O Efeito do Fogo em Pilares Mistos Curtos de Aço-Concreto

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1 O Eeito do Fogo em Pilares Mistos Curtos de Aço-Concreto The Eect o The Fire in Short Composite Column o Steel-Concrete Araujo,Ciro J.R.V.(1); Jacintho,Ana E.P.G.A.(2); Requena,João A.V.(3); Moreno Jr., Armando.L.(4) (1) Engenheiro Civil, mestrando, Unicamp (2) Proessor Doutor, Departamento de Estruturas (3) Proessor Doutor, Departamento de Estruturas (4) Proessor Doutor, Departamento de Estruturas Rua Taciba 348 Jabaquara São Paulo-SP Resumo A utilização de pilares mistos compostos por tubos circulares de aço preenchidos com concreto, é de grande importância na área estrutural, pois permite o trabalho em conjunto dos elementos aço e concreto, proporcionando uma maior capacidade de carga, em relação aos mesmos analisados separadamente. Um ator preponderante do colapso em estruturas metálicas, é a exposição à altas temperaturas, devido ao aço ser um eiciente condutor de calor, uma orma de reduzir este risco é introduzindo o concreto no interior dos tubos, obtendo-se um maior tempo de exposição ao ogo. Este trabalho proporcionará inormações técnicas para o entendimento do comportamento dos pilares mistos curtos submetidos ao eeito de altas temperaturas, da qual é avaliada a resistência, levando em consideração o eeito do ogo segundo a BR 14323:2003, e a não consideração deste eeito conorme a BR 8800:2003. Foi realizado um estudo experimental que consistiu na aplicação de cargas térmicas em dois pilares mistos, com intuito de analisar o comportamento da temperatura no interior dos mesmos. Desta maneira pôde-se veriicar o comportamento deste tipo de estrutura durante uma situação de incêndio. Palavra-Chave: Eeito do ogo, Pilares Mistos, Altas temperaturas, Composite Column, Aço-concreto Abstract The use o concrete illed circular hollow steel columns, is o great importance in the structural area, thereore it allows to the work in set o the elements steel and concrete, providing a bigger load capacity, in relation to the same ones analyzed separately. A preponderant actor o the collapse in metallic structures, is the exposition o the high temperatures, had to the steel to be an eicient conductor o heat, a orm to reduce this risk is introducing the concrete in the interior o the tubes, getting itsel a bigger time o exposition to the ire. This work will provide inormation techniques or the agreement o the circular hollow steel-concrete columns behavior submitted to the eect o high temperatures, o which the resistance is evaluated, leading in consideration the eect o ire according to BR 14323:2003, and not considerating this eect in agreement with the BR 8800:2003. An experimental study that consisted o the thermal load application in two composite columns, was carried through to analyze the behavior o the temperature in the interior o the same ones. In this way the behavior o this type o structure could be veriied during a ire situation. eywords: Composite Column, Circular hollow steel-concrete columns, Fire protection, High Temperature AAIS DO 48º COGRESSO BRASILEIRO DO COCRETO - CBC CBC0409 1

