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1 Processo Planejamento, Ampliação e Melhoria da Rede Elétrica Atividade Planeja o Desenvolvimento da Rede Código Edição Data VR Folha 6ª 1 DE 23 29/05/2012 HISTÓRICO DE MODIFICAÇÕES Edição Data Alterações em relação à edição anterior 1ª 15/02/2002 Edição Inicial. 2ª 01/07/2005 3ª 28/08/2007 4ª 26/11/2008 5ª 03/11/2010 6ª 29/05/2012 Adequação dos desenhos e tabelas, e inclusão do código do poste na sua identificação. Adequação ao novo modelo de normativos do SGN. Alteração na distancia de furação, de 200 para 300mm, no desenho 3301-C1, de postes DT de transmissão. Retirada do código do poste na sua identificação. Alteração nas tabelas de codificação dos postes do Anexo I. Alteração, de 110mm para 90mm, do diâmetro do furo localizado na base do poste DT, para postes até 8 metros. Alteração da dimensão "T" da Tabela 08 do ANEXO I, dos postes de transmissão DT com alturas de 18 a 26 metros. Alteração da distância de furação do desenho do poste circular para transmissão de 305mm para 300mm e alteração das dimensões "T" e "M" na Tabela 09 de postes de transmissão circular. Acrescentada Tabela 04, do ANEXO I, com a relação de postes especiais para rede de distribuição 15KV; Acrescentada Tabela 10, do ANEXO I, com a relação de postes para subestação; Acrescentado no ANEXO I, os desenhos 3301-C2 e 3304-C1 de postes para subestação. Adequação a revisão da NBR 8451, com alteração nos itens , , , , , , 4.5.1, , , e Revisão dos desenhos 3300-C6, 3302-C1, 3301-C1, 3303-C2 e 3301-C2 do ANEXO II, com a inclusão da linha de referência de engastamento. GRUPOS DE ACESSO Nome dos grupos Diretor-Presidente, Superintendentes, Gerentes, Gestores, Funcionários e Prestadores de Serviços. NORMATIVOS ASSOCIADOS Nome dos normativos VR Condições Técnicas Gerais. VR Ferragens Galvanizadas a Quente.

2 ÍNDICE Página 1. OBJETIVO RESPONSABILIDADES DEFINIÇÕES CRITÉRIOS REFERÊNCIAS APROVAÇÃO...10 ANEXO I - TABELAS DE POSTES...11 ANEXO II DESENHOS...17 ANEXO III IDENTIFICAÇÃO DO POSTE...23 VR ª Edição 29/05/ de 23

3 1.OBJETIVO Esta especificação apresenta os requisitos técnicos mínimos ao fornecimento, relativos a características, projeto, fabricação, ensaios e outras condições específicas de postes de concreto armado de formato Duplo T e circular destinados ao suporte de redes e linhas aéreas urbanas e rurais de distribuição e transmissão e de subestação. É parte integrante desta especificação o documento Condições Técnicas Gerais VR , onde estão definidas as exigências básicas da CELPE relativas a inspeção, desenhos, embalagens, garantia e outras condições de fornecimento. 2.RESPONSABILIDADES Cabe aos órgãos de suprimento planejamento, engenharia, construção, operação e manutenção o cumprimento das exigências desta norma. 3.DEFINIÇÕES 3.1Armadura Conjunto de peças metálicas destinadas a reforçar o concreto, absorvendo principalmente os esforços de tração. 3.2Base Plano transversal extremo da parte inferior do poste. 3.3Cobrimento Espessura da camada de concreto sobre as barras da armadura. 3.4Comprimento do Engastamento (e) Comprimento calculado e indicado para realizar o engastamento do poste ao solo. 3.5Comprimento Nominal (L) Distância entre o topo e a base. 3.6Defeito Falta de conformidade a qualquer dos requisitos especificados. 3.7Direção de Maior ou Menor Resistência Mecânica Direção no plano transversal segundo o qual o poste apresenta a maior ou a menor resistência. 3.8Flecha Medida do deslocamento de um ponto, situado no plano de aplicação dos esforços, provocado pela ação dos mesmos. 3.9Flecha Residual Flecha que permanece após a remoção dos esforços, determinada pelas condições especificadas. 3.10Formato É o contorno da seção do poste, resultante de um corte transversal. 3.11Limite de Carregamento Excepcional (1,4 Rn) Correspondente a uma sobrecarga de 40% (quarenta por cento) sobre a resistência nominal. Nestas condições de carga o limite elástico da armadura não deve ser atingido, garantindo-se, após a retirada do esforço, o fechamento das trincas e a flecha residual máxima admitida. 3.12Plano Transversal Plano normal ao eixo longitudinal do poste. VR ª Edição 29/05/ de 23

