CIA.DE ENTREPOSTOS E ARMAZENS GER.DE S.PAULO

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1 Unidade Auditada: CIA.DE ENTREPOSTOS E ARMAZENS GER.DE S.PAULO Exercício: 2012 Processo: Município: São Paulo - SP Relatório nº: UCI Executora: CONTROLADORIA REGIONAL DA UNIÃO NO ESTADO DE SÃO PAULO Análise Gerencial Senhor Chefe da CGU-Regional/SP, Em atendimento à determinação contida na Ordem de Serviço n.º , e consoante o estabelecido na Seção III, Capítulo VII da Instrução Normativa SFC n.º 01, de 06/04/2001, apresentamos os resultados dos exames realizados sobre a prestação de contas anual apresentada pela COMPANHIA DE ENTREPOSTOS E ARMAZÉNS GERAIS DE SÃO PAULO - CEAGESP 1. Introdução Os trabalhos de campo conclusivos foram realizados no período de 10 a 21/6/2012, por meio de testes, análises e consolidação de informações coletadas ao longo do exercício sob exame e a partir da apresentação do processo de contas pela Unidade Auditada, em estrita observância às normas de auditoria aplicáveis ao Serviço Público Federal. Nenhuma restrição foi imposta à realização dos exames. 2. Resultados dos trabalhos 1

2 Verificamos na Prestação de Contas da Unidade a existência das peças e respectivos conteúdos exigidos pela IN TCU 63/2010 e pelas DN TCU 119/2012 e 124/2012. Em acordo com o que estabelece o Anexo IV da DN TCU 124/2012, e em face dos exames realizados, efetuamos as seguintes análises: 2.1 Avaliação da Conformidade das Peças Com objetivo de avaliar a conformidade das peças do processo de contas da CEAGESP, conforme disposto no art. 13 da IN TCU nº 63/2010, foram examinados o relatório de gestão e o processo de contas, autuado sob o n / , e constatado que a Unidade elaborou todas as peças a ela atribuídas pelas normas do Tribunal de Contas da União para o exercício de A estratégia metodológica utilizada pela equipe de auditoria consistiu na análise de todos os itens que compõem o Relatório de Gestão e das peças complementares. Por fim, cabe informar que as peças contemplam os formatos e conteúdos obrigatórios nos termos das Decisões Normativas TCU n.º 119/2012 e 124/2012 e da Portaria-TCU nº 150/ Avaliação dos Resultados Quantitativos e Qualitativos da Gestão No Relatório de Gestão de 2012, a CEAGESP não apresentou comparações entre metas e resultados realizados. A única menção sobre indicadores foi realizada pela mensagem do Presidente do CEAGESP, na qual destacou que Em um evidente sinal de vitalidade e importância estratégica no setor agroalimentar, a comercialização dos produtos no interior da CEAGESP supera suas próprias marcas históricas, apresentando um resultado operacional em crescimento da incrível importância de 36,12% na rede de Entrepostos do Interior e de 35,2% na rede armazenadora, ambos em relação a Como não houve a comparação entre a execução e a previsão, não houve análise a respeito dos atos e fatos que ajudaram e/ou prejudicaram o seu desempenho. 2.3 Avaliação dos Indicadores de Gestão da UJ Os indicadores elaborados e utilizados pela CEAGESP são conceitualmente adequados e atendem as necessidades da mesma. Seguindo recomendação efetuada na auditoria de gestão do ano anterior, o Relatório de Gestão de 2012 efetuou análise de cada uma das unidades principais, confrontando-se os valores realizados na gestão de 2012 com os dos últimos dois anos. O que permite avaliar cada uma das unidades de entrepostagem e armazenagem descritas no relatório anual. 2

3 Tipo de Indicador Programa (código e descrição) ou Área da gestão Nome do Indicador Descrição do Indicador Fórmula de Cálculo Completude e Validade Acessibilidade e Compreensão Comparabilidade Auditabilidade Economicidade Financeiro Receita Operacional por unidade de Entrepostagem e Armazenagem (R$) Receita Operacional (R$) Receitas provenientes da locação de áreas de Entrepostagem e Armazenagem Receitas provenientes da locação de áreas de Entrepostagem e Armazenagem SIM SIM SIM SIM SIM Financeiro Lucro Operacional por unidade de Entrepostagem e Armazenagem (R$) Lucro Operacional (R$) Diferença entre Receita Operacional e Lucro Operacional. Diferença entre Receita Operacional e Lucro Operacional SIM SIM SIM SIM SIM Institucional Índice de Inadimplência Índice de Inadimplência das Contas a Receber Relação entre contas a receber vencidos e a receber Contas a Receber Vencidos/Contas a Receber SIM SIM SIM SIM SIM Institucional Rede de Entrepostagem Total da área disponível da unidade Total da área disponível da unidade Total da área disponível da unidade SIM SIM SIM SIM SIM Institucional Rede de Entrepostagem % de Áreas Vagas % de Áreas Vagas Áreas Vagas/Total da área disponível da Unidade SIM SIM SIM SIM SIM Institucional Rede de Armazenagem Tonelada média mensal operada pela Unidade Tonelada média mensal operada pela Unidade Tonelada média mensal operada pela Unidade SIM SIM SIM SIM SIM Institucional Rede de Armazenagem Produtividade Equilíbrio operacional Receita operacional/despesa operacional SIM SIM SIM SIM SIM Institucional Rede de Armazenagem Capacidade total estática (t) Capacidade total estática (t) Capacidade total estática (t) SIM SIM SIM SIM SIM 2.4 Avaliação dos Indicadores dos Programas Temáticos 3

