componente de alvenaria cuja área líquida é igual ou inferior a 75% da área bruta.

4 NBR Blocos Vazados de Concreto simples para Alvenaria Requisitos Definições ALVENARIA ESTRUTURAL Blocos tipo canaleta: Componentes de alvenaria vazados ou não, com conformação geométrica conforme abaixo, criados para racionalizar a execução de vergas, contravergas e cintas.a

5 NBR Blocos Vazados de Concreto simples para Alvenaria Requisitos Definições Blocos tipo canaleta ALVENARIA ESTRUTURAL

6 NBR Blocos Vazados de Concreto simples para Alvenaria Requisitos Definições Blocos tipo canaleta ALVENARIA ESTRUTURAL Blocos tipo J e compensador

7 NBR Blocos Vazados de Concreto simples para Alvenaria Requisitos Definições Blocos tipo canaleta ALVENARIA ESTRUTURAL

8 NBR Blocos Vazados de Concreto simples para Alvenaria Requisitos Definições ALVENARIA ESTRUTURAL Área bruta: Área da seção perpendicular aos eixos dos furos, sem desconto das áreas dos vazios. Área líquida: Área média da seção perpendicular aos eixos dos furos, descontadas as áreas médias dos vazios.

9 NBR Blocos Vazados de Concreto simples para Alvenaria Requisitos Definições ALVENARIA ESTRUTURAL Dimensões nominais: Dimensões comerciais dos blocos, indicadas pelos fabricantes, múltiplas do módulo M = 10 cm e seus submódulos M/2 e M/4. Dimensões reais: Aquelas obtidas ao medir cada bloco, equivalentes às dimensões nominais diminuídas em 1 cm, que correspondem à espessura média da junta de argamassa. Blocos modulares: Blocos com dimensões coordenadas, para a execução de alvenarias modulares, isto é, alvenarias com dimensões múltiplas do módulo M = 10 cm e seus submódulos M/2 e M/4.

10 NBR Blocos Vazados de Concreto simples para Alvenaria Requisitos Definições Família de blocos: Conjunto de componentes de alvenaria que interagem modularmente entre si e com outros elementos construtivos. Os blocos que compõem a família, segundo suas dimensões, são designados como bloco inteiro (bloco predominante), blocos de amarração L e T (blocos para encontros de paredes), blocos compensadores A e B (blocos para ajustes de modulação) e blocos tipo canaleta.

11 Família de blocos Família unidade modular em planta 20cm

12 Amarrações Amarração em L B34 B39

13 Amarrações Amarração em T B54 B39 B34

14 Família de blocos Família unidade modular em planta 15cm

15 Amarrações Amarração em L B29

16 Amarrações Amarração em T B44 B29

17 Família de blocos Família 11, unidade modular em planta 12,5cm

18 Família 11,5 Família de blocos Amarração a 1/3

19 Classificação ALVENARIA ESTRUTURAL Classe A Com função estrutural, para uso em elementos de alvenaria acima ou abaixo do nível do solo; Classe B Com função estrutural, para uso em elementos de alvenaria acima do nível do solo; Classe C Com função estrutural, para uso em elementos de alvenaria acima do nível do solo; Classe D Sem função estrutural, para uso em elementos de alvenaria acima do nível do solo. NOTA Recomenda-se o uso de blocos com função estrutural classe C designados M10 para edificações de no máximo um pavimento, os designados M12,5 para edificações de no máximo dois pavimentos e os designados de M15 e M20, para edificações maiores.

20 Bloco antes da cura Bloco após a cura Fabricação Correia transportadora de agregados Correia transportadora da mistura Vibro-prensa, Paletização, Estoque e Expedição

21 Fabricação Os blocos devem ser fabricados e curados por processos que assegurem a obtenção de um concreto suficientemente homogêneo e compacto, de modo a atender a todas as exigências desta Norma. Os lotes devem ser identificados pelo fabricante segundo sua procedência, transportados e manipulados com as devidas precauções, para não terem sua qualidade prejudicada Os blocos devem ter arestas vivas e não devem apresentar trincas, fraturas ou outros defeitos que possam prejudicar o seu assentamento ou afetar a resistência e a durabilidade da construção, não sendo permitida qualquer reparo que oculte defeitos eventualmente existentes no bloco.