4 3.13Resistência Nominal (Rn) Valor do esforço, indicado no padrão e garantido pelo fabricante, que o poste deve suportar continuamente, na direção e sentido indicados, no plano de aplicação e passando pelo eixo do poste, de grandeza tal que não produza, em nenhum plano transversal, momento fletor que prejudique a qualidade dos materiais, trincas, exceto as capilares, nem flecha superior à especificada. 3.14Resistência à Ruptura (Rp) Esforço que provoca o desagregamento do poste em uma seção transversal, seja por ter ultrapassado o limite elástico da armadura ou por esmagamento do concreto. A ruptura é definida pela carga máxima indicada no aparelho de medida dos esforços, carregando-se o poste de modo contínuo e crescente. 3.15Topo Plano transversal extremo da parte superior do poste. 3.16Trinca Fissura na superfície do poste, na qual se pode distinguir a olho nu a separação entre as bordas. 3.17Trinca Capilar Fissura na superfície do poste, na qual não se podem distinguir as duas bordas a olho nu. 4.CRITÉRIOS 4.1Escopo do Fornecimento O escopo desta especificação compreende o fornecimento postes de concreto armado, para instalação exterior, conforme características e exigências detalhadas a seguir, inclusive a realização de ensaios de aceitação e tipo, além dos relatórios dos ensaios. 4.2Características Principais 4.2.1Características Gerais Os comprimentos, formatos, resistências nominais e tipos, além das dimensões, estão definidos nas tabelas de postes do ANEXO I Os postes devem apresentar superfícies externas suficientemente lisas, sem apresentar ninhos de concretagem, armadura aparente, fendas ou fraturas (exceto pequenas fissuras capilares, não orientadas segundo o comprimento do poste, inerentes ao próprio material), não sendo permitida pintura (exceto para identificar a condição de liberação das peças) nem cobertura superficial com o objetivo de cobrir ninhos de concretagem ou fissuras, salvo sob autorização da CELPE Devem ser recusadas peças que apresentarem defeitos tais como bolhas, ninhos, trincas de retração, descamação da superfície, manchas, etc A critério da CELPE podem ser aceitos materiais com pequenas falhas tais como pequenas bolhas, ou permitido o seu reparo para posterior reinspeção, desde que: a) Não haja implicações de natureza estrutural nem modificação na armadura; b) Não haja descaracterização do alinhamento nem da planicidade da peça; c) Não apresente retrações ou destaques superficiais O material de preenchimento deve ter resistência no mínimo igual à resistência do elemento estrutural Furos Nas posições indicadas nos desenhos desta especificação, devem ser previstos furos para fixação de equipamentos, cadeias de isoladores e passagem de cabos. VR ª Edição 29/05/ de 23