2 1 Introdução O estudo do ogo em pilares mistos é de grande importância no contexto estrutural das construções modernas, pois existem poucos trabalhos realizados neste assunto, devido ao grau de diiculdade na elaboração de estudos teóricos e experimentais. O ogo é o principal ator de risco de colapso em estruturas metálicas, devido ao aço ser um eiciente condutor de calor. Uma orma de reduzir este risco é introduzindo concreto no interior dos tubos metálicos, que além de aumentar a capacidade de carga dos pilares, permite que estes resistam a um tempo maior de exposição à temperaturas muito altas. Lie T.T.(1992) ez um estudo teórico do cálculo da temperatura e da resistência ao ogo de tubos de aço preenchidos com concreto. Dividiu a seção transversal dos pilares em 8 camadas para desenvolver equações da transerência de calor desde a superície externa do pilar até núcleo do concreto. Han et al.(2003) realizaram um estudo com 13 pilares mistos, sendo 8 sem proteção ao ogo e 5 com proteção, e analisaram o eeito de altas temperaturas nestes pilares. Compararam os resultados entre estes dois tipos de pilares mistos e observaram o ganho de resistência destes pilares se comparados aos pilares convencionais de aço. Segundo Sayegh (2001), o motivo principal da queda das torres gêmeas nos EUA, oi devido a ocorrência de altas temperaturas por longo tempo, ruto da enorme quantidade de óleo combustível derramado na estrutura. Como o aço é um eiciente condutor de calor, a temperatura elevada das partes expostas e desprotegidas, alcançaram mais de 1000ºC, sendo que bastam 500ºC para que o aço perca 80% de sua resistência na temperatura ambiente. O concreto tende a diminuir a sua resistência de maneira gradativa em altas temperaturas, dierentemente do aço, que apresenta queda brusca de resistência após a temperatura de 400ºC. Portanto nos pilares mistos, o concreto absorve o calor do aço, não deixando que o aço aumente sua temperatura rapidamente, e como resultado um aumento no tempo de exposição à altas temperaturas. AAIS DO 48º COGRESSO BRASILEIRO DO COCRETO - CBC CBC0409 2

3 Souza e Moreno Jr.(2003) izeram um estudo do eeito de altas temperaturas na resistência do concreto e observaram uma redução de 22% da resistência à compressão em relação aos corpos-de-prova em temperatura ambiente. Portanto, apesar do aumento do tempo de exposição à altas temperaturas dos pilares mistos se comparadas com os pilares convencionais (tubos de aço com seção transversal circular), estima-se que ocorrerá perda de resistência de seus materiais constituintes (concreto e o aço) devido ao eeito de altas temperaturas. Em virtude destes estudos, a perda de resistência dos pilares mistos, quando expostos à altas temperaturas depende dos seguintes atores: tempo de exposição ao ogo, intensidade do calor, diâmetro do pilar, espessura do tubo de aço e resistência do concreto. Portanto, existe a perda da resistência dos pilares mistos após à exposição às altas temperaturas, se comparados com os mesmos em temperatura ambiente. 1.1 Problema Analisado Este trabalho proporcionará inormações técnicas para o entendimento do comportamento de pilares mistos curtos submetidos ao eeito de altas temperaturas, da qual consiste em determinar a perda da resistência destes pilares, após serem submetidos às altas temperaturas, através de ensaios de laboratório, controlando a temperatura aplicada. Os ensaios sob altas temperaturas consistem em determinar o tempo que o núcleo de concreto dos pilares mistos leva para atingir a temperatura do incêndio, onde o orno utilizado para os ensaios, tem a taxa de elevação da temperatura baseada na curva de incêndio-padrão da ISO 834:1999. este trabalho está sendo avaliado o cálculo da resistência dos pilares mistos, levando em consideração o eeito do ogo segundo a BR 14323:2003, e sem a consideração deste eeito. Com isto visa-se avaliar qual a perda da capacidade resistente dos pilares mistos curtos quando projetados levando em consideração a hipótese de um incêndio, para um tempo requerido mínimo de incêndio de 120 min, e o quanto estes elementos icam inseguros quando esta hipótese não é considerada. AAIS DO 48º COGRESSO BRASILEIRO DO COCRETO - CBC CBC0409 3