22 O Bloco de Concreto é um componente VIBRO-PRENSADO Suas características e desempenho dependem - Desempenho do Equipamento - Qualidade dos Materiais empregados - Proporção adequada dos Materiais

23 Tecnologia de fabricação Vibração mecânica Prensagem manual Alta dispersão Dificilmente o produto estará conforme segundo as normas.

24 Tecnologia de fabricação Vibração mecânica Prensagem manual Alta dispersão Dificilmente o produto estará conforme segundo as normas.

25 Tecnologia de fabricação Equipamento Nacional Se equipara aos equipamento pesados importados. Alta produção Possibilidade total de automação. ALVENARIA ESTRUTURAL Piorotti

26 Tecnologia de fabricação Equipamento Nacional ALVENARIA ESTRUTURAL

27 Equipamento Nacional ALVENARIA ESTRUTURAL Tecnologia de fabricação Menegotti Engenheiro CAE-M2 Civil / 9

28 Equipamento importado ALVENARIA ESTRUTURAL Tecnologia de fabricação Besser

29 Equipamento importado ALVENARIA ESTRUTURAL Tecnologia de fabricação Schlosser

30 Tecnologia de fabricação - Rendimento Curso ABCP Produção de blocos Idário

31 Tecnologia de fabricação - Rendimento 1 : 6 = 7 partes em massa 14 kg/7 = 2,0 kg cimento/bloco 1000 blocos = 40 sacos de cimento. 1:12 = 13 partes em massa 14 kg/13 = 1,08 kg cimento/bloco Curso ABCP Produção de blocos Idário 1000 blocos = 21,6 sacos Economia 46%

32 Tecnologia de fabricação Bloco tipo stone

33 O Bloco de Concreto é um componente VIBRO-PRENSADO Suas características e desempenho dependem - Desempenho do Equipamento - Qualidade dos Materiais empregados - Proporção adequada dos Materiais

34 Tecnologia de fabricação Qualidade dos AGREGADOS

35 Tecnologia de fabricação Qualidade dos AGREGADOS Os agregados graúdos e miúdos devem estar de acordo com a ABNT NBR Escórias de alto forno, cinzas volantes, argila expandida ou outros agregados leves ou não, podem ser usados com a condição de que o produto final atenda aos requisitos fisico-mecânicos prescritos em 5.3. Recomenda-se que a dimensão máxima característica do agregado não ultrapasse a metade da menor espessura de parede do bloco.

36 Tipos de Cimento Produzidos no Brasil Tipo de Cimento Adições Sigla Norma Cimento Portland Comum Escória, pozolana CP I-S 32 ou fíler (até 5%) CP I-S Escória (6-34%) CP II-E 32 CP II-E 40 Cimento Portland Composto Pozolana (6-14%) CP II-Z Fíler (6-10%) CP II-F 32 CP II-F 40 Cimento Portland de Alto- CP III 32 Escória (35-70%) Forno CP III Cimento Portland Pozolânico Pozonala (15-50%) CP IV Cimento Portland de Alta Resistência Inicial Cimento Portland Resistente aos Sulfatos Cimento Portland de Baixo Calor de Hidratação Cimento Portland Branco Materiais carbonáticos (até 5%) CP V-ARI 5733 Estes cimentos são designados pela sigla RS. Ex.: CP III-40 RS, CP V-ARI RS 5737 Estes cimentos são designados pela sigla BC Estrutural Não Estrutural CPB-32 CPB 12989

37 Aditivos químicos ALVENARIA ESTRUTURAL Tecnologia de fabricação São produtos que, quando adicionados a uma mistura cimentícia para um mesmo conteúdo de água, influenciam positivamente sua trabalhabilidade. Os aditivos mais usados na produção de blocos de concreto são os plastificantes. Será permitido o uso de aditivos, de acordo com a ABNT NBR 11768, adições ou pigmentos desde que o produto final atenda aos requisitos fisico-mecânicos prescritos em 5.3.