5 Os furos destinados à fixação de equipamentos e passagem de cabos devem ser cilíndricos ou ligeiramente troncocônicos, permitindo-se o arremate na saída dos furos para garantir a obtenção de uma superfície tal que não dificulte a colocação do equipamento, cabo ou fixadores. Devem atender as seguintes exigências: a) Os furos para fixação do equipamento devem ter eixo perpendicular ao eixo da peça; b) Nos furos de configuração troncocônica, a diferença entre os diâmetros das bases deve ser inferior a 3 mm, sendo que o diâmetro menor define o diâmetro do furo; c) Os furos devem ser totalmente desobstruídos e não devem deixar exposta nenhuma parte da armadura Furos para degraus nos postes DT Os postes devem conter 1 (um) furo, para degrau, com formato de semicírculo, de 110 mm de diâmetro, por gaveta, iniciando na 3ª gaveta a partir da base do poste e no centro da gaveta, com exceção das gavetas superiores, cuja largura não comporte o diâmetro do furo Nos casos de postes com comprimento igual ou inferior a 12 (doze) metros, Tipo D, bem como, naqueles cuja largura da gaveta não comporte os furos, estes devem ser dispensados Furo na base Deve estar localizada a 300 mm da base e ter diâmetro de 90 mm para os postes até 8 metros e 110mm para os postes acima de 9 metros. 4.3Características de Produção 4.3.1Materiais Os materiais constituintes do concreto armado (cimento, agregados, água e aço) devem obedecer às prescrições das normas ABNT relacionadas nesta Norma Fabricação A fabricação de todas as peças das estruturas deve respeitar as mais modernas técnicas e processos empregados neste tipo de manufatura. A fabricação só deve ter início após a aprovação dos desenhos pela CELPE e deve estar estritamente de acordo com os desenhos aprovados O concreto deve ser dosado racionalmente, em função das características granulométricas dos agregados, da resistência característica prevista no projeto e da trabalhabilidade necessária para permitir o perfeito adensamento do concreto em função da dimensão da peça e da densidade de armaduras A cura inicial é obrigatória, antes mesmo da desmoldagem. Após esta, as peças devem ser mantidas úmidas pelo período mínimo de 7 dias, a fim de evitar a perda de água por evaporação, garantindo a realização completa das reações químicas do cimento e diminuindo os efeitos da retração Cobrimento da Armadura As barras longitudinais ou transversais da armadura devem ter cobrimento de concreto com espessura não inferior a 15 mm, para garantir a proteção da armadura e a durabilidade da peça As extremidades da armadura devem estar localizadas a 20 mm da base e do topo do poste, admitindo-se uma tolerância de + 5 mm Todos os postes circulares de conicidade normal e reduzida devem possuir uma proteção em PVC no trecho da armadura passante no rasgo, com 5 cm além do comprimento deste, sendo 2,5 cm para cada lado, para proteção da armadura neste ponto Tolerância de Dimensões As tolerâncias admitidas não são cumulativas e devem ser as seguintes com relação às dimensões estabelecidas nos projetos: VR ª Edição 29/05/ de 23

6 a) Postes: ± mm para o comprimento nominal; ± 5 mm para as dimensões transversais; b) Furos: + 2 mm para o diâmetro nominal; + 3 mm para a diferença entre os diâmetros das bases do furo; + 4 mm para a distância entre eixos; c) Postes para Linha de Transmissão: + 10 mm no comprimento; + 3 mm nas dimensões das seções; + 2 mm para diâmetro dos furos; + 4 mm para distância entre eixos; 10% de variação na resistência característica a compressão de concreto Outras Características As demais características técnicas e construtivas dos postes, tais como teor de absorção de água, armadura, flechas, trincas, resistência à ruptura, super dimensionamento do concreto e do aço no topo dos postes e demais materiais, devem obedecer às disposições da NBR Acessórios Metálicos Os acessórios metálicos, eventualmente incluídos no fornecimento, devem ser fabricados em estrita concordância com os desenhos fornecidos pela CELPE e devem ser zincado a quente, conforme VR Ferragens Galvanizadas a Quente Aterramento Os postes devem ter um eletroduto plástico embutido, com diâmetro variando de 12 a 20 mm, para descida do cabo de aterramento Postes para Ambientes de Atmosfera Agressiva Os postes devem satisfazer as seguintes características básicas: a) Cobrimento - as ferragens devem possuir um cobrimento mínimo de 20 mm, em qualquer ponto da superfície interna ou externa. b) Traço do concreto - deve ser utilizada uma dosagem racional do traço para o concreto, considerando-se a sua utilização em zonas salitrosas, e sujeita a jateamento de areia; abaixo tabela orientativa para utilização. TABELA 1 Materiais Traço em Massa Status Cimento posolânico CP IV 32 RS 1,0 Obrigatório Areia fina ---- Definição própria Brita 0 (9,5 mm) ---- Definição própria Microssilica SEM 0U 10% Obrigatório Retard VZ 0,25% Sugestão Água 0,45 Obrigatório Consumo de cimento 482 kg/m3 Sugestão Abatimento 40+/-10 mm Sugestão Caso o Fabricante adote um traço divergente do sugerido nesta Norma, o mesmo deve executar os seguintes ensaios, em corpos de provas, com o traço do concreto adotado: a) NBR 10787; b) NBR 9204; c) NBR 8094; d) Demais características técnicas conforme NBR VR ª Edição 29/05/ de 23