4 Utiliza-se para o estudo comparativo da resistência de cálculo dos pilares mistos curtos, projetados conorme as normas BR 14323:2003 e BR 8800:2003, tubos de aço com seção transversal circular sem costura e concreto com cimento CP-V. os tubos de aço, são utilizados dois diâmetros e duas espessuras dierentes, e no concreto, utiliza-se duas resistências características à compressão - ck. São ixadas 3 temperaturas de 300ºC, 450ºC e 600ºC, onde a elevação da temperatura segue a curva padrão da ISO 834:1999. (vide Tabela 1) A Tabela 2 apresenta a comparação entre os resultados de resistência dos pilares mistos expostos à altas temperaturas, conorme a BR 14323:2003, e os pilares mistos em temperatura ambiente, de acordo com a BR 8800:2003, com o intuito de veriicar a perormance destes pilares mistos. Foi estabelecida uma altura padrão de 30 cm para todos os pilares, respeitando as dimensões internas do orno, já existente na Unicamp. Os cálculos oram baseados no projeto da norma BR 8800:2003 para a determinação do índice de esbeltez λ, icando este parâmetro dentro dos limites dos pilares considerados como curtos, segundo a BR 8800:2003, bem como outros aspectos de dimensionamento. Devido ao ato das resistências dos pilares terem sido calculadas pela BR 8800:2003, para uma situação real de projeto em termos de Brasil, a BR 14323:2003, servirá como um parâmetro de comparação dos resultados da resistência e tempo de exposição ao ogo. As variáveis envolvidas neste estudo comparativo oram: D diâmetro externo (mm); e espessura do tubo (mm); Temp. Temperatura (ºC); y Resistência característica à compressão do aço (MPa); ck Resistência característica à compressão do concreto (MPa); λ 0 Índice de esbeltez relativo na temperatura ambiente, segundo a BR 8800:2003; λ 0, Índice de esbeltez relativo na temperatura segundo a BR 14323:2003; AAIS DO 48º COGRESSO BRASILEIRO DO COCRETO - CBC CBC0409 4

5 RD Força ormal Resistente de Cálculo na temperatura Ambiente, segundo a BR 8800:2003;, Força ormal Resistente de Cálculo na temperatura, segundo a BR i RD 14323:2003; Pw Cz Tk Tubo de Aço com índice w variando de (1 à 4) conorme o diâmetro e espessura; Concreto com índice z variando de (1 à 2), conorme o ck ; Temperatura com índice k variando de (1 à 3), conorme a temperatura do orno. Tabela 1. Características dos Materiais Utilizados na Conecção dos Modelos Séries Diâmetro (mm) e (mm) D/t Altura (mm) y (MPa) ck (MPa) Temp. (ºC) P1C1T1 114,3 7,1 16, P1C1T2 114,3 7,1 16, P1C1T3 114,3 7,1 16, P1C2T1 114,3 7,1 16, P1C2T2 114,3 7,1 16, P1C2T3 114,3 7,1 16, P2C1T1 114,3 8,6 13, P2C1T2 114,3 8,6 13, P2C1T3 114,3 8,6 13, P2C2T1 114,3 8,6 13, P2C2T2 114,3 8,6 13, P2C2T3 114,3 8,6 13, P3C1T1 141,3 7,1 19, P3C1T2 141,3 7,1 19, P3C1T3 141,3 7,1 19, P3C2T1 141,3 7,1 19, P3C2T2 141,3 7,1 19, P3C2T3 141,3 7,1 19, P4C1T1 141,3 8,7 16, P4C1T2 141,3 8,7 16, P4C1T3 141,3 8,7 16, P4C2T1 141,3 8,7 16, P4C2T2 141,3 8,7 16, P4C2T3 141,3 8,7 16, AAIS DO 48º COGRESSO BRASILEIRO DO COCRETO - CBC CBC0409 5

6 Tabela 2 Resultados comparativos entre as normas BR 8800:2003 e BR 14323:2003 Série λ 0 (g) λ RD 0, i, RD (g) i, RD RD t (min) Temp. Aço (ºC) Temp. Concr. (ºC) P1C1T1 0,103 0, , P1C1T2 0,103 0, , P1C1T3 0,103 0, , P1C2T1 0,103 0, , P1C2T2 0,103 0, , P1C2T3 0,103 0, , P2C1T1 0,092 0, , P2C1T2 0,092 0, , P2C1T3 0,092 0, , P2C2T1 0,092 0, , P2C2T2 0,092 0, , P2C2T3 0,092 0, , P3C1T1 0,103 0, , P3C1T2 0,103 0, , P3C1T3 0,103 0, , P3C2T1 0,103 0, , P3C2T2 0,103 0, , P3C2T3 0,103 0, , P4C1T1 0,09 0, , P4C1T2 0,09 0, , P4C1T3 0,09 0, , P4C2T1 0,09 0, , P4C2T2 0,09 0, , P4C2T3 0,09 0, , AAIS DO 48º COGRESSO BRASILEIRO DO COCRETO - CBC CBC0409 6