38 Tecnologia de fabricação Pigmentos à base de óxido Vermelho óxido de ferro vermelho Amarelo óxido de ferro amarelo Preto óxido de ferro preto Marrom óxido de ferro marrom Verde óxido de cromo Azul óxido de cobalto Os pigmentos devem resistir à alcalinidade do cimento, exposição dos raios solares e intempéries.

39 O Bloco de Concreto é um componente VIBRO-PRENSADO Suas características e desempenho dependem - Desempenho do Equipamento - Qualidade dos Materiais empregados - Proporção adequada dos Materiais

40 Resistência ALVENARIA ESTRUTURAL Método de dosagem

41 Mas a parede não é composta somente de blocos Principais componentes da alvenaria: Blocos Argamassa de assentamento Graute Aço

42 O Desempenho da parede depende: -Qualidade do Bloco de Concreto - Qualidade da argamassa de assentamento - Qualidade e aplicação correta do Graute - Forma da aplicação da argamassa -- Do projeto da alvenaria - Da capacidade profissional da mão de obra

43 Requisitos específicos dos blocos Dimensões As dimensões reais dos blocos vazados de concreto, modulares e sub-modulares devem corresponder às dimensões constantes na tabela 1. Os blocos cujas dimensões não estão contempladas na tabela 1 podem ser aceitos, desde que atendam às definições da seção 3 (se refere as definições).

44 Requisitos específicos dos blocos Tabela 1 Dimensões reais FAMÍLIAS DE BLOCOS Nominal ,5 10 7,5 Designação Módulo M - 20 M - 15 M - 12,5 M - 10 M - 7,5 Amarração 1/2 1/2 1/2 1/2 1/2 1/3 1/2 1/2 1/3 1/2 Linha 20 x x x 30 12,5 x 40 12,5 x 25 12,5 x 37,5 10 x x x 30 7,5 x 40 Largura (mm) Altura (mm) Inteiro Meio / Comprimento (mm) 1/ Amarração L Amarração T Compensador A Compensador B NOTA: As tolerâncias permitidas nas dimensões dos blocos indicados na tabela 1 são de 2,0 mm para a largura e. 3,0 mm para a altura e para o comprimento.

45 Principais Características Dimensional ALVENARIA ESTRUTURAL ± 3 mm

46 Principais Características Dimensional ALVENARIA ESTRUTURAL ± 2 mm

47 Principais Características Dimensional ALVENARIA ESTRUTURAL - 1 mm

48 Requisitos específicos dos blocos Tabela 2 Designação por classe largura dos blocos e espessura mínima das paredes Classe A B C D Paredes transversais Designação Paredes Paredes Espessura longitudinais 1) equivalente mm mm mm/m M M M M M M-12, M M M-7, M M-12, M M ) Média das medidas das paredes tomadas no ponto mais estreito. 2) Soma das espessuras de todas as paredes transversais aos blocos (em milímetros), dividida pelo comprimento nominal do bloco (em metros).

49 Requisitos físico mecânicos Parede Resistência a compressão Prisma de dois blocos Blocos

50 Resistência a compressão Relação entre a força axial necessária a ruptura do corpo de prova e a área da seção de aplicação da carga. Resistência característica a compressão fk Valor resultante do tratamento estatísticos de um conjunto de valores de resistência a compressão de uma determinada amostra. O valor característico é escolhido de modo que 95% das resistências verificadas do respectivo lote seja superior a fk.