7 4.3.9Especificações de Projeto As estruturas devem ser projetadas em concordância com os desenhos do ANEXO II e demais informações técnicas fornecidas pela CELPE As cargas indicadas nos desenhos ou diagramas fornecidos incluem os esforços motivados pelos equipamentos, cabos, isoladores e acessórios, que devem ser montados nas estruturas As cargas indicadas devem ser básicas, sem consideração de qualquer fator de segurança As estruturas devem resistir a combinação mais desfavorável de todos os esforços atuantes. O comprimento do engastamento dos postes, quando não indicado nos desenhos fornecidos nesta especificação, deve ser determinado conforme NBR Identificação A identificação dos postes é gravada diretamente no concreto, em baixo relevo, com profundidade entre 3mm e 5mm, e alinhadas paralelamente ao eixo dos postes, com as letras medindo mm x mm, e separadas entre si por 10 mm, em comprimento máximo de mm e iniciar mm ± mm da base, conforme ANEXO III Identificação do poste, tendo as seguintes indicações: a) CELPE; b) Resistência nominal na direção e sentido de maior resistência ; c) Comprimento nominal ; d) Ano de fabricação; e) Nome do Fabricante No caso de poste duplo T, as gravações devem estar na face lisa (Face B). Os postes devem ter ainda um traço de referência indelével, paralelo a base e localizado a 3 (três) metros desta, e traço demarcatório para possibilitar a verificação da profundidade de engastamento, após a montagem Sinal demarcatório indicando a posição do centro de gravidade. O sinal demarcatório deve ser composto de dois traços de no mínimo 30 mm de comprimento cada, marcados das bordas do poste para o centro ou composto de um "X" inscrito em um círculo com 40 mm de diâmetro, conforme Desenhos do ANEXO II Para facilitar a inspeção e o armazenamento, os postes devem ser marcados com tinta a óleo, na base, de forma legível, com as seguintes informações: resistência nominal, comprimento nominal e data de fabricação Os demais critérios de marcação dos postes devem atender às prescrições da NBR Ensaios Observado o disposto nas Condições Técnicas Gerais, devem ser obrigatoriamente realizados os ensaios de recebimento a seguir relacionados, em presença do Inspetor da CELPE ou seu representante: a) Inspeção geral; b) Verificação do controle da qualidade; c) Verificação das características Inspeção Geral Antes de iniciar os ensaios, deve ser feita a inspeção geral, verificando-se: a) Acabamento; b) Dimensões; c) Retilineidade; d) Furação (posição, diâmetro, e desobstrução); e) Identificação Verificação do Controle da Qualidade VR ª Edição 29/05/ de 23