7 1.2 Estudo analítico do dimensionamento do Pilar Misto de aço-concreto em situação de incêndio, segundo a BR : 2003 A orça normal resistente de cálculo dos pilares mistos em situação de incêndio é determinada da seguinte orma: i, Rd χ i i, pl, Rd normal de plastiicação de cálculo em situação de incêndio ( =, sendo necessário calcular orça i pl, Rd, ). Esta depende da soma dos produtos das áreas dos elementos que constituem os pilares mistos com seus respectivos limites de escoamento, conorme a seguir: i pl, RD = ( Aa, a max, ) + ( Ac, ckn ), (01) j m De acordo com Costa(2001) o módulo de elasticidade e a tensão de escoamento do aço sorem redução com o aumento da temperatura. O módulo de elasticidade está relacionada à rigidez axial. A tensão de escoamento está relacionada à resistência da peça estrutural aos esorços internos oriundos do carregamento aplicado. Segundo a BR 14323:2003, os atores de redução, relativos aos valores a 20ºC, para a resistência ao escoamento dos aços laminados e módulo de elasticidade dos aços laminados, em temperatura elevada, respectivamente y, e E,, estão na Tabela 3. Para determinar a redução da resistência ao escoamento do aço, deve-se utilizar a temperatura do aço, (entrar na Tabela 3), e retirar o valor do ator de redução correspondente de y,. Tabela 3 Fatores de redução para o aço Temperatura do aço a em ºC Fator de redução para a resistência ao escoamento y, Fator de redução para o módulo de elasticidade E, 20 1,000 1, ,000 1, ,000 0, ,000 0, ,000 0, ,780 0, ,470 0,3100 Para valores intermediários da temperatura do concreto pode ser eita interpolação linear AAIS DO 48º COGRESSO BRASILEIRO DO COCRETO - CBC CBC0409 7

8 y, y, = => y, = y,. y (02) y O mesmo é eito para o concreto, utilizando a Tabela 4. Temperatura concreto em ºC c do Tabela 4 Fatores de redução para o concreto Fator de redução para resistência característica à compressão do concreto de densidade normal cn, Fator de redução módulo de elasticidade do concreto de densidade normal Ecn, Deormação do concreto de densidade normal correspondente a ε, x10 3 cun 20 1,000 1,000 2, ,950 0,940 3, ,900 0,820 4, ,850 0,700 6, ,750 0,580 7, ,600 0,460 9, ,450 0,340 12,5 Para valores intermediários da temperatura do concreto pode ser eita interpolação linear ckn,, = => ckn, = cn, ckn (03) cn ckn ckn, Portanto, utilizando a equação (01), calcula-se o i pl, RD, (04) É necessário veriicar o ator de redução χ, para isto deve ser determinado o valor do índice de esbeltez reduzido em situação de incêndio conorme a equação (05): i, pl, RD λ 0, = (05) i, cr Deve ser determinada a carga de lambagem de Euler ou carga elástica crítica em situação de incêndio i i, cr, que leva em consideração a rigidez da seção e o comprimento de lambagem em situação de incêndio, como pode ser visto na equação (06). ( EI ) 2 π i, e i, cr = (06) l 2 l, Para isso, deve-se calcular a rigidez eetiva do pilar misto à lexão, obtida pela somatória dos produtos entre os módulos de elasticidade, coeiciente de redução e AAIS DO 48º COGRESSO BRASILEIRO DO COCRETO - CBC CBC0409 8