51 Resistência característica a compressão fk

52 Requisitos físico mecânicos Ensaio de resistência à compressão dos blocos Preparação da amostra ALVENARIA ESTRUTURAL

53 Principais Características Ensaio de resistência à compressão dos blocos Preparação da amostra ALVENARIA ESTRUTURAL

54 Principais Características Ensaio de resistência à compressão dos blocos Ruptura do corpo de prova

55 Absorção total a (%) Relação entre a massa total de água absorvida pelo bloco e sua massa seca. m1 massa do corpo de prova seco m2 massa do corpo de prova saturado a% m 2 m 1 m 1 x100

56 Principais Características Absorção total ALVENARIA ESTRUTURAL

57 Principais Características Absorção total ALVENARIA ESTRUTURAL

58 Principais Características Retração linear por secagem S (%) Relação entre a médias das variações do comprimento e a média dos comprimentos das bases de medidas dos corpos de prova. S = L/G L= Variação média da dimensão do corpo-de-prova, entre a condição saturada e o ponto de constância de massa ou de comprimento. G= comprimento médio das bases de medida do corpo-de-prova

59 Principais Características Estabilidade dimensional

60 Principais Características Estabilidade dimensional

61 Principais Características Estabilidade dimensional

62 Principais Características Estabilidade dimensional

63 Requisitos físico mecânicos - Resistência característica à compressão do bloco - Absorção total - Retração linear por secagem - Estabilidade dimensional Resistência Característica Absorção média em % Retração (1) Classe f bk MPa Agregado normal Agregado leve % A 6,0 B 4,0 C 3,0 10,0% 13,0% (média) 16,0% (individua) 0,065% D 2,0 1) Facultativo.

64 O Desempenho da parede depende: -Qualidade do Bloco de Concreto - Qualidade da argamassa de assentamento - Qualidade e aplicação correta do Graute - Forma da aplicação da argamassa -- Do projeto da alvenaria - Da capacidade profissional da mão de obra

65 PROPRIDADES DESEJÁVEIS DAS ARGAMASSAS - Trabalhabilidade - Capacidade de retenção de água - Capacidade de sustentar os blocos - Resistência inicial adequada - Capacidade (potencial) de aderência

66 PROPRIDADES DESEJÁVEIS DAS JUNTAS DE ARGAMASSA - Resistência mecânica adequada - Capacidade de absorver (ou acomodar) deformações - Durabilidade

67 CAPACIDADE DE ABSORVER (ACOMODAR) DEFORMAÇÕES Acomodar as deformações em micro-fissuras não prejudiciais COMO DEVE SER ESTA ARGAMASSA?

68 CAPACIDADE DE ACOMODAR DEFORMAÇÕES ARGAMASSA FORTE CONCENTRAÇÃO DE TENSÕES FISSURAS ARGAMASSA FRACA REDISTRIBUIÇÃO DE TENSÕES MICROFISSURA (não prejudiciais)

69 ADERÊNCIA BLOCO - ARGAMASSA RESISTÊNCIA DE ADERÊNCIA À TRAÇÃO DIRETA RESISTÊNCIA DE ADERÊNCIA AO CISALHAMENTO

70 POTENCIAL DE ADERÊNCIA

71 POTENCIAL DE ADERÊNCIA

72 POTENCIAL DE ADERÊNCIA

73 POTENCIAL DE ADERÊNCIA

74 POTENCIAL DE ADERÊNCIA

75 POTENCIAL DE ADERÊNCIA CARACTERÍSTICAS DA ARGAMASSA Trabalhabilidade Teor De Ar Incorporado Retenção De Água Resistência Mecânica CARACTERÍSTICAS DOS BLOCOS Sucção Inicial Condições Superficiais Retração Por Secagem

76 VERIFICAÇÃ DA ADERÊNCIA ATRAVÉS DO ENSAIO DE PRISMA SUBMETIDO A TRAÇÃO NA FLEXÃO

77 VERIFICAÇÃ DA ADERÊNCIA ATRAVÉS DO ENSAIO DE PRISMA SUBMETIDO A TRAÇÃO NA FLEXÃO

78 CONSISTÊNCIA DA ARGAMASSA

79 FATORES QUE INFLUENCIAM A TRABALHABILIDADE - Formato dos grãos - Granulometria da areia - Proporção e natureza dos finos plastificantes - Natureza do plastificante - Composição mineralógica - Relação água/aglomerante

80 CAPACIDADE DE RETENÇÃO DE ÁGUA Capacidade da argamassa não perder água quando em contato com superfícies que apresentem sucção elevada COMO AUMENTAR A CAPACIDADE DE RETENÇÃO DE ÁGUA?