8 O Fabricante deve efetuar, às suas expensas, os ensaios de controle de qualidade do concreto e do aço utilizados na fabricação das estruturas, em conformidade com as normas da ABNT: a) Cimento - conforme as ABNT NBR 5732, ABNT NBR 5733, ABNT NBR 5735, ABNT NBR 5736, ABNT NBR 5737, ABNT NBR ou ABNT NBR 12989; b) Agregado conforme prescreve a NBR 7211; c) Água destinada ao amassamento do concreto e isenta de teores prejudiciais de substâncias estranhas, conforme a ABNT NBR ; d) Barras, fios e cordoalhas de aço utilizados para as armaduras - conforme as ABNT NBR 7480, ABNT NBR 7481, ABNT NBR 7482 ou ABNT NBR 7483; e) Concreto para dosagem e controle tecnológico do concreto, devem ser obedecidas a NBR A resistência do concreto à compressão não deve ser menor que 25 MPa aos 28 dias Cópias dos relatórios destes ensaios devem estar disponíveis para verificação a qualquer momento, durante a fabricação e/ou inspeção de recebimento Verificação das Características Os ensaios de verificação de características devem ser realizados conforme disposições das normas NBR e Os resultados devem ser satisfatórios se conduzirem a valores no mínimo iguais aos especificados na NBR Os ensaios devem ser: a) Momento fletor no plano de aplicação dos esforços (MA) b) Elasticidade; c) Resistência à ruptura; d) Determinação do cobrimento e afastamento da armadura; e) Determinação do teor de absorção de água Condições de Inspeção O Fabricante deve dispor de pessoal e aparelhagem necessária para realização dos ensaios ou contratar, às suas expensas, laboratório previamente aceito pela CELPE. A aparelhagem deve estar devidamente calibrada por laboratório acreditado, reconhecido pelo Inmetro ou aprovado pela CELPE, com o devido laudo comprobatório Os ensaios devem ser realizados às expensas do Fabricante. As repetições, quando solicitadas, devem ser realizadas às expensas da CELPE, se os materiais forem aprovados. Caso reprovados, os custos dos ensaios devem ser assumidos pelo Fabricante Plano de Amostragem para Ensaios O tamanho da amostra ou séries de tamanho de amostra, bem como o critério de aceitação do lote estão definidos na NBR Aceitação e Rejeição Todos os materiais rejeitados nos ensaios de recebimento, integrantes de lotes aceitos, devem ser substituídos por unidades novas e perfeitas pelo Fabricante, sem qualquer ônus para a CELPE A aceitação de um determinado lote pelo comprador não exime o Fabricante da responsabilidade de fornecer os materiais em conformidade com as exigências desta especificação nem invalida as reclamações que a CELPE possa fazer a respeito da qualidade dos materiais empregados na fabricação das peças. 4.6Relatórios de Ensaios Durante o período de fornecimento dos materiais o Fabricante deve disponibilizar ou enviar a CELPE relatório com os ensaios do controle tecnológico do concreto. 4.7Exigências Adicionais Além das exigências contidas na VR , devem ser consideradas como complementares às apresentadas nos itens a seguir. VR ª Edição 29/05/ de 23

9 4.7.1Garantia Os postes fabricados conforme esta especificação e NBR devem ter vida útil de projeto de no mínimo 35 anos a partir da data de fabricação. Não se admitem falhas de fabricação nos primeiros 5 anos, neste período, os postes que apresentarem falhas devem ser repostos pelo fornecedor sem ônus para o comprador Admite-se um percentual de falhas de 1 % a cada 5 anos subsequentes, totalizando 6 % no fim do período de 35 anos, tendo como parâmetro o lote adquirido Para os postes padrão orla a garantia não deve ser inferior a 10 (dez) anos, salvo indicação contrária emitida pela CELPE Manuseio, armazenamento e Transporte As exigências básicas relativas a este tópico estão definidas na VR Os materiais para aplicação em redes de distribuição e de transmissão podem ser embarcados e transportados, respectivamente, após 20 dias de fabricação, após inspeção e realização dos ensaios. Com prévia e formal autorização podem ser aceitos prazos inferiores aos estabelecidos acima, tratando-se de concreto de alto desempenho, cura a vapor ou outros processos As operações de manuseio, armazenamento e transporte devem seguir no mínimo as recomendações do Anexo B da NBR Desenhos Quando solicitado pela CELPE, o Fornecedor deve submeter, antes do inicio da fabricação e no prazo máximo de 30 (trinta) dias da aceitação, 3 (três) cópias heliográficas dos seguintes desenhos: a) Desenhos detalhados de cada uma das peças, com indicação de todas as dimensões, peso da peça, diâmetro e cotas da furação e demais detalhes necessários; b) Lista com no mínimo as seguintes informações: item, descrição, nº do desenho da peça, quantidade e peso unitário da peça Os critérios para apresentação e aprovação dos desenhos estão definidos nas Condições Técnicas Gerais. 4.8Informações Técnicas Requeridas com a Proposta 4.8.1Na parte técnica da Proposta devem obrigatoriamente ser apresentadas, no mínimo, as informações a seguir relacionadas, sob pena de desclassificação: a) Características técnicas garantidas do equipamento ofertado, conforme modelo anexo a esta Norma. Salienta-se que os dados da referida lista são indispensáveis ao julgamento técnico da oferta e devem ser apresentados independentemente dos mesmos constarem dos catálogos e/ou folhetos técnicos anexados a Proposta; b) Declaração de Exceção às Especificações de acordo com as Condições Técnicas Gerais; c) Informações sobre as condições para a realização dos ensaios de tipo referidos nesta Norma, discriminando os ensaios que podem ser realizados em laboratórios do próprio Fabricante, relação dos laboratórios onde devem ser realizados os demais ensaios, bem como preços unitários para cada um dos ensaios; d) Prazos de garantia ofertados; e) Outras informações, tais como catálogos, folhetos técnicos, relatórios de ensaios de tipo, lista de fornecimentos similares, etc., considerados relevantes pelo Proponente para o julgamento técnico de sua oferta. VR ª Edição 29/05/ de 23