9 momento de inércia, de cada elemento constituinte do pilar misto, conorme a equação (07). ( EI ) i e = ( ϕ a, Ea, I a ) + ( ϕc, Ecun, I c ), (07) j m O aço e o concreto sorem redução do módulo de elasticidade quando submetidos a altas temperaturas. Para determinar o módulo de elasticidade do aço na temperatura de incêndio, deve-se utilizar a temperatura em que o mesmo se encontra, (entrar na Tabela 3), conorme explicado anteriormente e retirar o valor do ator de redução correspondente de E E,. = E, => E = E, E (08) E cun, O mesmo é eito para o concreto, utilizando a Tabela 4. ckn, E = => ε cun, onde:. E = (09) cun,. cn, ckn ε cun, ckn, = cn, ckn (10) ε cun, obtido através da Tabela 4 (11) Conorme Vargas (2003), a resistência ao ogo é estabelecida em orma de tempo sendo por meio do TRRF ( tempo requerido de resistência ao ogo), presente na norma BR 14432:2000, onde os tempos mínimos de exposição ao ogo são estabelecidos entre 30 e 120 minutos, com intervalos de 30 minutos, em unção da altura da ediicação, da área do pavimento, da ocupação do ediício, das medidas de proteções ativas, entre outras. A Tabela 5, apresenta os atores de redução, reerentes aos tempos mínimos de exposição ao ogo, de acordo com a BR 14432:2000. Conorme Queiroz (2001), a norma BR 14432:2000, estabelece as condições, relativas aos elementos estruturais, que devem ser atendidas pelas ediicações para que, na ocorrência de incêndio, seja evitado o colapso da estrutura. Conorme este autor, os critérios estabelecidos nesta norma baseiam-se na elevação da temperatura dos elementos estruturais considerando as condições de exposição ao incêndio padrão. AAIS DO 48º COGRESSO BRASILEIRO DO COCRETO - CBC CBC0409 9

10 Tempo requerido de resistência ao ogo (minutos) Tabela 5 Coeicientes de redução Tubo de aço ϕ a, ϕ i, Concreto ϕ c, 30 1,0 0,8 60 0,9 0,8 90 0,8 0, ,0 0,8 Através da equação (7) determina-se a rigidez eetiva do pilar misto. ( EI ) i, e = ( ϕ a, Ea, I a ) + ( ϕc, Ecun, I c ) j m Após determinada a rigidez eetiva do pilar misto a lexão, calcula-se a carga de lambagem de Euler ou carga elástica crítica em situação de incêndio 2 π i, cr = l ( EI ) Com os resultados das equações (01) e (06), pode-se determinar o índice de esbeltez reduzido pela equação. i, pl, RD λ 0, = (12) i, cr Através do gráico da Figura 1, utilizando o índice de esbeltez reduzido, calculado na equação (12), obtém-se o ator de redução 2 l, i, e χ i, através da curva a (BR 8800:2003) correspondente aos tubos laminados sem costura, obtendo-se neste estudo um ator de redução igual à 1, pois trata-se de pilares curtos, com índice de esbeltez inerior à 0,2. Figura 1 - Curvas de dimensionamento à compressão AAIS DO 48º COGRESSO BRASILEIRO DO COCRETO - CBC CBC

11 Desta maneira, com os resultados obtidos é determinada a orça normal resistente de cálculo do pilares misto em situação de incêndio ( i, Rd χ i i, pl, Rd = ) 1.3 Estudo do eeito temperatura durante o ensaio experimental ísico Este estudo experimental consiste em aplicar carga térmica até que seja atingido 300ºC no núcleo de concreto dos pilares mistos, com intuito de veriicar o comportamento da temperatura dentro dos pilares durante exposição a altas temperaturas. Para realização deste estudo, oi utilizado tubo de aço com seção transversal circular sem costura com diâmetro de 114,3 mm e espessura de 8,6 mm e concreto com cimento CP V, com resistência a compressão - ck de 41 MPa, conorme a Tabela 6. Foram utilizados 3 termopares para cada pilar misto ensaiado, sendo: um no núcleo do concreto, um na interace concreto-aço e um na superície externa do tubo de aço. Foram eitos 4 uros com uma broca de 15/64 na parte superior dos tubos, com uma distância do centro dos uros até a superície dos tubos de 2,5 cm, com intuito de liberar o vapor de água produzido pelo aquecimento do concreto para que não houvesse risco de explosão do pilar misto devido a pressão interna icar relativamente grande. Foram eitos dois uros na lateral dos tubos com a mesma broca para a passagem dos temopares, um na metade do tubo para a instalação do termopar que mede a temperatura no núcleo do concreto e o outro à ¼ na parte inerior do tubo que mede a temperatura na interace açoconcreto (conorme Figura 2). Além destes dois temopares citados, também oi utilizado um terceiro termopar, localizado á ¼ da parte superior do tubo, sendo este apenas encostado na superície do tubo para medir a temperatura externa do pilar misto (conorme a Figura 3). AAIS DO 48º COGRESSO BRASILEIRO DO COCRETO - CBC CBC