81 CAPACIDADE DE RETENÇÃO DE ÁGUA

82 ARGAMASSAS normalizadas nos EUA tipo traço em VOLUME CIM CAL AREIA f a (média) MPa uso M 1 1/4 17,2 contato com o solo S N 1 1 ¼ a 1/2 ½ a 1,25 2,25 a 3 x (vol CIM + vol CAL) 12,4 5,2 sob FLEXÃO paredes EXTERNAS O 1 1,25 a 2,5 2,4 paredes INTERNAS

83 Argamassa tipo M: recomendada para alvenaria em contato com o solo, tais como fundações, muros de arrimo, etc. Possui alta resistência à compressão e excelente durabilidade. Argamassa tipo S: recomendada para alvenaria sujeita a esforços de flexão. É de boa resistência à compressão e produz uma boa resistência à tração na interface com a maioria dos tipos de unidades. Argamassa tipo N: recomendada para uso geral em alvenarias expostas, sem contato com o solo. É de média resistência à compressão e boa durabilidade. Argamassa tipo O: pode ser usada em alvenaria de unidades maciças onde a tensão de compressão não ultrapasse 0,70 MPa e não esteja exposta em meio agressivo. É de baixa resistência à compressão e conveniente para o uso em paredes interiores em geral.

84 ARGAMASSAS norma inglesa Designação Tipo de Argamassa (proporção por volume) Resistência à Comp. aos 28 dias (MPa) cimento cal areia laboratório obra (i) 1 0 a 1/4 3 16,0 11 (ii) 1 1/2 4 a 4,5 6,5 4,5 (iii) a 6 3,6 2,5 (iv) a 9 1,5 1,0

85 RESISTÊNCIA À COMPRESSÃO - RECOMENDAÇÃO fak 70% fbk

86 O Desempenho da parede depende: -Qualidade do Bloco de Concreto - Qualidade da argamassa de assentamento - Qualidade e aplicação correta do Graute -- Forma da aplicação da argamassa - Do projeto da alvenaria - Da capacidade profissional da mão de obra

87 O graute é um concreto ou argamassa fluidos lançados nos vazios dos blocos, com a finalidade de solidarizar as ferragens à alvenaria, preenchendo as cavidades onde elas se encontram e aumentando a capacidade de resistência à compressão da parede. Características gerais ALVENARIA ESTRUTURAL Slump = 20 e 28 cm a/c = 0,8 e 1,1

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91 Proporções Recomendadas para a Dosagem do Graute sem agregado graúdo com agregado graúdo MATERIAIS CONSTITUINTES cimento areia brita a a 3 1 a 2

92 A resistência à compressão do graute, combinada com as propriedades mecânicas dos blocos e da argamassa definirão a resistência à compressão da alvenaria. RECOMENDADO Fgk = 2 x fbk

93 O Desempenho da parede depende: -Qualidade do Bloco de Concreto - Qualidade da argamassa de assentamento - Qualidade e aplicação correta do Graute - Forma da aplicação da argamassa -- Do projeto da alvenaria - Da capacidade profissional da mão de obra

94 APLICAÇÃO DA ARGAMASSA

95 APLICAÇÃO DA ARGAMASSA Comparação entre as resistências à compressão de prismas e paredinhas com argamassa de assentamento somente nas paredes longitudinais e nas paredes longitudinais e transversais. Curso ABCP/UNICAMP