4 Considerando que na Lei N º12.593/2012, que instituiu o Plano Plurianual da União para o período de 2012 a 2015, os indicadores são exigidos apenas para os programas temáticos e que durante a gestão 2012 o decreto de Gestão do PPA (Decreto 7.866/2012) foi publicado no DOU apenas em , levando em conta, ainda, que mesmo nesse normativo as atribuições quanto à atualização dos indicadores dos programas recai sobre o Ministério do Planejamento e que a responsabilidade sobre os órgãos inicia-se a partir dos Objetivos (nível inferior ao nível dos programas), a avaliação do item 4 do anexo IV da DN 124/2012 restou prejudicada. Quanto aos indicadores das ações que não são citados ou mencionados, nem na lei /2012, nem no Decreto 7.866/2012, estes já estão sendo avaliados nos resultados quantitativos e qualitativos da ação atendendo assim ao estabelecido na Portaria SOF nº 103, de 19 de outubro de Dessa forma, o controle interno se abstém de emitir opinião sobre o item 4 na gestão Avaliação da Gestão de Pessoas A partir da análise da gestão de pessoas da CEAGESP, pode-se inferir que a força de trabalho mostra-se adequada frente às atribuições da Entidade, que conta com 581 empregados efetivos (90% do total autorizado de 645 empregados) e com 46 empregados sem vínculo com a Administração Pública (80% da lotação autorizada de 57 empregados sem vínculo). 2.6 Avaliação da Situação das Transferências Voluntárias A DN TCU 119/2012 não estabeleceu a avaliação da gestão de transferências para a CEAGESP. 2.7 Avaliação da Regularidade dos Processos Licitatórios da UJ Na execução desta ação de controle foram analisados 18 processos licitatórios, sendo 9 de Licitações Geral, 4 Dispensas de Licitação e 5 Inexigibilidades, quanto à sua adequada formalização e instrução nos comandos da legislação pertinente. Os quadros abaixo apresentam os números de processos e recursos analisados: I - Licitações Geral Quantidade total de Processos Licitatórios Volume total de recursos dos processos licitatórios (R$) Quantidade avaliada Volume de recursos avaliados (R$) Quantidade em que foi detectada alguma irregularidade Volume dos recursos em que foi detectada alguma 4

5 irregularidade , , II - Dispensa de Licitação Quantidade total Dispensas Volume total de recursos de dispensas (R$) Quantidade avaliada Volume de recursos avaliados (R$) Quantidade em que foi detectada alguma irregularidade Volume dos recursos em que foi detectada alguma irregularidade , , III - Inexigibilidade de Licitação Quantidade total de Inexigibilidade s Volume total de recursos de Inexigibilidade s Quantidade avaliada Volume de recursos avaliados (R$) Quantidade em que foi detectada alguma irregularidade Volume dos recursos em que foi detectada alguma irregularidade , , IV - Compras sustentáveis Área Quantidade de processos de compras na gestão 2012 Quantidade de processos de compra selecionados para avaliação Quantidade de processos (dos avaliados) dispensados de aplicar a legislação de compras sustentáveis Quantidade de processos (dos avaliados) em conformidade com a legislação de compras sustentáveis Quantidade de processos (dos avaliados) em desconformidad e com a legislação de compras sustentáveis TI Obras Aquisiçao de lenha Retirada de lixo Transporte Da análise realizada nos processos licitatórios supramencionados, verificamos o seguinte: - a regularidade dos processos licitatórios quanto à sua adequada formalização e instrução nos comandos da legislação pertinente; - a regularidade dos processos licitatórios feitos por inexigibilidade e dispensa de licitação quanto à sua adequada formalização e instrução nos comandos da legislação pertinente; 5

6 - que a CEAGESP vem utilizando os critérios e os princípios de sustentabilidade ambiental na aquisição de bens e serviços; e - os controles internos administrativos relacionados à atividade de compras e contratações estão instituídos de forma a mitigar os riscos. 2.8 Avaliação da Gestão do Uso do CPGF A DN TCU 119/2012 não estabeleceu a avaliação da gestão do uso do cartão de pagamentos do governo federal - CPGF para a CEAGESP. 2.9 Avaliação da Gestão de Passivos sem Previsão Orçamentária Em análise à capacidade da Companhia em intervir previamente sobre as causas que ensejaram a ocorrência de passivos sem a consequente previsão orçamentária de créditos ou de recursos, bem como as medidas adotadas para a gestão desse passivo, considerou-se as seguintes questões de auditoria: a) houve passivos assumidos pela UJ sem prévia previsão orçamentária de créditos ou de recursos? b) quais os esforços dispendidos pela UJ para minimizar ou evitar a ocorrência de passivos nessas condições? c) estão definidos em normativos internos os responsáveis pelo tratamento dos passivos sem prévia dotação orçamentária? d) existe avaliação de risco para os passivos contingentes em função da série histórica ou outro processo? e) são adotadas medidas compatíveis com os riscos identificados (estrutura pessoal e física da conformidade dos registros de gestão)? f) reconhecimento de Passivos por Insuficiência de Créditos está registrado conforme a legislação vigente (NT STN 2.309/2007)? g) existem indicadores que possibilitem o gestor identificar fragilidades no processo? h) o gestor atua no atendimento das determinações e recomendações anteriores? Com efeito, não foi identificado nenhum valor registrado nas contas contábeis pertinentes. Desse modo, são consideradas consistentes as informações apresentadas no Relatório de Gestão do exercício 2012 da CEAGESP, de que não houve reconhecimento de passivos por insuficiência de créditos ou recursos durante o exercício sob exame Avaliação da Gestão de Tecnologia da Informação As áreas relacionadas com Tecnologia da Informação foram objeto de exame nesta auditoria e constatamos que as recomendações realizadas no Relatório de Auditoria Anual de Contas, Exercício de 2011, não foram implementadas. Planejamento Estratégico de TI: Ausência de elaboração do Plano Estratégico de Tecnologia da Informação. Segundo o Relatório de Gestão 2012, a diretoria já estabeleceu os objetivos de gestão e de uso corporativo de TI. De qualquer forma, o prazo para atendimento da recomendação venceu em 31/03/2013; 6