12 Figura 2 Posicionamento dos Furos Figura 3 Vista em Planta do Pilar Misto ]Tabela 6. Características dos Materiais Utilizados na Conecção dos Modelo Séries Diâmetro (mm) e (mm) D/t Altura (mm) y (MPa) ck (MPa) Temp. orno (ºC) EPM1 114,3 8,6 16, EPM2 114,3 8,6 16, EPM1 Ensaio do Pilar Misto 1; EPM2 Ensaio do Pilar Misto 2. 2 Resultados Foram eitos dois ensaios, o primeiro (EPM1) consistiu na instalação do pilar misto (projetado conorme especiicações da norma BR 8800:2003, situação real de projeto em termos de Brasil, projetado em temperatura ambiente) no orno. Após este instante iniciou-se a aplicação de cargas térmicas, sendo ixada no orno uma temperatura de 350ºC. A temperatura elevou-se seguindo a curva de incêndio padrão da ISO 834:1999. Após período de tempo de 2h 35min, a superície externa do tubo de aço alcançou a temperatura de 292ºC e houve um cruzamento entre a temperatura da interace açoconcreto com a temperatura do núcleo do concreto no momento em que ambas atingiram 240ºC, ocorrendo uma inversão das temperaturas, conorme mostra a Figura 4. A temperatura inal para o tubo de aço oi de 314ºC, na interace 273ºC e no núcleo de concreto 294ºC. AAIS DO 48º COGRESSO BRASILEIRO DO COCRETO - CBC CBC

13 Temperatura ºC Tubo úcleo do concreto Interace aço-concreto 0 00:52:08 01:45:26 02:37:11 03:28:55 Tempo Figura 4 Curvas de Tempo X Temperatura O segundo (EPM2) ensaio, seguiu a mesma seqüência do primeiro ensaio, porém com a temperatura ixada no orno em 370ºC, para que o núcleo do concreto atingisse a temperatura de 300ºC, conorme havia sido proposto anteriormente. este ensaio, também houve uma inversão de temperatura (conorme Figura 5) no momento em que a temperatura do tubo atingiu 341ºC, a temperatura no núcleo de concreto e na interace atingiram 241ºC. Pôde-se observar que oi a mesma temperatura em que houve a inversão no primeiro ensaio, permitindo considerar que a instalação dos termopares estava adequada e que houve a inversão provavelmente devido à evaporação da água do concreto pelo local onde oi instalado o termopar da interace entre o aço e o concreto. este caso esta inversão ocorreu com 1h 37 min de ensaio, dierentemente do primeiro que oi de 2h 35min, da qual pode ser explicada devido á temperatura ixada no orno ser superior, antecipando este momento de inversão. O ensaio teve duração de 3h 07min, com as seguintes temperaturas inais: no tubo de aço 361ºC, na interace de 277ºC e no núcleo de concreto de 321ºC. AAIS DO 48º COGRESSO BRASILEIRO DO COCRETO - CBC CBC