96 APLICAÇÃO DA ARGAMASSA Curso ABCP/UNICAMP - Ensaios realizados na UNICAMP

97 APLICAÇÃO DA ARGAMASSA As fissuras podem começar nas paredes transversais. Não podemos observá-las antes da ruptura!

98 resistência à compressão dos prismas ALVENARIA ESTRUTURAL Argamassa nas paredes longitudinais Resistência à compressão dos prismas - argamassa lateral ,92 7,26 5,13 8,65 6,69 4, (6.2) (9.8) (14.0) Reistência à compressão dos blocos - referida a área líquida e (área bruta) Arg MPa Arg Mpa Romagna (2000)

99 Resistência à comlpressão dos prismas ALVENARIA ESTRUTURAL Argamassa em nas paredes laterais e transversais e septos Resistência à compressão dos prismas - argamassa total ,22 4,63 10,35 9,1 12,76 9, (6.2) (9.8) (14.0) Resistência à compressão dos blocos - referiada a área líquida e (área bruta) Arg MPa Arg Mpa Romagna(2000)

100 resistência à compressão dos prismas ALVENARIA ESTRUTURAL Argamassa nas paredes laterais Resistências de prismas grauteados - argamassa lateral 35,0 30,0 25,0 20,0 15,0 10,0 5,0 0,0 33,1 33,3 16,6 26,2 23,5 15,8 12,9 12,9 12,8 7,1 6,6 8, (6.2) (9.8) (14.0) Resistência à compressão dos blocos referida à área líquida e (área bruta) G1-7.2 MPa G MPa G MPa G MPa Romagna(2000)

101 Resistência á compressão dos prismas ALVENARIA ESTRUTURAL Argamassa nas paredes laterais e transversais e septos Resistência de prismas grauteados - argamassa total 50,0 40,0 30,0 20,0 10,0 0,0 36,6 40,1 26,2 27,5 17,0 14,2 12,0 14,6 14,7 7,4 7,3 7, (6.2) (9.8) (14.0) Resistência á compressão dos blocos - referido á área líquida e (área bruta) G1-7.2 MPa G MPa G MPa G MPa Romagna(2000)

102 O Desempenho da parede depende: - Qualidade do Bloco de Concreto - Qualidade da argamassa de assentamento - Forma da aplicação da argamassa - Qualidade e aplicação correta do Graute - Do projeto da alvenaria - Da capacidade profissional da mão de obra

103 A alvenaria estrutural de bloco de concreto é a única que conta com um completo corpo normativo na ABNT - NBR 6136 (1994) Bloco vazado de concreto simples para alvenaria estrutural; - NBR 7184 (1992) Determinação da resistência à compressão; - NBR (1992) Retração por secagem; - NBR (1992) Determinação da absorção de água, do teor de umidade e da área líquida; - NBR (1989) Cálculo de alvenaria estrutural de blocos vazados de concreto; - NBR 8798 (1985) Execução e controle de obras em alvenaria estrutural de blocos vazados de concreto; e - NBR 8215 (1983) Prismas de blocos vazados de concreto simples para alvenaria estrutural Preparo e ensaio à compressão.

104 O Desempenho da parede depende: - Qualidade do Bloco de Concreto - Qualidade da argamassa de assentamento - Forma da aplicação da argamassa - Qualidade e aplicação correta do Graute - Do projeto da alvenaria - Da capacidade profissional da mão de obra

105 Influência da execução na resistência da parede Juntas horizontais incompletas Vazios na argamassa da junta horizontal ocorrem por negligência ou simplesmente pressa ou de uma prática que resulta em um sulco, ou rebaixo feito com a colher, no meio da junta de argamassa. Testes mostram que juntas incompletas pode reduzir a resistência das alvenaria de tijolos em até 33%.

106 Influência da execução mão de obra Juntas horizontais incompletas Vazios na argamassa da junta horizontal ocorrem por negligência ou simplesmente pressa ou de uma prática que resulta em um sulco, ou rebaixo feito com a colher, no meio da junta de argamassa. Testes mostram que juntas incompletas pode reduzir a resistência das alvenaria de tijolos em até 33%.