7 Política de Segurança da Informação: Ausência de ações e métodos que visam à integração das atividades de gestão de riscos, principalmente aqueles relacionados com a segurança organizacional dos processos institucionais estratégicos, operacionais e táticos da CEAGESP; Recursos Humanos de TI: A área de TI é composta de 12 funcionários, 5 estagiários responsáveis pelo atendimento de suporte e 1 técnico (terceirizado) responsável pelo suporte de impressão. A documentação referente à estrutura dos cargos e salários não sofreu alterações em relação ao ano anterior, sendo que permaneceram inalterados os tópicos específicos para cada um dos cargos existentes na área de TI; Desenvolvimento e Produção de Sistemas: A área de TI não desenvolveu metodologia padrão de desenvolvimento de sistemas. Igualmente, não desenvolveu estudos formais para verificar a compatibilidade entre os recursos de TI com as necessidades específicas de cada área de negócio; Contratação e Gestão de Bens e Serviços de TI: A área de TI não define o nível de serviço requerido para cada processo. Na contratação de bens e serviços, a CEAGESP utiliza os mesmos processos de contratação geral Avaliação da Gestão do Patrimônio Imobiliário A partir da relação de imóveis fornecida pela Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo CEAGESP, a equipe de auditoria efetuou avaliação por meio de amostragem não aleatória dos bens imóveis existentes, bem como dos gastos com manutenção, locação e benfeitorias. Verificamos que a CEAGESP não possui imóveis locados de terceiros, bem como não tem a obrigatoriedade de registrar os imóveis no SPIUnet, por não se amoldar ao conceito de Empresa Estatal dependente, nos termos da Lei Complementar n 101, de 4 de maio de Informa-se que a Portaria Interministerial n 322, de 23/08/2001, definiu a base de dados do SPIUnet como principal fonte alimentadora do SIAFI para efeito de contabilização dos imóveis dos Órgãos Públicos Federais, Autarquias, Fundações Públicas e Empresas Estatais dependentes, nos termos da Lei Complementar n 101, de 04/05/2000. As instruções complementares necessárias à execução do disposto na Portaria n 322/2001 estão consignadas no Manual do SPIUnet, o qual define que a Unidade Gestora é responsável por fornecer as informações sobre seus próprios imóveis (Fundações, Autarquias e Empresas Estatais dependentes) ou sobre imóveis da União que estejam sob a sua responsabilidade. 7

8 Portanto, a CEAGESP, por não ser uma Empresa Estatal dependente, não é obrigada a lançar no SPIUnet todos os imóveis sob sua responsabilidade, sejam próprios, cedidos ou de terceiros, por força dos normativos supracitados.. Os contratos de serviços terceirizados de vigilância ostensiva e limpeza e conservação foram celebrados de acordo com a Lei 8.666/93. Levantamento de Imóveis I - Quantidade de Bens Imobiliários Quantidade total de imóveis sob a responsabilidade da Localização CEAGESP Brasil Exterior 0 0 II - Avaliação dos Gastos com Bens Imóveis Gastos Realizados com Reformas de Imóveis Próprios Locados de Terceiros Valores Totais (R$) ,43 0 Percentual sobre o Total (%) III - Despesas com Manutenção Gastos Realizados com Manutenção de Imóveis Próprios Locados de Terceiros Valores Totais ,70 0 Percentual sobre o Total (%) IV - Avaliação dos Bens Locados de Terceiros Qtde Existente Qtde Avaliada Quantidade em que foi detectada irregularidade (preço contratado superior ao preço de mercado) V - Indenização das Benfeitorias Úteis sobre imóveis locados de Terceiros Qtde Existente Qtde Avaliada Quantidade em que foi detectada irregularidade (preço contratado superior ao preço de mercado) A estrutura de controles internos administrativos está montada de forma a minimizar os riscos relacionados à gestão dos bens imóveis da unidade Avaliação da Gestão Sobre as Renúncias Tributárias 8