10 5.REFERÊNCIAS O projeto, a fabricação e os ensaios dos selos devem satisfazer as exigências desta especificação, e no que não a contrariem, as seguintes normas nas suas últimas revisões aprovadas: NBR 5426 Planos de amostragem e procedimentos na inspeção por atributos; NBR 5427 Guia para utilização da norma NBR Planos de amostragem e procedimentos na inspeção por atributos Procedimento; NBR 5732 Cimento Portland comum - Especificação; NBR 5733 Cimento Portland de alta resistência inicial - Especificação; NBR 5735 Cimento portland de alto-forno; NBR 5736 Cimento portland pozolânico; NBR 5737 Cimentos portland resistentes a sulfatos; NBR 6323 Produto de aço ou ferro fundido Revestimento de zinco por imersão a quente Especificação; NBR 7211 Agregado para concreto Especificação; NBR 7480 Barras e fios de aço destinados à armadura para concreto armado Especificação; NBR 7481 Tela de aço soldada - armadura para concreto; NBR 7482 Fios de aço para concreto protendido Especificação; NBR 7483 Cordoalhas de aço para concreto protendido Especificação; NBR 8094 Material metálico revestido e não revestido Corrosão por exposição à névoa salina NBR Postes de concreto armado e protendido para redes de distribuição e de transmissão de energia elétrica parte 1: requisitos; NBR Postes de concreto armado e protendido para redes de distribuição e de transmissão de energia elétrica parte 2: padronização de postes para redes de distribuição de energia elétrica; NBR Postes de concreto armado e protendido para redes de distribuição e de transmissão de energia elétrica parte 3: ensaios mecânicos, cobrimento da armadura e inspeção geral; NBR Postes de concreto armado e protendido para redes de distribuição e de transmissão de energia elétrica parte 4: determinação da absorção de água; NBR 9204 Concreto endurecido Determinação da resistividade elétrica volumétrica Métodos de ensaios; NBR Concreto endurecido Determinação da penetração de água sob pressão Ensaios de permeabilidade; NBR Cimento portland composto; NBR Controle tecnológico de materiais componentes do concreto Procedimento; NBR Preparo, controle e recebimento de concreto Procedimento. NBR Cimento portland branco; NBR Água para amassamento do concreto parte 1: requisitos. O projeto, a matéria prima, a mão-de-obra e a fabricação devem incorporar, tanto quanto possível, os melhoramentos tecnológicos mais recentes, mesmo quando não mencionadas nesta especificação. NBR ISO 9001/2000 Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). 6.APROVAÇÃO BRUNO DA SILVEIRA LOBO Departamento de Planejamento de Investimentos EPI VR ª Edição 29/05/ de 23