107 Influência da execução mão de obra Juntas horizontais com espessuras acima de 10 mm Juntas horizontais com espessuras entre 16 e 19 mm resultaram em uma queda de 30% na resistência a compressão de paredes com tijolos, quando comparado com juntas de 10mm.

108 Influência da execução mão de obra Desvio na verticalidade Paredes construídas fora do prumo, com empenamento ou desalinhadas em relação as paredes dos andares acima ou abaixo, darão origem a excentricidades no carregamento e consequente perda da capacidade resistente da alvenaria. Paredes de alvenaria de tijolos que apresentaram defeitos desse tipo de 12 a 20mm tiveram sua resistência a compressão reduzidas de 13 a 15%.

109 Influência da execução mão de obra Desvio na verticalidade Paredes construídas fora do prumo, com empenamento ou desalinhadas em relação as paredes dos andares acima ou abaixo, darão origem a excentricidades no carregamento e consequente perda da capacidade resistente da alvenaria. Paredes de alvenaria de tijolos que apresentaram defeitos desse tipo de 12 a 20mm tiveram sua resistência a compressão reduzidas de 13 a 15%.

110 O Desempenho da parede depende: - Qualidade do Bloco de Concreto - Qualidade da argamassa de assentamento - Forma da aplicação da argamassa - Qualidade e aplicação correta do Graute - Do projeto da alvenaria - Da capacidade profissional da mão de obra

111 Avaliação da resistência à compressão das paredes Parede Argamassa Prisma de dois blocos Blocos

112 RESIST ÊNCIA À COMPRESSÃO (MPa) ALVENARIA ESTRUTURAL Avaliação da resistência à compressão de prismas BLOCO A BLOCO B BLOCO C BLOCO PRISMA PAREDINHA PAREDE TIPO DE CORPO DE PROVA VITOR ALY

113 Lev y e Sabbatini (1994) Hamid e Drysdale (1979) Hamid e Drysdale (1979) Hamid e Drysdale (1979) Lev y e Sabbatini (1994) Khalaf (1992) Khalaf (1992) Khalaf (1992) Lev y e Sabbatini (1994) Cheema e Klingner (1986) Hegemeir (1978) Hegemeir (1978) Resistência (MPa) ALVENARIA ESTRUTURAL Avaliação da resistência à compressão de prismas Resist. bloco na área líquida (MPa) Resist. argamassa (MPa) Resist. Prisma na área líquida (MPa) Autores (Ano)

114 Resistência do Prisma Resistência da argamassa ALVENARIA ESTRUTURAL Avaliação da resistência à compressão de prismas Resistência do Prisma (MPa) Resistência das argamassas (MPa) Resistência do bloco (MPa) 0 Traço 1:0.25:3 Traço 1:0.5:4.5 Traço 1:1:6 Traço 1:2:9 0 Traço de Argam assa

115 Resistência à compressão relativa (%) ALVENARIA ESTRUTURAL INFLUÊNCIA DA RESISTÊNCIA À COMPRESÃO DOS BLOCOS E DAS ARGAMASSAS : 0 : 3 1 : 1/2 : 3 1 : 1 : 6 1 : 2 : 9 1 : 3 : 12 Resistência da ARGAMASSA Resistencia da ALVENARIA

116 Fator de eficiência FE Como as resistências a compressão dos blocos não é a mesma do prisma, que também não é a mesma da parede, denominamos de fator de eficiência a relação entre tais resistências. Espessura (cm) Fa (MPa) fb (MPa) fp2 (MPa) fp3 (Mpa) Fpar (Mpa) fp2/fb % fp3/fb % fpar/fb % fpar/fp2 % fpar/fp3 % 9 4,4 5,5 4,9 5,0 4, ,4 4,6 3,9 3,9 3, f par = resistência à compressão axial da parede f b = resistência à compressão axial do bloco f p2 = resistência à compressão axial do prisma de 2 blocos f p3 = resistência à compressão axial do prisma de 3 blocos f a = resistência à compressão da argamassa de assentamento

117 Fator de eficiência ALVENARIA ESTRUTURAL 1 0,9 0,8 0,7 0,6 0,5 0,4 0,3 0,2 0,1 0 arg. 1:1:6 arg. 1:1/2: Resistência à compressão do bloco (MPa) Medeiros 3,6MPa 6,5MPa

118 Requisitos específicos dos blocos Blocos aparentes Blocos para uso em elementos de alvenaria, conforme classes estabelecidas em 4.1, podendo apresentar faces lisas ou com texturas.