9 Consultando o Relatório de Gestão verificamos, em seu item 5.5, que a CEAGESP declarou não praticar renúncia tributária, fato confirmado em consulta aos seus gestores Avaliação do Cumprimento das Determinações/Recomendações do TCU O órgão de controle interno optou por incluir a avaliação do cumprimento dos acórdãos para a UJ considerando a seguinte questão de auditoria: caso haja uma determinação específica do TCU à CGU para ser verificada na AAC junto à UJ, a mesma foi atendida? A metodologia consistiu no levantamento de todos os acórdãos que haja determinação para a UJ e seja citada a CGU com posterior verificação do atendimento do mesmo. Durante o exercício de 2012, o Tribunal de Contas da União TCU emitiu 10 (dez) acórdãos que determinam a Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo CEAGESP procedimentos a serem cumpridos (Acórdão 625/ Primeira Câmara; Acórdão 1948/ Segunda Câmara; Acórdão 792/2012 Plenário; Acórdão 1204/2012 Plenário; Acórdão 2987/ Primeira Câmara; Acórdão 3949/ Segunda Câmara; Acórdão 3060/ Primeira Câmara; Acórdão 4713/ Segunda Câmara; Acórdão 2303/2012 Plenário; Acórdão 2934/ TCU - Primeira Câmara). Desses, somente o Acórdão 2987/ Primeira Câmara determina expressamente a atuação do Controle Interno, com o objetivo de verificar se Companhia apurou a responsabilidade dos envolvidos no prejuízo de R$ ,87, decorrente dos descontos realizados no acordo firmado com o SINCAESP em 3 de março de O gestor apresentou informações e evidências que comprovam o atendimento das determinações e o encaminhamento dos comprovantes à apreciação do TCU Avaliação do Cumprimento das Recomendações da CGU O órgão de controle interno optou por incluir a avaliação do cumprimento das recomendações emitidas por ele considerando a seguinte questão de auditoria: A UJ mantém uma rotina de acompanhamento e atendimento das recomendações emanadas pela CGU especialmente quanto: à instauração de TCE, à apuração de responsabilidade, ao fortalecimento do controle interno administrativo? A metodologia consistiu no levantamento das recomendações existentes e emitidas durante a gestão 2012, com posterior verificação do atendimento. O quadro a seguir mostra os resultados da análise. 9

10 Qtde. de Recomendações Pendentes (saldo inicial: 01/01/2012) A Qtde. de Recomendações Emitidas em 2012 B Qtde. de Recomendações atendidas integralmente C Qtde. de Recomendações Pendentes (saldo final: 31/12/2012) D = A+B-C Legenda: D - Considera-se pendente o que não foi atendido ou que foi atendido parcialmente. Diante do exposto, verifica-se que 44% das recomendações encontram-se pendentes de atendimento Avaliação da Carta de Serviços ao Cidadão O órgão de controle interno optou por incluir a avaliação da Carta de Serviços ao Cidadão considerando a seguinte questão de auditoria: A unidade possui carta de serviço ao cidadão nos moldes do Decreto n 6932/2009? A partir dos exames aplicados concluiu-se que a CEAGESP, que presta serviços ao cidadão, não possui carta de serviços ao cidadão Avaliação do CGU/PAD O órgão de controle interno optou por incluir a avaliação do Relatório de Correição considerando as seguintes questões de auditoria: Consta no relatório de gestão informação da designação de um coordenador responsável pelo registro no Sistema CGU-PAD de informações sobre procedimentos disciplinares instaurados na unidade? Existe estrutura de pessoal e tecnológica capaz de gerenciar os procedimentos disciplinares instaurados e a devida utilização do sistema CGU-PAD na UJ? A UJ está registrando as informações referentes aos procedimentos disciplinares instaurados no sistema CGU-PAD? A partir dos exames aplicados concluiu-se que a CEAGESP não utiliza o sistema CGU- PAD para registro e acompanhamento dos processos administrativos disciplinares instaurados Avaliação do Parecer da Auditoria Interna O órgão de controle interno optou por incluir a avaliação do parecer de auditoria considerando a seguinte questão de auditoria: O parecer de auditoria contém todos os elementos previstos conforme consta na DN TCU 124/2012? 10

11 A metodologia consistiu na avaliação do Parecer de Auditoria encaminhado no processo de contas n / A partir dos exames aplicados concluiu-se que o parecer de auditoria continha todos os elementos estipulados na DN TCU 124/ Avaliação do Conteúdo Específico do Relatório de Gestão A DN TCU 119/2012 não estabeleceu conteúdo específico para a UJ Avaliação dos Controles Internos Administrativos A fim de atender ao estabelecido pela Corte de Contas nesse item considerou-se a seguinte questão de auditoria: os controles internos administrativos instituídos garantem o atingimento dos objetivos estratégicos? A metodologia da equipe de auditoria consistiu na avaliação das áreas de gestão auditadas e dos principais macroprocessos finalísticos. A partir da avaliação comparada entre os controles internos por área de gestão e os macroprocessos finalísticos emitiu-se uma opinião sobre os componentes: ambiente de controle, avaliação de risco, procedimentos de controle, informação e comunicação, monitoramento. De todas as áreas avaliadas, observou-se que os componentes: ambiente de controle, procedimentos de controle, informação e comunicação e monitoramento estão consistentes em todas, enquanto que o componente avaliação de risco apresenta a maior fragilidade. Ressalta-se que as áreas de gestão: compras, tecnologia da informação e resultados quantitativos e qualitativos, estão diretamente relacionadas aos principais macroprocessos finalísticos da UJ. Diante do exposto, pode-se afirmar com razoável segurança que há suficiência de controles internos para atingimento dos objetivos estratégicos, considerando ainda que a Companhia dispõe de planejamento estratégico, gerido pela divisão de Governança Ocorrências com dano ou prejuízo Entre as análises realizadas pela equipe, não foi constatada ocorrência de dano ao erário. 3. Conclusão Eventuais questões formais que não tenham causado prejuízo ao erário, quando identificadas, serão incluídas no Plano de Providências Permanente ajustado com a UJ e 11

12 monitorado pelo Controle Interno. Tendo sido abordados os pontos requeridos pela legislação aplicável, submetemos o presente relatório à consideração superior, de modo a possibilitar a emissão do competente Certificado de Auditoria. São Paulo/SP, 18 de Setembro de Nome: Cargo: ANALISTA DE FINANCAS E CONTROLE Assinatura: Nome: Cargo: ANALISTA DE FINANCAS E CONTROLE Assinatura: Nome: Cargo: ANALISTA DE FINANCAS E CONTROLE Assinatura: Nome: Cargo: ANALISTA DE FINANCAS E CONTROLE Assinatura: Relatório supervisionado e aprovado por: Chefe da Controladoria Regional da União no Estado de São Paulo 12