11 ANEXO I. TABELAS DE POSTES TABELA 01 Postes de Concreto Duplo T Distribuição RD Secundária (Rn) Face Face A B Face A Face B ITEM CÓDIGO TIPO Topo Base Topo Base a±5 A±5 b±5 B± D D B B-1, Conforme Desenho 3300-C6 do ANEXO II. F±20 J±20 e±15 T+20-5 M± TABELA 02 Postes de Concreto Duplo T Distribuição RD Secundária Ambiente de Atmosfera Agressiva (Rn) Face Face A B ITEM CÓDIGO TIPO Face A Face B Topo Base Topo Base a±5 A±5 b±5 B± D B B-1, Conforme Desenho 3300-C6 do ANEXO II. F±20 J±20 e±15 T+20-5 M± ITEM CÓDIGO TABELA 03 Postes de Concreto Duplo T Distribuição RD Primária TIPO (Rn) Face Face A B Face A Topo a±5 Base A±5 Face B Topo b±5 Base B± B B-1, B B B-1, B-4, B Conforme Desenho 3300-C6 do ANEXO II. F±20 J±20 e±15 T+20-5 M± VR ª Edição 29/05/ de 23

12 TABELA 04 Postes de Concreto Duplo T Distribuição RD Primária Especiais (Rn) Face Face A B ITEM CÓDIGO TIPO Face A Face B T+20 F±20 J±20 e±15 M±15 Topo Base Topo Base - 5 a±5 A±5 b±5 B± B B B-1, B-4, Conforme Desenho 3300-C6 do ANEXO II. Nota: Esses postes devem ser utilizados somente em condições especiais principalmente para manutenção da rede existente. TABELA 05 Postes de Concreto Duplo T Distribuição RD Primária Ambiente de Atmosfera Agressiva ITEM CÓDIGO TIPO (Rn) Face Face A B Face A Topo a±5 Base A±5 Face B VR ª Edição 29/05/ de 23 Topo b±5 Base B± B B-1, B-4, B Conforme Desenho 3300-C6 do ANEXO II. ITEM CÓDIGO F±20 J±20 e±15 T+20-5 M± TABELA 06 Postes de Concreto Circular Distribuição RD Secundária TIPO (Rn) Topo A±5 Base B± C C C C Conforme Desenho 3302-C1 do ANEXO II. F±20 J±20 e±15 TABELA 07 Postes de Concreto Circular Distribuição RD Primária T+20-5 M± ITEM CÓDIGO Face A TIPO (Rn) T+20 Topo Base F±20 J±20 e±15 M±15-5 A±5 B± C C C C Conforme Desenho 3302-C1 do ANEXO II.

13 ITEM CÓDIGO TABELA 08 Postes de Concreto Duplo T Transmissão TIPO (Rn) Face Face A B Face A Face B Topo Base Topo Base a±5 A±5 b±5 B± B B-1, B B-4, B B B B B-1, B B-4, B B B B B-1, B B-4, B B B B B-1, B B-4, B B B B B-1, B B-4, B B B Conforme Desenho 3301-C1 do ANEXO II. F±20 J±20 e±15 T M± VR ª Edição 29/05/ de 23

14 ITEM CÓDIGO TABELA 08 Postes de Concreto Duplo T Transmissão (Continuação) TIPO (Rn) Face Face A B Face A Face B Topo Base Topo Base a±5 A±5 b±5 B± B B-1, B B-4, B B B B B-1, B B-4, B B B Conforme Desenho 3301-C1 do ANEXO II. F±20 J±20 e±15 T M± ITEM CÓDIGO TABELA 09 Postes de Concreto Circular Transmissão TIPO (Rn) C C C C C C C C C C C C C C Conforme Desenho 3303-C2 do ANEXO II. Face A Topo Base J±20 e±15 M±15 A±5 B± T VR ª Edição 29/05/ de 23

15 TABELA 09 Postes de Concreto Circular Transmissão (Continuação) ITEM CÓDIGO TIPO (Rn) C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C Conforme Desenho 3303-C2 do ANEXO II. Face A Topo Base J±20 e±15 M±15 A±5 B± T VR ª Edição 29/05/ de 23

16 ITEM CÓDIGO TABELA 10 Postes de Concreto Duplo T Subestação TIPO (Rn) Face Face A B Face A Face B e±15 T+20-5 M±15 Desenho Topo Base Topo Base a±5 A±5 b±5 B± B C B C B C B C B C2 VR ª Edição 29/05/ de 23