119 Requisitos específicos dos blocos Blocos aparentes

120 Requisitos específicos dos blocos Blocos aparentes

121 PERMEABILIDADE A permeabilidade máxima de cada bloco deve ser igual à estabelecida pela ACI 530.1, determinada de acordo com a ASTM E 514.

122 Critério para considerar uma parede estanque: Tempo para o aparecimento da primeira mancha na face posterior da parede deve ser superior a 3 horas; Área da mancha observada a 5 horas após o início do ensaio deve ser inferior a 5% da área exposta a água; Área da mancha observada a 7 horas após o início do ensaio deve ser inferior a 7% da área exposta a água.

123 Considerações sobre paredes com blocos aparentes Produzir uma parede que atenda aos requisitos de estanqueidade recomendados não depende apenas do componente bloco, mas também da argamassa de assentamento; O recomendável hoje, é tratar a alvenaria com a aplicação de produtos impermeabilizantes, colorindo-a ou não; A seguir é apresentado o resultado de ensaios de estanqueidade em blocos de concreto que mostram a complexidade do assunto.

124 UM ESTUDO SOBRE PERMEABILIDADE Quanto ao proporcionamento dos materiais de fabricação dos blocos Foram produzidos blocos por dois fabricantes com equipamentos similares, diferindo-os com relação aos materiais, suas tecnologias de dosagem e fabricação; Ambos produziram blocos com traços normais e especiais, a saber: TN traço normal traço empregado no dia-a-dia da fábrica; TE traço especial proporção dos materiais objetivando máxima densidade; OBS.: o fabricante A produziu blocos com um terceiro traço, empregando pó de pedra, TP ;

125 UM ESTUDO SOBRE PERMEABILIDADE Aplicação do hidrofugante Saturação dos blocos para a determinação da absorção e área líquida

126 UM ESTUDO SOBRE PERMEABILIDADE Determinação da sucção inicial ASTM c 67 Ensaio de permeabilidade adapitado da NBR

127 Requisitos específicos dos blocos Amostra UM ESTUDO SOBRE PERMEABILIDADE Absorção (%) Umidade (%) Sucção inicial (193,55.M3/M6) (g/193,55 cm 2 /min) FA-TN ,2 17,9 58,9 5 Tempo para absorção de 92 mm de coluna d'água (h:min:seg)* Normal Hidrofugante Normal Hidrofugante 00:01:59 00:01:17 00:10:20 00:04:12 FA-TP ,1 20,2 31,1 1,5 FA-TE ,4 21,2 61,6 1,8 FB- TN ,1 25,9 61,2 0,5 FB- TE ,3 27,1 60,9 0 00:0:33 00:03:17 00:05:49 >4 h 00:01:12 00:00:41 00:03:02 >4 h 00:00:40 00:00:09 00:06:31 00:03:11 00:00:42 00:00:38 00:10:36 >4 h *Estão apresentados apenas os maiores e os menores valores obtidos em cada amostra de bloco

128 Requisitos específicos dos blocos UM ESTUDO SOBRE PERMEABILIDADE Considerações sobre o estudo realizado Com relação a absorção as amostras dos blocos com traço comum e especial os valores estão muito próximos; Vale a consideração anterior com relação a absorção, exceto para o traço TP do fabricante A ; Com relação ao tempo de absorção de 92 mm de coluna d água os traços especiais e o TP do fabricante A, responderam a aplicação do hidrofugante, contudo observando-se os valores individuais pode-se perceber que os resultados variam muito em pontos diferentes numa mesma face dos blocos.

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