13 Achados da Auditoria - nº Programa de Gestão e Manutenção de Infraestrutura de Empresas Estatais Federais 1.1 Manutenção e Adequação da Infra-Estrutura Operacional ORIGEM DO PROGRAMA/PROJETO INFORMAÇÃO No Relatório de Gestão de 2012, a CEAGESP não apresentou comparações entre metas e resultados realizados. No Relatório de Gestão de 2012, a CEAGESP não apresentou comparações entre metas e resultados realizados. A única menção sobre indicadores foi realizada pela mensagem do Presidente do CEAGESP, na qual destacou que Em um evidente sinal de vitalidade e importância estratégica no setor agroalimentar, a comercialização dos produtos no interior da CEAGESP supera suas próprias marcas históricas, apresentando um resultado operacional em crescimento da incrível importância de 36,12% na rede de Entrepostos do Interior e de 35,2% na rede armazenadora, ambos em relação a Como não houve a comparação entre a execução e a previsão, não houve análise a respeito dos atos e fatos que ajudaram e/ou prejudicaram o seu desempenho EFETIVIDADE DOS RESULTADOS OPERACIONAIS INFORMAÇÃO A CEAGESP não conseguiu gerar o superávit orçado de R$ 4,3 milhões em O déficit anual reduziu-se de R$ 8,2 milhões (2011) para R$ 2,5 milhões (2012). 13

14 Fonte: CEAGESP Discriminação (1) Realizado (2) Orçado (3) Realizado (3)/(2)* % Receitas Operacionais , , ,72 97,62% Entrepostagem , , ,45 96,74% Armazenagem , , ,27 101,06% Despesas Operacionais , , ,09 95,28% Pessoal e Encargos , , ,82 95,86% Materiais e Produtos , , ,89 91,33% Serviços de Terceiros , , ,37 97,60% Dispêndios Indiretos C/Pessoal , , ,54 74,10% Propaganda e Publicações Legais , , ,52 86,90% Utilidades e Serviços , , ,43 93,49% Tributos e Encargos , , ,52 95,08% Resultado Operacional Bruto , , ,63 192,36% Investimentos , , ,46 95,84% , ,00 100,00% Receitas Não Operacionais , , ,62 36,51% Venda de Imóveis , , ,92 100,00% Demais 9.456, , ,70 29,66% Despesas Não Operacionais , , ,42 80,94% Demandas Trabalhistas , , ,42 80,94% Receitas/Despesas Financeiras , ,00 0,00 0,00% SUPERAVIT/DÉFICIT , , ,63 A CEAGESP registrou receita operacional de R$ 151,1 milhões em 2012, sendo que 79,0% foram decorrentes das receitas de entrepostagem e 21,0% de receitas de armazenagem, conforme pode ser observado na tabela anterior. As despesas operacionais foram da ordem de quase R$ 144,0 milhões, resultando num lucro operacional bruto de R$ 7,1 milhões. Conforme pode ser observado no quadro acima, os valores orçados e realizados da parte operacional registraram pequenas oscilações, se comportando de acordo com o esperado. A maior diferença aconteceu no item 14

15 Demais, cujo valor orçado de quase R$ 17,1 milhões acabou se realizando em cerca de R$ 5,1 milhões. Como resultado desse fator, o capital de giro da CEAESP sofreu nova redução de R$ 2,5 milhões. De qualquer forma, foi um resultado em recuperação na medida em que o déficit registrado no ano anterior foi de quase R$ 8,2 milhões. Segundo o balanço patrimonial de 31 de dezembro de 2012, a GEAGESP encerrou o exercício com capital circulante líquido (Ativo Circulante Passivo Circulante) negativo de R$ 23,4 milhões. O Capital Circulante Líquido observou acréscimo significativo decorrente dos valores depositados pela Fazenda do Estado de São Paulo em 27/03/2013 (R$ 102,3 milhões) e em 10/05/2013 (R$ 8,1 milhões). Segundo o Ofício nº 017/2013/CODIN, o Capital Circulante Líquido havia passado para superávit de R$ 57,8 milhões em 31/03/2013, com Ativo Circulante no valor de R$ 120,2 milhões e Passivo Circulante de R$ 62,4 milhões CONSTATAÇÃO Altos índices de ociosidade nas unidades frigoríficas e nas unidades de Marília e Guaratinguetá. As unidades de entrepostagem de Guaratinguetá e Marília continuaram registrando prejuízos. Conforme pode ser observado na tabela a seguir, as unidades frigoríficas também registraram prejuízos. De modo geral (excetuando-se a unidade CEASA São Paulo, que permaneceu rentável), vale destacar que foram adotadas medidas visando melhorar os resultados operacionais das demais unidades, cujo lucro operacional consolidado se elevou de R$ 6,7 milhões (2011) para quase R$ 9,5 milhões (2012). Ou seja, um avanço de 41,2% no ano de O lucro operacional consolidado total das unidades de entrepostagem passou de R$ 37,5 milhões (2011) para quase R$ 38,5 milhões, registrando aumento de 2,4% no ano de UNIDADES DE ENTREPOSTAGEM Receita Operacional Lucro Operacional Receita Operacional Lucro Operacional Total de Áreas % Áreas Vagas 402 ETSP CEASA SÃO PAULO , , , , ,0 2, CERIB CEASA DE RIBEIRÃO PRETO , , , ,29 736,0 3, CESOR CEASA DE SOROCABA , , , ,02 743,0 5, CEBAU CEASA DE BAURU , , , ,78 291,0 7, CESJR CEASA DE SÃO JOSÉ DO RIO PRETO , , , ,72 497,0 12, CESJC CEASA DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS , , , ,60 502,0 2, CEPRE CEASA DE PRESIDENTE PRUDENTE , , , ,95 226,0 12, CEPIR CEASA DE PIRACICABA , , , ,34 226,0 48,67 15