17 ANEXO II DESENHOS a b 300 F T 100 e J 75 FUROS Ø19 FUROS Ø19 M 100 L NOTA IDENTIFICAÇÃO (ANEXO C) CENTRO DE GRAVIDADE LINHA DE REFERÊNCIA LINHA DE REFERÊNCIA ENGASTAMENTO Nota e A FACE A B FACE B NOTAS: 1- ELETRODUTO PLÁSTICO Ø12mm EMBUTIDO NO POSTE; 2- FURO DE Ø 90 mm PARA POSTES ATÉ 8 METROS E Ø 110 mm PARA POSTES DE 9 METROS. COTAS EM MILÍMETROS VERSÃO: 4 DATA: 25/05/2012 S/ESCALA DESENHO: 3300-C6 APROVADO: EIEB POSTE DE CONCRETO DUPLO T- PARA DISTRIBUIÇÃO VR ª Edição 29/05/ de 23

18 ØA 100 M FUROS Ø19 FUROS Ø19 F T NOTA 1 L CENTRO DE GRAVIDADE LINHA DE REFERÊNCIA IDENTIFICAÇÃO (ANEXO C) LINHA DE REFERÊNCIA ENGASTAMENTO e J FURO Ø25 e EIXO A ØB EIXO B NOTAS: 1- ELETRODUTO PLÁSTICO Ø12mm EMBUTIDO NO POSTE. COTAS EM MILÍMETROS VERSÃO: 2 DATA: 25/05/2012 S/ESCALA DESENHO: 3302-C1 APROVADO: EIEB POSTE DE CONCRETO CIRCULAR - PARA DISTRIBUIÇÃO VR ª Edição 29/05/ de 23

19 a b F T FUROS Ø25 VER NOTAS 1 E 2 M FUROS Ø25 IDENTIFICAÇÃO (ANEXO C) L CENTRO DE GRAVIDADE NOTA 3 LINHA DE REFERÊNCIA LINHA DE REFERÊNCIA ENGASTAMENTO e FURO Ø110 e 300 J FACE A FACE B NOTAS: 1- OS FUROS PARA DEGRAUS NAS GAVETAS COMEÇAM A PARTIR DA 3ª GAVETA NO SENTIDO DE BAIXO PARA CIMA, COM FORMATO DE SEMI-CIRCULO E DIÂMETRO DE 110 mm; 2- FUROS PARA DEGRAUS EXIGIDOS NOS POSTES ACIMA DE 12 m; 3- ELETRODUTO PLÁSTICO Ø19mm EMBUTIDO NO POSTE COM GUIA EM ARAME GALVANIZADO Nº 12 BWG. COTAS EM MILÍMETROS VERSÃO: 3 S/ESCALA APROVADO: EIEB DATA: 25/05/2012 DESENHO: 3301-C1 POSTE DE CONCRETO DUPLO T- TRANSMISSÃO VR ª Edição 29/05/ de 23

20 ØA M 60 NOTA DETALHE DE RASGO L 5.0 NOTA 2 IDENTIFICAÇÃO (ANEXO C) LINHA DE REFERÊNCIA LINHA DE REFERÊNCIA ENGASTAMENTO e J FURO Ø FUROS Ø25 T FUROS Ø25 60 CORTE "AA" FUROS Ø25 CENTRO DE GRAVIDADE A A e RASGO PARA ENCHIMENTO DA BASE - VER DETALHE 2.0 NOTA 2 EIXO A NOTAS: 1- ELETRODUTO PLÁSTICO Ø19mm EMBUTIDO NO POSTE COM GUIA EM ARAME GALVANIZADO Nº 12 BWG; 2- SEÇÃO MACIÇA DE CONCRETO - MÍNIMO DE 1 kgf/cm A SER PREENCHIDA NA OBRA. ØB EIXO B COTAS EM MILÍMETROS VERSÃO: 4 DATA: 25/05/2012 S/ESCALA DESENHO: 3303-C2 APROVADO: EIEB POSTE DE CONCRETO CIRCULAR - PARA TRANSMISSÃO VR ª Edição 29/05/ de 23

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