14 Temperatura ºC Tubo úcleo do concreto Interace aço-concreto 0 00:35:18 01:11:31 01:47:44 02:23:57 03:00:10 Tempo Figura 5 Curvas de Tempo X Temperatura A Tabela 7 apresenta os cálculos das resistências dos Pilares Mistos Curtos, com base nos resultados dos ensaios. Tabela 7 Resultados comparativos entre as normas BR 8800:2003 e BR 14323:2003, com base no ensaio de temperatura Série λ 0 (g) λ RD 0, i, RD (g) i, RD RD t (min) Temp. Aço (ºC) Temp. Concr. (ºC) EPM1 0,103 0, (*) 0,948 4,5h EPM2 0,103 0, (*) 0,948 3h (*) Os valores da Forças ormais Resistentes de cálculo oram iguais, devido ambos serem pilares curtos, onde o índice de esbeltez possui valor aproximado à 0,1 correspondendo à uma ator de redução χ i =1, conorme explicado no item 1.2. λ 0 Índice de esbeltez relativo na temperatura ambiente, segundo a BR 8800:2003; λ 0, Índice de esbeltez relativo na temperatura segundo a BR 14323:2003; RD Força ormal Resistente de Cálculo na temperatura Ambiente, segundo a BR 8800:2003;, Força ormal Resistente de Cálculo na temperatura, segundo a BR i RD 14323:2003. AAIS DO 48º COGRESSO BRASILEIRO DO COCRETO - CBC CBC

15 2.1 Conclusões parciais Conclui-se que: o primeiro ensaio o pilar misto levou aproximadamente 4:30 min para obter as seguintes temperaturas inais: no tubo de aço 314ºC, na interace de 273ºC e no núcleo de concreto de 294ºC. o segundo ensaio o pilar misto levou aproximadamente 3:07 min para obter as seguintes temperaturas inais: no tubo de aço 361ºC, na interace de 277ºC e no núcleo de concreto de 321ºC. Foi observado que a temperatura no momento em que ocorreu a inversão oi de aproximadamente 240ºC para os dois ensaios, podendo-se concluir que neste momento a água de evaporação do concreto tende a diminuir a temperatura no tubo de aço, na ace interna que está em contato com o concreto. 3 Agradecimentos À Fundação de Amparo à Pesquisas do Estado de São Paulo FAPESP, pela concessão de undos pra aquisição de materiais, instrumentos, etc... À Empresa Vallourec & Mannesmann Tubes, pela concessão dos tubos. À Empresa COCREPAV, pela doação de materiais. À equipe do Laboratório da Faculdade de Engenharia Civil da Unicamp, pelo apoio técnico. 4 Reerências ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ORMAS TÉCICAS. BR 8800:2003 Projeto e execução de estruturas de aço de ediícios. Rio de Janeiro, ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ORMAS TÉCICAS. BR 14323:2003 Dimensionamento de estruturas de aço de ediícios em situação de incêndio. Rio de Janeiro, AAIS DO 48º COGRESSO BRASILEIRO DO COCRETO - CBC CBC

16 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ORMAS TÉCICAS. BR 14432:2000 Exigências de resistência ao ogo de elementos construtivos de ediicações - Procedimento. Rio de Janeiro, COSTA, I. A. Estudo paramétrico da resistência ao ogo de vigas mistas açoconcreto Dissertação (Mestrado) Universidade Federal de Ouro Preto UFOP. Minas Gerais HA L.H. et at. Experimental Study and Calculation o Fire Resistance o Concrete-Filled Hollow Steel Columns Journal o Structural Engineering, China, v. 129, n. 3, p , Mar ITERATIOAL STADARDIZATIO FOR ORGAIZATIO Fire resistance tests Elements o building construction. ISO 834. Genève LIE, T.T. Structural ire protection 78 ed. : T.T. Lie, p. QUEIROZ, G.; PIMETA,R.J. Elementos das Estruturas Mistas Aço-Concreto Belo Horizonte: O Lutador, p. SAYEGH, S. WTC resistência no limite Revista Téchne, São Paulo, n. 57, p , Dez SOUZA, A.A.A. ; MOREO JR, A.L. Eeito de Altas Temperaturas na Resistência à Compressão, Resistência à Tração e Módulo de Deormação do Concreto Revista Engenharia, Ciência e Tecnologia, v. 6, p , Set./Out VARGAS, M.R. Resistência ao ogo das estruturas de aço Rio de Janeiro, p. (Série Manual de Construção em Aço.) AAIS DO 48º COGRESSO BRASILEIRO DO COCRETO - CBC CBC

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