16 523 CEARB CEASA DE ARAÇATUBA , , , ,23 106,0 14, CEARA CEASA DE ARARAQUARA , , , ,92 82,0 26, FRIOL FRIGORÍFICO DE OLIMPIA 0,00 0, , ,08 0,0 0, FRIAR FRIGORÍFICO DE ARARAQUARA 0,00-1,06 0,00-0,38 0,0 0, FRIBO FRIGORÍFICO DE BOTUCATU 0,00 0,00 0,00-0,38 0,0 0, FRIVA FRIGORÍFICO DE CATANDUVA 0, ,96 0, ,97 0,0 0, FRIMA FRIGORÍFICO DE MARÍLIA 0,00 0,00 0, ,49 0,0 0, FRARB FRIGORÍFICO DE ARAÇATUBA 0, ,20 0, ,72 0,0 0, FRIRB FRIGORÍFICO DE RIBEIRÃO PRETO 0, ,23 0, ,24 0,0 0, FRICA FRIOGORÍFICO DE CANANÉIA 0, ,52 0, ,35 0,0 0, CEFRA CEASA DE FRANCA , , , ,17 104,0 3, FRIPE FRIGORÍFICO DE IGUAPE 0, ,10 0, ,05 0,0 0, SEDPI 0, ,77 0, ,01 0,0 0, CEGUA CEASA DE GUARATINGUETÁ , , , ,86 46,0 43, CEMAR CEASA DE MARÍLIA , , , ,01 98,0 52, SAEXI 0, ,04 0, ,20 0,0 0, DEINT GERÊNCIA , , , ,00 0,0 0,00 Fonte: CEAGESP TOTAL GERAL , , , , ,0 -o- Obs. 1: Lucro operacional = Receita Operacional Despesas Operacional. Obs. 2 : O Lucro Operacional das unidades não contempla o rateio dos custos indiretos, o que não o torna diretamente comparável com o Lucro Operacional do demonstrativo financeiro anual da CEAGESP. Causa Necessidade de definição clara de metas de resultados, conforme Inciso I do Parágrafo 7º do Estatuto Social, na qual define que cabe ao Conselho de Administração fixar a orientação geral dos negócios e as prioridades da Companhia, acompanhando a sua execução. A Diretoria Executiva, por sua vez, conforme o Inciso III do Parágrafo 5º do Estatuto Social, cabe cumprir e fazer cumprir este Estatuto, as deliberações do Conselho de Administração e as recomendações do Conselho Fiscal. Dessa forma, o Conselho de Administração da CEAGESP deverá definir claramente as metas de resultado a serem atingidas e a Diretoria Executiva deverá implementar medidas para que as metas quantitativas possam ser atingidas. ##/Causa## Manifestação da Unidade Examinada 16

17 Com relação às unidades de entrepostagem deficitárias, o gestor assim se pronunciou: Unidade de Franca: - Considerada uma unidade de pequeno porte, vem apresentando resultado operacional negativo, pois não rateava as despesas. Em meados de 2010 iniciamos o processo de ratear as despesas em vários itens para tentar equilibrá-la financeiramente. Em 2011 vários permissionários iniciaram um processo judicial e passaram a efetuar deposito em juízo de suas mensalidades devidas, alegando não concordarem com os valores cobrados de rateio pela CEAGESP (TPRU + Rateio das Despesas). A unidade apresenta alto índice de ocupação. Unidade de Guaratinguetá: - A Unidade está encravada no Vale do Paraíba, mais precisamente próxima da cidade de Taubaté e a 80 km de São José dos Campos. Inicialmente quando de sua implantação a região tinha uma boa produção de hortigranjeiros, sendo abastecida pela colônia Piagui e pelos produtores de Cunha e do Sul de Minas Gerais (Cidades de Maria da Fé e Virgínia). Ocorre que na cidade de Taubaté SP foi implantado o Mercatau Mercado Atacadista de Taubaté, que faz uma concorrência bem grande, retirando permissionários que comercializavam na nossa Unidade. Atualmente a produção de hortigranjeiro teve uma redução bem considerável na produção e os produtores que operavam em Guaratinguetá deixaram de comercializar e outros foram atraídos pelo Mercatau de Taubaté, conforme já mencionado, dificultando assim a ocupação e operação da CEASA de Guaratinguetá. Hoje a unidade vem apresentando resultado operacional negativo devido a sua baixa ocupação e os poucos permissionários que temos não concordam com o rateio total das despesas, ficando difícil o equilíbrio econômico e financeiro da unidade. A gerência da unidade tem mantido contatos com o poder público local, associação comercial e associações de produtores, sindicato rural e mídia local, divulgando a Ceasa visando trazer clientes para a Unidade. Outra providência é a realização de licitações para ocupação das áreas ociosas, que já se encontra em andamento. Unidade de Marília: - A Unidade está localizada na região oeste do Estado de São Paulo SP, é considerada uma unidade de pequeno porte, apresenta um alto índice de ociosidade de áreas. Iniciamos em junho de 2010 a implantação do rateio das despesas, mas, encontramos grande rejeição por parte dos permissionários que ali comercializam, não concordando com o rateio da totalidade das despesas. O atual gerente tem mantido contatos com o poder público municipal, regional da secretaria da agricultura e sindicatos rurais, no objetivo de trazer novos produtores e empresas para ocupação de áreas na unidade. O Gerente, através de reuniões com o poder público municipal e os produtores da região de Marília colaborou na reativação da ABACEM Associação Rural do Bairro Centro Mesquita, com o intuito de facilitar a vinda de novos produtores para a CEASA, para comercializarem os produtos de suas propriedades rurais. Com estas providências esperamos aumentar a eficiência operacional e financeira da unidade num prazo de um ano. Também, estamos no momento, realizando processo licitatório visando à ocupação das áreas ociosas. Com relação às unidades de frigoríficas deficitárias, o gestor assim se pronunciou: 17

18 Araçatuba: - Unidade desativada - Temos somente despesas com recolhimentos de impostos. A CEAGESP efetuou a contratação de perito para avaliação do Imóvel, visando colocá-la a disposição para futura concessão, através da abertura de processo licitatório; Araraquara: - Através de ação judicial o imóvel retornou para a Prefeitura; Botucatu: - Unidade em comodato com a Prefeitura; Marília: - Unidade desapropriada pela Prefeitura; Cananeia: - Parte desta Unidade pertence a CONAB e parte pertence a CEAGESP. A parte que nos pertence foi cedida através de termo de cessão de uso à Secretaria Especial de Aquicultura e Pesca da Presidência da República, em 16 de janeiro de 2004; Catanduva: - Unidade em comodato com a Prefeitura; Ribeirão Preto: - Unidade desapropriada pela Prefeitura. Tivemos que recolher impostos antes da desapropriação; Iguape: - A Unidade pertence ao Governo do Estado de São Paulo. A CEAGESP tem um Termo de Permissão de Uso a título precário com prazo indeterminado, assinado em 17 de maio de A finalidade deste frigorífico é prestar serviços aos pescadores artesanais da região de Iguape que não tem condição alguma de ressarcir as despesas da unidade. Há processo em andamento, junto a Prefeitura de Iguape, visando a formalização de um Termo de Convênio, objetivando reativar o funcionamento do frigorífico, desonerando a CEAGESP de quaisquer despesas. ##/ManifestacaoUnidadeExaminada## Análise do Controle Interno Pelas respostas do Gestor, as unidades de Franca, Guaratinguetá e Marília experimentam dificuldades da implantação do rateio das despesas, verificando-se baixo índice de ocupação nas duas últimas, embora seja esperado incremento da eficiência operacional e financeira da unidade de Marília no prazo de um ano. Com relação às unidades frigoríficas deficitárias, há necessidade de estudos mais aprofundados, pois as respostas fornecidas pelo gestor não apresentam propostas nem perspectivas para a viabilidade econômico-financeira de médio e longo prazo. ##/AnaliseControleInterno## Recomendações: Recomendação 1: Permanecemos recomendando definição de plano de ação para rentabilizar ou reduzir os prejuízos dessas unidades, além da implantação e do acompanhamento sistemático das metas e resultados de curto e médio prazos CONSTATAÇÃO Unidades de armazenagem com prejuízo operacional, com baixos índices de produtividade. 18

19 ##/Causa## No ano de 2012, observou-se que 1) as unidades de São Carlos, Itapeva, Ituverava, São Joaquim da Barra, Fernandópolis, Ribeirão Preto, Barra Funda e Araraquara registraram reduções nos prejuízos operacionais; 2) as unidades de Rubião Júnior, Paraguaçu Paulista, Avaré Graneleiro e Presidente Prudente registraram reversão de prejuízo para lucro operacional e 3) as unidades de Avaré, Baurú e Pederneiras registraram aprofundamento dos prejuízos operacionais. De modo consolidado, observa-se incremento de lucro operacional das unidades de armazenamento de R$ 5,3 milhões (2011) para R$ 7,2 milhões (2012). O que revela um avanço de 35,8% do lucro operacional consolidado em 2012, conforme pode ser observado no quadro a seguir. Obs. 1: índice de produtividade = 1 (equilíbrio operacional), produtividade < 1 (déficit operacional) e produtividade > 1 (superávit operacional). Obs. 2: O lucro operacional das unidades não contempla o rateio dos custos indiretos e, portanto, não é diretamente comparável com o resultado operacional bruto do demonstrativo contábil do CEAGESP de Causa Necessidade de definição clara de metas de resultados, conforme Inciso I do Parágrafo 7º do Estatuto Social, na qual define que cabe ao Conselho de Administração fixar a orientação geral dos negócios e as prioridades da Companhia, acompanhando a sua execução. A Diretoria Executiva, por sua vez, conforme o Inciso III do Parágrafo 5º do Estatuto Social, cabe cumprir e fazer cumprir este Estatuto, as deliberações do Conselho de Administração e as recomendações do Conselho Fiscal. Dessa forma, o Conselho de Administração da CEAGESP deverá definir claramente as metas de resultado a serem atingidas e a Diretoria Executiva deverá implementar medidas para que as metas quantitativas possam ser atingidas. Manifestação da Unidade Examinada TO NELADA O PERADA UNIDADES DE LUCRO O PERACIO NAL PRO DUTIVIDADE MÉDIA MENSAL (t.) CAPACIDADE ARMAZENAMENTO ESTÁTICA (t.) TUT ÓIA - ARARAQUARA , ,87 2,7 3, FRIGORIFICO POLIVALENT E , ,09 17,8 12, ARARAQUARA ANEXO , ,59 2,2 1, TAT UÍ , ,05 1,7 1, OLIMPIA (*) 0, ,37 VILA ANASTÁCIO , ,02 1,7 1, JAGUARÉ , ,24 1,6 1, TUPÃ , ,04 0,9 1, SANTOS 28 SETEMBRO , ,54 4,0 11, SÃO JOSÉ DO RIO PRETO , ,93 1,1 1, CAT ANDUVA , , PALMITAL , ,73 1,1 1, OURINHOS , ,37 3,9 24, FRANCA , ,73 5,1 39, SÃO MANUEL , ,89 1,6 3, ITIRAPINA , ,76 4,2 7, ADAMANT INA , ,34 3,5 3, ASSIS , ,28 2,8 5, SÃO JOSE DO RIO PRETO , ,40 1,1 1, RUBIÃO JUNIOR , ,62 0,6 1, PARAGUAÇU PAULIST A , ,47 0,2 6, AVARÉ GRANELEIRO , ,12 0,6 0, PRESIDENTE PRUDENTE , ,35 0,9 1, AGUDOS 0,00 0, SÃO CARLOS , , ITAPEVA , , ITUVERAVA , ,12 0,0 0, BARRETOS , ,14 0,9 0, SÃO JOAQUIM DA BARRA , ,63 0,3 0, No Silo e Graneleiro de Avaré, observa-se nível de faturamento significativo (R$ 1,789 milhão, mas com margem operacional de apenas 0,3%.). Por meio da SA n.º /07, de 11/06/2013, foram apresentadas ao gestor os questionamentos que seguem: AVARÉ Arm/Silo , ,81 0,5 0, FERNANDÓPOLIS , ,93 0,4 0, RIBEIRÃO PRETO , ,57 0,2 0, BARRA FUNDA (T erreno) , ,02-0,1 0,3 ARARAQUARA SEDE , ,99 0,6 0, BAURU , ,93 0,3 0, Qual a razão dessa baixa margem operacional? O que pode ser feito para melhorar a margem operacional? Quais são as perspectivas de médio e longo prazo? PEDERNEIRAS , ,34 0,3 0, DEPAR , ,05 TO TAL GERAL , ,68 1,1 1,

20 Resposta do Gestor: A Unidade em 2011 vinha de um prejuízo operacional de R$ ,21 e as medidas propostas para melhoria do resultado da Unidade passavam por maior recebimento de grãos de produtores, cooperativas e de empresas que atuam na região, o que já ocorreu no primeiro semestre de Trabalhamos com intuito de utilizar a Unidade no segundo semestre para estocagem de açúcar a granel. Esta condição também foi alcançada, o que gerou o expressivo aumento de receita (74,46%- 2012/2011).A melhoria do resultado a curto prazo será obtida com a manutenção dos contratos de estocagem de açúcar para o Graneleiro da Unidade e utilização do Silo Horizontal para recebimento e processamento de grãos. A médio/longo prazo, a Unidade carece de investimentos para a redução dos custos operacionais e manutenção dos níveis de estocagem obtidos a partir de Explicar as razões das unidades de armazenamento de Adamantina, Assis, Franca, Itirapina, Paraguaçu Paulista e São Manuel registrarem faturamentos anuais pouco expressivos (abaixo de R$ 200 mil/ano), embora a maioria esteja com tendência de crescimento. As exceções seriam as unidades de Paraguaçu Paulista e São Manoel, que, além dos baixos faturamentos, registraram fortes oscilações nas receitas. O que está sendo feito para elevar os níveis de receita e lucro operacionais? Resposta do Gestor: Trata-se de Unidades cedidas, por permissão remunerada de Uso, unidades estas que estavam desativadas por serem Unidades inviáveis do ponto de vista econômico, e com a cessão passaram a contribuir com o resultado global e a redução dos custos gerais de manutenção. Quanto as Unidades de Paraguaçu Paulista e São Manuel em 2013 tiveram a situação estabilizada, com faturamento bruto em abril de 2013 R$ 7.661,52 em Paraguaçu Paulista R$ ,00 para São Manuel. Estas Unidades estão disponíveis para alienação ou retomada de operação, caso haja mudança no perfil agrícola regional e nas condições econômicas para retomada da operação. Nas unidades deficitárias de entrepostagem, destaca-se a unidade de Araraquara, que registra faturamento elevado (R$ 1,609 milhão), com prejuízo decrescente, mas ainda elevado (R$ 278,2 mil). Explicar as causas e as possíveis soluções de médio e longo prazo. O mesmo se aplica à unidade de Ribeirão Preto. Com relação à unidade da Barra Funda, informar as condições do contrato com a empresa Terminal Barra Funda Estacionamentos Ltda. Informar as perspectivas das unidades de Avaré, Barretos, Fernandópolis, Ituverava e Pederneiras, que registram receitas operacionais baixas e prejuízos relativamente elevados. Resposta do Gestor: Quanto a Unidade de Araraquara: As medidas adotadas em 2012 foi assinatura de contrato para estocagem com reserva de espaço para o segundo semestre, com garantia mínima de faturamento e também para transbordo de mercadoria, o que permitiu a melhoria do resultado da Unidade, com a redução citada. As medidas de curto prazo passam pela extensão do contrato para estocagem de açúcar a granel e de transbordo, o que resultou em reversão da situação, no primeiro quadrimestre do ano 20

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